Sumário. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ano CXLII N o - 83 Brasília - DF, terça-feira, 3 de maio de 2005 ISSN

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1 <!ID > <!ID > ISSN Ano CXLII N o - 83 Brasília - DF, terça-feira, 3 de maio de Sumário PÁGINA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... Ministério da Cultura... 2 Ministério da Defesa... 3 Ministério da Educação... 9 Ministério da Fazenda... Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Comunicações Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Agrário... 6 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério do Meio Ambiente Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Ministério dos Transportes Poder Judiciário Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA Nº 27, DE 2 DE MAIO DE 2005 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2º da Portaria GM/MAPA nº 380, de 0 de agosto de 999, e em cumprimento ao disposto no art. 7º do Decreto nº 5.379, de 25 de fevereiro de 2005, publicado na Edição Extra do Diário Oficial da União, de 25 de fevereiro de 2005, estabelece que: Art. º O pagamento de despesas no exercício de 2005 das Unidades Orçamentárias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, inclusive dos Restos a Pagar, Processados e Não Processados, de exercícios anteriores, observadas as exclusões constantes do º do art. 4º do Decreto nº 5.379, de 25 de fevereiro de 2005, fica limitado aos valores constantes dos Anexos I e II desta Portaria. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ANEXO I R$ Mil Unidade Orçamentária AAé Mai AAé Jun AAé Jul AAé Ago AAé Set AAé Out AAé Nov AAé Dez Administração. Direta Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de Embrapa Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de CONAB Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de FUNCAFE Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de Total Geral Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de Fontes: 00,, 2, 3, 5, 6, 8, 20, 27, 29, 30, 3, 32, 33, 34, 35, 39, 40, 4, 42, 48, 49, 5, 53, 55, 57, 58, 62, 64,72, 74, 75, 76, 79, 80, 85, 246, 247, 249, 280, 293, 985 e suas correspondentes, tes de incorporação de saldos de resultantes de incorporação de sal dos exercícios anteriores. ANEXO II R$ Mil Unidade Orçamentária AAé Mai AAé Jun AAé Jul AAé Ago AAé Set AAé Out AAé Nov AAé Dez Administração. Direta Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de Embrapa Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de CONAB Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de FUNCAFE Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de Total Geral Restos a Pagar Processado Restos a Pagar Não Processado Orçamento de Fontes: 50, 8, 250, 28 e suas correspondentes, resultantes de incorporação de saldos de exercícios anteriores. LUÍS CARLOS GUEDES PINTO

2 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 2 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de Ministério da Cultura SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA Nº 85, DE 2 DE MAIO DE 2005 A SECRETÁRIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituta, no uso de suas atribuições legais, e em cumprimento ao disposto no artigo 27, inciso I, do Decreto n.º 494, de 7 de maio de 995, resolve: Art. º - Aprovar a alteração do nome do projeto abaixo relacionado: PRONAC: "Arquitetura do Cimento do Brasil", publicada na portaria n.º 0255/04 de 3 de agosto de 2004 e publicado no D.O.U. do dia 02 de novembro de 2004, para "Produtos de Cimento na Construção do Brasil (Os)". Art. 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. ISABELLA PESSÔA DE AZEVEDO MADEIRA PORTARIA Nº 86, DE 2 DE MAIO DE 2005 A SECRETÁRIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituta, no uso de suas atribuições legais, e em cumprimento ao disposto no artigo 27, inciso I, do Decreto n.º 494, de 7 de maio de 995, resolve: Art..o - Prorrogar o prazo de captação de recursos dos projetos culturais, relacionados nos anexos I e II à esta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no º do artigo 8 e no artigo 26 da Lei n.º 8.33, de 23 de dezembro de 99, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 999. Art. 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. ISABELLA PESSÔA DE AZEVEDO MADEIRA ANEXO I ÁREA: 4 ARTES PLÁSTICAS - (ART. 8) Hélio Feijó: Pintor, Arquiteto e Poeta Artespaço Comércio e Empreendimento Ltda CNPJ/CPF: / PE-Recife Período de captação:0/0/2005a3/2/ Surrealismo Por Pedro Guedes ( O ) Pedro Marcos Ramos Guedes CNPJ/CPF: MG-Juiz de Fora Período de captação:0/0/2005a3/2/2005 ÁREA: 5 PATRIMÔNIO CULTURAL - (ART. 8) Restauro e Intervenção do Museu Dom Diogo de Souza Sociedade Portuguesa de Beneficiência CNPJ/CPF: /000-0 RS-Bage Período de captação:0/0/2005a 3/2/2005 ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 8) Mostra de Arte e Cultura de Quixeramobim - º Q U I A RT E Núcleo de Produções Culturais - NUPROC CNPJ/CPF: / CE-Fortaleza Período de captação:0/0/2005a3/2/2005 ANEXO II ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 26) Encontro Nacional de Cultura Popular ( I ) MP Cultura e Marketing Ltda. CNPJ/CPF: / DF-Brasília Período de captação:0/0/2005a3/2/2005 PORTARIA Nº 87, DE 2 DE MAIO DE 2005 A SECRETÁRIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituta, no uso de suas atribuições legais, e em cumprimento ao disposto no artigo 27, inciso I, do Decreto n.º 494, de 7 de maio de 995, resolve: Art..o - Aprovar a complementação de Valor em favor dos projetos culturais relacionados no anexo a esta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista no º do Artigo 8 da Lei n.º 8.33, de 23 de dezembro de 99, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 999. Art. 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. ISABELLA PESSÔA DE AZEVEDO MADEIRA ANEXO ÁREA: ARTE CÊNICAS - (ART.8, º) Deus no Divã Jovane Meierhoefer Nikolic CNPJ/CPF: SP - São Bernardo do Campo Valor Complementar em R$: , Aruanda Cia de Danças Aruanda Cia. de Dança Folclóricas CNPJ/CPF: /000-0 MG - Belo Horizonte Valor Complementar em R$: 9.830,5 ÁREA: 3 MÚSICA INSTRUMENTAL/ERUDITA - (ART.8, º) Area: 3 Música Série Internacional de música de Câmara Interarte Produções Artísticas S/C Ltda CNPJ/CPF: / SP - São Paulo Valor Complementar em R$: ,00 PORTARIA Nº 88, DE 2 DE ABRIL DE 2005 A SECRETÁRIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituta, no uso de suas atribuições legais, e em cumprimento ao disposto no artigo 27, inciso I, do Decreto n.º 494, de 7 de maio de 995, resolve: Art..o - Aprovar projetos culturais, relacionados nos anexosieiiàesta Portaria, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, na forma prevista, respectivamente, no º do artigo 8 e no artigo 26 da Lei n.º 8.33, de 23 de dezembro de 99, alterada pela Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 999. Art. 2.o - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. ISABELLA PESSÔA DE AZEVEDO MADEIRA ANEXO I ÁREA: ARTES CÊNICAS(Art.8, º) Obscena Senhora D (A) Catarina Verônica B. M. Patury Accioly CNPJ/CPF: Processo: /05-08 DF - Brasília Valor do Apoio R$: ,30 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Banho ( O ) Cristina Maria Simões Flória ME - Firma Individual CNPJ/CPF: / Processo: /05-25 SP - Santa Cruz das Palmeiras Valor do Apoio R$: ,77 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Cia. Produz Ação Cênica em circulação Hely Rodrigues Vieira de Souza CNPJ/CPF: Processo: /05-78 MG - Belo Horizonte Valor do Apoio R$: ,20 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Dora, Isadora, Dora Borogodó Empreendimentos Culturais Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /04-33 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,24 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Andersen - O Faz Tudo Borogodó Empreendimentos Culturais Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /04-74 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,24 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Eu Sei Que Vou Te Amar JLM Produções Artísticas Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /04-98 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,60 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Carmen Eventos Produções Culturais Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /05-4 PE - Recife Valor do Apoio R$: 298.6,76 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Pane ( A ) Silvia Celeste Souza Monte CNPJ/CPF: Processo: /05-7 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005 ÁREA: 3 MÚSICA INSTRUMENTAL/ERUDITA (Art.8, º) Identidades AUGUSTO ERNESTO WEBER CNPJ/CPF: Processo: /04-2 PR - Curitiba Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Música e Cultura nas Escolas 2005 Orquestra de Câmara e Sinfônica Villa Lobos de Mogi Guaçú CNPJ/CPF: / Processo: /05-47 SP - Mogi-Guaçu Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Festival de música de Cascavel ( XVI ) Instituto Paranaense de Arte CNPJ/CPF: / Processo: /05-0 PR - Curitiba Valor do Apoio R$: ,67 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005 ÁREA: 4 ARTES PLÁSTICAS(Art. 8) Causa para o Brasil - França (Uma) Instituto o Fazer do Brasil de Apoio e Capacitação e Promoção Comercial de Objetos e Artigos Bras. CNPJ/CPF: / Processo: /04-97 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Janelas/Fenêtres Vania Velloso Pereira Neto CNPJ/CPF: Processo: /04-08 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,75 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005 ÁREA : 6 HUMANIDADES : LIVROS DE VALOR ARTÍSTICO, LITERÁRIO OU HUMANÍSTICO(Art. 8) Jambreiro: Fauna e Flora Roberto Murta Ferreira da Fonseca CNPJ/CPF: Processo: /04-09 MG - Belo Horizonte Valor do Apoio R$: ,0 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Milton da Costa - Vida e Obra Instituto Herbert Levy CNPJ/CPF: / Processo: /05-86 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,69 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005

3 <!ID6545-0> <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN Projeto Memória Paulo Freire Instituto Paulo Freire CNPJ/CPF: / Processo: /05-9 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Gestão de Empresa na Era do Conhecimento Rosangela Soares de Oliveira CNPJ/CPF: Processo: /04-2 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: 9.803,53 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Foto da História (A) Associação Viva e Deixe Viver CNPJ/CPF: / Processo: /03-54 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,40 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005 ANEXO II ÁREA: 3 MÚSICA EM GERAL(Art.26) Música na Praça. Sunshine Entertainment Ltda CNPJ/CPF: /000-8 Processo: /04-07 SP - Embu Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ CD - Clédson & Érick Clediston Francisco de Souza CNPJ/CPF: Processo: /05-42 GO - Goiânia Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Fé em Deus e Esperança Evilásio Teixeira dos Anjos CNPJ/CPF: Processo: /04-99 BA - Alagoinhas Valor do Apoio R$: 6.600,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Filho da Terra ( O ) MLP Assessoria Empresarial- Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /04-7 RS - Porto Alegre Valor do Apoio R$: ,8 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ CD - César & Caique Valdemir Virgilino da Costa CNPJ/CPF: Processo: /05-77 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: 93.38,50 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005 ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS(Art.26) Chicocorrea & Electronicband Esmeraldo Marques Pergentino Filho CNPJ/CPF: Processo: /04-05 PB - João Pessoa Valor do Apoio R$: ,5 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/0/ Intercâmbio de Linguagens Borogodó Empreendimentos Culturais Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /04-9 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/ Alagoas em Cena - Programa Estadual de Fomento, Incentivo e Circulação Cultural IATS - Instituto Alagoano do Terceiro Setor CNPJ/CPF: / Processo: /05-89 AL - Maceió Valor do Apoio R$: ,80 Prazo de Captação: 02/05/2005 a 3/2/2005 AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DELIBERAÇÃO Nº 00, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE DESENVOLVIMENTO IN- DUSTRIAL da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Portaria nº. de 28 de janeiro de 2005 e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º - Aprovar o remanejamento do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Artes. º e 3º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ O Veneno da Madrugada Processo: / Proponente: Lagoa Cultural e Esportiva Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: R$ ,73 Valor Aprovado no Artigo º da Lei nº /93: de R$ ,82 para R$ ,00 Banco: 00- Agência: 38-6 Conta Corrente: Valor Aprovado no Artigo 3º da Lei nº /93: R$ , 8 Banco: 00- Agência: 38-6 Conta Corrente: Valor Aprovado na Lei nº. 8.33/9: de R$ ,00 para R$ ,82 Banco: 353- Agência: Conta Corrente: Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art. 2º - Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e da formalização de contratos de co-produção nos termos dos Arts. º e 3º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ Coisa Mais Linda Processo: / Proponente: Vitória Produções Cinematográficas Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: /000-8 Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005. Art. 3º - Prorrogar o prazo de captação dos projetos audiovisuais relacionados abaixo, para os quais as proponentes ficam autorizadas a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº /93 e mediante doações ou patrocínios, na forma prevista nos Arts. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ Cordel Virtual Processo: / Proponente: Focus Filmes Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: /000- Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/ Miguilim Processo: / Proponente: Ravina Produções e Comunicações Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005 Art. 4º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ FERNANDO NOEL DE SOUZA <!ID > DELIBERAÇÃO Nº 0, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 04/2003, e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual relacionado abaixo, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. º da Lei nº , de 20 de julho de 993, e mediante doações ou patrocínios na forma prevista nos Artes. 25 e 26 da Lei nº. 8.33/ O Herdeiro do Paraíso Processo: / Proponente: Aquarela Produções Culturais Ltda. Cidade/UF: Brasília/DF CNPJ: / Aprovado Ad-Referendum em 4/04/2005. Período de captação: de 0/0/2005 até 3/2/2005 Art. 2º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. GUSTAVO DAHL <!ID > DELIBERAÇÃO Nº 02, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 04, de 25 de fevereiro de 2003, e em cumprimento ao disposto na Lei nº. 8.33, de 23 de dezembro de 99, Lei nº , de 20 de julho de 993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 200, alterada pela Lei nº , de 3 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. º Aprovar os projetos audiovisuais relacionados abaixo, para o qual as proponentes ficam autorizadas a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento do Art. º da Lei nº , de 20 de julho de No Olho da Rua. Processo: / Proponente: Leão Filmes Ltda. ME. Cidade/UF: São Paulo / SP. CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: R$.58.96,48. Valor Aprovado no Artigo º da Lei nº /93: R$.0.03,4. Banco: 00- Agência: Conta Corrente: Período de captação: até 3/2/2005. Art. 2º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. GUSTAVO DAHL RETIFICAÇÃO Retificar os termos da Deliberação nº. 03, de 06 de janeiro de 2005, publicada no D.O.U. nº. 05, de 07 de janeiro de 2005, Seção, página, em relação ao projeto Pátria Mutter, para considerar o seguinte: ONDE SE LÊ: Pátria Mutter I LEIA-SE: Pátria Mutter. Ministério da Defesa COMANDO DO EXÉRCITO GABINETE DO COMANDANTE Nº 258, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Autoriza e delega competência para alienação do imóvel cadastrado sob o nº MS O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º, combinado com o art. 9 da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 999, tendo em vista o previsto no art. º da Lei nº 5.65, de de dezembro de 970, e o que facultam os arts. e 2 do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 967, e os arts. º e 2º do Decreto nº , de 6 de setembro de 979, e de acordo com o que propõe o Departamento de Engenharia e Construção, ouvido o Estado-Maior do Exército, resolve: Art. º Autorizar a alienação do imóvel cadastrado sob o nº MS , com área de ,00 m2 (cinqüenta e três mil novecentos e noventa metros quadrados), situado na Rua Joaquim Murtinho, nº 680, Centro, em Campo Grande-MS. Art. 2º Delegar competência ao Comandante da 9ª Região Militar para representar o Comandante do Exército no ato de formalização da alienação autorizada no art. º. Art. 3º Designar o Departamento de Engenharia e Construção como Órgão de Direção Setorial Supervisor. Art. 4º Estabelecer que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO ROBERTO DE ALBUQUERQUE COMANDO DA AERONÁUTICA DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL N o - 369/SIE, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da JCF LOGIS- TICS - REPRESENTAÇÕES COMER- CIAIS DE FRETES LTDA, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 2658). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/07776/2005, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa JCF LO- GISTICS - REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS DE FRETES LT- DA, CNPJ /000-04, com sede na Cidade de São Lourenço da Serra, Estado de São Paulo, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 370/SIE, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da LINE EX- PRESS TRANSPORTES E DISTRIBUI- ÇÃO LTDA, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 2657). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/0659/2005, resolve:

4 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA 4 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 Art. o Autorizar o funcionamento da empresa LINE EX- PRESS TRANSPORTES E DISTRIBUIÇÃO LTDA, CNPJ /000-82, com sede na Cidade de Cajamar, Estado de São Paulo, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 37/SIE, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da NOVA - LO- GÍSTICA INTERNACIONAL LTDA, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 266). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/09030/2003, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa NOVA - LO- GÍSTICA INTERNACIONAL LTDA, CNPJ /000-4, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 372/SIE, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da OCEANAN- CHOR LOGÍSTICA INTERNACIONAL E COMÉRCIO EXTERIOR LTDA, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 263). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/020480/2004, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa OCEANAN- CHOR LOGÍSTICA INTERNACIONAL E COMÉRCIO EXTE- RIOR LTDA, CNPJ /000-40, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo e filial na Cidade do Rio de Janeiro, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação revogando a n o 66/SIE, de 24 de janeiro de Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 373/SIE, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da DUN EX- PRESS DO BRASIL LTDA., como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 2598). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/0268/2004, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa DUN EX- PRESS DO BRASIL LTDA., CNPJ /000-24, com sede na Cidade de Campinas, Estado de São Paulo, e filiais nos Estados do Amazonas e do Rio de Janeiro, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Portaria nº 639/SIE, de 29 de junho de Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 374/SIE, DE 28 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da OPEN BRA- SIL COMERCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 2660). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/0527/2005, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa OPEN BRA- SIL COMERCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA, CNPJ /000-06, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 375/SIE, DE 28 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da BAX GLO- BAL DO BRASIL LTDA, como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 538). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/55/992, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa BAX GLO- BAL DO BRASIL LTDA, CNPJ /000-39, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo e filial no Estado do Rio Grande do Sul, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Portaria de nº086/sie de 07 de Março de Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 379/SIE, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Cancela autorização de funcionamento de Agência de Carga Aérea. O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de Janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial. n o 5, de 07 de Janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/0606/96, resolve: Art. o Cancelar a autorização para funcionamento da empresa JOAÇABA AIR CARGO LTDA, CNPJ /000-80, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional, Código DAC 833, concedida pela Portaria n o 434/SPL, de 5 de Agosto de 996, que fica revogada. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino N o - 380/SIE, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o funcionamento da ACME - SERVIÇOS ADUANEIROS LTDA - ME., como Agência de Carga Aérea. (N o de código DAC 203). O CHEFE DO SUBDEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRU- TURA DO DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso da delegação de competência outorgada pela Portaria n o 3/DGAC, de 5 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União n o 5, de 7 de janeiro de 2005 e de conformidade com o Art. 25, o, da Lei n o 7565, de 9 de dezembro de 986, Código Brasileiro de Aeronáutica, e tendo em vista o que consta do Processo n o 07-0/090236/999, resolve: Art. o Autorizar o funcionamento da empresa ACME - SERVIÇOS ADUANEIROS LTDA - ME., CNPJ /000-08, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, e filiais nos Estados do Pará e do Espírito Santo, como agenciadora de carga aérea doméstica e internacional. Art. 2 o A Empresa ora autorizada se compromete por si e por seus prepostos, sob pena de caducidade da autorização, às seguintes obrigações: ) Obedecer as legislações expedidas pelo Departamento de Aviação Civil - DAC; 2) Não explorar atividade incompatível ou conflitante com o agenciamento de carga; 3) Submeter à aprovação do DAC as atas e alterações contratuais; 4) Submeter-se à fiscalização dos agentes credenciados do DAC; e 5) Contribuir para o Fundo Aeroviário, conforme legislação em vigor. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando a Portaria nº 040/SIE, de 2 de julho de Cel.-Av. RAFAEL RODRIGUES FILHO Interino COMANDO DA MARINHA DIRETORIA-GERAL DE NAVEGAÇÃO DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS <!ID >PORTARIA N o - 36/DPC, DE 26 DE ABRIL DE 2005 Altera as Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Inspeção Naval - NOR- MAM-07/DPC. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria nº 56, do Comandante da Marinha, de 3 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4º, da Lei nº 9537, de de dezembro de 997 (LESTA), resolve: Art. º Alterar as "Normas da Autoridade Marítima para Atividades de Inspeção Naval - NORMAM-07/DPC", aprovadas pela Portaria nº 05/DPC, de 6 de dezembro de 2003 e alterada pela Portaria n o 82/DPC, de 6 de outubro de 2004, publicadas, respectivamente, no Diário Oficial da União, de 2 de fevereiro de 2004 e 5 de outubro de 2004, substituindo os Capítulos 2e4. Esta modificação é denominada Mod 2. Art. 2ºNos Capítulos e 3, onde estiverem as siglas DN/CNAO, substituir por DN. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no DOU. AURÉLIO RIBEIRO DA SILVA FILHO Vi c e - A l m i r a n t e ANEXO CAPÍTULO 2 EXECUÇÃO DA IN SEÇÃO I FISCALIZAÇÃO DO TRÁFEGO AQUAVIÁRIO AQUAVIÁRIOS E AMADORES A fiscalização se atém à verificação de documentos relativos aos tripulantes das embarcações nacionais e das estrangeiras, que possuam inscrição temporária e, para tanto deverá ser observado o contido nas NORMAM 0, 02, 03, 04 e EMBARCAÇÕES A fiscalização se divide em duas verificações distintas: a documental e as reais condições do material e equipagem da embarcação nacional e estrangeira, que possua Inscrição Temporária, em conformidade com o contido nas NORMAM 0, 02, 03 e SEGURO OBRIGATÓRIO DE DANOS PESSOAIS a) Aplicação e Finalidade Todas as embarcações nacionais e as estrangeiras que possuam Inscrição Temporária são obrigadas a possuir o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por embarcações ou por sua carga (DPEM).

