Distrito espartilhado condenado a desaparecer

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1 O SEMANÁRIO DA REGIÃO E DO DISTRITO Semanário Regional Director Interino João Nazário Ano XXV Edição de Outubro de 2009 Preço 1 Euro IVA incluído JORLIS-Edições e Publicações, Lda. Rua Comandante João Belo, nº 31 Apt Leiria Tel Fax Falta de capacidade obriga utentes a esperar horas Caos no Serviço de Atendimento à Gripe de Leiria Um pico de procura por parte dos doentes com sintomas de gripe criou o caos no Serviço de Atendimento à Gripe (SAG) de Leiria, na segunda-feira. Com apenas um médico de serviço, dezenas de pessoas foram obrigadas a esperar horas, numa sala pequena que passou também a ser um foco de infecção para quem não estivesse doente. A maioria das pessoas cumpriu a recomendação da Direcção-Geral de Saúde, deslocando-se ao SAG por encaminhamento da Linha Saúde 24. PÁGINA 53 António Arnaut, ex-ministro dos Assuntos Sociais Os hospitais não podem ter lucros ENTREVISTA PÁGS. 16 E 17 RICADO GRAÇA RICARDO GRAÇA Martinho faz acordo pessoal com o PS Novo executivo já tem pelouros atribuídos O PS garantiu a maioria absoluta na Câmara de Leiria, ao conseguir um acordo pessoal com o vereador do CDS-PP, António Martinho, que assumirá a tutela do Desporto. As restantes pastas estão já atribuídas, com Raul Castro a chamar a si os pelouros da Administração Geral e Finanças, Gestão e Recursos Humanos. PÁGINA 13 Organização administrativa é confusa Distrito espartilhado condenado a desaparecer RUI PEO LOURENÇO Leiria é um distrito espartilhado por divisões administrativas, o que constitui um obstáculo à unidade e à existência de uma identidade forte. A regionalização, defendida no programa eleitoral do PS, poderá ser a oportunidade para instituir divisões administrativas coerentes, ditando a morte dos distritos, vistos por alguns como figuras moribundas. ABERTURA PÁGS 4 A 6 REGIÃO Porto de Mós Lixeira em Mira de Aire ameaça lençóis freáticos PÁGINA 9 Pombal Narciso Mota ataca Governo na tomada de posse PÁGINA 14 Segurança Duas farmácias assaltadas à mão armada PÁGINA 10 LEIRIA Henrique Neto sugere venda do estádio PÁGINA 12 Director eleito continua sem conseguir assumir cargo na D. Dinis PÁGINA 11 RECEBEMOS NO NOSSO PUB RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO (RCD) VEÍCULOS EM FIM DE VIDA (VFV) LIGEIROS E PESADOS, COM CANCELAMENTO IMEDIATO DA MATRÍCULA RESÍDUOS DE EQUIPAMENTOS ELÉCTRICOS (REEE) ECOMAIS Recolha e Valorização de Resíduos, Lda. Rua de Tomar, n.º 77 1.º andar J Leiria. Telfs.: /648. Fax: RCD VFV REEE

2 2 29 de Outubro de 2009 SOCIEDADE JORNAL DE LEIRIA LHO CLÍNICO C a r t o o n DAVID MARIANO A Aurora - Rede Criativa de Programação e Exibição de Cinema é a organização responsável pela passagem do DocLisboa 2009 por Leiria. David Mariano, uma das caras do colectivo, está de parabéns pela contribuição dada ao esforço de divulgação do cinema documental nacional. CARLÃO Os golos que marca, as movimentações que faz, as assistências que dá, provam que é mesmo jogador. Alguns grandes clubes da Europa estão bem atentos e estiveram em Leiria no passado sábado para observar a performance do pontade-lança descoberto por Manuel Fernandes. Marcou mais um e vê-se como inevitável a saída já em Janeiro. HÉLDER CRUZ O presidente da junta de freguesia de Alpedriz, em Alcobaça, criou o projecto Alpedriz Solidária, através do qual fará gratuitamente pequenas reparações domésticas a quem precisar. O apoio destina-se, sobretudo, a munícipes com dificuldades económicas e aos idosos, que representam 65% da população de Alpedriz. Não tive o privilégio de viver o 25 de Abril, ou pelo menos, não tive o privilégio de o festejar, de o desejar. Grandes tempos deveriam ter sido aqueles, quando o povo ainda lutava pelo que acreditava, ou melhor dito, quando o povo ainda acreditava Mas tive o privilégio de ter sido ensinada a respeitar o 25 de Abril, de ter crescido em Liberdade e Democracia, e educada na base dos valores e dos princípios inquestionáveis dos Direitos Humanos. Privilégio, infelizmente, de apenas alguns. E entre a realidade contada pelos olhos brilhantes do meu pai e a fantasia acrescida pelo imaginário