Apresentação: Estudo de Caso de Aprovisionamento de Serviço de Dados. Curso: MBA em Engenharia de Computação Avançada (MBCA)

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1 Apresentação: Estudo de Caso de Aprovisionamento de Serviço de Dados Curso: MBA em Engenharia de Computação Avançada (MBCA) Disciplina: Redes Móveis Professor: Paulo Fazzioni RIO DE JANEIRO RJ BRASIL OUTUBRO DE 2009

2 Motivação Problemas encontrados durante o processo de aprovisionamento de serviços de telecomunicações; Impacto direto à SDP - Service Delivery Platform; Insatisfação dos clientes quanto aos prazos de entrega do serviço; Impacto direto ao SLA - Service Level Agreement.

3 Objetivo Identificar ofensores ao processo de aprovisionamento de serviços de telecomunicações; Propor a adequação de recursos otimizados e melhores práticas; Apresentar soluções de alta performance com excelente usabilidade operacional.

4 ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO: SETOR: Telecomunicações; Tecnologia; Empresa Informatizada. TAMANHO: Grande Porte; Aproximadamente funcionários em RJ. CAPITAL SOCIAL: Público ( ); Privado (a partir de 1998). ORIGEM: Multinacional. PRODUTOS: Serviços de Telecomunicações (Fibras Ópticas, Cabos Submarinos, Satélites, Comunicação Digital, Internet, Tecnologia de Rede, Telefonia). MERCADO DE ATUAÇÃO: Mercado Corporativo, Residencial e Setor Públic PRINCIPAIS CLIENTES: América Latina e Internacional.

5 ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO: CULTURA ORGANIZACIONAL: Conservadora c/ vínculo burocrático; Resultado na Unidade; Informação Centralizada e Pulverizada. LIDERANÇA: Situacional (Autocrática + Democrática + Liberal); Alternância Autocrática, Democrática, Liberal e Situacional. COMUNICAÇÃO: Formal; Fluxo de Comunicação predomina Horizontal. INTRA-EMPREENDEDORISMO: Indução (Pró-Atividade). MÉTODOS E FERRAMENTAS PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS: Planejamento Estratégico => Foco na Diretriz (Meta + Medidas).

6 ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO: PRINCIPAIS CONFLITOS: Emocional e Substancial; Vertical e Horizontal; Percebido, Sentido e Manifesto; Construtivo e Destrutivo (perde-ganha ou perde-perde); Intrapessoal, Intergrupal e Intragrupal. MODELOS MENTAIS DA CULTURA ORGANIZACIONAL: Grande Rotatividade em Áreas da Empresa; Comportamento Reativo (Empresa) e Pró-Ativo (alguns Profissionais). MISSÃO DA EMPRESA: Ser uma empresa de referência em serviços de comunicações, abrangendo voz, dados e multimídia, com alta qualidade e foco no cliente e no mercado, gerando valor para os acionistas, clientes, colaboradores e sociedade, através do desenvolvimento humano e aplicação de tecnologia de ponta.

7 ANÁLISE DA ORGANIZAÇÃO: ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: (ORGANOGRAMA - HIERARQUIA) Presidência Diretoria Geral Dir. Exec. Sist. Satélites Dir. Exec. RH e Qualidade Dir. Exec. Governança E Proc. Corp. Dir.Exec. Econ.-Fin. Dir.Exec. Jurídica Dir. Exec. Assuntos Regulat. E Institucionais Diretoria Auditoria Interna Dir.Exec. Empresas Dir. Exec. Leste/ Nordeste Dir. Exec. Sul Dir.Exec. Centro- Oeste Dir.Exec. Negócio Residencial Dir. Exec. Negócios c/ Operadoras Dir.Exec. Tecnologia e Qualidade de Rede Dir.Exec. Suprimentos Dir.Exec. Processos Dir. TI

8 A Problemática:

9 A Problemática: Conexão de alta velocidade Aproveitamento da infovia existente Prazo de 60 dias para operação? 1º Problema

10 A Problemática: Instalações Não existe infovia 300 km entre as bases Região de montanhas Última Milha EMP. Lad. ARG EM.Lad.BRA

