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1 Edição número 1882 terça-feira, 09 de agosto de 2011 Fechamento: 08h45 Veículos Pesquisados: Clipping CUT é um trabalho diário de captação de notícias realizado pela equipe da Secretaria Nacional de Comunicação da CUT. Críticas e sugestões com Leonardo Severo Isaías Dalle Paula Brandão Luiz Carvalho William Pedreira Secretária de Comunicação: Rosane Bertotti

2 Estadão Com foco no financiamento de campanha, PT apresentará proposta de reforma política Partido vai centrar discussão no modelo público de doações a siglas e candidatos; projeto será apresentado nesta quarta-feira na Câmara Luciana Nunes Leal (Política) Com o slogan "Um novo Brasil, uma nova política", o PT lançou na última sextafeira, 5, a campanha pela reforma política em que o ponto central será o financiamento público das campanhas eleitorais. Durante reunião do diretório nacional, o relator da reforma na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), detalhou para os petistas o anteprojeto que apresentará à comissão especial nesta quarta-feira, 10. Apesar do financiamento público, Fontana abre espaço para doações de empresas privadas e de estatais para um fundo geral para as eleições, que será gerido pelo Tribunal Superior Eleitorral (TSE). O relatório teve aprovação unânime do diretório, mas há uma avaliação geral de que será muido difícil aprovar as mudanças no Congresso. Segundo Fontana, empresas públicas e privadas que quiserem "colaborar com a democracia" poderão fazer doações ao fundo, sem direcionar os recursos a partidos ou candidatos. "Se a Petrobrás ou a Eletrobrás financiam a cultura, também podem doar para este fundo. Da mesma forma, uma empresa privada que queira contribuir não escolherá um candidato ou um partido, mas fará um doação geral para o fundo", disse o deputado. Para aumentar as chances de aprovação do relatório, Fontana propõe um sistema misto de votação, em que metade dos deputados e dos vereadores é eleita por sistema de lista fechada e outra metade em voto proporcional, como acontece atualmente. Por esse mecanismo, o eleitor vota primeiro em uma legenda e depois em um candidato. Outra proposta de Fontana é o fim das coligações para eleições de deputados e vereadores, mas com a possibilidade de formação de "federações", que na prática funcionam como coligações, mas devem ter duração de pelo menos três anos. Na campanha institucional, que deverá distribuir cem mil folhetos e cartazes pelos diretórios de todo o País, o PT vai enfatizar o voto em lista fechada, que é defendido pelo partido. Na reunião do diretório, o presidente da Câmara, Marco Maia (RS), e outros petistas reconheceram as dificuldades de chegar a um acordo com os partidos. "Se entendemos que do jeito que está não dá para continuar, temos que buscar uma saída. Acho que não vai haver retrocesso. Se não avançar, tem que ficar como está. No Congresso, o ótimo é inimigo do bom", disse o ex-presidente do PT José Eduardo Dutra, que começa a retomar as atividades partidárias depois de um período afastado para tratamento de saúde. O deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), disse ter confiança em um acordo mínimo que viabilize pelo menos o financiamento público. "É preciso acabar com essa exuberância eleitoral", afirmou. PT ameniza apoio à ''faxina'' para não melindrar aliados Resolução do diretório nacional do partido só faz referência ao combate à corrupção no governo Dilma nas últimas linhas

3 Luciana Nunes Leal (Política) O diretório nacional do PT deixou para as duas últimas linhas da resolução do partido, de três páginas, o apoio à "faxina" promovida pela presidente Dilma Rousseff. A versão original do texto, modificada por emendas, era mais contundente, mas o partido foi cauteloso nas citações para não melindrar partidos aliados, especialmente o PR, e evitar um confronto explícito com a oposição num momento de crise econômica e fragilidade política na coalizão da presidente Dilma Rousseff. Além disso, pelo menos um petista foi alvo da faxina no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Hideraldo Caron, que ocupava a diretoria de Infraestrutura Rodoviária, entregou o cargo a pedido do governo. Houve cobranças de dirigentes da base para que o governo desse o mesmo tratamento a petistas durante a "faxina". "O diretório nacional do PT manifesta, por fim, seu apoio às medidas que o governo Dilma - dando continuidade ao que fazia o governo Lula - adota contra a corrupção", diz o trecho final do documento. A primeira redação do documento dizia que, com "as recentes medidas adotadas em relação a denúncias de corrupção(...)", "o governo e a sociedade mostram que têm meios e disposição de enfrentar a crônica privatização do Estado montada pelas elites que antes governaram o País". Na noite de quinta-feira passada, o presidente do PT, Rui Falcão, foi enfático na defesa das medidas saneadoras, apesar de rejeitar o termo "faxina". "Apoiamos a ação da presidenta. O PT sempre foi defensor da ética, sempre combateu a corrupção e quer continuar empunhando esta bandeira", disse Falcão. "O clima geral na reunião do diretório foi de apoio integral à presidenta. Ela tem nossa total solidariedade, mas temos que pensar no Congresso, evitar atritos. Caminhamos no fio da navalha. Em um documento oficial é preciso cautela", disse o deputado José Guimarães (PT-CE). Para o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), a resolução foi "enfática". "Temos compromisso com a ética e a presidenta tem o firme propósito de combater a corrupção. Este é um documento político, com várias abordagens. Nossa mensagem está dada", disse Teixeira. Segundo outro petista presente às reuniões, houve preocupação de não "carregar nas tintas" nem "misturar alhos com bugalhos" e por isso o apoio à faxina foi mais enxuto. No documento divulgado, os petistas pedem redução dos juros, maior proximidade do governo com os movimentos sociais e sindicais, em especial da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e abertura dos arquivos do regime militar. Também mostram expectativa em relação ao novo marco regulatório dos meios de comunicação, tema que começou a ser discutido no governo Lula, mas perdeu fôlego na gestão Dilma. Mais uma vez, o PT destaca a importância da "democratização dos meios de comunicação" e prega o amplo acesso da população a todos os meios, sobretudo a internet."

