RENATA GRIGORIO SILVA GOMES

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MODELOS DE DECISÃO E SAÚDE DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA RENATA GRIGORIO SILVA GOMES MODELAGEM DA INCIDÊNCIA DO DENGUE ATRAVÉS DE ASPECTOS CLIMÁTICOS, ENTOMOLÓGICOS E SÓCIO-DEMOGRÁFICOS NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, PARAÍBA João Pessoa 20

2 RENATA GRIGORIO SILVA GOMES MODELAGEM DA INCIDÊNCIA DO DENGUE ATRAVÉS DE ASPECTOS CLIMÁTICOS, ENTOMOLÓGICOS E SÓCIO-DEMOGRÁFICOS NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, PARAÍBA Disseração apresenada como requisio para a obenção do grau de mesre em Modelos de Decisão e Saúde pela Universidade Federal da Paraíba, sob orienação dos Professores Douores Ronei Marcos de Moraes e Rodrigo Pinheiro Vianna. João Pessoa 20 2

3 G633m Gomes, Renaa Grigorio Silva. Modelagem da incidência do dengue aravés de aspecos climáicos, enomológicos e sócio-demográficos no município de João Pessoa, Paraíba / Renaa Grigorio Silva Gomes. - - João Pessoa: [s.n.], f. : il. Orienador: Ronei Marcos de Moraes. Orienador: Rodrigo Pinheiro Vianna. Disseração (Mesrado) UFPB/CCS/CCEN.. Dengue. 2. Mudanças Climáicas. 3. Tomada de decisão. UFPB/BC CDU: (043)

4 FOLHA DE APROVAÇÃO Disseração apresenada ao Programa de Pós-Graduação em Modelos de Decisão e Saúde da Universidade Federal da Paraíba. Aprovado em: / /. MEMBROS DA BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Ronei Marcos de Moraes UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB Prof. a Dr. Rodrigo Pinheiro Vianna UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Prof. Dr. Eufrásio de Andrade Lima Neo UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Prof. a Dra. Jordana de Almeida Nogueira UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Prof. o Dr. Auguso Cesar Noronha Rodrigues Galeão LABORATÓRIO NACIONAL DE COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA - LNCC 4

5 DEDICATÓRIA À DEUS por me conduzir ao longo dessa caminhada, sempre me dando forças para não desisir amais. 5

6 AGRADECIMENTOS ESPECIAIS Ao Prof. Dr. Ronei Marcos de Moraes, que com sua firmeza, amizade e compeência me acompanhou ao longo dessa ornada, me dando a oporunidade de comparilhar e aprender aravés de sua experiência pessoal e profissional. Ao Prof. Dr. Rodrigo Toledo Vianna, pelas valiosas conribuições na elaboração desse rabalho e por me inspirar sempre persisência e confiança. 6

7 AGRADECIMENTOS Aos inegranes do LEAPIG, pela roca de experiência ao longo da realização desse esudo. Aos amigos do mesrado: Alana, Amanda, Ana Karla, Azuíla, Danilson, Fábio, Guenberg, Ialla e Kerle. Comparilhar conhecimenos e vivências com vocês fez de mim uma pessoa melhor. Às minhas amigas Elma, Juliana, Danielly Crisina, Eveline, Chrisiana e Brunna, por esarmos sempre unos na concreização desse sonho ao apoiarmo-nos na busca para aenuar nossos anseios, conflios e vonades. Aos amigos Rafaela, Diego, Emeline, Thaís, Julyana, e Tássia pelo carinho e paciência dispensados, sempre com palavras de enusiasmo e incenivo. A odos os meus familiares, em especial a ia Maria Nilza por canar canções diveridas enquano finalizava ese exo. Isso me audou basane! A odas as pessoas que direa, ou indireamene, esiveram presenes na minha vida, me apoiando para a concreização desse sonho. 7

