Caderno de Resumos XI ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA. 3 e 4 de abril de 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

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1 XI ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA Caderno de Resumos 3 e 4 de abril de 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO CAMPUS MORRO DO CRUZEIRO

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO João Luiz Martins Reitor Antenor Rodrigues Barbosa Júnior Vice-Reitor ESCOLA DE MEDICINA Márcio Antônio Moreira Galvão Diretor George Luiz Lins Machado Coelho Vice-Diretor COLEGIADO DE MEDICINA Fausto Aloísio Pedrosa Pimenta Presidente XI ENCONTRO DIDÁTICO CIENTÍFICO DO CURSO DE MEDICINA Gustavo Meirelles Ribeiro Presidente Docente Álisson Oliveira dos Santos Presidente Discente 2

3 CADERNO DE RESUMOS ISSN REALIZAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO COMISSÃO ORGANIZADORA Professora Dra. Adriana Maria de Figueiredo Professor Dr. Márcio Antônio Moreira Galvão Professora Dra. Palmira de Fátima Bonolo Acadêmica de Medicina Lídia Lelis Leal Acadêmico de Medicina Júlia Carvalho Oliveira Acadêmico de Medicina Robson Moraes dos Santos CADERNO DE RESUMOS ORGANIZADO POR Professora Dra. Adriana Maria de Figueiredo Acadêmico de Medicina Robson Moraes dos Santos 3

4 PREFÁCIO SUMÁRIO APRESENTAÇÕES ORAIS Abordagem da úlcera péptica gastroduodenal perfurada...07 Acessibilidade aos serviços de saúde na área da unidade básica de saúde São Cristóvão...09 Análise quantitativa e orientação dos idosos sobre vacinação na Estratégia de Saúde da Família 1 em Cabanas, Mariana, MG...11 Avaliação sobre tratamento medicamentoso contínuo na Unidade básica de Saúde Piedade em Ouro Preto, MG...13 Estudo epidemiológico e descritivo dos casos de aborto espontâneo na Microregião de Saúde dos Inconfidentes...15 Fatores que determinam a prevenção e a adesão ao tratamento de doenças cardiovasculares...17 Historicidade da instituição social hospital...19 Isquemia mesentérica aguda: uma abordagem atual...20 Notes Natural Orifice Transluminal Endoscopic Surgery: cirurgias orificiais...22 O tratamento do paciente diabético em Ouro Preto e região e as mudanças de vida que enfrenta...24 Peritonite terciária: manejo e repercussões clínicas...26 Procedimentos cirúrgicos à beira do leito: revisão bibliográfica...28 Projeto Mães de Antonio Pereira ; A educação em saúde no cuidado à gestante, à puérpera e ao recém-nascido

5 Projeto Educare: Educação em saúde voltada para pacientes do Projeto Hiperative, em Passagem de Mariana MG...32 Projeto Movimente-se: Incentivo à prática de atividades físicas aos pacientes hipertensos e/ou diabéticos da Unidade de Atenção Primária à Saúde CAIC em Cachoeira do Campo, Ouro Preto, MG...34 Projeto Velhos Amigos...36 Reflexão sobre a experiência da morte e do luto...38 Tratamento Cirúrgico do Megaesôfago Chagásico...40 Vigilância em saúde: doenças não prevalentes relacionadas com a população flutuante na cidade de Ouro Preto...41 PÔSTERES DE DISCIPLINA A descoberta da penicilina: uma revisão da literatura com ênfase na obra a paixão transformada, de Moacyr Scliar...43 Espaço e doença, uma nova visão na análise epidemiológica. Integralidade da atenção à saúde...45 John Snow e o método de investigação epidemiológica: revisão e relato histórico O processo saúde-doença como objeto social...47 Uma breve análise histórica da epidemiologia...49 PÔSTERES LIVRES A inserção dos estudantes do terceiro período de medicina em um hospital geral...51 Álcool conceitos e reflexões...53 Estresse: conceito, história e aplicação

