ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE VIÇOSA-MG SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE SAÚDE COLETIVA

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1 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE SAÚDE COLETIVA SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE VIÇOSA-MG VIÇOSA-MG

2 Serviço de Vigilância Epidemiológica ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE VIÇOSA-MG Autores: Cristiane Magalhães de Melo Cláudia Maria Ferreira Marcela Quaresma Soares Roberta Tavares Moreira VIÇOSA-MG

3 Índice 1- Introdução Sistemas de Informação em Vigilância Epidemiológica Sistema de informações sobre nascidos vivos (SINASC): Peso ao Nascer Faixa Etária da Mãe Distribuição dos Tipos de Parto Assistência ao Pré-natal Sistema de informações sobre mortalidade (SIM ): Coeficiente Geral de Mortalidade CGM Curva de Mortalidade Proporcional Mortalidade Infantil Mortalidade Materna Principais Causas de Óbito Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN ): Monitorização das Doenças Diarréicas Agudas - MDDA: Programa Nacional de Imunização (PNI) Atendimento Hospitalar Programas Especiais: Programa de Controle da Tuberculose Programa de Controle da Hanseníase Programa Municipal de DST S/AIDS Programa Nacional de Controle do Câncer de Colo de Útero Controle de Zoonoses: Programa Nacional de Controle da Dengue: Programa de Controle da Esquistossomose: Vacinação Anti-rábica: Referências Bibliográficas

4 1- INTRODUÇÃO De acordo com a Lei de 1.990, a Vigilância Epidemiológica é um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou a prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes da saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos. Em Viçosa, o Serviço de Vigilância Epidemiológica SVE foi instituído em Este serviço tem a responsabilidade de monitorar diversos indicadores de saúde com o objetivo de contribuir na construção de informações necessárias para subsidiar o planejamento de políticas e ações em saúde coletiva. O acompanhamento da ocorrência de doenças e agravos definidos em nível nacional como de notificação compulsória, agravos inusitados e surtos, além da alimentação dos bancos de dados dos Sistemas de Informações sobre Nascidos Vivos - Sinasc e do Sistema de Informações sobre Mortalidade SIM, estão no elenco das diversas atividades desenvolvidas pela Vigilância Epidemiológica. O presente estudo constitui-se numa das possibilidades de análise dos dados gerados pelo SVE e tem com objetivo principal fornecer ao leitor um perfil geral da situação de saúde no município de Viçosa

5 2- SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA 2.1-SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE NASCIDOS VIVOS (SINASC): O SINASC é o sistema de informação onde são registrados todos os nascimentos ocorridos no município. A Declaração de Nascido Vivo (DN) é o instrumento de notificação dos nascimentos que alimenta o sistema de informação (SINASC). A DN é preenchida pelos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, etc) dos hospitais ou estabelecimentos de saúde credenciados que prestou assistência à mãe e/ou ao bebê, ou pelo cartório de registro civil onde o nascimento foi registrado. Na DN são registrados dados do recém-nascido, da gestante e do pai e a análise desses dados gera informações que contribuem para avaliação da qualidade da assistência pré-natal oferecida PESO AO NASCER Consideram-se com baixo peso ao nascer, os recém-nascidos com peso inferior a g. Em Viçosa, o percentual de crianças nascidas com baixo peso variou de 9,4% em 2003 (maior valor) e 7,29% em 2009 (menor valor). Este percentual apresentou-se alto, visto que o valor esperado em países desenvolvidos está entre 5 e 6% (SMS, 2002). Em 2010, devido a problemas no Sistema de Informação, não foi possível avaliar o percentual de crianças nascidas de baixo peso no município de Viçosa, comprometendo as análises sobre a qualidade da assistência ao pré-natal FAIXA ETÁRIA DA MÃE No período de 2001 a 2005, observou-se uma maior concentração de partos realizados em mulheres entre 20 e 34 anos, em Viçosa. Esta tendência foi observada, também, para o período de 2006 a No ano de 2010, devido a problemas no SINASC, não foi possível avaliar a faixa etária da mãe, o que compromete as análises sobre a tendência da natalidade em Viçosa