4 Faxina na Agricultura leva à apreensão de computadores; Dilma ainda defende Rossi Presidente volta a declarar confiança no titular da pasta e Gilberto Carvalho afasta a possibilidade de demissão do ministro do PMDB, apadrinhado pelo vice, Michel Temer João Domingos e Rafael Moraes Moura (Política) Apesar do apoio da presidente Dilma Rousseff e do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a Controladoria-Geral da União (CGU) recolheu na segunda-feira, 8, computadores do ministério e abriu uma nova investigação para apurar as denúncias de tráfico de influência e corrupção na pasta. O ministro da Agricultura deu coletiva para explicar denúncias que rondam a pasta Na semana passada, uma comissão disciplinar já havia sido instaurada para apurar as responsabilidades administrativas após notícias de pagamento indevido da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab) a uma empresa goiana de silos. O responsável pela liberação da verba foi Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Demitido, Jucá Neto acusou o Ministério da Agricultura e o PMDB de participação e conivência com o esquema de corrupção. A presidente Dilma Rousseff, que havia defendido Rossi no domingo, por intermédio de uma declaração da Secretaria de Imprensa, voltou a dizer ontem que confia no ministro da Agricultura. "Não há razão para ter qualquer questão em relação ao ministro Wagner Rossi", disse Dilma a jornalistas, logo após recepção ao primeiroministro do Canadá, Stephen Harper. O ministro Gilberto Carvalho, que tentou, sem sucesso, manter Luiz Antônio Pagot à frente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), reiterou o apoio da presidente ao titular da Agricultura. Ele afastou a possibilidade de demissão do ministro do PMDB, que é apadrinhado pelo vice-presidente, Michel Temer. Carvalho disse que conversou na segunda-feira com Rossi e relatou que o ministro da Agricultura está "sereno" e "tranquilo". "Ele é ministro do governo da presidente Dilma Rousseff e assim vai seguir enquanto ele avaliar que há condições para seguir", afirmou. Tratamento. Com as declarações de apoio, apesar da devassa nos computadores da Agricultura realizada por um órgão afinado com o Planalto, Dilma pretende estancar a crise, preservando o PMDB - maior partido da base aliada - de ações drásticas como as impostas ao PR, o mais atingido até o momento pelas demissões ordenadas por Dilma. O presidente do PMDB, Valdir Raupp (RO), acredita que não será encontrado nada que incrimine Rossi. "Foi o próprio ministro que pediu a atuação da CGU. Esses computadores devem ter sido recolhidos a pedido dele", disse. "Portanto, o ministro está tranquilo. Todos os que tinham alguma coisa a temer já foram afastados", avaliou Raupp. No caso da Agricultura, o único afastado foi o ex-secretário executivo Milton Ortolan, que pediu demissão no fim de semana após a revista Veja publicar reportagem sobre a atuação de um lobista, Júlio Fróes, dentro do ministério.

5 De seu lado, o ministro Jorge Hage (CGU) disse que conversou com Rossi para informá-lo sobre as novas ações e o recolhimento dos computadores. Serão analisadas licitações, convênios e contratos. Procedimento semelhante foi adotado após as denúncias de irregularidades envolvendo o Ministério dos Transportes, que levaram à queda de Alfredo Nascimento e à demissão de mais 27 servidores do setor. De acordo com Hage, Rossi colocou-se à disposição para fornecer todas as facilidades do trabalho de auditoria. O ministro da CGU disse que não foi recolhido nenhum material do titular da Agricultura. "Não há nenhuma acusação que pese contra o ministro pessoalmente", afirmou. Ética. Na segunda-feira, a Comissão de Ética Pública decidiu não investigar Rossi. Segundo o presidente da comissão, Sepúlveda Pertence, não há denúncia contra ele nas notícias divulgadas no fim de semana. Em compensação, a Comissão de Ética Pública vai investigar as atividades de Ortolan. No caso de Jucá Neto, o ex-funcionário da Conab foi advertido publicamente por não ter entregue a Declaração Confidencial de Informação (DCI), uma espécie de declaração de bens exigida dos servidores públicos. A Comissão de Ética também vai investigar se Pagot, após deixar o comando do Dnit, se recusará a cumprir a quarentena exigida dos funcionários públicos. Ministro atribui crise a loteamento político da direção da Conab Para Rossi, divisão de cargos entre partidos cria disputas e \"talvez tenha faltado atenção em algumas coisas\" Eugênia Lopes (Política) O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, reconheceu na segunda-feira, 8, que a crise no setor é fruto do loteamento político da pasta. Ao se eximir de envolvimento nas denúncias de corrupção, o peemedebista admitiu que o fato de as diretorias da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) serem ocupadas por apadrinhados políticos de diferentes partidos é um foco de tensão. "Há sempre uma concorrência natural por espaço. A Conab tem diretores de vários partidos e isso tem gerado problemas. Hoje, sinto que há uma certa dificuldade de entendimento entre os diretores", argumentou Rossi. As diretorias da Conab são ocupadas por indicados políticos do PMDB, PTB e PT. Ao rebater as denúncias de corrupção, Rossi reconheceu: "Talvez tivéssemos faltado com a atenção em algumas coisas". "Eu não consigo cuidar de tudo", justificou. Segundo o ministro, as disputas entre grupos rivais dentro da Agricultura e da Conab, somadas à "mentalidade corporativista de algumas pessoas", podem ter desencadeado as denúncias contra a pasta. "Quem conhece a administração pública sabe que, às vezes, você muda a equipe, e a equipe anterior e a atual se hostilizam por baixo do pano." A crise na Agricultura ficou mais grave depois que a revista Veja revelou que o lobista Júlio Fróes teria uma gravação em que Milton Ortolan, então secretário executivo do ministério, exigia propina de 10% sobre contrato firmado com a

6 pasta. Na segunda-feira, Rossi afirmou não conhecer Fróes. Na semana passada, a Agricultura já tinha sido alvo de denúncias feitas por Oscar Jucá Neto, irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), que disse existir um esquema de desvio de recursos na Conab e no ministério. Indicado para o cargo pelo vice-presidente Michel Temer, Rossi garantiu que "a presidente Dilma tem dado todos os motivos para que eu me sinta firme e confortável e que meu trabalho está sendo avaliado adequadamente". Até as 20 horas de segunda-feira, o ministro não havia se encontrado nem conversado com Dilma. Seu contato foi só com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Sindicância. Ao se defender, Rossi descredenciou a reportagem de Veja, ao dizer que "deram voz a algumas pessoas que deveriam ter sido melhor avaliadas". Munido de papéis que afirmava serem documentos, Rossi rebateu uma denúncia por vez e anunciou a criação de comissão de sindicância para apurar as supostas irregularidades na pasta. A comissão será presidida pelo coordenador adjunto da Advocacia-Geral da União (AGU), Hélio Saraiva Franca. Segundo o ministro, todos os servidores citados pela reportagem serão ouvidos. Amigo há mais de duas décadas de Ortolan, Rossi informou que ainda não escolheu um substituto para a secretaria executiva. O ministro revelou que tentou convencer Ortolan a se licenciar do cargo durante a investigação das denúncias, mas, segundo Rossi, o ex-secretário "se sentiu insultado pelo tipo de situação e pediu demissão em caráter irrevogável". O ministro-chefe avaliou que o projeto de regulação da mídia não tinha nenhuma "vertente autoritária" e defendeu que as empresas de comunicação criem uma espécie de "conselho cidadão" para discutir as grades de programação. Ele ressaltou, contudo, que esse debate não deve contar com a participação do governo federal, evitando, assim, com que haja qualquer intervenção na atividade da mídia. "Essa é uma crítica severa que eu faço ao papel dos meios de comunicação", afirmou. "Eu me pergunto se os meios de comunicação, hoje no Brasil, contribuem efetivamente para a formação de uma consciência cidadã", acrescentou. O ministro-chefe defendeu que os meios de comunicação sejam questionados pela sociedade e ressaltou que, na sua avaliação, eles podem dar uma contribuição importante para a democracia brasileira. "Eu tenho muita dúvida sobre a atuação que esses meios têm naquela pessoa da ponta, qual é o salto de cidadania que essa pessoa tem?", indagou. Ele pregou ainda a adoção de formas de participação da sociedade, em geral, nos meios de comunicação. "Por que uma rede de televisão, que tem uma concessão pública, não pode formar um conselho de cidadania, que trabalhe a programação?", questionou, voltando a frisar que esses dispositivos não devem ter a participação do governo federal. Crise vai pôr fim ao ciclo de alta do juro Avaliação de que haverá impacto deflacionário no mercado interno deixou de ser polêmica e é consenso entre investidores, economistas e governo Raquel Landim (Economia) Com o agravamento da crise externa, o ciclo de alta de juros no Brasil deve chegar ao fim na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A avaliação de

