Aprendizagem formal, não formal, informal para língua inglesa com o uso de convergência de mídias

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aprendizagem formal, não formal, informal para língua inglesa com o uso de convergência de mídias"

Transcrição

1 Aprendizagem formal, não formal, informal para língua inglesa com o uso de convergência de mídias Eliane Nascimento Pereira Universidade Estadual do Oeste do Paraná-Campus Foz do Iguaçu Av. Tarquínio Joslin dos Santos, CEP Foz do Iguaçu - PR - Brasil Telefone: 0055 (45) ABSTRACT Listening and speaking are essential skills in learning a foreign language for international tourism workers so that they can welcome and serve international tourists at an international standard of hospitality. This article aims at discussing a research which has been designing a methodology for an English for Specific Purpose program of for restaurant. Implementing and evaluating program for a restaurant staff mediated by different media: printed materials, applications for web and mobile devices, using media convergence and formal, non-formal and informal learning. The resources available in the program will be contextualized according to the socio-cultural reality of a touristic region: vocabulary and language functions actually used by restaurant staff in their daily activities with international tourists, thus providing hospitality. It aims at defining a program methodology which can be applied to other professionals and also to other languages. RESUMO Para os profissionais que atuam no turismo internacional a compreensão oral e a fala são as habilidades essenciais em uma língua estrangeira para que os mesmos possam interagir com os turistas internacionais de forma hospitaleira e acolhedora. Este artigo irá apresentar a pesquisa que vem sendo desenvolvida que se dedica à elaboração, aplicação e avaliação de uma metodologia para um programa de aprendizagem de língua inglesa para fins específicos, voltado aos profissionais que atuam em restaurante mediado por diferentes mídias, isto é, a elaboração de materiais impressos, aplicativos para web e dispositivos móveis, numa convergência de mídias, seguindo a integração de aprendizagem formal, não formal e informal no contexto de trabalho. Os recursos disponibilizados no programa serão contextualizados de acordo com a realidade sociocultural de uma região turística, o vocabulário e as funções linguísticas efetivamente utilizadas pelos profissionais em sua atuação diária com os turistas estrangeiros, propiciando consequentemente a hospitalidade. Espera-se definir uma metodologia de programa que possa ser aplicada a outros profissionais como também outras línguas. Izaura Maria Carelli Universidade Estadual do Oeste do Paraná-Campus Foz do Iguaçu Av. Tarquínio Joslin dos Santos, CEP Foz do Iguaçu - PR- Brasil Telefone: 0055 (45) Eloiza de Oliveira Universidade Estadual do Rio de Janeiro Rua São Francisco Xavier, Andar Bloco F Sala CEP Maracanã - Rio de Janeiro Telefone: 55 (21) Descritor de Categorias e Assuntos K.3.0 [Computers and Education]: General Termos Gerais Design, Human Factors, Languages. Palavras Chaves Programa de aprendizagem, língua inglesa, convergência de mídias. 1. INTRODUÇÃO Segundo dados do Benchmarking Travel & Tourism in Brazil 1 realizado pela World Travel & Tourism Council (WTTC), o setor de turismo no Brasil em 2013, somando o impacto direto, indireto e induzido contribuiu com 9,3% do PIB (Produto Interno Bruto). Em termos de empregos diretos e indiretos o setor gerou 8,6% dos empregos no Brasil em 2013, segundo a WTTC. O setor absorve mais pessoas em comparação com outros setores, como por exemplo, automobilístico, serviços financeiros, comunicações, entre outros. Tendo a perspectiva de crescimento para a próxima década de 5,8%, sendo 1% a mais que outros setores da economia, segundo a WTTC. As pesquisas resultantes da Copa do Mundo 2014 divulgadas na web, como por exemplo, G1 2, DataFolha 3, Diário do Turismo 4, UOL 5, O GLOBO 6, mostram que os turistas estrangeiros consideraram como maior ponto positivo a hospitalidade do povo brasileiro. Na literatura da área de turismo e hotelaria com frequência nos deparamos com o conceito de hospitalidade, que segundo Chon e Sparrowe [6] pode ser definido como satisfazer e servir. Castelli [4] define que: o processo da hospitalidade está fortemente imbricado com o processo de comunicação... dificilmente se exerce a hospitalidade sem que haja, concomitantemente, uma excelente comunicação. Permission to make digital or hard copies of all or part of this work for personal or classroom use is granted without fee provided that copies are not made or distributed for profit or commercial advantage and that copies bear this notice and the full citation on the first page. To copy otherwise, or republish, to post on servers or to redistribute to lists, requires prior specific permission and/or a fee. XXXXXXXXXXXXX As informações serão preenchidas no proceso de edição dos Anais

