ACOMP COMPANHAMENTO RÉ BSTETRAS: REPRESENTAÇÃO. INTRODUÇÃO A gravidez se caracteriza como um período

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1 Moura CFS, Lopes GT RÉ-N -N ACOMP COMPANHAMENTO PRÉ RÉ -NATAL AL REALIZADO POR ENFERMEIRAS OBSTETRAS BSTETRAS: REPRESENTAÇÃO DAS GESTANTES PRENA RENATAL AL AID CARRIED OUT BY OBSTETRIC STETRICAL NURSES URSES: THE PREGNANT WOMEN S POINT OF VIEW Carla Fabiola Sampaio de Moura * Gertrudes Teixeira Lopes ** RESUMO: Pesquisa qualitativa tem como objeto a percepção das gestantes sobre o acompanhamento pré-natal realizado por enfermeiras obstetras. Os objetivos foram: analisar as representações das gestantes sobre a assistência pré-natal desenvolvida pelas enfermeiras e verificar os motivos da escolha pela consulta de enfermagem. Os dados foram coletados em um Centro Municipal de Saúde no Município do Rio de Janeiro, no período de janeiro a março de 2002, mediante a utilização de entrevistas semiestruturadas, gravadas, com 40 mulheres, após consentimento livre e esclarecido. Foram reveladas duas categorias temáticas: 1)As gestantes reconhecem que a consulta de enfermagem atende às suas necessidades e expectativas; 2) O diferencial da consulta de enfermagem na percepção das gestantes. Os resultados mostraram que as gestantes tiveram suas expectativas atendidas e consideraram a atenção, o apoio, a confiança, a comunicação e as relações estabelecidas como o diferencial da consulta de enfermagem. Concluímos que as mulheres elegeram realizar o pré-natal com as enfermeiras pela competência demonstrada por essas profissionais e pela expressão de humanidade revelada durante o acompanhamento gestacional. Palavras-chave: Enfermagem obstétrica; enfermeira obstetra; pré-natal; representação das gestantes. ABSTRACT: This qualitative research presents the point of view of pregnant women about nursing prenatal services. Its purposes were: to analyze pregnant women s representations about the prenatal aid carried out by obstetrical nurses and to find out the reasons why they prefer the nursing consultation service. All the data have been collected from January to March 2002, based on 40 recorded interviews with pregnant women in a Health Center in Rio de Janeiro. The interviews revealed two thematic categories: 1) The pregnant women recognize that the nursing consultation serves all their needs and expectations; 2) The quality attributes of nurses services under their point of view. The results reveal that pregnant women consider the personal attention, the support, the trusting and confidence, as well as the communication and the kind of relations established as the main quality attributes of nurses services during the prenatal aid. We ve concluded that women elect nurses services for their prenatal care because of the competence and humanity showed by these professionals. Keywords: Prenatal aid; obstetrical nurses; nurses services. INTRODUÇÃO A gravidez se caracteriza como um período de mudanças vivenciadas de forma singular pela gestante. Segundo o Ministério da Saúde, a gravidez é um processo individual, vivido por cada gestante de forma peculiar, provocando nelas transformações físicas e emocionais, que poderão deparar-se com sentimentos de medo, angústia, insegurança, dúvidas e curiosidades sobre a gestação. Por isso, o objetivo da assistência pré-natal é acolher a mulher desde o início da gravidez, visando a promo- ção e prevenção da saúde da gestante e do concepto 1. Para Siqueira 2, o acompanhamento pré-natal abrange ainda as orientações para a saúde e os encaminhamentos necessários para que a gestação se desenvolva dentro dos parâmetros desejáveis. Assim, o profissional de saúde deve estar atento para valorizar os aspectos biopsicossociais, cultural e econômico em que a gestante e sua família estão inseridas, dispondo-se a escutar suas demandas 3. R Enferm UERJ 2003; 11: p.165

