LEAN OFFICE: METHODOLOGY IN A PROJECT MANAGEMENT OFFICE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEAN OFFICE: METHODOLOGY IN A PROJECT MANAGEMENT OFFICE"

Transcrição

1 LEAN OFFICE: LEAN OFFICE: METHODOLOGY IN A PROJECT MANAGEMENT OFFICE Marco Aurélio Gronovicz Universidade Federal do Paraná UFPR Maria Isabel Pereira de Bittencourt Universidade Federal do Paraná UFPR Silvana Bárbara Gonçalves da Silva Universidade Federal do Paraná UFPR Maria do Carmo Duarte Freitas Universidade Federal do Paraná UFPR Alexandre Augusto Biz Universidade Federal do Paraná UFPR RESUMO Relata-se o uso do Lean Manufacturing no chão de fábrica e sua aplicação em empresas principalmente no Japão e Estados Unidos desde a década de 70, na busca de identificar desperdícios, visualizar os processos que envolvam a transformação física, verificar a dependência entre operações, mudar lay-out e controlar uma máquina tangível facilitam a aplicação dos conceitos neste tipo de ambiente. No caso da construção civil, recebeu a denominação de Lean Construction. Estudos recentes avaliam a aplicação nas áreas administrativas, passando a ser chamado de Lean Office. A transferência do chamado Lean Manufacturing para outros segmentos requer um estudo minucioso e detalhado dos processos envolvidos e do fluxo de informação. O estudo coletou informações em um ambiente administrativo com características especificas, comparando o fluxo dos principais processos e ferramentas utilizados com o conceito Lean Office. Portanto, o artigo apontar as principais fontes de desperdício e a aplicabilidade do conceito Lean para promover melhorias em um escritório de projetos de engenharia por meio de levantamento bibliográfico e documental, entrevistas não padronizadas e um estudo de caso. Como resultado, verificou-se que nos principais processos utilizados pelo escritório existem fontes de desperdícios geradas principalmente pelo fator humano e pela cultura de trabalho, o que impacta diretamente na gestão, no fluxo de informação e no cliente. Palavras-chave: Lean Office, escritório de projetos, fluxo de informação, desperdício. 48

2 ABSTRACT The use of Lean Manufacturing on the shop floor has been applied by companies mainly in Japan and the United States since 70 s. Identifying waste, seeing what processes involving physical transformation, to check the dependency among operations, changing layout and controlling a tangible machine facilitate the concepts application in this kind of environment. In construction areas, it was called Lean Construction. The newest studies check its application on business areas, being called as Lean Office. The Lean Manufacturing s transference to another areas requires a more thorough and detailed analysis of the involved processes and also the information flow. The goal of this paper was collected information on the characteristic business environment by comparing the main process flows and tooling s used according the Lean Office concept. So, this paper tries to check the applicability level of the Lean Office concept improving an engineering project management office by researches, interviews and a case. The result achieved by this paper show that on the main process used by the Project Management Office there are waste sources, most of them are produced by the human factor and by the work culture, which directly impact the management, the information flow and in the customer. Keywords: Lean Office, Project Management Office, Information Flow, Waste. 49

3 1. INTRODUÇÃO A competitividade tem obrigado as empresas a desenvolverem processos inovadores buscando dessa forma a satisfação e a fidelização dos seus clientes. As organizações convivem com ambiente complexo e de rápidas mudanças. Elas são obrigadas a oferecer cada vez mais produtos e serviços customizados e dependem diariamente de um fluxo de informações preciso e pontual, de processos eficientes e eficazes para manter um desempenho competitivo no curto prazo e uma base de conhecimento sólida para enfrentar e sobreviver. A denominada Lean Manufacturing é uma das metodologias que vem sendo utilizada nas empresas para promover melhorias e reduzir desperdícios no chão de fábrica desde a década de 70. É mais comum utilizar a aplicação dos conceitos Lean na manufatura, pois é neste campo que se observam os maiores índices de agregação de valor (HINES, et al, 2000). Do Lean Manufacturing surgiu o Construction aplicado na construção civil e o Office na área de serviços. O objetivo principal desta pesquisa é avaliar qual o nível de aplicabilidade do Lean Office, e como seu uso pode melhorar a gestão em um ambiente administrativo. Como estudo de caso, avaliou-se um escritório de projetos da área de engenharia na cidade de Curitiba utilizando como técnicas de investigação a observação direta, entrevistas e análise documental, o qual serviu como base para identificação dos seus principais processos e posterior comparação com essa metodologia. 2. A EVOLUÇÃO DO LEAN O Lean Production ou Lean Manufacturing, também conhecido como Sistema Toyota de Produção (STP) teve início efetivo no Japão na década de 1950, mais especificamente na Toyota. De acordo com Womack et al. (1996), Eiiji Toyoda e Taiichi Ohno, da Toyota, buscaram uma forma mais eficiente de gerenciar a 50

4 produção por meio da eliminação dos desperdícios gerados pela alta produção, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a qualidade e a velocidade de entrega do produto ao cliente. A Figura 1 ilustra cronologicamente a evolução do Lean. Figura 1 Evolução da metodologia Lean Período / Autor Linha do tempo do Lean Lean Manufacturing Evento Marcante Charles Allen Eiiji Toyoda e Taiichi Ohno TWI Training within Industry Service 2ª Guerra Mundial Japão em crise STP Sistema Toyota de Produção 1970 Início do avanço mundial no setor de serviços Theodore Levitt 1972 Primeiras tentativas de adaptação do Lean nas áreas administrativas John Krafcik 1988 Surge o termo Produção Enxuta no International Motor Vehicle Program (IMVP) James W. Womack e Daniel T. Jones 1990 The Machine that Changed the World Lean Construction Lauri Koskela 1992 Application of the New Production Philosophy in the Construction Gregory Howell e Glenn Ballard D. Tapping e T. Shuker IGLC: International Group for Lean Construction (divulgação mundial da filosofia) 8 Passos para o Lean Office 51

5 Lauri Koskela 1992 Application of the New Production Philosophy in the Construction Gregory Howell e Glenn Ballard D. Tapping e T. Shuker IGLC: International Group for Lean Construction (divulgação mundial da filosofia) 8 Passos para o Lean Office Lean Office Fonte: Autores, 2012 O STP foi popularizado no ocidente por James P. Womack e Daniel T. Jones com o lançamento do livro The machine that changed the world. Essa obra, publicada em 1990 é um estudo sobre a indústria automobilística mundial realizada pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) despertando a partir de então, o interesse de outros ramos industriais, criando uma nova forma de pensamento, o Lean Thinking. Womack & Jones (1996) definiram o Lean Manufacturing como uma abordagem que busca uma forma melhor de organizar e gerenciar os relacionamentos de uma empresa com seus clientes, cadeia de fornecedores, desenvolvimento de produtos e operações de produção, segundo a qual é possível fazer cada vez mais com menos (menos equipamento, menos esforço humano, menos tempo, etc.). Shingo (1996) complementa como um sistema de absoluta eliminação de desperdícios. Ohno (1997) confirma ao dizer que a ideia básica do Lean Manufacturing está na redução de sete tipos de desperdícios identificados: - defeitos nos produtos; - excesso de produção de mercadorias desnecessárias; - estoques de mercadorias à espera de processamento ou consumo; - processamento desnecessário; - movimento desnecessário de pessoas; - transporte desnecessário de mercadorias; e 52

6 - espera dos funcionários pelo equipamento de processamento para finalizar o trabalho ou por uma atividade anterior. Womack e Jones (1996) ressaltam que um desperdício esta no projeto de produtos e serviços que não atendem as necessidades dos clientes, mas alerta que existe um antídoto contra o desperdício: o Lean Thinking, que é uma forma de agregar valor, alinhar as ações que criam valor, realizar essas atividades ininterruptamente e atuar cada vez mais de forma eficaz e com agilidade. O Lean Institute (2009) com sede no Brasil, afirma que o Lean Thinking consiste na busca pela maximização do valor dos processos pela contínua eliminação de desperdícios. Trata-se de uma filosofia gerencial inspirada nas práticas e resultados do STP cujos princípios são basicamente: - definir o que o cliente valoriza: é o cliente e não a empresa que define o que é valor; - mapear o fluxo de valor: categorizar todos os processos em: aqueles que realmente geram valor, aqueles que não geram valor, mas são importantes e finalmente aqueles que não geram valor, os quais devem ser eliminados do fluxo; - criar fluxos contínuos: deve-se obter fluidez para os processos que restaram evitando a produção por áreas. Com maior agilidade para desenvolver, produzir e distribuir a empresa pode atender a necessidade dos clientes quase que imediatamente. Originário do Lean Production, o Lean Construction teve início na década de 90, com a publicação do trabalho Application of the new production philosophy in the construction industry. Depois foi criado o IGLC International Group for Lean Construction, para divulgar mundialmente os novos conceitos e o Lean Institute em 1988 (LORENZON E MARTINS, 2006). Esses autores definem que: A produção é um fluxo de materiais e/ou informações desde a matéria-prima até o produto acabado. Nesse fluxo o material pode estar sendo processado, inspecionado ou movimentado, ou ainda estar esperando - pelo 53

