Quem é Quem nos Mercados FINANCEIROS. Toru Hanai / Reuters

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5701 DE 26 DE JUNHO DE 2013 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Quem é Quem nos Mercados FINANCEIROS Toru Hanai / Reuters Conheça as principais tendências do sector financeiro Banca reforça medidas de apoio a empresas Fundos de investimento querem outra fiscalidade O passado e o futuro da bolsa portuguesa

2 II Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS EDITORIAL Mark Twain e as agências de rating Os bancos retrairam-se na oferta de crédito, o que contribuiu ainda mais para a economia cair. Banca reforça medidas de apoio a empresas PÁGINA 4 Entrevista a Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos PÁGINA 6 Sector segurador marcado pelo aumento da poupança PÁGINA 8 Investor Relations Awards são em Julho PÁGINA 8 Os desafios do sector dos fundos de investimento PÁGINA 10 Bolsa nacional mostra as suas fraquezas PÁGINA 12 Quem é Quem nos Mercados Financeiros PÁGINA 14 A 19 Director: António Costa Director-executivo: Bruno Proença Subdirectores: Francisco Ferreira da Silva, Helena Cristina Coelho e Pedro Sousa Carvalho Editora: Irina Marcelino Redacção: Raquel Carvalho Produção: Ana Marques (chefia), Artur Camarão, Carlos Martins e João Santos Departamento Gráfico: Dário Rodrigues (editor) e Ana Maria Almeida Tratamento de Imagem: Samuel Rainho (coordenação), Paulo Garcia e Tiago Maia Presidente: Nuno Vasconcellos Vice-presidente: Rafael Mora Administradores: Paulo Gomes, António Costa e Gonçalo Faria de Carvalho Director Geral Comercial: Bruno Vasconcelos Redacção Rua Vieira da Silva, nº45, Lisboa, Tel.: / Fax: Ralph Orlowski/ Reuters Conhecemos Mark Twain mais pelas aventuras de Tom Sawyer do que propriamente pelos seus dotes de analista financeiro. Mas o escritor e humorista norte-americano é autor de uma frase que ainda hoje faz todo o sentido: Um banqueiro é um homem que te empresta o chapéu-de-chuva quando faz sol e que to tira quando começa a chover. O que esta frase quer dizer é que em tempos de vacas gordas, quando a economia está pujante, os bancos inundam as nossas caixas de correio com panfletos a oferecer crédito barato com um sem número de vantagens, mesmo que nós nem estejamos propriamente necessitados desse dinheiro. Quando o Sol nasce, nasce para todos. Mas quando a economia afunda, somos todos levados na enxurrada. Vítor Gaspar já nos explicou a relação entre as condições climatéricas e o desempenho da economia. E a nossa economia afundou e os bancos retraíramse na oferta de crédito, o que contribuiu ainda mais para aumentar a queda da economia. Afrase de Mark Twain, adaptada aos dias de hoje, daria qualquer coisa como: O aumento do crédito é um objectivo dos bancos. Mas essa concessão de crédito não pode deixar de seguir critérios de avaliação do risco correctos e prudentes, sob pena de enfraquecerem os bancos. Esta frase, da autoria de Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, e reproduzida na página 6 deste especial Quem é Quem nos Mercados Financeiros, resume bem o estado de espírito dos banqueiros nos dias que correm: é verdade que está a chover. Mas os nossos guardachuvas só os emprestamos aos clientes que nos dêem total garantia que o vão devolver, faça chuva ou faça sol. Os bancos, em uníssono, até dizem que têm dinheiro para emprestar aos bons projectos. O problema é que hoje em dia, com o mercado doméstico altamente deprimido e com procura interna a retrair-se, é obra apresentar à banca um business plan que não esteja pejado de riscos. E daqui não vamos sair. Para perceber por que é que os bancos não estão a emprestar dinheiro, pelo menos a preços decentes, é preciso recuar aos primórdios da crise quando as agências de rating baixaram a notação de risco da República para lixo e os bancos foram embrulhados e metidos no mesmo contentor. Com uma classificação de risco altamente especulativa, são poucos lá fora que emprestam aos nossos bancos dinheiro a preços decentes. E se os bancos compram farinha a preços especulativos, têm necessariamente de vender o pão a preços exorbitantes. E isto só lá vai, como explica e bem Faria de Oliveira, se as agências de rating resolverem limpar o seu caixote de lixo e voltarem a colocar a notação de risco dos bancos a níveis decentes. Mas infelizmente, o humor das agências de rating continua a ser altamente imprevisível e as regras com que se regulam (ou não) continuam a ser altamente opacas. E se Mark Twain escrevesse hoje em dia sobre essas agências era homem para dizer que elas só nos dão um triple A quando faz sol, e nos colocam em junk quando começa a chover. E daqui não vamos sair. PEDRO SOUSA CARVALHO Em tempos de vacas gordas, quando a economia está pujante, os bancos inundam as nossas caixas de correio companfletosaoferecer crédito barato com um sem número de vantagens, mesmo que nós nem estejamos propriamente necessitados desse dinheiro. Quando o Sol nasce, nasce para todos. Mas quando a economia afunda, somos todos levados na enxurrada.

