Internacional de Turismo que, em 1991, reuniu em Lisboa cerca de 1500 participantes nacionais e estrangeiros.

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1 INTRODUÇÃO Passados trinta anos sobre a 1.ª edição do Prontuário Turístico, foi possível verificar-se que, não obstante ter-se tratado, naquela época, de uma tentativa de fazer chegar aos profissionais e estudantes de turismo a possibilidade de se familiarizarem com alguns vocábulos e expressões mais vulgarmente utilizados na linguagem profissional, se tornava imperioso acompanhar a evolução das técnicas dos sistemas, dos procedimentos e da operacionalidade nos diferentes setores de atividade que têm vindo a contribuir para o desenvolvimento socioeconómico e cultural do nosso país. Nesta conformidade, surgiu em 1990 a edição do Dicionário Técnico de Turismo, substituída em 1997 por uma reedição do Prontuário, já alterada com a renovação de um vocabulário atualizado, como forma de responder aos desejos, ansiedades e necessidades de enriquecer os conhecimentos daqueles que, diariamente, se vêem confrontados com a inevitável mutação da linguagem profissional. E porque, inexoravelmente, o tempo corre e com ele vão surgindo novas vagas de neologismos que se aplicam a diferentes e mais modernos conceitos da vida social e da organização, administração e gestão de sistemas adequados à evolução tecnológica, ocorre a necessidade de, mais uma vez, atualizar a linguagem técnica tornando-a acessível tanto àqueles que já viveram e continuam a viver experiências como àqueles que apenas agora iniciam a sua atividade nos setores nucleares ou complementares das atividades turísticas. Parece, assim, justificar-se a decisão de, passados 15 anos, voltarmos a efetuar uma ampla revisão do glossário de 1997, quer subtraindo-lhe o que se tornou obsoleto, quer introduzindo-lhe termos e expressões da nova linguagem profissional. Por coincidência, feliz aliás, esta nova versão do Prontuário é dada à estampa numa época em que se recorda o centenário da criação, em Portugal, do primeiro Serviço Oficial de Turismo, integrado no Ministério do Fomento, por ocasião da realização do IV Congresso 9

2 Internacional de Turismo que, em 1991, reuniu em Lisboa cerca de 1500 participantes nacionais e estrangeiros. Não se tratando de um trabalho especializado em qualquer das áreas nucleares do turismo, foi preocupação do autor elaborar de forma tão abrangente quanto possível um projeto que sirva de apoio àqueles que, no desempenho das suas profissões, nas escolas e nas universidades, vejam neste livro alguma utilidade para enriquecerem os seus conhecimentos e melhorarem nível de eficiência das suas funções. Muito haverá ainda a fazer para que, num futuro que desejamos próximo, estas páginas possam constituir uma modesta base de trabalho, se para tanto nascer algures a ideia de o tornar mais abrangente, eficaz, competente e de utilidade prática. O autor 10

3 ABREVIATURAS ADM... Vocábulos e expressões usadas em Administração AER... Aeronáutica AGT... Agências de viagens AVIA... Aviação comercial COM... Comunicações DESP... Desportos turísticos FERR... Transporte ferroviário HOT... Hotelaria MAR... Transporte marítimo MARK... Marketing MET... Meteorologia ROD... Transporte rodoviário TRAD... Trânsitos e Comércio Alem.... Alemão Fra.... Francês Ing.... Inglês Ita.... Italiano Jap.... Japonês Lat.... Latim Esp.... Espanhol Neol.... Neologismo BPSM... Conceito expresso no Dicionário Comercial do Banco Pinto e Sotto Mayor 11

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5 A A BORDO Presença ou permanência dentro de um meio de transporte coletivo não especificado. A expressão tem mais propriedade quando referida a meios de transporte relacionados com a navegação aérea ou marítima. À CARTA (Hot.) Regime de seleção dos pratos de uma ementa de restaurante, que oferece uma variedade de alimentos preparados para confeção, desde entradas à sobremesa, com preços variáveis. A carta é usada como alternativa ou complemento da ementa do dia. À FORFAIT (Fra. Agt.) Tudo incluído. Diz-se de uma viagem organizada em conformidade com as especificações do cliente, cujo preço final inclui todos os serviços programados. V. «Forfait» e «Tailor made» À LA CARTE BAR (Fra. Hot.) Dependência de hotel utilizada como Bar, normalmente reservada para pequenos grupos, na qual os hóspedes pagam as bebidas que consomem. O mesmo que «Cash bar». À VERTICAL (Aer.) Expressão usada para definir que um avião sobrevoa, em rota e num determinado momento, um ponto definido. Exemplo: À vertical de Lisboa. ABAFADORES DE SOM (Aer.) Equipamento isolante constituído por duas placas redondas que se colocam nos ouvidos, tapando-os completamente, ligadas entre si por uma calha flexível de metal, adaptável ao formato da cabeça. Este equipamento é normalmente usado por empregados de companhias aéreas que trabalham nas plataformas de estacionamento de aviões, como forma de proteger o aparelho auditivo contra os ruídos dos reatores, evitando desta forma a oclusão de doenças profissionais. ABASTECIMENTO (Hot.) Aquisição de produtos alimentares ou de consumo corrente, por um estabelecimento hoteleiro ou similar. O abastecimento alimentar é, nos grandes hotéis, da responsabilidade do gerente ou diretor de Comidas e Bebidas (Food & Beverage Mgr.). Nos hotéis pequenos e médios, essa função é cometida ao Chefe de Compras ou Despenseiro Principal que, com o Chefe da Cozinha, estimam as necessidades de consumo normal, submetendo os seus planos à aprovação do Diretor. 13

