Índice. Relatório Anual Carta do Presidente 11 Variáveis significativas 16 Conselho de Administração e Diretores. 21 Assim é a Telefõnica

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1 Índice 2 Carta do Presidente 11 Variáveis significativas 16 Conselho de Administração e Diretores 21 Assim é a Telefõnica Uma empresa de vanguarda 26 Marcando Tendências 31 A Cultura do Compromisso 35 Grupo consolidado 46 Telefonia fixa 52 Telefonia Móvel 57 Serviços para empresas 62 Internet 66 Guias 71 Mídia e conteúdos 76 Outros negócios 80 Cronologia e Glossário Anexo I Demonstrações Financeiras Consolidadas Informe de Gestão correspondentes ao Exercício de 2002 Anexo II Demonstrações Financeiras Consolidadas (2) Anexo III Demonstrações financeiras Individuais e Relatório de Gestão correspondentes ao Exercício de 2002 Telefônica S.A Relatório Anual

2 Carta do Presidente Prezado Acionista: Historicamente, a Telefónica tem se caracterizado pelo seu alto nível de transparência na comunicação aos seus acionistas. O Relatório Anual constitui, sem dúvida, o documento mais relevante no relacionamento da empresa com os seus proprietários e com a sociedade em geral e, em momentos complexos como os que vivemos, serve como um instrumento fundamental para a adequada compreensão dos resultados de uma gestão que, no ano de 2002, foi realizada em um cenário muito adverso. Por isso, neste Relatório Anual de 2002, tentamos fazer um esforço especial em termos de documentação, não só para incluir nele os aspectos necessários que permitam avaliar os resultados atingidos, como também para dar um passo além do exigido pela legislação vigente no que se refere à informação disponibilizada sobre a Companhia. Sendo assim, pela primeira vez, são incorporados aspectos específicos relacionados aos avanços feitos nas práticas de boa Governança e às atuações que dizem respeito ao exercício da Responsabilidade Corporativa. Através dela, a Telefónica pretende reforçar a sua posição de referência nos mercados de valores, tanto pela sua dimensão como pela qualidade e a transparência da informação que comunica. O exercício de 2002 foi difícil. O ano caracterizou-se por uma grande incerteza na situação sócio-política mundial e por uma significativa diminuição da atividade econômica, especialmente na Comunidade Econômica Européia, onde o PIB aumentou somente 0,8% e na América Latina, que chegou a registrar uma queda de 0,3%, o pior comportamento nos últimos vinte anos, cenário este em que se situa também a grave crise que está atravessando a Argentina. Aos fatores anteriores uniram-se outros específicos para o nosso setor como, por exemplo, as dificuldades de algumas empresas significativas para enfrentar seus elevados índices de endividamento, os rebaixamentos na qualificação de crédito, a incerteza sobre o futuro comportamento da demanda dos serviços de telefonia fixa e móvel e, consequentemente, a percepção da ausência de catalisadores de crescimento para o nosso setor e, por último, o atraso no desenvolvimento da Telefônica S.A Relatório Anual

3 tecnologia móvel de terceira geração. Dentro deste contexto, os mercados de capitais acusaram falta de liquidez e maior aversão ao risco, fatores traduzidos numa alta volatilidade das cotações e, em resumo, no aprofundamento da crise bursátil generalizada que é herança de anos anteriores e, mais particularmente, do setor das Telecomunicações. Por exemplo, os índices bursáteis gerais como S& P 500 e o DJ Euro Stoxx 50 caíram no ano de ,4 % e 37,3 % respectivamente, enquanto que os índices de referência do setor das Telecomunicações como o DJ Stoxx 600 Telecom e o NASDAQ Telecom tiveram uma queda de 27,4 % e 54,0 % respectivamente. Telefônica S.A Relatório Anual