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4 IV Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS OS MINISTROS das Finanças dos 27 Estados membros da União Europeia formalizaram sexta-feira passada, no Luxemburgo a extensão das maturidades dos empréstimos europeus concedidos a Portugal e à Irlanda, por sete anos, uma medida que se espera que ajude os dois países a regressarem aos mercados. Com esta extensão, a maturidade média passa dos 12 anos e meio para os 19 e meio. Banca reforça medidas de apoio a empresas nacionais Governo quer que CGD seja líder na concessão de crédito a empresas, cria nova linha de crédito PME exportações e baixa spreads da linha PME Crescimento. RAQUEL CARVALHO Financiar as empresas é potenciar o crescimento económico que Portugal precisa para sair da recessão. As mudanças feitas pelo executivo português na administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) são disso sinal. Apesar de ainda não estar fechada a nova administração, o Governo quer que a Caixa financie mais a economia portuguesa. Mas não só. Encontros com os principais bancos têm vindo a ser promovidos, assim como com a Associação Portuguesa de Bancos (ABP) e várias empresas, de forma a encontrar estratégias e planos de apoio. Em entrevista ao Diário Económico, Faria de Oliveira, presidente da APB, admitiu que na última reunião realizada este mês ficou acordado uma redução dos spreads máximos praticados pelos bancos na linha PME Crescimento, bem como o aumento dos tempos máximos para os períodos de carência e prazos dos empréstimos. Mas não só. Foi também acordada a criação de uma nova linha de crédito PME Exportações, com a dotação de 500 milhões de euros, para facilitar as necessidades cíclicas de tesouraria das empresas públicas, afirmou, adiantando, também, ter-se discutido o papel de intermediação a realizar pelos bancos nacionais em relação a linhas do BEI e da KFW. Em cima da mesa esteve igualmente a análise do papel crucial dos bancos na resposta ao foco estratégico no crescimento económico, nos seus três pilares: investimento, crédito e recapitalização de empresas, disse. A carta de missão feita pelo governo liderado por Pedro Passos Coelho estabelece que a CGD deve aspirar a ser um banco líder na concessãodecréditoapequenasemédiasempresas (PME), no fomento da actividade produtiva (bens e serviços transaccionáveis) e no apoio à internacionalização das empresas portuguesas. Para tal, o banco tem que conceder crédito com melhores condições às PME. Na altura do anúncio da carta por Vítor Gaspar, ministro das Finanças, em Maio, José de Matos, presidente executivo da CGD, disse que esta se encaixava perfeitamente naquilo que tem sido a orientação estratégica da instituição financeira, (ver caixa ao lado), e re- Financiamento da CGD a empresas A CGD apoia as empresas através da linha de crédito Investe QREN, Caixa QREN Empresas, a Linha de Crédito Especial para PME, com garantia mútua, criada no âmbito de uma parceria entre a Caixa Geral de Depósitos e as Sociedades de Garantia Mútua, as linhas protocoladas com o BEI, e a linha de crédito Caixa Capitalização. Entre os produtos disponibilizados pela CGD, fonte oficial do banco, que não quer entrar em detalhes sobre a estratégia para as empresas, destaca o IVA EnCaixa, produto de apoio à tesouraria, sob a forma de limite em conta-corrente, que permite às empresas antecipar os recebimentos do IVA constantes da declaração periódica apresentada à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). cordou que essa orientação implica a concentração do negócio no core business, reestruturando o seu modelo corporativo. Mas o aumento do financiamento às empresas não vai passar apenas pela CGD. Além das opções propostas pelas outras entidades bancárias, a questão da criação de um banco de fomento em Portugal tem sido falada por diversas vezes e abordada junto da Comissão Europeia. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, chegou a defender a proposta, que tem sido barrada por falta de verbas. Outraquestãoquetemqueserresolvidaéada Sofid, instituição financeira de apoio à internacionalização de empresas, criada em 2007 e controlada em 60% pelo Estado, cuja missão é apoiar o investimento de empresas portuguesas em países em desenvolvimento e emergentes.oproblemaéqueesgotouacapacidade de financiamento, e precisa de aumentar o capital. Se esta questão for resolvida, a Sofid podia funcionar como uma espécie de banco de fomento. Estevetambémemcimadamesaaquestãodo Banco Europeu de Investimento. Sobre isto, o Comissário Europeu dos Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn, lembrou que Portugal já acordou com aquela instituição em Dezembro de 2012 uma garantia estatal que poderá potenciar a realização de projectos no valor máximo de seis mil milhões de euros. Olli Rehn defendeu mesmo que para assegurar a estabilidade do sector financeiro, que é um pilar essencial do programa de assistência económica e financeira a Portugal, é necessário dotar os bancos portugueses de margens de reserva de capital suficientes para fazer frente à eventual degradação da carteira de empréstimos decorrente da actual crise económica. O comissário europeu assegurou que o montante global de 12 mil milhões de euros foi cuidadosamente determinado de modo a constituir uma garantia suficiente contra os riscos financeiros e, ao mesmo tempo, evitar que sejam utilizados montantes significativos. Disse ainda que na fase actual não é aconselhável reafectar as verbas daquele mecanismo a outros fins, já que tal poderia implicar riscos graves para a estabilidade do sistema financeiro. Eddie Keogh / Reuters Empresas queixam-se de dificuldades no acesso ao financiamento. Mas os bancos dizem ter capital para emprestar.

5 Quarta-feira 26 Junho 2013 Diário Económico V A EDP é a melhor empresa nacional na relação com os investidores e ao nível das utilities europeias. A distinção foi dada pelo segundo ano consecutivo na edição de IR Magazine Europe Awards A empresa ficou ainda na 14ª posição entre as cotadas na Europa, conquistou o primeiro lugar nas práticas de sustentatbilidade e o quinto lugar em governo corporativo e política de divulgação. O MESTRADO em Finanças da NOVA é considerado o melhor em internacionalização, obtendo a 22ª posição na lista global dos 40 cursos avaliados.no ranking do Financial Times, divulgado segunda-feira. Com presença em São Paulo, no Brasil, este mestrado é o único que tem relações com a América Latina. Está também presente em Luanda e Maputo. Os apoios dos principais bancos nacionais às empresas O BES tem disponível para as empresas mais de seis mil milhões de euros em soluções de financiamento para apoio ao investimento e à tesouraria, passando por linhas de crédito protocoladas e soluções exclusivas. Fonte oficial do banco presidido por Ricardo Salgado (na foto) destaca, dentro dos apoios ao investimento, as linhas protocoladas PME Crescimento 2013, que têm um limite global de dois mil milhões de euros, e a Linha QREN, com uma dotação de um milhão de euros. Nas primeiras, o BES tem 960 operações no montante global de 237 milhões de euros, atingindo uma quota de mercado de 24%, refere a mesma fonte. Já na Invest QREN, são 107 as operações onde está envolvido, num valor global de 55 milhões de euros. Serão ainda de sublinhar as soluções BES Agricultura, linhas para apoio à aquisição de equipamentos agrícolas e financiamento de projectos no âmbito dos programas PRODER e PROMAR, com um limite global de 250 milhões de euros, diz. O banco está também envolvido na Linha Export Investe, que tem um limite global de 225 milhões de euros, com 29 operações aprovadas no montante global de dez milhões de euros. De realçar ainda o apoio às empresas de Turismo, através de linhas protocoladas com o Turismo de Portugal, bem como a ferramenta que disponibiliza para apoio à tesouraria, o BES Express Bill, com limites de crédito protocolados no valor de 2,25 mil milhões de euros. O BPI oferece linhas de mais de cinco mil milhões de euros de apoio às empresas nacionais, sendo que milhões são disponibilizados através de linhas