Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva - SINAENCO

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1 Dinop/Difix 2013/1030 Brasília, 16 de agosto de 2013 Ao Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva - SINAENCO Sr.(a) Representante, RDC Presencial 2013/10406 (9600) Impugnação Referimo-nos à Impugnação ao Edital em epígrafe, interposta por essa empresa em , para apresentar-lhe a análise das razões, conforme se segue. 1. Da tempestividade 1.1 A alínea b do inciso I do artigo 45 da Lei nº /2011 estipula o prazo de 5 (cinco) dias úteis antes da data de abertura das propostas, no caso de licitação para contratação de obras ou serviços, para que qualquer pessoa possa impugnar o ato convocatório do pregão. 1.2 A abertura da sessão pública do RDC em comento estava prevista para o dia , com prazo para apresentação de impugnação até Entretanto, em , foi publicado no Diário Oficial da União, Seção 3, Página 96, Aviso de Adiamento prorrogando a data de realização para o dia A impugnação foi recebida em Assim, observa-se que a presente merece ser conhecida. 2. Dos Fatos e da das Razões 2.1 Na síntese de suas razões, a Impugnante alega que determinadas regras editalícias não estariam em conformidade com os preceitos legais que norteiam a condução dos procedimentos licitatórios, uma vez que seriam de caráter restritivo; insuficientes para aferir a qualidade técnica das propostas; incompatíveis com o critério de julgamento técnica e preço; e/ou ilegais. 2.2 A Impugnante, na qualidade de representante sindical com base no território nacional, alega que lhe cumpre a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas. Por essa razão, em cumprimento à sua missão estatutária,

2 requer o recebimento e o processamento da Impugnação, indicando violação aos princípios assegurados no art. 37 da Constituição Federal e no art. 3º do Estatuto do RDC, Lei nº / Realizada a explicação inicial acerca das alegações do Sinaenco, passemos a analisar individualmente cada uma das alegações. Alegação da Impugnante Item 1.1 Qualificação Técnica Mínima (item 11.4 alínea e ) critério de habilitação (anexo 02 item 1.13 subitem ) prova de prestação de serviços de consultoria em compras e contratações. 2.4 A Impugnante registra em suas razões que o edital impõe que o licitante comprove a prestação de serviços de Consultoria em compras e contratações públicas mediante atestado acompanhado da respectiva certidão de acervo técnico, em nome da empresa e do profissional indicado para compor a equipe técnica. Conforme registrado pelo sindicato, a referida exigência constitui-se como parcela de maior relevância. 2.5 A Impugnante consignou que a atividade de consultoria em compras e contratações não se encontraria inclusa no objeto da licitação, sendo, a seu ver, uma atividade secundária e de natureza acessória. Além disso, registrou que a exigência seria restritiva e não guardaria relação de compatibilidade ou razoabilidade. 2.6 O objeto da licitação refere-se à contratação de empresa para a prestação de serviços de consultoria externa para apoiar a estruturação e coordenação das atividades preparatórias do Programa Serviços em Infraestrutura BB-SAC/PR. Ainda, de acordo com o objeto, será de competência da empresa a elaboração de Caderno Geral de Encargos, projetos padrões executivos de arquitetura e engenharia para Seção Contra Incêndio (SCI), bem como a conferência de estudos de viabilidade técnica, estudos preliminares e anteprojetos, todos relacionados com os investimentos em aeródromos regionais integrantes do Programa Investimento em Logística: Aeroportos do Governo Federal (PIL: Aeroportos). 2.7 Assim, é possível extrair, desde o objeto da licitação, que os serviços licitados são complexos. Determinados serviços são reservados às empresas e aos profissionais do ramo de Engenharia, a exemplo das atividades descritas no Eixo Engenharia do Termo de Referência. 2.8 Os demais serviços, que compõem os Eixos Gestão em Infraestrutura e Compras e Contratações, podem ser executados por quaisquer empresas que atendam aos requisitos de habilitação exigidos no Edital. 2.9 Cada Eixo que compõe o certame é importante e relevante para a execução do objeto, tendo em vista que as atividades licitadas são interdependentes e constituem, em sua maioria, pré-requisitos para o