2 Logo, para Castelli [4] a hospitalidade é percebida pelo cliente especialmente pela comunicação, seja ela na forma verbal ou não. Desta forma, o Brasil deve definir estratégias para qualificar os profissionais da indústria do turismo para receber de forma adequada os turistas internacionais no que se refere a comunicação em língua estrangeira. Isto porque as pesquisas mostraram que uma das reclamações recorrentes dos turistas internacionais durante a Copa do Mundo 2014 foi que a população não se comunicava em uma língua estrangeira, inglês ou espanhol, ou quanto tentava fazê-lo não era compreensível e a falta de informações também em outro idioma em algumas cidades sede do mundial. Isto pode gerar uma falha no processo de hospitalidade, impactando diretamente na qualidade dos serviços prestados pelo setor de turismo e na venda de outros produtos turísticos, como por exemplo, visitas aos atrativos turísticos da região, serviços de alimentação e transporte. Em relação à comunicação busca-se qualificar os profissionais que exercem atividades de alto contato (ou linha de frente front office), ou seja, atividades em que necessariamente o turista participa interagindo com o professional [3], delimitando o escopo de colaboradores que devem ter qualificação nesta área de comunicação. Este artigo irá apresentar a pesquisa que vem sendo desenvolvida, de forma interdisciplinar, que se dedica primeiramente à elaboração, aplicação e avaliação de uma metodologia para um programa de aprendizagem de língua inglesa para fins específicos, voltado aos profissionais que atuam em restaurante mediada por diferentes mídias, isto é, a elaboração de materiais utilizando as diversas tecnologias já desenvolvidas, de materiais impressos aos atuais dispositivos móveis, perpassando pela web, numa convergência de mídias, seguindo a integração de aprendizagem formal, não formal e informal no contexto de trabalho. Buscando contextualizar os recursos disponibilizados no programa de acordo com a realidade sociocultural da região de Foz do Iguaçu (cidade na qual inicialmente o programa piloto será realizado), o vocabulário, as funções linguísticas e agrupamentos semânticos da língua inglesa efetivamente utilizada pelos profissionais em sua atuação diária com os turistas estrangeiros, propiciando consequentemente a hospitalidade tão desejada pelos mesmos. O segundo ponto da pesquisa será a análise da metodologia proposta inicialmente para o programa, sob a ótica da Teoria da Atividade no que se refere aos aspectos de logística, motivação e política (em suas várias esferas, da empresa ao município). Tem-se o objetivo de redefinir as diretrizes do programa para que o mesmo se torne um modelo de referência no Brasil para aprendizagem de inglês voltado aos profissionais que atuam em restaurantes. As seções 3, 4 e 5 apresentam os temas que fundamentam a proposta do projeto que desenvolvemos para a qualificação dos profissionais do turismo no que tange a língua inglesa. Na seção 6 descrevemos a estrutura do programa inicialmente proposto e que será aplicado. E a seção 7 apresenta algumas considerações, o estado atual do projeto e propostas de trabalho futuro. 2. APRENDIZAGEM NÃO-FORMAL E INFORMAL NO CONTEXTO DE TRABALHO A educação formal, em alguns aspectos, não é suficiente para preparar um profissional para o mercado de trabalho. Por exemplo, ela não consegue acompanhar de forma rápida os avanços sociais, tecnológicos e econômicos do mundo de hoje e que são exigidos pelo mercado de trabalho. Isso pode impactar na aprendizagem dos profissionais, pois eles escolhem aprender o que esta diretamente relacionada com suas necessidades profissionais, segundo [17]. Outro aspecto que deve ser levado em consideração e que pode estabelecer uma barreira para qualificação profissional é o financeiro, pois os custos de cursos de curta ou longa duração, pós-graduações, sejam presenciais e/ou à distância para qualificar um profissional são algumas vezes elevados e em alguns casos o profissional fica ausente do seu local de trabalho por um determinado período e dependendo da empresa não é considerado viável. Além disso, conforme descrito na seção 2.1, a qualificação profissional, de diferentes formas, dentre elas se destaca a constituída no cotidiano diário do local de trabalho e fora dele. Por estes motivos pesquisas [17][22] estão sendo realizadas no sentido de compreender, definir estratégias, reconhecer e explorar o potencial da aprendizagem gerada e conduzida no local de trabalho. A Organisation for Economic Co-Operation and Development (OECD)[22] afirma que é necessário reconhecer que no cotidiano de atuação profissional as pessoas estão acumulando conhecimento, desenvolvendo habilidades, competências e experiências que possuem grande valor para o mercado de trabalho, como também, pode contribuir para a geração de novos conhecimentos que serão futuramente incluídos no conteúdo de educação formal. Nesse sentido há a ampliação dos tipos de aprendizagem chamadas não-formal e informal que estão alinhadas e focadas no que os profissionais tem interesse em aprender e ligadas as necessidades das empresas e do mercado de trabalho. Esses tipos de aprendizagem promovem a qualificação dos profissionais no próprio ambiente de trabalho, o que para as empresas torna-se mais atrativo. Além disso, a aprendizagem não-formal e informal pode auxiliar na solução de problemas como: motivação dos profissionais a aprenderem, a falta de qualificação para algumas categorias profissionais, a falta de qualificação formalmente certificadas, reestabelecer a auto confiança para que o profissional volte à aprendizagem formal [22]. Este projeto se baseia nas três categorias de aprendizagem, conceituadas da seguinte forma de acordo com a Werquin [22]: Aprendizagem formal: ocorre em um ambiente organizado e estruturado, com objetivos, tempo e recursos explicitamente definidos. Sendo que ao final do processo uma validação e certificação são obtidas. Aprendizagem não-formal: aprendizagem obtida por meio de atividades planejadas não estabelecendo explicitamente os objetivos, duração e recursos de apoio. Aprendizagem informal: resulta de atividades diárias relacionadas ao cotidiano de trabalho, família ou lazer. Não é organizada ou estruturada em relação a objetivos, tempo ou recursos de apoio. A aprendizagem não-formal, conforme Figura 1, está inserida entre a aprendizagem formal e informal. A Figura 1 apresenta algumas características que podem ajudar a distinguir melhor os tipos de aprendizagem. 600

