Quem é Quem nos Mercados FINANCEIROS. Toru Hanai / Reuters

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Quem é Quem nos Mercados FINANCEIROS. Toru Hanai / Reuters"

Transcrição

1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5701 DE 26 DE JUNHO DE 2013 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Quem é Quem nos Mercados FINANCEIROS Toru Hanai / Reuters Conheça as principais tendências do sector financeiro Banca reforça medidas de apoio a empresas Fundos de investimento querem outra fiscalidade O passado e o futuro da bolsa portuguesa

2 II Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS EDITORIAL Mark Twain e as agências de rating Os bancos retrairam-se na oferta de crédito, o que contribuiu ainda mais para a economia cair. Banca reforça medidas de apoio a empresas PÁGINA 4 Entrevista a Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos PÁGINA 6 Sector segurador marcado pelo aumento da poupança PÁGINA 8 Investor Relations Awards são em Julho PÁGINA 8 Os desafios do sector dos fundos de investimento PÁGINA 10 Bolsa nacional mostra as suas fraquezas PÁGINA 12 Quem é Quem nos Mercados Financeiros PÁGINA 14 A 19 Director: António Costa Director-executivo: Bruno Proença Subdirectores: Francisco Ferreira da Silva, Helena Cristina Coelho e Pedro Sousa Carvalho Editora: Irina Marcelino Redacção: Raquel Carvalho Produção: Ana Marques (chefia), Artur Camarão, Carlos Martins e João Santos Departamento Gráfico: Dário Rodrigues (editor) e Ana Maria Almeida Tratamento de Imagem: Samuel Rainho (coordenação), Paulo Garcia e Tiago Maia Presidente: Nuno Vasconcellos Vice-presidente: Rafael Mora Administradores: Paulo Gomes, António Costa e Gonçalo Faria de Carvalho Director Geral Comercial: Bruno Vasconcelos Redacção Rua Vieira da Silva, nº45, Lisboa, Tel.: / Fax: Ralph Orlowski/ Reuters Conhecemos Mark Twain mais pelas aventuras de Tom Sawyer do que propriamente pelos seus dotes de analista financeiro. Mas o escritor e humorista norte-americano é autor de uma frase que ainda hoje faz todo o sentido: Um banqueiro é um homem que te empresta o chapéu-de-chuva quando faz sol e que to tira quando começa a chover. O que esta frase quer dizer é que em tempos de vacas gordas, quando a economia está pujante, os bancos inundam as nossas caixas de correio com panfletos a oferecer crédito barato com um sem número de vantagens, mesmo que nós nem estejamos propriamente necessitados desse dinheiro. Quando o Sol nasce, nasce para todos. Mas quando a economia afunda, somos todos levados na enxurrada. Vítor Gaspar já nos explicou a relação entre as condições climatéricas e o desempenho da economia. E a nossa economia afundou e os bancos retraíramse na oferta de crédito, o que contribuiu ainda mais para aumentar a queda da economia. Afrase de Mark Twain, adaptada aos dias de hoje, daria qualquer coisa como: O aumento do crédito é um objectivo dos bancos. Mas essa concessão de crédito não pode deixar de seguir critérios de avaliação do risco correctos e prudentes, sob pena de enfraquecerem os bancos. Esta frase, da autoria de Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, e reproduzida na página 6 deste especial Quem é Quem nos Mercados Financeiros, resume bem o estado de espírito dos banqueiros nos dias que correm: é verdade que está a chover. Mas os nossos guardachuvas só os emprestamos aos clientes que nos dêem total garantia que o vão devolver, faça chuva ou faça sol. Os bancos, em uníssono, até dizem que têm dinheiro para emprestar aos bons projectos. O problema é que hoje em dia, com o mercado doméstico altamente deprimido e com procura interna a retrair-se, é obra apresentar à banca um business plan que não esteja pejado de riscos. E daqui não vamos sair. Para perceber por que é que os bancos não estão a emprestar dinheiro, pelo menos a preços decentes, é preciso recuar aos primórdios da crise quando as agências de rating baixaram a notação de risco da República para lixo e os bancos foram embrulhados e metidos no mesmo contentor. Com uma classificação de risco altamente especulativa, são poucos lá fora que emprestam aos nossos bancos dinheiro a preços decentes. E se os bancos compram farinha a preços especulativos, têm necessariamente de vender o pão a preços exorbitantes. E isto só lá vai, como explica e bem Faria de Oliveira, se as agências de rating resolverem limpar o seu caixote de lixo e voltarem a colocar a notação de risco dos bancos a níveis decentes. Mas infelizmente, o humor das agências de rating continua a ser altamente imprevisível e as regras com que se regulam (ou não) continuam a ser altamente opacas. E se Mark Twain escrevesse hoje em dia sobre essas agências era homem para dizer que elas só nos dão um triple A quando faz sol, e nos colocam em junk quando começa a chover. E daqui não vamos sair. PEDRO SOUSA CARVALHO Em tempos de vacas gordas, quando a economia está pujante, os bancos inundam as nossas caixas de correio companfletosaoferecer crédito barato com um sem número de vantagens, mesmo que nós nem estejamos propriamente necessitados desse dinheiro. Quando o Sol nasce, nasce para todos. Mas quando a economia afunda, somos todos levados na enxurrada.

3 PUB

4 IV Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS OS MINISTROS das Finanças dos 27 Estados membros da União Europeia formalizaram sexta-feira passada, no Luxemburgo a extensão das maturidades dos empréstimos europeus concedidos a Portugal e à Irlanda, por sete anos, uma medida que se espera que ajude os dois países a regressarem aos mercados. Com esta extensão, a maturidade média passa dos 12 anos e meio para os 19 e meio. Banca reforça medidas de apoio a empresas nacionais Governo quer que CGD seja líder na concessão de crédito a empresas, cria nova linha de crédito PME exportações e baixa spreads da linha PME Crescimento. RAQUEL CARVALHO Financiar as empresas é potenciar o crescimento económico que Portugal precisa para sair da recessão. As mudanças feitas pelo executivo português na administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) são disso sinal. Apesar de ainda não estar fechada a nova administração, o Governo quer que a Caixa financie mais a economia portuguesa. Mas não só. Encontros com os principais bancos têm vindo a ser promovidos, assim como com a Associação Portuguesa de Bancos (ABP) e várias empresas, de forma a encontrar estratégias e planos de apoio. Em entrevista ao Diário Económico, Faria de Oliveira, presidente da APB, admitiu que na última reunião realizada este mês ficou acordado uma redução dos spreads máximos praticados pelos bancos na linha PME Crescimento, bem como o aumento dos tempos máximos para os períodos de carência e prazos dos empréstimos. Mas não só. Foi também acordada a criação de uma nova linha de crédito PME Exportações, com a dotação de 500 milhões de euros, para facilitar as necessidades cíclicas de tesouraria das empresas públicas, afirmou, adiantando, também, ter-se discutido o papel de intermediação a realizar pelos bancos nacionais em relação a linhas do BEI e da KFW. Em cima da mesa esteve igualmente a análise do papel crucial dos bancos na resposta ao foco estratégico no crescimento económico, nos seus três pilares: investimento, crédito e recapitalização de empresas, disse. A carta de missão feita pelo governo liderado por Pedro Passos Coelho estabelece que a CGD deve aspirar a ser um banco líder na concessãodecréditoapequenasemédiasempresas (PME), no fomento da actividade produtiva (bens e serviços transaccionáveis) e no apoio à internacionalização das empresas portuguesas. Para tal, o banco tem que conceder crédito com melhores condições às PME. Na altura do anúncio da carta por Vítor Gaspar, ministro das Finanças, em Maio, José de Matos, presidente executivo da CGD, disse que esta se encaixava perfeitamente naquilo que tem sido a orientação estratégica da instituição financeira, (ver caixa ao lado), e re- Financiamento da CGD a empresas A CGD apoia as empresas através da linha de crédito Investe QREN, Caixa QREN Empresas, a Linha de Crédito Especial para PME, com garantia mútua, criada no âmbito de uma parceria entre a Caixa Geral de Depósitos e as Sociedades de Garantia Mútua, as linhas protocoladas com o BEI, e a linha de crédito Caixa Capitalização. Entre os produtos disponibilizados pela CGD, fonte oficial do banco, que não quer entrar em detalhes sobre a estratégia para as empresas, destaca o IVA EnCaixa, produto de apoio à tesouraria, sob a forma de limite em conta-corrente, que permite às empresas antecipar os recebimentos do IVA constantes da declaração periódica apresentada à Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). cordou que essa orientação implica a concentração do negócio no core business, reestruturando o seu modelo corporativo. Mas o aumento do financiamento às empresas não vai passar apenas pela CGD. Além das opções propostas pelas outras entidades bancárias, a questão da criação de um banco de fomento em Portugal tem sido falada por diversas vezes e abordada junto da Comissão Europeia. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, chegou a defender a proposta, que tem sido barrada por falta de verbas. Outraquestãoquetemqueserresolvidaéada Sofid, instituição financeira de apoio à internacionalização de empresas, criada em 2007 e controlada em 60% pelo Estado, cuja missão é apoiar o investimento de empresas portuguesas em países em desenvolvimento e emergentes.oproblemaéqueesgotouacapacidade de financiamento, e precisa de aumentar o capital. Se esta questão for resolvida, a Sofid podia funcionar como uma espécie de banco de fomento. Estevetambémemcimadamesaaquestãodo Banco Europeu de Investimento. Sobre isto, o Comissário Europeu dos Assuntos Económicos e Monetários, Olli Rehn, lembrou que Portugal já acordou com aquela instituição em Dezembro de 2012 uma garantia estatal que poderá potenciar a realização de projectos no valor máximo de seis mil milhões de euros. Olli Rehn defendeu mesmo que para assegurar a estabilidade do sector financeiro, que é um pilar essencial do programa de assistência económica e financeira a Portugal, é necessário dotar os bancos portugueses de margens de reserva de capital suficientes para fazer frente à eventual degradação da carteira de empréstimos decorrente da actual crise económica. O comissário europeu assegurou que o montante global de 12 mil milhões de euros foi cuidadosamente determinado de modo a constituir uma garantia suficiente contra os riscos financeiros e, ao mesmo tempo, evitar que sejam utilizados montantes significativos. Disse ainda que na fase actual não é aconselhável reafectar as verbas daquele mecanismo a outros fins, já que tal poderia implicar riscos graves para a estabilidade do sistema financeiro. Eddie Keogh / Reuters Empresas queixam-se de dificuldades no acesso ao financiamento. Mas os bancos dizem ter capital para emprestar.

5 Quarta-feira 26 Junho 2013 Diário Económico V A EDP é a melhor empresa nacional na relação com os investidores e ao nível das utilities europeias. A distinção foi dada pelo segundo ano consecutivo na edição de IR Magazine Europe Awards A empresa ficou ainda na 14ª posição entre as cotadas na Europa, conquistou o primeiro lugar nas práticas de sustentatbilidade e o quinto lugar em governo corporativo e política de divulgação. O MESTRADO em Finanças da NOVA é considerado o melhor em internacionalização, obtendo a 22ª posição na lista global dos 40 cursos avaliados.no ranking do Financial Times, divulgado segunda-feira. Com presença em São Paulo, no Brasil, este mestrado é o único que tem relações com a América Latina. Está também presente em Luanda e Maputo. Os apoios dos principais bancos nacionais às empresas O BES tem disponível para as empresas mais de seis mil milhões de euros em soluções de financiamento para apoio ao investimento e à tesouraria, passando por linhas de crédito protocoladas e soluções exclusivas. Fonte oficial do banco presidido por Ricardo Salgado (na foto) destaca, dentro dos apoios ao investimento, as linhas protocoladas PME Crescimento 2013, que têm um limite global de dois mil milhões de euros, e a Linha QREN, com uma dotação de um milhão de euros. Nas primeiras, o BES tem 960 operações no montante global de 237 milhões de euros, atingindo uma quota de mercado de 24%, refere a mesma fonte. Já na Invest QREN, são 107 as operações onde está envolvido, num valor global de 55 milhões de euros. Serão ainda de sublinhar as soluções BES Agricultura, linhas para apoio à aquisição de equipamentos agrícolas e financiamento de projectos no âmbito dos programas PRODER e PROMAR, com um limite global de 250 milhões de euros, diz. O banco está também envolvido na Linha Export Investe, que tem um limite global de 225 milhões de euros, com 29 operações aprovadas no montante global de dez milhões de euros. De realçar ainda o apoio às empresas de Turismo, através de linhas protocoladas com o Turismo de Portugal, bem como a ferramenta que disponibiliza para apoio à tesouraria, o BES Express Bill, com limites de crédito protocolados no valor de 2,25 mil milhões de euros. O BPI oferece linhas de mais de cinco mil milhões de euros de apoio às empresas nacionais, sendo que milhões são disponibilizados através de linhas de crédito exclusivas e milhões, através de linhas protocoladas com o Estado, frisa fonte oficial do banco dirigido por Fernando Ulrich (na foto). Das linhas exclusivas, o banco destaca a BPI Empresas, no valor de mil milhões para médias e grandes empresas, e a BPI Negócios, de cerca de 500 milhões para PME, ambas lançadas em O banco refere ainda a linha JESSICA, um programa lançado em 2012, que dispõe de 128 milhões para financiar a médiolongo prazo, projectos de desenvolvimento e reabilitação urbanos, e também a linha BPI/FEI Inovação, no âmbito do acordo de garantia assinado entre o BPI e o Fundo Europeu de Investimento, em Abril de 2013, no montante de 60 milhões de euros, vocacionada para responder às necessidades de financiamento, investimento ou fundo maneio das empresas inovadoras ou que desenvolvam actividades de investigação e desenvolvimento, com prazos até sete anos, explica. Das linhas protocoladas com o Estado, o banco está envolvido na PME Crescimento 2013, onde tem uma qota de 17,5%, na Investe QREN, na PRODER/PROMAR, na Export Investe e na Qualificação da Oferta - Turismo. De realçar também o BPI Exportação Segura, lançado em No primeiro trimestre de 2013, o SantanderTotta lançou a segunda fase da campanha Plano Activação Totta, disponibilizando 1,5 mil milhões de euros para incentivar o financiamento a novas empresas e projectos, diz fonte oficial do banco, que frisa que esta linha destina-se a todas as empresas e sectores, que apresentem projectos sólidos e bem estruturados. O Santander Totta informa que ao longo do primeiro trimestre de 2013 foram aprovadas 749 operações no valor de 721 milhões de euros. Realçar ainda, que, integrado neste plano, o banco disponibiliza o Crédito Activação, para apoiar as necessidades financeiras de curto e médio prazo das empresas, com financiamento até 500 mil euros. Além de estar também presente nas linhas PME Crescimento 20113, onde tem uma quota de 17%, o Santander Totta, presidido em Portugal por António Vieira Monteiro (na foto) disponibiliza desde 2011 um International Desk de apoio à internacionalização, estabelecendo uma eficaz ligação comercial da Rede Empresas do banco, com as suas congéneres nos vários bancos do Grupo Santander, explica o banco que destaca ainda a Solução Exportação, um programa de apoio às PME Exportadoras. Uma solução que inclui acordos com parceiros, seguros de crédito, produtos de financiamento, de transaccionalidade e de cobertura de risco e a disponibilidade equipas especializadas em comércio internacional. Desde o início do ano, o Millenniumbcp, presidido por Nuno Amado (na foto), já fez novas operações num montante global de 124 milhões de euros, sendo de destacar o peso do banco na Linha PME Crescimento 2013, onde possui uma quota de mercado de 20,1% em número e de 17,1% em valor das operações, resultante da aprovação de mais de operações num valor global de cerca de 169 milhões de euros, destaca fonte oficial do banco que frisa ainda a aprovação de financiamentos na linha IFAP PRODER/PROMAR no valor de 2,2 Milhões de euros. O Millenniumbcp tem ainda disponíveis até milhões de euros para empresas que queiram crescer. Está também envolvido em vários projectos através da Linha Export Investe, da linha de apoio ao turismo, e a partir da Linha de Crédito de Curto Prazo que visa financiar as necessidades de exploração das empresas dos sectores da agricultura, silvicultura e pecuária. O banco disponibiliza apoio ainda através da linha de crédito PRODER e Promar, do Investe QREN e da FINCRESCE e criou duas linhas de Crédito especiais com Banco Europeu de Investimentos e Sociedades de Garantia Mútua, a linha Millennium BEI, no valor de 200 milhões de euros e a linha Millennium Garantia Mútua, com plafond global de 100 milhões de euros. O banco procedeu igualmente ao lançamento de novas soluções associadas ao financiamento às PMEs e à gestão diária da sua tesouraria, destacando-se a Millennium Premium Line, com pré-aprovação de 500 milhões de euros, o reforço da oferta em Factoring e Confirming, entre outros.