7 processamento, inspeção ou movimentação. Tais atividades às quais o material pode ser submetido são inerentemente diferentes. O processamento representa o aspecto de conversão do sistema de produção; a inspeção, a movimentação e a espera representam os aspectos de fluxo da produção. Os processos referentes a fluxos podem ser caracterizados por tempo, custo e valor. Valor refere-se ao atendimento das necessidades dos clientes. Em grande parte dos casos, somente as atividades de processamento proporcionam a agregação de valor ao produto. No Lean Construction, o fator crucial é ter o usuário final como elemento central, pois o modelo baseia-se na geração de valor para ele. Constata também que um processo produtivo é capaz de gerar valor somente quando as atividades de conversão e processamento transformam as matérias-primas nos produtos desejados pelos clientes. (FORMOSO apud 2000, ROCHA, 2008). Por fim, o Lean Office que avançou durante a década de 1970 para o setor de serviços na economia mundial e fez com que pesquisadores começassem a se preocupar com qualidade, eficiência e a produtividade desses serviços. A autora também afirma que nessa área as características fundamentais intangibilidade, simultaneidade e heterogeneidade, tornam seu entendimento mais complexo (REIS, 2004). Neste contexto Levitt (1976) verificou que poderia haver benefícios adaptando-se para este segmento a mesma filosofia do Lean Manufacturing, que se destacou em soluções para baixar os custos, aumentar a qualidade e a flexibilidade. Os serviços eram vistos como algo feito por indivíduos para indivíduos, com muitas variáveis aleatórias, sendo difíceis de controlar ou programa (REIS, 2004). Em contrapartida, o autor destaca que as funções na manufatura eram realizadas por maquinários e auxiliadas por pessoas, num ambiente centralizado e organizado. Com esta visão dominante, as pessoas aceitavam sem questionar uma maior variabilidade, relacionada à qualidade e eficiência. Zaki (2009) também afirma que os processos no chão de fábrica são fáceis de observar, pois os desperdícios (sucatas) e retrabalho (operações paralelas) são identificados de forma clara. Já em um escritório há fluxos de informação e 54

8 atividades conduzidos por pessoas em equipamentos de informática, não sendo fisicamente visível em certos momentos o resultado das diversas atividades. Dentro de uma empresa, os escritórios são setores que integram diversos processos, por isso a aplicação do Lean Office é recomendada. Podem-se eliminar desperdícios e acelerar a velocidade dos processos (LAGO; CARVALHO; RIBEIRO, 2008). Reis (2004) traz que a definição da aplicação da linha de produção nos escritórios se resume em alguns fatores, os quais se destacam os seguintes: - limitar o poder de decisão dos colaboradores. Eles teriam definição de suas tarefas, levando à padronização e qualidade do serviço por eles realizado; - divisão do trabalho, o qual seria dividido em pequenas tarefas, permitindo a especialização dos funcionários e maior controle em cada parte do todo; - padronização dos serviços. Com uma variabilidade limitada, é possível aumentar a previsibilidade e o planejamento do trabalho dentro dos escritórios. Lago, Carvalho e Ribeiro (2008) destacam as principais ferramentas do Lean Office, adaptadas por Tapping e Shuker (2003) e Picchi apud Reis (2004): - 5S: simplificar o ambiente de trabalho, através da redução ou eliminação de atividades que não geram valor. A denominação 5S provém das cinco etapas que devem ser seguidas: SEIRI: Separação (separar o que é necessário do que é inútil); SEITON: Arrumação (definir o local para arrumar tudo o que é necessário, para que se possa facilmente localizar, utilizar e devolver ao local); SEISO: Limpeza (um ambiente limpo mantém um bom funcionamento dos trabalhos); SEIKETSU: Normalização (criar regras para manter os três primeiros S ); e SHITSUKE: Disciplina (o objetivo é sustentar os resultados obtidos através da aplicação dos outros S, convertendo-as em rotina). - Value Stream Mapping (VSM): Ferramenta utilizada para visualização dos processos, fluxos de materiais e de informação. Caracteriza o estado atual 55

9 (problemas e causas) e define o estado futuro (desejado) do fluxo de valor. Em um escritório, os processos se resumem a dados e informações, portanto o VSM analisa o fluxo de informação, identificando desperdícios. - Criar um fluxo puxado (pull) e nivelado: é organizar o trabalho para que a informação aconteça através do processo sem criar stocks (informação parada). Deve-se assegurar o nivelamento da carga de trabalho para que as pessoas e os recursos sejam utilizados da melhor maneira possível, evitando concentração de trabalho em uma só pessoa ou área e a sobreposição de atividades. - Células de trabalho: Reorganização de recursos e pessoas, organizando-as de acordo com a sequencia das atividades. As vantagens são: redução do tempo, do espaço e dos recursos, rapidez no processo e melhora na produtividade. - Método FIFO (First in First out): Todas as informações devem ser processadas seguindo a ordem de entrada no fluxo. - Trabalho padronizado: Estabelece procedimentos específicos para as operações e tarefas a serem executadas por cada pessoa. Liker e Hoseus (2008) afirmam que é possível que o mapeamento do processo seja a ferramenta lean mais usada. O caminho do produto é acompanhado desde a matéria-prima até o bem de consumo finalizado, documentando os processos que agregam valor e os passos desperdiçados. Qualquer atividade que custe tempo e dinheiro e não agrega valor é definida como perda. A partir dos conceitos verificados, utilizar uma ou algumas ferramentas Lean, integrar apenas parte dos envolvidos nos processos e não implantar a cultura entre os colaboradores de forma efetiva, não garantem, isoladamente, o êxito com seu uso ou aplicação. 3. O FLUXO DE INFORMAÇÕES É importante o entendimento do fluxo de informações, pois ele está ligado à aplicação da filosofia Lean em qualquer área de interesse. Moura (1995) afirma que 56

10 em todas as atividades da empresa está presente a informação. Ao mesmo tempo em que se constitui no principal insumo das organizações, a informação também representa o meio de sincronizar as diversas funções, processos e setores de uma empresa, em busca de seus objetivos. Ainda segundo o autor, para que um determinado processo possa ser executado conforme o nível de desempenho desejado, além do fluxo de transformação de entradas em saídas, deve ser definido o fluxo de informação em que são providas as informações necessárias ao processo. Outro fato destacado é que há uma informalidade na gestão em geral, na qual as informações estão presentes nas cabeças das pessoas ou em documentos de difícil recuperação. Nonaka e Takeuchi (2008), ao criarem a Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional, contrapõem este pensamento, pois observam que, ao contrário da informação, o processo de construção do conhecimento está relacionado com as crenças e os compromissos, estando relacionado à ação, e a uma intenção específica. A informação é um meio necessário para extrair o conhecimento, acrescentando-lhe algo ou o reestruturando. ainda afirma que o num processo organizacional, o conhecimento é criado pelo fluxo de informação, juntamente com as crenças e o compromisso de seu portador. Estes autores falam da importância em se trabalhar o fluxo de informações e seu relacionando com o conhecimento, pois ambos são específicos ao contexto, sempre se relacionando. Também afirmam que informação e conhecimento dependem da situação, sendo criados dinamicamente na interação social entre as pessoas. Fusco e Sacomano (2007) afirmam que dentro de uma fábrica, por exemplo, o fluxo de informações é transformado em uma seqüência paralela de operações. Isto se dá porque o planejamento e o controle de produção mantêm relações entre as funções, operando com essas informações. Similarmente a um determinado contexto histórico e social, num ambiente corporativo, as pessoas interagem e compartilham informações, construindo o conhecimento dentro da empresa. Através de uma estratégia do líder, se dá o fluxo 57

11 de informações e a construção do conhecimento pela interação dos membros da organização com o ambiente, afetando seu comportamento de negócios (NONAKA e TAKEUCHI, 2008). Segundo estas teorias, o fluxo de informações deve ser analisado ao se tratar de um estudo sobre Lean. Estas considerações mostram a importância de conduzir conjuntamente o fluxo de atividades, de informações e o conhecimento dentro da administração organizacional. 4. DESPERDÍCIOS NO AMBIENTE ADMINISTRATIVO Na área administrativa, o que torna difícil a identificação de desperdícios é o fato de que a maior parte das atividades diz respeito à geração de informações. Cabem as seguintes interrogações: o que são estoques? O que são defeitos e falta de matéria-prima? No ambiente fabril, a causa desses problemas normalmente é visualizada imediatamente, mas numa área administrativa nem sempre isso fica visível como uma máquina parada ou falta de matéria-prima. Lareau (2002) descreveu trinta desperdícios administrativos possíveis de ser identificados conforme ilustrado no Quadro 1. Quadro 1 - Principais desperdícios encontrados em ambientes administrativos. DESPERDÍCIO ALINHAMENTO DE OBJETIVOS ATRIBUIÇÃO ESPERA MOVIMENTO PROCESSAMENTO CONTROLE DESCRIÇÃO É a energia gasta por pessoas trabalhando com objetivos mal entendidos e o esforço necessário para corrigir o problema. E reproduzir o resultado esperado; É o esforço usado para completar uma tarefa inapropriada e não necessária; É o recurso perdido enquanto pessoas esperam por informações, reuniões, assinaturas, retorno de uma ligação e assim por diante; É o esforço perdido em movimentações desnecessárias; Um trabalho não executado da melhor forma é um desperdício de processamento; É a energia usada para controlar e monitorar e que não produz melhorias no desempenho; 58

