IRIO RAIMUNDO JUNIOR OS TÍTULOS DE CRÉDITO E SUA APLICABILIDADE NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

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1 1 IRIO RAIMUNDO JUNIOR OS TÍTULOS DE CRÉDITO E SUA APLICABILIDADE NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Cuiabá UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC Faculdade de Direito Campus Barão 2007 / 2

2 2 IRIO RAIMUNDO JUNIOR OS TÍTULOS DE CRÉDITO E SUA APLICABILIDADE NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Direito da Universidade do Cuiabá UNIC - Campus Barão, para obtenção do grau de Bacharel em Direito, orientado pelo Profª. MSc. MARLI TERESINHA DEON SETTE em Cuiabá UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC Faculdade de Direito Campus Barão 2007 / 2

3 3 UNIC UNIVERSIDADE DE CUIABÁ Reitor Dr. ALTAMIRO BELO GALINDO Pró-Reitora Acadêmica Dra. CÉLIA CALVO GALINDO FACULDADE DE DIREITO Diretor Dr. ANTONIO ALBERTO SCHOMMER Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Raimundo Junior, Irio Os títulos de crédito e sua aplicabilidade no comércio eletrônico. Cuiabá: UNIC Departamento de Direito, Trabalho de Conclusão do Curso de Direito orientada pela Prof. MSc. Marli Terezinha Deon Sette, com defesa em Banca Examinadora ocorrida em de de Direito Empresarial 2. Direito Cambiário 3. Títulos de Crédito 4. Titulo CDU xx:xxx.x Coordenador da disciplina de Monografia Jurídica FREDERICO CAPISTRANO DIAS TOMÉ Professores da banca:

4 4 UNIC UNIVERSIDADE DE CUIABÁ Os títulos de crédito e sua aplicabilidade no comércio eletrônico Irio Raimundo Junior BANCA EXAMINADORA Prof. Orientador Profº. Profº. Cuiabá, de de 2.007

5 5 DEDICATÓRIA Àos meus Filhos Bianca e Rodrigo que, independentemente da distância, me incentivaram a superar um a um todos os novos desafios que a cada dia fui submetido. À minha Mãe Amélia e meu Irmão Vinícius, pelo comprometimento mútuo na consolidação de nossos anseios. Aos verdadeiros Amigos, que me incentivaram a seguir quando nem eu mais acreditava que conseguiria.

6 6 AGRADECIMENTOS A Deus, e a quem está ao seu lado, que sempre me estimulam a seguir e cumprir o meu propósito neste mundo. À minha Orientadora Profª. Marli Deon, pela atenção que dedicou não só a esse trabalho, mas sim a todos os momentos de convivência dentro e fora da Faculdade, que culminaram com a possibilidade de conclusão deste curso. Aos Demais Mestres que, ao mesmo tempo nos mostram uma possibilidade de resolver os questionamentos sociais, nos mostram também a dura realidade que teremos que enfrentar em nossa nova vida profissional. Aos Colegas de Classe, pela paciência e compreenção nestes 5 longos anos de convivência, e que, com certeza, ficarão marcados em cada um de nós.

7 7 O fundamento da Justiça é a fé, isto é, a constância e a sinceridade de manter as coisas ditas e convencionadas (Cícero) Olhamos para a verdade... não para aquilo que alguém tem imaginado. (Ulpiano)

8 8 R E S U M O O comércio eletrônico a cada dia mais nos é imposto, seja pela facilidade do consumidor, pela praticidade para o fornecedor, bem como pela confiabilidade de nossas instituições financeiras, mas principalmente pelo avanço tecnológico que alcançamos, e que impreterivelmente iremos ainda suplantá-lo. Se conseguirmos adequar as nossas modalidades cambiárias, nossos titulos de crédito, à modernidade existente, as relações comerciais a cada dia terão uma maior confiança e segurança. Evidentemente que só isso não bastará, teremos que adequar nossas leis a essa nova realidade, contudo só as leis não bastarão, teremos sim que reavaliar alguns conceitos doutrinários e quem sabe até modificálos, pois certos conceitos atualmente destoam da realidade operacional do comércio eletrônico, contudo não estão violando nenhuma legislação vigente. O comércio eletrônico é uma ferramenta cada vez mais essencial ao ritmo econômico mundial, uma vez que com ele desfazem-se as barreiras geográficas, tudo é instantâneo e com isso a aplicabilidade do direito tem que se adequar. sob pena de não termos mais a segurança de nossos direitos quando houver alguma lide nesses tipos de negociação. O que nos enseja a refletir sobre a necessidade maior de rever conceitos doutrinários que independentemente de sua importância e coerência, terse-ão necessáriamente a adequação junto a nova realidade comercial vigente, e principalmente a futura. Palavra Chave: títulos de créditos, mundo virtual, comércio eletrônico, contratos eletrônicos, duplicata virtual.