6 ABO ACO ABOLETAMENTO (Hot.) Termo de origem medieval que tem o mesmo significado que Aposentadoria. ABORTAR (Aer.) Situação em que um avião interrompe a descolagem, devido a qualquer anomalia técnica, constatada no decorrer daquela. ACCOM (Ing. Hot.) Abreviatura usada em linguagem hoteleira para significar Accommodation, nos EUA. ACCOUNT (Ing. Mark.) Nome que se aplica ao colaborador de uma Agência de Publicidade ou Relações Públicas, encarregado dos contactos e relações com um ou mais cliente importantes. V. «Conta». ACE (Ing. Desp.) Designação que se dá, no jogo do golf, a um buraco jogado com uma só pancada (o que raramente acontece), utilizando-se igualmente a expressão Hole-in-One. Esta mesma designação dá-se no Ténis, ao serviço a que o adversário não consegue responder, por não ter chegado a tocar na bola. Ace corresponde, em português, ao vocábulo «Ás» que não se usa com esta finalidade na linguagem desportiva. ACEPIPES (Hot.) Termo português correspondente a Hors d Oeuvres, ou seja, conjunto de alimentos frios, confecionados e servidos antes do prato principal de uma refeição. ACHADOS E PERDIDOS Serviço ou Departamento de uma empresa de transportes ou de um hotel para onde convergem, e onde se procede à sua entrega, objetos perdidos pelos passageiros ou hóspedes. Nas companhias aéreas este sector é vulgarmente conhecido por Lost and Found. ACOMODAÇÃO (Hot.) Alojamento em estabelecimento hoteleiro ou para-hoteleiro. O regime de acomodação não contempla habitualmente o serviço de pequeno-almoço, sobretudo nos meios complementares de alojamento onde, de resto, existem quase sempre facilidades para cozinhar. Em alguns países, porém, o pequeno-almoço está incluído na tarifa de acomodação. ACORDO Contrato firmado entre duas ou mais partes, fixando normas de atuação, responsabilidades e direitos. Os transportes internacionais funcionam com base em acordos bilaterais ou multilaterais, assinados pelos países envolvidos, em função dos seus interesses recíprocos. Tais acordos servem, em regra, de orientação às empresas transportadoras, designadas ou concessionárias, que entre si negoceiam os programas operacionais, dentro do espírito e dos condicionamentos previstos ou impostos nos referidos acordos. V. «Desregulamentação». ACORDO AÉREO (Adm/Avia.) Convénio celebrado entre as autoridades de dois ou mais países, em que se definem os regimes de exploração dos transportes de passageiros e mercadorias, por via aérea, em conformidade com os interesses das partes envolvidas. V. «Desregulamentação». ACORDO BILATERAL (Adm.) Contrato negociado e celebrado entre duas partes soberanas, no qual se estabelecem responsabilidades e direitos recíprocos. 14

7 ACO ACT ACORDO DE CAVALHEIROS Concordância entre duas partes envolvidas em atividades semelhantes e com interesses paralelos, para agirem de forma concertada perante as autoridades e o público ou o consumidor, mediante procedimentos que evitem a concorrência, sem quebra das normas de ética e deontologia. Quando tal acordo não respeita estes princípios e tem por objetivo a defesa dos interesses das partes com prejuízo para o consumidor, deixa de ser um Acordo de Cavalheiros e passa a ser um Cartel. ACORDO INTERNACIONAL (Adm.) Protocolo formal assinado por representantes de vários Governos, no qual se estabelecem normas aceites pelos respetivos signatários. Um Acordo Internacional não obriga à adesão automática de qualquer país que nele não veja a salvaguarda dos seus interesses. A adesão implica, com frequência, a introdução de restrições (ou provisões) destinadas a salvaguardar interesses próprios que um país aderente considere vitais para a sua independência ou soberania. Estes acordos são normalmente gerados por Organismos Internacionais de carácter oficial. ACORDO MULTILATERAL (Adm.) V. «Acordo Internacional». Neste caso, o âmbito é mais restrito, dado que um acordo multilateral pode ser celebrado entre um pequeno grupo de países. ACORDO DE PERMUTA Contrato de troca de serviços, em que duas partes se propõem o fornecimento recíproco de produtos ou serviços de valor sensivelmente semelhante. Nos sectores do turismo e transportes, estes acordos são relativamente vulgares, quer pela troca de títulos de transporte e alojamento por publicidade ou por equipamentos ou produtos fornecidos por fabricantes e ou distribuidores. Trata-se de um sistema de trocas que não implica a movimentação de meios financeiros e pode, ou não, ser objeto de contabilização. ACQUAPLANING (Ing. Aer.) Fenómeno que se observa numa pista ou numa estrada quando, por força de intensa precipitação pluviométrica, se cria entre o piso e os pneus um fluido com uma espessura de 0,1 a 0,4 polegadas, deixando de haver aderência do avião ou do veículo, fazendo-o deslizar à superfície como se estivesse munido de skis e dificultando-lhe deste modo a condução e a travagem. Para anular os efeitos do Acquaplaning criaram-se sistemas automáticos eléctricos designados por anti-skid, que atuam de forma eficaz. V. «Anti-Skid». ACRE Medida de área inglesa, usada em muitos países anglófonos, que corresponde a 0,40 hectares. Um hectare representa, por outro lado, 2,47 acres. ACROBACIA AÉREA (Aer.) Conjunto de manobras efetuadas intencionalmente pelo piloto de uma aeronave, que determinam uma mudança brusca da posição normal de voo ou uma variação anormal de velocidade. ACT OF GOD (Ing. Mar.) Expressão utilizada em contratos que estabelecem as condições de transporte e seguro de passageiros, mercadorias e equipamentos, nos quais se restringem ou condicionam as responsabilidades das empresas (transportadoras e seguradoras) relativamente aos prejuízos ou danos causados por tempestades, inundações, abalos sísmicos e outros fenómenos da natureza. 15