de crédito exclusivas e milhões, através de linhas protocoladas com o Estado, frisa fonte oficial do banco dirigido por Fernando Ulrich (na foto). Das linhas exclusivas, o banco destaca a BPI Empresas, no valor de mil milhões para médias e grandes empresas, e a BPI Negócios, de cerca de 500 milhões para PME, ambas lançadas em O banco refere ainda a linha JESSICA, um programa lançado em 2012, que dispõe de 128 milhões para financiar a médiolongo prazo, projectos de desenvolvimento e reabilitação urbanos, e também a linha BPI/FEI Inovação, no âmbito do acordo de garantia assinado entre o BPI e o Fundo Europeu de Investimento, em Abril de 2013, no montante de 60 milhões de euros, vocacionada para responder às necessidades de financiamento, investimento ou fundo maneio das empresas inovadoras ou que desenvolvam actividades de investigação e desenvolvimento, com prazos até sete anos, explica. Das linhas protocoladas com o Estado, o banco está envolvido na PME Crescimento 2013, onde tem uma qota de 17,5%, na Investe QREN, na PRODER/PROMAR, na Export Investe e na Qualificação da Oferta - Turismo. De realçar também o BPI Exportação Segura, lançado em No primeiro trimestre de 2013, o SantanderTotta lançou a segunda fase da campanha Plano Activação Totta, disponibilizando 1,5 mil milhões de euros para incentivar o financiamento a novas empresas e projectos, diz fonte oficial do banco, que frisa que esta linha destina-se a todas as empresas e sectores, que apresentem projectos sólidos e bem estruturados. O Santander Totta informa que ao longo do primeiro trimestre de 2013 foram aprovadas 749 operações no valor de 721 milhões de euros. Realçar ainda, que, integrado neste plano, o banco disponibiliza o Crédito Activação, para apoiar as necessidades financeiras de curto e médio prazo das empresas, com financiamento até 500 mil euros. Além de estar também presente nas linhas PME Crescimento 20113, onde tem uma quota de 17%, o Santander Totta, presidido em Portugal por António Vieira Monteiro (na foto) disponibiliza desde 2011 um International Desk de apoio à internacionalização, estabelecendo uma eficaz ligação comercial da Rede Empresas do banco, com as suas congéneres nos vários bancos do Grupo Santander, explica o banco que destaca ainda a Solução Exportação, um programa de apoio às PME Exportadoras. Uma solução que inclui acordos com parceiros, seguros de crédito, produtos de financiamento, de transaccionalidade e de cobertura de risco e a disponibilidade equipas especializadas em comércio internacional. Desde o início do ano, o Millenniumbcp, presidido por Nuno Amado (na foto), já fez novas operações num montante global de 124 milhões de euros, sendo de destacar o peso do banco na Linha PME Crescimento 2013, onde possui uma quota de mercado de 20,1% em número e de 17,1% em valor das operações, resultante da aprovação de mais de operações num valor global de cerca de 169 milhões de euros, destaca fonte oficial do banco que frisa ainda a aprovação de financiamentos na linha IFAP PRODER/PROMAR no valor de 2,2 Milhões de euros. O Millenniumbcp tem ainda disponíveis até milhões de euros para empresas que queiram crescer. Está também envolvido em vários projectos através da Linha Export Investe, da linha de apoio ao turismo, e a partir da Linha de Crédito de Curto Prazo que visa financiar as necessidades de exploração das empresas dos sectores da agricultura, silvicultura e pecuária. O banco disponibiliza apoio ainda através da linha de crédito PRODER e Promar, do Investe QREN e da FINCRESCE e criou duas linhas de Crédito especiais com Banco Europeu de Investimentos e Sociedades de Garantia Mútua, a linha Millennium BEI, no valor de 200 milhões de euros e a linha Millennium Garantia Mútua, com plafond global de 100 milhões de euros. O banco procedeu igualmente ao lançamento de novas soluções associadas ao financiamento às PMEs e à gestão diária da sua tesouraria, destacando-se a Millennium Premium Line, com pré-aprovação de 500 milhões de euros, o reforço da oferta em Factoring e Confirming, entre outros.

