REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL"

Transcrição

1 REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL MARCOS PAULO GOMES MOL Universidade Federal de Minas Gerais AMANDA FIGUEIREDO PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais RENATA DE OLIVEIRA PEIXOTO pesquisadora voluntária DESIREE MAINART BRAGA Pontifícia Universidade Catolica de Minas Gerais LEO HELLER Universidade Federal de Minas Gerais

2 REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL Resumo Os resíduos sólidos têm sido associados frequentemente com problemas de saúde pública, devido ao potencial efeito sobre a saúde humana relacionada com seu manejo inadequado. A atividade de manejo dos resíduos possui potencial de geração de acidentes do trabalho, que representa riscos à saúde dos trabalhadores. O objetivo deste artigo é avaliar os registros disponíveis no Ministério da Previdência Social sobre acidentes de trabalho envolvendo os profissionais que manipulam resíduos. As informações utilizadas são provenientes dos dados estatísticos da Previdência Social, e foram obtidos por meio dos anuários e bases de dados disponíveis através de sítio eletrônico. Observou-se concessão de benefícios elevada para os trabalhadores que lidam com o tratamento e disposição dos resíduos no que se refere às doenças do aparelho digestivo e às lesões, envenenamento e outras causas externas, sendo essa diferença mais perceptível no ano de As doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo apresentaram índices de benefício concedido significativos nas categorias coleta, transporte e tratamento de resíduos não perigosos. Há subnotificações nos dados consultados, todavia apontam um cenário que requer comprometimento dos gestores na execução de ações preventivas visando preservar a saúde e a qualidade de vida desses trabalhadores. Palavras-Chave: acidentes, riscos ocupacionais, resíduos sólidos. WORK ACCIDENTS ASSOCIATED WITH WASTE MANAGEMENT IN BRAZIL Abstract Solid wastes are frequently associated with public health problems, due to the potential effect of the inappropriate management over human health. The management of solid waste has a potential risk of work accidents, and the characteristics of solid waste represent a threat for the worker s health. The focus of this paper is measure the data available on Ministério da Previdência Social about accidents involving the management of solid waste workers. The information used in this study is from statistical data of Previdência Social, and were obtained through annual reports and databases, available on the website. The data indicate that the benefits is high for workers of treatment and disposal wastes considering digestive diseases and injuries, poisoning and other external causes, especially in year As expected, diseases of the musculoskeletal system and connective tissue showed significant levels benefit granted for collection, transportation and treatment of non-hazardous waste, certainly in result from to working conditions. Official data about occupational accidents in Brazil available by Previdência Social have understatements, nevertheless indicate a scenario that requires involvement of managers in the implementation of preventive measures to preserve the health and life quality of workers. Key words: accidents, occupational hazards, solid waste.

3 Introdução A gestão dos resíduos sólidos urbanos tem sido tema de discussões no contexto do processo de urbanização e crescimento populacional, devido ao potencial de impacto ambiental e efeito sobre a saúde humana inerente do seu manejo inadequado. (Catapreta e Heller, 1999; Porta et al., 2009; Athanasiou et al., 2010). O volume de resíduos gerados na sociedade contemporânea está diretamente associado ao modelo de consumo baseado na cultura do efêmero e descartável (Compans, 1999), que, agregado à redução da vida útil dos produtos, conduzem ao descarte sistemático. Concomitantemente ao crescimento do volume de resíduos, nota-se uma diversificação de materiais, incluindo elementos sintéticos e perigosos, podendo acarretar danos significativos à saúde pública. O contato humano com os resíduos implica riscos biológicos, químicos e físicos à saúde dos trabalhadores envolvidos principalmente com sua coleta, transporte e armazenamento. A exposição também abrange uma série de agentes patogênicos, tais como bactérias, fungos, vírus e parasitas, além de substâncias químicas tóxicas e de fatores como excesso de barulho, exposição à radiação solar e esforço muscular excessivo (Rushton, 2003; Wouters et al., 2006; Oliveira, 2007; Domingo, et al., 2009). Santos e Silva (2011) apontam os resíduos sólidos como um grande problema de saúde pública para as áreas urbanas, justamente pelo impacto que podem causar à saúde da população. Afirmam, ainda, que o contato frequente com agentes nocivos à saúde torna a coleta dos resíduos uma atividade profissional arriscada e com potencial insalubridade. Quando comparados os riscos decorrentes da exposição dos trabalhadores nas atividades de coleta dos resíduos com o transbordo ou tratamento, Wouters et al. (2006) identificaram em cidades holandesas que havia maiores riscos sobre a saúde quando as atividades demandavam maior manipulação dos resíduos [transbordo ou tratamento]. A atividade de manejo dos resíduos, que compreende etapas como a coleta, a disposição final e o tratamento, possui potencial de geração de acidentes do trabalho, que representam riscos à saúde dos trabalhadores devido às características dos resíduos. No Brasil, os direitos dos trabalhadores que sofrem acidentes são reconhecidos pela Previdência Social, uma instituição pública cuja receita é utilizada para substituir a renda do trabalhador contribuinte, quando há perda da capacidade de trabalho, seja por doença, invalidez, idade avançada, morte ou desemprego involuntário, ou mesmo a maternidade e a reclusão (Brasil, 2012). O registro dos acidentes do trabalho é realizado por meio da Comunicação de Acidentes do Trabalho - CAT e, para sua efetivação, depende de alguns fatores, como o ato de registro por parte do empregador, do preenchimento adequado do atestado médico e do encaminhamento para a agência do Instituto Nacional de Seguro Social - INSS da área de ocorrência do acidente (Binder e Cordeiro, 2003). Casos de subnotificação de acidentes do trabalho no Brasil são frequentes, especialmente para acidentes menos graves e para localidades menos desenvolvidas (Alves e Luchesi, 1992 apud Binder e Cordeiro, 2003). Sendo assim, o objetivo deste artigo é avaliar os registros disponíveis pelo Ministério da Previdência Social sobre acidentes do trabalho envolvendo os profissionais que manipulam