6 DISTRIBUIÇÃO DOS TIPOS DE PARTO Com o objetivo de reduzir os partos operatórios, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES/MG) preconizou que o número de partos cesáreos deveria representar até, no máximo, 25% do total de partos realizados (SES/MG, 2008). Embora o Estado de Minas Gerais apresente maior proporção de partos vaginais, houve uma tendência de aumento dos partos cesáreos realizados desde o ano de 2001 (SES/MG, 2006). Por outro lado, em Viçosa, o número de partos cesáreos realizados superou o número de partos naturais, em todo período de 2001 a No ano de 2010, devido a problemas no Sistema de Informação, não foi possível avaliar a proporção de partos cesáreos realizados, comprometendo as análises sobre a atenção ao parto em Viçosa ASSISTÊNCIA AO PRÉ-NATAL A assistência de qualidade ao pré-natal e ao parto é um direito da mãe e do bebê que contribui para a garantia da saúde tanto da gestante quanto do recém nascido, além de contribuir diretamente para a redução das taxas de mortalidade infantil e materna por causas evitáveis. De acordo com o Programa de Humanização do Pré-Natal e Nascimento (PHPN MS), toda gestante deve ser acompanhada por, no mínimo, seis consultas de pré-natal. O PHPN também preconiza a realização de uma consulta no puerpério, a realização de exames laboratoriais e a aplicação de vacinas. Com relação à assistência ao pré-natal em Viçosa, pode-se observar que houve uma queda no número absoluto e percentual das consultas de pré-natal oferecidas entre os anos de 2001 e 2004 e uma elevação percentual nos anos de 2005 a A tendência de aumento do número de consultas de pré-natal no período 2005 a 2009 está associada à ampliação da rede de atenção primária à saúde, elevando o nível de cobertura de Saúde da Família de 15% em 2005 para 62% em O aumento da cobertura de Saúde da Família e da assistência ao pré-natal contribuiu para que em 2010, o município de Viçosa atingisse a meta de 58% de crianças nascidas com sete ou mais consultas de pré-natal. Embora tenha havido aumento sistemático da cobertura da assistência ao pré-natal no município, é importante salientar que o número de mulheres com sete ou mais consultas de pré-natal ainda é inferior ao ideal

7 Tabela 1: Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré-natal, residentes em Viçosa-MG, Nº Total de nascidos vivos % 34,7 40,18 48,43 47,24 53,07 61,6 Fonte: SINASC/SMS Viçosa-MG (dados sujeitos à alteração) Figura 1: Proporção de nascidos vivos de mães com 7 ou mais consultas de pré-natal, residentes em Viçosa-MG, Fonte: SINASC/SMS Viçosa-MG (dados sujeitos à alteração) 2.2- SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE MORTALIDADE (SIM ): O SIM Sistema de Informações sobre Mortalidade é um sistema de abrangência nacional que tem como objetivo registrar os óbitos ocorridos no município por meio da Declaração de Óbito DO, a qual é preenchida pelo estabelecimento de saúde que prestou atendimento ao doente ou pelo cartório de registro civil que registrou o óbito. A análise dos dados gerados por este sistema de informação permite construir indicadores de saúde, a fim de nortear o planejamento de ações preventivas nos níveis municipal, estadual e federal. É importante considerar que, embora este sistema apresente uma grande potencialidade no que diz respeito à geração de informações para o planejamento de ações preventivas em saúde, a ausência de dados na DO, bem como a grande proporção 7 164

