Informática & Telecomunicações

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1 Informática & Telecomunicações Este suplemento faz parte integrante da edição 1137, de 27 de Abril de 2006 do JORNAL DE LEIRIA e não pode ser vendido separadamente Edição

2 INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES JORNAL DE LEIRIA Damos 47 cêntimos para o Plano Tecnológico, por dia Qual o melhor sistema operativo para a sua máquina? Qual o mais prático e económico? O que é o Plano Tecnológico? Compensa a utilização de tecnologia VoIP? E quais são as principais softwarehouses da região? Estas e outras perguntas são respondidas ao longo desta publicação especial do JORNAL DE LEIRIA. Sabia que, num momento em que o Governo anuncia o Plano Tecnológico, o financiamento total da Investigação Desenvolvimento por habitante representa, em Portugal, apenas 39 por cento da média da União Europeia. Isto é: 436 euros de média europeia contra 171 euros por ano em Portugal. Quarenta e sete cêntimos por dia e por habitante. Quais as consequências práticas da OPA da Sonae sobre a Portugal Telecom e os desafios que se colocam ao País com os acordos com o MIT e Microsoft, PDAs, ipods e padres que colocaram as suas paróquias online são mais algumas razões para ler esta edição dedicada a utilizadores domésticos, fãs de novas tecnologias e empresários responsáveis por PMEs. Choque, Plano e retoma João de Sousa, editor do Channel Partner Aeconomia real começa a apresentar alguns sintomas de retoma. Do lado das empresas chegam sinais que, embora tímidos, são reveladores. O Governo marcou pontos ao recolocar o Plano Tecnológico na agenda aproveitando o efeito mediático da visita de Bill Gates para trazer o assunto de novo para a ribalta. O sinal dado às empresas como às famílias, tem pelo menos o mérito de restituir alguma da confiança perdida. O peso dos factores emocionais e psicológicos na sociedade e no desempenho da economia, não sendo panaceia mágica, é imprescindível sempre que se reúnem as restantes condições. Os protocolos assinados, na maioria dos casos incidindo na formação para a Sociedade da Informação, apontam um caminho, a meu ver correcto. Qualquer solução que passe ao lado da formação dos cidadãos e agentes económicos - de empresários a funcionários públicos - não levará o país a lado nenhum e mais não é que artes de palco, motivada por opções conjunturais, e navegação à vista política. Embora, por enquanto, não passem ainda de cartas de intenções, sendo que com a Microsoft, é provável que venham a transformar-se em programas e acções concretas. Ressalvada a concorrência, é de esperar que o país, no seu todo, tenha dado um passo decisivo em frente. Noventa e nove por cento de transpiração e um por cento de inspiração Foi quanto bastou para, de forma contundente e quase pueril, a Sonae e Belmiro de Azevedo abanarem a esfíngica imperturbabilidade do gigante, instalado no pedestal onde - à revelia do sistema é sustentado pelos sucessivos governos que, por mera conveniência, não quiseram, ou souberam, separar a função reguladora do estado da sua acção como agente económico. À sombra desta asa, e com o beneplácito discreto das autoridades reguladoras das telecomunicações e da concorrência, o maior operador português teve recentemente direito a parangonas devido ao uso (para muitos abuso) da Portuguesa em campanha publicitária que se revelou um tiro no pé. Tal autismo tinha já sido evidenciado aquando da promoção, junto da imprensa, do patrocínio da selecção brasileira de futebol, através da participada no Brasil. O investimento, apesar de discutível, ainda consigo entender. Menos compreensível é a gritante insensibilidade evidenciada no press release onde exalta a proeza. A avaliar pelos resultados de estudo recente, por uma vez as opiniões, pública e publicada, coincidem. Larga percentagem de portugueses, que cresce na medida do acesso à informação, manifesta-se a favor de que o Governo dê luz verde à OPA. Caricata é também a reacção esclerosada dos sindicatos. O fantasma da redução de postos de trabalho é patético quando confrontado com o desemprego provocado pela manutenção do actual estado de coisas. Recorde-se, a título de exemplo, que as tarifas cobradas aos outros operadores no ADSL, pelo dono da infra-estrutura, impossibilitou estes de competir com Sapo e Netcabo, obrigando Clix e IOL a redefinir estratégias e reduzir postos de trabalho. A que se devem somar os empregos não criados em virtude da falta de concorrência. O mercado mexeu. David guardou a funda e propõe-se comprar Golias, comprometendo-se a separar, finalmente, as redes de cabo e cobre, baixar preços, investir e oferecer mais e melhores serviços às famílias e às empresas. Soberbo! FICHA TÉCNICA EDIÇÃO: JORLIS - EDIÇÕES E PUBLICAÇÕES, LDA. Director: Arnaldo Sapinho; Coordenação: Anabela Frazão; Redacção: Jacinto Silva Duro. Serviços Comerciais: Élia Ramalho e Rui Pereira. Paginação: Isilda Trindade, Rita Carlos. Impressão: Mirandela, SA. Tiragem: exemplares; Distribuição: Jornal de Leiria, Edição de 1137, de 27 de Abril de 2006 Rua Comandante João Belo, Nº 31 - Apartado Leiria Tel Fax