4 Resultados 2002 Em 2002, a Telefónica foi especialmente vulnerável aos mercados latino-americanos: foi afetada pela crise econômica, política e social da Argentina, ao mesmo tempo em que se fizeram sentir os efeitos da incerteza pela mudança política no Brasil e suas possíveis conseqüências econômicas. Em ambos os casos,a perda de valor das respectivas moedas (peso argentino e real brasileiro) condicionou significativamente os resultados da Telefónica no exercício passado, considerando a elevada contribuição dos dois países para os negócios da Companhia. Portanto, no exercício de 2002, as receitas por operações totalizaram 28,411.3 bilhões de euros, valor que representa uma queda de 8,5% interanual. Fazendo uma comparação homogênea, isolando o efeito do tipo de câmbio e as variações do perímetro de consolidação, as receitas teriam crescido 5,3%. Para compensar essa diminuição de receitas,foi realizado um grande esforço de redução de custos em todas as linhas do negócio,apesar do difícil cenário econômico. Da mesma forma, durante todo o exercício realizou-se com sucesso uma política de controle da morosidade que permitiu fechar o ano com uma taxa de provisão de incobráveis sobre as receitas de 2,3%, em comparação a 3,3% de dezembro de Desta forma, as despesas de exploração totalizaram 17,512.5 milhões de euros nos doze meses do ano, 9% a menos do que no mesmo período do ano anterior. A evolução anteriormente mostrada sobre receitas e despesas situou o resultado de exploração antes dos juros, impostos e amortizações (EBITDA) do Grupo Telefónica em 2002 em 11,724.2 bilhões de euros, 8,4% a menos do resultado obtido em Entretanto, descontando os efeitos do tipo de câmbio e do período de consolidação o EBITDA teria crescido 5,4% em relação ao exercício de No cenário apresentado e com as perspectivas previstas para o nosso setor e para os mercados nos quais operamos durante o exercício 2002, decidimos levar às contas do Grupo a leitura feita pelo mercado bursátil sobre a avaliação da nossa Companhia, realizando atuações estratégicas que, embora a curto prazo tenham significado o sacrifício dos resultados contábeis, combinados com uma rigorosa disciplina financeira e com medidas para priorizar a geração de caixa e a rentabilidade do capital investido em todas as nossas linhas de negócio,colocam a Telefónica numa posição de relativa vantagem para aproveitar sem condicionantes as claras possibilidades de crescimento orgânico futuro oferecidas pelo setor em determinados negócios e mercados geográficos. Estas decisões foram valoradas positivamente não só pelos mercados bursáteis que destacaram seu rigor e realismo, como também pelas principais operadoras européias que mais tarde tomaram medidas na mesma direção. Tudo isso demonstra, mais uma vez, a capacidade da Telefónica para se antecipar às tendências do setor, inclusive quando tal antecipação possa significar a adoção de medidas duras que afetem os resultados a curto prazo. Dentro do marco de decisões estratégicas que vou descrever mais adiante,a mais relevante pelo seu valor e pela sua repercussão no mercado europeu, foi a paralisação de todas as atividades comerciais e o saneamento das operações da Telefonia Móvel de terceira geração fora da Espanha.Este saneamento de ativos,juntamente com os gastos de reestruturação do negócio UMTS na Alemanha, Áustria, Itália e Suíça, significou imputar resultados extraordinários negativos líquidos da ordem de 4,958.2 milhões de euros. Da mesma forma, a Terra-Lycos realizou saneamentos líquidos que impactaram as nossas contas em 420,7 milhões de euros que, de acordo com os Telefônica S.A Relatório Anual

