Relatório Parcial FCTY-RTP-HPT Referência: Diagnóstico da Herpetofauna. Fevereiro/2014. At.: Gerência de Sustentabilidade FCTY

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório Parcial FCTY-RTP-HPT Referência: Diagnóstico da Herpetofauna. Fevereiro/2014. At.: Gerência de Sustentabilidade FCTY"

Transcrição

1 Relatório Parcial FCTY-RTP-HPT Referência: Diagnóstico da Herpetofauna. Fevereiro/2014 At.: Gerência de Sustentabilidade FCTY Fevereiro de 2014

2 1 APRESENTAÇÃO METODOLOGIA RESULTADOS PARCIAIS EQUIPE ANEXO I REGISTRO FOTOGRÁFICO ANEXO II - ART º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014

3 1 APRESENTAÇÃO O grupo da herpetofauna compreende os répteis e os anfíbios, os quais historicamente são estudados em conjunto, especialmente porque podem ser amostrados pelos mesmos métodos. Na região do empreendimento do Complexo Turístico Fashion City Brasil, dentre os diversos grupos de répteis, é esperada a ocorrência de espécies de serpentes, lagartos, anfisbênias (cobras-de-duas-cabeças), quelônios e jacarés e, dentre os anfíbios, espécies de anuros (sapos, rãs e pererecas) e de gimnofionas (cobras-cegas). Compondo o processo de licenciamento do empreendimento, no âmbito do estudo da fauna de vertebrados, foi iniciado um levantamento da herpetofauna na área de influência, através de amostragens em campo. Apresentam-se os dados parciais obtidos com a primeira amostragem realizada. 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 1

4 2 METODOLOGIA A primeira amostragem foi realizada no dia 07 de fevereiro de Foi aplicado o método de busca ativa limitada por tempo (FOTO 5.1, FOTO 5.2), com o esforço de seis horas de busca, sendo três em período diurno e três em período noturno, empreendidas por dois coletores (12 horas-homem). Foram efetuados apenas registros visuais e acústicos (anfíbios anuros) das espécies. Sempre que possível, exemplares foram fotografados. FOTO 5.1 MÉTODOS DE BUSCA ATIVA LIMITADA POR TEMPO. FOTO 5.2 MÉTODOS DE BUSCA ATIVA LIMITADA POR TEMPO. Foram visitadas três áreas de amostragem na área de estudo, previamente definidas, as quais são descritas na Tabela 5.1. A amostragem abrangeu ambientes de floresta estacional semidecidual secundária, cerrado sentido restrito, pastagem artificial, lagoa natural, brejo aberto, brejo arbóreo e represa (FOTO 5.3 à FOTO 5.8). Área Município Ambiente Coordenadas de Referência Latitude Longitude Altitude (m) 1 Floresta estacional semidecidual Pedro secundária; pequena represa; brejo; Leopoldo nascente em mata. -19, , Confins Lagoa natural Confins Floresta estacional semidecidual secundária; cerrado sentido restrito Tabela 5.1 Áreas de amostragem da herpetofauna na área de influência do empreendimento. 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 2

5 FOTO 5.3 FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL SECUNDÁRIA. FOTO 5.4 FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL SECUNDÁRIA. FOTO 5.5 CERRADO SENTIDO RESTRITO. FOTO 5.6 LAGOA NATURAL. FOTO 5.7 BREJO. FOTO 5.8 REPRESA COM BREJO. 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 3

6 3 RESULTADOS PARCIAIS Na primeira amostragem foram registradas oito espécies de anfíbios, todos da ordem Anura, a qual inclui os sapos, rãs e pererecas. A maioria das espécies (4) pertence à família Hylidae. Cinco espécies estavam em atividade reprodutiva, com machos emitindo vocalização de anúncio, a qual é utilizada para atração de fêmeas para cópula (TABELA 5.2). A confirmação da identidade taxonômica da população aqui registrada como Leptodactylus cf. chaquensis dependerá da coleta e análise de espécimes, o que será realizado nas próximas amostragens. Todas as espécies de anfíbios registradas na primeira campanha, com exceção de Hypsiboas lundii, exibem certe resistência a perturbações do ambiente, podendo persistir em áreas alteradas, desde que haja sítios reprodutivos (lagoas e brejos) e, no caso de Hypsiboas faber, áreas florestais para crescimento dos filhotes. A perereca H. lundii é associada a matas de galeria com córregos e a brejos florestados, sendo mais dependente da ocorrência de florestas. Em relação aos répteis, foram registradas duas espécies de lagartos, pertencentes à ordem Squamata (TABELA 5.3). O calango, Tropidurus torquatus, foi encontrado em área alterada com acúmulo de entulhos. Esta espécie possui hábitos generalistas, ocorrendo tanto em áreas naturais quanto naquelas antropizadas. Táxon ORDEM ANURA Área Município Registro Atividade Reprodutiva Família Bufonidae Rhinella schneideri 2 C V Família Hylidae Dendropsophus rubicundulus 2 C A v Hypsiboas albopunctatus 1, 2 C, P V, A v Hypsiboas faber 1 P V, A v Hypsiboas lundii 1 P V, A v Família Leptodactylidae Leptodactylus fuscus 2 C V Leptodactylus cf. chaquensis 1, 2 C, P V i Physalaemus cuvieri 1, 2 C, P V, A v TABELA 5.2 ANFÍBIOS REGISTRADOS NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO. MUNICÍPIOS: C CONFINS, P PEDRO LEOPOLDO. ATIVIDADE REPRODUTIVA: V VOCALIZAÇÃO DE ANÚNCIO DE MACHOS, I IMAGOS RECÉM METAMORFOSEADOS. TIPO DE REGISTRO: V VISUAL, A AUDITIVO. Táxon ORDEM SQUAMATA Área Município Registro Família Tropiduridae Tropidurus torquatus 1 P V Família Gekkonidae Hemidactylus mabouia 1 P V TABELA 5.3 RÉPTEIS REGISTRADOS NA ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO. MUNICÍPIO: P PEDRO LEOPOLDO. TIPO DE REGISTRO: V VISUAL. A lagartixa-de-parede, Hemidactylus mabouia, foi encontrado em uma floresta secundária rica em palmeiras macaúba. Hemidactylus mabouia é exótica no Brasil, originária da África, e ocorre de forma sinantrópica associada a habitações humanas. Nos últimos anos populações da lagartixa vêm sendo encontradas em ambientes naturais no Brasil, o que fornece riscos à conservação de espécies nativas de lagartos. Sua ocorrência na área de estudo demonstra elevado grau de perturbação do remanescente florestal onde foi registrada. 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 4