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4 INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES JORNAL DE LEIRIA A VITÓRIA DA DEMOCRACIA ELECTRÓNICA? Plano Tecnológico MEDIDAS DO PLANO TECNOLÓGICO: - Investigação científica competitiva e avaliação internacional. Consórcios, redes e programas (como os anunciados acordos com o MIT e Microsoft). - Ciência, tecnologia e inovação em cooperação internacional. - Contratos de serviço público com laboratórios de Estado e laboratórios associados. - Ciência e tecnologia para a prevenção e minimização de grandes riscos públicos. - Desgovernamentalizar e modernizar o sistema público de administração da ciência. - Triplicar o esforço privado de I&D e atingir um por cento do PIB de investimento público em I&D. - Alargar o acesso à aprendizagem ao longo da vida. DR O Plano Tecnológico Português, que já foi apelidado de Choque tecnológico, é a estratégia com que o Governo pretende fazer crescer a economia portuguesa na próxima década. Como país modelo a seguir, o primeiroministro José Sócrates elegeu a Finlândia e assegura que o problema da falta de competitividade nacional deve ser atacado em duas frentes simultaneamente: Através do aumento da produtividade e da produção de bens e serviços com mais valor, por parte do aparelho produtivo já instalado, criação de novas unidades empresariais e instalação de novas competências de maior valor acrescentado. A chave para a competitividade da economia portuguesa, assegura o Governo, é a inovação de processos, produtos e serviços, tecnológica, na organização e na gestão. A generalização do uso da Internet nas escolas, através da banda larga, a preços idênticos aos dos países mais desenvolvidos da União Europeia, o lançamento do cartão comum do cidadão, a introdução progressiva do princípio do balcão único nas relações do Estado com os cidadãos e empresas são algumas das medidas propostas pelo Governo. A consolidação de iniciativas em curso, como por exemplo, transacções electrónicas, cidades e regiões digitais, conteúdos digitais, campus virtuais, democracia electrónica, promoção de sistemas operativos não proprietários open source, combate à fraude e abertura dos mercados públicos de telecomunicações para estimular a concorrência e permitir um desenvolvimento mais rápido são alguns dos aspectos prioritários do Plano Tecnológico. INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO Ao nível da Inovação e desenvolvimento, o Governo pretende viabilizar e criar 200 novas empresas de base tecnológica e potenciar o crescimento desse tipo de empresas em mercados emergentes. Vai duplicar os fundos de capital de risco para apoiar o lançamento de projectos inovadores, criar um programa que disponibilize às PME quadros jovens no campo da gestão e da inovação, repor um sistema de incentivos fiscais à I&D empresarial; Em percentagem do PIB, Portugal despende em I&D menos de metade da média europeia (0.8 por cento contra 1.9 por cento), enquanto o número de investigadores em Portugal representa pouco mais de metade da média europeia, em permilagem da população activa. A desproporção torna-se mais visível quando posta em confronto com o crescimento noutros países e com as metas europeias para 2010: Três por cento do PIB em investigação e oito investigadores por mil activos. O financiamento total da I&D por habitante representa em Portugal apenas 39 por cento da média da Europa dos 25, isto é: 436 euros de média europeia contra 171 euros por ano em Portugal. Quarenta e sete cêntimos por dia e por habitante. A meta europeia de atingir três por cento do PIB em investimento em I&D visa atingir dois por cento do PIB a ser executado por empresas e um por cento pelo sector público. Actualmente, em Portugal, o sector público investe 0.55 por cento do PIB em I&D. O esforço privado em I&D empresarial não ultrapassa 0.26 por cento do PIB.

