o que aprendemos com a nova gripe Hábitos básicos de higiene voltam a ser valorizados como uma das principais medidas de prevenção de doenças

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1 Publicação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Ano II - nº 06 julho/agosto 2009 o que aprendemos com a nova gripe Hábitos básicos de higiene voltam a ser valorizados como uma das principais medidas de prevenção de doenças página 4 Até que ponto a internet pode ser uma aliada da sua saúde? página 6 Saiba como solicitar autorização prévia para procedimentos página 10 CASSI estimula migração de plano antigo para novo página 12

2 Editorial A melhor defesa é a atitude de cada um Uma das questões que a pandemia da gripe H1N1 coloca em debate se refere à defesa do organismo de cada pessoa contra a doença. E essa capacidade está estritamente ligada à saúde de nosso corpo. A nova variante do vírus Influenza nos alerta sobre a necessidade de adotarmos hábitos saudáveis não apenas para termos uma melhor qualidade de vida e maior longevidade, mas também como forma de possuirmos um organismo fortalecido o suficiente para combater enfermidades que podem ser contraídas no cotidiano. Diante desse contexto, cabe perguntar o que a Caixa de Assistência tem feito e ainda pode fazer por você. No caso do H1N1, capacitamos nossos profissionais de saúde das CliniCASSI a atender e orientar nossos participantes conforme preveem os protocolos das autoridades públicas em saúde. Todas as Unidades nos Estados trocam informações sobre as peculiaridades da doença em cada região e os métodos mais eficazes para combatê-la. Também disponibilizamos material informativo no nosso site e nas CliniCASSI. Como parte dessas iniciativas, encartamos junto com este jornal um folder com dicas e orientações para você. Quanto aos aspectos relacionados à adoção de hábitos saudáveis e acompanhamento da saúde, cada uma de nossas CliniCASSI está apta a prestar atendimento e orientá-lo quanto a suas necessidades em saúde. Não basta apenas que você procure algum especialista de nossa rede credenciada. É necessário haver critério nessa busca. A decisão de se consultar com um cardiologista ou outro profissional não precisa ser apenas sua; pode ser compartilhada com um de nossos clínicos gerais, onde houver uma CliniCASSI instalada. Oferecemos também atividades coletivas em saúde que estimulam a mudança de comportamento, se indicado. Esses eventos são devidamente acompanhados por nossos profissionais e, nessas atividades, você terá, na companhia de outros participantes, o devido incentivo para iniciar ou dar continuidade a algum plano de vida saudável. As CliniCASSI divulgam mensalmente aos participantes de sua região o calendário de atividades do mês, que inclui ainda palestras sobre saúde e bem-estar. É importante que você nos tenha como referência na hora de decidir qual encaminhamento dará para sua saúde. A melhor forma de relacionamento entre a CASSI e você presume uma interação constante. E, para tanto, a Caixa de Assistência não pode ser vista apenas como uma Instituição que oferece ampla rede credenciada. Boa leitura, Expediente Conselho Deliberativo Maria das Graças C. Machado Costa (Presidente) Roosevelt Rui dos Santos (Vice-presidente) Ana Lúcia Landin (Titular) Carlos Eduardo Leal Neri (Titular) Carlos Frederico Tadeu Gomes (Titular) Fernando Sabbi Melgarejo (Titular) Marcel Juviniano Barros (Titular) Solon Coutinho de Lucena Filho (Titular) Amauri Sebastião Niehues (Suplente) Carlos Célio de Andrade Santos (Suplente) Claudio Alberto Barbirato Tavares (Suplente) Iris Carvalho Silva (Suplente) João Vagnes de Moura Silva (Suplente) José Roberto Mendes do Amaral (Suplente) Maria do Carmo Trivisan (Suplente) Milton dos Santos Rezende (Suplente) Conselho Fiscal Marcelo Gonçalves Farinha (Presidente) Sérgio Iunes Brito (Vice-presidente) Flávio Alexandre Ferreira de Medeiros (Titular) Francisco Henrique Pinheiro Ellery (Titular) Gilberto Antonio Vieira (Titular) Ubaldo Evangelista Neto (Titular) Elington José de Morais (Suplente) José Caetano de Andrade Minchillo (Suplente) Luiz Roberto Alarcão (Suplente) Marcelo de Andrade Ribeiro (Suplente) Marcos José Ortolani Louzada (Suplente) Wagner de Siqueira Pinto (Suplente) Diretoria Executiva Antonio Sergio Riede (Presidente) Carlos Emílio Flesch (Diretor de Administração e Finanças) Denise Lopes Vianna (Diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes) Douglas José Scortegagna (Diretor de Saúde e Rede de Atendimento) Edição e Redação Editor: Sergio Freire (MTb-DF 7.630) Jornalistas: Marina Fernandes (MTb-DF 7.164) e Tatiana Beltrão (MTb-RS 4.929) Edição de arte Diagramação: Carlos Eduardo Peliceli da Silva Produção Impressão: Fórmula Gráfica e Editora Tiragem: exemplares Edição: julho/agosto 2009 Imagens: Divisão de Marketing e Comunicação, Stockxchng e Dreamstime. Valor unitário impresso: R$ 0,19 Publicação da CASSI (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil). É permitida a reprodução dos textos, desde que citada a fonte. Sergio Riede Presidente ANS - nº Jornal CASSI