3 desenvolvimento das demais etapas e que, por sua natureza, necessitam de gerenciamento centralizado Cabe registar que a atividade de consultoria/assessoria em compras e contratações públicas é técnica e exigirá da contratada conhecimento maduro acerca do tema, haja vista a complexidade das ações decorrentes da atuação do Programa Referida assessoria objetiva mitigar os riscos de planejamento e de execução das licitações do Programa. Para tanto, a empresa deverá realizar diversas atividades técnicas, elencadas no item 4.3 do Termo de Referência e transcritas abaixo: EIXO COMPRAS E CONTRATAÇÕES i. Apoiar na definição das modalidades de licitação mais adequadas às contratações do Programa, considerando sua viabilidade jurídica e ponderando elementos das contratações indicados a seguir: i) segregação de objetos, em relação aos tipos (bens, obras e serviços), ii) quantidades; iii) situações; iv) tamanhos, v) regiões geográficas; e vi) outras questões relevantes ao processo de contratação; ii. Auxiliar na definição de estratégias para realização de certames licitatórios, incluindo apoio técnico quanto ao planejamento de suprimento, tais como cadeia de suprimento, prazos de fabricação e instalação, frete, produtos nacionais, internacionais e internalizado (nacionalizado); iii. Prestar apoio técnico na definição de requisitos de habilitação e qualificação técnica, inclusive de engenharia, adequados, dimensionamento de lotes, espécies de contratos administrativos, mecanismos de acompanhamento e controle da execução das atividades de compras e contratações, propondo solução que contemple as melhores práticas; iv. Prestar apoio técnico relacionado com a prospecção de potenciais fornecedores, individualizado por região, descrevendo a capacidade de execução individualizada com apresentação de exemplos realizados em empreendimentos similares; v. Prestar assessoria, quando solicitada, relacionada com a condução das licitações, incluindo auxílio na formulação de respostas a questionamentos, recursos, impugnações, questionamentos da sociedade civil em geral, de entes Federativos, ou outros que se fizerem necessários Conforme demonstrado, a prestação do serviço de assessoria/consultoria em compras e contratações não está dissociada do objeto. Pelo contrário, o serviço descrito é a principal atividade a ser executada pela empresa vencedora no Eixo Compras e Contratações, conforme descrição contida na tabela do item 3.4 do Termo de Referência: Atividades do Eixo Compras e Contratações i) Apoiar na definição das modalidades de licitação e na identificação de estratégias de lançamento e realização de certames licitatórios e de estratégia de suprimento; ii) Apoiar na prospecção de potenciais fornecedores do ramo infraestrutura aeroportuária;

4 iii) Prestar assessoria em licitação e contratos Portanto, para que a licitante seja habilitada, será necessário que comprove qualificação técnica mínima, inclusive para prestar os serviços relacionados a compras e contratações. Além disso, é importante ressaltar que a comprovação da qualificação técnica em compras e contratações públicas não é restritiva, pois, como já exposto, está relacionada com parcela relevante da licitação. Alegação da Impugnante Critério de julgamento das propostas técnicas atestados de serviços de consultoria ou assessoria em compras e contratações públicas (anexo 9 parte II item A.10, A.12, A.40, A.41, B.7, B.8, B.9, B.11) ilegalidade atividade própria da área jurídica incompatibilidade ausente a relação 2.14 Informa a Impugnante que a atividade de compras e contratações públicas também constitui critério de avaliação e julgamento das propostas técnicas para efeito de análise da capacidade técnica do proponente no Anexo Segundo o Sinaenco, as mesmas razões apresentadas para afastar a atividade de consultoria e assessoria em licitações públicas do conceito de parcela de maior relevância também justificariam a exclusão dos itens de pontuação técnica, especialmente por não representar atividades próprias da engenharia e arquitetura Concluiu a Impugnante que as atividades de assessoria em compras e contratações públicas seriam de natureza eminentemente jurídica e, por essa razão, não poderiam ser exigidas da pessoa do licitante Com vistas à comprovação de suas alegações, a Impugnante registrou que a licitação se destinaria exclusivamente para as empresas de engenharia e arquitetura Para subsidiar o seu entendimento, acrescentou trechos da Lei nº 5.194, que Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro- Agrônomo e da Lei nº 8.906/94, que dispõe sobre o Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB De forma semelhante à análise realizada no item anterior da Impugnação, a necessidade de comprovação de experiência prévia em atividades de compras e contratações públicas está intrinsicamente associada à execução do objeto, conforme demonstrado nos parágrafos 2.6 a As razões administrativas apresentadas nos itens mencionados são suficientes para caracterizar e justificar a relevância dos serviços relacionados com assessoria e consultoria em compras e contratações públicas. Portanto, serão analisadas, neste momento, as demais alegações apresentadas pela Impugnante, especialmente em relação à eventual necessidade de prestação de serviços jurídicos pela empresa vencedora da licitação.