5 critérios de prudência valorativa,está determinado pela contínua revisão da capacidade de recuperação dos fundos de comércio. No total, durante o exercício passado, foram saneados ativos por um valor líquido de 6,325.8 bilhões de euros, saneamentos que, sem produzir saídas de caixa nem mudanças na qualificação creditícia da companhia, causam uma perda líquida contábil de 5,576.8 bilhões de euros em Eliminando o impacto de todos os resultados extraordinários líquidos dos seus correspondentes efeitos fiscais e do efeito da crise na Argentina, o lucro líquido do Grupo teria sido de 1,916.2 bilhões de euros. As operações de saneamento realizadas reforçaram a qualidade do balanço do Grupo Telefónica. Houve uma redução de 31,9% para 22,5% na porcentagem de ativos intangíveis sobre o total de ativos em dezembro de Atualmente, a Telefónica tem, sem nenhum tipo de dúvida, o balanço mais sólido do setor europeu das Telecomunicações, fato que proporciona uma garantia de flexibilidade para capitalizar, sem restrições, a recuperação do setor e dos negócios nos nossos mercados naturais. Estratégia de Crescimento Rentável Para explicar em detalhe estes resultados é preciso considerar que 2002 foi um ano de implementação de iniciativas estratégicas chave para a Telefónica. Estas iniciativas, que se enquadraram fielmente na visão estratégica que comunicamos na Assembléia Geral de Acionistas de 2001, se concentraram em três frentes. A primeira é o fortalecimento da nossa posição competitiva nos nossos negócios chave e nos nossos mercados naturais. Sendo assim, consolidamos a nossa liderança na Espanha em dois negócios fundamentais para o desenvolvimento futuro da Telefónica.Por um lado,o negócio do acesso de Banda Larga,com uma cifra de quase um milhão de linhas ADSL ativas no fim do ano. O alto grau de penetração da Banda Larga nos lares espanhóis, estimado ao redor de 7% em Dezembro de 2002,em boa medida baseado na implementação de acessos ADSL da Telefónica de España, coloca a nossa Companhia na vanguarda entre os principais países da Europa, juntamente com a Alemanha (7,1%). Além disso, graças ao nosso esforço de investimento em acesso de Banda Larga foi possível recuperar o protagonismo do Grupo no mercado de tráfego de Internet. Ao mesmo tempo, durante 2002,mantivemos a nossa posição de primeira referência no negócio da Telefonia Móvel na Espanha, totalizando mais de 18 milhões de clientes no fim do ano, o que aumenta a nossa estimativa de participação no mercado nacional para 55%. Entretanto, a nossa quota de tráfego é ainda maior, o que demonstra que conseguimos um aumento significativo na qualidade da nossa carteira de clientes na Espanha. Por sua vez, no Brasil, começam a aparecer os primeiros resultados da estratégia de crescimento acelerado que nos permitiu atingir antecipadamente as «metas» de instalação de infra-estruturas fixas no Estado de São Paulo, e que tinham sido estabelecidas pela ANATEL a agência reguladora brasileira e que nos abriu, também antecipadamente, as portas do negócio de telefonia fixa de longa distância interestadual e internacional. Sendo assim, a nossa filial Telesp, no seu primeiro ano Telefônica S.A Relatório Anual

