REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL

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1 REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL MARCOS PAULO GOMES MOL Universidade Federal de Minas Gerais AMANDA FIGUEIREDO PEREIRA Universidade Federal de Minas Gerais RENATA DE OLIVEIRA PEIXOTO pesquisadora voluntária DESIREE MAINART BRAGA Pontifícia Universidade Catolica de Minas Gerais LEO HELLER Universidade Federal de Minas Gerais

2 REGISTROS DE ACIDENTES DO TRABALHO ASSOCIADOS COM O MANEJO DE RESÍDUOS NO BRASIL Resumo Os resíduos sólidos têm sido associados frequentemente com problemas de saúde pública, devido ao potencial efeito sobre a saúde humana relacionada com seu manejo inadequado. A atividade de manejo dos resíduos possui potencial de geração de acidentes do trabalho, que representa riscos à saúde dos trabalhadores. O objetivo deste artigo é avaliar os registros disponíveis no Ministério da Previdência Social sobre acidentes de trabalho envolvendo os profissionais que manipulam resíduos. As informações utilizadas são provenientes dos dados estatísticos da Previdência Social, e foram obtidos por meio dos anuários e bases de dados disponíveis através de sítio eletrônico. Observou-se concessão de benefícios elevada para os trabalhadores que lidam com o tratamento e disposição dos resíduos no que se refere às doenças do aparelho digestivo e às lesões, envenenamento e outras causas externas, sendo essa diferença mais perceptível no ano de As doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo apresentaram índices de benefício concedido significativos nas categorias coleta, transporte e tratamento de resíduos não perigosos. Há subnotificações nos dados consultados, todavia apontam um cenário que requer comprometimento dos gestores na execução de ações preventivas visando preservar a saúde e a qualidade de vida desses trabalhadores. Palavras-Chave: acidentes, riscos ocupacionais, resíduos sólidos. WORK ACCIDENTS ASSOCIATED WITH WASTE MANAGEMENT IN BRAZIL Abstract Solid wastes are frequently associated with public health problems, due to the potential effect of the inappropriate management over human health. The management of solid waste has a potential risk of work accidents, and the characteristics of solid waste represent a threat for the worker s health. The focus of this paper is measure the data available on Ministério da Previdência Social about accidents involving the management of solid waste workers. The information used in this study is from statistical data of Previdência Social, and were obtained through annual reports and databases, available on the website. The data indicate that the benefits is high for workers of treatment and disposal wastes considering digestive diseases and injuries, poisoning and other external causes, especially in year As expected, diseases of the musculoskeletal system and connective tissue showed significant levels benefit granted for collection, transportation and treatment of non-hazardous waste, certainly in result from to working conditions. Official data about occupational accidents in Brazil available by Previdência Social have understatements, nevertheless indicate a scenario that requires involvement of managers in the implementation of preventive measures to preserve the health and life quality of workers. Key words: accidents, occupational hazards, solid waste.

