O Mundo é Plano UMA BREVE HISTÓRIA DO SÉCULO XXI. Thomas L. Friedman

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1 O Mundo é Plano UMA BREVE HISTÓRIA DO SÉCULO XXI Thomas L. Friedman Jomar Silva Julho 2007

2 Agenda Como o mundo se achatou Só um cochilo... Dez forças que achataram o mundo A tripla convergência A grande reestruturação Os Estados Unidos e o Mundo Plano Os Países em Desenvolvimento e o Mundo Plano As empresas e o Mundo Plano A Geopolítica e o Mundo Plano Uma dose de imaginação

3 Só um cochilo...

4 Só um cochilo... "Eu havia cochilado. Depois de 11 de setembro (...) quase todo o meu tempo foi dedicado ao mundo árabe e muçulmano. Perdi o rastro da globalização. (...) Esse achatamento quer dizer que estamos interligando todos os centros de conhecimento do planeta e costurando uma única rede global... Isso pode precipitar uma nova era notável de prosperidade e inovação. A globalização ascendeu a um patamar inédito" Thomas Friedman

5 Só um cochilo dias de filmagens e entrevistas com a equipe do Discovery Times. Objetivo da viagem: Entender porque os indianos estavam tirando os trabalhos dos americanos e se tornando referência em terceirização de serviços e TI. No campo de golf em Bangalore na Índia:...mire na Microsoft ou na IBM...

6 Só um cochilo...

7 Só um cochilo... Globalização 1.0: De 1492 a Viagem de Colombo ao Novo Mundo inaugurando o comercio entre o Novo e o Velho Mundo. Reduziu o mundo de grande para médio. Países e músculos. Potência muscular (força física) e criatividade em sua utilização. Motivados pela Religião e pelo Imperialismo. Questões: Como meu país se insere na concorrência e nas oportunidades globais? Como posso me globalizar e colaborar com outras pessoas, por intermédio do meu país?

8 Globalização 2.0: Só um cochilo... De 1800 a 2000 (interrompida apenas pela Grande Depressão e pelas duas Guerras Mundiais). Reduziu o mundo de médio para pequeno. Revolução Industrial e empresas multinacionais. Dividida em dois períodos: Primeira Metade: Queda nos custos de transporte (motor a vapor e ferrovias). Segunda Metade: Queda nos custos de comunicação (difusão do telégrafo, telefonia, PCs, cabos de fibra ótica e versão inicial da WWW). Grandes inovações em Hardware (de barcos a vapor a mainframes)

9 Globalização 2.0: Grandes questões: Só um cochilo... Como a minha empresa se insere na economia global? Como tira proveito das oportunidades? Como posso me globalizar e colaborar com outras pessoas, por intermédio da minha empresa?

10 Globalização 3.0: Só um cochilo... Iniciou por volta do ano Reduziu o mundo pequeno para minúsculo e aplainou o terreno. Forças dinâmicas: 1.0 Países 2.0 Empresas 3.0 Pessoas Principais meios: Software e redes óticas Questões: Como é que eu me posso, por minha conta própria, colaborar com outras pessoas, em âmbito global?

11 Só um cochilo... Outras diferenças: 1.0 e 2.0 lideradas por europeus e americanos. 3.0 participação na liderança de não-ocidentais e não-brancos. Novas oportunidades não apenas para indivíduos mas para empresas grandes e pequenas.

12 Só um cochilo... Exemplo prático: MphasiS Empresa indiana capacitada para a prestação de serviços contábeis para pessoas físicas, jurídicas e para o governo americano. Já atendem a diversos pequenos e médios escritórios de contabilidade americanos. Diferencial: Pessoas + Software + Processos 70mil contadores formados por ano na Índia a um custo mensal inicial de US$ 100. Declarações de IR americanas feitas na Índia: mil mil 2005 estimado em 400 mil O que sobrará aos americanos: Estratégias complexas e originais de planejamento tributário...