4 resíduos, de forma a servir como referencial teórico para possíveis intervenções em saúde pública baseadas na relação entre trabalho e processo saúde-doença. Revisão Bibliográfica Os riscos observados no processo de trabalho dos profissionais que manejam resíduos foram categorizados de acordo com a proposta de Mattos apud Velloso et al. (1997) em seis categorias: físicos, químicos, ergonômicos, mecânicos, biológicos e sociais. Os possíveis riscos físicos abrangem ruído, odor, poeiras e perfurocortantes, que podem causar efeitos negativos à saúde dos trabalhadores como mal estar, náuseas, perda da audição, hipertenção, problemas respiratórios e cortes. A presença de metais pesados, medicamentos e outros produtos tóxicos, que são associados aos riscos químicos, podem levar a problemas de intoxicações do trabalhador. Os riscos biológicos caracterizam-se por presença e fungos, vírus e bactérias, presentes em resíduos de serviço de saúde e também nos domiciliares. Os riscos mecânicos e ergonômicos estão associados aos esforços repetidos durante a rotina de trabalho e podem afetar o sistema osteomuscular dos trabalhadores (Ferreira e Anjos, 2001). Com relação aos riscos mecânicos e ergonômicos, os trabalhadores estão submetidos a tensões permanentes devido à presença constante do fluxo de outros veículos nas ruas, além da necessidade de levantar pesos diferenciados durante toda a rotina de trabalho (Ferreira e Anjos, 2001). Veloso et al. (1997), em pesquisa realizada com coletores de lixo domiciliar na cidade do Rio de Janeiro, concordam ao afirmar que durante o processo da coleta os trabalhadores realizam suas atividades em ritmo acelerado e ininterrupto. Outros aspectos relevantes, também associados à vulnerabilidade para a ocorrência de acidentes do trabalho envolvendo os garis, são decorrentes do acondicionamento inapropriado dos resíduos, do tipo de caminhão que realiza a coleta e das condições muitas vezes precárias das vias públicas urbanas (Robazzi apud Oliveira, 2007). Durante entrevista realizada com garis do município de Fortaleza (CE), quando foram questionados sobre a correlação entre lixo e doença, foram citadas as principais patologias, sinais ou sintomas: verminoses, infecção intestinal (diarreia), gripe, leptospirose, dengue, meningite, dor de cabeça, dor de dente, febre, alergia e náusea (Santos e Silva, 2011). Assim se traduz o conhecimento que alguns grupos de garis possuem acerca dos riscos inerentes à sua atividade laboral, o que não diminui o temor ao trabalhar recolhendo lixo, como pontuam esses autores. Em outro estudo realizado na cidade do Rio de Janeiro, foi descrita a organização do processo de trabalho dos coletores, envolvendo a coleta de lixo domiciliar em dias alternados, com descanso aos domingos. O trabalho é realizado em equipe, neste caso chamada de guarnição. O lixo é recolhido pela guarnição (nas calçadas em frente às edificações) e depositado no veículo coletor. Essa atividade pode ser realizada em dois turnos (diurno ou noturno), três vezes por semana, sendo a jornada semanal teórica de 44 horas semanais (Costa, 2007). Os profissionais diretamente relacionados com a coleta trabalham diariamente a céu aberto e em contato direto com resíduos, habitualmente mal acondicionados, contendo objetos cortantes, perfurantes e corrosivos. Há que se considerar também o excesso de peso, que aumenta os riscos

5 de lesões em diversos locais do corpo, somado ao ritmo acelerado junto ao veiculo coletor, carregando vários sacos de resíduos ao mesmo tempo, aumentando o risco de acidentes de trabalho devido à possibilidade de lesões cortantes, alterações musculares ou problemas relacionados à coluna vertebral (Malossi, 2012). Além disso, os horários de coleta muitas vezes coincidem com o de tráfego intenso, trazendo riscos de acidentes como atropelamento e colisões (Velloso et al., 1997). Metodologia Buscaram-se investigar as fontes de dados de acidentes do trabalho registrados pelos órgãos oficiais brasileiros, com ênfase nos trabalhadores que manipulam resíduos. As informações utilizadas são provenientes dos dados estatísticos da Previdência Social, e foram obtidos por meio dos anuários disponibilizados e das bases de dados AEAT Infologo, base de dados históricos dos acidentes do trabalho, e AEPS Infologo, base de dados históricos da previdência social, ambas disponíveis pelo sítio eletrônico da Previdência Social (Brasil, 2012; Brasil, 2014). Os dados utilizados neste trabalho referem-se a dois grupos de trabalhadores que lidam com resíduos: os trabalhadores responsáveis pela coleta e os que realizam o tratamento e a disposição final. As Classificações Nacionais de Atividade Econômicas CNAE selecionadas para descrever esses grupos foram as categorias 3811 (coletores de resíduos sólidos não perigosos), 3812 (coletores de resíduos sólidos perigosos), 3821 (trabalhadores responsáveis pela coleta e disposição de resíduos não perigosos) e 3822 (trabalhadores responsáveis pela coleta e disposição de resíduos perigosos). Ressalta-se que estas CNAE são as que mais se aproximam do grupo desejado trabalhadores responsáveis pela coleta dos resíduos e os que realizam o tratamento e a disposição final. Dois tipos de indicadores serão utilizados neste trabalho: benefícios concedidos aos trabalhadores e incidência de acidentes. Os dados referentes aos benefícios concedidos representam a apuração anual da quantidade de auxílios-doença concedidos, de natureza previdenciária, segundo os códigos da Classificação Internacional de Doenças CID-10. As taxas de incidência de acidentes do trabalho são definidas como a razão entre o número de novos acidentes do trabalho a cada ano e a população exposta ao risco de sofrer algum tipo de acidente (considerado no denominador apenas os trabalhadores com cobertura contra os riscos decorrentes de acidentes do trabalho, e é considerado o número médio de vínculos e não o número médio de trabalhadores, visto que cada trabalhador pode ter mais de um vínculo). Apresentação e Análise dos resultados No Brasil foram registrados, para todas as classes de trabalhadores, aproximadamente 2 milhões acidentes do trabalho no período de 2010 a 2012, sendo aproximadamente 700 mil acidentes anuais, de acordo com os dados da Previdência Social (Brasil, 2014). As doenças e acidentes mais frequentemente relacionados à gestão de resíduos sólidos podem ser estimados por meio dos benefícios concedidos pelo INSS, ressaltando que tanto as atividades associadas às CNAE quanto os casos de subnotificação interferem na representatividade dos

6 resultados. A distribuição da concessão de benefícios aos trabalhadores coletores de resíduos e aos trabalhadores que lidam com o tratamento e a disposição, segundo causas da concessão, é semelhante conforme Tabela 1. Tabela 1 - Acompanhamento anual dos benefícios auxílios-doença previdenciários concedidos, segundo os códigos da CID-10 Fonte: adaptado de Brasil (2012). Em 2012, as principais causas que levaram à concessão de benefícios para os coletores de resíduos foram as Lesões, Envenenamentos, e outras consequências de Causas Externas (24.5%); as Doenças do Sistema Osteomuscular e do Tecido Conjuntivo (23.8%); Transtornos mentais e comportamentais (11.39%); e as Doenças do Aparelho Digestivo (10.5%). Para os trabalhadores ligados ao tratamento e disposição dos resíduos as principais causas que levaram à concessão de benefícios foram as Lesões, Envenenamentos, e outras consequências de Causas Externas (35.6%); as Doenças do Aparelho Digestivo (17.8%); e as Doenças do Sistema Osteomuscular e do Tecido Conjuntivo (16.15%). Os dados da Previdência indicam que a concessão de benefícios é elevada para os trabalhadores que lidam com o tratamento e disposição dos resíduos no que se refere às doenças do aparelho digestivo e às lesões, envenenamento e outras causas externas, sendo esta diferença mais perceptível no ano de Já os benefícios concedidos para doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo, é interessante notar que houve uma frequência elevada entre os coletores de resíduos. Uma característica que deve ser alvo de pesquisas específicas refere-se às concessões ligadas aos transtornos mentais e comportamentais, que foram observadas com maior frequência nos trabalhadores que atuam na coleta de resíduos, com percentual superior a 10% entre os anos 2010 a Os dados da Tabela 1 indicam ainda que são baixos os índices de concessão de benefícios associados a doenças infecciosas e parasitárias, representando em torno de 3% em relação ao total