3 Introdução A gestão dos resíduos sólidos urbanos tem sido tema de discussões no contexto do processo de urbanização e crescimento populacional, devido ao potencial de impacto ambiental e efeito sobre a saúde humana inerente do seu manejo inadequado. (Catapreta e Heller, 1999; Porta et al., 2009; Athanasiou et al., 2010). O volume de resíduos gerados na sociedade contemporânea está diretamente associado ao modelo de consumo baseado na cultura do efêmero e descartável (Compans, 1999), que, agregado à redução da vida útil dos produtos, conduzem ao descarte sistemático. Concomitantemente ao crescimento do volume de resíduos, nota-se uma diversificação de materiais, incluindo elementos sintéticos e perigosos, podendo acarretar danos significativos à saúde pública. O contato humano com os resíduos implica riscos biológicos, químicos e físicos à saúde dos trabalhadores envolvidos principalmente com sua coleta, transporte e armazenamento. A exposição também abrange uma série de agentes patogênicos, tais como bactérias, fungos, vírus e parasitas, além de substâncias químicas tóxicas e de fatores como excesso de barulho, exposição à radiação solar e esforço muscular excessivo (Rushton, 2003; Wouters et al., 2006; Oliveira, 2007; Domingo, et al., 2009). Santos e Silva (2011) apontam os resíduos sólidos como um grande problema de saúde pública para as áreas urbanas, justamente pelo impacto que podem causar à saúde da população. Afirmam, ainda, que o contato frequente com agentes nocivos à saúde torna a coleta dos resíduos uma atividade profissional arriscada e com potencial insalubridade. Quando comparados os riscos decorrentes da exposição dos trabalhadores nas atividades de coleta dos resíduos com o transbordo ou tratamento, Wouters et al. (2006) identificaram em cidades holandesas que havia maiores riscos sobre a saúde quando as atividades demandavam maior manipulação dos resíduos [transbordo ou tratamento]. A atividade de manejo dos resíduos, que compreende etapas como a coleta, a disposição final e o tratamento, possui potencial de geração de acidentes do trabalho, que representam riscos à saúde dos trabalhadores devido às características dos resíduos. No Brasil, os direitos dos trabalhadores que sofrem acidentes são reconhecidos pela Previdência Social, uma instituição pública cuja receita é utilizada para substituir a renda do trabalhador contribuinte, quando há perda da capacidade de trabalho, seja por doença, invalidez, idade avançada, morte ou desemprego involuntário, ou mesmo a maternidade e a reclusão (Brasil, 2012). O registro dos acidentes do trabalho é realizado por meio da Comunicação de Acidentes do Trabalho - CAT e, para sua efetivação, depende de alguns fatores, como o ato de registro por parte do empregador, do preenchimento adequado do atestado médico e do encaminhamento para a agência do Instituto Nacional de Seguro Social - INSS da área de ocorrência do acidente (Binder e Cordeiro, 2003). Casos de subnotificação de acidentes do trabalho no Brasil são frequentes, especialmente para acidentes menos graves e para localidades menos desenvolvidas (Alves e Luchesi, 1992 apud Binder e Cordeiro, 2003). Sendo assim, o objetivo deste artigo é avaliar os registros disponíveis pelo Ministério da Previdência Social sobre acidentes do trabalho envolvendo os profissionais que manipulam

4 resíduos, de forma a servir como referencial teórico para possíveis intervenções em saúde pública baseadas na relação entre trabalho e processo saúde-doença. Revisão Bibliográfica Os riscos observados no processo de trabalho dos profissionais que manejam resíduos foram categorizados de acordo com a proposta de Mattos apud Velloso et al. (1997) em seis categorias: físicos, químicos, ergonômicos, mecânicos, biológicos e sociais. Os possíveis riscos físicos abrangem ruído, odor, poeiras e perfurocortantes, que podem causar efeitos negativos à saúde dos trabalhadores como mal estar, náuseas, perda da audição, hipertenção, problemas respiratórios e cortes. A presença de metais pesados, medicamentos e outros produtos tóxicos, que são associados aos riscos químicos, podem levar a problemas de intoxicações do trabalhador. Os riscos biológicos caracterizam-se por presença e fungos, vírus e bactérias, presentes em resíduos de serviço de saúde e também nos domiciliares. Os riscos mecânicos e ergonômicos estão associados aos esforços repetidos durante a rotina de trabalho e podem afetar o sistema osteomuscular dos trabalhadores (Ferreira e Anjos, 2001). Com relação aos riscos mecânicos e ergonômicos, os trabalhadores estão submetidos a tensões permanentes devido à presença constante do fluxo de outros veículos nas ruas, além da necessidade de levantar pesos diferenciados durante toda a rotina de trabalho (Ferreira e Anjos, 2001). Veloso et al. (1997), em pesquisa realizada com coletores de lixo domiciliar na cidade do Rio de Janeiro, concordam ao afirmar que durante o processo da coleta os trabalhadores realizam suas atividades em ritmo acelerado e ininterrupto. Outros aspectos relevantes, também associados à vulnerabilidade para a ocorrência de acidentes do trabalho envolvendo os garis, são decorrentes do acondicionamento inapropriado dos resíduos, do tipo de caminhão que realiza a coleta e das condições muitas vezes precárias das vias públicas urbanas (Robazzi apud Oliveira, 2007). Durante entrevista realizada com garis do município de Fortaleza (CE), quando foram questionados sobre a correlação entre lixo e doença, foram citadas as principais patologias, sinais ou sintomas: verminoses, infecção intestinal (diarreia), gripe, leptospirose, dengue, meningite, dor de cabeça, dor de dente, febre, alergia e náusea (Santos e Silva, 2011). Assim se traduz o conhecimento que alguns grupos de garis possuem acerca dos riscos inerentes à sua atividade laboral, o que não diminui o temor ao trabalhar recolhendo lixo, como pontuam esses autores. Em outro estudo realizado na cidade do Rio de Janeiro, foi descrita a organização do processo de trabalho dos coletores, envolvendo a coleta de lixo domiciliar em dias alternados, com descanso aos domingos. O trabalho é realizado em equipe, neste caso chamada de guarnição. O lixo é recolhido pela guarnição (nas calçadas em frente às edificações) e depositado no veículo coletor. Essa atividade pode ser realizada em dois turnos (diurno ou noturno), três vezes por semana, sendo a jornada semanal teórica de 44 horas semanais (Costa, 2007). Os profissionais diretamente relacionados com a coleta trabalham diariamente a céu aberto e em contato direto com resíduos, habitualmente mal acondicionados, contendo objetos cortantes, perfurantes e corrosivos. Há que se considerar também o excesso de peso, que aumenta os riscos