8 de óbitos por causas mal definidas que são registrados, comprometem a qualidade da informação gerada COEFICIENTE GERAL DE MORTALIDADE CGM No período de 2005 a 2010, o menor Coeficiente Geral de Mortalidade - CGM registrado de residentes em Viçosa foi no ano de 2006 (4,4/1.000 hab.), e o maior foi em 2002 (5,5/1.000 hab.). Figura 2: Coeficiente Geral de Mortalidade CGM/1.000 hab. de residentes em Viçosa-MG, Fonte: IBGE e SIM/SMS/Viçosa (dados sujeitos à alteração) Tabela 2: CGM Número de óbitos de residentes da população estimada pelo IBGE, em Viçosa- MG, Variável N absoluto de óbitos População estimada CGM/1000 hab. 4,43 4,40 4,90 4,73 4,54 5,04 Fonte: IBGE e SIM/SMS/Viçosa (dados sujeitos à alteração) É importante considerar que estes dados podem apresentar variações conforme a base populacional utilizada. Outros fatores como, por exemplo, alterações na base de dados do sistema devido à morosidade na entrega das declarações de óbitos, também contribuem para a ocorrência de variações nas informações geradas, uma vez que o 8 165

9 registro no sistema de informação de óbitos ocorrido em determinado período, pode ter sido realizado após o fechamento dos dados referentes àquele período CURVA DE MORTALIDADE PROPORCIONAL A Curva de Mortalidade Proporcional é um importante instrumento de avaliação dos níveis de saúde da população, uma vez que permite a comparação da proporção de óbitos ocorridos nas diferentes faixas etárias. Contudo, problemas apresentados no Sistema de Informação sobre Mortalidade SIM, no ano de 2010, inviabilizaram o levantamento de dados sobre a faixa etária de ocorrência dos óbitos, impedindo o calculo da mortalidade proporcional para o referido ano MORTALIDADE INFANTIL A mortalidade infantil constitui-se num dos principais indicadores do nível de saúde de uma população. Altas taxas de mortalidade infantil, de uma maneira geral, estão associadas a baixos níveis socioeconômicos e de condições de vida. As taxas de mortalidade infantil podem ser classificadas como alta, média ou baixa. Altas taxas são aquelas iguais ou maiores que 50 óbitos por mil nascidos vivos. Valores entre 20 e 49 por mil nascidos vivos são considerados médios. E baixas taxas são aquelas que apresentam mortalidade infantil menor que 20 por mil nascidos vivos. A Figura 3 apresenta a Taxa de Mortalidade Infantil por mil nascidos vivos residentes em Viçosa, no período de 2005 a

10 Figura 3: Taxa de Mortalidade Infantil por 1000 nascidos vivos, residentes em Viçosa-MG, Fonte: SIM e SINASC/SMS/Viçosa MG (dados sujeitos à alteração) Tabela 3: Taxa de mortalidade infantil por 1000 nascidos vivos residentes em Viçosa-MG, Mortalidade Infantil Nº de óbitos <1 ano Total de nascidos vivos TMI /1.000 nasc. vivos 15,46 21,09 12,36 11,49 12,53 16,05 Fonte: SIM e SINASC/SMS/Viçosa MG A partir da análise da figura 3 e Tabela 3, observou-se que em Viçosa, com exceção do ano de 2006 em que a mortalidade infantil foi igual a 21,09/1000; para os demais anos da série a mortalidade infantil foi considerada baixa, apresentado valores inferiores a 20 óbitos por mil nascidos vivos. Embora as taxas de mortalidade tenham se mantido baixas, é importante que o setor saúde esteja atento à evitabilidade dos óbitos de menores de um ano. Ou seja, óbitos que poderiam ser evitados por meio da melhoria da assistência ao pré-natal, parto e puerpério; pela ampliação da cobertura vacinal, dentre outros, como podemos observar na tabela