9 S U M Á R I O 9 1 INTRODUÇÃO TITULOS DE CRÉDITO CRÉDITO TITULOS DE CRÉDITO CARACTERISTICAS FUNDAMENTAIS Literalidade Autonomia Cartularidade COMÉRCIO ELETRÔNICO MUNDO VIRTUAL CONTRATOS ELETRÔNICOS Tipos de Comércio Eletrônico Projetos de Lei para Regulamentar o Comércio Eletrônico O Anteprojeto de Lei da OAB Documento Eletrônico como Meio de Prova Assinatura e Certificados Eletrônicos O Endosso Eletrônico DUPLICATA CARTULAR E DUPLICATA VIRTUAL HISTÓRICO CARACTERISTICAS DUPLICATA VIRTUAL VANTAGENS E DESVANTAGENS DA DUPLICATA VIRTUAL CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA... 47

10 INTRODUÇÃO O escopo deste trabalho é buscar literaturas disponíveis sobre OS TÍTULOS DE CRÉDITO E SUA APLICABILIDADE NO COMÉRCIO VIRTUAL e suas consequências na sociedade e nas relações jurídicas, sejam tanto legais quanto doutrinárias. Hodiernamente, com as evoluções tecnológicas surgidas no meio do Século XX, os títulos de crédito que, em uma definição sintética, são documentos que representam uma obrigação de pagar, têm exigido novas reflexões sobre o assunto. Os ordenamentos jurídicos têm sido obrigados constantemente a rever alguns conceitos, sejam eles legais ou até mesmo doutrinários, afim de que possa haver confiabilidade entre as partes, a respeito do direito de cada um nas operações cada vez mais informatizadas e menos cartularizadas. Essa reflexão é muito importante, pois, sem os títulos de crédito não se chegaria ao atual estado da economia mundial. Como assevera WALDIRIO BULGARELLI, os títulos de crédito representam o principal instrumento de circulação da riqueza. Contudo a nova formas de relações comerciais, hoje eminentemente virtuais, e independentemente dos riscos de segurança no mundo cibernético, nos fazem crer que o direito e a informática tem que estar necessariamente caminhando na mesma direção. Para o desenvolvimento do estudo foram utilizados, primeiramente uma explanação teórica de títulos de crédito, seguida por uma avaliação do mundo virtual, bem como suas possíveis alterações, e por fim um comparativo entre a teoria (doutrina) e a realidade (lei adequada ao mercado). O estudo foi dividido em introdução, capitulo I, capitulo II, capitulo III e conclusão. O primeiro capítulo traz Contextualização e Conceitos de Crédito e Títulos de Crédito, com suas principais caracteristicas e princípios fundamentais. No segundo capítulo aspectos sobre o Comércio Eletrônico, onde analisaremos as circunstâncias de sua criação, bem com suas características e finalmente os projetos de Lei em tramitação que visam a sua regulamentação.

11 11 O terceiro capítulo fazemos um comparativo entre a Duplicata Cartular e a Duplicata Virtual, onde entenderemos a intenção do legislador na flexibilização de alguns preceitos doutrinários em prol de uma agilização no comércio de titulos de créditos na era da informática. Finalmente concluindo o presente estudo, algumar considerações são traçadas sobre Os Títulos de Crédito Virtuais, sua importância no cenário atual e as necessidades de adequação do meio jurídico a esses novos mecanismos de crédito.

