Infográficos Dados Básicos. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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1 Page 1 of 19 Instituto eiro de Geografia e Estatística Infográficos - MG Dados Básicos População Área Bioma hab. 331,40 km 2 Cerrado e Mata Atlântica Localização da Sede

2 Page 2 of 19 População > Evolução Populacional > Pirâmide Etária

3 Page 3 of 19 HOMENS MULHERES 0 a a a a a a a a a

4 Page 4 of a a a a a a a a a a a

5 Page 5 of 19 Outros Temas > Casamentos Casamentos Separações Divórcios > Docentes por série

6 Page 6 of % 11.9% 24.7% Fundamental Pré-escola Médio % 22.6% 10.1% 66.5% 22.1% 11.5% > Números de escolas por série

7 Page 7 of % 41.5% 15% Fundamental 754 Pré-escola 718 Médio % 12.7% 31.9% 53.5% 9.1% 37.4% > Matrículas por série

8 Page 8 of 19 69% 9.2% 21.8% Fundamental Pré-escola Médio % 18.9% 9.5% 79.2% 20.8% 0% > Estabelecimentos de saúde

9 Page 9 of % 1.6% 19.1% 78.9% Federais 4 Estaduais 17 Municipais 207 Privados % 0.7% 56.9% 42% 1% 1.4% 52.9% 44.7% > Frota municipal de veículos

10 Page 10 of % 2.5% 0.2% 7.2% 0.4% 12.9% 1% 0.7% 0% Automóveis Caminhões Caminhões-trator Caminhonetes Micro-ônibus Motocicletas Motonetas Ônibus Tratores % 3.9% 0.6% 7.2% 0.4% 25% 2.5% 0.9% 0% 61.6% 3.6% 0.7% 6.8% 0.4% 22.1% 3.9% 0.8% 0% > Morbidade hospitalar

11 Page 11 of % 43.9% Homens Mulheres % 44.8% 54.9% 45.1%

12 Page 12 of 19 Economia > Despesas e Receitas orçamentárias 53.1% 46.9% Receitas Despesas % 44.5% 54.9% 45.1% > Produto Interno Bruto (Valor Adicionado)