7 Não foram encontradas espécies ameaçadas de extinção ou que sejam reconhecidas como indicadoras de ocorrência de ambientes preservados. Cabe ressaltar que a amostragem foi realizada em um período com clima muito quente e seco, com longa estiagem, atípico para a época. Deste modo, répteis e especialmente anfíbios certamente encontravam-se menos ativos que o esperado, resultando em menos registros em campo. Com a ocorrência de chuvas espera-a o registro de mais espécies. Fotos de algumas das espécies reportadas são apresentadas no ANEXO I. 4 EQUIPE Equipe Técnica Formação Responsabilidade Adriano Lima Silveira CRBio: 44894/04-D Gesinaldo Moura da Silva Biólogo, Mestre em Zoologia, Doutor em Zoologia. Técnico Responsável Auxiliar de Campo 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 5

8 5 ANEXO I REGISTRO FOTOGRÁFICO FOTO 5.1 RHINELLA SCHNEIDERI. FOTO 5.2 HYPSIBOAS ALBOPUNCTATUS. FOTO 5.3 HYPSIBOAS FABER. FOTO 5.4 HYPSIBOAS LUNDII. FOTO 5.5 LEPTODACTYLUS FUSCUS. FOTO 5.6 LEPTODACTYLUS CF. CHAQUENSIS. 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 6

9 FOTO 5.7 TROPIDURUS TORQUATUS. FOTO 5.8 HEMIDACTYLUS MABOUIA. 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 7

10 6 ANEXO II - ART 1º Relatório Parcial. Diagnóstico da Herpetofauna. FCTY-RTP-HPT Fevereiro/2014, Pág. 8

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE PEIXES NA FAZENDA SANTO ANTONIO, AGUDOS, SÃO PAULO

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE PEIXES NA FAZENDA SANTO ANTONIO, AGUDOS, SÃO PAULO TÍTULO: LEVANTAMENTO DE PEIXES NA FAZENDA SANTO ANTONIO, AGUDOS, SÃO PAULO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE BAURU

Leia mais

TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG

TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG TÍTULO: INFLUÊNCIA DA PCH LUIZ DIAS SOBRE A COMPOSIÇÃO DA ICTIOFAUNA NO RIO LOURENÇO VELHO, MG CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS INSTITUIÇÃO: CENTRO

Leia mais

RIQUEZA E DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO TEMPORAL DE ANUROS EM ÁREA REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DE PERNAMBUCO.

RIQUEZA E DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO TEMPORAL DE ANUROS EM ÁREA REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DE PERNAMBUCO. RIQUEZA E DISTRIBUIÇÃO ESPAÇO TEMPORAL DE ANUROS EM ÁREA REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DE PERNAMBUCO. Danielle Maria de Moraes 1 ; Tatiana Kely Conceição Manso 2 ; Vilma Lucia dos Santos Almeida

Leia mais

INVENTÁRIO DE ANUROS OCORRENTES NO SUDOESTE DO PARANÁ

INVENTÁRIO DE ANUROS OCORRENTES NO SUDOESTE DO PARANÁ INVENTÁRIO DE ANUROS OCORRENTES NO SUDOESTE DO PARANÁ Fernando Toniazzo [PIBIC-AF/ FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA] 1, Rodrigo Lingnau [orientador] 1, Ivanderson Borelli [PIBIC-AF/ FUNDAÇÃO ARAUCÁRIA] 1 1 Curso de

Leia mais

A biodiversidade ameaçada no Brasil: como garantir a sua proteção?

A biodiversidade ameaçada no Brasil: como garantir a sua proteção? A biodiversidade ameaçada no Brasil: como garantir a sua proteção? José Maria Cardoso da Silva & Adriano Paglia Conservação Internacional-Brasil Biodiversidade no Brasil Biodiversidade em vários níveis

Leia mais

Herpetofauna de fragmentos de floresta estacional semidecidual na região de Sorocaba - SP

Herpetofauna de fragmentos de floresta estacional semidecidual na região de Sorocaba - SP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE RIBEIRÃO PRETO DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA Herpetofauna de fragmentos de floresta estacional semidecidual na região de Sorocaba - SP

Leia mais

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:

Leia mais

Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical. Ecossistemas Brasileiros

Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical. Ecossistemas Brasileiros Mata Atlântica Floresta Pluvial Tropical Ecossistemas Brasileiros https://www.youtube.com/watch?v=ee2ioqflqru Sub-regiões biogeográficas endemismo de aves, borboletas e primatas Mata das Araucárias (Ombrófila

Leia mais

ESTUDO DE CONECTIVIDADE

ESTUDO DE CONECTIVIDADE ESTUDO DE CONECTIVIDADE PRESERVAÇÃO DO VERDE DE FORMA INTELIGENTE Fabiana Vita Lopes Assessora jurídico-ambiental Anglogold Ashanti Localização NOVA LIMA SEDE Estudo de Conectividade Um pensamento diferentre...