5 Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN b) Competência Compete ao DN, como Representante da Autoridade Marítima (RAM) para a Segurança do Tráfego Aquaviário (STA), promover a fiscalização das embarcações quanto ao seguro DPEM. c) Emissão do Bilhete de Seguro e Valor da Multa O cálculo do prêmio, a emissão da apólice ou mesmo o recolhimento do valor correspondente ao prêmio são atribuições das empresas seguradoras junto aos proprietários ou seus prepostos. O valor da multa a ser imposta será calculado pela OM que autuou, baseando-se nas tabelas divulgadas periodicamente por Circular da Superintendência de Seguros Privados e distribuídas pela DPC por intermédio de Circular. O responsável deve ser orientado para que o pagamento da multa seja feito por meio da rede bancária, mediante o preenchimento do formulário Documento de Arrecadação de Receitas Federais - DARF, para recolhimento ao Tesouro Nacional. d) Habilitação à Indenização do Seguro O direito à indenização, relativa ao seguro DPEM, decorre da simples prova do acidente da navegação, independente da existência da culpabilidade de qualquer um dos envolvidos. A prova do acidente será efetuada pela OM que abriu o Inquérito Administrativo correspondente, por meio da emissão da Certidão constante das Normas da Autoridade Marítima para Inquéritos Administrativos - NOR- MAM As vítimas deverão ser orientadas sobre a sistemática de obtenção das Certidões, bem como para procurarem seus direitos na empresa seguradora ou na própria Superintendência de Seguros Privados. SEÇÃO II SITUAÇÕES ESPECIAIS AFUNDAMENTO DELIBERADO DE EMBARCA- ÇÃO AVARIADA Os responsáveis por embarcações avariadas que solicitarem autorização para afundamento deliberado deverão observar o seguinte: a) encaminhar requerimento do responsável ao Capitão dos Portos solicitando autorização para afundamento e declarando sua intenção de realizá-lo por livre e espontânea vontade, assumindo as responsabilidades decorrentes em relação aos compromissos com a carga e quaisquer outras reclamações, declarando que as ações que estão sendo planejadas serão executadas por pessoal com conhecimento técnico, habilidade e capacidade necessárias para desenvolver as operações, aplicando as medidas de segurança exigidas, e que está preparado para desenvolver outras ações contra ocorrências fortuitas indesejáveis; b) observar os procedimentos preconizados na Convenção de Alijamento (London Convention-72); c) retirar de bordo todos os elementos poluentes e estruturais que possam se desprender do navio e ficar à deriva; d) obter aprovação da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), sobre o ponto de afundamento; e) obter aprovação do Distrito Naval (DN); e f) solicitar autorização à DPC para o afundamento, no ponto previamente aprovado e, após autorizado, informar à DPC a efetiva ocorrência do afundamento para possibilitar a comunicação formal à IMO a ser efetuada pela DPC RECOLHIMENTO DE COISAS OU BENS, À DE- RIVA OU ENCALHADOS Todas as coisas ou bens, que vierem a dar nas praias ou se encontrem à deriva, serão recolhidos e ficarão sob a custódia da Organização Militar (OM) do Sistema de Segurança do Tráfego Aquaviário (SSTA), que aguardará reclamação dos seus responsáveis. O material que não tenha sido reclamado num prazo de 30 (trinta) dias poderá ser alienado nos termos da legislação em vigor. No caso de material devidamente identificado como estrangeiro e não reclamado, deverá ser solicitado à Superintendência Regional da Receita Federal o processo de perdimento para a União Federal, com destino à MB, tendo em vista tratar-se de mercadoria estrangeira encontrada ao abandono, proveniente de possível naufrágio, para uso ou posterior alienação EMBARCAÇÕES DE PESCA ESTRANGEIRAS NÃO AUTORIZADAS A OPERAR EM AJB As arribadas, dessas embarcações, a portos nacionais, são consideradas não justificadas, tornando obrigatória a instauração de IAFN, conforme previsto no artigo 007 b) ) da NORMAM- 09/DPC, devendo os Agentes da Autoridade Marítima adotar as seguintes medidas complementares: a) promover maior coordenação com os demais órgãos de fiscalização da área migratória, trabalhista, sanitária e de recursos naturais, a fim de que tais embarcações sejam rigorosa e amplamente avaliadas em todos seus aspectos; b) intensificar a Inspeção Naval sobre estas embarcações, com a verificação de suas provisões e das razões que as conduziram à solicitação da arribada; e c) manter um controle apurado das entradas e saídas dos portos nacionais destas embarcações INSPEÇÃO NAVAL EM PLATAFORMAS As plataformas flutuantes, quando rebocadas, e as fixas estão sujeitas à fiscalização dos Inspetores Navais, sendo necessário, ainda, o conhecimento de suas atividades e posições para divulgação em Aviso aos Navegantes. As plataformas fixas, quando posicionadas, são consideradas obras sob e sobre águas, havendo necessidade de que a MB avalie o seu projeto e posicionamento para resguardo da segurança da navegação. O Tribunal Marítimo tem jurisdição sobre todas as plataformas, pois suas atividades industriais são consideradas de alto risco, podendo oferecer perigo à salvaguarda da vida humana, à segurança da navegação e à poluição ambiental PROTEÇÃO DE FARÓIS E SINAIS NÁUTICOS Os danos causados aos sinais náuticos sujeitam o causador a repará-los ou indenizar as despesas a quem executar o reparo, independente da penalidade prevista. Dependendo da gravidade do fato poderá a Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) promover ação judicial, fundamentada em lei específica, inclusive contra órgão públicos municipais e estaduais, de acordo com o Art. 29 da Constituição da República Federativa do Brasil ACESSO ÀS PRAIAS Segundo a legislação vigente, as praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação específica. O Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC), instituído pela Lei n o 7.66, de 6 de maio de 988, complementado pelos planos estaduais e municipais, e o Zoneamento Ecológico- Econômico Costeiro (ZEEC) são os instrumentos que regulam o ordenamento da ocupação da zona costeira, incluindo as responsabilidades e os procedimentos institucionais para a sua execução. Considerando a natureza jurídica das praias, conforme acima explicitado, é defeso a qualquer pessoa privatizá-las ou dificultar a sua utilização. Assim, qualquer pessoa que tenha conhecimento de privatização de praia ou qualquer dificuldade de acesso à mesma, por ato de terceiros, poderá noticiar o fato ao Ministério Público para que sejam adotadas as providências necessárias em defesa da proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e dos interesses difusos presentes UTILIZAÇÃO DE CAIS PRIVATIVO Está assegurado, por princípio constitucional e pela legislação em vigor, o direito à propriedade, o seu uso, gozo e disposição. Nos portos organizados e terminais privativos, a legislação estabelece as condições de operação, taxação e remuneração pertinentes às atividades portuárias e outras obras particulares: a) Os pertencentes às marinas, que são empresas prestadoras de serviços, ou seja, exigem remuneração pelos seus serviços de atracação, guarda, manutenção e apoio; e b) Aquelas obras que são uma projeção sobre o mar, de propriedade privada, que são consideradas uma extensão da propriedade, embora construídas sobre águas de uso comum, mas com a anuência das autoridades competentes. A utilização de um píer particular por pessoa alheia e sem autorização pode se constituir em ameaça à segurança da propriedade. Entretanto, há circunstâncias em que se justifica sua utilização, como o caso de embarcação em perigo, com problemas que possam acarretar o seu naufrágio. Neste caso, o proprietário do atracadouro é obrigado a permitir o adentramento da embarcação em perigo OBRAS IRREGULARES Pessoas físicas ou jurídicas, que executem obras sob e sobre as águas, e que não tenham solicitado a respectiva autorização, conforme preconizam as Normas da Autoridade Marítima para Obras, Dragagens, Pesquisa e Lavra de Minerais, Sob, Sobre e às Margens das Águas Jurisdicionais Brasileiras - NORMAM, serão autuadas, sendo que as obras que forem prejudiciais à segurança da navegação e à prevenção da poluição ambiental serão embargadas e, se for o caso, será procedida a demolição ou destruição na forma da lei ÁREAS SELETIVAS PARA A NAVEGAÇÃO a) As embarcações, equipamentos e atividades que interfiram na navegação, trafegando ou exercendo suas atividades nas proximidades de praias do litoral e dos lagos, lagoas e rios, deverão respeitar os limites impostos para a navegação, de modo a resguardar a integridade física dos banhistas; b) Considerando como linha base a linha de arrebentação das ondas ou, no caso de lagos e lagoas, onde se inicia o espelho d'água, são estabelecidos os seguintes limites, em áreas com freqüência de banhistas: ) embarcações utilizando propulsão a remo ou à vela poderão trafegar a partir de cem (00) metros da linha base; 2) embarcações de propulsão a motor, reboque de esqui aquático, pára-quedas e painéis de publicidade poderão trafegar a partir de duzentos (200) metros da linha base; 3) embarcações de propulsão a motor ou à vela poderão se aproximar da linha base para fundear, caso não haja qualquer dispositivo contrário estabelecido pela autoridade competente. Toda aproximação deverá ser feita perpendicular à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas; c) As embarcações de aluguel (banana boat, plana sub etc), que operam nas imediações das praias e margens, deverão ter suas áreas de operação perfeitamente delimitadas, por meio de bóias, pelos proprietários das embarcações, sendo essas áreas devidamente aprovadas pela CP, DL ou AG. A atividade deverá ser autorizada pelas autoridades competentes sendo os seus limites então estabelecidos; d) Compete ao poder público estadual e, especialmente, ao municipal, através dos planos decorrentes do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, estabelecer os diversos usos para os diferentes trechos de praias ou margens, demarcando as áreas, em terra, para jogos e banhistas, bem como, na água, as áreas de banhistas e de prática de esportes náuticos. Poderão, ainda, estabelecer, nessas imediações, áreas restritas ou proibidas à operação de equipamentos destinados ao entretenimento aquático, inclusive rebocados. O uso de pranchas de "surf" e "wind-surf" somente será permitido nas áreas especialmente estabelecidas para essa finalidade; e e) Em princípio, a extremidade navegável das praias, ou outra área determinada pelo poder público competente, é o local destinado ao lançamento ou recolhimento de embarcações na água ou embarque e desembarque de pessoas ou material, devendo ser perfeitamente delimitada e indicada por sinalização aprovada pela Autoridade Marítima. O fundeio nessa área será permitido apenas pelo tempo mínimo necessário ao embarque ou desembarque de pessoal, material ou para as fainas de recolhimento ou lançamento da embarcação ÁREAS DE SEGURANÇA Não é permitido o tráfego e fundeio de embarcações nas seguintes áreas consideradas de segurança: a) a menos de duzentos (200) metros das instalações militares; b) áreas próximas às usinas hidrelétricas, termoelétricas e nucleoelétricas, cujos limites serão fixados e divulgados pelas concessionárias responsáveis pelo reservatório de água, em coordenação com o CP/DL/AG em cuja área de jurisdição estiver localizada; c) fundeadouros de navios mercantes; d) canais de acesso aos portos; e) proximidades das instalações do porto; f) a menos de 500 (quinhentos) metros das plataformas de petróleo; g) áreas especiais nos prazos determinados em Avisos aos Navegantes; e h) as áreas adjacentes às praias, reservadas para os banhistas, conforme estabelecido no item anterior SALVAGUARDA DA VIDA HUMANA a) A busca e salvamento de vida humana em perigo a bordo de embarcações no mar, nos portos e nas vias navegáveis interiores obedecem à legislação específica estabelecida pelo Comando de Operações Navais (CON), como Representante da Autoridade Marítima para a Segurança da Navegação e o Meio Ambiente; b) Qualquer pessoa, especialmente o Comandante da embarcação, é obrigada, desde que o possa fazer sem perigo para sua embarcação, tripulantes e passageiros, a socorrer quem estiver em perigo de vida no mar, nos portos ou nas vias navegáveis interiores; c) Qualquer pessoa que tomar conhecimento da existência de vida humana em perigo no mar, nos portos ou vias navegáveis interiores deverá comunicar imediatamente o fato à CP/DL/AG ou ao Representante da Autoridade Naval, mais próximo; e d) Nada será devido pela pessoa socorrida, independentemente de sua nacionalidade, posição social e das circunstâncias em que for encontrada ASSISTÊNCIA E SALVAMENTO DE EMBARCA- ÇÃO a) Quando a embarcação, coisa ou bem em perigo representar um risco de dano a terceiros ou ao meio ambiente, o seu proprietário será o responsável pelas providências necessárias a anular ou minimizar esse risco e, caso o dano se concretize, pelas suas conseqüências sobre terceiros ou sobre o meio ambiente, sem prejuízo do direito regressivo que lhe possa corresponder; b) O Comandante da embarcação deverá tomar todas as medidas possíveis para obter assistência ou salvamento e deverá, juntamente com a tripulação, cooperar integralmente com os salvadores, envidando seus melhores esforços antes e durante as operações de assistência ou salvamento, inclusive para evitar ou reduzir danos a terceiros ou ao meio ambiente; e c) Caberá ao Comandante da embarcação que estiver prestando socorro a decisão sobre a conveniência e segurança para efetivar o salvamento do material. CAPÍTULO 4 DO LANÇAMENTO DE ÓLEO E OUTRAS SUBSTÂN- CIAS NOCIVAS OU PERIGOSAS EM ÁGUAS SOB JURISDIÇÃO NACIONAL DA INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA PREVISTA NA LEI N o 9.966/00 E SEU REGULAMENTO São aquelas que contrariam as regras sobre prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional, constantes da Lei n o 9.966/00 e seu regulamento, o Decreto n o 4.36/02, além daquelas previstas nos instrumentos internacionais ratificados pelo Brasil DA CONSTATAÇÃO DA INFRAÇÃO A infração será constatada: a) no momento em que for praticada; b) mediante apuração posterior; e c) mediante inquérito administrativo COMPETÊNCIA a) Compete aos Comandantes de DN, como REPRESEN- TANTE DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O MEIO AM- BIENTE, ou à quem por ele tenha sido subdelegado: I - supervisionar as atividades dos Agentes da Autoridade Marítima subordinados; II - implementar e promover a fiscalização do cumprimento de leis e regulamentos no mar e nas águas interiores, em coordenação com outros órgãos do Poder Executivo, federal, estadual ou municipal; III - autuar e aplicar as sanções aos infratores, nas situações previstas na Lei n o 9966/00 para a Autoridade Marítima; IV - promover a fiscalização das embarcações, plataformas e suas instalações de apoio, e as cargas embarcadas, de natureza nociva ou perigosa, e determinar a autuação dos infratores; e V - determinar a obtenção dos dados e informações e a apuração das responsabilidades sobre os incidentes com embarcações, plataformas e suas instalações de apoio que tenham provocado danos ambientais, providenciando seu encaminhamento à Diretoria de Portos e Costas, para as providências necessárias no âmbito do Sistema Nacional de Meio Ambiente. b) Caso as competências estabelecidas nos subitens III a V acima tenham sido subdelegadas aos Capitães dos Portos e aos seus prepostos, como AGENTES DA AUTORIDADE MARÍTIMA, os atos relativos à aplicação de penalidades caberão:

6 6 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 I - na área de jurisdição da sede da Capitania dos Portos (CP), ao Oficial designado por ato do Capitão dos Portos sendo, para efeito do contido no inciso III da alínea a) anterior, designado como AUTORIDADE COMPETENTE; e II - nas áreas de jurisdição das Delegacias (DL) e Agências (AG), aos respectivos Delegados e Agentes sendo, para efeito do contido no inciso III da alínea a) anterior, designados como AU- TORIDADE COMPETENTE. c) Compete ao Diretor de Portos e Costas, como REPRE- SENTANTE DA AUTORIDADE MARÍTIMA PARA O MEIO AM- BIENTE: I - coordenar as ações decorrentes da aplicação da legislação ambiental por parte dos Agentes da Autoridade Marítima; II - comunicar ao órgão regulador da indústria do petróleo as irregularidades encontradas durante a fiscalização de embarcações, plataformas e atividades de apoio atinente àquela indústria; III - encaminhar os dados, informações e resultados de apuração de responsabilidades ao órgão federal de meio ambiente, para avaliação dos danos ambientais e início das medidas judiciais cabíveis; IV - julgar os recursos sobre multas aplicadas por Agentes da Autoridade Marítima por infração aos regulamentos e leis relativos à poluição ambiental, em última instância; V - determinar a emissão dos Certificados de Garantia Financeira para os navios de bandeira brasileira relativos à Convenção Internacional de Responsabilidade Civil em Danos causados por Poluição por Óleo; e VI - Estabelecer requisitos e elaborar normas para prevenção da poluição por parte de embarcações, plataformas ou suas instalações de apoio DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO a) Auto de Infração - Lavratura I - Constatada a infração será lavrado o competente Auto de Infração, conforme ANEXO 3-B, sem o qual nenhuma penalidade poderá ser imposta. O Auto de Infração será lavrado, com cópia para o Infrator, para julgamento pela AUTORIDADE COMPETENTE, conforme estabelecido no item 0403 destas normas; II - O Auto de Infração deverá ser assinado pelo Infrator e por testemunhas. Caso o Infrator se recuse a assinar, o fato será tomado a termo; caso não saiba assinar, o Auto será assinado a rogo; e III - Os prazos citados neste Capítulo computar-se-ão sempre em dias consecutivos, excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento. b) da Defesa e do Julgamento I - Em primeira instância, a defesa deverá ser apresentada à CP, DL ou AG que lavrou o auto de infração, dentro do prazo de até 20 (vinte) dias contados da data em que o autuado tomou ciência da autuação. II - O auto deverá ser julgado pela autoridade competente dentro do prazo de até 60 (sessenta) dias contados da data do recebimento da defesa ou, na hipótese da defesa não ser apresentada, após decorrido o prazo para sua apresentação. III - Caso o Laudo Técnico Ambiental do Incidente seja recebido pela CP, DL ou AG dentro do prazo para julgamento, ou seja, 60 (sessenta) dias, mesmo após a apresentação da defesa, o autuado deverá ser intimado para tomar ciência do seu conteúdo, sendo-lhe reaberto o prazo de 20 (vinte) dias para a complementação da defesa, se eventualmente esta já tiver sido apresentada. IV - Na hipótese do infrator, devidamente intimado, não comparecer à CP, DL ou AG para tal, o prazo para apresentação da defesa terá início ao final do prazo estipulado na intimação. Quando solicitado pelo infrator, a OM poderá fornecer cópia do respectivo laudo. V - Na situação prevista no inciso III, a autoridade competente disporá de até 30 (trinta) dias contados a partir da apresentação da defesa ou de sua complementação para proferir seu julgamento, ou caso esta defesa não seja apresentada, após decorrido o prazo da sua apresentação. c) do Recurso Caso o infrator não concorde com a penalidade imposta, poderá, sem necessidade do pagamento da multa, recorrer da decisão, através de recurso interposto junto à CP, DL ou AG que o julgou, e dirigido ao Diretor de Portos e Costas (DPC), em última instância. O referido recurso deverá ser interposto dentro do prazo de até 20 (vinte) dias, contados da data em que o infrator tomar ciência do julgamento. O DPC dentro do prazo de até 30 (trinta) dias efetuará o julgamento do recurso interposto DO PAGAMENTO DA MULTA A multa deverá ser paga dentro do prazo de até 5 (cinco) dias, contados da data do recebimento da notificação para pagamento. A notificação deverá ser feita por quem julgou o auto de infração, quando decorrido o prazo para interposição do recurso sem que o mesmo tenha sido apresentado, ou a partir da ciência do infrator da decisão proferida no recurso interposto RESPONSABILIDADE CIVIL E DEPÓSITO DE CAUÇÃO O proprietário de um navio, conforme definido na Convenção Internacional sobre Responsabilidade Civil em Danos Causados por Poluição por Óleo, 969 (CLC-69), independente da multa administrativa que couber, é civilmente responsável pelos danos causados por poluição por óleo no território nacional, incluindo o mar territorial. Para gozar dos benefícios do limite de responsabilidade e dos excludentes de culpabilidade de que tratam, respectivamente, os artigos 3 o e 4 o da CLC- 69, o proprietário de um navio registrado em um Estado contratante, que transporte mais de duas mil toneladas de óleo a granel como carga, deverá ter a bordo o Certificado de Garantia Financeira, estabelecido no 2 o, do art. 7 o, da CLC-69. A embarcação de um Estado não contratante da CLC-69 envolvida em um acidente que resulte em poluição por óleo, para gozar do benefício do limite de responsabilidade, deverá constituir um fundo ou apresentar uma garantia financeira que represente, no mínimo, o total previsto no Art. 5 o da CLC-69. Caso a embarcação não possua o retro citado certificado, será retida e somente liberada após o depósito de caução para o pagamento das despesas decorrentes da poluição CASOS OMISSOS Os casos omissos ou não previstos serão resolvidos pela DPC. <!ID >PORTARIA N o - 37/DPC, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Altera as Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas - NORMAM- 03/DPC. O DIRETOR DE PORTOS E COSTAS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Portaria nº 56, do Comandante da Marinha, de 3 de junho de 2004, e de acordo com o contido no artigo 4 o da Lei n o 9.537, de de dezembro de 997 (LESTA), resolve: Art. º Alterar as Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas - NORMAM-03/DPC, aprovadas pela Portaria nº 0/DPC, de 6 de dezembro de 2003 e alteradas pela Portaria n o 4/DPC, de 26 de maio de 2004, e Portaria n o 74/DPC, de 27 de setembro de 2004, publicadas respectivamente, no Diário Oficial da União, Seção I, de de fevereiro de 2004, 0 de junho de 2004 e 27 de setembro de 2004, incluindo o Anexo 5-D e substituindo os Anexos -B, 2-A, 2-B, 2-C, 2-D, 2-E, 2-F, 2-G, 2-H, 5-A e Capítulo 2, que a esta acompanham. Esta modificação é denominada Mod 3. Art. 2 o Incluir no índice o Anexo 5-D; Alterar a alínea c), do item 009, para o seguinte: c) As embarcações de aluguel (banana boat, plana sub etc), que operam nas imediações das praias e margens, deverão ter suas áreas de operação perfeitamente delimitadas, por meio de bóias, pelos proprietários das embarcações, sendo essas áreas devidamente aprovadas pela CP/DL ou AG. A atividade deverá ser autorizada pelas autoridades competentes sendo os seus limites então estabelecidos; ; Alterar a subalínea 7), da alínea a), do item 03, para o seguinte: 7) as embarcações de apoio e segurança deverão ser guarnecidas por profissionais, devidamente habilitados, conforme previsto nos respectivos CTS; ter características e classificação compatíveis com a área em que irão operar e capacidade para rebocar as embarcações apoiadas; e ; Alterar a alínea a), do item 04, para o seguinte: a) a prática do esqui aquático e o reboque de dispositivo flutuante tipo bóia cilíndrica (banana boat), plana sub, kitesurf, páraquedas, painéis de publicidade e similares são atividades cujo controle, nos aspectos de diversões públicas e comerciais, está na esfera dos órgãos competentes do município e do estado; ; Alterar a alínea e), do item 04, para o seguinte: e) as embarcações que rebocam pára-quedas e similares devem ser especialmente adaptadas para essa atividade, sendo que o ponto de fixação do cabo de reboque não deve limitar a manobra e/ou o governo da embarcação e deverá possuir facilidades para o resgate do rebocado. Para o caso das embarcações que rebocam o plana sub, além do tripulante vigia, o patrão da embarcação também deverá ter plena visão do dispositivo; ; Alterar a alínea f), do item 04, para o seguinte: f) as embarcações rebocadoras, quando operadas comercialmente, não poderão ser classificadas como embarcações de esporte e/ou recreio e deverão possuir, obrigatoriamente, um protetor de hélice, a partir de 3/2/2005; ; Alterar a alínea g), do item 04, para o seguinte: g) as fainas de embarque e desembarque de utilizadores de qualquer atividade que possa interferir na navegação deverão ser realizadas, preferencialmente, em atracadouros, cais ou trapiches que ofereçam plenas condições de segurança, sendo que admite-se o embarque em praias apenas quando em local demarcado com bóias e reservado para essa finalidade e desde que a segurança dos banhistas e utilizadores dos equipamentos esteja assegurada; e ; Excluir o item 05; Renumerar os demais itens; Alterar o título do antigo item 07, atual 06, para o seguinte: 06 - ALUGUEL DE EMBARCAÇÕES NACIONAIS ( C H A RT E R ) ; Alterar a alínea d), do item 06, para o seguinte: d) As empresas que oferecem o serviço de aluguel de embarcação(ões) deverão manter um registro da(s) embarcação(ões) sob sua guarda e responsabilidade à disposição dos órgãos fiscalizadores; ; Alterar a alínea f), do item 06, para o seguinte: f) A autorização para funcionamento de empresas de aluguel de embarcações é da competência das Prefeituras Municipais, mediante os alvarás pertinentes. ; Alterar nas Observações ), do item 0334, para o seguinte: Observações: ) Estão dispensadas das vistorias mencionadas no subitem a) as embarcações de médio porte, independente do seu comprimento, que apresentarem o Termo de Responsabilidade de Construção/Alteração, de acordo com o ANEXO 3-D. As que não apresentarem o referido Termo deverão ser vistoriadas pela CP/DL/AG ou por uma Sociedade Classificadora; ; Incluir a alínea c) no item 0404, com o seguinte texto: c) as regras para prevenir a dispersão de espécies aquáticas exóticas, que encontram-se listadas no item 4.6, do Anexo 4-B desta Norma, são mandatórias nas águas interiores das bacias regionais dos rios Uruguai, Paraná, Paraguai e bacia do sul (rios Jacuí, Ibicuí e Lagoa dos Patos). ; Alterar o segundo parágrafo do item 0407, para o seguinte: Navegação Interior - a realizada em águas consideradas abrigadas, tais como hidrovias interiores, lagos, lagoas, baías, angras, rios, canais e áreas marítimas, onde normalmente não sejam verificadas ondas com alturas significativas e que não apresentem dificuldades ao tráfego das embarcações (arrais amador, veleiro e motonauta). ; Alterar o terceiro parágrafo do item 0407, para o seguinte: Navegação Interior 2 - a realizada em águas consideradas abrigadas, tais como hidrovias interiores, lagos, lagoas, baías, angras, rios, canais e áreas marítimas, onde eventualmente sejam verificadas ondas com alturas significativas e/ou combinações adversas de agentes ambientais, tais como vento, correnteza ou maré que apresentem dificuldades ao tráfego das embarcações (arrais amador, veleiro e motonauta). ; Alterar o segundo parágrafo do item 040, para o seguinte: As embarcações de competição a remo estão dispensadas de dotar o material previsto neste capítulo, desde que utilizadas em treinamento ou competição e, em qualquer caso, acompanhadas por uma embarcação de apoio. As embarcações a remo cuja utilização requeira coletes salva-vidas, como caiaques e embarcações próprias para corredeiras (rafting) devem dotar esses equipamentos, sendo recomendado o uso de capacete para a atividade de rafting. ; Alterar na CLASSE V, do item 04, para o seguinte: CLASSE V - fabricado para emprego exclusivo em atividades esportivas tipo moto-aquática, banana-boat, esqui aquático, windsurf, parasail, rafting, kitesurf, pesca esportiva, embarcações de médio porte (empregadas na navegação interior) e embarcações miúdas. ; Alterar a alínea f), do item 0423, para o seguinte: f) EPIRB (Emergency Position-Indicating Radio Beacon) O Rádio Baliza Indicadora de Posição em Emergência (EPIRB) deve ser instalado a bordo em local de fácil acesso. Deve ter dimensões e peso tais que permita o seu transporte por uma única pessoa até a embarcação de sobrevivência e ter sua liberação, flutuação e ativação automáticas em caso de naufrágio da embarcação. Os equipamentos deverão ser dotados de uma codificação única, constituída pelo dígito 70 (identificação do Brasil), seguido por outros 6 dígitos que identificarão a estação do navio, de acordo com o apêndice 43 do Regulamento Rádio da União Internacional de Telecomunicações (UIT), utilizando a frequência de 406 MHz. O código, que é conhecido como MMSI (Maritime Mobile Safety Identity), é atribuído pela ANATEL e o procedimento para sua obtenção, incluindo o formulário para preenchimento, encontra-se na página Após a codificação da EPIRB, o proprietário da embarcação ou seu representante legal deverá apresentar a planilha do Anexo 4-D à CP, DL ou AG de inscrição, para ser encaminhada ao Comando do Controle do Tráfego Marítimo (COMCONTRAM), de modo a possibilitar o cadastramento do equipamento no SISTEMA SALVAMAR BRASIL do Comando de Operações Navais. ; Alterar o subitem.4), da alínea a), do item 0424, para o seguinte: a) Embarcações de Grande Porte ou Iate:.4) Rádio Baliza Indicadora de Posição em Emergência (EPIRB 406 MHz). ; Alterar o subitem.3), da alínea b), do item 0424, para o seguinte: b) Embarcações de Médio Porte:.3) Rádio Baliza Indicadora de Posição em Emergência (EPIRB 406 MHz), exigível a partir de 3/2/2005. ; Alterar a alínea c), do item 0433, para o seguinte: c) Reboque - Em face das diversas peculiaridades e restrições de segurança apresentadas pela moto-aquática é proibido o emprego deste tipo de embarcação para reboque, seja de outra embarcação, de pessoas praticando esqui aquático ou similares. Somente será autorizada a utilização para reboque pelas moto-aquáticas a partir de 3 (três) lugares ou por aquelas empregadas no serviço de salvamento da vida humana. ; Alterar na coluna DISCRIMINAÇÃO, do item 2, na tabela do item 0436, para o seguinte: EPIRB 406 MHz ; Alterar na coluna REFERÊNCIA, do item 2, na tabela do item 0436, para o seguinte: 0424 ; Alterar na coluna DISCRIMINAÇÃO, do item 2, na tabela do item 0437, para o seguinte: EPIRB 406 MHz ; Alterar o subitem 4), da alínea a), do item 0504, para o seguinte: 4) Atestado médico que comprove bom estado psicofísico, incluindo limitações, caso existam, como por exemplo: - uso obrigatório de lentes de correção visual; - acompanhado e com uso de coletes; e