7 de benefícios concedidos aos trabalhadores que realizam a coleta, tratamento e disposição dos resíduos não perigosos. Tal informação converge com algumas pesquisas que indicam a baixa prevalência de doenças infecciosas decorrentes da gestão de resíduos (Krajewski et al., 2006; Porta et al., 2009; Rushton, 2003). O mais alto índice de concessão de benefícios concedidos aos coletores de resíduos não perigosos deve-se a causas como lesões, envenenamentos e outras consequências de causas externas, representando aproximadamente 25% do total de benefícios. Inserem-se nessa categoria grande parte dos acidentes mais comuns entre os coletores de resíduos, como acidentes com objetos perfurocortantes, atropelamentos e quedas do veículo (Lazzari e Reis, 2011; Anjos e Ferreira, 2000). Esses acidentes devem-se principalmente à falta de treinamento - agravado pela alta rotatividade dos trabalhadores - e às condições inadequadas de trabalho. Os caminhões usados na coleta muitas vezes são impróprios para o transporte dos trabalhadores, não oferecendo a devida segurança. Como esperado, as doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo apresentaram índices significativos (superior a 16% em relação ao total de acidentes registrados por categoria de CNAE) de benefícios concedidos nas categorias coleta, transporte e tratamento de resíduos não perigosos, possivelmente em decorrência do excesso de esforço inerente das condições de trabalho. De fato, autores como Anjos e Ferreira (2000), Veloso et al (1997) e Costa (2007) apontam que o excesso de peso é frequente na rotina de trabalho dos garis, e o ritmo das atividades é acelerado e ininterrupto. Somam-se a esses fatores o esforço de descer e subir ladeiras e vibração dos caminhões de coleta, que também contribuem para o desenvolvimento desses agravos. Além das concessões de benefícios, outra forma proposta neste artigo de avaliar os danos à saúde dos trabalhadores que manejam resíduos é por meio da incidência de doenças ocupacionais, de acidentes, e das taxas de mortalidade e letalidade. A incidência de agravos ocupacionais mostrouse mais elevada para os coletores de resíduos não perigosos (0.44 por mil vínculos em 2011 e 2012), em comparação com os coletores dos resíduos perigosos (0.31 por mil vínculos em 2011 e 0.26 por mil em 2012), conforme Tabela 2. No entanto, o maior índice observado foi entre os trabalhadores que atuam no tratamento e disposição de resíduos não-perigosos (1.40 por mil vínculos em 2011 e 0.84 em 2012), podendo-se sugerir que a prevalência da incidência de doenças ocupacionais é maior quando se trata de resíduos não-perigosos. A maior diferença entre os grupos encontra-se na incidência de acidentes típicos, em que os coletores de resíduos não perigosos apresentam taxas consideravelmente superiores se comparados com os coletores dos resíduos perigosos 50 acidentes contra 18, ambos por mil vínculos, em 2011 e contra por mil vínculos em Um dos maiores índices observados foi a taxa de incidência de incapacidade temporária, sendo mais frequente nos trabalhadores que coletam resíduos não-perigosos e, também, entre aqueles que trabalham com o tratamento e disposição de resíduos não-perigosos, quando comparados aos grupos que trabalham com resíduos perigosos.

8 Tabela 2 - Indicadores de acidentes do trabalho Fonte: adaptado de Brasil (2012). Nota-se ainda que as taxas de mortalidade e letalidade para as CNAE 3811, 3812, 3821 e 3822 apresentadas na Tabela 2 indicam valores superiores a outras atividades, como por exemplo, manutenção dos sistemas de esgotos, que em 2012 obtiveram taxa de mortalidade 9.45 e taxa de letalidade É complexa a comparação dos resultados, principalmente devido à subnotificação de acidentes do trabalho, comum em vários tipos de atividades, principalmente na coleta dos resíduos (Binder e Cordeiro, 2003). Dentre os possíveis fatores que podem influenciar as incidências de acidentes com os trabalhadores que manipulam resíduos, destacam-se: capacitação inadequada dos profissionais para exercer a função; negligência durante a rotina de trabalho; informalidade do trabalho; condições de trabalho e infraestrutura inadequada. Conclusões A rotina dos trabalhadores que lidam diretamente com os resíduos requer uma série de cuidados preliminares visando à proteção desses profissionais, especialmente devido ao potencial risco à saúde que estão submetidos. Os dados oficiais sobre acidentes do trabalho no Brasil disponíveis pela Previdência Social possuem subnotificações, todavia indicam um cenário que requer comprometimento dos gestores na execução de ações preventivas, como capacitação e orientações efetivas e periódicas, acompanhamento da rotina, imunização, consolidação de infraestrutura apropriada e controle médico efetivo.

9 Os trabalhadores devem ser instruídos sobre a importância de se exigir dos empregadores o registro correto dos acidentes do trabalho, através do preenchimento da CAT, e, consequentemente, o efetivo acompanhamento por profissionais da saúde capacitados a identificar criteriosamente os relatos da CAT frente aos riscos da atividade do trabalho. Espera-se dessa forma uma melhor recuperação do acidentado e a emissão de registros que possam favorecer a elaboração de ações preventivas pelos gestores de limpeza pública e tratamento ou destinação final de resíduos. Finalmente, é importante ampliar as pesquisas envolvendo os riscos ocupacionais aos quais os trabalhadores que manejam resíduos estão sujeitos, visando melhoria das condições de trabalho e qualidade de vida desta população. Destaca-se ainda a necessidade de se ampliar a representação deste grupo de trabalhadores, muitas vezes marginalizados, no contexto das políticas públicas de saneamento. Referências Abrelpe, Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.(2012). Panorama dos Resíduos Sólidos. Disponível em: Acesso em: 16/04/2014; Almeida, V. L. D. ( 2003). Modelo para diagnóstico ambiental de estabelecimentos de saúde. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Produção. Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, Florianópolis; Athanasiou, M., Makrynos, G., Dounias, G. (2003). Respiratory health of municipal solid waste workers. Occupational Medicine. 60, ; Binder, M. C. P. e Cordeiro, R. (2003) Sub-registro de acidentes do trabalho em localidade do Estado de São Paulo, 1997.Rev Saúde Pública, 37(4), ; Brasil, Ministério da Previdência Social. (2012).Aeps InfoLogo - Base de dados históricos da previdência social. Disponível em: Acesso em: 06/05/ 2014; Brasil, Ministério da Previdência Social. Estatísticas de Acidentes do Trabalho Disponível em: 2012/. Acesso em: 14/05/2014; Brasil, Ministério do Meio Ambiente. (2010). Lei Nº , de 2 de agosto de 2010, Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei n o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 03 de agosto de 2010; Brasil. Ministério da Saúde.Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA.( 2004) Resolução n 306 de 7 de dez. de Diário Oficial da União, Brasília, 10 de dez. de 2004;

