A Décima Revisáo da Classificacáo Internacional de Doencas e de Problemas. Relacionados à Saúde (CID-10): A revisáo do final do século

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Décima Revisáo da Classificacáo Internacional de Doencas e de Problemas. Relacionados à Saúde (CID-10): A revisáo do final do século"

Transcrição

1 Décima Revisáo da Cassificagáo Internaciona de Doengas e de Probemas Reacionados à Saúde (CID-10): A revisáo do fina do sécuo Ruy LaureniP Em 1893 foi adotada, pea primeira vez, urna cassificacáo de causas de morte de uso internaciona. Wiiam Farr, da Ingaterra, Marc D Espine, da Sufca e Jacques Bertion, da Franca, muito trabaharam para conseguir urna cassificafão de causas de morte que fosse adotada universamente (1). 0 Instituto Internaciona de Estatistica, em reuniáo reaizada em Viena em 1891, encarregou a de urna cassificacáo de causas de morte a um sob a presidencia de Jacques Bertion. Ta informe foi apresentado e aprovado na reuniáo seguinte, reaizada em Chicago em 1893 (2). A de Bertion, como passou a ser conhecida, recebeu grande aprovacáo e foi adotada por vários países e por muitas cidades isoadamente. Na Regiáo das Américas essa foi usada por primeira vez no México, na das estatísticas de mortaidade de San Luiz de Potosi. Em 1898, em uma reuniáo da American Pubic Heath Association, o uso da Cassificacáo de Bertion foi recomendado para os Estados Unidos da América, Canadá e México assim como sua revisáo decena (2). Em reuniáo de 1899, Jacques Bertion reatou os progressos quanto ao uso da adotada em 1893 e o Instituto Internaciona de Estatistica, em urna resoucáo, toma nota, com satisfacáo, de que o sistema de nomencatura de causas de óbito, que he fora apresentado em 1893, tenha sido adotado por todas as administracóes de estatisticas da América do Norte, por urna parte da América do Su e por agumas nacoes da Europa, e Aprova, peo menos em inhas gerais, o sistema de revisáo decena proposto pea Ameritan Pubic Heath Association na sua reuniáo de Ottawa (1898) (2). Em 1900, o govemo francês convocou a primeira Conferencia Intemaciona para a Revisáo da Cassificacáo de Bertion ou Cassificacáo de Causas de Morte, em Paris. Na ocasiáo foi reacada a vantagem de revisões decenais ficando o govemo francês encarregado de convocar reunióes para as seguintes revisóes: Segunda, em 1909, Terceira, em 1920, Quarta, em 1929 e Quinta, em Na década de 1940, a Organizacáo Mundia da Saúde assumiu a responsabiidade peas revisóes sucessivas, a saber: Sexta, em 1948, Sétima, em 1955, Oitava, em 1965, e Nona, em A Décima Revisáo da Cassificacáo Internaciona de Doencas e de Probemas Reacionados à Saúde, CID-o, foi aprovada pea Conferencia Internaciona Departamento de Epidemioogia da Facudade de Saúde Púbica da Universidade de São Pauo e Centro Coaborador da Organizacáo Mundia da Saúde para a de Doenfas em Portugués, Sáo Pauo, Bra- Si. Endereco pari corre&ondênti Dr. Ruy LaÜrenti, Director, Centro da OMS para a de Doenqas em Portuuguês, Mirdstério da Saúde, Universidade de São Pauo, Facudade de Saúde Púbica, Av. Dr. Arnado 715, São Pauo, Brasi. 273

2 para a Décima Revisáo, em 1989, e adotada pea Quadragésima Terceira Assembéia Mundia da Saúde que recomendou sua entrada em vigor em 10 de janeiro de 1993 (3). Por várias razóes náo foi possíve à totaidade dos países coocar em uso a CID-10 em 1993; grande parte deverá fazê-o em 1995 e 1996 e os demais em anos subseqüentes. Espera-se, assim, que até o fina deste sécuo todos os países já estejam utiizando a Décima Revisáo para estatisticas de mortaidade por causa e estatisticas de morbidade para intemacóes hospitaares, consutas ambuatoriais, etc. Esta é a cassificacáo que deverá estar em uso nos primeiros anos do sécuo XXI e, quase certamente, durante toda a sua primeira década. Na Regiáo das Américas, como se comentou acima, a Cassificacáo Internaciona de Doencas vem sendo utiizada desde o fim do sécuo passado observando-se, incusive, que a proposta de revisóes decenais partiu da American Pubic Heath Association. A Décima Revisáo passará a ser utiizada nos países das Américas em 1995 ou em anos subseqüentes. A Pan-Americana da Saúde tem onga tradigáo em questóes igadas ao uso desse instrumento estatistico e epidemioógico em praticamente todos os países da Regiáo, e está envidando grandes esforcos para a desta nova revisáo, incusive coordenando as asóes dos tres Centros Coaboradores da OMS para a Cassificacão de Doencas existentes nas Américas: Caracas, Sáo Pauo e Washington. Características da Décima Revisáo - CID A principa caracterfstica desta revisáo tavez seja a sua expansáo. 0 aumento do número de categorias e subcategorias, isto é, de códigos de tres e quatro caracteres foi, de fato, muito grande. Para compreender bem esse fato, é interessante fazer um retrospecto histórico como se descreve a seguir. A primeira de uso internaciona, de 1893, e as revisóes sucessivas até a quinta de 1938, incusive, eram cassificacóes de causas de morte: excuíam, portanto, aqueas doencas náo consideradas etais, bem como esóes, traumatismos eves, etc. A partir da década de 1940 comegou a haver urna demanda crescente por estatisticas de doencas que motivavam intemacóes hospitaares e consutas ambuatoriais e, desta maneira, passou também a haver necessidade de urna dessas causas para fins de anáise. A Sexta Revisáo, aprovada em 1948, passou a incorporar também doencas bem como situacóes e/ou probemas que eram motivos de assistência médica. Assim, passou-se a ter urna verdadeira de doencas (diagnósticos), de esóes e traumatismos, bem como de motivos de consuta que náo eram propriamente doenps. Tendo em vista as necessidades mais atuais de contar com vários aspectos de morbidade, a CID-10 sofreu grande expansáo, dupicando praticamente, o número de códigos em à CID-9. A tabea 1 apresenta o número de categorias existentes nas sucessivas revisóes, desde a primeira até a mais recente. Para possibiitar a grande expansáo de categorias e subcategorias, a CID- 10 passou a ter códigos afa-numéricos. A única etra do afabeto náo usada é o U. Dessa maneira, cada capítuo tem uma etra havendo aguns com duas como, por exempo, o capítuo de Doenps Infecciosas e Parasitarias. Outrossim, os códigos para determinada etra podem estar divididos em dois capítuos. 0 número de capítuos, que da CID-6 à CID-9 era 17, passou para 21, e a dees continua sendo em agarismos romanos - de 1 a XXI. Esse aumento deveu-se ao fato de o Capítuo VI