7 <!ID > Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN uso obrigatório de aparelho de correção auditiva. ; Alterar o subitem ), da alínea c), do item 0506, para o seguinte: O interessado deverá solicitar uma 2 ª via da CHA cumprindo o mesmo procedimento da alínea b), fazendo constar no requerimento o motivo e apresentar, em vez da Cópia da CHA, a Declaração de Extravio preenchida, conforme o Anexo 5-D. ; Alterar o subitem 4.5, no item 4, do Anexo 4-B, para o seguinte texto: EPIRB É recomendável que as embarcações que se dirijam a portos estrangeiros, ou que se afastem, sistematicamente, a mais de 00 milhas náuticas da costa, sejam dotadas com o equipamento denominado Rádio Baliza Indicadora de Posição (EPIRB- 406MH z). ; Incluir o subitem 4.6, no item 4, do Anexo 4-B, com o seguinte texto: REGRAS PARA PREVENIR A DISPERSÃO DE ESPÉCIES AQUÁTICAS EXÓTICAS a) Mexilhão Dourado ) O mexilhão dourado é um minúsculo organismo bivalve de água doce que pode entupir entradas de água de hidrelétricas, indústrias e redes de abastecimento, além de se fixar nos cascos das embarcações e entupir os sistemas de refrigeração de motores, podendo degradar os ecossistemas aquáticos invadidos. Os proprietários de embarcações que circulam nas bacias regionais dos rios Uruguai, Paraná, Paraguai e bacia do sul (rios Jacuí, Ibicuí e Lagoa dos Patos) devem ter cuidados especiais para evitar transportar água e vegetação aquática que possam conter mexilhão dourado, que no estado larval é invisível a olho nu, para outras bacias. 2) As regras abaixo se destinam não apenas à prevenção da dispersão do mexilhão dourado, mas a todas as espécies aquáticas vindas de outros ecossistemas, no lastro de navios, em compartimentos contaminados ou incrustadas ao casco de embarcações: - Inspecione sua embarcação e trailer, removendo todos os organismos aquáticos (mexilhão dourado ou qualquer planta aquática); - Drene seu motor e seque os compartimentos úmidos e porões em terra, logo que retirar a embarcação do corpo d'água; - Esvazie seus baldes de isca em terra logo que deixar o corpo d'água; - Nunca solte isca viva num corpo d'água ou libere animais aquáticos de um corpo d'água em outro; - Enxagüe sua embarcação, trailer, compartimentos e equipamentos e remova qualquer coisa presa entre a embarcação e o trailer; - Seque ao tempo sua embarcação e equipamento pelo máximo de tempo possível. Cinco dias é ótimo; - Faça um flushing no sistema de resfriamento do motor com água quente; - Aplique tinta ou película antincrustante no casco e partes inferiores da embarcação, bem como plataformas de mergulho, para evitar que o mexilhão dourado se fixe nessas partes. Caso a sua embarcação não possua tinta ou película antincrustante no casco, procure reduzir ao mínimo o tempo em que permaneça na água, antes da partida, para evitar a fixação do mexilhão dourado; e - Evite navegar através de berçários de plantas aquáticas. b) Plantas Aquáticas ) As plantas aquáticas podem se tornar espécies invasoras e degradar o meio ambiente, quando transportadas de um ecossistema para outro. Algumas algas podem se reproduzir de forma violenta, podendo colocar em sério risco os ecossistemas invadidos. Dessa forma, aqui ressaltamos duas regras básicas para serem adotadas toda vez que a embarcação for retirada da água: - Remova todos os fragmentos de planta que forem encontrados na embarcação, nos hélices e no trailer ou berço da embarcação; e - Limpe o seu balde usado para iscas, não deixando qualquer fragmento de plantas. 2) Lembre-se que essas plantas: - Destroem berçários de peixes; - Degradam as áreas de lazer; - Espalham-se a partir de minúsculos fragmentos; - Danificam motores e hélices; - Substituem plantas nativas úteis; e - Não são facilmente identificáveis. ; e Alterar a alínea b), do item 072, para o seguinte texto: b) Representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário A Diretoria de Portos e Costas (DPC) e o Distrito Naval (DN).. Art. 3 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação em DOU. AURÉLIO RIBEIRO DA SILVA FILHO Vi c e - A l m i r a n t e ANEXO CAPÍTULO 2 INSCRIÇÃO, REGISTRO, MARCAÇÕES E NOMES DE EMBARCAÇÕES 020 -PROPÓSITO Este capítulo estabelece os procedimentos para inscrições e/ou registros de embarcações, condição para a sua propriedade, cancelamentos de inscrições e/ou registros, transferência de propriedade, registro e cancelamento de ônus, marcações e aprovações de nomes de embarcações. SEÇÃO I INSCRIÇÃO E REGISTRO DA EMBARCAÇÃO OBRIGATORIEDADE DE INSCRIÇÃO E/OU RE- GISTRO As embarcações brasileiras de esporte e/ou recreio estão sujeitas à inscrição nas CP/DL/AG, devendo, por exigência legal, serem registradas no Tribunal Marítimo (TM) sempre que sua Arqueação Bruta exceder a 00. Para embarcações miúdas a inscrição será simplificada, de acordo com a alínea c) do item Estão dispensados de inscrição as embarcações miúdas sem propulsão e os dispositivos flutuantes destinados a serem rebocados, com até 0 (dez) metros de comprimento. As embarcações de médio porte (com comprimento inferior a 24 metros) estão dispensadas de registro no TM LOCAL DE INSCRIÇÃO As embarcações serão inscritas e/ou registradas, por meio de solicitação do proprietário às CP, DL ou AG em cuja jurisdição for domiciliado ou onde a embarcação for operar. Considera-se como área de operação da embarcação o seu Porto de Permanência, como definido no item PRAZO DE INSCRIÇÃO Os pedidos de inscrição e/ou registro deverão ser efetuados, de acordo com o previsto na Lei nº 7.652/88, alterada pela Lei 9774/98 (Lei de Registro de Propriedade), no prazo máximo de 5 (quinze) dias contados da data: a) Do termo de entrega pelo construtor, quando construída no Brasil; b) De aquisição da embarcação ou, no caso de promessa de compra e venda, do direito e ação; ou c) De sua chegada ao porto onde será inscrita e ou registrada, quando adquirida ou construída no estrangeiro PROCEDIMENTO PARA INSCRIÇÃO E REGIS- TRO A critério do Capitão dos Portos, Delegado ou Agente, poderá ser realizada uma inspeção na embarcação, antes da realização de sua inscrição, de forma a verificar a veracidade das características constantes no Boletim de Atualização de Embarcações (BADE) ou no Boletim de Cadastramento de Embarcações Miúdas (BCEM), conforme o caso. Os procedimentos para inscrição de embarcação dependem do seu comprimento e/ou de sua Arqueação Bruta (AB) e são os seguintes: a) Embarcações com comprimento igual ou maior do que 24 metros (iate) e com AB maior que 00 (iate): Para inscrição dessas embarcações o interessado deverá apresentar na CP/DL/AG o Boletim de Atualização de Embarcações (BA- DE), Anexo 2-A, devidamente preenchido, bem como os documentos exigidos e descritos no seu verso. Para essas embarcações é obrigatório o registro no Tribunal Marítimo (TM). Portanto, o Órgão de Inscrição de posse do BADE preenchido e da documentação pertinente deverá proceder à inclusão dos dados da embarcação no Sistema do Material da Marinha Mercante (SISMAT) e emitir, pelo referido sistema, o Documento Provisório de Propriedade (DPP), Anexo 2-C. Os referidos documentos deverão ser remetidos ao TM, objetivando a prontificação da Provisão de Registro de Propriedade Marítima (PRPM). O DPP terá validade inicial de (um) ano, a contar da data de sua emissão, e deverá ser recolhido quando da entrega ao interessado da PRPM, expedida pelo TM. Caso a PRPM não seja entregue dentro desse prazo, os órgãos de inscrição poderão prorrogar a validade do DPP, desde que o proprietário não esteja incurso nas sanções previstas na legislação pertinente pelo não cumprimento de exigências. As embarcações já inscritas, e que por algum motivo tiverem de ser registradas no TM, terão seus TIE cancelados pelos órgãos de inscrição quando da emissão da PRPM pelo TM. Nesses casos, os órgãos de inscrição farão também as devidas alterações no SIS- M AT. b) Embarcações de médio porte: O interessado deverá apresentar na CP/DL/AG o Boletim de Atualização de Embarcações (BADE), cujo modelo consta do Anexo 2-A, devidamente preenchido, bem como os documentos exigidos e descritos no seu verso. De posse do BADE, devidamente preenchido, e da documentação pertinente, o interessado dará entrada em seu pedido no Órgão de Inscrição, que expedirá o respectivo Título de Inscrição da Embarcação (TIE), o qual deverá ser emitido pelo SISMAT. Na impossibilidade, será utilizado o modelo constante do Anexo 2-B. Se, por algum motivo, o TIE não puder ser expedido de imediato ou, no máximo, no dia útil seguinte ao da solicitação da inscrição, o protocolo da CP, DL ou AG será o documento que habilitará a embarcação a trafegar, por 30 dias, até o recebimento do TIE. Apresentar o Termo de Responsabilidade devidamente assinado pelo proprietário da embarcação, conforme previsto nos itens 0340, 034 e 0342 destas normas. As embarcações de médio porte, com menos de 00 AB, que, por força de legislação anterior, estejam registradas no TM, poderão requerer o cancelamento desse registro de acordo com o estabelecido no item 020. c) Embarcações miúdas: As embarcações miúdas com propulsão a motor estão sujeitas à Inscrição Simplificada, que consistirá na entrega à CP/DL/AG dos seguintes documentos: - Boletim de Cadastramento de Embarcações Miúdas (BCEM), cujo modelo é apresentado no Anexo 2-D; - Termo de Responsabilidade, devidamente assinado pelo proprietário da embarcação, conforme previsto nos itens 340 c), 34 e 342; e - documentação de prova de propriedade, em conformidade com o item Para a embarcação dotada de motor deverá também ser apresentada a nota fiscal ou recibo de compra e venda do motor. Após o procedimento acima, o Órgão de Inscrição efetuará o cadastramento da embarcação no Sistema de Controle de Embarcações - SISEMB (versão miúda) e emitirá o Título de Inscrição de Embarcação Miúda (TIEM) por intermédio do referido sistema. As embarcações miúdas, sem propulsão a motor, e as usadas como auxiliares de outra maior e cujo motor não exceda a 30HP, estão dispensadas de inscrição, podendo todavia, serem inscritas por solicitação do proprietário. Embarcações usadas como auxiliares de outra maior necessitam possuir pintados em ambos os costados o nome da embarcação principal e na popa o mesmo número de inscrição. d) Dispensa de Inscrição: Estão dispensadas de inscrição as seguintes embarcações: ) Os dispositivos flutuantes, sem propulsão, destinados a serem rebocados, com até 0 (dez) m de comprimento; e 2) As embarcações miúdas sem propulsão a motor. e) Aplicação de Normas às Embarcações Dispensadas de Inscriçâo As embarcações e os dispositivos flutuantes dispensados de inscrição continuam sujeitos às normas previstas na legislação em vigor e à jurisdição do TM SEGURO OBRIGATÓRIO DE EMBARCAÇÕES (DPEM) Por força da Lei n o de 30 de dezembro de 99, estão obrigados a contratar o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas Cargas (DPEM) todos os proprietários ou armadores de embarcações nacionais ou estrangeiras sujeitas à inscrição e/ou registro nas CP/DL/AG, devendo proceder como abaixo descrito: a) Embarcações ainda não inscritas e/ou registradas Para o pagamento do seguro, o proprietário ou seu representante legal deverá dirigir-se ao Órgão de Inscrição e proceder conforme discriminado no item 0205, quando ser-lhe-á entregue um protocolo onde constarão os seguintes dados da embarcação: ) Nome da embarcação; 2) Nome do proprietário ou armador; 3) Número de tripulantes; 4) Lotação máxima de passageiros; e 5) Classificação da embarcação. De posse desse protocolo, o interessado efetuará o seguro de sua embarcação em um órgão segurador competente. b) Embarcações inscritas e/ou registradas O proprietário ou seu representante legal deverá dirigir-se à Companhia de Seguro, de posse do TIE ou da PRPM, conforme o caso, e efetuar o respectivo seguro. c) Embarcações não sujeitas a inscrição e/ou registro O seguro DPEM é obrigatório somente para as embarcações sujeitas à inscrição ou registro nas CP, DL ou AG. Entretanto, caso o proprietário de embarcação não sujeita à inscrição ou registro, ou seu representante legal, desejar contratar o seguro, deverá proceder conforme discriminado no item 0205 e inscrever a embarcação. Nessa ocasião, o interessado receberá um protocolo contendo os dados citados no subitem a) acima. De posse deste protocolo, o proprietário ou representante legal poderá se dirigir a um órgão segurador e contratar o referido seguro SEGUNDA VIA DO TIE OU DA PRPM No caso de perda ou extravio do TIE ou da PRPM, o proprietário deverá requerer a segunda via ao órgão onde a embarcação foi inscrita PROVAS DE PROPRIEDADE DE EMBARCAÇÃO Os atos relativos às promessas, cessões, compra, venda e outra qualquer modalidade de transferência de propriedade de embarcação, sujeita ao registro no TM, serão obrigatoriamente feitas por escritura pública, lavrada por qualquer tabelião de notas. A prova de propriedade necessária para inscrição e/ou registro da embarcação tem as seguintes modalidades: a) por compra: ) no país - nota fiscal ou instrumento público de compra e venda (escritura pública ou recibo particular transcrito em cartório de títulos e documentos) ou recibo particular com reconhecimento, por semelhança, das firmas do comprador e vendedor, onde deverá estar perfeitamente caracterizada a embarcação e consignados a compra, o preço, vendedor e o comprador. O instrumento público e o recibo particular somente poderão ser aceitos como prova de propriedade para embarcações já inscritas e que possuam, consequentemente, o documento de inscrição (TIE ou PRPM). Somente para embarcações nacionais e de construção artesanal, poderá ser aceita uma declaração do proprietário como prova de propriedade, que deverá ser registrada em cartório de títulos e documentos, na qual deverá estar qualificado o declarante e perfeitamente caracterizada a embarcação e seu motor. Para aceitação dessa declaração, os procedimentos abaixo deverão ser adotados pelas CP,DL e AG: I - realizar inspeção na embarcação, de forma a verificar a veracidade das informações constantes na declaração; II - realizar consulta ao Sistema Nacional de Controle de Embarcações (Sismat-Alpha ou outro que, à data da publicação desta Norma, o substitua), a fim de verificar a existência de embarcação já inscrita com as mesmas características das informadas pelo declarante;