3 Em se tratando da aprendizagem não-formal e informal é possível encontrar na literatura algumas condições que podem influenciar na aprendizagem dentro do ambiente de trabalho. Segundo Kyndt et al [17], por exemplo, definem as seguintes condições: feedback e aquisição de conhecimento, novos métodos para promover a aprendizagem e ferramentas de comunicação, capacitar pessoas para auxiliar no processo de aprendizagem, entre outros. Estas e outras condições podem auxiliar na identificação de estratégias, atividades, ferramentas e ambiente a qual a educação não-formal e informal pode acontecer. No projeto que estamos desenvolvendo tomaremos como base essas condições para definir a forma como se dará a aprendizagem não-formal e informal estabelecida no programa de aprendizagem de língua inglesa para os profissionais do turismo. Figura 1. Contínuo de aprendizagem do formal para o informal. Fonte [22] 3. ABORDAGEM DE ENSINO DE LÍNGUAS PARA FINS ESPECÍFICOS Considerando que não é de interesse do profissional e nem de sua empresa que o mesmo se torne proficiente em todas as habilidades linguísticas (ouvir, falar, escrever e ler), neste caso apenas as habilidades de ouvir e falar são essenciais para os profissionais do turismo, assim como, se faz necessária uma abordagem sensível às suas necessidades e realidade local. Logo, uma abordagem que se constitui adequada neste caso é o ensino de língua estrangeira denominado ensino de línguas para fins específico ou English for Specific Purpose (ESP). Segundo Celani [5] esta abordagem segue uma ou mais das características a seguir: considerar as razões de aprendizagem dos alunos e as suas necessidades de aprendizagem; construir capacidades básicas e habilidades específicas; usar o conhecimento prévio ou o conhecimento que os alunos possuem para situações de aprendizagem; dar voz aos alunos, fazendo uso da linguagem significativa, permitindo aos alunos entender as razões da aprendizagem; ajudar os alunos a desenvolver individualmente estratégias para a aprendizagem e promover uma mudança de hábitos de estudo. Para a abordagem ESP a análise de necessidades é o que norteia a aprendizagem. Dentre as diferentes formas de se estabelecer essas necessidades os autores Hutchinson & Waters[13] propõe a análise de necessidades da aprendizagem e da situação foco. Para realizar a análise de necessidades utilizaremos o levantamento das tarefas realizadas pelos profissionais, estabelecendo os objetivos e conteúdos ligados diretamente a sua atuação profissional diária. No caso deste projeto a aprendizagem será direcionada aos profissionais do setor de turismo, o que se deseja é desenvolver as habilidades de compreensão oral e fala, focados no contexto de uso da linguagem, ou seja, nas situações em que o profissional deve interagir com o turista internacional fornecendo ou recebendo informações ou questionamentos dos mesmos. Assim temos o contexto de uso de um conjunto de funções linguísticas e expressões próprias utilizadas pelos profissionais na execução das suas tarefas profissionais diárias, como também um vocabulário para expressar características socioculturais da região turística a qual ele está inserido. A análise de necessidades foi inicialmente realizada com base em múltiplas fontes, a saber, na literatura de análises de necessidades já realizadas para o público alvo[2], literatura da área de turismo e hotelaria utilizada para desenvolver as habilidades profissionais exigidas pela profissão[14][18][10] e em materiais da área de aprendizagem de inglês voltado ao público alvo[8][9][12][20]. 4. APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MEDIADA PELAS MÍDIAS As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) estão permeando várias áreas das nossas vidas, sendo a educação uma delas. Diferentes pesquisas anualmente são realizadas no intuito de incorporar as TIC no processo de ensino e aprendizagem de diferentes disciplinas. O ensino de língua estrangeira é uma das áreas que vem sendo mediada pelas TIC. Com a evolução tecnológica e a rápida expansão do mercado dos dispositivos móveis, mais recentemente os smarthphones e tablets, propiciaram o surgimento de uma outra modalidade de aprendizagem mediada pelas tecnologias móveis. Denominada em inglês por mobile learning (m-learning) que de acordo com a Unesco [21] e Ally [1] envolve o uso de tecnologias móveis, sozinha ou combinada com outras TIC, para o acesso a aplicativos, informações e materiais para aprendizagem a qualquer hora e em qualquer lugar. Sendo esta característica fator potencializador para o uso na educação continuada de profissionais, segundo Gu et al [11], face a sua flexibilidade de acesso a qualquer hora e em qualquer lugar. De acordo com a Unesco [21] o m-learning pode contribuir de forma expressiva no processo de ensino e aprendizagem, dentre as várias contribuições algumas são: ampliar o alcance e a equidade da educação; facilitar o aprendizado personalizado; fornecer 601

4 feedback imediato e avaliação; garantir o uso produtivo do tempo nas salas de aula; construção de novas comunidades de aprendizes; conectar a aprendizagem formal e informal; minimizar a interrupção de ensino em áreas de conflito e desastres; auxiliar alunos com deficiência. No contexto da aprendizagem de língua o uso dos dispositivos móveis é denominado Mobile Assisted Language Learning (MALL). Podendo apoiar na aquisição de vocabulário, gramática, para as práticas de leitura e pronúncia [15], ou seja, promover o desenvolvimento de diferentes habilidades linguísticas. O desenvolvimento de projetos de m-learning apresentam alguns desafios, como o custo e a conectividade limitada [19]. Elias[7] elenca outros fatores a serem considerados: variedade de dispositivos; velocidade de download e acesso limitado a Internet; tela de pequenas dimensões com uma baixa resolução, cor e contraste; difícil entrada de dados via texto e dispositivos com memória limitada. Na literatura encontramos o Universal Instructional Design (UID) que são princípios utilizados para os sistemas de gestão de aprendizagem. De acordo com Elias [7] estes princípios para o m- learning são: oferecer conteúdo no formato mais simples possível; fragmentar o conteúdo em pequenos pedaços; procurar maneiras originais de uso dos recursos multimídia dos dispositivos para compensar as limitações de hardware; manter a interface simples; usar sistemas de SMS disponíveis e outras tecnologias assistivas específicas para dispositivos móveis; estimular o uso de diferentes métodos de comunicação; enviar regularmente lembretes, pedidos, questionários e perguntas aos alunos, dentre outros. No programa desenvolvido, que será apresentado na seção5, a proposta é a integração de diferentes plataformas para apoiar o processo de aprendizagem formal, não-formal e informal de língua estrangeira pelos profissionais do turismo, por isso utilizamos o termo convergência de mídias, por se tratar do uso de computador, smartphones, tablets e material impresso, entre outros. Este conceito está baseado na definição de Jenkins [23]: Por convergência refiro-mse ao fluxo de conteúdos através de múltiplos suportes midiáticos, à cooperação entre múltiplos mercados midiáticos e ao comportamento migratório dos públicos dos meios de comunicação PROGRAMA DE LÍNGUA INGLESA PARA O TURISMO (PLITur) A proposta do projeto PLITur fundamenta-se nas definições da literatura da área de turismo e hotelaria que estabelecem que a qualidade dos serviços prestados pelo setor de turismo é medida pela diferença entre a expectativa que o turista tinha quando comprou o serviço e a experiência que ele vivenciou ao usufruir do serviço. O turista espera hospitalidade e acolhimento na experiência, ou seja, é necessário satisfazê-lo e servi-lo de acordo com a expectativa que ele tem. Nesse processo de satisfazer e servir é necessário que o profissional do turismo interaja de forma clara, objetivo e ao mesmo tempo acolhedora com o turista. Estes profissionais do turismo que realizam a interação direta e frequente com o turista são chamados de profissionais de alto contato. Sendo estas interações chamadas de momentos da verdade. Portanto, no momento da verdade é fundamental que o profissional de alto contato tenha domínio da comunicação verbal para satisfazer e servir o turista da melhor forma possível, a fim de que o turista possa definir um alto padrão de qualidade do serviço adquirido, ver Figura 2. Figura 2. Ciclo da qualidade nos serviços prestados pelo turismo O PLITur propõe definir uma metodologia para promover a qualificação dos profissionais de alto contato para interagirem com o turista internacional por meio da aquisição das habilidades linguísticas de compreensão oral e fala em língua inglesa. Para isso estabelece três pilares para a definição do PLITur os tipos de aprendizagem (formal, não-formal e informal), abordagem de ensino de línguas para fins específicos e o uso da convergência de mídias mediar o processo de aprendizagem. Cada pilar deste foi apresentado nas seções 3, 4 e 5. Na seção 6.1 será detalhada a estruturação do PLITur Estrutura do PLITur O programa tem como objetivo promover a aprendizagem de inglês utilizando a abordagem de ensino de línguas para fins específicos para os profissionais de alto contado dos hotéis e restaurantes (recepcionistas e garçons, respectivamente) que atuam na cidade de Foz de Iguaçu/Paraná. Utilizamos o termo programa porque não se trata somente de um curso presencial nos moldes tradicionais, mas agrega objetos de aprendizagem contextualizados a realidade social, cultural e econômica da cidade de Foz do Iguaçu/Paraná e as necessidades dos profissionais, que vão de materiais e atividades impressas as digitais com o computador, Internet e dispositivos móveis (tablets e smartphones). A proposta inicial do programa (ver Figura 3) é composta por atividades classificadas como formais, não-formais e informais, seguindo os tipos de aprendizagem apresentadas na seção 2. Figura 3. Estrutura do PLITur. 602