6 VI Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS Faria de Oliveira deixou há pouco tempo a administração da caixa Geral de Depósitos para se dedicar em exclusivo à presidência da APB. Paulo Alexandre Coelho ENTREVISTA FARIA DE OLIVEIRA, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS A banca encontra-se bem capitalizada e confortável em liquidez Faria de Oliveira defende um aumento do crédito com regras, de forma a não enfraquecer as instituições. RAQUEL CARVALHO Em entrevista ao Diário Económico, Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) defende ser essencial financiar a economia para que o País comece a crescer e garante que os bancos estão em condições para financiar empresas, sendo os primeiros interessados nisso. Em Portugal há dificuldades no financiamento às empresas. Que comentário tem a fazer? O financiamento de economia é essencial para o processo de aceleração da passagem da recessão para o crescimento económico e requer actuação simultânea em três vectores: investimento, nacional e estrangeiro, reforço da capacidade produtiva e de novos projectos; concessão de crédito e respectivas condições; reforço da autonomia financeira das empresas, designadamente da sua recapitalização. De que forma se podem incentivar isso? É necessário criar condições para atrair o investimento. O crédito fiscal ao investimento é uma medida muito positiva, mas conviria que fosse alargado o período em que vigora. A redução do IRC, no quadro do próximo Orçamento de Estado (OE), seria também particularmente bem-vinda. Uma boa utilização dos Justifica-se uma revisão do ranting Faria de Oliveira defende que o desempenho dos bancos portugueses, a sua resiliência ao longo de uma crise de quase seis anos e o retorno aos mercados porpartedacgdedobes, já justificavam uma revisão do rating de Portugal e das instituições bancárias e frisa que os bancos nacionais, comparativamente, a outros estados-membros, são dos que menos necessitam de ajudas de Estado (situava-se nos 3%). em 2009enos7%,em2011, bem abaixo da maioria dos Estados Membros, diz, admitindo ainda que os bancos tudo farão para evitar que Portugal utilize o dinheiro que resta concedidopelatroikapara recapitalizar os bancos. fundos comunitários existentes ou especificamenteparaportugaledelinhasdecréditode instituições especializadas e multilaterais será fundamental para dinamizar o investimento. O aumento do crédito é um objectivo dos bancos, que são os primeiros interessados na sua concessão a empresas que submetam projectos de investimento viáveis ou dele necessitem para a sua actividade. Mas essa concessão de crédito não pode deixar de seguir critérios de avaliação do risco correctos e prudentes, sob pena de enfraquecerem os bancos. O aumento da resiliência das empresas passa pelo reforço da sua autonomia financeira, pelo que a sua recapitalização é fundamental. Para além do acesso a fundos comunitários apropriados, de abertura de capital a outros accionistas, do capital de risco nassuasváriasvertentes,dorecursoaomercado de capitais, mecanismos novos, como a emissão de dívida subordinada elegível para capital, por contrapartida das empresas junto dos bancos, poderão ser extremamente úteis. Os bancos já estão em condições de dar financiamento às empresas? A banca encontra-se bem capitalizada e confortávelemliquidez,eéaprimeirainteressada em conceder crédito. A diminuição do crédito resulta principalmente da falta de procura. Existirá, também, alguma aversão ao risco, mas as boas empresas e projectos não têm problema em aceder ao crédito. As empresas queixam-se que os juros são muito altos. Faz sentido que empresas no mesmo espaço da zona euro, tenham que pagar custos tão diferenciados? O preço do crédito novo é função do custo do funding, do custo do capital e do risco. Com as crises de e a crise da dívida soberana, o mercado financeiro europeu fragmentou-se, tornou-se mais nacional. Em Portugal, o custo do funding é muito mais elevado do que em outros Estados Membros, o custo do capital também e a recessão económica conduziu à diminuição da qualidade do crédito e a imparidades. O processo de redução destes custos e o aumento da eficiência dos bancos são as vias de redução dos spreads do crédito novo. Para isso, é fundamental o processo de integração financeira europeu. É uma fortíssima desvantagem competitiva para as nossas empresas o custo mais elevado do crédito. Seriam bem-vindas algumas medidas europeias que permitissem aproximar os juros pagos pelas empresas portuguesas dos praticados noutros Estados Membros.

7 PUB

8 VIII Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS PPR voltaram a ser subscritos no primeiro trimestre deste ano, IRG Awards premeiam o melhor do mercado financeiro Mario Proenca/Bloomberg Sector segurador marcado pelo aumento da poupança Subscrições de PPR cresceram 57% face ao primeiro trimestre de Seguros de capitalização também cresceram. IRINA MARCELINO Oassunto do momento no mercado segurador é a privatização mais do que certa dos seguros da Caixa Geral de Depósitos, o maior grupo segurador português em Um negócio que vai certamente mexer com todo o sector. A forma como o fará é que ainda é uma incógnita. Depende de quem a comprar, de que forma essa compra será feita e da estratégia do comprador. Mas independentemente do negócio, o mercado nacional de seguros está funcionar. Entre os números da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), uma das maiores novidades é o incremento na produção de PPR, um produto já há algum tempo em queda por ter perdido benefícios fiscais. De acordo com os números relativos ao primeiro trimestre da associação, a procura por este tipo de produtos aumentou 130 milhões de euros, sendo que o valor produzido em 2012 era de 230 milhões e, agora, passou a ser de 360 (subida de 57%). Também os produtos de capitalização registaram um aumento no primeiro trimestre do ano, passando de 1,1 mil milhões de euros para 1,2 mil milhões em A produção de rendas vitalícias também cresceu. No primeiro trimestre de 2012 era de 9,6 milhões de euros. Já em 2013, ultrapassou os 14,3 milhões. Em contrapartida, os produtos de risco caíram 18 milhões de euros. Os valores de produção de produtos de poupança são confirmados pelo Instituto de Seguros de Portugal (ISP) no relatório do primeiro As líderes do mercado A Fidelidade é líder do sector segurador português e a sexta companhia no mercado ibérico de seguros. A seguradora do grupo CGD tinha em 2012, uma quota de 29,3%, tendo atingindo um resultado líquido superior a 100 milhões de euros. Obteve milhões de euros de facturação e tem mais de cinco milhões de apólices em vigor. Quianto à Ocidentlal Vida, registou uma quota global de 26,1% em Já a Santander Totta Seguros, que tem uma quota de 6,6%, totalizou no primeiro trismestre do ano, uma produção de prémios de 124 milhões de euros. De realçar que todas têm como estratégia a melhoria e diversificação da oferta, o ajuste a produtos já no mercado e o lançamento de outros, destacando-se o ramo automóvel, o ramo saúde e os produtos relacionados com a protecção da reforma. trimestre: a produção de seguro directo do ramo Vida evidenciou uma recuperação, registando um aumento de 15,5% face ao primeiro trimestre de Um crescimento na ordem dos 246 milhões de euros. No sentido descendente, a produção dos ramosnãovidafeitaaté31demarçode2013ultrapassou os 931 milhões de euros, menos 45 milhões (4,6%) que em igual período de Neste período, todos os ramos mostraram essa tendência, à excepção dos ramos Marítimo e Transportes e Mercadorias Transportadas. No que respeita aos custos com sinistros, destaca-se um crescimento de 4,9%, devido ao aumento de cerca de 18,8% no ramo Incêndio e Outros Danos, refere o relatório do ISP. De frisar que os resultados líquidos das seguradoras no primeiro trimestre deste ano foram positivos, tendo chegado aos 137 milhões de euros. A taxa de cobertura da margem de solvência das empresas supervisionadas pelo ISP situou-se, em Março de 2013, na ordem dos 240%, refere o relatório. Das 42 empresas de seguros, 29 tiveram resultados positivos. Em 2012, os cinco líderes na produção total de Vida e Não Vida eram a Fidelidade, o Bes Vida, a Ocidental Vida, o Santander e a Allianz. A evolução de algunmas destas seguradoras tem sido surpreendente. O Bes Vida, por exemplo, depois de três anos (2009, 2010 e 2011) em terceiro lugar, passou para o segundo posto no ano passado. E a Allianz, que em 2009 estava em oitavo, em 2010 em sétimo e em 2011 em quinto, no ano passado ocupou o quinto lugal na tabela. Já a Fidelidade mantém há vários anos a liderança. com R.C. MANUEL ALVES MONTEIRO Presidente do Júri dos Prémios IRGA É já no próximo dia 4 de Julho que se realizará a 26ª edição dos Investor Relations & Governance Awards (IRG Awards), prémios que destacam o que de melhor se faz no mercado financeiro português. A entrega de prémios referentes a quem fez história na bolsa nacional em 2012 terá lugar no próximo dia 4 de Julho no Convento do Beato e tem como destinatários os CEO das empresas cotadas na Euronext Lisbon, as equipas de Investor Relations Officers e as maiores e mais prestigiadas instituitões que actuam nos mercados financeiros. Esta é uma iniciativa da Deloitte, em parceria com o Diário Económico e visa distinguir os melhores desempenhos, sublinhando as políticas e atitudes de transparência e qualidade na produção da informação e nas relações com os investidores. São 10 as categorias a prémio: O melhor CEO eomelhorcfoeminvestors Relations, ganhos o ano passado por Zeinal Bava, da PT e Amílcar Morais Pires, do Banco Espírito Santo, respectivamente; o Melhor Investors Relations Officer, o Melhor Gestor de Fundos, o Melhor Analista, a Melhor Estratégia Global de Investor Relations, troféu ganho pela EDP o ano passado, a Melhor Casa de Research, prémio atribuído ao BPI em 2011, a Melhor Performance em Bolsa, conseguida pela Jerónimo Martins na edição passada, o Melhor Relatório de Contas no sector financeiro e não financeiro, e o Lifetime Achievment em Mercados Financeiros, galardão atribuído em 2012 a Ricardo Salgado, presidente do BES. O júri é constituído por personalidades com experiência relevante no mercado financeiro e reconhecida competência e idoneidade, garantindo desta forma isenção, credibilidade e independência nas deliberações tomadas. O presidente, Manuel Alves Monteiro, foi escolhido pelos promotores da iniciativa eéa ele que cabe a escolha dos membros do júri: Alberto Castro, António Gomes Mota, Francisco Murteira Nabo, João Duque, Jorge Coelho, José Miguel Júdice, Luís Amado e Vítor Bento. O período de consulta ao mercado decorre em Maio, sendo o mês de Junho dedicado à homologação dos resultados e aprovação e divulgação da short-list de nomeados para as categorias sujeitas a processo de nomeação por parte dos colégios eleitorais. O colégio eleitoral universal é composto por representantes de empresas que actuam no mercado financeiro, com especial enfoque nas empresas cotadas, casas de investimento e casas de research. R.C.