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6 INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES JORNAL DE LEIRIA WINDOWS, GNU LINUX OU MAC OSX Como escolher o melhor sistema A diferença mais óbvia entre sistemas operativos como Windows, Mac OSX e GNU Linux é o preço. Os dois primeiros pagam- -se, o último não. No entanto, quem opta por GNU Linux depara-se com várias dificuldades ao nível da instalação e da configuração do sistema. A opção pode passar pelo recurso a empresas que procedem à instalação completa do sistema. Ou seja, o preço passa para os serviços em vez de significar o custo do software. Por outro lado, as novas versões do Linux instalam-se tão bem como o Windows, apesar de, por vezes, questionarem o utilizador sobre aspectos desconhecidos para quem não está dentro dos termos informáticos, mas se o preço é o factor mais importante na decisão, então o Linux é o caminho a seguir. Para a escolha do sistema operativo que melhor se adequa a cada pessoa, há que ter em conta alguns aspectos: 1) Disponibilidade em termos de preço a pagar pelo sistema e hardware, aplicações necessárias e apoio técnico. 2) Resistência à mudança: quão preparada está a pessoa para mudar e aprender um sistema novo? Caso não seja muita, a produtividade poderá ser bastante reduzida. 3) Integração de aplicações antigas que sejam necessárias correr no novo sistema operativo 4) Adequação do sistema operativo às necessidades do utilizador. Pedro Jorge, natural de Leiria e investigador na Universidade de Estocolmo, explica que é preciso considerar outros aspectos, como o que se pretende fazer com o sistema operativo. Não faz sentido dizer que um sistema operativo é melhor do que o outro. Faz sentido definir as necessidades específicas de cada utilizador e então avaliar os vários sistemas operativos. Será então visível qual é o mais adequado a cada pessoa, afirma. Questões como: A quem se destina o computador? Para pessoas com experiência e bons conhecimentos informáticos? Ou para quem apenas quer usar a internet e aplicações office? MICROSOFT WINDOWS VISTA Apesar dos pontos negativos apontados por muitos utilizadores custo elevado, diversos problemas que surgem ao fim de algum tempo de instalação e utilização regular, necessidade de elevados recursos de hardware e muitas falhas de segurança, o Windows tem uma instalação relativamente simples e a maioria dos programas são bastante fáceis de instalar e utilizar. A maioria dos programas e jogos funcionam nesse sistema operativo, embora isso acarrete consequências em termos de custos, refere Pedro Jorge. Os serviços governamentais, por vezes, também têm influência nas escolhas, uma vez que muitos sites do Estado apenas funcionam de acordo com as especificações da Microsoft. Neste momento, a grande expectativa é o lançamento do novo Windows Vista, o sis-

7 JORNAL DE LEIRIA INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES tema operativo que substituirá o WindowsXP. A comercialização deste produto foi adiada várias vezes nos últimos dois anos, prevendo-se que poderá ser apresentado no segundo semestre deste ano, ou em Janeiro do próximo. As máquinas mais antigas não o deverão conseguir correr. GNU LINUX O Linux é um sistema que se tem mostrado robusto e com rápidas actualizações. Distribuído por várias empresas a custo zero, ou mínimo, caso se opte por uma distribuição com custos de integração e suporte, as aplicações disponíveis também têm custo nulo e abrangem praticamente todas as necessidades dos utilizadores. Assenta numa base Unix, a mesma utilizada na maioria dos servidores mundiais, entre eles os da NASA e do governo norteamericano devido à sua fiabilidade e segurança. Aprender a utilizar Linux requer um processo de aprendizagem. Se o utilizador se sente à-vontade a utilizar outro sistema operativo, o melhor é não mudar, afirma Pedro Jorge. Com o fim anunciado do suporte técnico da Microsoft ao Windows 98, em Junho deste ano e atendendo a que 20 por cento dos computadores em todo o mundo utilizam ainda esse sistema operativo obsoleto, a solução para continuar a usar máquina mais lentas e antigas pode ser a migração para Linux. APPLE MACINTOSH Desde o seu início, a Apple, teve como objectivo criar computadores e sistemas operativos simples de utilizar e com qualidade. Ao contrário do que acontece com os restantes computadores, o hardware e o software desta marca foram criados especificamente para os computadores Macintosh. As instalações e configurações de programas são mais simples do que as dos sistemas operativos referidos anteriormente. O custo elevado deste pacote constituído pela máquina e software, razão que era apontada para a preferência por sistemas Windows, tem baixado, nos últimos anos, havendo, neste