5 Atividades formais Seguindo os moldes da educação formal, será oferecido um curso presencial aos profissionais que atuam na recepção de hotéis e como garçons em restaurantes. As turmas serão divididas pela atuação profissional e terão no máximo 15 profissionais com um professor. O conteúdo será apresentado no formato de histórias em quadrinhos (HQs), com diálogos pequenos e simples, conforme definido nas premissas do CEF keep it simple and short, sendo seus conteúdos referentes a situações do cotidiano de atuação do profissional. Como o foco do programa é a aquisição das habilidades de compreensão oral e fala, todo o conteúdo será inicialmente apresentado por meio da fala e de imagens que representem situações ou objetivos associados ao conteúdo e posteriormente na forma escrita. Como estratégia para conquistar autonomia de pronuncia os profissionais serão constantemente estimulados a usar o gráfico de fonética proposta por Adrian Underhill 7 Antecipando a questão de alguns participantes que possam ter dificuldades com o uso dos dispositivos móveis ou computador para realizar atividades complementares ao curso presencial, será elaborada uma versão impressa do material apresentado em sala de aula e complementos para ser usada também em caso de dúvidas, há possibilidade de disponibilizar material em mídia CD e/ou DVD. No entanto, serão simplificados, pois essas mídias não possuem muitos recursos elaborados Atividades não-formais Como apresentado na seção 4, a aprendizagem de língua estrangeira vem sendo há algum tempo mediada pela tecnologia, que proporciona a possibilidade de desenvolvimento das quatro habilidades linguísticas. No contexto deste programa estaremos tratando apenas da compreensão oral e fala, para tanto, estão sendo desenvolvidos objetos de aprendizagem digitais que se classificam nas modalidades de MALL e CALL (ver Figura 5). Os recursos são agrupados em: Anything else?: Inglês para restaurantes, destinados para os garçons. O conteúdo dos objetos de aprendizagem digitais seguirá as mesmas 16 (dezesseis) unidades apresentadas no curso presencial. Figura 4. Gráfico fonético de Adrian Underhill Algumas questões serão frequentemente relembradas aos profissionais como, por exemplo, que não se devem transferir os sons do português para a língua inglesa, pois não são os mesmos, como no caso das vogais no português para o inglês e que a pronúncia de apenas um som de forma equivocada ou entonação pode comprometer a comunicação. O conteúdo do curso será dividido em 16 (dezesseis unidades), que correspondem às principais tarefas dos garçons, conforme seção 3. A cada unidade será apresentado um conjunto máximo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) novas palavras, sempre ligadas à atuação profissional, situações ou questões referentes à realidade social, econômica e cultural da região de Foz do Iguaçu. Durante o curso presencial serão apresentados aos participantes os objetos de aprendizagem digitais que podem ser utilizados para auxiliar na aprendizagem do vocabulário, expressões e pronúncia. Desta forma, o participante pode complementar seus estudos fora do contexto do curso presencial e em qualquer horário e local que desejar. Os objetos de aprendizagem serão apresentados na seção que segue. A carga horária para esta modalidade ainda será definida baseando-se no CEF e no conteúdo estabelecido como essencial. Como estratégia para que os participantes possam exercitar a fala será utilizada a dinâmica de grupo com encenação de diálogos entre os participantes. No início de cada aula serão recordados os assuntos da aula anterior, a fragmentação e o foco na fala e na compreensão oral serão recorrentes ao longo do curso presencial. Figura 5. Propostas de MALL e CALL para o PLITur. As atividades na categoria MALL estão sendo desenvolvidas para a plataforma Android (smartphones e tablets), a escolha foi baseada essencialmente na sua grande popularização e os custos tanto para a aquisição de aparelhos que possuem esta plataforma como para o desenvolvimento das aplicações. Os aplicativos estão sendo sistematizados da seguinte forma: Which word?: disponibiliza atividades para aquisição de vocabulário com exercícios que apresentam som e imagem, com respostas objetivas de múltipla escolha; Which sound?:apresenta atividades para o desenvolvimento da pronúncia. Which expression?: propõe atividades com som e imagem para o desenvolvimento da compreensão

