PONTO 1: COISA JULGADA. PONTO 3: b) EFEITOS SENTENÇA COISA JULGADA DEFINIÇÃO DE COISA JULGADA

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1 1 PROC. CIVIL PONTO 1: COISA JULGADA PONTO 2: a) CONCEITO CJ PONTO 3: b) EFEITOS SENTENÇA COISA JULGADA DEFINIÇÃO DE COISA JULGADA O artigo 467 do CPC 1 define quando uma sentença não pode ser atacada por recurso. Todavia, essa não é a definição de coisas julgada, mas sim o momento a partir do qual a mesma se forma. 3 conceitos de coisa julgada: 1- Definição de Ligma de CJ. Segundo Ligma coisa julgada não e um efeito, mas sim uma qualidade que se agrega a todos os efeitos tornando os imutáveis. Tem-se coisa julgada nem se muda mais nada. 2- Barbosa Moreira concorda com Ligma que coisa julgada não e um efeito. Segundo ele a coisa julgada e uma qualidade que se agrega ao conteúdo da sentença tornando imutável. Segundo Barbosa Moreira, a coisa julgada se vincula ao conteúdo por que os efeitos de uma sentença são mutáveis e não o conteúdo. Segundo Barbosa Moreira CJ se agrega ao conteúdo da sentença tornando-o imutável. A CJ se vincula ao conteúdo os efeitos de uma sentença são mutáveis o conteúdo é que seria imutável. _ Efeito: 2º Barbosa Moreira os efeitos são mutáveis. Ex: sentença que decreta um divórcio (transita em julgado) expedido mandado efetivamente os cônjuges passam a condição de divorciados. 1 mês depois casam novamente. _ Conteúdo: 2º Barbosa Moreira é sempre interno numa sentença, já os efeitos são externos. 2º este os efeitos são externos porque atingem a sociedade. O que fica interno não nos atinge eu preciso efetivamente de um comando a mais para que atinja. Esta última posição explica: 2º Pontes de Miranda CJ não é um efeito, mas sim uma qualidade que se agrega apenas ao efeito declaratório tornando-o imutável. Ou seja, reconhece que 4 dos 5 efeitos são mutáveis. O efeito declaratório não tem como ser alterado ou modificado pois a finalidade de uma sentença declaratória é a de trazer certeza ao mundo jurídico, ou seja, nas sentenças declaratórias a relação jurídica ou situação jurídica existe ou não entre as pessoas. De acordo com esta última concepção a CJ está vinculada a declaração. Ora se a declaração tem por finalidade trazer certeza ao mundo jurídico a conclusão que se chega é que só há CJ material nas decisões prolatadas com base em juízo de certeza, ou seja, nas decisões prolatadas com base em juízo de verossimilhança não há CJ material porque falta declaração. Por isso a sentença cautelar não transita em julgado. DISTINÇÃO ENTRE CJ FORMAL E MATERIAL 1 Art Denomina-se coisa julgada material a eficácia, que torna imutável e indiscutível a sentença, não mais sujeita a recurso ordinário ou extraordinário.