6 de operação nestes negócios de longa distância, conseguiu uma participação de 36% no mercado de longa distância nacional e de 32% no mercado de longa distância internacional. Além disso, a Telesp configura-se hoje como o primeiro provedor de acesso de Banda Larga da América Latina, com mais de conexões ADSL ativas no fim de Por outro lado, a Telefónica Móviles deu um passo decisivo para melhorar a sua posição competitiva no Brasil com a formalização, durante o ano de 2002, da sua aliança estratégica com a nossa associada Portugal Telecom. Portanto, neste ano realizou-se a integração operacional das nossas companhias neste país com as da PT, criando a Brasilcel. A coordenação das nossas estratégias através desta nova operadora nos permitiu, já no mês de Janeiro do presente ano, assinar um acordo para aquisição da Tele Centro Oeste, operação que transforma a empresa na operadora móvel líder no Brasil, com quase 17 milhões de clientes, uma participação de mercado superior a 50% e uma cobertura que é praticamente de âmbito nacional e nos proporciona acesso a um conjunto de Estados que representam 80% do PIB do Brasil. No México, a aquisição da Pegaso e a sua integração com as nossas operações préexistentes nesse país, transformou a Telefónica Móviles na segunda operadora de telefonia móvel no México com um total de 2,4 milhões de clientes. O segundo âmbito de atuação em que se concentraram as nossas iniciativas estratégicas em 2002 foi o da reestruturação dos negócios que não estavam conseguindo resultados adequados. Além de realizar o congelamento das nossas operações e o saneamento dos ativos e gastos de reestruturação do negócio de Telefonia Móvel UMTS na Alemanha, Áustria, Itália e Suíça, durante 2002 a Telefónica tomou uma série de decisões que melhoram a coordenação estratégica e operacional entre os seus negócios. Em 2002, começou a nova abordagem e ordenação das prioridades de gestão da Terra-Lycos. Como ponto culminante desse processo, em Fevereiro de 2003, a Telefónica e a Terra-Lycos assinaram uma aliança estratégica de longo prazo que alavanca a sua liderança conjunta na Internet e na Banda Larga. A referida aliança define um novo modelo de relacionamento entre as companhias, que aproveita melhor as capacidades de cada uma e potencializa o crescimento das duas no negócio da Internet. Por outro lado, em 2002 aprofundamos a reorientação do negócio da Telefónica Data, realizando uma maior integração entre as Operadoras da Telefónica Data e as Operadoras Fixas da Telefónica nos países onde somos a operadora de referência e, ao mesmo tempo, implementou-se uma nova orientação para esta filial nos mercados onde somos novos entrantes no negócio de dados e de telefonia fixa, porque eles não são considerados estratégicos a médio prazo. Nesse sentido, durante 2002, para implementar esta estratégia, foi realizado o desinvestimento das operações que a Telefónica Data tinha na Áustria (European Telecom International) e no Uruguai. Neste mesmo âmbito de reestruturação dos negócios que não proporcionavam os resultados adequados está a reordenação do nosso negócio de Mídia, no qual o acordo de fusão da Via Digital e da Sogecable, iniciado no primeiro trimestre do ano, se encontra atualmente nas suas últimas fases de execução. A integração das duas companhias dará lugar à plataforma líder da televisão por assinatura na Espanha com mais de 2,5 milhões de residências como clientes e receitas agregadas em 2002 de Telefônica S.A Relatório Anual

7 mais de 1,3 bilhões de euros. O acordo contribuirá decisivamente para o desenvolvimento do mercado audiovisual espanhol. Finalmente, a terceira frente da nossa gestão estratégica em 2002 foi o reforço da nossa gestão financeira para preservar a flexibilidade da nossa companhia. Nesse sentido, durante 2002 insistimos numa rigorosa política financeira de prudência e de crescimento rentável. Por isso, no exercício passado potencializamos o crescimento da geração de fluxo de caixa operacional que, depois de realizar os investimentos necessários para mantermos a nossa posição competitiva no negócio, aumentou 62,6% em termos interanuais, até atingir os bilhões de euros. Esta ponto forte da Companhia em termos financeiros, que constitui um verdadeiro diferencial no setor, permitiu que pudéssemos tomar decisões estratégicas tão relevantes como as que se descrevem no ponto anterior e fazê-lo simultaneamente com uma redução de 22% da dívida líquida do Grupo Telefónica, que atingiu 22,533.1 bilhões de euros no fechamento de 2002, valor que mostra uma redução de 6,408.5 bilhões de euros em relação à dívida no fim de Este aumento da geração de fluxo de caixa não só fortalece a posição financeira da Telefónica como também aumenta a sua capacidade de melhorar a política de remuneração ao acionista. Sendo assim, o Conselho de Administração da Telefónica aprovou, na sua reunião do passado mês de Dezembro, a realização de uma proposta à Assembléia Geral de Acionistas para o restabelecimento do pagamento dos dividendos, com a distribuição de um dividendo de 0,25 euros brutos por ação com débito às reservas de livre disposição, assim como a recompra de até 2% de ações próprias e a proposta à Assembléia Geral de Acionistas do cancelamento das referidas ações. A implementação, durante o ano 2002, das iniciativas estratégicas anteriormente descritas, proporciona à nossa Companhia uma solidez financeira e uma flexibilidade estratégica que lhe permitirão gozar de uma posição privilegiada para aproveitar as oportunidades de crescimento orgânico que o nosso setor nos oferece através dos Serviços de Banda Larga, fixos e móveis e do desenvolvimento dos mercados naturais para a Telefónica, nos quais reforçamos a nossa posição durante o exercício de que nos ocupamos. Depois dos saneamentos realizados no nosso balanço e das medidas tomadas para administrar tanto a crise da Argentina como o risco geral da região latino-americana, tenho condições de lhe transmitir a minha convicção de que a Telefónica está saindo claramente fortalecida da crise que afeta o setor, com prioridades de gestão e objetivos estratégicos bem definidos e com uma saúde financeira única entre os seus homólogos europeus. Perspectivas del sector Embora o nosso setor, da mesma forma que outros setores, está hoje inserido num cenário bursátil marcado pela incerteza e pela conseqüente retração dos investidores, a avaliação do setor das Telecomunicações em nível global já retornou aos valores anteriores à denominada «Bolha Tecnológica» e a sua rentabilidade em nível global está começando a se recuperar. Graças a isso, os mercados de capitais, antes muito restritivos, começam novamente a se abrir para as companhias de telecomunicações que sobreviveram à crise e que estão demonstrando que conseguem se adaptar ao novo ambiente. Telefônica S.A Relatório Anual