8 8 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 III - realizar consulta às OM do SSTA, solicitando informar se há algum fator que impeça a inscrição da embarcação (discriminar o tipo, comprimento, cor, boca, marca, modelo, nº do motor, nº do chassi etc) no nome do declarante (discriminar nome, endereço e CPF/CNPJ do declarante); e IV - analisar a exposição de motivos, que deverá ser apresentada pelo declarante, fundamentando a solicitação da inscrição da embarcação por intermédio da declaração. As despesas adicionais de deslocamento decorrentes da inspeção citada na alínea I correrão por conta do requerente, quando aplicável. 2) No estrangeiro - Além do comprovante de regularização da importação perante o órgão competente, deverá ser apresentado o instrumento de compra e venda, de acordo com a legislação do país onde se efetuou a transação. b) Por arrematação: ) Judicial - Carta de Adjudicação ou de Arrematação do juízo competente; 2) Administrativa - Recibo da importância total da compra à repartição pública passada na própria guia de recolhimento; ou 3) Em leilão público - Por escritura pública. c) Por sucessão: ) Civil - Formal de Partilha ou Carta de Adjudicação extraída dos autos do processo; ou 2) Comercial - Instrumento público ou particular registrado na repartição competente da Junta Comercial ou departamento oficial correspondente. d) Por Doação - Escritura pública onde estejam perfeitamente caracterizadas a embarcação, o seu valor, o doador e o donatário. Para embarcações miúdas, a escritura poderá ser substituída pela presença, no Órgão de Inscrição, do doador e donatário, munidos de uma declaração de doação, na qual deverão estar perfeitamente caracterizados o doador, o donatário e a embarcação. e) Por Construção - Licença de Construção, Contrato de Construção e sua quitação de preço. Para embarcações dispensadas de possuir licença de construção ou que não possuam contrato de construção deverá ser exigida uma declaração do proprietário de que construiu a embarcação, na qual deverá constar a discriminação das características da embarcação (tipo, comprimento, cor, boca, marca, modelo, nº do motor, nº do chassi etc), ser subscrita por duas testemunhas com suas firmas reconhecidas em cartório e constar o local e o período da construção. As CP,DL e AG poderão realizar uma inspeção na embarcação, de forma a verificar a veracidade das informações constantes na declaração. As despesas adicionais de deslocamento decorrentes da inspeção correrão por conta do requerente, quando aplicável. A falsidade nesta declaração ou no testemunho sujeitará o(s) infrator(es) às penas da lei. Na comprovada inexistência de cartório na localidade, o proprietário e as testemunhas deverão comparecer pessoalmente na CP/DL/AG, munidos de documentos de identidade oficiais, quando assinarão a declaração na presença do titular da OM ou de seu preposto designado, que autenticará as assinaturas. f) Por Abandono Liberatório ou Sub-Rogatório - Instrumento formal desse abandono. g) Por Permuta - Instrumento público ou com a presença dos interessados munidos de documentos de identidade e CPF/CNPJ com o respectivo documento de permuta CONDIÇÃO PARA A PROPRIEDADE E INSCRI- ÇÃO E/OU REGISTRO DE EMBARCAÇÃO DE ESPORTE E/OU RECREIO O registro de propriedade será deferido à pessoa física residente e domiciliada no País, às entidades públicas ou privadas sujeitas às leis brasileiras e aos estrangeiros, mesmo aqueles não residentes nem domiciliados no país, de acordo com a Lei n o 7.652/88, alterada pela Lei n o 9.774/ CANCELAMENTO DE INSCRIÇÃO E/OU REGIS- TRO a) Cancelamento do Registro ) O cancelamento do registro de embarcações deverá preceder ao da inscrição e será determinado ex-officio pelo Tribunal Marítimo ou a pedido do proprietário. I) O cancelamento ex-officio ocorrerá quando: (a) Provado ter sido o registro feito mediante declaração, documentos ou atos inquiridos de dolo, fraude ou simulação; ou (b) Determinado por sentença judicial transitada em julgado. II) O cancelamento por solicitação do proprietário ocorrerá no prazo máximo de 2 (dois) meses a partir da data dos seguintes eventos: (a) A embarcação deixar de pertencer a qualquer das pessoas caracterizadas no item 0209; (b) A embarcação tiver que ser desmanchada; (c) A embarcação perecer ou, estando em viagem, dela não houver notícia por mais de seis (6) meses; (d) A embarcação for confiscada ou apresada por governo estrangeiro; no último caso, se considerada boa presa; ou (e) Extinto o gravame que provocou o registro da embarcação. 2) O cancelamento do registro da embarcação também poderá ser solicitado pelo proprietário, no caso de alteração da legislação pertinente, a qual desobrigue embarcações de determinadas características a serem registradas no Tribunal Marítimo (TM). Neste caso deverão ser tomadas as seguintes providências: I) O interessado deverá solicitar ao TM o cancelamento do registro da embarcação, via CP/DL/AG na qual esteja inscrita; II) Ao requerimento de cancelamento deverá ser anexada a PRPM; III) Enquanto tramitar o processo no TM, a OM deverá emitir, pelo SISMAT, o DPP, cuja validade será a mesma preconizada no item 0205; IV) Recebendo a CP, DL ou AG o deferido do Tribunal Marítimo ao processo, deverá ser recolhido o DPP e, posteriormente, emitido o TIE, de forma idêntica ao preconizado no item 0205 ; e V) Todo processo acima deverá ser registrado no campo histórico do SISMAT. b) Cancelamento da Inscrição ) O cancelamento da inscrição de embarcação ocorrerá, obrigatoriamente, quando: I) A embarcação deixar de pertencer a qualquer das pessoas caracterizadas no item 0209; II) Houver naufragado; III) For desmontada para sucata; IV) For abandonada; V) Tiver seu paradeiro ignorado por mais de dois (2) anos; VI) Tiver o registro anulado; VII) Provado ter sido a inscrição feita mediante declaração, documentos ou atos inquiridos de dolo, fraude ou simulação; ou VIII) Determinado por sentença judicial transitado em julgado. 2) O pedido de cancelamento de inscrição é obrigatório, devendo ser solicitado pelo proprietário ou seu representante legal dentro de um prazo de quinze (5) dias contados da data em que foi verificada a circunstância determinante do cancelamento. Caso o pedido de cancelamento não tenha sido feito e o endereço do proprietário seja desconhecido, o Órgão de Inscrição fará publicar e afixar edital para que seja cumprido o estabelecido nesta subalínea. 3) Depois de cancelada a inscrição, qualquer embarcação só poderá navegar mediante requerimento para revalidar essa inscrição cancelada, pagamento de multa, se houver, apresentação dos documentos julgados necessários e realização de vistoria (quando aplicável). 4) As embarcações sujeitas a vistorias e com paradeiro ignorado por mais de três (3) anos terão suas inscrições canceladas e deverão ser excluídas do SISMAT. 02 -TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE A transferência da propriedade deverá ser requerida pelo novo adquirente, de acordo com o modelo do Anexo 2-E, todas as vezes que ocorrer a mudança de proprietário, dentro do prazo de quinze (5) dias após a aquisição. A mudança de propriedade de embarcações não acarreta nova inscrição, salvo se o novo proprietário ou seu representante legal residir em jurisdição de outra CP, DL ou AG. Nesse caso, a transferência de propriedade deverá ser requerida na CP/DL/AG da área de jurisdição onde a embarcação será utilizada, devendo ser anexados os documentos comprobatórios de propriedade, discriminados no verso do referido modelo. O número de inscrição da embarcação não será mudado. O Termo de Responsabilidade deverá ser substituído sempre que houver mudança do proprietário da embarcação, conforme instruções contidas na alínea c) do item 034. Nos casos em que houver transferência de jurisdição, a CP/DL/AG deverá proceder conforme o contido no Anexo 2-H. Quando do envio ao TM da PRPM para as devidas alterações, deverá ser emitido o DPP, de maneira idêntica à citada na alínea (a) do item ALTERAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS DA EM- BARCAÇÃO, ALTERAÇÃO DA RAZÃO SOCIAL OU MUDAN- ÇA DE ENDEREÇO DO PROPRIETÁRIO. No caso de alterações de características, de classificação, de nome, substituição de máquina ou motor, ou endereço do proprietário, deverá ser preenchido o modelo do Anexo 2-E. O Órgão de Inscrição emitirá um novo Título de Inscrição de Embarcação com as modificações verificadas. Para embarcações possuidoras de PRPM, o pedido de averbação deverá ser endereçado ao TM. Para a mudança de endereço haverá necessidade de apresentação de um comprovante de residência REGISTRO E CANCELAMENTO DE ÔNUS E AV E R B A Ç Õ E S a) Registro O registro de direitos reais e de outros ônus que gravem embarcações brasileiras deverá ser feito no Tribunal Marítimo, sob pena de não valer contra terceiros. Enquanto não registrados, os direitos reais e os ônus subsistem apenas entre as partes, retroagindo a eficácia do registro à data da prenotação do título. Para consecução do registro do gravame, o interessado deverá promover previamente o registro no TM da(s) embarcação(ões) ainda não registrada(s) ou isenta(s), procedendo conforme explicitado no item 0205 e encaminhar requerimento (Anexo 2-E) ao TM, no verso do qual constam os documentos necessários ao ato requerido. b) Cancelamento O cancelamento de registro de ônus ocorrerá por solicitação do interessado, quando cessar o gravame que incidiu sobre a embarcação, pela renúncia do credor, pela perda da embarcação ou prescrição extintiva. c) Controle Deverão ser inseridos no SISMAT (campo HISTÓRICO ) os registros, cancelamentos de ônus e averbações deferidos, com as respectivas justificativas. Os documentos relativos aos ônus e averbações deverão ser arquivados nas CP/DL/AG. d) Demais Averbações Para o registro de outras averbações, deverá ser efetuado procedimento idêntico ao citado na letra a), devendo ser apresentados os documentos necessários constantes no verso do Anexo 2-E CERTIDÃO SOBRE EMBARCAÇÃO Por direito constitucional é assegurado a todo cidadão a expedição de certidões requeridas às repartições administrativas, para defesa de direitos e esclarecimentos de situações. Para tanto utiliza-se o modelo do Anexo 2-F. O solicitante deve requerer a certidão relativa aos dados da embarcação, sendo a mesma emitida de forma específica e pontual. Deve ser verificado se o conteúdo da certidão pedida diz respeito a dados da embarcação ou se configura, em verdade, certidão sobre o patrimônio do proprietário das embarcações. Neste último caso, quem requer a certidão deve ser autorizado por lei a obter tais informações, sob pena de não ser fornecida a certidão solicitada, por possibilidade de infração à garantia constitucional da inviolabilidade da intimidade e da vida privada dos indivíduos CLASSIFICAÇÃO DAS EMBARCAÇÕES As embarcações serão classificadas como descrito a seguir: a) Áreas de navegação ) Mar aberto 2) Interior b) Atividades ou Serviço ) Esporte e/ou Recreio c) Propulsão ) Com propulsão 2) Sem propulsão d) Tipo de Embarcação Balsa, Jangada, Barcaça, Lancha, Bote, Saveiro, Traineira, Chata Veleiro, Escuna Iate, Flutuante Moto Aquática e similares, Hovercraft Outras embarcações SEÇÃO II MARCAÇÕES E APROVAÇÃO DE NOMES 026 -MARCAÇÕES E INSCRIÇÕES NO CASCO a) Marcações: ) Embarcações em Geral - Toda embarcação deverá ser marcada de modo visível e durável: na Popa - nome da embarcação juntamente com o porto e número de inscrição, com letras de, no mínimo, 0 cm de altura e números de, no mínimo, 2 cm de altura; e nos Bordos - nome nos dois bordos podendo ser no costado ou nas laterais da superestrutura, a critério do proprietário, em posição visível e em tamanho apropriado às dimensões da embarcação. 2) Embarcações com plano de linha d'água retangular - Essas embarcações, do tipo balsas ou chatas, receberão marcações de nome, porto de inscrição e número de inscrição nos bordos próximos à popa. 3) Embarcações com propulsor lateral - A embarcação que possuir propulsor lateral deverá ostentar uma marca desta característica, em ambos os bordos, tanto quanto possível, na vertical à posição onde se localiza o propulsor, localizada acima da linha d'água de carregamento máximo, em posição onde a pintura não possa vir a ser prejudicada pelas unhas do ferro nem tenha a visibilidade comprometida pela amarra, pintada ou moldada em chapa de aço com 6 a 7 mm de espessura, fixada, sempre que possível, diretamente no costado por solda contínua. Tanto a marca pintada como a de chapa de aço deverão ser pintadas em cor que estabeleça um forte contraste com a pintura do costado. As marcas de indicação deverão obedecer o desenho do Anexo 2-G, onde "M" é o módulo medido em milímetros. A dimensão do módulo "M" será em função do comprimento total da embarcação (Loa em metros), de acordo com a Tabela 2., a seguir: TABELA 2. - DIMENSÕES DO MÓDULO M M COMPRIMENTO TOTAL (Loa) 400 mm Inferior a 50 m 600 mm Entre 50 e 00 m 800 mm Superior a 00 m 4) Embarcações Miúdas - As embarcações miúdas inscritas deverão ser marcadas obrigatoriamente com o número de inscrição no costado, nos dois bordos e em posição visível. É facultativo marcar essas embarcações com o nome no costado NOMES DE EMBARCAÇÕES Autorização e alteração de Nome Os nomes das embarcações somente poderão ser autorizados ou alterados com a respectiva anuência das CP, DL ou AG. Deverão ser autorizados, preferencialmente, nomes diferentes daqueles já cadastrados na OM. Não deverão ser autorizados nomes que possam causar constrangimentos, tais como nomes obscenos e/ou ofensivos às pessoas ou instituições. As CP, DL ou AG poderão, sem prévia consulta à DPC, autorizar e alterar os nomes das embarcações classificadas na navegação interior. Não é permitido o uso de nomes iguais entre embarcações que naveguem em mar aberto. Para autorização de nomes das embarcações que navegam em mar aberto, as CP, DL ou AG deverão consultar o cadastro de embarcações da DPC (Sismat-Alpha ou outro que, à data da publicação desta Norma, o substitua), por meio da Rede de Comunicações Integradas da Marinha (RECIM). Caso seja constatada existência de embarcação com o mesmo nome, a autorização não deverá ser concedida. Fica permitida a alteração de nome de embarcação a pedido do proprietário, devendo ser cumprido o procedimento especificado anteriormente.

9 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN Ministério da Educação GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº.452, DE 2 DE MAIO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando da competência que lhe foi delegada pelos Decretos nº.845, de 28 de março de 996, nº 3.860, de 9 de julho de 200, e nº 5.225, de º de setembro de 2004, e tendo em vista o Despacho nº 202/2005, da Secretaria da Educação Profissional e Tecnológica, conforme consta do Processo nº / , do Ministério da Educação, resolve Art. - Reconhecer, para fins exclusivos de registro e emissão de diploma dos alunos ingressantes nos anos letivos de 2003, 2004 e 2005, o Curso Superior de Tecnologia em Gestor Social (Área Profissional: Lazer e Desenvolvimento Social), com sessenta vagas totais anuais, turno noturno, ministrado pela Universidade Cidade de São Paulo, estabelecida à rua Cesário Galeno, nº 432/448/475, bairro Tatuapé, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, mantida pela Sociedade Educacional Cidade de São Paulo S/C Ltda. Art.2º - O reconhecimento a que se refere esta portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço mencionado no artigo primeiro. Art. 3 º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. TARSO GENRO SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PORTARIA Nº 4, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O SUBSECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO SUBSTITUTO DA SECRETARIA EXECUTIVA DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, no uso da delegação de competência conferida pela Portaria nº 399, de 03 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no inciso II, do art. 64, da Lei nº 0.934, de de agosto de 2004, resolve: Art. º - Promover, na forma do anexo da presente Portaria, a modificação da modalidade de aplicação de dotação orçamentária da Unidade Fundação Universidade Federal do Maranhão, constante da Lei n.º.00, de 26 de janeiro de Art. 2º- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. J U S T I F I C AT I VA A alteração de modalidade de aplicação visa promover ajuste orçamentário, proporcionando uma melhor adequação dos recursos alocados na ação de Modernização e Recuperação da Infra-Estrutura Física das Instituições Federais de Ensino Superior e dos Hospitais de Ensino, conforme anexo: ANEXO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO R$, FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO PROGRAMA DE TRABALHO E S F ID USO FONTE I N V E S T I M E N TO S MODALIDADE DE APLICAÇÃO SITUAÇÃO ANTERIOR UNIVERSIDADE DO SÉCULO XXI MODERNIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR E HOSPITAIS DE ENSINO F NO ESTADO DO MARANHÃO F SITUAÇÃO ATUAL LUIZ FLAVIO BHERING DE CARVALHO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE <!ID >PORTARIA Nº 3, DE 2 DE MAIO DE 2005 O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto na Resolução nº 4/ CD, datada de 3 de março de 2005, resolve: I - Extinguir do detalhamento da Estrutura Administrativa deste Centro Federal, aprovado pela Portaria nº 053/ DG/CEFET-RN, datada de º de março de 2004, a Coordenadoria de Cursos Básicos, código FG.4, item 4.2. II - Integrar a Estrutura mencionada no Item I desta Portaria, a Coordenadoria do Centro Tecnológico Comunitário do Vale do Açu, código FG.4, vinculado à Diretoria Geral. III - Revogar a Portaria nº 036/ DG/CEFET-RN, datada de º de março de FRANCISCO DAS CHAGAS DE MARIZ FERNANDES INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 66, DE 2 DE MAIO DE 2005 O PRESIDENTE SUBSTITUTO DO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo inciso VI, do art. 6, do Anexo I, do Decreto n.º 4.633, de 2 de março de 2003, Portaria MEC nº 2.255, de 25 de agosto de 2003, em conformidade com o disposto nas Portarias SOF n.º 3, de 6 de março de 2005, MEC nº 399, inciso II, de 03 de fevereiro de 2005 e MEC nº 3.96, de 0 de dezembro de 2004, e tendo em vista o disposto no inciso II, do art. 64, da Lei nº 0.934, de de agosto de 2004, resolve: Art..º Alterar, na forma do anexo a esta Portaria, a modalidade de aplicação do orçamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), Unidade Orçamentária 26290, constante da Lei n.º.00, de 26 de janeiro de Art. 2.º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. DILVO RISTOFF REDUÇÃO ANEXO I R$,00 CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO ESF GND MOD FONTE VA L O R Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica - SAEB ACRÉSCIMO F ,00 TO TA L ,00 R$,00 CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO ESF GND MOD FONTE VA L O R Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica - SAEB F ,00 TO TA L ,00 Tal mudança justifica-se pela necessidade de adequação ao disposto na Portaria Ministerial 93, de 2 de março de 2005, pela qual o Sistema Nacional da Educação Básica se divide em dois processos avaliativos: Avaliação Nacional da Educação Básica e Avaliação Nacional do Rendimento Escolar. Ambos terão suas atividades realizadas por meio de contratação direta de instituições. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PORTARIA Nº 4, DE 2 DE MAIO DE 2005 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MI- NISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais e: Considerando o art. 96 da Constituição Federal; Considerando a Lei nº.00, de 25 de janeiro de 2005; Considerando o Programa Interministerial de Reforço à Manutenção dos Hospitais Universitários instituído pelos Ministérios da Educação e da Saúde; Considerando as ações desenvolvidas por esta Secretaria visando fornecer apoio financeiro às Instituições Federais de Ensino Superior com seus respectivos Hospitais Universitários; e Considerando o disposto no art. 2 da IN nº 0 de 5 de dezembro de 997 e na Súmula da Coordenação Geral de Normais, Avaliação e Execução de Despesa - CONED n 04/2004, ambas da Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, resolve: Art. º Descentralizar, por destaque, os créditos orçamentários de 2005 referentes à parcela do MEC do Programa Interministerial de Reforço e Manutenção dos Hospitais Universitários Federais, com o objetivo de cobrir despesas vinculadas à manutenção das atividades de ensino, pesquisa e assistência dos Hospitais Universitários Federais, de acordo com a seguinte classificação orçamentária: I.Funcional Programática: Complementação para o Funcionamento dos Hospitais de Ensino Federais - Nacional II.Fonte: 2 III. PTRES: IV.Funcional Programática: Complementação

10 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 0 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 para o Funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior - Nacional V. Fonte: 00 VI. PTRES: VII. Elementos de Despesas: Material de Consumo Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física Locação de Mão-de-Obra Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente Art. 2º A transferência de crédito orçamentário será repassada em parcela única, de acordo com o anexo I, e o recurso financeiro correspondente será disponibilizado em quatro parcelas, nos meses de maio, julho, setembro e novembro, observado o disposto no 2º. Parágrafo º O monitoramento das transferências financeiras será realizado pela Coordenação Geral de Acompanhamento das IFES e dos Hospitais Universitários do Departamento de Desenvolvimento de Educação Superior - DEDES/SESu/MEC, via Sistema de Acompanhamento dos Hospitais Universitários Federais - SAHUF; 2º A liberação das parcelas financeiras estará condicionada à liquidação de despesas empenhadas e se dará por verificação no Sistema de Informação da Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI, de acordo com o Decreto nº 5.379, de 25/0/05, e no S A H U F. Art. 3º A prestação de contas do destaque do recurso financeiro deverá ser incluída na prestação de contas anual global da Instituição beneficiada. Art. 4º Os casos omissos serão decididos pelo Departamento de Desenvolvimento de Educação Superior da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação. Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. NELSON MACULAN FILHO Anexo I I - Programa de Trabalho: Complementação para o Funcionamento dos Hospitais de Ensino Federais - Nacional PTRES: Fonte: 2 II - Programa de Trabalho: Complementação para o Funcionamento das Instituições Federais de Ensino Superior - Nacional PTRES: Fonte: 00 IFES Classificação da Despesa I II TOTAL GERAL SIGLA FUFMS UFGO UFMT UNB C.OESTE FUFSE U FA L UFBA UFCE UFMA FUFPI UFPB UFCG UFPE UFRN NORDESTE U FA M U F PA N O RT E FMTM UFES UFF UFJF UFMG UFRJ UFU UNIFESP UNIRIO SUDESTE FURG UFPEL UFPR H C PA UFSC UFSM SUL TO TA L DEPARTAMENTO DE SUPERVISÃO DESPACHO DO DIRETOR Em 20 de abril de 2005 O Diretor do Departamento de Supervisão do Ensino Superior, no uso de suas atribuições legais, decide: Indeferir o pedido de transformação do curso de Ciências, licenciatura, com habilitação em Matemática, em curso de Matemática, licenciatura, da Faculdade de Filosofia de Campo Grande, formulado no Processo nº /2003-7, Registro SAPIEnS nº , pela Fundação Educacional Unificada Campograndense. MARIO PORTUGAL PEDERNEIRAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ ATOS DE 29 DE ABRIL DE 2005 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ, no uso de suas atribuições legais, resolve: Nº Homologar o resultado do Processo Seletivo para Professor Substituto, em regime de Tempo Parcial, com 20 (vinte) horas semanais - TP-20, na área de História, do Departamento de Geografia e História, do Centro de Ciências Humanas e Letras, habilitando os candidatos CLARICE HELE- NA SANTIAGO LIRA e PAULO GUTEMBERG DE CARVALHO SOU- ZA, primeiro e segundo colocados, respectivamente, e classificando para contratação o primeiro habilitado. (considerando o Edital nº 2/2005-CCHL, publicado no DOU de e o Processo nº /05-72). Nº 58 - Homologar o resultado do Processo Seletivo para Professor Substituto, em regime de Tempo Parcial com 20 (vinte) horas semanais - TP-20, do Departamento de Enfermagem, do Centro de Ciências da Saúde, nas seguintes áreas:. Saúde da Mulher (Estágio - Área Hospitalar) - habilitando as candidatas ELISIANE GOMES BONFIM, MARIA JÚ- LIA DA SILVA, JOANA RODRIGUES DE LIMA, KARLA JOEL- MA BEZERRA CUNHA e REJANE URSULINO MORAES BAR- BOSA, primeira, segunda, terceira, quarta e quinta colocadas, respectivamente, e classificando para contratação a primeira habilitada; 2. Enfermagem nas Emergências - habilitando as candidatas MÁRCIA HELENA RODRIGUES DA SILVA, FRANCISCA CE- CÍLIA VIANA ROCHA, SUELY MARTINS DA SILVA, EDNA RODRIGUES BEZERRA, SUELY SIQUEIRA CORTEZ, KAMILA CRISTIANE DE OLIVEIRA SILVA, SOCORRO ADRIANA DE SOUSA MENESES BRANDÃO e NAYRA DA COSTA E SILVA, primeira, segunda, terceira, quarta, quinta, sexta, sétima e oitava colocadas, respectivamente, e classificando para contratação a primeira habilitada; 3. Semiologia e Semiotécnica para Enfermagem - habilitando os candidatos WALTERLÂNIA SILVA SANTOS, GUS- TAVO DE MOURA LEÃO, JOSÉ PEREIRA LEAL e DINAH SÁ REZENDE NETA, primeiro, segundo, terceiro e quarto colocados, respectivamente, e classificando para contratação o primeiro habilitado; 4. Saúde da Criança e do Adolescente (Estágio - Área Hospitalar) - habilitando as candidatas GEÓRGIA RIBEIRO FER- NANDES QUEIROZ, DIANA MONTEIRO DE ARAÚJO BORGES, CHRYSTIANY PLÁCIDO DE BRITO, MARIA DE JESUS LOPES MOUSINHO NEIVA e ELIRACEMA SILVA ALVES, primeira, segunda, terceira, quarta e quinta colocadas, respectivamente, e classificando para contratação a primeira e a segunda habilitadas. (considerando o Edital nº 2/2005-CCS, publicado no DOU de e os Processos nºs /05-8 e /05-00). LUIZ DE SOUSA SANTOS JÚNIOR UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE POTENCIALIZAÇÃO DE PESSOAS PORTARIA Nº 26, DE 2 DE MAIO DE 2005 A Diretora do Departamento de Desenvolvimento de Potencialização de Pessoas da Universidade Federal de Santa Catarina no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do processo n / resolve: Homologar o resultado do Processo Seletivo Simplificado do Departamento de Serviço Social - DSS/CSE, instituído pelo Edital n 08/DDPP/2005, de 5de abril de Campo de Conhecimento: Fundamentos do Trabalho Profissional Regime de Trabalho: 20 (vinte) horas semanais N de Vagas: 0 (uma ) Classificação Média Final.Josiane Bortoluzzi 7,0 CARLA CRISTINA DUTRA BURIGO