10 Catapreta, C. A. A. e Heller, L. (1999). Associação entre coleta de resíduos sólidos domiciliares e saúde, Belo Horizonte (MG),Rev Panam Salud Publica/Pan Am J Public Health 5(2); Compans, R. (1999). O paradigma das global cities nas estratégias de desenvolvimento local. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Ambientais. 1, ; Confortin, A. C. (2001) Estudo dos resíduos de serviços de saúde do hospital regional do oeste/sc. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Catarina; Costa, M. A. (2007). Condições de Trabalho dos Coletores de Lixo Domiciliar, no município do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado em Engenharia Ambiental do Departamento de Engenharia Sanitária e do Meio Ambiente da Universidade Estadual Rio de Janeiro; Cussiol, N.A.M. (2005). Disposição final de resíduos potencialmente infectantes de serviços de saúde em célula especial e por co-disposição com resíduos sólidos urbanos. Tese de Doutorado - Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte; Domingo, J. L. e Nadal, (2009) M. Domestic waste composting facilities: A review of human health risks. Environment International 35, ; Feam, Fundação Estadual de Meio Ambiente. (2013). Panorama da Destinação dos Resíduos Sólidos Urbanos no Estado de Minas Gerais em FEAM-DGER-GERUB. Belo Horizonte - MG. Disponível em: assificao%20e%20panorama%20rsu.pdf. Acesso em : 16/04/2014; Ferreira, J. A. (1997). Lixo Hospitalar e Domiciliar: Semelhanças e Diferenças Estudo de caso no município do Rio de Janeiro. Tese (Doutorado), Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz; Ferreira, J. A. e Anjos, L. A. (2001) Aspectos de saúde coletiva e ocupacional associados à gestão dos resíduos sólidos municipais. Cad. Saúde Pública, 17 (3), Rio de Janeiro; Lazzari, M. A. e Reis, C. B. (2011). Os coletores de lixo urbano no município de Dourados (MS) e sua percepção sobre os riscos biológicos em seu processo de trabalho. Ciência & Saúde Coletiva, 16(8), ; Malossi, A.P. (2012) Análise dos riscos em coletores de resíduos sólidos domiciliares no município de Xanxerê- SC. Dissertação de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho no Curso de Pós- Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade do Contado- SC; Oliveira, M. G.(2007). Características organizacionais e acidentes ocupacionais em empresas de limpeza urbana em Salvador BA. Tese de Doutorado, Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia;

11 Porta, D., Milani, S., Lazzarino, A. I., Perucci, C. A., Forastiere, F.( 2009). Systematic review of epidemiological studies on health effects associated with management of solid waste. Environmental Health 8(60); Rushton, L.(2003). Health hazards and waste management. British Medical Bulletin. 68, ; Tramontini, A.C.B.(2009). Resíduos Sólidos de Serviço de Saúde: diagnóstico e diretrizes para gestão hospitalar Dissertação de Mestrado - Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade de Passo Fundo. Passo Fundo; Velloso, M. P., Santos, E. M., Anjos, L. A. (1997). Processo de trabalho e acidentes de trabalho em coletores de lixo domiciliar na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, 13(4), ; Who. World Health Organization. Wastes from health-care activities Disponível em: Acesso em: 01/05/2014; Wouters, I. M., Spaan, S., Douwes, J., Doekes, G., Heederik, D. (2006). Overview of Personal Occupational Exposure Levels to Inhalable Dust, Endotoxin, b(13)-glucan and Fungal Extracellular Polysaccharides in the Waste Management Chain. Ann. Occup. Hyg., 50(1),

AVALIAÇÃO DOS RISCOS EXISTENTES ENTRE TRABALHADORES DA COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO MUNICÍPIO DE PAULISTANA/PI

AVALIAÇÃO DOS RISCOS EXISTENTES ENTRE TRABALHADORES DA COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO MUNICÍPIO DE PAULISTANA/PI AVALIAÇÃO DOS RISCOS EXISTENTES ENTRE TRABALHADORES DA COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO MUNICÍPIO DE PAULISTANA/PI LISABELLE CRISTINA RODRIGUES DA SILVA FRANÇA 1 DANIELA DA COSTA LEITE COELHO 2 VINÍCIUS

Leia mais

A Engenharia de Segurança nos Serviços Públicos e Privados Visão do Futuro

A Engenharia de Segurança nos Serviços Públicos e Privados Visão do Futuro MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Secretaria de Políticas de Previdência Social Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional A Engenharia de Segurança nos Serviços Públicos e Privados Visão

Leia mais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais Riscos Ambientais Riscos Ambientais São os agentes, elementos ou substâncias presentes nos locais de trabalho. A exposição dos trabalhadores a estes agentes pode causar acidentes com lesões ou danos à

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde

Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde Naraiana Agapito, naraagapito@yahoo.com.br 1 Introdução Embora a geração de resíduos oriundos das atividades humanas faça parte da própria história do homem,

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011

PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 PROJETO DE LEI Nº, DE 2011 (Do Sr. ROBERTO SANTIAGO) Acrescenta a Seção XIII-A ao Capítulo I do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-lei n.º 5.452, de 1º de maio de

Leia mais

Márcia de Matos, Acadêmica Ana Regina de Aguiar Dutra, Dra. INTRODUÇÃO

Márcia de Matos, Acadêmica Ana Regina de Aguiar Dutra, Dra. INTRODUÇÃO PROJETO DE UMA FERRAMENTA PARA A COLETA E TRANSPORTE DE LIXO A SER UTILIZADA PELOS GARIS NOS MORROS DE FLORIANÓPOLIS, A PARTIR DAS METODOLOGIAS ERGONÔMICAS E DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO. Márcia de Matos,

Leia mais

SIGOWeb Informática Ltda CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO

SIGOWeb Informática Ltda CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO CONTESTAÇÃO ADMINISTRATIVA À CONCESSÃO DO BENEFÍCIO ACIDENTÁRIO Dr. Airton Kwitko: kwitko@sigoweb.com.br A partir de 2010 o País convive com o Fator Acidentário de Prevenção (FAP). O FAP é calculado através

Leia mais

SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO. José Francisco Buda

SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO. José Francisco Buda SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO Engenheiro Civil e de Segurança no Trabalho Mestre pela UNICAMP Professor do CEFET-SP e da UNIFIAM-FAAM Interpretar as estações de tratamento

Leia mais

Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas

Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Seminário de Políticas para o Trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Luiz Eduardo Alcântara de Melo Depto. de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional - DPSSO/SPPS

Leia mais

I-070 - DIAGNÓSTICO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE EM UM HOSPITAL PÚBLICO EM BELÉM/PA

I-070 - DIAGNÓSTICO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE EM UM HOSPITAL PÚBLICO EM BELÉM/PA I-070 - DIAGNÓSTICO DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE EM UM HOSPITAL PÚBLICO EM BELÉM/PA Lana Tais da Silva Coelho (1) Estudante do curso de Engenharia Ambiental do Instituto de

Leia mais

LEVANTAMENTO DOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS NO CENTRO- OESTE DO ESTADO PARANÁ

LEVANTAMENTO DOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS NO CENTRO- OESTE DO ESTADO PARANÁ LEVANTAMENTO DOS RISCOS DE CONTAMINAÇÃO EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS NO CENTRO- OESTE DO ESTADO PARANÁ Guilherme Viero, Marlise Shoenhals, Franciele A.C. Follador, Darlan Clóvis Vettorello Rech,

Leia mais

Palavras-chaves: Serviços de Saúde, Resíduos Químicos, Gestão

Palavras-chaves: Serviços de Saúde, Resíduos Químicos, Gestão Resíduos Químicos Gerados em Serviços de Saúde: Um Despertar Necessário Lígia de Oliveira Braga (Mestranda em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFS) Roberto Rodrigues de Souza (Orientador/Doutor em Engenharia

Leia mais

(2) descreveram os processos de trabalho dessas categorias e, (3) apontaram a importância social e ambiental desses trabalhadores.