11 A Problemática: Filtros demais Pouco contato com o cliente Emp. BRAsileira T.I. Coord do projeto Vendas Emp. ARGentina Administrativo T.I. Ultima Milha Instalação Cliente

12 A Problemática: Instalações EM.Lad.BRA EMP. Lad. ARG Última Milha

13 A Problemática: 2º Problema Última Milha? Instalação

14 A Problemática: Emp. BRAsileira T.I. Coord do projeto Vendas Emp. ARGentina Administrativo T.I. Ultima Milha Instalação Cliente

15 A Problemática: Última Milha? 150 Mts Instalação

16 Plano de Ação: Diagrama de Causa e Efeito Causa Efeito Falta de visita técnica prévia Falta de atualização de dados pelo cliente Barreira do Idioma INSTALAÇÃO EM LOCAL ERRADO Falta de Confirmação da Informação Difícil acesso ao local Mão-de-Obra Terceirizada Fluxo Operacional Inadequado

17 Plano de Ação: Os 5 Por Quês PROBLEMA: Instalação do equipamento em local errado Por quê isso aconteceu? Por quê isso aconteceu? Por quê isso aconteceu? Por quê isso aconteceu? Falta de conhecimento das instalações da área de produção Problema na venda e na coordenação do projeto Distanciamento sócio-cultural entre a empresa prestadora de serviço e o cliente Fluxo operacional inadequado Por quê isso aconteceu? Total problema de comunicação!

18 Plano de Ação: Última Milha Instalação - Desmontar a ultima antena montada - Remontá-la no local certo, 150 Mts adiante - Re-alinhar as antenas - Finalizar os testes - Rever os processos

19 Plano de Ação: Atividade: Desmontagem. Responsável: Equipe Técnica. Prazo: Urgente. Local: Site (Local) do Cliente. Motivo: Montagem anterior realizada em local indevido. Descrição: Desmontar a última antena, instalada em local indevido. Custo: 15 dias x HH da Equipe Técnica. Atividade: Remontagem. Responsável: Equipe Técnica. Prazo: Urgente. Local: Site do Cliente (150 metros adiante). Motivo: Correção de local, conforme solicitada pelo cliente. Descrição: Remontar a antena, que havia sido instalada em local indevido, no local correto. Custo: 15 dias x HH da Equipe Técnica.

20 Plano de Ação: Atividade: Realinhamento. Responsável: Equipe Técnica. Prazo: Urgente. Local: Site (Local) do Cliente. Motivo: Ajuste decorrente da mudança de local de instalação da antena. Descrição: Realinhar as antenas, refletindo a nova localização. Custo: 3 dias x HH da Equipe Técnica. Atividade: Testes. Responsável: Equipe Técnica. Prazo: Curto-prazo (dependência com as outras atividades anteriores). Local: Site (Local) do Cliente. Motivo: Homologar a solução. Descrição: finalizar os testes Custo: 2 dias x HH da Equipe Técnica.

21 Plano de Ação: Atividade: Rever processos. Responsável: Alta Gerência. Prazo: Médio prazo. Local: Internamente. Motivo: Evitar que problemas similares se repitam. Descrição: Rever processos: comunicação, vendas, acompanhamento de projeto. Custo: A definir (Alta Gerência).

22 Plano de Ação:

23 Plano de Ação: O quê Quem Quando Onde Por quê Como Quanto Desmontagem Equipe Técnica Urgente Site do Cliente Local Indevido Desmontar a última antena montada HH Equipe Técnica Remontagem Equipe Técnica Urgente Site do Cliente (150 mts adiante) Correção de Local Remontá-la no local certo HH Equipe Técnica Realinhamento Equipe Técnica Urgente Site do Cliente Correção de Local Re-alinhar as antenas HH Equipe Técnica Testes Equipe Técnica Curto- Prazo Site do Cliente Homologar Solução Finalizar os testes HH Equipe Técnica Rever processos Alta Gerência Médio Prazo Internamente Evitar problema se repita Rever os processos: vendas, comunicação, etc. HH Alta Gerência

24 Conclusão: Conclusão: Houve falha de comunicação entre as empresas e o cliente, dificultando o atendimento do chamado e instalação local. O endereço correto da instalação do serviço deveria ter sido atualizado pelo cliente e informado corretamente. Solução: Rever os processos de comunicação para que esse tipo de problema não mais ocorra. Foi escalado um gerenciador do projeto. Ele que cuidará para que a comunicação seja passada para todos os envolvidos das duas empresas.