momento, muito pouca diferença entre ambos. Se a falta de compatibilidade de software, programas ou uso de experiência anterior em ambientes Windows ou Linux não forem um entrave, então um Mac poderá ser uma boa opção, dada a sua facilidade de utilização a Apple foi recentemente galardoada com um prémio para o sistema operativo mais fácil de utilizar. A partir de Agosto, a marca norte-americana promete a compatibilidade total com o seu mais recente sistema operativo, o Mac OS A partir dessa data, os Mac vão passar a poder correr os programas escritos para Windows, eliminando a última barreira entre os dois mundos. Em Leiria para todo o país...!!! Criada em Maio de 1992, a LEIRISOFT assentou a sua actividade com base num acordo de parceria com a IBS Ibéria. A IBS Portugal é um fornecedor mundial de referência de Aplicações preparadas para a Web, integrando CRM, Supply Chain Management e Business Intelligence, aliando às suas soluções um vasto leque de serviços profissionais. A aliança estratégica existente entre a IBS Ibéria e a IBM, disponibiliza várias soluções com base no software IBS e nos servidores e tecnologia Internet IBM. Rua de Porto de Mós, Lote 39-1º.Esq. - Urbanização Nova Leiria LEIRIA - Telef.:

8 INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES JORNAL DE LEIRIA APPLE MACINTOSH A marca da maçã JACINTO SILVA DURO A Lisistemas (Leiria) é a única empresa na região a comercializar e prestar assistência técnica a computadores Apple. Criada em 1994, desde sempre se dedicou à marca da maçã. O teu computador tem uma maçã como o da Matilde dos Morangos com açúcar. Foi com esta frase que Tiago Silva percebeu que estava na moda. Amante da marca Macintosh, sempre se habituou a ver conhecidos e desconhecidos a torcer o nariz, sempre que referia que tinha um computador desta marca. Não é por serem más máquinas, pelo contrário. São as melhores do mundo, mas por uma razão qualquer, talvez por terem menos jogos, sempre fui olhado como aquela pessoa que tem um computador esquisito e caro, afirma. Mas a tendência está a mudar. Cada vez mais pessoas optam por computadores desta marca. As pessoas que compram Macs procuram fiabilidade, software específico e facilidade de utilização, explica Pedro Barosa, do departamento comercial da empresa. O sistema operativo Mac OSX é baseado num kernel (cérebro do sistema) Unix. Reconhecidos por estarem na vanguarda do design em termos de hardware e software, os Apple Macintosh são as máquinas de eleição de designers, arquitectos, publicitários, empresas gráficas, jornais, revistas e de todos os que pretendem um computador diferente. Pense diferente é, aliás, o slogan da Apple, empresa que criou o mais conhecido gadget da moda, o ipod. É cada vez mais uma marca de eleição, explica Pedro Barosa, sublinhando que os estudantes universitários são dos que mais a procuram. São computadores que têm um período de vida muito grande. Seis, sete anos e mais, adianta. Sempre que a marca lança um novo produto, os clientes fazem verdadeiras romarias à Lisistemas para os ver mais de perto. É quase um modo de vida, conta Pedro Barosa. Quem tem um Mac faz gala em dizer que o tem. É um orgulho ser membro do pomar, remata Tiago Silva. EMPRESA DE LEIRIA CRIA LINHA DEDICADA AO SOFTWARE LIVRE Soluções Linux na LCO Informática UM OFFICE GRATUITO E ALTERNATIVO Entre os aplicativos que vêm a custo zero com as distribuições Linux, um dos mais importantes é o OpenOffice.org. Um pacote completo de produtividade de escritório, que fornece um ambiente de trabalho semelhante a outros pacotes de produtividade proprietários como o Microsoft Office ou WordPerfect. Este pacote livre e gratuito de produtividade contempla as normais aplicações de produtividade, como um processador de texto, folhas de cálculo, gestor de apresentações, programa de desenho e editores de fórmulas, em mais de 23 línguas. Uma das vantagens do OpenOffice.org é o facto dele trabalhar com uma grande variedade de formatos de ficheiros, permitindo aos utilizadores partilhar a informação com colegas que usam outros pacotes de produtividade. A suite é ainda multi-plataforma, o que significa que pode ser instalada nativamente em Linux (qualquer distribuição), PPC Linux, Solaris, Windows (qualquer versão) e em Mac OS X. JACINTO SILVA DURO Chama-se LcoX e é a nova marca de computadores que a empresa de Leiria, LCO Informática está a comercializar. Os computadores vêm instalados com o sistema operativo GNU Linux e prometem ser mais baratos e configurados de acordo com as necessidades de cada utilizador, aproveitando ao máximo as vantagens de um sistema montado em hardware fiável. A nova marca junta-se à LCO, a marca para computadores baseados em sistemas Wintel. Num primeiro momento, a empresa sedeada