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1 tecnologias de informação ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1330, DE 22 Janeiro de 2010, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE

2 2 sexta-feira, 22 Janeiro de 2010 tecnologias de informação Fausto Silva, Director Executivo, explica investimentos realizados Adega do Cartaxo investe em TI para fazer evoluir o produto final Entre 2007 e 2009, a Adega do Cartaxo a realizou significativos investimentos em Tecnologias da Informação e 2008 foram anos de implementação e 2009 de consolidação. Hoje, fruto desse investimento, a Adega do Cartaxo tem uma produção mais controlada, havendo um acompanhamento de todas as etapas da produção, desde a vinificação, fermentação do vinho, os lotes Mas não só. Faustino Silva, Director Executivo, explicou que há também um controlo mais pormenorizado da matéria-prima. Um controlo perfeito das uvas que nos chegam, dos diversos associados, ou seja, das diversas vinhas. O objectivo final é simples: ter um produto final com qualidade superior. Vida Económica - Até que ponto as Tecnologias da Informação ajudaram a Adega do Cartaxo a uma efectiva redução de custos? Faustino Silva Funcionando de forma integrada, o que nos permitiu ter melhorado a prestação de serviço de gestão e administração. Passámos a ter um melhor acesso à informação, no que respeita à rapidez e credibilidade da mesma. A informatização da Adega Cooperativa do Cartaxo permitiu um rastreamento de produto, ou seja, desde a vinha até à saída do vinho já engarrafado. Agora, temos o perfeito controlo de todos os sectores e dos momentos em que houve determinadas intervenções. Agora, conseguimos dizer que o vinho que sai, em determinado momento, em determinada hora, tem determinada origem, ou seja, veio de vinha específica. E esse é um passo significativo para o controlo de qualidade e de produto, tendo uma informação plena de todo o funcionamento e de todo o produto que temos na empresa, este foi um avanço significativo que as TI trouxeram à Adega Cooperativa do Cartaxo. O investimento feito em informática ajudou-nos de facto a melhorar a qualidade e a rentabilidade dos programas que trabalham de forma integrada. Desde a gestão, a área da produção e engarrafamento, todos os departamentos beneficiaram com este investimento. Neste momento, temos os mecanismos oleados para ter um controlo perfeito de todas as tarefas para o funcionamento da Adega. Essa informação é importante em termos de gestão e o investimento na informatização da Adega beneficiou todo este sector interno. Permite-nos ter um controlo maior da área comercial e ter as ferramentas necessárias para fazermos uma gestão de mercado mais rigorosa, sendo uma vantagem enorme. VE Quando teve início esse investimento? FS Este investimento teve início em 2007, foi concluído em 2009 e teve várias fases, sendo que 2007 e 2008 foram anos de implementação e 2009 foi um ano de consolidação, para tirarmos todo o potencial que esses programas permitem. Os programas que agora temos permitem fazer uma produção mais controlada, conseguimos acompanhar todas as etapas da produção, desde a vinificação, fermentação do vinho, os lotes. Todas as etapas têm agora um controlo muito mais apertado, o que nos permite potenciar toda a estrutura de vinificação e tirar maior rentabilidade dos equipamentos e dos meios que temos para gerir, beneficiando a qualidade do produto final e obtendo uma maior rentabilidade dos produtos. Conseguimos um controlo mais pormenorizado da matéria-prima, um controlo perfeito das uvas que nos chegam, dos diversos associados, ou seja, das diversas vinhas. Neste momento, sabemos que uvas e vinhas estamos a vinificar e temos um maior controlo de fermentação, pois temos a informação da temperatura de cada cuba e podemos ajustá-la consoante a informação que nos chega, permitindo-nos uma correcção imediata. Logo aí há uma directa relação com a qualidade final do produto (vinho) que depois é engarrafado. Na gestão dos lotes também, bem como na gestão da qualidade das uvas, a informação completa permite-nos gerir melhor a especificidade de cada uva e a forma como esta tem de ser transformada, o que nos permite ter um produto final com qualidade superior. Os reflexos do investimento VE Em que área é que essa redução foi mais notória? Ou em que área teve mais impacto? FS Diria que em todas, mas fundamentalmente na produção e na gestão administrativa. Hoje, temos processos mais simplificados por exemplo na relação com as entidades oficiais, com as alfândegas. A legislação para a comercialização do álcool é muito apertada e há constantemente informação a prestar ao Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) e às entidades ligadas ao vinho e às alfândegas. O pacote de softwares que subscrevemos visava precisamente a facilitação a esta informação e efectivamente os dados concretos, organizados e fluidos foram atingidos. A gestão dos stocks acaba por beneficiar positivamente com tudo isso, a parte administrativa também, e a comercial idem. Temos um controlo das necessidade mais preciso dos nossos clientes, a informação de ponto de vista global de cada cliente é mais precisa e imediata, o que se torna numa vantagem, dado o poder de resposta. Temos mais informação, as vantagens não se reflectiram apenas num sector específico, mas podemos destacar a área de produção e administrativa. VE Quais os projectos de maior relevância projectados para o corrente ano? FS A adega, como quer estar na primeira linha dos produtores de vinho nacionais, tem que acompanhar o mercado. Temos que nos munir dos meios para produzir bons vinhos, para ter informação de mercado, para ter uma gestão assertiva e próxima do que melhor se está a fazer. Desenvolver as acções necessárias para liderar esta posição requer um investimento em diversas áreas, como Investigação e Desenvolvimento (I&D), Recursos Humanos, TI, entre outros. É nessa óptica que queremos apoiar o nosso crescimento para que estejamos capazes de dar respostas e tomar as medidas imediatas, sempre com vista em que todos os processos da empresa funcionem em pleno. Nesse sentido, a adega continua a fazer investimentos, pontualmente, até porque todos os anos há coisas para O investimento em Tecnologias da Informação é fundamental para a Adega do Cartaxo, já que, como explicou Faustino Silva, é um investimento que permite consolidar a posição da empresa no mercado. Internamente, é importante que tenhamos todos os meios para funcionar bem e para que os processos se simplifiquem, pretendemos que o nosso serviço se torne mais rentável e funcional, estes são os principais objectivos. Quando se fazem investimentos, tenta-se sempre melhorar a rentabilidade e o funcionamento. Temos um constante investimento porque é imprescindível para quem quer alcançar uma posição de liderança. Temos forçosamente que acompanhar a concorrência, acompanhar a evolução e olhar para o mercado e perceber as novas oportunidade. Temos essa orientação, analisamos todos os negócios, avaliamos a sua rentabilidade e se compensam ou não, caso compensem, voltamos a analisar, verificamos se se trata de investir a EVOLUIR ATÉ AO PRODUTO FINAL fazer. Este ano, projectámos investir no novo edifício, o alargamento do espaço do armazém, dado o crescimento do volume de negócios. A Adega precisa de alargar o espaço de armazém para ter mais matérias subsidiárias, ou seja, consumíveis (garrafas, rolhas, cartões) e também precisamos de mais espaço para o produto acabado em armazém. Portanto, é uma cadência que temos sentido nos dois últimos anos dado o aumento do volume de negócios e, por conseguinte, há mais vinho a sair, há mais encomenda. Vamos alargar o espaço em armazém, tanto para as matérias subsidiárias como para o vinho engarrafado. Este é o investimento previsto para 2010 que é fundamental para levarmos a cabo a nossa estratégia de crescimento e obviamente que vai proporcionar um melhor funcionamento de toda a estrutura. Organização e optimização da Adega foi fundamental VE E o que esperam com estes investimentos? FS Toda a Adega vai-se tornar mais organizada, vai originar a optimização da linha de engarrafamento e potenciar a rentabilidade da linha de produção. Pensámos também em investir num novo edifício para a área administrativa, com uma loja de vinhos e sala de provas, o que é fundamental para consolidar o nosso crescimento e projectar a marca. No final de 2009, comprámos uma linha de montagem de bag-in-box, que é uma embalagem prática para armazenamento e fácil para servir o vinho na taça, garantindo as propriedades da bebida por mais tempo. As vendas do nosso vinho embalado nesta embalagem estão aumentar tanto a nível nacional como internacional, e por ser uma oportunidade de crescimento não queremos ficar para trás. A nova linha proporciona um aumento de produção até 10 vezes. Estamos também a refazer o site da Adega com uma nova imagem, não é um investimento significativo mas é uma forma de a Adega se mostrar cada vez mais à vanguarda, e sentimos que é importante para que nos apresentemos com uma imagem digna. SUSANA MARVÃO longo, médio ou curto prazo, calculamos tudo isso. E, quando é necessário e quando se justifica, os investimentos são feitos. O responsável explicou ainda que no sector dos vinhos, que é muito dinâmico, verifica-se que cada vez mais é necessário fazer investimentos ou nas TI ou em Tecnologias de Produção, na distribuição, na comunicação Os investimentos fazem parte do dia-a-dia de qualquer empresa, mas, de forma geral, os investimentos mais significativos acontecem em tecnologias quer de informação quer de produção. Esses já foram feitos em 2007, mas, pontualmente, é necessário fazer em algum pormenor que nos tenha escapado. Os investimentos têm sempre de ser ponderados, mas feitos quando necessário, mas a razão prende-se sobretudo com o facto de a Adega querer melhorar os processos de funcionamento e depois a partir daí ter um melhor controlo de gestão e melhor resposta ao mercado. Evoluir o produto final.