25 SDP Service Delivery Platform CONCEITO: SDP é a plataforma que padroniza a conexão de serviços de terceiros de forma transparente aos sistemas e redes de uma operadora, permitindo a orquestração de serviços e o uso de diferentes conteúdos para a oferta de serviços complexos e personalizados. APLICAÇÃO: Convergência fixo-móvel; Adição de novas tecnologias de acesso (WiFi, WiMax); VPN Corporativa, MPLS e serviços IP; Definição dos padrões IMS (IP Multimedia Subsystem).

26 Service Delivery Model Engage with Customer within 72 Hours to gather finite order requirements Contract Signature Sales/Customer Agree to Commercial Terms Customer self service via Web Applications Order Management Order entered into delivery systems 3 rd Party Access is Ordered Delivery Production Assigned to specialized product team (Converged IP, Voice & Transport) Review/resolve order issues Ensure On Time delivery Notify Customer Provisioning Ready Test & Turn Up Schedule Activation Test & Acceptance of Service Escalation Required? Project Management Manages qualifying strategic and complex service implementations Interfaces with Customer as Liaison with Service Delivery teams Develops and Manages overall Project Plan Supply Chain Management Manages Escalations including 3 rd Party Suppliers Maintains relationships with suppliers ensuring Service Level Agreements are met

27 Service Delivery Model Filial Cliente A??? Matriz Cliente A

28 MPLS MultiProtocol Label Switching CONCEITO: Ideal para empresas de todos os portes; Interligar matriz, filiais e parceiros; Redução de custos Simplicidade do protocolo IP aliado a segurança da tecnologia MPLS Convergência de aplicações

29 MPLS MultiProtocol Label Switching MPLS (ou MultiProtocol Label Switching) é uma tecnologia que deixa a rede IP muito mais segura, confiável, fácil de administrar e de personalizar. Qualidade de Serviço (QoS) : otimiza os recursos da rede, determina a prioridade de suas aplicações e garante a convergência de dados, voz e vídeo; Acesso Remoto: permite aos usuários que estiverem fora da empresa acessar as informações corporativas; Gerência de Rede de Cliente: gerenciamento completo da rede do cliente, que compreende desde o inventário e configuração dos equipamentos do cliente; SLA ( Service Level Agreement ) do backbone IP/MPLS : o MPLS inclui o comprometimento da operadora em manter níveis de qualidade do seu backbone, sujeito a penalidades no caso de não cumprimento.

30 MPLS MultiProtocol Label Filial Cliente A Switching Roteador do Cliente Acesso Porta IP/MPLS REDE MPLS TELCO 1 Matriz Cliente A Filial Cliente B

31 Qualidade de Serviço - QoS Como sei se preciso implementar QoS? Quando as aplicações ficam lentas sem motivo aparente. Quando você tem usuários externos (remotos), que precisam acessar aplicações críticas internas (acesso ao sistema). Quando você tem usuários internos, que precisam acessar aplicações críticas externas (Office Banking). O controle de banda feito por QoS, é para priorizar serviços, sendo assim os pacotes que chegam com prioridade no controle de banda, passam a frente da fila.

32 Qualidade de Serviço - QoS Para resolver a maior parte dos problemas, a solução seria aumentar a capacidade do enlace de comunicação.. mas é também a solução mais cara! Tirando banda de aplicações menos importantes ( aumentando a disponibilidade de Banda) Priorizando e transmitindo os pacotes importantes. Minimizando o retardo Garantindo banda suficiente para os pacotes sensíveis à perda Prevenindo congestionamento através do descarte aleatório de pacotes menos importantes, antes que o congestionamento aconteça Implementar QoS (Quality of Service) em IP significa uma gerência otimizada de recursos, na forma de um conjunto de procedimentos para lidar com os problemas levantados anteriormente.

