XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE

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1 XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE Marcos Calvo Secretário de Saúde de Santos

2 A organização da Rede de Atenção às Urgências e Emergências na perspectiva do gestor municipal limites e possibilidades a partir da experiência de Santos

3 Caracterização demográfica/ geográfica RRAS 07 DRS IV DRS XII RRAS

4 Pirâmide Populacional, Por Sexo e Faixa Etária, das Regiões de Saúde Idade 80 e mais 75 a a a a a a a a a a a a a a 14 5 a 9 Menor 4 a BAIXADA SANTISTA HOMENS MULHERES Idade 80 e mais 75 a a a a a a a a a a a a a a 14 5 a 9 Menor 4 a VALE DO RIBEIRA HOMENS MULHERES % % Fonte: Censo IBGE 2010.

5 Índice de Envelhecimento segundo RRAS e Região de Saúde de residência - Estado de São Paulo, 2000 a 2010 Percentual da População Idosa (Maiores de 60 anos) segundo Estado SP, RRAS e Região de Saúde, 2000 e ,00 12,00 10,00 10,35 12,76 11,43 13,29 9,45 12,40 8,96 11,56 8,00 6, ,00 2,00 0,00 RRAS07 Baixada Santista Região de Registro ESTADO Fonte: DATASUS/IBGE - Censos Populacionais 2000 e 2010.

6 IPRS / Grupo s Quantidade de municípios por grupo % sobre o total 1 1 4, , , , ,33 Total ,00

7 P E R F I L E P I D E M I O L Ó G I C O M O R B I M O R TA L I D A D E

8 Fonte: Base Unificada de Óbitos e Nascimentos - Tabwin - SESSP/FSEADE - Março/2012

9 Taxa de Mortalidade segundo grupo de causas (Capítulo CID-10) dos residentes da RRAS 07, Principais. XX. Causas externas de morbidade e mortalidade 11% IV. Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas 8% X. Doenças do aparelho respiratório 17% IX. Doenças do aparelho circulatório 42% II. Neoplasias (tumores) 22% Fonte: Base unificada de óbitos SESSP/FSEADE e População IBGE/DATASUS/Censo Nota: (*) Taxa de mortalidade por hab

10 Mortalidade - Óbitos por Residência, por Grupo CID Principais Causas RRAS Grupo CID-10 Óbitos por Residência Neoplasias malignas 2439 Neoplasias malignas de localizações especificada 2133 Doenças isquêmicas do coração 1689 Doenças cerebrovasculares 1330 Influenza [gripe] e pneumonia 892 Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM Consulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.

11 Fonte: Sistema de Informação Hospitalar - SIH/SUS - Datasus/Tabwin SESSP - Março/2012 e e Estimativa/Censo Populacional - IBGE/Datasus. Fonte: Sistema de Informação Hospitalar - SIH/SUS - Datasus/Tabwin SESSP - Março/2012 e e Estimativa/Censo Populacional - IBGE/Datasus

12 ESPECIALIDADES NÃO ATENDIDAS NA REDE DE URGENCIA E EMERGENCIA DA RMBS Período de Maio/11 a Abril/12 Fonte: CROSS Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde - Estadual

13

14 05 (cinco) Principais Causas sem Resolução Urgência/Emergência RRAS 07 Maio 2011 a Abril (cinco) Principais Causas UTI s sem Resolução Urgência/Emergência RRAS 07 Maio 2011 a Abril 2012

15 REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE MUNICIPAL (REGIONAL RRAS 07 - BAIXADA SANTISTA VALE DO RIBEIRA)

16 REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA RUE - SMS SANTOS HISTÓRICO 05/2011 Oficina do M.S. Redes 07/2011 Portaria 1600 (15) Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no SUS. PORTARIA Nº 1.601, DE 7 DE JULHO DE 2011 Componente Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h) e o conjunto de serviços de urgência 24 horas da Rede de Atenção às Urgências, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. PORTARIA Nº 2.029, DE 24 DE AGOSTO DE 2011 Institui a Atenção Domiciliar no âmbito do SUS. PORTARIA Nº 2.395, DE 11 DE OUTUBRO DE Organiza o Componente Hospitalar da Rede de Atenção às Urgências no âmbito do SUS.