13 Page 13 of 19 Agropecuária 206 Indústria Serviços

14 Page 14 of 19 Histórico Minas Gerias - MG Histórico A descoberta do ouro continuava polarizando as atenções como o acontecimento maior do século XVII. Entradas e bandeiras cruzavam os sertões das e de Goiás numa penetração histórica, para fincar muito além do meridiano de Tordesilhas, os novos marcos das fronteiras da pátria. Foi por volta de 1701 que o bandeirante João Leite da Silva Ortiz, impressionado com os aspectos da topografia, clima ameno e fertilidade do solo na imensa planície que se estendia logo após a Serra do Curral, resolveu lançar, ali, os fundamentos da sua Fazenda do Cercado em cujas terras foi, aos poucos, surgindo o arraial de Curral del Rei. Juntamente com o povoado, Ortiz fez construir uma capela que seria tempos depois a matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. Curral del Rei foi aos poucos se firmando, de forma tal que em 1707 já aparecia citado em documentos oficiais. Em 1711, Ortiz obtém carta de sesmaria das terras com os limites fixados pelas serras do Curral, Jaborema, Jatobá, José Vieira, Pangaré, Taquaril, Navio, Rola Moça e Mutuca. A propósito, vale reproduzir trecho do relatório enviado à Cúria de Mariana pelo Vigário Francisco de Paula Arantes, conservada a ortografia e o pitoresco da época: "Ä Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Curral del Rey está situada em campos amenos na extensa planície de sua serra donde manão imensas fontes de cristalinas e saborosas águas; o clima da região he temperado; a atmosphera he salutifera; está circulada de pedras e mais materiais onde se podem fazer soberbos edifícios; a natureza criou este logar para sua formosa e linda cidade, si algum dia for auxiliada esta lembrança." O pequeno Curral del Rei crescia a bom crescer. Desdobrada em curatos, sua freguesia alcançava o Paraopeba e Sete Lagoas, numa jurisdição que atendia a cerca de 18 mil almas. Depois, extintos os curatos, o Curral del Rey viuse novamente reduzido ao primeiro arraial, com sua população de 2500 habitantes. Ouro Preto vivia praticamente o melancólico final de sua discutida condição de sede do Governo do Estado. Confinada entre montanhas, sem meios nem condições para desenvolver-se em consonância com o espírito marcadamente reformista da época, a velha capital já vinha, de há tempos, sentindo os efeitos de crises consecutivas cuja tônica repousava no movimento de caráter mudancista que empolgava a opinião pública. Dos tênues vagidos dos períodos colonial e provincial ao clamor público que incendiava os espíritos, a idéia avolumou-se até que a República veio proporcionar condições para efetivação da mudança, apaixonante questão em que se punham em jogo motivos fundamentais ligados ao desenvolvimento e segurança do Estado. Ao Governador Augusto de Lima, coube a missão de encaminhar ao Congresso a importante questão e, após acalorados debates em que os interesses regionais se empenharam a fundo, foi incluída na Constituição Estadual dispositivo determinando a mudança da Capital para local que reunisse as condições ideais para o fim almejado. Das cinco localidades sugeridas - Juiz de Fora, Barbacena, Paraúna, Várzea do Marçal e, a Comissão Técnica sob a chefia do engenheiro Aarão Reis julgou em igualdade de condições e Várzea do Marçal, opinando ao final pela última localidade.?entre a Várzea do Marçal e o é difícil a escolha, em ambas, a nova cidade poderá desenvolver-se em ótimas condições topográficas, em ambas, é facílimo o abastecimento d?água e a instalação de esgotos, ambas oferecem excelentes condições para as edificações e a construção em geral, e se, na atualidade, a Várzea do Marçal representa melhor o Centro de Gravidade do Estado e acha-se já ligada por meios mais rápidos e fáceis de comunicação com todas as zonas, - daqui a algumas dezenas de anos melhor o representará, de certo, e mais diretamente ligada ficará a todos os pontos do vasto território mineiro.? (Comissão Construtora). Voltou o Congresso a pronunciar-se, e depois de novos e extensivos debates surgiu a Lei nº 3, adicional à Constituição, que mandava fosse a Capital construída em terras do arraial de, ex-curral del Rei. A escolha do local levou em conta a proteção contra os ventos frios e úmidos garantida pelas serras do Curral e de Contagem, com mananciais de água de boa qualidade e suficientes para abastecer sua futura população. Planejada para abrigar cerca de 400 mil habitantes, a capital foi inspirada em cidades modernas do mundo como Paris e Washington, a partir de uma nova concepção estética urbana, com largas avenidas, ruas simétricas e arborizadas, bulevares, praças, jardins e um moderno sistema de transportes.