(2) descreveram os processos de trabalho dessas categorias e, (3) apontaram a importância social e ambiental desses trabalhadores. III-008 - EXPOSIÇÃO DE TRABALHADORES A RUÍDOS EM ATERROS SANITÁRIOS: ESTUDO DE CASO Gemmelle Oliveira Santos (1) Doutorando em Engenharia Hidráulica e Ambiental pela Universidade Federal do Ceará (UFC);

Leia mais

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE

SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA SANTA CASA: SAÚDE PÚBLICA COMPROMETIDA COM A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Responsável pelo trabalho: Bruna Vallandro Trolli Vieira - Analista

Leia mais

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM

ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ERGONOMIA: CONSIDERAÇÕES RELEVANTES PARA O TRABALHO DE ENFERMAGEM ROSÂNGELA MARION DA SILVA 1 LUCIMARA ROCHA 2 JULIANA PETRI TAVARES 3 O presente estudo, uma pesquisa descritiva bibliográfica, tem por

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS 1. JUSTIFICATIVA O presente Termo de Referência tem por fim orientar a elaboração do PGRS conforme previsto no

Leia mais

A IMPORTANCIA DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E SEUS ASPECTOS POSITIVOS PARA O MEIO AMBIENTE

A IMPORTANCIA DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E SEUS ASPECTOS POSITIVOS PARA O MEIO AMBIENTE A IMPORTANCIA DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS HOSPITALARES E SEUS ASPECTOS POSITIVOS PARA O MEIO AMBIENTE Erica Grayce de Souza Silva 1 Hélio Rubens Jacintho Pereira Júnior 2 José Antonio Bueno 3 RESUMO O

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Resumo

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Resumo GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Heroína Barbosa Dias* Orientadora: Martha Honorato** Resumo O presente estudo retrata os resíduos dos serviços de saúde (RSS),

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPICIDADE

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPICIDADE SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPICIDADE Ângela Maria Fenner Assistente Social do INSS Conselheira do

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE TERMO DE REFERÊNCIA PARA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE CURITIBA

Leia mais

Alex Maciel Gonzaga, Sean Conney Vieira da SILVA, & Flávia Pereira da SILVA

Alex Maciel Gonzaga, Sean Conney Vieira da SILVA, & Flávia Pereira da SILVA 1 QUALIDADE DA COLETA E A NECESSIDADE DE UMA CONSCIÊNCIA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL NA CIDADE DE GOIANA Alex Maciel Gonzaga, Sean Conney Vieira da SILVA, & Flávia Pereira da SILVA RESUMO O consumismo da

Leia mais

GESTÃO DA SAÚDE MENTAL. Rogério Caldeira

GESTÃO DA SAÚDE MENTAL. Rogério Caldeira GESTÃO DA SAÚDE MENTAL Rogério Caldeira GESTÃO DA SAÚDE MENTAL Por que fazer? TRANSTORNOS MENTAIS 2012 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente

Leia mais

PGRSS PASSO A PASSO NATAL/RN NOV/2013

PGRSS PASSO A PASSO NATAL/RN NOV/2013 NATAL/RN NOV/2013 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RSS Documento que aponta e descreve ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos nos estabelecimentos assistenciais de saúde Considerando as Características

Leia mais

II Simpósio Gestão Empresarial e Sustentabilidade 16, 17 e 18 de outubro de 2012, Campo Grande MS

II Simpósio Gestão Empresarial e Sustentabilidade 16, 17 e 18 de outubro de 2012, Campo Grande MS DIAGNÓSTICO SÓCIOAMBIENTAL E MONITORIZAÇÃO DA DOENÇA DIARREICA AGUDA EM MORADORES DE UMA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CAMPO GRANDE/MS RESUMO: Sabrina Piacentini O presente trabalho

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS TRABALHADORES DE LIMPEZA QUANTO À EXISTÊNCIA DE RISCOS BIOLÓGICOS NO TRABALHO SORANSO

PERCEPÇÃO DOS TRABALHADORES DE LIMPEZA QUANTO À EXISTÊNCIA DE RISCOS BIOLÓGICOS NO TRABALHO SORANSO PERCEPÇÃO DOS TRABALHADORES DE LIMPEZA QUANTO À EXISTÊNCIA DE RISCOS BIOLÓGICOS NO TRABALHO 1 CLAYZI R. DAL BEM DE MELO, 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI, 3 DENISE RANSOLIN SORANSO 1 Engenheira Florestal,

Leia mais

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS

Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Plano de Gerenciamento de RSS PGRSS Documento que aponta e descreve ações a relativas ao manejo dos resíduos sólidos, s observadas suas características, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os

Leia mais

COLETA DE LIXO CIÊNCIA DOS RISCOS: VISÃO DOS TRABALHADORES

COLETA DE LIXO CIÊNCIA DOS RISCOS: VISÃO DOS TRABALHADORES COLETA DE LIXO CIÊNCIA DOS RISCOS: VISÃO DOS TRABALHADORES Jéssica Jakubiak Bento jeljak@hotmail.com Universidade Tecnológica Federal do Paraná Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 4900 81280-340 Curitiba

Leia mais

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos

Leia mais

Dr. José Carlos Steola

Dr. José Carlos Steola n t e p f a p r a t (s a t) Dr. José Carlos Steola Médico do Trabalho Coordenador do Depto de Proteção no Trabalho ( UNIMED de Araras) Médico do Trabalho da Usina Sta Lúcia Araras Médico Coordenador de

Leia mais

Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP. Fórum de Extensão das IES Particulares

Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP. Fórum de Extensão das IES Particulares Programa de Consumo Consciente nas Instituições de Ensino Superior Particulares FOREXP Fórum de Extensão das IES Particulares Consumir conscientemente significa atentar para os efeitos que este ato acarreta

Leia mais

ACIDENTES DO TRABALHO SMS

ACIDENTES DO TRABALHO SMS ACIDENTES DO TRABALHO SMS Acidente do trabalho CONCEITO LEGAL: De acordo com o Art. 19 da Lei 8.213/91: Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão

Leia mais

Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA. Profª MSc Priscilla Céo

Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA. Profª MSc Priscilla Céo Faculdade de Ilhéus INTRODUÇÃO À BIOSSEGURANÇA Profª MSc Priscilla Céo BIOSSEGURANÇA É o conjunto de ações voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa,

Leia mais

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 6 Armazenamento e Coleta. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 6 Armazenamento e Coleta. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015 Campus Experimental de Sorocaba Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Graduação em Engenharia Ambiental 6 Armazenamento e Coleta Professor: Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Março

Leia mais

Universidade Federal Fluminense Pós Graduação Enfermagem do Trabalho. Enfermagem em Saúde do Trabalhador

Universidade Federal Fluminense Pós Graduação Enfermagem do Trabalho. Enfermagem em Saúde do Trabalhador Universidade Federal Fluminense Pós Graduação Enfermagem do Trabalho Enfermagem em Saúde do Trabalhador DADOS. Mais de 6.000 pessoas morrem por dia no mundo: acidentes e doenças ligadas à atividades laborais;.