6 VI Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS Faria de Oliveira deixou há pouco tempo a administração da caixa Geral de Depósitos para se dedicar em exclusivo à presidência da APB. Paulo Alexandre Coelho ENTREVISTA FARIA DE OLIVEIRA, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS A banca encontra-se bem capitalizada e confortável em liquidez Faria de Oliveira defende um aumento do crédito com regras, de forma a não enfraquecer as instituições. RAQUEL CARVALHO Em entrevista ao Diário Económico, Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) defende ser essencial financiar a economia para que o País comece a crescer e garante que os bancos estão em condições para financiar empresas, sendo os primeiros interessados nisso. Em Portugal há dificuldades no financiamento às empresas. Que comentário tem a fazer? O financiamento de economia é essencial para o processo de aceleração da passagem da recessão para o crescimento económico e requer actuação simultânea em três vectores: investimento, nacional e estrangeiro, reforço da capacidade produtiva e de novos projectos; concessão de crédito e respectivas condições; reforço da autonomia financeira das empresas, designadamente da sua recapitalização. De que forma se podem incentivar isso? É necessário criar condições para atrair o investimento. O crédito fiscal ao investimento é uma medida muito positiva, mas conviria que fosse alargado o período em que vigora. A redução do IRC, no quadro do próximo Orçamento de Estado (OE), seria também particularmente bem-vinda. Uma boa utilização dos Justifica-se uma revisão do ranting Faria de Oliveira defende que o desempenho dos bancos portugueses, a sua resiliência ao longo de uma crise de quase seis anos e o retorno aos mercados porpartedacgdedobes, já justificavam uma revisão do rating de Portugal e das instituições bancárias e frisa que os bancos nacionais, comparativamente, a outros estados-membros, são dos que menos necessitam de ajudas de Estado (situava-se nos 3%). em 2009enos7%,em2011, bem abaixo da maioria dos Estados Membros, diz, admitindo ainda que os bancos tudo farão para evitar que Portugal utilize o dinheiro que resta concedidopelatroikapara recapitalizar os bancos. fundos comunitários existentes ou especificamenteparaportugaledelinhasdecréditode instituições especializadas e multilaterais será fundamental para dinamizar o investimento. O aumento do crédito é um objectivo dos bancos, que são os primeiros interessados na sua concessão a empresas que submetam projectos de investimento viáveis ou dele necessitem para a sua actividade. Mas essa concessão de crédito não pode deixar de seguir critérios de avaliação do risco correctos e prudentes, sob pena de enfraquecerem os bancos. O aumento da resiliência das empresas passa pelo reforço da sua autonomia financeira, pelo que a sua recapitalização é fundamental. Para além do acesso a fundos comunitários apropriados, de abertura de capital a outros accionistas, do capital de risco nassuasváriasvertentes,dorecursoaomercado de capitais, mecanismos novos, como a emissão de dívida subordinada elegível para capital, por contrapartida das empresas junto dos bancos, poderão ser extremamente úteis. Os bancos já estão em condições de dar financiamento às empresas? A banca encontra-se bem capitalizada e confortávelemliquidez,eéaprimeirainteressada em conceder crédito. A diminuição do crédito resulta principalmente da falta de procura. Existirá, também, alguma aversão ao risco, mas as boas empresas e projectos não têm problema em aceder ao crédito. As empresas queixam-se que os juros são muito altos. Faz sentido que empresas no mesmo espaço da zona euro, tenham que pagar custos tão diferenciados? O preço do crédito novo é função do custo do funding, do custo do capital e do risco. Com as crises de e a crise da dívida soberana, o mercado financeiro europeu fragmentou-se, tornou-se mais nacional. Em Portugal, o custo do funding é muito mais elevado do que em outros Estados Membros, o custo do capital também e a recessão económica conduziu à diminuição da qualidade do crédito e a imparidades. O processo de redução destes custos e o aumento da eficiência dos bancos são as vias de redução dos spreads do crédito novo. Para isso, é fundamental o processo de integração financeira europeu. É uma fortíssima desvantagem competitiva para as nossas empresas o custo mais elevado do crédito. Seriam bem-vindas algumas medidas europeias que permitissem aproximar os juros pagos pelas empresas portuguesas dos praticados noutros Estados Membros.