6 PREFÁCIO O Encontro Didático Científico é uma iniciativa que tem muitos significados. Representa uma ação que envolve o aluno nas três esferas estruturais da Universidade: ensino, pesquisa e extensão. Representa também a concretização do sonho de inovação do ensino de graduação e a possibilidade de integração de alunos e professores de diversos períodos, bem como da Comunidade Ufopiana. No ano da formatura da primeira turma de medicina, passamos pela necessidade de reflexão e renovação: a setorização da Escola, de certa forma, afastou do convívio cotidiano os atores de um cenário comum. Este Caderno de Resumos é símbolo da união de esforços diversos, frutos de muitas iniciativas. Sua importância está na possibilidade de se ver o todo como vitória comum e da revalorização do Encontro Didático Científico, capaz de nos manter no caminho de mãos dadas. Professor Gustavo Meirelles Ribeiro Presidente Docente 6

7 APRESENTAÇÃO ORAL ABORDAGEM DA ÚLCERA PÉPTICA GASTRODUODENAL PERFURADA: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Iure Kalinine Ferraz de Souza Ana Cláudia Ramos Donatelli Dhyego Bonelle De Sousa Evandro Guedes Gonçalves Felipe Guilherme Nascimento Garcia Luiz Felipe Miranda Mendes Otávio Montovanelli Monteiro Introdução: A úlcera péptica gastroduodenal pode ser definida como a perda de substância focal em áreas de mucosa e tecidos subjacentes, do estômago e duodeno, que mantêm contato com o suco gástrico. A infecção pelo Helicobacter pylori e o uso crônico de anti-inflamatórios não esteroidais são considerados fatores etiológicos. É uma das mais frequentes doenças do tubo digestivo. Objetivos: Realizar uma revisão da bibliografia sobre o tema úlcera péptica gastroduodenal perfurada, com enfoque no tratamento cirúrgico, por meio de um estudo detalhado do tema, buscando informações sobre etiologia, apresentações clínicas, diagnóstico, propedêutica e terapêutica não cirúrgica, para posterior destaque para a abordagem cirúrgica e as técnicas empregadas. Métodos: Levantamento bibliográfico com materiais de 1982 a 2011, por meio de livros e das bases de dados LILACS, MEDLINE e SciELO. Foram utilizados como descritores da pesquisa: perforated peptic ulcer, perforated peptic ulcer and videolaparoscopy. Resultados: Após a apresentação dos principais aspectos clínicos das úlceras pépticas gastroduodenais e de suas complicações, o trabalho destaca o tratamento cirúrgico. Em relação às úlceras pépticas gástricas perfuradas, existem três condutas possíveis: tratamento clínico, considerado uma exceção; tratamento cirúrgico com simples fechamento da perfuração, após debridamento, omentoplastia e lavagem da cavidade peritoneal, indicado nas úlceras agudas; e gastrectomia, procedimento definitivo, indicado nas úlceras crônicas, que, dependendo da localização e da classificação de Johnson, pode ser subtotal sem vagotomia, antrectomia com vagotomia troncular e esofagogastrojejunostomia. Para as úlceras pépticas duodenais perfuradas, os três tipos de abordagem anteriores também são utilizados: o tratamento não cirúrgico também é uma exceção; a rafia simples da perfuração tem maior indicação; e o tratamento cirúrgico, sendo a antrectomia com anastomose do coto gástrico associado à vagotomia troncular o padrão ouro das cirurgias, visto que a gastrectomia subtotal tem pouca utilidade. Conclusões: A doença péptica possui relevante prevalência em nosso meio e o seu tratamento torna-se muitas vezes um desafio para o profissional de saúde, principalmente no que se refere as suas complicações. O tratamento cirúrgico definitivo pode e deve ser tentado, na ausência de fatores de risco, em pacientes com úlceras duodenais crônicas ou complicadas e já submetidos a tratamento clínico sem sucesso. Palavras-chave: úlcera péptica; hemorragia gastrointestinal; terapêutica. Referências bibliográficas: WAY, LW. Cirurgia, Diagnóstico e Tratamento. 11ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,

8 Ilias, Elias Jirjoss. Qual o papel da gastrectomia no tratamento da úlcera péptica na atualidade? Rev. Assoc. Med. Bras., São Paulo, v. 57, n. 1, fev