11 Tabela 4: Óbitos infantis em Viçosa após investigação do CMPOMFI Data do óbito Bairro de Residência Peso Idade da mãe Causa básica Causa básica pós investigação Evitabilidade Recomendações 03/06 Silvestre 630g 25 P22.0 P00.1 Sim. Lista Investigação criteriosa da Brasieira infecção urinária e tratamento adequado. Diagnóstico adequado do trabalho de parto e melhoria da atenção obstétrica 31/03 Centro - - E /08 Fátima 647g 41 P36.9 P00.0 Sim. Lista Brasieira /04 Bom Jesus 520g 27 P22.0 P01.1 Sim. Lista Brasieira /01 União P g 10/07 Nova Viçosa 520g 18 P36.9 P22.0 Sim. Lista Brasieira /07 Nova Viçosa 690g 18 P22.0 P22.0 Sim. Lista Brasieira /10 Inácio Q Martins g 22/06 Sagrada P21.9 P21.9 Sim. Lista Família g Brasieira /09 Centro 295g 36 P /09 Sagrada 670g 29 P26.9 P02.1 Sim. Lista Família Brasieira /12 Nova Viçosa - - R98 Não concluído 11/12 Nova Viçosa - 30 P77 P00.1 Sim. Lista Brasieira Fonte: Comitê Municipal de Prevenção do óbito materno, fetal e infantil, Gestante de alto risco, deveria ter sido melhor assistida quanto a DHEG. Melhoria da cobertura da atenção primária, pré-natal e dos registras médicas em prontuários. Uso do corticoide anti-natal nos trabalhos de parto prematuros. _ Melhoria da cobertura da atenção primária, pré-natal e dos registras médicas em prontuários. Investigação criteriosa da infecção urinária e tratamento adequado. Uso do corticoide anti-natal nos trabalhos de parto prematuros. Com relação à composição da mortalidade infantil, observou-se que, em Viçosa, há uma maior concentração de óbitos neonatais, ou seja, óbitos de crianças de 0 a 27 dias completos de vida. Taxas elevadas de mortalidade neonatal estão, em geral, associadas às insatisfatórias condições socioeconômicas e de saúde da mãe, bem como à inadequada assistência ao pré-natal, ao parto e ao recém-nascido 1. 1 Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual dos Comitês de prevenção do óbito infantil e fetal. Brasília: MS,

12 Tabela 5: Coeficiente de Mortalidade Infantil/1000 nascidos vivos, de residentes em Viçosa-MG, Composição da mortalidade infantil Mortalidade Neonatal 9,26 14,77 7,87 9,19 6,36 13,58 Mort. Neonatal Precoce 5,14 11,6 6,74 9,19 3,63 12,35 Mort. Neonatal Tardia 4,11 3,16 1,12-2,73 1,23 Mort. pós Neonatal 3,09 6,33 4,49 2,3 3,64 2,47 Ignorado 3, Fonte: SIM e SINASC/SMS Viçosa/MG (dados sujeitos à alteração) MORTALIDADE MATERNA Os índices de mortalidade materna são bons indicadores da qualidade de vida e da realidade socioeconômica de uma população. Vale ressaltar, entretanto, que fatores como o sub-registro de óbitos e o preenchimento inadequado das DO dificultam o monitoramento da mortalidade materna. Com o objetivo de melhorar as informações sobre óbito materno, bem como identificar sua magnitude, causas e propor medidas que previnam a ocorrência de novas mortes, o Ministério da Saúde promulgou as Portarias MS n o 652 e MS n o 653, com vistas a fortalecer e ampliar a atuação dos Comitês de Mortalidade no âmbito estadual e municipal. Em Viçosa, o Comitê Municipal de Prevenção à Mortalidade Materna, Fetal e Infantil foi instituído em 2003 (Lei Municipal nº 1.548), como reflexo da promulgação da portaria ministerial. A constituição do Comitê é multidisciplinar e sua atuação é complementar à atuação dos Comitês Hospitalares. O CMPOMFI avalia mensalmente as notificações de óbito de mulher em idade fértil (MIF) enviadas pelo Comitê Hospitalar - CH e realiza a investigação, se a mesma não tiver sido encerrada pelo CH. Em 2010 foram investigados 75% dos óbitos de mulheres entre 10 e 49 anos (MIF). Ressalta-se que, a partir do início das atividades dos Comitês Hospitalares e Municipal em Viçosa, cinco óbitos maternos foram identificados. Dois deles obstétricos diretos, não declarados, para os quais foi sugerida a mudança da causa básica de óbito; um materno tardio, declarado com sugestão de mudança da causa básica e dois não declarados e não obstétricos ou relacionado à gravidez. Dos óbitos investigados, três foram considerados evitáveis e um provavelmente evitável