12 VARIABILIDADE ALTERAÇÃO ESTRATÉGIA CONFIABILIDADE PADRONIZAÇÃO SUBOTIMIZAÇÃO AGENDA PROCESSOS INFORMAIS FLUXO IRREGULAR REVISÃO DESNECESSÁRIAS ERROS TRADUÇÃO INFORMAÇÃO PERDIDA FALTA DE INTEGRAÇÃO IRRELEVÂNCIA São recursos utilizados para compensar ou corrigir resultados que variam do esperado; É o esforço usado para mudar arbitrariamente um processo sem conhecer todas as conseqüências e os esforços seguintes para compensar as conseqüências inesperadas; É o valor perdido ao implementar processos que satisfazem objetivos de curto prazo, mas que não agregam valores aos clientes e investidores; É o esforço necessário para corrigir resultados imprevisíveis devido as causas desconhecidas; É a energia gasta por causa de um trabalho não ter sido feito da melhor forma possível por todos os responsáveis. É a causada pela concorrência de dois processos, no melhor caso o desperdício será o trabalho duplicado, mas pode chegar ao comprometimento de ambos os processos e na degradação do resultado final; É a má utilização dos horários e da agenda; Ocorre quando recursos são usados para criar e manter processos informais que substituem processos oficiais ou que conflitam com outros processo informais, e também os recursos utilizados para corrigir os erros causados por este sistema. Recursos investidos em materiais ou informações que se acumulam entre as estações de trabalho e criam o desperdício de fluxo irregular; É o esforço usado para inspeções e retrabalhos; São causados pelo esforço necessário para refazer um trabalho que não pode ser utilizado; É o esforço requerido para alterar dados, formatos e relatórios entre passos de um processo ou seus responsáveis; Ocorre quando recursos são requeridos para reparar ou compensar as conseqüências da falta de informações chave; É o esforço necessário para transferir informações dentro de uma organização que não estão completamente integradas a cadeia de processos utilizados; Esforços empregados para lidar com informações desnecessárias ou 59

13 esforços para fixar problemas que isso causa; INEXATIDÃO INVENTÁRIO PROCESSOS SECUNDÁRIOS ATIVOS SUBUTILIZADOS TRANSPORTE FALTA DE FOCO ESTRUTURA DISCIPLINA DOMÍNIO É o esforço usado para criar informações incorretas ou pra lidar com as conseqüências disso; São todos os recursos aplicados a um serviço antes dele ser requerido, todo os matérias que estão sendo utilizados e todos os materiais que já estão prontos para serem entregues e estão aguardando; São os recursos despendidos em processos secundários que ainda não podem ser utilizados pelos passos seguintes do processo; São os equipamentos e prédios que não estão sendo utilizados de forma máxima; Todo o transporte de materiais e informações, exceto aqueles utilizados para entregar produtos e serviços aos clientes; Ocorre toda vez que a energia e a atenção de um empregado não estão voltadas para os objetivos críticos da organização; Acontece quando comportamentos existentes, expectativas, procedimentos, rituais, regulamentos, cargos e prioridades não estão reforçando, guiando e orientando o melhor comportamento para redução de desperdícios e também quando existe muita diferença entre a estrutura organizacional da empresa e os elementos fundamentais encontrados nas organizações de classe mundial; Ocorre sempre que existir uma falha no sistema de identificação acurada e reação rápida contra negligência, falta de responsabilidade e problemas relacionados à disciplina esperada dos empregados; Ocorre toda vez que uma oportunidade de aumentar o domínio de um empregado sobre sua área de trabalho não for utilizada. Fonte: Lareau, Laureau (2002) complementa que a identificação dos desperdícios não é a única dificuldade. Muitas vezes, métodos para aumentar a eficiência não são vistos com muita normalidade pelo pessoal das áreas administrativas. Segundo Womack e Jones (2004), transformar um escritório em um ambiente lean é, de maneira geral, similar à estratégia usada na produção. A melhoria dos processos se dá através de atividades que identificam os problemas e os desperdícios, eliminam os mesmos, mensuram e avaliam as mudanças. 60

14 Para entender o ambiente estudo cabe detalhar como é o funcionamento dos escritórios de projetos. 5. ESCRITÓRIO DE PROJETOS O Project Management Office (PMO) é o local central para conduzir, planejar, organizar, controlar e finalizar as atividades do projeto, onde se pode obter uma visão holística de todo o projeto. Além disso, reúne o time do projeto e todo o material, equipamento e informações de suporte (VARGAS, 2003). No Project Management Body of Knowledge PMBOK (2004), manual de referência mundial em boas práticas em Gerenciamento de Projetos, encontra-se que os PMOs podem operar de modo contínuo, desde o fornecimento de funções de apoio, na forma de treinamento, software, políticas padronizadas e procedimentos até a gestão de todo o empreendimento. Um projeto é um empreendimento com o objetivo identificável que consome recursos e opera com prazos, custos e qualidade (KERZNER, 2002). De acordo com o PMBOK (2004), é um esforço temporário empreendido para criar um produto ou serviço ou resultado exclusivo. Temporário significa que têm um início e um final bem definido. Seu término é alcançado quando seus objetivos tiverem sido atingidos, quando se tornar claro que eles não serão ou não poderão ser atingidos ou quando não existir mais a necessidade e ele for concluído. Gerenciamento de Projetos é a aplicação do conhecimento, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do mesmo, a fim de atender os seus requisitos, realizado por meio de aplicação e integração dos processos de: iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento (PMBOK, 2004). As atividades a serem cumpridas por um PMO são extensas e variam de empresa para empresa em função de características internas e específicas de cada uma, tais como estratégia, processos, estrutura e cultura. 61

15 De acordo com Turati (2007), os processos gerenciais desenvolvidos para a manufatura têm avançado. Ao se aplicar estes avanços a um escritório de projetos, considerando as adequações necessárias, se consegue maior eficiência de seus serviços além de reduções de custos. 6. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Este artigo tem como foco a aplicabilidade do Lean Office em um escritório de projetos de engenharia. Trata-se de uma pesquisa exploratória que tem como finalidade principal desenvolver e esclarecer o processo de desenvolvimento de um produto, o projeto de engenharia, modificando conceitos e ideias e levantando as informações necessárias para explorar o problema em questão. Envolve levantamento bibliográfico e documental, entrevistas não padronizadas e estudo de caso (GIL, 1999). O estudo foi realizado em um escritório de projetos de engenharia, localizado em Curitiba, Paraná em maio de A motivação é dada porque o escritório de projetos manipula uma quantidade de informações diárias as quais são responsáveis pela alimentação e sequenciamento das atividades, não sendo facilmente visíveis e mensuráveis os impactos gerados por atrasos, duplicidade, espera etc. Para tanto, foi selecionado os principais tipos de desperdícios administrativos encontrados na literatura, os quais foram analisados no escritório. A pesquisa iniciou-se com a revisão bibliográfica, para posterior definição dos procedimentos da coleta de dados como: observação direta, análise documental e entrevistas (Figura 2). Figura 2 - Delineamento da Pesquisa 62

16 Fonte: Autores, Antes do início do processo de coleta de dados, realizou-se um diagnóstico da empresa, para o entendimento da sua estrutura e para conhecimento dos seus setores e de suas atividades. O fato de o escritório possuir vários projetos nas diferentes fases de desenvolvimento (concepção, estudos de viabilidade, anteprojeto, projeto executivo e aprovações de projeto), contribuiu para compreensão de todas as etapas do processo e seu trâmite, em um prazo exequível para o desenvolvimento da pesquisa. As evidências do estudo basearam-se na análise do fluxograma de atividades, de documentos e arquivos de projetos em desenvolvimento e já concluídos pela empresa. Também na observação dos procedimentos internos como da ficha de registro de projetos, onde são anotados os dados dos contratantes e profissionais envolvidos, premissas de desenvolvimento de projeto, checklist, controle de arquivos, informações e cópias, atas de reuniões e solicitações de serviços. A intervenção dos funcionários em todo o processo também foi observada, como a cooperação entre os mesmos, repasse e registro de informações, controle 63