9 APRESENTAÇÃO ORAL ACESSIBILIDADE AOS SERVIÇOS DE SAÚDE NA ÁREA DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE SÃO CRISTÓVÃO Geiza Conceição Izabela Zarnowski Passos Laís Sato dos Santos Maria Alice Matias Cardoso Paulo Henrique de Melo Figueiredo Neto Raíssa Fernanda Rodrigues Ribeiro Adriana Maria de Figueiredo Introdução: Nosso trabalho visa esclarecer aspectos importantes sobre a acessibilidade aos serviços de saúde na área atendida pela Unidade de Saúde Básica do bairro São Cristovão. Acessibilidade, nesse contexto, é um termo mais abrangente do que a mera disponibilidade de recursos num dado tempo e espaço. Refere-se às características dos serviços e dos recursos de saúde que facilitam ou limitam seu uso por potenciais usuários. Dentro dessa mesma área podemos observar uma grande diversidade social numa enorme área geográfica. Outro fator importante na escolha da área estudada é a proximidade com uma unidade de pronto atendimento (UPA), o que muitas vezes afasta o usuário da UBS. O estudo dos fatores influenciadores do acesso visa, sobretudo, melhorar a qualidade de atendimento à população. Objetivos: Através do presente trabalho almejamos esclarecer pontos acerca do acesso e conhecimento da população sobre os serviços de saúde, bem como analisar a possibilidade de esse serviço de saúde fazer um trabalho satisfatório com toda a população. Buscamos também entender como as diferenças espaciais e sociais podem influenciar na interface entre população e serviços de saúde primária. Métodos: decidimos fazer um questionário tomando como base os nossos objetivos, e parâmetros de acessibilidade descritos no site do ministério da educação, investigamos também a utilização dos serviços na UPA. Aplicamos o questionário numa parte da população escolhida de forma probabilística por julgamento. Analisamos os dados de forma comparativa. Resultados: Encontramos um nível alto de desconhecimento sobre a estratégia de saúde da família e um desconhecimento ainda maior sobre o tipo de atendimento que deve ser feito na ESF e o que deve ser feito na UPA. Grandes distâncias geográficas se mostraram um parâmetro de importante contribuição para o acesso aos serviços de saúde, o mesmo não foi observado entre os diferentes padrões sociais da área estudada. Conclusões: Modelos assistenciais alternativos, como a estratégia de saúde da família, se pautam em três pilares: lógica territorial, porta de entrada pela atenção básica e hierarquização da assistência. Através do nosso trabalho podemos exemplificar que esses pilares tem sido inadequados à realidade do usuário do SUS, uma vez que os mesmos não possuem informação acerca dos serviços. Outro problema encontrado é a escassez de profissionais, os números mostraram que se toda a população que deveria ser atendida realmente procurasse atendimento, os profissionais existentes não supririam as necessidades de todos. Por fim, o trabalho de conscientização, por nós realizado, foi muito bem aceito e entendido pela população. Resta a trabalhos posteriores analisarem a efetividade dessa conscientização. 9

10 Palavras chave: Acessibilidade, atenção primária, atendimento de emergência. Referências BUSS, P. M. Promoção da Saúde da Família, programa de Saúde da Família: promoção da saúde. Dez, CUNHA, A. B. O.; SILVA, L. M. V. da. Acessibilidade aos Serviços de Saúde em um Município do Estado da Bahia, Brasil, em gestão Plena do Sistema. Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, 26(4) , abr,