11 Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 ISSN Ministério da Fazenda SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL N o - 54, DE 29 DE ABRIL DE 2005 <!ID >INSTRUÇÃO NORMATIVA Aprova o programa e as instruções para preenchimento da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2005). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 230 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no art. 6 da Lei nº 9.779, de 9 de janeiro de 999, no art. 5º da Lei nº 9.959, de 27 de janeiro de 2000, nos arts. 235 e 8 do Decreto nº 3.000, de 26 de março de Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99), e no art. 7º da Lei nº 0.426, de 24 de abril de 2002, com a redação dada pelo art. 9 da Lei n º.05, de 29 de dezembro de 2004, resolve: Art. º Aprovar o programa gerador e as instruções para preenchimento da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica, relativa ao ano-calendário de 2004, exercício de 2005 (DIPJ 2005). Art. 2º O programa DIPJ 2005 é de reprodução livre e está disponível na página da Secretaria da Receita Federal (SRF) na Internet, no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>. Parágrafo único.o programa aplica-se também às pessoas jurídicas: I - extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas ou incorporadas durante o ano-calendário de 2005; II - excluídas do Simples, no ano-calendário de 2004, em relação ao período posterior à exclusão. Art. 3º As declarações geradas pelo programa DIPJ 2005 deverão ser apresentadas pela Internet, com a utilização do programa de transmissão Receitanet, que está disponível na página da SRF na Internet, no endereço mencionado no art. 2º. Parágrafo único. Opcionalmente, na transmissão da DIPJ 2005, poderá ser utilizado certificado digital. Art. 4º As declarações geradas pelo programa DIPJ 2005 devem ser apresentadas até o último dia útil do mês de junho de º As pessoas jurídicas imunes ou isentas do Imposto de Renda devem apresentar a declaração no mesmo prazo fixado pelo caput. 2º As declarações relativas a eventos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação deverão ser apresentadas pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras, nos seguintes prazos: I - até o último dia útil do mês de maio de 2005, para os eventos ocorridos nos meses de janeiro, fevereiro ou março de 2005, nos termos da Instrução Normativa SRF n o 527, de 29 de março de 2005; II - até o último dia útil do mês subseqüente ao do evento, para os eventos ocorridos nos meses de abril a dezembro de º As declarações deverão ser transmitidas até as 20 horas (horário de Brasília) do último dia fixado para a entrega, nos termos deste artigo. 4º A obrigatoriedade de entrega na forma prevista no 2º não se aplica para a incorporadora, nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estejam sob o mesmo controle societário desde o ano-calendário anterior ao do evento. Art. 5º A apresentação da declaração após o prazo de que trata o art. 4º ou a sua apresentação com incorreções ou omissões sujeita o contribuinte às seguintes multas: I - de 2 % (dois por cento) ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante do imposto de renda da pessoa jurídica informado na DIPJ, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega desta declaração ou entrega após o prazo, limitada a vinte por cento, observado o disposto no 3º; II - de R$ 20,00 (vinte reais) para cada grupo de 0 (dez) informações incorretas ou omitidas. º Para efeito de aplicação das multas previstas nos incisos I e II do caput deste artigo, será considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo originalmente fixado para a entrega da declaração e como termo final a data da efetiva entrega ou, no caso de não-apresentação, da lavratura do auto de infração. 2º Observado o disposto no 3º, as multas serão reduzidas: I - à metade, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; II - a setenta e cinco por cento, se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação. 3º A multa mínima a ser aplicada será de R$ 500,00 (quinhentos reais). Art. 6º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID <!ID >RETIFICAÇÃO Na Portaria n 326, de 5 de março de 2005, editada pela Secretaria da Receita Federal e publicada no Diário Oficial da União n 59, de 29 de março de 2005, Seção, páginas 3 e 4, Onde se lê, no inciso II do 4º do art. 3º: "II - o disposto no art. 9º da Lei nº 0.684, de 2003, que produz o efeito de suspender a pretensão punitiva do Estado durante o período em que a pessoa jurídica estiver incluída no Paes, caso em que deverá ser observado o disposto no 2º, IV, deste artigo, na remessa da representação.", Leia-se: "II - o disposto no art. 9º da Lei nº 0.684, de 2003, que produz o efeito de suspender a pretensão punitiva do Estado durante o período em que a pessoa jurídica estiver incluída no Paes, caso em que deverá ser observado o disposto no 2º, III, deste artigo, na remessa da representação." Onde se lê, no inciso II do art. 5º: II - falsificar, fabricando-os ou alterando-os, ou usar depois de falsificados: a) qualquer papel de emissão legal, destinado à arrecadação de imposto ou taxa (art. 293, inciso I e, do Código Penal); b) qualquer documento relativo à arrecadação de rendas públicas federais (art. 293, inciso V e, do Código Penal); Leia-se: II - quanto a selo destinado a controle tributário, papel de emissão legal destinado à arrecadação de tributo ou qualquer outro documento relativo à arrecadação de rendas públicas (art. 293 do Código Penal): a) falsificar, fabricando-os ou alterando-os; b) usar, guardar, possuir ou deter qualquer dos papéis falsificados a que se refere este inciso; c) importar, exportar, adquirir, vender, trocar, ceder, emprestar, guardar, fornecer ou restituir à circulação selo falsificado destinado a controle tributário; d) importar, exportar, adquirir, vender, expor à venda, manter em depósito, guardar, trocar, ceder, emprestar, fornecer, portar ou, de qualquer forma, utilizar em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, produto ou mercadoria:. em que tenha sido aplicado selo que se destine a controle tributário, falsificado; 2. sem selo oficial, nos casos em que a legislação tributária determina a obrigatoriedade de sua aplicação; Onde se lê, no art. 6º: Art. 6º O disposto no 2º do art. 3º aplica-se ao Paes concedido à pessoa física. Leia-se: Art. 6º O disposto no art. 3º, 2º, I, aplica-se ao Paes concedido à pessoa física. COORDENAÇÃO-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 37, DE 2 DE MAIO DE 2005 Divulga a taxa de juros do mês de abril de O COORDENADOR-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO TRI- BUTÁRIA, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 3 da Lei nº 9.065, de 20 de junho de 995, e nos arts. 6 e 39 da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 995, com a modificação introduzida pelo art. 73 da Lei nº 9.532, de 0 de dezembro de 997, declara: Artigo único. A taxa de juros relativa ao mês de abril de 2005, aplicável na cobrança, restituição ou compensação de tributos e contribuições federais, a partir do mês de maio de 2005, é de,4% (um inteiro e quarenta e um centésimos por cento). MICHIAKI HASHIMURA SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM GOIÂNIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 9, DE º DE ABRIL DE 2005 Declara cancelada inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM GOIÂ- NIA/GO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº. 030, de 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no art. 46, inciso I, e art. 47, todos da Instrução Normativa SRF nº 46, de 8 de outubro de 2004, e face ao constante no processo nº / , declara: Art. º CANCELADA a inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF, abaixo relacionada, tendo em vista haver sido atribuído mais de um número de inscrição para a mesma pessoa física: CPF MARIA CELIA DE SOUZA Art. 2º O presente Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação PAULO BENTO DE MENDONÇA FILHO 2ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM BELÉM <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 9 DE ABRIL DE 2005 A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL EM BELÉM, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal SRF nº 30 de 25/02/2005, publicada no DOU de 04/03/2005 e tendo em vista os artigos 8 e 82 da Lei 9.430/96, a Portaria MF nº 94/97 e o art.39 da IN/SRF nº 200, de 3/09/2002, declara: Nº - Ser inapta a inscrição no CNPJ nº /000-4, da empresa denominada SERPRAS REPESENTAÇÕES COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA, CNPJ /000-4, por motivo de Inexistência de Fato, conforme processo / Serão considerados inidôneos, não produzindo efeitos tributários em favor de terceiros interessados, os documentos emitidos pela empresa acima citada, a partir de 0 de janeiro de 999. Nº 2 - Ser inapta a inscrição no CNPJ nº /000-66, da empresa denominada RONALDO L CORREA SUCESSOR DE H TOSHIO KATO ME LTDA, por motivo de Inexistência de Fato, conforme processo / Serão considerados inidôneos, não produzindo efeitos tributários em favor de terceiros interessados, os documentos emitidos pela empresa acima citada, a partir de 0 de janeiro de 997. MARIA DE NAZARÉ ARRUDA DE S. RODRIGUES 3ª REGIÃO FISCAL ALFÂNDEGA DA RECEITA FEDERAL NO PORTO DE FORTALEZA <!ID65487->ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o -, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O INSPETOR DA ALFÂNDEGA DO PORTO DE FOR- TALEZA (ALF/FOR), no uso das atribuições que lhe confere o art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal (SRF), aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, com fundamento nos artigos 3 a 6 da Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, e no art. 5º da Instrução Normativa SRF nº 477, de 4 de dezembro de 2004, e tendo em vista o cumprimento da decisão fundamentada no Parecer ALF/FOR/Sarat nº..., de 29 de abril de 2005, declara: Fica a empresa Daniel Transportes Ltda, CNPJ /000-55, habilitada a utilizar o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto), em caráter precário, até 2 de março de Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. requisitar, devolver e encaminhar autos de processos e expedientes administrativos no âmbito da Secretaria da Receita Federal, exclusive as unidades de grau hierárquico superior; autorizar o arquivamento e o desarquivamento de autos de processos administrativos findos que tratem de assuntos compreendidos no âmbito de suas respectivas atribuições, observada a Tabela de Temporalidade de Documentos da Divisão de Documentação do Ministério da Fazenda; expedir ofícios, memorandos e comunicados sobre questões atinentes à sua competência, resguardado o devido sigilo fiscal; prestar informações processuais e extraprocessuais, inclusive com fornecimento de cópias de documentos na forma estabelecida na Ordem de Serviço SRRF03 nº 2, de 9 de abril de 992, observada de modo especial a legislação referente ao sigilo fiscal; decidir, no curso do despacho aduaneiro ou em casos de instrução ou decisão em processo, quanto à oportunidade e conveniência das solicitações de assistência técnica para identificação ou quantificação de mercadorias importadas ou a exportar, e designar, para sua execução, perito ou instituição credenciada, nos termos do art. 7, º, da Instrução Normativa SRF nº 57, de 22 de dezembro de 998; decidir sobre pedidos de aceitação e de baixa de termo de responsabilidade, no âmbito de suas atribuições. Delegar competência ao chefe da Seção de Operações Aduaneiras (Saope), para: autorizar a descarga direta, para armazenamento em recinto não alfandegado, de mercadoria importada a granel, na forma do art. 2º, º, da Instrução Normativa SRF nº 75, de 7 de julho de 2002; conceder regime aduaneiro especial de admissão temporária no caso de embarcações de recreio, previsto no art. 4º, º, inciso I, da Instrução Normativa SRF nº 285, de 4 de janeiro de 2003; autorizar a descarga de mercadoria em local diverso do indicado no manifesto de carga, e, nesse caso, comunicar o fato à unidade com jurisdição sobre o local para onde a mercadoria estava manifestada, nos termos do art. 50 do Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002, alterado pelo Decreto nº 4.765, de 24 de junho de 2003; decidir sobre pedidos de transbordo, baldeação e redestinação de mercadorias em trânsito aduaneiro; autorizar o acesso, a recinto alfandegado ou a local de depósito de mercadorias importadas ou a exportar, de servidor de órgão público responsável por inspeção de cargas e mercadorias, e de outras pessoas que comprovem vínculo negocial relevante com o importador ou com o exportador das referidas mercadorias; autorizar a unitização e a desunitização de cargas;

12 2 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 apreciar, em todas as situações anteriores à ciência do importador em auto de infração lavrado com vistas à aplicação da pena de perdimento, pedido de início ou de retomada do despacho aduaneiro de importação de mercadorias ou bens que se encontrem em situação legal de abandono, nos termos da Instrução Normativa SRF nº 69, de 6 de junho de 999, com as alterações introduzidas pela Instrução Normativa SRF nº 09, de 3 de setembro de 999; decidir quanto à seleção das importações, parametrizadas para os canais verde ou cinza, a serem submetidas a procedimentos especiais, conforme disposto no art. 67, inciso II, da Instrução Normativa SRF nº 206, de 25 de setembro de 2002, inclusive em relação a mercadorias cujo respectivo despacho aduaneiro não tenha sido iniciado; alterar os horários de parametrização das exportações; autorizar o processamento dos despachos de exportação sob procedimento especial, nas situações e condições previstas na Portaria Conjunta SRF/Secex nº 5, de 6 de setembro de 993, observados os controles e procedimentos posteriores, definidos no referido ato normativo; autorizar a verificação física de mercadoria quando tiver conhecimento de fato ou da existência de indícios que requeiram tal procedimento, quando a respectiva declaração de importação (DI) houver sido parametrizada no canal verde, nos termos do art. 50 da Instrução Normativa SRF nº 206, de Delegar ao chefe da Seção de Administração Tributária (Sarat) competência para: declarar o abandono de bens ou mercadorias enquadrados nas situações previstas no art. 576, 6º, do Decreto nº 4.543, de 2002, e no item VI da Portaria MF nº 90, de 8 de abril de 98; autorizar a conversão do depósito em renda da União, na hipótese de exigência do crédito tributário constituído em termo de responsabilidade mediante prestação de garantia sob a forma de depósito em dinheiro, conforme previsto no art. 677, º, inciso I, do Decreto nº 4.543, de 2002, observadas, no que couber, as disposições das Instruções Normativas SRF nº 48, de 28 de abril de 2000, e nº 7, de 3 de dezembro de 200; apreciar pretensão de desembaraço de mercadorias importadas retidas por autoridade fiscal exclusivamente em virtude de litígio, nos termos da Portaria MF nº 389, de 3 de outubro de 976; apreciar os processos administrativos relativos a restituição, compensação, ressarcimento e redução de tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal. Subdelegar ao chefe da Seção de Despacho Aduaneiro (Sadad), as competências: de que trata a Portaria SRRF03 nº 80, de 30 de maio de 2003, para, a pedido do interessado, autorizar, excepcionalmente, o registro de mais de uma DI para o mesmo conhecimento de carga, conforme disposto no art. 77, parágrafo único, da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; a que se refere o art. º, inciso II, da Portaria SRF nº.703, de 29 de julho de 998, para decidir, em casos concretos, sobre pedidos de relevação de inobservância de normas processuais relativas a exportação temporária de bens, de modo a possibilitar o enquadramento no art. 74, inciso II, do Decreto n 4.543, de 2002; objeto do art. º, inciso III, da Portaria SRF nº.703, de 998, para decidir sobre pedidos de relevação de irregularidades relacionadas com o despacho aduaneiro de bens integrantes de bagagem. Delegar competência ao chefe da Sadad, para: apreciar, mediante despacho fundamentado, pedido de concessão, prorrogação ou extinção do regime aduaneiro especial de admissão temporária, observado, no que couber, o disposto nas Instruções Normativas SRF nº 35, de 4 de março de 999, nº 40, de 9 de abril de 999, nº 4, de 0 de janeiro de 200, nº 57, de 3 de maio de 200, nº 285, de 2003, e respectivas alterações posteriores; dispensar a verificação física de bens de caráter cultural importados sob o regime de admissão temporária ou autorizar sua realização no local de realização do evento a que se destinam, designando servidor para o acompanhamento, nos termos e condições fixados na Instrução Normativa SRF nº 40/99; apreciar pedido de transferência de mercadoria admitida em um regime aduaneiro especial para outro, nos termos e condições da Instrução Normativa SRF nº 2, de de janeiro de 2002; apreciar pedidos de substituição de beneficiário do regime aduaneiro especial de admissão temporária; apreciar pedido de remessa ao exterior de bens submetidos ao regime de admissão temporária, para reparo ou restauração ou, no caso de aeronaves, ainda, para testes ou demonstração, nos termos e condições do art. 4 da Instrução Normativa SRF nº 285, de 2003; apreciar pedido de prorrogação do prazo de vigência do regime aduaneiro especial de exportação temporária quando o período pleiteado for superior a 2 (dois) anos e não superior a 5 (cinco) anos, nos termos dos artigos 39, º, e 392, ambos do Decreto nº 4.543, de 2002, o último com a redação dada pelo Decreto nº 4.765, de 2003, c/c o art. 9º, º, da Instrução Normativa SRF nº 39, de 4 de abril de 2003; dispensar, em casos justificados, a verificação física no despacho para consumo de mercadoria ingressada no País sob regime aduaneiro especial, desde que tal providência tenha sido adotada por ocasião da admissão da mercadoria no regime, nos termos do art. 4º da Instrução Normativa SRF nº 357, de 2 de setembro de 2003; autorizar, em caráter excepcional, o registro antecipado de despacho aduaneiro de importação, nos termos do art. 6, parágrafo único, da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; autorizar a entrega antecipada da mercadoria ao importador, nas situações e condições previstas no art. 48 da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; decidir sobre a oportunidade e a conveniência de realização de vistoria aduaneira; decidir sobre o cancelamento de DI nos casos e situações previstos respectivamente nos artigos 70 e 7 da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002, e no art. da Instrução Normativa SRF nº 20, de 30 de setembro de 2002; decidir sobre o cancelamento de DSI nos casos previstos no art. 27 da Instrução Normativa SRF nº 55, de 22 de dezembro de 999; autorizar a devolução ao exterior de mercadoria estrangeira importada, desde que o pedido seja apresentado antes do registro da DI e não tenha sido iniciado o processo de que trata o art. 27 do Decreto-Lei nº.455, de 7 de abril de 976, nos termos e condições estabelecidas pela Portaria MF nº 306, de 2 de dezembro de 995 e pelo art. 75 da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; autorizar o registro de uma única DI para todos os conhecimentos de carga, nos termos e condições estabelecidas no art. 78, da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002, com as alterações introduzidas pela Instrução Normativa SRF nº 406, de 5 de março de 2004; autorizar a verificação parcial ou total de mercadoria em zona secundária, conforme previsto no art. 505, parágrafo único, do Decreto nº 4.543, de 2002, com a redação dada pelo Decreto nº 4.765, de 2003, nos casos de que trata o art. 36 da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; autorizar remoção de mercadoria até o estabelecimento do importador, quando necessária à prestação de assistência técnica, conforme disposto nos artigos 30 e 36 da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; apreciar pedido de reposição de mercadoria importada e desembaraçada com defeito ou imprestável, antes de esta ser devolvida ao exterior, nos termos e condições do item 4 da Portaria MF nº 50, de 26 de julho de 982; autorizar a verificação da mercadoria quando tiver conhecimento de fato ou da existência de indícios que requeiram tal procedimento e na hipótese de descrição incompleta da mercadoria na DI que exija a sua perfeita identificação com vistas a confirmar a correta classificação fiscal ou a origem declarada, nos termos do art. 50 da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; decidir quanto à seleção das importações parametrizadas para os canais amarelo ou vermelho a serem submetidas aos procedimentos especiais, conforme disposto no art. 67, inciso II, da Instrução Normativa SRF nº 206, de 2002; autorizar a adoção dos procedimentos especiais estabelecidos pela Instrução Normativa SRF nº 84, de 30 de dezembro de 996, nos casos em que não seja possível o acesso ao Sistema de Comércio Exterior (Siscomex), em virtude de problemas de ordem técnica persistentes por mais de quatro horas consecutivas; autorizar o processamento dos despachos de exportação sob procedimento especial nas situações e condições previstas na Portaria Conjunta SRF/Secex nº 5, de 993, observados os controles e procedimentos posteriores definidos no referido ato normativo; alterar os horários de parametrização das exportações; assinar notificações de lançamento expedidas em decorrência de vistoria aduaneira, nos termos do art. 702 do Decreto nº 4.543, de 2002, com a redação dada pelo Decreto nº 4.765, de Delegar competência ao chefe da Seção de Programação e Logística (Sapol) para: receber, movimentar e transferir material permanente e assinar os respectivos Termos de Transferência; requisitar passagens aéreas, rodoviárias e ferroviárias para viagens de servidores a serviço; autorizar a recepção de mercadoria apreendida proveniente de outros órgãos e determinar, nesse caso, a formalização de processo administrativo com vistas ao adequado controle. Criar no âmbito desta unidade os seguintes grupos: no Gabinete do Inspetor (Gabin), o Grupo de Controle de Manifesto e Atendimento a Intervenientes do Comércio Exterior (Gmai); na Sadad: Grupo de Apoio ao Despacho Aduaneiro (Grad); Grupo de Exame Documental (Gdoc); Grupo de Despacho Aduaneiro de Exportação e Conferência Física (Gdef); e Grupo de Remessas Postais Internacionais (Grep); na Sapol: Grupo de Controle de Mercadorias Apreendidas (Gmap); Grupo de Licitações e Contratos (Glic). Atribuir ao Gmai competência para: prestar, em caráter preferencial, o atendimento direto e pessoal ao público; disseminar junto ao público externo as orientações emanadas dos setores competentes sobre interpretação da legislação tributária e aduaneira; proceder à recepção, registro, controle, conferência final e baixa de manifesto de carga; recepcionar extratos de despachos de importação que estiverem devidamente instruídos, na forma estabelecida em norma específica, podendo neles aduzir informações extraídas do respectivo manifesto; recepcionar, triar e dar encaminhamento a petições, impugnações, recursos e documentos destinados a formalização ou instrução de processo administrativo, podendo aduzir-lhe dados extraídos dos sistemas informatizados da Secretaria da Receita Federal, tudo de acordo com instruções objetivas prestadas prévia e formalmente pela autoridade competente para apreciá-los; movimentar processos e prestar informação sobre sua localização e andamento; dar, em caráter subsidiário, ciência de atos administrativos aos interessados; recepcionar e informar sobre tempestividade de carta de correção de conhecimento de carga; registrar a Declaração Simplificada de Importação (DSI) regularmente apresentada em formulário, mediante numeração seqüencial reiniciada anualmente; transmitir para registro DSI pertinente a bens objeto de importação eventual efetuada por pessoa física; recepcionar pedidos de inscrição no registro de ajudantes de despachantes e de despachantes aduaneiros, bem como instruir e encaminhar os autos do processo administrativo para a Divisão de Administração Aduaneira (SRRF03/Diana); proceder ao credenciamento e à habilitação de ajudantes de despachantes e de despachantes aduaneiros; proceder, em caráter subsidiário, à devolução, ao importador ou a seu representante legal, dos documentos originais apresentados para instrução de despachos aduaneiros ou de processos de canal cinza; autorizar a desconsolidação de conhecimento de carga; informar, em pedido de desunitização ou de retirada de amostra de mercadoria, sobre a situação da carga no respectivo manifesto; <!ID > Parágrafo único. Ao servidor da Seção de Tecnologia e Segurança da Informação (Satec) responsável pelas atividades de cadastramento e habilitação de usuários externos autorizados a ter acesso aos sistemas de informação da Secretaria da Receita Federal, nos termos da Portaria SRF nº 885, de 23 de maio de 2003, compete o exercício em caráter supletivo das atribuições de que trata este artigo. Delegar ao supervisor do Gmai competência para: apreciar carta de correção de conhecimento de carga, nos termos do art. 44 do Decreto nº 4.543, de 2002; proceder, de ofício, à correção do manifesto de carga, no caso de divergência com o respectivo conhecimento, nos termos do art. 45 do Decreto nº 4.543, de 2002; praticar os atos relacionados nos incisos I a IV do art. 2º desta Portaria. Atribuir ao Grad competência para: efetuar o registro e o controle dos prazos dos regimes aduaneiros especiais de admissão temporária e exportação temporária; lavrar autos de infração referentes à aplicação da pena de perdimento ou a penalidades pecuniárias e outros acréscimos legais devidos no caso de descumprimento de regime aduaneiro especial que esteja sob o seu controle; realizar a análise dos pedidos de que tratam os incisos I a VI do art. 6º desta Portaria; proceder, em caráter subsidiário, à análise de pedidos relacionados aos atos de que tratam o art. 5º e os incisos VII a XVII do art. 6º desta Portaria; efetuar o lançamento de créditos tributários apurados no curso do despacho aduaneiro; promover a movimentação, o controle e a guarda provisória de autos de processos administrativos e expedientes relacionados com as atividades estabelecidas neste artigo. Atribuir ao Gdoc competência para proceder ao exame documental relativo ao despacho aduaneiro de importação de bens, mercadorias e bagagem. Delegar aos Auditores-Fiscais da Receita Federal (AFRF) integrantes do Gdoc competência para, no curso do despacho aduaneiro, apreciar pedido, inclusive nos autos de processo administrativo, relativo a imunidade, suspensão, isenção e redução de tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal. Atribuir ao Gdef competência para: proceder à verificação física de bens e mercadorias, no curso do despacho aduaneiro de importação; proceder à previsão, requisição, guarda, distribuição e verificação de uso de selos de controle aduaneiro; proceder ao despacho aduaneiro de exportação e de exportação temporária; apreciar proposta de retificação de registro de exportação após a averbação do embarque. Designar os AFRF integrantes do Gdef para autorizar, à vista de pedido do interessado e de Termo de Responsabilidade, o embarque ou saída do território nacional, antes do registro da respectiva declaração de exportação, dos produtos indicados no parágrafo único do art. 52, nos termos do art. 55, ambos da Instrução Normativa SRF nº 28, de 27 de abril de 994. Atribuir ao Grep competência para: proceder ao despacho aduaneiro de produtos exportados por via postal; efetuar o controle aduaneiro do tráfego internacional de mala postal; promover o despacho aduaneiro de remessas expressas; proceder à verificação física de bens e mercadorias importados por via postal.