9 PUB

10 X Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS OPINIÃO É urgente rever a fiscalidade dos fundos de investimento portugueses Quem são ESAF e Threadneedle foram co CATARINA MELO Recentes alterações ao regime de tributação dos fundos de investimento mobiliários prejudicaram a sua competitividade face a fundos estrangeiros. Após quase três décadas de história, os fundos de investimento em Portugal estão num momento crucial. O sector dos fundos de investimento foi um dos que foi mais afectado pela crise financeira que vivemos há seis anos e um dos mais atingidos pelas suas consequências, tendo perdido quase dois terços dos activos geridos em relação ao máximo histórico registado em meados de 2007, antes do início da crise do subprime na América. Neste momento, esse movimento de desinteresse pelos fundos pertencem ao passado. Os últimos meses têm sido de recuperação, o que se deve às boas performances dos mercados e ao aumento da procura por parte dos investidores, traduzido num saldo positivo de subscrições líquidas. Vários factores têm contribuído para este renovado interesse dos investidores nacionais pelos fundos. Desde logo, o crescimento da taxa de poupança. Uma das principais consequências positivas desta crise foi o facto dos portugueses terem redescoberto as virtudes da poupança, o que não deixa de ser impressionante, tendo em conta a redução significativa do rendimento das famílias. Também a estabilização e recuperação dos mercados financeiros tem ajudado a inverter a tendência negativa. Decisiva foi também a menor concorrência promovida pelos depósitos bancários, em consequência da menor necessidade dos bancos de reforçarem os seus balanços e pela imposição de limites à sua remuneração pelo Banco de Portugal. Por último, as características intrínsecas dos fundos de investimento, que são instrumentos únicos, que dão acesso a variadas opções de investimento, que são geridos profissionalmente e asseguram diversificação e dispersão do risco, com supervisão exigentes e elevado nível de transparência. Neste momento, os fundos que mais têm beneficiado deste interesse são os de perfil de risco muito conservador, como os fundos de Tesouraria, os do Mercado Monetário e outros com características semelhantes, o que revela o ainda elevado nível de aversão ao risco dos investidores portugueses. Masseosfactoresdepressivosestãoa desaparecer, o futuro apresenta riscos, bem como oportunidades e desafios. Está em curso uma revisão do enquadramento jurídico dos fundos de investimento. O recente Decreto-Lei n.º 63-A/2013, de 10 de Maio, transpôs para o ordenamento jurídico interno a Directiva UCITS IV, introduzindo novidades como o passaporte para as Sociedades JOSÉ VEIGA SARMENTO Presidente da Associaçao Portuguesa de Fundos de Investimentos, Pensões e Património (APFIPP) [Sobre] a possível intervenção dos fundos de investimento no financiamento de PME nacionais, através da negociação de títulos de capital ou de dívida, emitidos por essas PME na Bolsa. É preciso ter os pés assentes na terra e não imaginar soluções milagrosas para problemas reais, recorrendo a soluções que não são, pura e simplesmente, aplicáveis. Gestoras (uma Sociedade de um país da UE passa a poder gerir fundos domiciliados em qualquer país do espaço europeu e comercializá-los livremente em toda a UE), a possibilidade de fusões transfronteiriças e a constituição de estruturas master-feeder, em que o fundo feeder investe quase exclusivamente em UP s do Fundo master. Neste novo figurino pan-europeu, a fiscalidade nacional passou a ter uma relevância acrescida. Os fundos são neste momento um produto sem fronteiras, mas marcados por fiscalidades muito diferentes. Em Portugal, as recentes alterações ao regime de tributação dos FIM prejudicaram a sua competitividade face a fundos estrangeiros com características semelhantes que agora são comercializados em Portugal, pelo que a associação defende que é urgente rever a fiscalidade dos fundos portugueses aproximando o nosso regime fiscal das melhores práticas internacionais. AAPFIPP sabe que os gestores portugueses têmascompetênciasparavencerosdesafios, assim o legislador nacional proporcione o enquadramento jurídico e fiscal que os coloque em pé de igualdade com os seus concorrentes externos. Por último, uma referência a um tema que tem suscitado interesse: a possível intervenção dos fundos no financiamento de PME nacionais, através da negociação de títulos de capital ou de dívida, emitidos por essas PME na Bolsa. É preciso ter os pés assentes na terra e não imaginar soluções milagrosas para problemas reais, recorrendo a soluções que não são, pura e simplesmente, aplicáveis. Os fundos de investimento mobiliários têm uma característica essencial, obrigatória por lei, que é a liquidez, que tem sido por definição, diária. Esta é a regra de ouro sobre a qual a UE construiu desde há quase três décadas um produto harmonizado que pode ser distribuído ao grande público, modelo de que a CMVM tem sido guardiã intransigente. Garantir a quem subscreve um fundo que amanhã pode sair do investimento é incompatível com a afectação dos recursos subscritos em investimentos de médio ou longo prazo em projectos com risco significativo. O investimento que as nossas PME necessitam terá de vir do sistema bancário ou de fundos de Capital de Risco, ou seja, de entidades dispostas a acompanhar um ciclo de amadurecimento de negócio com elevado risco e que naturalmente estão dispostas a manter-se investidas por prazos longos, o que é totalmente incompatível com a possibilidade de exigir o dinheiro investido em qualquer alturaesempréaviso. Paula Nunes Fernando Coelho, presidente executivo da ESAF, defende que os fundos de investimento deveriam ser vistos pelos portugueses como uma opção a considerar na aplicação das suas poupanças. ESAF premiada pela sua Investir em fundos de investimento pode ser uma boa opção. Mas há que saber escolher onde investir e a quem coloca a gestão dos seus investimentos. A Espírito Santo Activos Financeiros (ESAF) foi recentemente considerada a melhor sociedade gestora nacional de fundos de investimento, prémio que acumulou com mais quatro galardões na edição deste ano dos prémios melhores fundos Morningstar/Diário Económico, cuja cerimónia de entrega decorreu no passado dia 23 de Maio, no Hotel Ritz em Lisboa. O sucesso das estratégias de investimento em obrigações estiveram na base da maioria dos prémios atribuídos à ESAF. Uma área em que a gestora se tem destacado pela positiva ao longo dos últimos anos. Mas a ESAF foi igualmente brindada nas categorias de Melhor Fundo Nacional de Obrigações Euro e Melhor Fundo Estrangeiro Obrigações Euro. Qualquer destes dois produtos investe no mercado da dívida soberana dos países da zona euro (ver caixa ao lado). Foi com agrado que a ESAF recebeu ambos os prémios. É bastante importante sermos reconhecidos nestas frentes, pois demonstra que podemos

11 Quarta-feira 26 Junho 2013 Diário Económico XI as duas melhores gestoras de fundos nsideradas as melhores sociedades gestoras de fundos de investimento pela Morningstar. Threadneedle aposta numa plataforma global de gestão de activos estratégia no mercado da dívida concorrer, em especial pela qualidade do nosso capital humano, com as grandes gestoras internacionais, justificou na altura ao Diário Económico João Zorro, responsável pela equipa de Fixed Income da ESAF. O ano passado foi complicado e desafiante para a dívida europeia, mas face àdiminuiçãoconsideráveldapercepção do risco, as perspectivas da gestora apontam para que 2013 seja um ano de maior tranquilidade para este segmento. Face ao risco que os mercados apresentavam em 2012, o actual ano está a apresentar menores riscos ainda que tenhamos de continuar a ter que lidar com um ambiente desafiador, reconheceu. Para João Zorro, as oportunidades continuam a existir e as rentabilidades esperadas para este ano, embora inferiores ao ano passado, continuam a estar bastante acima do histórico e especialmente quando comparados com as taxas de remuneração dos depósitos. Já Fernando Coelho, presidente executivo da ESAF, destacou que os fundos de investimento devem ser vistos em 2013 como uma opção a considerar na aplicação das poupanças. De salientar que a ESAF é a maior gestoradefundosdeinvestimentoem Três fundos premiados 1 ES Obrigações Europa Foi o melhor fundo nacional de Obrigações Euro. Investe no mercado de dívida soberana dos países da zona euro. Em 2012 apresentou uma rentabilidade de 35,22% 2 ES Euro Bond Ao Espírito Santo Euro Bond também valeu o prémio como o melhor fundo estrangeiro da categoria Obrigações Euro. Este fundo apresentou um retorno de 32,78% em ES Estratégia Activa Foi o melhor fundo nacional Mistos Moderado Euro. Pretende apresentar retornosacimadaeuribora12meses, através do investimento em diferentes classes de activos e geografias. Rendeu 11,66% em Portugal. No final de Abril, a gestora de activos do Grupo Espírito Santo tinha nas mãos mais de milhões de euros de activos sob gestão, o que corresponde a uma quota de mercado próxima de 25%, segundo dados da APFIPP (Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios). com R.C. Investir em acções é arriscado, mas quando estão em boas mãos o retorno pode ser considerável. Se é isso que pretende, o melhor é escolher a Threadneedle Investments, considerada não só a Melhor Sociedade Gestora Estrangeira como também a Melhor Sociedade Gestora Estrangeira de Acções, na edição deste ano dos prémios Morningstar/Diário Económico. Esta não é a primeira vez que a gestora é reconhecida pelo seu desempenho, uma vez que já o ano passado tinha recebido as mesmas duas distinções. Este prémio como melhor gestora de activos e melhor gestora de acções é muito encorajador e confirma o nosso compromisso em relação à performanceeàconsistênciadaperformanceno longoprazo,oqueéonossoobjectivo, comentou Ruben Garcia, responsável da Threadneedle para a Península Ibérica e América Latina. O responsável explica que para conseguir obter este tipo de resultados possuir uma abordagem global e uma plataforma global de gestão de activos é um elemento chave, mas que ser local em cada país de forma a perceber as necessidades dosinvestidorestambémémuitoimportante. Mas este não será o único segredo do sucesso da gestão da carteira de fundos de investimento da Threadneedle, que assume ainda mais peso, se tivermos em conta os tempos atribulados a que se tem assistido nos mercados accionistas. O foco em oferecer desempenho, investindo na análise fundamental e na gestão de portefólio, são também aspectos determinantes. O nosso estilo activo e análise fundamental olha para os mercados e para as empresas a partir de um ponto de vista macro mas também micro, com uma visão de longo prazo. O ruído e a volatilidade podem levar as pessoas a tomar decisões erradas, esclarece Ruben Garcia. Como forma de conhecer melhor as empresas que fazem parte do seu universo de investimento, a gestora faz aposta forte na análise às empresas e na aplicação de recursos e tempo. A qualidade dos recursos é, aliás, um dos aspecto que a Threadneedle considera mais determinantes para conseguir os melhores resultados. Segundo Ruben Garcia é necessário manter o foco e ter as melhores equipas em todas as frentes com vista a acrescentar valor e totalmente dedicadas em torno do mesmo objectivo. E para isso é necessário reter talentos. Para o conseguir, é necessário alcançarperformance.issoéoqueorientao nosso sucesso, garante o responsável da Threadneedle. com R.C. Juan Carlos Acitores (à direita) recebeu o prémio de melhor sociedade gestora estrangeira e de melhor sociedade gestora estrangeira de acções das mãos de Javier Cenzano, responsável da Morningstar. Paula Nunes

12 XII Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS A bolsa nacional começou o ano com uma recuperação assinalável, mas nos últimos dias o fulgor está a acalmar e os principais títulos mostram fragilidades. PME vão aos mercados: como e porquê _H Bolsa nacional mostra fraquezas e futuro é incerto Os últimos meses de 2012 e os primeiros de 2013 foram os melhores para a bolsa. RAQUEL CARVALHO Ocenário actual na bolsa nacional é de turbulência, com o anúncio de retirada dos estímulos à economia feitos pela Reseva Federal norte-americana, na semana passada. Os activos vistos como mais arriscados - como as da periferia do euro, que inclui Portugal - são os que mais estão a sentir o impacto das perspectivas de haver menos liquidez nos mercados. Isto mesmo ressalva Diogo Serras Lopes, director de investimentos do Banco Best, que afirma que o mercado accionista português tem estado, nos últimos tempos, essencialmente influenciado pela apetência de risco dos investidores relativamente aos países periféricos. Actualmente, o índice de referência da bolsa nacional é mesmo o terceiro com pior desempenho do mundo, com o PSI20 a cair 2,95% na segunda-feira passada. João Queiroz, director de Negociação da GoBulling, lembra que a poucos dias de fecho do semestre, o PSI20 está a perder cerca de 5% e destaca que em 2012 o primeiro semestre apresentava uma queda maior, de 14,5%. As perdas acumuladas do PSI20 desde 2008 são, aliás, de 33%, lembra. Segundo os especialistas, esta será a tendência nos próximos tempos. Ainda que no final de 2012 e noinício de 2013 tenha estado com muito fulgor. O PSI 20 conseguiu recuperar e a Euronext Lisbon fechou o ano a subir, recorda. PRIMEIRO SEMESTRE Primeiro semestre de 2013 do PSI20 deverá fechar com uma queda na ordem dos 5%. No ano passado, em período homóloco, caía 14,5%, para depois recuperar. Nos últimos 12 meses a variação foi de 17%. -5% Francisco Horta, Director geral da XTB Portugal, garante que nos últimos 12 meses o PSI20 encontrou-se num Bull Market, sendo que os meses iniciais foram sem dúvida os mais fortes. A performance da banca nos últimos meses do ano passado e início deste, que obteve subidas na ordem dos 100% é de destacar. Porém, agora o mercado accionista nacional tem denotado algumas fraquezas. O sector da banca e pesos pesados como a PT entraram num novo ciclo negativo. João Queiroz salienta que as saídas da Brisa, da Cimpor e da Teixeira Duarte encolheram a bolsa. Já Diogo Serras Lopes frisa uma variação positiva de 17% no último ano e destaca as variações significativas que chegaram a atingir os dois dígitos positivos no início do ano. Na visão de Francisco Almeida, da Área de Investimentos da Orey Financial, o facto do comportamento da bolsa nacional nos últimos 12 meses ter estado em linha com a dos pares europeus, é algo que pode ser visto como algum regresso à normalidade e a correlações mais próximas. O especialista destaca o aumento do apetite pelo risco, subidas expressivas dos mercados accionistas e descida significativa dos juros das obrigações de países periféricos. Quanto ao futuro da bolsa, diz que a expectativa passa por um abrandar, ou terminar, destas medidas de estímulo, justificado por uma melhoria do cenário macroeconómico, e diz acreditar que as obrigações governamentais, em particular as de economias core AAA, deverão sofrer uma correcção de preços e um aumento de juros implícitos. Já para Francisco Horta, o futuro a prazo da bolsa portuguesa continua bastante incerto, sendo que um dos factores que mais terá impacto será o comportamento das bolsas líderes mundiais nos próximos meses. A diminuição do apetite pelo risco está a chegar, e os mercados emergentes já estão a sofrer perdas avultadíssimas nas últimas semanas. Afirma ainda acreditar que o desenvolvimento de um período de quedas mais prolongado poderá colocar em causa o Bull Market da bolsa e fazer com que o período correctivo forte, que se encontra a decorrer, se desenvolva num possível novo Bear Market. Já Diogo Serras Lopes acredita que tanto o tema da concessão de liquidez por parte dos bancos centrais como o difícil processo de resolução da crise de dívida soberana na Europa são catalisadores suficientemente poderosos para eclipsar os riscos específicos do mercado nacional. Numa reunião recente promovida pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, com 17 empresas portuguesas foi proposta a criação de um fundo de investimento para empresas de pequena dimensão, que seria cotado em bolsa. Esse fundo, que pediria a admissão à cotação, canalizaria todo o capital que conseguisse levantar para investir em pequenas e médias empresas (PME). À saída da reunião, o ministro prometeu um pacote de incentivos para o recurso das empresas ao mercado de capitais até ao Outono e diz esperar, no espaço de seis a 12 meses, existam várias empresas a entrar em bolsa. A ideia está a ter reacções várias. Carlos Tavares, presidente da Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM), defendeu-a à saídadoencontro,referindo que muitas empresas nacionais não têm ainda dimensão suficiente para atrair investidores estrangeiros. Assim, em vez do acesso directo à bolsa, o regulador propõe um acesso indirecto ao mercado de capitais, LAGINHA DE SOUSA Presidente da Euronext através da criação de Lisboa fundos cotados que invistam em acções e obrigações de pequenas e médias empresas. Também o presidente da NYSE Euronext Lisbon, Luís Laginha de Sousa, sublinhou a necessidade de haver um quadro regulatório e fiscal mais favorável para estimular os investidores e realçou a importância de existir CARLOS TAVARES Presidente da CMVM um horizonte de estabilidade fiscal a médio e longo prazo. No entanto, ao Diário Económico o presidente da Associação Portuguesa de Fundos de Investimentos, Pensões e Património (APFIPP), escreveu neste suplemento (página 10) que é preciso ter os pés assentes na terra e não imaginar soluções milagrosas para problemas reais, recorrendo a soluções que não são, pura e simplesmente, aplicáveis. E exemplifica: garantir a quem subscreve um fundo que amanhã pode sair do investimento é incompatível com a afectação dos recursos subscritos em investimentos de médio ou longo prazo em projectos com risco significativo. O investimento que as nossas PME necessitam terá de vir do sistema bancário ou de fundos de Capital de Risco, ou seja, de entidades dispostas a acompanhar um ciclo de amadurecimento de negócio com elevado risco e que naturalmente estão dispostas a manter-se investidas por prazos longos, o que é totalmente incompatível com a possibilidade de exigir o dinheiro investido em qualquer altura e sem pré aviso.