8 Penso que o nosso otimismo em relação ao futuro está justificado, porque as expectativas postas no nosso setor, como base indiscutível para alcançar esse estado de desenvolvimento econômico e social que concordamos em denominar Sociedade da Informação e do Conhecimento, são expectativas reais que atualmente são concretas em muitos dos aspectos cotidianos da nossa vida. Assim, no âmbito das Telecomunicações Fixas, todos os especialistas de prestígio no setor concordam em que o crescimento futuro deste negócio está no sucesso dos Serviços de Banda Larga e, atualmente, já podemos ver nos nossos escritórios e lares exemplos tangíveis do potencial de aplicações e conteúdos disponibilizados através de acessos como o ADSL. Durante 2002, vivemos a generalização da Banda Larga como meio de acesso a Internet. Em todos os mercados mais relevantes em que a Telefónica atua, o ADSL está obtendo grande sucesso: durante o passado exercício aumentamos em quase o número de conexões ADSL ativas, e o Grupo tem 1,4 milhões de clientes ADSL no mundo. Mas, além disso, vimos como os usuários de Banda Larga começaram a utilizar em grande escala as comunicações interpessoais via Internet, registrando-se um desenvolvimento espetacular do intercâmbio direto de conteúdos pessoais (música, vídeos, jogos...), de forma direta entre os internautas. Atualmente, o valor dos serviços de Banda larga está quase que exclusivamente na sua conectividade.no futuro, estimamos que o negócio da conectividade da Banda Larga se multiplicará, crescendo de maneira complementar ao negócio de aplicações, conteúdos e serviços multimídia de valor agregado prestados sobre ela. Há um grande potencial de crescimento de ambos os negócios (conectividade e serviços de valor agregado de Banda Larga) através do desenvolvimento de novos modelos de negócio entre as operadoras de telecomunicações fixas e os provedores de serviços, que sejam realmente inovadores e rentáveis para ambos. No âmbito das Telecomunicações Móveis, embora a voz continue sendo durante muito tempo a fonte principal de receitas do setor, vemos um aumento no consumo de outras alternativas de comunicação, principalmente a escrita como, por exemplo, o correio eletrônico, o serviço de mensagens instantâneas, as mensagens multimídia e os vídeos de curta duração ( seg.). Ao crescer, estes serviços exigirão tecnologias cada vez mais eficientes na utilização dos recursos disponíveis. Tudo isso será especialmente importante na telefonia móvel, onde o espectro é limitado. Tecnologias como o atual GPRS, o EDGE e o UMTS também têm seu valor dentro do contexto deste aumento da demanda de serviços. O ano de 2002 foi especialmente notável na implementação de novas tecnologias móveis. Consequentemente, existem hoje mais de 100 redes no mundo que proporcionam serviços de mensagens multimídia (MMS), serviço desconhecido há apenas alguns meses e começa a se estender o envio de imagens e fotos entre os usuários de terminais móveis. Estes exemplos concretos mostram que já é real o começo da mudança de hábitos de consumo dos clientes das telecomunicações fixas e móveis e a sua aceitação das novas possibilidades que as tecnologias podem lhes proporcionar para melhorar aspectos concretos da sua vida pessoal e profissional. Este fato constitui uma fonte de oportunidades promissoras para as empresas, que trabalhamos para tornar realidade, de uma forma cada vez mais eficiente, os novos serviços que os usuários em potencial já estão exigindo. Telefônica S.A Relatório Anual