13 <!ID > Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN Atribuir ao Gmap competência para executar, controlar e avaliar os procedimentos relativos às destinações por incorporação, leilão ou destruição de mercadorias objeto da pena de perdimento, bem assim promover e controlar a movimentação física e contábil de mercadorias apreendidas. Atribuir ao Glic competência para, ressalvadas as atribuições da Comissão Permanente de Licitação: elaborar instrumentos convocatórios para licitações, inclusive os respectivos contratos e, se for o caso, demais anexos; instruir os processos de licitação, os de dispensa e os de inexigibilidade de licitação; apreciar documentos e procedimentos relativos a processos de dispensa ou inexigibilidade de licitação; elaborar planos de trabalho para contratação de serviços a serem executados de forma indireta; elaborar projetos básicos para contratação de serviços a serem executados de forma indireta e contínua; manter controle dos contratos, acordos, ajustes e convênios de interesse da SRF, celebrados pela ALF/FOR; promover a publicação, nos órgãos oficiais ou na imprensa privada, de atos, avisos, editais ou despachos relativos a licitações e contratos e a dispensa ou inexigibilidade de licitação. Delegar competência aos AFRF alocados na Saope e na Sadad para apreciar carta de correção de conhecimento de carga, nos termos do art. 44 do Decreto nº 4.543, de Delegar competência aos AFRF integrantes das equipes de plantão da Saope para: no horário normal de expediente: praticar os atos relacionados nos incisos III a VI do art. 3º desta Portaria; conceder o Regime Especial de Trânsito Aduaneiro, inclusive em relação a cargas marítimas de cabotagem, observadas as cautelas fiscais previstas no art. 285 do Decreto n 4.543, de 2002, com a redação dada pelo Decreto nº 4.765, de 2003; fora do horário normal de expediente: praticar os atos relacionados nos incisos I a VI e X do art. 3º desta Portaria; praticar o ato de que trata o art. 5 desta Portaria; executar parametrizações extraordinárias, em casos justificáveis, a seu critério; praticar o ato de que trata a alínea b do inciso I deste artigo. Autorizar os AFRF integrantes das equipes de plantão da Saope a, fora do horário normal de expediente, efetuar despachos de exportação, em caráter suplementar ao exercido regimentalmente pela Sadad. Subdelegar ao chefe da Inspetoria da Receita Federal no Pecém (IRF/PCM) as competências: a que se refere o art. º, inciso II, da Portaria SRF nº.703, de 998, para, no âmbito de sua jurisdição, decidir, em casos concretos, sobre pedidos de relevação de inobservância de normas processuais relativas a exportação temporária de bens, de forma a permitir o enquadramento no art. 74, inciso II, do Decreto n 4.543, de 2002; objeto do art. º, inciso III, da Portaria SRF nº.703, de 998, para, no âmbito de sua jurisdição, decidir sobre pedidos de relevação de irregularidades relacionadas com o despacho aduaneiro de bens integrantes de bagagem. Delegar ao chefe da IRF/PCM competência para, no âmbito de sua jurisdição: apreciar, em todas as situações anteriores à ciência do importador em auto de infração lavrado com vistas à aplicação da pena de perdimento, pedido de início ou de retomada do despacho aduaneiro de importação de mercadorias ou bens que se encontrem em situação legal de abandono, nos termos da Instrução Normativa SRF nº 69, de 999, com as alterações introduzidas pela Instrução Normativa SRF nº 09, de 999; apreciar pedido de prorrogação do prazo de vigência do regime aduaneiro especial de exportação temporária, quando o período pleiteado for superior a 2 (dois) anos e não superior a 5 (cinco) anos, nos termos dos artigos 39, º, e 392, ambos do Decreto nº 4.543, de 2002, o último com a redação dada pelo Decreto nº 4.765, de 2003, combinados com o art. 9º, º, da Instrução Normativa SRF nº 39, de <!ID > As delegações ou subdelegações de competência estabelecidas neste ato são extensivas aos respectivos chefes substitutos, regularmente designados, em todas as situações de vacância ou de impedimento dos titulares e nas ausências destes de suas sedes, independentemente de comunicação formal. (e as atribuições originárias?) Estabelecer que o horário normal de expediente no âmbito desta Alfândega ocorrerá em dias úteis: em primeiro turno, das 07h30 às 2h00; e em segundo turno, das 4h00 às 7h30. As atividades relacionadas ao despacho aduaneiro de exportação e ao regime de trânsito aduaneiro poderão ser executadas fora do horário normal de expediente, segundo os termos, limites e condições estabelecidos pelo titular da unidade. As atividades de vigilância e repressão e as de controle aduaneiro de embarcações e operações de carga, descarga, transbordo e baldeação serão exercidas ininterruptamente pela Saope. O expediente de atendimento ao público ocorrerá: em primeiro turno, das 08h00 às h30; e em segundo turno, das 4h00 às 7h00. A revogação ou a alteração dos atos legais citados nesta Portaria, desde que a competência original seja mantida pelo ato superveniente, não prejudica a delegação de competência ora estabelecida. Sempre que julgar oportuno ou conveniente, o titular da unidade poderá avocar para si quaisquer das atribuições delegadas ou subdelegadas nesta Portaria, independentemente de prévia comunicação. Por conveniência administrativa e sem prejuízo das competências originárias regimentais, as atribuições conferidas nesta Portaria serão exercidas nesta unidade em caráter prioritário. Para os efeitos desta Portaria, o termo apreciar compreende os atos de analisar e expedir despacho decisório sobre a respectiva matéria. As competências delegadas ou subdelegadas por esta Portaria não poderão ser subdelegadas. Em todos os atos praticados em função das competências ora delegadas ou subdelegadas devem ser mencionados o número e a data desta Portaria. Fica revogada a Portaria ALF/FOR nº 4, de 3 de maio de Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO DECLARATÓRIO GIVANALDO JOSÉ AQUINO DA SILVA EXECUTIVO N o - 2, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O INSPETOR DA ALFÂNDEGA DO PORTO DE FOR- TALEZA (ALF/FOR), no uso das atribuições que lhe confere o art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal (SRF), aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, com fundamento nos artigos 3 a 6 da Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, e no art. 5º da Instrução Normativa SRF nº 477, de 4 de dezembro de 2004, e tendo em vista o cumprimento da decisão fundamentada no Parecer ALF/FOR/Sarat nº 5, de 29 de abril de 2005, declara: Fica a empresa Copral Comércio e Navegação Ltda., CNPJ /000-47, habilitada a utilizar o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto), em caráter precário, até 0 de abril de Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. <!ID >ATO DECLARATÓRIO GIVANALDO JOSÉ AQUINO DA SILVA EXECUTIVO N o - 3, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O INSPETOR DA ALFÂNDEGA DO PORTO DE FOR- TALEZA (ALF/FOR), no uso das atribuições que lhe confere o art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal (SRF), aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, com fundamento nos artigos 3 a 6 da Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, e no art. 5º da Instrução Normativa SRF nº 477, de 4 de dezembro de 2004, e tendo em vista o cumprimento da decisão fundamentada no Parecer ALF/FOR/Sarat nº 6, de 29 de abril de 2005, declara: Fica a empresa V. Castro & Cia Ltda., CNPJ /000-28, habilitada a utilizar o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto), em caráter precário, até 2 de março de Este Ato entra em vigor na data de sua publicação. GIVANALDO JOSÉ AQUINO DA SILVA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM JUAZEIRO DO NORTE <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS EXECUTIVOS DE 2 DE MAIO DE 2005 Declara nula a inscrição de contribuinte no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do Ministério da Fazenda. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM JUAZEIRO DO NORTE - CE, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria do Ministro da Fazenda nº. 030 de 25/02/2005, publicada no DOU de 04/03/2005 e fundamentado no art. 50, inciso II, da IN SRF nº. 02, de 02 de janeiro de 200, declara: Nº 8 - ANULADA, de ofício, a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do Ministério da Fazenda de nº //000-44, em nome da firma: ASSOCIAÇÃO DE PAIS E COMUNITÁRIOS DO SÍTIO SANTO ANTONIO, da jurisdição desta Unidade, nos termos do Art. 26, inciso I e II, º e 2º, da IN SRF nº 200/2002, conforme consta no processo nº / Nº 9 - ANULADA, de ofício, a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do Ministério da Fazenda de nº //000-9, em nome da firma: COMERCIAL HIDRAU- LICO SILVA LTDA, da jurisdição desta Unidade, nos termos do Art. 26, º, da IN SRF nº 200/2002, conforme consta no processo nº / ANTONIO LEITE SILVA 4ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM RECIFE <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 35, DE 25 DE ABRIL DE 2005 Declara o reconhecimento do direito à RE- DUÇÃO do Imposto sobre a Renda e adicionais não restituíveis, na área de atuação da extinta SUDENE, a favor da pessoa jurídica MAJE DO NORDESTE INDÚS- TRIA E COMÉRCIO DE MATERIAIS ELÉTRICOS LTDA, inscrita no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas sob o nº / O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM RECIFE - PE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 250, inciso XXI, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria do Ministro da Fazenda nº 030, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 04 de março de 2005, e no gozo da competência determinada pelo artigo 3º, parágrafo º, do Decreto nº 4.23, de 26 de abril de 2002, c/c o artigo 60, parágrafo º, da Instrução Normativa SRF nº 267, de 23 de dezembro de 2002, resolve: º - DECLARAR, com fundamento no artigo 73, caput, e parágrafos º ao 4º, c/c os artigos 59, 60, caput, e parágrafos, da supracitada Instrução Normativa SRF nº 267/2002, sem prejuízo das demais normas em vigor que regem a matéria, e tendo em vista o que consta do processo nº / , notadamente, pelo teor em que se encerra a Informação Fiscal prestada pelo Serviço de Orientação e Análise Tributária, peça integrante daquele feito às fls. 52/56, o RECONHECIMENTO DO DIREITO À REDUÇÃO do Imposto sobre a Renda e adicionais não restituíveis em favor da pessoa jurídica MAJE DO NORDESTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MATERIAIS ELÉTRICOS LTDA, inscrita no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídica sob o nº /000-97, nos termos a seguir destacados: -Pessoa Jurídica beneficiária da Redução: MAJE DO NOR- DESTE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MATERIAIS ELÉTRICOS LT D A 2-C. N. P. J.: / Endereço da sede: Rodovia pe 5, km 22.5, nº 32/33, Distrito Industrial Santos Dumont - Nova Tiúma Cidade:São Lourenço Da Mata Estado: Pernambuco 4-Endereço da Unidade Produtora: RODOVIA PE 5, KM 22.5, Nº 32/33, DISTRITO INDUSTRIAL SANTOS DUMONT - NOVA TIÚMA Cidade: SÃO LOURENÇO DA MATA Estado: PER- NAMBUCO; 5-Incentivo Fiscal objeto do Laudo Constitutivo: Redução do Imposto sobre a Renda e adicionais não restituíveis; 6-Fundamentação legal para o reconhecimento do direito: artigo 3 da Lei nº 4.239, de 27 de junho de 963, com a redação dada pelo artigo º do Decreto-lei nº.564, de 29 de julho de 977, com as alterações introduzidas pelo artigo 3º da Lei nº 9.532, de 0 de dezembro de 997 e artigo º da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 200; 7-Condição onerosa atendida: INSTALAÇÃO de empreendimento industrial na área de atuação da extinta Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste - SUDENE; 8-Setor prioritário considerado: Eletro-Eletrônicos, conforme o artigo 2º, inciso VII, do Decreto nº 4.23, de 26 de abril de 2002; 9-Atividade Objeto da Redução: Fabricação de Componentes Elétricos; 0-Capacidade instalada do empreendimento: peças/ano - Ano-calendário em que o empreendimento entrou em operação: 2004; 2- Prazo de vigência da redução: 09 (nove) anos; 3- Início do prazo: ano-calendário de 2005; 4- Término do prazo: ano-calendário de 203; 5-Percentual de redução do Imposto de Renda e adicionais não restituíveis: 75% GIOVANNI CHRISTIAN NUNES CAMPOS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 36, DE 28 DE ABRIL DE 2005 Autoriza o fornecimento de selos de controle de bebidas para importação O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM RECIFE - PE, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 227, inciso II, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria do Ministro da Fazenda n.º 259, de 24 de agosto de 200, publicada no D.O.U. de 29 de agosto de 200, e tendo em vista o inciso I do artigo 57 da Instrução Normativa SRF n.º 504/2005, e o que consta do processo nº /2005-, resolve:. Autorizar o fornecimento de (duzentos e trinta e cinco mil, quatrocentos e sessenta e quatro) selos de controle, tipo Uísque, cor amarela e, (vinte e nove mil, novecentos e cinqüenta e dois) selos de controle, tipo Uísque Miniatura, cor amarela, para selagem no exterior, a empresa DIAGEO BRASIL LTDA., CNPJ n.º / , inscrita no Registro Especial de Estabelecimento Importador de Bebidas Alcoólicas sob o n.º 040/034, na categoria de Importador, de acordo com os seguintes elementos abaixo discriminados:

14 4 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 Marca Comercial Características do Produto Quantidade de Caixas Quantidade de Unidades JW RED LABEL Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 8 anos JW BLACK LABEL Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 2 anos JW GREEN LABEL Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 5 anos JW RED LABEL MINI Caixas de 92 garrafas de 50ml, 40GL, 8 anos J&B RARE MINI Caixas de 20 garrafas de 50ml, 40GL, 8 anos J&B RARE Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 8 anos LOGAN Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 2 anos OLD PARR Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 2 anos WHITE HORSE Caixas de 2 garrafas de litro, 40GL, 8 anos GIOVANNI CHRISTIAN NUNES CAMPOS 5ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM SALVADOR <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 35, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM SALVADOR, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 250, Inciso II, do Regimento Interno da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União, de 04 de março de 2005, com base no art. 26, inciso I, da Instrução Normativa nº 200, de 3/09/2002, declara: ANULADA a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ da pessoa jurídica abaixo relacionada, por ter sido atribuído mais de um número de inscrição para a mesma pessoa jurídica. CNPJ / RAZÃO SOCIAL EDVALDO OLIVEIRA SOUZA DE SALVADOR PROCESSO / <!ID >ATOS DECLARATÓRIOS TITO AUGUSTO CESAR PIRES VIVEIROS EXECUTIVOS DE 29 DE ABRIL DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM SALVADOR/BA, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo Art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF n.º 030, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no DOU de 04 de março 2005, resolve: Nº 39 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / IMUNOSYSTEMS COMERCIAL LTDA E /03/2005 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 40 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / GERSEG - GERENCIAL DE SEGURANÇA E VIGILÂN- E /2/2004 CIA LTDA Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 4 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / ETP CONSTRUÇÕES E PLANEJAMENTO LTDA E /2/2004 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 42 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO /000-0 TELEMATIC TECNOLOGIA LTDA E /2/2004 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 43 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / MACHADO RIBEIRO EDITORA E DISTRIBUIDORA LT- E /2/2004 DA Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 44 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / TECNOLOGIA AVANÇADA GARANTIDA S/A E /0/2005 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 45 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / CONSTRUTORA MESTRE SILVA LTDA E /02/2005 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 46 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / CONSTRUTORA QUEIROZ PIMENTEL LTDA E / / 2004 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 47 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / PRINCE NUTRIÇÃO LTDA E / / 2004 Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. Nº 48 - Art. º - Declarar que a Certidão Positiva de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, com Efeitos de Negativa, abaixo relacionada, é documento inidôneo, uma vez que foi emitida em desacordo com as disposições da Instrução Normativa SRF n.º 93/0, de 23 de novembro de 200. CNPJ NOME EMPRESARIAL NÚMERO DA CND DATA DA EMISSÃO / PEE - PLENA EMPREENDIMENTOS E ENGENHARIA E / / 2004 LT D A Art. 2º - Declarar que tal documento é nulo de pleno direito, não produzindo qualquer efeito desde a data de sua emissão. TITO AUGUSTO CÉSAR PIRES VIVEIROS 6ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM BELO HORIZONTE <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 0, 25 DE FEVEREIRO DE 2005 Concede o Registro Especial para operação com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM BELO HO- RIZONTE/MG, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF n.º 259, 24 de agosto de 200, publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 29 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto na Instrução Normativa (IN) SRF nº 7, 24 de agosto de 200, DOU de 3 de setembro de 200, alterada pela IN SRF nº 0, de 2 de dezembro de 200, DOU 26 de dezembro de 200, e considerando o que consta no processo /2004-5, resolve: Art. º Conceder à pessoa jurídica SUZANO BAHIA SUL PAPEL E CELULOSE S/A, CNPJ: /000-55, o Registro Especial nº DP/060/03 para operação com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos, de que trata a IN SRF nº 7, de 24 de agosto de 200, alterada pela IN SRF nº 0, de 2 de dezembro de 200. Art. 2º O presente Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. HERMANO LEMOS DE AVELLAR MACHADO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM GOVERNADOR VALADARES <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 9, DE 27 DE ABRIL DE 2005 Cancela o Registro Especial de Gráfica (GP) para operação com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos. A DELEGADA DA RECEITA FEDERAL EM GOVER- NADOR VALADARES-MG, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 030, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 04 de março de 2005 e tendo em vista o disposto na Instrução Normativa SRF nº