8 ADF ADV A. D. F. (Ing. Aer.) Sistema de ajuda-rádio à navegação aérea. Abreviatura de Automated Directional Finder. AD LIBITUM (Lat. Agt.) Expressão usada em linguagem corrente, para significar «tempo livre», que se encontra com frequência inserida em programas de viagem de grupo, nos períodos não ocupados com refeições, excursões ou visitas. Usam-se outras expressões com idêntica finalidade: «at leisure», «tempo livre», etc. AD VALOREM FREIGHT (Lat/Ing. Trad.) Custo relativo a um frete, calculado com base no valor das mercadorias transportadas e não no seu peso ou cubicagem. Este tipo de débito aplica-se com pouca frequência e apenas quando é excessivamente elevado o valor dos objetos ou mercadorias a transportar (obras de arte, antiguidades, máquinas ou equipamentos de alto preço, etc.) ADD-ON (Ing. Avia.) V. «Add-on amount». ADD-ON AMOUNT (Ing. Avia.) Quantia adicional que se cobra a um passageiro que pretende efetuar um percurso para o qual não existe tarifa publicada. Exemplo: Não havendo tarifa publicada entre Belo Horizonte e Faro, mas apenas entre Belo Horizonte e Lisboa, a tarifa cobrada para o percurso Lisboa-Faro é designada por Add-on amount e portanto acrescentada à primeira. O Add-on amount corresponde normalmente a uma tarifa média calculada entre as tarifas internacional e doméstica, publicadas para o percurso pertinente. ADDRESS COMMISSION (Ing. Mar.) Comissão paga ao agente envolvido no fretamento de um navio, que toma à sua responsabilidade a angariação da carga a transportar. Esta comissão é baseada no valor do transporte da carga bruta. ADEGA (Hot.) Local fresco e húmido onde se guardam vinhos e outras bebidas alcoólicas. A adega alimenta, por requisição, a Cave do Dia de um hotel e o movimento da sua existência (entradas e saídas) é controlado como se se tratasse de um armazém. ADJOINING-ROOM (Hot.) Quarto comunicante, ou saleta anexa a um quarto de cama, numa suite. ADVANCE FREIGHT (Ing. Trad./Mar.) Frete pago antecipadamente, sob a forma de documentos, ou no momento estipulado em contrato. Apesar de o frete ser liquidado normalmente após a entrega das mercadorias transportadas em boas condições, o armador tem o direito de, no contrato de fretamento, exigir o pagamento prévio e integral, sem que isso possa ser interpretado como um adiantamento para despesas operacionais ou aprovisionamento do navio. ADVANCE PURCHASE EXCURSION FARE (Ing. Avia.) Tarifa especial praticada no transporte aéreo regular de passageiros, em linhas internacionais, que consiste em adquirir com uma certa antecedência o respetivo título de transporte, o qual pode ser reutilizado, em certos casos, para a transformação de uma outra tarifa normal ou especial. Tal sistema, também conhecido por A. P. E. X., permite às companhias aéreas programarem os seus serviços com maiores garantias de utilização e concorrer no mercado com os voos de fretamento utilizados no transporte de turistas. 16

9 ADV AER ADVANCE RESERVATION CHART (Ing. Hot.) Plano de distribuição prévia de quartos ou apartamentos, em conformidade com os pedidos de reserva recebidos num hotel. ADVANCE TIME TABLE (Ing. Avia.) Horário preliminar, emitido por algumas companhias de transporte aéreo, como forma de divulgação do seu programa operacional. Dado que os horários gerais levam bastante tempo a elaborar, imprimir e distribuir, o horário preliminar é um recurso simplificado de informação aos agentes de viagens e aos passageiros, por vezes emitido antes de aprovado oficialmente pelas autoridades aeronáuticas. A crescente utilização de meios informáticos tem vindo a reduzir a importância deste meio de difusão preliminar. Exemplo: Galileo, Sabre, Worldspan, etc. ADVERTORIAL (Neol. Ing. Mark.) Vocábulo usado em linguagem publicitária para significar publicidade redigida e como tal não identificada, sob a forma de texto (artigos, entrevistas, reportagens, etc.) formado pelas iniciais de adver(tising) e pelas últimas sílabas de (edi)torial. AERO-TREM (Neol. Ferr.) Nome por que se designa um comboio construído em 1966 pelo engenheiro francês Jean Bertin, que pode circular a velocidades que ultrapassam os 300 km/hora. Este veículo foi concebido com a aplicação do princípio de sustentação pneumática, idêntico ao que se usa para a deslocação do Hovercraft. V. «T. G. V.» e «Sustentação pneumática». AEROBARCO (Mar.) Designação oficial, em língua portuguesa, do veículo conhecido por Hovercraft. AEROCLUBE (Aer.) Associação sem fins lucrativos destinada a facultar aos seus membros a familiarização com os procedimentos aeronáuticos, mediante ensino técnico e prático, permitindo-lhes desta forma obter a respetiva licença de voo (brevet.). AERODESLIZADOR (Neol. Mar.) V. «Sustentação pneumática». AERODINÂMICA Ciência que estuda os fenómenos relativos ao movimento dos fluidos elásticos e os relativos aos esforços sofridos por um sólido que se desloca numa massa fluida. Hist. A Aerodinâmica é um ramo da mecânica dos fluidos. As primeiras investigações sobre a resistência do ar ao avanço dos corpos foram efetuadas pelo físico francês Jean Théophile Désaguliers em O austríaco Ernst Mach foi, porém, o mais célebre dos precursores das experiências aerodinâmicas ao descobrir o papel relevante que representa a velocidade da propagação do som, mas a verdadeira investigação relativa ao voo dos aparelhos mais pesados do que o ar só se iniciou no fim do século xix. O instrumento fundamental das experiências é o Túnel Aerodinâmico, inventado em No decurso da guerra de alguns aviões lograram ultrapassar a barreira do som, em voo picado, tendo-se alguns deles desintegrado em pleno voo. Os conceitos até então vigentes neste ramo científico tiveram de ser revistos, dando lugar à teoria do ar compressível, que se acumula nas partes frontais dos aviões, onde forma ondas de choque. AERÓDINO (Avia.) Aeronave mais pesada que o ar, que se sustenta através de flutuação dinâmica, obtida por forças aerodinâmicas. Os aparelhos 17

10 AER AFF mais leves que o ar são denominados aeróstatos. AERÓDROMO (Aer.) Conjunto de instalações de infraestrutura destinadas à operação de aviões de pequeno porte ou de recreio. Quando as instalações são destinadas a fins militares, designam-se por Base Aérea, mas a sua utilização é, normalmente, interdita a aviões civis, exceto em casos eventuais de emergência. AEROFOTOGRAMETRIA (Aer.) Técnica que consiste em tirar fotografia aérea, para fins militares ou levantamentos topográficos. Existem, em quase todos os países, empresas especializadas nesta atividade, cujos serviços são habitualmente remunerados por tarefa ou tempo de voo. AEROFREIOS (Aer.) Sistema de travagem, ou redução de velocidade em voo, executado através da exposição de placas metálicas integradas nas asas, as quais reduzem a velocidade e ou sustentação, pela criação de uma superfície extra que oferece resistência aos filetes de ar. Os aerofreios tomam a designação de Speedbreake quando atuam como redutores de velocidade no ar, e de Spoilers quando atuam como redutores da velocidade durante a aterragem. AEROGARE (Aer./Adm.) Edifício ou conjunto de edifícios onde funcionam os serviços de um Aeroporto e onde se processa o embarque, desembarque e trânsito de passageiros, bem como a movimentação e armazenamento transitório de mercadorias. AERONAVE (Aer.) Nome genérico que se aplica aos aparelhos por meio dos quais se navega no espaço aéreo. AERONÁUTICA (Aer.) Ciência, arte e conjunto de técnicas que se referem aos vários aspetos de navegação no ar. AEROPLANO (Aer.) Vocábulo aplicado aos primeiros aviões, constituídos por superfícies fracamente inclinadas sobre o horizonte, animados de velocidade de translação. Era a realização prática do voo planado ou pairante. A teoria do voo planado é resumida por Armengaud Le Jeune da seguinte forma: «A sustentação do aeroplano é a consequência direta da sua velocidade, porque ela não é mais do que a componente vertical da resistência oposta pelo ar ao movimento do aeroplano, encontrando-o sobre um pequeno ângulo.» AEROPORTO (Aer./Adm.) Conjunto de instalações de infraestrutura aeronáutica destinadas à operação de aviões de transporte de passageiros e carga. AEROSTATO (Aer.) Nome genérico que se aplica a qualquer tipo de nave que se sustenta no espaço por meios mecânicos ou meteorológicos. AFFICHETTE (Fra. Mark.) O mesmo que «Mini-poster». AFFIDAVIT (Lat. Mar.) Declaração testemunhal ou juramento feito para fazer fé num contrato formal celebrado entre duas ou mais partes. AFFINITY CHARTER (Ing. Avia.) Fretamento organizado para membros de Associações não formadas expressamente para efeitos de viagem, que sejam sócios há pelo menos seis meses da entidade organizadora, na data da partida do voo fretado. 18

