Belo Horizonte, de Julho de Painéis Sessão 1. PE-P06 - A Temática Regional na América do Sul: segurança e liderança

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1 4 o Encontro Nacional Nacional da ABRI Belo Horizonte, de Julho de 2013 Painéis Sessão 1 PE-P06 - A Temática Regional na América do Sul: segurança e liderança Quarta-feira 24/07/ :30 às 18:45 O Exercício da Liderança Regional pelo Brasil: uma abordagem com experimento de survey Feliciano de Sá Guimarães Instituto de Relações Internacionais Universidade de São Paulo São Paulo

2 Índice: Resumo Discussão do objeto de pesquisa Justificativa metodológica Operacionalização das amostras Bibliografia Pág. 2 Pág. 3 Pág. 12 Pág. 13 Pág. 14 1) Resumo: Este projeto tem como objetivo geral analisar e comparar o apoio dos brasileiros ao exercício da liderança brasileira na América do Sul. Pretendemos utilizar dois grupos de entrevistados: uma amostra nacional de +/ brasileiros (CIDE- IPSOS) distribuídos em todo o território nacional e outra amostra de +/- 300 brasileiros que compõem a comunidade brasileira de política externa (Executivo, Legislativo, empresariado, sindicatos, organizações não-governamentais, militares, academia e mídia). A metodologia aplicada será um experimento de survey no qual serão criadas situações fictícias em que o Brasil exerce (tratamento) ou não exerce (controle) a liderança regional as áreas temáticas de integração econômica, segurança hemisférica e mudança de regimes. Os entrevistados são questionados quanto ao grau em que apoiam essas situações. Ao comparar os resultados procuramos entender o que realmente significa o exercício da liderança na região e quais formas de liderança tem mais respaldo no país, além de saber se há diferenças entre como os cidadãos brasileiros e a elite ligada à política externa entendem o papel do Brasil na região. Palavras Chaves: opinião pública e política externa, liderança regional, survey, experimento de survey 2

3 Objetivo geral: Analisar o grau de apoio da população brasileira e da comunidade brasileira de política externa ao exercício da liderança brasileira na América do Sul. Objetivo específico: Comparar o grau apoio da população brasileira ao apoio da comunidade brasileira de política externa em relação ao exercício da liderança brasileira na América do Sul nos temas da segurança regional, da integração econômica e da mudança de regime. 1) Discussão do objeto: O conceito de liderança é pouco trabalhado em relações internacionais (UNDERDAL, 1994; TALLBERG, 2006; YOUNG, 1991; IKENBERRY e KUPCHAN, 1990; KINDLEBERGER, 1981; ROSENCRANCE e TAW, 1990). Na verdade, aparece de maneira indireta e misturado ao conceito de hegemonia (LAKE, 1993). Por sua vez, o conceito liderança regional tem sido mais estudado recentemente (DESTRADI, 2010; PRYS, 2010; NABERS, 2008; FLEMES, 2006 e 2010; FLEMES e WOJCEWSKI, 2010; DENT, 2008). Os trabalhos mais relevantes sobre liderança das relações internacionais são de Lake, 1993; Young, 1991; Ikenberry e Kupchan, De um modo geral, esses autores entendem o conceito como algo essencialmente comportamental, caminhando sob dois eixos estruturantes: o eixo material (economia, força militar, etc.) e o eixo normativo (ideologia e modelos institucionais) (NABERS, 2008, p. 11). Os países que possuírem maior capacidade material e maior disposição de criar normas gerais de conduta podem ser considerados candidatos a líder. Nesse contexto, o Brasil tem sido visto por parte da literatura brasileira em política externa como líder natural do processo de integração e cooperação na América do Sul (LIMA, 2005 e 2006; LIMA e HIRST, 2009; SARAIVA, 2007; TEIXEIRA, 2011). Outros pesquisadores argumentam que embora o Brasil reúna muitos dos requisitos para ser líder, o país ainda não assumiu de maneira inequívoca esse papel, seja por falta de consenso interno, por falta de capacidade estrutural, ou por contestação regional (BURGES, 2007; FLEMES e WOJCZEWSKI, 2010; MALAMUD, 2001; SPEKTOR, 2010 e 2011; SORJ e FAUSTO, 2011). Assim, na visão de Spektor três abordagens sobre a liderança regional marcam o pensamento brasileiro: o Brasil pode 3