8 Empenhar-se aivamene para alcançar deerminada mea dá a vida significado e subsância." (Bruce Lee) 8

9 RESUMO Mudanças climáicas vêm acompanhadas de alerações ecológicas que influenciam as populações humanas. Desde que os efeios das mudanças climáicas começaram a ser divulgados, cresceu a preocupação dos pesquisadores com as quesões ambienais e com o impaco dessas mudanças sobre ecossisemas. Os impacos na saúde humana decorrenes do efeio das mudanças climáicas ambém em sido obeo de esudo e por isso nos úlimos anos, diversos modelos êm sido proposos para explicar os impacos desas mudanças na saúde humana. O obeivo dese esudo foi avaliar o impaco das variações climáicas sobre a proliferação de veores ransmissores do vírus do Dengue no município de João Pessoa, Paraíba e propor um modelo de decisão sobre a proliferação de veores ransmissores do vírus do Dengue no município de João Pessoa, Paraíba. Traa-se de um esudo do ipo observacional e foi desenvolvido em rês eapas disinas: análise descriiva dos dados, análise dos modelos exisenes e geração de um modelo de decisão para a incidência de Dengue. Ese esudo verificou que o aumeno da precipiação e umidade relaiva do ar uno com a diminuição da emperaura, velocidade do veno e duração da luz do dia influem no aumeno dos criadouros e da infesação dos mosquios adulos do Aedes aegypi como no aumeno da incidência do Dengue dese município. Quano aos efeios causados pelo El Niño/La Niña, a relação dese fenômeno sobre a epidemiologia do Dengue nese município foi evidenciada sobre o clima local, o ciclo do veor Aedes aegypi e o aumeno de sua incidência no município. O modelo de decisão fuzzy proposo realizou de forma adequada à idenificação de períodos sob risco de epidemia aravés dos conunos de regras elaborados consiui-se um mecanismo de alera imporane para a idenificação de período sob risco de epidemias nese município. Palavras-chave: Dengue, Mudanças climáicas, Tomada de Decisão 9

10 ABSTRACT Climae aleraions have been accompanied by ecological changes affecing human populaions. From he ime when climae change effecs began o be disclosed, i has been increased researchers concerns on environmenal issues and on he impac of hese changes on ecosysems. The impacs on human healh caused by climae change effec have also been sudied and herefore, in recen years, several models have been proposed o explain such impac. This sudy aimed o evaluae he impac of climaic variaions on he proliferaion of vecors which ransmi he dengue virus in he ciy of Joao Pessoa, Paraiba, and also o propose a decision model on he proliferaion of vecors which ransmi he dengue virus in he ciy of Joao Pessoa, Paraiba. This was an observaional sudy, conduced in hree differen sages: descripive daa analysis, analysis of exising models and creaion of a decision model on he incidence of dengue. This sudy has found ha an increase in air precipiaion and relaive humidiy along wih a decrease of emperaure, wind speed and duraion of dayligh may lead o an increase in breeding and infesaion of Aedes aegypi adul mosquioes as well as o an increased incidence of dengue in he above menioned municipaliy. As regards he effecs caused by El Niño / La Niña, he relaion of his phenomenon o he epidemiology of dengue in ha ciy has been evidence on he local climae, cycle of he Aedes aegypi mosquio and on he increase in is incidence. The fuzzy decision model proposed has properly performed he idenificaion of periods a epidemic risk hrough ses of prepared rules. Thus, i consiues an imporan warning mechanism for idenifying periods a epidemic risk in ha municipaliy. Index Terms: Dengue, Climae change, Decision making 0

11 LISTA DE FIGURAS FIGURA : Limie Superior da Incidência Normal, Limie Inferior da Incidência Normal, Faixa de Incidência Normal Esperada e Faixa Endêmica. 20 FIGURA 2: Componenes da Curva Epidêmica. 22 FIGURA 3: Localização do município de João Pessoa, PB. 3 FIGURA 4 - Modelo de inferência fuzzy de Mamdani. 70 FIGURA 5: Funções de perinência riangular e rapezoidal. 7 FIGURA 6: Série mensal da incidência de Dengue no município de João Pessoa, PB enre os meses de Janeiro de 200 à Dezembro de FIGURA 7: Incidência de Dengue no município de João Pessoa, PB enre os anos de 2002 à 2009 segundo o mês FIGURA 8: Curva Epidêmica de Dengue do município de João Pessoa, PB. 76 FIGURA 9: Curva Epidêmica e série mensal da incidência de Dengue do município de João Pessoa, PB durane o período de Janeiro de 200 à Dezembro de FIGURA 0: Disribuição mensal do Índice de Breeau no município de João Pessoa, PB, durane o período de Janeiro de 2002 à Dezembro de FIGURA : Disribuição mensal do Índice de Infesação Predial no município de João Pessoa, PB, durane o período de Janeiro de 2002 à Dezembro de FIGURA 2: Disribuição mensal do Índice de Recipiene no município de João Pessoa, PB, durane o período de Janeiro de 2002 à Dezembro de FIGURA 3: Série Mensal da Temperaura da Superfície do Mar do lioral do município de João Pessoa, PB, referene ao período de Janeiro de 200 à Dezembro de FIGURA 4: Série Mensal das Anomalias da Temperaura da Superfície do Mar do lioral do município de João Pessoa, PB, referene ao período de Janeiro de 200 à Dezembro de FIGURA 5: Resíduos do modelo ARIMA(,0,3) proposo. 98 FIGURA 6: Gráfico da série mensal da incidência de Dengue no município de João Pessoa, PB durane o período de Janeiro de 200 à Dezembro de 2009 (em azul) e previsa (em vermelho) pelo modelo ARIMA(,0,3). FIGURA 7: Gráfico da série mensal ransformada da incidência de Dengue no município de João Pessoa, PB (em preo) e previsa (em vermelho) pelo modelo ARIMA(,0,3)