7 que a crise vai provocar um impacto "deflacionário" no mercado interno deixou de ser polêmica. Hoje é consenso entre investidores, economistas e já é compartilhada por autoridades do governo. Ainda é considerado "precipitado", no entanto, prever queda da taxa de juros em breve, mas esse cenário não está descartado. Se a crise externa se agravar - com uma eventual quebradeira dos bancos europeus provocando o congelamento do crédito -, o Banco Central (BC) pode ser obrigado a afrouxar a política monetária rapidamente. No boletim Focus divulgado ontem pelo BC, a média dos analistas passou a apostar que a taxa básica de juros, a Selic, será mantida em 12,5% até o fim do ano, com uma retomada do aperto monetário no início de A expectativa de bancos e consultorias para o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) em 2011 recuou de 6,31% para 6,28%. Para 2012, caiu de 5,3% para 5,27%. O mercado futuro de juros domésticos registrou forte queda das taxas. Na BM&F Bovespa, o contrato de juros DI com vencimento em janeiro de 2012 fechou a 12,26% ontem, abaixo dos 12,34% da sexta-feira e dos 12,46% do fim de julho. O DI com vencimento em janeiro de 2013 caiu para 11,97%, comparado com 12,24% da sexta-feira e 12,7% da semana anterior. Nos últimos dias, autoridades do governo se manifestaram a favor do fim do aperto monetário. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse que não é "sensato" subir os juros diante do cenário internacional adverso. Em entrevista ao Estado, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, chegou a pedir queda de juros no segundo semestre. Para os analistas, o agravamento da crise global só reforçou uma percepção da equipe econômica da presidente Dilma de que o pior da ameaça inflacionária ficou para atrás e de que não há justificativa para manter juros altos, que atraem capital especulativo e prejudicam a indústria. Na ata da última reunião, o Copom deixou de mencionar que o ajuste seria "prolongado". Impacto deflacionário. De acordo com Braúlio Borges, economista-chefe da LCA Consultores, a turbulência internacional reduz a perspectiva de crescimento dos Estados Unidos e da União Europeia, o que derruba os preços das commodities e alivia a inflação no Brasil. "O cenário externo passou de ambíguo para deflacionário", disse. José Francisco Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, explica que a conjuntura internacional pode reduzir a inflação brasileira por três vias: queda dos preços das commodities, queda dos preços dos produtos importados pelo País e mudança nas expectativas dos diferentes agentes do mercado. "Estão reunidos todos os elementos para o Copom não elevar a Selic na próxima reunião." Os analistas, no entanto, afirmam que ainda é "cedo" e "precipitado" esperar queda da taxa de juros, porque os fatores internos que pressionam a inflação permanecem intactos. Não há perspectiva de forte impacto para o mercado de trabalho local, o que mantém os preços dos serviços em alta. Para a economistachefe da Rosemberg Consultores, Thaís Zara, uma queda da taxa de juros só deve ocorrer se for confirmado um "duplo mergulho" da economia americana.

8 Folha de S.Paulo Amorim toma posse e faz afagos em militares Novo ministro da Defesa disse que dará continuidade ao trabalho feito na pasta Durante a cerimônia, presidente Dilma minimizou saída de Nelson Jobim e disse que trocas "são rotina" Flávia Foreque (Poder) O novo ministro da Defesa, Celso Amorim, 69, fez elogios à carreira militar e disse, em rápido discurso de posse, que trabalhará "sob o signo da continuidade". Seu antecessor, Nelson Jobim, foi alvo de críticas da presidente Dilma. O exministro não foi à cerimônia no Planalto porque disse que está com suspeita de dengue. Criticado nos bastidores por oficiais do Exército, Amorim foi cauteloso: "Identifico nos militares valores dignos de admiração, [como] patriotismo, abnegação, zelo pela coletividade e respeito à hierarquia e à disciplina". Eles reagiram mal a um diplomata mandando nas Forças Armadas e ao "esquerdismo" de Amorim, responsável pela aproximação com o Irã. Dilma elogiou a experiência do ex-chanceler e fez comparações indiretas dele com Jobim ao ressaltar sua "moderação nas manifestações públicas" e a "elegância no relacionamento". A presidente não chegou a citar o ex-ministro e minimizou sua saída: "Trocas de comando são rotina". Jobim foi demitido após sucessivas declarações polêmicas. Disse que votou no tucano José Serra nas eleições de 2010 e afirmou que a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) "é muito fraquinha", e que Gleisi Hoffmann (Casa Civil) "sequer conhece Brasília". ORÇAMENTO Amorim evitou declarações políticas e se concentrou nas questões orçamentárias. Em fevereiro, o governo cortou R$ 4 bilhões da Defesa -o equivalente a um quarto do disponível para investimento e custeio. A jornalistas Amorim negou que as negociações para comprar novos aviões de caça da Aeronáutica estejam paralisadas. Disse que conta com "a compreensão dos colegas da área financeira". A cerimônia de posse foi rápida e pouco concorrida, com a presença de alguns ministros, diplomatas e militares e o presidente da Câmara, Marco Maia (PT). Chanceler brasileiro nos dois governos Lula, ele ainda afirmou haver um "descompasso" entre a crescente influência do Brasil no cenário internacional e a capacidade da Defesa em acompanhá-la.