2 Acompanhamento pré-natal realizado por enfermeiras obstetras A consulta de pré-natal deve ser, então, um espaço privilegiado para que a gestante traga seus questionamentos e sinta-se segura para discuti-los. Para assistir adequadamente esta mulher, o profissional de saúde deverá aproximar-se de cada sujeito, sendo essencial para isso que haja processo dialógico e intersubjetivo expresso numa mutualidade de comunicação. Torna-se, então, fundamental que o profissional disponha-se a ouvir essas mulheres, para identificar suas necessidades e expectativas. Nessa perspectiva, a assistência pré-natal também se caracteriza como um terreno apropriado e o primeiro passo para parto e nascimento humanizados. Atualmente, as enfermeiras vêm assumindo cada vez mais a assistência junto às gestantes sem intercorrências obstétricas mediante a utilização da consulta de enfermagem, e ocupando espaços relevantes nas instituições de saúde que prestam atendimento a tal clientela. Nesse particular, surgiu a pergunta inicial: qual a representação das gestantes sobre o atendimento dado pelas enfermeiras no pré-natal? Delimitamos como objeto a percepção das gestantes sobre o acompanhamento pré-natal realizado por enfermeiras obstetras e estabelecemos como objetivos analisar as representações das gestantes sobre a assistência pré-natal desenvolvida pelas enfermeiras e verificar os seus motivos para a escolha da consulta de enfermagem. Esta pesquisa se reveste da maior importância por discutir o assunto a partir das percepções das mulheres gestantes, portanto, trata-se de apresentar o seu pensamento e os seus sentimentos a respeito do trabalho que as enfermeiras obstetras vêm desenvolvendo em unidades de saúde no município do Rio de Janeiro. FUND UNDAMENT AMENTAÇÃO AÇÃO TEÓRIC EÓRICA A interação entre pessoas é estabelecida através dos relacionamentos humanos. Na teoria de enfermagem de Imogene M. King, a interação é definida como sendo o comportamento observável de duas ou mais pessoas que possui como componente a comunicação, processo social fundamental para desenvolver e manter as relações humanas 4. Na Teoria dos Sistemas de King, a enfermagem é definida como um processo de ação, reação e interação pelo qual a enfermeira e o cliente compartilham informações sobre suas percepções, através da comunicação 4. Nesse sentido, a presença do enfermeiro é percebida quando este se mostra aberto, receptivo e disponível para o cliente e ambos chamam e respondem seqüencial e simultaneamente um ao outro, estabelecendo, então, o diálogo. Desse modo, as habilidades de comunicação são essenciais para que haja confiança no relacionamento que deve ter como base a honestidade, a aceitação, a empatia e a crença na visão de mundo do cliente 4. Já na Teoria Humanística de Paterson e Zderad a enfermagem implica um tipo especial de encontro de pessoas. Ocorre como resposta a uma necessidade percebida, relacionada com a qualidade saúdedoença. Dessa forma, a enfermagem tem como meta o bem-estar e o vir-a-ser de cada indivíduo 4. Para Leopardi 5, a transação intersubjetiva está relacionada com as trocas entre a pessoa do enfermeiro e a pessoa que está sendo assistida pelo enfermeiro. Nesse processo, um oferece cuidado e o outro recebe, numa relação intersubjetiva. A intersubjetividade por sua vez é a experiência que permite a autoconfiança da identidade dos seres humanos. Assim, nessa relação, enfermeiro e cliente, ao confirmarem suas objetividades, exercitam as possibilidades de entrar em um processo de escolhas responsáveis. Essas teorias encontram respaldo nas orientações do Ministério da Saúde quando destaca que os profissionais de saúde, através de uma assistência humanizada, interajam com as gestantes durante as consultas de pré-natal e dêem a elas a liberdade de expressarem suas dificuldades 1. METODOLOGIA Estudo de natureza qualitativa, utilizou como fonte primária os depoimentos de 40 gestantes assistidas no pré-natal por enfermeiras obstetras em um Centro de Saúde no Município do Rio de Janeiro, campo de estágio onde as professoras da Faculdade de Enfermagem da UERJ desenvolvem o acompanhamento pré-natal. A escolha do método qualitativo atende às especificidades do objeto de estudo porque analisa um universo de significações, motivos, aspirações, atitudes, crenças e valores 6. A coleta dos depoimentos ocorreu no período de janeiro a março de 2002, por ocasião do atendimento anteriormente agendado. As informações foram obtidas mediante entrevista semi-estruturada, gravada em fita cassete, após assinatura do consentimento livre e esclarecido. Para obtenção das informações, aos sujeitos foram garantidos o sigilo de suas iden- p.166 R Enferm UERJ 2003; 11:165-0.