12 FIGURA 8: Resíduos do modelo SARIMA(2,,3)(0,0,) 2 proposo. 0 FIGURA 9: Gráfico da série mensal da incidência de Dengue no município de João Pessoa, PB durane o período de Janeiro de 200 à Dezembro de 2009 (em azul) e previsa (em vermelho) pelo modelo SARIMA(2,,3)(0,0,) 2. FIGURA 20: Gráfico da série mensal ransformada da incidência de Dengue no município de João Pessoa, PB (em preo) e previsa (em vermelho) pelo modelo SARIMA(2,,3)(0,0,) FIGURA 2: Resíduos do modelo final ausado. 05 FIGURA 22: Gráfico da incidência de Dengue (ransformação Boxcox; λ=0,3) do município de João Pessoa, PB (em preo) e esimada (em vermelho) pelo modelo ausado. FIGURA 23: Funções de perinência da variável de enrada Media Mensal da Umidade Relaiva do Ar. FIGURA 24: Funções de perinência da variável de enrada Média Mensal da Temperaura da Superfície do Mar FIGURA 25: Funções de perinência da variável de saída Incidência de Dengue. 0 FIGURA 26: Superfície de Decisão para a Incidência de Dengue, fixado o valor das variáveis Media Mensal da Umidade Relaiva do Ar e Média Mensal das Temperauras Mínimas. FIGURA 27: Resulado do modelo fuzzy para a incidência de Dengue no município de João Pessoa em período endêmico. Dados do ese (média mensal da umidade relaiva do ar=72,68%, média mensal emperaura da superfície do mar =26,89 ºC). FIGURA 28: Resulado do modelo fuzzy para a incidência de Dengue no município de João Pessoa em período com risco de epidemia. Dados do ese (média mensal da umidade relaiva do ar=78,88%, média mensal emperaura da superfície do mar =27,73 ºC). FIGURA 29: Resulado do modelo fuzzy para a incidência de Dengue no município de João Pessoa em período com epidemia. Dados do ese (média mensal da umidade relaiva do ar=78,88%, média mensal emperaura da superfície do mar =28,75 ºC)

13 LISTA DE TABELAS TABELA : Principais -normas e -conormas. 69 TABELA 2: Principais operadores de implicação. 72 TABELA 3: Incidência Média Mensal, Desvio-padrão e Limies Máximos e Mínimos Esperados de Dengue no município de João Pessoa, Paraíba, 200 a TABELA 4: Medidas descriivas das variáveis climáicas do município de João Pessoa, PB, medidas enre os meses de Janeiro de 2002 à Dezembro de TABELA 5: Tese de normalidade aplicado às variáveis uilizadas no esudo. 87 TABELA 6: Teses de correlação Ciclos Solares versus Variáveis Climáicas. 89 TABELA 7: Teses de correlação Incidência do Dengue versus Indicadores Enomológicos, Ciclos Solares e Variáveis Climáicas. TABELA 8: Teses de correlação Indicadores Enomológicos versus Dados Ciclos Solares e Variáveis Climáicas. TABELA 9: Teses de correlação Temperaura da Superfície do Mar versus Incidência do Dengue, Indicadores Enomológicos, Ciclos Solares e Variáveis Climáicas. TABELA 0: Coeficienes esimados para o modelo ARIMA(,0,3) da série de incidência de Dengue. TABELA : Comparação dos valores reais com os valores previsos do modelo ARIMA(,0,3) da série de incidência de Dengue. TABELA 2: Coeficienes esimados para o modelo SARIMA(2,,3)(0,0,) 2 da série de incidência de Dengue. TABELA 3: Comparação dos valores reais com os valores previsos do modelo SARIMA (2,,3; 0,0,) 2 da série de incidência de Dengue. TABELA 4: Medidas de erros para os modelos ARIMA(,0,3) e SARIMA(2,,3)(0,0,) 2 ausados. TABELA 5: Modelo final ausado para a Incidência de Dengue (ransformação Boxcox; λ=0,3) no município de João Pessoa, PB. TABELA 6: Definição lingüísica dos conunos fuzzy para a elaboração das variáveis fuzzy dese esudo TABELA 7: Universo de discurso das variáveis de enrada do sisema fuzzy. 09 TABELA 8: Universo de discurso das variáveis de saída do sisema fuzzy. 09 3