9 Marco Aurélio Garcia diz que militares "sabem obedecer" (Poder) O assessor especial da presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, minimizou divergências entre os militares com a escolha do nome de Celso Amorim, diplomata de carreira, para assumir a Defesa. "Os militares sabem mandar e sabem obedecer. Eles sabem que a comandante em chefe das Forças Armadas do Brasil se chama Dilma Rousseff, que ela delega grande parte desses poderes ao ministro da Defesa, que foi o ministro Jobim, (...) e delega agora ao ministro Celso Amorim", afirmou Garcia após a cerimônia de posse do novo ministro. Governo quer criar "super abono" para nova classe média (Poder) O governo quer criar um "super abono" salarial para garantir a renda da classe C (chamada de a nova classe média). O objetivo é tentar evitar que essas pessoas percam o padrão de consumo obtido com a melhoria nos rendimentos nos últimos anos, sobretudo diante da crise internacional. A exemplo do que foi feito com o Bolsa Família, a medida empacotará sob uma mesma marca benefícios já pagos a trabalhadores de baixa renda, como o saláriofamília e o abono do PIS/PASEP. Para o governo, a medida vai estimular a formalização, uma vez que só receberão os benefícios trabalhadores com carteira assinada. Segundo o ministro Moreira Franco (Secretaria de Assuntos Estratégicos), as ideias serão debatidas com os ministérios da Fazenda, Trabalho e Previdência. Ontem, foram tema de seminário em Brasília. Vereadores agora querem "desaprovar" dia do hétero PT e PSDB se articulam para pedir veto a lei José Benedito da Silva (Cotidiano) PT e PSDB se articulam para convencer o prefeito Gilberto Kassab (PSD) a vetar o projeto que cria o Dia do Orgulho Heterossexual, aprovado na Câmara paulistana há menos de uma semana. Juntos, eles têm 18 dos 55 votos -para manter um veto, são necessários 19. O gesto do prefeito tornou peça-chave para resolver a crise política iniciada após a aprovação da proposta, do vereador Carlos Apolinario (DEM). A aprovação foi simbólica -em tese, de toda a Casa, já que não há o voto individual. Na prática, os dois partidos têm responsabilidade na aprovação. O PT podia ter pedido votação nominal e abriu mão. O PSDB se omitiu. A militância gay cobrou. Hoje, os líderes dos dois partidos -Italo Cardoso (PT) e Floriano Pesaro (PSDB)- se reúnem com entidades LGBT para discutir como impedir que o projeto vire lei. A saída mais à mão é convencer Kassab a vetar.

10 Mas há outra opção: Kassab não veta nem sanciona e o projeto volta ao Legislativo para sanção automática -a Câmara não pode vetar projeto que ela mesmo aprovou. Com isso, a alternativa restante seria votar outro projeto revogando a lei, o que seria embaraçoso para a Câmara. O presidente, José Police Neto (sem partido), que é contra o Dia do Orgulho Hétero, diz que irá à reunião, mas que não pode pedir a Kassab que vete projeto aprovado pela Casa que preside. "Não faz nenhum sentido." A Câmara optou pela votação simbólica para tentar encerrar um impasse que vinha se arrastando desde junho. Parte da Casa -PT à frente- não queria votar o projeto de Apolinario, que, em represália, obstruía as votações. Na quarta-feira passada, o líder do PT jogou a toalha. Aceitou não pedir votação nominal e só manifestou a contrariedade da bancada. Os tucanos não fizeram o mesmo. Segundo Pesaro, a bancada estava desmobilizada, pois naquele dia só havia previsão para decidir projetos em primeira votação, o que não era o caso da proposta. RIDÍCULO Em entrevista ao programa "Hebe" (RedeTV), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que considera o projeto "ridículo". "Você faz isso [criar um dia] para defender uma minoria que está sendo discriminada. O heterossexual não está sendo discriminado." Valor Econômico Resposta do Brasil à crise deve começar por alívio monetário Sergio Lamucci Com a nova rodada de deterioração dos mercados globais, o Banco Central brasileiro deve interromper o ciclo de alta dos juros iniciado em janeiro, que levou a taxa Selic a subir de 10,75% para 12,5% ao ano, recomendam analistas. Em caso de agravamento da situação internacional, que piorou muito nos últimos dias devido aos temores de recessão nos EUA e de que a crise da dívida europeia atinja a saúde do sistema financeiro do continente, a maior parte dos economistas sugere que o Brasil corte os juros e reduza os depósitos compulsórios dos bancos - em suma, a resposta deve ser preferencialmente monetária, e não fiscal. Uma diferença importante entre a situação atual e a da crise de 2008 é que hoje não se vê - pelo menos ainda - uma paralisia no mercado de crédito internacional, como ressalta a economista Monica de Bolle, da Galanto Consultoria. Está em curso

11 um movimento abrupto de ajuste de preços, mas, por enquanto, não há semelhanças com a interrupção do mercado interbancário observada depois da quebra do Lehman Brothers. Assim, não haveria motivos para uma resposta apressada do BC e do Ministério da Fazenda. O melhor seria o BC ser cauteloso, optando pela manutenção da Selic, defendem tanto Monica como o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest Investimentos. A situação inflacionária hoje é mais delicada do que em Nos 12 meses até julho, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está em alta de 6,87%, acima do centro da meta, de 6,5%, com as cotações de serviços (como aluguel, empregado doméstico, mensalidades escolares e conserto de automóvel) subindo quase 9%, reflexo em grande parte do mercado de trabalho aquecido, com desemprego perto das mínimas históricas, na casa de 6%, feito o ajuste sazonal. Nos 12 meses até setembro de 2008, o IPCA avançava 6,25%, com os serviços em alta de 6,27%. O desemprego estava próximo de 8%. Com isso, ainda não seria o caso para começar a cortar imediatamente os juros, avalia o ex-presidente do BC Gustavo Loyola, sócio da Tendências Consultoria. Mendonça de Barros diz que a situação global ficou muito mais complicada, temendo novas complicações no mercado de crédito global. O forte tombo das ações dos bancos americanos pode provocar receios quanto à saúde dessas instituições, acredita. Nesse cenário difícil, diz ele, o melhor para o Brasil seria uma redução do ritmo crescimento dos países desenvolvidos que não gerasse pânico nos mercados e provocasse uma queda moderada dos preços de commodities. Isso daria algum alívio sobre a inflação, abrindo espaço para, dentro de algum tempo, o BC começar a cortar a Selic. Loyola vai na mesma direção, ressaltando que o importante é observar a evolução em reais dos preços de commodities, por considerar na conta também o impacto do câmbio. Para ele, o principal risco hoje é que haja uma "saída não organizada" do imbróglio europeu, com a crise da dívida de alguns países periféricos se transformando numa crise bancária, com grave questionamento da saúde das instituições financeiras do continente. Aí sim a situação ficaria mais parecida com a de 2008, mudando de nível e exigindo uma resposta mais firme do Brasil. Nesse cenário mais delicado, o Brasil deveria mudar a direção da política monetária, cortando juros e reduzindo os depósitos compulsórios exigidos dos bancos, como diz o economista Carlos Eduardo Gonçalves, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. É a mesma solução preconizada por Mendonça de Barros, Loyola e Monica. Um dos remédios usados pelo BC na crise de 2008, a diminuição dos compulsórios eleva a liquidez no mercado, podendo ajudar bancos pequenos e médios que enfrentem eventuais dificuldades num mundo mais instável. A resposta fiscal é vista com menos entusiasmo por esses economistas. Gonçalves acha que cortes de impostos para bens de capital ou bens duráveis podem até ser uma solução razoável, porque tendem a estimular a economia, além de serem transitórios. Em 2008 e 2009, o governo diminuiu a alíquota do IPI de bens duráveis como veículos e eletrodomésticos, ajudando a impulsionar a venda desses produtos. Loyola e Monica veem com maus olhos eventual elevação de gastos do governo ou uma nova ampliação da atuação dos bancos públicos, como fez o governo em "Aumentar os recursos para o BNDES elevaria a dívida bruta, um conceito que deverá passar a ser mais escrutinado pelo mercado", diz Loyola. A dívida bruta chegou a bater em 64% do Produto Interno Bruto (PIB) em outubro de