5 de lesões em diversos locais do corpo, somado ao ritmo acelerado junto ao veiculo coletor, carregando vários sacos de resíduos ao mesmo tempo, aumentando o risco de acidentes de trabalho devido à possibilidade de lesões cortantes, alterações musculares ou problemas relacionados à coluna vertebral (Malossi, 2012). Além disso, os horários de coleta muitas vezes coincidem com o de tráfego intenso, trazendo riscos de acidentes como atropelamento e colisões (Velloso et al., 1997). Metodologia Buscaram-se investigar as fontes de dados de acidentes do trabalho registrados pelos órgãos oficiais brasileiros, com ênfase nos trabalhadores que manipulam resíduos. As informações utilizadas são provenientes dos dados estatísticos da Previdência Social, e foram obtidos por meio dos anuários disponibilizados e das bases de dados AEAT Infologo, base de dados históricos dos acidentes do trabalho, e AEPS Infologo, base de dados históricos da previdência social, ambas disponíveis pelo sítio eletrônico da Previdência Social (Brasil, 2012; Brasil, 2014). Os dados utilizados neste trabalho referem-se a dois grupos de trabalhadores que lidam com resíduos: os trabalhadores responsáveis pela coleta e os que realizam o tratamento e a disposição final. As Classificações Nacionais de Atividade Econômicas CNAE selecionadas para descrever esses grupos foram as categorias 3811 (coletores de resíduos sólidos não perigosos), 3812 (coletores de resíduos sólidos perigosos), 3821 (trabalhadores responsáveis pela coleta e disposição de resíduos não perigosos) e 3822 (trabalhadores responsáveis pela coleta e disposição de resíduos perigosos). Ressalta-se que estas CNAE são as que mais se aproximam do grupo desejado trabalhadores responsáveis pela coleta dos resíduos e os que realizam o tratamento e a disposição final. Dois tipos de indicadores serão utilizados neste trabalho: benefícios concedidos aos trabalhadores e incidência de acidentes. Os dados referentes aos benefícios concedidos representam a apuração anual da quantidade de auxílios-doença concedidos, de natureza previdenciária, segundo os códigos da Classificação Internacional de Doenças CID-10. As taxas de incidência de acidentes do trabalho são definidas como a razão entre o número de novos acidentes do trabalho a cada ano e a população exposta ao risco de sofrer algum tipo de acidente (considerado no denominador apenas os trabalhadores com cobertura contra os riscos decorrentes de acidentes do trabalho, e é considerado o número médio de vínculos e não o número médio de trabalhadores, visto que cada trabalhador pode ter mais de um vínculo). Apresentação e Análise dos resultados No Brasil foram registrados, para todas as classes de trabalhadores, aproximadamente 2 milhões acidentes do trabalho no período de 2010 a 2012, sendo aproximadamente 700 mil acidentes anuais, de acordo com os dados da Previdência Social (Brasil, 2014). As doenças e acidentes mais frequentemente relacionados à gestão de resíduos sólidos podem ser estimados por meio dos benefícios concedidos pelo INSS, ressaltando que tanto as atividades associadas às CNAE quanto os casos de subnotificação interferem na representatividade dos