5 2.21 Importante esclarecer que não serão exigidos da Contratada serviços jurídicos. As atividades a serem desenvolvidas pela contratada, detalhadas no item 4 do Termo de Referência, inclusive no Eixo Compras e Contratações, não contemplam a elaboração de peças ou pareceres jurídicos. Referem-se, exclusivamente, a serviços consultivos de natureza eminentemente técnica, conforme já demonstrado no parágrafo Cumpre-nos registrar que, em atenção ao princípio da legalidade, os produtos a serem elaborados e apresentados pela empresa contratada devem estar em conformidade com a lei, afinal, conforme dispõe o artigo 3º do Decretolei nº.4657/1942 (Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro), ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece. Referida exigência encontra-se consubstanciada em vários trechos do instrumento convocatório, inclusive naqueles mencionados pela Impugnante Conforme já dito nos parágrafos 2.7 e 2.8, determinados serviços, em razão da natureza do objeto licitado, deverão ser prestados por empresas de engenharia, a exemplo dos serviços contidos no Eixo Engenharia. Os demais serviços poderão ser executados por quaisquer empresas que atendam aos requisitos de habilitação exigidos no Edital Importante consignar que a regra contida no item 1.9 do Anexo 02 exige a Certidão de Registro no CREA em razão da execução das atividades a serem realizadas no Eixo Engenharia. Conforme nota explicativa contida no Edital, a exigência do referido item, no caso de consórcio, poderá ser comprovada por qualquer das empresas consorciadas, reforçando o entendimento de que o objeto não é restrito às empresas de engenharia e arquitetura. Alegação da Impugnante 1.3 Critérios de julgamento vinculados a quantitativos mínimos itens A.1/A.6, B.1/B Alega a Impugnante que o edital contempla critérios de pontuação dos atestados vinculados a quantitativos mínimos, tanto para aferição da capacidade técnica da proponente quanto da equipe técnica. Segundo o sindicato, os referidos quantitativos se encontram vinculados a horas de serviços prestados; números de empresas cujas tarefas foram objeto de acompanhamento em contratos de gerenciamento de programas ou projetos O Sinaenco sustenta que os critérios de avaliação e pontuação encontram-se despidos de respaldo legal. Entende que, embora possa parecer de cunho objetivo, o quesito encontra-se diretamente relacionado a quesito de natureza pessoal deste ou daquele licitante, o que afrontaria o princípio da ampla competitividade Segundo a Impugnante, os quesitos seriam impeditivos à participação e não seriam suficientes para assegurar que o prestador do maior quantitativo de horas de serviço, de empresas gerenciadas ou fiscalizadas seja o melhor tecnicamente para executar o objeto licitado.

6 2.28 A tese sustentada pela Impugnante concentra-se na hipótese de que a exigência de quantitativos mínimos seria ilegal. Em seu entendimento, a sua adoção, na forma prevista no instrumento convocatório, violaria os princípios da legalidade e da competitividade Os itens colacionados pelo Sinaenco (A.1/A.6, B.1/B.4) referem-se, exclusivamente, aos Atributos Técnicos da Proposta, que são os quesitos de pontuação para efeitos de Nota Técnica da licitante. Portanto, não se trata de critério impeditivo, logo não há inibição à concorrência Não obstante, faz-se importante estabelecer as diferenças entre a fase de Habilitação e a fase de Julgamento da Proposta Técnica, posto que as duas não se confundem no tempo e na sua exigibilidade legal De acordo com o artigo 27 da Lei nº 8.666/93, para fins de habilitação, deverão ser exigidos dos interessados, exclusivamente, documentação relativa a: i. Habilitação jurídica; ii. Qualificação técnica; iii. Qualificação econômico-financeira; iv. Regularidade fiscal; v. Cumprimento do disposto no inc. XXXIII do art. 7º da Constituição Federal Especificamente em relação à qualificação técnica para fins de habilitação, importante transcrever o disposto no inciso I do 1º do art. 30 da Lei nº 8.666/93: I - capacitação técnico-profissional: comprovação do licitante de possuir em seu quadro permanente, na data prevista para entrega da proposta, profissional de nível superior ou outro devidamente reconhecido pela entidade competente, detentor de atestado de responsabilidade técnica por execução de obra ou serviço de características semelhantes, limitadas estas exclusivamente às parcelas de maior relevância e valor significativo do objeto da licitação, vedadas as exigências de quantidades mínimas ou prazos máximos Veja-se que a vedação à exigência de quantitativos alegada pela Impugnante refere-se à fase de habilitação e não de proposta técnica De modo diverso ao previsto nos procedimentos da Lei nº 8.666/93, a fase de habilitação, no RDC, acontecerá somente após a identificação da melhor proposta e será exigida, apenas, do licitante mais bem classificado De acordo com os itens ao do Anexo 02 do Edital (Exigências de Habilitação), serão exigidos profissionais que demonstrem possuir a seguinte experiência: Elaboração de projetos básicos ou executivos, contemplando especificações de serviços e materiais (memorial descritivo) e orçamento detalhado referentes a terminais de passageiros TPS, pátio de aeronaves, pistas de pouso e decolagem, seção contra incêndio SCI, balizamentos noturnos, sinalização horizontal e vertical em reforma,

7 modernização, ampliação ou construção de aeroportos e considerando fatores e impactos ambientais em todos os processos Execução, fiscalização ou gerenciamento de obras aeroportuárias, contendo no mínimo construção ou reforma de Pátio/Pista; Gestão de projetos; Consultoria em infraestrutura aeroportuária; Consultoria em compras e contratações públicas Percebe-se, pois, que inexistem exigências editalícias relacionadas com a comprovação de quantitativos mínimos, estando o Edital em conformidade com os preceitos legais No que se refere ao mérito das exigências, destacamos julgado do TCU que admitiu exigência de quantitativo em horas para comprovação de qualificação técnica: Acórdão TCU nº 167/2006 Plenário Ministro Relator Guilherme Palmeira (Trecho do Voto) A capacidade deve ser aferida, não em razão da quantidade de atestados, e sim em função da quantidade de serviços prestados, sendo que estes são medidos por meio da quantidade de horas ou de pontos por função realizados Cumpre registrar que, apesar de legal para efeitos de pontuação técnica, não estão sendo exigidos quantitativos mínimos. O que se espera dos interessados é que comprovem possuir experiência nas atividades descritas em cada item, sendo desejável que indiquem, também, para efeitos de pontuação técnica, o esforço da equipe Importa destacar, ainda, que o objeto do Edital prevê apoio à estruturação e coordenação das atividades preparatórias do Programa Serviços em Infraestrutura BB-SAC/PR. Conforme quadro constante no documento nº 1 do Termo de Referência (Pontos de homologação e cronograma de serviços) do edital, o Contratado deverá executar as seguintes atividades específicas do Eixo Gestão em Infraestrutura: A1 - desenvolver e implementar mecanismos de apoio a gestão no processo de acompanhamento de todas as atividades desenvolvidas, inclusive por demais fornecedores e intervenientes; A2 - assessorar no desenvolvimento e implementação do macro-processo para gerenciamento dos projetos e portfólios e; A3 - assessorar no desenvolvimento e atualização dos relatórios e documentos gerenciais e na implementação das ações relacionadas aos projetos O Gerenciamento de Portfólios e Projetos envolverá a utilização de processos em diversas áreas do conhecimento (escopo, tempo, custo, riscos, qualidade, recursos humanos etc) e o estabelecimento de controle gerencial