3 USE BEM SEU PLANO Notícias da CASSI Veja o que acontece na Caixa de Assistência CASSI EM FOCO Débito em conta - Se você tem débito em conta da mensalidade do plano, precisa avisar a CASSI em caso de alteração de agência bancária. Mesmo que a conta seja no Banco do Brasil, o processo de alteração dos dados de cobrança não ocorre de forma automática, pois os sistemas da CASSI e do BB são independentes. Fale com a CASSI - Além da Central CASSI, a Caixa de Assistência disponibiliza aos participantes e prestadores de serviços um outro canal de comunicação para envio de dúvidas, demandas, críticas ou sugestões. É o Fale com a CASSI, serviço disponível no site Acessando o serviço, o participante ou prestador encaminha sua mensagem à Instituição por , que é respondido da mesma forma ou por telefone, quando a situação demandar. O canal possibilita ao participante a prévia escolha do assunto, facilitando o direcionamento da mensagem. Consultas desmarcadas - Quando não puderem comparecer a consultas ou exames agendados, os participantes devem avisar o profissional ou instituição com a maior antecedência possível, pedindo o cancelamento. Isso permite que os prestadores de serviços possam conceder aquele horário a outras pessoas que necessitem de atendimento. O cuidado também evita prejuízos à CASSI e aos participantes, pois a Caixa de Assistência pode ser cobrada por consultas agendadas e não desmarcadas com antecedência de pelo menos 24 horas. Atualização cadastral - Até 31 de agosto, o índice de atualização cadastral entre os beneficiários do plano CASSI Família era de 43,5%. Milhares de participantes do plano ainda não fizeram o procedimento. Além de ser uma exigência legal instituída pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a atualização é fundamental para a atuação da CASSI, que necessita de informações sobre seus participantes para planejar políticas de atendimento e garantir comunicação efetiva com o público a exemplo do envio de avisos e cartões de identificação. Fazer a atualização é fácil: basta acessar o site espaço Exclusivo Participante (que exige senha), ou preencher formulário disponível nas Unidades da CASSI. Novas unidades - A CASSI inaugurou no mês de julho a Unidade Roraima. Com a implantação da dependência, em Boa Vista, a Instituição passa a ter representatividade em todos os Estados do País. Em São Paulo, o núcleo existente na cidade de São José dos Campos foi transformado em CliniCASSI. Agora, além de atendimento administrativo e negocial, a unidade vai oferecer assistência baseada na Estratégia Saúde da Família. Pontuação da ANS - Mais uma vez, a CASSI foi bem avaliada no Índice de Desenvolvimento da Saúde Suplementar (IDSS), elaborado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O IDSS é um indicador da qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras. O índice vai de zero a 1 e é dividido em cinco patamares de pontuação. Apenas 19,3% das operadoras médico-hospitalares avaliadas foram classificadas nos dois patamares superiores de pontuação entre elas, a CASSI, que obteve o índice 0,78 (uma melhora significativa em relação à edição anterior do IDSS, em que a Caixa de Assistência atingiu 0,65). As 870 operadoras restantes, que representam 80,7% do total, foram consideradas insatisfatórias ou regulares, com pontuações entre zero e 0,59. O IDSS pode ser consultado no site Jornal CASSI 3

4 Saúde as lições trazidas pela nova gripe H1N1 já predomina entre os vírus da gripe no mundo e vai continuar ativo, diz OMS. Médicos da CASSI garantem que não há motivo para pânico e mostram o que já aprendemos com a doença Lavar as mãos frequentemente, cobrir a boca com um lenço ou com a própria roupa ao tossir ou espirrar: as dicas, amplamente divulgadas para evitar a gripe A (H1N1), mostraram que hábitos simples de higiene são mesmo eficazes para reduzir doenças infecciosas. Essa foi uma das lições trazidas pela nova gripe. Desde que fez as primeiras vítimas, em abril, o H1N1 assustou o mundo e mostrou que não está só de passagem: o vírus deve permanecer ativo e outros surtos virão, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS). Vamos ter de conviver com eles. Mas, pelo menos, já aprendemos alguma coisa sobre como enfrentar a doença. Para a médica de família Paula Hunka Tayar, os cuidados na higienização são a maior lição. É como uma mudança de hábitos alimentares, que