15 Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN , de 24 de agosto de 200, DOU de 3 de setembro de 200, alterada pela IN SRF nº 0, de 2 de dezembro de 200, publicada no DOU de 26 de dezembro de 200 e considerando o que consta no processo nº /2005-5, declara: Art. º Cancelado, a pedido do contribuinte, o Registro Especial na condição específica de Gráfica - impressor de livros, jornais e periódicos, que recebe papel de terceiros ou o adquire com imunidade tributária (GP), sob o número GP-0603/36, concedido através do Ato Declaratório Executivo nº 6 de 3 de agosto de 2002, para o estabelecimento da empresa GRÁFICA E EDITORA ATIVA LTDA, inscrita no CNPJ nº /000-56, localizado à Rua Quatro, 47, Jardim Ipê, Governador Valadares-MG. Art. 2º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. MARÍLIA MEDINA PEIXOTO Substituta 7ª REGIÃO FISCAL INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL NO RIO DE JANEIRO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 24, DE 20 DE ABRIL DE 2005 O INSPETOR DA RECEITA FEDERAL NO RIO DE JA- NEIRO, no uso de sua competência legal, estabelecida no art. 250, da Portaria MF nº 30, publicada no DOU de 04/03/2005, e tendo em vista o que consta no processo nº / , declara, com fundamento no artigo 23, parágrafo único, inciso I, do Regulamento Aduaneiro, aprovado pelo Decreto nº 4.543, de 26/2/2002, publicado no DOU de 27/2/2002, que após a publicação do presente Ato Declaratório, acham-se liberados, com a finalidade de transferência de uso, os bens constantes da DI nº 04/ , importados com isenção vinculada à qualidade do importador e à destinação, da Fundação Coordenação de Projetos e Estudos Tecnológicos - COPPETEC para a Universidade Federal de Uberlândia - UFU. Este Ato Declaratório somente produzirá efeitos quando acompanhado da cópia da sua publicação no Diário Oficial da União. TARCISIO CRUZ DA SILVA 8ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM RIBEIRÃO PRETO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 35, DE 28 DE ABRIL DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE RIBEIRÃO PRETO-SP, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 250, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 030, de 25/02/2005, publicado no D.O.U. de 04/03/2005, com fundamento nos artigos 46 e 47 da Instrução Normativa SRF Nº46, de 8 de outubro de 2004, e tendo em vista o que consta no processo administrativo nº /2005-7, declara que fica CANCELADO DE OFÍCIO a inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) sob nº , em nome de BENE- DITO LUIZ DE FRANCA, por ter sido atribuída mais de uma inscrição à mesma pessoa física. GLAUCO PETER ALVAREZ GUIMARAES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM SANTOS SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 28, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Exclui sujeitos passivos do Parcelamento Especial (Paes), de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de O CHEFE DA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DE SANTOS, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto nos arts. º e 7º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, nos arts. 9º a 4 da Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 3, de 25 de agosto de 2004, e na Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declara: Art. º Ficam excluídos do Parcelamento Especial (Paes) de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, na forma do art. 7º da citada lei, os seguintes sujeitos passivos constantes no Anexo Único, tendo em vista que após a alocação dos pagamentos efetuados às parcelas Paes, foi verificada a inadimplência correspondente a três ou mais parcelas consecutivas. Art. 2º O detalhamento da motivação da exclusão pode ser obtido na página da Secretaria da Receita Federal na Internet, no endereço <www.receita.fazenda.gov.br>, com a utilização da Senha Paes. Art. 3º É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 0 dias, contados da data de publicação deste Ato Declaratório Executivo, apresentar recurso administrativo dirigido ao Delegado da Receita Federal de Santos, no Protocolo desta Delegacia, situada em Santos, na Rua do Comércio nº 86, no horário das 8:00 às 2:00 horas. Art. 4º Não havendo apresentação de recurso no prazo previsto no art. 3º, a exclusão do Paes tornar-se-á definitiva. Art. 5º Este ato entra em vigor na data de sua publicação. ARI VENDRAMINI ANEXO ÙNICO Relação de pessoas excluídas do Parcelamento Especial (Paes)Inadimplência correspondente a três ou mais parcelas consecutivas Relação dos CPF das pessoas físicas excluídas <!ID > Relação dos CNPJ das pessoas jurídicas excluídas / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 29, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Exclui sujeitos passivos do Parcelamento Especial (Paes), de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de O CHEFE DA SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA DA DELEGACIA DE SANTOS, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto nos arts. º e 7º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, nos arts. 9º a 4 da Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 3, de 25 de agosto de 2004, e na Portaria Conjunta PGFN/SRF nº 4, de 20 de setembro de 2004, declara: Art. º Ficam excluídos do Parcelamento Especial (Paes) de que trata o art. º da Lei nº 0.684, de 30 de maio de 2003, na forma do art. 7º da citada lei, os seguintes sujeitos passivos constantes no Anexo Único, tendo em vista que após a alocação dos pagamentos efetuados às parcelas Paes, foi verificada a inadimplência correspondente a três ou mais parcelas consecutivas. Art. 2º O detalhamento da motivação da exclusão pode ser obtido na página da Secretaria da Receita Federal na Internet, no endereço <www.receita.fazenda.gov.br>, com a utilização da Senha Paes. Art. 3º É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 0 dias, contados da data de publicação deste Ato Declaratório Executivo, apresentar recurso administrativo dirigido ao Delegado da Receita Federal de Santos, no Protocolo desta Delegacia, situada em Santos, na Rua do Comércio nº 86, no horário das 8:00 às 2:00 horas. Art. 4º Não havendo apresentação de recurso no prazo previsto no art. 3º, a exclusão do Paes tornar-se-á definitiva. Art. 5º Este ato entra em vigor na data de sua publicação. ARI VENDRAMINI

16 6 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 ANEXO ÙNICO Relação de pessoas excluídas do Parcelamento Especial (Paes)Inadimplência correspondente a três ou mais parcelas consecutivas Relação dos CPF das pessoas físicas excluídas <!ID > Relação dos CNPJ das pessoas jurídicas excluídas / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / <!ID >ATO DECLARATÓRIO 9ª REGIÃO FISCAL EXECUTIVO N o - 46, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Cancela inscrição de Despachante Aduaneiro. O SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL NA 9ª REGIÃO FISCAL, no uso da atribuição que lhe confere o parágrafo º do artigo 5º da Instrução Normativa DpRF nº 09, de 2 de outubro de 992, e conforme disposto no item 4 da Ordem de Serviço GAB/SRRF/9ª RF nº 2, de 29 de outubro de 992, resolve: Art. º Cancelar a inscrição nº 9D.0.203, de Andrea Menezes Vianna, CPF , constante do Ato Declaratório Executivo SRRF09/Diana nº 27, de 2 de setembro de 200, publicado no Diário Oficial da União de 4 de setembro de 200, por renúncia expressa do inscrito, conforme processo nº / Art. 2º Este ato entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. LUIZ BERNARDI DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM C A S C AV E L <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 24, DE 2 DE MAIO DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM CASCA- VEL-PR, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 227 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 259, de 24 de agosto de 200, e tendo em vista o disposto no artigo 26 da Instrução Normativa nº 200, de 3 de setembro de 2002 e o que consta no processo administrativo fiscal nº / , declara: Art. Único: Anulado o CNPJ abaixo relacionado, tendo em vista haver sido atribuído mais de um número de inscrição para a mesma pessoa jurídica / FRITSCHI & CIA LTDA GUILHERMO ZACARIAS SOLOAGA CARDOZO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM FOZ DO IGUAÇU <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 30, DE 2 DE MAIO DE 2005 Declara ativa a inscrição no CNPJ. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM FOZ DO IGUAÇU-PR, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº. 30, de 25 de fevereiro de 2005 e tendo em vista o disposto nos arts. 39, 9 e 28, º, inciso II, alínea a, combinado com o art. 49, 3º, da Instrução Normativa SRF nº. 200, de 3 de setembro de 2002, declara: I - Ativa, a partir desta data, a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ nº /000-07, em nome da empresa ECO TURISMO LTDA. JOSÉ CARLOS DE ARAUJO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM PA R A N A G U Á <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o -, DE 29 DE ABRIL DE 2005 Habilita o estabelecimento que menciona ao Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto). O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM PARANA- GUÁ, EM EXERCÍCIO POR DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIA, CONFERIDA PELA PORTARIA DRF/PARANAGUÁ nº 060 DE 26/04/2005, PUBLICADA NO DOU DE 27/04/2005, no uso da competência estabelecida no artigo 250, inciso XXI, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no DOU de 4 de março de 2005, e no artigo 5º da Instrução Normativa SRF nº 477, de 4 de dezembro de 2004, declara: I - Habilitado a operar o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto) o estabelecimento designado pelo CNPJ nº /000-50, da FOR- TESOLO SERVIÇOS INTEGRADOS LTDA, em caráter precário, na qualidade de Operador Portuário, em vista do constante nos autos do Processo nº /2005-5, nos termos, prazos e condições estabelecidos nos artigos 3 a 7, da Lei nº.033, de 2 de dezembro de 2004, no Decreto nº 5.28, de 23 de novembro de 2004, no disposto na Instrução Normativa SRF nº 477, de 4 de dezembro de 2004, e na legislação correlata. II - Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. CELSO JOSÉ FERREIRA DE OLIVEIRA INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL EM CURITIBA <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 7, DE 28 DE ABRIL DE 2005 O INSPETOR DA RECEITA FEDERAL EM CURITIBA, no uso da atribuição que lhe é conferida pelo artigo 39 da Instrução Normativa SRF nº 200, de 3 de setembro de 2002, e com base nos artigos 8 e 82 da Lei 9430/996 e artigo 29, inciso III, combinado com o artigo 37, incisos I e III; artigo 29, inciso IV; e artigo 43, 3º, incisos III e V da referida IN, resolve: Artigo º. Declarar inapta a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) abaixo identificada, conforme constatado no respectivo processo administrativo fiscal. Artigo 2º. Declarar tributariamente ineficazes os documentos emitidos pela pessoa jurídica a partir da data informada. CONTRIBUINTE CNPJ PROCESSO DATA DE INAPTIDÃO Parceria Comercial Importadora e Exportadora de Produtos Manufaturados Ltda / / /03/200 ARLINDO LUIZ GUERRO

17 <!ID > INSTRUÇÃO <!ID > ATO <!ID > ATO <!ID > ATO <!ID > ATO Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL EM NOVO HAMBURGO <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 2, DE 2 DE ABRIL DE 2005 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL EM NOVO HAMBURGO/RS, NO USO das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 250 do Regimento Interno, aprovado pela Portaria MF nº 30, de 25 de fevereiro de 2005, em face disposto ao artigo 40 da Lei nº 0.865, de 30 de abril de 2004, com a redação dada pelo art. 6º da Lei nº 0.925, de 2004, e na forma do despacho exarado no processo nº / , declara: Artigo º Fica concedida habilitação, como pessoa jurídica preponderantemente exportadora, à INDÚSTRIA DE PELES PAMPA LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº /000-42, com estabelecimento matriz localizado na Rua Estância Velha, nº 200, Bairro Portão Velho, no Município de Portão (RS), e estabelecimentos filiais (CNPJ / ) na Rodovia GO 020, Km 0, s/nº, Zona Rural, no Município de Senador Canedo (GO), (CNPJ / ) na Avenida 4, nº 873, Bairro Centro, no Município de Rio Maria (PA), e (CNPJ / ) na Rua Sergipe, nº 75, Bairro Vila Mendonça, no Município de Araçatuba (SP), para adquirir matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem com suspensão da contribuição para o PIS/PA- SEP e da COFINS, nos termos dos artigos º, 2º e 5º da IN SRF nº 466, de 4 de novembro de Artigo 2º Constatado, em procedimento de fiscalização, que o contribuinte não preenchia à época da expedição deste Ato Declaratório Executivo (ADE) ou que deixou de preencher as condições previstas para a obtenção da habilitação, serão suspensos os efeitos do ADE e aplicadas as penalidades cabíveis. Artigo 3º Caso a empresa venha a optar pelo Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES), ou passe a apurar seu imposto de renda com base no Lucro Presumido, deverá, na mesma data, comunicar a ocorrência do fato à Seção de Fiscalização da Delegacia da Receita Federal de seu domicílio Fiscal, ficando imediatamente suspensos os efeitos deste ADE. Art 4º Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União. CLARI MARIA FANTINEL DORNELLES INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL EM PORTO ALEGRE <!ID >ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 3, DE 25 DE ABRIL DE 2005 O INSPETOR DA RECEITA FEDERAL EM PORTO ALE- GRE/RS, usando da atribuição que lhe confere o inciso II do art.250, do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF nº 030, de 25 de fevereiro de 2005, publicada no DOU de 04 de março de 2005, e tendo em vista o disposto no artigo 39 da Instrução Normativa SRF nº 200/02, de 3 de setembro de 2002: Declara a empresa KM EXPRESS CARGO LTDA, CNPJ nº /000-66, INAPTA por inexistência de fato; por não ter comprovado o seu efetivo funcionamento; por ter ocultado o verdadeiro responsável pelas operações; por ter ocultado o fato de ser importador por conta e ordem de terceiros; e por ter propiciado aos destinatários das mercadorias importadas o aproveitamento indevido do crédito do IPI. Efeitos a partir de 09/05/2002, conforme Processo de Representação nº / CONSIDERA inidôneos, não produzindo efeitos tributários em favor de terceiros interessados, os documentos emitidos por esta pessoa jurídica, a partir de 09/05/2002, nos termos do art. 43, 3º, incisos III e V, da IN SRF nº 200/2002. Dispositivos Legais: Art. 8, º da Lei nº 9.430/96; Art. 23, 2º de Decreto-Lei nº.455/76; Art.29, inciso IV, c/c Arts.39 e 43, 3º, incisos III e V da IN SRF nº 200/2002. PAULO RENATO TRINDADE VALÉRIO COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS N o - 49, DE 2 DE MAIO DE 2005 Dispõe sobre o cadastramento de investidores não-residentes, altera e acrescenta dispositivo à Instrução CVM nº 387, de 28 de abril de 2003, e acrescenta dispositivo à Instrução CVM nº 325, de 27 de janeiro de O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBI- LIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado, em reunião realizada no dia 27 de abril de 2005, com fundamento no Art. 8, inciso II, alíneas "a" e "c", da Lei n o 6.385, de 7 de dezembro de 976, resolveu baixar a seguinte Instrução: Art. o Fica acrescentado à Instrução CVM n o 387, de 28 de abril de 2003, o seguinte Art. 2-A: Art. 2-A. As corretoras poderão efetuar o cadastramento de investidores não residentes de forma simplificada, de acordo com o que dispuserem as normas editadas por bolsas e entidades administradoras de mercados de balcão organizado, desde que: I - o investidor não residente seja cliente de instituição intermediária estrangeira, perante a qual esteja devidamente cadastrado na forma da legislação aplicável no país de origem desta; II - a instituição intermediária a que se refere o inciso I assuma, perante a corretora, a obrigação de apresentar, sempre que solicitado, todas as informações exigidas pelas Instruções da CVM que dispõem sobre o cadastramento de investidores no âmbito do mercado de valores mobiliários, devidamente atualizadas, bem como outras informações exigidas por órgãos públicos brasileiros com poderes de fiscalização; III - a corretora: a) estabeleça critérios que lhe permitam avaliar o grau de confiabilidade da instituição intermediária estrangeira; b) adote medidas necessárias com o fim de assegurar-se de que as informações cadastrais do cliente serão prontamente apresentadas pela instituição estrangeira, sempre que solicitadas; e c) assegure-se de que a instituição estrangeira adota práticas adequadas de identificação e cadastramento de clientes, condizentes com a legislação aplicável no respectivo país de origem. IV - o país em que a instituição intermediária estrangeira esteja localizada não seja considerado como país de alto risco em matéria de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, e não esteja classificado como um país não-cooperante por organismos internacionais, em relação ao combate a ilícitos dessa natureza; e V - o órgão regulador do mercado de capitais do país de origem da instituição intermediária estrangeira tenha celebrado com a CVM acordo de cooperação mútua que permita o intercâmbio de informações financeiras de investidores. o As normas mencionadas no caput deverão contemplar, no mínimo, os seguintes requisitos: I - obrigatoriedade de celebração de contrato escrito entre as corretoras e os intermediários estrangeiros, o qual deve contemplar o seguinte conteúdo mínimo: a) declaração do intermediário estrangeiro de que possui as informações cadastrais exigidas nas Instruções da CVM que dispõem sobre o cadastramento de investidores no âmbito do mercado de valores mobiliários, e de que se obriga a mantê-las permanentemente atualizadas; b) obrigação de o intermediário estrangeiro apresentar à corretora ou diretamente à CVM, nos prazos estabelecidos pela bolsa, pelas entidades administradoras de mercados de balcão organizado, ou pela CVM, as informações cadastrais complementares dos investidores não residentes, devidamente atualizadas; c) cláusulas que estabeleçam a sujeição do contrato às leis brasileiras, e a competência do Poder Judiciário brasileiro para conhecer de quaisquer demandas ajuizadas em razão de controvérsias derivadas do contrato, admitida a existência de compromisso arbitral, em que se estipule que a arbitragem deverá desenvolver-se no Brasil; e d) cláusula que imponha a rescisão, em caso de descumprimento da obrigação de fornecimento de informações cadastrais de investidores não residentes por requisição da corretora, da bolsa, de entidade administradora de mercado de balcão organizado, ou de órgão público brasileiro com poderes de fiscalização. II - proibição para o uso de cadastro simplificado perante quaisquer corretoras para clientes que atuem por intermédio de intermediários estrangeiros que tenham descumprido a obrigação de fornecimento de informações sobre investidores não residentes; III - prazos e forma de comunicação, pela corretora, à bolsa ou ao mercado de balcão organizado de que for membro, sobre a celebração, rescisão ou alteração do contrato, bem como do descumprimento de quaisquer estipulações neles contidas; IV - regras de guarda dos contratos a que se refere o inciso I pela corretora; e V - inclusão da verificação da conformidade dos contratos e o cumprimento, pelas corretoras, das normas pertinentes, nas auditorias periódicas realizadas pela bolsa ou pela entidade administradora de mercado de balcão organizado nas corretoras. 2 o As bolsas e as entidades administradoras de mercados de balcão organizado deverão submeter as normas mencionadas no caput à aprovação do Colegiado da CVM previamente ao início de sua vigência. 3 o As bolsas e as entidades administradoras de mercados de balcão organizado deverão manter à disposição da CVM relação atualizada dos contratos celebrados entre os intermediários estrangeiros e as corretoras sujeitas à sua auto-regulação. 4 o O disposto neste artigo aplica-se, no que couber, às depositárias centrais, às câmaras de compensação e de liquidação, e seus respectivos participantes, no relacionamento com custodiantes globais que exerçam a atividade de custódia de valores mobiliários de investidores não residentes. Art. 2 o O caput do Art. 0 da Instrução CVM n o 387, de 2003, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 0. O cadastro a que faz referência o caput do artigo anterior deve conter, no mínimo, as informações previstas no o do art. 3 o da Instrução CVM n o 30, de 6 de abril de 999, ressalvada a hipótese de que trata o art. 2-A. (NR) Art. 3 o Fica acrescentado ao Art. 5 o da Instrução CVM n o 325, de 27 de janeiro de 2000, o seguinte 3 o : 3 o Nos casos em que o investidor não residente atue por intermédio de instituição estrangeira, admitir-se-á que o contrato a que se refere o inciso III seja firmado pela instituição estrangeira, em nome do investidor não residente, desde que, na forma da regulamentação em vigor, a instituição custodiante se assegure de que o investidor não residente se encontra devidamente cadastrado perante a instituição estrangeira. Art. 4 o As bolsas e entidades administradoras de mercados de balcão organizado deverão adaptar seus regulamentos ao disposto nesta Instrução no prazo máximo de 30 (trinta) dias contados da sua publicação. Art. 5 o As corretoras que optarem por cadastrar investidores não residentes de forma simplificada terão prazo até 3 de julho de 2005 para regularizarem as informações de seus clientes conforme o disposto nesta Instrução. Art. 6 o Esta Instrução entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União. MARCELO FERNANDEZ TRINDADE SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES INSTITUCIONAIS DECLARATÓRIO N o , DE 2 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Relações com Investidores Institucionais da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada pela Deliberação CVM nº 58, de 2/07/93, autoriza a ABN AMRO ASSET MANAGEMENT DISTRIBUIDORA DE TÍ- TULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., C.N.P.J. nº , a prestar os serviços de Administrador de Carteira de Valores Mobiliários previstos na Instrução CVM nº 306, de 05 de maio de 999. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND DECLARATÓRIO N o , DE 2 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Relações com Investidores Institucionais da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada pela Deliberação CVM nº 58, de 2/07/93, cancela, a pedido, a autorização concedida ao Sr. MARIO HENRIQUE MAR- TINS, C.P.F. nº , para prestar os serviços de Administrador de Carteira de Valores Mobiliários previstos na Instrução CVM nº 306, de 05 de maio de 999. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND DECLARATÓRIO N o , DE 2 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Relações com Investidores Institucionais da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada pela Deliberação CVM nº 58, de 2/07/93, cancela o ATO DECLARATÓRIO N o DE 25 de ABRIL de 2005, PUBLICADO NO D.O.U. de 26/04/2005, Seção, Página 40. CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND DECLARATÓRIO N o , DE 2 DE MAIO DE 2005 O Superintendente de Relações com Investidores Institucionais da Comissão de Valores Mobiliários, no uso da competência que lhe foi delegada pela Deliberação CVM nº 58, de 2/07/93, autoriza a(s) pessoa(s) física(s) relacionada(s) abaixo a prestar o serviço de Analista de Valores Mobiliários previsto na Instrução CVM nº 388, de 30 de abril de 2003: ANDERSON TRAPP - C.P.F. nº ; AVELINO GONÇALVES DE ALMEIDA F - C.P.F. nº ; BRUNO BATISTELLA - C.P.F. nº ; FABIO ANDERAOS DE ARAUJO - C.P.F. nº ; JOSÉ LÚCIO AGUIAR GOMES - C.P.F. nº ; LUIS CLAUDIO ISSAO KURATI - C.P.F. nº ; LUIZ ALBERTO BINZ - C.P.F. nº ; LUIZ HENRIQUE CERQUEIRA VALVERDE - C.P.F. nº ; MARCOS MORENO CHAGAS ASSUMPÇÃO - C.P.F. nº ; MATEUS SCHERER CALDASSO - C.P.F. nº ; RICARDO BARBOSA LEONARDOS - C.P.F. nº ; RICARDO DE CAMPOS - C.P.F. nº ; RUBEM GONÇALVES CRUSIUS - C.P.F. nº e WALTER BRASIL MESTIERI MUNDELL - C.P.F. nº CARLOS EDUARDO P. SUSSEKIND