17 da documentação, interatividade entre as diferentes áreas e participação nas definições técnicas dos projetos. Optou-se ainda pela elaboração de entrevistas semiestruturada com os três diferentes setores da empresa. Com diferentes roteiros para as pesquisas, um para a entrevista com a área: administrativa atividade de controle financeiro e rotinas administrativas e técnicas (projetos hidráulicos e elétricos). A etapa de análise do fluxo de informações possibilitou identificar os fluxos de atividades da empresa, desde as que geram valor ou não, mas que apoiam o processo até as que não têm valor significativo e geram os desperdícios que ocorrem entre as atividades no escritório. O levantamento bibliográfico permitiu afirmar que a maior parte das atividades na área administrativa diz respeito à geração de informações e a elaboração de um quadro comparativo dos principais desperdícios identificados com base na classificação proposta por Lareau (2002). Finalmente, termina-se o artigo com os resultados e dados analisados discutem o que foi identificado na empresa pesquisada. Além de lista as recomendações da equipe. 7. ESTUDO DE CASO O estudo de caso foi desenvolvido em maio de 2010 em um escritório de projetos de engenharia que atua no mercado desde A empresa conta com uma equipe de dezoito pessoas entre sócios, técnicos e administrativo, distribuída em uma sede térrea com aproximadamente 300m 2. A administração da empresa é realizada pelos sócios que acumulam também a função de diretores técnicos. No setor de projetos, para cada área de atuação da empresa, além dos diretores técnicos atuam os projetistas que são os responsáveis pela qualidade 64

18 técnica dos trabalhos e são assistidos pelos auxiliares técnicos e estagiários. Na Figura 3 é apresentado o organograma da empresa. Figura 3 Organograma do escritório de projetos Diretor Técnico / Administrativo Setor Administrativo Setor Técnico - Secretária - Assistente Recepcionista - Office Boy Hidráulica - Diretor Técnico - Projetistas - Auxiliar Técnico - Estagiários Elétrica - Diretor Técnico - Projetistas - Auxiliar Técnico - Estagiários Fonte: Autores, O escritório tem como atividade fim a elaboração de Projetos Elétricos, Telefônicos, Hidráulicos e de Prevenção Contra Incêndios de edifícios residenciais, edifícios de escritórios, hotéis, hospitais, shopping, escolas, indústrias etc., com atuação nacional e em Angola. As principais etapas de desenvolvimento do projeto são: Etapa 1: Após aprovada a proposta pelo cliente, o setor administrativo controla o fluxo de informações através de uma ficha de organização de dados, que é constituída pelos seguintes templates: - dados do contratante; - dados dos profissionais envolvidos no projeto; - check list das premissas para desenvolvimento do projeto; 65

19 - check list para a conferência final do projeto; - controle de arquivos e informações recebidas; - controle de arquivos e informações enviadas; - controle de solicitação de cópias; - trâmite de aprovação de projeto junto às Concessionárias, Corpo de Bombeiros e Secretaria Municipal de Obras Públicas (SMOP); - atas de reunião; - registro de solicitações do cliente e ou profissionais envolvidos. O fluxograma da Figura 4 representa as etapas principais do processo de desenvolvimento de projeto na empresa. Figura 4 Fluxograma de desenvolvimento do projeto Fonte: Autores,

20 O controle dos templates é realizado pelo setor administrativo enquanto o preenchimento dos dados de engenharia é feito pelo setor técnico. O fluxograma da empresa, que auxilia a compreensão da pesquisa, mostra que há um fluxo de informações. Este está presente em todas as atividades da empresa garantindo a transferência de conhecimento e as orientações necessárias, para que não sejam gerados os desperdícios citados no quadro 1. Etapa 2: Recebidos os dados necessários, inicia-se pelo setor técnico o desenvolvimento do projeto e paralelamente busca-se os estudos de viabilidade de implantação da obra junto as concessionárias. É de responsabilidade do setor administrativo o acompanhamento da liberação da documentação das concessionárias. Etapa 3: De posse dos estudos de viabilidade e dos projetos complementares é desenvolvido o anteprojeto e eventuais dúvidas são esclarecidas em reuniões técnicas finalizando com a aprovação do cliente. Etapa 4: Com o anteprojeto, finaliza-se o projeto executivo buscando aprovação nos órgãos públicos e concessionárias. Foram identificadas por meio de análise documental, observação direta e entrevistas que existe um fluxo paralelo de informações entre as atividades, na qual é possível identificar aquelas que agregam valor e as que não agregam. Além disso, separaram-se quais são necessárias e aquelas que podem ser eliminadas, além dos principais desperdícios. O Quadro 2 apresenta os detalhes e desperdícios das atividades principais da empresa estudada. Quadro 2 Principais atividades da empresa Atividade Entrada Responsável pelo Processamen to Proposta de serviço Solicitação do Diretoria e cliente Setor Saída Definição de Custo e Desperdício Alinhamento de objetivos 67

ESCRITÓRIO ENXUTO (LEAN OFFICE)

ESCRITÓRIO ENXUTO (LEAN OFFICE) ESCRITÓRIO ENXUTO (LEAN OFFICE) Jeferson Duarte Oliveira * Este artigo tem como objetivo fazer uma revisão bibliográfica das mais importantes formas de desperdício nos escritórios e apresentar os métodos

Leia mais

LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS

LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING SUPPLY CHAIN (INCLUI LOGÍSTICA) 2 2 INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING 3 INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING Pensar fora da caixa... Lean

Leia mais

CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN

CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN ISSN 1984-9354 CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN HELOIZA PIASSA BENETTI (UTFPR) Ildeivan da Silva Junior (UTFPR) Eduardo Bellei (UTFPR) Resumo Nesta pesquisa,

Leia mais

Relato de um caso dos primeiros passos sobre a aplicação da produção enxuta em processos administrativos

Relato de um caso dos primeiros passos sobre a aplicação da produção enxuta em processos administrativos Relato de um caso dos primeiros passos sobre a aplicação da produção enxuta em processos administrativos Eberson de Andrade Moreira (SULZER) eng_eberson@hotmail.com Paulo Augusto Cauchick Miguel (USP)

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE ENGENHARIA DE SOROCABA TÍTULO: UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES DEDICADOS PARA O DESENVOLVIMENTO E ELABORAÇÃO DO MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR (MFV) EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO ENXUTA LEAN PRODUCTION CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

LEAN OFFICE: APLICAÇÃO DA MENTALIDADE ENXUTA EM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS DE UMA EMPRESA DO SETOR METAL- MECÂNICO

LEAN OFFICE: APLICAÇÃO DA MENTALIDADE ENXUTA EM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS DE UMA EMPRESA DO SETOR METAL- MECÂNICO XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. LEAN OFFICE: APLICAÇÃO DA MENTALIDADE ENXUTA EM PROCESSOS ADMINISTRATIVOS DE UMA EMPRESA DO SETOR METAL- MECÂNICO Raul Landmann (UNIVILLE) holiland.joi@terra.com.br

Leia mais

LEAN MANUFACTURING: REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS E A PADRONIZAÇÃO DO PROCESSO RESUMO. Palavras-Chaves: Lean Manufacturing. Cronoanálise. Padronização.

LEAN MANUFACTURING: REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS E A PADRONIZAÇÃO DO PROCESSO RESUMO. Palavras-Chaves: Lean Manufacturing. Cronoanálise. Padronização. LEAN MANUFACTURING: REDUÇÃO DE DESPERDÍCIOS E A PADRONIZAÇÃO DO PROCESSO Daiane Maciel Rezende ¹ Jessica Freitas da Silva ² Sheila Marcela Miranda ³ Anderson Barros 4 RESUMO O objetivo deste artigo é de

Leia mais

(LOQ4208) Processos da Indústria de Serviços 05 Lean Office

(LOQ4208) Processos da Indústria de Serviços 05 Lean Office Processos da Indústria de Serviços (LOQ4208) 5 Lean Office Isto não é... LEAN OFFICE 1 Aqui parece ser... LEAN OFFICE Lean Thinking: Os 5 Princípios Fundamentais 1. Definir o que é VALOR sob a ótica do

Leia mais

Considerações sobre a Parte I - Histórico e componentes do lean, 74

Considerações sobre a Parte I - Histórico e componentes do lean, 74 Sumário Prefácio, xi Introdução, 1 Parte I - HISTÓRICO E COMPONENTES DO LEAN, 5 1 Conceito Enxuto: das Origens à Consolidação, 6 As indústrias da produção em massa, 8 Crise na indústria automobilística

Leia mais

Kanban na Fábrica de Software

Kanban na Fábrica de Software Kanban na Fábrica de Software Casimiro Beleze (UEM) casimirobeleze@hotmail.com Lafaiete H. R. Leme (UEM) lafaiete@din.uem.br Resumo: Este trabalho apresenta um enfoque diferenciado para o gerenciamento

Leia mais

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING MANUFATURA ENXUTA DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING A ORIGEM DA PALAVRA LEAN O termo LEAN foi cunhado originalmente no livro A Máquina que Mudou o Mundo de Womack, Jones e Roos, publicado nos EUA em 1990.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Lean; utilização otimizada de recursos garante sucesso na gestão de projetos.