9 A Telefónica e todas as empresas pertencentes ao seu Grupo têm claras vantagens para enfrentar esta nova transformação do setor. Em primeiro lugar, contamos com uma visão estratégica bem definida de quais são os passos que precisamos dar e das capacidades que nos permitirão fazê-lo. Em segundo lugar, temos uma situação financeira sólida que nos permite dispor de recursos de forma flexível sem comprometer o futuro da Companhia. E, em terceiro lugar, embora talvez seja o motivo mais importante, temos acesso a 90 milhões de clientes com os quais nos relacionamos todos os dias através das nossas redes de acesso (fixas e móveis) e de distribuição comercial. Portanto, somos uma das companhias mais bem preparadas para alavancar e obter uma importante parte dos benefícios do desenvolvimento efetivo da Sociedade da Informação em todos os mercados em que estamos presentes. Para atingir este último objetivo devemos contar com o compromisso de todos os agentes envolvidos no projeto: usuários, provedores de infra-estrutura e plataformas, provedores de aplicativos e conteúdos e da sociedade em geral, fazendo uma menção especial às Agências Reguladoras e órgãos de Defesa da Concorrência que têm o importante papel de garantir a existência de um marco legal estável e previsível que não assuste os capitais necessários para tornar realidade este projeto comum de Sociedade da Informação. A Telefónica: um Grupo integrado Continuaremos tentando atingir este ambicioso objetivo com a convicção de que somos um Grupo de Empresas coesas através de um conjunto de valores corporativos próprios. Os nossos valores nos servem de guia no esforço para cumprir o compromisso assumido com os nossos acionistas, os nossos clientes, os nossos funcionários e a Sociedade. Neste âmbito, a Telefónica tem um projeto interno de reputação corporativa que representa uma gestão integrada dos principais fatores que afetam o bom nome do Grupo: ética, valores, visão, governo corporativo, responsabilidade corporativa, identidade e cultura. A Telefónica assumiu um firme compromisso de lealdade e transparência para com seus acionistas e deseja estar na vanguarda no que se refere à adoção de práticas de boa governança. Neste sentido, em 2002, foi aprovado um novo Regulamento Interno de conduta sobre os mercados de valores e teve lugar a renovação e atribuição de novas competências às comissões de controle do Conselho de Administração. O Relatório Anual sobre Governança Corporativa Corporativo da Telefónica inclui estas e outras iniciativas similares realizadas pela Companhia durante o exercício. Outra manifestação do compromisso da Companhia com a transparência é a preparação, pela primeira vez durante este exercício, do Relatório Anual de Responsabilidade Corporativa, cujo objetivo é identificar, medir e comunicar a todos clientes, funcionários, acionistas, investidores, sociedade - os ativos intangíveis / não financeiros do Grupo Telefónica. Os dois informes demonstram o esforço realizado pela Telefónica para trazer à tona todo o valor da companhia. Em resumo, a Telefónica quer ser a empresa de Confiança de todos os agentes que se relacionam com ela. E gerar confiança significa cumprir a nossa palavra, cumprir os nossos compromissos. Através desta cultura baseada na confiança que norteia as nossas atuações de todos os dias, queremos que possa ser claramente percebido que a Telefónica é uma empresa honesta, bem administrada e com futuro, que informa Telefônica S.A Relatório Anual