8 centralizado das entregas dos diversos pacotes de trabalho/atividades, de forma a possibilitar uma visão gerencial estruturada associada, também, com a mensuração de custos e esforços em horas que foram desenvolvidos Para a capacidade / experiência técnica do proponente, os itens A.1 a A.5 procuram referenciar a experiência da atuação na forma de Programa ou Projeto que evidenciem o esforço global da atuação (em horas), no respectivo contexto de cada item. Ao solicitar comprovação da realização de consultoria e/ou assessoria em gestão de Programa ou Projeto, que estejam explicitadas em uma das escalas dos quantitativos apresentados nos referidos itens, tem-se por objetivo pontuar a empresa que prestou serviço de natureza e porte semelhantes ao do objeto do Edital, sem vincular a pontuação a exigências mínimas de horas ou de empresas Ressaltamos que os itens A.1 a A.5 não consideram como variável de pontuação o tempo de atuação da empresa no mercado, nem o quantitativo de serviços executados. Ao contrário, utilizam uma escala progressiva e estruturada para refletir a pontuação da empresa que efetivamente comprovar experiência na realização de consultoria e/ou assessoria no contexto referenciado em cada um dos itens, com explicitação nesta comprovação do esforço global em horas associado ao Programa ou Projeto em que atuou Para efeito de aferição da pontuação, conforme detalhado nos referidos itens, será considerado o esforço comprovado por atestado em Programa ou Projeto apresentado pela empresa, não sendo pontuada a quantidade de programas ou projetos ou a quantidade de serviços executados pela proponente A pontuação a ser obtida pela empresa refletirá a sua experiência em esforços em horas na atuação em Programas ou Projetos no contexto exigido pelo item. O esforço de horas, que estabelece o máximo da escala de pontuação, é condizente com as ações globais que serão objeto de acompanhamento e atuação pelo Contratante na gestão dos diversos cronogramas de implementação dos projetos, com atividades próprias ou que venham refletir entregas de fornecedores e intervenientes, a partir da atuação de diversos recursos humanos na execução de várias atividades concomitantes A natureza do trabalho que será desenvolvido envolve a interação e o acompanhamento de atividades e suas entregas próprias e também de diversos fornecedores e intervenientes, com um grande grau de interações, validações, processos de aceites etc. Nesse sentido, o item A6 visa pontuar a experiência em realização de consultoria e/ou assessoria em gerenciamento de Programa ou Projeto, em que pelo menos uma das atividades desenvolvidas tenha sido de acompanhamento de uma ou mais empresas intervenientes Em relação à capacidade da equipe técnica, de que tratam os itens B.1/B.4, a comprovação da realização de consultoria e/ou assessoria em gestão de programas ou projetos, nos contextos referenciados em cada um dos itens, objetiva pontuar a empresa que possua profissionais que, além de terem prestado serviço(s) de natureza e porte semelhante ao do objeto do edital, possuam mais experiência nas atividades descritas nos respectivos itens. Mais uma vez, não há vinculação a quantitativos mínimos, sendo que, neste caso, por