33 QoS Voz Contínuo ou Rajada Baixas a altas demandas Insensível a descarte Insensível a retardo Aplicações diferentes têm características de tráfego diferentes Diferentes versões de uma mesma aplicação podem ter características de tráfego diferentes Dados Tráfego Contínuo Baixa demanda Sensível a descarte Sensível a retardo Latência 150 ms Jitter 30 ms Perda de pacotes 1% Vídeo Rajada Alta demanda Sensível a descarte Sensível a retardo Latência 150 ms Jitter 30 ms Perda de pacotes 1% Banda garantida mínima, com prioridade, requerida é :- Video-stream + 20% Ex.: Em um stream de 384Kbps, são requeridos 460Kbps de banda

34 Qualidade de Serviço - QoS Diagrama simplificado dos mecanismos de QoS

35 Qualidade de Serviço - QoS Existem padrões de marcação recomendados por RFCs. As operadoras em geral, seguem o padrão DSCP (Diff Serv Code Point - RFC 2474). O DSCP define as classes da seguinte forma: EF (Expedited Forwarding): Os pacotes são encaminhados com a mais alta prioridade e não são descartados. Esta classe é utilizada para baixo retardo e baixa perda como VoIP. AF (Assured Forwarding): Pacotes são encaminhados com alta probabilidade. Existem sub-classes onde pode-se especificar a precedência de descarte. BE (Best effort - Padrão): Os pacotes são encaminhados sem garantias.

36 Qualidade de Serviço - QoS

37 Qualidade de Serviço - QoS Na solução MPLS adota-se como padrão de qualidade os níveis de desempenho garantidos, conforme mostrado na tabela a seguir: Parâmetro Definição Objetivo Latência (milisegundos) Consiste no tempo médio de trânsito (ida e volta round-trip delay) de um pacote de 64 bytes entre dois pontos do backbone. É usada a média do backbone considerando o Centro de Gerenciamento da Rede da Operadora e cada um dos Centros de Roteamento. 75 Perda de Pacotes (%) Consiste na taxa de sucesso na transmissão de pacotes IP entre dois pontos do backbone. É usada a média do backbone considerando o Centro de Gerenciamento da Rede da Operadora e cada um dos Centros de Roteamento. 1% Disponibilidade (%) Consiste no percentual de tempo no qual a rede está operacional em um período de tempo. É considerado o ROTEADOR DE ACESSO (do backbone) no qual está instalada a Porta de Conectividade IP do Cliente. 99,7

38 Service Delivery Model Filial Cliente A Matriz Cliente A Roteador do Cliente Acesso Porta IP/MPLS REDE MPLS TELCO 2 REDE MPLS TELCO 1

39 Service Delivery Model Filial Cliente A Matriz Cliente A REDE MPLS TELCO 2 REDE MPLS TELCO 1

40 Service Delivery Model LAST MILE LEC 2 TELCO 2 RESPONSÁVEL PELO ACESSO LEC 1 TELCO 2 POP TELCO 2 Filial Cliente A REDE MPLS TELCO 2

41 Service Delivery Model LAST MILE LEC 2 TELCO 2 RESPONSÁVEL PELO ACESSO LEC 1 TELCO 2 POP TELCO 2 Filial Cliente A REDE MPLS TELCO 2 Filial Cliente A

42 Service Delivery Model LAST MILE LEC 2 TELCO 2 RESPONSÁVEL PELO ACESSO LEC 1 TELCO 2 POP TELCO 2 Filial Cliente A REDE MPLS TELCO 2 Filial Cliente A