3 tecnologias de informação sexta-feira, 22 Janeiro de Em 2010, projectos do grupo farmacêutico estão centrados na área de CRM Bial vê nas TI forma de alcançar uma maior eficiência e normalização dos processos Desenvolver, encontrar e fornecer soluções terapêuticas na área da saúde. Esta é a função da Bial, o maior grupo farmacêutico nacional. Dizem querer desempenhar um papel activo no crescimento da economia global e estarem aptos para dar resposta às necessidades permanentes do mercado, tendo como finalidade melhorar a saúde humana. Querem ainda contribuir para a construção de uma sociedade do conhecimento, competitiva e dinâmica, assente no desenvolvimento científico e na inovação. Proclamam trabalhar com a máxima eficiência para estarem ao serviço da sua saúde. E, aqui, as Tecnologias da Informação assumem um papel fundamental no alcance destes objectivos. Rui Rodrigues, director do departamento de Sistemas de Informação do grupo Bial, em declarações à Vida Económica, explicou que as TI estão fortemente integradas na actividade da Bial em todos os sectores. A nossa actividade contempla a investigação, produção, qualidade e comercialização de medicamentos e em todas essas áreas as TI proporcionam a possibilidade de dar resposta a requisitos regulamentares, aumento de eficiência, redução de custos ou todos os anteriores. Gestão documental foi fundamental Como exemplo deu a gestão documental já que permite gerir o enorme volume de documentos, requeridos na actividade de forma mais eficiente, reduzindo custos por via da optimização de processos e pela eliminação do papel. As transacções electrónicas com os nossos clientes permitem poupar o tempo inerente ao registo de encomendas e ao processo administrativo de envio de documentos. Diversos sistemas na área de investigação permitem a aquisição, registo e partilha de dados para acesso facilitado à informação. Um claro exemplo de redução de custos A Bial investe nas TI como uma forma de alcançar uma maior eficiência e normalização dos processos, que permita obter resultados e níveis de qualidade pretendidos. Em declarações à Vida Económica, Rui Rodrigues, director do departamento de Sistemas de Informação, explicou ainda que as TI permitem também obter informação mais rica, que facilite a tomada de decisão ou proporcione mais conhecimento, e têm uma função ao nível do cumprimento dos requisitos regulamentares. Mais concretamente, pensamos as TI como uma ferramenta ao serviço da nossa estratégia de investigação de novos medicamentos e de expansão para novos mercados. Um exemplo de redução de custos muito claro dado por Rui Rodrigues foi a implementação de um sistema para gerir todo o ciclo de vida dos produtos de imunoterapia alérgica. Conseguimos ter maior flexibilidade e produtividade e, ao mesmo tempo, libertar pessoas de tarefas de controlo para tarefas produtivas. Na área da investigação, como é natural, existem sistemas que proporcionam ganhos muito significativos por via da redução do tempo em alguns passos. Em 2009, os principais investimentos em Tecnologias da Informação estiveram relacionados com a actualização da versão do ERP. Iniciámos uma nova área de negócio com necessidades específicas e apostámos em aspectos de segurança a diferentes níveis. Naturalmente, também fizemos alguns investimentos em infra-estruturas. CRM é aposta para 2010 Para 2010, os projectos de maior relevância estão centrados na área de CRM, onde a empresa vai renovar os sistemas e algumas das abordagens, assim como vão investir na optimização de processos, essencialmente na área da qualidade. Também vamos apostar num maior uso de transacções electrónicas com parceiros, na implementação de alguns sistemas centrais em filiais, construir um novo datacenter e continuaremos a desenvolver e melhorar diversas aplicações. Basicamente, a Bial investe nas TI como uma forma de alcançar uma maior eficiência e normalização dos processos, que permita obter resultados e níveis de qualidade pretendidos, explicou o director do departamento de Sistemas de Informação. As TI permitem também obter informação mais rica, que facilite a tomada de decisão ou proporcione mais conhecimento, e têm uma função ao nível do cumprimento dos requisitos regulamentares. Mais concretamente, pensamos as TI como uma ferramenta ao serviço da nossa estratégia de investigação de novos medicamentos e de expansão para novos mercados. SUSANA MARVÃO Número de contactos recebidos na linha de assistência ao cliente Sage regista aumento de 40% de contactos com a entrada em vigor do SNC Com a entrada em vigor do novo Sistema de Normalização Contabilística (SNC), a 1 de Janeiro de 2010, a Sage Portugal verificou um aumento em 40% do número de contactos recebidos na sua linha de assistência ao cliente. As linhas de apoio da Sage têm sido utilizadas por clientes e parceiros para colocarem as suas dúvidas e comentários sobre a nova norma contabilística, que representa uma profunda revolução na área da contabilidade em Portugal, depois da introdução do POC em 1977, explicou a empresa em comunicado de imprensa. Com esta linha de apoio a Sage pretende demonstrar o total apoio a todos os clientes e parceiros para esclarecer quaisquer dúvidas sobre o SNC. A transição para o novo sistema não permitiu uma aquisição gradual do conhecimento, uma vez que a nova norma teve que ser utilizada na abertura de 2010, apresentando uma concentração de tarefas num curto período. Consciente das profundas alterações que o SNC vai aportar a todas as empresas em Portugal e das dúvidas que, impreterivelmente, vão surgir, a Sage criou um projecto, transversal, que envolveu um conjunto de acções durante o ano de 2009 com o objectivo de dotar clientes e parceiros do máximo conhecimento possível sobre a nova norma e a sua aplicabilidade A entrada em vigor do SNC representa uma verdadeira revolução contabilística para as empresas. Apesar de todas as acções de preparação desenvolvidas, é normal que o SNC suscite dúvidas no momento da sua aplicação. Para se ter uma ideia, num só dia recebemos 673 contactos de clientes e parceiros com dúvidas sobre esta temática. Conscientes de que o número de chamadas no nosso contact center de apoio ao cliente poderia aumentar, preparámos a nossa equipa com alguma antecedência, para poder dar resposta atempada a todos os nossos clientes e parceiros, comentou Ana Teresa Ribeiro, Customer & Channel Services Manager da Sage Portugal. A adopção do novo referencial contabilístico é uma normalização contabilística que vai permitir que a mensuração de activos e passivos seja efectuada pelos mesmos critérios em todo o mundo e que as normas de relato financeiro sejam as mesmas para que um investidor possa avaliar uma empresa onde quer que ela se encontre. As principais alterações em termos de prática contabilística são a mudança da designada gíria contabilística, uma vez que alguns conceitos adoptados com um significado passam a ser adoptados com outro, como, por exemplo, os Ana Teresa Ribeiro, Customer & Channel Services Manager da Sage Portugal. conceitos de gastos e inventários. Acrescente-se ainda que o SNC irá exigir muitas vezes julgamentos ao TOC, pois são normas baseadas em princípios e não em regras, o que leva a um maior conhecimento de capacidades mas também a uma maior responsabilização, verifica-se um maior uso do valor actual como medida contabilística, existindo a preocupação com o valor temporal do dinheiro.