12 em junho deste ano, contudo, estava em 56% do PIB, nível quase idêntico ao de setembro de Fernando Sarti, da Unicamp, discorda dessa avaliação. Para ele, há espaço para medidas fiscais em caso de agravamento da crise global. As contas públicas brasileiras, segundo Sarti, estão em situação bem melhor que as de grande parte do mundo. Ele vê como positivos eventuais cortes de impostos, desde que sejam exigidas contrapartidas das empresas, como manutenção do nível de emprego. Uma atuação mais incisiva dos bancos públicos também pode ser bem-vinda, caso o setor financeiro privado se retraia, afirma Sarti, que considera como grande trunfo do Brasil na crise a perspectiva favorável para o investimento autônomo nos próximos anos, referindo-se às inversões menos dependentes do ciclo econômico, como as da Petrobras, as ligadas à exploração do pré-sal e as referentes à infraestrutura. Além do efeito anticíclico, isso pode garantir a atratividade do país num quadro de crise global, avalia. Goiás lança programa de qualificação para formar 500 mil trabalhadores Daniel Rittner Para combater a ameaça de um apagão de mão de obra, o governo de Goiás lança amanhã um programa de qualificação profissional - anunciado como "o mais abrangente do Brasil" feito por governos estaduais - para formar 500 mil trabalhadores até o fim de Serão investidos, apenas com recursos públicos, cerca de R$ 600 milhões nos próximos três anos e meio. "A preocupação não é só qualificar, mas inserir essas pessoas no mercado de trabalho", afirma o secretário goiano de Ciência e Tecnologia, Mauro Fayad. Por isso, a formação técnica está orientada pela demanda da iniciativa privada e busca aproveitar a vocação econômica de cada região do Estado. No município de Catalão, onde está instalada uma fábrica da Mitsubishi e há um polo de mineração, privilegia-se a formação nas áreas metal-mecânica e química. Em destinos turísticos, como Caldas Novas e a cidade histórica de Goiás, os cursos são preferencialmente nos segmentos de gastronomia e hotelaria. Goiás, com quase 6 milhões de habitantes, tem o nono maior PIB do país. Batizado de Bolsa Futuro, o programa do governo estadual procura "antecipar-se ao apagão de mão de obra", define Fayad. Até o fim de seu mandato, o governador Marconi Perillo (PSDB) promete graduar cerca de 8% da população do Estado. Haverá cursos como de operador de máquinas agrícolas, técnicas de reprodução animal e destilador de etanol. A montagem dos cursos recebeu assessoria externa - da Fundace, vinculada à USP de Ribeirão Preto, e do Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (Inepad). Os cursos terão duração máxima de seis meses e 200 mil vagas estão previstas para a população de baixa renda. De acordo com o secretário, quem está inscrito no Bolsa Família ou no Renda Cidadã (o programa estadual de distribuição de renda) deverá receber benefício adicional de R$ 75 em espécie, além do valor do curso. "Independentemente da ajuda extra, qualquer pessoa poderá se inscrever nos cursos."

13 O pessoal de baixa renda terá um "ciclo comum" de formação, destinado a uniformizar o conhecimento "muito heterogêneo", segundo Fayad. Fazem parte desse pacote cursos de português e matemática básicos, além de redação. A frequência mensal mínima de 75% nas aulas e nota igual ou superior a oito garantirá aos estudantes de baixa renda um mês a mais de benefício financeiro, adicional aos cursos. Segundo estatísticas do Ministério do Trabalho, Goiás é o Estado que teve o maior aumento na contratação de mão de obra com carteira assinada no primeiro semestre. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam crescimento de 7,53% das vagas formais entre o fim do ano passado e junho de o ritmo de expansão é o dobro da média nacional. Para viabilizar o ensino a distância - apenas 4 das 12 horas-aula semanais serão presenciais, o governo de Goiás tenta impulsionar o uso de banda larga no Estado. Foram fechadas parcerias com entidades empresariais, como a federação das indústrias e associações comerciais, para facilitar a oferta de vagas aos alunos que se formarem no Bolsa Futuro. Exportadores de SC se tornam importadores de produtos acabados Júlia Pitthan Tradicionais setores exportadores de Santa Catarina -indústria têxtil, vestuário, moveleira e cerâmica - sentiram o impacto da retração das vendas para o exterior. A necessidade de manter o faturamento, em um cenário de desvantagem para a produção no Brasil, levou empresas desses segmentos a inverter o papel no comércio exterior: de exportadoras, as indústrias catarinenses se tornaram importadoras de produtos acabados. Segundo dados da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), a importação desses quatro setores cresceu 50,4% no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período de Pelos portos catarinenses desembarcaram, nos primeiros seis meses do ano, produtos têxteis, peças de vestuário, produtos cerâmicos e móveis no valor total de US$ 1,027 bilhão. No mesmo período, a exportação foi de US$ 258 milhões, retração de 8,17%. O real forte e a retração dos mercados tradicionais, como Europa e Estados Unidos, derrubaram as exportações brasileiras e provocaram uma enxurrada de produtos importados com preços competitivos em todo o país. Mas em Santa Catarina, a tendência foi ainda estimulada pelos benefícios criados pelo programa de redução de ICMS para as operações de importação, o Pró-Emprego. Para o presidente eleito da Fiesc, Glauco Côrte, o câmbio não seria problema, se agisse de forma isolada. Mas, combinado com outros fatores que prejudicam a competitividade da indústria local, como a infraestrutura deficitária e carga tributária elevada, a situação se agrava. "Queremos condições isonômicas de produção com os países estrangeiros, sobretudo os asiáticos", diz Côrte. Para o dirigente, medidas simples, como o pagamento dos créditos à exportação seriam uma ajuda considerável para a indústria.