14 Sumário. INTRODUÇÃO... 6 DENGUE OBJETIVO... 9 OBJETIVO GERAL:... 9 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: REFERENCIAL TEÓRICO ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS NA TRANSMISSÃO DE DOENÇAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS BIOLOGIA, ECOLOGIA E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DO DENGUE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E MODELOS CLIMÁTICOS MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SAÚDE HUMANA MODELOS PREDITIVOS E O DENGUE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS ÁREA DE ESTUDO CARACTERIZAÇÃO DO ESTUDO DADOS UTILIZADOS TESTES E MODELOS ESTATÍSTICOS UTILIZADOS TESTE DE NORMALIDADE TESTES DE CORRELAÇÃO ANÁLISE DE SÉRIES TEMPORAIS REGRESSÃO LINEAR LÓGICA FUZZY RESULTADOS ANÁLISE DESCRITIVA DOS DADOS INCIDÊNCIA DO DENGUE NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, PB CURVA EPIDÊMICA DO DENGUE DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, PB DADOS ENTOMOLÓGICOS DADOS CLIMÁTICOS TEMPERATURA DA SUPERFÍCIE DO MAR

15 5..6. NORMALIDADE DOS DADOS TESTES DE CORRELAÇÃO ANÁLISE DOS MODELOS PREDITIVOS PARA A INCIDÊNCIA DE DENGUE. 98 MODELO DE SÉRIES TEMPORAIS PARA A INCIDÊNCIA MENSAL DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, PB MODELO DE REGRESSÃO LINEAR PARA DESCREVER A INCIDÊNCIA DE DENGUE NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA, PB MODELO DE DECISÃO FUZZY PARA INCIDÊNCIA DO DENGUE DISCUSSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA... 9 ANEXOS

16 . INTRODUÇÃO As doenças ransmiidas por veores aparecem como um dos principais problemas de saúde publica principalmene em países de clima ropical, onde são mais freqüenes (BARCELLOS e al., 2009). O ciclo de vida dos veores assim como dos hospedeiros que paricipam da cadeia de ransmissão de doenças esão foremene relacionados à dinâmica ambienal dos ecossisemas onde se localizam (VAN LIESHOUT e al., 2004; HAY e al., 2000; DOBSON e CARPER, 992) além de ambém esarem relacionados com faores ambienais (vegeação, clima, hidrologia), sócio-demográficos (migrações, urbanização e densidade populacional), biológicos (ciclo vial dos inseos veores de agenes infecciosos), médico-sociais (esado imunológico da população; efeividade dos sisemas locais de saúde e dos programas específicos de conrole de doenças, ec.) e a hisoria da doença no local (ROGERS e RANDOLPH, 2006; ZHOU e al., 2004; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003). Cenrando a aenção para os impacos causados pelas mudanças climáicas, esimulouse uma crescene preocupação no meio cienífico originada a parir da observação de que a saúde da população se relacionava com os efeios das mudanças climáicas provenienes de alerações na emperaura e/ou mudança no regime pluviomérico de uma região (CONFALONIERI, 2008; KOELLE e al., 2005; PATZ e al., 2005; KOVATS, 2005; SUTHERST, 2004; KOVATS, 2003; VIOLA, 2002; KOVATS,2000; LINTHICUM, 999; PATZ e al., 998; KOOPMAN, 99). Com relação às doenças causadas por veores, como o caso do Dengue, desacam-se duas verenes na lieraura. A primeira verene afirma que a disribuição geográfica dos casos desas doenças é resulado dos faores climáicos e das aividades humanas (REITER, 200). Já a segunda verene afirma que somene o clima é faor decisivo para a deerminação da disribuição desas doenças (HAY e al., 2000.). Devido a esas divergências conceiuais, ese esudo apresena uma análise sobre o impaco das variações climáicas sobre a proliferação de veores ransmissores do vírus do Dengue no município de João Pessoa, PB omando por base a primeira verene. 6