Leia mais

ÊNFASE NO ANDIRÁ Henochilus wheatlandii

ÊNFASE NO ANDIRÁ Henochilus wheatlandii ESTUDOS E LEVANTAMENTOS DAS ESPÉCIES DE PEIXES DA BACIA DO RIO SANTO ANTÔNIO ÊNFASE NO ANDIRÁ Henochilus wheatlandii Abril DE 2008 Belo Horizonte-MG LOCALIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS PCH's da Globalbank

Leia mais

Consideram-se integrantes do Bioma Mata Atlântica as seguintes formações florestais nativas e ecossistemas associados, com as respectivas

Consideram-se integrantes do Bioma Mata Atlântica as seguintes formações florestais nativas e ecossistemas associados, com as respectivas LEI DA MATA ATLÂNTICA Lei nº 11.428/2006 Estudo Dirigido Prof. MSc. Guilhardes Júnior 1. Que formações florestais fazem parte do Bioma Mata Atlântica? Consideram-se integrantes do Bioma Mata Atlântica

Leia mais

Eng. Agrônomo Ricardo Moacir Konzen Coordenador de departamento Departamento de Meio Ambiente de Vera Cruz

Eng. Agrônomo Ricardo Moacir Konzen Coordenador de departamento Departamento de Meio Ambiente de Vera Cruz Eng. Agrônomo Ricardo Moacir Konzen Coordenador de departamento Departamento de Meio Ambiente de Vera Cruz agronomia@veracruz-rs.gov.br dema@veracruz-rs.gov.br 51 37183778 Vera Cruz - RS Distância de Porto

Leia mais

BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES DE Randia armata (SW.) DC.

BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES DE Randia armata (SW.) DC. BIOMETRIA DE FRUTOS E SEMENTES DE Randia armata (SW.) DC. Lorena da Paz Oliveira (1) ; Aline Pinto dos Santos (2) ; Taise Almeida Conceição (3) ; Teresa Aparecida Soares de Freitas (4) ; Josival Santos

Leia mais

6 Campanha de medições

6 Campanha de medições 6 Campanha de medições A escolha dos sítios onde foram realizadas as medições é de grande importância para uma boa caracterização da perda de sinal devido à presença vegetal. Para tanto foram selecionados

Leia mais

SPECIAL PUBLICATIONS IN HERPETOLOGY

SPECIAL PUBLICATIONS IN HERPETOLOGY SPECIAL PUBLICATIONS IN HERPETOLOGY SAM NOBLE OKLAHOMA MUSEUM OF NATURAL HISTORY UNIVERSITY OF OKLAHOMA, NORMAN, OKLAHOMA NUMBER 1, PAGES 1 17 1 SEPTEMBER 2002 UM GUIA FOTOGRÁFICO DOS RÉPTEIS E ANFÍBIOS

Leia mais

Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014

Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014 Monitoramento das alterações da cobertura vegetal e uso do solo na Bacia do Alto Paraguai Porção Brasileira Período de Análise: 2012 a 2014 1 Sumário Executivo Apresentação A Bacia Hidrográfica do Alto

Leia mais

Marcelo Augusto de Barros 1 Janeiro 2010 I. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL

Marcelo Augusto de Barros 1 Janeiro 2010 I. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Supressão de vegetação para edificação em área urbana no Estado de São Paulo aplicação a loteamentos Biomas Cerrado e Mata Atlântica - Quadro comparativo Marcelo Augusto de Barros 1 marcelo@fortes.adv.br

Leia mais

Treinamento: Gestão Ambiental da Propriedade Rural Cód. 294

Treinamento: Gestão Ambiental da Propriedade Rural Cód. 294 Código Ambiental Atualizado Santa Catarina Santa Catarina é o primeiro estado brasileiro em aprovar e fazer virar lei um código ambiental independente da legislação federal (é importante salientar que

Leia mais

Anurofauna de uma área do domínio da Mata Atlântica no Sul do Brasil, Morro do Coco, Viamão, RS

Anurofauna de uma área do domínio da Mata Atlântica no Sul do Brasil, Morro do Coco, Viamão, RS MOUSEION (ISSN 1981-7207) http://www.revistas.unilasalle.edu.br/index.php/mouseion Canoas, n. 14, abr. 2013 Anurofauna de uma área do domínio da Mata Atlântica no Sul do Brasil, Morro do Coco, Viamão,

Leia mais

Ecologia de uma comunidade de anuros em Botucatu, SP

Ecologia de uma comunidade de anuros em Botucatu, SP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE BOTUCATU INSTITUTO DE BIOCIENCIAS Ecologia de uma comunidade de anuros em Botucatu, SP MARIA CLARA DA SILVA ESTEVES Dissertação apresentada ao Instituto de Biociências

Leia mais

CORREDOR DE BIODIVERSIDADE DO ARAGUAIA

CORREDOR DE BIODIVERSIDADE DO ARAGUAIA CORREDOR DE BIODIVERSIDADE DO ARAGUAIA CORREDOR DE BIODIVERSIDADE Região de grande importância biológica onde são desenvolvidas atividades visando associar a proteção da biodiversidade com o desenvolvimento

Leia mais

Estudo 4 - Oportunidades de Negócios em Segmentos Produtivos Nacionais

Estudo 4 - Oportunidades de Negócios em Segmentos Produtivos Nacionais Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Prospecção Tecnológica Mudança do Clima Estudo 4 - Oportunidades de Negócios em Segmentos Produtivos Nacionais Giselda Durigan Instituto

Leia mais

Anurofauna da Floresta Estacional Semidecidual da Estação Ecológica dos Caetetus, Sudeste do Brasil

Anurofauna da Floresta Estacional Semidecidual da Estação Ecológica dos Caetetus, Sudeste do Brasil Anurofauna da Floresta Estacional Semidecidual da Estação Ecológica dos Caetetus, Sudeste do Brasil Brassaloti, R.A. et al. Biota Neotrop. 2010, 10(1): 275-292. On line version of this paper is available

Leia mais

SALVAMENTO DE GERMOPLASMA DA Maytenus ilicifolia E DEMAIS ESPÉCIES DE INTERESSE NA ÁREA DO LABHIDRO

SALVAMENTO DE GERMOPLASMA DA Maytenus ilicifolia E DEMAIS ESPÉCIES DE INTERESSE NA ÁREA DO LABHIDRO SALVAMENTO DE GERMOPLASMA DA Maytenus ilicifolia E DEMAIS ESPÉCIES DE INTERESSE NA ÁREA DO LABHIDRO AUTORES: Alessandra Carla Fattori Ergesse Machado, Alexandre Soares, Cleber de Souza Cordovil, Laís Petri,