13 PRINCIPAIS CAUSAS DE ÓBITO A distribuição dos óbitos por capítulos da CID 10 Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde 10ª revisão, permite avaliar as principais causas de óbito de uma determinada população. A tabela 5 apresenta a distribuição dos óbitos de residentes ocorridos em Viçosa, no período de 2006 a Tabela 6: Distribuição dos Óbitos de residentes, segundo o capítulo da CID 10, em Viçosa-MG, Causa (Cap CID 10) Total N(%) N(%) N(%) N(%) N(%) N(%) I.Doenças Infecciosas e parasitárias 16(4,98) 14(4,08) 12(3,46) 10 (2,96) 6 (1,65) 68 (3,38) II.Neoplasias (Tumores) 48(14,95) 51(14,86) 48(13,83) 41 (12,16) 45 (12,36) 281(13,97) III. Sangue órgãos hemat e transt imunitár 2(0,62) 1(0,29) 3(0,86) 2 (0,59) - 9 (0,45) IV.Endócrinas nutricionais e metabólicas 16(4,98) 19(5,53) 22(6,34) 15 (4,45) 28 (7,69) 121(6,01) V.Transtornos mentais e comportamentais 7(2,18) 5(1,45) 5(1,44) 8 (2,37) 4 (1,10) 36 (1,79) VI.Doenças do Sistema Nervoso 14(4,36) 11(3,2) 12(3,46) 13 (3,85) 19 (5,22) 71 (3,53) IX.Doenças do aparelho Circulatório 72(22,43) 78(22,74) 81(23,34) 88 (26,11) 79 (21,7) 485(24,11) X.Doenças do aparelho respiratório 39(12,15) 46(13,41) 47(13,54) 47 (13,94) 48 (13,19) 266(13,22) XI.Doenças do aparelho digestivo 11(3,43) 21(6,12) 12(3,46) 17 (5,04) 21 (5,77) 93 (4,62) XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo - 1(0,29) 3(0,86) 2 (0,59) 3 (0,82) 10 (0,50) XIII.Sistema osteomuscular e tecido conjuntivo - 7(2,04) 2(0,58) 2 (0,59) - 13 (0,65) XIV.Doenças do aparelho geniturinário 6(1,87) 10(2,91) 8(2,31) 10 (2,96) 6 (1,65) 45 (2,24) XVI.Afecções período perinatal 20(6,23) 16(4,66) 13(3,75) 20 (5,93) 16 (4,4) 109(5,42) XVII.Malformações congenitas 4(1,25) 3(0,87) 1(0,29) - 2 (0,55) 13 (0,65) XVIII.Sintomas, sinais e achados anormais 42(13,08) 43(12,53) 41(11,82) 37 (10,97) 42 (11,54) 230(11,43) XX.Causas externas de mortalidade 24(7,48) 17(4,95) 37(10,66) 25 (7,42) 13 (3,57) 130 (6,46) Ignorado* (8,79) 32 (1,59) TOTAL 321(100) 343(100) 347(100) 337 (100) 364 (100) 2012(100) Fonte: SIM/SMS/Viçosa MG (dados sujeitos à alteração) *Ignorado refere-se a declarações de óbito cujas causas básicas não foram avaliadas devido a problemas no sistema de informação (SIMWEB) que ocorreram em A análise dos dados apresentados permitiu observar a grande proporção de óbitos por doenças relacionadas ao aparelho circulatório registrados no período (24,11%), seguidas por neoplasias (13,97%) e doenças do aparelho respiratório (13,22%). As causas mal definidas de mortalidade foram apontadas como a 4ª maior causa de óbito de residentes e consistem num importante indicador da qualidade dos dados gerados pelo SIM