9 entendermos que o profissional possa acumular experiências em diversos programas ou projetos, é permitida a apresentação de mais de um atestado para comprovação das atividades explicitadas nos itens Pelas razões expostas, os critérios de qualificação guardam plena compatibilidade com o objeto a ser executado e são necessários para auxiliar na medição da experiência e capacidade dos licitantes em cumprir o objeto. Alegação Item A.14 e B.13 Comprovação de serviços relacionados com fiscalização de órgãos de controle 2.48 O Sinaenco alega que a exigência de comprovação de experiência em consultoria/assessoria relacionada com fiscalização de órgãos de controle externo não guarda relação de razoabilidade ou compatibilidade com o objeto licitado, posto que não estaria no âmbito de atuação das empresas de engenharia e arquitetura. Sustenta, também, que a fiscalização de órgãos de controle externo é atividade privativa pública, indelegável por natureza Cumpre-nos registrar, primeiramente, que a atividade de assessoria ou consultoria relacionada com a fiscalização de órgãos de controle externo será uma das atividades a serem requeridas da vencedora da licitação, conforme disposto no Eixo Compras e Contratações. Cabe ressaltar que o objeto contempla atividades de assessoria ou consultoria, e não atividades de fiscalização propriamente ditas, as quais são atividades públicas e indelegáveis, conforme dito pela Impugnante Referida questão foi objeto dos esclarecimentos nº 24 e 25, transcritos abaixo: Esclarecimentos 24 e 25: Trata-se de aspecto relevante para o objeto do edital, tendo em vista que, dentre as atividades a serem desenvolvidas pela empresa a ser contratada, está a de prestar assessoria em compras e contratações públicas. Por serem as compras e contratações públicas sujeitas ao controle e à fiscalização de órgãos de controle externo, as atividades a serem realizadas pela contratada devem estar em conformidade com os preceitos e orientações desses órgãos. Portanto, é desejável que a contratada e sua equipe técnica possuam experiência em assessoria relacionada com a fiscalização de órgãos de controle externo, a ser comprovada por meio dos itens A.14 e B A propósito, de acordo com o detalhamento do objeto, constante do Anexo 01, item 4, competirá à contratada assessorar no desenvolvimento e implementação do Macro-Processo para gerenciamento dos projetos e portfólios do Programa Serviços em Infraestrutura BB-SAC/PR, indicando e implementando as metodologias adequadas para, dentre outros aspectos, promover o atendimento a órgãos fiscalizadores (internos e externos) com documentação, análise e reporte de todas não-conformidades identificadas com proposição de ações, quando demandado pelo Contratante.

10 2.52 Tais serviços relacionam-se com a atividade de fiscalização externa, razão pela qual reputa-se importante que a licitante demonstre ter experiência em consultoria ou assessoria relacionada com fiscalização de órgãos de controle externo Cumpre ressaltar, ainda, que, conforme já explicado no parágrafo 2.8, os serviços de assessoria ou consultoria em licitações que compõem o Eixo Compras e Contratações podem ser executados por empresas de consultoria e assessoria, inclusive de Engenharia, mas não exclusivamente por estas. Alegação 1.5 Item A.18, B.13 Serviços de consultoria ou assessoria para homologação de aeroportos junto à ANAC 2.54 A Impugnante alega que o item A.18 impõe à licitante o dever de comprovar prestação de serviço de consultoria ou assessoria para homologação de aeroportos junto à ANAC. Em seu entendimento, referida exigência seria incompatível com os princípios da razoabilidade e compatibilidade com o objeto licitado Sustenta o Sinaenco que não haveria no Edital ou anexos atividade correspondente com os serviços de homologação de aeroportos junto à ANAC, caracterizando cerceamento à participação de empresas Diferentemente do exposto pela Impugnante, a experiência solicitada (A.18 e B.13) presta-se à comprovação de atributo técnico para fins de pontuação da proposta técnica do proponente. Desse modo, o seu atendimento não possui caráter impositivo, ou seja, não restringe a participação de possíveis licitantes que por ventura não possuam esta qualificação Em relação à eventual incompatibilidade com o objeto licitado, esclarecemos que, é parte integrante do edital o DOCUMENTO 2 DO ANEXO 1 - PARTE II ETE, no qual está previsto que, na elaboração do Caderno Geral de Encargos (CGE), a Contratada deverá desenvolver o Guia para obtenção de homologação ou alteração de cadastro de aeródromo junto à ANAC, que será utilizado, posteriormente, pelos operadores aeroportuários nos processos de homologação de cada aeródromo, quando for o caso Portanto, ante o exposto, resta demonstrada a correspondência direta entre o item A.18 e o objeto a ser contratado. Alegação 1.6 Item B.5 Profissional de nível superior com certificação PMI Project Management Institute Alega a Impugnante que o atributo da proposta técnica B.5, que se refere à possibilidade de o licitante apresentar profissional, de nível superior, com