na Nova Leiria lançou-se no mercado empresarial fornecendo soluções e sistemas completos baseados em GNU Linux, mas pretende agora dirigir-se para o mercado doméstico. Na LCO, lado a lado, convivem as janelas do Windows com o Tux o pinguim do Linux. Comercializamos as duas soluções mais populares no mercado e damos assistência técnica. No caso do Linux, também oferecemos, caso o cliente pretenda, um curso de iniciação rápida ao sistema operativo, explica o administrador da empresa, Luís Jorge. Segurança, estabilidade, facilidade de utilização, intuitividade, compatibilidade, invulnerabilidade a vírus, worms, trojans e a todo o tipo de malware são algumas das vantagens que os responsáveis pela empresa enumeram. O custo inferior de uma máquina nova com Linux instalado é outro dos atractivos. Uma distribuição de Linux, qualquer que seja, custa um vigésimo de uma licença de Windows, com a vantagem de já trazer gratuitamente uma suite Office, programas multimédia, de manipulação de imagem, de programação e muitos outros, incluindo jogos, explica Luís Jorge. O responsável refere ainda que os sistemas Linux instalados na LCO actualizam-se automaticamente sem a intervenção do utilizador, bastando uma ligação ADSL para isso. É um procedimento que significa um sistema sempre de topo, menos uma preocupação e custos. MICROSOFT FINALIZA NOVO SISTEMA OPERATIVO O mercado é dominado pelas máquinas com sistema operativo Windows. Fácil de utilizar, flexível e muito distribuído mundialmente, é produzido pela Microsoft. Neste momento, a empresa da cidade de Redmond, Estados Unidos, está no processo de eliminar falhas e limar arestas dos mais recentes Windows Vista. Um sistema operativo que a Microsoft quer livre de falhas, robusto e recheado de novidades. Mas que tem sofrido sucessivos atrasos. O Vista, que pode ser descarregado do site em versão beta, assenta num novo sistema de ficheiros que deverá facilitar a utilização de discos rígidos cada vez maiores, novo ambiente gráfico com texturas semi-transparentes e alphablending, um novo browser de internet com as mesmas funcionalidades e segurança que desde há dois anos estão disponíveis no concorrente gratuito Mozilla Firefox, maior invulnerabilidade às ameaças que povoam a internet e tornaram rapidamente inviável a utilização de sistemas operativos mais antigos na rede. As novidades anunciadas são muitas e a expectativa também. Claro que um sistema operativo mais complexo requererá hardware muito mais potente e caro, e a criação de uma nova norma standard em termos de máquinas. Se não voltar a haver adiamentos, o lançamento oficial do Vista deverá ocorrer ainda este ano.

9 JORNAL DE LEIRIA INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES LUÍS URMAL CARRASQUEIRA, DIRECTOR DE NEGÓCIO DA SAP PARA AS PME Os ERP são vitais na competitividade A SAP foi, recentemente, alvo de uma reestruturação que visou a criação de novas parcerias na região. Que razões estiveram na base deste procedimento? Não alterámos a rede de distribuição, diferenciámos sim a nossa estratégia de abordagem ao mercado, que para além de ser indirecta, como foi até hoje, passou também a ser directa. Por outras palavras, a SAP continua a endereçar o mercado das PME através dos seus parceiros e do seu canal de distribuição habitual, contudo, devido a esta nova estratégia, agora, será feito um maior acompanhamento do negócio de cada parceiro. Esta nova aproximação ao mercado das PME implica também uma abordagem multi-canal, em que são potenciadas quaisquer vias de vendas para o mercado, nomeadamente, a força de vendas da própria SAP e dos parceiros, bem como os seus recursos de telemarketing e de tele-vendas, com o objectivo de maximizar a cobertura da SAP no mercado nacional das PME. Por último, reforçámos também o modelo de parcerias, estabelecendo novas regras de geração de oportunidades de negócio e de um maior comprometimento com a formação dos nossos parceiros. Leiria é uma região apetecível em termos de mercado de ERPs e do software da SAP? Porquê? É uma região-alvo da estratégia da SAP para o mercado das PME devido à sólida proliferação de empresas de pequena e média dimensão, dos mais diversos sectores de actividade. Assim, considerando esta forte presença de organizações empresariais, que naturalmente têm as mais diversas necessidades ao nível dos processos de negócio e as mais variadas capacidades de investimento em tecnologias de informação, a SAP acredita que pode acrescentar valor à região, através de soluções adequadas às reais necessidades de cada empresa. As soluções da SAP para as PME proporcionam poder e controlo necessários para as PME gerirem o seu negócio. Num ambiente muito competitivo e em permanente mudança que caracteriza a actualidade da