12 TÍTULOS DE CRÉDITO 2.1 CRÉDITO O crédito tem seu fundamento na fidúcia, na idéia da confiança aplicada aos negócios; nasce da qualidade da pessoa que promete e a ele se obriga. A própria palavra crédito, do latim creditum, que decorre da expressão credere, significa "confiar", "ter fé". Em sua acepção econômica o crédito significa a confiança que uma pessoa deposita em outra, a quem entrega coisa sua para que, em futuro, receba coisa equivalente. O dinheiro é um instrumento de troca por excelência, e o que caracteriza a operação creditória é a troca de um valor presente por um valor futuro. As modalidades essenciais do crédito são mútuos que implicam a troca ou permuta e a venda a prazo. No mútuo, o credor troca a sua prestação atual pela prestação futura do devedor. Do mesmo modo, na venda a prazo, o vendedor troca a mercadoria, que representa um valor presente e atual, pela promessa de pagamento, que se obriga o comprador a realizar e que traduz uma prestação futura. O traço característico do crédito está na espera da coisa nova, que irá substituir a coisa vendida ou emprestada. Temos, então, dois elementos fundamentais que decorrem da troca de um valor presente e atual por um valor futuro: confiança e tempo. A confiança gozada por uma pessoa no ânimo daquela de quem se vai tornar devedora em virtude da entrega atual da coisa, que vai ser transformada em prestação futura, fundamenta o próprio conceito de crédito, em seu aspecto econômico. O tempo constitui o prazo, o intervalo, o período que medeia entre a prestação presente e atual e a prestação futura.

13 13 O crédito é o meio pelos quais aqueles que não dispõem de dinheiro conseguem obter coisas. A utilização do crédito evidenciou o problema da circulação dos direitos creditórios. A união patrimônio e pessoa, sendo o patrimônio um acessório da pessoa, caso esta contraísse dívidas, a obrigação pecuniária assumida em tempos passados ficava sem solução, uma vez que a própria pessoa deveria cumpri-la. Aparece o crédito como elemento novo a facilitar a vida dos indivíduos e, conseqüentemente, o progresso dos povos. Difícil era a circulação dos capitais através do crédito; criaram-se, então, os títulos de crédito, em que os capitais, pela rápida circulação, tornam-se mais úteis e, portanto, mais produtivos, permitindo que deles melhor se disponha a serviço da produção de riquezas.

14 TITULOS DE CRÉDITO Os títulos de crédito surgiram na Idade Média, com algumas das características que possuem hoje. O seu nascimento foi mais um fruto de necessidades momentâneas de caráter mercantil, do que um procedimento visando especialmente à evolução de um problema jurídico. O crédito tem origem em nossa história como meio de fomentar a atividade comercial e hoje a atividade empresarial, TÚLIO ASCARELLI ressaltava que: Nos encontramos em uma economia creditória e nela os títulos constituem a construção mais importante do direito comercial moderno. 1 E complementando, WALDIRIO BULGARELLI dizia que: A importância do crédito para o desenvolvimento da economia tem sido destacada unicamente, tanto por economistas como pelos juristas, que vêem nele o responsável pelo crescimento da economia das nações, em geral, e das empresas e suas operações, em particular. 2 Esse entendimento reforça a tese que já sustentamos de que a empresa é hoje a principal fonte de desenvolvimento econômico de uma nação. Tal entendimento é reforçado pelo pensamento de OLNEY QUEIROZ ASSIS: A Constituição Federal, ao proclamar o princípio da livre iniciativa como fundamento da ordem econômica, atribui à iniciativa privada o papel primordial na produção ou circulação de bens ou serviços. A livre iniciativa, dessa forma, constitui a base sobre a qual se constrói uma ordem econômica, cabendo ao Estado apenas uma função supletiva(...) 3 A empresa e o mercado se beneficiam do crédito justamente pela possibilidade de sua circulação, o que acaba por afastar a necessidade imediata de disponibilidade de moeda para as operações mercantis, ou seja, ao invés de utilizarmos a moeda para circular a economia, utilizamos apenas o crédito, nesse 1 Teoria Geral dos Títulos de Crédito, São Paulo: Saraiva, 2ª edição, Títulos de Crédito, São Paulo: Atlas, 18ª edição, 2001, p Código Civil de 2002: a iniciativa privada e a atividade de produção ou circulação de bens ou serviços, Jus Navigandi, Teresina, a. 8, n. 231