4 4 sexta-feira, 22 Janeiro de 2010 tecnologias de informação Como os CFO encaram os investimentos em Tecnologias da Informação Directores financeiros preferem modernizar em vez de substituir Segundo um estudo da Micro Focus, os responsáveis financeiros (CFO) das grandes empresas têm como prioridade em tempos de crise melhorar a eficácia dos sistemas existentes e reduzir os custos operativos. Melhorar a eficácia dos sistemas existentes e reduzir os custos operativos são as prioridades, em tempos de crise, dos responsáveis financeiros (CFO) das grandes empresas e da sua relação com as infra-estruturas TI da empresa, segundo um estudo pedido pela Micro Focus à consultora CFO Research Services, entre os directores financeiros dos seus principiais clientes mundiais. O estudo reflecte um sentimento generalizado entre os CFO que aconselham a que os investimentos nas TI que se realizem se destinem à modernização e melhoria dos sistemas existentes e nunca à sua substituição por outros novos. Os resultados do estudo coincidem com a frase de Santo Agostinho que aconselhava: em tempos de crise, não fazer mudanças. Os resultados mostram a vontade dos profissionais financeiros em investir nos sistemas de TI existentes, a sua disponibilidade para modificar as infra-estruturas actuais antes de introduzir novas, e justificam esta atitude com o difícil clima financeiro mundial. Neste sentido, os CFO inquiridos assinalam que investir na modernização das aplicações permite-lhes obter um importante retorno nos seus projectos TI, reduzindo custos e melhorando a eficácia dos sistemas. O inquérito reflecte um importante diferenciador estratégico nas organizações, que se centraram nas iniciativas que lhes permitem reduzir custos durante a recessão. Assim, 45% dos inquiridos vêem as TI como um condutor crítico para o aumento de valor ou uma função que contribui activamente com valor. Para além disso, 71% dos inquiridos indicou que o reposicionamento competitivo a que obriga a crise económica desempenhará um papel muito importante ou importante para o êxito da empresa no futuro. Poderia ter-se utilizado uma crise económica mundial para subtrair valor aos activos de TI enquanto diferenciadores estratégicos, mas cada vez mais as organizações reconhecem os benefícios de fundo que podem oferecer, comenta Nick Bray, director de finanças da Micro Focus. Agora que as empresas se redimensionam, a inversão nos sistemas de TI existentes valoriza-se como um custo efectivo para conseguir uma vantagem competitiva. As empresas inteligentes estão conscientes que as decisões que utilizam a tecnologia podem não só a ajudar a reduzir custos como a impulsionar a inovação. O documento revela também que 34% das organizações viram como se produzia uma maior colaboração entre as áreas de negócio e de TI durante a recessão económica um desenvolvimento comenta Nick Bray que permitirá às empresas cimentar as TI, capazes de suportar a evolução dos objectivos de negócio. O estudo contou com a participação de 198 directores financeiros e responsáveis de finanças na Europa, Ásia e Estados Unidos, de empresas de todos os segmentos de mercado com vendas superiores a 500 milhões de dólares, com mais de mil empregados e com presença de duas a cinco regiões. Entre as empresas inquiridas, destaca-se o peso de empresas de Portugal e Espanha, que representam 4% do total, uma percentagem igual a países como Inglaterra, França e Alemanha. O objectivo foi conhecer a opinião e as decisões de investimento em TI dos CFO numa situação de crise económica, durante esta recessão, assim como identificar as suas prioridades e o seu nível de alinhamento com os directores de sistemas de informação, CIO. A primeira pergunta formulada foi: a crise afectou o desenvolvimento dos projectos de TI? Aqui, 58%, apesar da crise, mantiveram os seus investimentos em de TI tal como estavam planeados, enquanto 22% adiaram alguns projectos. Já 17% adiaram a maioria dos projectos e 2% pararam todos os projectos e qualquer expectativa de reactivação. A segunda pergunta foi saber se acreditavam que as TI têm um papel importante para a recuperação económica. Aqui, 22% consideram um factor-chave que tornou as empresas mais competitivas depois da recessão, enquanto 49% consideram um factor importante que melhorou as empresas. Por outro lado, 14% não consideram muito importante e 15% consideram muito pouco importante. À questão sobre se a sua empresa pensou incrementar investimentos quando a economia melhorar, as empresas pensam utilizar as TI como elemento de melhoria empresarial. Umas crêem em inverter o back office, outras em ajudar a aumentar a produção laboral e em dotar os empregados de ferramentas. Também acreditam no papel decisivo, como elemento de planificação, para o desenvolvimento de novos produtos e para fortalecer a comunicação com os seus fornecedores. Mas têm os CFO em consideração as TI? Em todos os casos consideram-nas muito positivas, especialmente para a relação entre empregados e grupos de trabalho. Já à perguntam sobre se pensam que a recessão uniu os departamentos de TI e Financeiro, 34% responderam afirmativamente, 5% disse menos e 61% não, explicitando que a relação continua igual. Segundo os resultados do estudo, um número crescente de responsáveis financeiros encontra na crise económica uma oportunidade de reduzir os custos operativos a longo prazo e sem risco, aumentando a produtividade e fomentando inovação. A recessão condiciona mais o tipo de inversão em TI do que a sua quantidade. Assim, os Responsáveis pelas Finanças e por TI estão cada vez mais unidos num objectivo comum o investimento eficiente em recursos TI para criar vantagens competitivas. Esta combinação de factores, permite às equipas directivas tomar decisões mais efectivas, baseando-se no impacto dos investimentos estratégicos de TI para melhorar a infra-estrutura de TI existente e reduzir os custos e fazer as inversões adicionais de TI obtendo um retorno muito rápido da inversão. Cidades mais inteligentes Cristina Semião Directora de Sector Público, Sectores IBM Portugal Em 2008, o nosso planeta atingiu um marco importante: pela primeira vez na história, a maioria da população do mundo reside nas cidades. Até 2050, estima-se que quase 70 por cento da população mundial viverá em cidades. Apesar de estarmos no rescaldo do fórum mundial sobre as alterações climáticas que decorreu em Dezembro último em Copenhaga, continua a ser oportuno parar e avaliar o que cidades de todo o mundo estão a fazer para reduzir as suas emissões de carbono. Para isso, uma maior importância deve ser dada aos factores que têm impacto directo nas emissões de CO2, p. ex. o tipo e qualidade do seu fornecimento de energia, os seus sistemas de transporte e o congestionamento de tráfego. Estima-se que este último provoque uma perda de energia e de produtividade entre 1 e 3% do PIB mundial. Precisamos de uma abordagem mais inteligente através de tecnologia inovadora, uma melhor compreensão dos sistemas funcionais e como estão ligados entre si. Transportes, saúde, educação, segurança pública, energia e água devem perceber e responder às necessidades das populações em crescimento. De acordo com um estudo recente do IBM Institute