de uma criança, aquele data alojou-se na minha memória como a mais fascinante da nossa História. Talvez por tudo isto, o acto de votar se tenha revestido sempre, para mim, de particular importância e até mesmo de solenidade. Sempre assumi que a Democracia era um direito que, qual moeda, tem na outra face uma série de deveres. Como (quase!) tudo na vida E sempre foi com esta convicção que desde a maioridade exerci o meu direito/dever de voto. Mesmo quando as alternativas não me seduziam minimamente, lá ia eu, desabafando com o meu pai o meu absoluto desencanto, dobrar um papel que, tantas vezes, entregava em branco Ficava invariavelmente irritada quando me apercebia dos números da abstenção Totalmente desiludida com o país e com as nossas gentes. Essa abstenção traduzia um desrespeito a Abril e a princípios e valores que eu considerava pilares de qualquer sociedade. Era sinónimo de um profundo sub desenvolvimento cívico e social, que me angustiava. I m p r e s s õ e s No Fim do Mundo Joana Louro Médica Sempre pensei assim, com a convicção, a irreverência e a capacidade de sonhar que a juventude nos dá e os anos e amadurecimento nos tiram. Com pena, muitas vezes! Este ano não votei! Estava no fim do mundo no dia das eleições legislativas. Não, não se trata de uma metáfora. Estava rigorosamente no lugar mais austral do mundo, na impressionante Patagónia. E o verdadeiro fim do mundo esmaga-nos com a sua beleza e com a sua imponência, consome todos os nossos sentidos na tentativa de registar com precisão tremenda beleza do nosso planeta. Passei o dia das eleições rodeada de glaciares e pinguins. Lembrei-me vagamente que seria dia de votar. Mas no fim do mundo também não havia rede de telemóvel, nem Internet Luxos de outros mundos. Só 3 dias mais tarde soube dos resultados que iriam ditar a governação do país. Pouco (nada!) de novo! Nem um pequeno remorso por não ter exercido o meu direito/dever. Nem ponta de inquietação por não ter acesso à informação e aos resultados desse acto eleitoral. A minha total apatia em relação a este evento nacional surpreendeu-me, mas não me incomodou. Acho que percebi que Abril me tinha dado outro direito: o direito à desilusão. Desilusão com os que governam ou pretendem governar. De qualquer maneira, teria apenas dobrado o boletim de voto Sem cruz. A seguir cruzei o fabuloso Estreito de Magalhães e voltei a sentir aquele orgulho emocionado de ser Portuguesa. O orgulho numa História que não se apaga, e que renovo em cada viagem bem longe de Portugal! ARLINDO PEREIRA Os moradores de uma urbanização da Curvachia protestam contra o traçado da Linha de Muito Alta Tensão Batalha-Lagos, que irá passar a escassos metros das suas casas, e criticam o facto de o Estudo de Impacto Ambiental não ter sido disponibilizado pela Junta de Freguesia do Arrabal, presidida por Arlindo Pereira, durante o período em que ainda era possível contestar. Muitos ministros da Igreja Católica são verdadeiros anticristos, porque não conhecem a doutrina de cristo António Arnaut, ex-ministro dos Assuntos Sociais ao JORNAL DE LEIRIA Há lobbys, grupos de pressão e até verdadeiro gangsterismo nisto [SNS], que é o que se chama àqueles que traficam com a doença dos outros idem O que resta da Europa Social está a ser destruído. (...) As pessoas são cifras e cifrões. (...) A lógica do lucro é insensível ao sofrimento humano Baptista-Bastos, escritor, idem N a p o n t a d a l í n g u a Os portugueses são uma espécie em vias de extinção. Perante isto, a atitude das autoridades roça a incompetência criminosa João César das Neves, professor universitário, Diário de Notícias Ninguém no seu perfeito juízo conta algo a um jornalista se não estiver convencido de que tirará proveito disso Jorge Fiel, jornalista, idem Só quem não conheceu por dentro o tipo de relação do poder político com os jornalistas se admirará com o tombo de Portugal no ranking da liberdade de imprensa José Manuel Fernandes, director do Público Francamente, não consigo distinguir entre a teologia básica dos que condenaram Galileu e esta antiteologia igualmente primitiva de um escritor contemporâneo Carlos Fiolhais, cientista, a propósito das declarações de Saramago