Leia mais

Componentes e pesquisadores envolvidos

Componentes e pesquisadores envolvidos Componentes e pesquisadores envolvidos Impactos sobre aves (avifauna) Dr. Luciano Naka Impactos nas comunidades indígenas e tradicionais - Dr. Philip Fearnside Qualidade da água: monitoramento de níveis

Leia mais

O efeito das estradas sobre a cobertura florestal e a biodiversidade

O efeito das estradas sobre a cobertura florestal e a biodiversidade RODO2010-21/10/2010 O efeito das estradas sobre a cobertura florestal e a biodiversidade Simone R. Freitas Universidade Federal do ABC (UFABC) O que é Ecologia de Estradas? Estudo das interações entre

Leia mais

MACACO PREGO Cebus nigritus

MACACO PREGO Cebus nigritus MACACO PREGO Cebus nigritus CURY, Letícia Duron; PAULA, Bruna; BATISTA, Pedro H.L.; SANTOS, Edvaldo Silva Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva RESUMO Este trabalho teve como objetivos, analisar

Leia mais

MATA ATLÂNTICA Geografia 5 º ano Fonte: Instituto Brasileiro de Florestas

MATA ATLÂNTICA Geografia 5 º ano Fonte: Instituto Brasileiro de Florestas MATA ATLÂNTICA Geografia 5 º ano Fonte: Instituto Brasileiro de Florestas Bioma Mata Atlântica Este bioma ocupa uma área de 1.110.182 Km², corresponde 13,04% do território nacional e que é constituída

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA: ESTUDO DE CASO DA HERPETOFAUNA.

AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA: ESTUDO DE CASO DA HERPETOFAUNA. AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL EM LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA: ESTUDO DE CASO DA HERPETOFAUNA. Francisca Vitória Amaral Nobrega 1 ; Marcos Antonio Nobrega de Sousa 2 RESUMO - Existem metodologias

Leia mais

ESTRUTURA GEOLÓGICA,RELEVO E HIDROGRAFIA

ESTRUTURA GEOLÓGICA,RELEVO E HIDROGRAFIA ESTRUTURA GEOLÓGICA,RELEVO E HIDROGRAFIA Definição de DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS: Pode ser compreendido como uma região que apresenta elementos naturais específicos que interagem resultando em uma determinada

Leia mais

O PAISAGISMO COMO MEDIDA COMPENSATÓRIA DAS OBRAS

O PAISAGISMO COMO MEDIDA COMPENSATÓRIA DAS OBRAS O PAISAGISMO COMO MEDIDA COMPENSATÓRIA DAS OBRAS Apresentação da experiência vivenciada pela GEM - Gerência do Empreendimento da Linha 15 Prata (antigo Prolongamento Linha 2-Verde) na obtenção das autorizações

Leia mais

PERFIL DE APRENDIZAGENS 7ºANO

PERFIL DE APRENDIZAGENS 7ºANO 7ºANO No final do 7º ano, o aluno deverá ser capaz de: Compreender o objeto e o método da Geografia. Conhecer diferentes formas de representação da superfície terrestre. Compreender diferentes tipos de

Leia mais

Restauração Florestal de Áreas Degradadas

Restauração Florestal de Áreas Degradadas Restauração Florestal de Áreas Degradadas Seminário Paisagem, conservação e sustentabilidade financeira: a contribuição das RPPNs para a biodiversidade paulista 11/11/ 2016 Espírito Santo do Pinhal (SP)

Leia mais

UHE MONJOLINHO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FAUNA

UHE MONJOLINHO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FAUNA UHE MONJOLINHO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FAUNA DSA-Desenvolvimento e Sust. Ambiental ABG Engenharia LTDA 07 a 12 de dezembro de 2015 SUMÁRIO 1 EQUIPE TÉCNICA... 3 2 APRESENTAÇÃO... 3 3 MATERIAL E MÉTODOS...

Leia mais

Disciplina: Geografia Perfil de Aprendizagens Específicas O aluno é capaz de:

Disciplina: Geografia Perfil de Aprendizagens Específicas O aluno é capaz de: O meio natural A Terra: estudos e representações CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO Disciplina: Geografia Perfil de Aprendizagens Específicas O aluno é capaz de: Ensino Básico Ano letivo: 2016/2017

Leia mais

FAZENDA VARGEM BONITA/MG (REF. 382)

FAZENDA VARGEM BONITA/MG (REF. 382) FAZENDA VARGEM BONITA/MG (REF. 382) ESTA FAZENDA É SOMENTE PARA GADO. CRIA E RECRIA. O PROPRIETÁRIO FAZ CONDIÇÕES DE PAGAMENTO E PEGA IMOVEIS EM QUALQUER CIDADE, DESDE QUE NÃO SEJA SITIO, E FAZENDA MENOR..

Leia mais

Professora Leonilda Brandão da Silva

Professora Leonilda Brandão da Silva COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: leonildabrandaosilva@gmail.com http://professoraleonilda.wordpress.com/ PROBLEMATIZAÇÃO Como você acha

Leia mais

Experiências Agroflorestais na Comunidade de Boqueirão. Renato Ribeiro Mendes Eng. Florestal, Msc

Experiências Agroflorestais na Comunidade de Boqueirão. Renato Ribeiro Mendes Eng. Florestal, Msc Experiências Agroflorestais na Comunidade de Boqueirão Renato Ribeiro Mendes Eng. Florestal, Msc Localização da área de estudo Dados Climáticos da Região Clima Tropical semi-úmido, com 4 a 5 meses de seca

Leia mais

CÁLCULO DO VALOR DA COMPENSAÇÃO AMBIENTAL DE ACORDO COM O DECRETO 6.848

CÁLCULO DO VALOR DA COMPENSAÇÃO AMBIENTAL DE ACORDO COM O DECRETO 6.848 CÁLCULO DO VALOR DA COMPENSAÇÃO AMBIENTAL DE ACORDO COM O DECRETO 6.848 Gabriel Teixeira Silva Araújo CEPEMAR - Serviços de Consultoria em Meio Ambiente Ltda. SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 INTRODUÇÃO 3 VALOR DOS