17 REDE DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA RUE - SMS SANTOS 12/2011 Plano RAU RRAS 07 Baixada Santista e Vale do Ribeira - CIB 78/ Reavaliação pelo M.S. do plano aprovação de componentes individuais Atenção Domiciliar CIB 67/2011

18 Rede de Urgência e Emergência - RUE > PASSO A PASSO para elaborar o desenho da Rede em municípios/estados > DOCUMENTOS PARA DOWNLOAD: - Planilha do Plano de ação regional das Redes de Atenção às Urgências(28Kb) - TERMO DE ADESÃO à Rede de Atenção às Urgências (344Kb) Componentes da RUE

19 REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS ESTADO PLANO DE AÇÃO REGIONAL CIR / COMITÊ PLANO DE AÇÃO MUNICIPAL

20 PLANO MUNICIPAL DE ATENÇÃO às URGÊNCIAS PREVENÇÃO PROMOÇÃO VIGILÂNCIA EM SAÚDE ATENÇÃO BÁSICA Unidade de Pronto Atendimento UPA 24h SAMU ATENÇÃO DOMICILIAR HOSPITALAR HOSPITAL PORTA DE ENTRADA LEITOS DE RETAGUARDA em HOSPITAL GERAL LEITOS DE UTI

21 UPA CUSTEIO UPA REFORMA/AMPLIAÇÃ O M2 final EQUIPAMENTOS (HABILITADA QUALIFICADA) E PORTE III ZONA ORLA INTERMEDIÁRIA PORTE II ZONA NOROESTE R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 TOTAL R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00

22 SAMU SAMU REGIONAL LITORAL CENTRO NORTE HABILITAÇÃO / QUALIFICAÇÃO 04 SAB R$ ,00 01 SAV R$ ,00 Central regulação R$ ,00

23 ATENÇÃO DOMICILIAR 04 equipes em EMAD 01 EQUIPE EM EMAP

24 COMPONENTE HOSPITALAR SANTA CASA DE SANTOS PORTA DE ENTRADA TIPO III LEITOS DE RETAGUARDA em HOSPITAL GERAL: SANTA CASA DE SANTOS: 30 LEITOS NOVOS HABILITAÇÃO DE 30 LEITOS EXISTENTES; HOSPITAL DOS ESTIVADORES: IMEDIATO 72 LEITOS NOVOS LEITOS DE UTI: AMPLIAÇÃO DE 30 LEITOS DE UTI NA SANTA CASA DE SANTOS

25 Plano de Ação Regional da Rede de Atenção às Urgências discriminando situação atual, cronograma de implantação, metas a serem cumpridas, mecanismos de regulação, monitoramento e avaliação e o estabelecimento de responsabilidades em cada esfera de gestão

26 PORTARIA Nº 1.267, DE 20 DE JUNHO DE 2012 Aprova a Etapa II do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do Estado de São Paulo e Municípios, e aloca recursos financeiros para sua implantação.

27 PORTARIA Nº ANEXO II RECURSOS DO PLANO APROVADO DO ESTADO DE SÃO PAULO E MUNICÍPIOS, PARA REPASSE A PARTIR DA COMPETÊNCIA MARÇO DE 2012 (ETAPA II) Santos: R$ ,36

28 PORTARIA Nº ANEXO II RECURSOS DO PLANO APROVADO DO ESTADO DE SÃO PAULO E MUNICÍPIOS (ETAPA II) Santos: R$ ,78

29 Outubro 2012 Implantação das enfermarias de retaguarda clínica; Qualificação de Porta de Entrada Hospitalar; Pactuação Gestor com Prestador

30 HOSPITAL PORTA DE ENTRADA LEITOS REGULADOS PELO MUNICIPIO SEDE QUALIFICAÇÃO ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO DO GRUPO CONDUTOR REGIONAL JUNTO COM O GRUPO CONDUTOR DO MINISTÉRIO DA SAÚDE