6 Atividades informais As atividades informais serão definidas com a participação dos profissionais da empresa, elas podem estabelecer grupos de trabalhos, visitas de falantes nativos, definir horários específicos semanas para troca de experiências, entre outras. De acordo com o perfil do grupo de profissionais serão definidas atividades informais específicas incorporar uma rotina voltada para aprendizagem de inglês. 6. CONCLUSÕES O programa esta em fase de validação do conteúdo baseado nas tarefas dos garçons. E desenvolvimento dos objetos de aprendizagem digitais. Espera-se ao final do projeto sistematizar uma metodologia para elaboração de programas para aprendizagem de língua estrangeira para fins específicos, destinado aos profissionais que atuam em restaurantes, utilizando a convergência se mídias para mediar o processo de aprendizagem e contextualizando o inglês à realidade sociocultural de Foz do Iguaçu, integrando a abordagem de línguas para fins específicos e convergências de mídias. Espera-se também contribuir de forma efetiva para que os profissionais da indústria do turismo se tornem proficientes nos níveis A1- A2 em inglês para que possam agregar qualidade na sua atuação profissional, desempenhando as tarefas diárias. Como trabalho futuro podemos destacar a utilização do programa alterando-se apenas a base de informações da realidade sociocultural da região turística a que se destina e o idioma. Com o intuito de revalidar o programa como modelo de referência para a aquisição de língua estrangeira para profissionais que atuam em restaurantes. 7. REFERÊNCIAS [1] Ally, Mohamed. Mobile learning: transforming the delivery of education and training. (2009) Published by AU Press (Issues in distance education), Athabasca University. [2] Amorim, Telma Pires Pacheco. Uma análise de necessidades comunicativas de profissionais do eixo tecnológico hospitalidade e lazer: subsídios para um programa de ensino de inglês baseado em tarefas. Dissertação. Florianópolis; 2011 [3] Caon, Mauro. Gestão estratégica de serviços de Hotelaria. (2008) São Paulo: Atlas. [4] Castelli, Geraldo. Hospitalidade: a inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços. (2010) São Paulo: Saraiva. [5] Celani, Maria Antonieta Alba. When myth and reality meet: reflections on ESP in Brazil. (2008) English for Specific Purposes 27, pp [6] Chon, Kye-Sung (Kaye). & Sparrowe, Raymond T. Hospitalidade: Conceitos e Aplicações. (2003) São Paulo: Pioneira Thomson Leaning. [7] Elias, Tanya. Universal Instructional Design Principles for Mobile Learning. (2011) International Review on Research in Open and Distance Learning (IRRODL). Vol 2. No.2 [8] Escobar, Albina. English Around- Restaurants. (2012) São Paulo: Pearson Education. [9] Fenton, Linda. & Mclarty, Penny. & Pohl, Alison. & Stott, Trish. (2011) Welcome to Brazil Level 2. Oxford: Oxford University Press. [10] Ferreira, Raquel Auzier. (2002) Treinamento de Garçom. Viçosa/MG: CPT. [11] Gu, X. & Gu, F. & Laffey, J.M. Designing a mobile system for lifelong learning on the move. (2011) In: Journal of Computer Assisted Learning, 27, [12] Holden, Susan. Encounters - English Here And Now Elementary. (2012) São Paulo: Macmillan. [13] Hutchinson, T. & Waters, A. English for Specfic Purposes: a learning-centred approach. (1987) Cambrigde, Cambrigde University Press. [14] Instituto de Culinária da América. (2004) A arte de servir: um guia para conquistar e manter clientes destinado a funcionários, gerentes e proprietários de restaurantes. São Paulo: Roca. [15] Kim, Paul H. Action research approach on mobile learning design for the underserved. (2009) Education Tech Research. pp [16] Kwon, Sungho. & Lee, Jeong Eun. Design principles of m- learning for ESL (2010) Procedia Social and Behavioral Sciences 2, pp [17] Kyndt, Eva. & Dochy, Filip. & Nijs, Hanne. Learning conditions for non-formal and informal workplace learning. (2009) Journal of Workplace Leaning. Vol 21 n o 5, pp [18] Pacheco, Aristides de Oliveira. Manual de Serviços do Garçom. (2002) São Paulo: SENAC São Paulo, 4ª ed. [19] Palalas, A. Mobile-assisted language learning: designing for your students. (2011). In S. Thouësny & L. Bradley (Eds.), Second language teaching and learning with technology: views of emergent researchers (pp ). Dublin: Research-publishing.net. [20] Santos, Simone Portes. Table for two - English for restaurant and bar workers. (2012) São Paulo: Cambridge University Press. [21] Unesco. Policy guidelines for mobile learning. (2013) Published by United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization. [22] Werquin, Patrick. Recognising Non-Formal and Informal Learning: outcomes, policies and practices. (2010) OECD Publishing. [23] Jenkins, Hery. Cultura da convergência. (2008) Alexandria, Susana(trad). São Paulo: Editora Aleph. 604

CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS APLICADA A UM PROGRAMA DE APRENDIZAGEM DE INGLÊS/ESPANHOL PARA GARÇONS *

CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS APLICADA A UM PROGRAMA DE APRENDIZAGEM DE INGLÊS/ESPANHOL PARA GARÇONS * CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS APLICADA A UM PROGRAMA DE APRENDIZAGEM DE INGLÊS/ESPANHOL PARA GARÇONS * Eliane Nascimento Pereira - Unioeste-Campus Foz do Iguaçu Izaura Maria Carelli - Unioeste-Campus Foz do Iguaçu

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE LINGUAGEM E TECNOLOGIA Mestrado em Estudos de Linguagens TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CAROL A. CHAPELLE Disciplina: Ambientes

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 Gabriel Belinazo 2 gbelinazo@inf.ufsm.br Abstract: In this review article, the main goal is to review and analyze information about social networks

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA

ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA ELABORAÇÃO DE CATÁLOGO DESCRITIVO DE SITES PARA O ENSINO DE ESPANHOL COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA Dayane Ribeiro da Silva (PICV/PRPPG/ UNIOESTE), Greice da Silva Castela (Orientadora), e-mail: greicecastela@yahoo.com.br

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC

PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC PLANO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PRONATEC Dados da Instituição Razão Social Esfera Administrativa Site de Instituição e do Programa Supervisor do Curso Titulação Nome do Curso Características

Leia mais

Melhor Prática vencedora: Serviços e Equipamentos Turísticos (Capital) Capacitação para profissionais do setor: Manual para Atendimento ao turista

Melhor Prática vencedora: Serviços e Equipamentos Turísticos (Capital) Capacitação para profissionais do setor: Manual para Atendimento ao turista 1 Melhor Prática vencedora: Serviços e Equipamentos Turísticos (Capital) Capacitação para profissionais do setor: Manual para Atendimento ao turista DESTINO: Vitória/ES INSTITUIÇÃO PROMOTORA: Secretaria

Leia mais

DISPOSITIVO TECNOLÓGICO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CURSO DE AGROECOLOGIA: ESTUDO DE CASO

DISPOSITIVO TECNOLÓGICO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CURSO DE AGROECOLOGIA: ESTUDO DE CASO DISPOSITIVO TECNOLÓGICO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO CURSO DE AGROECOLOGIA: ESTUDO DE CASO Mércia Cardoso da Costa Guimarães 1, Henrique Oliveira da Silva 2 1 Instituto Federal de Pernambuco