for Business Value, A Vision of Smarter Cities, os líderes locais precisam de considerar os seguintes aspectos a fim de transformar o seu município numa cidade inteligente : Reunir uma equipa é necessária uma colaboração significativa entre cidades e governo. Pensar em revolução e não evolução: é necessário olhar para os sistemas, a maioria dos quais estão interligados, e garantir uma interacção totalmente nova entre pessoas e objectos ou processos. São já vários os projectos a decorrer em todo o mundo. As cidades de Singapura, Brisbane e Estocolmo estão a trabalhar para reduzir o congestionamento e a poluição do ar através de soluções inteligentes de transporte, incluindo ferramentas de previsão de acidentes. Cidades em Itália, na ilha de Malta, ou no estado do Texas, nos EUA, estão a recorrer a sistemas inteligentes de contadores eléctricos e instrumentos que permitem criar redes, prontas a integrar fontes de energia renováveis ou veículos eléctricos. Roterdão, na Holanda, vai adoptar um sistema de monitorização e previsão de gestão inteligente de água e energia criando a primeira Smart Delta City: uma cidade que usa informações em tempo real de um complexo sistema de água natural, para gerir a infra-estrutura e operações relacionadas com os efeitos da mudança climática em constante mudança. Em Nova Iorque, quase 80 por cento das emissões de CO2 provêm do aquecimento, refrigeração e fornecimento de electricidade aos edifícios, (mais do dobro da média europeia). O governo local quer, por isso, reduzir 30% nos próximos oito anos e até 30 por cento de todos os edifícios até Na China estão a ampliar a sua rede ferroviária de comboios de alta velocidade, somando 25 mil milhas até O objetivo é transportar pessoas e mercadorias num sistema de transporte que possa alimentar o desenvolvimento económico sem aumentar o tráfego automóvel. A China espera ter mais linhas ferroviárias de alta velocidade de passageiros do que o resto do mundo combinado nos próximos 5 anos. Estas soluções e muitas mais estão a ter um impacto real hoje, sendo o primeiro passo para a criação de uma verdadeira cidade inteligente. Uma mudança significativa, de cidade em cidade, implica uma maior colaboração entre governos, empresas, academia e comunidades. Cada organização oferece vantagens na resolução de desafios. Podemos trabalhar juntos. E devemos.

5 tecnologias de informação sexta-feira, 22 Janeiro de Empresas perdem receitas face à rigidez dos sistemas de ERP Um novo estudo da IDC sobre Tecnologias da Informação conclui que a rigidez dos sistemas de ERP, que os torna pouco adequados para lidarem com as necessidades de alterações rápidas e constantes, está a provocar disrupções nos negócios e a levar as empresas a perderem 10 a 500 milhões de dólares entre novas oportunidades que não conseguem endereçar e os atrasos nos processos de lançamento e comercialização dos seus produtos. O novo estudo da IDC sobre tecnologia, que reúne o relato das experiências de 214 executivos provenientes de médias e grandes empresas dos mais variados sectores de actividade, alertou para falhas graves nas infra-estruturas tecnológicas. O estudo, patrocinado pela Agresso, conclui que os actuais sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) não conseguem fornecer uma arquitectura suficientemente ágil, capaz de responder e suportar as necessidades dos negócios e das empresas que enfrentam os desafios de um ambiente em constante e profunda mudança. No documento vem expresso que os inquiridos afirmaram que a incapacidade para modificar facilmente a parametrização dos seus sistemas de ERP está a causar sérias perturbações nos seus negócios, atrasando o lançamento de novos produtos, retardando o processo de tomada de decisões e atrasando aquisições e outras actividades comerciais. Como resultado as empresas apontam para a perda de novas oportunidades de negócio, que se cifram num valor de global que varia entre os 10 e os 500 milhões de dólares. O impacto deste efeito nos resultados financeiros das organizações é realmente significativo, com 20,9% dos inquiridos a referirem a queda do valor das acções, com 14,3% a registarem perdas de receita relacionadas com os atrasos no lançamento de novos produtos e 16,6% a reportarem a queda nos índices de satisfação dos seus clientes. De acordo com este estudo, actualmente, o ritmo acelerado que pauta o ambiente empresarial exige às empresas que suportem a sua actividade em infra-estruturas tecnológicas, capazes de absorverem e comportarem rapidamente todas as alterações que os novos e constantes desafios de mercado impõe. Do total de inquiridos, apenas 2,8% revelaram não ter efectuado alterações nos seus sistemas de ERP, os restantes 98,2% referiram níveis de alteração surpreendentes: 43% revelou fazer alterações contínuas, à medida e ao ritmo das necessidades impostas pelos novos desafios do mercado; 16,8% revelou fazer alterações mensais; 14,5% procedem a alterações nos seus sistemas diária ou semanalmente; 12,2% realizam alterações anualmente. O estudo aponta ainda para uma situação complexa que está a levar as médias empresas a despenderem 1,2 milhões de dólares anualmente para realizarem estas mudanças nos seus sistemas. A este valor acresce o elevado custo adicional associado às diversas interferências provocadas nos negócios, pelos processos de alteração dos ERP, contribuindo para agravar ainda mais o impacto desta realidade e aumentar os baixos níveis de desempenho dos resultados financeiros das empresas. É um facto que a escolha incorrecta de um sistema ERP contribui brutalmente para o insucesso dos negócios das empresas que actuam num mercado em constante mudança, afirmou no documento de apresentação Tom Dobbe, do departamento de Marketing da Unit4Agresso, explicando que as empresas que actuam em sectores fortemente regulamentados procedem com frequência à consolidação das suas actividades através de fusões ou/e aquisições, ou da mudança frequente das suas chefias, e têm necessidade de poder adaptar os seus sistemas de ERP a estas realidades, bem como aos critérios de selecção apropriados para seleccionarem novos sistemas. Em tempos difíceis, poupe optando pelo outsourcing e IT staffing João Carlos Pereira Application Management Director No momento de decidir a melhor estratégia para a sua empresa, do ponto de vista das Tecnologias de Informação, torna-se pertinente considerar as opções de outsourcing e IT staffing. Com as empresas numa procura constante de conceitos-chave de utilidade e eficiência dos seus meios de produção, é cada vez mais usual o recurso a estratégias que proporcionem poupança, nomeadamente por via da redução de custos. Embora exista muita documentação descrevendo as vantagens e desvantagens de cada uma destas duas opções, não é descabido rever a distinção entre elas e realçar o papel que podem desempenhar para se atingir os objectivos estratégicos da empresa, e por conseguinte o seu sucesso. Disponibilizar e vender um serviço de elevada qualidade poderá ser um factor crucial de sobrevivência na economia do século XXI e uma diferenciação entre concorrentes. Por isso, importa adoptar uma correcta estratégia que vise o aumento da qualidade dos seus serviços reduzindo, em