43 Service Delivery Model Filial Cliente A OK! Matriz Cliente A REDE MPLS TELCO 2 REDE MPLS TELCO 1

44 SDP Identificando Ofensores Estudo de Viabilidade Processo de Ativação Engage with Customer within 72 Hours to gather finite order requirements Contract Signature Sales/Customer Agree to Commercial Terms Customer self service via Web Applications Order Management Order entered into delivery systems 3 rd Party Access is Ordered Delivery Production Assigned to specialized product team (Converged IP, Voice & Transport) Review/resolve order issues Ensure On Time delivery Notify Customer Provisioning Ready Test & Turn Up Schedule Activation Test & Acceptance of Service Relacionamento Cliente x Operadora de Telecom Escalation Required? Project Management Manages qualifying strategic and complex service implementations Interfaces with Customer as Liaison with Service Delivery teams Develops and Manages overall Project Plan Supply Chain Management Manages Escalations including 3 rd Party Suppliers Maintains relationships with suppliers ensuring Service Level Agreements are met

45 Service Delivery Soluções Filial Cliente A???!!!!???!!!! REDE MPLS TELCO 2 Smartphone 3G Filial Cliente A

46 Service Delivery Soluções Smartphone 3G Estudo de Viabilidade (Site Survey): Geoposicionamento, local exato do site a ser aprovisionado via GPS (Global Positioning System) ou LBS (Location Based Services). Ferramentas: Nokia Maps, Aspicore Global Tracker e Google Maps; Nokia N82

47 Service Delivery Soluções

48 Service Delivery Soluções Smartphone 3G Processo de Ativação (Test & Turn up): Habilitar o celular como um roteador WiFi, permitindo a configuração de serviços de telecomunicações via emulação de terminal. Ferramentas: JoikuSpot e Opera Mobile Browser; Nokia N82

49 Service Delivery Soluções

50 Service Delivery Soluções Smartphone 3G Gerência do Projeto (Project Management): Documentação do projeto, escôpo do trabalho e relacionamento entre o cliente e a operadora de telecomunicações. Ferramentas: Symbian Quick Office e Fring. Nokia N82

51 Service Delivery Soluções

52 Conclusão A solução proposta apresentou resultados satisfatórios: Baixo custo com a licença de softwares em plataformas Symbian para dispositivos móveis; Serviços Web de fácil implementação; Precisão no estudo de viabilidade do site do cliente; Agilidade na comunicação entre o cliente e a operadora de telecomunicações; Metas de atendimento e prazos agressivos foram cumpridos dentro do SLA estipulado.

53 Apresentação: Visão Geral de Serviços de Dados, Voz e Vídeo Curso: MBA em Engenharia de Computação Avançada (MBCA) Disciplina: Redes Móveis Professor: Paulo Fazzioni RIO DE JANEIRO RJ BRASIL JUNHO DE 2009

54 History of Cellular Communications

55 the early early years

56 the early early years

57 s the early years Idea of a cell-based mobile radio system developed by AT&T s Bell Labs in late 1960s First commercial analogue mobile cellular systems deployed s (1 st Generation Analogue Systems) Usage in N.America grows rapidly Advanced Mobile Phone System (AMPS) becoming the de facto standard Europe, run by the PTTs, characterised by multiple incompatible analogue standards Nordic Mobile Telecommunications (NMT-450) Total Access Communications (TAC) United Kingdom C-Netz West Germany Radiocom 2000 France RTM / RTMS Italy etc. etc. Capacity limitations already becoming apparent by end of decade.

58 going digital Late 1980s to early 1990s (2 nd Generation Digital Systems) N.America relies on de facto let the best technology win standardisation By contrast Europe decides to rely on standardisation & co-operation Huge pent-up demand for mobility can not be met by upgrading existing purely analogue systems. Parallel advances in digital techniques and Very Large Scale Integration (VLSI) chipset manufacture suggest a new way forward However European domestic markets individually too small to achieve the economies of scale necessary for vendors to take the risk of developing such a risky new solution Enter the European Commission with a political agenda demonstrate Europe s technology leadership and ensure European manufacturers can compete globally New spectrum auctions in USA in early 1990 (PCS 1900) lead to plethora of standards D-AMPS IS-54 Motorola sponsored, TDMA IS-136, CDMA IS-95 Qualcomm sponsored Plus, limited GSM Meanwhile in Europe