11 APRESENTAÇÃO ORAL ANÁLISE QUANTITATIVA E ORIENTAÇÃO DOS IDOSOS SOBRE VACINAÇÃO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - 01 EM CABANAS, MARIANA-MG Adriana Maria de Figueiredo Kássia Corrêa Castro Fernanda Linhares de Carvalho Pereira Filipe Mateus Costa Teixeira Jorge Costa Ribeiro Helena Távora de Senna Albuquerque Guimarães Henrique Martins Aranda Caldeira Juliana Oliveira Pedrosa Mariana Fontes Pereira O aumento no número de idosos nas últimas décadas inaugura novas demandas principalmente na saúde. Estas mudanças modificaram o perfil epidemiológico no país promovendo novo padrão de morbimortalidade na população idosa. As doenças infecciosas constituem uma importante intercorrência clínica em idosos, uma vez que frequentemente são relacionadas à hospitalização e morte desses indivíduos. O cumprimento do calendário de vacinas é uma medida de proteção importante, pois, nessa fase do ciclo da vida, previne uma série infecções específicas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza a administração de três vacinas: contra Influenza, Febre Amarela e Difteria-tétano (DT). No Brasil, essas vacinas são oferecidas aos idosos pelo SUS, que além delas, disponibiliza também a vacina contra a pneumonia. Sendo assim, o objetivo do seguinte trabalho desenvolvido em Mariana-MG, na Estratégia Saúde da Família - 01 (ESF-01) de Cabanas, juntamente ao projeto CuidaIdoso do PET-Saúde, foi verificar e realizar um estudo comparativo do cartão de vacinas dos idosos que frequentam o projeto e também dos outros idosos da comunidade que dele não participam. Buscou também promover ações que visem esclarecer a importância da vacinação regular, ou eventual intercorrências ocasionadas pela vacinação. Analisando os dados obtidos acerca das vacinas dos idosos participantes do projeto, e os que não participam, através de visitas domiciliares, foi observado um número menor de idosos participantes que não possuem o cartão de vacina completo. Apesar disso, foi possível perceber claramente que a situação vacinal da maioria desses indivíduos, deixa a desejar, pois apresenta uma, duas, ou três vacinas em falta. Dessas vacinas, a Febre Amarela é a mais faltante no cartão de vacinas, tal fato pode ser decorrente a uma taxa de incidência muito pequena dessa doença na região Sudeste e, por isso, poucos sabem dos reais riscos de se contrair essa doença e quais são seus sintomas. Já a vacina mais presente no cartão é a Influenza, o que pode ser justificável pelo fato da grande campanha realizada anualmente pelo Ministério da Saúde sobre a importância de tal vacina. A difteria também apresenta um padrão de incidência menor nessa região e seus sintomas são um pouco menos conhecidos, já o tétano é bastante conhecido e muitos dos idosos já tiveram contato com a doença ou com alguém que a contraiu, sendo assim, a vacina DT apresentou um padrão de ausência intermediário nos cartões de vacina. Por fim, a partir das ações e análises desenvolvidas, foi possível observar como causas de muitos idosos não tomarem as devidas vacinas: o medo, as inseguranças e o desconhecimento sobre as vacinas e consequente falta de 11

12 esclarecimento acerca da importância das mesmas. Observaram-se ainda, em muitos casos, a impossibilidade do idoso de se deslocar até o posto de saúde e a falta de profissionais que possam ir ao domicílio e realizar a aplicação. Conclui-se então, de fundamental importância, que os profissionais de saúde da ESF-01 de Cabanas tomem medidas para proporcionar uma maior cobertura vacinal dos idosos e medidas de esclarecimento sobre as doenças evitáveis por elas. Palavras-chave: Idosos, Vacinação, Influenza, Difteria-Tétano, Febre Amarela, Saúde. Referências: CAÇÃO, João; GODOY, Maria; VILLAS BOAS, Paulo. Vacinação em idosos.dados atuais. Disponível em: <http://www.emv.fmb.unesp.br/pdf/vacina%e7%e3o%20idoso%20gerp03.pdf>. Acesso em: 25 fevereiro 2013 GRENZEL, Joice Caroline Miron; CAVALHEIRO, Diênifer Jaqueline; BERTOTTI, Cristiane. A adesão dos idosos à vacina contra Influenza em uma Estratégia de Saúde da Família de Cruz Alta-RS. Disponível em: <http://www.unicruz.edu.br/seminario/artigos/saude/ A%20ADES%C3%83O%20DOS%20IDOSOS%20A%20VACINA%20CONTRA%20I NFLUENZA%20EM%20UMA%20ESTRAT%C3%89GIA%20DE%20SA%C3%9AD E%20DA%20FAM%C3%8DLIA%20DE%20CRUZ%20ALTA%20.pdf>. Acesso em: 25fevereiro GARGUERRA et al. Cobertura vacinal contra influenza em idosos: um estudo retrospectivo descritivo no município de Ourinhos, Disponível em < Acesso em:25 fevereiro de 2013 OLIVEIRA, Francisco; MOTTA, Luciana. VACINAÇÃO EM IDOSOS. Disponível em: <http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=224>. Acesso em: 26 fevereiro BRASIL. IBGE, Projeção da População do Brasil por sexo e idade: Revisão Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/ projecao_da_populacao/2008/default.sht> Acesso em: 26 fevereiro