simultâneo, os seus custos. Não há dúvidas que a pressão da sobrevivência tem forçado muitas empresas a querer avaliar novas estratégias que permitam não só atingir os objectivos como equilibrar os custos de modo a que sejam suportáveis financeiramente. Para tal, sugeremse por todo o mundo estratégias baseadas em outsourcing e IT staffing. O outsourcing consiste, antes de mais, na delegação de operações que envolvem a passagem de uma produção interna para uma entidade externa especializada na gestão dessas operações, reduzindo a médio prazo o custo operacional. Assim, um processo de outsourcing traduz-se num contrato formal entre um cliente e uma entidade externa, o outsourcer, que executará o serviço contratado pelo cliente. Esse serviço envolve a transferência de gestão de controlo e tomada de decisões para o fornecedor externo, numa relação que inclui um grau considerável de troca de informação, coordenação e acima de tudo confiança. Essa delegação de operações pode ir desde o outsourcing total a algum tipo de outsourcing selectivo. A primeira envolve total partição de divisões do departamento e tranferência de funcionários, infra-estruturas, equipamentos e responsabilidade completa de um produto ou serviço para um fornecedor externo. A segunda, por sua vez, funciona de acordo com as necessidades, métodos e serviços que a empresa pretende externalizar, partindo do pressuposto que apenas quer delegar uma parte seleccionada mantendo o controlo das restantes operações. Este último tipo de outsourcing tem sido a opção seguida por múltiplas empresas em Portugal, nomeadamente em Áreas de Suporte Aplicacional, Testes de Software e Gestão de RH. Por outro lado, o IT staffing consiste na venda temporária a um cliente de recursos especializados, a fim de realizarem determinados projectos ou prestarem serviços continuados, por um período de tempo acordado, inseridos no ambiente organizacional da empresa cliente. Para o comprador, este é um processo bem mais simples do que a delegação de operações que acontece no outsourcing. Para o vendedor, exige a montagem de mecanismos que lhe permitam rapidamente encontrar, entrevistar, contratar, formar e manter motivados esses colaboradores. O IT staffing não é um negócio simples para quem o faz. É um negócio que requer uma atenção redobrada, grande flexibilidade, experiência e competência na retenção da sua força de trabalho, e, ainda, disponibilidade rápida de recursos de qualidade em número suficiente para satisfazer os pedidos dos clientes, normalmente sazonais. Ao recorrem a este serviço, os clientes aumentam rapidamente a sua capacidade produtiva e evitam elevados custos decorrentes dos processos de selecção e recrutamento de especialistas, e assunção de encargos sociais. A empresa cliente contorna também as dificuldades e despesas associadas à substituição dos seus especialistas que se demitem, bem como o esforço e os custos inerentes à realocação de toda uma equipa, quando um projecto termina. Em suma e falando terra a terra, o IT staffing, assim como o outsourcing, constituem frequentemente um alívio para os directores de informática da empresa. Mas as empresas que ponderam fazer outsourcing ou IT staffing devem, em primeiro lugar, compreender as capacidades internas da sua organização e saber quais as orientações de posicionamento futuro que pretendem atingir. Optar simplesmente por outsourcing baseado apenas na comparação de custos leva as empresas a perder oportunidades de ganhar experiência e conhecimento, perdendo naturalmente a capacidade de desenvolvimento de novos produtos e tecnologias.

6 6 sexta-feira, 22 Janeiro de 2010 tecnologias de informação CA abraça iniciativa para acelerar adopção de cloud computing A CA é membro fundador do novo ecossistema denominado TM Fórum, uma iniciativa que reúne importantes companhias da indústria no âmbito de serviços cloud computing. Miguel Angel Martín, customer solution architect da CA, explicou à Vida Económica as vantagens que as empresas podem ter ao adoptarem este modelo. A actual tendência do mercado fará com que os gastos de propriedade continuem a sofrer cortes nos próximos anos. E os serviços informáticos, mais do que nunca, deverão ter de justificar qualquer despesa, afiançou à Vida Económica Miguel Angel Martín, customer solution architect da CA, empresa especializada em software de gestão das Tecnologias da Informação. Tudo isto, aliado ao facto de as empresas reconhecerem que a externalização melhora a eficácia, reduz os custos e oferece maior agilidade de negócio, tornará o modelo cloud computing muito atractivo nas empresas para muitas das suas aplicações e serviços. Portanto, tudo aponta para que o cloud computing seja um modelo amplamente aceite a nível global no universo empresarial, e também, como é óbvio, em Portugal, garantiu este responsável em entrevista à Vida Económica. A filosofia de cloud computing passa, num sentido amplo, por oferecer uma infra-estrutura tecnológica de maneira a que os recursos informáticos se tornem acessíveis, como um serviço, desde qualquer dispositivo com acesso à Internet. Como tal, uma das vantagens fundamentais deve-se à infra-estrutura utilizada não ser propriedade do cliente, o que faz com que estes reduzam os custos de aquisição ou propriedade (Capex) e os convertam em gastos operacionais (Opex), acedendo a estes serviços on demand, pagando pela sua utilização, sem necessidade de dispor de infraestrutura. Também as empresas vão beneficiar desta arquitectura na nuvem ao não terem de preocupar-se com os custos de manutenção do hardware, do software e das suas versões, das migrações, da obsolescência do hardware, da disponibilidade, etc, explicou o responsável. Todos estes pontos serão providenciados, de forma transparente, pelo fornecedor do serviço e com uma escalabilidade de processamento e capacidade quase infinita, acrescentou. Na realidade, Miguel Angel Martín explicou que a evolução e o futuro desta tecnologia ver-se-ão potenciados pela melhoria das comunicações. E não deixou de referir que as vantagens que têm os programadores de software com esta tecnologia são, por exemplo, ter acesso à informação e aos serviços desde qualquer local. Isto a par da facilidade de implementação, uso e manutenção de aplicações, juntamente com a facilidade de escalabilidade: Infinita capacidade de processamento e armazenamento. Por outro lado, permite uma maior facilidade de promoção: tendo acesso a clientes com menor capacidade de investimento, de qualquer país, o que faz com que o time to market se reduza consideravelmente. Por último, explicou este responsável, também a destacar o long tail, que significa que uma aplicação ou serviço muito especializado, com poucos potenciais clientes, chega a todos os possíveis clientes através da Internet, sendo desta maneira rentável o seu desenvolvimento. Os nossos clientes querem compreender muito bem quais são os benefícios que oferece este modelo tecnológico e como interiorizar os novos desafios que apresenta, disse Miguel Angel Martín. Uma das preocupações comuns entre os clientes, explicou, passa por não quererem perder o controlo dos sistemas e dos seus dados no cloud. Também os preocupa como resolver a complexidade