11 AFF AGE AFFINITY GROUP (Ing. Avia.) Expressão utilizada para caracterizar a homogeneidade de um grupo que se propõe beneficiar da regulamentação I. A. T. A. para obter um sensível desconto tarifário. São considerados afins os grupos constituídos por funcionários da mesma empresa, sócios do mesmo clube ou associação, estudantes da mesma escola, etc. A formação de organizações de affinity para objetivos exclusivos de viagem não é aceite pelas normas da I. A. T. A. AFLOAT (Ing. Mar.) Expressão que significa «a bordo de um meio de transporte marítimo» (férias num navio de cruzeiro ou num iate, barco de recreio ou outro, que disponha de condições de alojamento). Diz-se também da situação em que se efetua o lançamento ao mar de uma embarcação construída num estaleiro. AFRETADOR (Avia./Mar.) Nome que se dá à empresa ou pessoa que toma de aluguer um avião ou navio, total ou parcialmente, ao seu proprietário ou armador. AFRETAMENTO (Avia./Mar./Rod.) Cedência por contrato a uma entidade, por parte da empresa proprietária de meios de transporte, de uma ou mais unidades da sua frota (avião, navio, autocarro, etc.) para efetuar um determinado percurso, em data ou período de tempo igualmente determinados e nas condições estipuladas por acordo mútuo. Deste conceito exclui-se evidentemente o aluguer de unidades ligeiras individuais ou familiares. V. «Fretamento». AFTER SALES SERVICE (Ing.) Serviço de apoio e assistência após a venda. Nos empreendimentos turísticos, estes serviços consistem em administrar os imóveis adquiridos por clientes, quer alugando-os a terceiros, quer promovendo e assegurando a sua manutenção e limpeza, mediante a cobrança de uma taxa fixa, móvel ou percentual, conforme as condições estabelecidas no contrato de venda. AGENCY APPRAISAL (Ing. Avia./Agt.) V. «Agency Evaluation Report». AGENCY EVALUATION REPORT (Ing. Avia./Agt.) Relatório de avaliação de Agência. Trata-se de documento apresentado por uma Companhia I. A. T. A. ao A. I. P. local, sobre a capacidade técnica, idoneidade, situação financeira e potencial de produção de uma Agência de Viagens que se candidata a ser agente I. A. T. A. ou a ver aprovada uma alteração do seu estatuto social. AGENCY INVESTIGATION BOARD (Ing. Avia.) V. «Agency Investigation Panel». AGENCY INVESTIGATION PANEL (Ing. Avia.) Organismo regional da I. A. T. A. encarregado de avaliar as candidaturas e o desempenho das Agências de Viagens que pretendem celebrar com aquele Organismo acordos de venda de passagens e ou carga aérea. AGENT COUPON (Ing. Avia./Agt.) Cupão de agente. Cópia fiel, carbonada, de um bilhete de transporte aéreo emitido a favor de um passageiro, que fica na posse do emissor, para efeitos de controlo. AGENT DISCOUNT (Ing. Avia./Agt.) Desconto sobre a tarifa aplicável a um Agente de Viagens, quando se desloque ao abrigo da regulamentação I. A. T. A. que lhe concede essa prerrogativa. As Agências de Viagens, após um ano sobre a sua aceitação pela I. A. T. A., passam a ter o direito de 19

12 AGE AGE obter descontos de 75 % sobre as tarifas, podendo solicitar a emissão de dois bilhetes nessas condições por cada companhia I. A. T. A. e em cada ano civil. Tal concessão não é, porém, obrigatória por parte das companhias, que podem recusá-la se entenderem que a agência interessada não produziu tráfego suficiente em passageiros ou carga. Esta facilidade é extensiva aos cônjuges, a quem é concedido o desconto de 50 % quando viajem acompanhados dos agentes titulares. AGENTE (Agt.) Designação que se dá a todo e qualquer intermediário num negócio entre uma empresa produtora e um distribuidor ou consumidor. No sector turístico, o termo é aplicado predominantemente aos Agentes de Viagens e Turismo, quer como pessoas físicas, quer como pessoas jurídicas. A remuneração dos serviços prestados é, normalmente, constituída por comissões que variam consoante a atividade principal das empresas prestadoras de serviços. Outros agentes exercem igualmente a sua atividade no mesmo sector ou em confluência com ele, como é o caso dos agentes de carga, transitários, agentes de seguros, imobiliários, de navegação, etc. Hist. Não é fácil elaborar um cronograma histórico da atividade de Agente, dado que o vocábulo se aplica indistintamente a uma grande variedade de situações, pelo seu amplo significado. O conceito genérico é, porém, o de intermediário entre uma instituição ou empresa que representa e a sua clientela (fornecedores ou consumidores) numa região onde a sua representada não opera ou não tem Delegação própria. Assim, nas civilizações ditas clássicas, os Governadores das Províncias ou Regiões sob domínio imperial eram Agentes da Corte, da mesma forma que os Magistrados eram Agentes da Lei e os cobradores de impostos Agentes do Fisco. O conceito de Agente, aplicado todavia às viagens e ao turismo, desenvolveu-se primitivamente através do comércio, quando este se efetuava sobretudo por via marítima. Não surpreende, assim, que seja impossível estabelecer cronologicamente a atividade do Agente, se bem que se admita que tal atividade se encontre intimamente ligada à importação, exportação e trânsito de mercadorias. Assim, por exemplo, antes de descobrir o Novo Mundo, Cristóvão Colombo teria sido Agente de empresas genovesas no arquipélago da Madeira. A figura do Agente de Navegação ou Agente Comercial é provavelmente a mais antiga e remonta à civilização egípcia (V. «Transitário»). Com a evolução do transporte marítimo de passageiros, que tornou possível a colonização dos novos mundos, aqueles ampliaram a sua atividade, passando a vender transporte para emigrantes e seus familiares. Nascia o Agente de Viagens. O turismo organizado foi, porém, iniciado por Thomas Cook, na Grã-Bretanha, em 1841, precisamente no mesmo ano em que Henry Wells, associado a James Fargo, funda nos Estados Unidos da América a Companhia American Express, nome que tomou após a cessação das hostilidades da Guerra Civil Americana. Pode portanto considerar-se que foram estes os pioneiros das atuais Agências de Viagens e Turismo, nos dois Continentes. O seu exemplo rapidamente irradiou por todo o mundo, mas a atividade só conheceu desenvolvimento espetacular a partir do fim do último conflito mundial, quando o turismo assumiu, por força de circunstâncias socioeconómicas, o carácter de fenómeno de irreversível crescimento. Apesar de, desde o século xviii, se conhecerem já empresas ligadas ao sector da navegação, das quais as mais importantes seriam, 20