se deve levar por toda a vida. Além de prevenir a nova gripe, medidas de higiene também evitam contaminações e verminoses, diz a médica, que atua na CASSI em São Paulo, um dos Estados do Brasil mais atingidos pela doença. Na avaliação da médica Lourdes de Marchi Capeletto, gerente de divisão da CASSI Paraná, essa constatação está proporcionando um aprendizado importante na formulação de políticas de saúde. A experiência mostrou que, quando se investe maciçamente em prevenção, diminui a incidência das doenças infecciosas, avalia. De acordo com a médica, dados epidemiológicos indicam que, no Paraná, houve queda de até 51% nos casos de influenza em relação ao mesmo período do ano passado, graças ao maior cuidado da população. A necessidade de darmos maior atenção à gripe comum foi outra constatação provocada pela pandemia. Gripe é doença e precisa ser tratada como tal, alertam os médicos. Muita gente não procura tratamento para a síndrome gripal porque nos acostumamos a ela, criamos resistência e a evolução normalmente é benigna. E quando alguém morre com pneumonia, por exemplo, que é uma complicação da síndrome gripal, as pessoas não associam essa morte à gripe, alerta Lourdes, ressaltando que os doentes devem buscar orientação médica. Para Paula Hunka, o importante é saber como se prevenir. As pandemias são esperadas e podem ocorrer a qualquer momento. Nossa vantagem é que, hoje, temos muito mais recursos para enfrentar doenças, explica. Transmitido principalmente pela tosse, espirro ou secreções de pessoas infectadas, o vírus ataca o sistema respiratório e compromete os pulmões 4 Jornal CASSI

5 Cuidados devem continuar Nos últimos meses, a gripe A - que se intensifica em estações mais frias - atingiu severamente países do Hemisfério Sul. O Brasil chegou a liderar o ranking de mortes: até o fim de agosto, havia mais de 600 óbitos registrados, mas a incidência já havia começado a diminuir no País. Espera-se que haja uma nova onda da doença a partir de outubro, desta vez no Hemisfério Norte, por causa da queda da temperatura. A disseminação do vírus é muito rápida. Segundo a OMS, o H1N1 já é predominante entre os vírus de gripe no mundo. A tendência é que a população crie cada vez mais imunidade à enfermidade devido ao contato com o vírus e às vacinas, que começam a ser aplicadas neste ano. A orientação médica, no entanto, é que a atenção continue, não só como prevenção à gripe A, mas também a outras doenças. O ideal é que o cuidado com a higiene se torne um hábito e não apenas uma preocupação passageira, diz Lourdes. Gestantes e idosos, que têm sistema imunológico mais fragilizado, devem seguir à risca as orientações. Crianças também, porque o período de transmissibilidade da doença é maior. Para manter a imunidade, é importante ainda adotar hábitos de vida saudáveis. Os especialistas alertam que, em caso de suspeita da doença, é recomendável procurar o médico ou unidades de atendimento (como as CliniCASSI) em vez de hospitais, que devem ser destinados a casos de urgência e emergência. Além disso, a probabilidade de ocorrer contaminação pelo vírus no ambiente hospitalar é maior. Leia mais orientações sobre prevenção à Gripe A no folder enviado junto com este jornal. Não tive medo da gripe, diz participante da cassi A gripe A mudou a rotina na casa do gaúcho Luciano Geletkaniez. No dia 19 de agosto, Luciano adoeceu de repente: começou a alternar suor e calafrios, teve febre alta, enjoo, tosse e dores no corpo e na cabeça. No dia seguinte, acompanhado da mulher, o participante foi atendido na CliniCASSI Porto Alegre. Depois de avaliar os sintomas, a médica não hesitou: considerou que poderia ser H1N1 e encaminhou Luciano para tratamento com oseltamivir (Tamiflu). Com o formulário assinado pela médica, o casal não enfrentou dificuldade para receber o remédio. Em casa, os dois tomaram cuidados para evitar que os filhos uma adolescente de 16 anos e um bebê de 10 meses contraíssem o vírus. Luciano foi isolado em um quarto. A mulher, Luciane, teve de se desdobrar para cuidar dele e do bebê, monitorando os dois por telefone enquanto trabalhava e, em casa, higienizando as mãos toda vez que saía de perto de um para tomar conta do outro. Devo ter higienizado as mãos centenas de vezes, brinca ela. Além do oseltamivir, Luciano teve de tomar antibiótico, pois já havia sinais de inflamação nos brônquios. A febre alta, de até 39,5 C, durou cinco dias, e depois começou a ceder. Dez dias após o aparecimento dos sintomas, ele já estava de volta ao trabalho. Não senti medo, porque seguimos as orientações médicas, tivemos acompanhamento e tomamos todos os cuidados. Minha maior preocupação era com meu filho, conta. E, por incrível que pareça, a passagem do H1N1 pela casa