sobre a Bíblia, idem Dormir menos de seis horas por dia é um risco grave para a saúde e há muita gente a fazer isso Teresa Paiva, neurologista e especialista em Medicina do Sono, Correio da Manhã O mundo (não todo, mas uma boa parte) vive hoje em estado de hipnose e o hipnotizador é Barack Obama Boaventura de Sousa Santos, sociólogo, Visão Foi um erro salvarem-se bancos moribundos Guy Sorman, economista francês, idem Tenho uma lata descomunal e estou disposto a apertar muitas mãos David Fonseca, músico, idem As pessoas precisam de entender que estão a ser burladas. O País não pode continuar a ser dirigido por trafulhas Henrique Medina Carreira, fiscalista, Única

3 Facto da semana Forum j o r n a l d e l e i r i a Tecnologia ameaça mercado livreiro A internet começa a ser uma forte ameaça ao mercado livreiro com as grandes livrarias online a disponibilizarem inúmeras obras só a Amazon tem 700 mil títulos que podem ser lidas através de equipamentos como o Reader e o recente Kindle. Tal como aconteceu na música, em que a banalização dos downloads resultou numa quebra enorme na venda de discos, levando ao encerramento de muitas editoras e lojas da especialidade, há quem tema que o Depoimentos José Jorge Letria, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Autores Ana Maria Magalhães, escritora Pontos de vista Vai haver transformações. A vida é assim mesmo. Mas a forma de usufruir da música e dos livros é diferente. A música ouve-se sem grande esforço. Para ler é preciso estar concentrado. Não diria que é uma ameaça, mas uma transformação a que temos de nos adaptar. No meu caso, gosto ainda de ter o livro na mão para folhear. A tecnologia pode ser o maior aliado mas também o maior inimigo dos autores. A situação exige medidas, mas não é tão grave quanto a dos CD. Relativamente ao livro, existe uma relação afectiva e física entre o leitor e a obra. As obras entram para o domínio público 70 anos após a morte do autor, mas até lá os direitos são cobrados e as livrarias online têm de respeitar a lei. O poder tem tendência para favorecer os utilizadores em detrimento dos criadores, mas a SPA está atenta à situação e tem trabalhado para que Bruxelas dê atenção ao que se está a passar. É preciso confirmar esse cenário. Um disco é som e pode ouvir-se num CD ou noutro lado. Um livro é um objecto palpável... não sei se a internet representa uma ameaça. É mais agradável ler um livro do que imprimi-lo. Mas colocar livros e discos disponíveis para download ilegal é pouco honesto. Terão de se arranjar mecanismos para ultrapassar o problema. António Poças, engenheiro informático Há uma distinção entre os escritores que escrevem para ter algum rendimento e os que escrevem porque têm necessidade de se expressar e escrever. Essas nunca deixarão de o fazer. Sou céptico em relação ao livro electrónico. Costumo viajar de metro em Madrid e já vi pessoas com esses leitores digitais, mas 99.9% dos leitores preferem o livro em papel. Não me assusto com o fenómeno, mas o mercado editorial vai mudar. Carlos Lopes Pires, escritor e editor acesso à literatura, através na internet, com custos substancialmente mais baixos em relação aos livros em papel, possa ter sérios impactos na rentabilidade de livrarias e editoras. Confirmando-se este cenário, também a produção literária poderá ser afectada, já que, vendendo-se menos livros, os escritores receberão menos e poderão não conseguir manter a actividade. Como comenta esta questão? valter hugo mãe, escritor e editor Paulo Moreiras, escritor Há aspectos positivos e questões de reservas e garantias de direitos que devem ser protegidos. Grandes obras literárias ou livros científicos online permitem uma acessibilidade universal. Mas o Estado deve acautelar que são garantidos os direitos de autores. Contudo, as TI permitem disponibilizar livros e documentos antigos contribuindo para o acesso à informação aos historiadores, o que facilita as investigações. Saul António Gomes, historiador Todos gostamos da possibilidade de, sem ocupar espaço, albergar uma biblioteca impressionante. No entanto, algures podemos perder o pé. Não honrar os direitos de autor é grave, mas pior será perceber que não