11 certificação válida emitida pelo PMI Project Management Institute, é restritivo, dada a sua impertinência e impropriedade Inicialmente, esclarecemos que o item B.5 (profissional, de nível superior, com certificação válida pelo PMI Project Management Institute) não é exigência de habilitação. Trata-se de atributo de capacidade técnica, para fins de pontuação. Logo, ao contrário do alegado, não se trata de critério restritivo Sobre o assunto, o TCU tem se posicionado pela impossibilidade da exigência de certificações como critério de habilitação, podendo ser utilizadas para efeito de pontuação. Diversos julgados do TCU tem apresentado esse entendimento, a exemplo dos Acórdãos TCU 0512/2009, 1085/2011 e 0492/2011, todos do Plenário O atributo possui pertinência com o objeto licitado, em razão das atividades a serem desenvolvidas pela empresa Contratada no âmbito do Eixo Gestão em Infraestrutura, previstas no item 3.4 do Termo de Referência e a seguir elencadas: A1 - desenvolver e implementar mecanismos de apoio a gestão no processo de acompanhamento de todas as atividades desenvolvidas, inclusive por demais fornecedores e intervenientes; A2 - assessorar no desenvolvimento e implementação do macro-processo para gerenciamento dos projetos e portfólios e; A3 - assessorar no desenvolvimento e atualização dos relatórios e documentos gerenciais e na implementação das ações relacionadas aos projetos Nesse contexto, os profissionais da Contratada atuarão no sentido de promover interações, alinhamentos e aprovações constantes com a Gestão do Contratante e com seus profissionais do PMO (Project Management Office), que utilizam abordagens de gerenciamento de projetos alinhadas com o Escritório de Projetos Corporativo, de forma a possibilitar o acompanhamento efetivo e estruturado das atividades e entregas a serem feitas na condução dos Programas e Projetos Em relação ao PMI, trata-se de uma instituição de gerenciamento de projetos reconhecida mundialmente, sem fins lucrativos, fundada há mais de 40 anos, possui mais de 500 mil membros 1 em mais de 256 capítulos (chapters), e presente em mais de 184 países. No Brasil, sua representação é feita na forma de chapters distribuídos em 13 estados brasileiros 2. Por ter sua prática de gerenciamento de projetos amplamente divulgada e conhecida, seus processos são utilizados em grandes instituições que possuem projetos com sistemas complexos de gerenciamento Desde 1984, o Project Management Institute mantém um Programa de Certificação Profissional, realizado por meio de exame, visando ao avanço da 1 In: Acesso em In: Acesso em

12 profissão de Gerenciamento de Projetos e o reconhecimento das conquistas individuais nesta área. A Certificação Project Management Professional (PMP ) do PMI é a credencial profissional mais reconhecida e respeitada mundialmente na área de Gerenciamento de Projetos. Em 1999, o PMI tornou-se a primeira organização no mundo a ter seu Programa de Certificação reconhecido pela International Organization for Standardization (ISO) A título exemplificativo, para se obter a certificação PMP, o profissional deve satisfazer a determinados requisitos de formação educacional e experiência, concordar e aderir ao Código de Conduta Profissional e passar no exame de certificação PMP. Nesse contexto, conforme PMI, para comprovação da experiência, o profissional com nível superior deve possuir mínimo de 4500 horas de experiência nos últimos 6 anos em gerenciamento de projetos Pelas razões expostas e por ser uma das instituições em gerenciamento de projetos mais difundidas e reconhecidas mundialmente, além de possuir grande representatividade no Brasil, foi adotada a referência ao PMI nesse item, visando atestar que o respectivo profissional possua os conhecimentos necessários à melhor execução do objeto. Verifica-se, portanto, que não há ilegalidade associada a sua exigibilidade no Instrumento Convocatório. Alegação 1.7 Item A.31/A.38, A.44, B.14, B.17, B.18, B22/B.23, B.28, B.31/B.33, B.38 produtos e profissionais com certificado de conclusão em curso de modelagem 3D em software com a utilização de tecnologia BIM Alega a Impugnante que o edital, ao tratar da comprovação de serviços prestados pela empresa de projeto de engenharia ou de arquitetura, teria elegido como critério de aceitabilidade que os serviços tivessem sido desenvolvidos utilizando construção de modelagem digital em 3D com tecnologia BIM Alega a Impugnante, também, que o edital, ao tratar da avaliação do profissional indicado para compor a equipe técnica, nos itens mencionados, teria eleito a tecnologia BIM (Building Information Modeling) como critério de aceitabilidade O Sinaenco afirma que somente a Autodesk teria adotado a referida plataforma BIM, o que configuraria, a seu ver, restrição à competição De modo diverso ao exposto pela Impugnante, não existe caráter restritivo nem direcionamento do mercado para a utilização do software da Autodesk, visto existirem outros softwares no mercado com a plataforma BIM, a exemplo da Bentley e da Graphisoft. 3 In: Acesso em

13 2.72 A Contratada poderá utilizar o software de qualquer empresa, desde que forneça à Contratante os arquivos na extensão.rvt, visto ser o Revit da Autodesk, o software utilizado pela Contratante Exigência semelhante foi objeto de análise pelo TCU por meio do Acórdão TCU nº 1.915/2009 Plenário, que reconheceu como legal a exigência do Tribunal Superior Eleitoral relacionada com a utilização de software específico Conforme a Especificação Técnica Geral (ETG), anexo ao edital, a exigência editalícia refere-se à utilização de...software que garanta a compatibilidade do modelo 3D com a plataforma Autodesk Revit, possibilitando a abertura, visualização e edição de geometria e dados (valores dos parâmetros) em softwares desta plataforma, sem perdas ou distorções de informações Destarte, conclui-se que não existe no instrumento convocatório exigência de utilização de software específico, apenas a compatibilidade com o mesmo Ressaltamos que, em várias fiscalizações de obras públicas tem-se detectado deficiências e má qualidade nos projetos que são licitados. Isto posto, almeja-se que a utilização da plataforma BIM aprimore a qualidade dos projetos do Programa de Investimento em Logística: Aeroportos, possibilitando uma compatibilidade mais efetiva, evitando erros de projeto que elevam os custos, provocam atrasos e, por vezes, inviabilizam a execução das obras Cabe frisar que o objetivo destes quesitos é valorar a capacidade técnica e/ou operacional da empresa e de seus técnicos no que diz respeito à experiência técnica na utilização de softwares dessa plataforma De modo semelhante ao já exposto anteriormente, as comprovações referentes ao software BIM constituem-se como atributos para fins de pontuação da proposta técnica do proponente. Portanto, não são exigências de habilitação, ou seja, não restringem a participação de possíveis licitantes que por ventura não possuam esta qualificação. Alegação 2. Ausência de proposta técnica eleição de padrão mínimo de aceitação das propostas comerciais 2.79 A Impugnante alega que o instrumento convocatório deveria ter pontuado, para fins de nota técnica, quesitos relacionados com a metodologia, organização, tecnologias e recursos materiais a serem utilizados nos trabalhos e a qualificação das equipes técnicas a serem mobilizadas para a sua execução De acordo com o sindicato, estando a licitação limitada a apresentação de atestados, teria sido estabelecido, a seu ver, um padrão mínimo de aceitabilidade da proposta comercial, em violação ao princípio da ampla competitividade e da isonomia Sustenta, também, que o edital não privilegiaria conteúdo de natureza técnica, mas critérios de pontuação em função do tempo e quantitativos de