Leia mais

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do Estado, sudeste do Brasil

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do Estado, sudeste do Brasil Taocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taocenoses do Estado, sudeste do Brasil Juliana Zina 1,3 ; João Ennser 1 ; Sarah Cristina Piacentini

Leia mais

ANEXO III PROJETOS EXECUTIVOS DE ENGENHARIA DOS LAGOS ARTIFICIAIS E DAS OBRAS DE INFRAESTRUTURA DA FASE 01 DO SAPIENS PARQUE

ANEXO III PROJETOS EXECUTIVOS DE ENGENHARIA DOS LAGOS ARTIFICIAIS E DAS OBRAS DE INFRAESTRUTURA DA FASE 01 DO SAPIENS PARQUE ANEXO III PROJETOS EXECUTIVOS DE ENGENHARIA DOS LAGOS ARTIFICIAIS E DAS OBRAS DE INFRAESTRUTURA DA FASE 01 DO SAPIENS PARQUE Sumário 1 Objetivo... 4 2 Características Principais... 4 2.1 Área de Intervenção...

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 71, DE 04 DE AGOSTO DE 2005. O Presidente do Instituto

Leia mais

Visão de longo prazo e adequação ambiental para o setor agropecuário

Visão de longo prazo e adequação ambiental para o setor agropecuário Grãos, Proteína Animal, Floresta Plantada e Palma Visão de longo prazo e adequação ambiental para o setor agropecuário São Paulo 3/08/2015 Rodrigo C. A. Lima Leila Harfuch Luciane Chiodi Wilson Zambianco

Leia mais

A gestão dos serviços ambientais e a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica

A gestão dos serviços ambientais e a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica A gestão dos serviços ambientais e a conservação da biodiversidade na Mata Atlântica PqC. Elaine Aparecida Rodrigues SEMINÁRIO MATA ATLÂNTICA E SERVIÇOS AMBIENTAIS Mesa: PSAs e Biodiversidade Governo do

Leia mais

Geografia. Clima. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. Clima. Professor Luciano Teixeira. Geografia Clima Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia CLIMA O Estado está inserido na zona intertropical. Duas tipologias climáticas dominam o Estado de Pernambuco, cada qual

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: CCBS - CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Disciplina: ZOOLOGIA III (VERTEBRADOS I) Núcleo Temático: DIVERSIDADE BIOLÓGICA Código da Disciplina: 020.1378.9

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA VEREDA, RIO EMBU MIRIM, SP.

DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA VEREDA, RIO EMBU MIRIM, SP. DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DA VEREDA, RIO EMBU MIRIM, SP. Rita Monteiro Falcão - Aluna do curso de Geografia da FFLCH/USP. E-mail: rita.falcao@usp.br Emerson Galvani -

Leia mais

Estudando os ANUROS. Sapo, rã e perereca

Estudando os ANUROS. Sapo, rã e perereca Estudando os ANUROS Sapo, rã e perereca UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS, AMBI- ENTAIS E BIOLÓGICAS Curso: Biologia Licenciatura Equipe de elaboração: Aline Santos

Leia mais

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do Estado, Brasil.

Taxocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taxocenoses do Estado, Brasil. Taocenose de anuros de uma mata semidecídua do interior do Estado de São Paulo e comparações com outras taocenoses do Estado, Brasil. Zina, Juliana Biota Neotropica, Vol.7 (number 2): 2007; p. 49-58. A

Leia mais

08/09/2015. Plano de Manejo Estação Ecológica de Corumbá. Processo Participativo de Construção do Plano de Manejo.

08/09/2015. Plano de Manejo Estação Ecológica de Corumbá. Processo Participativo de Construção do Plano de Manejo. Processo Participativo de Construção do Plano de Manejo Apresentação CPB 04 Setembro 2015 Criação: 14 de março de 1996 Área: 309ha Estrutura: Núcleo Museológico / Viveiro Florestal / Centro de Restauração

Leia mais

Núcleo de Pesquisas Arqueológicas do Alto Rio Grande

Núcleo de Pesquisas Arqueológicas do Alto Rio Grande Núcleo de Pesquisas Arqueológicas do Alto Rio Grande Relatório de Visita a Sítio Arqueológico Pinturas da Princesa Mar de Espanha Este relatório pode ser reproduzido total ou parcialmente, desde que citada

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área

Leia mais

6.1. Herpetofauna da área Reserva da Serra das Almas, Ceará. Maria Borges-Nojosa. Paulo Cascon

6.1. Herpetofauna da área Reserva da Serra das Almas, Ceará. Maria Borges-Nojosa. Paulo Cascon 6.1 Diva Herpetofauna da área Reserva da Serra das Almas, Ceará Maria Borges-Nojosa Paulo Cascon Resumo Na área Serra das Almas, localizada nas fronteiras dos estado do Ceará e Piauí, foram registradas

Leia mais

Figura 1 Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena e suas unidades de conservação

Figura 1 Corredor de Biodiversidade Miranda Serra da Bodoquena e suas unidades de conservação Apresentação Os Corredores de Biodiversidade são grandes unidades de planejamento que têm como principal objetivo compatibilizar a conservação da natureza com um desenvolvimento econômico ambientalmente

Leia mais

O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL

O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL O CLIMA E A VEGETAÇÃO DO BRASIL [...] Não tinha inverno e verão em Brasília, tinha o tempo da seca e tempo das chuvas. Uma vez choveu onze dias sem parar, e as pessoas andavam quase cegas debaixo do aguaceiro,

Leia mais

VEGETAÇÃO BRASILEIRA. DIVIDE-SE EM: 1) Formações florestais ou arbóreas 2) Formações arbustivas e herbáceas 3) Formações complexas e litorâneas