14 Segundo ele, as matérias-primas ainda respondem por um percentual expressivo das importações em Santa Catarina e demonstram uma estratégia das empresas para internacionalizar os custos. "Os dez principais itens na pauta de importação catarinense são matérias-primas ou insumos." Para Côrte, o avanço dos importados ainda não prejudica o nível de emprego no Estado, apesar de o ritmo de contratação da indústria ter diminuído no primeiro semestre. Enquanto no mesmo período em 2010, o setor registrou crescimento de 4,5% nas admissões, neste ano a alta foi de 1,7%, segundo a Fiesc. Entre os setores que apresentaram retração no número de contratações estão os produtos têxteis, com queda de 3,7%, e produtos de madeira, com retração de 2,2%. Em Blumenau, principal polo têxtil no Estado, as empresas fecharam o mês de junho com déficit de geração de empregos. Segundo Ulrich Kuhn, presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (Sintex), o número de empregados teve uma retração de 300 postos, na comparação com maio. Apesar de ser um número pequeno em um universo de 30 mil trabalhadores, é a primeira queda depois de dois anos de estabilidade, diz Kuhn. Um indicador de emprego, segundo Kuhn, é a oferta de profissionais no mercado. Se em meados de 2010 era difícil conseguir profissionais experientes disponíveis para a contratação, hoje já há gente na praça. As facções, empresas que realizam grande parte do trabalho de costura para as fábricas da região, já demonstram desaquecimento e começam a dispensar trabalhadores. Classe média desafia políticas sociais João Villaverde O governo federal vive hoje uma transição entre o esgotamento do conjunto de políticas públicas que levaram o equivalente a 32 milhões de pessoas à classe média nos últimos nove anos e o desenvolvimento de novos instrumentos de apoio e aprimoramento das pessoas que ascenderam. Esta é a avaliação de Ricardo Paes de Barros, subsecretário da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência e um dos maiores especialistas em políticas sociais do país. Não à toa, programas coqueluches de transferência direta de renda, como o Bolsa Família, perdem força no noticiário na mesma proporção em que mais e mais famílias deixam a situação de pobreza extrema. "A questão deixou de ser simplesmente a salvação dos pobres, mas também a manutenção, ou crescente evolução financeira, daqueles que hoje estão na nova classe média", diz o pesquisador. Segundo Paes de Barros, os técnicos do governo começam a viver dupla inquietação. No primeiro momento, tendo adquirido certo patamar de renda, e, portanto, acesso a bens de consumo, a nova classe média deixa de funcionar como ente homogêneo, em que o simples repasse de dinheiro bastava para uma ascensão rápida, e sim como classe "extremamente" heterogênea, em que a qualificação profissional ganha maior peso. Em seguida, o governo passará a lidar com uma classe "provavelmente mais conservadora que aquela que ascendeu", porque ciosa do que conquistou. "Os americanos que se beneficiaram do generoso programa New Deal [implementado pelo governo americano entre 1933 e 1941, para combater a depressão instaurada após o crash de 1929] ficaram, nas décadas seguintes, muito mais conservadores do que eram nos anos 30, justamente porque ascenderam e

15 passaram a se preocupar muito mais com o direito adquirido", argumentou Paes de Barros, que ontem coordenou o seminário que a SAE promoveu em Brasília sobre a nova classe média. "Os americanos que ascenderam nos anos 30 mudaram sua visão de país e também o que queriam do Estado", disse, "e isso pode ocorrer no Brasil a partir de agora". Para Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil está caminhando para uma tensão entre a nova classe média e aqueles de classes mais altas. Segundo Pochmann, pouco mais de 4 milhões de postos de trabalhos formais com salários superiores a cinco salários mínimos (cerca de R$ 2,8 mil) foram "ceifados" nos últimos dez anos. Ao mesmo tempo, nove em cada dez vagas formais criadas no país no mesmo período pagavam até dois salários mínimos: "Reduzimos a pobreza ao mesmo tempo em que reduzimos a desigualdade, o que sempre aumenta a polarização entre as classes, uma vez que os mais abastados passam a se sentir pressionados." Sem endossar a avaliação de Pochmann, o filósofo Eduardo Giannetti da Fonseca, professor do Insper, entende que os valores da nova classe média tendem a mudar tão logo a demanda reprimida por bens e serviço seja satisfeita, algo que, segundo ele, já começa a ocorrer para aqueles que ingressaram na classe média há mais tempo. Para Pochmann, a menor participação de integrantes da classe média em representações coletivas - o esvaziamento de partidos, sindicatos e igrejas - torna mais complexa a atuação do Estado, que precisa modelar políticas públicas mais específicas. Segundo a SAE, a classe média consiste de famílias cujo rendimento varia de R$ 1 mil e R$ 4 mil por mês, considerando-se que ela seja composta por quatro integrantes. Paes de Barros, que ajudou na formulação e implementação do Bolsa Família, no fim de 2003, afirmou ao Valor que está preparando um projeto, que deve ser encaminhado à presidente Dilma Rousseff que "reformula e agiliza" o pagamento do abono salarial - contracheque do governo a todo trabalhador com carteira assinada que recebe até dois salários mínimos. A ideia, que deve ser rebatizada de "imposto de renda negativo", usa os mesmos princípios que nortearam a esquematização do Bolsa Família, diz Paes de Barros. "O Bolsa Família não foi a junção de uma série de mecanismos e políticas que já existiam? Então, o imposto de renda negativo será a mesma coisa, vamos tornar o abono mais simples de ser recebido e percebido pelo trabalhador", afirmou. Cardozo vai negociar Comissão da Verdade Raymundo Costa A presidente Dilma Rousseff aproveitou a troca de guarda no Ministério da Defesa e passou para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a negociação sobre a criação da Comissão Nacional da Verdade para investigar a prática de crimes contra os direitos humanos na ditadura. Cardozo é ex-parlamentar, tem amplo trânsito no Congresso, inclusive no PSDB e Democratas e credibilidade na esquerda diretamente envolvida no projeto. Um exemplo é a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que tem restrições aos termos em que a negociação vinha sendo conduzida. Cardozo foi secretário de governo de Erundina quando a atual deputada era prefeita da cidade de São Paulo, na segunda metade dos anos 80. Além de Erundina, na trincheira dos que questionam o acordo