Gerenciamento de Projetos Lean; utilização otimizada de recursos garante sucesso na gestão de projetos. Gerenciamento de Projetos Lean; utilização otimizada de recursos garante sucesso na gestão de projetos. Artigo apresentado para conclusão do curso de Pós-MBA em Gerenciamento Avançado de Projetos, na instituição

Leia mais

APLICAÇÃO DA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE

APLICAÇÃO DA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ISSN 1984-9354 APLICAÇÃO DA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE Danielle Meireles de Oliveira, Mariana Del Carlo Pereira (Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG)

Leia mais

DIAGNÓSTICO DE UM PROCESSO DE COMPRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR PÚBLICO SOB A ÓTICA DO LEAN OFFICE

DIAGNÓSTICO DE UM PROCESSO DE COMPRAS DE UMA EMPRESA DO SETOR PÚBLICO SOB A ÓTICA DO LEAN OFFICE XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro

Leia mais

METODOLOGIA LEAN APLICADA AO PROCESSO DE PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS EM UMA EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES

METODOLOGIA LEAN APLICADA AO PROCESSO DE PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS EM UMA EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES ISSN 1984-9354 METODOLOGIA LEAN APLICADA AO PROCESSO DE PRIORIZAÇÃO DE PROJETOS EM UMA EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES Deyse Maria Peixoto Ribeiro Duarte (LATEC/UFF) Resumo: A área de Tecnologia da Informação

Leia mais

Aplicação dos Conceitos de Lean Office no Setor Administrativo Público

Aplicação dos Conceitos de Lean Office no Setor Administrativo Público Aplicação dos Conceitos de Lean Office no Setor Administrativo Público Ricardo de Carvalho Turati (EESC/USP) rcturati@yahoo.com.br Marcel Andreotti Musetti (EESC/USP) musetti@prod.eesc.usp.br Resumo Os

Leia mais

ESTUDO DO SETOR DE SUPRIMENTOS DE UMA CONSTRUTORA COM ABORDAGEM NO LEAN OFFICE

ESTUDO DO SETOR DE SUPRIMENTOS DE UMA CONSTRUTORA COM ABORDAGEM NO LEAN OFFICE ESTUDO DO SETOR DE SUPRIMENTOS DE UMA CONSTRUTORA COM ABORDAGEM NO LEAN OFFICE ROSSITI, Ivan Sanchez Malo (1); SERRA, Sheyla Mara Baptista (2) (1) Universidade Federal de São Carlos, telefone: (15) 991032605,

Leia mais

FACULDADE DE JAGUARIÚNA

FACULDADE DE JAGUARIÚNA Redução de estoques em processos na linha de terminais móveis de pagamento eletrônico Renata da Silva Alves (Eng. De Produção - FAJ) alvesresilva@gmail.com Prof. Me. Eduardo Guilherme Satolo (Eng. De Produção

Leia mais

METODOLOGIA LEAN DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: UMA VISÃO GERAL

METODOLOGIA LEAN DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: UMA VISÃO GERAL METODOLOGIA LEAN DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE: UMA VISÃO GERAL Guilherme Vota Pereira guivotap@hotmail.com Prof. Pablo Schoeffel, Engenharia de Software Aplicada RESUMO: Este artigo irá efetuar uma abordagem

Leia mais

LEAN OFFICE: ESTUDO DA APLICABILIDADE NA SEÇÃO DE ESTÁGIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR.

LEAN OFFICE: ESTUDO DA APLICABILIDADE NA SEÇÃO DE ESTÁGIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR. LEAN OFFICE: ESTUDO DA APLICABILIDADE NA SEÇÃO DE ESTÁGIOS DE UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO SUPERIOR. Mariana Cristine Clemente; mariana.clemente@fatec.sp.gov.br; Fatec Sorocaba. Orientador: Lauro

Leia mais

O Seis Sigma como apoio a Estratégia Organizacional

O Seis Sigma como apoio a Estratégia Organizacional 1 O Seis Sigma como apoio a Estratégia Organizacional Andre Rodrigues da SILVA 1 Introdução A produção em massa revolucionou a fabricação na metade do século XIX e esta filosofia foi explorada por grandes

Leia mais

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA FILOSOFIA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ABSTRACT

ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA FILOSOFIA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ABSTRACT ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA FILOSOFIA LEAN CONSTRUCTION EM EMPRESAS DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE ANALYSIS OF APPLICATION OF PHILOSOPHY IN LEAN CONSTRUCTION COMPANIES

Leia mais

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico

Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Análise da Utilização de Conceitos de Produção Enxuta em uma Pequena Empresa do Setor Metal Mecânico Matheus Castro de Carvalho (matheus_c_carvalho@hotmail.com / CESUPA) Resumo: A aplicação dos conceitos

Leia mais

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO

JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO JUST IN TIME: UMA DAS FERRAMENTAS DE OTIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO O presente artigo, mostra de forma clara e objetiva os processos da ferramenta Just in time, bem como sua importância para a área de produção.

Leia mais

Introdução ao Lean Manufacturing. Dário Spinola

Introdução ao Lean Manufacturing. Dário Spinola Introdução ao Lean Manufacturing Dário Spinola Dário Uriel P. Spinola Sócio da Táktica Consultoria em Manufatura MBA em Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA/FEA USP Mestrando e Engenheiro de Produção

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

Implementação do programa 5S, como elemento do lean administrativo, no almoxarifado da FCM/UNICAMP

Implementação do programa 5S, como elemento do lean administrativo, no almoxarifado da FCM/UNICAMP Implementação do programa 5S, como elemento do lean administrativo, no almoxarifado da FCM/UNICAMP Adalberto da Cruz Lima (UFPA) aclima@fem.unicamp.br Paulo Corrêa Lima (UNICAMP) plima@fem.unicamp.br Resumo:

Leia mais

19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS LEAN MANUFACTURING E SIX SIGMA NAS EMPRESAS DE PIRACICABA E REGIÃO

19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS LEAN MANUFACTURING E SIX SIGMA NAS EMPRESAS DE PIRACICABA E REGIÃO 19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS LEAN MANUFACTURING E SIX SIGMA NAS EMPRESAS DE PIRACICABA E REGIÃO Autor(es) THIAGO GUIMARAES AOQUI Orientador(es) IRIS BENTO

Leia mais

Questionário - Proficiência Clínica

Questionário - Proficiência Clínica Tema: Elaborador: ENGENHARIA DE PROCESSOS NO LABORATÓRIO CLÍNICO Fernando de Almeida Berlitz. Farmacêutico-Bioquímico (UFRGS). MBA Gestão Empresarial e Marketing (ESPM). Lean Six Sigma Master Black Belt.

Leia mais

TÍTULO: GESTÃO DA PRODUÇÃO COM FOCO NA MANUFATURA ENXUTA MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS ATRAVÉS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO

TÍTULO: GESTÃO DA PRODUÇÃO COM FOCO NA MANUFATURA ENXUTA MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS ATRAVÉS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO TÍTULO: GESTÃO DA PRODUÇÃO COM FOCO NA MANUFATURA ENXUTA MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS ATRAVÉS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE MANUFATURA ENXUTA EM UM PROCESSO PRODUTIVO: Um Estudo de Caso em uma Indústria Eletromecânico

A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE MANUFATURA ENXUTA EM UM PROCESSO PRODUTIVO: Um Estudo de Caso em uma Indústria Eletromecânico A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE MANUFATURA ENXUTA EM UM PROCESSO PRODUTIVO: Um Estudo de Caso em uma Indústria Eletromecânico Pedro Augusto da Cunha Prof. Dani Marcelo Nonato Marques Tecnologia em Produção

Leia mais

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso

Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Análise de Processos do PMBOK em uma Fábrica de Software Um Estudo de Caso Carlos Alberto Rovedder, Gustavo Zanini Kantorski Curso de Sistemas de Informação Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Campus

Leia mais

1. Conceitos e Definições 2. Administração da Produção 3. Planejamento, Programação e Controle da Produção

1. Conceitos e Definições 2. Administração da Produção 3. Planejamento, Programação e Controle da Produção 1. Conceitos e Definições 2. Administração da Produção 3. Planejamento, Programação e Controle da Produção Administrar a produção é algo mais complexo do que simplesmente administrar. São necessários além

Leia mais

Por que Lean & Six Sigma?