VEGETAÇÃO BRASILEIRA. DIVIDE-SE EM: 1) Formações florestais ou arbóreas 2) Formações arbustivas e herbáceas 3) Formações complexas e litorâneas VEGETAÇÃO BRASILEIRA DIVIDE-SE EM: 1) Formações florestais ou arbóreas 2) Formações arbustivas e herbáceas 3) Formações complexas e litorâneas Floresta Amazônica ou Equatorial Características: Latifoliada,

Leia mais

À CÂMARA NORMATIVA E RECURSAL DO CONSELHO ESTADUAL DE POLÍTICA AMBIENTAL DE MINAS GERAIS CNR/COPAM

À CÂMARA NORMATIVA E RECURSAL DO CONSELHO ESTADUAL DE POLÍTICA AMBIENTAL DE MINAS GERAIS CNR/COPAM À CÂMARA NORMATIVA E RECURSAL DO CONSELHO ESTADUAL DE POLÍTICA AMBIENTAL DE MINAS GERAIS CNR/COPAM Ref.: Parecer de Vista relativo ao exame da Minuta de Deliberação Normativa que dispõe sobre os parâmetros

Leia mais

Diretoria de Meio Ambiente Atividades e ações desenvolvidas pela estrutura municipal

Diretoria de Meio Ambiente Atividades e ações desenvolvidas pela estrutura municipal Diretoria de Meio Ambiente Atividades e ações desenvolvidas pela estrutura municipal Luiz Carlos Seidenfus Gerente de Licenciamento Ambiental LEI COMPLEMENTAR N 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 Fixa normas

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA CENTRO DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO SOCIOAMBIENTAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA CENTRO DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO SOCIOAMBIENTAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA CENTRO DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO SOCIOAMBIENTAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS DIVERSIDADE DE ANUROS NO PARQUE MUNICIPAL DA MATINHA, EM

Leia mais

Monitoramento da fauna de anfíbios, répteis e mamíferos na área do acidente

Monitoramento da fauna de anfíbios, répteis e mamíferos na área do acidente Plano de Trabalho 1- DADOS INSTITUCIONAIS Proponente: A entidade pública proponente e responsável pelo convênio é Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia

Leia mais

5. DIVERSIDADE DOS ANIMAIS II

5. DIVERSIDADE DOS ANIMAIS II CIÊNCIAS 5 DIVERSIDADE DOS ANIMAIS II 1 Fósseis são restos ou vestígios de seres vivos do passado que foram preservados em materiais como rochas ou resinas de plantas a) Analise as fotos de fósseis a seguir

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Disciplina: ZOOLOGIA III (VERTEBRADOS I) Professor(es): Profa Dra Mônica Ponz Louro Código da Disciplina: 020.1378.9

Leia mais

Proposta de Criação do Refúgio de Vida Silvestre Estadual do Médio Paraíba CONSULTA PÚBLICA. Novembro de 2015

Proposta de Criação do Refúgio de Vida Silvestre Estadual do Médio Paraíba CONSULTA PÚBLICA. Novembro de 2015 Proposta de Criação do Refúgio de Vida Silvestre Estadual do Médio Paraíba CONSULTA PÚBLICA Novembro de 2015 Base Legal Lei Federal Nº 9.985, de 18 de julho de 2000 Regulamenta o artigo 225 da Constituição

Leia mais

Anfíbios Anuros do Parque Estadual das Furnas do Bom Jesus, sudeste do Brasil, e suas relações com outras taxocenoses no Brasil

Anfíbios Anuros do Parque Estadual das Furnas do Bom Jesus, sudeste do Brasil, e suas relações com outras taxocenoses no Brasil Anfíbios Anuros do Parque Estadual das Furnas do Bom Jesus, sudeste do Brasil, e suas relações com outras taxocenoses no Brasil Biota Neotrop. 2009, 9(2): 77-98. On line version of this paper is available

Leia mais

I RELATÓRIO NACIONAL SOBRE GESTÃO E USO SUSTENTÁVEL DA FAUNA SILVESTRE

I RELATÓRIO NACIONAL SOBRE GESTÃO E USO SUSTENTÁVEL DA FAUNA SILVESTRE I RELATÓRIO NACIONAL SOBRE GESTÃO E USO SUSTENTÁVEL DA FAUNA SILVESTRE Objetivo Principal: Apresentar uma análise técnica sobre a atual situação da fauna silvestre e exótica no Brasil e suas implicações

Leia mais

Ecossistemas Brasileiros

Ecossistemas Brasileiros Campos Sulinos Ecossistemas Brasileiros Estepe (IBGE, 1991) Mosaico campoflorestal Campos Sulinos Estepe (Campos Gerais e Campanha Gaúcha): Vegetação gramíneo-lenhosa com dupla estacionalidade (Frente

Leia mais

O Código Florestal nos Estados da Mata Atlântica

O Código Florestal nos Estados da Mata Atlântica O Código Florestal nos Estados da Mata Atlântica O Código Florestal nos Estados da Mata Atlântica Este relatório foi produzido para a Fundação SOS Mata Atlântica sob contrato firmado entre as partes em

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERTÃO SANTANA Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente, Turismo, Indústria e Comércio

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERTÃO SANTANA Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente, Turismo, Indústria e Comércio PREFEITURA MUNICIPAL DE SERTÃO SANTANA Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente, Turismo, Indústria e Comércio Licenciamento Ambiental Local ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS IRRIGAÇÃO CÓDIGOS 111,30,

Leia mais

170 mil motivos para comemorar. 27 de maio dia da Mata Atlântica.

170 mil motivos para comemorar. 27 de maio dia da Mata Atlântica. 170 mil motivos para comemorar 27 de maio dia da Mata Atlântica. 170.000 mudas plantadas conheça a história Sumário Anterior Próximo No dia da Mata Atlântica, 170 mil motivos para comemorar No dia 27 de

Leia mais

ArcelorMittal BioEnergia Ltda PRODUÇÃO DE MADEIRA EM REGIÃO DE DÉFICIT HÍDRICO

ArcelorMittal BioEnergia Ltda PRODUÇÃO DE MADEIRA EM REGIÃO DE DÉFICIT HÍDRICO ArcelorMittal BioEnergia Ltda PRODUÇÃO DE MADEIRA EM REGIÃO DE DÉFICIT HÍDRICO Localização V. Jequitinhonha 430 km Vitória TURMALINA VEREDINHA MINAS NOVAS CAPELINHA ITAMARANDIBA ÁREA TOTAL DRENAGEM TOTAL

Leia mais

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FLORA

PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FLORA PROGRAMA DE MONITORAMENTO DE FLORA Abril/2016 Sumário 1. Introdução... 3 2. Justificativa... 3 3. Objetivo... 4 4. Objetivos específicos... 4 5. Abrangência... 5 6. Público Alvo... 5 7. Metodologia...