e como integrar a plataforma ou serviços cloud com os seus actuais sistemas de gestão. A tecnologia da CA ajuda-os a gerir, explorar e integrar os ambientes cloud, que se converterão em mais um componente das infra-estruturas TI já existentes. A CA já tem à disposição soluções para gerir os ambientes cloud, como por exemplo o CA Spectrum Automation Manager, CA Introscope, entre outras. Mas quais serão os grandes entraves à propagação deste conjunto de serviços? Para Miguel Angel Martín, os receios face à localização dos dados, à segurança, assim como o cumprimento das normativas, tanto nacionais como internacionais, ou a imperiosa necessidade de conexão, são alguns dos aspectos que travam a rápida adopção do modelo cloud computing. A CA é membro fundador do novo ecossistema denominado TM Fórum, uma iniciativa que reúne importantes companhias da indústria no âmbito de serviços cloud computing. A empresa colaborará com outros fornecedores de serviços cloud, fornecedores de tecnologia, assim como com empresas utilizadoras num completo programa orientado para acelerar a adopção de serviços de cloud computing. Além da CA, esta iniciativa conta con o apoio de Alcatel-Lucent, Amdocs, AT&T, Miguel Angel Martín, customer solution architect da CA, explicou à Vida Económica as vantagens que as empresas podem ter ao adoptarem cloud computing. BT, Cisco, EMC, HP, IBM, Microsoft, Nokia Siemens Networks, Telecom Italia e Telstra. Para Miguel Angel Martín, esta colaboração pretende maximizar o valor das tecnologias e arquitecturas em cloud e facilitar a aquisição destes mesmos serviços. A participação da CA ajudará a compreender como levar a gestão de redes e sistemas virtuais ou físicos, a gestão das aplicações e a segurança, de ambientes privados a ambientes cloud, sejam eles privados ou públicos. Trabalhando neste patamar de colaboração entre os grandes fornecedores deste tipo de serviços, fará com que os nossos clientes de Portugal beneficiem utilizando soluções da CA já testadas e comparadas, e apoiando-se nas melhores práticas para a exploração deste tipo de infra-estruturas. SUSANA MARVÃO Industrialização do hacking é a maior tendência do mercado de segurança de dados Com a entrada na nova década, a guerra entre os cibercriminosos e os profissionais de protecção de dados intensifica-se. Quem o afirma é a Imperva, empresa de soluções de segurança de dados, representada em Portugal pela Exclusive Networks, distribuidor especializado em soluções de segurança e de comunicações. Recentemente,, a empresa avançou com as cinco principais tendências a nível de segurança para 2010, sendo que a primeira revela que a industrialização do hacking através de uma definição clara de papéis dentro da comunidade de hacking, formando um canal de distribuição em muito semelhante aos cartéis de droga. As armas preferenciais serão ferramentas automatizadas, como malware distribuído através de botnets. O segundo alerta é para a mudança de aplicações para segurança de dados à medida que os cibercriminosos procuram novas formas para ultrapassar as ferramentas de segurança existentes, focando-se na obtenção da informação. Outra tendência é o aumento dos ataques em redes sociais onde as vulnerabilidades nos grupos com menos conhecimentos técnicos são maiores face a ataques de phishing e de malware. Vai ainda ser notório o aumento dos roubos de passwords, pois entende-se que, ao conseguir as passwords de uma aplicação como uma conta de , esta será igual à de outras aplicações, como online banking e contas PayPal. Vai ainda ser notória a mudança de uma segurança reactiva para uma segurança proactiva, pois as empresas já não querem ficar à espera de sofrer um ataque para reagir, procurando activamente por falhas e eliminando-as. Amichai Shulman, chief technology officer da Imperva, aconselha os detentores de aplicações a protegerem-se o mais rápido possível face a estas ameaças. O responsável refere que as empresas que pretendem proteger realmente os seus dados têm de aprender a fazê-lo na raiz, utilizando várias tecnologias, incluindo firewalls baseadas em dados combinadas com monitorização da actividade dos dados e dos ficheiros. Vejo a automatização como um grande problema e vão ser necessárias medidas técnicas para combater esta ameaça. As empresas devem procurar formas de integrar as suas ferramentas de protecção com medidas de segurança proactivas. A comunidade de segurança está a desenvolver soluções que vão ficar disponíveis este ano, sendo que nesta década deve-se registar um crescimento no mercado de segurança TI, o qual terá de estar, pelo menos, ao mesmo nível que os cibercriminosos, de forma a poder vencê-los.

7 tecnologias de informação sexta-feira, 22 Janeiro de IBM mantém maior número de patentes nos Estados Unidos Pelo 17º ano consecutivo, a IBM é líder mundial das empresas mais inventivas. Em 2009, a empresa norte-americana recebeu 4914 patentes nos Estados Unidos, representando praticamente o quádruplo em relação à HP e excedendo a soma das patentes da Microsoft, HP, Oracle, Apple, Accenture e Google. A empresa anunciou que, pela primeira vez, oferecerá a sua gestão de invenção e patentes, o seu know-how e o software a clientes que procurem melhorar as suas capacidades de gestão de propriedade intelectual A IBM publicou ainda cerca de quatro mil invenções técnicas em 2009, em vez de procurar protecção das patentes, possibilitando que as invenções estejam publicamente disponíveis, explicou a empresa em comunicado de imprensa. A IBM tornou estas invenções públicas através de publicação, como parte de um compromisso para melhorar a qualidade das patentes. Consequentemente, as invenções estão publicamente disponíveis numa base de dados pública e podem ser citadas por patent offices na limitação do âmbito das aplicações de patentes. O esforço de publicação da companhia pode também estimular a inovação, o que permite um crescimento dinâmico do negócio. Equilíbrio de estratégia Enquanto parte do plano IBM para ajudar os clientes a construírem e a suportarem uma cultura de invenção e inovação, a empresa providenciará acesso às invenções avançadas e ao software de gestão do portefólio de patentes e a todo o know-how através do envolvimento com os clientes. Os especialistas da IBM em patentes e propriedade intelectual têm desenvolvido e utilizado software durante mais de uma década para ajudar a analisar, aceder e administrar efectivamente um portefólio com cerca de 30 mil patentes norteamericanas. O software, acrescido da experiência da companhia, permitiu à IBM equilibrar a sua estratégia de patentes e propriedade intelectual com as necessidades do negócio e gerar novas formas de gerar valor acrescentado às patentes. Líderes de patentes norteamericanas em IBM 4,914 2 Samsung 3,611 3 Microsoft 2,906 4 Canon 2,206 5 Panasonic 1,829 6 Toshiba 1,696 7 Sony 1,680 8 Intel 1,537 9 Seiko Epson 1, HP 1,273 *Fonte: IFI Patent Intelligence Segundo IDC, sinais de recuperação só serão visíveis no final de 2010 Portugal investe 3,59 mil milhões em TI e regista quebra de 2,2% em 2009 O investimento do mercado nacional em Tecnologias de Informação (TI) foi de 3,59 mil milhões de euros em 2009, o que se traduziu numa quebra de 2,2% face