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8 VIII Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS PPR voltaram a ser subscritos no primeiro trimestre deste ano, IRG Awards premeiam o melhor do mercado financeiro Mario Proenca/Bloomberg Sector segurador marcado pelo aumento da poupança Subscrições de PPR cresceram 57% face ao primeiro trimestre de Seguros de capitalização também cresceram. IRINA MARCELINO Oassunto do momento no mercado segurador é a privatização mais do que certa dos seguros da Caixa Geral de Depósitos, o maior grupo segurador português em Um negócio que vai certamente mexer com todo o sector. A forma como o fará é que ainda é uma incógnita. Depende de quem a comprar, de que forma essa compra será feita e da estratégia do comprador. Mas independentemente do negócio, o mercado nacional de seguros está funcionar. Entre os números da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), uma das maiores novidades é o incremento na produção de PPR, um produto já há algum tempo em queda por ter perdido benefícios fiscais. De acordo com os números relativos ao primeiro trimestre da associação, a procura por este tipo de produtos aumentou 130 milhões de euros, sendo que o valor produzido em 2012 era de 230 milhões e, agora, passou a ser de 360 (subida de 57%). Também os produtos de capitalização registaram um aumento no primeiro trimestre do ano, passando de 1,1 mil milhões de euros para 1,2 mil milhões em A produção de rendas vitalícias também cresceu. No primeiro trimestre de 2012 era de 9,6 milhões de euros. Já em 2013, ultrapassou os 14,3 milhões. Em contrapartida, os produtos de risco caíram 18 milhões de euros. Os valores de produção de produtos de poupança são confirmados pelo Instituto de Seguros de Portugal (ISP) no relatório do primeiro As líderes do mercado A Fidelidade é líder do sector segurador português e a sexta companhia no mercado ibérico de seguros. A seguradora do grupo CGD tinha em 2012, uma quota de 29,3%, tendo atingindo um resultado líquido superior a 100 milhões de euros. Obteve milhões de euros de facturação e tem mais de cinco milhões de apólices em vigor. Quianto à Ocidentlal Vida, registou uma quota global de 26,1% em Já a Santander Totta Seguros, que tem uma quota de 6,6%, totalizou no primeiro trismestre do ano, uma produção de prémios de 124 milhões de euros. De realçar que todas têm como estratégia a melhoria e diversificação da oferta, o ajuste a produtos já no mercado e o lançamento de outros, destacando-se o ramo automóvel, o ramo saúde e os produtos relacionados com a protecção da reforma. trimestre: a produção de seguro directo do ramo Vida evidenciou uma recuperação, registando um aumento de 15,5% face ao primeiro trimestre de Um crescimento na ordem dos 246 milhões de euros. No sentido descendente, a produção dos ramosnãovidafeitaaté31demarçode2013ultrapassou os 931 milhões de euros, menos 45 milhões (4,6%) que em igual período de Neste período, todos os ramos mostraram essa tendência, à excepção dos ramos Marítimo e Transportes e Mercadorias Transportadas. No que respeita aos custos com sinistros, destaca-se um crescimento de 4,9%, devido ao aumento de cerca de 18,8% no ramo Incêndio e Outros Danos, refere o relatório do ISP. De frisar que os resultados líquidos das seguradoras no primeiro trimestre deste ano foram positivos, tendo chegado aos 137 milhões de euros. A taxa de cobertura da margem de solvência das empresas supervisionadas pelo ISP situou-se, em Março de 2013, na ordem dos 240%, refere o relatório. Das 42 empresas de seguros, 29 tiveram resultados positivos. Em 2012, os cinco líderes na produção total de Vida e Não Vida eram a Fidelidade, o Bes Vida, a Ocidental Vida, o Santander e a Allianz. A evolução de algunmas destas seguradoras tem sido surpreendente. O Bes Vida, por exemplo, depois de três anos (2009, 2010 e 2011) em terceiro lugar, passou para o segundo posto no ano passado. E a Allianz, que em 2009 estava em oitavo, em 2010 em sétimo e em 2011 em quinto, no ano passado ocupou o quinto lugal na tabela. Já a Fidelidade mantém há vários anos a liderança. com R.C. MANUEL ALVES MONTEIRO Presidente do Júri dos Prémios IRGA É já no próximo dia 4 de Julho que se realizará a 26ª edição dos Investor Relations & Governance Awards (IRG Awards), prémios que destacam o que de melhor se faz no mercado financeiro português. A entrega de prémios referentes a quem fez história na bolsa nacional em 2012 terá lugar no próximo dia 4 de Julho no Convento do Beato e tem como