16 negociado pelo ex-ministro Nelson Jobim estão o PSOL, algumas famílias de torturados, mortos e desaparecidos políticos e parte do PT, cuja principal expressão é o deputado Luiz Couto (SP). A escolha da presidente faz todo sentido. O Ministério da Defesa é parte nesse processo, assim como a Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, ocupada pela deputada do PT gaúcho Maria do Rosário. Logo, é boa política que uma das primeiras providências de José Eduardo Cardozo venha a ser uma conversa com os ministros Celso Amorim, empossado ontem na Defesa, e Rosário. Dilma tira Defesa do comando das negociações Cardozo já demonstrou capacidade para desatar nós complicados, como ocorreu quando foi chamado para relatar o projeto de lei da Ficha Limpa, aprovado na Câmara contra as apostas de boa parte da banca. Como negociador, portanto, tem crédito. As tratativas para a criação da comissão têm se mostrado tão ou mais difíceis. No curso da aprovação do Plano Nacional dos Direitos Humanos, onde sua criação é prevista, um general perdeu a cabeça mas Jobim conseguiu circunscrever a natureza da comissão ao caráter testemunhal, de resgate da memória e reparação às vítimas. Valeu-se, para isso, da interpretação de reciprocidade dada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao texto da Lei de Anistia: quem depuser à comissão não sairá da sala de audiências na condição de réu. A tarefa de Cardozo é urgente. Se não for resolvida agora, provavelmente permanecerá como assunto mal resolvido da política, enquanto for viva a memória dos que tombaram na luta contra uma parte do Estado que preferiu o terrorismo à lei para enfrentar a oposição. Cardozo é a novidade nas mudanças operadas por Dilma na Defesa, o que não quer dizer que Jobim tenha perdido o cargo por causa da negociação da Comissão da Verdade. Desde o início Jobim demonstrava não se sentir muito à vontade no governo Dilma. Também teve desentendimentos burocráticos tensos com Antonio Palocci, quando o ex-ministro estava na Casa Civil. O certo é que faltava confiança na relação da presidente da República com o ministro da Defesa, o que não a impediu de mantê-lo no cargo até que o próprio Jobim tornou inviável sua permanência no governo. Ao contrário do que deixou transparecer, Jobim queria ficar na Defesa, mas um encadeamento de declarações infelizes - feitas em diferentes momentos, mas publicadas em sequência - tornaram sua permanência impossível. Salvo comentário de bastidor de um ou outro oficial de pijama, o nome de Celso Amorim foi bem recebido nas Forças Armadas. A experiência dos militares com diplomatas no comando das três Armas não é boa, mas José Viegas, o primeiro ministro da Defesa do ex-presidente Lula, saiu direto do Itamaraty para a caserna. Ex-chanceler, Amorim está há seis meses fora do governo. Suas primeiras declarações de apoio à Estratégia Nacional de Defesa e à manutenção dos programas de modernização em andamento agradaram os militares. Amorim certamente terá dificuldades se povoar de "itamaratecas" o Ministério da Defesa e demonstrar fraqueza nas negociações sobre orçamento das forças e salários. É apressada a euforia do lobby contrário à escolha dos caças franceses Rafale para a FAB: Amorim participou da arquitetura do acordo, quando era chanceler do governo Lula.

17 As denúncias contra a cúpula do Ministério da Agricultura nem de longe representam um problema governo versus PMDB. O que está agora posto é se a faxina ética desencadeada pela presidente da República é a brinca ou à vera. Dilma não tem problema de base parlamentar. Ao contrário, tem gordura pra queimar. A questão não é de governabilidade, mas da a natureza do governo e de sua política. As ações da presidente têm uma lógica com começo, meio e fim ou são espasmódicas? Dilma libertou o gênio da garrafa e se piscar pode ser por ele engolida? Se a presidente demitir o ministro Wagner Rossi, a sociedade vai aplaudir. A questão da moralidade já passou dos limites. É inaceitável que o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves, nomeie a ex-mulher para o Ministério da Agricultura a fim de resolver seus problemas familiares. Antes ela já havia sido demitida da Infraero, motivo, aliás, do desentendimento entre o líder e ex-ministro Nelson Jobim, um pemedebista acidental. A ofensiva ética de Dilma definiu um estilo de atuação de rentabilidade alta e imediata na opinião pública. Mas a presidente agora está com um grande problema nas mãos: Wagner Rossi. Ele é ministro da Agricultura por indicação de Michel Temer, que além de vice-presidente da República é presidente do poderoso PMDB. Rossi é afilhado reconhecido de Temer na Agricultura, como já fora na Conab e na direção dos portos de São Paulo. O PMDB inteiro sabe disso, assim como desde sempre soube das denúncias que se acumularam contra o ministro nos cargos que exerceu antes por indicação do vice e da estreita ligação do ex-secretário-executivo da Agricultura Milton Ortolan com o chefe Rossi. Quando Rossi assumiu o posto, foi sugerido a ele manter na secretariaexecutiva o ex-deputado Silas Brasileiro, mas ele insistiu com Ortolan. Se Dilma quiser tirar Rossi ela não apenas tira como o PMDB não vai fazer nada. Pelo menos por enquanto. Além da opinião pública favorável à presidente, o partido "entende" que, se reagir, vai ficar ainda mais enlameado. Dilma pegou um pesopesado pela frente. Sua decisão vai dizer se a faxina é à brinca, apenas uma jogada publicitária, como afirma a oposição, ou à vera. Raymundo Costa é repórter especial de Política, em Brasília. Escreve às terçasfeiras Diário do Grande ABC Federação inicia campanha salarial dos metalúrgicos Tauana Marin A Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da CUT/SP inicia hoje a negociação da campanha salarial com a bancada patronal do grupo 3 (que reúne os sindicatos patronais dos setores de autopeças, forjaria e parafusos), às 11h, na sede da federação, em São Bernardo. A segunda reunião está marcada para quinta-feira. A base do grupo 3 é a maior representada pela entidade, totalizando 115 mil profissionais em campanha salarial em todo o Estado.