14 serviços prestados, em violação aos princípios da isonomia e da proposta mais vantajosa A Lei nº /2011, que instituiu o Regime Diferenciado de Contratações Públicas, foi silente em relação à questão dos quesitos técnicos. Nesse sentido, vários doutrinadores mostraram-se favoráveis à adoção de raciocínio semelhante ao da Lei nº 8.666/93, que em seu artigo 46, 1º, I, diz que os critérios para avaliação da proposta técnica devem considerar a capacitação e experiência do proponente, a qualidade técnica da proposta e a qualidade das equipes técnicas Sobre o tema, entendeu o TCU que o gestor deve adequar a avaliação da proposta técnica às particularidades do objeto licitado, elegendo os critérios, dentre aqueles arrolados na lei, que forem considerados apropriados, úteis e relevantes para a obtenção do resultado desejado pela Administração (Acórdão 2.172/2005 Plenário) Os critérios de avaliação técnica escolhidos para a licitação são adequados e compatíveis com o objeto licitado, além de definidos de forma clara e objetiva no Edital. Cabe ressaltar que a escolha dos critérios técnicos insere-se na esfera de discricionariedade da Administração. Dessa forma, foram eleitos aqueles considerados apropriados, úteis e relevantes para a obtenção do resultado desejado pela Administração, visando pontuar a capacitação e experiência e qualidade técnica do proponente e de sua equipe técnica A proposta técnica será avaliada por meio de atributos que buscam valorar a complexidade dos serviços realizados e sua correlação com as metodologias, organização, tecnologias e recursos contemplados no objeto licitado. Alegação 3. Incompatibilidade do Peso de 50% tanto para a proposta técnica quanto para a proposta de preço 2.86 No entendimento da Impugnante, a Lei nº /2011, ao prever a combinação de técnica e preço, não pretenderia pesos iguais para a proposta técnica e proposta de preço. Entende a Impugnante que, tratando-se de licitação técnica e preço, na classificação final seria necessário privilegiar a proposta técnica, atribuindo peso superior a de preço A possibilidade do critério de julgamento técnica e preço, no RDC, está prevista no art. 18, II, da Lei /2011. Segundo o art. 20, 2º, da citada lei, é permitida a atribuição de fatores de ponderação distintos para valorar as propostas técnicas e de preço, sendo o percentual de ponderação mais relevante limitado a 70%.

15 2.88 Percebe-se que, ao contrário do que expõe a Impugnante, a lei não pretende privilegiar um ou outro critério de julgamento. Caso pretendesse, teria previsto expressamente em seu texto A limitação prevista para o percentual de ponderação (até 70%) é uma inovação em relação à Lei nº 8.666/1993 e visa regulamentar o entendimento do TCU de que o peso da proposta técnica não deve ir ao extremo de reduzir excessivamente o critério de preço. Caso isso ocorresse, restariam prejudicadas a competitividade do certame e a vantajosidade da contratação Nesse sentido, aduz o Acórdão TCU nº 210/2011 Plenário: O privilégio excessivo da técnica em detrimento do preço, sem haver justificativas suficientes que demonstrem a sua necessidade, pode resultar em contratação a preços desvantajosos para a Administração O Acórdão TCU nº 503/2008 Plenário, proferido em análise à licitação tipo técnica e preço com fator de ponderação 70/30 para técnica, realizada pelo Banco do Brasil, expõe entendimento similar: Os critérios adotados para julgamento e desclassificação das propostas podem acarretar ofensa ao princípio da economicidade, caracterizada pela contratação por preço que tornará a relação custo/benefício superior à que seria obtida com a contratação de outra empresa com pequena margem inferior de classificação técnica, mas cujo preço seja significativamente mais baixo A jurisprudência do TCU é no sentido de que, como regra geral, o peso de cada um dos fatores deve ser idêntico. Conforme ensina Benjamin Zymler e Laureano Canabarro Dios 4, essa interpretação deve aplicar-se também ao RDC, pois os pressupostos do entendimento jurisprudencial subsistem em ambos os regimes Portanto, nas licitações com critério de julgamento por técnica e preço, cabe à Administração, com vista a obtenção de maior vantajosidade na contratação, a escolha pelo fator de ponderação mais pertinente com o objeto licitado, observada a limitação legal de até 70% No certame em análise, a utilização do critério de técnica e preço objetiva selecionar empresa que consiga demonstrar possuir a melhor técnica e preço combinados para o objeto projetado. Alegação 4. Da Proposta de Preço Lances Ilegalidade Item 14.3/ O Sinaenco entende que em licitação de técnica e preço, a busca da melhor oferta se esgotaria na abertura e análise da proposta formulada. Alega que o procedimento de lances sucessivos seria admissível somente em licitações do tipo menor preço ou maior desconto e que seria esse o sentido e razão de ser do art. 19 da Lei / ZYMLER, Benjamin; DIOS, Laureano Canabarro. Regime Diferenciado de Contratação RDC. Belo Horizonte: Fórum, 2013, p.108.