14 2.3- SISTEMA NACIONAL DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO (SINAN ): As Doenças de Notificação Compulsória (DNC) são aquelas eleitas como prioritárias em nível nacional e internacional, para as quais existem medidas de controle específicas a serem desenvolvidas na ocorrência de casos. Por meio da edição de portarias, o Ministério da Saúde divulga a listagem das DNC, dos agravos de interesse nacional e outras providências com relação à notificação de agravos e surtos 2. Na Tabela 7 foi apresentado o número de casos de DNC confirmados em residentes em Viçosa, segundo o ano de notificação. Tabela 7: Casos confirmados de Doenças de Notificação Compulsória, em residentes em Viçosa-MG, Agravo Acidentes por animais peçonhentos Acidente com material biológico Atendimento anti-rábico humano Caxumba (Parotidite Epidêmica) Coqueluche Dengue Doenças exantemáticas - rubéola Hepatites virais Intoxicação exógena Leptospirose Varicela Malária Meningite e doença meningocócica Sífilis em gestante Tétano acidental Influenza A (H1N1) Leishmaniose Tegumentar Americana Violência domestica sexual e outras TOTAL Fonte: SINAN/SMS Viçosa-MG Ao analisar a Tabela 6, verificou-se o aumento no número de casos confirmados de vários agravos, destacando-se dengue, varicela. Foram notificados ainda casos acidente com material biológico e violência doméstica, sexual e outras violências. 2 Portaria nº 5 de 21 de fevereiro de

15 A notificação de casos suspeitos é fundamental para o desencadeamento e ações preventivas e de controle, bem como para o conhecimento do perfil de morbidade da população e melhoria das estatísticas de saúde. 3- MONITORIZAÇÃO DAS DOENÇAS DIARRÉICAS AGUDAS - MDDA: A doença diarréica aguda (DDA) é uma causa importante de mortalidade no país, estando relacionada a precárias condições de vida e em conseqüência, principalmente, da falta de saneamento básico. A Monitorização das Doenças Diarréicas Agudas (MDDA) é uma importante ferramenta para o acompanhamento e avaliação do comportamento das diarréias. Em 2004 o município de Viçosa-MG iniciou a MDDA. Para tanto, foram eleitas as 03 Unidades de Saúde da Família (USF) para a notificação dos casos. A partir de 2005, com a ampliação da rede de atenção primária (Saúde da Família), o número de unidades sentinelas passou de 03 para 17, sendo 15 USF e os 02 hospitais do município. Em 2010 o número absoluto de casos notificados de DDA foi 1042, sendo que o maior número de casos notificados por semana epidemiológica (71), ocorreu na semana de número 02, devido a um surto de Doença Transmitida por Alimentos, entre estudantes de uma instituição de ensino superior do município. Figura 4: Número de casos de DDA, segundo as semanas epidemiológicas de notificação, Viçosa-MG,

16 Fonte: Serviço de Vigilância Epidemiológica/SMS/ Viçosa-MG Quanto ao comportamento das DDA, observou-se que a maior incidência de casos ocorreu na faixa etária de 01 a 04 anos, seguida pelas faixas de 20 a 29 anos e 60 anos e mais. O plano de tratamento mais utilizado foi o A, seguido do C, conforme figuras 5 e 6. Figura 5: Número de casos de DDA notificados, segundo a faixa etária, em Viçosa-MG, Fonte: Serviço de Vigilância Epidemiológica/SMS/ Viçosa-MG Figura 6: Número de casos de DDA notificados segundo o plano de tratamento utilizado, Viçosa-MG, Fonte: Serviço de Vigilância Epidemiológica/SMS/ Viçosa-MG A figura abaixo apresenta o número de casos notificados por unidade sentinela, em Viçosa em O Hospital São João Batista foi a unidade que mais notificou casos ao longo do ano, seguido da unidade básica de saúde do bairro Bom Jesus e do Hospital São Sebastião. Chama atenção o fato da Unidade básica do bairro Nova Viçosa não ter notificado nenhum caso positivo ao longo do ano, o que coloca em questão a confiabilidade dos dados. A falta de notificação, ou seja, quando uma unidade sentinela fica silenciosa, também contribui para a redução da confiabilidade dos dados uma vez que a redução do número de casos notificados de DDA pode estar relacionada tanto com a redução real do número de casos, quanto à falta de notificação por parte das unidades sentinelas, levando ao mascaramento dos dados