4 gozar de poder, prestígio e influência nas relações internacionais sem que isso implique assumir o papel de potência regional; a região pode funcionar como um escudo protetor da autonomia nacional na era da globalização; e a região pode funcionar como uma plataforma de lançamento para o acréscimo de poder, prestígio e influência nacional no sistema internacional (SPEKTOR, 2010, p. 38). Com efeito, essas visões que aqui chamamos de ausente, defensiva e assertiva aparecem embaralhadas tanto no pensamento como na formulação estratégica do Brasil. Da mesma maneira, a opinião da população brasileira e da comunidade brasileira de política externa sobre como o país deve se portar na América do Sul parece flutuar entre esses polos. Contudo, parece certo que há uma inclinação do Brasil a dar mais importância a região nas últimas duas décadas (LIMA, 2005; LIMA e HIRST, 2009; SARAIVA, 2007; BURGES 2008; SCHENONI, 2012). Assim, esse aumento de exposição regional trás consequências para a política externa brasileira, notadamente no que diz respeito à forma pela qual os brasileiros e a elite ligada à formulação da política externa entendem o papel de liderança. Nesse contexto, alguns levantamentos de survey têm demonstrado que, em geral, o exercício da liderança é apoiado tanto pela população brasileira (HOLZHACKER, 2006 e CIDE, 2011), como pela comunidade brasileira de política externa (SOUZA, 2002 e 2008; BRESSAN, 2012; HOLZHACKER, 2006). Souza (2002 e 2008) mostra que entre a comunidade brasileira de política externa (amostra construída pelo pesquisador que engloba mais +/- 200 pessoas do Executivo, Legislativo, academia, mídia, sindicatos, empresariado e entidades de classe) só tem crescido entre o início dos anos 2000 e o fim da década o consenso em torno da necessidade do Brasil assumir o papel de líder da América do Sul, embora a região apareça mais como fonte de preocupação (tráfico de drogas, fronteiras porosas, regimes autoritários, etc.) do que como oportunidades econômicas e políticas. Na pesquisa de 2002 Souza mostra que os entrevistados atribuíam importância fundamental ao fortalecimento da liderança brasileira na região. Na visão dos entrevistados os temas de política comercial regional, consolidação de um espaço econômico e político integrado na América do Sul com a liderança regional do país, e negociações multilaterais de comércio formavam o cerne da agenda internacional do Brasil. Com efeito, os objetivos de política externa considerados de extrema importância pela maioria dos entrevistados eram na seguinte ordem: promoção do 4

5 comércio exterior e a redução do déficit comercial do país (73%), salvaguarda da democracia na América do Sul (67%), fortalecimento do Mercosul (64%), fortalecimento da liderança regional do Brasil (63%) e a integração energética e viária com os países da América do Sul (53%) (SOUZA, 2002, p. 4 e 47). Já no survey de 2008, realizado com a mesma amostra, a liderança regional do Brasil talvez tenha sido o item mais sensível da agenda, embora a meta de fortalecê-la contasse com sólida maioria de quase dois terços (63% e 65%, respectivamente) desde o início da década (SOUZA, 2008, p 60). Oito dos dezoito objetivos de política externa elencados pelos survey foram considerados como de extrema importância pela maioria dos entrevistados. Desses itens, pelo menos cinco dizem respeito à atuação do Brasil na região: garantir a democracia na América do Sul (74%); integrar a infraestrutura de transportes, energia e telecomunicações (70%); fortalecer a liderança regional do Brasil (65%); atuar em conjunto com países vizinhos para a defesa e proteção da Amazônia (57%) e fortalecer o Mercosul (54%). Os dados corroboram a valorização da região como peça central da política externa (SOUZA, 2008, p.54). A própria expressão liderança regional foi citada 164 vezes nas entrevistas, ficando ao lado de desenvolvimento econômico e perdendo apenas para América do Sul com 263 citações, o que demonstra a importância da região e da liderança brasileira para a comunidade brasileira de política externa (SOUZA, 2008, p. 129). Com base em surveys realizados pelo NUPRI-USP (ALBUQUERQUE, 2000 e 2001) com um amostra nacional de pessoas e em outra sondagem no ano 2000 com a comunidade de política externa (155 pessoas), Holzhacker busca analisar a percepção da sociedade brasileira em relação a política externa do país. No que diz respeito ao exercício da liderança regional, a amostra populacional indicou um apoio mais baixo (61,2%) do que a elite (92,3%), embora ambos sejam considerados altos. No entanto, em relação ao papel do Brasil na América do Sul, 92,9% da elite e 78,8% da amostra nacional apoiaram a frase Brasil deve aumentar a sua liderança, fortalecendo uma visão de que entre a elite da época era mais nítida a visão do Brasil como país líder do que entre a população (HOLZHACKER, 2006, p ). Por outro lado, em estudo sobre a percepção das elites da região acerca da integração econômica, Bressan mostra que, ao contrário das pesquisas de Souza 2002 e 2008, e Holzhacker 2006, não há um consenso tão claro entre a elite política brasileira acerca do papel de líder do país na região. Com base no estudo Percepção 5