3 Moura CFS, Lopes GT tificações e o direito de participação na pesquisa, conforme preconiza a Resolução 196/96 Conselho Nacional de Saúde 7. Para o tratamento dos dados, utilizamos a análise de conteúdo que, segundo Rodrigues e Leopardi 8, na investigação em saúde, vem sendo privilegiada para tornar explícitos os elementos não visíveis do processo de viver e adoecer através das metodologias tradicionais. Assim, a análise de conteúdo visa tornar evidentes e significantes, além de plausível e lógico, os elementos ocultos da linguagem humana, descobrindo significados originais dos seus elementos manifestos. Das leituras e releituras dos depoimentos e após estes serem submetidos a uma classificação provisória, chegamos a duas categorias temáticas. Categoria 1 As gestantes reconhecem que a consulta de enfermagem atende às suas necessidades e expectativas e Categoria2 Odiferencial das consulta de enfermagem na percepção das gestantes. RESUL ESULTADOS Para melhor compreensão dos resultados obtidos, as categorias temáticas foram desdobradas em subcategorias. Categoria 1-AsGestantes Reconhecem que a Consulta de Enfermagem Atende às suas Neces- sidades e Expectativas. Subcategoria 1: Necessidade de Atenção Como apresentamos anteriormente, o período gestacional se caracteriza como um momento singular para a mulher que se depara com mudanças físicas e emocionais, por isso, necessita ser assistida e compreendida em sua particularidade, como podemos perceber nas falas a seguir: [...] elas (as enfermeiras) são mais atenciosas [...] (Dep.03) [...] preocupam-se bem mais com a gente [...] (Dep.16) [...] explicam tudo direitinho, com calma [...] (Dep.34) [...] são bem carinhosas, prestam atenção nas coisas [...] (Dep.30) As gestantes, ao manifestarem satisfação quanto à maneira como são tratadas pelas enfermeiras, dão visibilidade às suas necessidade de atenção e de informação. Ao dizerem prestam atenção nas coisas, se utilizam de simbolismo para expressar que as enfermeiras olham para elas e as vêem como pessoas que estão ali presentes e que necessitam de serem vistas como tal. A consulta de enfermagem se caracteriza por um encontro de pessoas que devem interagir no compartilhamento e na troca de informações. De um lado, está a enfermeira com o seu saber técnico-científico e o seu preparo e habilidade para lidar com os seres humanos e do outro, a cliente com as suas ansiedades e suas necessidades básicas afetadas, procurando alívio para as suas tensões e encaminhamento para os seus problemas de saúde/doença 4. Segundo preconiza o Ministério da Saúde, a qualidade na assistência pré-natal está diretamente relacionada à maior ou menor adesão das mulheres ao pré-natal e à atenção dedicada a esta clientela 1. Subcategoria2:Necessidadedecomunicação A necessidade de comunicação interpessoal, hoje em dia, se mostra cada vez mais premente entre os seres humanos. As falas das gestantes revelam que, na consulta com as enfermeiras, elas podem se expressar, obter respostas e sentirem-se à vontade. Isto demonstra que as mulheres sentem confiança no relacionamento estabelecido. [...] perguntam tudo que você está sentindo [...] tem gente que atende em cinco minutos [...] (Dep.26) [...] gosto do modo como elas (as enfermeiras) tratam, conversam, explicam e perguntam [...] (Dep.31) [...] conversou mais que a doutora (médica) [...] me orientou muita coisa [...] (Dep.33) Para Imogene King apresentada por George 4, cada indivíduo é um sistema pessoal, e como tal deve ser percebido como um sistema que influencia todos os comportamentos e com o qual todos os conceitos estão relacionados e interligados. O ser humano é por natureza um sujeito que articula a objetividade e a subjetividade, portanto, precisa ser compreendido em suas dimensões e não apenas como um ser fragmentado, visto por suas partes. Nessa perspectiva, é que chamamos a atenção para o cuidado diferencial que as enfermeiras vêm exercitando no seu cotidiano de trabalho, ou seja, de trocar a pressa por uma escuta mais atentiva, não apenas das queixas, mas também dos assuntos que angustiam e causam desconforto às gestantes. Por essa lógica, as falas são reveladoras de quão importante são as orientações e as conversas estabelecidas entre os profissionais e a pessoa da gestante. Entendemos que as orientações clínico-obstétricas nem sempre são aquelas que despertam maior interesse a essas mulheres, mas aquelas que vêm R Enferm UERJ 2003; 11: p.167