18 <!ID > 8 ISSN PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 2ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTO PAUTA DAS SESSÕES ORDINÁRIAS A SEREM REA- LIZADAS NAS DATAS A SEGUIR MENCIONADAS, NO SETOR COMERCIAL SUL, QUADRA 0, BLOCO "J", SALA 605, EDI- FÍCIO ALVORADA, BRASÍLIA/DF. OBSERVAÇÃO: Serão julgados na primeira sessão subseqüente, independentemente de nova publicação, os recursos cuja decisão tenha sido adiada em razão de pedido de vista de Conselheiro, não comparecimento do Conselheiro Relator, falta de tempo na sessão marcada, ser feriado ou ponto facultativo ou por outro motivo objeto de decisão do Colegiado. DIA 8 DE MAIO DE 2005, ÀS 09:00 HORAS RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) NAURY FRAGOSO TA N A K A - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: CARLOS ROBERTO GIAROLA - Recorrida: 2ª TUR- MA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: FRANCISCO CARLOS ORTHMEYER - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: PAULO AFONSO MIRANDA - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - IRPF - Ex(s): 2000 a Recurso nº: EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº: / Recorrentes: 4ª TURMA/DRJ- PORTO ALEGRE/RS e PAULO CESAR SCHNEIDER - IRPF - Ex(s): 200. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO HENRI- QUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA 5 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: SÃO SEBASTIÃO ADMINISTRAÇÃO DE BENS S/C LTDA. - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - IRF - Ano(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: FELINTO ALVES MARIA - Recorrida: 6ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): 996. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ OLESKOVICZ 7 - Recurso nº: EX OFFICIO - Processo nº: / Recorrente: 0ª TURMA/DRJ-SÃO PAU- LO/SP I - Interessado(a): THE WALT DISNEY COMPANY (BRA- SIL) LTDA. - IRF - Ano(s): 998, 999 e Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ANTÔNIO TEIXEIRA FILHO - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ANTÔNIO SIDNEY RIBEIRO - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - IRPF - Ex(s): 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS 0 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ARNOLDO SOUZA DE OLIVEIRA - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - IRPF - Ex(s): 995, Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ARNOLDO SOUZA DE OLIVEIRA - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - IRPF - Ex(s): 994. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE AN- DRADE LIMA DA FONTE FILHO 2 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JORGE FRANCISCO DE OLIVEIRA GUIMA- RÃES - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: FRANCISCO RODOLFO ALMEIDA - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): 990. DIA 8 DE MAIO DE 2005, ÀS 4:00 HORAS RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) NAURY FRAGOSO TA N A K A 4 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: CASEMIRO URBANO - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-RECIFE/PE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: SINAL S.A. SOCIEDADE CORRETORA DE VA- LORES (EM LIQUIDAÇÃO EXTRA JUDICIAL) - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - IRF - Ano(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: LUIZ ANTÔNIO CÉSAR ASSUNÇÃO - Recorrida: 6ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: NERY SILVEIRA MENEGONI - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - IRPF - Ex(s): 994. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO HENRI- QUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA 8 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: PINHALENSE S.A. MÁQUINAS AGRÍCOLAS - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRF/ILL - Ex(s): 989 e 990. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ OLESKOVICZ 9 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: PEDRO ELOI SOARES - Recorrida: 3ª TUR- MA/DRJ-BRASÍLIA/DF - IRPF - Ex(s): 998 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: CÁTIA CILENE ROTA - Recorrida: 5ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS 2 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: RUI CÉSAR HENNING - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): 999 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: NATANAEL BIZERRA AMÉRICO - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - IRPF - Ex(s): 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE AN- DRADE LIMA DA FONTE FILHO 23 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: SIDNEI GUIMARÃES LIPORACE - Recorrida: ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ ESCALONE SILVA - Recorrida: 3ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: HÉLIO LOURENÇO - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ- SANTA MARIA/RS - IRPF - Ex(s): 200. DIA 9 DE MAIO DE 2005, ÀS 09:00 HORAS RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) NAURY FRAGOSO TA N A K A 26 - Recurso nº: Processo nº: / Embargante: DRF-CAXIAS DO SUL/RS - Embargada: SE- GUNDA CÂMARA DO PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRI- BUINTES - Interessado: JOÃO SPIER - IRPF - Ex(s): 993 a Recurso nº: EX OFFICIO e VOLUNTÁRIO - Processo nº: / Recorrentes: 2ª TURMA/DRJ- BELÉM/PA e JÁDER FONTENELLE BARBALHO - IRPF - Ex(s): 998 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: LUIZ CARLOS MATIAS - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-FLORIANÓPOLIS/SC - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: FÁBIO VICENTE FERREIRA - Recorrida: 2ª TUR- MA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): 998, 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO HENRI- QUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA 30 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: AUTO VIAÇÃO URUBUPUNGÁ LTDA. - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRF/ILL - Ex(s): 989 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: URUBUPUNGÁ TRANSPORTES E TURISMO LTDA. - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRF/ILL - Ex(s): 989 a 992. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ OLESKOVICZ 32 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ RICARDO CONSIGLIO - Recorrida: 6ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JAIRO FARACCO - Recorrida: 2ªTURMA/DRJ- CAMPO GRANDE/MS - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ÂNGELA MARIA DE RÉ - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: RICARDO NASCIMENTO HASTENREITER - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - IRPF - Ex(s): RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS 36 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: WILMAR MARTINS TEIXEIRA - Recorrida: DRJ- BRASÍLIA/DF - IRPF - Ex(s): 993 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: EVERALDO PEREIRA DA COSTA FILHO - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - IRPF - Ex(s): 997, 998. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE AN- DRADE LIMA DA FONTE FILHO 38 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ALFREDINA SILVEIRA PUHL - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ANTONIO CARLOS BRAGA - Recorrida: 5ª TUR- MA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - IRPF - Ex(s): 998 e 999. Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 DIA 9 DE MAIO DE 2005, ÀS 4:00 HORAS RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) NAURY FRAGOSO TA N A K A 40 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: PAULO DE TARSO GONDIM MACHADO - Recorrida: DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): 998 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: MOACIR PEREZ DE SOUZA - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: WALDOMIRO GOMES FILHO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JORGE LUIZ ARMBRUST FIGUEIREDO - Recorrida: 3ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO HENRI- QUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA 44 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: SONOCO DO BRASIL LTDA. - Recorrida: 2ª TUR- MA/DRJ-CURITIBA/PR - IRF - Ano(s): 995 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: AUTO VIAÇÃO M.M. SOUZA TURISMO LTDA. - Recorrida: 5ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - IRF/ILL - Ex(s): 989 a 99. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ OLESKOVICZ 46 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: NILSON NICOLAU DOS SANTOS - Recorrida: 3ª TURMA/DRJ-SALVADOR/BA - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ AUGUSTO ALVES PINTO - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): 998 a 200. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS 48 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: FERNANDO CHINAGLIA LETA - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - IRPF - Ex(s): 994 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ RENATO FERREIRA TORRANO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): 998 e 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE AN- DRADE LIMA DA FONTE FILHO 50 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: MANFREDO LUIZ FRANCISCO BITTENCOURT EGHERT - Recorrida: 3ª TURMA/DRJ-FLORIANÓPOLIS/SC - IRPF/DOI - Ex(s): 999 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ ROBERTO GARCIA - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): 999. DIA 20 DE MAIO DE 2005, ÀS 09:00 HORAS RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) NAURY FRAGOSO TA N A K A 52 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: VOLNEY OSCAR PFUTZENREUTER - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ ROBERTO CARUSO - Recorrida: 3ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): 998 e 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO HENRI- QUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA 54 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: SÍLVIO LUÍS SOUZA DA SILVA - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: TEREZINHA LEANDRO DA SILVA - Recorrida: ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE - IRPF - Ex(s): RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ OLESKOVICZ 56 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: VALTER RIBEIRO WINDMÜLLER - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): 997. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS

19 <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID > PORTARIA <!ID65585-> PORTARIA Nº 83, terça-feira, 3 de maio de ISSN Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ANTÔNIO FERNANDO DE OLIVEIRA FERREI- RA - Recorrida: 2ª TURMA/DRJ-SANTA MARIA/RS - IRPF - Ex(s): 998 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: MIGUEL VINHAS VARELLA - Recorrida: 2ª TUR- MA/DRJ-SANTA MARIA/RS - IRPF - Ex(s): 997 a RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE AN- DRADE LIMA DA FONTE FILHO 59 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: RAIMUNDO SCHWARZ - Recorrida: 2ª TUR- MA/DRJ-SANTA MARIA/RS - IRPF - Ex(s): 996 a Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: WAYNE THOMAS ENDERS - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-RECIFE/PE - IRPF - Ex(s): DIA 20 DE MAIO DE 2005, ÀS 4:00 HORAS RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) NAURY FRAGOSO TA N A K A 6 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JORGE LUIS GIRÃO BARRETO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JORGE LUIS GIRÃO BARRETO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JORGE LUÍS GIRÃO BARRETO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JORGE LUÍS GIRÃO BARRETO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: AGAPITO MACHADO - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: AGAPITO MACHADO - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: AGAPITO MACHADO - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-FORTALEZA/CE - IRPF - Ex(s): 200. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) LEONARDO HENRI- QUE MAGALHÃES DE OLIVEIRA 68 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: ALCIDES MARQUES FILHO - Recorrida: ª TUR- MA/DRJ-RECIFE/PE - IRPF - Ex(s): RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ OLESKOVICZ 69 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: JOSÉ DAHER DE BARROS - Recorrida: 6ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP II - IRPF - Ex(s): 995. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) JOSÉ RAIMUNDO TOSTA SANTOS 70 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: SÔNIA DO CARMO GROBERIO - Recorrida: ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - IRPF - Ex(s): 2000, Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: PAULO JORGE DE PAULA XAVIER - Recorrida: 4ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - IRPF - Ex(s): 999. RELATOR(A): CONSELHEIRO(A) ALEXANDRE AN- DRADE LIMA DA FONTE FILHO 72 - Recurso nº: Processo nº: / Recorrente: RAFAEL DUARTE FÁVERO - Recorrida: 4ª TUR- MA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - IRPF - Ex(s): 994. MARIA DE LOURDES CARNEIRO DE MIRANDA Chefe da Secretaria SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL N o - 306, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria MF nº 83, de 3 de julho de 2003, e tendo em vista as condições gerais da oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN nº 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de compra de Letras do Tesouro Nacional - LTN, cujas características estão definidas no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 200: I - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; II - horário para acolhimento das propostas: de 2h às 3h; III - quantidade máxima de propostas por instituição: 5 (cinco); IV - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 4h30, por meio do Banco Central do Brasil; V - data da liquidação financeira: ; VI - critério de seleção das propostas: melhor preço para o Tesouro Nacional; VII - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente por meio do Sistema Oferta Pública Formal Eletrônica (OFPUB), nos termos do Regulamento do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC); e VIII - quantidade para o público: até (um milhão e quinhentos mil) títulos, que serão distribuídos, a critério do Tesouro Nacional, conforme listado abaixo; IX - características da compra: Título Prazo (dias) Quantidade (em mil) Valor Nominal (em R$) Data do Vencimento LT N 58 Até , Art. 2º Na formulação das propostas de compra deverá ser utilizado preço unitário, com seis casas decimais. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ ANTONIO GRAGNANI N o - 307, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe conferem a Portaria MF nº 83, de 3 de julho de 2003, e a Portaria STN nº 43, de 2 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN nº 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de compra de Notas do Tesouro Nacional, Série B - NTN-B, cujas características estão definidas no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 200: I - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; II - horário para acolhimento das propostas: de 2h às 3h; III - quantidade máxima de propostas por instituição: 5 (cinco); IV - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 4h30, pelo Banco Central do Brasil; V - data da liquidação financeira: ; VI - data-base das NTN-B: ; VII - critério de seleção das propostas: serão aceitas todas as propostas com cotações iguais ou inferiores à cotação máxima aceita, a qual será aplicada a todas as propostas vencedoras; VIII - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente por meio do Sistema Oferta Pública Formal Eletrônica (OFPUB), nos termos do Regulamento do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC); IX - quantidade para o público: até (cem mil) títulos, que serão distribuídos, a critério do Tesouro Nacional, entre os títulos listados abaixo; X - características da compra: Título Prazo a partir da liquidação Quantidade (em mil) Valor Nominal (em R$) Data do Vencimento Adquirente NTN-B 469 dias Até , Público NTN-B.473 dias Até , Público Art. 2º Na formulação das propostas deverá ser utilizada cotação, com quatro casas decimais, devendo o montante de cada proposta contemplar quantidades múltiplas de cinqüenta títulos. Art. 3º Para fins de liquidação financeira do leilão, o valor nominal atualizado até das NTN-B, a ser considerado para o cálculo dos preços unitários será: Título Data-Base VNA NTN-B , Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ ANTONIO GRAGNANI N o - 308, DE 29 DE ABRIL DE 2005 O SECRETÁRIO-ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso das atribuições que lhe conferem a Portaria MF nº 83, de 3 de julho de 2003, e a Portaria STN nº 43, de 2 de março de 2004, e tendo em vista as condições gerais de oferta de títulos públicos previstas na Portaria STN nº 40, de 04 de agosto de 2003, resolve: Art. º Tornar públicas as condições específicas a serem observadas na oferta pública de Notas do Tesouro Nacional, Série B - NTN-B, cujas características estão definidas no Decreto nº 3.859, de 04 de julho de 200: I - data do acolhimento das propostas e do leilão: ; II - horário para acolhimento das propostas: de 2h às 3h; III - quantidade máxima de propostas por instituição: 5 (cinco); IV - divulgação do resultado do leilão: na data do leilão, a partir das 4h30, pelo Banco Central do Brasil; V - data da emissão: ; VI - data da liquidação financeira: ; VII - data-base das NTN-B: ; VIII - critério de seleção das propostas: serão aceitas todas as propostas com cotações iguais ou superiores à cotação mínima aceita, a qual será aplicada a todas as propostas vencedoras; IX - sistema eletrônico a ser utilizado: exclusivamente por meio do Sistema Oferta Pública Formal Eletrônica (OFPUB), nos termos do Regulamento do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC); X - quantidade para o público: até (cem mil) títulos, que serão distribuídos, a critério do Tesouro Nacional, entre os títulos listados abaixo; XI - características da emissão: Título Prazo a partir Quantidade Taxa de juros da liquidação (em mil) Valor Nominal (em R$) JOSÉ ANTONIO GRAGNANI N o - 35, DE 2 DE MAIO DE 2005 O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL, SUBSTI- TUTO, no desempenho das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso XIX do artigo 9º do anexo I do Decreto nº 5.36, de 7 de julho de 2004, e inciso X do artigo 5 da Portaria MF nº 7, de 8 de abril de 996, e considerando as disposições do 3º do artigo 65 da Constituição Federal; as disposições estabelecidas nos artigos 2º, 52 e 53 da Lei Complementar nº 0, de 4 de maio de 2000; e as determinações dos incisos I e II do artigo 24 do Decreto nº 825, de 28 de maio de 993, resolve: Art. º Divulgar as Tabelas 9 e 9-A e os Gráficos 3 e 4 que acompanham o Relatório Resumido da Execução Orçamentária do Governo Federal, relativo ao mês de fevereiro de 2005, de acordo com o art. 62 da Lei nº 0.934, de de agosto de 2004, com a respectiva nota explicativa, em substituição à Tabela 9 e aos Gráficos 3 e 4 divulgados pela Portaria nº 245, de 29 de março de 2005, da STN, publicada no Diário Oficial da União nº 60, Seção, de 30 de março de Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALMÉRIO CANÇADO DE AMORIM ANEXO NOTA EXPLICATIVA Data do Vencimento Adquirente NTN-B 469 dias Até 00 6% a.a..000, Público NTN-B.473 dias Até 00 6% a.a..000, Público Parágrafo único. Os cupons de juros das NTN-B poderão ser negociados separadamente do principal, mantidas as características da emissão. Art. 2º Na formulação das propostas deverá ser utilizada cotação, com quatro casas decimais, devendo o montante de cada proposta contemplar quantidades múltiplas de cinqüenta títulos. Art. 3º Para fins de liquidação financeira do leilão, o valor nominal atualizado até das NTN-B, a ser considerado para o cálculo dos preços unitários será: Título Data-Base VNA NTN-B , Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. A Tabela 9 apresenta a desvinculação de receitas da União aplicada aos recursos da Seguridade Social. Nos termos da Emenda Constitucional nº 42, de 9 de dezembro de 2003, são desvinculados vinte por cento da receita da União proveniente das seguintes contribuições sociais: a) Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social; b) Cota-parte da Contribuição Sindical; c) Contribuição sobre os Concursos de Prognósticos; d) Contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação vdo Patrimônio do Servidor Público; e) Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas; e f) Contribuição sobre Movimentação Financeira ou Transmissão de Valores e de Crédito de Natureza Financeira (exclusive a parcela destinada ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza). Sobre as Contribuições Previdenciárias para o Regime Geral de Previdência Social não se aplica a desvinculação de recursos por conta art. 67, inciso XI, da Constituição. Por analogia também não aplica a mesma desvinculação sobre as receitas de Contribuição para o Plano de Seguridade Social do Servidor e para o Custeio das Pensões Militares. Quanto à receita de Contribuição para o Salário- Educação a exceção decorre do disposto no 2º da Emenda Constitucional nº 27/2000.

20 20 ISSN Nº 83, terça-feira, 3 de maio de 2005 TABELA 9 - DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS DA UNIÃO ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A FEVEREIRO DE 2005/BIMESTRE JANEIRO-FEVEREIRO Lei nº 0.934/ LDO, art. 62 R$ milhares PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS SALDO A R E C E I TA S INICIAL AT U A L I Z A D A No Bimestre % Até o Bimestre % REALIZAR (a) (a) (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) RECEITAS CORRENTES , , Receita Tributária , , Receita de Contribuições , , Receita Patrimonial , , Receita Agropecuária ,95 6 3,95 37 Receita Industrial , (58,99) 6. 8 Receita de Serviços , , Transferências Correntes , , Receitas Correntes a Classificar ,00 0 0,00 0 Outras Receitas Correntes , , RECEITAS DE CAPITAL , , Operações de Crédito ,00 0 0, Alienação de Bens , , SUBTOTAL DAS RECEITAS (I) , , DÉFICIT (II) TOTAL (I + II) , , <!ID > D O TA Ç Ã O D O TA Ç Ã O DESPESAS LIQUIDADAS SALDO A DESPESAS INICIAL AT U A L I Z A D A No Bimestre % Até o Bimestre % E X E C U TA R (a) (a) (b) (b/a) (c) (c/a) (a-c) DESPESAS CORRENTES , , Pessoal e Encargos Sociais , , Juros e Encargos da Dívida , , Outras Despesas Correntes , , DESPESAS DE CAPITAL , , Investimentos , , Inversões Financeiras , 70 35, Amortização da Dívida , , RESERVA DE CONTINGÊNCIA ,00 0 0, SUBTOTAL DAS DESPESAS (III) , , SUPERÁVIT (IV) TOTAL (III + IV) , , FONTE: SIAFI - STN/CCONT/GEINC Continua (/2) Notas: a) O valor da previsão atualizada da receita apresenta-se menor do que o da previsão inicial em decorrência de não estar adequadamente registrado por esfera orçamentária no SIAFI. b) A Receita Industrial realizada até o bimestre apresenta valor negativo devido à lançamento de estorno feito incorretamente. TABELA 9-A - DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DESVINCULADAS POR FORÇA DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A FEVEREIRO DE 2005/BIMESTRE JANEIRO-FEVEREIRO Lei nº 0.934/ LDO, art. 62 R$ milhares PREVISÃO RECEITAS REALIZADAS SALDO A R E C E I TA S AT U A L I Z A D A No Bimestre Até o Bimestre REALIZAR (a) (b) (c) (a-c) RECEITAS CORRENTES Receita de Contribuições Receita da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social REFIS e PAES - COFINS Cota-Parte da Contribuição Sindical Receita da Contribuição sobre a Movimentação Financeira REFIS e PAES- CPMF Contribuição sobre a Receita da Loteria Federal Contribuição sobre a Receita da Loteria Esportiva Contribuição sobre a Receita da Loterias de Números Contribuição sobre a Receita da Loteria Instantânea Contribuição sobre Prêmios Prescritos Contribuição de Prognósticos Esportivos-Direito Prescrito Ent.Desportivas Receita da Contribuição para o PIS/PASEP REFIS e PAES - PIS/PASEP Receita da Contribuição sobre o Lucro Líquido - PJ REFIS e PAES - CSLL Outras Receitas Correntes Receita de Multas e Juros de Mora da COFINS REFIS e PAES - Multa e Juros de Mora da COFINS Receita de Multas e Juros de Mora da CPMF REFIS e PAES - Multas e Juros de Mora da CPMF 0 - Receita de Multas e Juros de Mora da Contr.do PIS/PASEP REFIS e PAES - Multas e Juros de Mora da Contr. do PIS/PASEP Receita de Multas e Juros de Mora da CSLL REFIS e PAES - Multas e Juros de Mora da CSLL Receita de Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da COFINS REFIS e PAES - Multa e Juros de Mora da Dívida Ativa da COFINS Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa - CPMF Receita de Multas e Juros de Mora Dívida Ativa - Contr. para o PIS/PASEP REFIS e PAES - Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa - Contr.para o PIS/PASEP Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa - CSLL- PJ REFIS e PAES - Receita de Multas e Juros de Mora da Dívida Ativa - CSLL- PJ Outras Multas - CPMF Receita da Dívida Ativa COFINS - PRINCIPAL Receita da Dívida Ativa COFINS - REFIS Receita da Dívida Ativa CPMF - PRINCIPAL Receita da Dívida Ativa CONTRIB. P/PIS E PASEP REFIS e PAES - PIS/PASEP Receita da Dívida Ativa - CSLL -PJ REFIS e PAES - Dívida Ativa - CSLL TO TA L FONTE: SIAFI - STN/COFIN (2/2) Nota: Nas naturezas de Multas e Juros foi descontada a parcela das receitas referentes a juros de mora, exceto juros excedentes a %, que não pertencem à Seguridade Social, conforme o art. 85 da Lei 8.98, de 20 de janeiro de 995.

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