13 AGE AGR em Portugal, a Casa Pinto Basto, Garland Laidley, Blandy Brothers e outras. Mais recentemente, a Wagons-Lits-Cook, a Europeia, Buisson, Marcus & Harting, Abreu e outras desempenharam papel relevante na cena turística portuguesa. AGENTE DE CARGA (Agr.) Firma ou pessoa que age, como intermediário, na angariação, tratamento e despacho de mercadorias. V. «Consolidação de carga» e «Consolidator». AGENTE EMISSOR (Agt.) Agência de Viagens responsável pela emissão de títulos de transporte que são confiados à sua guarda, como fiel depositária, pelas empresas de transporte. Também se dá o nome de agente emissor ao empregado de ticketing de uma companhia transportadora. As agências de viagens possuem um código dígito e um validator com o seu nome e local de domicílio, o qual deve ser aposto em todos os títulos por elas emitidos. Com a introdução crescente de meios computorizados, verifica-se uma tendência para que a emissão de títulos seja cada vez mais facilitada pela impressão nos bilhetes dos dados introduzidos pelos operadores no equipamento informático. AGENTE EXCLUSIVO (Agt.) Pessoa ou firma que representa, em exclusivo, numa determinada área de mercado, uma empresa produtora de bens de consumo ou de serviços. AGENTE DE FRETAMENTO (Agt./Mar.) Agente a quem um armador encarrega de negociar as condições específicas de um contrato de fretamento de um navio e de, eventualmente, fixar as tarifas a praticar para o transporte dos passageiros ou das mercadorias. AGENTE GERAL (Agt./Avia.) Designação que se dá a uma pessoa ou firma que atua, num determinado mercado, como representante de uma empresa de transportes. A expressão é usada no transporte aéreo, dado que muitas companhias nacionais são agentes gerais de companhias estrangeiras. O facto de uma companhia designar um Agente Geral, num país qualquer, não a impede de aí ter serviços e instalações próprias. A remuneração do Agente Geral é, em regra, constituída por uma comissão adicional, conhecida por overriding commission, correspondendo-lhe um certo número de obrigações, normalmente definidas em contrato, tais como a emissão de bilhetes de transporte, a divulgação e distribuição de horários, promoção junto das agências de viagens, etc. AGENTE DE NAVEGAÇÃO (Agt./Mar.) Firma ou pessoa que age, como intermediário de um armador, na angariação, tratamento e despacho de tráfego marítimo de passageiros e carga. AGENTE TRANSITÁRIO (Agt./Trad.) V. «Transitário». AGENTE DE TURISMO (Agt.) V. «Agente». AGENTE DE VIAGENS (Agt.) V. «Agente». AGROTURISMO (Adm.) Conceito de turismo que consiste na fruição da natureza, mediante a prestação de pequenos serviços numa exploração agrícola ou agropecuária de carácter familiar, na qual se recebe, em troca, alojamento e alimentação. 21

14 AGR AIR AGRUPAMENTO (Agt./Trad.) Vocábulo oficialmente aplicado, em língua portuguesa, ao conceito de Grupagem, o qual não é habitualmente usado nos meios profissionais. AGT (Ing. Agt.) Abreviatura codificada usada para designar Agente, aplicada frequentemente nas emissões de bilhetes, mensagens de telex, fax, etc. A. I. B. (Ing. Avia.) Abreviatura de Agency Investigation Board. A. I. D. A. (Mark.) Mnemónica atribuída ao académico norte- -americano E. K. Strong, que se utiliza em linguagem de Marketing para descrever a sequência da reação de um consumidor a um apelo ou estímulo de venda. As iniciais significam respetiva e sequencialmente: A atenção; I interesse; D desejo e A ação, constituindo a via ou o caminho que, do ponto de vista persuasivo, possa levar o potencial consumidor a tomar a decisão de adquirir um produto ou serviço. AILERON (Fra. Aer.) Mecanismo que se encontra integrado no bordo de fuga da asa de um avião, o qual é acionado através do manche quando se pretende alterar a estabilidade transversal, por forma a incliná-lo para qualquer dos lados. A. I. P. (Ing. Avia.) Abreviatura de Agency Investigation Panel. AIR-BRIDGE (Ing. Aer.) V. «Ponte aérea». AIR-BUS (Ing. Avia./Rod.) Sistema de viagem que conjuga a utilização do transporte aéreo com o transporte rodoviário coletivo, durante o itinerário. AIRBUS (Aer.) Designação que também se aplica às aeronaves comerciais de propulsão por jato, com grande capacidade de transporte de passageiros e ou carga, mais conhecidas por wide body destinadas a efetuar voos de pequeno curso, com elevada densidade de ocupação. AIR CAR FERRY SERVICE (Ing. Avia./Rod.) Serviço de transporte de automóveis pela via aérea, usado especialmente entre o Reino Unido e o Continente Europeu. AIR CARGO (Ing. Avia./Trad.) Designação genérica do transporte de carga pela via aérea. AIR CARRIER (Ing. Avia.) Empresa de transporte aéreo, regular ou não regular. AIR CONSIGNEMENT NOTE (Ing. Avia./Trad.) Carta de porte aéreo. O mesmo que «Airway bill». AIRFIELD (Aer./Ing.) Tradução literal de Campo de Aviação (expressão popular em desuso) que significa Aeródromo, onde não existe um conjunto de facilidades tão vasta e importante como as que asseguram o funcionamento de um aeroporto. AIR FREIGHT (Ing. Avia./Trad.) O mesmo que «Air cargo». AIR FREIGHT BILL (Ing. Avia.) Carta de porte aérea. O mesmo que «Airway bill» ou «Air consignement note». AIR MAIL RECEIPT (Ing.) Recibo de correio aéreo. Documento emitido pelos agentes da Administração postal, comprovativo de ter sido recebido, para remessa postal, uma carta ou encomenda. 22