6 das Elites Sul-americanas sobre o Impacto das Desigualdades Sociais Na Estabilidade Democrática ( ) organizado pelo NUPRI-USP, Bressan utiliza uma amostra similar a de Holzhacker que escolhe elites de cinco segmentos: governo, partidos políticos, empresários, sindicalistas e atores sociais (lideranças comunitárias, intelectuais e jornalistas). A amostra era um pouco maior que na pesquisa de Holzhacker, algo como 187 pessoas. Ainda que o objetivo do survey não fosse avaliar estratégias mais gerais da política externa brasileira, os entrevistados demonstraram pouco entusiasmo com a liderança brasileira na região. Na verdade, a preferência pelo exercício da liderança (11,3%) ficou atrás de aproximação aos países desenvolvidos (46,3%) e exercer liderança entre os países emergentes (20,6%) (BRESSAN, 2012, p ). Em surveys aplicados pela CIDE-México (Centro de Investigación y Docencia Económicas División de Estudios Internacionales, Mexico) nos anos de 2010 e 2011 em amostras populacionais de México (2.400), Brasil (2.000), Equador (1.500), Peru (1.500) e Colômbia (1.500) buscou-se avaliar as opiniões da população sobre política externa. No que diz respeito à liderança regional, as percepções dos cidadãos da região mostra que o Brasil é o principal candidato à liderança (CIDE, 2011, p. 130). Entre os brasileiros, o papel de destaque do país se mostra ainda mais forte, com 49% dos entrevistados apoiando o papel de líder, sendo o único país que se percebe como líder (CIDE, 2011, p. 20). Ademais, amplas maiorias responderam que o Brasil foi o país mais influente da região nos últimos dez anos: 62% dos brasileiros, 40% dos colombianos e 23% dos peruanos (CIDE, 2011, p. 90). De um modo geral, portanto, os surveys citados parecem mostrar que entre os brasileiros há um apoio bastante razoável à liderança regional, ainda que haja variações ao grau de apoio entre as amostras. No entanto, o que essa liderança significa? O que a comunidade brasileira de política externa e os brasileiros querem dizer quando apoia a liderança brasileira na região? Qual tipo de liderança? Em qual área temática (segurança ou economia) os brasileiros mais apoiam essa liderança? Há variações importantes entre tipos de estratégias para situações distintas? Há diferenças importantes entre a amostra populacional e a comunidade brasileira de política externa? Esse projeto procura responder a essas indagações. Os surveys aplicados sofrem de algumas insuficiências metodológicas que este projeto pode supri. Primeiro, os surveys aplicados por Cide, Souza e NUPRI-USP nos 6

7 anos 1990, 2000 e 2010 foram construídos a partir de um debate mais geral sobre os caminhos da integração regional e da política externa brasileira. Não tinham como proposta, portanto, um debate mais exclusivo e exaustivo sobre a liderança regional. Como mostramos anteriormente, esse tema aparecia misturado a diversos outros temas aplicados em ambos os tipos de amostras. Segundo, há diferenças importantes nos apoios à liderança entre as amostras de 1990 e 2000, principalmente nos surveys aplicados pelo NUPRI. Terceiro, outro problema a ser notado é o possível viés na construção das amostras da comunidade brasileira de política externa. É claro que a construção de grupos formados por elites esbarra em uma longa discussão sobre os critérios de escolha. Contudo, acreditamos ser possível reconstruir e atualizar as amostras de Souza e NUPRI com critérios mais claros no intuito de diminuir não apenas o efeito da seleção de viés, mas também o efeito de variáveis omitidas na seleção dos membros da comunidade, conforme explicamos mais abaixo. Resumindo, os surveys citados revelam dados muito agregados, pouco precisos sobre a liderança regional, possivelmente enviesados e razoavelmente contraditórios. É preciso entender mais profundamente esse apoio ao papel de líder do Brasil na região. Além das insuficiências metodológicas dos surveys acreditamos que a literatura brasileira especializada no tema de liderança regional sofre de outro problema metodológico comum a estudos essencialmente conceitual e documental: o viés na seleção dos dados. Isto é, os trabalhos ou selecionam dados e documentos que asseguram uma visão mais positiva sobre a liderança previamente estabelecida (LIMA, 2005; LIMA e HIRST, 2009; SARAIVA, 2007; TEIXEIRA, 2011) ou, ao contrário, buscam elementos que justifiquem uma visão mais negativa (FLEMES e WOJCZEWSKI, 2010; MALAMUD, 2001; SORJ e FAUSTO, 2011). Como sabemos, isso em si não é um problema, pois nenhum desses trabalhos busca entender como os brasileiros e a comunidade brasileira de política externa entende o exercício da liderança regional, mas levantam discussões sobre a necessidade de precisar qual tipo de liderança regional e em quais áreas elas são mais apoiadas pela população e pela comunidade de política externa, grupo do qual esses mesmos pesquisadores fazem parte. Em nossa proposta, uma forma de resolver parcialmente os problemas da literatura especializada e dos surveys já aplicados é utilizar um experimento de survey (survey experiment) (TOMZ, 2007, 2008; TOMZ e WEEKS, 2012; TOMZ e TINGLEY, 7