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação (X ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Turismo Disciplina

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Conversação em Inglês

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Conversação em Inglês MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

Revistas digitais educativas para tablet: possibilidade de enriquecimento audiovisual da revista Nova Escola

Revistas digitais educativas para tablet: possibilidade de enriquecimento audiovisual da revista Nova Escola Revistas digitais educativas para tablet: possibilidade de enriquecimento audiovisual da revista Nova Escola Francisco Rolfsen Belda e-mail: belda@faac.unesp.br Danilo Leme Bressan e-mail: danilo.bressan@gmail.com.br

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO:10 PERÍODO : / / ÁREA DO CONHECIMENTO: LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA: 2 AULA SEMANA PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

Leia mais

Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO

Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação. CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO Sociedade para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação CRISE FISCAL x OPORTUNIDADES DE MELHORIA NO ATENDIMENTO AO CIDADÃO Rápido, Fácil e Barato! TEMPOS DE CRISE REQUEREM PRAGMATISMO E SOLUÇÕES

Leia mais

Introdução a EaD: Um guia de estudos

Introdução a EaD: Um guia de estudos MÓDULO BÁSICO PROFESSORES FERNANDO SPANHOL E MARCIO DE SOUZA Introdução a EaD: Um guia de estudos Realização: guia de estudo SUMÁRIO UNIDADE 1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1.1 Entendendo a EaD 5

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Tecnólogo em Gestão em Turismo FORMA/GRAU: ( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

A compra de TI e as redes sociais

A compra de TI e as redes sociais Solicitada por A compra de TI e as redes sociais Como as redes sociais transformaram o processo de compras B2B e as melhores práticas para adaptar as suas estratégias de marketing à nova realidade BRASIL

Leia mais

ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3. Acervo... 3. Meus Livros... 4. Livros em destaque... 7. Fórum... 7. Notícias... 8. Ajuda... 9. Suporte...

ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3. Acervo... 3. Meus Livros... 4. Livros em destaque... 7. Fórum... 7. Notícias... 8. Ajuda... 9. Suporte... ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3 Acervo... 3 Meus Livros... 4 Livros em destaque... 7 Fórum... 7 Notícias... 8 Ajuda... 9 Suporte... 9 POR QUE USAR... 10 EQUIPE RESPONSÁVEL... 12 CONTATO... 13 O

Leia mais

SUMÁRIO. Introdução... 01. Capítulo 1: Fundamentação teórica... 06. 1.1 Origem e desenvolvimento da abordagem instrumental... 06

SUMÁRIO. Introdução... 01. Capítulo 1: Fundamentação teórica... 06. 1.1 Origem e desenvolvimento da abordagem instrumental... 06 vii Resumo Este estudo apresenta os resultados de uma análise de necessidades de uso da língua inglesa de estudantes de um curso universitário de Publicidade e Propaganda, bem como de profissionais dessa

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE ATENDIMENTO EM HOTEIS RESUMO

PADRONIZAÇÃO DE ATENDIMENTO EM HOTEIS RESUMO PADRONIZAÇÃO DE ATENDIMENTO EM HOTEIS RODRIGUES, Luiz Antonio Junior Docente do curso de Turismo da Faculdade de Ciências Humanas FAHU/ACEG e-mail: Junior_fdi@terra.com.br RESUMO Este artigo visa demonstrar

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

Lição 4 Avaliação na EAD

Lição 4 Avaliação na EAD Estudo e Aprendizado a Distância 89 Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car a fi nalidade de um objetivo de aprendizagem; identifi car o conceito de avaliação da aprendizagem;

Leia mais

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida

OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA. Claudson Santana Almeida OS LIMITES DO ENSINO A DISTÂNCIA Claudson Santana Almeida Junho 2012 Introdução O que o leitor encontrará neste artigo? Uma apresentação do sistema de Ensino a Distância (EAD), conhecer as vantagens e

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) INGLÊS INTERMEDIÁRIO Florestal 2014 Reitora da Universidade Federal de Viçosa Nilda de Fátima Ferreira Soares Pró-Reitor de Ensino Vicente

Leia mais

Curso de Operador de Telemarketing (Call Center)

Curso de Operador de Telemarketing (Call Center) Curso de Operador de Telemarketing (Call Center) Este curso tem como objetivo formar operador de telemarketing (homens ou mulheres) para trabalhar em empresas de pequeno, médio e grande porte e nos mais

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Inglês Aplicado ao Turismo. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de Inglês Aplicado ao Turismo. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CÂMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

A EXPERIÊNCIA PIONEIRA DO LABORATÓRIO/NÚCLEO DE ARTE ELETRÔNICA

A EXPERIÊNCIA PIONEIRA DO LABORATÓRIO/NÚCLEO DE ARTE ELETRÔNICA A EXPERIÊNCIA PIONEIRA DO LABORATÓRIO/NÚCLEO DE ARTE ELETRÔNICA Aluno: Eric Emanuel de Araujo Oliveira Orientador: Rejane Spitz Introdução Decorridos 20 anos desde a criação do Laboratório/Núcleo de Arte

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Programa Para Aprendizes de Língua Inglesa (ELL) Escolas Públicas de Norwood

Programa Para Aprendizes de Língua Inglesa (ELL) Escolas Públicas de Norwood Programa Para Aprendizes de Língua Inglesa (ELL) Escolas Públicas de Norwood As Escolas Públicas de Norwood acolhem estudantes de diversas origens e experiências culturais. Nós estamos atualmente prestando

Leia mais

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Gerência da tutoria - o diferencial em uma plataforma on-line Luiz Valter Brand Gomes* Rosângela Lopes Lima* Filipe Ancelmo Saramago* Rodrigo Telles Costa* Instituto de Computação Universidade Federal

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE

ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE Florianópolis - SC Abril 2015 Aline Linhares F. Silveira. IEA e-learning- aline.silveira@iea.com.br

Leia mais

Como combinado segue proposta para o coaching executivo com foco na preparação e caminhos para o seu crescimento e desenvolvimento profissional.