6 resultados. A distribuição da concessão de benefícios aos trabalhadores coletores de resíduos e aos trabalhadores que lidam com o tratamento e a disposição, segundo causas da concessão, é semelhante conforme Tabela 1. Tabela 1 - Acompanhamento anual dos benefícios auxílios-doença previdenciários concedidos, segundo os códigos da CID-10 Fonte: adaptado de Brasil (2012). Em 2012, as principais causas que levaram à concessão de benefícios para os coletores de resíduos foram as Lesões, Envenenamentos, e outras consequências de Causas Externas (24.5%); as Doenças do Sistema Osteomuscular e do Tecido Conjuntivo (23.8%); Transtornos mentais e comportamentais (11.39%); e as Doenças do Aparelho Digestivo (10.5%). Para os trabalhadores ligados ao tratamento e disposição dos resíduos as principais causas que levaram à concessão de benefícios foram as Lesões, Envenenamentos, e outras consequências de Causas Externas (35.6%); as Doenças do Aparelho Digestivo (17.8%); e as Doenças do Sistema Osteomuscular e do Tecido Conjuntivo (16.15%). Os dados da Previdência indicam que a concessão de benefícios é elevada para os trabalhadores que lidam com o tratamento e disposição dos resíduos no que se refere às doenças do aparelho digestivo e às lesões, envenenamento e outras causas externas, sendo esta diferença mais perceptível no ano de Já os benefícios concedidos para doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo, é interessante notar que houve uma frequência elevada entre os coletores de resíduos. Uma característica que deve ser alvo de pesquisas específicas refere-se às concessões ligadas aos transtornos mentais e comportamentais, que foram observadas com maior frequência nos trabalhadores que atuam na coleta de resíduos, com percentual superior a 10% entre os anos 2010 a Os dados da Tabela 1 indicam ainda que são baixos os índices de concessão de benefícios associados a doenças infecciosas e parasitárias, representando em torno de 3% em relação ao total

7 de benefícios concedidos aos trabalhadores que realizam a coleta, tratamento e disposição dos resíduos não perigosos. Tal informação converge com algumas pesquisas que indicam a baixa prevalência de doenças infecciosas decorrentes da gestão de resíduos (Krajewski et al., 2006; Porta et al., 2009; Rushton, 2003). O mais alto índice de concessão de benefícios concedidos aos coletores de resíduos não perigosos deve-se a causas como lesões, envenenamentos e outras consequências de causas externas, representando aproximadamente 25% do total de benefícios. Inserem-se nessa categoria grande parte dos acidentes mais comuns entre os coletores de resíduos, como acidentes com objetos perfurocortantes, atropelamentos e quedas do veículo (Lazzari e Reis, 2011; Anjos e Ferreira, 2000). Esses acidentes devem-se principalmente à falta de treinamento - agravado pela alta rotatividade dos trabalhadores - e às condições inadequadas de trabalho. Os caminhões usados na coleta muitas vezes são impróprios para o transporte dos trabalhadores, não oferecendo a devida segurança. Como esperado, as doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo apresentaram índices significativos (superior a 16% em relação ao total de acidentes registrados por categoria de CNAE) de benefícios concedidos nas categorias coleta, transporte e tratamento de resíduos não perigosos, possivelmente em decorrência do excesso de esforço inerente das condições de trabalho. De fato, autores como Anjos e Ferreira (2000), Veloso et al (1997) e Costa (2007) apontam que o excesso de peso é frequente na rotina de trabalho dos garis, e o ritmo das atividades é acelerado e ininterrupto. Somam-se a esses fatores o esforço de descer e subir ladeiras e vibração dos caminhões de coleta, que também contribuem para o desenvolvimento desses agravos. Além das concessões de benefícios, outra forma proposta neste artigo de avaliar os danos à saúde dos trabalhadores que manejam resíduos é por meio da incidência de doenças ocupacionais, de acidentes, e das taxas de mortalidade e letalidade. A incidência de agravos ocupacionais mostrouse mais elevada para os coletores de resíduos não perigosos (0.44 por mil vínculos em 2011 e 2012), em comparação com os coletores dos resíduos perigosos (0.31 por mil vínculos em 2011 e 0.26 por mil em 2012), conforme Tabela 2. No entanto, o maior índice observado foi entre os trabalhadores que atuam no tratamento e disposição de resíduos não-perigosos (1.40 por mil vínculos em 2011 e 0.84 em 2012), podendo-se sugerir que a prevalência da incidência de doenças ocupacionais é maior quando se trata de resíduos não-perigosos. A maior diferença entre os grupos encontra-se na incidência de acidentes típicos, em que os coletores de resíduos não perigosos apresentam taxas consideravelmente superiores se comparados com os coletores dos resíduos perigosos 50 acidentes contra 18, ambos por mil vínculos, em 2011 e contra por mil vínculos em Um dos maiores índices observados foi a taxa de incidência de incapacidade temporária, sendo mais frequente nos trabalhadores que coletam resíduos não-perigosos e, também, entre aqueles que trabalham com o tratamento e disposição de resíduos não-perigosos, quando comparados aos grupos que trabalham com resíduos perigosos.