a 2008, anunciou a IDC. Portugal investiu 3,59 mil milhões de euros em Tecnologias da Informação durante 2009, o que se traduziu numa quebra de 2,2% face a 2008, anunciou a IDC. Segundo a analista de mercado, o ano de 2010 ainda será marcado por uma quebra no investimento de 0,5%, começando só a dar sinais de recuperação no final do ano. Para 2011, já prevê um crescimento significativo de 5,7%, altura em que o investimento deverá atingir os 3,77 mil milhões de euros. Na análise por segmentos do mercado nacional das Tecnologias de Informação, que engloba o hardware, o software e os serviços de TI do mercado empresarial e de consumo, o hardware é o que tem vindo a apresentar maiores quebras de crescimento. Em 2009, o investimento em hardware registou uma queda de 4,4%, correspondendo a um investimento na ordem dos 1,85 mil milhões de euros. Em 2010, este segmento deverá registar uma quebra de 3,2%. Apesar do crescimento global negativo em hardware, a IDC prevê que alguns segmentos, como é o caso dos ultra-portáteis, dispositivos móveis (smartphones) e equipamentos de rede, irão apresentar taxas de crescimento positivas. Investimento de 518 milhões O investimento em Software rondou os 518 milhões de euros em 2009, o que correspondeu a um crescimento de 2,4% face a Para 2010, a IDC prevê um crescimento de 3,3%. Neste segmento será o software de infra-estruturas a liderar o crescimento, seguido pelo software aplicacional. Por sua vez, o investimento no mercado de Serviços de TI, que inclui a implementação, suporte, consultoria, outsourcing e a formação, verificou uma queda de 0,6% em 2009 com receitas na ordem de 1,22 mil milhões de euros. Para 2010, a IDC aponta para um crescimento de 2,0%, o que corresponderá a um investimento de 1,24 mil milhões de euros. Dentro deste segmento, a IDC prevê que o outsourcing seja o mercado com o crescimento mais dinâmico e a formação continuará a apresentar uma tendência negativa de crescimento. Em 2009, o mercado dos serviços de telecomunicações, que inclui os serviços de voz e dados na rede fixa e móvel, gerou 5,15 mil milhões de euros em receitas, o que correspondeu a uma quebra de 0,5% face a Para 2010, a IDC prevê que o crescimento para os serviços de telecomunicações também será negativo, prevendo-se uma quebra de 1%. As dez principais tendências IDC para o mercado nacional As previsões da IDC para o mercado português em 2010 assentam nos pressupostos que o mercado das TIC é global, que o acontece a nível global tem impacto em Portugal e que cada vez mais as tendências de mercado serão mais influenciadas pela procura do que pela oferta. Em primeiro, a IDC esclarece que o mercado português de Tecnologias de Informação e Comunicações só irá começar a recuperar no final de Depois, admite que o crescimento estará concentrado em alguns mercados e segmentos chave. Na análise por mercado vertical, a saúde, serviços públicos, energia e telecomunicações terão um desempenho acima da média. Por tecnologias, as soluções associadas à segurança, comunicações unificadas e mobilidade irão crescer, enquanto as ferramentas de desenvolvimento e de infra-estrutura física como os servidores e o armazenamento físico terão um pior desempenho. A crise é o catalisador do papel do Chief Information Officer (CIO), da visão do Chief Executive Officer (CEO) e dos processos de compra de TIC, diz a IDC. Com a saída da crise, a principal prioridade para o CIO continua a ser a melhoria da produtividade das unidades de negócio da sua organização e fornecer aos CEO as soluções tecnológicas que atenuem o impacto da redução dos investimentos em recursos humanos, infra-estruturas, entre outros. Por sua vez, as decisões de investimento em Tecnologias de Informação deixam de estar dependentes das tecnologias, e passam a estar dependentes da capacidade dos fornecedores para mostrarem as vantagens reais para o negócio. Por outro lado, os mercados baseados na Internet, para crescerem, têm que estar alinhados com as preferências dos utilizadores. Modelos de serviços de streaming que desincentivam a pirataria, novos modelos publicitários baseados em conteúdos, a mobilidade e contextos emergentes impulsionados pelas redes sociais vão concorrer com os modelos tradicionais de publicidade. O comércio electrónico vai continuar a crescer nas organizações, bem como as soluções multicanal. Outra tendência assenta na transformação da indústria das TIC para oferta de soluções completas. Os fabricantes de software e de hardware estão a reorganizar a sua oferta em soluções completas de Tecnologias de Informação e para o Cloud Computing. Esta é uma tendência visível nas fusões, aquisições e alianças estratégicas que estão a acontecer a nível global. Novos serviços para compensar quebras Nas telecomunicações, as operadoras vão procurar oportunidades em novos serviços para compensar as quebras nos serviços tradicionais. As operadoras vão procurar acelerar a obtenção de receitas em áreas com mais potencial como a banda larga móvel, conteúdos e nos novos serviços na Cloud. O mercado de segurança será impulsionado pelas ameaças, vulnerabilidades e regulamentação. O aumento do número de ameaças, a sua sofisticação e a vulnerabilidade das organizações vão potenciar a oferta das soluções de segurança como serviço, bem como de ferramentas de gestão integradas. A tendência de crescimento na adopção dos serviços Cloud vai ser uma realidade para a IDC. Em 2010, os serviços Cloud vão começar a ser adoptados pelas empresas mais inovadoras, mas a tendência é a sua rápida expansão à maioria de utilizadores. Embora o grau de adopção varie com o tipo de serviço, a IDC prevê o crescimento de todos os segmentos. Em 2010, o Software-as-a- Service (SaaS) continuará a ser o grande impulsionador dos serviços Cloud, mas existirá também investimentos em Platform-as-a- Service (PaaS) e em Infrastructure-as-a-Service (IaaS). Mercado das aplicações vai transformar-se Vai ainda haver uma clara transformação do mercado de aplicações empresariais em A IDC prevê que 2010 vai ditar o desaparecimento de PME locais fornecedoras de aplicações empresariais focalizadas em nichos. Os novos modelos de entrega de software vão ganhar peso no segmento de Small Office/Home Office (SOHO), intensificando a concorrência devido ao lançamento de várias aplicações no modelo de Software-as-a-Service, onde o utilizador só paga o que utiliza. Por outro lado, os novos modelos de licenciamento, o software livre e os modelos de SaaS estão a obrigar à adopção de novos modelos de preços de licenciamento e manutenção. A mobilidade vai converter-se em norma, pelo que o acesso às aplicações através de dispositivos móveis irá fazer parte da oferta de praticamente todos os fornecedores. Estas mudanças vão ter grande impacto na redefinição dos canais onde os parceiros vão passar a ter grande peso na verticalização das soluções. Por último, o outsourcing continuará a ser o líder dos Serviços de TI em 2010, impulsionado pela necessidade do mercado de redução de custos. Os novos modelos de pay-per-use (Cloud/ SaaS) irão expandir-se aos serviços e um dos efeitos deste posicionamento comercial é a sua extensão para o mercado de serviços sob a forma de pagamento por resultados.