dos Geletkaniez também deixou uma boa lição: depois da doença, Luciano decidiu deixar de fumar. Essa é a parte positiva da história, conta ele, garantindo que não sente falta do cigarro. Saúde um Inimigo de longa data O vírus causador da gripe é bastante antigo. Há relatos de doença similar à gripe em época anterior ao nascimento de Cristo. Durante a história da humanidade, várias pandemias relacionadas ao vírus Influenza ocorreram. A mais grave foi a Gripe Espanhola, que matou 40 milhões de pessoas em A quantidade de surtos da doença no mundo deve-se à facilidade de mutação do vírus e ao intercâmbio de pessoas entre os países, permitindo a disseminação mais rápida da doença. Mas se o inimigo é mutante e resistente, a humanidade também desenvolveu suas armas: o avanço da pesquisa médica tornou-nos mais preparados do que nunca para enfrentar essa nova batalha. Hospital improvisado nos EUA para tratar a Gripe Espanhola, em 1918 National Museum of Health and Medicine Jornal CASSI 5

6 6saúde Armadilha virtual ou uma a Informar-se sobre doenças na internet traz riscos, mas a rede pode ser muito útil para médicos e paciente Imagine a seguinte situação: você está se sentindo doente. O que você faz primeiro? Liga para o médico e marca uma consulta, busca orientação na CASSI ou corre ao computador para pesquisar na internet possíveis diagnósticos para seus sintomas? Se escolheu a última opção, não se preocupe. Você faz parte de uma categoria crescente, e isso pode ser bom. Os chamados pacientes experts ou cibercondríacos que gostam de consultar o Dr. Google antes e até depois de procurar o médico estão se tornando tão comuns nos consultórios que já viraram tema de estudos: pesquisadores buscam avaliar o impacto desse comportamento na relação médico-paciente e os riscos e vantagens que ele pode trazer à saúde da população. Como em tudo na internet, também há muita coisa boa e ruim circulando na rede na área médica. O problema é que o acesso a informações incorretas, parciais ou distorcidas traz riscos ainda maiores quando o assunto em questão é a saúde. Prova recente são os s com falsos alertas sobre a gripe A, que correram na rede nos últimos meses. Mas a web também pode ser uma ferramenta importante para a informação do paciente, garantem os médicos. Informado, ele passa a compreender mais sua patologia e adere melhor ao tratamento. O segredo é ter discernimento para acessar sites confiáveis e nunca deixar de consultar o profissional: só ele pode avaliar a pessoa, fazer o diagnóstico correto e prescrever o tratamento adequado, além de acompanhar a evolução do problema. Mais informação traz mais comprometimento Os próprios médicos reconhecem vantagens no interesse do público em buscar informação, e muitos até ajudam seus pacientes a navegar com mais segurança. Carlos André Aita Schmitz, da CASSI Rio Grande do Sul, é um desses profissionais que veem o fenômeno internet X saúde com bons olhos. Schmitz também usa a rede para se atualizar em temas médicos e garante que não se sente afrontado em sua autoridade quando os sabidinhos chegam para a consulta munidos de dados retirados do computador. Ao contrário: o médico avalia a confiabilidade das informações, conversa com o paciente sobre os achados e até orienta-o sobre como encontrar sites médicos seguros, frisando sempre os riscos do autodiagnóstico e da automedicação. O paciente pode compartilhar com o médico suas pesquisas. Eu uso a internet diariamente, inclusive na presença dos pacientes, durante a consulta, conta. Democracia na relação médico-paciente O relato exemplifica um dos fenômenos apontados pelos pesquisadores: apesar dos riscos, a internet está ajudando a tornar mais democrática a relação médico-paciente. O acesso à informação forma pacientes mais exigentes, que questionam os profissionais, exigem mais atenção e motivam a categoria a se manter atualizada. Ao mesmo tempo, esse paciente participativo se sente mais responsável em relação ao próprio tratamento. Vejo essa relação como uma parceria: o profissional tem de entender o paciente como alguém com autonomia para cuidar de sua saúde, diz Schmitz. Com 26 anos de profissão, o médico de família Aderbal Vieira, da CASSI Pernambuco, acompanhou desde o início a transformação que a internet vem operando nos consultórios. Ele também acredita no potencial positivo da web, desde que o público tenha discernimento. Gosto que meus Jornal CASSI