17 DENGUE Considerado um dos principais problemas de saúde pública mundial, a Dengue é uma doença infecciosa causada pelo vírus da família Flaviviridae que é ransmiida principalmene pelos mosquios Aedes aegypi e Aedes albopicus nas regiões ropicais e subropicais do mundo (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). Os primeiros relaos hisóricos sobre esa doença no mundo mencionam o final do século XVIII na Ilha de Java (sudoese asiáico), na Filadélfia (Esados Unidos) e no Cairo e Alexandria (Egio). No Brasil, exisem regisros de epidemias de Dengue no Esado de São Paulo, que ocorreram nos anos de 85/853 e 96 e em Nierói/RJ em 923 (BRASIL, 200). Sensível ao clima, o veor ransmissor desa doença é influenciado pela emperaura, chuva, umidade, veno e a duração da luz do dia. Eses faores afeam direamene a axa de reprodução e moralidade dos veores, sendo responsáveis por sua disribuição em escala geográfica e influenciando no número de criadouros disponíveis. Tais faores ambém influenciam, indireamene, na freqüência de alimenação do veor e o período de incubação do vírus (BLISS e JR GILL, 993; WATTS, 987; FOCKS e al., 993; FOCKS, 2003; RUEDA e al., 990). Em 2002, Glasser e Gomes analisaram a sobreposição de faores climáicos e a disribuição das populações de Aedes aegypi e de Aedes albopicus no esado de São Paulo no período de 985 a 995 e verificaram elevada associação enre a emperaura e o esabelecimeno de Aedes aegypi. O percenual de municípios onde a espécie se esabeleceu e a velocidade de ocupação de novos municípios foi maior nas áreas onde a faixa de emperaura foi mais elevada (GLASSER e GOMES, 2002). Resulados de um esudo realizado no esado do Paraná demonsraram que as alas emperauras, a ala umidade relaiva do ar, o empo de duração da esação do verão ou das condições de calor e a umidade relaiva do ar favoreciam a proliferação dos mosquios. Desacaram-se enre os faores favoráveis à proliferação de mosquios a permanência de alos índices de umidade relaiva do ar (superior a 70%; FERREIRA, 2003). Apesar de influenciados por faores climáicos, a ligação enre as condições meeorológicas e a ransmissão do Dengue ainda não é clara em algumas pares do mundo. Apesar das mudanças climáicas afearem o meio ambiene onde esão presenes os veores ransmissores desa doença, eses não são os únicos faores que podem influenciar sua exisência (HOOP e FOLEY, 200). O aumeno da urbanização em odo o mundo (GITHEKO, 2000; DONALÍSIO, 999), a expansão agrícola (PATZ, 2002), o desmaameno, 7

18 como ambém a influência de fenômenos climáicos como o El Niño/La Niña podem modificar a epidemiologia da doença. Em especial o fenômeno El Niño/La Niña em sido considerado um dos fenômenos climáicos mais imporanes associados com alerações do ciclo de veores causadores de diversas doenças (CHECKLEY, 2000; HALES, 2002; LIPP, HUG e COLWELL, 2002; MABASO e al., 2007; MORAES NETO, BARBOSA e ARAÚJO, 2007). Ouros faores conroversos sobre a relação das condições meeorológicas e a ransmissão do Dengue se remeem a paricularidades regionais enconradas em diversas pares do mundo, inclusive no Brasil: os micro-climas e as ilhas de calor, bem como as desigualdades localizadas da ofera de serviços de saneameno ambienal e disponibilidade de água (SAN PEDRO, 2009; PATZ e al., 2005; PATZ, 2002). 8