8 2012; BLAIR, et al, 2012; GRIECO, 2011). Um experimento de survey tem meios de precisar o que significa essa liderança e em quais cenários (integração econômica, mudança de regime e segurança hemisférica) ela deve ser exercida na visão dos entrevistados exatamente porque permite ao pesquisador comparar apoios reais a situações distintas e próximas à realidade. Por conta da randomização dos tratamentos, um experimento de survey alcança um grau maior validade interna (relação causa-efeito propriamente demonstrada) e menor viés de seleção que os surveys comuns. Responder a uma situação real em que o Brasil exerce uma liderança é mais fidedigno do apoio real ou não à liderança do que responder a perguntas de um survey sobre um apoio genérico à liderança. Exatamente porque os cenários são distribuídos aleatoriamente entre os respondentes e os efeitos das variáveis independentes (tipos de liderança) podem ser medidos isoladamente sobre a variável dependente (grau de apoio à liderança), a relação causal é pouco espúria (TOMZ e WEEKS, 2012; GAINES, et al, 2006; BARABAS e JERIT, 2010). Além disso, evitaremos o nível muito abstrato e agregado de apoio identificado nos surveys mencionados acima (BRESSAN, 2012; HOLZHACKER, 2006; SOUZA, 2002 e 2008; CIDE, 2011). Para responder as perguntas de pesquisa sugerimos a criação de um conjunto de cenários fictícios nos quais os dois grupos de entrevistados (amostra populacional e amostra da comunidade brasileira de política externa) devem responder o quanto apoiam o exercício da liderança nas áreas de integração econômica, mudança de regime e segurança hemisférica. Para cada tema serão criados cenários randomizados de tratamento (no qual o Brasil exerce claramente a liderança brasileira) e controle (uma situação quase inteiramente análoga ao tratamento, porém com ausência do exercício da liderança brasileira). Assim, tendo como base as discussões de Spektor, 2010; Young, 1991; Lake, 1993; Ikenberry e Kupchan, 1990 sugerimos a dualidade liderança e ausência para marcar as diferenças do exercício (tratamento) e do não-exercício (controle) da liderança em cada um dos três temas. Além disso, a liderança será dividida em liderança assertiva e liderança defensiva. O resultado são nove tipos de tratamentos e três tipos de controles. 8

9 Fluxograma de interações: Mudança de Regime Integração Econômica Segurança Hemisférica Liderança (tratamento) Ausência (controle) Assertiva Defensiva Exemplo 01 - Tratamento (mudança de regime, liderança assertiva): Entrevistador: Um presidente de um país da América do Sul foi retirado do poder a força pelos militares. O Brasil mobilizou os demais países e condenou de forma veemente a mudança institucional, causando aos militares daquele país sérios custos políticos internacionais. O sr. (a) (...) essa situação: a) apoia fortemente; b) apoia; c) não apoia; d) discorda; e) discorda fortemente. Exemplo 02 - Controle - (mudança de regime, ausência) Entrevistador: Um presidente de um país da América do Sul foi retirado do poder a força pelos militares. O Brasil não mostrou interesse na situação e alegou que tem por princípio não interferir nos assuntos domésticos dos países da região. O sr. (a) (...) essa situação: a) apoia fortemente; b) apoia; c) não apoia; d) discorda; e) discorda fortemente. Como podemos observar, nos cenários de liderança (assertiva e defensiva) o Brasil exerce a liderança para resolver a crise internacional em questão (integração, 9