15 Page 15 of 19 Criada pelo Decreto 680, de 14 de fevereiro de 1894, a Comissão Construtora da Nova Capital iniciou imediatamente seus trabalhos com o prazo improrrogável fixado em um qüinqüênio. Designado chefe da Comissão, o Dr. Aarão Reis manteve-se no cargo de março de 1894 até maio de 1895 quando foi substituído, a pedido, pelo engenheiro Francisco de Paula Bicalho. A essa altura já se encontravam os trabalhos em franco desenvolvimento, inclusive a desapropriação da área da arraial e conclusão dos estudos e planos da nova capital. Com a firme determinação de evitar que o prazo não fosse ultrapassado, o engenheiro Bicalho remodelou a Comissão Construtora e imprimiu ritmo novo de ação, atacando a um só tempo as várias frentes de trabalho. E com efeito, rigorosamente dentro do prazo constitucional surgia a cidade nova com seu traçado de admirável simetria exibindo um vistoso tabuleiro de amplas ruas e avenidas, imponentes edifícios públicos - Palácio, Secretarias de Estado, confortáveis residências ao gosto da época em contraste com alguns prédios antigos, e a bela estação da Central do cujo ramal férreo também fora construído pela Comissão. Dentro da noção positivista de progresso, o planejamento da capital estabelecia a separação entre as áreas urbana e suburbana, delimitadas pela Avenida do Contorno. A área planejada na questão de residências só tinha espaço para os profissionais liberais, comerciantes e funcionários públicos. Assim, às margens da Contorno, foram surgindo bairros populares fora do planejamento oficial. Do antigo arraial, restou quase que exclusivamente a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem, ponto central do povoado, construída em estilo colonial, e reconstruída em 1932, em estilo neo-gótico e a edificação que abriga hoje o Museu Abílio Barreto, o local foi originalmente sede da fazenda do córrego do Leitão, construída pelo curralense José Cândido Lúcio da Silveira, por volta de Foi assim que entre ruidosas e justas comemorações a cidade viu nascer a Nova Capital de Minas no dia 12 de dezembro de 1897 em ato público soleníssimo, presidido pelo Dr. Crispim Jacques Bias Fortes, então Presidente de Minas. A cidade custara aos cofres do Estado a importância de 36 mil contos de reis. Recebeu o nome de Cidade de Minas pela Lei adicional nº 3. Entretanto, em virtude da dualidade de nomes - já que distrito e comarca se chamavam, logo foi o topônimo modificado para o atual. Ao ser inaugurada, contava com uma população de habitantes. Do total de prédios existentes, era de apenas 500 o número de casas novas. Nos primeiros anos pouco evoluiu, isto em decorrência dos efeitos de duas crises econômicofinanceiras em 1912, de âmbito nacional, e a seguir a situação calamitosa gerada pela Primeira Grande Guerra, em Aos poucos, porém, a normalidade foi sendo restabelecida, e a cidade partiu para uma fase de desenvolvimento crescente que haveria de culminar com a realidade magnífica da metrópole do presente. As décadas de 20, 30 e 40 representaram um dos períodos áureos da industrialização da região - a despeito da crise de 1929 em Nova York e da Revolução de 30 - especialmente pela expansão do setor siderúrgico, o que se tornou fonte de geração de empregos e expansão de mercados e serviços. Os anos 40 e 50 foram marcados pela obra símbolo do modernismo o conjunto arquitetônico da Pampulha, criado por Oscar Niemeyer, que se tornou referência e influenciou toda a arquitetura moderna brasileira. Composto pela Igreja de São Francisco de Assis, o Iate Tênis Clube, a Casa do Baile e o Cassino, hoje, Museu de Arte da Pampulha, esses equipamentos circundam a Lagoa da Pampulha, construída na década de 40, quando o prefeito era Juscelino Kubitscheck. Os jardins do paisagista Burle Marx, a pintura de Cândido Portinari e as esculturas de Ceschiatti, Zamoiski e José Pedrosa completam e valorizam o projeto concebido para a lagoa. A capital ganhou os serviços de ônibus elétricos e sua vida cultural tornou-se mais efervescente, com a proliferação de cafés, bares, restaurantes, teatros e imprensa local. Consolidados os setores industriais e de serviços, assiste, a partir dos anos 50, a um grande êxodo rural em, quando a população da cidade dobra de tamanho, passando de 350 mil para 700 mil habitantes. Nos anos 60 passou por um processo acelerado de crescimento urbano que avançou sobre suas ruas, quando foram demolidas casas e áreas verdes e ergueram-se altos prédios, em um processo de descaracterização da "Cidade-Jardim ". Atendendo à lógica do desenvolvimento, a verticalização da cidade ocorreu sobretudo na década de 70, comprometendo as características originais e o seu patrimônio arquitetônico. Com um milhão de habitantes, Belo Horizonte crescia de modo desordenado, expandindo-se para os municípios vizinhos, o que levou à instituição da Região Metropolitana de.