Por que Lean & Six Sigma? CONTEÚDO DA PALESTRA O O que é LEAN? O O que é Six Sigma? Por que? LEAN LEAN ORIGEM DO LEAN A metodologia Lean já existe há algum tempo: A Ford foi pioneira no início do século XX 33 horas para concluir

Leia mais

A importância da logística num ambiente de lean production

A importância da logística num ambiente de lean production A importância da logística num ambiente de lean production Alessandro Lucas da Silva (EESC-USP) als@sc.usp.br Gilberto Miller Devós Ganga (EESC-USP) gilberto_mdg@yahoo.com.br Resumo O bom desempenho de

Leia mais

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto TPM Total Productive Maintenance ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto Histórico e panorâmica da sistemática Surgida no Japão, é considerada evolução natural da manutenção corretiva (reativa)

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção

Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Conceitos básicos Aula 09 Conteúdo do Módulo Aula 1 (30/04): Conceitos básicos Importância do Planejamento Lean Construction: conceitos e exemplos práticos Aula 2 (05/05):

Leia mais

Processo sistêmico de organização e padronização das atividades relacionadas ao processo de produção

Processo sistêmico de organização e padronização das atividades relacionadas ao processo de produção Bosch Processo sistêmico de organização e padronização das atividades relacionadas ao processo de produção por Douglas Costa Ferreira Mestre em Engenharia Mecânica pela UFPR - Universidade Federal do Paraná

Leia mais

FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA

FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA FUNDAMENTOS DA EMPRESA ENXUTA Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br O QUE ESTÁ POR TRÁS DA IDÉIA DE EMPRESA ENXUTA? ELIMINAÇÃO DE TODO TIPO DE DESPERDÍCIO NO SUPPLY VELOCIDADE FLEXIBILIDADE QUALIDADE

Leia mais

LEAN OFFICE APLICADO EM UM PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE AEROESPACIAL

LEAN OFFICE APLICADO EM UM PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE AEROESPACIAL LEAN OFFICE APLICADO EM UM PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE AEROESPACIAL Grasiele Oliveira Alves Cardoso (ITA) grasieleoc2@yahoo.com.br Joao Paulo Estevam de Souza

Leia mais

JOGO DE NEGÓCIO SIMULADOR DOS EFEITOS POSITIVOS DA APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS LEAN PARA FUNCIONÁRIOS OPERACIONAIS E LIDERANÇAS DO CHÃO DE FÁBRICA

JOGO DE NEGÓCIO SIMULADOR DOS EFEITOS POSITIVOS DA APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS LEAN PARA FUNCIONÁRIOS OPERACIONAIS E LIDERANÇAS DO CHÃO DE FÁBRICA JOGO DE NEGÓCIO SIMULADOR DOS EFEITOS POSITIVOS DA APLICAÇÃO DAS FERRAMENTAS LEAN PARA FUNCIONÁRIOS OPERACIONAIS E LIDERANÇAS DO CHÃO DE FÁBRICA Gece Wallace Santos Reno (UFSCar) gece.reno@uol.com.br Carolina

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS. "Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem." O que é um projeto? Prof. Me. Francisco César Vendrame. W.

GESTÃO DE PROJETOS. Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem. O que é um projeto? Prof. Me. Francisco César Vendrame. W. GESTÃO DE PROJETOS Prof. Me. Francisco César Vendrame "Quando o mar está calmo, qualquer barco navega bem." W. Shakespeare O que é um projeto? Projeto é um empreendimento não repetitivo (único), caracterizado

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO PENSAMENTO ENXUTO PARA O DIAGNÓSTICO E PROPOSIÇÃO DE MELHORIAS NO GERENCIAMENTO DE HOTÉIS

UTILIZAÇÃO DO PENSAMENTO ENXUTO PARA O DIAGNÓSTICO E PROPOSIÇÃO DE MELHORIAS NO GERENCIAMENTO DE HOTÉIS UTILIZAÇÃO DO PENSAMENTO ENXUTO PARA O DIAGNÓSTICO E PROPOSIÇÃO DE MELHORIAS NO GERENCIAMENTO DE HOTÉIS Karine Borges de Oliveira (UNISAL/LO) karineborges.eng@gmail.com Eduardo Ferro dos Santos (USP/EEL)

Leia mais

Guia básico para implementação da PRODUÇÃO ENXUTA. Reduza suas perdas e melhore seus resultados.

Guia básico para implementação da PRODUÇÃO ENXUTA. Reduza suas perdas e melhore seus resultados. Guia básico para implementação da PRODUÇÃO ENXUTA Reduza suas perdas e melhore seus resultados. INSTITUCIONAL A Consustec é uma empresa com menos de um ano de mercado, com espírito jovem e um time extremamente

Leia mais

MAPEAMENTO DO FLUXO DO PRODUTO PARA PROJETOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS

MAPEAMENTO DO FLUXO DO PRODUTO PARA PROJETOS DE REDUÇÃO DE CUSTOS !"#! $&%(')%(*+-,.0/-1)%3254768%3.09-*47:-1);=4-?@1)2A:-, B(C 4-+-4ED(4-F-* %3, 'HGI%>+-*.>;=

Leia mais

Algumas ferramentas para a Logística Enxuta [8 de 11]

Algumas ferramentas para a Logística Enxuta [8 de 11] Algumas ferramentas para a Logística Enxuta [8 de 11] Rogério Bañolas Consultoria ProLean Logística Enxuta Nos artigos anteriores vimos que a Logística Enxuta é uma abordagem prática. Por isso, os profissionais

Leia mais

LEAN MANUFACTURING FERRAMENTAS E APLICAÇÕES EM PROCESSOS PRODUTIVOS E TRANSACIONAIS

LEAN MANUFACTURING FERRAMENTAS E APLICAÇÕES EM PROCESSOS PRODUTIVOS E TRANSACIONAIS LEAN MANUFACTURING FERRAMENTAS E APLICAÇÕES EM PROCESSOS PRODUTIVOS E TRANSACIONAIS Semana LIAG Limeira: 09/05/2011 1 Apresentação Palestrante: José Augusto Buck Marcos Engenheiro com formação e especialização

Leia mais

Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br )

Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br ) Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br ) Agenda Conceitos básicos Necessidade de usar Lean IT Ambiente Benefícios para melhoria

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA HÍBRIDO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO: INTEGRANDO KANBAN E MRPII

TÍTULO: SISTEMA HÍBRIDO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO: INTEGRANDO KANBAN E MRPII Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA HÍBRIDO DE GESTÃO DA PRODUÇÃO: INTEGRANDO KANBAN E MRPII CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:

Leia mais

O Gerenciamento de Projetos na abordagem do

O Gerenciamento de Projetos na abordagem do Seminário de Desenvolvimento de Gestores de Programas e Projetos Fórum QPC O Gerenciamento de Projetos na abordagem do PMI - Project Management Institute Marco Antônio Kappel Ribeiro Presidente do PMI-RS

Leia mais

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade

Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Aula 7 Elaboração do Plano de Gerenciamento da Qualidade Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam definir termos e conceitos da qualidade. Para tal, pretende-se discutir a relação que se estabelece

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS NO FLUXO DE VALOR UM ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE ELETRODOMÉSTICOS

ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS NO FLUXO DE VALOR UM ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE ELETRODOMÉSTICOS ELIMINAÇÃO DE DESPERDÍCIOS NO FLUXO DE VALOR UM ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE ELETRODOMÉSTICOS Rodrigo Ramos Alves denes@netpar.com.br Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná CEFET-PR Av.

Leia mais

APLICAÇÃO DO MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR VERDE NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

APLICAÇÃO DO MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR VERDE NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL APLICAÇÃO DO MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR VERDE NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL Caio Luciano Migliato Faculdade de Engenharia Ambiental e Sanitária CEATEC Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias

Leia mais

PMBok x PRINCE2. Flávia David de Oliveira Gomes. Prof. Msc. Guilherme A. Barucke Marcondes. Víctor Hugo Rodrigues de Barros

PMBok x PRINCE2. Flávia David de Oliveira Gomes. Prof. Msc. Guilherme A. Barucke Marcondes. Víctor Hugo Rodrigues de Barros PMBok x Flávia David de Oliveira Gomes Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel flavia@cp2ejr.com.br Prof. Msc. Guilherme A. Barucke Marcondes Instituto Nacional de Telecomunicações - Inatel guilherme@inatel.br

Leia mais

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação

Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação Benefícios! Quais são? Eliminação de desperdícios Otimização do espaço Facilidade no acesso a materiais de trabalho Prevenção de quebras e acidentes Redução ou eliminação de condições e atos inseguros

Leia mais

Entrevista Lean Six Sigma com David Vicentin (para compor reportagem da Revista Banas Qualidade julho/2010)

Entrevista Lean Six Sigma com David Vicentin (para compor reportagem da Revista Banas Qualidade julho/2010) Entrevista Lean Six Sigma com David Vicentin (para compor reportagem da Revista Banas Qualidade julho/2010) 1) Fale a respeito de sua formação profissional e atuação. Sou engenheiro de produção pela Escola

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA APLICAÇÃO DA LEAN CONSTRUCTION EM CONSTRUTORAS DAS CIDADES DE SÃO CARLOS E SÃO PAULO - SP

DIAGNÓSTICO DA APLICAÇÃO DA LEAN CONSTRUCTION EM CONSTRUTORAS DAS CIDADES DE SÃO CARLOS E SÃO PAULO - SP DIAGNÓSTICO DA APLICAÇÃO DA LEAN CONSTRUCTION EM CONSTRUTORAS DAS CIDADES DE SÃO CARLOS E SÃO PAULO - SP Henrique de Albuquerque Francisco (1) ; Sheyla Mara Baptista Serra (2) ; Itamar Aparecido Lorenzon

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Diretor da NKB Medicina Diagnóstica