13 PUB

14 XIV Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS Banco Espírito Santo de Investimento Blackrock Comissão Executiva Francisco Ravara Cary Rafael Caldeira de Castel-Branco Valverde Miguel António Igrejas Horta e Costa Ricardo Abecassis Espírito Santo Silva Christian Georges Jacques Minzolini Diogo Luís Ramos de Abreu Félix Aguirre Cabanyes Frederico dos Reis Arrochela Alegria Luís Miguel Pina Alves Luna Vaz Moses Dodo Paulo José Lameiras Martins Tiago Vaz Pinto Cyrne de Castro Áreas de Actuação Corporate Finance Project Finance e Securitização Acquisition Finance Real Estate Investment Banking Capital Markets Private Solutions Private Equity Assessoria Financeira a Médias Empresas Assessoria em Estrutura de Capitais Wealth Management Morada: Edifício Quartzo Rua Alexandre Herculano, Lisboa Portugal Tel.: Fax: Site: JOSÉ MARIA ESPÍRITO SANTO SILVA RICCIARDI, Presidente da Comissão Executiva CONTACTOS Sobre a empresa Desde a sua constituição em 1988 a BlackRock cresceu, tornando-se num dos principais prestadores mundiais de serviços de gestão de investimentos, gestão do risco e aconselhamento e é actualmente a maior gestora de activos do Mundo. Em 31 de Março de 2012, os activos geridos pela BlackRock totalizavam 3,9 biliões de USD, distribuindo se por acções, obrigações, gestão de tesouraria, investimentos alternativos, activos imobiliários e estratégias de aconselhamento. Através da BlackRock Solutions - a evolução natural de longos anos de investimento no desenvolvimento de sistemas sofisticados e altamente integrados - oferecemos serviços de gestão do risco, aconselhamento estratégico e serviços de sistemas de investimento a uma vasta base de clientes com carteiras que totalizam aproximadamente 10 biliões de USD. Sendo uma empresa verdadeiramente global, a BlackRock conjuga as vantagens de uma presença mundial com serviços e relações locais. Gerimos activos de clientes na América do Norte e do Sul, na Europa, na Ásia, na Austrália, no Médio Oriente e em África. A BlackRock emprega mais de profissionais e possui escritórios em 27 países espalhados pelo mundo. ARMANDO SENRA Head of the Latin America & Iberia Region A nossa base de clientes inclui planos de pensões de empresas, de organizações sindicais e profissionais e do sector público, governos, companhias de seguros, fundos de investimento de terceiros, doações a instituições sem fins lucrativos, fundações, instituições de solidariedade social, empresas, instituições oficiais, fundos soberanos, bancos, profissionais do sector financeiro e particulares do mundo inteiro. A BlackRock é uma sociedade que está preparada para atravessar todas as condições de mercado, assumir riscos calculados e maximizar as oportunidades de investimento. CONTACTOS Andre Themudo, sales, BlackRock Iberia Tel.: Site: Deloitte Consultores, S.A. Schroders Financial Advisory Services Partners Luís Magalhães (Managing Partner) Gabriel Chimeno Jorge Marrão Joaquim Paulo António Júlio Jorge LUÍS MAGALHÃES Managing Partner Responsáveis das principais áreas Directora Geral Carla Bergareche Director de Clientes Institucionais Mário Pires CARLA BERGARECHE Directora Geral Áreas de actuação Serviços Mergers & acquisitions Mandatos de venda Mandatos de compra Private Placements Capital Raising MBO & MBI Advisory Restructuring Planos de Reestruturação Business Plans Consultoria estratégica Estudos de Viabilidade PER Reorganization Services Assessoria Financeira Project Finance Avaliação de empresas Dispute Consulting & Forensic LISBOA Edifício Atrium Saldanha Praça Duque de Saldanha, 1-6º Lisboa, Portugal Tel.: +(351) PORTO Bom Sucesso Trade Center Praça do Bom Sucesso, 61-13º Porto, Portugal Tel.: +(351) LUANDA Edifício KN10 Rua Kwamme Nkrumah, 10 2º Luanda, Angola Tel.: +(244) CONTACTOS Directora de Marketing e Comunicação Pilar Vila Informação da Gestora A Schroders é uma gestora de ativos independente e especializada, com um forte legado e cultura baseados em mais de 200 anos de experiencia nos mercados de investimento. Cotada no Reino Unido, tem um balanço sólido e uma estrutura acionista estável, o que lhe permite centrar-se totalmente na produção de resultados para os seus clientes. Com 279 mil milhões de euros em fundos sob gestão e uma rede internacional de 34 escritórios, em 27 países, a Schroders tem a experiência e a competência para identificar os investimentos de maior potencial onde quer que estes se encontrem. Informação a 31 de março de 2013 Principais produtos Schroder ISF* European Dividend Maximiser Schroder ISF Strategic Bond Schroder ISF Japanese Equity Schroder ISF Frontier Markets Schroder ISF Global Dynamic Balanced Schroder ISF Global Multi-Asset Income Schroder ISF US Dollar Bond Schroder ISF US Large Cap Schroder ISF EURO Equity Schroder ISF Asian Opportunities *Schroder International Selection Fund é referido como Schroder ISF Morada: Calle Pinar, 7 4º Madrid Tel.: Fax: Site: CONTACTOS

15 Quarta-feira 26 Junho 2013 Diário Económico XV SERVDEBT CAPITAL ASSET MANAGEMENT Whitestar Servicing Company, SA Executive Team: Ana Duarte Esteves Luís Pardelinha Carla Ramos Bernardo Foios Simões João Cruz Sobre a ServDebt A ServDebt é uma empresa independente de gestão e recuperação de ativos financeiros, com track record na prestação de serviços integrados de aquisição e gestão de carteiras de crédito em incumprimento e gestão de ativos imobiliários. A ServDebt disponibiliza uma série de serviços, como loan servicing (gestão de crédito), advisory, real estate e due diligence. A ServDebt dispõe, também, de uma solução completa em Outsourcing, que permite aos seus clientes a focalização no respetivo corebusiness, um aumento da eficiência e uma diminuição dos custos na gestão e recuperação de crédito malparado. BRUNO CARNEIRO, CEO Pontos-chave: Fundada em Portugal em 2007, tem atualmente escritórios em Lisboa, Porto e Madrid; Empresa líder no setor, em Portugal, e uma das maiores da Península Ibérica; Gere uma carteira de cerca de dois mil milhões de euros; Ganhou dimensão Ibérica ao adquirir, recentemente, a empresa Effico (do BNP Paribas); Dinâmica, transparente e responsável, tem a excelência como objetivo máximo. CONTACTOS Morada: Torre Colombo Ocidente Rua Galileu Galilei nº2, 11º B Lisboa Tel.: (+351) Fax: (+351) SERVDEBT GROWING TOGETHER Equipa de Gestão John Calvao João Ferreira Marques Rui Guerra Marco Freire Margarida Maia Joana Maia Valéria Cunha José Silva Ana Paula Almeida Sofia Duarte A Whitestar é líder como plataforma independente de advisory, asset management e servicing em Portugal, oferecendo pela primeira vez numa instituição não financeira gestão de créditos performing e non performing, com uma equipa com vasta experiência de gestão na banca comercial e de investimento, nacional e internacional. Oferece uma abordagem e combinação singular de serviços tradicionais de gestão de créditos com um alargado leque de serviços complementares e integrados, que, juntamente com know-how de mercado de capitais, avaliação de carteiras, due diligence e titularização, a caracterizam como uma One Stop Shop capacitada para oferecer um serviço completo a investidores institucionais e instituições financeiras, internacionais e Portuguesas. JOHN CALVÃO CEO WHITESTAR KEY FACTS O Servicer e Asset Manager de Performing, Distressed e Real Estate de referência em Portugal. Activos sob gestão: EUR 2.200milhões Clientes e créditos (hipotecários, consumo, automóvel, leasing epme) propriedades Plataforma de gestão de créditos integrada. Primary, Special, Standby e Master Servicing. Assessoria em Estruturação, Due Diligence, Credit Ratings, Avaliação de carteiras, Regulatory Capital, Reestruturações 13 Titularizações sob gestão. CONTACTOS Morada: Edf. Amoreiras Square Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, 17 7º A Lisboa, Portugal Web: Tel: Fax: XTB Portugal PUB Áreas de actuação XTB é uma corretora online, líder na Europa Central, especializada em instrumentos financeiros em mercados não organizados e bolsa. A missão da XTB passa pela implementação de um sistema, o mais eficiente, intuitivo e conveniente para a realização de transacções no mercado de divisas, índices e matérias-primas. A XTB entrou em Portugal em 2010, supervisionada pela CMVM e possui uma das ofertas mais amplas do mercado nacional para a negociação de instrumentos financeiros derivados com um nível de spread competitivo. Corretora líder na Europa Central presente em mais de 11 países Formação mais de 800 seminários presenciais e online por ano FRANCISCO ALVARIÑO HORTA Director Geral da XTB Portugal CONTACTOS X-Trade Brokers D.M. S.A. Morada: Praça Duque de Saldanha nº1 piso 9 fracção B Lisboa Tlf: Fax: Site: Michel Beaud e Gilles Dostaler O PENSAMENTO ECONÓMICO DE KEYNES AOS NOSSOS DIAS Disponível em