4 Acompanhamento pré-natal realizado por enfermeiras obstetras ao encontro de suas necessidades afetadas naquele momento do encontro, na consulta de enfermagem. [...] ela (a enfermeira) dá oportunidade de a gente expressar o que está sentindo, falar [...] (Dep.38) [...] eu tive dúvida e elas (as enfermeiras) tiveram paciência de me explicar [...] (Dep.21) As enfermeiras, desse modo, possibilitam que as clientes se expressem, não apenas passam informações, mas dão voz às gestantes para que elas revelem suas dúvidas que podem estar para além de questões obstétricas. [...] Pergunta muito não só em relação ao bebê, mas também pessoal [...] (Dep.39) Pelos depoimentos, o diálogo como uma forma de comunicação verbal eficiente parece se estabelecer na interação entre as enfermeiras e as gestantes. Ao serem ouvidas nas suas inquietações, as gestantes revelam suas singularidades. Subcategoria 3: O Atendimento das Expectativas das Gestantes Segundo Marcon 9, quando se nega a singularidade de um indivíduo e a elaboração própria de sua história socialmente vivida, se impede, no caso do contato com o profissional de saúde, que o atendimento possa resultar na superação das expectativas de quem o procurou. Os depoimentos a seguir demonstram que a consulta de enfermagem superou as expectativas das gestantes: [...] Eu acho que é o melhor atendimento que eu já tive [...] (Dep.01) [...] hoje em dia os atendimentos nos PAMS são muito precários e aqui eu estou tendo um atendimento muito bom, com as enfermeiras [...] (Dep.04) [...] fui mais esclarecida hoje do que nas minhas outras gestações [...] (Dep.06) [...] tive um sinal de sangramento e ele (o médico) não disse nada, se fosse a (nome da enfermeira) me explicaria [...](Dep.38) Os depoimentos apresentados mostram a amplitude da necessidade que a gestante tem de melhor conhecer o que se passa com o seu corpo e com o seu emocional durante o percurso da gravidez. Nessa linha de pensamento, Brasil e Valladares 10 afirmam que um dos grandes desafios que enfrentamos é a qualidade da assistência ao pré-natal, que muitas vezes deixa a desejar. Reforçam as autoras que um estímulo maior à atuação da enfermagem através da consulta tem sido enfatizado como forma de aumentar a cobertura e, sobretudo, interferir positivamente na qualidade do atendimento. Categoria 2 ODiferencial da Consulta de En- fermagem na Percepção das Gestantes Subcategoria 1: A Opção da Gestante pela Consulta de Enfermagem Quanto às razões das gestantes para a escolha do atendimento pré-natal de enfermagem, elas remetem às experiências vivenciadas por elas anteriormente, como podemos perceber: [...] escolhi porque eu já tinha feito o pré-natal com a (nome da enfermeira) e gostei [...] (Dep.15) [...] na segunda gestação eu quis vir fazer o pré-natal aqui de novo, [...] como era (nome da enfermeira) para mim foi melhor [...] (Dep.24) [...] fiz o pré-natal da minha primeira filha com a (nome da enfermeira) e pedi para fazer o segundo prénatal com ela porque gosto dela [...] (Dep.38) Por essas falas depreende-se que a escolha da clientela não se deu no vazio, mas foi decorrente das experiências anteriores vivenciadas com as enfermeiras numa relação de intersubjetividade, o que lhes deu a possibilidade de uma escolha responsável 4. [...] eu optei para fazer o pré-natal com as enfermeiras porque já tinha vindo da ginecologia. Fiz preventivo com a enfermeira [...] (Dep.26). A qualidade prestada pelos profissionais de saúde está relacionada à adesão das mulheres ao prénatal 1. Assim, podemos inferir que o contato com as enfermeiras na consulta ginecológica foi um indicativo dessa escolha. A opção pelo pré-natal com as enfermeiras também foi decorrente de indicações de terceiros, conforme os depoimentos a seguir: [...] foi a minha cunhada que me indicou[...] (Dep.02) [...] escolhi pela (nome da enfermeira) porque me falaram que ela é muito boa [...] (Dep.20) [...] através de uma amiga que fez o pré-natal com a (nome da enfermeira) e me indicou [...] (Dep.29) De acordo com Paterson e Zderad, citadas por Leopardi 5, a possibilidade de escolha é um processo por si só generativo, ou seja, uma experiência abre as portas para outra. Nessa conjuntura, experiências anteriores foram suficientes para permitir a autoconfiança das mulheres que num processo consciente fizeram suas escolhas. Lima 11 afirma que a enfermeira, ao exercer seu trabalho com entusiasmo e competência, torna-se p.168 R Enferm UERJ 2003; 11:165-0.