2 2 _FORMAL: se caracteriza como a imutabilidade de uma sentença dentro de uma mesma relação processual em contrapartida a CJ MATERIAL é a imutabilidade de uma sentença em relação a qualquer outra relação processual. Quando se fala em CJ Material a doutrina fala em Coisa soberanamente julgada. _COISA SOBERANAMENTE JULGADA ocorre depois de passado o prazo de 2 anos para a propositura de uma ação rescisória, ou seja, de acordo com a concepção clássica/tradicional passados o prazo de 2 anos para ação rescisória a sentença adquire o condão da imutabilidade ad eternum. Existem em razão da segurança jurídica. Contemporaneamente tem-se discutido tanto na doutrina quanto na jurisprudência até que ponto esta coisa soberanamente julgada deve ser imutável. Essa tese da relativização da CJ também chamada de CJ inconstitucional ou inconstitucionalidade da CJ é bastante conhecida nas ações de investigação de paternidade que foram ajuizadas quando ainda não havia o DNA foram julgadas improcedentes por insuficiência de provas. Há alguns anos para cá estas ações estão sendo propostas novamente sob o argumento de que o PROCESSO CIVIL deve alcançar os avanços tecnológicos e também nos sentido de que as ações de investigação de paternidade o objeto é a tutela do Dir. Fundamental de identidade. O FUNDAMENTO DA TESE DA RELATIVIZAÇÃO: é expressão do princípio da proporcionalidade, ou seja, o magistrado no caso concreto deve fazer um juízo de ponderação sobre qual interesse mais relevante se o Direito posto em causa ou a CJ. De acordo com este princípio se a demanda tiver por objetos Direitos Fundamentais a opção do magistrado deve ser pela tutela de Direitos Fundamentais. Uma dúvida comum é quanto ao meio processual utilizado para relativizar. Via de regra a jurisprudência não deixa de relativizar por ser usado o meio processual inadequado. Consequentemente vários meios são utilizados. Ex: na investigação de paternidade a doutrina e a jurisprudência não exigem o ajuizamento de nenhuma ação para desconstituir a CJ, basta ajuizar nova ação de investigação de paternidade. Nos demais casos a jurisprudência, inclusive do STJ, de uma ação anulatória. E no CPC esta tese da relativização foi adotada nos embargos à execução contra fazenda art. 741, parág. Único 2 CPC e também está positivada no art L, 1º 3 CPC. 2 Art Na execução contra a Fazenda Pública, os embargos só poderão versar sobre: (Redação dada pela Lei nº , de 2005). Parágrafo único. Para efeito do disposto no inciso II do caput deste artigo, considera-se também inexigível o título judicial fundado em lei ou ato normativo declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal, ou fundado em aplicação ou interpretação da lei ou ato normativo tidas pelo Supremo Tribunal Federal como incompatíveis com a Constituição Federal. (Redação pela Lei nº , de 2005) 3 Art. 475-L. A impugnação somente poderá versar sobre: (Incluído pela Lei nº , de 2005) 1 o Para efeito do disposto no inciso II do caput deste artigo, considera-se também inexigível o título judicial fundado em lei ou ato normativo declarados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal, ou fundado em aplicação ou interpretação da lei ou ato normativo tidas pelo Supremo Tribunal Federal como incompatíveis com a Constituição Federal. (Incluído pela Lei nº , de 2005)

3 3 Crítica à tese: uma das melhores críticas a esta tese é feita pelo professor Ovídio Araújo Batista da Silva, CJ relativa segundo este uma das maiores conquistas do direito processual nesta sociedade altamente conflituosa em que vivemos a CJ é essencial (um dos institutos mais importantes) em face de pacificação social. A grande preocupação que este tem não é com a investigação de paternidade, mas sim com o agigantamento da tese com a utilização da tese em outras ações. Esta tese não foi formulada para as investigações de paternidade. O primeiro caso onde se relativizou não foi em uma ação de investigação de paternidade, mas sim em uma ação para benefício da Fazenda pública (Município de SP) Ministro José Delgado. Entre a moralidade e a CJ é preferível a moralidade administrativa. 1º argumento contra: é de que o processo deva ceder aos avanços tecnológicos, ou seja, hoje nós temos o DNA que é um avanço tecnológico, mas dá 99,9% de certeza da paternidade. E se viesse outro exame com 100% de certeza, se faria todos os exames novamente? A doutrina entra em discussão. 2ª crítica: ora a tese da relativização sustenta que o direito de identidade prevaleça sobre a CJ, ou seja, quantos foram declarados pais e não eram poderá ajuizar a negatória? Ovídio entende que não é possível tendo em vista a tese da paternidade sócio-afetiva. 3º argumento nas investigações repropostas em razão do julgamento de improcedência quando não tinha o DNA, nestas ações o que está em jogo não é o direito de identidade, mas via de regra herança/dinheiro. O doutrinador Ovídio não quer abrir uma porta para que a Fazenda possa relativizar. EFEITOS POSITIVOS E NEGATIVOS DA CJ: _ EFEITO POSITIVO: a CJ vincula as partes é lei entre estas. As partes devem respeitar uma decisão transitada em julgado. _ EFEITO NEGATIVO: significa que a CJ impede a rediscussão da questão, ou seja, impede a propositura da ação. LIMITES DA COISA JULGADA A CJ tem limites objetivos e também subjetivos. Os objetivos dizem respeito às matérias que transitam em julgado em uma sentença. Já os subjetivos dizem respeito às pessoas atingidas pela CJ. No tocante aos limites objetivos há 3 principais teorias que discutem os mesmos. 1ª TEORIA DA SUBSTANCIAÇÃO 2ª TEORIA DA INDIVIDUAÇÃO/INDIVIDUALIZAÇÃO/EFICÁCIA PRECLUSIVA DA CJ 3ª TEORIA DA SUBSTANCIAÇÃO ATENUADA EX: AÇÃO DE DESPEJO A) FALTA DE CONSERVAÇÃO DO BEM. B) LOCATÁRIO VIOLOU CLAÚSULA QUE VEDAVA A SUBLOCAÇÃO