Como combinado segue proposta para o coaching executivo com foco na preparação e caminhos para o seu crescimento e desenvolvimento profissional. Belo Horizonte, 28 de março de 2013. Cara Grayce, Como combinado segue proposta para o coaching executivo com foco na preparação e caminhos para o seu crescimento e desenvolvimento profissional. Estamos

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015

ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015 ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015 NOVA ANDRADINA MS MARÇO DE 2015 ESCOLA ESTADUAL LUIZ SOARES ANDRADE PLANO DE AÇÃO 2015 Plano de ação a ser desenvolvido no ano letivo de 2015, pelo

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames.

1) A prática e o aprofundamento das habilidades comunicativas específicas que serão avaliadas nos exames. C U R S O S ESPECIAIS I n s t i t u t o C e r v a n t e s d e B r a s i l i a CURSOS ESPECIAIS O Instituto Cervantes de Brasília dispõe de uma ampla oferta de cursos especiais para se adaptar as necessidades

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird

O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird Sandra Regina Silva Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,

Leia mais

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO

Caro(a) aluno(a), Estaremos juntos nesta caminhada. Coordenação NEO Caro(a) aluno(a), seja bem-vindo às Disciplinas Online da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Bom Despacho e Faculdade de Educação de Bom Despacho. Em pleno século 21, na era digital, não poderíamos

Leia mais

O processo de formação de professores para o uso dos tablets na sala de aula: da alfabetização digital a criação de conhecimento

O processo de formação de professores para o uso dos tablets na sala de aula: da alfabetização digital a criação de conhecimento O processo de formação de professores para o uso dos tablets na sala de aula: da alfabetização digital a criação de conhecimento Patrícia B. Scherer Bassani 1 (FEEVALE) Elias Wallauer 2 (FEEVALE) Lovani

Leia mais

Curso em grupo DEUTSCH online (Níveis A1 e A2)

Curso em grupo DEUTSCH online (Níveis A1 e A2) Curso em grupo DEUTSCH (Níveis A1 e A2) Seite 1 Seite 2 Gruppenkurs DEUTSCH Vantagens das aulas à distância Flexibilidade Ritmo de aprendizagem individual Acompanhamento individual pelo tutor, durante

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1 O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1 Jamile Tábata Balestrin Konageski 2, Solânge Lopes Ferrari 3, Luana

Leia mais

A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar

A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar Tatiana Medeiros Cardoso Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de Maio, 141 95.520-000 Osório RS Brasil tati.info@gmail.com

Leia mais

Autora: MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autora: MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA PERSPECTIVAS PARA OS CURSOS TÉCNICOS DO EIXO HOSPITALIDADE E LAZER: um estudo de caso aplicável ao Curso Técnico de Nível Médio em Eventos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco.

Leia mais

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.

Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais. Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail. Infraestrutura de EaD para apoio a cursos presenciais Prof. ª Dra. Christine da Silva Schröeder ICEAC/SEaD/FURG christine1004sch@gmail.com Perspectivas de análise: EAD e mudança Perspectivas de análise:

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 8 PERÍODO: / / ÁREA DO CONHECIMENTO: LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA: 2 AULAS SEMANA PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC. Multimídia

PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC. Multimídia PROJETO DE CURSO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC Multimídia Prof.ª Sylvia Augusta Catharina Fernandes Correia de Lima Floresta - PE 2013 CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA - FIC 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Intranets e Capital Intelectual

Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual As mídias sociais ultrapassaram os limites da vida privada. Os profissionais são 2.0 antes, durante e depois do expediente. É possível estabelecer

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Gestão de Turismo FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( x ) tecnólogo

Leia mais

Manual do aluno. Curso Master

Manual do aluno. Curso Master Manual do aluno Curso Master Sumário A escola... 3 Inglês por nível... 3 Material Didático Interchange Fourth Edition... 4 Série complementar pós-interchange:... 5 Metodologia do curso Master:... 5 Em

Leia mais

ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO

ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO ROSETTA STONE LANGUAGE LEARNING SUITE PARA O SETOR PÚBLICO Garanta o sucesso da missão. Garanta o sucesso da missão. A Rosetta Stone ajuda organizações governamentais e sem fins lucrativos a capacitar

Leia mais

Liderança e Gestão de Pessoas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Liderança e Gestão de Pessoas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha

Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha Como adquirir os materiais didáticos do Moderna.Compartilha MODERNA.COMPARTILHA: INTEGRAR TECNOLOGIA E CONTEÚDOS A FAVOR DO APRENDIZADO. Os alunos deste século estão conectados com novas ideias, novas

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. A Revolução do Ensino a Distância

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ. A Revolução do Ensino a Distância SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ A Revolução do Ensino a Distância Enir da Silva Fonseca Coordenador de Pólo EAD Campus Guarujá UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 7 PERÍODO: / / ÁREA DO CONHECIMENTO: LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA: 1 AULA SEMANAL PLANO DA I UNIDADE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES *Apresentar-se, cumprimentar

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

COMPETÊNCIA, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO

COMPETÊNCIA, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO COMPETÊNCIA, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO OBJETIVO DA SEÇÃO Esta seção apresenta a Competência, Conscientização e do Sistema da Qualidade da TELEDATA que atende ao item 6.2.2 Norma ISO 9001:2008. DIRETRIZES

Leia mais

APLICATIVO TECNOLÓGICO COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM NA ÁREA DA SAÚDE

APLICATIVO TECNOLÓGICO COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM NA ÁREA DA SAÚDE APLICATIVO TECNOLÓGICO COMO COMPLEMENTO AO ENSINO APRENDIZAGEM NA ÁREA DA SAÚDE INTRODUÇÃO Gabriel Coutinho Gonçalves Faculdade Nordeste FANOR DeVry Brasil gabrielcoutinhoo@hotmail.com Thalita Rachel Dantas

Leia mais

Mensuração de Resultados

Mensuração de Resultados Mensuração de Resultados A Educação Corporativa mais Próxima da Estratégia do Negócio coleção 3 02 olá! A Affero Lab, maior empresa de Educação Corporativa do Brasil, tem se envolvido com todos os aspectos

Leia mais

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES)

ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) ESCOLA PIRLILIM /ANO 2015 PLANO DE UNIDADE GRUPO: 9 PERÍODO: / / ÁREA DO CONHECIMENTO: LÍNGUA INGLESA CARGA HORÁRIA: 2 AULA SEMANA PLANO DA I UNIDADE SKILLS AND ABILITIES (COMPETÊNCIAS E HABILIDADES) *Identificar