19 2. OBJETIVO OBJETIVO GERAL: Avaliar o impaco das variações climáicas sobre a proliferação de veores ransmissores do vírus do Dengue no município de João Pessoa, Paraíba, aravés da proposição de um modelo de decisão. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Deecar as variáveis que possuem relação com a proliferação de veores ransmissores do vírus do Dengue; Verificar o quano às variações climáicas afeam a proliferação de veores ransmissores do vírus do Dengue; Verificar se a proliferação dos veores ransmissores do vírus do Dengue, resulanes das variações climáicas, influi no aumeno de sua incidência no município; Gerar um modelo que expresse odas esas iner-relações endo como variável independene a incidência do Dengue nese município. 9

20 3. REFERENCIAL TEÓRICO 3.. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS NA TRANSMISSÃO DE DOENÇAS Uma deerminada doença, que afee ou possa vir a afear uma população, pode ser caracerizada como em nível endêmico, epidêmico, presene com casos esporádicos ou inexisenes (ROUQUAYROL, 2003). Segundo Rouquayrol (2003) denomina-se endemia a ocorrência coleiva de uma deerminada doença que, no decorrer de um largo período hisórico, acomeendo sisemaicamene grupos humanos disribuídos em espaços delimiados e caracerizados, maném sua incidência consane, sendo permiidas as fluuações de valores, ais como as variações sazonais. Refere-se à doença habiualmene presene enre membros de um deerminado grupo, em uma deerminada área. A disinção enre o comporameno endêmico ou epidêmico de uma dada doença fica esabelecida com base em criérios relaivos que permiem ou não, disinguir a presença da doença numa região ano em nível endêmico como epidêmico (MEDRONHO, 2009). Podese desacar a uilização dos seguines criérios: - Limie Superior da Incidência Normal: Conuno formado pelas medidas de incidência mensais máximas, calculadas para odo um ciclo de variação (anual por ex.) e unidas sob a forma de uma linha poligonal. Funciona como limie superior da incidência normal em um nível de probabilidade preesabelecido (Ver Figura ). - Limie Inferior da Incidência Normal: Conuno formado pelas medidas de incidência mensais mínimas, calculadas para odo um ciclo de variação (anual, por exemplo) e unidas sob a forma de uma linha poligonal. Funciona como limie inferior da incidência normal em um nível de probabilidade preesabelecido (Ver Figura ). - Faixa de Incidência Normal Esperada: Faixa delimiada pelos limies superior e inferior da incidência normal. Manida a esruura epidemiológica sem aleração, é de se esperar que 95% dos coeficienes de 20

21 incidência observáveis ao longo de um ciclo deverão se siuar denro desa faixa (Ver Figura ). - Faixa Endêmica Consise no espaço onde as medidas de incidência podem fluuar sem que delas possa inferir er havido qualquer aleração sisêmica na esruura epidemiológica do processo saúdedoença considerada (Ver Figura ). FONTE: ROUQUAYROL, FIGURA : Limie Superior da Incidência Normal, Limie Inferior da Incidência Normal, Faixa de Incidência Normal Esperada e Faixa Endêmica. Vale ressalar que nível endêmico é uma medida de incidência cuos valores se siuem abaixo do limie superior da faixa endêmica. Já nível epidêmico são medidas de incidência cuos valores se siuem acima do limie superior da faixa endêmica (ROUQUAYROL, 2003). 2

22 Curva Epidêmica Um dos méodos uilizados para a verificação de ocorrência de uma epidemia se dá aravés da curva epidêmica que consise em uma represenação gráfica de uma siuação epidêmica (ROUQUAYROL, 2003). Esa curva é caracerizada por alguns aspecos: a) Incremeno Inicial de Casos Ocorre nos evenos em que o processo saúde-doença passa de uma siuação endêmica preexisene para uma siuação epidêmica. Com a siuação ainda em nível endêmico, observase um incremeno do número de casos com o coeficiene de incidência endendo para o limie superior endêmico (Ver Figura 2). b) Egressão Tem seu marco inicial no surgimeno dos primeiros casos e ermina quando a incidência for nula ou quando o processo se esabilizar segundo um dado paamar de endemicidade, caracerizando uma endemia (Ver Figura 2). c) Progressão Esabelecida a epidemia, o crescimeno progressivo da incidência caraceriza a fase inicial do processo. Esa primeira eapa, descria pelo ramo ascendene da curva epidêmica, ermina quando o processo epidêmico ainge seu clímax (Ver Figura 2). d) Regressão É a úlima fase na evolução de uma epidemia. A parir desa eapa, o processo de massa ende a reornar aos valores iniciais de incidência, esabilizar-se em paamar endêmico, abaixo ou acima do paamar inicial ou regredir aé incidência nula, incluída aí a erradicação (Ver Figura 2). e) Decréscimo da Incidência Endêmica Quando o processo regride em nível endêmico e as ações de conrole e vigilância coninuam, a endemicidade pode ser levada a paamares baixos que os vigenes anes da eclosão da ocorrência epidêmica (Ver Figura 2). 22