15 AIR AIR AIR MAIL TRANSFER (Ing.) Transferência de fundos, por vale postal ou telegráfico. AIR MOTION (Ing. Aer.) Enjoo. Indisposição causada por turbulência ou oscilação de um meio de transporte, quando em viagem. AIR PORTION (Ing./Avia.) Percurso de um bilhete de passagem aérea em que existe a conjugação de dois ou mais meios de transporte diferentes. AIR-RAIL (Avia./Ferr.) Sistema de viagem turística que conjuga a utilização do transporte aéreo com o transporte ferroviário, durante o itinerário. AIR-ROAD (Ing. Avia./Rod.) Sistema de viagem turística que consiste na conjugação do transporte aéreo com o transporte rodoviário, durante o itinerário. AIR-SEA (Ing. Avia./Mar.) Sistema de viagem turística que consiste na conjugação do transporte aéreo com o transporte marítimo, durante o itinerário. AIR-SEA AGREEMENT (Ing. Avia./Mar.) Acordo celebrado entre uma ou mais companhias aéreas com uma ou mais companhias de transporte marítimo, que permite aos passageiros que utilizam um dos meios de transporte num percurso de ida optarem pelo outro meio de transporte, no percurso de regresso. AIR SHOT (Ing. Desp.) Numa partida de golf, é a pancada falhada, em que o taco passa por cima da bola sem lhe tocar. AIR SICKNESS (Ing. Aer.) Enjoo. Má disposição física durante um voo. AIR SICKNESS BAG (Ing. Aer.) V. «Saco de enjoo». AIR TRAFFIC CONTROL (Ing. Aer.) Controlo de tráfego aéreo. Serviços coordenados de apoio e controlo do tráfego aéreo, assegurados por todos os países, em conformidade com as normas internacionais estabelecidas pela I. C. A. O. AIR TRAFFIC ORGANISER S LICENCE (Ing. Adm./Avia./Agt.) V. «A. T. O. L.». AIR TRAFFIC RESERVE FUND (Ing. Adm./ Avia./Agt.) V. «A. T. R. F.». AIR TRAVEL CARD (Ing. Avia.) Cartão de crédito que permite ao seu titular a aquisição de bilhetes de transporte aéreo entre as companhias signatárias do acordo U. A. T. P. (Universal Air Travel Plan), sem recurso ao pagamento em dinheiro. AIR-TRUCK (Ing. Avia./Rod.) Designação que se dá ao transporte combinado de mercadorias pela via aérea com a via rodoviária. AIRBARGE (Ing. Avia./Mar.) Designação que se dá ao transporte combinado de mercadorias pela via aérea com a via marítima. AIRCOND (Ing. Hot.) Abreviatura, usada sobretudo nos EUA, em linguagem hoteleira, para significar Air Conditioned. AIRCREW (Ing. Aer.) Tripulação completa de um avião, constituída pelo pessoal técnico (comandante, copiloto e, eventualmente, operador de sistemas). 23

16 AIR ALA No caso de aviões de passageiros, incluindo o pessoal de cabina (comissários e assistentes de bordo). V. «Pessoal navegante técnico» e «Pessoal navegante comercial». AIRIMP (Ing. Avia./Com.) Código específico utilizado pelas companhias aéreas nas suas mensagens telegráficas e nos sistemas computorizados. AIRLINE (Ing. Avia.) Companhia de transporte aéreo. O vocábulo, traduzido à letra, significa «linha aérea», mas a grande maioria das empresas utilizam-no como complemento do nome principal. AIRPASS (Ing. Avia.) Talonário de cupões que podem ser usados para aquisição de títulos de transporte aéreo, dentro dos EUA, em múltiplas viagens de negócios ou de turismo, emitido por várias companhias aéreas, com certas restrições, designadamente no que se refere a rotas. Trata-se da correlação, criada para a via aérea, do bilhete quilométrico há muito utilizado nas redes de caminhos de ferro. AIRPORT AUTHORITY (Ing. Adm./Aer.) Autoridade aeroportuária a quem compete a gestão, administração e controlo das atividades de um aeroporto. AIRPORT BUS (Ing. Aer./Rod.) Autocarro que assegura a ligação no transporte de passageiros entre um aeroporto e a estação terminal ou outros pontos de uma cidade ou região. AIRPORT LIMO (Ing. Aer./Rod.) Automóvel ligeiro de passageiros de carroçaria alongada, muito utilizado nos EUA, para transporte de passageiros e bagagens entre os aeroportos e os hotéis e vice-versa. Normalmente as Limousines têm nove lugares e espaço para bagagens, funcionando como transportes coletivos e a tarifas razoáveis, um pouco mais elevadas que as de autocarros e mais moderadas do que as de táxi. AIRSHIP (Ing. Aer.) Aeronave. Este vocábulo foi inicialmente aplicado aos dirigíveis. AIRSTRIP (Ing. Aer.) Pista improvisada de descolagem e aterragem, num aeroporto ou aeródromo. AIRWAY (Ing. Avia.) O mesmo que «Airline». AIRWAY BILL (Ing. Avia./Trad.) Carta de porte aéreo. Documento emitido para cobrir o transporte de mercadorias por via aérea, onde constam os nomes do destinatário ou consignatário, expedidor, rota, companhias envolvidas, natureza e peso da mercadoria, valor, tarifa aplicada, etc. AJUDA-RÁDIO (Aer./Com.) Nome que se dá a uma instalação de terra destinada a apoiar a navegação aérea. Há diferentes tipos de ajuda-rádio: aquelas que emitem sinais convencionais, como o N. D. B. e o V. O. R.; as que determinam o azimute, a posição da aeronave ou a distância, como a D. M. E. e o radar; e as que produzem feixes de aproximação para a aterragem, como o I. L. S. AL FRESCO MEALS (Ing./Esp. Hot.) Expressão de carácter publicitário, usada nos EUA e sobretudo nas zonas de predominante influência espanhola, para significar o serviço de refeições ao ar livre. ALARME Situação de perigo ou emergência. 24