5 Moura CFS, Lopes GT ponto de referência na vida da cliente. Uma outra leitura que fazemos diante desse dado de realidade denota a conquista pelas enfermeiras de um espaço que sempre foi privativo dos médicos. Subcategoria2:AsRelaçõesEstabelecidasnaConsulta de Enfermagem As mulheres foram enfáticas quanto à qualidade do acompanhamento pré-natal. O atendimento de enfermagem se caracteriza como uma relação inter-humana, intencionalmente dirigida para o bem-estar e o estar melhor de uma pessoa ou grupo 5. A consulta de enfermagem, pela sua especificidade de ser mais minuciosa e explicativa, demanda um tempo maior, conseqüentemente a espera se torna mais prolongada. Mesmo assim as gestantes consideram valer a pena aguardar pelo atendimento, conforme expressa o depoimento a seguir: [...] demorou, mas foi muito boa a consulta. Foi excelente [...] Não tem nem comparação [...] (Dep.16) Segundo o ponto de vista das mulheres, um dos diferenciais da consulta de enfermagem refere-se à maneira como a consulta se realiza. O exame criterioso, a atenção e a disponibilidade das enfermeiras são percebidos como um fator positivo. [...] na gravidez da Larissa ela (enfermeira) me encaminhou para o Carmela Dutra e ficou me acompanhando [...] (Dep.38) Cuidar de outra pessoa, segundo Mayeroff 12,significa ajudá-la a crescer e a serealizar, portanto, essa é uma maneira de se relacionar com alguém que implica confiança mútua e uma transformação qualitativa do relacionamento. [...] ela passa pra gente a figura de profissional amiga, não a do médico, bicho de sete cabeças [...] (Dep.29) O depoimento a seguir corrobora as afirmativas anteriores, inclusive em relação ao atendimento no setor privado: [...] a simpatia delas, a atenção. Coisas que a gente não encontra nem em clínica particular [...] (Dep.08) O atendimento humanizado no pré-natal depende do reconhecimento da individualidade da mulher gestante, o que pressupõe uma relação de respeito e que permita à gestante falar de sua intimidade com segurança 1,7. [...] consegui falar coisas que eu não tinha coragem de falar com o médico, eu falei para ela [...] (Dep.16). Quando as mulheres revelam sentir-se com liberdade e à vontade durante a consulta de enfermagem, estão dizendo que neste momento podem se abrir, ou seja, discutir questões relacionadas a tabus e sexualidade, o que é uma dificuldade para muitas. A comunicação se evidencia no processo dialógico em que enfermeiro e a outra pessoa relacionam-se de forma criativa e estão sempre abertos para o encontro, para uma relação sujeito-sujeito, ou seja, a presença é a nossa disponibilidade para outra pessoa, como seres totais 5. A consulta pré-natal envolve procedimentos simples, o que permite ao profissional de saúde ouvir a mulher, buscando atender a necessidades que só podem ser percebidas através de um diálogo sincero 1.A confiança, o compromisso com a orientação, a liberdade para ouvir/falar tem sido a marca do atendimento das enfermeiras, conforme revela a fala a seguir: [...] todas as consultas deveriam ser assim [...] (Dep. 15). Essa forma de ver e atender o outro precisa ser o desafio cotidiano das enfermeiras obstetras se quiserem mudar o quadro existente e promoverem mudanças significativas no processo saúde/doença dessa clientela. CONCLUSÕES Entendemos que a possibilidade da assistência humanizada pode advir da valorização do relacionamento, do diálogo e do desenvolvimento do bemestar e do vir-a-ser da clientela assistida. Deve-se destacar que os profissionais de saúde têm um papel importante no atendimento às necessidades das pessoas. Em relação às mulheres no processo gestacional, esse papel se reveste da mais alta relevância e responsabilidade. Nessa perspectiva, entendemos, como Brasil e Valladares 10, que o papel da equipe de saúde, em particular da enfermeira, é o de facilitar à gestante o acesso à informação e estímulo para uma vivência mais prazerosa da gestação. Ao buscarem o atendimento com as enfermeiras, as gestantes expressaram que esta escolha corresponde às necessidades de acolhimento e qualidade de saúde, sendo decorrente, também, de experiências positivas vivenciadas por elas ou por terceiros em relação à assistência prestada pelas enfermeiras obstetras. As falas revelaram, ainda, que a assistência de enfermagem ultrapassou as expectativas das gestantes sobre o atendimento pré-natal e destacaram a atenção, o apoio e a confiança como características da consulta de enfermagem. R Enferm UERJ 2003; 11: p.169