são possíveis as traduções, porque ninguém paga para traduzir um texto que vai ser difundido por download pirata. Os textos arriscam-se a ficar bloqueados nas suas línguas de origem, a menos que se ceda à tentação de escrevermos todos em inglês. É irresistível mas profundamente terrível que julguemos que podemos usufruir do trabalho e do engenho dos outros gratuita e ilimitadamente. Os verdadeiros amantes de livros nunca irão dispensar o prazer de folhear um livro. Tudo se transforma, mas não creio que o livro acabe tal como o conhecemos. A produção poderá generalizar-se, em termos digitais, mas haverá sempre edições impressas. No caso da música, o vinil está de regresso. A questão da pirataria será sempre uma questão prioritária e estou certo de que as editoras irão encontrar formas de contorná-la. Em última análise, sobreviverá o escritor per si, autor e editor, controlando todo o processo. A sociedade no pico da sua egocentricidade. Nos livros, o cenário não é tão certo como com os mp3. Há muitas pessoas que gostam mais de ter livros em papel na mão ou na prateleira do que no disco do PC. Sou uma dessas pessoas. Penso que o formato digital é uma barreira psicológica difícil de vencer e, como tal, não chegaremos a tal cenário desastroso. Pedro Oliveira, técnico informático 29 de Outubro de EDITORIAL Alarmismo Os serviços de atendimento à gripe (SAG) têm sido sobrecarregados nas últimas semanas com um número elevado de utentes que os procuram, encaminhados pela linha Saúde 24. Dos relatos que vão surgindo de desorganização evidente no SAG da Marinha Grande e Leiria, noticiados nesta edição do JORNAL DE LEIRIA, duas conclusões são evidentes: a primeira é que a linha Saúde 24 e os SAG não parecem estar articulados de forma alguma, uma vez que os utentes são aconselhados a deslocarse ao serviço por telefone, deparando-se, quando chegam, com um atendimento manifestamente insuficiente para o número de pessoas que recebem.os SAG, até pelo seu carácter provisório, têm normalmente apenas um ou dois médicos de serviço, o que gera esperas intermináveis em alturas de maior afluência, para alem de desleixo nos procedimentos obrigatórios para protecção de doentes e familiares devido à ruptura de stocks de máscaras e desinfectantes, como aliás se verificou na região. A segunda conclusão é que a Linha Saúde 24 poderá estar a contribuir de forma significativa para potenciar os chamados comportamentos anti-sociais de risco de contágio, em relação aos quais fomos várias vezes advertidos nos meios de comunicação social, visto que os utentes receosos e sugestionados pelo alarmismo à volta da gripe A são encaminhados em massa por telefone para os serviços de atendimento, acabando por contribuir esta reunião para a disseminação do vírus. Porque se a verdade é que a maior parte das pessoas terá apenas gripe sazonal ou uma vulgar constipação, outros estarão mesmo infectados pelo H1N1, que tem revelado baixa virulência, mas elevado risco de infecção. Ou seja, ao que parece, estaremos mais em risco de contrair gripe A quando nos deslocamos aos SAG para ser avaliados ou para acompanhar um familiar com sintomas, do que se ficarmos em casa a curar a gripe com antipiréticos, repouso e descanso. No meio de tanto alarmismo, sobressaem as sensatas palavras do Dr. Rui Passadouro, que indica que a primeira atitude a ter é esperar em casa, tomar antipiréticos e resguardar- -se e que o recurso a um serviço público só deve ser feito em caso de agravamento dos sintomas. Esperemos que estas palavras cheguem aos coordenadores da Saúde 24.. JN PUB