4 4 =LOCADOR TINHA CONHECIMENTO DA NÃO CONSERVAÇÃO E DA SUBLOCAÇÃO Locador ação nº - falta de conservação do bem ação improcedente. Será possível esse locador ajuizar uma ação de nº 2 alegando violação de cláusula que veda a sublocação?? 1ª TEORIA DA SUBSTANCIAÇÃO: os fatos são importantes, relevantes para a identificação da causa de pedir. De acordo com esta teoria a causa de pedir ao lado das partes e do objeto é um dos elementos que identificam a demanda, ou seja, para esta teoria se mudar fato mudará a causa de pedir e consequentemente a ação não será a mesma. Artigos 282, inc. III 4 do CPC, na petição inicial o autor deve descrever os fatos e os fundamentos jurídicos do pedido, no art. 301, 1º e 2º 5 do CPC a causa de pedir é considerada como um dos elementos que identificam a demanda. 2ª TEORIA DA INDIVIDUAÇÃO/INDIVIDUALIZAÇÃO/EFICÁCIA PRECLUSIVA DA CJ: de acordo com esta teoria os fatos não são importantes, nem relevantes para a identificação da causa petendi, ou seja, mesmo que haja alteração dos fatos a causa de pedir poderá se mantiver a mesma. Para esta teoria o que interessa é que o pedido esteja juridicamente fundamentado. Há 2 artigos no código que adotam esta teoria. (Carnelucci) art e CPC: nos termos do art. 474 CPC ficam abrangidas pela CJ todas as alegações e defesas que a parte pode suscitar tanto ao acolhimento quanto a rejeição do pedido. Este artigo contempla o princípio da eventualidade não apenas para o réu como costumam ensinar. Este artigo positivou o princípio da eventualidade também para o autor, ou seja, este também deve deduzir sobre todas as matérias dedutíveis sob pena de preclusão. Art. 468 CPC a sentença que julgar total ou parcialmente a lide tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas. Para Carnelucci a lide total é composta por todas aquelas matérias que a parte pode submeter à apreciação do poder judiciário. Já a lide parcial é composta por aquelas matérias que a parte efetivamente submeteu a apreciação do judiciário. A sentença que julgar total (ex: despejo pela falta de conservação + sublocação) ou parcialmente a lide (sentença que julgar a falta de conservação) tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas (falta de conservação lide parcial). Mesmo que tiver sido julgado parcial tem força de lide total. (Arakén diz que o objetivo desta teoria é a redução de ações). Esta teoria vai ao encontro dos princípios do processo civil contemporâneo. Ex: direito bancário onde instituição financeira ajuíza ação de execução e o devedor embarga (nos embargos poderia deduzir a, b e c, mas o advogado não se da conta de c, embargos improcedentes. O devedor vai a outro advogado que enxerga c que não foi argüido e ingressa com nova ação, a ação será extinta por CJ). 4 Art A petição inicial indicará: III - o fato e os fundamentos jurídicos do pedido; 5 Art Compete-lhe, porém, antes de discutir o mérito, alegar: (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º ) 1 o Verifica-se a litispendência ou a coisa julgada, quando se reproduz ação anteriormente ajuizada. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º ). 2 o Uma ação é idêntica à outra quando tem as mesmas partes, a mesma causa de pedir e o mesmo pedido. (Redação dada pela Lei nº 5.925, de 1º ) 6 Art Passada em julgado a sentença de mérito, reputar-se-ão deduzidas e repelidas todas as alegações e defesas, que a parte poderia opor assim ao acolhimento como à rejeição do pedido. 7 Art A sentença, que julgar total ou parcialmente a lide, tem força de lei nos limites da lide e das questões decididas.