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável: Sandra Mari Kaneko Marques

CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável: Sandra Mari Kaneko Marques INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS SÃO CARLOS CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável:

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO DEPARTAMENTO REGIONAL DE PERNAMBUCO. Faculdade Senac PE/Sesc PE

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO DEPARTAMENTO REGIONAL DE PERNAMBUCO. Faculdade Senac PE/Sesc PE SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO DEPARTAMENTO REGIONAL DE PERNAMBUCO Faculdade Senac PE/Sesc PE FACULDADE ABERTA À TERCEIRA IDADE 2014.2 O Sistema FECOMÉRCIO, através

Leia mais

Portal de conteúdos Linha Direta

Portal de conteúdos Linha Direta Portal de conteúdos Linha Direta Tecnologias Educacionais PROMOVEM SÃO Ferramentas Recursos USADAS EM SALA DE AULA PARA APRENDIZADO SÃO: Facilitadoras Incentivadoras SERVEM Necessárias Pesquisa Facilitar

Leia mais

ENSINO DA TERMINOLOGIA DO TURISMO: BUSCA DOS TERMOS EM INGLÊS RELATIVOS A EQUIPAMENTOS USADOS EM TÉCNICAS VERTICAIS PARA ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO

ENSINO DA TERMINOLOGIA DO TURISMO: BUSCA DOS TERMOS EM INGLÊS RELATIVOS A EQUIPAMENTOS USADOS EM TÉCNICAS VERTICAIS PARA ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO ENSINO DA TERMINOLOGIA DO TURISMO: BUSCA DOS TERMOS EM INGLÊS RELATIVOS A EQUIPAMENTOS USADOS EM TÉCNICAS VERTICAIS PARA ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO Ivanir Azevedo Delvizio Lucas Ferreira Gomes RESUMO: Este

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010

RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010 RESOLUÇÃO UnC-CONSUN 015/2010 Dispõe sobre a aprovação, ad referendum do CONSUN, da alteração do Curso Superior de Tecnologia em Logística, oferecido na modalidade à distância. O Presidente do Conselho

Leia mais

TAM: o espírito de servir no SAC 2.0

TAM: o espírito de servir no SAC 2.0 TAM: o espírito de servir no SAC 2.0 Os primeiros passos do SAC 2.0 da TAM A trajetória da TAM sempre foi guiada pela disponibilidade de servir seus clientes; nas redes sociais, essa filosofia não poderia

Leia mais

Integrando Tecnologias à Prática Educativa na Educação do Campo

Integrando Tecnologias à Prática Educativa na Educação do Campo Integrando Tecnologias à Prática Educativa na Educação do Campo Lisiane Cézar de Oliveira 1, Luis Claudio Gubert 1, Maria Inês Simon 1, Luiza Chiesa 2, Sônia Budke Doneda 2 Instituto Federal de Educação,

Leia mais

Directive. Ensino especializado de idiomas com foco em sua área de atuação. Inglês e Espanhol para adultos

Directive. Ensino especializado de idiomas com foco em sua área de atuação. Inglês e Espanhol para adultos Directive Professional Language School Business and Management School Inglês e Espanhol para adultos Ensino especializado de idiomas com foco em sua área de atuação Professores Para ser um professor da

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO USO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA: a visão dos alunos

CONTRIBUIÇÕES DO USO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA: a visão dos alunos CONTRIBUIÇÕES DO USO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA O ENSINO- APRENDIZAGEM DE INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA: a visão dos alunos Marli Fátima Vick Vieira 1 ; Gicele Vieira Prebianca 2 ; Tháfila Krum de

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

O ENSINO DE INGLÊS NA ESCOLA NAVAL Profa. Dra. Ana Paula Araujo Silva Escola Naval

O ENSINO DE INGLÊS NA ESCOLA NAVAL Profa. Dra. Ana Paula Araujo Silva Escola Naval Eixo Temático I: Práticas pedagógicas a serviço da educação superior militar Subtema 1: metodologias de ensino e aprendizagem; ensino voltado para competências; hibridismo pedagógico; interdisciplinaridade

Leia mais

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 1 EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 NADINE WASSMER TREINA E-LEARNING treina@treina.com.br ROSANA GOMES CONTEÚDOS E HABILIDADES EDUCAÇÃO CORPORATIVA DESCRIÇÃO DE PROJETO

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio EtecPaulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos - SP Área do conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias Componente curricular: Inglês Série:

Leia mais

Planejamento Anual - 2014

Planejamento Anual - 2014 Planejamento Anual - 2014 Tutor Email SILVANA SOUZA SILVEIRA silvana.silveira@pucrs.br Informações do Planejamento Planejamento quanto à participação/contribuição do (a) tutor (a) nas atividades e na formação

Leia mais

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br)

COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) (Candidaturas serão aceitas até o dia 22/2/2013 envie seu CV para asantos@uniethos.org.br) COORDENADOR SÊNIOR (CONSULTORIAS) DESCRIÇÃO GERAL: O Coordenador Sênior do Uniethos é responsável pelo desenvolvimento de novos projetos, análise de empresas, elaboração, coordenação, gestão e execução

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS 1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS SUMÁRIO INTERATIVO ENTENDENDO SOBRE O PROGRAMA TELECURSO TEC... 3 ÁREAS DE ESTUDO DO TELECURSO

Leia mais

Seminário Telecentros Brasil

Seminário Telecentros Brasil Seminário Telecentros Brasil Inclusão Digital e Sustentabilidade A Capacitação dos Operadores de Telecentros Brasília, 14 de maio de 2009 TELECENTROS DE INFORMAÇÃO E NEGÓCIOS COMO VEÍCULO DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem

O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem O MUNDO ENCANTADO DO TELE CIRCO: gerando aprendizagem Autores: AZENILDA DE PAULA CABRAL e IVANISE MARIA BOMFIM SOARES Nem sempre a aprendizagem está diretamente ligada ao ensino. É possível ensinar e não

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

O futuro da educação já começou

O futuro da educação já começou O futuro da educação já começou Sua conexão com o futuro A 10 Escola Digital é uma solução inovadora para transformar a sua escola. A LeYa traz para a sua escola o que há de mais moderno em educação, a

Leia mais