4 4 29 de Outubro de 2009 Sociedade Organização confusa do território penaliza empresas Distrito está condenado a morrer A fragmentação do distrito, que está repartido por várias estruturas administrativas, é um obstáculo à criação de uma identidade e unidade fortes. Defendida no programa eleitoral do PS, a regionalização poderá ser a oportunidade para instituir divisões administrativas coerentes, ditando a morte dos distritos, que já são vistos por alguns como figuras moribundas. Textos: Maria Anabela Silva e Raquel de Sousa Silva Dividido por três dioceses e outras tantas regiões de turismo, por duas comissões de coordenação e desenvolvimento regional e igual número de direcções regionais de educação e de economia e por duas administrações regionais de saúde, Leiria é, a exemplo do que acontece noutras zonas do País, um distrito espartilhado por divisões administrativas. Além de dificultar a vida às empresas e confundir os cidadãos, essa fragmentação tem funcionado com um obstáculo à criação de uma identidade e unidade fortes em torno do distrito, figura administrativa instituída na primeira metade do século XIX, à qual muitos já auguram um fim próximo, caso avance o processo de regionalização, defendido pelos programas eleitorais dos principais partidos políticos que concorreram às eleições de 27 de Setembro. Os distritos são figuras moribundas, criadas apenas para manter governadores civis e, por isso, condenados à nascença, sentencia António Carneiro, presidente do Turismo do Oeste, que, perante o ganhar de força das NUT e o esvaziamento, cada vez maior, de competências dos governos civis, entende que não faz sentido insistir na lógica dos distritos. Esse é também o entendimento do economista Augusto Mateus, que considera os distritos uma herança pouco coerente, porque foram definidos em função do Estado e não dos territórios. Por isso, é que as 30 realidades das NUT não coincidem com os 18 distritos. Ricardo Charters d Azevedo, ex-representante da Comissão Europeia em Portugal, está também convicto que os distritos estão condenados a desaparecer. E parte da culpa é da falta de coesão das autarquias. Os interesses divergentes de cada município que compõem o nosso distrito levam à adopção de soluções que conduzem à sua desagregação. Por outro lado, Leiria [concelho] não tem conseguido ser um pólo agregador e capaz de dinamizar a criação de uma região onde fosse a capital, sustenta. Partilhando a mesma opinião, José Cadima Ribeiro, especialista em desenvolvimento e ordenamento do território, considera que a ausência de liderança política e económica regional, tem ditado que a parte sudoeste do distrito tenha vindo a ser crescentemente polarizada por Lisboa, enquanto a parte Norte tem estado sujeita à cobiça de Coimbra que, na falta de peso específico, tende a procurá-lo na área envolvente. Sem liderança e sem projecto, não há como exercer pressão sobre o poder central ou afirmar uma vontade específica face aos lobbies com sede noutros territórios, afirma aquele docente universitário. A dificuldade em Leiria afirmar Pombal Ansião Cast. de Pera Figueiró dos Vinhos Pedrógão Grande Pombal Ansião Cast. de Pera Figueiró dos Vinhos Pedrógão Grande Pombal Ansião Figueiró dos Vinhos Cast. de Pera Pedrógão Grande Alvaiázere Alvaiázere Pombal Alvaiázere Marinha Grande Leiria Marinha Grande Leiria Marinha Grande Leiria Batalha Batalha Alcobaça Batalha Nazaré Porto de Mós Nazaré Porto de Mós Nazaré Porto de Mós Alcobaça Alcobaça Alcobaça Peniche Óbidos Caldas da Rainha Bombarral Saúde Administração Regional de Saúde do Centro inclui estes concelhos do distrito de Leiria, mais 56 concelhos dos distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo inclui estes concelhos do distrito de Leiria, mais 50 concelhos dos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal Peniche Óbidos Caldas da Rainha Bombarral Educação Direcção Regional de Educação do Centro - inclui estes concelhos do distrito de Leiria, mais 68 concelhos dos distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo inclui estes concelhos do distrito de Leiria, mais 45 concelhos dos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal Peniche Óbidos Caldas da Rainha Bombarral Religião Diocese de Leiria-Fátima, inclui a totalidade dos concelhos de Batalha, Leiria, Marinha Grande, Porto de Mós e Ourém, cinco freguesias de Pombal (Carnide, Meirinhas, Vermoil, S. Simão de Litém e Albergaria-dos-Doze), três de Alcobaça (Alpedriz, Aljubarroata e Pataias) e duas de Alcanena (Minde e Serra de Santo António) Diocese de Coimbra, inclui estes concelhos do distrito de Leiria, mais 16 concelhos dos distritos de Aveiro, Coimbra e Santarém Diocese de Lisboa, inclui estes concelhos do distrito de Leiria, mais 14 concelhos de Lisboa