3 TABELA 1. Revisóes da CassificaQo Internaciona de Doencas segundo o ano em que foi adotada, ano de uso e número de categorias Revisões Ano da confer&ncia que a adotou Anos de uso Doencas Primeira Segunda Terceira Quarta Quinta Sexta Sétima Oitava Nona Décima ? 1575 Fonfe: bibiográfica 7. Cateaorias Causas externas Motivos da assistência de saúde : Tota da CID-9 (Doencas do Sistema Nervoso e dos Órgáos do Sentido), ter passado, na CID 10, a tres capítuos: VI, Doencas do Sistema Nervoso; VB, Doencas do Oho e Anexos; e VIII, Doencas do Ouvido e da Apófise Mastóide. A Cassificacáo Supementar para Causas Externas, que da Sexta à Nona Revisóes era chamada Código E, passou a ser incorporada na Lista Tabuar da CID-10 como Capítuo XX. A Supementar V passou a ser 0 Capítuo XXI. Pode-se dizer que a CID-10 é urna cassificacáo bastante votada para uso em morbidade. 0 nome também mudou; até a CID-9 chamava-se Estatistica Internaciona de Doencas, passando a denominar-se, a CID-o, de Cassificacáo Estatistica Internaciona de Doencas e Probemas Reacionados à Saúde. Desde,a CID-6, a apresentacáo foi sempre em dois voumes: Lista Tabuar, Voume 1, e o Ir-dice Afabético, Voume II. A CID-10 passou a ser apresentada em tres voumes: o Índice Afabético é o novo Voume II e o Voume II atua contém, com mais detahes, toda a parte histórica da CID, suas regras, normas, instrucóes, etc. (para uso em mortaidade e morbidade) e, parte importante, as para uso em estatisticas vitais. Urna característica da CID-10 que merece ser citada é que em todos os capítuos o número de categorias náo ocupadas (categorias vazias ou ivres) aumentou. Estas possibiitam a aocacáo de urna doenca que venha a ser descrita e possibiita, também, o uso para aguma que se desejar fazer sobre aguma doenca já codificada ou mesmo para certo detahe sobre determinado diagnóstico em servicos de saúde. Na tabea 2 apresentam-se, aém da correspondencia entre os capítuos da CID-9 e da CID-o, o número de categorias ocupadas e ivres em ambas as revisóes. No inicio da década de 1980, surgiu a descricáo de urna síndrome muito importante tanto por sua gravidade, sua freqüência crescente e seus aspectos sociais -a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, ADS. A CID-10 incorporou, no Capítuo 1 (Doencas Infecciosas e Parasitárias) um agrupamento de categorias intituado Doencas peo Virus da hnunodeficiencia Humana (HIV) com cinco categorias (B20 a B24) e um tota de 25 subcategorias. Outra doenga descrita, e que aparece na nova revisáo, é a febre purpúrica do Brasi, infeccáo sistêmica causada peo Haemophius aegyptius. 275

4 TABELA 2. Correspond&ncia entre capftuos da CID-9 e da CID-10 e número de categorias de tr&s dgitos, segundo os captuos das duas revisóes Categorias de dfgitos Ocupadas Livres Capituo CID-9 Capituo CID-10 CID-9 CID-10 CID-9 CID-1 0 I 111 IV w VII VIII IX i XII XIII XIV xv XVI XVII E600- E VO1 -V62 I AOO- B i Cóó-D49 3: EOO-E99 i IH D50-D :: FOO- F Y VII HOO- H VIII H60-H99 IX :7 12 '.. :: JOO-J99 36 XI KOO-K99 7: i2 26 XIV NOO-N ;i : :: x11 LOO-L99 : XIII MOO-M99 XVII QOO-Q :: XVI POO-P XVIII ROO- R99 XIX SOO-T99 xx 19: 198 iö VO1 -v XXI woo-w99 x00-x99 YOO-Y S m-9: I-Doengas infecciosas e parasitárias; I-Neopasia; III-Doenpas das gånduas endbcrinas, da e do metaboismo e transtornos imunitários; IV-Doencas do sangue e 6rgáos hematopo6ticos; V-Transtornos mentais; VI-Doengas do sistema nervoso e dos brgåos dos sentidos; VII-Doengas do apareho circuat6rio; VIII-Doencas do apareho respiratário; IX-Doencas do apareho digestivo; X-Doencas do apareho geniturinário; da gravidez, do parto e do puerpério: XII-Doencas da pee e do tecido ceuar subcutåneo; XIII-Doencas do sistema osteomuscuar e do tecido conjuntivo; XIV-Anomaias cong&nitas; XV-Agumas afecgões originadas no perfodo perinata; XVI-Sintomas, sinais e afeccões madefinidas; XVII- Lesóes e envenenamentos. Causas externas (EEOO-E999) e Contatos com serv$os de saúde (VO-VO82). CID-o: 1-Agumas doencas infecciosas e parasitárias; I-Neopasias; III-Doencas do sangue e dos órgáos hematopo6ticos e aguns transtornos imunit&ios; IV-Doencas endbcrinas, nutricionais e metabóicas; V- Transtornos mentais e comportamentais; VI-Doencas do sistema nervoso; VII-Doencas do oho e anexos; VIII-Doencas do ouvido e da apófise mastóide; IX-Doencas do apareho circuatbrio; X-Doencas do apareho respiratbrio; XI-Doengas do apareho digestivo; XII-Doencas da pee e do tecido subcut%neo; XIII-Doencas do sistema osteomuscuar e tecido conjuntivo; XIV-Doencas do apareho geniturinario; XV-Gravidez, parto e puerp&fo; XVI-Agumas afeqóes originadas no perodo perinata; cong&nitas, deformidades e anomaias cromoss6micas; XVIII-Sintomas, sinais e achados anormais de exames cnicos e de aboratório nao cassificados em outra parte; XIX-Lesões, envenenamento e agumas outras consequ&ncias de causas externas; XX-Causas externas de morbidade e de mortaidade; XXI-Fatores que infuenciam o estado de sa6de e o contato com os servicos de saúde , Para agumas doengas continua a existir, na CID-o, urna dupa cassificacao que se convencionou chamar de códigos de cruz (t) e de asterfstico (*), o primeiro para a etioogia e o segundo para a manifestacão de urna doenga. Na CID-10 houve urna excusáo importante, peo menos peas repercussões que teve, particuarmente na imprensa eiga - o homossexuaismo. Este diagnóstico, que desde a CID-6 estava incuído no capítuo referente a transtornos mentais, foi totamente excuído da CID-o.