7 liada da saúde? s, que tendem a tornar-se mais responsáveis pelo tratamento pacientes busquem informação, mas digo a eles que precisam discuti-las comigo. E quando eles chegam com afirmações encontradas na internet, procuro conferir de onde vieram, relata, frisando que o maior cuidado é na filtragem dos dados. Oriento meus pacientes para que consultem fontes confiáveis: sites de sociedades médicas, de universidades e instituições (como o Instituto Nacional de Câncer Inca) são mais seguros, sugere. Páginas de associações e grupos de apoio a portadores de doenças também são indicados pelo profissional, que cita a possibilidade de troca de experiências entre doentes como um dos benefícios da tecnologia. Tive um paciente com doença celíaca diagnosticada. Juntos, encontramos um bom site de apoio aos celíacos, com informações corretas e orientações úteis, conta. Sem orientação, pacientes tendem a pensar no pior Entre os efeitos colaterais causados pelo acesso a dados de todo tipo, os médicos citam o medo infundado provocado por informações alarmantes sobre doenças, frequentes na web. Vieira conta que já viu muita gente chegar angustiada no consultório, temendo estar sofrendo de alguma enfermidade grave depois de ler coisas preocupantes na internet. É comum o paciente pensar no pior, revela. Por isso, consultar um profissional é fundamental. O colega Schmitz reforça: A internet nunca vai substituir o médico no diagnóstico correto, orientação, prescrição e acompanhamento do tratamento. Nenhum computador vai tomar o lugar da relação médico-paciente. Fique atento aos efeitos colaterais : As informações de saúde na internet podem ter erros, distorções e até publicidade de medicamentos e tratamentos disfarçada como orientação médica. A internet pode favorecer o autodiagnóstico e a automedicação. Especialistas acreditam que a facilidade de pesquisar sobre doenças também está favorecendo a hipocondria (a preocupação compulsiva com o próprio estado de saúde). A linguagem médica pouco acessível pode dar margem a interpretações erradas ou a preocupações infundadas: sem orientação, o internauta tende a acreditar, sem razão, nos diagnósticos alarmantes que encontra na web. Nunca siga conselhos de pessoas receitando remédios ou tratamentos na internet. saúde Números comprovam o fenômeno Nos Estados Unidos, a parcela da população adulta que busca informações sobre saúde na internet já chegava a 71% em Pesquisa recente realizada no Brasil revelou que 80% dos 200 médicos entrevistados usam a internet diariamente para se manter atualizados sobre pesquisas na área, e que 20% dos seus pacientes costumam consultar a internet. 67% dos médicos dizem que pacientes que pesquisam sobre questões médicas na web entendem melhor sua doença, o que favorece o tratamento. Mais de 60% dos médicos acreditam que pacientes que usam a internet tendem a ser mais informados sobre questões de saúde e fazem perguntas mais específicas, a partir das informações encontradas. Jornal CASSI 7

8 SEU PLANO Central CASSI atinge metas de qualidade Tempo de espera no diminuiu e número de ligações abandonadas foi reduzido Quem ligou para a Central CASSI nos últimos meses já pôde perceber uma mudança: o atendimento está mais ágil e resolutivo. Essa melhoria é mensurada pelos números registrados. Em julho, a Central atingiu a meta de atender pelo menos 80% das ligações em até 20 segundos (o nível de qualidade do mercado). Esse índice foi atingido e até superado, chegando a 85%. As ligações abandonadas (quando o participante ou prestador opta por falar com o atendente, mas desliga sem esperar pelo atendimento) foram reduzidas a pouco mais de 1%. Além disso, todas as ligações são gravadas uma exigência legal que, além de ser uma garantia para o participante, auxilia a CASSI no monitoramento e avaliação do atendimento oferecido. A revitalização da Central foi determi- nada como prioridade da CASSI a partir de meados de 2008 e em A qualificação está sendo conquistada com investimento em recursos humanos (com aumento de 20% no número de atendentes e treinamento) e em tecnologia. Uma nova plataforma de comunicação foi adquirida, garantindo mais capacidade de linhas e novos recursos como o atendimento automatizado, que permite a resolução imediata de boa parte das demandas sem necessidade de contato com o operador. Você sabia que a Central recebe em média 257 mil ligações por mês?... a nova plataforma de comunicação permite o atendimento simultâneo de 180 ligações?... mais de 20% das ligações estão sendo resolvidas pelo atendimento eletrônico?... a Central atende 24 horas, todos os dias, incluindo fins de semana? E que é melhor ligar fora do horário comercial, pois das 8h às 18h o serviço fica mais congestionado? 8 Jornal CASSI