10 segurança, segurança hemisférica ou mudança de regime). Nos cenários de ausência o Brasil adota uma postura distante e pouco contribui para a solução do problema. A todos os entrevistados é perguntado o grau de aprovação da atuação brasileira no cenário em questão. Esses cenários serão distribuídos aleatoriamente em tratamento e controle entre os entrevistados para verificar o efeito isolado de cada tratamento. Quando compararmos os padrões de resposta dos entrevistados podemos isolar com mais facilidade o apoio local (população e comunidade brasileira de política externa) do tipo de exercício de liderança regional. Sopesando os diferentes índices de apoio à liderança entre as amostras e entre os temas é possível medir com mais precisão o grau de apoio ao exercício da liderança seja por temas (mudança de regime, segurança ou integração econômica)e por tipos de lideranças (liderança assertiva ou liderança defensiva). Esses cenários fictícios não mencionarão países reais da região com os quais o Brasil adota ou não uma estratégia de liderança. Isso evita uma seleção de viés do entrevistado (preferência por uma estratégia mais assertiva ou distante dependendo do país com o qual o Brasil negocia). Mais precisamente, em cada experimento o entrevistador descreve uma crise genérica em um país ou entre países da região com os quais o Brasil adota determinada postura. Com o intuito de evitar que outra variáveis independentes omitidasinfluenciem as preferências dos entrevistados pela ação de liderança em questão será preciso evitar que as características dos entrevistados influenciem de maneira desiquilibrada as estratégias de liderança em questão (por exemplo, um número maior de militares na amostra mudaria o padrão geral na liderança em tema de segurança). Por conseguinte, é importante verificarmos se as amostras possuem padrões equilibrados de gênero, educação, filiação partidária, etc. O estudo pode ficar enviesado se mais entrevistados de determinado partido político dominam uma amostra. Uma vez controlados esses fatores, a randomização possibilitará que nenhuma das variáveis independentes afete tratamento e controle de forma significativa, facilitando a compreensão do fenômeno, evitando assim o viés muito forte das amostras, notadamente da comunidade brasileira de política externa. Outro aspecto importante a ser lembrado é disponibilidade de controles disponíveis nas amostras - ideologia, gênero, idade, escolaridade, partidos políticos e 10

11 emprego dos entrevistados - que podem ajudar na compreensão do fenômeno. Assim, será possível verificar se o apoio a determinada estratégia de liderança é maior entre homens ou mulheres, entre funcionários do poder público ou das empresas privadas, etc. 2) Justificativa metodológica: Há um crescimento recente de experimentos em relações internacionais (McDERMOTT, 2011; HUDSON e BUTLER, 2010; HYDE, 2007a, 2007b, 2010). No entanto, as grandes questões das ciências sociais, tais como as causas das guerras ou o desenvolvimento econômico estão para além da capacidade dos experimentos em responder (GREEN e GERBER, 2002, p. 820). Assim, ao invés de testar grandes teorias, os experimentos podem servir para o acúmulo de conhecimento em domínios mais específicos e estreitos das relações internacionais (McDERMOTT, 2011, p. 504). Dessa forma, faz sentido desagregar as grandes teorias de RI em pequenas partes e realizar experimentos para melhor entender seus mecanismos (HUDSON e BUTLER, 2010, p. 170). Talvez seja importante os pesquisadores discutir menos as macro-teorias de RI e entenderem com mais precisão os mecanismos de nível micro sob os quais as grandes teorias operam (HYDE, 2010, p. 74). Assim, os experimentos em relações internacionais são mais testadores de teoria do que construtores de teorias (theory-testing vs. theory-building) (HUDSON e BUTLER, 2010, p. 168). De acordo com Hyde, embora não seja possível que a existência de armas nucleares ou a distribuição do poder sejam passíveis de randomização, o comportamento dos indivíduos que influenciam estes aspectos podem ser entendidos por meio de experimentos (HYDE, 2010, p. 74). É exatamente neste contexto que nosso projeto se encontra, ou seja, entender como o comportamento de indivíduos que influenciam indiretamente (população) ou diretamente (comunidade brasileira de política externa) pensam determinadas ações de política externa na América do Sul. Buscamos compreender o apoio da opinião pública a um tipo de estratégia da política externa em distintos cenários regionais. No entanto, é importante lembrarmos que os experimentos em geral sofrem com problemas comuns de validade externa (external validity) (HYDE, 2010, p. 82). Isto é, 11