5 JORNAL DE LEIRIA SOCIEDADE 29 de Outubro de a sua capitalidade é uma das razões apontadas por Paulo Inácio, novo presidente da Câmara de Alcobaça, para o afastamento do concelho da capital de distrito. Em entrevista ao jornal Região de Cister, publicada na semana passada, o autarca dizia que a viragem de Alcobaça para o Oeste, registada nos últimos anos, em detrimento da sede do distrito, se deve a um erro político que tem existido por parte de Leiria, que não conseguiu afirmar a sua capitalidade. ASSOCIAÇÕES DE MUNICÍPIOS CIMPIL - Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral - tem competências na gestão das candidaturas ao QREN OesteCIM - Comunidade Intermunicipal do Oeste, que, além destes concelhos, integra os municípios de Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras, pertencentes ao distrito de Lisboa - tem competências na gestão das candidaturas ao QREN CIMPIN - Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior Norte, que, além destes concelhos, integra os municípios de Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penela, Tábua e Vila Nova de Poiares tem competências na gestão de candidaturas ao QREN AMLEI Associação de Municípios da Região de Leiria - está a desenvolver projectos específicos, como o Leiria Região Digital e o Sistema de Informação Geográfica da Alta Estremadura Peniche Óbidos CAVAR A DESUNIÃO Confessando-se muito a favor da regionalização e um forte adepto da periferização das decisões, José Paiva de Carvalho, governador civil, acredita que a homogeneidade do distrito na sua diversidade, através da criação das regiões administrativas, trará grandes benefícios. Frisa, no entanto, que acabando os governos civis alguém terá de desempenhar a sua função de intermediário entre as populações locais e a Administração Central. Apesar de não ter poderes executivos, o governo civil é onde todos vêm bater, quando não sabem muito onde hão-de ir, afirma o responsável, que reconhece que o espartilho em que vive o distrito de Leiria, com inúmeras divisões administrativas, tem dificultado a criação de uma identidade forte entre o Norte e o Sul. Paiva de Carvalho sublinha, contudo, que essa é uma realidade comum à maioria dos distritos de Portugal Continental, pois, no seu entender, só o Algarve é uma verdadeira região. Apesar do programa eleitoral do PS defender a aposta na regionalização, Tomás Oliveira Dias, fundador do PSD, diz que ainda muita água vai correr debaixo da ponte até que a criação das regiões seja uma realidade. Para o empresário reformado, a regionalização será a oportunidade de instituir divisões administrativas coerentes, o que, no caso de Leiria, passará por manter unidos os concelhos que compõem o distrito, juntando-os a outros numa grande região ou criando, a partir deles, uma unidade mais pequena, que integre também os municípios de Ourém, Alcanena ou Rio Maior, formando, assim, a região da Estremadura. O que não faz sentido, diz, é o desastre actual, com um sem número de divisões administrativas, que tem servido para cavar a desunião do distrito. Para Alfredo Marques, presidente da Comissão Comissão de Desenvolvimento Regional do Centro, a situação actual, com a divisão dos distritos, é fruto de um processo inacabado de reorganização dos serviços, seguindo na lógica das cinco divisões-plano. Não houve a redefinição daquilo que são as competências dos distritos tendo em conta essa lógica, frisa o responsável, defendendo que os distritos não têm forçosamente de acabar caso a regionalização avance, desde que a totalidade dos seus concelhos fique na mesma região. Nazaré Caldas da Rainha Bombarral Marinha Grande Alcobaça Governo Civil Guarda Nacional Republicana Comando Distrital Polícia de Segurança Pública Comando Distrital Protecção Civil Centro Distrital de Operações de Socorro Segurança Social Centro Distrital Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Delegação Distrital Estradas de Portugal Delegação Distrital Instituto Português da Juventude Delegação Distrital Finanças Direcção Distrital Leiria SERVIÇOS DE ÂMBITO DISTRITAL, TODOS SEDEADOS EM LEIRIA Batalha Pombal Porto de Mòs Marinha Grande Ansião Alvaiázere Leiria ADEPTOS DA REGIONALIZAÇÃO OPTIMISTAS O movimento