13 Só um cochilo... Laudos radiológicos de hospitais americanos são feitos por especialistas indianos, na Índia (durante a madrugada nos EUA) Estatísticas de mercado e notas massificadas da Reuters são feitas por jornalistas indianos: Análises mais básicas feitas por indianos. Custo de analista em NY US$ 80 mil. Custo de analista em Balgalore US$ 15 mil. Custo de infraestrutura em Bangalore é 1/5 de NY.

14 Só um cochilo... Call center indiano (24/7) 4 mil funcionários: Foco no mercado americano. Oferta de produtos (de cartões de crédito a pacotes telefônicos). Suporte (de extravio de bagagens até consumidores confusos). Maior duração de ligação registrada: 11 horas. Nomes americanos e aulas de sotaque. Na Índia, 245 mil indianos atendem ligações em call center Salário inicial US$ 200 (indo a US$ 400 em 6 meses). Custo inicial US$ 500 (indo a US$ 700 em 6 meses).

15 Só um cochilo... Ciclo de produtos: Pesquisa básica Pesquisa aplicada Incubação Desenvolvimento Testes Fabricação Distribuição Assistência técnica Desenvolvimento continuado Globalização da inovação pedidos de patentes nos EUA pelas unidades indianas da Cisco, Intel, IBM, Texas Instruments e GE

16 Só um cochilo... Na área de administração de empresas na Índia: 2,5 milhões de recém-formados por ano na Índia. 89 mil MBAs por ano. Na China (Dalian): Digitalização de plantas residenciais Donas de casa fazem digitação de documentos técnicos e laudos especializados Custo de eng. de software é 1/3 do custo japonês Atendente de call center custa US$ 90 por mês Base de terceirização do Japão e da Coréia Exportações de software crescem 50% ao ano Rota da produção ao desenvolvimento

17 Só um cochilo... JetBlue (Companhia aérea americana): Atendentes do call center do setor de reservas são senhoras trabalhando em casa (homesourcing). Experiência anterior do fundador demonstrou que quem trabalha tem produtividade e grau de satisfação 30% acima dos trabalhadores convencionais. Jornada de 25 horas semanais. Uma visita a empresa por mês para treinamento e atualização sobre o que a empresa está fazendo. Em 1997, 11,6 milhões de americanos trabalhavam em casa. Em 2004, 23,5 milhões (16% da força de trabalho do país) o fazem. Grande motivação: Redução de custos e aumento da eficácia. Achatamento até da hierarquia militar com uso de aviões teleguiados.

18 Só um cochilo... Centralização de atendimento de drive-thru de lanchonetes americanas. Resultado: 1 minuto e 5 segundos no atendimento remoto. 2 minutos e 36 segundos no atendimento tradicional. Jornalistas independentes (gravador de voz e camera digital como ferramentas de trabalho e uso de networking e blogs na web para divulgação)

19 Dez forças que achataram o mundo

20 Dez forças que achataram o mundo 1 - A queda do muro de Berlim: 9 de Novembro de 1989 Quando os muros ruíram e as janelas se abriam Iniciou a libertação dos povos dominados pelo Império Soviético: Governança democrática Livre mercado Fim do planejamento centralizado Chegou a Índia em 1991: De US$1bi para US$118bi em reservas (em dez anos) Da autoconfiança discreta para a ambição arrojada Proliferação de Pcs Proliferação do Windows Modems (CompuServe e America Online) Conectividade e trabalho colaborativo global

21 Dez forças que achataram o mundo 2 - Netscape foi para a bolsa: 9 de Agosto de O dia em que o Nestcape foi para a bolsa. Consolidação do browser e da World Wide Web (WWW). O IPO da Netscape despertou o mundo para a Internet (iniciou o boom). Permitiu o acesso de qualquer pessoa a Internet. Uma semana depois foi lançado o Windows 95 (suporte nativo ao protocolo TCP/IP Padrão Aberto) permitindo a qualquer aplicativo o acesso á Internet de forma simplificada. Potencialidade de desenvolvimento de e-sistemas (e-commerce, e- banking, e-stock, e-tec...) deflagrou o investimento maciço em redes de fibras óticas. Desregulamentação das Teles nos EUA em 1996: livre mercado.