15 15 sentido TÚLIO ASCARELLI ressalta a importância do surgimento dos títulos na economia internacional dizendo que (...) o documento que o incorpora, marcou, realmente, o início de uma fase importantíssima para a economia dos povos, que é a circulação do crédito. 4 Com isso, é possível se concluir que o crédito criado inicialmente para dinamizar as atividades mercantis, acabou por tornar-se responsável pelo desenvolvimento econômico. O Consagrado Jurista FRAN MARTINS ensina que: O crédito, ou seja, a confiança que uma pessoa inspira a outra de cumprir, no futuro, obrigação assumida, veio facilitar grandemente as operações comerciais, marcando um passo avantajado para o desenvolvimento das mesmas e em nível internacional, afirma o citado autor que surgiu assim, o crédito como elemento novo a facilitar a vida dos indivíduos e, consequentemente, o progresso dos povos. 5 FRAN MARTINS, citando o Mestre CEZAR VIVANTE, conceitua que: "Título de crédito é o documento necessário para o exercício do direito literal e autônomo nele mencionado. 6 A origem de uma obrigação representada por um título de crédito, segundo FÁBIO ULHOA COELHO, pode ser: a) Extracambial, que é o caso, por exemplo, de uma pessoa que pede emprestado um computador a um amigo e o devolve com defeito, decorrente do mau uso. Neste caso, a pessoa ao assumir a culpa, e sendo a importância devidamente quantificada, pode ter o valor da obrigação de pagar, representado pela a assinatura de um cheque ou uma nota promissória. b) Contrato de compra e venda ou mútuo, etc., no qual consta o valor da obrigação a ser cumprida. c) Cambial que é o caso do avalista de uma nota promissória. 7 4 Teoria Geral dos Títulos de Crédito, São Paulo: Editora Saraiva, 1969, p Títulos de Crédito, Rio de Janeiro: Editora Forense, 2002, p Martins, Fran. Títulos de Crédito, Volume 1, 7ª edição, Editora Forense, p. 6 7 BORGES, João Eunápio, Títulos de Crédito. Rio de Janeiro, Forense, 1976, 2ª edição.

16 16 Dentre as principais características ou atributos que possuem os títulos de crédito, que lhes dão agilidade e garantia, são: a) Negociabilidade representada pela facilidade de circulação do crédito que o título representa. Assim, um título de crédito pode ser transferido mediante endosso (assinatura no verso do título, podendo o endosso, ser em preto quando declara o nome do beneficiado, e em branco quando não o faz). b) Executividade representativa da garantia de cobrança mais ágil quando o credor resolve recorrer ao judiciário visando à satisfação do crédito. A executividade assegura uma maior eficiência para a cobrança do crédito representado. Reiterando o conceito de CEZAR VIVANTE, o Código Civil (lei de 10 de Janeiro de 2002) em seu artigo 887, define título de crédito como "documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido". Este conceito, justamente, nos traz os três princípios fundamentais dos títulos de crédito, ou seja, do direito cambiário. São eles: a Cartularidade (documento necessário - original), a literalidade (direito literal - valor expresso) e a Autonomia (direito autônomo - independência).

17 2.3 CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS 17 Os títulos de crédito se caracterizam principalmente pelos princípios de literalidade, autonomia e cartularidade Literalidade A literalidade é o atributo do título de crédito pelo qual só vale aquilo que nele está escrito sendo nulo qualquer adendo, assim, por exemplo, se uma pessoa emite uma nota promissória com vencimento para trinta dias, não poderá por meio de outro documento alterar a data do pagamento, pois é direito do credor (beneficiário original ou endossatário) receber no vencimento estipulado. CEZAR VIVANTE, em trecho já transcrito, explicitou com precisão a literalidade, ao referir que o direito mencionado no título é literal, porquanto ele existe segundo o teor do documento. Sem dúvida, melhor acolhida pela doutrina foi à lição de MESSINEO: "o direito decorrente do título é literal no sentido de que, quanto ao conteúdo, à extensão e às modalidades desse direito, é decisivo exclusivamente o teor do título. 8 Sendo assim, o título de crédito obedece rigorosamente o que nele está contido. Essa literalidade funciona de modo que somente do conteúdo ou teor do título é que resulta individuação e a delimitação do direito cartular. Sendo o título de crédito um documento necessário para o exercício de um direito, mister se torna que nele estejam expressos os seus limites e a sua amplitude, a fim de que possibilitem ao credor a indispensável segurança, liquidez e certeza jurídica. 8 MESSINEO apud LUCCA, Newton de. Aspectos da Teoria Geral dos Títulos de Crédito. São Paulo : Pioneira, p. 48