16 XVI Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS AUDITORES/CONSULTORES A.T. KEARNEY (PORTUGAL), LDA. Edifício Heron Castilho Rua Braamcamp, Nr º Lisboa Tel.: Fax: Site: ACCENTURE CONSULTORES DE GESTÃO, S.A. Av. Eng. Duarte Pacheco, Torre 1-16º Lisboa Tel.: Fax: Site: AUREN AUDITORES & ASSOCIADOS - SROC, S.A. Rua de Fradesso da Silveira, nº 6, 3º A, Complexo Alcantara Rio, Bloco C Lisboa Tel.: Fax: Site: BAKER TILLY Edifício Taurus Campo Pequeno, nº 48-4º D Lisboa Tel.: Fax: Site: BDO & ASSOCIADOS, SROC, LDA. Av. da República, 50-10º Lisboa Tel.: Fax: Site: CA CONSULT Assessoria Financeira e de Gestão, S.A. Av. da Republica, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: CACHUDO NUNES & ASSOCIADOS - Consultores de Gestão e Investimento, Lda. Rua Sampaio e Pina, 58, 2º Esq Lisboa Tel.: Fax: Site: CAPGEMINI PORTUGAL Av. ColégioMilitar Torre Colombo Oriente, 37-F 10º Lisboa Tel.: Fax: Site: CHANGE PARTNERS PRIVATE EQUITY Av.daBoavista,3769-E Porto Tel.: Fax: Site: CREDIRISK CONSULTORES, LDA. Beloura Office Park, Edif. 13, Bloco A Loja Sintra Tel.: Fax: Site: DELOITTE & ASSOCIADOS, SROC, S.A. Edif. Atrium Saldanha Praça Duque de Saldanha, 1-6º Lisboa Tel.: Fax: Site: ERNST & YOUNG, S.A. Av. da República, 90-3º Lisboa Tel.: Fax: Site: ESAC - ESPÍRITO SANTO & ASSOCIADOS - SROC, LDA. AvenidaE.U.A.,nº97-6ºDto Lisboa Tel.: Fax: Site: GRANT THORNTON Edif. Amadeu Sousa Cardoso Alameda António Sérgio, 22-11º Miraflores Algés Tel.: Fax: Site: GUSTAVO DA CUNHA-CONSULTORES, LDA Rua Rodrigues Faria LxFactory,Edificio J-Piso 1-Loft Lisboa Tel.: Site: HAY GROUP, S.A. Rua Luciano Cordeiro, 123 3º Lisboa Tel.: Fax: Site: HORWATH & ASSOCIADOS, SROC, LDA. Rua de Vilar,235-2º, Edifício Scala Porto Tel.: Fax: Site: IMF - INFORMAÇÃO DE MERCADOS FINANCEIROS, S.A. Edifício Mota Galiza Rua Júlio Dinis, 247 6º - Sala E Porto Tel.: Fax: Site: KPMG & ASSOCIADOS - SROC, S.A. Ed.Monumental, Av. Praia da Vitória, 71 A - 11º Lisboa Tel.: Fax: Site: MCKINSEY & COMPANY Pç.MarquêsdePombal,3A 8º Lisboa Tel.: Fax: Site: MOORE STEPHENS E ASSOCIADOS, SROC, S.A. Av. Miguel Bombarda, Nr. 36 6ºA Lisboa Tel.: Fax: Site: PERFINCO, LDA. Av. 5 de Outubro, 16, 3º Dto Lisboa Tel.: /6 Fax: Site: PRICEWATERHOUSECOOPERS Palácio Sottomayor Rua Sousa Martins, 1-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: THE BOSTON CONSULTING GROUP Rua das Chagas, 7/ Lisboa Tel.: Fax: Site: TOWERS WATSON (PORTUGAL), UNIPESSOAL, LDA. Av. da Liberdade, 245 B Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCA BANCO ACTIVOBANK (PORTUGAL), S.A. Av Dr Mário Soares (Tagus Park), Edif 9 /piso Porto Salvo Tel.: Fax: Site: BANCO BAI EUROPA, S.A. Av. António Augusto Aguiar, 130 6º, 7º, 8º Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO BEST, S.A. Praça Marquês de Pombal, 3-A 3º Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO BIC PORTUGUÊS, S.A. Rua Mouzinho da Silveira, 11/ Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO BILBAO VIZCAYA ARGENTARIA, S.A. (PORTUGAL) Av. Liberdade, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO BPI, S.A. Rua Tenente Valadim, Porto Tel.: Fax: Site: BANCO BNP PARIBAS Personal Finance, S.A. Rua Tomás da Fonseca Torre G - 15º andar Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO DO BRASIL Av. da República, 35 6º e 7º Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO CAIXA GERAL, S.A. (GRUPO CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS) Policarpo Sanz, Vigo - Espanha Tel.: +(34) Fax: +(34) Site: BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. (MILLENNIUM BCP) Praça Dom João I, Porto Rua Augusta, Lisboa Tel.: Site: BANCO CREDIBOM, S.A. Lagoas Park, Edifício 14,Piso 2, Porto Salvo. Tel.: Fax: Site: BANCO ESPIRITO SANTO, S.A. Av. da Liberdade, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO ESPIRITO SANTO DOS AÇORES, S.A. Rua Hintze Ribeiro Nr. 2/ Ponta Delgada Tel.: Fax: Site: BANCO INVEST, S.A. Av. Engenheiro Duarte Pacheco, Torre 1-11º Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO DE INVESTIMENTO GLOBAL Av. 24 de Julho, 74-76, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO MADESANT - Sociedade Unipessoal, S.A. Avenida Arriaga, Nr. 73-2º Andar - Sala Funchal Tel.: Fax: / 9 BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. Rua Ramalho Ortigão, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO PORTUGUÊS DE GESTÃO, S.A. Rua Salitre, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO PRIMUS, S.A. Quinta da Fonte - Ed. D. João I - 1º Paço d Arcos Tel.: Fax: Site: BANCO RURAL EUROPA, S.A. Av. Manuel de Arriaga, Nr. 42 B - 4º - Sala Funchal Tel.: Fax: Site: BANCO SANTANDER CONSUMER PORTUGAL, S.A. Rua Castilho, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. Rua do Ouro, Nr. 88, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANIF - BANCO INTERNACIONAL DO FUNCHAL Av. José Malhoa, Nr. 22, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANIF MAIS, S.A. Av.24deJulho,Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: BARCLAYS BANK PLC Av. do Colégio Militar, Nr. 37 F Piso 13 - Torre Oriente Lisboa Tel.: Site: CAIXA CENTRAL DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO Rua Castilho, 233/233-A Lisboa Tel.: / / Fax: Site: CAIXA ECONÓMICA MONTEPIO GERAL Rua do Ouro,219 a Lisboa Tel.: Site: CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. Edifício Sede Av. JoãoXXI, Lisboa Tel.: Fax: Site: CITI PORTUGAL R. Barata Salgueiro, 30-5º Lisboa Tel.: Fax: Site: CREDIT SUISSE Rua Castilho 39, 9 andar I Lisboa Tel.: Fax: Site: DEUTSCHE BANK AG, SUCURSAL EM PORTUGAL Rua Castilho, Lisboa Tel.: Fax: Site: EUROHYPO AG - SUCURSAL EM PORTUGAL Praça Duque de Saldanha, 1 Edificio Atrium Saldanha, 8º F Lisboa Tel.: Fax: Site: FORTIS BANK, SUCURSAL EM PORTUGAL Rua Alexandre Herculano 50, 1250 Lisboa Tel.: Site: ITAU BBA INTERNATIONAL Rua Tierno Galvan, Torre 3-11º Lisboa Tel.: Fax: / 56 Site: RBS - ROYAL BANK OF SCOTLAND (SUCURSAL EM PORTUGAL) Av. da Liberdade, 131-6º Lisboa Tel.: Fax: Site:

17 Quarta-feira 26 Junho 2013 Diário Económico XVII BANCA DE INVESTIMENTO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. (MILLENNIUM BCP) Praça Dom João I, Porto Rua Augusta, Lisboa Tel.: Site: BANCO ESPIRITO SANTO DE INVESTIMENTO, S.A. Edifício Quartzo Rua Alexandre Herculano, Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCO FINANTIA, S.A. Rua General FirminoMiguel, 5 1º Lisboa Tel.: Fax: Site: BANCOL.J.CARREGOSA,S.A. Av.daBoavista, Porto Rua Latino Coelho, 37-B Lisboa Tel.: Fax: Site: BANIF - BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. Rua Tierno Galvan, Torre 3-14º Lisboa Tel.: Fax: Site: CAIXA BANCO DE INVESTIMENTO, S.A. Rua Barata Salgueiro, Lisboa Tel.: Fax: Site: CREDIT AGRICOLE - CIB Escritório de Representação em Portugal Av. da Liberdade, 190 6º B Lisboa Tel.: Fax: Site: ING BELGIUM SA/NV, SUCURSAL EM PORTUGAL Av. Da Liberdade, 200-6º Lisboa Tel.: Fax: Site: CAPITAL DE RISCO 2BPARTNER - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Edifício da Estação, Largo da Estação, 6-6º Braga Tel.: Site: 3ANGLE CAPITAL GROWTH - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Av. da Liberdade, nº 190-4ºB Lisboa Tel.: AGROCAPITAL - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Av. da República, Lisboa Tel.: Fax: Site: ASK, ADVISORY SERVICES KAPITAL Av. Álvares Cabral, 61 3º Lisboa Tel.: Fax: Site: AZIMUTH INVESTMENTS, SCR, SA Rua Bernardo Lima, Lisboa BANIF CAPITAL SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Rua Tierno Galvan, Torre 3 14º Lisboa Tel.: Fax: Site: BCP CAPITAL - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Av. José Malhoa, 27 Piso Lisboa Tel.: / Site: BEM COMUM - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Rua Julieta Ferrão, 10-8º Dto Lisboa Tel.: Fax: Site: BETA SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. RuadaReboleira,49 1ºFte Porto Tel.: Fax: Site: BIG CAPITAL, S.A. Av. 24 de Julho, 74/76, Lisboa Tel.: Fax: Site: BIZ CAPITAL - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, SA Rua Dr. António Cândido, 10-3º Lisboa Tel.: Fax: Site: BPI PRIVATE EQUITY - SOCIEDADE CAPITAL DE RISCO, S.A. Rua Tenente Valadim, Porto CA CONSULT - Assessoria Financeira e de Gestão, S.A. Av. da República, 23, Lisboa Tel.: Fax: Site: CAIXA CAPITAL, SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Rua Barata Salgueiro, 33-1º Lisboa Tel.: Fax: Site: CAPITAL CRIATIVO - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A Rua Alexandre Herculano, 23, 3.º Frente Lisboa Tel.: Fax: Site: CENTRO VENTURE - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, SA Rua Coronel Júlio Veiga Simão Coimbra Tel.: Fax: CHANGE PARTNERS, SCR, S.A. Av.daBoavista,3769 L Porto Tel.: Fax: Site: CRITICAL VENTURES - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, SA Parque Industrial de Taveiro, Lote Coimbra Tel.: Fax: DRIVE SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Avenida 5 de Outubro nº 68-11º B Lisboa Tel.: Fax: Site: ECS-SOCIEDADEDECAPITALDERISCO,S.A. Rua Castilho, 20-4º Lisboa Tel.: Fax: Site: EFACEC CAPITAL SGPS, S.A. Arroteia Leça do Balio Apartado S. Mamede de Infesta Tel.: Fax: Site: ERIGO - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Rua General Firmino Miguel, nº 3 - Torre 2-9ºB Lisboa Tel.: Fax: Site: ESPIRÍTO SANTO CAPITAL - Sociedade de Capital de Risco, S.A Edf. Quartzo Rua Alexandre Herculano, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: ESPÍRITO SANTO VENTURES Edf. Quartzo Rua Alexandre Herculano, nº 38 5º Lisboa Tel.: Fax: Site: EXPLORER INVESTMENTS - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, SA Av. Eng.º Duarte Pacheco, 26-8.º Lisboa Tel.: Fax: Site: FAMIGESTE - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, SA Rua dos Remolares, Lisboa Tel.: Fax: Site: FINPRO, SCR, S.A. Av. de Berna, 52 8º Lisboa Tel.: / Fax: GEPASA - SOCIEDADE CAPITAL RISCO, SA Largo Duque do Cadaval, 17 - Fração C Estação do Rossio Lisboa GLOBAL REACH INVESTMENTS - SOCIEDADE CAPITALDERISCO,SA Rua Tierno Galvan, Torre 3, 10.º Piso, Edifício Amoreiras Lisboa INTER RISCO - Sociedade de Capital de Risco, S.A. Av.daBoavista, Porto Tel.: Fax: Site: ISQ - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Avª Álvares Cabral, nº 61-3º Lisboa Tel.: Fax: MENLO CAPITAL - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A Praça Marques de Pombal, 1-8º Lisboa NAVES - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Calçada da Palma de Baixo, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: NOVABASE CAPITAL - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A. Avª D. João II, Lote Lisboa Tel.: Fax: Site: ONETIER PARTNERS, SCR, SA Avª 24 de Julho, 74 e Lisboa OXY CAPITAL - SOCIEDADE DE CAPITAL DE RISCO, S.A Av. Eng. Duarte Pacheco, Torre 1 15º Lisboa Tel.: PORTUGAL VENTURES Av. Dr. Antunes Guimarães, Porto Tel.: Fax: Site: SDEM - SOCIEDADE DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL DA MADEIRA, SGPS, S.A. Rua da Mouraria, 9-3º - Sala A Funchal Tel.: Fax: VALLIS CAPITAL PARTNERS - SCR, SA Avenida da Boavista, 36 1º Porto Tel.: CORRETORAS ATRIUM INVESTIMENTOS SOCIEDADE FINANCEIRA DE CORRETAGEM, S.A. Av.daRepública,Nr.35-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: BIZ VALOR SOCIEDADE CORRETORA, S.A. Rua Dr. António Cândido, Nr. 10-3º Lisboa Tel.: Fax: Site: DIF - BROKER - SOCIEDADE CORRETORA, S.A. Rua Eng. Ferreira Dias, 452-1º Porto Tel.: Fax: Site: FINCOR - SOCIEDADE CORRETORA, S.A. Rua Castilho, 44-4º, Lisboa Tel.: /4 Fax: Site: GOBULLLING.COM ON-LINE TRADERS Avenida da Boavista, Porto Tel.: Fax: Site: GOLDEN BROKER - SOCIEDADE CORRETORA, S.A. Av.daBoavista,2427/29, Porto Tel.: Fax: Site: INTERMONEY VALOR SUCURSAL EM PORTUGAL AvenidadaRepublicanº25 5ºB Lisboa Tel.: Fax: Site: LUSOPARTNERS - SOCIEDADE CORRETORA, S.A. Rua de São Julião, Lisboa Tel.: Fax: Site: OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Amoreiras Square Rua Carlos Alberto Mota Pinto, Nr A Lisboa Tel.: / Fax: Site: SARTORIAL - SOCIEDADE FINANCEIRA DE CORRETAGEM, S.A. Rua do Passeio Alegre, Nr Porto Tel.: Fax: Site: XTB X-TRADE BROKERS D.M. S.A. Praça Duque de Saldanha, 1 - Piso 9, fracção B Lisboa Tel.: Fax: Site: FUNDOS AMUNDI IBERIA S.G.I.I.C., S.A. Paseo de la Castellana, Madrid Espanha Tel.: + (34) Fax: + (34) Site: ASK, S.G.F.I.I. Av. Álvares Cabral, 61 7º Lisboa Tel.: Fax: Site:

18 XVIII Diário Económico Quarta-feira 26 Junho 2013 QUEM E QUEM NOS MERCADOS FINANCEIROS ATLANTIC S.G.F.I.I., S.A. Pç. Liége, Porto Tel.: Fax: Site: BANIF AÇOR PENSÕES S.G.F.P., S.A. Rua Tierno Galvan, Torre 3-14º piso Lisboa Tel.: Fax: Site: BANIF GESTÃO DE ACTIVOS - S.G.F.I.M., S.A. Rua Tierno Galvan, Torre 3-14º piso Lisboa Tel.: Fax: Site: BANK OF AMERICA MERRILL LYNCH Av. Engº. Duarte Pacheco 26-6º A Lisboa Tel.: Fax: Edificio Torre Picasso, Floors 39 & 40 Plaza Pablo Ruiz Picasso, 1 Madrid, Tel.: + (34) Fax: + (34) Site: BARCLAYS WEALTH MANAGEMENT PORTUGAL S.G.F.I.M., S.A. Palácio Sottomayor Av. Fontes Pereira de Melo Lisboa Tel.: Site: BBVA FUNDOS - S.G.F.P., S.A. Av. da Liberdade, nº Lisboa Tel.: Fax: Site: BBVA GEST - S.G.F.I.M., S.A. Av. da Liberdade, Lisboa Tel.: Fax: Site: BLACKROCK INVESTMENT MANAGEMENT (UK) LTD. Torre Picasso, Planta 13 Plaza de Pablo Ruiz Picasso, Madrid Tel.: +(34) Fax: +(34) Site: BNP PARIBAS INVESTMENT PARTNERS Av. 5 de Outubro, 206 1º Lisboa Tel.: Fax: Site: BNY MELLON ASSET MANAGEMENT C/ José Abascal 45-4º 28003, Madrid - Espanha Tel.: +(34) Site: BPI GESTÃO DE ACTIVOS - S.G.F.I.M., S.A. Rua Braamcamp, 11-4º Lisboa Tel.: Fax: Site: BPI VIDA E PENSÕES - COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. Rua Braamcamp, 11-5º Lisboa Tel.: Fax: Site: NOVAGALICIA BANCO EM PORTUGAL Av. 5 de Outubro, Lisboa Tel.: Fax: Site: https://portugal.novagaliciabanco.com/pt CAIXA GESTÃO DE ACTIVOS, S.A. Av.JoãoXXI,63-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: CGD PENSÕES S.G.F.P., S.A. Av.JoãoXXI,63-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: CRÉDITO AGRÍCOLA GEST S.G.F.I.M., S.A. Av. República, Lisboa Tel.: Fax: Site: DEXIA ASSET MANAGEMENT Calle Ortega y Gasset, Madrid - Espanha Tel.: +(34) Site: DUNAS CAPITAL GESTÃO DE ACTIVOS, S.G.F.I.M., S.A. Av. da Liberdade, 229 3º, Lisboa Tel.: Fax: Site: DWS INVESTMENTS Paseo De La Castellana, Madrid - Espanha Tel.: + (34) Fax: +(34) Site: ESAF - ESPÍRITO SANTO FUNDOS DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO, S.A. Av. Alvares Cabral, Lisboa Tel.: Fax: Site: ESAF - ESPÍRITO SANTO Activos Financeiros, SGPS, S.A. Av. Alvares Cabral, Lisboa Tel.: Site: ESAF - ESPÍRITO SANTO FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, S.A. Av. Alvares Cabral, Lisboa Tel.: Fax: Site: ESAF - ESPÍRITO SANTO FUNDOS DE PENSÕES, S.A. Av. Alvares Cabral, Lisboa Tel.: Fax: Site: EURIZON CAPITAL, S.A. 8, Avenue de la Liberté L1930 Luxembourg Tel.: Site: EXPLORER INVESTMENTS - S.C.R., S.A. Av. Engenheiro Duarte Pacheco, Nr 26 8º Lisboa Tel.: Fax: Site: F&C PORTUGAL, GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Rua de Campolide, º Lisboa Tel.: Fax: Site: FIBEIRA FUNDOS - S.G.F.I.I., S.A. Pç. Duque de Saldanha, Nr. 1-11º Atrium Saldanha Lisboa Tel.: Fax: Site: FIL INVESTMENTS INTERNATIONAL (FIDELITY) Tel.: (+34) Fax: (+34) Site: FIMOGES - SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO S.A Avenida Almirante Gago Coutinho, 26-6º Lisboa FINIVALOR S.G.F.I., S.A. Rua de Santa Justa, 109-4º Lisboa Tel.: Fax: /4 Site: FLORESTA ATLÂNTICA S.G.F.I.I., S.A. Rua Abranches Ferrão, 10 7º G Lisboa Tel.: Fax: Site: FRANKLIN TEMPLETON INVESTMENTS José Ortega y Gasset, 29-6ª planta Madrid - Espanha Tel.: + (34) Fax: + (34) Site: FUND BOX - S.G.F.I.I., S.A. R. Tomás Ribeiro, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: FUNDIESTAMO S.G.F.I.I., S.A. Av. Defensores de Chaves, 6-3º Lisboa Tel.: Fax: Site: FUNDGER, S.G.F.I.I., S.A. (Edifício Caixa Geral de Depósitos) Av.JoãoXXI,63-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: FUTURO S.G.F.P., S.A. Rua Santa Justa Nº 109 2º Lisboa Tel.: Fax: Site: GEF GESTÃO DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS, S.A. Av. Eng. Duarte Pacheco, Torre 2 17º Lisboa Tel.: Fax: GESFIMO - ESPIRITO SANTO IRMÃOS, S.G.F.I.I., S.A. Rua Vale do Pereiro, Lisboa Tel.: Fax: GOLDMAN SACHS INTERNATIONAL María de Molina, 6-5º Madrid - Espanha Tel.: + (34) Site: IG MARKETS LIMITED, SUCURSAL PORTUGAL Av. Eng. Duarte Pacheco, Torre 1 Amoreiras, Piso 6, Escritório Lisboa Tel.: Site: www. igmarkets.pt IMOPOLIS - S.G.F.I.I., S.A. Av.doForte,Nr.3 Ed.Suécia IV Piso Carnaxide Tel.: Fax: Site: IMORENDIMENTO S.G.F.I.I., S.A. Edifício Península, Praça do Bom Sucesso, 127 Esc Porto Tel.: Fax: /2 Site: INTERFUNDOS - GESTÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, S.A. Edifício Tagus Park III Av. Prof. Dr. Cavaco Silva Piso 0 B Porto Salvo Tel.: Site: INVESCO ASSET MANAGEMENT, S.A. C/ Recoletos, Madrid - Espanha Tel.: +(34) Fax: +(34) Site: INVEST GESTÃO DE ACTIVOS S.G.F.I.M., S.A. Av. Engenheiro Duarte Pacheco, Torre1-11º Lisboa Tel.: Site: JP MORGAN CHASE BANK Rua Barata Salgueiro, 30-3º D Lisboa Tel.: Fax: Site: LIBERTAS S.G.F.I.I., S.A. Av. da Liberdade, 129 8º Lisboa Tel.: Fax: Site: MAGNUM CAPITAL, INDUSTRIAL PARTNERS Av. da Liberdade, 249-4º Lisboa Tel.: Fax: Site: Fortuny, 14 2º D Madrid Tel.: +(34) /43 Site: MARGUEIRA S.G.F.I.I., S.A. MUTELA TECPARK Almada Tel.: Fax: MCO2 - SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO, S.A. Rua Tierno Galvan, Torre 3, 10º - Amoreiras Lisboa Tel.: Fax: Site: MILLENNIUM BCP GESTÃO DE ACTIVOS - SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO, S.A. Av. Prof. Dr. Cavaco Silva, Taguspark, Edif. 3 Piso 0 Ala B Porto Salvo Tel.: Fax: Site: MNF GESTÃO DE ACTIVOS S.G.F.I.M., S.A. Praça do Príncipe Real, Lisboa Tel.: Fax: Site: MONTEPIO GESTÃO DE ACTIVOS S.G.F.I., S.A. Rua de Santa Justa, 109 2º Lisboa Tel.: Fax: Site: MORGAN STANLEY INVESTMENT MANAGEMENT C/ Serrano, Madrid - Espanha Tel.: +(34) Fax: +(34) Site: NAVEGATOR S.G.F.T.C., S.A. R. Castilho, nº Lisboa Tel.: Fax: Site: NORFIN - S.G.F.I.I., S.A. Av.daRepública,Nr.35-4º Lisboa Tel.: Fax: Site: OPTIMIZE INVESTMENT PARTNERS - S.G.F.I.M., S.A. Av. Fontes Pereira de Melo, Nr. 21-4º Lisboa Tel.: Fax: Site: OREY GESTÃO DE ACTIVOS - S.G.F.I.M., S.A. Rua Prof. Carlos Alberto da Mota Pinto, Nr. 17-6ºA Edificio Amoreiras Square Lisboa Tel.: / Fax: Site: PENSÕES GERE - S.G.F.P., S.A. Tagus Park, Edif. BCP, 10 1º Porto Salvo Tel.: Fax:

19 Quarta-feira 26 Junho 2013 Diário Económico XIX Site: PICTET FUNDS, S.A. C/Hermosilla, Madrid Tel.: +(34) Fax: +(34) Site: PIONEER GLOBAL INVESTMENTS Paseo de la Castellana, 41 2º Madrid - Espanha Tel.: + (34) Fax: + (34) es.pioneerinvestments.com Site: PME INVESTIMENTOS SOCIEDADE DE INVESTIMENTO, S.A. Edifício Arcis, Rua Ivone Silva, Nr. 6-14º Lisboa Tel.: Fax: Site: POPULAR GESTÃO DE ACTIVOS, S.G.F.I., S.A. Rua Ramalho Ortigão, 51-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: PORTUCALE, S.G.F.T.C., S.A. Av. Alvares Cabral, Lisboa Tel.: Fax: Site: PREVISÃO, S.G.F.P., S.A. RuadeEntrecampos, 28 Bloco A, 4º Lisboa Tel.: Fax: Site: REFUNDOS - S.G.F.I.I., S.A. Av. Fontes Pereira de Melo, 14 11º Lisboa Tel.: Fax: Site: SANTANDER ASSET MANAGEMENT, S.A. Rua da Mesquita, Nr. 6, Torre B - 2ºAndar, Porta B2A Lisboa Tel.: Fax: Site: SCHRODER INVESTMENT MANAGEMENT LIMITED Calle Pinar, 7 4º Madrid Tel.: Fax: Site: SELECTA - S.G.F.I.I., S.A. RuadeS.CaetanoàLapa,Nr.6,BlocoC-1º Lisboa Tel.: Fax: Site: SERVDEBT - CAPITAL ASSET MANAGEMENT Torre Colombo Ocidente Rua Galileu Galilei nº2, 11º B Lisboa Tel.: Fax: Site: SGF S.G.F.P., S.A. Largo do Chiado, 12-4º andar, Lisboa Tel.: Fax: Site: SGFI S.G.F.I.I., S.A. Rua Dr. António Loureiro Borges, Nr. 9 1º Miraflores, Algés Tel.: Fax: Silvip, S.G.F.I.I., S.A. Av.FontesPereiradeMelo,Nr.6-7ºEsq Lisboa Tel.: Fax: Site: SKANDIA GLOBAL FUNDS Vía de las Dos Castillas 33. Atica 7. 2ª plta Pozuelo de Alarcón. Madrid Tel.: +(34) /13/14 Site: SONAEGEST- S.G.F.I., S.A. Lugar do Espido, Via Norte, Maia Tel.: SQUARE ASSET MANAGEMENT - S.G.F.I.I., S.A. Rua Tierno Galvan, Torre 3 - Piso 12 Fracção M Lisboa Tel.: Fax: Site: TDF - S.G.F.I.I., S.A. Lagoas Park - Edif. 2, Porto Salvo Tel.: Fax: TF TURISMO FUNDOS S.G.F.I.I., S.A. R. Ivone Silva, nº 6-8º Dt., (Edifício Arcis) Lisboa Tel.: Fax: Site: THREADNEEDLE INVESTMENTS PO Box 1457 Swindon SN1 1FP United Kingdom Tel.: +(44) Fax: +(44) Site: TINERGEST - S.G.P.S. SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. Rua Doutor Bastos Gonçalves, 5 - B Lisboa Tel.: Fax: Site: UBS GLOBAL ASSET MANAGEMENT P.O.Box CH-8098 Zurique Tel.: +(41) VILA GALÉ GEST - S.G.F.I.I., S.A. Campo Grande, 28-11º Lisboa Tel.: Fax: WHITESTAR SERVICING COMPANY, S.A. Edf. Amoreiras Square Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, 17 7º A Lisboa Tel.: Fax: Site: GESTORAS DE PATRIMÓNIO ALTAVISA GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Rua Roberto Ivens, º, (Edifício Proa) Matosinhos Tel.: Fax: Site: AMORIM PATRIMÓNIOS Sociedade Gestora de Patrimónios, S.A. Rua Corticeira, Edif. Amorim II Mozelos Tel.: Fax: ASK PATRIMÓNIOS - SOCIEDADE GESTORA DE PATRIMÓNIOS, S.A. Av. Álvares Cabral, 61 3º Lisboa Tel.: Fax: Site: BLUE ACTIVOS FINANCEIROS SOCIEDADE GESTORA DE PATRIMÓNIOS, S.A. Rua Castilho, 13 D - 2º D Lisboa Tel.: Fax: Site: BMF SOCIEDADE DE GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Quinta da Beloura Beloura Office Park Edifício 7-2º, Sintra Tel.: Fax: Site: CASA DE INVESTIMENTOS - GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Praça da Justiça, Nr º Andar, Sala Braga Tel.: /8 Fax: Site: COLLIERS P&I - SOCIEDADE GESTORA DE PATRIMÓNIOS, LDA. Edifício IPG Largo das Palmeiras, 9, Lisboa Tel.: Fax: Site: ESAF - ESPÍRITO SANTO GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Av. Alvares Cabral, Lisboa Tel.: Fax: Site: F&C PORTUGAL, GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Rua de Campolide, º Lisboa Tel.: Fax: Site: GOLDEN ASSETS SOCIEDADE Gestora de Patrimónios, S.A. Av.DaBoavista,2427/ Porto Tel.: Fax: Site: GROW INVESTIMENTOS - GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Rua Dr. António Borges, Nr. 9-1º Arquiparque -Miraflores Algés Tel.: Fax: Site: IBCO GESTÃO DE PATRIMÓNIOS, S.A. Av. Praia da Vitória, 71 6º A Edif. Monumental Lisboa Tel.: Fax: Site: INVESTQUEST- SOCIEDADE GESTORA DE PATRIMÓNIOS, S.A. RuaCastilho,75 6ºEsq Lisboa Tel.: Fax: Site: PEDRO ARROJA - GESTÃO DE PATRIMÓNIOS S.A. Av. Montevideu, Nr Porto Tel.: Fax: Site: SEGUROS AXA PORTUGAL, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. (AXA PORTUGAL VIDA) Av. do Mediterrâneo, Lote Apartado 1953 Parque das Nações Lisboa Tel.: Fax: / Site: BBVA SEGUROS, S.A DE SEGUROS Y REASEGUROS Alcalá, 17, Madrid Tel.: Fax: Site: BES VIDA, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. Av. Columbano Bordalo Pinheiro, 75 11º Tel.: Fax: Site: COMPANHIA DE SEGUROS AÇOREANA, S.A. Av. Barbosa du Bocage, Lisboa Tel.: Site: COMPANHIA DE SEGUROS ALLIANZ PORTUGAL, S.A. Rua Andrade Corvo, Lisboa Tel.: Fax: Site: COMPANHIA DE SEGUROS FIDELIDADE-MUNDIAL, S.A. LargodoCalhariz, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: CRÉDITO AGRÍCOLA VIDA COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. Rua Castilho, Nr Lisboa Tel.: Fax: Site: EUROVIDA COMPANHIA DE SEGUROS DE VIDA, S.A. Rua Ramalho Ortigão, nº Lisboa Tel.: Fax: Site: GENERALI - COMPANHIA DE SEGUROS, S.P.A. (SUCURSAL EMPORTUGAL DA ASSICURAZIONI GENERALI) Rua Duque de Palmela, Lisboa Tel.: Fax: Site: GROUPAMA SEGUROS DE VIDA, S.A. Av. de Berna, 24-D Lisboa Tel.: Fax: Site: COMP. SEGUROS FIDELIDADE MUNDIAL - IMPÉRIO BONANÇA R. Alexandre Herculano, Lisboa Tel.: Fax: Site: LEACOCK SEGUROS SOCIEDADE CORRETORA DE SEGUROS, LDA. R. São Filipe Neri Nº 25 3º D Lisboa Tel.: Fax: Site: LIBERTY SEGUROS, S.A. Av. Fontes Pereira de Melo, 6 11º Lisboa Tel.: Fax: Site: MAPFRE VIDA, S.A. Rua Castilho, Lisboa Tel.: Fax: Site: OCIDENTAL, COMPANHIA PORTUGUESA DE SEGUROS DE VIDA, S.A. Avenida Dr. Mário Soares (Tagus Park) Edifício 10, piso 1, Porto Salvo Tel.: Fax: Site: POPULAR SEGUROS - COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. Rua Ramalho Ortigão, nº Lisboa Tel.: Fax: Site: REAL VIDA SEGUROS, S.A. Edf. Capitólio, Av. França, 316 2º Porto Tel.: Fax: Site: SANTANDER TOTTA SEGUROS, COMPANHIA DE SEGUROS DE VIDA, S.A. RuadaMesquita,6TorreA-2º Lisboa Tel.: Fax: Site: SKANDIA LIFE, S.A , Street Edward Steichen at L-2540 Luxembourg Grand duché du Luxembourg Tel.: (34) Site: T-VIDA, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A. Av. da Liberdade, Lisboa Tel.: Fax: Site: VICTÓRIA SEGUROS DE VIDA, S.A. Edifício Victoria, Av. da Liberdade, Lisboa Tel.: Fax: Site: ZURICH - COMPANHIA DE SEGUROS VIDA, S.A. R. Barata Salgueiro, Lisboa Tel.: Fax: Site:

20 PUB

Editorial. O financiamento das economias modernas é hoje feito de uma forma totalmente distinta

Editorial. O financiamento das economias modernas é hoje feito de uma forma totalmente distinta A arte da liderança Editorial Manuel Alves Monteiro Presidente do Júri, IRG Awards Junho de 2015 Nunca como hoje Portugal esteve tão exposto ao exterior, seja por se encontrar crescentemente dependente

Leia mais

Quem ambiciona novos desafios evolui mais forte.

Quem ambiciona novos desafios evolui mais forte. Quem ambiciona novos desafios evolui mais forte. Editorial Manuel Alves Monteiro Presidente do Júri, IRG Awards Maio de 2014 É do conhecimento empírico para além de ser igualmente intuitivo - que existe

Leia mais

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012

Competitividade, Emprego e Investimento. 17 de outubro de 2012 Competitividade, Emprego e Investimento 17 de outubro de 2012 Introdução O Programa do XIX Governo estabelece a consolidação orçamental como um dos objectivos centrais da presente legislatura; Contudo,

Leia mais

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL

BES AS APOIO FINANCEIRO BES AS FINANCEIR ÕES ÀS EMPRESAS FINANCEIR ÕES UÇ SOL 38 PME Líder SOLUÇÕES FINANCEIRAS BES Helen King/CORBIS APOIO FINANCEIRO ÀS EMPRESAS O BES disponibiliza uma vasta oferta de produtos financeiros e serviços, posicionando-se como o verdadeiro parceiro

Leia mais

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação

Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação Breve síntese sobre os mecanismos financeiros de apoio à internacionalização e cooperação 1 Incentivos financeiros à internacionalização Em 2010 os incentivos financeiros à internacionalização, não considerando

Leia mais

tem Soares dos Santos mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos - P3O

tem Soares dos Santos mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos - P3O tem Soares dos Santos mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos - P3O Soares dos Santos tem mais dinheiro na bolsa que China e Angola juntos A subida das acções da Jerónimo Martins levou a família

Leia mais

Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte

Financiamento das PME. Evolução fiscal e regulatória. Carlos Loureiro. 28 de Novembro de 2014. 2014 Deloitte Financiamento das PME Evolução fiscal e regulatória Carlos Loureiro 28 de Novembro de 2014 1 Temas a discutir Abordagem da temática Financiamento bancário: Panaceia ou factor de restrição? As alternativas

Leia mais

XV CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (ANO LECTIVO 2010/2011)

XV CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (ANO LECTIVO 2010/2011) XV CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (ANO LECTIVO 2010/2011) Out. 26 Interesse social, dever de lealdade e responsabilidade dos sócios por deliberações abusivas Prof. Doutor Manuel

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

Relatório Estatístico Mensal

Relatório Estatístico Mensal Relatório Estatístico Mensal Fundos de Investimento Mobiliário Julho 2013 Sede: Rua Castilho, 44-2º 1250-071 Lisboa Telefone: 21 799 48 40 Fax: 21 799 48 42 e.mail: info@apfipp.pt home page: www.apfipp.pt

Leia mais

PME S QREN OPORTUNIDADE E DESAFIO

PME S QREN OPORTUNIDADE E DESAFIO PME S QREN OPORTUNIDADE E DESAFIO 1. Objectivo Estratégico : 1º. Banco das melhores PME Porto, 20 de Outubro de 2008 Luís Rego Direcção de Empresas Norte 1 2 Segmentação de Empresas Clientes e Redes Clientes

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

Banif Investimento Moderado

Banif Investimento Moderado Banif Investimento Moderado Fundo de Investimento Mobiliário Janeiro de 2014 Enquadramento Macroeconómico Variação (%) Dezembro Desde o início do ano EUA (S&P 500) 2,4% 29,6% Japão (Nikkei) 4,0% 56,7%

Leia mais

SISTEMA PORTUGUÊS DE GARANTIA MÚTUA

SISTEMA PORTUGUÊS DE GARANTIA MÚTUA SISTEMA PORTUGUÊS DE GARANTIA MÚTUA Prof Braga de Macedo Agosto de 2011 José Fernando Figueiredo Presidente da SPGM, das SGM e da Associação Europeia do sector AGENDA 1. NECESSIDADES DAS EMPRESAS PORTUGUESAS

Leia mais

26 e 27 de Novembro de 2010 Pavilhão Atlântico/Sala Tejo PROGRAMA

26 e 27 de Novembro de 2010 Pavilhão Atlântico/Sala Tejo PROGRAMA 26 e 27 de Novembro de 2010 Pavilhão Atlântico/Sala Tejo PROGRAMA 1º DIA SEXTA-FEIRA, DIA 26 DE NOVEMBRO 10:30 Sessão de Abertura com a presença do Senhor Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Dr.

Leia mais

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade Aberta Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, nº 17 6A, 1070-313 Lisboa Portugal Capital

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

dívida das empresas Dividendos são mais atractivos que H ^^" "^ T á2o anos que a

dívida das empresas Dividendos são mais atractivos que H ^^ ^ T á2o anos que a Dividendos são mais atractivos que dívida das empresas Algumas das maiores empresas do PSI 2O, como a Portugal Telecom e a EDP, têm uma taxa de rentabilidade dos dividendos mais elevada que os juros pagos

Leia mais

COMUNICADO 9M 2015 COMUNICADO 9M 2015. (Contas não auditadas)

COMUNICADO 9M 2015 COMUNICADO 9M 2015. (Contas não auditadas) COMUNICADO 9M 2015 (Contas não auditadas) 30 novembro 2015 1 1. EVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS 1.1. ÁREA FINANCEIRA A Área Financeira do Grupo concentra as atividades financeiras, incluindo a Orey Financial e as

Leia mais

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES Resultado da cimeira "particularmente positivo para Portugal" A cimeira europeia de quinta-feira

Leia mais

Apresentação da nova Equipa de Gestão. Lisboa, 4 Dezembro 2007

Apresentação da nova Equipa de Gestão. Lisboa, 4 Dezembro 2007 Apresentação da nova Equipa de Gestão Lisboa, 4 Dezembro 2007 Agenda 1. Enquadramento 2. Proposta de nova Equipa de Gestão 3. Outra informação relevante 4. Conclusão 2 Millennium bcp: 1985 2007 Da criação

Leia mais

Apresentação a Empresas. (Sociedade registada na CMVM com o nº 340)

Apresentação a Empresas. (Sociedade registada na CMVM com o nº 340) Apresentação a Empresas (Sociedade registada na CMVM com o nº 340) AGENDA I. Equipa de Gestão II. Empresas e os desafios actuais III. Serviços especializados IV. Contactos 2 I. Equipa de Gestão Resumo

Leia mais

Garantia Mútua UMA NOVA ALTERNATIVA NO ACESSO AO FINANCIAMENTO PARA AS PME FCGM. Fundo de Contragarantia Mútuo

Garantia Mútua UMA NOVA ALTERNATIVA NO ACESSO AO FINANCIAMENTO PARA AS PME FCGM. Fundo de Contragarantia Mútuo Garantia Mútua UMA NOVA ALTERNATIVA NO ACESSO AO FINANCIAMENTO PARA AS PME FCGM Fundo de Contragarantia Mútuo Sessões Turismo de Portugal, Abril 2010 Apresentação Segmentos de Actuação Linhas de Oferta

Leia mais

Linhas de Crédito PME INVESTE IV

Linhas de Crédito PME INVESTE IV Linhas de Crédito PME INVESTE IV SECTORES EXPORTADORES MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Linhas de Crédito Bonificado com Garantia Mútua UNIÃO EUROPEIA Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Gestão Marketing

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

As nossas acções Sonaecom

As nossas acções Sonaecom 3.0 As nossas acções Em 2009, as acções da Sonaecom registaram o segundo melhor desempenho do PSI-20, valorizando cerca de 92,2 %, o que constitui uma prova clara da nossa resiliência e um voto de confiança

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Capital Próprio CAPITAL PRÓPRIO Conceitos Gerais Aplicação de resultados Valor nominal, contabilístico e de mercado Demonstração das Alterações do C.P. Aumentos de

Leia mais

/ Warrants: uma definição /

/ Warrants: uma definição / Warrants www.warrants.commerzbank.com Warrants: uma definição Os warrants são valores mobiliários associados a activos como acções, índices ou taxas de câmbio que amplificam os movimentos DE preço dos

Leia mais

apresentação corporativa

apresentação corporativa apresentação corporativa 2 Índice 1. Apresentação da BBS a) A empresa b) Evolução c) Valores d) Missão e Visão 2. Áreas de Negócio a) Estrutura de Serviços b) Accounting/Tax/Reporting c) Management & Consulting

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

SOLUÇÕES MOÇAMBIQUE-EMPRESAS JULHO 2013

SOLUÇÕES MOÇAMBIQUE-EMPRESAS JULHO 2013 JULHO 2013 EM MOÇAMBIQUE, COMO EM PORTUGAL O BPI e o BCI disponibilizam as Soluções Moçambique-Empresas, um conjunto de produtos e serviços desenhados para empresas que pretendam investir ou exportar para

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

Recapitalizar as Pequenas e Médias Empresas Portuguesas

Recapitalizar as Pequenas e Médias Empresas Portuguesas Recapitalizar as Pequenas e Médias Empresas Portuguesas Apresentação na 1ª Reunião do Fórum CMVM/PME para o Mercado de Capitais Carlos Tavares 27 Março 2012 1 Redução dos desequilíbrios externos da Economia

Leia mais

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal

Apoios às s Empresas do Sector do Turismo. Portugal Apoios às s Empresas do Sector do Turismo ÍNDICE 2 Linha de apoio à qualificação da oferta Linha de apoio à tesouraria Carência de capital Linhas PME CRESCIMENTO 2013 MECANISMOS DE APOIO AO SECTOR DO TURISMO

Leia mais

Portugal num mundo em mudança TROCA DE INFORMAÇÕES BANCÁRIAS, RESIDÊNCIA FISCAL E OUTROS TEMAS

Portugal num mundo em mudança TROCA DE INFORMAÇÕES BANCÁRIAS, RESIDÊNCIA FISCAL E OUTROS TEMAS Portugal num mundo em mudança TROCA DE INFORMAÇÕES BANCÁRIAS, RESIDÊNCIA FISCAL E OUTROS TEMAS Porquê Portugal? Portugal é um país dinâmico, seguro, com uma taxa de criminalidade baixa, trabalhadores altamente

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu.

FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013. 1. Título Opções de financiamento para a CPLP não é meu. FRANCISCO MANTERO - PWC - CPLP 23/01/2013 1. Título "Opções de financiamento para a CPLP" não é meu. Poderia dar ideia que há opções de financiamento específicas para a CPLP em si mesma e para os Estados

Leia mais

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA

CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA CONFERÊNCIA DISTRIBUIÇÃO DE SEGUROS E PRODUTOS FINANCEIROS FERNANDO FARIA DE OLIVEIRA 28 de Novembro de 2014 AGENDA FUNÇÕES DA BANCA E DOS SEGUROS BANCASSURANCE E ASSURBANK RACIONAL E CONDICIONANTES EVOLUÇÃO

Leia mais

Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008

Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 1/1 Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 No cenário da actual conjuntura económica o sistema de garantia mútua é visto quer pelos parceiros

Leia mais

Mudanças a fundo Directiva dos GFIA

Mudanças a fundo Directiva dos GFIA www.pwc.com/pt/tax/ma Mudanças a fundo Directiva dos GFIA O que vai mudar nos Fundos de Investimento Alternativos? Junho 2011 Introdução A Proposta de Directiva o que é? Em resposta à crise que afectou

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

Apresentação a Institucionais. (Sociedade registada na CMVM com o nº 340)

Apresentação a Institucionais. (Sociedade registada na CMVM com o nº 340) Apresentação a Institucionais (Sociedade registada na CMVM com o nº 340) AGENDA I. Equipa de Gestão II. Institucionais e o desafio da Liquidez III. Serviços especializados IV. Contactos 2 I. Equipa de

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA SUMÁRIO No primeiro trimestre de, a produção de seguro directo, relativa à actividade em Portugal das empresas de seguros sob a supervisão do ISP, apresentou, em termos globais, uma quebra de 29,8% face

Leia mais

A experiência global ao serviço de Angola

A experiência global ao serviço de Angola A experiência global ao serviço de Angola Somos reconhecidos pela busca permanente da excelência e pela focalização no serviço ao cliente. 2 Editorial Temos um compromisso A Deloitte assumiu um compromisso

Leia mais

Apoios à Internacionalização. Lisboa, 27 de Março de 2014

Apoios à Internacionalização. Lisboa, 27 de Março de 2014 Apoios à Internacionalização Lisboa, 27 de Março de 2014 Tópicos Sistemas de Incentivos às Empresas (QREN) Novo Quadro (2014-2020) Gestão do Risco Instrumentos de Financiamento Multilaterais Financeiras

Leia mais

Relatório de Gestão. Instituto Português de Corporate Governance

Relatório de Gestão. Instituto Português de Corporate Governance Actividades realizadas no exercício de : Publicação do Livro Corporate Governance - Reflexões I da Comissão Jurídica; Contratação de Jurista para Secretário-Executivo do IPCG, com funções de assistência

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem.