16 Page 16 of 19 A partir dos anos 80, caracterizados por desaceleração econômica, descentralização do poder e pela transição democrática vivida no país após os governos militares, ampliaram-se a mobilização e os canais de participação popular. Os movimentos sociais urbanos organizavam-se para reivindicar direitos urbanos básicos como melhoria da infra-estrutura urbana, do transporte público, atendimento médico e acesso à educação de qualidade. A partir do início da década de 90, torna-se palco de importantes experiências na gestão de políticas públicas municipais, que se traduziram por inúmeros programas e projetos de melhorias urbanas e sociais, com a efetiva participação popular, tais como o Orçamento Participativo, a Escola Plural, o Programa Bolsa-Escola Municipal e o Programa de Saúde da Família. Gentílico: belo-horizontino Formação Administrativa Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey, por ordem régia de Pelo decreto estadual nº 36, de , o distrito de Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey para Belo Horizonte. Pela lei estadual nº 2, de , confirmou a criação do distrito de. Elevado à categoria de município e capital, com a denominação de Cidade de Minas, pela lei estadual nº 3, de , e decretos estaduais nº 716, de e 776, de , desmembrado do Município de Sabará. Instalado em Pela lei estadual nº 302, de o município e capital de cidade de Minas passou a denominar-se Belo Horizonte. Em divisão administra referente ao ano de 1911 e nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 01-IX-1920, o município já denominado é constituído do distrito sede. Pela lei estadual nº 843, de , é criado o distrito de Venda Nova, ex-povoado, com território desmembrado do distrito sede de, acrescido de uma parte do distrito da sede do município de Santa Luzia do Rio das Velhas e anexado ao município de. Em divisão administrativa referente ao de I933, o município é constituído de 2 distritos: e Venda Nova. Assim permanecendo em divisões territoriais de 31-XII-1936 e 31-XII Pelo decreto-lei estadual nº. 148, de , o distrito de Venda Nova deixa de pertencer ao município de Belo Horizonte para ser anexado ao município de Santa Luzia. No quadro fixado para vigorar no qüinqüênio , o município é constituído do distrito sede. Pela lei nº 336, de , o município de adquiriu novamente o distrito de Venda Nova desmembrado do município de Santa Luzia. Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: e Venda Nova. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI Pela lei nº 6936, de , é criado o distrito de Barreiro e anexado ao município de. Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 3 distritos:, Barreiro e Venda Nova. Assim permanecendo em divisão territorial datada de Alterações toponímicas distritais Nossa Senhora da Boa Viagem do Curral del Rey para, alterado pelo decreto estadual nº 36, de para Cidade de Minas, alterado pela lei estadual nº 3, de e por decretos estaduais nºs 716, de e 776, de

17 Page 17 of 19 Alteração toponímica municipal Cidade de Minas para alterado pela lei estadual nº 302, de

18 Page 18 of 19 Descrição e Fontes Dados Básicos População: Contagem da População 2007 Área: Área da unidade territorial (km²) Bioma: (IBGE) Data de Instalação: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE) Município de Origem: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE) Localização da Sede IBGE Evolução Populacional População Residente (pessoas): Censo Demográfico 1991 (IBGE) População Residente (pessoas): Contagem Populacional 1996 (IBGE) População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE) População Residente (pessoas): Contagem Populacional 2007 (IBGE) Pirâmide Etária População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE) Casamentos Casamentos - registrados no ano - lugar do registro Separações judiciais - concedidas no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo Divórcios - concedidos no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo Fonte: IBGE,Estatística do Registro Civil de Rio de Janeiro: IBGE, NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Nos totais das Unidades da Federação e, não foram incluídas as informações das variáveis de Sem especificações, Ignorados e Estrangeiros. Despesas e Receitas orçamentárias Receitas orçamentárias realizadas - Correntes Despesas orçamentárias realizadas - Correntes Fontes: Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Registros Administrativos NOTA 1: Os totais de e Unidades da Federação são a soma dos valores dos municípios. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. NOTA 3: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Docentes Docentes - Ensino fundamental (1) Docentes - Ensino médio (1) Docentes - Ensino pré-escolar (1) Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Escolas Escolas - Ensino fundamental (1) Escolas - Ensino médio (1)

19 Page 19 of 19 Escolas - Ensino pré-escolar (1) Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Matrículas Matrícula - Ensino fundamental (1) Matrícula - Ensino médio (1) Matrícula - Ensino pré-escolar (1) Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. Estabelecimentos de Saúde Estabelecimentos de Saúde público federal Estabelecimentos de Saúde público estadual Estabelecimentos de Saúde público municipal Estabelecimentos de Saúde privado total Frota Municipal Automóvel - Tipo de Veículo Caminhão - Tipo de Veículo Caminhão trator - Tipo de Veículo Caminhonete - Tipo de Veículo Micro-ônibus - Tipo de Veículo Motocicleta - Tipo de Veículo Motoneta - Tipo de Veículo Ônibus - Tipo de Veículo Trator de rodas - Tipo de Veículo Morbidades Hospitalares Homens Mulheres Fontes: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. PIB Valor adicionado bruto da agropecuária a preços correntes Valor adicionado bruto da indústria a preços correntes Valor adicionado bruto dos serviços a preços correntes Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA.

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