17 Figura 7: Número de casos de DDA notificados por unidade sentinela, Viçosa-MG, Fonte: Serviço de Vigilância Epidemiológica/SMS/ Viçosa-MG A coleta e o acompanhamento regular dos dados pelas unidades sentinelas, bem como a integralização com o Serviço de Vigilância Epidemiológica são de extrema importância para o conhecimento do comportamento das DDAs e os motivos de sua ocorrência, a fim de produzir resultados confiáveis que servirão de base para a elaboração das políticas e ações de saúde local. 4- PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO (PNI) O PNI é o sistema responsável pelo consolidado das informações do Serviço de Imunização e Campanha. Esse sistema é alimentado mensalmente com dados da vacinação de rotina e de campanhas. Em Viçosa, as coberturas vacinais da Sabin e Tetravalente nos menores de um ano apresentaram-se igual ou superior a 95% no período de 2004 a O mesmo ocorreu no ano de 2010 com a Sabin, visto que a cobertura alcançada foi

18 de 100%. Contudo, a Tetravalente não conseguiu tal feito, atingindo apenas 88% da cobertura vacinal. Observa-se o mesmo com a vacinação contra a hepatite B, visto que os anos de 2006 e 2008 a cobertura foi inferior ao preconizado pelo Ministério da Saúde (89,6% em 2006 e 88,2% em 2008). Porém, no ano de 2010 a cobertura vacinal da hepatite B foi alcançada com 92%. Além das ações de rotina no que tange à vacinação de adultos e crianças, são realizadas, anualmente, conforme orientação do Ministério da Saúde, a Campanha de Vacinação contra Paralisia Infantil para os menores de 5 anos, em duas etapas e a Campanha de Vacinação contra Gripe para maiores de 60 anos. O percentual de cobertura vacinal nas Campanhas contra a Paralisia Infantil do município, em geral, ultrapassou a meta mínima preconizada pelo MS, que é de 95%. Mas a 2ª etapa do ano de 2004 apresentou uma baixa cobertura de vacinação (81%) e, nos anos de 2005 a 2010, não se atingiu a meta em nenhuma das duas etapas, embora tenha havido um pequeno aumento em 2009 como pode ser verificado na Tabela 7 e Figura 8. Tabela 8: Cobertura vacinal, número de doses de vacinas aplicadas e meta de vacinação contra Paralisia Infantil em campanhas, Viçosa, MG, Ano 1ª etapa 2ª etapa Meta Doses Aplicadas Cobertura 1ª etapa Meta Doses Aplicadas Cobertura 2ª etapa ,50% ,54% ,20% ,20% ,15% ,80% ,30% ,00% ,80% ,80% ,40% ,00% ,53% ,60% ,98% ,30% ,20% ,60% ,70% ,23% ,96% ,96% ,70% ,20% ,56% ,80% Fonte: PNI/SMS/ Viçosa MG A Figura 7 apresenta a série histórica da cobertura vacinal das campanhas contra Pólio realizadas em Viçosa-MG, de 1998 a

19 Figura 7: Cobertura vacinal em Campanha contra Paralisia Infantil, menores de 5 anos, Viçosa-MG, Fonte: PNI/SMS/Viçosa-MG A Campanha contra Gripe iniciou no ano de 1999 para a população com idade igual ou superior a 65 anos e a partir de 2001 foi estendida para a faixa etária superior a 60 anos (http://portal.saude.gov.br acesso em 06/10/2008). A meta mínima de vacinação preconizada pelo MS também mudou, passando de 70% em 2007, para 80% em Em Viçosa, de acordo com a Tabela 8, o público alvo a ser vacinado vem crescendo ano a ano, acompanhando a tendência de crescimento da população de 60 anos e mais. Tabela 9: Cobertura vacinal, número de doses aplicadas e meta de vacinação de Campanhas Contra Gripe em Viçosa-MG, Ano Meta (pop. > 60 anos) Doses aplicadas Cobertura % , , , , , , , , , , Fonte: PNI/GRS/Ponte Nova - MG ,31 83,