actividade empresarial, as soluções de ERP são vitais na intensificação da competitividade, quer através do aumento da eficiência dos colaboradores, quer da redução dos custos operacionais ou da melhoria do desempenho económico. A grande concorrência a nível regional neste mercado é saudável? A SAP em Portugal está presente em todo o território, através de um canal de venda indirecta, formado por um conjunto de parceiros conhecedores das soluções SAP. Se, por um lado, os parceiros da SAP são especialistas nas nossas soluções de gestão e possuem uma profunda consciência das necessidades e principais preocupações das PME, por outro, oferecem as vantagens evidentes que supõem a proximidade geográfica e experiência dos mais diversos sectores de actividade. Os estudos revelam que as PME têm maior preferência por parceiros de tecnologia locais/regionais para a implementação de soluções de tecnologias de informação. Assim, os nossos parceiros são seleccionados, formados e certificados para oferecer uma solução completa, rápida, eficaz e personalizada para as PME, com base na sua experiência e conhecimentos tecnológicos, bem como na sua especialização nos diversos sectores de actividade. No distrito de Leiria, contamos principalmente com um parceiro de negócio que é a InCentea, para a comercialização da nossa solução SAP Business One. Que mais-valias apresentam as soluções para PMEs da SAP? O mysap All-in-One e o SAP Business One são as nossas duas soluções para as Pequenas e Médias Empresas. Do ponto de vista de uma aplicação de gestão, uma PME necessita do mesmo espectro de funcionalidade que uma grande empresa. O que as primeiras não necessitam é da mesma infra-estrutura e complexidade de implementação. Para estas, as soluções de gestão devem ser simples, fáceis de entender e rápidas de implementar. Além de que não é o momento para soluções dispendiosas nem extremamente complexas. Deste modo, a resposta da SAP é fornecer todas as funcionalidades em soluções que sejam fáceis de implementar e manter, e que exijam poucos recursos do lado da equipa de informática das PME. A solução SAP Business One é flexível e baseada em tecnologia aberta, que permite acompanhar o crescimento do negócio empresarial, bem como permite opções de migração totalmente compatíveis com a família de soluções mysap Business Suite. A solução SAP Business One é de fácil utilização e caracteriza-se por uma navegação intuitiva, num ambiente Microsoft Windows, e com múltiplas ferramentas de configuração. Trata-se de uma solução fácil de implementar e de manter. Esta solução caracteriza-se, ainda, por uma elevada performance, acompanhando o crescimento da empresa, sistemas de segurança robustos e possibilidade de facilmente evoluir para soluções mais complexas e sofisticadas. Acredita que será possível Portugal tornar- -se uma referência ao nível das novas tecnologias? Existem factores fundamentais para que um País reuna as condições necessárias para se tornar uma referência ao nível das novas tecnologias. Estes factores resumem-se a um conjunto de competências básicas: massa cinzenta, domínio das tecnologias e capacidade de inovação. Apesar de aceitar que ainda existe espaço para melhorias, acredito que Portugal está bem fornecido ao nível destas competências, comprovado pelos bons exemplos que encontramos no mercado nacional. Todavia, existe uma outra competência determinante: o empreendorismo, que considero como uma das competências mais baixas dos portugueses, pois não existe um tipo de cultura nem de educação que o promova. Esta competência terá de ser trabalhada, através da criação de condições necessárias para o seu desenvolvimento. PARÓQUIAS VIRTUAIS Doidos por gadgets Os dias em que José Silva sai de casa sem o seu PDA (Personal Data Assistant) - computador pessoal de mão não são produtivos. Tenho lá a minha vida. E como sou muito esquecido, confio muito nos constantes alarmes que me avisam do que tenho de fazer. A minha vida gira à volta do meu computador de bolso, confessa este designer de Caldas da Rainha. Agenda pessoal, memorandos, anotações, programa de despesas, lista telefónica e endereços, ligação à internet e até telemóvel estão comprimidos num pequeno gadget do tamanho de uma agenda. Os PDAs não são propriamente uma novidade. Apareceram no mercado pela mão da Apple, nos anos 90, e quase desapareceram pela mão da mesma empresa. O Newton era muito bom, mas apareceu demasiado cedo, conta José Silva. Mas, com a chegada do século XXI, tornaram-se um objecto indispensável para muitos profissionais e empresários. Posso consultar a internet e s, fazer telefonemas e despachar trabalho sem estar no meu atelier, diz o designer. Além do Newton, a Apple criou outro gadget inovador, desta vez, com mais sucesso: o ipod. Leitor de mp3, de fotografias e vídeo, o pequeno aparelho da Apple revolucionou o mercado da música online e deu um enorme salto na guerra contra a pirataria. Pedro Almeida, anda sempre com o seu no bolso. Quase não pesa e é por isso uma boa companhia quando vou correr ou fazer escalada, refere este advogado natural de Ansião. O preço deste aparelho é, por vezes, superior ao dos seus concorrentes e também tem menos algumas funcionalidades, mas isso não parece incomodar os seus utilizadores. O design é fabuloso. Não trocava o meu ipod por nada, diz o advogado. Tiago Encarnação está a estudar Gestão de Empresas, em Lisboa, e raramente sai de casa sem a máquina fotográfica digital, do tamanho de uma caixa de pastilhas elásticas. Gosto de fotografar tudo e todos. Os meus colegas fazem o mesmo. Desde que vim para Lisboa, a máquina e o meu leitor de mp3 são os meus companheiros de todos os dias no autocarro ou metro no caminho da faculdade, diz. Quando Marco Brites se tornou auxiliar o padre de Regueira de Pontes, Leiria, estava longe de pensar que iria colocar a paróquia no mundo virtual. Era uma ideia antiga, recorda o padre Vítor Mira. As informações relativas aos eventos e datas importantes da vida da comunidade são constantemente actualizadas. Esta aberto a críticas, sugestões, opiniões e também temos um espaço de partilha, adianta Marco Brites. O pároco espera cativar mais jovens com o espaço criado em mas subliunha que o site não substitui a proximidade. Não queremos uma proximidade virtual. Queremos uma proximidade humana. Meirinhas, Pombal, Pousos e Souto da Carpalhosa, Leiria, são outras paróquias que se dão a conhecer online.

10 INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES JORNAL DE LEIRIA MERCADO DE ERP Soluções por medida criadas na região DR Várias softwarehouses de Leiria lutam diariamente pelo controlo do mercado de soluções de Enterprise Resource Planning (ERP) da região. Umas concebem internamente os produtos, outras ajudam no seu desenvolvimento, mas todas fazem da satisfação do cliente, costumização e suporte técnico dos produtos a sua principal mais- -valia. ALIDATA APOSTA IN-HOUSE A Alidata é uma das empresas que desenvolve internamente soluções multiplataforma. Isto é, compatíveis com todo o tipo de hardware e sistemas operativos. A decisão de criar a aplicação SIA Sistema de Informação Avançado, foi tomada em 1997 e o desenvolvimento desse software de gestão prolongou-se até 2002, altura em que começou a ser comercializado e implementado em PMEs. A solidez, desenvolvimento, desempenho e capacidade de gestão, qualidades apresentadas pela empresa, acabaram por ser distinguidas com a atribuição do título de PME Excelência, pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI) e Caixa Geral de Depósitos em 1999 e A esta distinção vem juntar-se a Certificação de Qualidade em Para comercializar o ERP, foi criada uma DR rede de parceiros nacional, responsável pela venda do software SIA. A acompanhar esta estratégia de expansão é lançado uma versão em pacote do SIA, o S2 contendo módulos de gestão comercial e contabilidade. Em 2005, a empresa e o ERP foram alvo de uma operação de rebranding e modernização. A ocasião foi aproveitada pela Alidata para alargar a oferta de produtos SIA ERP e S2 Package: SIA Portalweb, SIA Controlo e Gestão de Análises Laboratoriais, S2 Gestão de Obras e S2 Gestão de Oficinas. incentea: A UNIÃO FAZ A FORÇA A incentea resultou da fusão de duas empresas concorrentes: A Leirisic e a Datamex, há cerca de dois anos. A primeira comercializava soluções Primavera e a segunda o ERP Gexor, concebido inteiramente na fábrica de software da empresa. Com a junção dos dois concorrentes, a empresa passou a representar também marcas como a PHC e SAP Business One. Quatro equipas diferentes, todas da mesma empresa, concorrem entre si no âmbito do software de recolha de dados de gestão e dos ERP e administram as suas próprias carteiras de clientes. Parcerias com outras empresas permitem ainda à incentea adquirir conhecimentos em áreas diversas como a automação industrial e oferecer aos clientes um leque mais alargado de suporte e serviços. CPS: CONSULTORIA E SISTEMAS INFORMÁTICOS A CPS - Consultores de Informática é uma empresa de consultoria, especializada na implementação de sistemas informáticos de gestão. As soluções de gestão implementadas pela empresa são concebidas em parceria com a empresa T.I. - Tecnologia Informática, sob o nome ArtSOFT. Um produto que permite ao utilizador adquirir módulos à medida das necessidades específicas da sua empresa. Tal como noutras empresas da região, também na CPS a costumização e criação de software à medida das necessidades e actividade de cada empresa é uma preocupação constante.