22 Dez forças que achataram o mundo 2 - Netscape foi para a bolsa: O Mosaic ( semente do Nestcape) começou em 1992 com 12 usuários. Primeira versão comercial do Netscape lançada em Dezembro de 1994: Quem fosse da área de educação ou de organizações sem fins lucrativos poderia baixá-lo de graça. Pessoas físicas poderiam fazer uma avaliação gratuita por prazo ilimitado e comprá-lo em disco, caso desejassem. Empresas podiam avaliar o software por noventa dias. Segundo Marc Anderssen: A lógica subjacente era a seguinte: se você pode pagar por ele, pague. Se não, use mesmo assim. Netscape não era somente um browser, era uma suite para a Internet baseada em padrões abertos com o intuito de viabilizar a proliferação da utilização dos padrões abertos e frear as iniciativas proprietárias da Microsoft. Deflagrou ainda a adoção de padrões abertos de comunicação na Indústria de TI. Estimativa do IPO: US$ 14 por ação (foi fechado em US$ 56 no dia do IPO).

23 Dez forças que achataram o mundo 3 - Softwares de fluxo de trabalho: Vamos trocar figurinhas: Coloque o seu aplicativo para conversar com o meu Necessidade de fazer qualquer coisa de qualquer lugar. Surgimento do XML (linguagem de descrição de dados) e SOAP (protocolo para transporte de XML) ambos padrões abertos. Desenvolvimento de softwares para automatizar e/ou integrar processos. Pagamentos eletrônicos, comércio eletrônico, controle de manufatura, estoques, desenvolvimento e gestão de projetos e etc... Permite a explosão de tarefas, sua execução em qualquer lugar e sua integração final. Segundo Joel Cawley, estrategista da IBM: Não só passamos a nos comunicar entre nós numa escala sem precedentes, como agora podemos colaborar: criar coalizões, projetos e produtos juntos, como nunca antes.

24 Dez forças que achataram o mundo 4 - Código Aberto: Comunidades de colaboração que se Auto-Organizam Servidor Apache: Alan Cohen da IBM:... os caras da correspondência assumiram o controle!!! O Apache deixou para trás a IBM, Microsoft, Nestcape e Oracle. Servidor existente e mais usado na época (1997) era da NCSA não era completo (não tinha funções de autenticação), era de domínio público e foi abandonado pelos desenvolvedores originais. Desenvolvedores (hackers) que precisavam expandir as funcionalidades para seu uso próprio começaram a desenvolver patches para ele. A NCSA não conseguia centralizar e controlar os patches. Um grupo de desenvolvedores consultou a NCSA, juntou diversos patches já desenvolvidos e iniciaram um projeto de servidor web chamado Apache. Única obrigação: reconhecer a procedência.

25 Dez forças que achataram o mundo 4 - Código Aberto: Números do APACHE: Fonte:

26 Dez forças que achataram o mundo 4 - Código Aberto: Nenhum dos hackers tinha tempo integral para se dedicar ao projeto (era o meio e não o fim da sua sustentabilidade financeira). Grande parte dos envolvidos no projeto haviam contribuído com o IETF (Internet Engineering Task Force), força tarefa que desenvolve e mantém os padrões (abertos) da Internet. Nome Apache: Os índios Apache foram os últimos a se render ao governo americano. Trocadilho com a palavra APATCHY: cheio de patches Primeiro projeto de código aberto que chamou atenção de empresas e recebeu o respaldo da IBM.

27 Dez forças que achataram o mundo 4 - Código Aberto: Criaram a Apache Software Foundation (com suporte jurídico da IBM): Empresas poderiam desenvolver softwares com base no Apache e ganhar dinheiro com eles. Obrigações: Reconhecer a procedência e compartilhar as modificações Única contribuição solicitada da comunidade à IBM: Designar seus melhores engenheiros para contribuir com código (chegaram até a recusar alguns profissionais indicados pela IBM). Resultado para a IBM: Lançamento do WebSphere em julho de Movimento do software livre (Free Software Foundation - GNU/Linux). Outros exemplos de utilização do modelo: Wikipedia Redes de blogs e portais colaborativos CreativeCommons* * Não citado no livro