cívico Regiões sim, liderado pelo social-democrata Mendes Botas, mostra-se convicto que há condições políticas favoráveis à regionalização. Num balanço dos encontros recentes entre representantes do movimento e dos cinco partidos com assento parlamentar, o Regiões Sim considera positivo que todos os partidos [representados na Assembleia da República], de forma mais convicta, uns, ou mais mitigada, outros, tenham considerando que este tema deve voltar a ser equacionado na próxima legislatura. Em declarações à Agência Lusa, Mendes Botas, afirma que, 11 anos após o referendo da regionalização, há maior consciência de que o País está muito desequilibrado. Esse é também o entendimento de Carlos Brito, ex-governador civil do Porto, que, na semana passada, lançou um livro sobre a regionalização, a defender a divisão política do País em sete regiões (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores), onde o governo central se preocupe com a pertença do País à Europa. Batalha Pedrógão Figueiró Grande dos Vinhos Pombal Porto de Mòs Cast. de Pera Ourém Ansião Alvaiázere Desarrumação do País tem custos Uma empresa sedeada em Alcobaça que precise tratar de um assunto relacionado com ambiente ou ordenamento tem de o fazer junto da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. A mesma empresa, se pretender apresentar uma candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional, tem igualmente de 'falar' com a Comissão de Coordenação... mas do Centro. Este é apenas um dos muitos efeitos práticos decorrentes da divisão do distrito por várias estruturas administrativas. Uma situação que tem custos, frisa Henrique Neto. Desde logo por não haver um sistema coerente para todos os organismos do Estado, o que facilita a ambiguidade, diz o vice-presidente da Associação Industrial Portuguesa. O País está cada vez mais desarrumado e isso tornase caro e complexo. Esta situação tem custos nomeadamente para as empresas, devido ao tempo que se perde, por haver por vezes indefinição quanto ao local exacto para resolver os assuntos. Apesar de tudo, actualmente, com a internet, é possível enviar candidaturas a apoios para organismos centrais, evitando andar a 'bater a várias portas'. Mas também isto pode ter desvantagens. Os órgãos centrais não conhecem a realidade local nem os empresários. E depois são chumbados projectos que não deviam ser e aprovados outros que não deviam ser aprovados, aponta. O ideal seria que cada distrito já que existem tivesse uma delegação do Ministério da Economia, que conhecesse a realidade e encaminhasse os projectos, defende. Augusto Mateus frisa que a divisão actual do território traduz falta de coerência e custos de contexto, decorrentes da necessidade de andar por vários departamentos. Seria muito mais útil ter territórios coerentes, para terem massa crítica para sustentar o desenvolvimento económico, defende o economista e consultor. Cast. de Pera Cast. de Pera Cast. de Pera Pombal Ansião Alvaiázere Figueiró dos Vinhos Pedrógão Grande Pombal Ansião Alvaiázere Figueiró dos Vinhos Pedrógão Grande Pombal Ansião Alvaiázere Figueiró dos Vinhos Pedrógão Grande Marinha Grande Leiria Marinha Grande Leiria Marinha Grande Leiria Batalha Batalha Batalha Nazaré Porto de Mós Nazaré Porto de Mòs Nazaré Porto de Mós Alcobaça Alcobaça Alcobaça Peniche Óbidos Caldas da Rainha Bombarral Agricultura Direc. Reg. Centro estes concelhos do distrito mais 17 de Coimbra, 10 de Aveiro, 15 de Viseu, 13 da Guarda e 12 de Castelo Branco Direc. Reg. Lisboa e Vale do Tejo estes concelhos do distrito de Leiria mais 16 de Lisboa,21 de Santarém e 9 de Setúbal Peniche Óbidos Caldas da Rainha Bombarral Turismo Turismo do Centro inclui estes concelhos do distrito de Leiria mais 53 concelhos dos distritos de Aveiro, Castelo Branco, Coimbra e Viseu Leiria-Fátima inclui a área geográfica constante do mapa e Ourém Turismo do Oeste inclui estes concelhos do distrito de Leiria mais seis concelhos de Lisboa Peniche Óbidos Caldas da Rainha Bombarral CC Ambiente e ordenamento do território Concelhos do distrito na Comissão do Centro Concelhos do distrito na CC Lisboa e Vale do Tejo Para candidaturas a fundos comunitários, todo o distrito está incluído na CCC