17 ALB ALD Nos painéis dos meios de transporte existem, em regra, instrumentos que expressam, através de ruídos ou de luzes contínuas ou intermitentes, situações de anormalidade operacional, com o objetivo de alertar os respetivos condutores ou tripulantes para a necessidade de tomarem as providências aconselháveis. ALBATROZ (Desp.) Nome que se dá, num jogo de golf, ao buraco conseguido com três pancadas abaixo do Par. V. «Par». ALBERGARIA (Hot.) Estabelecimento hoteleiro convencional, com instalações em edifício autónomo, assim oficialmente classificado pelos Serviços Oficiais de Turismo. Hist. Em tempos recuados, sobretudo no período do domínio árabe, as Albergarias eram Instituições piedosas, sustentadas por Ordens religiosas e tornaram-se bastante numerosas nos fins da Idade Média. Nos séculos xv e xvi foram agrupadas e os seus bens passaram a constituir património de Hospitais e Casas de Misericórdia. Ao longo dos tempos, desenvolveram-se em Portugal diversas formas de assistência social e de beneficência, de que resultou a fundação de Instituições como Hospícios, Misericórdias, Albergarias e Asilos. Nas Instituições piedosas estão incluídas as Irmandades e as Confrarias; nas de Beneficência, as Misericórdias, os Hospitais, as Albergarias, os Recolhimentos e os Asilos de velhos e infância desvalida, de órfãos, de mendigos e de inválidos. A instituição de Albergarias em Portugal é atribuída a Dona Tereza, mãe de D. Afonso Henriques, bem como a Dona Mafalda, que teriam fundado as primeiras unidades de acolhimento deste tipo em Mesão Frio e Lamego. O vocábulo «Albergaria» provém do antigo alto-alemão herberge que significa estalagem e a sua difusão fez-se provavelmente antes do século xi. ALBERGUE (Hot.) Hospedaria. Local onde se pode encontrar hospedagem ou guarida. Em sentido pejorativo, chama-se albergue a um local que dá acomodação a indigentes, normalmente administrado por Instituições de Beneficência. ALBERGUE DE JUVENTUDE (Hot.) Estabelecimento da família hoteleira de construção simplificada, especialmente concebido para o alojamento de jovens, quando em estadias de férias, ou com finalidades desportivas e ou culturais. ALBERGUE DE MONTANHA (Hot.) Estabelecimento da família hoteleira de construção simplificada e adequada ao ambiente de montanha, de uma maneira geral destinado a servir de apoio logístico aos praticantes de alpinismo, montanhismo ou desportos de Inverno. A. L. D. (Rod.) Sigla usada para significar Aluguer de longa duração. ALDEAMENTO TURÍSTICO (Hot.) Segundo a legislação portuguesa, são classificados como «aldeamentos turísticos» os conjuntos turísticos constituídos por um complexo de instalações independentes, objeto de uma exploração integrada, que se destinam a proporcionar aos turistas, mediante remuneração, qualquer forma de alojamento para-hoteleiro, acompanhado de serviços acessórios e com equipamento complementar de apoio. 25

18 ALF ALL ALFA (Com.) Código de comunicações-rádio para significar a letra A. ALFÂNDEGA (Adm.) Departamento governamental, dependente do Ministério das Finanças, cuja função consiste em zelar pelos interesses fiscais do País, controlando a entrada, trânsito e saída de mercadorias, cargas, produtos e bagagens transportadas por passageiros e tripulantes, nas fronteiras terrestres, marítimas e aéreas. ALIMENTAÇÃO Meio através do qual se dá ao organismo humano a energia necessária ao seu funcionamento, consubstanciada nas calorias contidas nos alimentos energéticos de origem animal e vegetal, de hidratos de carbono e matérias gordas, assim como nos princípios de alimentos não energéticos indispensáveis à vida, tais como água, sais minerais de cálcio, magnésio, enxofre, sódio, potássio, cloro, fósforo, enxofre e outros que contêm ferro, cobre, boro, iodo, bromo, flúor e vitaminas. V. «Gastronomia» e «Nutricionista». ALIMENTAÇÃO DIABÉTICA (Hot.) Regime alimentar especial, destinado a pessoas que sofrem de diabetes, no qual se evitam os produtos açucarados e amidoácidos. ALIMENTAÇÃO DIETÉTICA (Hot.) Regime alimentar especial para pessoas doentes. ALIMENTAÇÃO HOSPITALAR (Hot.) Tipo específico de alimentação para doentes, que exclui desde logo vários produtos, bem como muitas formas de preparação. Geralmente a alimentação hospitalar é constituída apenas por dietas. ALIMENTAÇÃO KOSHER (Hot.) Tipo específico de alimentação que exclui, por razões religiosas, certos produtos na confeção alimentar. As refeições kosher são habitualmente solicitadas por judeus que respeitam integralmente as imposições da sua religião. ALIMENTAÇÃO MACROBIÓTICA (Hot.) Tipo de alimentação exclusivamente confecionada com base em produtos naturais. ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA (Hot.) Tipo específico de alimentação que exclui a confeção de pratos com produtos do reino animal. ALÍSIOS (Met.) Designação que se dá aos ventos que, no hemisfério boreal, sopram para o Norte, procedentes do Nordeste e acima da zona de calmarias (que oscila entre 3 e 10 Norte) e no hemisfério austral, sopram para o Sul, com origem no Sudeste. ALL IN (Ing. Agt.) Abreviatura de All inclusive, que se apõe ao preço fixo de um serviço turístico (excursão, package, etc.) para significar que tal preço cobre todas as despesas relativas ao programa. ALL INCLUSIVE (Ing. Agt.) O mesmo que «All in». ALL-SUITE HOTEL (Ing. Hot.) O mesmo que «Suite-hotel». Expressão usada nos EUA. ALL YEAR ROUND (Ing. Hot.) Durante todo o ano. Expressão usada sobretudo nos casos de estabelecimentos hoteleiros e similares, situados em zonas de vilegiatura ou de veraneio, que não encerram durante a estação baixa. 26