10 com transparência, segura para os seus investidores, próxima e participante no tecido social. A Telefónica quer ser «mais do que uma empresa», quer ser uma instituição que contribua ativamente para o desenvolvimento dos países em que atuamos. E, para concluir, quero transmitir a você, acionista da Telefônica, a mensagem de que toda a Companhia está focada na melhora da rentabilidade e que todos os nossos negócios contribuirão para que isso aconteça. Em nome do Conselho de Administração da Telefónica, agradeço a confiança que você vem depositando na Companhia e quero encorajá-lo a continuar nos acompanhando neste futuro cheio de perspectivas promissoras que hoje se abre à nossa frente e que estamos preparados para usufruir. Telefônica S.A Relatório Anual

11 O Grupo Telefónica 1. Um Grupo voltado para a satisfação de todas as necessidades de comunicação dos seus clientes - Mais de 89 milhões de clientes 1 - Mais de 44 milhões de linhas telefônicas 1 - Mais de 43 milhões de clientes móveis - Mais de 1,4 milhão de acessos ADSL - Mais de funcionários (1) A partir do exercício de 2003, será introduzida uma mudança no cálculo das Linhas Equivalentes no serviço de Telefonia Fixa do Grupo Telefónica. Este novo critério introduz um tratamento diferente dos Acessos Primários RDSI e dos acessos 2/6 para centrais telefónicas e Ibercom. 2. Um Grupo com uma estratégia definida Fortalecimento da posição nos mercados naturais - Saneamentos brutos de ativos contabilizados em 14,729 bilhões de euros - Redução da Dívida em 6,4 bilhões de euros - Distribuição de 1,264 bilhão de euros a título de dividendos - Recompra de cerca de 2% do capital para sua amortização - Aumento do Fluxo de Caixa Operacional* de 63%, totalizando 7,935 bilhões de euros *EBITDA menos Capex Telefônica S.A Relatório Anual

12 3. Um Grupo com valores corporativos próprios A confiança, nosso valor central, baseado em uma relação de proximidade e compromisso 4. Um Grupo líder no mercado de língua espanhola e portuguesa Presença da Telefónica em função do idioma de referência (dados em percentuais) Telefônica S.A Relatório Anual

13 5. Um Grupo integrado, global e multi-doméstico Presença da Telefónica em função da região de referência (dados em percentuais) Variables significativas Telefônica S.A Relatório Anual

14 A Telefónica desenvolve todo tipo de serviços de telecomunicações nos países em que atua, através de uma oferta integrada e muito adaptada às singularidades de cada mercado. Principais mercados do Grupo Telefónica no mundo (dados em milhares) América Latina México Clientes celulares T. Móviles México Guatemala Clientes celulares T. Guatemala 97 El Salvador Clientes celulares T. El Salvador 231 Peru Linhas em serviço TdP Clientes celulares T. Móviles Clientes TV por assinatura Cable Mágico 340 Venezuela Linhas em serviço1 CANTV Clientes celulares CANTV Brasil Linhas em serviço1 Telesp Clientes celulares Brasicel Chile Linhas em serviço1 CTC Clientes celulares T. Móviles Argentina Clientes celulares TCP Linhas em serviço1 TASA Telefônica S.A Relatório Anual

15 Puerto Rico Clientes celulares New Com Wireless 169 Europa Espanha Linhas em serviço1 T. de España Clientes celulares T. Móviles Clientes TV por assinatura Vía Digital 775 África Marrocos Clientes celulares Medi Telecom (1) A partir do exercício 2003 é introduzida uma mudança no cálculo das Linhas Equivalentes em serviço de Telefonia Fixa do Grupo Telefónica.. - Este novo critério introduz um tratamento diferente dos Acessos primários RDSI e dos acessos 2/6 para centrais telefônicas e Ibercom. Telefônica S.A Relatório Anual