18 18 JOSÉ LUIZ DA SILVA MACHADO refere-se: Ao atributo da literalidade sob dois aspectos: o primeiro significa que tudo o que está escrito no documento vale, podendo, dessa maneira, ser exigido do devedor (se alguém, por mera brincadeira, subscrever uma cártula, prestando aval ao emitente, não poderá, à época oportuna, caso o obrigado principal deixe de cumprir com a sua obrigação, recusar-se de pagá-lo, sob a alegação de não ter pretendido se obrigar ao opor a sua assinatura no documento). Já o segundo aspecto é negativo: tudo o que não estiver escrito num título não pode ser exigido de seu devedor (se, por exemplo, alguém promete ao possuidor de um título pagá-lo se o obrigado principal não o fizer, sem fazer constar essa declaração do documento, não poderá o credor compeli-lo a efetuar o pagamento). 9 A literalidade, então, pode ser encarada sob duplo enfoque: tanto pode atuar favoravelmente ao credor do título de crédito, facultando a este exigir todos os direitos nele mencionados, quanto, de idêntica maneira, em favor do devedor, já que o credor está impossibilitado de pedir mais do que o estabelecido no documento. Os ensinamentos de PAULO DA SILVA PINTO sobre o assunto em pauta: Forte argumento no sentido de se reconhecer a literalidade no sistema anglo-americano é a existência da parol evidence rule, prevista em common law. De acordo com esta regra, não se admite prova testemunhal para contrariar ou modificar o teor de um documento em que se contenham os termos de um contrato. Há uma preferência absoluta em favor da prova documental. Diante dessa desaparece a possibilidade de recurso à prova testemunhal, sempre passível de vícios e incertezas. Como a cambial basta a si mesma, não se admite qualquer prova testemunhal para contrariar os seus termos. 10 De acordo com TULIO ASCARELLI: O conceito de literalidade não foi bem aprofundado na doutrina brasileira, aliás, não há um único autor que tenha se preocupado com o assunto. Ele explica a literalidade na autonomia da declaração mencionada no título e na função constitutiva em que exerce a sua redação _ declaração cartular esta que se verifica submetida exclusivamente à disciplina decorrente das cláusulas constantes no próprio título. É esse o passo mais importante para a compreensão dos títulos de crédito e, conseqüentemente, para o entendimento de seu alcance MACHADO, op.cit., p PINTO, Paulo José da Silva. Direito Cambiário: Garantia Cambiária e Direito Comparado. Rio de Janeiro : Forense, p TULIO ASCARELLI, op.cit., p. 56

19 19 Não basta, portanto afirmar, como fez CARVALHO DE MENDONÇA, com bastante objetividade, que a literalidade tem como conseqüência não estar o devedor obrigado a mais, nem o credor possuir direitos outros, além dos declarados no título. 12 Na realidade, a declaração cártular tem uma natureza constitutiva de um direito autônomo e independente da relação fundamental e, não, como querem alguns, inclusive CARNELUTTI, que o título de crédito seja simplesmente uma prova dessa relação. O assunto, no entanto, transcende a esses limites. A justificação, para tanto, reside na necessidade de se conferir à instituição do crédito certeza e segurança jurídicas ao lado dos requisitos de agilidade e facilidade inerente ao bom exercício do comércio. Convém ainda lembrar que literalidade também não se confunde com formalismo: ambos têm estrutura e funções diversas _ o formalismo é estabelecido pela Lei e define o teor específico do documento sem o qual estará comprometida a sua existência, enquanto a literalidade visa à subordinação dos direitos cartulares unicamente ao teor do que está escrito, atribuindo relevância jurídica aos elementos contidos na cártular. 12 MENDONÇA, op.cit., p.47.