13 APRESENTAÇÃO ORAL AVALIAÇÃO SOBRE A ADESÃO AO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO CONTÍNUO UNIDADE PIEDADE Gustavo Valadares Labanca Reis Caroline Ferreira Vieira Clarissa Queiroz Gonçalves Eric Morais da Costa Braga Gabriela Ribeiro Salim Nogueira Mariane Habib Sales de Paula Introdução: Para que a Unidade de Atenção Primária à Saúde se organize de forma a solucionar os problemas da população atendida, é necessário, primeiramente, que sejam diagnosticadas as necessidades básicas da população. Partindo desse ponto e com base nas visitas realizadas à Unidade Piedade no período de 12 de dezembro de 2012 a 27 de março de 2013, percebeu-se a importância de ações que visem aumentar a adesão da população ao tratamento medicamentoso de uso contínuo. Isso resultou na criação do trabalho Avaliação sobre a adesão ao tratamento medicamentoso contínuo Unidade Piedade, que apresenta a saúde como tema principal. Entende-se adesão como o grau de conformidade entre as recomendações dos profissionais de saúde e o comportamento da pessoa relativamente ao regime terapêutico proposto (HAYNES, 2008). Pode também ser definida como um conjunto de comportamentos, tais como: tomar a medicação, seguir dietas ou executar mudanças de hábitos de vida que coincidam com o regime terapêutico prescrito (ALMEIDA, 2007). Leite e Vasconcelos (2003) relatam que há adesão quando são seguidas pelo menos 80% das prescrições totais. Objetivo: A questão da não adesão ao tratamento medicamentoso tem sido muito discutida e estudada nas últimas décadas e está sendo incluída na lista de preocupações dos profissionais de saúde, por ser um ponto fundamental para a eficiência do tratamento. Com base nessa questão, o trabalho realizado na Unidade Piedade consiste em identificar os principais motivos da não adesão ao tratamento à farmacoterapia contínua em parte dos moradores da microárea dois (2) comparando essa análise com os dados existentes na literatura. Posteriormente, a medida de intervenção se baseou em apresentar os resultados para a equipe, discutir os principais motivos da não adesão ao tratamento e entregar um folder com informações do que pode ser feito pelos profissionais para tentar melhorar os níveis de adesão. Métodos: Foram realizadas entrevistas baseando-se na técnica de amostragem não probabilística de conveniência. A entrevista é composta de dez perguntas com o objetivo de avaliar os principais motivos da não adesão ao tratamento com medicamentos de uso contínuo para casos de diabetes, hipertensão e sofrimento mental. Resultados: A partir da análise dos dados coletados observam-se diversos aspectos comuns entre a parcela da população do Piedade entrevistada e os dados abordados na literatura. Constata-se que certas questões, como o trabalho da equipe de saúde junto ao paciente, a explicação do médico, o conhecimento da doença, o grau de escolaridade, dentre outras, são determinantes no processo de 13

14 adesão à terapêutica medicamentosa. Conclusão: Os resultados do trabalho foram apresentados aos agentes comunitárias de saúde para que possam servir como suporte para realização de novos projetos, no intuito de facilitar a criação de programas de auxílio farmacoterápico. Dessa forma, espera-se que a intervenção realizada junto à equipe de saúde venha repercutir em melhorias nos níveis e qualidade de adesão da população atendida pela Unidade de Atenção Primária à Saúde Piedade. PALAVRAS-CHAVE: adesão, farmacoterapia, equipe. REFERÊNCIAS: 1- DIAS, A. M., CUNHA, M., SANTOS, A., NEVES, A., PINTO, A., SILVA, A, CASTRO, S. (2011). Adesão ao regime Terapêutico na Doença Crônica: Revisão da Literatura. Millenium, 40: GUSMÃO, J.L., JUNIOR, D.M. (2006) Adesão ao Tratamento conceitos. Revista Brasileira de Hipertensão, vol.13(1): 23-25,