28 Dez forças que achataram o mundo 5 - Terceirização: O ano 2000 O excesso de capacidade de fibra ótica foi fundamental para a Índia. Não começou do zero: Fundado o primeiro dos sete Institutos Indianos de Tecnologia (IIT) em 1951 (critérios extremamente rígidos para entrada e aprovação de alunos). Desde 1953, 25 mil profissionais formados nas melhores escolas de engenharia Índia se estabeleceram nos EUA. Modelo: Profissionais indianos de sucesso nos EUA voltavam à Índia trazendo filiais das empresas ou contratos de terceirização. Início com a Texas Instruments (1985) e com a GE (início da década de 90). Na época os custos com telecomunicações eram muito elevados e a tecnologia disponível muito ultrapassada.

29 Dez forças que achataram o mundo 5 - Terceirização: Exemplos de serviços: Desenvolvimento de software para a GE. Digitação de livros para uma editora americana. Transcrições médicas (gravações de voz). Início da queda nos custos das comunicações Bug do milênio: Milhões de linhas de código para serem corrigidas. Trabalho tedioso e não conferia nenhuma vantagem competitiva (tudo isso ao menor custo possível). Início dos trabalhos entre empresas americanas e indianas em larga escala. Oportunidade para a Índia deixar sua marca no mundo. Bolha da Internet: Necessidade de desenvolvimento de inúmeras aplicações a baixo custo, gerenciamento de aplicativos de comércio eletrônico e mainframes.

30 Dez forças que achataram o mundo 5 - Terceirização: Estouro da bolha: fibra ótica sobrado...e recursos para investimentos desaparecendo. Na Índia: engenheiros de sobra que dominavam a língua inglesa e com experiência comprovada em desenvolvimento de software custando muito pouco quando comparados aos americanos. Com o estouro da bolha, muitos engenheiros indianos que estavam trabalhando temporariamente nos EUA voltaram para casa. Os orçamentos para desenvolvimento começaram a secar e os gestores tinham que fazer mais com menos e aí surgiu a sugestão: Lembra daquele indiano, o Vijay, que trabalhou na empresa nos áureos tempos, mas teve que voltar para a sua terra? Detalhe: Em alguns projetos, os computadores americanos podiam ser utilizados por engenheiros indianos durante a noite, evitando assim até a necessidade de investimentos em hardware...

31 Dez forças que achataram o mundo 6 - Offshoring: Correndo com os Antílopes e comendo com os Leões 11 de Dezembro de 2001: China entra para a OMC. Terceirização: uma função determinada. Offshoring: transferência de uma fábrica inteira. Em 1977 Deng Xiaoping declara: enriquecer é glorioso Empresas se estabeleceram na China Falta de regras claras (não OMC) Muitos dos primeiros investidores perderam tudo Década de 1980: Já que não posso vender para eles, porquê não utilizar aquela força de trabalho disciplinada para vender para os outros (exportar). Raciocínio de acordo com os anseios do Governo Chinês

32 Dez forças que achataram o mundo 6 - Offshoring: Uma vez iniciado o Offshoring, não houve alternativa aos demais (impossível competir em custos). Entrada na OMC assegurou às empresas estrangeiras a proteção pelas leis internacionais e práticas empresariais de praxe. Segundo Kenichi Ohmae (consultor de empresas japonês), só na área do delta do Zhu Jiang (norte de Hong Kong) é estimada a existência de 50 mil fabricantes de componentes eletrônicos. A China, ao mesmo tempo, uma ameaça, um cliente e uma oportunidade. É preciso internalizá-la para vencer. Não dá para ignorá-la. Países como a Malásia, a Tailândia, a Irlanda, o México, o Brasil e o Vietnã, que lhe fazem frente pensam: Caramba, melhor eu começar a oferecer estes mesmos incentivos