18 Na semana passada, a federação participou da rodada com o grupo 8 (trefilação, laminação de metais ferrosos, refrigeração, equipamentos ferroviários e rodoviários entre outros), na qual pediu à bancada patronal que apoie o combate às práticas antissindicais nas empresas do setor. O presidente da federação, Valmir Marques, o Biro Biro, conta que a entidade representa 14 sindicatos metalúrgicos - o que soma 250 mil trabalhadores em todo o Estado. Desse total, 107 profissionais pertencem às indústrias instaladas no Grande ABC (cerca de 40% do total). "É por isso que a região é muito importante nas negociações. As grandes montadoras estão instaladas aqui." Ele explica que, diante da primeira reunião na semana passada, os empresários se mostraram receptivos às cláusulas apresentadas. A pauta deste ano é composta por, aproximadamente, 70 itens. "Nesse primeiro contato o importante é estabelecer um calendário das próximas reuniões." Entre as propostas, estão a reposição integral da inflação (previsão de 7,47% no ano); aumento real; redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais, sem diminuição nos salários; valorização dos pisos e extensão da licença-maternidade para 180 dias. MAIS ENCONTROS - Na sexta, a federação negociará com o grupo 2 (setores de máquinas e eletrônicos), às 10h, na sede do Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares do Estado de São Paulo, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Os encontros entre sindicatos e empresários dos grupos 9 (antigo G10, que reúne os sindicatos patronais dos setores de lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico), fundição, estamparia e montadoras ainda não foram definidos. "Essas (as montadoras) serão as últimas com quem iremos negociar, já que são as mais difíceis e, portanto, demoradas em fechar acordo", conta Biro. Estado de Minas Estudantes fazem manifestação contra greve de professores no Centro de BH Alunos do Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG) reivindicam retorno das aulas. Greve completa 62 dias nesta segunda-feira. Guilherme Gouveia e Cristiane Silva Cerca de 50 alunos do Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG) participaram de uma manifestação contra a greve dos professores da rede estadual de ensino no início da tarde desta segunda-feira. Os estudantes se organizaram pelo Facebook e se reuniram no pátio da escola, no Bairro Funcionários, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde confeccionaram faixas e cartazes de protesto. Apenas algumas turmas do IEMG retomaram as aulas normalmente. Os alunos seguiram em passeata pela Avenida Afonso Pena até a Praça Sete, deixando o trânsito complicado. Em greve a 62 dias, os professores reivindicam piso salarial de R$ 1.597,87 para servidores de nível médio que trabalham 24 horas por semana. O governo alega

19 que o modelo de remuneração única, implantado em janeiro deste ano, assegurou ganhos reais para os servidores da educação e que o piso salarial da categoria em Minas é maior que o piso salarial profissional dos professores. Agência Brasil Estudo da OCDE indica desaceleração de economias mais ricas Renata Giraldi* Brasília - A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou ontem (8), em Paris, um estudo mostrando que o Brasil e alguns países de economia mais rica apresentam sinais de desaceleração. Nações em desenvolvimento indicam tendência a abrandar suas atividades. Pelos gráficos, os países que indicam tendência mais grave de desaceleração são Estados Unidos, Japão e Rússia. Já Canadá, França, Alemanha, Itália, Reino Unido, Brasil, China e Índia sinalizam um abrandamento das atividades econômicas. "O índice composto dos principais indicadores da OCDE em junho reflete a desaceleração da atividade econômica nas principais [economias] mundiais", informa o comunicado, divulgado nesta manhã em Paris, na França. De acordo com os dados, as economias em desenvolvimento apontam para um abrandamento das atividades. O Brasil aparece com 97,7 pontos em junho e uma leve queda para 96,6, em maio. Comportamento semelhante foi registrado na China e na Índia. De acordo com o comunicado oficial, o crescimento nos Estados Unidos ficou em 103,1 pontos em junho passado, dois pontos a menos em comparação com o mês de maio, enquanto o Japão ficou em 103,6 pontos contra 103,8 pontos anteriores. Os dados mostram também desaceleração no crescimento da Rússia que mostrou 103,2 pontos em junho, enquanto que em maio atingiu 103,6 pontos. Por sua vez o Canadá apareceu com 100,5 pontos em junho, enquanto sua pontuação em maio foi 101. A França conseguiu manter-se em 101,2, em maio, e 100,6 pontos, em junho. Na Alemanha, em maio os dados mostram 102,9, enquanto junho registrou uma leve alta de 103,5 pontos. A Itália teve uma queda leve obtendo em junho 100,9, embora tenha registrado 100,2 pontos em maio. No Reino Unido houve estabilidade, com 101,3 pontos, em maio, e 101 em junho. Indústria apresenta variação negativa ou estável na maioria dos indicadores que medem sua atividade Luciene Cruz Brasília O faturamento real da indústria foi o único índice que apresentou aumento em junho, segundo dados divulgados ontem (8) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O crescimento ficou em 0,7% ante maio. Quando comparada ao mesmo período do ano passado, a variação foi positiva em 5,9%. Os

20 demais indicadores recuaram ou ficaram estáveis em junho na comparação com maio. Segundo o gerente executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, esse desaquecimento no segmento industrial é reflexo da instabilidade econômica no cenário internacional. Temos movimento dinâmico mais fraco na indústria nesse período atual. As razões estão associadas às dificuldades da economia internacional, além da retomada ciclo de juros (taxa Selic) e das medidas macroprudenciais. Tudo isso tem o impacto de restringir e dificultar a retomada de crédito, avaliou. O crescimento do faturamento real, em junho deste ano em relação à maio, foi muito menor do que o registrado em junho do ano passado, na comparação com maio do mesmo ano, 11,7%. Após ajuste da sazonalidade, o número de empregos se manteve estável em junho. No comparativo com o mesmo mês de 2010, houve acréscimo de 2,5%. A massa salarial real teve queda de 0,9% em junho ante maio. O recuo da massa salarial é atribuído à redução do rendimento do trabalhador. Na comparação com junho do ano passado, o indicador teve alta de 4,1%. Já a utilização da capacidade instalada (UCI) dessazonalizada teve aumento de ociosidade. O indicador caiu para 82,5%, sendo que, em maio, ficou em 82,3%. Em junho do ano passado, o índice, que mostra o nível de operação das indústrias, apresentou 82,8%. As horas trabalhadas recuaram 0,7% em junho, ante maio. Dos 19 setores industriais considerados, sete registraram variação negativa em junho. Os destaques ficam por conta dos segmentos edição e impressão (-5,1%), metalurgia básica (-2,3%), alimentos e bebidas (-1,8%) e madeira (-0,8%), entre outros. Segundo Castelo Branco, apesar da preocupação com a queda nos indicadores, o setor industrial está otimista com a preocupação do governo federal, em adotar medidas de incentivo ao segmento industrial brasileiro visando ao aumento da competitividade do setor, com o Plano Brasil Maior, anunciado na semana passada. Essa perda de dinamismo preocupa, uma das razões do setor demandar uma política industrial mais ativa, voltada à recuperação da competitividade dos produtos brasileiros. Um aspecto positivo é que a política econômica demonstrou, com mais clareza, preocupação com o desempenho industrial. É mudança de postura do governo, que vê necessidade de política industrial mais ativa, disse. A aprovação das novas políticas, no entanto, veio com ressalvas. O plano tem um diagnóstico correto, focando a melhoria da competitividade. No entanto, foi menos abrangente do que era necessário para ter impacto maior. Além disso, o impacto foi diluído, não tem resultado imediato, concluiu Castelo Branco. Médicos farão paralisação nacional para pedir melhorias na rede pública de saúde Carolina Pimentel Brasília Os médicos vão parar o atendimento de rotina no Sistema Único de Saúde (SUS), no dia 25 de outubro, para pedir melhorias na rede pública. É a

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