5 Urna inovacáo na CID-10, em à revisáo anterior, foi a criacáo, no fina de aguns capítuos, de categorias para transtomos conseqüentes a operacóes. Estes constituem probemas de assistência médica e incuem, como exempos, as compicacóes ou mesmo doencas endócrinas e metabóicas que surgem após a remocáo de um órgáo ou após outras afeccóes especificas, tais como a sfndrome de dtmping, após gastrectomia. Outras compicacóes pós-operacões, náo-específicas a um órgáo ou sistema, incuindo compicacóes imediatas como a emboia gasosa e o choque pós-operatório, continuam a ser cassificadas no capítuo Lesóes, envenenamentos e agumas outras conseqiiências de causas externas. No Voume 1 da CID-10, na parte referente ao Reatório da Conferencia Internaciona para a Décima Revisáo da Cassificacáo Internaciona de Doencas, descrevem-se, com maiores detahes, todas as características da revisáo que ora entra em uso (3). Quanto as definicóes usadas em estatisticas vitais, a maioria permanece inaterada, porém é preciso destacar a da definicáo do período perinata que, na Décima Revisáo passou a ser considerado como iniciando-se a partir da 22. semana de gestacáo, quando o feto atinge 500 g, e náo mais da 28 semana. Outra mudanca importante foi a referente à mortaidade materna. Ainda que mantendo a definicáo anterior apresentada na CID-g: A fim de mehorar a quaidade dos dados sobre mortaidade materna e possibiitar métodos aternativos de coeta de dados sobre mortes ocorridas durante a ou reacionadas a ea, bem como para incentivar o registro dos óbitos por causas obstétricas ocorridas após os 42 dias do término da gestacáo, duas definicóes adicionais para mortes reacionadas à gravidez e para morte materna tardia foram formuadas... (3). As regras e normas para codificar mortaidade e morbidade, praticamente náo se ateraram. Comentários em à CID-10 Urna crftica que se fez à Cassificacáo Internaciona de Doencas e que se mantém em reagáo à CID-10 é tratar-se de uma cassificacáo imperfeita, visto náo existir um eixo cassificatório definido. De fato, em aguns capítuos, o eixo é etioógico, em outros é anatômico e ainda em outros - como para as causas maternas e as doenca perinatais - é um período particuar da vida. Esta é urna critica feita por peritos em sistemática. Deve-se embrar que desde a primeira intemaciona e suas primeiras revisóes sempre houve um ajuste de interesses sendo na reaidade difíci, senáo impossíve, obter-se urna sistemática de agrupamento de doencas que obedeca a um único eixo, mesmo que este seja o anatômico, aparentemente o mais simpes ou fáci de seguir. Continuam a existir na CID-10 agumas doencas que ocupam determinadas posi$es e que causam estranheza. 0 exempo cássico é o referente à febre reumática e, particuarmente à pneumonia e à gripe. Desde a CID-6 até a CID-10 a febre reumática acha-se incuída no capítuo de doencas do apareho circuatório, sem que se deixasse de conhecer que essa doenp do tecido conjuntivo náo corresponde estritamente a nenhum sistema particuar. Entretanto, deu-se preferencia no caso as suas compicacóes mais graves e mais freqüentes que sáo de ocaizacáo cardíaca. Em à pneumonia e à gripe - doencas infecciosas - as intimas entre eas e as infeccões agudas das vias respiratórias superiores, muitas das quais ainda de etioogia desconhecida, fez com que fossem cassificadas no apareho respirató- 277

6 278 rio. Podem-se citar, também, as da peee do tecido ceuar subcutâneo, incuídas no capítuo de pee e náo de doencas infecciosas. Poder-se-iam citar vários outros exempos de doencas que, como nos casos acima comentados, chamam a atencáo pea impropriedade de sua na cassificacáo. Porém isso náo dificutou ou impediu a de anáises sobre mortaidade por causas de morte ou diagnósticos de intemacóes hospitaares ou outros. E assim continuará a ser com a CID-o. Urna crítica feita à CID-10 é que, devido à sua grande expansáo, tomouse difíci usá-a em casos de mortaidade pois, nesta área, náo se requer muita ou detahe. Aém disso, por ser a mortaidade o uso mais antigo, mais tradiciona e mais internaciona da cassificacáo, deveria ter prioridade. Teve-se isto em mente quando da da CID-o, e chegou-se mesmo a pensar em fazer urna menos detahada, por exempo: em nive apenas de categorias de tres caracteres para uso excusivo em mortaidade. Para usos em morbidade far-seiam expansóes e detahamentos a partir desse núceo. Ainda que muito extensa e com finaidades dirigidas principamente à morbidade gera há, por outro ado, crfticas peos usuários em especiaidades (cardioogia, odontoogia, gastroenteroogia, etc.) pois, nesses casos, náo cobre todas as desejadas. Para as especiaidades sao necesskias adaptacóes para usos específicos. Há também questionamentos no sentido de que a Cassificacáo Internaciona de Doencas náo satisfaz às necessidades em nfve de assistência primária à saúde, onde é atendida grande parte dos probemas. Assim, White (4) comenta que a cassificacáo baseia-se principamente nas necessidades e interesses daquees que idam com as doencas nas etapas finais da história natura das mesmas. Discutindo esse aspecto, Avian-Rovira (5) diz textuamente... Ninguém discute o fato de a CID náo ser adequada para estatisticas de assistência primária. Grande da demanda em níve primário de assistência náo pode ser descrita em termos de doencas. Como se sabe, muitos desses eementos de demanda sáo expressos como sintomas e sinais ou suas combinacóes, o que náo faciita sua categorizacáo em urna cassificacáo baseada principamente em doencas. É preciso embrar que iniciamente a CID era uma cassifica$io de causas de morte e, quando se expandiu para ser uma verdadeira de doenps, pensou-se muito mais em estatisticas de intemagóes hospitaares ou mesmo assistência ambuatoria1 hospitaar. Houve várias cassificacóes propostas para assistência primária, mas todas incuíam, praticamente, um componente doencaskiagnóstico, náo dispensando, portanto, conhecimento da CID (1). Visto que a epidemioogia náo deve se imitar apenas à de ateracóes bioógicas ou psíquicas em urna série de indivfduos, certas restricóes têm sido feitas à CID por seguir um esquema bioogicista sem nenhum compromisso para ser um instrumento que favorega a anáise do processo saúde-doenca. Assim, uma das categorias básicas para estabeecer urna cassificacáo de uso em epidemioogia é a casse socia (6). Náo se nega a importancia da casse socia para urna boa do quadro epidemioógico. Difíci, porém, é entender como uma cassificacáo de doencas pode incorporar a casse socia nas suas categorias e subcategorias: seria o mesmo que querer utiizar o sexo e a idade - variáveis importantes para anáises epidemioógicas - para construir categorias e subcategorias da CID. E interessante embrar que, iniciando-se com Farr, pubicam-se na Ingaterra estatisticas de mortaidade por causa, segundo variáveis sociais, sem se ter jamais considerado neces-

7 sário incorporar categorias e subcategorias de doencas que incuíssem casses sociais. Pode-se dizer que a questão se resume em terem-se numeradores e denominadores apropriados, náo se tratando, portanto, de deficiência da CID. Com o intuito de soucionar os vários probemas apontados em reacáo aos diferentes tipos de usos da CID, a OMS e os Centros Coaboradores da OMS para a Cassificacáo de Doencas vêm tentando criar, desde os preparativos da nona revisáo da CID, urna famíia de cassificacóes para obter todas as informagóes necessárias para a saúde, desde a ckíssica e tradiciona estatistica de mortaidade por causa até as detahadas para especiaidades médicas, assim como as estatísticas de motivo de consuta em assistência primária. A Conferência Intemaciona para a Décima Revisáo da Cassifica$io Internaciona de Doengas, reaizada pea OMS em Genebra, em 1989, aprovou a idéia de que somente uma famiia de de doengas e de probemas reacionados com a saúde poderia satisfazer às diferentes necessidades e usos em saúde púbica (3). 0 núceo (ou cure como é conhecido) desta famíia é a nucear que consiste na CID em níve de trk caracteres, isto é, sem detahes de em subcategotias, e que seria a para uso particuarmente em mortaidade, e para certos níveis de morbidade. A essa nucear se somaria urna série de outras, agumas reacionadas hierarquicamente e outras de natureza supementar. 0 esquema da famíia de cassificacóes apresentado na CID- 10 aparece abaixo na figura 1. FIGURA 1. Famfia de Cassificacóes de Doencas e Probemas Reacionados à Saúde Estatística Internaciona de DoenCas e de Probemas Reacionados à Saúde Outros tipos de buscadas na comunidade Sintomas Incapacidades Achados anormais de aboratório Lesóes e envenenamentos Causas externas de morbidade mortaidade Fatores que infuenciam 0 1 estr desaúde + 1 para especiaidades Oncoogia Odontoogia e estomatoogia Oftarnoogia Psiouiatria Psiquiatria Neuroogia Neukogia Otorrinoaringoogia Reumatoogia e ortopedia Pediatria Etc. Prática médica gera Outras reacionadas Motivos de consuta (queixas) 279