9 CAixa de assistência intensifica credenciamentos em todo o país Participantes podem orientar prestadores de serviços a se cadastrarem no site da Entidade SEU PLANO A CASSI vem realizando credenciamentos de prestadores de serviços em diversas localidades do país. O objetivo é aperfeiçoar o atendimento, tornando a oferta de serviços mais adequada às necessidades dos participantes. Para efetuar os credenciamentos, a Caixa de Assistência se baseia na pesquisa de avaliação realizada entre os participantes da Instituição e nos cadastros preenchidos por prestadores de serviços interessados em se credenciar na CASSI. Na pesquisa, realizada entre os meses de novembro e dezembro de 2008, 38,3 mil beneficiários avaliaram a rede de prestadores da CASSI e sugeriram o credenciamento e descredenciamento de profissionais. O compilado desses dados é um instrumento importante no processo de atualização e redimensionamento da rede credenciada. Já o cadastro do proponente está disponível no site link Credenciamento. Os participantes que quiserem indicar prestadores de serviços para credenciamento junto à CASSI podem orientálos a preencher esse cadastro. As informações serão analisadas pela Caixa de Assistência e, em caso de interesse, a Instituição entrará em contato com os prestadores. Vale ressaltar que os credenciamentos de médicos e de instituições de saúde serão realizados de acordo com a carência de cada região. Assistência Farmacêutica tem novas normas Genéricos serão prioridade do Programa, que atende participantes em tratamento de câncer Desde agosto, o Programa de Assistência Farmacêutica (PAF) da CASSI tem novos critérios de funcionamento. O Programa fornece medicamentos antineoplásicos e materiais de uso domiciliar a participantes do CASSI Família em tratamento de câncer. Todos os itens abonados devem constar da Lista de Materiais e Medicamentos Abonáveis da CASSI (Limaca). A partir de agora, o Programa passará a abonar exclusivamente medicamentos genéricos, exceto nos casos de medicamentos de referência (de marca) que ainda não possuem equivalente genérico. Nesses casos, o participante continuará recebendo o remédio de referência. Se a medicação já tem equivalente genérico, o participante passará a receber o genérico a partir da próxima autorização. A adoção prioritária dos genéricos é uma forma de otimizar o uso de recursos com medicamentos para garantir a sustentabilidade do Programa. Os genéricos têm menor custo que os remédios de marca, mas possuem o mesmo princípio ativo e o mesmo efeito, e sua qualidade é atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nos Estados do Espírito Santo, Paraná e Pernambuco, outras duas ações estão sendo implementadas, ainda em fase de avaliação. Nessas regiões, está em fase de testes o Benefício Farmácia, que oferece desconto na compra de determinados medicamentos em farmácias credenciadas. O Benefício Farmácia é oferecido a todos os participantes do Plano de Associados e CASSI Família, e não apenas aos inscritos no PAF. Outra ação em fase de testes é a entrega de medicamentos em domicílio para participantes inscritos no PAF. O objetivo da CASSI é ampliar o Benefício Farmácia e a entrega em domicílio para todo o Brasil, a partir da avaliação do funcionamento nesses três Estados. Os documentos referentes à assistência farmacêutica estão disponíveis no site. Outras informações podem ser obtidas nas Unidades CASSI, nas CliniCASSI, na Central CASSI ( ) ou pelo Fale com a CASSI, disponível no site Jornal CASSI 9

10 seu plano Senha Prévia facilita O atendimento Pedido de autorização para procedimentos médico-laboratoriais pode ser feito pelo Com o objetivo de facilitar o atendimento, a CASSI oferece o sistema de Senha Prévia, que permite ao participante e ao prestador obter a senha de autorização dias antes da realização do procedimento. Essa prerrogativa vale para procedimentos ambulatoriais, exames e internações. Quando é o participante que pede a autorização, até o dia do evento o prestador confirma com a Central CASSI a senha fornecida. As senhas para exames e procedimentos ambulatoriais devem ser solicitadas à Central CASSI pelo , com antecedência mínima de 48 horas e máxima de 15 dias em relação à data de realização do procedimento. A Central funciona em horário ininterrupto, inclusive em fins de semana e feriados. O maior volume de ligações ocorre das 8h às 18h. Por isso, sempre que possível, evite ligar nesse período. Para internações eletivas (que podem ser agendadas previamente), a solicitação deve ser feita exclusivamente por fax, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, com antecedência mínima de cinco dias úteis e máxima de 15 dias corridos em relação à data da internação. No pedido médico deve- rão constar, além do exame ou procedimento a ser realizado, a hipótese diagnóstica ou CID, o motivo da solicitação, o nome completo e o CRM do médico assistente. Todas as solicitações de senha por fax (internações, prorrogações ou tratamentos seriados) devem ser feitas por meio de formulário próprio