8 Tabela 2 - Indicadores de acidentes do trabalho Fonte: adaptado de Brasil (2012). Nota-se ainda que as taxas de mortalidade e letalidade para as CNAE 3811, 3812, 3821 e 3822 apresentadas na Tabela 2 indicam valores superiores a outras atividades, como por exemplo, manutenção dos sistemas de esgotos, que em 2012 obtiveram taxa de mortalidade 9.45 e taxa de letalidade É complexa a comparação dos resultados, principalmente devido à subnotificação de acidentes do trabalho, comum em vários tipos de atividades, principalmente na coleta dos resíduos (Binder e Cordeiro, 2003). Dentre os possíveis fatores que podem influenciar as incidências de acidentes com os trabalhadores que manipulam resíduos, destacam-se: capacitação inadequada dos profissionais para exercer a função; negligência durante a rotina de trabalho; informalidade do trabalho; condições de trabalho e infraestrutura inadequada. Conclusões A rotina dos trabalhadores que lidam diretamente com os resíduos requer uma série de cuidados preliminares visando à proteção desses profissionais, especialmente devido ao potencial risco à saúde que estão submetidos. Os dados oficiais sobre acidentes do trabalho no Brasil disponíveis pela Previdência Social possuem subnotificações, todavia indicam um cenário que requer comprometimento dos gestores na execução de ações preventivas, como capacitação e orientações efetivas e periódicas, acompanhamento da rotina, imunização, consolidação de infraestrutura apropriada e controle médico efetivo.

9 Os trabalhadores devem ser instruídos sobre a importância de se exigir dos empregadores o registro correto dos acidentes do trabalho, através do preenchimento da CAT, e, consequentemente, o efetivo acompanhamento por profissionais da saúde capacitados a identificar criteriosamente os relatos da CAT frente aos riscos da atividade do trabalho. Espera-se dessa forma uma melhor recuperação do acidentado e a emissão de registros que possam favorecer a elaboração de ações preventivas pelos gestores de limpeza pública e tratamento ou destinação final de resíduos. Finalmente, é importante ampliar as pesquisas envolvendo os riscos ocupacionais aos quais os trabalhadores que manejam resíduos estão sujeitos, visando melhoria das condições de trabalho e qualidade de vida desta população. Destaca-se ainda a necessidade de se ampliar a representação deste grupo de trabalhadores, muitas vezes marginalizados, no contexto das políticas públicas de saneamento. Referências Abrelpe, Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais.(2012). Panorama dos Resíduos Sólidos. Disponível em: Acesso em: 16/04/2014; Almeida, V. L. D. ( 2003). Modelo para diagnóstico ambiental de estabelecimentos de saúde. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Produção. Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção, UFSC, Florianópolis; Athanasiou, M., Makrynos, G., Dounias, G. (2003). Respiratory health of municipal solid waste workers. Occupational Medicine. 60, ; Binder, M. C. P. e Cordeiro, R. (2003) Sub-registro de acidentes do trabalho em localidade do Estado de São Paulo, 1997.Rev Saúde Pública, 37(4), ; Brasil, Ministério da Previdência Social. (2012).Aeps InfoLogo - Base de dados históricos da previdência social. Disponível em: Acesso em: 06/05/ 2014; Brasil, Ministério da Previdência Social. Estatísticas de Acidentes do Trabalho Disponível em: 2012/. Acesso em: 14/05/2014; Brasil, Ministério do Meio Ambiente. (2010). Lei Nº , de 2 de agosto de 2010, Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei n o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 03 de agosto de 2010; Brasil. Ministério da Saúde.Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA.( 2004) Resolução n 306 de 7 de dez. de Diário Oficial da União, Brasília, 10 de dez. de 2004;