8 A partir de Graunt, com sua pubicacao de 1662 onde apresentou uma ista de causas de morte, passando-se por Farr, na segunda metade do sécuo XIX, e por Bertion, nas duas primeiras décadas do sécuo XX, com suas cassifica~óes de causas de morte, bem como pea OMS, que na metade deste sécuo eaborou urna de doencas e causas de morte, chegar-se-á ao sécuo XX com uma famfia de Partiu-se portanto da necessidade de obter sobre mortaidade por causa e chegou-se à possibiidade de obter para todos os rúveis de assistência à saúde e & doenga. Na Regiáo das Américas, a Organizacáo Pan-Americana da Saúde, que teve pape importante na do uso da CID, ve-se agora com a tarefa de trabahar com urna famíia de cassificacóes junto com a CID-o. REFERENCIAS 1. Laurenti R. Anáise de informacáo em saúde: Cem anos da Cassificacáo Internaciona de Doeqas. Reu Saude Pubica (Sáo Pauo) 1991;25(6): Organizacáo Pan-Americana da Saúde. Manua da CassificqZo Estafísfica ntprnaciona aé Doencas, Lcsões e Causas de Óbito. Previsáo. Vo. 1 (versáo em português). Washington, DC: Mundia da Saúde. Estafística Infermiona de Doencas e Probkmus Macionados à Saide. 10 revisáo. Vo. 1 (versáo em português). Sáo Pauo: Editora da Universidade de Sáo Pauo; White KL. nfroduction fo heafh sfatistics jor the year 2000: patienfs, primay care, popuations and pafboogy. Em: Intemationa Conference on Heath Statistics for the Year Fundacáo Rockefeer e Mundia da Saúde. Budapeste: Statistica Pubishing House; 1984; Avian-Rovira JM. La Cassificación Internaciona de Enfermedades en a formación de anaistas de información. Cuad Esc Saud Pubica (Caracas): 1989;53: Breih 1, Granda E. Investigación de saud en a sociedad. La Paz, Boivia: Fundación y Sociedad; 198% 0 280

INDICADORES DE SAÚDE E ESTATÍSTICAS VITAIS I. Epidemiologia 2

INDICADORES DE SAÚDE E ESTATÍSTICAS VITAIS I. Epidemiologia 2 INDICADORES DE SAÚDE E ESTATÍSTICAS VITAIS I Epidemiologia 2 Fórmulas, conceitos notícias de EPI2 Acesse do seu celular, tablet ou computador Indicadores de saúde São medidas que descrevem as características

Leia mais

2000 2003 Porto Alegre

2000 2003 Porto Alegre 2000 2003 Porto Alegre 1 Tabela 1- Série histórica do número de óbitos e Coeficientes de Mortalidade Geral (CMG) no Brasil, Rio Grande do Sul e Porto Alegre, 1980-2003 Brasil RS Porto Alegre Ano óbitos

Leia mais

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS

CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS CAUSAS DE MORBIDADE HOSPITALAR POR DOENÇAS DE INTERNAÇÃO EVITÁVEL EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS Scaleti Vanessa Brisch 1 Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira Toso RESUMO: Estudo sobre as causas de internações

Leia mais

Lista de Tabulação CID-BR

Lista de Tabulação CID-BR Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR Esta classificação foi elaborada a partir da Lista de Tabulação da CID-BR-9, uma versão da Lista Básica de Tabulação da Classificação Internacional de Doenças

Leia mais

Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR

Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR Esta classificação foi elaborada a partir da Lista de Tabulação da CID-BR-9, uma versão da Lista Básica de Tabulação da Classificação Internacional de Doenças

Leia mais

Princípios da Engenharia de Software Aula 01

Princípios da Engenharia de Software Aula 01 Princípios da Engenharia de Software Aua 01 Prof.: José Honorato Ferreira Nunes honorato.nunes@bonfim.ifbaiano.edu.br Materia cedido por: Frankin M. Correia frankin.correia@bonfim.ifbaiano.edu.br Objetivo

Leia mais

Atuais objetivos da normalização

Atuais objetivos da normalização A U L A Atuais objetivos da normaização Você agora vai estudar a útima parte deste assunto: os atuais objetivos da normaização. Pode-se dizer que a primeira fase da normaização, por vota de 1900 até os

Leia mais

Leiaute ou arranjo físico

Leiaute ou arranjo físico Leiaute ou arranjo físico A UU L AL A Quaquer posto de trabaho, incusive o nosso, está igado aos demais postos de trabaho, num oca quaquer de uma empresa. Esse oca pode ser uma área grande ou pequena.

Leia mais

Introdução. Métodos Resultados

Introdução. Métodos Resultados GASTO MÉDIO PER CAPITA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE COM MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS Cristina Mariano Ruas Brandão Iola Gurgel Andrade, Mariângela Leal Cherchiglia, Grazielle Dias da Silva, Augusto Afonso Guerra

Leia mais

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001 MANUAL DE IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA VIÁRIA REQUISITOS DA NORMA ISO 39001 branca A P R E S E N TA Ç Ã O Construindo um novo futuro Para tornar-se íder goba em souções de transporte

Leia mais

PORTO ALEGRE. Mortalidade por Gerencia Distrital, 2010

PORTO ALEGRE. Mortalidade por Gerencia Distrital, 2010 Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde/SMS Coordenadoria Geral de Vigilância da Saúde/CGVS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos Não Transmissíveis PORTO

Leia mais

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DAS LICENÇAS DE SAÚDE 2012

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DAS LICENÇAS DE SAÚDE 2012 PODER JUDICIÁRIO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ NADH/SEMOD Av. Anita Garibaldi, nº 888. CEP 80.540-180. Curitiba-PR Tel.: (41) 3313-4460 semod@jfpr.gov.br Curitiba, 21 de dezembro de 2012. LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO

Leia mais

do trabalho Neste módulo, você vai estudar algumas Apresentação

do trabalho Neste módulo, você vai estudar algumas Apresentação Organização do trabaho Neste móduo, você vai estudar agumas noções básicas de organização do trabaho. Na primeira aua é anaisada a importância do trabaho para o bem de cada um, da sociedade e da nação.

Leia mais

Just-in-time. Podemos dizer que estamos usando a técnica. Conceito

Just-in-time. Podemos dizer que estamos usando a técnica. Conceito A UU L AL A Just-in-time Podemos dizer que estamos usando a técnica ou sistema just-in-time ou, abreviadamente, JIT, quando produzimos ago sem desperdício de matéria-prima; quando soicitamos e utiizamos

Leia mais

A primeira fase da normalização

A primeira fase da normalização U L A A primeira fase da normaização A partir do momento em que o homem entra na era industria e inicia a produção em massa, isto é, a fabricação de um mesmo produto em grande quantidade, surge uma grande

Leia mais

Simplificando o trabalho

Simplificando o trabalho A U A UL LA Simpificando o trabaho A simpificação do trabaho constitui outro meio que favorece diretamente a produtividade. Essa simpificação se reaciona com a mehoria de um método de trabaho, seja ee

Leia mais

Rede de Teleassistência de Minas Gerais. Antonio Ribeiro Hospital das Clínicas da UFMG

Rede de Teleassistência de Minas Gerais. Antonio Ribeiro Hospital das Clínicas da UFMG Rede de Teleassistência de Minas Gerais Antonio Ribeiro Hospital das Clínicas da UFMG Outubro de 2014 até Setembro/2014 Número de akvidades 50.000 45.000 ECGs (821 pontos) e Teleconsultorias online e

Leia mais

AS NAÇÕES UNIDAS, A CONVENÇÃO E O COMITÉ

AS NAÇÕES UNIDAS, A CONVENÇÃO E O COMITÉ DIREITOS DA CRIANÇA CATARINA ALBUQUERQUE Técnica Superior no Gabinete de Documentação e Direito Comparado da Procuradoria-Gera da Repúbica AS NAÇÕES UNIDAS, A CONVENÇÃO E O COMITÉ Documentação e Direito

Leia mais

O que você vai aprender. Seria bom já saber. Isto lhe interessa. entendia nada! Tinha que decorar tudo!