59 GSM is born Late 1980s to early 1990s (2 nd Generation Digital Systems) Guided by European Commission & European Telecommunications Standard Institute 26 European telecommunication administrations establish the Groupe Spéciale Mobile (GSM) in 1982 with aim to develop a new specification for a fully digital pan-european mobile communications network The Group notes that the new industry s economic future will rely on unprecedented levels of pan-european co-operation Political decision to force member countries to: allocate frequencies at 900 MHz in every EC country (later 1800 MHz) specify the exact technology to be used and; deploy systems by 1991 First commercial GSM networks deployed in 1992 Denmark / Finland / France / Germany / Italy / Portugal / Sweden / United Kingdom

60 Cellular Communications Services

61 The Cellular Principle Relies on the concept of concurrency delivered through channel reuse i.e. reusing channels in different cells Total coverage area is divided into cells only a subset of channels available in each cell All channels partitioned into sets sets assigned to cells Rule: assign the same set to two cells that are sufficient geographically distant so that interference is small Net result: increased capacity!

62 Advantages of Cellular Networks More capacity due to spectral reuse Lower transmission power due to smaller transmitter/receiver distances More robust system as Base Station problem only effects the immediate cell More predictable propagation environment due to shorter distances

63 Disadvantages of Cellular Networks Need for more infrastructure Need for fixed network to connect Base Stations Some residual interference from co-channel cells Handover procedure required

64 GSM Services - Phase 1 Service Category Service Comments Teleservices Bearer Services Supplementary Services Speech Emergency SMS (Short Message Service) Group 3 Fax Asynchronous Data Synchronous Data Call Forward Call Barring Full Rate 13Kbps Point to Point & Cell Broadcast bps bps Subscriber Busy, Not Reachable International & Incoming Calls

65 GSM Services - Phase 2 Service Category Service Comments Teleservices Speech Emergency SMS (Short Message Service) Group 3 Fax Half Rate 6.5Kbps Point to Point & Cell Broadcast Bearer Services Synchronous Packet Data Access bps Supplementary Services CLI (Calling Line Identification) Call Waiting Call Hold Multiparty USSD (Unstructured Supplementary Service Data) Operator Barring Advice on charge

66 GSM Services - Phase 2+ Primarily concerned with the improvement of Bearer (data!) services Full data 14.4 kb/s High Speed Circuit Switched Data (HSCSD) General Packet Radio Service GPRD) Some additional supplementary services also specified

67

68 SD Architecture of a GSM Network Mobile Station Base Station Subsystem Network Subsystem Other Networks SIM ME BTS BSC MSC/ VLR GMSC PSTN PLMN + EIR HLR AUC Internet Note: Interfaces have been omitted for clarity purposes.

69 Mobile Station (MS) Mobile Equipment Fixed Portable International Mobile Equipment Identity (IMEI) number Subscriber Identity Module (SIM) Personal Identification Number (PIN) International Mobile Subscriber Identity (IMSI) number Enables access to subscribed services Smart card

70 Base Transceiver Station - BTS Usually referred to as the Base Station Provides the interface to the network for the MS Handles all communications with the MS Less intelligent than analogue equivalent cheaper than analogue systems bypass analogue in less wealthy countries intelligence now deployed on MS for example, when to perform a handover Transmitting power determines cell size

71 Base Station Controller - BSC Controls Base Stations up to several hundred depending on manufacturer Manages radio channels allocation and release Coordinates Handover Physical location may vary Abis interface between BSC and BTS

72 Mobile Switching Centre (MSC) Performs all switching/exchange functions Handles registration authentication location updating A GSM network must have at least one MSC May connect to other networks Gateway MSC (GMSC)

73 Home Location Register (HLR) Administrative information for all subscribers IMSI number actual phone number permitted supplementary services current location i.e. which VLR subscriber is currently registered with parameters for authentication and ciphering One HLR per GSM PLMN

74 SD Integrating GPRS Mobile Station Base Station Subsystem Network Subsystem Other Networks SIM ME BTS BSC MSC/ VLR GMSC PSTN EIR HLR AUC PLMN + SGSN GGSN Internet Note: Interfaces have been omitted for clarity purposes.