20 Autonomia Se for verdadeira a afirmação de que o atributo da literalidade não foi bem estudado pelos doutrinadores nacionais, não é menos verdade que o mesmo aconteceu com a autonomia. O título de crédito é documento autônomo, pois, quando este é transferido, o que é objeto de transferência é o título e não o direito que nele se contém. Para JOÃO EUNÁPIO BORGES, autonomia não se confunde com independência: Quando nossa lei fala em autonomia e independência, não incidiu em redundância: a palavra autonomia foi empregada para traduzir a distinção entre a obrigação resultante da declaração cambial (a obrigação cartular) e a decorrente da relação fundamental, da causa determinante daquela declaração (compra e venda mútuo, desconto etc.). Mesmo inexistente ou insubsistente esta obrigação fundamental _ que deu origem ao título ou a sua transmissão _ pode ser eficaz a obrigação cartular que, embora conexa, é autônoma em relação àquela. E a palavra independência, no art. 43, refere-se à posição dos diversos obrigados, uns em relação aos outros. Vinculam-se todos solidariamente, obrigam-se todos individualmente pelo aceite e pelo pagamento, não se contaminando nem se invalidando cada obrigação pelos vícios (incapacidade, nulidade, falsidade, falsificação etc.) que possam tornar ineficaz qualquer das outras. 13 A autonomia foi criada em benefício da livre circulação dos títulos e, em linhas gerais, a grande maioria dos juristas a situa na inoponibilidade das exceções decorrente das Convenções extracartulares em relação ao terceiro de boa-fé _ o que não está errado, porém cuida-se, nesse caso, apenas de um dos aspectos daquela autonomia. À autonomia consiste em considerar cada obrigação derivada do título de crédito como independente e autônoma em relação às demais obrigações constantes do título e em relação aos vínculos existentes entre os possuidores anteriores e o devedor, sendo esta, um requisito fundamental para a circulação dos títulos de crédito. Pela autonomia, seu adquirente passa a ser o titular do direito autônomo, independente da relação anterior entre os possuidores. 13 BORGES, João Eunápio. Títulos de Crédito. 2. ed. Rio de Janeiro : Forense, p.124.

21 21 A obrigação de cada participante no título é autônoma, e o obrigado tem que cumpri-la, em favor do portador, nascendo daí o princípio, da inoponibilidade das exceções, segundo o qual não pode uma pessoa deixar de cumprir sua obrigação alegando (opondo exceções) suas relações com qualquer obrigado anterior. Todos que subscrevem um título de crédito assumem obrigações independentes, distintas das contraídas por outros que, no mesmo título, opuseram as suas assinaturas. Destarte, a obrigação que é assumida numa letra de câmbio pelo sacador não se confunde com a do aceitante; a do avalista independe da dos demais obrigados. Todavia, como conseqüência, todos que a assinam são garantes do pagamento. O consectário lógico, então, é de que, quanto mais o título venha a circular, maior certeza terá o seu dono de receber a quantia nele mencionada no vencimento estipulado, já que poderá acionar tanto o obrigado principal como qualquer dos demais coobrigados. Ao adquirir um título de crédito, passa o seu titular a ter um direito autônomo e independente da relação anterior entre os possuidores, assim justificada por FRAN MARTINS: A obrigação, em princípio, tem a sua origem, nos verdadeiros títulos de crédito, em um ato unilateral de vontade de quem se obriga: aquele que assim o faz não subordina sua obrigação a qualquer outra por acaso já existente no título. Daí poder o portador, no momento oportuno, exigir de qualquer obrigado à realização da obrigação por ele assumida, desde que tenha praticado os atos determinados por lei. 14 PONTES DE MIRANDA alude à autonomia afirmando que: A necessidade de assegurar a circulação cambiária levou à concepção da autonomia das obrigações cambiárias. Certamente, o título cambiário é unidade, e por vezes o designamos pela expressão ato unitário; mas, coexistente com a aparência do todo, há a aparência dos outros singulares, cujo despregamento resulta do fato mesmo das assinaturas, que são diversas e lançadas em diversos tempos. Seria sem história e, portanto, sem traços do tráfico, título em que, a despeito da multiplicidade das mãos por que andou, recebesse declarações bilaterais de vontade, sem lhes assegurar autonomia. O andar deu-lhe o ser solto _ soltura que se reflete como vimos na solidariedade cambiária MARTINS, Fran. Títulos de Crédito. 4.ed. Rio de Janeiro : Forense, v.1. p MIRANDA, Pontes de. Tratado de Direito Privado. 2.ed. Rio de Janeiro: Borsoi, t. 2. p.119.