Leia mais

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE*

O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* O ENFERMEIRO NO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS NOS SERVICOS DE SAÚDE* Janaína Verônica Lahm 1 Elizabeth Maria Lazzarotto INTRODUÇÃO: A preocupação com o meio ambiente começou somente no final do século passado,

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

Manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde

Manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde GERENCIAMENTO DE RISCO AMBIENTAL Manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde Nos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde Dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico apontam que somente 63% dos municípios

Leia mais

APOSENTADORIA ESPECIAL

APOSENTADORIA ESPECIAL FUNDAMENTO LEGAL Artigo 201, 1º, CF/88 Artigo 57 e 58 da Lei 8213/91 Artigo 64 a 70, do Decreto 3048/99 Artigo 246 a 299 da IN 77/2015 CONCEITO É o benefício previdenciário devido ao segurado que tenha

Leia mais

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos;

a) sempre que se produza uma mudança nas condições de trabalho, que possa alterar a exposição aos agentes biológicos; Os 32 itens da NR-32 a serem trabalhados nesta primeira etapa do projeto 32 para implantação nos estabelecimentos de saúde até 2009 foram selecionados e estudados pela diretoria do Sinsaúde por serem os

Leia mais

ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO: UMA EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA OS TRABALHADORES DA SAÚDE PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL

ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO: UMA EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA OS TRABALHADORES DA SAÚDE PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLÓGICO: UMA EDUCAÇÃO PERMANENTE PARA OS TRABALHADORES DA SAÚDE PORTO ALEGRE

Leia mais

Oficina 2. Maria Izabel Azevedo Noronha SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. 29 de Novembro de 2008. Palestrante:

Oficina 2. Maria Izabel Azevedo Noronha SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. 29 de Novembro de 2008. Palestrante: Palestrante: Seminário Nacional de Saúde Mental e Trabalho São Paulo, 28 e 29 de novembro de 2008 Maria Izabel Azevedo Noronha Oficina 2 SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO 29 de Novembro de 2008

Leia mais

BIOSSEGURANÇA/RISCO. S e r v i ç o s O d o n t o l ó g i c o s : prevenção e controle de risco.

BIOSSEGURANÇA/RISCO. S e r v i ç o s O d o n t o l ó g i c o s : prevenção e controle de risco. BIOSSEGURANÇA/RISCO S e r v i ç o s O d o n t o l ó g i c o s : prevenção e controle de risco. SIGLÁRIO ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária CAT Comunicação de Acidente de Trabalho CDC Centro

Leia mais

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DAS LICENÇAS DE SAÚDE 2012

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DAS LICENÇAS DE SAÚDE 2012 PODER JUDICIÁRIO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ NADH/SEMOD Av. Anita Garibaldi, nº 888. CEP 80.540-180. Curitiba-PR Tel.: (41) 3313-4460 semod@jfpr.gov.br Curitiba, 21 de dezembro de 2012. LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO

Leia mais

Indicadores Ambientais para Classificação de Áreas Urbanas Um Estudo de Caso Salvador BA

Indicadores Ambientais para Classificação de Áreas Urbanas Um Estudo de Caso Salvador BA Indicadores Ambientais para Classificação de Áreas Urbanas Um Estudo de Caso Salvador BA Ana Maria C. Lima (1), Talita de S. C. Silva (2), Verônica Maria C. Lima (1,3), Rita de Cássia. F. Rego (1,4) (1)

Leia mais

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO EM PEQUENAS PADARIAS DE UMA CIDADE DO INTERIOR DE MINAS GERAIS

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO EM PEQUENAS PADARIAS DE UMA CIDADE DO INTERIOR DE MINAS GERAIS AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO EM PEQUENAS PADARIAS DE UMA CIDADE DO INTERIOR DE MINAS GERAIS (ERGONOMIC EVALUATION OF WORKING CONDITIONS ON SMALL BAKERY AN INTERIOR CITY OF MINAS GERAIS)

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DE TRABALHADORES COM RESTRIÇÕES LABORAIS E RESULTADOS INICIAIS

IMPLANTAÇÃO DE COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DE TRABALHADORES COM RESTRIÇÕES LABORAIS E RESULTADOS INICIAIS IMPLANTAÇÃO DE COMITÊ DE ACOMPANHAMENTO DE TRABALHADORES COM RESTRIÇÕES LABORAIS E RESULTADOS INICIAIS Autores Fernanda Cabral Schveitzer ITAIPU BINACIONAL RESUMO Introdução: Em 2009 a ITAIPU Binacional

Leia mais

Riscos Biológicos & Trabalhadores da Saúde. Dra Cristiane Rapparini Doutora em Infectologia pela UFRJ Coordenadora do Projeto Riscobiologico.

Riscos Biológicos & Trabalhadores da Saúde. Dra Cristiane Rapparini Doutora em Infectologia pela UFRJ Coordenadora do Projeto Riscobiologico. Riscos Biológicos & Trabalhadores da Saúde Dra Cristiane Rapparini Doutora em Infectologia pela UFRJ Coordenadora do Projeto Riscobiologico.org Riscos Biológicos & Trabalhadores da Saúde 1621134 - Produzido

Leia mais

NRS ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL. ASO Natalia Sousa

NRS ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL. ASO Natalia Sousa NRS ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL ASO Natalia Sousa ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL ASO Para cada exame médico ocupacional realizado, o médico emitirá o ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) em duas vias:

Leia mais

MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE

MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE Artigo Original MORTALIDADE ENTRE TRABALHADORES: ANÁLISE DE UMA DÉCADA MORTALITY AMONG WORKERS: ANALYSIS OF A DECADE Resumo Ana Claudia Conceição da Silva 1 Carlos Olimpio Válido Santana 1 Larissa Fernanda

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Tipo do Documento: SubTipo: Serviços de Limpeza e Disposição

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (PGRSS)

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (PGRSS) PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE (PGRSS) 1 1. Apresentação do Projeto O presente documento tem por finalidade apresentar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Gestão de Anomalia

PROCEDIMENTO GERAL. Gestão de Anomalia PÁG. 1/12 1. OBJETIVO Estabelecer a sistemática para gestão de anomalias na BAHIAGÁS, determinando os critérios para seu registro, comunicação, investigação e a metodologia para definição e implantação

Leia mais

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação USP Incineração Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Profa. Dra. Vera Letticie de Azevedo Ruiz 2014 1 Deve seguir a Resolução CONAMA nº 316 de 2002 Processo cuja operação seja realizada acima