75 GPRS MS Two Components Mobile Terminal (MT) SIM card Three Classes of terminal Class A - simultaneous circuit switched (GSM) and packet switched (GPRS) traffic Class B- supports both GSM and GPRS connections but not both at the same time. One call is suspended for the duration of the other Class C - handless both GPRS or GSM but can only be connected to one at the same time.

76 GPRS NSS Two new nodes introduced for packet data Serving GPRS Support Node (SGSN) handles all packet data for the appropriate geographic area monitors GPRS users handles security and access control may be regarded as the packet switched equivalent of the circuitswitched MSC Gateway GPRS Support Node (GGSN) internetworking functionality routes incoming data to correct SGSN translates between different protocols and formats Details of data services added to HLR

77 GPRS - Summary Data capacity increased considerably Depending on 14.4 kb/s per channel, kb/s 21.4 kb/s per channel, kb/s achieved BUT up to 8 users per channel! Minimum set-up time always-on connection Charging determined by actual data not time

78 Integrating EDGE Minimum changes to the existing network New Modulation scheme 8 phase shift keying (8PSK) 3 bits of information per signal pulse data rates increased by a factor of three

79 EDGE - NSS Minimum impact on the core network SGSN & GGSN practically independent of data rates Some minor software upgrades

80 SD 3G - UMTS Mobile Station Base Station Subsystem Network Subsystem Other Networks SIM ME BTS BSC MSC/ VLR GMSC PSTN EIR HLR AUC PLMN RNS USIM ME Node B RNC SGSN GGSN Internet + + UTRAN Note: Interfaces have been omitted for clarity purposes.

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85 UMTS - MS User Equipment Mobile Equipment UMTS SIM (USIM) Air interface UMTS Terrestrial Radio Access (UTRA) W-CDMA TD-CDMA

86 UMTS BSS Radio Network Subsystem Two new network elements Node B equivalent of a BTS Radio Network Controller supports a number of Node Bs equivalent of a BSC Obviously, UMTS has major implications for the BSS

87 CDMA BASICS CDMA (Code Division Multiple Access) splits calls into fragments and send them over different frequencies simultaneously The use of multiple frequencies gives CDMA effective protection against interference and lost calls CDMA supports true packet switching and does not use time slots, therefore is more bandwidth efficient than TDMA -- also a more direct path to 3G Current CDMA penetration in the world market is about 27%

88 3G CDMA Architecture CDMA2000-1xEVDO System Architecture (Basic) BTS: Base Station, which creates a single cell BSC: Base Station Controller, which controls roaming and channel allocations amongst various BSTs and is also referred to as a Radio Network Controller (RNC). MSC: Mobile Switching Center, which performs the telephony switching functions and is usually connected to an SS7 network. PDSN: Packet Data Serving Node, maintains IP communications between all MNs and the Packet Data Network (PDN), which in this diagram is the Internet. SOURCE: CDMA Development Group (CDG) 3G CDMA Architecture

89 Network Management Element Management

90 Network Management Aggregator Router Element Management Aggregator Router Aggregator Router Aggregator Router

91 LTE Long Term Evolution..4G!

92 LTE Long Term Evolution..4G!

93 LTE Long Term Evolution..4G!

94 LTE Long Term Evolution..4G!

95 LTE Long Term Evolution..4G!

96 LTE Long Term Evolution..4G!

97 LTE Long Term Evolution..4G! Source: Alcatel / 3GPP

98 LTE Long Term Evolution..4G! Source: Alcatel / 3GPP

99 LTE Long Term Evolution..4G! Source: Alcatel / 3GPP

100 LTE Long Term Evolution..4G!

101 LTE Long Term Evolution..4G!

102 LTE Long Term Evolution..4G!

103 LTE Long Term Evolution..4G!

104 Obrigado! Contatos / Dúvidas / Sugestões: Paulo Fazzioni Tel: +55 (21)

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