23 FONTE: ROUQUAYROL, FIGURA 2: Componenes da Curva Epidêmica DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS De acordo com Rouquayrol (2003), as doenças ransmissíveis consiuem imporane causa de more e afligem milhões de pessoas em numerosas regiões do mundo, especialmene em países subdesenvolvidos. O ermo Doença pode ser definido como um desausameno ou uma falha nos mecanismos de adapação do organismo ou uma ausência de reação aos esímulos a cua ação esá exposa. O processo conduz a uma perurbação da esruura ou da função de um órgão, ou de um sisema ou de odo o organismo ou de suas funções viais (ROUQUAYROL, 2003). A hisória naural da doença mosra que em um esado inicial de saúde, passa-se a uma siuação ineraiva na qual o organismo sadio se enconra em presença de agenes paogênicos ou de faores de risco que virão a perurbar sua normalidade ou conribuir para ano. A parir do esado inicial, se seguem ouros aé o esado avançado da doença onde ocorrem alerações irreversíveis da morfologia, podendo evoluir para invalidez oal ou parcial, ou para a more (GORDIS, 2009). As doenças sob o pono de visa do mecanismo eiológico perencem a duas caegorias: doenças infecciosas e doenças não-infecciosas. Segundo a Organização Pan- 23

24 americana de Saúde (ROUQUAYROL, 2003), doença infecciosa é a doença clinicamene manifesa do homem ou dos animais, resulane de uma infecção. Já a doenças não-infecciosa são odas aquelas que não resulam de infecção. Sob o aspeco de duração, as doenças são idas como crônicas ou agudas. Doenças crônicas são aquelas que se desenrolam em longo prazo. Já as doenças agudas são aquelas de possuem cura duração que se desenrolam em curo prazo de empo (ROUQUAYROL, 2003). Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (983), doença ransmissível é qualquer doença causada por um agene infeccioso específico, ou seus produos óxicos, que se manifesa pela ransmissão dese agene ou de seus produos, de uma pessoa ou animal infecado ou de um reservaório a um hospedeiro suscepível, direa ou indireamene por meio de um hospedeiro inermediário, de naureza vegeal ou animal, de um veor ou de um meio ambiene inanimado BIOLOGIA, ECOLOGIA E ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DO DENGUE Modo de Transmissão A ransmissão ocorre quando a fêmea da espécie veor se conamina ao picar um indivíduo infecado que se enconra na fase virêmica da doença, ornando-se, após um período de 0 a 4 dias, capaz de ransmiir o vírus por oda sua vida aravés de suas picadas. As infecções pelo vírus do Dengue causam desde a forma clássica (sinomáica ou assinomáica) à febre hemorrágica do Dengue (FHD). Na forma clássica, a doença é de baixa lealidade, mesmo sem raameno específico. No enano, incapacia emporariamene as pessoas para o rabalho. Na Dengue Hemorrágica a febre é ala, com manifesações hemorrágicas, hepaomegalia e insuficiência circulaória. A lealidade é significaivamene maior do que na forma clássica, dependendo da capacidade de aendimeno médico-hospialar da localidade. Biologia do Aedes aegypi O Aedes aegypi perence ao RAMO Arhropoda (pés ariculados), CLASSE Hexapoda (rês pares de paas), ORDEM Dipera (um par de asas anerior funcional e um par poserior ransformado em haleres), FAMÍLIA Culicidae, GÊNERO Aedes (BRASIL, 200). Consise em uma espécie ropical e subropical, enconrada em odo mundo, geralmene enre 24