12 até que ponto o padrão de respostas encontrados no experimento em questão tem validade equivalente para todas as situações semelhantes? Mais do que isso, o comportamento da comunidade de política externa, por exemplo, ao responder os questionários pode ser bem diferente daquilo que eles fariam no mundo real dada as diferentes condicionalidades das duas situações (TOMZ, 2008, p. 33). Como controlar essa possibilidade? A única forma de suprir essas lacunas é utilizar estudos observacionais. 3) Operacionalização da pesquisa: Amostra populacional: pretendemos contatar o CIDE-México e/ou a IPSOS Brazil para utilizar sua amostra nacional (Brasil). Outra possibilidade é a contratação da amostra nacional do IPESPE-Recife. Este experimento pode ser inserido em um survey mais amplo ou pode ser aplicado exclusivamente. No primeiro caso dependemos da autorização da Cide para realizar a pesquisa. No segundo dependemos de recursos adicionais para contratar uma empresa especializada para realizar o experimento. Amostra da comunidade brasileira de política externa: pretendemos ter acesso às duas amostras atualmente disponíveis NUPRI-USP e Souza/CIDE. Vamos comparar as amostras, atualizá-las e criar critérios mais claros da construção amostral. A aplicação do experimento é mais simples nesse caso, pois a amostra gira em torno de 300 pessoas, o que fica mais fácil de ser operacionalizado por uma pequena equipe treinada. Planejamento: pretendemos rodar o experimento no início do segundo semestre de A análise dos dados seria feita até o final do segundo semestre de 2013, sendo o primeiro relatório concluído no início de ) Bibliografia: 12

13 ALBUQUERQUE, José Guilhon. (2000). As percepções das Elites dos Países do Cone Sul a respeito da política externa Brasileira ( ). Pesquisa NUPRI- USP. ALBUQUERQUE, José Guilhon. (2001). As percepções da Elite e Opinião Pública sobre a Política Externa Brasileira( ). Pesquisa NUPRI-USP BLAIR, Graeme, et al. (2012). Poverty and Support for Militant Politics: evidence from Pakistan. in American Journal of Political Science, Vol. (?). BARABAS, Jason e JERIT, Jennifer. (2010). Are Survey Experiments Externally Valid?in American Political Science Review, Vol. 104, No. 2. BRESSAN, Regiane. (2012). A integração sul-americana e a superação da pobreza: uma abordagem pela percepção das elites. Tese de Doutoramento PROLAN-USP. BURGES, Sean (2007). Building a Global Southern Coalition: The Competing Approaches of Brazil's Lula and Venezuela's Chávez. in Third World Quarterly, Vol. 28, No. 7. BURGES, Sean. (2008). Consensual Hegemony: Theorizing Brazilian Foreign Policy after the Cold War. in International Relations, Vol. 22, No. 1. GONZÁLEZ, Guadalupe; SCHIAVON, Jorge; CROW, David e MALDONADO, Gerardo. (2011). CIDE - Las Américas y el Mundo Opinión pública y política exterior en Brasil, Colombia, Ecuador, México y Perú. Cidade do México: Centro de Investigación y Docencia Económicas A. C. DENT, Christopher. (2008). China, Japan, and Regional leadership in East Asia. Northampton: Edward Elgar Publishing. DESTRADI, Sandra. (2010). Regional powers and their strategies: empire, hegemony, and leadership. in Review of International Studies, Vol. 36, No. 4. FLEMES, Daniel. (2007). Conceptualizing Regional Power in International Relations: Lessons from the South African Case. GIGA Working Papers. FLEMES, Daniel e WOJCEWSKI, Thorsten. (2010). Contested Leadership in International Relations: Power Politics in South America, South Asia and Sub- Saharan Africa. GIGA Working Papers. FLEMES, Daniel. (2010). Regional Leadership in the Global System: ideas, interests and strategies of regional power. Londres: Ashgate. GAINES, Brian; KUKLINSKI, James e QUIRK, Paul. (2006). The Logic of Survey Experiment Reexamined. in Political Analysis, Vol. 16. GREEN, Donald e GERBER, Alan. (2002). Reclaiming the Experimental Tradition in Political Science.in Milner, H. E Katznelson, I.. Political Science: State of the Discipline. Nova Iorque: W.W. Norton and Co. 13

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