15 APRESENTAÇÃO ORAL ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO E DESCRITIVO DOS CASOS DE ABORTO ESPONTÂNEO NA MICRORREGIÃO DE SAÚDE DOS INCONFIDENTES George Luiz Lins Machado Coelho Amanda Leal Brangioni Danilo Jorge da Silva Gabriela Barros Luz Taís Aparecida Coelho Tamara Resende Costa Thiago Gabriel Simor INTRODUÇÃO: Pode-se dizer que índices de aborto são bons indicativos do estado de fragilidade de determinadas populações, estão intimamente relacionados com fatores sociais das mesmas e constituem elemento crucial para a tomada de decisões quanto às ações de saúde a serem desempenhadas por profissionais e autoridades relevantes. A priori, define-se aborto como a interrupção da gestação até a vigésima semana ou a eliminação de feto pesando, no máximo, 500g (Castro et al, 2008). OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho é apresentar enfoques éticos, sociais, políticos, culturais, religiosos, médicos e legais relacionados à questão do aborto e avaliar os aspectos epidemiológicos e descritivos dos casos de aborto espontâneo na Microrregião de Saúde dos Inconfidentes. MÉTODOS: Para elaboração do trabalho, foram utilizados dados presentes no sistema de notificação DATASUS para os anos de 2008 a 2012 acessados entre os dias 03 e 05 de Março de 2012, referentes a internações hospitalares para a microrregião de saúde dos inconfidentes e dados referentes à sede da macrorregião para fins comparativos. Foram, também, levantados dados da literatura científica corrente com o objetivo de esclarecer alguns pontos relacionados à temática do aborto, como: Questões Éticas Relacionadas ao Aborto, Aborto e Violência Sexual e Aborto na Adolescência. RESULTADOS: Discrepâncias entre as prevalências para casos de aborto espontâneo entre os municípios pesquisados foram encontradas. Uma vez que se sabe que as causas fundamentais que promovem abortos espontâneos são genéticas, como anomalias cromossômicas, era de se esperar que os resultados plotados em gráfico para os perfis de aborto apresentassem características similares àquelas observadas para neoplasias e algumas doenças crônicas às quais as populações estão sujeitas de forma relativamente homogênea. Em comparação, foi possível observar que os casos de aborto seguem uma distribuição bastante distinta, o que sugere fortemente que outras causas estão influenciando a amostra, possivelmente casos de abortos induzidos que são reportados como abortos espontâneos nos hospitais da rede de saúde dos municípios afetados. CONCLUSÕES: De acordo com os resultados encontrados, futuras investigações são necessárias para se delinear os motivos que levam alguns municípios, em especial o Município de Mariana, a apresentarem os índices de prevalência para os casos de aborto espontâneo até então observados (amplamente superiores aos atingidos para os demais municípios). Palavras chave: Aborto Espontâneo; Epidemiologia Descritiva; Saúde da Mulher. 15

16 Referências: Castro J. B. V., Fernandes A. B., Carneiro M. M. Perda Gestacional de Repetição in Ginecologia Ambulatorial baseada em evidências científicas. Editora Médica Coopmed, 2ed DATASUS, Ministério da Saúde. Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS). 16