da CASSI, devidamente preenchido, que está disponível nas Unidades ou no site espaço Serviços, opções Todos os serviços - Senha Prévia - Formulários. Mais informações podem ser obtidas no site ou na Central CASSI. Orientações ao participante Defina o prestador de serviços antes de solicitar a senha. Tenha em mãos o cartão de idenficação CASSI. Anote no pedido médico o número da senha e os códigos dos procedimentos autorizados. Verifique a data de validade do pedido médico, que não pode ultrapassar 30 dias a partir da solicitação. Verifique se está em dia com as mensalidades do Plano. Veja alguns exames que necessitam de senha: ressonância nuclear magnética, tomografia computadorizada, densitometria óssea, ultrassonografia com doppler, medicina nuclear, endoscopia digestiva alta, colonoscopia, quimioterapia ambulatorial e procedimentos de dermatologia clínico-cirúrgica. 10 Jornal CASSI

11 notas de saúde Veja o que é notícia no Brasil e no mundo CURTAS Homens mais saudáveis - Incentivar os homens a procurar serviços de saúde para prevenir e tratar doenças crônicas é o desafio da nova campanha do Ministério da Saúde. A ação foca males como hipertensão, diabetes, colesterol alto, sedentarismo, obesidade, tabagismo e abuso de álcool. A decisão de chamar a atenção masculina parte da constatação de que os homens são menos cuidadosos do que as mulheres quando o assunto é saúde. Mais avessos à prevenção, tendem a recorrer aos serviços médicos apenas quando a doença está mais avançada. No Brasil, os homens vivem em média sete anos menos do que as mulheres e têm mais doenças do coração, câncer e diabetes, além de colesterol e pressão arterial mais elevados. Ordem nas farmácias - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou novas regras para o funcionamento das farmácias e drogarias. Agora, somente produtos relacionados à saúde poderão ser comercializados. Além dos medicamentos, a lista inclui plantas medicinais, cosméticos e produtos de higiene pessoal. Os medicamentos não poderão mais ficar ao alcance das mãos do cliente: mesmo os isentos de prescrição médica (com algumas exceções, como os fitoterápicos) terão de ficar atrás do balcão para que o usuário faça a solicitação ao farmacêutico. Saiba mais no site Amamentação salva - Ensinar as mães a amamentar poderia salvar 1,3 milhão de crianças por ano. O alerta é da Organização Mundial de Saúde, que avalia que muitas mulheres abandonam o aleitamento simplesmente porque não sabem como fazer o bebê sugar o seio, ou sentem dor e desconforto e não têm orientação para superar as dificuldades iniciais. O problema ocorre em países ricos e pobres, e precisa ser combatido a partir de hospitais, clínicas e centros comunitários, recomenda a Organização. Aviso aos parceiros - Descobri que tenho uma doença sexual transmissível (...). Já estou me tratando. Acho que você deveria fazer o mesmo. Esse é o conteúdo de cartões virtuais disponibilizados pelo governo no site O cartão, que pode ser enviado de forma anônima, serve para alertar o parceiro sexual que ele pode ter uma DST. Pesquisa mostrou que as DST atingem 10,3 milhões de pessoas no país, e 18% dos homens e 11% das mulheres que apresentam sintomas não procuram tratamento. Essas doenças aumentam em 18 vezes o risco de infecção pelo vírus causador da Aids. Atlas do Tabaco - No próximo ano, cerca de 6 milhões de pessoas deverão morrer de doenças diretamente associadas ao cigarro, como câncer e cardiopatias. A estimativa foi divulgada pela Fundação Mundial do Pulmão no novo Atlas do Tabaco, lançado em agosto. O Atlas indica também que os fumantes morrem, em média, 15 anos mais cedo do que os não-fumantes. Cerca de 1,2 bilhão de pessoas no mundo fumam diariamente, segundo a publicação. Baixe o som - Quem gosta de ouvir música em alto volume seja em som ambiente ou em aparelhos com fone de ouvido ou frequenta baladas regularmente precisa ficar atento ao prejuízo que a barulheira pode causar à audição. Especialistas alertam que está aumentando a incidência de perda auditiva induzida por ruído, inclusive entre os jovens. Uma das causas pode ser o uso de tocadores de música (como MP3 players e celulares) em alto volume com fones de ouvido, que ao transmitirem o som diretamente no canal auditivo, podem provocar danos sérios à audição. Estima-se que 10% da população mundial tenha perda auditiva. Jornal CASSI 11