33 Dez forças que achataram o mundo 6 - Offshoring: Estudo do Conference Board americano revela que entre 1995 e 2002 o setor privado chinês (sem participação do governo): Aumentou a produtividade em 17% ao ano. O setor secundário perdeu 15 milhões de empregos (contra 2 milhões nos EUA). Com o aumento da produtividade fabril, a China perde empregos na indústria e ganha no setor de serviços, seguindo um padrão que há muitos anos ocorre no mundo desenvolvido. A longo prazo, sua verdadeira estratégia é superar os EUA e a Europa pelo alto: Capacitação maciça de profissionais (baixar o custo da sua infra estrutura física e de telecomunicações). Incentivos para atrair mais indústrias. De vendido na China para fabricado na China para desenhado na China e para sonhado na China. Baixo custo, alta qualidade e extrema eficiência em tudo.

34 Dez forças que achataram o mundo 7 - Cadeia de fornecimento: Comendo sushi no Arkansas Sede do Wal-Mart em Bentonville, Arkansas: Centro de distribuição de 110 mil m 2 20 Km de esteiras de transporte abastecidas 24 X 7 Leitura de códigos de barras e separação automática de mercadorias Quando o cliente passa com um produto pelo caixa, o fornecedor é automaticamente notificado (em qualquer parte do mundo). Só a HP vende 400 mil computadores nas 4 mil lojas do Wal-Mart espalhadas pelo mundo em um único dia na época de Natal. Transporte anual do Wal-Mart é de 2,3 bilhões de caixas pela sua cadeia de fornecimento. Cadeia de fornecimento = colaboração horizontal (do fabricante ao cliente) com vistas à geração de valor. Quanto mais a adoção de padrões avança, menores são os atritos na cadeia

35 Pioneira em monitoramento computadorizado das vendas e integração com fornecedores Dez forças que achataram o mundo 7 - Cadeia de fornecimento: Ambivalência entre papéis: consumidores x empregados. Problemas do Wal-Mart: Pressão por redução de custos nos fornecedores Problemas trabalhistas Fornecedores do mundo todo instalaram unidades próximas a sede do Wal-Mart (por isso o sushi no Arkansas). Modelo inicial: reduzir os custos em 2% e investir em volume. Em 2004: Ferramenta primordial: tecnologia Principal motivo: necessidade (Bentonville fica no meio do nada ) Comprou US$ 260 bi que passou por 108 centros de distribuição nos EUA atendendo às 3 mil lojas no país. Aprimoramento constante

36 Dez forças que achataram o mundo 7 - Cadeia de fornecimento: Adoção de RFID: Em Junho de 2003 notificou seus cem maiores fornecedores que até 1 de janeiro de 2005 todas as caixas e contêineres deveriam ter etiquetas inteligentes. Custo de 20 cents por etiqueta e por isso só é utilizada em caixas maiores Permitirá uma visão mais aguçada e dados mais precisos para alimentar o modelo de demanda. A cadeia de fornecimento se reconfigura de acordo com a necessidade (ex. Furacões) Correspondente bancário (longe do que temos no Brasil), com base nos serviços oferecidos aos funcionários. O Wal-Mart é a China do mundo empresarial: Chegaram a interferir na mudança de uma fábrica da Sanyo (o que a tornou os maiores produtores de TV no mundo). Exportação do modelo: rede Seiyu do Japão

37 Dez forças que achataram o mundo 8 - Internalização: O que é que aqueles caras de bermudão marrom andam fazendo Internalização (Insourcing): Nova forma de colaboração e criação horizontal de valor. Pequenos que pensam grande (e agem como tal). Auxilia os grande a agir pequeno. Elevado grau de integração entre empresas.

38 Dez forças que achataram o mundo 8 - Internalização: UPS: Proposta de pôr em sincronia as cadeias globais de fornecimento das empresas. Frota de 270 aeronaves (11 do mundo). US$ 36 bi de vendas. Envio de 13,5 milhões de pacotes por dia. Case de manutenção de notebooks Toshiba (retorno em 3 dias). Entrega de pizzas e coleta de ingredientes para a Papa John's. Nike on-line e Jockey.com. Impressoras HP. Peixes tropicais da Segrest Farms na Flórida. Entrou no ramo de soluções de comércio sincronizado em 1996 e já despedeu US$ 1bi em aquisições de 25 empresas globais (logística e frete). Principais clientes e parceiros: Pequenas empresas. Serviços de consultoria em logística. Recebem pagamentos mediante entrega e avaliação de produtos.