Leia mais

Fauna de Lagartos. Belém Orientadora: Dr a Teresa Cristina Sauer de Ávila Pires Co-orientadora: Dr a Silvana Amaral

Fauna de Lagartos. Belém Orientadora: Dr a Teresa Cristina Sauer de Ávila Pires Co-orientadora: Dr a Silvana Amaral Fauna de Lagartos da Amazônia brasileira: Diversidade, Biogeografia e Conservação. Marco Antônio Ribeiro Júnior Orientadora: Dr a Teresa Cristina Sauer de Ávila Pires Co-orientadora: Dr a Silvana Amaral

Leia mais

Código Florestal. Experiências em Recuperação Ambiental

Código Florestal. Experiências em Recuperação Ambiental Experiências em Recuperação Ambiental Código Florestal Restauração ecológica de mata ciliar e nascente por meio da regeneração natural e plantio de mudas Restauração ecológica de mata ciliar e nascente

Leia mais

COMPONENTE AGRO E SILVO AMBIENTAL BALDIOS DE SÃO PEDRO - MANTEIGAS

COMPONENTE AGRO E SILVO AMBIENTAL BALDIOS DE SÃO PEDRO - MANTEIGAS COMPONENTE AGRO E SILVO AMBIENTAL BALDIOS DE SÃO PEDRO - MANTEIGAS Sergio Almeida 1 Enunciar as várias medidas disponíveis; Medidas candidatas pelo Baldio de São Pedro Manteigas; Ver o tipo de intervenção

Leia mais

A Vegetação no Brasil

A Vegetação no Brasil A Vegetação no Brasil A, também chamada de geobotânica, objetiva estudar, a integração dos componentes florísticos com a participação conjuntural do ambiente. Para isso colaboram fatores tais como: disponibilidade

Leia mais

População conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que ocorrem juntos em uma mesma área geográfica no mesmo intervalo de tempo (concomitantemente)

População conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que ocorrem juntos em uma mesma área geográfica no mesmo intervalo de tempo (concomitantemente) Conceitos Básicos de Ecologia Professora: Patrícia Hamada Colégio HY Três Lagoas, MS População conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que ocorrem juntos em uma mesma área geográfica no mesmo intervalo

Leia mais

Organização da Aula. Recuperação de Áreas Degradas. Aula 2. Matas Ciliares: Nomenclatura e Conceito. Contextualização

Organização da Aula. Recuperação de Áreas Degradas. Aula 2. Matas Ciliares: Nomenclatura e Conceito. Contextualização Recuperação de Áreas Degradas Aula 2 Prof. Prof. Francisco W. von Hartenthal Organização da Aula Conceito, Importância e Recuperação da Mata Ciliar 1.Conceitos e funções da mata ciliar 2.Cenário de degradação

Leia mais

RIO VERDE 19 DE DEZEMBRO DE 2016

RIO VERDE 19 DE DEZEMBRO DE 2016 TABELAS DE EQUIVALÊNCIAS DE DISCIPLINAS PARA O BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, CONFORME EMENTAS E MATRIZES DISPONÍVEIS NA PÁGINA DO IF GOIANO CAMPUS RIO VERDE RIO VERDE 19 DE DEZEMBRO DE 2016 1º PERÍODO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA DE BIOMAS TROPICAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA DE BIOMAS TROPICAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA DE BIOMAS TROPICAIS Dissertação de Mestrado CARACTERIZAÇÃO ECOLÓGICA DOS ANFÍBIOS ANUROS

Leia mais

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO PORTO ORGANIZADO DE ÓBIDOS

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO PORTO ORGANIZADO DE ÓBIDOS DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO PORTO ORGANIZADO DE ÓBIDOS 2016 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 CARACTERISTICAS AMBIENTAIS DE ÓBIDOS... 3 2.1 CLIMA... 3 2.2 RECURSOS HÍDRICOS... 4 2.3 SOLOS... 5 2.4 GEOLOGIA... 5

Leia mais

OS FATORES DO CLIMA. Equador, portanto quanto maior a latitude, menores são as médias anuais de temperatura.

OS FATORES DO CLIMA. Equador, portanto quanto maior a latitude, menores são as médias anuais de temperatura. Os climas do Brasil OS FATORES DO CLIMA LATITUDE quanto mais nos distanciamos do Equador, portanto quanto maior a latitude, menores são as médias anuais de temperatura. BRASIL 93% zona Intertropical e

Leia mais

ITABIRA. Tabela 1. Estrutura Fundiária do Município de Itabira

ITABIRA. Tabela 1. Estrutura Fundiária do Município de Itabira ITABIRA Aspectos gerais O município de Itabira pertence à microrregião de Itabira, e à mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte, conta com uma área de 1.256,5 Km 2 Com uma altitude máxima de 1.672m

Leia mais

MEIO FÍSICO. ÁREA DE INFLUÊNCIA Bacia de Drenagem para o Reservatório O rio Paranaíba

MEIO FÍSICO. ÁREA DE INFLUÊNCIA Bacia de Drenagem para o Reservatório O rio Paranaíba Qualidade da Água MEIO FÍSICO ÁREA DE INFLUÊNCIA Bacia de Drenagem para o Reservatório O rio Paranaíba Médias mensais de vazão entre os anos de 1931 e 2009 na estação da ANA 60012100 - Ponte Vicente Goulart.