destinatários os CEO das empresas cotadas na Euronext Lisbon, as equipas de Investor Relations Officers e as maiores e mais prestigiadas instituitões que actuam nos mercados financeiros. Esta é uma iniciativa da Deloitte, em parceria com o Diário Económico e visa distinguir os melhores desempenhos, sublinhando as políticas e atitudes de transparência e qualidade na produção da informação e nas relações com os investidores. São 10 as categorias a prémio: O melhor CEO eomelhorcfoeminvestors Relations, ganhos o ano passado por Zeinal Bava, da PT e Amílcar Morais Pires, do Banco Espírito Santo, respectivamente; o Melhor Investors Relations Officer, o Melhor Gestor de Fundos, o Melhor Analista, a Melhor Estratégia Global de Investor Relations, troféu ganho pela EDP o ano passado, a Melhor Casa de Research, prémio atribuído ao BPI em 2011, a Melhor Performance em Bolsa, conseguida pela Jerónimo Martins na edição passada, o Melhor Relatório de Contas no sector financeiro e não financeiro, e o Lifetime Achievment em Mercados Financeiros, galardão atribuído em 2012 a Ricardo Salgado, presidente do BES. O júri é constituído por personalidades com experiência relevante no mercado financeiro e reconhecida competência e idoneidade, garantindo desta forma isenção, credibilidade e independência nas deliberações tomadas. O presidente, Manuel Alves Monteiro, foi escolhido pelos promotores da iniciativa eéa ele que cabe a escolha dos membros do júri: Alberto Castro, António Gomes Mota, Francisco Murteira Nabo, João Duque, Jorge Coelho, José Miguel Júdice, Luís Amado e Vítor Bento. O período de consulta ao mercado decorre em Maio, sendo o mês de Junho dedicado à homologação dos resultados e aprovação e divulgação da short-list de nomeados para as categorias sujeitas a processo de nomeação por parte dos colégios eleitorais. O colégio eleitoral universal é composto por representantes de empresas que actuam no mercado financeiro, com especial enfoque nas empresas cotadas, casas de investimento e casas de research. R.C.

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10 X Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS OPINIÃO É urgente rever a fiscalidade dos fundos de investimento portugueses Quem são ESAF e Threadneedle foram co CATARINA MELO Recentes alterações ao regime de tributação dos fundos de investimento mobiliários prejudicaram a sua competitividade face a fundos estrangeiros. Após quase três décadas de história, os fundos de investimento em Portugal estão num momento crucial. O sector dos fundos de investimento foi um dos que foi mais afectado pela crise financeira que vivemos há seis anos e um dos mais atingidos pelas suas consequências, tendo perdido quase dois terços dos activos geridos em relação ao máximo histórico registado em meados de 2007, antes do início da crise do subprime na América. Neste momento, esse movimento de desinteresse pelos fundos pertencem ao passado. Os últimos meses têm sido de recuperação, o que se deve às boas performances dos mercados e ao aumento da procura por parte dos investidores, traduzido num saldo positivo de subscrições líquidas. Vários factores têm contribuído para este renovado interesse dos investidores nacionais pelos fundos. Desde logo, o crescimento da taxa de poupança. Uma das principais consequências positivas desta crise foi o facto dos portugueses terem redescoberto as virtudes da poupança, o que não deixa de ser impressionante, tendo em conta a redução significativa do rendimento das famílias. Também a estabilização e recuperação dos mercados financeiros tem ajudado a inverter a tendência negativa. Decisiva foi também a menor concorrência promovida pelos depósitos bancários, em consequência da menor necessidade dos bancos de reforçarem os seus balanços e pela imposição de limites à sua remuneração pelo Banco de Portugal. Por último, as características intrínsecas dos fundos de investimento, que são instrumentos únicos, que dão acesso a variadas opções de investimento, que são geridos profissionalmente e asseguram diversificação e dispersão do risco, com supervisão exigentes e elevado nível de transparência. Neste momento, os fundos que mais têm beneficiado deste interesse são os de perfil de risco muito conservador, como os fundos de Tesouraria, os do Mercado Monetário e outros com características semelhantes, o que revela o ainda elevado nível de aversão ao risco dos investidores portugueses. Masseosfactoresdepressivosestãoa desaparecer, o futuro apresenta riscos, bem como oportunidades e desafios. Está em curso uma revisão do enquadramento jurídico dos fundos de investimento. O recente Decreto-Lei n.