6 6 29 de Outubro de 2009 SOCIEDADE JORNAL DE LEIRIA PUB José Cadima Ribeiro, economista, professor de planeamento regional e urbano Região Centro é uma realidade não existente ARQUIVO/JL Que complicações pode causar a fragmentação de um distrito por vários organismos? O que tem existido, não só com impacto em Leiria, tem sido a incoerência/inconsistência das áreas geográficas de intervenção dos programas sectoriais, isto é, se cada ministério tem o seu modelo de organização do País e os seus programas públicos e não há nenhuma instância de coordenação territorial que dê consistência a essas intervenções, o resultado só pode ser ineficiente. É verdade que nos últimos anos se caminhou para a unificação das circunscrições sub-nacionais em que se organizam as tutelas sectoriais, mas não é menos verdade que as soluções que se foram impondo são em grande medida artificiais e se ganhou muito pouco em matéria de concertação territorial das políticas. Por força de conveniências externas, o distrito de Leiria, por exemplo, está compartimentado em dois no que se refere às políticas derivadas do QREN. Tratando-se de gestão turística, passa-se outro tanto, sendo mais do que duvidoso que a divisão das regiões turísticas a que se chegou tenha razão de ser num conceito consistente de destino turístico ou de produto. Assim sendo, é muito difícil que os recursos sejam bem aplicados ou que o território possa tirar o melhor proveito dos seus recursos e capacidades. A existência de distritos ainda faz sentido? É duvidoso que se justifique a existência de uma circunscrição territorial só para efeitos de representação desconcentrada do governo central ou para efeitos de gestão das polícias ou de coordenação das forças de protecção civil. Se a reforma dos círculos eleitorais evoluir entretanto no sentido da criação de círculos que ditem uma relação mais directa entre eleitores e eleitos, não se vê porque haverá que manter os distritos. Óbvio é que há níveis de planeamento e de gestão político-administrativa do território que requerem escalas supra-municipais ou regionais mas, assim sendo, haverá que definir unidades territoriais que reúnam escala económica e demográfica e consistência social e cultural adequadas, o que não é assegurado pelos distritos existentes. Não foi por acaso que, por meados dos anos 90 do século passado, a extinção dos governos civis esteve programada. Sendo uma realidade cuja criação remonta aos anos 30 do século XIX, dificilmente se ajustaria às dinâmicas económicas e sociais dos nossos tempos. Se faz sentido rever o mapa de municípios e freguesias, muito mais faz o das circunscrições intermédias entre o nível local e o nível nacional, para mais tratando-se de uma unidade territorial quase vazia de funções. Qual o modelo mais útil para a organização do território, com vista ao seu desenvolvimento? O desenvolvimento dos territórios supõe a existência e mobilização de recursos e competências, externas e sobretudo endógenas. Pressupõe, igualmente, um projecto ou estratégia que articule aqueles recursos e competências com metas sociais definidas e intérpretes da vontade existente. Dizendo de outro modo, a componente político-institucional é parte de qualquer projecto de desenvolvimento. Eventuais lideranças económicas precisam de envolventes e cumplicidades institucionais para serem eficazes e consequentes. Mesmo existindo, lideranças sociais e políticas desligadas nunca terão o mesmo nível de eficácia na prossecução de metas de desenvolvimento que lideranças coesas e esclarecidas. A meu ver, a regionalização é, deste ponto de vista, uma necessidade. Não serve é qualquer partição do território, porque por essa via se estará a promover a coesão social ou se estará, apenas, a criar instâncias de gestão de poder não central, eventualmente, servindo a mesma lógica daquele. Diga-se abertamente que não me identifico com o conceito de região centro, que pela própria designação se deduz que é uma realidade não existente, quer dizer, que não tem materialidade em termos de funcionalidade económica, matriz história, vivência cultural e social.

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