31 COMPONENTE HOSPITALAR Critérios de Qualificação das Enfermarias de Retaguarda Estabelecer e adotar protocolos clínicos, assistenciais e de e procedimentos administrativos no hospital; Equipe de médicos, enfermeiros e técnicos compativel com o porte da enfermaria, bem como suporte para especialidades nas 24 hs do dia; Organização do trabalho das equipes multiprofissionais de forma horizontal, em regime de diarista, prontuário único;

32 COMPONENTE HOSPITALAR Implantação de mecanismos de gestão clinica Articulação com o Serviço de Atenção Domiciliar da Região; Garantia de realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos; Garantia de educação permanente; Submissão à auditoria do gestor local; Regulação integral dos leitos; TOH 85% Média de Permanência máxima de 10 dias.

33 Critérios de Qualificação Portas Hospitalares de Urgências Estabelecer e adotar protocolos de classificação de risco, clínico, e de procedimentos administrativos no hospital; Implantar processo de Acolhimento com Classificação de Risco, em ambiente especifico, identificando o paciente que necessita de tratamento imediato, estabelecendo o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento e garantindo atendimento priorizado de acordo com o grau de sofrimento ou a gravidade do caso; Estar articulado com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU 192, Unidades de Pronto Atendimento UPA e com outros serviços da rede de atenção à saúde, construindo fluxos coerentes e efetivos de referência e contra referência, ordenados através das Centrais de Regulação regional; Possuir equipe multiprofissional compatível com seu porte;

34 Critérios de Qualificação das Portas Hospitalares de Urgências Organizar o trabalho das equipes multiprofissionais de forma horizontal; Implantar mecanismos de gestão da clínica, com equipe de referência para responsabilização e acompanhamento de caso e de média de permanência, com prontuário único multidisciplinar; Fornecer retaguarda às urgências atendidas pelos outros pontos de atenção de menor complexidade que compõem a Rede de Atenção às Urgências em sua região: procedimentos diagnósticos, leitos clínicos, leitos de terapia intensiva e cirurgias; Garantir o desenvolvimento de atividades de educação permanente para as equipes, por iniciativa própria ou por meio de cooperação.

35 limites e possibilidades

36 PONTOS POSITIVOS Recursos Novos Agilidade da liberação dos recursos Capacidade de desenvolver o processo de pactuação

37 PONTOS POSITIVOS Possibilidade de flexibilidade de avaliação Amadurecimento (municipal) dos processos de regulação Interação entre os entes federados - Cômites Gestores de Atenção às Urgências vários níveis de gestão

38 PONTOS NEGATIVOS Utilização do recursos (agilidade pelos municípios) Necessidade de apoio técnico no desenvolvimento de projetos e principalmente de execução Processos de formação incipiente recursos indefinidos

39 DÚVIDAS Como será feita a atualização dos recursos pelo MS? Haverá contrapartida por parte do Estado, no cofinanciamento das redes? Próximos passos?

40 HOSPITALAR LINHAS DE CUIDADO UCO Unidade Coronariana Garantir o fornecimento de medicamentos essenciais ao tratamento do IAM Normatizar a terapia trombolítica e ampliar acesso, utilizando-a em unidades como UPA e prontos socorros hospitalares como estratégia inicial. Ampliar na rede a disponibilização de reabilitação pós-infarto

41 HOSPITALAR LINHAS DE CUIDADO UAVE - Unidade de Atenção ao Acidente Vascular Encefálico Diagnóstico em tempo para introdução do trombolitico Deve ser instalada em Unidade Hospitalar que disponha de: ECG, laboratório, TC de Crânio, RX, angiografia, médico 24h, Neurocirurgia, Serviço Social; Necessário Equipe Multiprofissional na UAVE: Médico, Enfermeiro, Fonoaudiólogo, Fisioterapeuta, Psicólogo, Nutricionista.

42 FIM

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