Declaração de Conflitos de Interesse. Diretor da NKB Medicina Diagnóstica Declaração de Conflitos de Interesse Diretor da NKB Medicina Diagnóstica Lean na Microbiologia Conceito de Lean Cláudio Pereira Diretor Regional NKB RJ Agenda Lean Thinking Sistema de Produção da Toyota

Leia mais

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010 Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º. Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com Semana 15 e 16 Controle e Técnicas de controle de qualidade

Leia mais

MELHORIA DE PRODUTIVIDADE NO SETOR DE ATENDIMENTO AO CLIENTE DE UMA PRODUTORA DE SOFTWARE ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA LEAN OFFICE

MELHORIA DE PRODUTIVIDADE NO SETOR DE ATENDIMENTO AO CLIENTE DE UMA PRODUTORA DE SOFTWARE ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA LEAN OFFICE MELHORIA DE PRODUTIVIDADE NO SETOR DE ATENDIMENTO AO CLIENTE DE UMA PRODUTORA DE SOFTWARE ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA LEAN OFFICE Thiago Oliveira de Barros (UniSEB ) thioliveira.barros@gmail.com

Leia mais

LEAN SUPPLY CHAIN. UM ESTUDO SOBRE O PENSAMENTO ENXUTO APLICADO AO GERENCIAMENTO DE UMA CADEIA DE SUPRIMENTOS

LEAN SUPPLY CHAIN. UM ESTUDO SOBRE O PENSAMENTO ENXUTO APLICADO AO GERENCIAMENTO DE UMA CADEIA DE SUPRIMENTOS LEAN SUPPLY CHAIN. UM ESTUDO SOBRE O PENSAMENTO ENXUTO APLICADO AO GERENCIAMENTO DE UMA CADEIA DE SUPRIMENTOS João Augusto Machado de Lima (UFSC) joao_augustol@yahoo.com.br Luis Felipe Toccheto de Castro

Leia mais

Ecogerma 2012 Lean Production na redução de uso de recursos em processos produtivos

Ecogerma 2012 Lean Production na redução de uso de recursos em processos produtivos Ecogerma 2012 Lean Production na redução de uso de recursos em processos produtivos Paulino G. Francischini pgfranci@usp.br Conteúdo 1. Conceito de Lean Production 2. Desperdícios no processos produtivo

Leia mais

SUCESSO JAPONÊS E GESTÃO DO CONHECIMENTO: COMO AS FORMAS DO CONHECIMENTO EXPLÍCITO SE TRADUZEM ATRAVÉS DAS FERRAMENTAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO

SUCESSO JAPONÊS E GESTÃO DO CONHECIMENTO: COMO AS FORMAS DO CONHECIMENTO EXPLÍCITO SE TRADUZEM ATRAVÉS DAS FERRAMENTAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO SUCESSO JAPONÊS E GESTÃO DO CONHECIMENTO: COMO AS FORMAS DO CONHECIMENTO EXPLÍCITO SE TRADUZEM ATRAVÉS DAS FERRAMENTAS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO Liliane Dolores Fagundes (UNIS) engenhariadeproducao@unis.edu.br

Leia mais

LEAN OFFICE: UMA APLICAÇÃO EM COMPRAS INDIRETAS

LEAN OFFICE: UMA APLICAÇÃO EM COMPRAS INDIRETAS LEAN OFFICE: UMA APLICAÇÃO EM COMPRAS INDIRETAS Resumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar a aplicação do Lean Office dentro de um setor de compras indiretas, visando aprimorar o mapeamento

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: O LEAN MANUFACTURING NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: O LEAN MANUFACTURING NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA: O LEAN MANUFACTURING NA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Marco Antonio Equi marcoequi@hotmail.com FESA Hugo Pissaia Junior hugo.planejamento@sampel.com.br FESA Resumo:No atual cenário vivido

Leia mais

Lean IT. Pensamento Enxuto para construção de times de TI de Alta Performance. www.livroleanit.com

Lean IT. Pensamento Enxuto para construção de times de TI de Alta Performance. www.livroleanit.com Lean IT Pensamento Enxuto para construção de times de TI de Alta Performance www.livroleanit.com ALINHAMENTO DE EXPECTATIVAS ALINHAMENTO 1 ( O Segredo ) ALINHAMENTO 2 ( Sem tradução simultânea ) AGENDA...Você

Leia mais

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC.

PRODUÇÃO ENXUTA. Eng. Liane Freitas, MsC. PRODUÇÃO ENXUTA Eng. Liane Freitas, MsC. O que será visto neste capítulo? 1 O significado a filosofia JIT 2 O JIT versus a prática tradicional 3 As técnicas JIT de gestão 4 As técnicas JIT de planejamento

Leia mais

Palavras-chaves: Mapeamento de processos, Service Blueprint, Processos em serviços.

Palavras-chaves: Mapeamento de processos, Service Blueprint, Processos em serviços. APLICAÇÃO DO SERVICE BLUEPRINT COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE E MAPEAMENTO DE PROCESSOS EM SERVIÇOS, UM ESTUDO DE CASO EM UMA CONCESSIONÁRIA DE MÁQUINAS PESADAS Lydiane da Silva Santana (FPA) lydiane.santana@gmail.com

Leia mais

Ciclo de Formação e Treino em Manutenção e TPM

Ciclo de Formação e Treino em Manutenção e TPM Manutenção e A MANUTENÇÃO O PILAR ESSENCIAL DOS SISTEMAS PRODUTIVOS Não seria excelente se existisse um sistema de manutenção que reparasse o seu equipamento antes de ele avariar? Sim, pois quando os equipamentos

Leia mais

a) Identificação do órgão/unidade: Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas/Roraima)

a) Identificação do órgão/unidade: Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas/Roraima) a) Identificação do órgão/unidade: Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas/Roraima) b) E-mail para contato e envio de informações: vicente.tino@trt11.jus.br c) Nome do trabalho/projeto: Sistema

Leia mais

Conteúdo. Conceitos Básicos de Gestão da Produção. Contexto da gestão da produção na construção. Conceitos básicos de gestão da produção

Conteúdo. Conceitos Básicos de Gestão da Produção. Contexto da gestão da produção na construção. Conceitos básicos de gestão da produção Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Construção e Estruturas Especialização em Gerenciamento de Obras Conceitos Básicos de Gestão da Produção Conteúdo Contexto da gestão da

Leia mais

AGNALDO IZIDORO DE SOUZA UNIPAR agnaldo@unipar.br JAIR OTT UNIPAR jairott@gmail.com PABLO A. MICHEL UNIPAR pamichel@unipar.br

AGNALDO IZIDORO DE SOUZA UNIPAR agnaldo@unipar.br JAIR OTT UNIPAR jairott@gmail.com PABLO A. MICHEL UNIPAR pamichel@unipar.br A importância da aplicação de técnicas de gerenciamento de riscos em projetos de desenvolvimento de software: estudo de caso do sistema de controle de veículos AGNALDO IZIDORO DE SOUZA UNIPAR agnaldo@unipar.br

Leia mais

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING PARA MELHORIA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE ELETRODOMÉSTICOS: UM ESTUDO DE CASO

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING PARA MELHORIA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE ELETRODOMÉSTICOS: UM ESTUDO DE CASO APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DO LEAN MANUFACTURING PARA MELHORIA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO EM UMA EMPRESA DE ELETRODOMÉSTICOS: UM ESTUDO DE CASO Tayana Ortix Lopes (UFAM) tayanaortix@hotmail.com CLAUDIO DANTAS

Leia mais

Nos tempos atuais, diante da globalização, as

Nos tempos atuais, diante da globalização, as Usando o mapeamento do fluxo de valor para redução de desperdícios em um laboratório Ao aplicar o mapeamento do fluxo de valor (MFV) ao processo de atendimento aos clientes, identificou-se os desperdícios

Leia mais

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação

5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação 5Ss: Aplicação em Bibliotecas e Centros de Informação Introdução Década de 50 Japão tenta se reerguer da derrota sofrida na Segunda Grande. Profissionais dos Estados Unidos vão ao Japão a ensinar como

Leia mais

LAYOUT DE EMPRESAS E SEUS BENEFÍCIOS

LAYOUT DE EMPRESAS E SEUS BENEFÍCIOS LAYOUT DE EMPRESAS E SEUS BENEFÍCIOS Giovani Fernandes (UNISEP ) giofrs2@hotmail.com Rafael Strapazzon (UNISEP ) rafaeuh_@hotmail.com Andriele De Pra Carvalho (UTFPR ) andridpc@gmail.com O layout de uma

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Áurea Araujo Bruel, Msc candidate Engenheira Civil, Mestranda do PPGCC/UFPR e-mail aabruel@yahoo.com.br

Leia mais

PROJETO LEAN SIX SIGMA PARA ADEQUAÇÃO E CONTROLE DE WORK IN PROCESS (WIP) EM UMA INDÚSTRIA ELETROELETRÔNICA DO PÓLO INDUSTRIAL DE MANAUS