17 APRESENTAÇÃO ORAL FATORES QUE DETERMINAM A PREVENÇÃO E A ADESÃO AO TRATAMENTO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES Rodrigo Pastor Alves Pereira Bianca Silveira Francisco Patruz Ananias de Assis Pires Gustavo Moreira Madeira Rafael Henrique Aparecido Ferreira Túlio Felício da Cunha Rodrigues Nosso projeto tem como cenário a Unidade de Atenção Primária à Saúde, do bairro Antônio Dias, localizada na Rua Padre Epifânio, 101, tendo como preceptor o médico da família, Alexandre Silva. O objeto principal de estudo na referida unidade foi a investigação de possíveis fatores que influenciam e determinam a prevenção e a adesão ao tratamento de doenças cardiovasculares. Para tanto, realizamos o acompanhamento de dois pacientes, M.D. (61 anos) e G.N. (82 anos), visando o enriquecimento de nossa pesquisa, bem como melhora no quadro de saúde de ambos. Dessa forma, os objetivos do projeto tiveram uma abordagem geral, a descoberta dos fatores, e outra específica, a observação dos pacientes com o intuito de instruí-los de maneira mais adequada e promover mudanças nos hábitos de M.D., que prejudicam sua adesão. Aprofundando-se na questão acima, M.D. possui, entre outros problemas, hipertensão e diabetes, e uma vida familiar bastante conturbada, tendo que cuidar da mãe doente (Mal de Alzheimer), e administrar uma casa em que vivem, ainda, seu cônjuge, os seus filhos, e alguns irmãos. Devido a essa sobrecarga de funções, ela tem muita dificuldade em tratar de si e seguir as orientações do médico. Já G.N., apresenta como um de seus problemas a hipertensão, além de ser ex-tabagista e ex-etilista. Passou a aderir ao tratamento recentemente, possivelmente devido a um declínio repentino de seu quadro de saúde, e à atuação mais próxima de seu responsável. O acompanhamento dos pacientes deu-se por meio da observação de consultas conduzidas pelo Dr. Alexandre, e também através de visitas domiciliares. As visitas domiciliares são reconhecidas como uma prática de inquestionável importância não só no descobrimento como na abordagem de problemas, diagnóstico, busca ativa, prevenção de agravos e promoção de saúde (NOGUEIRA; FONSECA, 1997, p. 28). De tal modo, estruturamos uma comparação entre os dois pacientes e suas condições, a fim de contrapor as perspectivas de cada um e investigar as circunstâncias essenciais na adesão ou não ao tratamento. E, para conhecer a visão dos profissionais de saúde, elaboramos algumas perguntas, consideradas cruciais na compreensão desse problema, e a fizemos a alguns médicos e enfermeiros. Sendo assim, a partir das informações obtidas com os pacientes, entrevista com os profissionais de saúde, leitura de artigos e pesquisas, elaboramos uma cartilha informativa, que foi um meio efetivo de conscientização da população atendida na unidade acerca da importância da realização de exames preventivos e da adesão ao tratamento. A cartilha teve como enfoque também as causas e as formas de como evitar o agravamento das 17

18 doenças cardiovasculares. Por fim, chegamos à conclusão de alguns fatores que exercem influência na adesão ao tratamento, bem como na prevenção. Dentre estes, os principais são: fatores psicossociais, como o estado mental do paciente e o ambiente em que se encontra; apoio familiar, fundamental para a manutenção da adesão e prevenção; além dos fatores culturais, educacionais, e o papel dos profissionais de saúde como promotores da prevenção e adesão de seus pacientes. Palavras-Chave: Prevenção e Controle/Visita Domiciliar/Doenças Cardiovasculares; Referências: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Caderno de Atenção Primária à Saúde e Rastreamento. Disponível em: <www.saude.gov.br/bvs> Acesso em 29/03/13. MAHMUD, Jaber Sad; MANO, Maria Amelia; LOPES, Jose Mauro Ceratti. Abordagem Comunitária: Cuidado Domiciliar. p. 255 a

19 APRESENTAÇÃO ORAL HISTORICIDADE DA INSTITUIÇÃO SOCIAL HOSPITAL Adriana Maria de Figueiredo Ivan Batista Coelho Isabella Gomes Santos Lívia Maria de Oliveira Gomes Luiz Ricardo Mofka Nogueira Marco Antônio Soares Masma Rafael Cândido Mota Vinícius Trevizam Soares Waleska Giarola Magalhães Introdução: O termo hospital tem designado um conjunto diversificado de instituições que visam despender atenção social aos doentes, como maternidades, centro cirúrgicos, ambulatórios e clínicas. A cada contexto histórico surgiram entidades que visavam solucionar uma questão social: o que fazer com o doente? Apesar de parecer uma questão simples, apresenta complexidade em sua resposta pelo fato de ter implicações coletivas e sociais que, inclusive, dificultaram as tentativas históricas em resolvê-la. Objetivos: Analisar de forma comparativa as diversas instituições que surgiram ou se adaptaram para prestar assistência social ao doente e expor as futuras tendências para o perfil hospitalar a partir das referências atuais. Discussão: A consciência social da necessidade de se conceder alguma assistência e abrigo ao doente já existia em civilizações antigas, por isso foram criadas diversas instituições com essa finalidade no decorrer da História. Porém, a falta de conhecimento científico suficiente impossibilitou, por muito tempo, a assistência médica. Assim, a introdução da figura do médico no cenário hospitalar ocorreu à medida que os avanços no conhecimento científico deram base para isso. A partir do início da Idade Contemporânea as séries médica e hospitalar convergiram para uma associação praticamente integral, o que refletiu um fato de figura do médico ter sido alçada à posição de maior destaque técnico e administrativo do estabelecimento sanitário. Todos esses modelos de algum modo contribuíram para a instituição Hospital atual. Conclusão: Essas instuituições as quais foram agrupadas sob a insígnia Hospital sofreram (e ainda sofrem) mudanças, ao longo da história, por influência de fatores externos, podendo ser de natureza social, política e econômica. Esses moldam o funcionamentos dessas entidades e, por conseguinte, a forma como o cuidado social é dispensado aos doentes e às doenças. Referências: [1]ANTUNES, J. L. F. Hospital: Instituição e História Social. São Paulo: Letras & Letras, p. [2]COELHO, I. B. Os hospitais na reforma sanitária brasileira. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, Palavras-chave: História; Hospital; Instituição. 19