O que você vai aprender. Seria bom já saber. Isto lhe interessa. entendia nada! Tinha que decorar tudo! A UA UL LA Eu Química O que você vai aprender Ciência Química Matéria Substância Progresso tecnoógico Novos materiais Como faz o cientista Seria bom já saber Para inicar o seu curso de Química, procure

Leia mais

ANÁLISE DAS CONSEQÜÊNCIAS DO TRÁFEGO DE COMBINAÇÕES DE VEÍCULOS DE CARGA (CVCs) SOBRE AS PONTES DA REDE VIÁRIA SOB JURISDIÇÃO DO DER-SP

ANÁLISE DAS CONSEQÜÊNCIAS DO TRÁFEGO DE COMBINAÇÕES DE VEÍCULOS DE CARGA (CVCs) SOBRE AS PONTES DA REDE VIÁRIA SOB JURISDIÇÃO DO DER-SP ANÁLISE DAS CONSEQÜÊNCIAS DO TRÁFEGO DE COMBINAÇÕES DE VEÍCULOS DE CARGA 27 ANÁLISE DAS CONSEQÜÊNCIAS DO TRÁFEGO DE COMBINAÇÕES DE VEÍCULOS DE CARGA (CVCs) SOBRE AS PONTES DA REDE VIÁRIA SOB JURISDIÇÃO

Leia mais

17 Como escolher um extintor de incêndio?

17 Como escolher um extintor de incêndio? A UA UL LA Como escoher um extintor de incêndio? O que você vai aprender Como apagar fogo Tipos de incêndios Tipos de extintores O que fazer em caso de incêndio? Seria bom já saber O que é fogo Composição

Leia mais

Desfibrilhação Automática Externa

Desfibrilhação Automática Externa Programa Naciona de Desfibrihação Automática Externa Versão 2/2012 Programa Naciona de Desfibrihação Automática Externa Programa Naciona de Desfibrihação Automática Externa Este programa poderá ser revisto

Leia mais

Cálculo analítico das reações de apoio das lajes maciças de concreto

Cálculo analítico das reações de apoio das lajes maciças de concreto nais do XVI ncontro de Iniciação ientífica e Pós-Graduação do IT XVI NIT / 010 Instituto Tecnoógico de eronáutica São José dos ampos SP rasi 0 de outubro de 010 ácuo anaítico das reações de apoio das ajes

Leia mais

Material de referência sobre as Cúpulas da ONU

Material de referência sobre as Cúpulas da ONU Materia de referência sobre as Cúpuas da ONU Perspectiva gera eaborada peo Centro Coaborador da Organização Mundia da Saúde da Agência de Saúde Púbica do Canadá sobre poíticas reativas a doenças crônicas

Leia mais

Mortalidade em idosos: desenvolvimento e aplicação de uma metodologia para a recuperação da informação sobre a causa básica* 1

Mortalidade em idosos: desenvolvimento e aplicação de uma metodologia para a recuperação da informação sobre a causa básica* 1 Mortalidade em idosos: desenvolvimento e aplicação de uma metodologia para a recuperação da informação sobre a causa básica* 1 Angela Maria Cascão (1 ) e Pauline Lorena Kale (2) RESUMO Introdução: Os idosos

Leia mais

34 Ritmos e movimentos da população mundial

34 Ritmos e movimentos da população mundial A U A UL LA Ritmos e movimentos da popuação mundia Nessa aua, vamos estudar o crescimento da popuação mundia reacionando-o com as mudanças ocorridas na sociedade. Vamos conhecer o modeo expicativo da desaceeração

Leia mais

Por que o cobre não precisa de proteção?

Por que o cobre não precisa de proteção? Por que o cobre não precisa de proteção? AUUL AL A Sobre o atão A recicagem do cobre Os usos do cobre metáico Decapagem do cobre metáico Especificação de um produto Souções diuídas e concentradas O que

Leia mais

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DAS LICENÇAS DE SAÚDE 2011

LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO DAS LICENÇAS DE SAÚDE 2011 PODER JUDICIÁRIO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ NADH/SEMOD Av. Anita Garibaldi, nº 888. CEP 80.540-180. Curitiba-PR Tel.: (41) 3313-4460 semod@jfpr.gov.br Curitiba, 22 de dezembro de 2011. LEVANTAMENTO ESTATÍSTICO

Leia mais

Journal of Public Health

Journal of Public Health Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública VOLUME 34 NÚMERO 1 FEVEREIRO 2000 p. 21-28 Revista de Saúde Pública Journal of Public Health Equivalência entre revisões da Classificação Internacional

Leia mais

Política do grupo para HIV/AIDS

Política do grupo para HIV/AIDS Poítica do grupo para HIV/AIDS A Ango American pc reconhece a tragédia humana causada pea epidemia de HIV/AIDS, particuarmente na África sub-saariana. Estamos preocupados com a gravidade e as impicações

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 02/2013

RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 02/2013 RESOLUÇÃO CONSEPE Nº 2/213 A Presidente do Conseho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições, consoante o deiberado na 99ª Reunião Ordinária, reaizada no dia 1 de dezembro

Leia mais

PARECER DOS RECURSOS

PARECER DOS RECURSOS Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE Concurso Púbico de Ingresso no Magistério Púbico Estadua EDITAL Nº 21/2012/SED PARECER DOS RECURSOS CARGO: Professor de Educação Física 11) Segundo

Leia mais

Cursos Profissionalizantes

Cursos Profissionalizantes Cursos Profissionaizantes O Teecurso Profissionaizante foi feito para você que está à procura de profissionaização; para você que está desempregado e precisa aprender uma profissão; para você que já estuda

Leia mais

Relação entre setores

Relação entre setores Reação entre setores Na empresa existem outros tipos de trabaho aém daquees que produzem bens, como automóveis, geadeiras etc. Esses trabahos precisam de pessoas especiaizadas para que toda a empresa possa

Leia mais

Exame Nacional de 2005 1. a chamada

Exame Nacional de 2005 1. a chamada Exame Naciona de 200 1. a chamada 1. Na escoa da Rita, fez-se um estudo sobre o gosto dos aunos pea eitura. Um inquérito reaizado incuía a questão seguinte. «Quantos ivros este desde o início do ano ectivo?»