6 Acompanhamento pré-natal realizado por enfermeiras obstetras Ao serem assistidas pelas enfermeiras, as gestantes tomaram como parâmetro para suas escolhas o cuidado, o afeto, o respeito pela sua individualidade, as orientações recebidas, as dúvidas dirimidas, o apoio em um momento tão especial, a habilidade de escuta e a competência técnico-científica. Essas escolhas, ao mesmo tempo em que refletem o trabalho competente que as enfermeiras vêm desempenhando, também lhes atribui uma grande carga de responsabilidade frente à clientela, às instituições de ensino e de saúde e principalmente à sociedade. REFERÊNCIAS 1. Ministério da Saúde (Br). Assistência pré-natal: manual técnico. 3ª ed. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde; Siqueira PRA. A assistência da enfermeira ao parto normal: relatos e atos na visão das mulheres [dissertação de mestrado]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; Ministério da Saúde (Br). Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde, Área Técnica da Mulher; George J B. Teorias de enfermagem: os fundamentos à prática profissional. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul; Leopardi MT. Teorias em enfermagem: instrumentos para a prática. Florianópolis: NFR/UFSC:Papa-Livros; Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro: Abrasco; Ministério da Saúde (Br). Fundação Oswaldo Cruz.Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa envolvendo seres humanos. Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Saúde; Rodrigues MSP, Leopardi MT. O método de análise de conteúdo:uma versão para enfermeiros. Fortaleza: Fundação Cearence de Pesquisa e Cultura; Marcon SS. A assistência pré-natal: um estudo etnográfico [tese de livre docência]. Rio de Janeiro (RJ): Universidade do Rio de Janeiro; Brasil C, Valladares DP. PAISM. Um caminho possível. Rio de Janeiro: Saúde em Foco; Lima MJ. O que é enfermagem. 2ª ed. São Paulo: Brasiliense; Mayeroff M. A arte de servir ao próximo para servir a si mesmo. Rio de Janeiro: Record; ACOMP COMPAÑAMIENTO PRENA RENATAL AL REALIZADO POR LAS ENFERMERAS OBSTETRAS STETRAS: REPRESENTACIÓN DE LAS EMBARAZADAS RESUMEN: Pesquisa cualitativa tiene como objeto la percepción de las embarazadas sobre el acompañamiento prenatal realizado por las enfermeras obstetras. Los objetivos son analizar las representaciones de las embarazadas sobre la asistencia de las enfermeras y verificar los motivos por la elección de la consulta de enfermería. Los datos del estudio fueron colectados en un Centro Municipal de Salud del municipio de Rio de Janeiro - Brasil, en el período de enero a marzo de 2002, por medio de entrevistas grabadas, con 40 mujeres, despues del consentimiento libre y esclarecido. Fueron encontradas dos categorías: 1)Las embarazadas reconocen que la consulta de enfermería atiende a suyas necesidades y expectativas; 2) El diferencial de la consulta de enfermaría en la percepción de las embarazadas. Los resultados demuestran que las embarazadas tuvieron suyas expectativas atendidas y consideraron la atención, el apoyo, la comunicación, la confianza y las relaciones establecidas como el diferencial de la consulta de enfermaría. Concluimos que las mujeres optaron realizar el prenatal con las enfermeras por la competencia de esas profesionales y por la expresión de humanidad demostrada durante el acompañamiento de la gestación. Palabras Clave: Enfermería obstétrica; enfermera obstetra; prenatal; representación de las embarazadas. Recebido em: Aprovado em: Notas * Aluna da Faculdade de Enfermagem/UERJ ** Professora Titular do Departamento Fundamentos de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem/UERJ; Livre Docente e Doutora em Enfermagem; Pesquisadora do CNPq; Procientista da UERJ; Membro da Diretoria do Núcleo de Pesquisa da História da Enfermagem Brasileira - NUPHEBRAS p.170 R Enferm UERJ 2003; 11:165-0.

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