22 22 TÚLIO ASCARELLI usa de clareza ao abordar a questão: Estabelecendo que a proteção se dá em duas situações diferentes: (a) ao falar em autonomia, o que se quer afirmar é não poderem ser opostas ao subseqüente titular do direito cartular as exceções oponíveis ao portador anterior, decorrentes de Convenções extracartulares, inclusive, nos títulos abstratos, as causais e (b) ao falar em autonomia, também o que se quer dizer é não poder ser oposta ao terceiro possuidor do título a falta de titularidade de quem lho transferiu _ uma situação completa a outra. Com efeito, é de se observar que, admitida à autonomia, somente no último sentido, na aquisição a non domino, o adquirente não poderia restringir as exceções ao direito mencionado no título _ seu titular o teria da mesma forma _ independentemente da titularidade do próprio antecessor. 16 Afirma JOÃO EUNÁPIO BORGES: Que o título de crédito não constitui fenômeno autônomo, desprendido da relação de débito e crédito que lhe deu origem e no qual se insere necessariamente. Há sempre um fundamento, uma causa de ordem econômica na origem da subscrição de um título de crédito: a relação fundamental. Assim, a obrigação que incumbe ao comprador de pagar a mercadoria comprada a prazo não se confunde com a que ele assumiu ao assinar, em virtude de tal compra, um título de crédito. Mesmo inexistente ou insubsistente aquela obrigação fundamental _ que deu origem ao título _ pode eventualmente ser eficaz a obrigação cartular que, embora conexa, é autônoma em relação àquela. 17 O direito que cada titular sucessivo vai adquirindo sobre o título e sobre os direitos que nele estão mencionados é autônomo. A expressão autonomia, para a maior parte da doutrina, indica que o direito do titular é um direito independente no sentido de que cada pessoa, ao adquirir a cártula, recebe um direito próprio, diferente do direito que tinha ou podia ter quem lhe transferiu o mencionado título. Diversas são as teorias a respeito da autonomia, mas a que parece predominar é a de que a relação existente entre o sujeito portador do título e o documento é de natureza real. Assim considerado, o direito que surge da cártula, tratando-se de um direito constitutivo, cada um dos proprietários da cambial o adquire de forma originária, em uma relação real e não derivada de um acordo. 16 ASCARELLI, op.cit., p BORGES, op.cit., p. 14.

23 2.3.3 Cartularidade 23 O título de crédito é sempre um documento representado por um pedaço de papel Cártula. Portanto cártula significa o direito (abstrato que se incorpora), que se apresenta sob a forma de título. É a exteriorização do título por meio de um documento. A exibição desse documento é necessária para o exercício do direito de crédito nele mencionado. O Princípio da Cartularidade, que nos dizeres de FÁBIO ULHOA é a garantia de que o sujeito que postula a satisfação do direito é mesmo o seu titular, sendo, desse modo, o postulado que evita o enriquecimento indevido de quem, tenha sido credor de um título de crédito, o negociou com terceiros ( descontou num banco, por exemplo ) 18. A cartularidade decorre do atributo da autonomia. É em razão de ser o direito mencionado no título literal e autônomo que a apresentação da cártula se faz necessária para o exercício do direito. Cartularidade é, pois, a imperiosa necessidade da apresentação do título para o exercício do direito nele mencionado: "o credor deve possuí-lo, deve apresentá-lo ao devedor e deve restituí-lo a este quando receber o respectivo valor. 19 Sem a apresentação do título de crédito, não está o devedor obrigado a cumprir a prestação respectiva. Indispensável, pois, para a exigibilidade do crédito é a exibição do documento original. Sobre o assunto, assim decidiram os Desembargadores do 1º Grupo de Câmaras Cíveis do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ao julgarem os Embargos nº : A cambial deve ser efetivamente apresentada ao devedor para resgate, mesmo quando deixada em branco para cobrança, não se podendo supor renunciado esse direito do devedor, pelo silêncio, quando a falta de pagamento pode acarretar graves conseqüências, como a rescisão do compromisso, com perda das prestações pagas COELHO, Fábio Ulhoa; Curso de Direito Comercial São Paulo: Saraiva, PEREIRA, Pedro Barbosa. Curso de Direito Comercial. 2.ed. São Paulo : RT, v.2. p SÃO PAULO (ESTADO). Tribunal de Justiça. Deferimento do pedido. Embargos nº Revista Forense, Rio de Janeiro, v. 191, p. 189, 1960

24 24 O direito, portanto, "não se encontra incorporado ao título", como quer fazer preponderar JOÃO EUNÁPIO BORGES, "mas permanece em uma relação de conexidade àquele ; 21 essa situação reveste-se de nitidez quando há a hipótese de perda do título: o direito a sua recuperação está fora da cambial e fundase no vínculo jurídico existente entre credor e devedor; somente extingue-se ela no instante em que o direito cartular for exercido, quando, então, ocorrerá a confusão dos dois direitos (o direito cartular e o direito à recuperação). Enquanto não for exercido o direito cartular, o direito à recuperação continua fora do título. 21 BORGES, op.cit., p

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