39 Dez forças que achataram o mundo 8 - Internalização: UPS: Distribuição de veículos da Ford desde 2001: Redução em 40% do tempo de entrega revendas nos EUA. Possui um think tank (Divisão de Pesquisas e Operações): Pesquisa de algoritmos para cadeia de fornecimento. Tecnologia de fluxo de pacotes. Equipe de 60 profissionais com diversos Ph.D.'s. Meteorologistas próprios e analistas de ameaças estratégicas. Maior usuária de tecnologia sem fio do mundo (mais de 1 M de telefonemas/dia pelos motoristas) 88 mil carros. Diariamente, 2% do PIB mundial encontram-se dentro de seus caminhões e carros. UPS Capital Financiamento de projetos de mudança de cadeia de fornecimento para clientes.

40 Dez forças que achataram o mundo 8 - Internalização: UPS: Monitoramento de pacotes feito pelos próprios clientes pela Internet: Custo anterior por chamada telefônica: US$ 2.10 Custo por consulta na Web: de US$ 0.05 a US$ Milhões de pedidos de rastreamento em dias normais. 12 Milhões de pedidos de rastreamento nos picos. Pranchetas eletrônicas (DIAD Driver Delivery Inf. Acquisition Dev.): Onde cada pacote está no caminhão. Localização da próxima entrega. Uso do GPS evita não permite a entrega de pacotes em endereços errados. Receita com a Internalização em 2003: US$ 2,4 bilhões.

41 Dez forças que achataram o mundo 9 - In-Formação: Google, Yahoo!, MSN Web Search Google: Não há palavra ou assunto isolados que responda por mais de 1 a 2% de todas as buscas no site. Acesso básico e universal a dados gerais de pesquisa. É uma força equalizadora (comparação com as bibliotecas). Única limitação: Utilização de computadores. In-Formação é o equivalente individual ao código aberto, à internalização, à cadeia de fornecimento e ao offshoring. Autocolaboração: busca por conhecimento, pessoas e comunidades. Expõe publicamente a vida das pessoas (não dá para se esconder)... Segundo Alan Cohen (VP da Airespace): O Google é igual a Deus: onipresente, onisciente e sem fio. Pode perguntar qualquer coisa, que ele terá a resposta

42 Dez forças que achataram o mundo 10 - Esteróides: Digital, Móvel, Pessoal e Virtual Tecnologias Wireless. Carly Fiorina: Digital: Conteúdos e processos digitalizados. Virtual: Manipulação de conteúdo digital muito simplificada. Móvel: De qualquer lugar através de qualquer dispositivo. Pessoal: Por você, para você no seu próprio equipamento. Exemplo: Caso da palestra sobre tratamento de câncer. Computação: Capacidade computacional Capacidade de armazenamento Capacidade de entrada e saída de dados (I/O)

43 Dez forças que achataram o mundo 10 - Esteróides: Em 1971 o processador 4004 da Intel: 0,06 MIPS (60 mil instruções por segundo) transistores Atualmente, o Pentium IV Extreme Edition chega teoricamente a 10,8 bilhões de instruções por segundo. O Itanium 2 contém hoje 410 milhões de transistores. Crescimento exponencial dos dispositivos de armazenamento. A fibra ótica vai chegar a 1 terabit por segundo: Pode-se transmitir todo o material impresso do mundo por um único cabo, em minutos. Compartilhamento de arquivos (P2P e Napster). Gadgets em geral. VoIP, futuro SoIP e videoconferência. Aposentadoria dos fios (case da DoCoMo).

44 Dez forças que achataram o mundo 10 - Esteróides: Internet das coisas. Expansão das aplicações para celulares. Turbinas da Rolls-Royce são conectadas por satélite com a sala de operações da empresa.