Leia mais

ORGANOGRAMA DA SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E MEIO AMBIENTE

ORGANOGRAMA DA SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E MEIO AMBIENTE ORGANOGRAMA DA SECRETARIA MUNICIPAL DO VERDE E MEIO AMBIENTE GABINETE DO SECRETARIO ASSESSORIA JURÍDICA TCA CCA DEPAVE DECONT ASSESSORIA JURÍDICA PROTOCOLO DEPAVE-1-5 DPAA ADMINISTRATIVO ISOLADAS MANEJO

Leia mais

VOLUME II Introdução e enquadramento

VOLUME II Introdução e enquadramento #$ VOLUME I RELATÓRIO SÍNTESE VOLUME II Introdução e enquadramento Capítulo 1 Introdução Capítulo 2 - Enquadramento das Políticas e Instrumentos de Ordenamento Territorial VOLUME III PATRIMÓNIO NATURAL

Leia mais

BOLETIM DIÁRIO DE INFORMAÇÃO. Monitoramento e Atendimento a Fauna Atingida por Rejeito no Rio Doce. C.N.P.J / /

BOLETIM DIÁRIO DE INFORMAÇÃO. Monitoramento e Atendimento a Fauna Atingida por Rejeito no Rio Doce. C.N.P.J / / BOLETIM DIÁRIO DE INFORMAÇÃO Monitoramento e Atendimento a Fauna Atingida por Rejeito no Rio Doce Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos C.N.P.J. 13.094.626/0001-56 / www.ipram-es.org.br

Leia mais

Departamento de Engenharia Florestal Laboratório de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas

Departamento de Engenharia Florestal Laboratório de Conservação de Ecossistemas e Recuperação de Áreas Degradadas GRUPO ECOLÓGICO Conceito criado de acordo com o comportamento das espécies florestais nos processos de sucessão ecológica, que ocorre por meios naturais quando surgem clareiras na floresta tropical por

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Adendo ao Parecer Único SUPRAM Central Metropolitana nº. 339623/2008. Parecer Único SUPRAM ASF nº. 0202648/2011. Processo Administrativo: 12082/2005/002/2008. PARECER ÚNICO Nº. 0202648/2011. Processo COPAM

Leia mais

Campo Nativo não é Área Rural Consolidada

Campo Nativo não é Área Rural Consolidada Campo Nativo não é Área Rural Consolidada Riscos para a implantação da lei de Proteção da Vegetação Nativa (12.651/2012) e equívocos no tratamento dos Campos Sulinos Contribuição técnica da Rede Campos

Leia mais

Tipos de Chuvas. Chuvas Orográficas: é quando as massas de ar são barradas pela ocorrência do relevo(planaltos ou montanhas).

Tipos de Chuvas. Chuvas Orográficas: é quando as massas de ar são barradas pela ocorrência do relevo(planaltos ou montanhas). CLIMAS DO MUNDO ;;. V jlóyufrdcdf Latitude Tipos de Chuvas Chuvas Orográficas: é quando as massas de ar são barradas pela ocorrência do relevo(planaltos ou montanhas). Chuvas Frontais: é resultado do encontro

Leia mais

Relatório de Campo - GT Carvão do Diálogo Florestal Operação Carvão Vegetal no interior do Piauí

Relatório de Campo - GT Carvão do Diálogo Florestal Operação Carvão Vegetal no interior do Piauí Relatório de Campo - GT Carvão do Diálogo Florestal Operação Carvão Vegetal no interior do Piauí Datas: 07 a 10 fevereiro de 2013 e 27 a 30 de novembro de 2013 Integrantes: Tânia Martins, André Pessoa

Leia mais

1. Descrição da Cidade

1. Descrição da Cidade 1. Descrição da Cidade 2. Top Atrações da Cidade 2.1 - Atração Cachoeira da Água Branca 2.2 - Atração Cachoeira de Santa Maria 2.3 - Atração Cachoeira do Astor 2.4 - Atração Cachoeira do Saltão 2.5 - Atração

Leia mais

Geraldo Majela Moraes Salvio¹ José Saraiva Cruz² Abner Luna Teixeira³

Geraldo Majela Moraes Salvio¹ José Saraiva Cruz² Abner Luna Teixeira³ LEVANTAMENTO DAS PESQUISAS CIENTÍFICAS REALIZADAS NA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE SÃO JOSÉ, PARQUE ESTADUAL DE IBITIPOCA, PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO BRIGADEIRO E NO PARQUE NACIONAL DO CAPARAÓ Geraldo

Leia mais

GESTÃO PARTICIPATIVA EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO NA FLORESTA NACIONAL DE PALMARES EM ALTOS/PI

GESTÃO PARTICIPATIVA EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO NA FLORESTA NACIONAL DE PALMARES EM ALTOS/PI GESTÃO PARTICIPATIVA EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO NA FLORESTA NACIONAL DE PALMARES EM ALTOS/PI Amanda Alves Feitosa (*) * Instituto Federal do Piauí IFPI. amandfeitosa@gmail.com RESUMO

Leia mais

Characterization of Rainfall Patterns in the Projeto Rio Formoso Region in the Araguaia Basin, Tocantins State, Brazil

Characterization of Rainfall Patterns in the Projeto Rio Formoso Region in the Araguaia Basin, Tocantins State, Brazil CARACTERIZAÇÃO DO REGIME PLUVIOMÉTRICO DA Jair da Costa OLIVEIRA FILHO 1, Eder Soares PINTO 1, Luciano Marcelo Fallé SABOYA 1, Antonio José PERON 1, Gaspar F. CAETANO 2 RESUMO - A caracterização do regime

Leia mais

26 a 29 de novembro de 2013 Campus de Palmas

26 a 29 de novembro de 2013 Campus de Palmas BIOINDICADORES DE ANUROS EM FRAGMENTOS FLORESTAIS NATURAIS IPUCAS E REMANESCENTES FLORESTAIS NAS BACIAS DOS RIOS ARAGUAIA (LAGOA DA CONFUSÃO-TO) E TOCANTINS (PALMAS-TO). Nome dos autores: Warley Cirilo

Leia mais