16 Conselho de Administração Composição na data de edição deste Relatório Anual(1) Presidente Executivo Sr. César Alierta Izuel Vice-presidentes Sr. Isidro Fainé Casas Sr. José Ignacio Goirigolzarri Tellaeche Conselheiro Delegado Sr. Fernando Abril-Martorell Hernández Conselheiros Sr. Fernando de Almansa Moreno-Barreda Sr. Maximino Carpio García Sr. Carlos Colomer Casellas Sr. José Antonio Fernández Rivero Sr. Alfonso Ferrari Herrero Sr. Gonzalo Hinojosa Fernández de Angulo Sr. Miguel Horta e Costa Sr. Pablo Isla Álvarez de Tejera Sr. Luis Lada Díaz Sr. José Maldonado Ramos Sr. Antonio Massanell Lavilla Sr. Enrique Used Aznar Sr. Mario E. Vázquez Sr. Antonio Viana-Baptista Sr. Gregorio Villalabeitia Galarraga Conselheiro-Secretário Sr. Antonio Jesús Alonso Ureba Vice-secretaário (não conselheiro) Sr. Joaquín de Fuentes Bardají (1) Durante parte do Exercício 2002 desempenharam o cargo de Conselheiro: Sr. José Javier Echenique Landiribar, que cessou no cargo no dia 27 de fevereiro de 2002, sendo nomeado no seu lugar o Sr. Gregorio Villalabeitia Galarraga; Sr. Pedro Luis Uriarte Santamarina, que cessou no seu cargo no dia 11 de abril de 2002, sendo nomeado no seu lugar o Sr. José Antonio Fernández Rivero; Sr. Gaspar Ariño Ortiz, Sr. Pedro Ballvé Lantero e Sr. Ignacio Larracoechea Jausoro, que cessaram nos seus cargos no dia 12 de abril de 2002, sendo nomeados para substituí-los: Sr. Gonzalo Hinojosa Fernández de Angulo, Sr. Pablo Isla Álvarez de Tejera e Sr. Enrique Used Aznar; e Sr. Luiz F. Furlán, que cessou no seu cargo no dia 18 de dezembro de 2002, sendo sua vaga coberta pelo Sr. Fernando de Almansa Moreno-Barreda. O Sr. Uriarte Santamarina ocupou, também, até o dia 11 de abril de 2002 o cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração. Telefônica S.A Relatório Anual

17 Comissão Delegada Composição na data de edição deste Relatório Anual (2) Presidente Executivo Sr. César Alierta Izuel Vice-presidente Sr. Isidro Fainé Casas Conselheiro Delegado Sr. Fernando Abril-Martorell Hernández Vogais Sr. Maximino Carpio García Sr. Carlos Colomer Casellas Sr. José Maldonado Ramos Sr. Antonio Viana-Baptista Sr. Gregorio Villalabeitia Galarraga Secretário Sr. Antonio Jesús Alonso Ureba (2) Durante os dois primeiros meses do Exercício 2002 formou parte da Comissão Delegada o Conselheiro Sr. José Javier Echenique Landiribar, que cessou no seu cargo de Vogal da referida Comissão em 27 de fevereiro de 2002, sendo substituído pelo Sr. Gregorio Villalabeitia Galarraga. Comissão de Auditoria e Controle Presidente Sr. Antonio Massanell Lavilla Sr. Maximino Carpio García Sr. José Antonio Fernández Rivero Sr. Gonzalo Hinojosa Fernández de Angulo Comissão de Nomeações, Remunerações e Boa Governança Presidente Sr. Alfonso Ferrari Herrero Sr. Maximino Carpio García Sr. Pablo Isla Álvarez de Tejera Sr. Gregorio Villalabeitia Galarraga Telefônica S.A Relatório Anual

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