12 seu plano CASSI ESTIMULA Migração para plano novo Participantes do CASSI Família antigo que migrarem até dezembro ficam isentos de carência Participantes do plano CASSI Família antigo (com contratos firmados até 15 de junho de 1999) podem adaptá-los à legislação, migrando para o plano CASSI Família novo sem cumprir prazos de carência. O benefício vale para quem migrar até 31/12/2009. A vantagem da migração é a maior cobertura oferecida. O plano CASSI Família antigo não é regido pela Lei 9656/98, que passou a regulamentar a saúde suplementar no País. Assim, esse plano não está adaptado às novas regras e não é obrigado a oferecer todos os procedimentos exigidos dos planos criados após a regulamentação. Desde 15 de junho de 1999, a CASSI disponibiliza o CASSI Família novo, adaptado àquela Lei. Ao adaptar seu contrato às novas regras, o participante tem direito a todos os serviços de saúde previstos no Rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar, aplicados os mecanismos de regulação da CASSI. O participante pode efetuar a migração nas Unidades da CASSI e, ao optar pelo plano novo, não poderá retornar ao antigo. Passam a vigorar as mensalidades do CASSI Família novo. Informações podem ser obtidas na Central CASSI ou por ao Fale com a CASSI, pelo site Localize a CASSI Central CASSI: CASSI Sede SCS Qd. 8 Ed. Venâncio 2000 Bl. B 60 4º and. Brasília/DF CEP Telefone: (61) Unidade Acre Rua Quintino Bocaiúva, 1790 Bosque Rio Branco (AC) CEP Telefone: (68) Gerente: Sônia Maria Tibali Basílio Unidade Alagoas Rua Dr. Antônio Pedro de Mendonça, nº 150 Pajuçara Maceió (AL) CEP Telefone: (82) Gerente: Adriana Corado Corrêa Passos Unidade Amapá Av. Antonio Coelho de Carvalho, 910 Centro Macapá (AP) CEP Telefone: (96) Gerente: José Augusto Dominguez Mendes Unidade Amazonas Av. Senador Álvaro Maia, nº 1286 Praça 14 Manaus (AM) CEP: Telefone: (92) Gerente: Rosana Celeste Maia Unidade Bahia Rua das Hortênsias, n 274 Ed. Antônio Fernando Silvany Pituba Salvador (BA) CEP: Telefone: (71) Gerente: Daylton José Ataíde Gomes Unidade Ceará Av. Dom Luís, nº º andar Ed. Harmony Medical Center Meireles Fortaleza (CE) CEP: Telefone: (85) Gerente: Henio Braga Junior Unidade Distrito Federal STN Conjunto M, entrada A Edifício Centro Clínico Vital Brazil - Brasília (DF) CEP: Telefone: (61) Gerente: Paulo Félix de Almeida Pena Unidade Espírito Santo Av. N.S. dos Navegantes, nº 325 Enseada do Suá Vitória (ES) CEP: Telefone: (27) Gerente: Ricardo Alexandre Ruz Unidade Goiás Rua T-50 nº 566 Setor Bueno Goiânia (GO) CEP: Telefone: (62) Gerente: Fernando Luiz Delgado Miranda Unidade Maranhão Av. dos Holandeses, QD-09, nº 13 Calhau São Luis (MA) CEP: Telefone: (98) Gerente: Maria do Socorro Rios Soares Fonseca Unidade Mato Grosso Rua Rui Barbosa nº 444 Goiabeiras Cuiabá (MT) CEP: Telefone: (65) Gerente: Sandra Maria Luiz Pereira Unidade Mato Grosso do Sul Rua Pedro Celestino, nº 2670 São Francisco Campo Grande (MS) CEP: Telefone: (67) Gerente: Júlio Cesar Camisolão Unidade Minas Gerais Av. Raja Gabaglia, nº 1093 Luxemburgo Belo Horizonte (MG) CEP: Telefone: (31) Gerente: Anderson Antônio Monteiro Mendes Unidade Pará Avenida Duque de Caxias, nº 277 Marco Belém (PA) CEP: Telefone: (91) Gerente e.e.: Maria Aurilene Lima da Silva Unidade Paraíba Av. Júlia Freire, nº 1200 Ed. Metropolitan 7º and Expedicionários João Pessoa (PB) CEP: Telefone: (83) Gerente: Adriana Franck Sarmento Unidade Paraná Rua Mateus Leme, nº 651 Centro Cívico Curitiba (PR) CEP: Telefone: (41) Gerente: Maria Helena A. Guerreiro Unidade Pernambuco Av. Cons. Rosa e Silva, nº Executive Trade Center - 5º, 6º e 7º and. Aflitos Recife (PE) CEP: Telefone: (81) Gerente: Mario Jorge da Cruz Vital Unidade Piauí Av. Miguel Rosa, nº 3260 Centro-Sul Teresina (PI) CEP: Telefone: (86) Gerente: Maria Helena Andrade Boavista Unidade Rio de Janeiro Rua do Passeio, nº 62-7º, 8º e 9º and. Centro Rio de Janeiro (RJ) CEP: Telefone: (21) Gerente: Paulo Muradas Unidade Rio Grande do Norte Avenida Rodrigues Alves, nº 766 Tirol Natal (RN) CEP Telefone: (84) Gerente: Altair Nascimento de Almeida Unidade Rio Grande do Sul Avenida Cristóvão Colombo, nº 2240, 5º andar Floresta Porto Alegre (RS) CEP: Telefone: (51) Gerente: Aldo Cabral Rossi Junior Unidade Rondônia Rua Tenreiro Aranha, 2862 Olaria Porto Velho (RO) CEP: Telefax: (69) Gerente: Gerson Luis Franco Almeida Unidade Roraima Av. Glaycon de Paiva, 74 Centro Boa Vista (RR) CEP: Telefone: (95) Gerente: Márcia Cristina Ferreira Gomes Unidade Santa Catarina Rua Professor Hermínio Jacques, nº 229 Centro Florianópolis (SC) CEP: Telefone: (48) Gerente: Francisca Alzira Maia Galvão Unidade São Paulo Rua Boa Vista, nº 99-6º, 8º e 10º and. Centro São Paulo (SP) CEP: Telefone: (11) Gerente: David Salviano Albuquerque Neto Unidade Sergipe Av. Tancredo Neves, nº 242 Jardim Grageru Aracaju (SE) CEP Telefone: (79) Gerente: Natanael Dantas Soares Unidade Tocantins Quadra 103 Norte, Av. LO-2, Lote 74 Plano Diretor Norte Palmas (TO) CEP Telefax: (63) Gerente: Luana Cristina L de A Gomes 12 Jornal CASSI

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