45 A Tripla Convergência

46 A Tripla Convergência Em um aeroporto: Na globalização 1.0, um funcionário emitia a passagem. Na globalização 2.0, ele foi substituido por uma máquina. Na globalização 3.0, você cuida disso. Multifuncionais (que tratam s) Primeira convergência (década de 1990): Criação de um campo de jogo global, mediado pela web, que viabiliza diversas modalidades de colaboração (compartilhamento de conhecimento e trabalho) em tempo real, independente da geografia, distância ou, num futuro próximo, até mesmo de idioma. O acesso ainda não é tão aberto.

47 A Tripla Convergência Segunda convergência: Desenvolvimento de novas práticas empresariais e habilidades. Semelhante ao passo seguinte das máquinas a vapor. Novos modelos de negócios. Revisão e otimização de processos com base em TI. Colaboração e gerenciamento horizontal. HP: De 87 cadeias de fornecimento para apenas 5. Southwest Airlines e download de cartões de embarque. Equipes distribuídas compondo empresas virtuais. Adaptação dos jogadores ao novo campo de jogo.

48 A Tripla Convergência Terceira convergência: Inclusão de 3 bilhões de pessoas no mercado global (muitos deles sem sair de casa). Novos jogadores, num novo campo de jogo, desenvolvendo novos processos e hábitos para a colaboração horizontal. É a força mais significativa para moldar a economia e a política globais neste início de século XXI. Segundo Richard B. Freeman Harvard (11/2004): 1985: Mundo econômico global: América do Norte, Europa Ocidental, Japão, Leste Asiático e pedaços da América Latina e África 2,5 bilhões de pessoas.

49 A Tripla Convergência Terceira convergência: 2000: Colapso do comunismo no império Soviético, abandono da autocracia na Índia, transição chinesa para o capitalismo e crescimento populacional generalizado. 6 bilhões de pessoas: 1,5 bi de novos profissionais. 150 milhões em condições competitivas (10% do total que equivale a toda a força de trabalho dos EUA). Novos jogadores sem compromissos com o legado (maior agilidade com novas tecnologias). Globalização será cada vez mais comandada por indivíduos.

50 A Tripla Convergência Terceira convergência: Zippies indianos: filhos da libertação : Jovens entre 15 e 25 anos. Moradores de cidades ou subúrbios. Confiantes e criativos. Transpiram atitude, ambição e aspiração. Querem desafios. Amam o risco e ignoram o medo. Ganham dinheiro e não tem culpa em gastá-lo. 54% da população indiana tem menos que 25 anos (555 milhões de pessoas). Antigamente existiam livros e seminários de orientação para a obtenção de vistos para os EUA. Atualmente trabalham sem sair de casa. Case Dhruva Desenvolvimento de jogos. Concorrência crescente: China, Polônia, Hungria

51 A Tripla Convergência Terceira convergência: Como se diz Zippie em chinês? Cursos e palestras para obtenção de vistos americanos. Candidatos chineses em Yale: de 40 na turma de 2001 para 276 na turma de Livro: Yiting Liu, Aluna de Harvard (1999) 3 milhões de cópias vendidas em Segundo Bill Gates, a loteria ovariana mudou por conta da avidez dos chineses e indianos: Se antes era melhor nascer normal em uma pequena cidade americana do que um gênio em Xangai ou Bombaim. Hoje, o talento natural supera a geografia.

52 A Tripla Convergência Terceira convergência: Da Rússia com Carinho: A Boeing contratou engenheiros e cientistas russos que trabalhavam com os MiGs para ajudar a projetar a próxima geração de aviões de passageiros: 1991: Aerodinâmica e novas ligas metálicas. 1998: Escritório de projetos de engenharia aeronáutica em Moscou 2004: 800 engenheiros e cientistas russos, tendendo a pelo menos Usando um software de colaboração francês. Dia de trabalho de 24 horas: 2 turnos na Rússia e 1 nos EUA Videoconferência Inicio da terceirização em caratér experimental (linha secundária). Escassez de mão de obra qualificada nos EUA. Custo do profissional russo é 1/3 do americano. Russos terceirizam parte do seu trabalho para a Índia (digitalização de projetos aeronáuticos)