Leia mais

AS IMPLICAÇÕES DA INADEQUAÇÃO DE SANEAMENTO BÁSICO NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE FRUTAS E HORTALIÇAS

AS IMPLICAÇÕES DA INADEQUAÇÃO DE SANEAMENTO BÁSICO NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE FRUTAS E HORTALIÇAS AS IMPLICAÇÕES DA INADEQUAÇÃO DE SANEAMENTO BÁSICO NA PRODUÇÃO E CONSUMO DE FRUTAS E HORTALIÇAS Geraldo Rodrigo de Almeida José Lucio de Almeida Marcella dos Santos Nogueira Prof. Dr. Ademir Diniz Neves

Leia mais

PPRA E PCMSO EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES. Elizabeth Sadeck Burlamaqui 09.01.2015

PPRA E PCMSO EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES. Elizabeth Sadeck Burlamaqui 09.01.2015 EXIGÊNCIAS E COMPATIBILIDADES PCMSO (NR-7) estabelece que o programa deverá ser desenvolvido sob a responsabilidade de um médico coordenador (OBRIGATORIAMENTE MT, podendo este repassar responsabilidades

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS NOS ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE - GERES

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS NOS ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE - GERES SUPERINTENDÊNCIA DE GERENCIAMENTO DAS UNIDADES ASSISTENCIAIS DE SAÚDE SUNAS GERÊNCIA DE GESTÃO DE RISCOS - GERISCO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS NOS ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE - GERES Dra. Rôsani Arantes de

Leia mais

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms)

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms) Toxicovigilância Glossário Agente Tóxico (Toxicante): é qualquer substância, ou seus metabólitos, capaz de produzir um efeito tóxico (nocivo, danoso) num organismo vivo, ocasionando desde alterações bioquímicas,

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Perigos e Riscos de SST

PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Perigos e Riscos de SST PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação contínua de perigos, avaliação de riscos de e determinação de medidas de controle para redução dos riscos de, seguindo a hierarquia: eliminação,

Leia mais

1.1 Segurança do trabalho

1.1 Segurança do trabalho 1.1 Segurança do trabalho A Segurança do Trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas, visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade

Leia mais

COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS SUPERVISÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL

COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS SUPERVISÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS SUPERVISÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL NORMA INTERNA NA OCORRÊNCIA DE ACIDENTE DE TRABALHO 2012 1 SUMÁRIO I Apresentação 03 II Objetivo 03 III Informações gerais 04 IV- Preenchimento

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011. UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011. UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde. Fls.: 1 de 11 INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011 VERSÃO: 01/2011 APROVAÇÃO EM: 20 de julho de 2011 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto nº 20/2011 UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de

Leia mais

Perturbação funcional - entende-se que não só um acidente típico, mas também uma doença pode se enquadrar na definição de acidente do trabalho.

Perturbação funcional - entende-se que não só um acidente típico, mas também uma doença pode se enquadrar na definição de acidente do trabalho. ACIDENTE DO TRABALHO Conceito Legal: Lei 8.213/9 Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial (autônomos, qual

Leia mais

Saúde do Trabalhador

Saúde do Trabalhador Saúde do Trabalhador Campo do saber que visa compreender as relações entre o trabalho e o processo saúde-doença. O Ministério da Saúde considera saúde e doença como processos dinâmicos, estreitamente articulados

Leia mais

1 O servidor somente poderá receber um adicional ou gratificação de que trata esta Orientação Normativa.

1 O servidor somente poderá receber um adicional ou gratificação de que trata esta Orientação Normativa. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2010. Estabelece orientação sobre a concessão dos adicionais de insalubridade,

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NOS PORTOS E AEROPORTOS BRASILEIROS ESTRATÉGIAS E DESAFIOS

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NOS PORTOS E AEROPORTOS BRASILEIROS ESTRATÉGIAS E DESAFIOS GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NOS PORTOS E AEROPORTOS BRASILEIROS ESTRATÉGIAS E DESAFIOS AUTORES: LUCELY DE OLIVEIRA GONÇALVES Assessora da Gerencia Geral de Portos, Aeroportos e Fronteiras/ ANVISA, Formação

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA. Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA. Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza 2 INDICE 1 Saúde Pública e Saneamento 2 Portaria 2914/2011 3 PSA 3 INDICE 1 Saúde Pública

Leia mais

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - MPS. Novo FAP Setor Financeiro

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL - MPS. Novo FAP Setor Financeiro Novo FAP Setor Financeiro 1. Fortalecimento da Cultura de Prevenção na Seguridade Social: Proteção constit. e legal: Valor social do Trabalho. Fortalecer a ação da melhoria ambiental no trabalho: maior

Leia mais

Câmara Técnica de Controle e Qualidade Ambiental. Data 17/03/2009. Processo nº 02000.001876/2008-64

Câmara Técnica de Controle e Qualidade Ambiental. Data 17/03/2009. Processo nº 02000.001876/2008-64 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA Conselho Nacional de Meio Ambiente CONAMA Câmara Técnica de Controle de Qualidade Ambiental CTCQA Câmara Técnica de Controle e Qualidade Ambiental

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

SAT, NTEP E FAP. Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação

SAT, NTEP E FAP. Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação SAT, NTEP E FAP Decreto Nº 6.042: NTEP & FAP - Como se Preparar e Atuar Frente à Nova Legislação SAT, NTEP E FAP Airton Kwitko: Médico. Consultor de Empresas. Colunista da Revista CIPA (Coluna "O Ruído

Leia mais

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP CENTRO CIRÚRGICO Jardim Japonês Centro Cirúrgico Hospital Maternidade Terezinha de Jesus Juiz de Fora (MG) Queimaduras

Leia mais

Seminário CBCS Inauguração do Comitê Temático Gerenciamento de Riscos Ambientais Riscos no Ambiente de Trabalho no Setor de Construção Civil Elisabete Poiani Delboni HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO Construção

Leia mais

mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos

mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos abordagens na prevenção de acidentes Retrospectivas Análise dos casos de acidentes já ocorridos Prospectivas Mapas de risco

Leia mais

MAPAS DE RISCO como ferramentas de prevenção de acidentes e minimização de riscos

MAPAS DE RISCO como ferramentas de prevenção de acidentes e minimização de riscos Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Microbiologia e Parasitologia MAPAS DE RISCO como ferramentas de prevenção de acidentes e minimização de riscos Edmundo C. Grisard & Carlos J. C.