11 JORNAL DE LEIRIA INFORMÁTICA E TELECOMUNICAÇÕES PRODUTOS A METADE DO PREÇO Hardtop é líder no mercado dos reciclados Quando há dez anos a Hardtop chegou ao mercado da reciclagem de consumíveis (tinteiros e tonners), em Portugal não havia empresas que se dedicassem a esta actividade. Hoje, a firma de Leiria é líder no mercado nacional de reaproveitamento destes produtos. Há duas grandes vantagens na reciclagem. A ambiental, uma vez que estamos a falar de produtos tóxicos não biodegradáveis e a poupança de custos, explica Adelino Fino, gerente da Hardtop. Um tinteiro ou tonner reciclado custam, metade do produto original. O responsável assegura que os artigos colocados no mercado pela empresa têm garantia total e critica os maus recicladores. São o nosso maior problema. Há muitas empresas que fazem este tipo de operação sem se regerem por padrões de qualidade. Não há fiscalização e isso penaliza as que, como nós, são certificadas pelo Ministério do Ambiente, acusa. A Hardtop começou como uma empresa de informática com um projecto importado dos Estados Unidos no horizonte. Rapidamente, se estabeleceu no mercado e criou uma rede de revendedores DR autorizados em todo o País. Ainda não optámos pelo mercado das grandes superfícies porque estas não dão assistência e acompanhamento personalizado aos clientes, refere Adelino Fino. A empresa tem apostado ainda na venda directa ao público e às firmas de informática. INCENTA APOSTA NAS TELECOMUNICAÇÕES Telefonar é mais barato através do VoIP Não há ninguém que não deseje falar telefonicamente a custos reduzidos. É o sonho de empresários e, de forma geral, da maioria da população mundial. Com a criação dos serviços de VoIP, ou Voice over IP, isso tornou-se possível. Basicamente, trata-se de utilizar a mesma tecnologia que permite enviar e receber pacotes de informação, via internet ou outras redes baseadas em IP, para converter pacotes de voz ou fax para transmissão. Em casa, basta ter instalado no computador um programa como o Skype, um microfone e auscultadores para começar a falar para todo o mundo a custo zero, ou quase. A revolução está a chegar agora às empresas, mas de uma maneira mais profissional. A incentea é uma das softwarehouses da região que se dedica à instalação de sistemas de VoIP. Estamos a fazer uma grande aposta na área, explica António Poças, presidente do Conselho de Administração da firma. Recentemente, a incentea integrou a empresa Pluriproj, uma medida que visa desenvolver a área de negócio de sistemas e comunicações, através da colocação de infra-estruturas globais de rede, segurança integrada e soluções convergentes de comunicação de dados e voz. A softwarehouse de Leiria foi também certificada pela Siemens e pela Aastra, a segunda principal marca presente no mercado de França e uma das maiores a nível mundial. A convergência de dados, voz e video permite utilizar as mesmas auto-estradas de comunicação. Foi por isso que sentimos necessidade de reforçar as competência que já tínhamos na área de dados, explica António Poças, adiantando que, dentro de alguns anos, as centrais telefónicas físicas deverão ser substituídas por software a correr em servidores. A procura tem aumentado, com as empresas a tomar a dianteira neste tipo de tecnologia. Normalmente, as alterações ao equipamento instalado não são VOIP (VOICE OVER IP) muitas. É possível manter a maior parte dos sistemas e cablagens, bastando trocar o ponto de saída por um dispositivo que transforma a voz e fax em pacotes de informação que podem ser enviados para qualquer local do mundo a baixo custo. Tecnologia que torna possível estabelecer conversações telefónicas numa rede IP (incluindo a Internet). A comunicação telefónica através de VoIP apresenta grandes vantagens sobre a telefonia convencional. A principal é a redução de despesas. A rede de dados e VoIP não está sujeita às mesmas taxas das ligações telefónicas convencionais, que é calculada em função de distâncias geodésicas e horários de utilização estabelecidos pelas operadoras de telefonia. Outra vantagem do VoIP, em relação à telefonia convencional, é que esta é baseada em comutação de circuitos, que podem ou não estar a ser utilizados, enquanto a VoIP utiliza comutação inteligente por pacotes, maximizando o aproveitamento dos recursos existentes.

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