PROJETO LEAN SIX SIGMA PARA ADEQUAÇÃO E CONTROLE DE WORK IN PROCESS (WIP) EM UMA INDÚSTRIA ELETROELETRÔNICA DO PÓLO INDUSTRIAL DE MANAUS PROJETO LEAN SIX SIGMA PARA ADEQUAÇÃO E CONTROLE DE WORK IN PROCESS (WIP) EM UMA INDÚSTRIA ELETROELETRÔNICA DO PÓLO INDUSTRIAL DE MANAUS FÁBIO ANDRÉ DE FARIAS VILHENA (UFPA) vilhena.fabio@hotmail.com JOSÉ

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA: VISÃO TRADICIONAL X NEGÓCIOS BASEADOS EM PROJETOS Ana Carolina Freitas Teixeira¹ RESUMO O gerenciamento de projetos continua crescendo e cada

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE DESPERDÍCIOS ATRAVÉS DE FERRAMENTAS DE LEAN THINKING APLICADAS A ESTUDOS DE CASO DO FLUXO DE NEGÓCIOS

IDENTIFICAÇÃO DE DESPERDÍCIOS ATRAVÉS DE FERRAMENTAS DE LEAN THINKING APLICADAS A ESTUDOS DE CASO DO FLUXO DE NEGÓCIOS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. IDENTIFICAÇÃO DE DESPERDÍCIOS ATRAVÉS

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO ENXUTA COMO ESTRATÉGIA PARA SE ALCANÇAR A VANTAGEM COMPETITIVA

A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO ENXUTA COMO ESTRATÉGIA PARA SE ALCANÇAR A VANTAGEM COMPETITIVA A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO ENXUTA COMO ESTRATÉGIA PARA SE ALCANÇAR A VANTAGEM COMPETITIVA THE USAGE OF LEAN MANUFACTURING AS A STRATEGY TO ACHIEVE A COMPETITIVE ADVANTAGE James Figueiredo da Cruz

Leia mais

PREPARAÇÃO DO SETOR DE SUPORTE TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA EMPRESA DE OUTSOURCING DE IMPRESSÃO

PREPARAÇÃO DO SETOR DE SUPORTE TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA EMPRESA DE OUTSOURCING DE IMPRESSÃO PREPARAÇÃO DO SETOR DE SUPORTE TÉCNICO PARA CERTIFICAÇÃO ISO 9001: O CASO DE UMA EMPRESA DE OUTSOURCING DE IMPRESSÃO Alisson Oliveira da Silva (FAHOR) as000699@fahor.com.br Matheus Weizenman (FAHOR) mw000944@fahor.com.br

Leia mais

Estudo bibliométrico do conceito mini fábrica e célula de manufatura como diferencial das dimensões competitivas

Estudo bibliométrico do conceito mini fábrica e célula de manufatura como diferencial das dimensões competitivas Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Profissional: Desafios e Perspectivas Estudo bibliométrico do conceito mini fábrica e célula de manufatura como diferencial das dimensões competitivas JOSÉ MARTINO

Leia mais

Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six Sigma e de Gestão da Qualidade

Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six Sigma e de Gestão da Qualidade Página 1 de 6 NOTÍCIAS CARREIRAS & GESTÂO CURSOS & SEMINÁRIOS LIVROS DANÇA DAS CADEIRAS PESQUISAS COMPRAS ENTREVISTAS EM VÍDEO LAZER & TURISMO HOME Artigos Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six

Leia mais

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo.

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO JIT KANBAN - JIT Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. Técnica voltada para a otimização da produção. PODE SER APLICADA TANTO

Leia mais

MAPOFLUXOGRAMA DOS PROCESSOS DO SETOR DE ENGENHARIA DE UMA EMPRESA METAL MECÂNICA

MAPOFLUXOGRAMA DOS PROCESSOS DO SETOR DE ENGENHARIA DE UMA EMPRESA METAL MECÂNICA MAPOFLUXOGRAMA DOS PROCESSOS DO SETOR DE ENGENHARIA DE UMA EMPRESA METAL MECÂNICA Pablo Maicá Machado (FAMES) pablomaica@gmail.com Marcelo Pastoriza Tatsch (FAMES) marcelo.tatsch@metodistadosul.edu.br

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO ENXUTA E AS FERRAMENTAS DE ANÁLISE E MELHORIA DE DESEMPENHO: TQM, BSC.

A INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO ENXUTA E AS FERRAMENTAS DE ANÁLISE E MELHORIA DE DESEMPENHO: TQM, BSC. A INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO ENXUTA E AS FERRAMENTAS DE ANÁLISE E MELHORIA DE DESEMPENHO: TQM, BSC. Alessandro Lucas da Silva als@sc.usp.br Escola de Engenharia de São Carlos - USP Av. Trabalhador São-carlense,

Leia mais

Cartilha. Gestão de Projetos. Superintendência de Planejamento e Gestão SUPLAN Ministério Público do Estado de Goiás

Cartilha. Gestão de Projetos. Superintendência de Planejamento e Gestão SUPLAN Ministério Público do Estado de Goiás Cartilha Gestão de Projetos SUPLAN Ministério Público do Estado de Goiás Esta cartilha tem como objetivo transmitir os conceitos básicos relacionados ao Gerenciamento de Projetos e compartilhar da metodologia

Leia mais

APLICAÇÃO DA TÉCNICA CROSS DOCKING NA LOGÍSTICA DE EXPEDIÇÃO EM BUSCA DA REDUÇÃO DE TEMPO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

APLICAÇÃO DA TÉCNICA CROSS DOCKING NA LOGÍSTICA DE EXPEDIÇÃO EM BUSCA DA REDUÇÃO DE TEMPO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS APLICAÇÃO DA TÉCNICA CROSS DOCKING NA LOGÍSTICA DE EXPEDIÇÃO EM BUSCA DA REDUÇÃO DE TEMPO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Tatiane Vaz Ferreira Daudte 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira

Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira 1. Introdução Aula 5 Supply Chain Management (SCM) Gestão da cadeia de suprimentos Prof: Cleber A. de Oliveira Gestão de Sistemas de Informação Os estudos realizados nas disciplinas Gestão da Produção

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS 2ª OFICINA MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Lean Manufacturing é a busca da perfeição do processo através da eliminação de desperdícios Definir Valor Trabalhar

Leia mais

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO PLANEJADA NA COSIPA (1)

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO PLANEJADA NA COSIPA (1) EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO PLANEJADA NA COSIPA (1) Wilson Roberto Nassar (2) Siméia Mendes do Amparo Dias (3) RESUMO A eliminação das lacunas na gestão da manutenção, com base na metodologia TPM, possibilita

Leia mais

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE LEAN PRODUCTION EM UMA EMPRESA DO SETOR AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE LEAN PRODUCTION EM UMA EMPRESA DO SETOR AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE LEAN PRODUCTION EM UMA EMPRESA DO SETOR AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO Antonio Freitas Rentes rentes@sc.usp.br Escola de Engenharia de São Carlos - USP Av. Trabalhador São-carlense,

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO LEAN OFFICE: UMA APLICAÇÃO DE CASO NO SENAI- SANTA CATARINA.

IMPLANTAÇÃO DO LEAN OFFICE: UMA APLICAÇÃO DE CASO NO SENAI- SANTA CATARINA. ISSN 1984-9354 IMPLANTAÇÃO DO LEAN OFFICE: UMA APLICAÇÃO DE CASO NO SENAI- SANTA CATARINA. Carlos Fernando Martins (SENAI-FLORIANÓPOLIS) Vivian Doemer (SENAI-DR) Debora Xavier Kalfeltz Petri (SENAI-DR)

Leia mais

04/02/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Gestão de Projetos de TI. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 1.

04/02/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Gestão de Projetos de TI. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 1. Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Gestão de Projetos de TI Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 1.1 2 Introdução ao Gerenciamento de Projetos 3 1 Leitura

Leia mais

ANAIS MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR APLICADO AO SERVIÇO DE PÓS VENDA DE UMA CONCESSIONÁRIA DE AUTOMÓVEIS

ANAIS MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR APLICADO AO SERVIÇO DE PÓS VENDA DE UMA CONCESSIONÁRIA DE AUTOMÓVEIS MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR APLICADO AO SERVIÇO DE PÓS VENDA DE UMA CONCESSIONÁRIA DE AUTOMÓVEIS VILMAR NOGUEIRA DUARTE ( vilmarufms@yahoo.com.br ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA MARLOS VINICIUS

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DO LEAN OFFICE: ANÁLISE DE ESTUDOS DE CASOS Ana Célia Vidolin 1

IMPLEMENTAÇÃO DO LEAN OFFICE: ANÁLISE DE ESTUDOS DE CASOS Ana Célia Vidolin 1 IMPLEMENTAÇÃO DO LEAN OFFICE: ANÁLISE DE ESTUDOS DE CASOS Ana Célia Vidolin 1 RESUMO Apresenta estudo sobre os impactos da metodologia do lean office para o ambiente corporativo, buscando a eliminação

Leia mais