º 63-A/2013, de 10 de Maio, transpôs para o ordenamento jurídico interno a Directiva UCITS IV, introduzindo novidades como o passaporte para as Sociedades JOSÉ VEIGA SARMENTO Presidente da Associaçao Portuguesa de Fundos de Investimentos, Pensões e Património (APFIPP) [Sobre] a possível intervenção dos fundos de investimento no financiamento de PME nacionais, através da negociação de títulos de capital ou de dívida, emitidos por essas PME na Bolsa. É preciso ter os pés assentes na terra e não imaginar soluções milagrosas para problemas reais, recorrendo a soluções que não são, pura e simplesmente, aplicáveis. Gestoras (uma Sociedade de um país da UE passa a poder gerir fundos domiciliados em qualquer país do espaço europeu e comercializá-los livremente em toda a UE), a possibilidade de fusões transfronteiriças e a constituição de estruturas master-feeder, em que o fundo feeder investe quase exclusivamente em UP s do Fundo master. Neste novo figurino pan-europeu, a fiscalidade nacional passou a ter uma relevância acrescida. Os fundos são neste momento um produto sem fronteiras, mas marcados por fiscalidades muito diferentes. Em Portugal, as recentes alterações ao regime de tributação dos FIM prejudicaram a sua competitividade face a fundos estrangeiros com características semelhantes que agora são comercializados em Portugal, pelo que a associação defende que é urgente rever a fiscalidade dos fundos portugueses aproximando o nosso regime fiscal das melhores práticas internacionais. AAPFIPP sabe que os gestores portugueses têmascompetênciasparavencerosdesafios, assim o legislador nacional proporcione o enquadramento jurídico e fiscal que os coloque em pé de igualdade com os seus concorrentes externos. Por último, uma referência a um tema que tem suscitado interesse: a possível intervenção dos fundos no financiamento de PME nacionais, através da negociação de títulos de capital ou de dívida, emitidos por essas PME na Bolsa. É preciso ter os pés assentes na terra e não imaginar soluções milagrosas para problemas reais, recorrendo a soluções que não são, pura e simplesmente, aplicáveis. Os fundos de investimento mobiliários têm uma característica essencial, obrigatória por lei, que é a liquidez, que tem sido por definição, diária. Esta é a regra de ouro sobre a qual a UE construiu desde há quase três décadas um produto harmonizado que pode ser distribuído ao grande público, modelo de que a CMVM tem sido guardiã intransigente. Garantir a quem subscreve um fundo que amanhã pode sair do investimento é incompatível com a afectação dos recursos subscritos em investimentos de médio ou longo prazo em projectos com risco significativo. O investimento que as nossas PME necessitam terá de vir do sistema bancário ou de fundos de Capital de Risco, ou seja, de entidades dispostas a acompanhar um ciclo de amadurecimento de negócio com elevado risco e que naturalmente estão dispostas a manter-se investidas por prazos longos, o que é totalmente incompatível com a possibilidade de exigir o dinheiro investido em qualquer alturaesempréaviso. Paula Nunes Fernando Coelho, presidente executivo da ESAF, defende que os fundos de investimento deveriam ser vistos pelos portugueses como uma opção a considerar na aplicação das suas poupanças. ESAF premiada pela sua Investir em fundos de investimento pode ser uma boa opção. Mas há que saber escolher onde investir e a quem coloca a gestão dos seus investimentos. A Espírito Santo Activos Financeiros (ESAF) foi recentemente considerada a melhor sociedade gestora nacional de fundos de investimento, prémio que acumulou com mais quatro galardões na edição deste ano dos prémios melhores fundos Morningstar/Diário Económico, cuja cerimónia de entrega decorreu no passado dia 23 de Maio, no Hotel Ritz em Lisboa. O sucesso das estratégias de investimento em obrigações estiveram na base da maioria dos prémios atribuídos à ESAF. Uma área em que a gestora se tem destacado pela positiva ao longo dos últimos anos. Mas a ESAF foi igualmente brindada nas categorias de Melhor Fundo Nacional de Obrigações Euro e Melhor Fundo Estrangeiro Obrigações Euro. Qualquer destes dois produtos investe no mercado da dívida soberana dos países da zona euro (ver caixa ao lado). Foi com agrado que a ESAF recebeu ambos os prémios. É bastante importante sermos reconhecidos nestas frentes, pois demonstra que podemos

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