20 Na Tabela 9 e na Figura 8, observou-se que, nas duas primeiras campanhas contra gripe em Viçosa, mais de 90% das pessoas com mais de 65 anos foram imunizadas. Em 2001, quando o Ministério da Saúde estendeu a vacinação para a faixa etária acima de 60 anos, o município registrou apenas 71,01% de cobertura. Figura 8: Cobertura vacinal de Campanha de Vacinação Contra Gripe, Viçosa-MG, 1999 a Fonte: PNI/SMS/Viçosa Nos anos subseqüentes, embora a adesão da população não tenha sido como em 1999 e 2000, a cobertura foi sempre superior ao índice mínimo determinado pelo Ministério da Saúde. Acredita-se que a queda da cobertura vacinal a partir de 2001 deveu-se a boatos relacionados à vacina. A partir de 2006, quando houve 88,84% de vacinados, as pessoas recuperaram a confiança na imunização que é eficaz e segura, mantendo a média de 84% nos anos seguintes. Ressalta-se que a alta cobertura vacinal é uma importante arma para redução de óbitos e internações ocasionadas por pneumonias e gripe. Desde que a vacinação começou a ser feita, em 1999, houve uma diminuição de 30% das internações por pneumonia e por doenças pulmonares obstrutivas crônicas no Estado. Nas últimas décadas, a imunização contra Influenza tem sido a principal medida para vigilância e controle da Gripe e redução da morbi-mortalidade relacionada à doença. (http://www.suldeminasonline.com.br. Acesso em 06/10/2008)

21 5- ATENDIMENTO HOSPITALAR A Tabela 10 apresenta o total de internações hospitalares realizadas pelo SUS segundo capítulo da CID 10, entre residentes em Viçosa, no período de 2006 a Ao analisar os dados da Tabela, verificou-se que o maior número de atendimentos do período ocorreu por questões relacionadas à gravidez, ao parto ou puerpério Cap. XV CID 10 (17,48%). Em segundo lugar estão os atendimentos por lesões, envenenamentos e conseqüências de causas externas Cap. XIX CID 10 (13,22%), seguido das doenças do aparelho respiratório Cap. X CID 10 (11,48%); uma tendência que tem se mantido em todos os anos da série

22 Tabela 10: Internações hospitalares de residentes em Viçosa-MG, segundo capítu N % N % N I. Algumas doenças infecciosas e parasit , ,0 17 II. Neoplasias (tumores) 178 3, ,0 23 III. Doenças sangue órgãos hemat e transt imun. 47 0, ,1 19 IV. Doenças endócrinas nutricionais e metab , ,5 13 V. Transtornos mentais e comportamentais 86 1, ,9 64 VI. Doenças do sistema nervoso 158 3, ,8 77 VII. Doenças do olho e anexos 11 0, VIII.Doenças do ouvido e apófise mastóide ,1 4 IX. Doenças do aparelho circulatório , ,5 36 X. Doenças do aparelho respiratório , ,9 36 XI. Doenças do aparelho digestivo 390 7, ,5 29 XII. Doenças da pele e do tecido subcutâneo 76 1, ,3 51 XIII.Doenças sist osteomuscular e tec conj , ,8 95 XIV. Doenças do aparelho geniturinário 331 6, ,4 33 XV. Gravidez parto e puerpério , XVI. Algumas afec origi. períod. Perinat. 80 1,6 61 2,2 67 XVII.Malf cong deformid e anomalias cromos. 34 0, ,7 25 XVIII.Sint sinais e achad anorm ex clín e lab , ,4 82 XIX. Lesões enven e conseq causas ext , XX. Causas externas de morb. e mortal. 10 0,2 3 0,1 7 XXI. Contatos com serviços de saúde 233 4, Total Fonte: acessado em 25/05/

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