Leia mais

Análise de Correspondência entre Clínicas Médicas e Indicadores Hospitalares: O Caso do Hospital Universitário de Santa Maria

Análise de Correspondência entre Clínicas Médicas e Indicadores Hospitalares: O Caso do Hospital Universitário de Santa Maria Anáise de Correspondência entre Cínicas Médicas e Indicadores Hospitaares: O Caso do Hospita Universitário de Santa Maria Fábio Mariano Bayer (UFSM) fabiobayer@mai.ufsm.br Adriano Mendonça Souza (UFSM)

Leia mais

SIM - Sistema de Informação sobre Mortalidade. PORTO ALEGRE - Relatório 2007

SIM - Sistema de Informação sobre Mortalidade. PORTO ALEGRE - Relatório 2007 Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria Municipal de Saúde/SMS Coordenadoria Geral de Vigilância da Saúde/CGVS Equipe de Vigilância de Eventos Vitais, Doenças e Agravos Não Transmissíveis SIM -

Leia mais

Análise de Segurança Estática em Sistemas de Potência

Análise de Segurança Estática em Sistemas de Potência Universidade Federa do Rio de Janeiro Escoa Poitécnica Departamento de Engenharia Eétrica NOTAS DE AULA Anáise de Segurança Estática em Sistemas de Potência Prof. Carmen Lucia Tancredo Borges, D.Sc Juiana

Leia mais

UFPa ESTRUTURAS DE CONCRETO II Prof Ronaldson Carneiro - Nov/2006

UFPa ESTRUTURAS DE CONCRETO II Prof Ronaldson Carneiro - Nov/2006 UFPa ESTRUTURAS DE CONCRETO II Prof Ronadson Carneiro - Nov/006 1. INTRODUÇÃO 1. DEFINIÇÃO: Eementos panos (pacas), geramente em posição horizonta, que apresentam uma dimensão, a espessura, muito menor

Leia mais

SIM Sistema de Informação sobre Mortalidade

SIM Sistema de Informação sobre Mortalidade SIM Sistema de Informação sobre Mortalidade Porto Alegre RELATÓRIO 2006 1 Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeito José Fogaça Secretaria Municipal da Saúde Secretário Eliseu Santos Coordenadoria

Leia mais

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL Roberto Passos Nogueira 1 Introdução Os estudos sobre mortalidade comumente têm por base a Classificação Internacional das Doenças (CID), que é elaborada

Leia mais

Normalização no Brasil

Normalização no Brasil Normaização no Brasi A ABNT foi fundada em 1940, por iniciativa particuar de um grupo de técnicos e engenheiros, sendo a primeira entidade a disseminar normas técnicas no Brasi. Em 1962, a ABNT foi reconhecida

Leia mais

Guia de operação para 4334

Guia de operação para 4334 MO1211-PA Prefácio Congratuações por sua escoha deste reógio CASIO. Para obter o máximo de sua compra, certifique-se de er atentamente este manua. Advertência! As funções de medição incorporadas neste

Leia mais

DIAGNÓSTICO E PROPOSTA PARA UTILIZAÇÃO DO ESTOQUE DE SEGURANÇA EM PRODUTOS ACABADOS DE UMA EMPRESA DE PLÁSTICOS. *E-mail: elpidio@unisc.

DIAGNÓSTICO E PROPOSTA PARA UTILIZAÇÃO DO ESTOQUE DE SEGURANÇA EM PRODUTOS ACABADOS DE UMA EMPRESA DE PLÁSTICOS. *E-mail: elpidio@unisc. DIAGNÓSTICO E PROPOSTA PARA UTILIZAÇÃO DO ESTOQUE DE SEGURANÇA EM PRODUTOS ACABADOS DE UMA EMPRESA DE PLÁSTICOS Epídio O. B. Nara 1 *, Leirson Eckert 2, Jaqueine de Moraes 3 1 SPI - Sistemas de Processos

Leia mais

Organização do trabalho

Organização do trabalho Departamento Regiona de São Pauo Organização do trabaho Escoa SENAI MÓDULOS ESPECIAIS MECÂNICA Móduos especiais - Mecânica Materia didático extraído do móduo Organização do trabaho teecurso profissionaizante

Leia mais

Mortalidade geral 1996 a 2012 Notas Técnicas

Mortalidade geral 1996 a 2012 Notas Técnicas Mortalidade geral 1996 a 2012 Notas Técnicas Origem dos dados Os dados disponíveis são oriundos do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), sistema este gerido pelo Departamento de Análise de Situação

Leia mais

MÓDULOS ESPECIAIS MECÂNICA

MÓDULOS ESPECIAIS MECÂNICA Departamento Regiona de São Pauo Normaização Escoa SENAI MÓDULOS ESPECIAIS MECÂNICA Móduos especiais - Mecânica Materia didático extraído do móduo Normaização teecurso profissionaizante 2000. Trabaho eaborado

Leia mais

Poluição do Ar e a Saúde Respiratória no Município de Duque de Caxias

Poluição do Ar e a Saúde Respiratória no Município de Duque de Caxias Poluição do Ar e a Saúde Respiratória no Município de Duque de Caxias Felipe Sodré felipe.b4rros@gmail.com ( PUC-Rio) Felipe Fraifeld felipefrai@gmail.com (PUC-Rio) Leonardo Novaes - Objetivo geral: O

Leia mais

Evolução da Mortalidade no Rio Grande do Sul *

Evolução da Mortalidade no Rio Grande do Sul * Evolução da Mortalidade no Rio Grande do Sul * Marilene Dias Bandeira UFRGS - Fundação de Economia e Estatística Palavras-chave: mortalidade; causas de morte; tendências da mortalidade. O objetivo deste

Leia mais

Vamos reciclar plásticos?

Vamos reciclar plásticos? Acesse: http://fuvestibuar.com.br/ Vamos recicar pásticos? O que você vai aprender Poietienos: tipos e obtenção Diferentes tipos de pástico Usos de pásticos Recicagem de pásticos Vantagens dos pásticos

Leia mais

Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM

Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM Consolidação da base de dados de 11 Coordenação Geral de Informações e Análise Epidemiológica - CGIAE Este documento é um breve resumo de caraterísticas do

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS Comissão Própria de Avaliação

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS Comissão Própria de Avaliação Comissão Própria de Avaiação Apresentação dos Resutados da Avaiação Gera da UCPe peos Aunos A tabuação abaixo foi feita a partir dos questionários sócio-econômicos do ENADE, dos anos de 01. Estado Civi?

Leia mais

VII REUNIÃO. Data: 28/08/2015 COGESP/SEPOG/PMF

VII REUNIÃO. Data: 28/08/2015 COGESP/SEPOG/PMF VII REUNIÃO Data: 28/08/2015 COGESP/SEPOG/PMF Organograma SEPOG COGESP/SEPOG/PMF Organograma COGESP Ângela Márcia e Noeme Milfont Samarkandra Bandeira Lena Neiva Tania Beserra Izabel Sizina Fabricio Torres

Leia mais

Prof. Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com

Prof. Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com Prof. Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com A estatística tem como objetivo fornecer informação (conhecimento) utilizando quantidades numéricas. Seguindo este raciocínio, a estatística

Leia mais

A notificação da violência doméstica e sexual na Bahia

A notificação da violência doméstica e sexual na Bahia Secretaria da Saúde do Estado da Bahia- SESAB Diretoria de Vigilância Epidemiológica- DIVEP Coordenação de Doenças e Agravos Não Transmissíveis- DANT A notificação da violência doméstica e sexual na Bahia

Leia mais

Mortalidade por transtornos mentais e comportamentais e a reforma psiquiátrica no Brasil contemporâneo

Mortalidade por transtornos mentais e comportamentais e a reforma psiquiátrica no Brasil contemporâneo R E V I S T A LATINOAMERICANA DE PSICOPATOLOGIA F U N D A M E N T A L Mortalidade por transtornos mentais e comportamentais e a reforma psiquiátrica no Brasil contemporâneo Fernando Portela Câmara 278

Leia mais

2 O Problema do Fluxo de Custo Mínimo

2 O Problema do Fluxo de Custo Mínimo 2 O Probema do Fuo de Custo Mínimo 2.1. O Probema de Transbordo Os Probemas de Fuo de Custo Mínimo, doravante referenciados pea siga PFCM, encerram uma casse de probemas de programação inear ampamente

Leia mais

Problemas comuns Desenvolvimento e Design de Sistemas Web Categorias de problemas Exemplo de problema de funcionamento

Problemas comuns Desenvolvimento e Design de Sistemas Web Categorias de problemas Exemplo de problema de funcionamento Desenvovimento e Design de Sistemas Web Probemas comuns Web Sites ma definidos e projetados Necessidade de atuaização constante das informações: eternamente em construção Evoução extremamente rápida da

Leia mais

Qualquer mistura de gás de cozinha e ar explode?