19 ALL ALO ALLOT (Ing. Agt./Hot.) Abreviatura de Allotment. ALLOTMENT (Ing. Agt./Hot.) Regime de venda de espaço num hotel ou meio de transporte, que consiste em bloquear, a favor de um Agente ou Operador, um determinado número de quartos ou de lugares, por um período de tempo predeterminado e com um prazo de liberação (release) estabelecido em contrato. As condições para a negociação de Allotment variam de acordo com os interesses das partes envolvidas. ALLOTMENT (Ing. Mar.) Designação que se dá à quota-parte do salário de um trabalhador do mar, paga quinzenal ou mensalmente ao cônjuge ou familiar mais próximo, conforme acordo estabelecido com o armador, a qual é deduzida do total das remunerações devidas por cada viagem. Por familiar mais próximo entendem-se, por ordem de prioridades, a esposa, o pai, a mãe, o avô, a avó, os filhos, os netos e os irmãos ou irmãs. ALLOWANCE VOUCHER (Ing. Agt./Hot.) V. «Petty cash voucher». ALMOFADA DE AR (Mar.) V. «Sustentação pneumática». ALOJAMENTO (Hot.) Acomodação. Instalação em estabelecimento hoteleiro ou para-hoteleiro. Quando se refere alojamento ou acomodação, subentende-se que se trata apenas da utilização do quarto ou aposento e não das refeições que compõem o regime alimentar. Hist. O alojamento, com o significado de hospitalidade, terá surgido durante o período da pré-história, a partir do momento em que o Homem, tendo abandonado cavernas e grutas, sentiu necessidade de tornar-se nómada para prover ao seu sustento e subsistência. A construção de jangadas e pirogas abriu-lhe o caminho dos rios, dos lagos e da navegação costeira. O Homem tornava-se um ser social, ampliava os seus contactos e iniciava-se a época das trocas de bens e mercadorias. Nasce assim a hospitalidade, que conheceu uma constante e crescente evolução ao longo dos séculos. Egípcios, gregos, persas e romanos recebiam em suas casas amigos e forasteiros. As deslocações, efetuadas pelos mais diferentes motivos, tornavam indispensável a existência de lugares onde os viajantes pudessem acolher-se para repousar e alimentar-se. Surgiam as primeiras estalagens. As motivações religiosas cruzadas, peregrinações, etc. contribuíram para dar forma ao alojamento tradicional, mediante a criação de condições para a instalação de peregrinos. No século iv foi fundada em Siena (Itália) a primeira Congregação religiosa de hospitalários. A construção de estradas provocou um aumento expressivo de viajantes e foram-se criando nos Mosteiros, Conventos e Santuários, hospícios e albergarias. Os mercadores utilizavam agentes que lhes buscavam alojamento em casas particulares. Em 1048 a Ordem dos Templários funda em Jerusalém o primeiro hospício destinado a peregrinos que pretendiam visitar os lugares santos, o qual tinha capacidade para alojar cerca de 2000 pessoas. Roma, centro da cristandade, atrai crescente número de viajantes e o mesmo acontece com Santiago de Compostela. Em 1282 os estalajadeiros de Florença formam o que se julga ter sido o primeiro grémio ou corporação, que funcionava às 27

20 ALO ALT portas da cidade como uma central de reservas, porquanto os viajantes eram dali encaminhados para os diferentes estabelecimentos, por funcionários do governo municipal. Em Portugal, Dona Tereza e Dona Mafalda fundam as primeiras albergarias. D. Afonso V concede alvarás para o estabelecimento de estalagens (estaus), criando incentivos de ordem fiscal e outros para pôr cobro aos abusos do «direito de aboletamento ou aposentadoria» (V. «Aposentadoria»). Henrique VIII dissolve na Inglaterra as Ordens Monásticas, dando lugar ao aparecimento de hospedarias e estalagens. Em 1774 é inaugurado em Londres o que se considera ser o primeiro hotel convencional. Foi seu proprietário David Low que, para o efeito, transformou a mansão de Lord Archer, situada em Covent Garden. E seis anos mais tarde, em 1780, a família Lawrence sai da Inglaterra para se instalar em Sintra, onde põe a funcionar o primeiro hotel português (provavelmente o primeiro da Península). Todavia, o vocábulo «hotel» só é introduzido nos Estados Unidos da América a partir de A partir de finais do século xviii a hotelaria conhece um período de grande desenvolvimento na Europa e na América. O estabelecimento de carreiras regulares de posta e de passageiros, seguido da construção de estradas e de caminhos de ferro, contribui decisivamente para o surgimento de hotéis e pensões ou casas de hóspedes em numerosos lugares. A concorrência cresce (V. «Corsário»); introduzem-se sistemas de gestão empresarial; melhoram-se a qualidade e conforto das instalações; inventam-se novos equipamentos de cozinha e copa; instalam-se elevadores em edifícios e, em 1875, surge a primeira revista especializada em hotelaria: The Hotel World, nos EUA. Das pequenas unidades passa-se rapidamente para os grandes blocos, com muitas centenas de quartos, e surgem as primeiras cadeias internacionais. Em 1904, Milton Statler constrói, para os visitantes da Exposição Universal de St. Louis (USA), um hotel com 2257 quartos. Três anos mais tarde, César Ritz cria uma empresa de gestão e utiliza, pela primeira vez, o sistema de Franchising. Em Portugal funda-se em 1911 a primeira Associação de Proprietários de Hotéis, Restaurantes e Cafés. Em 1917 realiza-se o I Congresso Hoteleiro e na Casa Pia de Lisboa funcionam já cursos de formação profissional na área de hotelaria. Os primeiros motéis surgem nos Estados Unidos da América em ALOJAMENTO EXTRA-HOTELEIRO (Hot.) Acomodação em estabelecimentos hoteleiros não convencionais, tais como apartamentos, aldeamentos turísticos, parques de campismo, albergues de juventude, colónias de férias, casas particulares, etc. V. «Meios complementares de alojamento». ALPHABETICAL GUEST INDEX (Ing. Hot.) Lista de hóspedes num hotel, elaborada por ordem alfabética e distribuída diariamente à Central Telefónica, Portaria, Receção, Governanta de Andares, Controlo, etc., destinada a fácil identificação dos hóspedes e do alojamento que ocupam. ALPINISMO (Desp.) Atividade desportiva cujo objetivo consiste em vencer dificuldades naturais, numa zona de montanha. ALTERAÇÃO DE ROTA (Aer.) Desvio de rota, por razões operacionais, atmosféricas ou outras. ALTERNANTE (Aer.) Termo com o qual se designam os aeroportos que se encontram mais próximos da 28

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