8 8 sexta-feira, 22 Janeiro de 2010 tecnologias de informação Empresa portuguesa especialista em mobility intelligence avança para a Argélia Inosat solidifica internacionalização em três continentes A Inosat, empresa portuguesa especialista em mobility intelligence, opera já em tês continentes em países como Angola, Argélia, Brasil, Espanha, França, Grécia, Marrocos e Moçambique. Actualmente, conta com mais de 40 mil unidades de localização de veículos instaladas em clientes empresariais que fazem uma gestão optimizada das respectivas frotas através do produto Inofrota. Na Argélia, a empresa lusa avançou através de uma parceria celebrada com a empresa local Vivacom. A Inosat, especialista em mobility intelligence iniciou recentemente a sua actividade na Argélia através de uma parceria celebrada com a empresa local Vivacom. A nova parceira para o mercado argelino foi fundada em 2008 e é uma empresa especializada em soluções de telecomunicações. Em 2009, a Vivacom incorporou na sua actividade a comercialização de soluções de videovigilância e, através da parceria com a Inosat, de gestão de frotas via GPS. O início de actividade na Argélia representa mais uma vitória no processo de internacionalização da Inosat e a concretização dos objectivos de expansão. A Vivacom é o parceiro ideal para a Inosat, uma empresa jovem, mas liderada por empresários experientes, focalizada no crescimento sustentado do negócio. Acreditamos que a tecnologia da Inosat em conjunto com o conhecimento do mercado e abordagem local da Vivacom nos vão assegurar o sucesso, afirmou Jorge Carrilho, CEO da Inosat. A empresa portuguesa opera já em três continentes em países como Angola, Argélia, Brasil, Espanha, França, Grécia, Marrocos e Moçambique. Actualmente, conta com mais de 40 mil unidades de localização de veículos instaladas em clientes empresariais que fazem uma gestão optimizada das respectivas frotas através do produto Inofrota. A parceria com a Inosat é extremamente importante para o crescimento da Vivacom e vem reforçar o nosso portfolio de soluções garantindo-nos a entrada neste segmento de mercado com soluções de elevada qualidade. A localização por GPS é uma necessidade crescente para as empresas argelinas, que procuram tecnologia de ponta e soluções adaptáveis às suas exigências específicas referiu Didier Fontaine, responsável da Vivacom. A Inosat tem um alargado portefólio de produtos na área da localização utilizando tecnologia GPS Presente no mercado desde 2000, a Inosat reclama ser líder no mercado Ibérico de mobility intelligence, apresentando, sem revelarem números, um crescimento acelerado. No nosso país tem escritórios em Lisboa e no Porto. Actualmente, conta com um portefólio de produtos na área da localização utilizando tecnologia GPS. Recentemente, lançou no mercado português o Car, o Child e o My Locator, dispositivos de localização para viaturas, pessoas e objectos. Uma das grandes vantagens da empresa é o facto de desenvolver toda a tecnologia utilizada nos seus produtos, quer a nível de software quer de hardware, o que lhe proporciona uma grande flexibilidade, na adaptação às necessidades específicas dos clientes, explicam em comunicado de imprensa. Reduzir é imperativo e palavra de ordem no mundo empresarial Rui Franco Engenheiro Electrotécnico Chief Sales Officer da T-Systems Portugal Segundo o organismo internacional IPCC - Intergovernmental Panel of Climate Change -, os países desenvolvidos deveriam reduzir as suas emissões de CO2 em 80% até 2050 para reduzir o impacto das alterações climáticas derivadas dos elevados níveis de gases de efeito de estufa. Contudo, foi recentemente divulgado pelo The Carbon Disclosure Project, organização não governamental e sem fins lucrativos que possui a maior base de dados com informação sobre o mercado empresarial face às alterações climáticas, o relatório The Carbon Chasm. Este documento analisa as emissões de CO2 das 100 maiores empresas ao nível mundial e os resultados não deixam de ser alarmantes. Segundo o relatório, os objectivos de redução das 100 maiores empresas revelanos valores de redução muito abaixo dos que se deveriam alcançar. Actualmente, registamos valores na ordem dos 1,9% por ano, quando o mínimo para cumprir a meta estabelecida em 2007 pelo IPCC deveria ser de 3,9% por ano. Se estes valores persistirem, iremos atingir o objectivo proposto para 2050 apenas 39 anos após essa data, o que poderá ser tarde demais. Esta conclusão é ainda mais alarmante se considerarmos que grande parte dos países ainda não consegue cumprir os níveis de emissões acordados no Protocolo de Quioto. Está na consciência de cada um de nós enquanto cidadãos contribuir para a redução de CO2, mas as empresas poderão dar um especial contributo para resolver este problema. Estas deveriam adoptar um comportamento mais amigo do ambiente, através da adesão a políticas verdes simples e fáceis de implementar. Tomemos como exemplo as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). É do conhecimento geral que as empresas necessitam das TIC no seu dia-a-dia. A tecnologia é uma ferramenta essencial ao seu negócio, pois através desta as empresas conseguem manter elevados níveis de competitividade e eficiência numa economia tão dinâmica e desafiadora como a actual. Contudo, segundo estudos da consultora A.T. Keamey, as TI são responsáveis por 2% das emissões mundiais de CO2, gerando aproximadamente 600 milhões de toneladas de emissões ao longo do ano. Mas a tecnologia pode ser uma ferramenta Green! Os valores do estudo SMART 2020, divulgado pela Global Sustaintability Initiative (GeSI), relevam que uma correcta utilização das TIC pode contribuir para a redução de 7,8 mil milhões de toneladas de CO2, o que corresponde a 15% de emissões que deverão existir no nosso planeta em Tal como indica a GeSI, a diminuição de emissões supõe uma redução de custos para as empresas que deverão atingir os 630 mil milhões de euros. Está nas mãos das empresas reduzir este impacto e, consequentemente, gerar redução de custos. A utilização de hardware eficiente e de estruturas inteligentes poderá ser a solução. Os computadores representam a maior percentagem do consumo energético directo das TIC nas empresas, seguido do consumo do data center (armazenamento de dados e servidor) e pelas comunicações WAN e de telefone fixo. Para solucionar essa questão a virtualização é a palavra de ordem. A virtualização nos data centers e nos postos de trabalho permite aumentar os rácios de eficiência energética das infra-estruturas, assim como prolongar de forma notável os ciclos de vida dos equipamentos. Este valor é ainda mais significativo se tivermos em conta que uma empresa com 300 colaboradores que equipe 75% destes com dispositivos que consomem desde 4W (por comparação ao PC moderno que pode chegar a consumir 200 a 300W), pode reduzir cerca de 148 toneladas de CO2 num período de cinco anos e que um Volkwagen Golf provoca emissões equivalentes depois de mais de Km, ou seja, depois de cerca de 27 voltas ao mundo. Os equipamentos informáticos adequados, em si, podem minimizar o impacto ambiental, assim como novas soluções ajudam a diminuir o consumo de recursos não renováveis e a poluição na sociedade. Todos os equipamentos produzidos com dispositivos que poupam energia, a reciclam ou que utilizam fontes de energia alternativas estão ao serviço do ambiente. Mas reduzir as emissões de CO2 através de soluções TIC Green requer que tanto os utilizadores como fornecedores tomem consciência do impacto ecológico que tem o uso da tecnologia. Cada vez mais as empresas de TIC têm de garantir um aumento da eficiência energética, reduzindo as emissões de CO2, optimizando as operações e utilizando energias regenerativas. É urgente que as empresas de TIC identifiquem e desenvolvam produtos inovadores e serviços que promovam o uso eficiente de recursos pelos seus clientes, aumentando o conhecimento destes temas em toda a sociedade. É igualmente urgente escolhê-los, em detrimento de outros, mais poluidores. A investigação recentemente lançada pela Intel e pela T-Systems em conjunto para desenvolver um datacenter ecológico o DataCenter é uma iniciativa que demonstra já a consciência e preocupação destas companhias face à problemática ambiental. É óbvio que a utilização de TIC green não é, por si só, a solução para alcançarmos os valores necessários de redução de CO2 impostos pelo IPCC mas, se as empresas começarem de facto a aplicar verdadeiramente este conceito, é já claramente um grande começo!

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