53 A Tripla Convergência Terceira convergência: Da Rússia com Carinho: A Boeing enviava ao Japão os projetos das asas para que fossem fabricados lá. Hoje envia os parâmetros gerais das asas e a Mitsubishi faz o resto: A Mitsubishi terceiriza parte do trabalho para os russos. Hoje a Boeing leva 11 dias para construir um 737 (levava 28 dias) A próxima geração de jatos levará três dias. Utiliza leilões ao contrário de tempos em tempos para validar os preços praticados pelos fornecedores tradicionais. A outra Tripla Convergência: Políticos americanos não prepararam o seu público, os estupidificaram

54 A Grande Reestruturação

55 A Grande Reestruturação Reorganização da economia e da geopolítica Citação do Manifesto Comunista, de Karl Marx (1848). Capitalismo sempre foi cercado de obstáculos. Serão as fronteiras nacionais uma fonte de atrito que vamos querer o mesmo poder preservar? Barreiras jurídicas ao livre fluxo de informações, propriedade intelectual e capital? Quanto mais os obstáculos são reduzidos, são maiores as dificuldades enfrentadas pelos Estados-Nação, culturas, valores, identidades nacionais, tradições democráticas e elos específicos que de alguma forma resguardam e oferecem proteção as pessoas. Quais manter e quais dissolver no ar em prol da colaboração?

56 A Grande Reestruturação Índia versus Indiana: Quem está explorando quem? Licitação em Indiana para atualizar sistema de processamento dos pedidos de seguro desemprego. Ganhadora: Tata America International: Lance de US$ 15,2 milhões (US$ 8,1 M abaixo das mais próximas). Contrato assinado e cancelado em seguida. Alteração na legislação para que não voltasse a ocorrer. Nova licitação dividida em partes para que pequenas empresas do estado pudessem participar. Indenização de aprox. US$ 1M para a Tata por oito semanas de trabalho capacitando 45 programadores locais nas melhores práticas em engenharia de software. Dúvida: Quem foi o explorador e quem foi o explorado?

57 A Grande Reestruturação Índia versus Indiana: Quem está explorando quem? No mundo mais horizontal, é difícil saber quem está em cima e quem está em baixo: Engenheiros indianos não foram explorados quando estudaram nos IITs (ao custo do trabalho de inúmeros outros indianos que não podiam deixar o país). Este engenheiros estão agora sendo explorados quando estão trabalhando para a maior empresa de consultoria da Índia (elevados salários para os padrões locais e oportunidades). Eles estão explorando o povo de Indiana quando se dispõe a reciclar um sistema a um custo tão baixo, ou estavam sendo explorados por eles? Quem explora quem? De que lado fica a Esquerda tradicional? E a Direita?

58 A Grande Reestruturação Onde começam e onde acabam as empresas? Antigamente como estava a empresa estava o país (GM). Hoje como está a empresa é como estão os países: HP: 142 mil funcionários em 178 países. Maior empresa de TI da Europa (da Rússia, do Oriente Médio e da África do Sul). Como pode ser uma empresa americana se a maioria dos seus funcionários e clientes estão fora dos EUA? IBM e Lenovo (IBM possui 18,9% da Lenovo): Sede mundial em NY. Fábricas em Pequim e Raleigh, Carolina do Norte. Centros de P&D na China, EUA e Japão. Escritórios de vendas espalhados pelo mundo. Executivos de diversos países. Ações na bolsa de Hong-Kong.

59 A Grande Reestruturação Do comando e controle à colaboração e interconexão: Segundo Collin Powell disse que o Google é que lhe propiciou a constatação do achatamento do mundo. Celulares, comunicadores instantâneos e BlackBerrys. Vertical (comando e controle) pelo Horizontal (colaboração e interconexão). Transtorno de identidade múltipla: Nosso papéis cada vez mais em conflito: Consumidores Funcionários Cidadãos Contribuintes Acionistas Exemplo do Wal-Mart Enxugamento do processo de aprovação na FDA e o Vioxx.

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