Qualquer mistura de gás de cozinha e ar explode? A UA UL LA Acesse: http://fuvestibuar.com.br/ Quaquer mistura de gás de cozinha e ar expode? Oxigênio presente na atmosfera está próximo do imite máximo de segurança O que você vai aprender Por que combustíveis

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves DEMOGRAFIA População Total 92.860 População por Gênero Masculino 47.788 Participação % 51,46 Feminino 45.072 Participação

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo DEMOGRAFIA População Total 15.690 População por Gênero Masculino 8.314 Participação % 52,99 Feminino 7.376

Leia mais

PARECER DOS RECURSOS

PARECER DOS RECURSOS Associação Catarinense das Fundações Educacionais ACAFE PROCESSO SELETIVO ADMISSÃO DE PROFESSORES EM CARÁTER TEMPORÁRIO EDITAL Nº 15/ 2012/ SED PARECER DOS RECURSOS CARGO: Professor de Tecnoogia Educaciona

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará DEMOGRAFIA População Total 7.475 População por Gênero Masculino 3.879 Participação % 51,89 Feminino

Leia mais

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 311,58 Urbana 347,47 Rural 168,26

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 311,58 Urbana 347,47 Rural 168,26 SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Marabá DEMOGRAFIA População Total 233.669 População por Gênero Masculino 118.196 Participação % 50,58 Feminino 115.473

Leia mais

EDUCAÇÃO. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra

EDUCAÇÃO. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra DEMOGRAFIA População Total 20.183 População por Gênero Masculino 10.292 Participação % 50,99 Feminino 9.891

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba DEMOGRAFIA População Total 97.493 População por Gênero Masculino 49.681 Participação % 50,96 Feminino 47.812

Leia mais

MINHA VISÃO DO CAP 16 REOLOGIA DOS SISTEMAS COLOIDAIS

MINHA VISÃO DO CAP 16 REOLOGIA DOS SISTEMAS COLOIDAIS 16 REOLOGIA DOS SISTEMAS COLOIDAIS Os processos de ateração da estabiidade à agregação dos sistemas cooidais evam, em aguns casos, à separação em macro fases, isto é, contatos de fase ou coaescência e,

Leia mais

Bases de Dados em Saúde

Bases de Dados em Saúde Pesquisas e Fontes de Dados Administrativos para o Ciclo de políticas públicas ANIPES Dezembro - 2010 Bases de Dados em Saúde Denise Porto SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE Transição

Leia mais

METODOLOGIA PROGRAMA CEAPA/MG Central de Apoio e Acompanhamento às Penas e Medidas Alternativas de Minas Gerais. Introdução

METODOLOGIA PROGRAMA CEAPA/MG Central de Apoio e Acompanhamento às Penas e Medidas Alternativas de Minas Gerais. Introdução GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS SECRETARIA DE ESTADO DE DEFESA SOCIAL SUPERINTENDÊNCIA DE PREVENÇÃO À CRIMINALIDADE DIRETORIA DE REINTEGRAÇÃO SOCIAL METODOLOGIA PROGRAMA CEAPA/MG Centra de Apoio e Acompanhamento

Leia mais

Descobrimos como fabricar soda cáustica!

Descobrimos como fabricar soda cáustica! Descobrimos como fabricar soda cáustica! O que você vai aprender Recicagem de pape Fabricação de pape Produção de hidróxido de sódio: eetróise Partícuas carregadas: íons Indicadores Seria bom já saber

Leia mais

CONCURSO DE DESIGN FEDESIGN

CONCURSO DE DESIGN FEDESIGN CONCURSO DE DESIGN A Fábrica do Empresário é um projeto promovido pea Associação de Desenvovimento Empresaria da Benedita ADEB, que pretende assumirse como a oportunidade de promover o tecido empresaria

Leia mais

1 O mundo da Física. A curiosidade do homem pode ser compreendida

1 O mundo da Física. A curiosidade do homem pode ser compreendida A U A UL LA O mundo da Física A curiosidade do homem pode ser compreendida de várias maneiras: aguns dizem que vem de uma necessidade de sobrevivência, outros dizem que é uma forma de prazer ou, ainda,

Leia mais

Calculando engrenagens cilíndricas

Calculando engrenagens cilíndricas Cacuando engrenagens ciíndricas A UU L AL A Em uma empresa, o setor de manutenção mecânica desenvove um importante pape na continuidade do fuxo da produção. Após o diagnóstico do defeito, reaizam-se a

Leia mais

Mortalidade e morbidade por câncer de mama feminino na região Sudeste do Brasil (segundo UF s): uma análise para 1998 e 2003 *

Mortalidade e morbidade por câncer de mama feminino na região Sudeste do Brasil (segundo UF s): uma análise para 1998 e 2003 * Mortalidade e morbidade por câncer de mama feminino na região Sudeste do Brasil (segundo UF s): uma análise para 1998 e 2003 * Maria Elizete Gonçalves Alexandar de Brito Barbosa Palavras-chave: mortalidade;

Leia mais

Mês para se comemorar à pátria

Mês para se comemorar à pátria 3.000 exempares Ano X - Edição 98 - Setembro/2013 - www.jornadosindico.com.br/nata 7 de setembro Dê uma cara nova ao seu condomínio renovando seus equipamentos com o Mês para se comemorar à pátria VIDA

Leia mais

Óbitos de menores de um ano 2000 2003 Porto Alegre

Óbitos de menores de um ano 2000 2003 Porto Alegre Óbitos de menores de um ano 2000 2003 Porto Alegre Tabela 1 - Distribuição dos óbitos infantis, segundo a classificação de evitabilidade, Porto Alegre, 1996/1999 ANOS ÓBITOS EVITÁVEIS 1996 1997 1998 1999

Leia mais

Cartilha da Política Nacional de Resíduos Sólidos. ara crianças

Cartilha da Política Nacional de Resíduos Sólidos. ara crianças Cartiha da Poítica Naciona de Resíduos Sóidos ara crianças 1 Presidente da ABES-SP Aceu Guérios Bittencourt Presidente do SELUR Ariovado Caodagio Coordenação Roseane Maria Garcia Lopes de Souza Equipe

Leia mais

Nesta aula, vamos identificar a Revolução

Nesta aula, vamos identificar a Revolução A energia vita: os recursos naturais são inesgotáveis? A UU L AL A Nesta aua, vamos identificar a Revoução Industria como responsáve pea grande mudança na utiização dos recursos naturais. Vamos avaiar

Leia mais

Os aplicativos e sua utilização

Os aplicativos e sua utilização Os apicativos e sua utiização Baixando, Instaando e usando o Avast A B C D Os Apicativos Tipos de Apicativos Baixando e Instaando Usando o apicativo Tipos de Apicativos/Programas Os apicativos são programas

Leia mais

REVESTIMENTOS TÉRMICOS EM PERFIS DE AÇO FORMADOS A FRIO NO CONTEXTO DO PROJETO ESTRUTURAL EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