5 5 Há quem entenda que está teoria seria inconstitucional, pois restringe o direito de ação. Art. 5º inc. XXXV 8 CF. 3ª TEORIA DA SUBSTANCIAÇÃO ATENUADA: (Shwab/Ovídio) de acordo com esta teoria os fatos são importantes e relevantes para identificação da causa de pedir. Todavia, diz ele não apenas os fatos deduzidos são importantes e relevantes para a identificação da causa de pedir, mas também toda a cadeia de fatos similares dedutíveis, ou seja, se o fato for similar ao que foi deduzido mesmo que o autor não tenha incluído ele como causa de pedir ele fica abrangido pela coisa julgada. Entende que a vedação da cláusula de sublocação e a não conservação do bem sejam fatos similares, pois ambos constituem violação a cláusula contratual e consequentemente a 2ª ação não pode ser ajuizada também. LIMITES SUBJETIVOS: dizem respeito às pessoas atingidas pela CJ. Nas ações individuais, nos termos do art CPC a CJ atinge apenas as partes. Dá-se inter partes, ou seja, nas ações individuais elas não atingem terceiros. CJ nas AÇÕES COLETIVAS (ACP e ACC): arts: CDC e lei Ação Civil Pública. CATEGORIA OU ESPÉCIES DE INTERESSES COLETIVOS (LATO SENSU/INTERESSES TRANSINDIVIDUAIS OU METAINDIVIDUAIS): 3 categorias: Interesses difusos art. 81, inc. I 12 do CDC. Caracteriza-se pela indivisibilidade do objeto. Ex: meio ambiente. Ar que respiramos. Indeterminação dos sujeitos. Os sujeitos não têm como ser individualizados, nominados. Ex: rios poluídos não têm como nominar o sujeito. Propaganda enganosa não consigo precisar quantos indivíduos enganados. Características da doutrina (Cappelletti) há duas outras: intensa conflituosidade interna/máxima, estes interesses sempre envolvem pólos muito fortes. A mutação no tempo seria a outra característica. Os interesses difusos vão gerar um forte impacto social, viram manchete em jornal, pois interessam a muitas pessoas. 8 Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; 9 Art A sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, não beneficiando, nem prejudicando terceiros. Nas causas relativas ao estado de pessoa, se houverem sido citados no processo, em litisconsórcio necessário, todos os interessados, a sentença produz coisa julgada em relação a terceiros. 10 Art Nas ações coletivas de que trata este código, a sentença fará coisa julgada: 11 Art. 17. Em caso de litigância de má-fé, a associação autora e os diretores responsáveis pela propositura da ação serão solidariamente condenados em honorários advocatícios e ao décuplo das custas, sem prejuízo da responsabilidade por perdas e danos. (Renumerado do Parágrafo Único com nova redação pela Lei nº 8.078, de 1990) 12 Art. 81. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente, ou a título coletivo. Parágrafo único. A defesa coletiva será exercida quando se tratar de: I - interesses ou direitos difusos, assim entendidos, para efeitos deste código, os transindividuais, de natureza indivisível, de que sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato;

6 6 Interesses coletivos em sentido estrito art. 81, inc. II 13 do CDC. Caracterizamse pela indivisibilidade do objeto, os sujeitos são determinados ou determináveis integrando um determinado grupo categoria ou classe. Não há uma conflituosidade interna tão grande, pois envolvem menos pessoas e da mesma forma não tem grande impacto social. Ex: ministro Teori Albino Zavaski o direito dos advogados ao 5º constitucional nos tribunais é coletivo em sentido estrito. Interesses individuais homogêneos art. 81, inc. III 14 do CDC. Tem como característica a divisibilidade do objeto ao contrário dos dois primeiros, mas os sujeitos estão ligados entre si por uma relação jurídica base que vai ligar os sujeitos que são atingidos. Ex: a relação do plano Bresser. CJ nas ações que tutelam esses interesses: art. 103 CDC. 1ª AÇÃO COLETIVA que tutelar o interesse difuso regra: CJ erga omnis tanto no caso de procedência como improcedência, pois atinge qualquer terceiro sendo estes indeterminados. Exceção: se a ação tiver por objeto direito difuso e julgada improcedente por insuficiência de provas a ação não transita em julgado materialmente apenas formalmente. Essa exceção é só neste tipo ação. CJ secundum eventum litis = CJ segundo o resultado do litígio/da demanda. 2ª AÇÃO COLETIVA que tutelar o interesse coletivo em sentido estrito: regra CJ ultra partes tanto no caso de procedência quanto no caso de improcedência. A CJ atinge terceiros, mas não é qualquer terceiro, isto é, apenas aqueles terceiros que integrarem um grupo, categoria ou classe. Exceção se esta ação for julgada improcedente por insuficiência de provas a sentença não transita em julgado materialmente. CJ secudum eventum litis. 3ª AÇÃO COLETIVA que tem por objeto interesse individual homogêneo: regra CJ erga omnis apenas no caso de procedência. No caso de improcedência a CJ não atinge terceiros. No caso de improcedência por qualquer razão, inclusive por insuficiência de provas a CJ não atinge terceiros. CJ secundum eventum litis. ACP art. 16 (criticado pela doutrina) 13 II - interesses ou direitos coletivos, assim entendidos, para efeitos deste código, os transindividuais, de natureza indivisível de que seja titular grupo, categoria ou classe de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica base; 14 III - interesses ou direitos individuais homogêneos, assim entendidos os decorrentes de origem comum.

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