Leia mais

Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde pública do município de Bento Gonçalves, RS. Janice Favero 1, Siclério Ahlert 2

Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde pública do município de Bento Gonçalves, RS. Janice Favero 1, Siclério Ahlert 2 Gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde pública do município de Bento Gonçalves, RS. Janice Favero 1, Siclério Ahlert 2 1 Programa de Pós Graduação Geografia e Meio Ambiente / UCS (janefaver@yahoo.com.br)

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

SÍNTESE DA RDC 306/04 ANVISA/MS

SÍNTESE DA RDC 306/04 ANVISA/MS SÍNTESE DA RDC 306/04 ANVISA/MS NATAL/OUT/2013 RDC 306/04/ANVISA RESIDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - RSS REGULAMENTAÇÃO HARMONIZAÇÃO ENTRE CONAMA E ANVISA Aprimorar, atualizar e complementar RDC 306/04/ANVISA

Leia mais

ASPECTOS LEGAIS NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

ASPECTOS LEGAIS NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE ASPECTOS LEGAIS NO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Lauren Oliveira Lima Bohner 1 Tanny Oliviera Lima Bohner 2 Marcelo Barcellos da Rosa 3 RESUMO São considerados resíduos sólidos

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Serviços de Saúde e a Segurança a dos Trabalhadores

Gerenciamento de Riscos em Serviços de Saúde e a Segurança a dos Trabalhadores Gestão em Saúde e Segurança a no Trabalho em Serviços de Saúde Gerenciamento de Riscos em Serviços de Saúde e a Segurança a dos Trabalhadores 2007 As invenções do homem, em busca do bem estar e de melhores

Leia mais

CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS

CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS CONTROLE DA SAÚDE DO TRABALHADOR NAS EMPRESAS Dr. Ailton Luis da Silva www.healthwork.com.br ailton@healthwork.com.br Tel: (11) 5083-5300 Modelos de Serviços de Saúde Ocupacional existentes. A Convenção

Leia mais

VI CICLO DE PALESTRAS COPAGRESS 15ANOS

VI CICLO DE PALESTRAS COPAGRESS 15ANOS VI CICLO DE PALESTRAS COPAGRESS 15ANOS Especialistas Ambientais: Psicóloga - Elci de Souza Santos Farmacêutica Hospitalar - Nilce da Silva Santana Moura Belo Horizonte, 23 de agosto de 2013 CONCIENTIZAÇÃO

Leia mais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais

O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) - Leonardo Bianchini Morais MORAIS, Leonardo Bianchini. O Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico

Leia mais

Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho [FUNDACENTRO] X Semana da Pesquisa

Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho [FUNDACENTRO] X Semana da Pesquisa Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho [FUNDACENTRO] X Semana da Pesquisa O trabalhador de limpeza hospitalar e o acidente com lesão por instrumento perfurocortante Caetana

Leia mais

RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Isabela Helena De Marchi A Resolução CONAMA nº 005, em conformidade com a NBR nº10.004 da Associação brasileira de Normas Técnicas ABTN definiu em seu artigo 1º os resíduos

Leia mais

CIPA GESTÃO 2013/2014

CIPA GESTÃO 2013/2014 HOSPITAL SÃO PAULO-SPDM Mapa de Risco da Empresa: Questionário auxiliar para elaboração do Mapa de Riscos Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho,

Leia mais

Parte Geral Doutrina INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO LILIANA COLLINA MAIA

Parte Geral Doutrina INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO LILIANA COLLINA MAIA Parte Geral Doutrina A Responsabilidade das Empresas Frente aos Programas Previdenciários SAT e PPP e as Reais Consequências para a Saúde do Trabalhador Brasileiro LILIANA COLLINA MAIA Advogada em Belo

Leia mais

LAUDO DE CONCESSÃO DE ADICIONAL - Núcleo Interdisciplinar do Meio Ambiente (NIMA) -

LAUDO DE CONCESSÃO DE ADICIONAL - Núcleo Interdisciplinar do Meio Ambiente (NIMA) - U4 lllji!íi'i- ) UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA LAUDO DE CONCESSÃO DE ADICIONAL - Núcleo Interdisciplinar do Meio Ambiente (NIMA) - Laudo 082-010/2012 2012 INSALUBRIDADE PERICULOSIDADE RADIAÇÃO IONIZANTE,

Leia mais

Fazer sem permissão; Falta ou inadequação de dispositivos de proteção de máquinas e equipamentos; Direção perigosa;

Fazer sem permissão; Falta ou inadequação de dispositivos de proteção de máquinas e equipamentos; Direção perigosa; Vigilância de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho Nexo Causal entre Doença e Trabalho Dr. Jean Alexandre Corrêa Vieira Médico do Trabalho Por que ocorrem? Fazer sem permissão; Direção perigosa;

Leia mais

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 08 maio de 2014 Organização:

Leia mais

COLETA de LIXO. Recolher e transportar resíduos e encaminhá-lo:

COLETA de LIXO. Recolher e transportar resíduos e encaminhá-lo: COLETA de LIXO Conceituação: Recolher e transportar resíduos e encaminhá-lo: 1. A uma estação de transbordo ou 2. À usina de triagem ou 3. Sítio de destinação final. 1 Coleta Deve ser efetuada em cada

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

ELABORAÇÃO DE MATERIAL EDUCATIVO PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS PRATICANDO A SEGURANÇA ALIMENTAR NA ESCOLA

ELABORAÇÃO DE MATERIAL EDUCATIVO PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS PRATICANDO A SEGURANÇA ALIMENTAR NA ESCOLA ELABORAÇÃO DE MATERIAL EDUCATIVO PARA MANIPULADORES DE ALIMENTOS PRATICANDO A SEGURANÇA ALIMENTAR NA ESCOLA 1 OLIVEIRA, Giovanna Angela Leonel; 2 AIRES, Mayara Gabrielly Gomes Silva; 3 RODRIGUES, Rodrigo

Leia mais

Iconologia Operária para mapas de riscos. Iconology Workers for risk maps. Pereira

Iconologia Operária para mapas de riscos. Iconology Workers for risk maps. Pereira Iconologia Operária para mapas de riscos Iconology Workers for risk maps 1 Denise Ransolin Soranso, 2 Franciane Baroni Zandonadi, 3 Vitor Augusto Ceribino Pereira 1 PROFESSORA AUXILIAR DA UNIVERSIDADE

Leia mais

ACIDENTES DO TRABALHO. Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas. Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv.

ACIDENTES DO TRABALHO. Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas. Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv. ACIDENTES DO TRABALHO Caracterização administrativa e repercussões previdenciárias e trabalhistas Cláudia Salles Vilela Vianna claudia@vvf.adv.br Acidente do Trabalho Lei 8.213/91, art. 19: Ocorre pelo

Leia mais

Uma Solução Segura e Ambientalmente t Correta na Gestão de Resíduos

Uma Solução Segura e Ambientalmente t Correta na Gestão de Resíduos SOLIDIFICAÇÃO Uma Solução Segura e Ambientalmente t Correta na Gestão de Resíduos SEGURANÇA MEIO AMBIENTE REDUÇÃO DE CUSTOS Todos os direitos reservados Legislação Especifica - Ambiental A Lei 12.305 de

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - PGRCC. (folha de 8 itens)

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - PGRCC. (folha de 8 itens) PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - PGRCC 1.0 DADOS DO GERADOR/CONSTRUTOR (folha de 8 itens) PROCESSO Nº: CAD Nº: 1.1. Razão Social: 1.2 Endereço: 1.3 Fone: Fax: 1.4 E-mail: 1.5 CPF:

Leia mais

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 6, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009. Estabelece orientação sobre a concessão dos adicionais de insalubridade,

Leia mais