REVESTIMENTOS TÉRMICOS EM PERFIS DE AÇO FORMADOS A FRIO NO CONTEXTO DO PROJETO ESTRUTURAL EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO REVESTIMENTOS TÉRMICOS EM PERFIS DE AÇO FORMADOS A FRIO... 69 REVESTIMENTOS TÉRMICOS EM PERFIS DE AÇO FORMADOS A FRIO NO CONTEXTO DO PROJETO ESTRUTURAL EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO Cristiane Lopes Mendes Jorge

Leia mais

Leia e informe-se. www.interaulaclube.com.br

Leia e informe-se. www.interaulaclube.com.br A UU L AL A Leia e informe-se M Ó D U L O 18 Na aua anterior, Gustavo, Miranda e Jeremias se encontraram em uma anchonete para discutir a respeito de um projeto: a pubicação de um jorna na Matrex Construtora,

Leia mais

ESTABELECIMENTO DE LIMITES DE VIBRAÇÃO EM GRUPOS DIESEL-GERADORES

ESTABELECIMENTO DE LIMITES DE VIBRAÇÃO EM GRUPOS DIESEL-GERADORES ESTABELECIMENTO DE LIMITES DE VIBRAÇÃO EM GRUPOS DIESEL-GERADORES Erb Ferreira Lins Manoe José dos Santos Sena Mauro Guerreiro Veoso José Américo Braga Dutra Universidade Federa do Pará, Centro Tecnoógico,

Leia mais

Versão Online ISBN 978-85-8015-040-7 Cadernos PDE VOLUME II. O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE Produção Didático-Pedagógica

Versão Online ISBN 978-85-8015-040-7 Cadernos PDE VOLUME II. O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE Produção Didático-Pedagógica Versão Onine ISBN 978-85-8015-040-7 Cadernos PDE VOLUME II O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE Produção Didático-Pedagógica 008 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

Parceiros estratégicos

Parceiros estratégicos PROJETO Parceiros estratégicos Danie Ravioo - Júio Lira - Karina Mota ENSINANDO E APRENDENDO COM O JORNAL ESCOLAR REDE JORNAL ESCOLA 2006 Redação: Danie Ravioo, Júio Lira e Karina Mota Capa e Editoração

Leia mais

Incentivos e financiamiento

Incentivos e financiamiento Incentivos e financiamiento Regime Fisca Vigente O sistema fisca espanho é moderno e competitivo. A carga fisca existente na Espanha (medido com a porcentagem dos impostos e os encargos sociais em reação

Leia mais

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante INTRODUÇÃO II - DO OBJETO E DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS III - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA IV - DAS CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO V - DO RECEBIMENTO DA DOCUMENTAÇÃO E DA PROPOST VI - ABERTURA DOS ENVELOPES VII - DA DOCUMENTAÇÃO

Leia mais

É preciso fabricar adubo?

É preciso fabricar adubo? A U L A A U L A Acesse: http://fuvestibuar.com.br/ É preciso fabricar adubo? O que você vai aprender Eementos essenciais para as pantas Fertiizantes NPK O que é um sa Queima da amônia Produção de ácido

Leia mais

Óbitos de mulheres em idade fértil e óbitos maternos Notas Técnicas

Óbitos de mulheres em idade fértil e óbitos maternos Notas Técnicas Óbitos de mulheres em idade fértil e óbitos maternos Notas Técnicas Origem dos dados Os dados disponíveis são oriundos do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), sistema este gerido pelo Departamento

Leia mais

As substâncias que formam o nosso planeta

As substâncias que formam o nosso planeta As substâncias que formam o nosso paneta Observe com bastante atenção esta iustração de uma casa, com seus diversos componentes e as substâncias ŒŒ utiizadas para fabricá-os. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Ž Œ Œ A UU L AL

Leia mais

l 2 l + l após a mundança l l 01 - Marque a alternativa verdadeira. Ano de 2005 Número possível de ações: 20 p 2 p 1 a) Se p +, p *, então x [ ] 1 1 1

l 2 l + l após a mundança l l 01 - Marque a alternativa verdadeira. Ano de 2005 Número possível de ações: 20 p 2 p 1 a) Se p +, p *, então x [ ] 1 1 1 EA CPCAR EXAME DE ADMISSÃO AO 1 o ANO DO CPCAR 009 MATEMÁTICA VERSÃO A 01 - Marque a aternativa verdadeira. Ano de 005 a) Se p 0 x = p p 1 + + +, p *, então x [ ] 1 1 1 + + 10 0 0 b) O vaor de y = é ta

Leia mais

A MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL *

A MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL * A MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL * José Duarte de ARAÚJO ** RSPU-B/158 ARAÚJO, J. D. de A mortalidade infantil no Estado da Bahia, Brasil. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 7 29-36, 1973. RESUMO:

Leia mais

Certificado uma vez, aceito em toda parte Por que usar um organismo de certificação acreditado

Certificado uma vez, aceito em toda parte Por que usar um organismo de certificação acreditado Certificado uma vez, aceito em toda parte Por que usar um organismo de certificação acreditado A certificação de terceira-parte de sistemas de gestão é, com frequência, um requisito especificado para atuação

Leia mais

Administração das Reservas Internacionais

Administração das Reservas Internacionais Administração das Reservas Internacionais Banco Centra do Brasi Depin Depin 2 Objetivos das Reservas em Moeda Estrangeira Dar apoio à poítica monetária e cambia; Dar confiança ao mercado com reação à capacidade

Leia mais

Como se obtém gasolina de petróleo?

Como se obtém gasolina de petróleo? Acesse: http://fuvestibuar.com.br/ A UU L AL A Como se obtém gasoina de petróeo? Formação do petróeo Produtos derivados do petróeo Separação dos produtos do petróeo: destiação fracionada O que você vai

Leia mais

MUTAÇÕES GÊNICAS E MUTAÇÕES CROMOSSÔMICAS

MUTAÇÕES GÊNICAS E MUTAÇÕES CROMOSSÔMICAS MUTÇÕES GÊNIS E MUTÇÕES ROMOSSÔMIS écima terceira aua (T13) Texto adaptado de: MOORE, J.. Science as a Way of Knowing - Genetics. mer. Zoo. v. 26: p. 583-747, 1986. Objetivos 1. istinguir mutação espontânea

Leia mais

Calculando a rpm e o gpm a partir da

Calculando a rpm e o gpm a partir da Acesse: http://fuvestibuar.com.br/ Cacuando a rpm e o gpm a partir da veocidade de corte A UU L AL A Para que uma ferramenta corte um materia, é necessário que um se movimente em reação ao outro a uma

Leia mais

No Brasil, principalmente até a década de 1970 investiu-se em hospitais onde, os olhos do poder público, enfatizavam somente o curativo.

No Brasil, principalmente até a década de 1970 investiu-se em hospitais onde, os olhos do poder público, enfatizavam somente o curativo. 7 DIMENSÃO SAÚDE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 7.1 Câmara Técnica de Saúde do Codep Desde os primórdios da história da civilização, a saúde era tratada somente como cura de doença. Com o passar dos tempos foi-se

Leia mais

É assim que funciona

É assim que funciona A U A UL LA MÓDULO 17 É assim que funciona Cenatexto Eduardo acaba de ser contratado como sodador numa grande fábrica de transformadores. Primeiro dia no novo emprego, ee é encaminhado para a saa de treinamento,

Leia mais

Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico ISSN 1806-0463 Secretaria da Saúde v. 14 Suplemento 1 12 Boletim Epidemiológico Análise da Mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Rio Grande Luciana Sehn 1 1 Estatística do Centro Estadual

Leia mais