20 APRESENTAÇÃO ORAL ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA: UMA ABORDAGEM ATUAL Iuri Kalinine Ferraz de Souza Antônio Gilson Prates Júnior Fellype Rodrigues Freitas Lopes Guilherme Henrique Silveira Teixeira Janaína Flávia Corrêa Lopes Mariana Fajardo de Oliveira Vanessa Nogueira de Paiva Introdução: A isquemia mesentérica aguda é uma afecção de difícil identificação e tratamento, consistindo em uma emergência vascular abdominal e que pode ser fatal. Pode apresentar quatro possíveis etiologias abordadas no presente estudo: embolia arterial, trombose arterial, trombose venosa e não oclusiva. A fisiopatologia varia de acordo com a causa, se for oclusiva pode ter como causas principais a oclusão arterial aguda decorrente principalmente de embolia cardiogênica ou séptica e geralmente acometem a artéria mesentérica superior. Pode também ter como causa secundária a formação de trombos no leito vascular arterial ou venoso. A isquemia mesentérica não oclusiva está associada a estados de baixo débito cardíaco e hipoperfusão tecidual sem obstrução. Tendo como uma de suas complicações a síndrome da resposta inflamatória sistêmica e sepse. Objetivos: Realizar uma revisão literária com livros-texto de cirurgia e anatomia e periódicos do banco de dados online PubMed, relatando a anatomia, histologia, epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento da isquemia mesentérica aguda. Discussão: A isquemia mesentérica aguda pode se manifestar clinicamente por meio de dor abdominal súbita, câimbras, náuseas e diarreia entre outros sintomas muitas vezes ausentes na isquemia mesentérica aguda não oclusiva, exigindo bom índice de suspeição. Entre as modalidades propedêuticas, podem ser realizados exames laboratoriais que costumam ser inespecíficos, embora níveis elevados de leucócitos, lactato e amilase possam auxiliar no diagnóstico e o D-dímero apresenta importante valor preditivo negativo, vale ressaltar que exames normais não excluem a isquemia mesentérica aguda. Existem testes promissores como medida plasmática de α- glutationa S-transferase e concentrações séricas de DNA ainda em estudo. Os exames de imagem mais comumente usados são a radiografia, a arteriografia, a tomografia computadorizada, o ultrassom e a ressonância magnética. O tratamento clínico inicial é defendido por muitos autores com um protocolo comum com reposição volêmica por meio de solução cristaloide isotônica, monitoramento e correção de possível desequilíbrio hidroeletrolítico. É sugerido também um monitoramento invasivo do débito urinário, pressão venosa central e pressão arterial, aplicação de heparina intravenosa, excluindo-se os casos em que há contraindicações, e por fim, antibióticos de amplo espectro. O uso de vasopressores pode agravar o quadro. Pode ser seguido também um protocolo médico adicional dependendo da causa identificada. A abordagem cirúrgica, por vezes, se faz necessária, mas pode ser precedida ou evitada por meio de procedimentos endovasculares. Conclusão: A rapidez mostra-se de suma importância para o diagnóstico, o tratamento e a taxa de sobrevivência. A literatura frequentemente traz inovações acerca do tema, uma vez que essa doença tem se tornado cada vez mais recorrente à medida que se aumentam fatores de risco como envelhecimento da população e aumento de incidência de aterosclerose podendo ter prognóstico, por vezes, sombrio. 20

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