10 Catapreta, C. A. A. e Heller, L. (1999). Associação entre coleta de resíduos sólidos domiciliares e saúde, Belo Horizonte (MG),Rev Panam Salud Publica/Pan Am J Public Health 5(2); Compans, R. (1999). O paradigma das global cities nas estratégias de desenvolvimento local. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Ambientais. 1, ; Confortin, A. C. (2001) Estudo dos resíduos de serviços de saúde do hospital regional do oeste/sc. Dissertação de Mestrado em Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Catarina; Costa, M. A. (2007). Condições de Trabalho dos Coletores de Lixo Domiciliar, no município do Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado em Engenharia Ambiental do Departamento de Engenharia Sanitária e do Meio Ambiente da Universidade Estadual Rio de Janeiro; Cussiol, N.A.M. (2005). Disposição final de resíduos potencialmente infectantes de serviços de saúde em célula especial e por co-disposição com resíduos sólidos urbanos. Tese de Doutorado - Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte; Domingo, J. L. e Nadal, (2009) M. Domestic waste composting facilities: A review of human health risks. Environment International 35, ; Feam, Fundação Estadual de Meio Ambiente. (2013). Panorama da Destinação dos Resíduos Sólidos Urbanos no Estado de Minas Gerais em FEAM-DGER-GERUB. Belo Horizonte - MG. Disponível em: assificao%20e%20panorama%20rsu.pdf. Acesso em : 16/04/2014; Ferreira, J. A. (1997). Lixo Hospitalar e Domiciliar: Semelhanças e Diferenças Estudo de caso no município do Rio de Janeiro. Tese (Doutorado), Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz; Ferreira, J. A. e Anjos, L. A. (2001) Aspectos de saúde coletiva e ocupacional associados à gestão dos resíduos sólidos municipais. Cad. Saúde Pública, 17 (3), Rio de Janeiro; Lazzari, M. A. e Reis, C. B. (2011). Os coletores de lixo urbano no município de Dourados (MS) e sua percepção sobre os riscos biológicos em seu processo de trabalho. Ciência & Saúde Coletiva, 16(8), ; Malossi, A.P. (2012) Análise dos riscos em coletores de resíduos sólidos domiciliares no município de Xanxerê- SC. Dissertação de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho no Curso de Pós- Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade do Contado- SC; Oliveira, M. G.(2007). Características organizacionais e acidentes ocupacionais em empresas de limpeza urbana em Salvador BA. Tese de Doutorado, Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia;

11 Porta, D., Milani, S., Lazzarino, A. I., Perucci, C. A., Forastiere, F.( 2009). Systematic review of epidemiological studies on health effects associated with management of solid waste. Environmental Health 8(60); Rushton, L.(2003). Health hazards and waste management. British Medical Bulletin. 68, ; Tramontini, A.C.B.(2009). Resíduos Sólidos de Serviço de Saúde: diagnóstico e diretrizes para gestão hospitalar Dissertação de Mestrado - Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade de Passo Fundo. Passo Fundo; Velloso, M. P., Santos, E. M., Anjos, L. A. (1997). Processo de trabalho e acidentes de trabalho em coletores de lixo domiciliar na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Cad. Saúde Públ., Rio de Janeiro, 13(4), ; Who. World Health Organization. Wastes from health-care activities Disponível em: Acesso em: 01/05/2014; Wouters, I. M., Spaan, S., Douwes, J., Doekes, G., Heederik, D. (2006). Overview of Personal Occupational Exposure Levels to Inhalable Dust, Endotoxin, b(13)-glucan and Fungal Extracellular Polysaccharides in the Waste Management Chain. Ann. Occup. Hyg., 50(1),

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