16 2.96 Alega, ainda, que o art. 20 da citada lei, ao se referir a parâmetros objetivos como instrumento de aferição e ao determinar avaliação ponderada entre as propostas técnicas e de preço, não pretenderia que a proposta econômica mais vantajosa fosse alcançada através de lances sucessivos Por fim, sustenta que tal procedimento desnaturaria a finalidade da licitação do tipo técnica e preço, pois, segundo ela, não seria selecionada a empresa de melhor capacidade técnica, mas a que apresentasse melhor lance, não importando o seu lugar na ordem de classificação do julgamento das propostas técnicas O item 14.4 do Edital, ao dispor que os Proponentes classificados serão convocados, a partir do autor da Proposta Preço menos vantajosa, a apresentarem lances verbais e sucessivos, de valores distintos e decrescentes em relação à proposta de menor preço, objetiva alcançar a proposta de preço mais vantajosa para a Administração Referido procedimento poderá ser utilizado, conforme dispõe o art. 19 do Decreto nº 7.581/2011, nas licitações com modo de disputa aberto e realizadas sob a forma presencial, características do certame em análise. Não há na Lei nº /2011, ao contrário do que alega a Impugnante, restrição à utilização do modo de disputa aberto. A seguir, transcrevemos o art. 19 do Decreto nº 7.581/2011: Art. 19. Caso a licitação de modo de disputa aberto seja realizada sob a forma presencial, serão adotados, adicionalmente, os seguintes procedimentos: I - as propostas iniciais serão classificadas de acordo com a ordem de vantajosidade; II - a comissão de licitação convidará individual e sucessivamente os licitantes, de forma sequencial, a apresentar lances verbais, a partir do autor da proposta menos vantajosa, seguido dos demais (grifo nosso); e III - a desistência do licitante em apresentar lance verbal, quando convocado, implicará sua exclusão da etapa de lances verbais e a manutenção do último preço por ele apresentado, para efeito de ordenação das propostas Cabe esclarecer que os respectivos julgamentos da Proposta Técnica e da Proposta de Preço ocorrem em momentos distintos e independentes, conforme previsto nos itens 13 e 14 do Edital. O julgamento de cada um dos tipos de proposta - Técnica e Preço - acarretará nas suas respectivas Notas, que, somadas, resultarão na Nota Final, a qual determinará a classificação final do certame, conforme o item 15.2 do Edital Portanto, a nota da Proponente obtida na proposta técnica importará para a classificação final, posto que a mencionada classificação será obtida pelo somatório das notas de Proposta Técnica e Proposta Preço, com peso de 50% para cada uma delas Ressaltamos que, diferentemente do que alega o Sinaenco, não há correlação entre o disposto no art. 20, caput, da Lei /2011 e eventual

17 inaplicabilidade da disputa de lances sucessivos. Na previsão do citado artigo, no julgamento pela melhor combinação de técnica e preço, deverão ser avaliadas e ponderadas as propostas técnicas e de preço apresentadas pelos licitantes, mediante a utilização de parâmetros objetivos obrigatoriamente inseridos no instrumento convocatório O artigo 20 trata, como se vê, de critérios de julgamento e avaliação das propostas técnicas e de preço, os quais estão contemplados de forma objetiva nos itens 13 e 14 do Edital. Não tem, portanto, o condão de afastar a possibilidade de se permitir lances por parte dos demais licitantes em relação à proposta de menor preço. Conforme evidenciado, os procedimentos de lances sucessivos estão previstos no Decreto que regulamenta o RDC Por fim, vale ressaltar que a finalidade da licitação do tipo técnica e preço é selecionar a empresa cuja proposta demonstre atender aos dois aspectos (técnica e preço), ambos considerados relevantes para a melhor execução do objeto licitado pela Administração. 3. Conclusão 3.1 Diante dos argumentos aqui articulados e demonstrados somos por conhecer da impugnação ao Edital do RDC Presencial 2013/10406 (9600) e no mérito julgar totalmente improcedente a presente impugnação, mantendo-se as disposições do Edital inalteradas. Banco do Brasil S.A Diretoria de Apoio aos Negócios e Operações Luiz Antônio Gomes Presidente da Comissão

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