25 as laiudes 35ºN e 35ºS e em regiões com aé.000 meros de aliude (DONALÍSIO E GLASSER, 2002; WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). Por sua esreia associação com o homem, o Aedes aegypi é, essencialmene, mosquio urbano, enconrado em maior abundância em cidades, vilas e povoados (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2000). Os mosquios se desenvolvem aravés de meamorfose complea e o ciclo de vida do Aedes aegypi compreende quaro fases: ovo, larva (quaro eságios larvários), pupa e adulo. Ovo Os ovos do Aedes aegypi medem aproximadamene mm de comprimeno possuindo conorno alongado e fusiforme (BRASIL, 200). São deposiados pela fêmea, individualmene, nas paredes inernas dos depósios que servem como criadouros, próximos à superfície da água. A fecundação se dá durane a posura e o desenvolvimeno do embrião se complea em 48 horas, em condições favoráveis de umidade e emperaura (BRASIL, 200). Larva As larvas do Aedes aegypi possuem quaro eságios evoluivos. A duração da fase larvária depende da emperaura, disponibilidade de alimeno e densidade das larvas no criadouro. Em condições óimas, o período enre a eclosão e a pupação pode não exceder a cinco dias (BRASIL, 200). A larva do Aedes aegypi é composa esruuralmene por cabeça, órax e abdômen. O abdômen é dividido em oio segmenos. O segmeno poserior e anal do abdômen em quaro brânquias lobuladas para regulação osmóica e um sifão ou ubo de ar para a respiração na superfície da água. O sifão é curo, grosso e mais escuro que o corpo. Para respirar, a larva vem à superfície, onde fica em posição quase verical. Movimena-se em forma de serpene, fazendo um S em seu deslocameno e é sensível a movimenos bruscos na água onde sob feixe de luz, desloca-se com rapidez, buscando refúgio no fundo do recipiene (BRASIL, 200). Pupa A pupa do Aedes aegypi é dividida em cefaloórax e abdômen. A cabeça e o órax são unidos, consiuindo a porção chamada cefaloórax. A pupa em um par de ubos respiraórios que aravessam a água e permiem a respiração (BRASIL, 200). É nesa fase que ocorre a 25

26 meamorfose do eságio larval para o adulo. Quando inaivas se manêm na superfície da água, fluuando, o que facilia a emergência do inseo adulo. O esado pupal dura, geralmene, de dois a rês dias. Adulo O Aedes aegypi adulo represena a fase reproduora do inseo. Como ocorre com grande pare dos inseos alados, o adulo represena imporane fase de dispersão. Nessa fase, é escuro, com faixas brancas nas bases dos segmenos arsais e um desenho em forma de lira no mesonoo. O macho se disingue essencialmene da fêmea por possuir anenas plumosas e palpos mais longos (BRASIL, 200). Logo após emergir do eságio pupal, o inseo adulo procura pousar sobre as paredes do recipiene, assim permanecendo durane várias horas, o que permie o endurecimeno do exoesqueleo, das asas e, no caso dos machos, a roação da geniália em 80º. Denro de 24 horas após emergirem, podem acasalar, o que vale para ambos os sexos. O acasalameno geralmene se dá durane o vôo, mas, ocasionalmene, pode se dar sobre uma superfície, verical ou horizonal. Uma única inseminação é suficiene para fecundar odos os ovos que a fêmea venha a produzir durane sua vida (BRASIL, 200). As fêmeas se alimenam mais freqüenemene de sangue, servindo como fone de repaso a maior pare dos animais verebrados. O repaso sangüíneo das fêmeas fornece proeínas para o desenvolvimeno dos ovos. Ocorre quase sempre durane o dia, nas primeiras horas da manhã e ao anoiecer. O macho alimena-se de carboidraos exraídos dos vegeais (BRASIL, 200). Em geral, a fêmea faz uma posura após cada repaso sangüíneo. O inervalo enre a alimenação sangüínea e a posura é, em regra, de rês dias, em condições de emperaura saisfaórias. Com freqüência, a fêmea se alimena mais de uma vez, enre duas sucessivas posuras, resulando assim na variação de hospedeiros (BRASIL, 200). A oviposição se dá mais freqüenemene no fim da arde onde a fêmea grávida é araída por recipienes escuros ou sombreados, com superfície áspera, nas quais deposia os ovos. Geralmene prefere água limpa e crisalina ao invés de água sua ou poluída por maéria orgânica (BRASIL, 200). É pequena a capacidade de dispersão do Aedes aegypi pelo vôo, quando comparada com a de ouras espécies. Não é raro que a fêmea passe oda sua vida nas proximidades do local de onde eclodiu, desde que haa hospedeiros. Poucas vezes a dispersão pelo vôo excede 26

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