Os riscos do DUETO, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Advertências ao Investidor Os riscos do, produto financeiro complexo, dependem dos riscos individuais associados a cada um dos produtos que o compõem. Risco de perda total ou parcial do capital investido

Leia mais

Criamos. valor à sua empresa

Criamos. valor à sua empresa Criamos valor à sua empresa ORGANIZAÇÃO Somos o que fazemos repetidamente. Então, a excelência não é um acto isolado, mas sim um hábito. Aristóteles Compromisso A FISCOSEGUR é uma organização que presta

Leia mais

DAMOS FORÇA AO FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS

DAMOS FORÇA AO FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS AGOSTO 2015 LINHA PME CRESCIMENTO 2015 (TAE 2,876%) DAMOS FORÇA AO FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS Vai efetuar uma candidatura ao Programa Portugal 2020? Procura uma opção de financiamento para agilizar a gestão

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

O Cluster Financeiro

O Cluster Financeiro O Cluster Financeiro Um sector financeiro promotor do crescimento Manuel Lima Bolsa de Valores de Cabo Verde 15 de Maio de 2013 WS 2.4 O Cluster Financeiro Índice Breves notas O que assinalam os números

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal

Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal Fundos de Investimento Mobiliário em Portugal Fernando Teixeira dos Santos Presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários Presidente do Comité Executivo da IOSCO 9 de Abril de 2003 Sumário I

Leia mais

Seminário BPI-Primavera

Seminário BPI-Primavera Seminário BPI-Primavera Relevância da qualidade da informação na gestão 12 de Março de 2013 ÍNDICE 1. Empresas vs. Informação 2. Como BPI acompanha o risco das Empresas 3. Consequências 2 EMPRESAS VS.

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO A crise económica e social, quer a nível internacional quer a nível nacional,

Leia mais

6 º Congresso. Nacional de Crédito. 27 de Maio de 2015 Altis Grand Hotel Lisboa Portugal

6 º Congresso. Nacional de Crédito. 27 de Maio de 2015 Altis Grand Hotel Lisboa Portugal 6 º Congresso Nacional de Crédito 27 27 de Maio de 2015 Altis Grand Hotel Lisboa Portugal 4.000 ORADORES 350 EVENTOS 20 PAÍSES 200.000 VISITAS EM NOSSAS PÁGINAS +100.000 EXECUTIVOS 30.000 SEGUIDORES VIA

Leia mais

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise?

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? O sector empresarial sente a crise como está a sentir a restante sociedade. A elevada taxa de desemprego de 12,3% traduz bem o drama social

Leia mais

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Linha de Crédito PME Investe III Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha PME Investe III, visa facilitar o acesso ao crédito por parte

Leia mais

Apresentação dos Resultados Click to edit Master title style

Apresentação dos Resultados Click to edit Master title style Apresentação dos Resultados Click to edit Master title style Seminário de Exportação para o Brasil Serviços Bancários à Exportação CGD Nuno Marques Direção Internacional de Negócio Lisboa, 21 Janeiro 2014

Leia mais

Manual da Garantia Mútua

Manual da Garantia Mútua Março de 2007 Manual da Garantia Mútua O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às pequenas, médias e micro empresas (PME), que se traduz fundamentalmente na prestação

Leia mais

1. Primeiro de Janeiro, 04-05-2010, Capital de risco cresce 14% 1. 2. Diário Económico, 04-05-2010, Actividade de capital de risco cresceu 14% 2

1. Primeiro de Janeiro, 04-05-2010, Capital de risco cresce 14% 1. 2. Diário Económico, 04-05-2010, Actividade de capital de risco cresceu 14% 2 Revista de Imprensa 12-05-2010 1. Primeiro de Janeiro, 04-05-2010, Capital de risco cresce 14% 1 2. Diário Económico, 04-05-2010, Actividade de capital de risco cresceu 14% 2 3. Económico Online, 03-05-2010,

Leia mais

I Jornadas Financeiras Capital de Risco. Fundos de Investimento no Espaço Lusófono

I Jornadas Financeiras Capital de Risco. Fundos de Investimento no Espaço Lusófono I Jornadas Financeiras Capital de Risco Local: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Data: 07 de Maio de 2015 Fundos de Investimento no Espaço Lusófono António Raposo Subtil (Coordenador RSA-LP)

Leia mais

GUIA PARA INVESTIR. Rentabilizar os Investimentos

GUIA PARA INVESTIR. Rentabilizar os Investimentos www.facebook.com/santandertotta.pt http://twitter.com/santandertotta Onde deve investir? A escolha deve ter em conta diversos factores, tais como: quando é que pretende utilizar o montante que investiu?

Leia mais

Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários

Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários Conferência do IPCG 25 de Janeiro de 2011 Boas Práticas Remuneratórias dos Órgãos Societários Notas 1. Portugal tem uma estrutura legal e regulatória muito evoluída, apesar da reduzida dimensão do seu

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007 POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP 11 Setembro 2007 Durante o 1º trimestre de 2007, o PIB cresceu 2,0% Crescimento do PIB 2,5% 2,0% 1,5% 1,5% 1,7% 2,0% 1,0% 1,1% 1,0% 0,9% 0,5% 0,5% 0,5% 0,0%

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS. PARECER COM(2013)150 Livro Verde - O Financiamento a Longo Prazo da Economia Europeia

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS. PARECER COM(2013)150 Livro Verde - O Financiamento a Longo Prazo da Economia Europeia PARECER COM(2013)150 Livro Verde - O Financiamento a Longo Prazo da Economia Europeia PARTE I - NOTA INTRODUTÓRIA Nos termos do artigo 7.º da Lei n.º 43/2006, de 25 de agosto, alterada pela Lei n.º 21/2012,

Leia mais

CONFERÊNCIA CIP CONCLUSÕES

CONFERÊNCIA CIP CONCLUSÕES CONFERÊNCIA CIP CONCLUSÕES Crescimento Económico Diversificar O Modelo de Financiamento das PME s 28 de novembro de 2014 1 Conclusões Algumas observações introdutórias... 3 I. A situação atual do financiamento

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3

A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3 1 / 1 A Fazer Crescer o Nosso Futuro 2 / 3 ... os recursos petrolíferos devem ser alocados à constituição de reservas financeiras do Estado que possam ser utilizadas, de forma igualitária e equitativa,

Leia mais

PRÉMIOS MORNINGSTAR DIÁRIO ECONÓMICO 2012 OBJETIVO

PRÉMIOS MORNINGSTAR DIÁRIO ECONÓMICO 2012 OBJETIVO PRÉMIOS MORNINGSTAR DIÁRIO ECONÓMICO 2012 OBJETIVO O objectivo dos Prémios Morningstar consiste em seleccionar os fundos e gestoras que mais valor proporcionaram aos participantes neste tipo de fundos,

Leia mais

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar. Projeto de Resolução n.º 684/XII/2.ª. Financiar o investimento para dever menos

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar. Projeto de Resolução n.º 684/XII/2.ª. Financiar o investimento para dever menos Projeto de Resolução n.º 684/XII/2.ª Financiar o investimento para dever menos Em Março de 2009 o do PCP apresentou o Projeto de Resolução nº 438/X Medidas de combate à crise económica e social que, entre

Leia mais

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar

Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego. Vítor Gaspar Iniciativas financeiras e fiscais para o Investimento, Crescimento e Emprego Vítor Gaspar Lisboa, 23 de maio de 2013 Início de uma nova fase do processo de ajustamento 1ª fase: Prioridade na consolidação

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA COFINA, SGPS, S.A. A REALIZAR, NA SEDE SOCIAL, NO DIA 24 DE ABRIL DE 2014, PELAS 12.00 HORAS

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA COFINA, SGPS, S.A. A REALIZAR, NA SEDE SOCIAL, NO DIA 24 DE ABRIL DE 2014, PELAS 12.00 HORAS ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA COFINA, SGPS, S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PONTO SEGUN DA ORDEM S TRABALHOS O Conselho de Administração da COFINA, SGPS, S.A. propõe à Assembleia Geral que os resultados

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO

CAPI CANISM TAL DE O DE C RISCO APIT AL DE RISCO MECANISMO CAPITAL DE CAPITAL DE RISCO DE RISCO António Carvalho A Portugal Ventures InovCapital AICEP Capital Global Turismo Capital Clarificação de objectivos estratégicos e concentração de meios para

Leia mais

Boletim de Janeiro Atractividade. Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014

Boletim de Janeiro Atractividade. Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014 Boletim de Janeiro Atractividade Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014 13 de Fevereiro de 2014 A missãocrescimento As entidades promotoras: O Conselho Geral: Esmeralda DOURADO Rui

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS

DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE QUE FORMA OS CONHECIMENTOS E A EXPERIÊNCIA DOS INVESTIDORES DETERMINAM O MODO COMO SÃO TRATADOS PELOS INTERMEDIÁRIOS

Leia mais

Soluções Financeiras

Soluções Financeiras ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5779 DE 15 DE OUTUBRO DE 2013 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Soluções Financeiras para PME Saiba como conseguir financiamento para internacionalizar

Leia mais

A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002

A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002 A INDÚSTRIA DA GESTÃO DE ACTIVOS 2002 ÍNDICE 1. Caracterização da Indústria de Gestão de Activos...pág. 01 2. Evolução da Indústria de Gestão de Activos...pág. 04 2.1 A Gestão Colectiva de Activos...pág.

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em CFDs

Conceitos básicos de negociação em CFDs Conceitos básicos de negociação em CFDs N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar a perda

Leia mais

ab in a flash Lisboa Porto Funchal

ab in a flash Lisboa Porto Funchal Lisboa Porto Funchal ab in a flash Constituída em 1993 a AB é uma das maiores Sociedades de Advogados portuguesas 280 Colaboradores 190 Advogados AS ÁREAS DE PRÁTICA E DESKS INTERNACIONAIS AO SERVIÇO DOS

Leia mais

EM PORTUGAL REFORMAS E PENSÕES. PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo

EM PORTUGAL REFORMAS E PENSÕES. PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo REFORMAS E PENSÕES EM PORTUGAL PÓS-TROÏKA : A QUEDA DAS PENSÕES E PROPOSTAS PARA REAGIR Diogo Teixeira, Administrador Executivo 20 de Fevereiro de 2014 Quem Somos > Os Nossos Valores > Ativos Sob Gestão

Leia mais

COMUNICADO 1S 2015. COMUNICADO 1S 2015 (Contas não auditadas)

COMUNICADO 1S 2015. COMUNICADO 1S 2015 (Contas não auditadas) COMUNICADO 1S 2015 (Contas não auditadas) 31 agosto 2015 1. EVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS 1.1. ÁREA FINANCEIRA A Área Financeira do Grupo concentra as atividades financeiras, incluindo a Orey Financial, e as suas

Leia mais

A Exchange é uma marca da empresa Changebiz Rede de Consultores Financeiros, SA.

A Exchange é uma marca da empresa Changebiz Rede de Consultores Financeiros, SA. Exchange A EXCHANGE Quem somos A Exchange é uma marca da empresa Changebiz Rede de Consultores Financeiros, SA. Resulta de uma Parceria de Sucesso entre o Grupo Onebiz, referência no desenvolvimento de

Leia mais

turbo warrants manual /////// www warrants commerzbank com ///////////////////////////////////////////////////////////////////// Warrants Estruturados Turbo warrants Turbo Warrants Acelere os seus investimentos

Leia mais

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS

2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 2º CONGRESSO DA CIP E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS 4º PAINEL: AS NOVAS FORMAS DE FINANCIAMENTO DA ECONOMIA - CONCLUSÕES - A CIP reconhece que a nossa economia atingiu um nível de alavancagem excessivo que

Leia mais

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO

O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O BANCO EUROPEU DE INVESTIMENTO O Banco Europeu de Investimento (BEI) promove os objetivos da União Europeia ao prestar financiamento a longo prazo, garantias e aconselhamento a projetos. Apoia projetos,

Leia mais

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011 Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses Julho Esta nota resume as principais características e resultados do exercício de stress test realizado ao nível da União

Leia mais

DEPÓSITO INDEXADO CARREGOSA CABAZ BANCA ZONA EURO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPECTO INFORMATIVO

DEPÓSITO INDEXADO CARREGOSA CABAZ BANCA ZONA EURO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO PROSPECTO INFORMATIVO DEPÓSITO INDEXADO CARREGOSA CABAZ BANCA ZONA EURO PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de capital Garantia de remuneração Factores de risco Instrumentos

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Data: 8 de Janeiro de 2008 Cristina Neto de Carvalho Duração: 2 horas Sofia Pereira 2ª Frequência Responda a cada grupo em folha separada A Ibersol tem como

Leia mais

Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula:

Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula: 1.Tipo e Duração 2.Entidade Gestora 3.Consultores de Fundo de Capital Garantido Aberto, constituído em Portugal. A sua constituição foi autorizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, em 12/

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. TODOS OS INVESTIMENTOS TÊM RISCO

Leia mais

Sonae Sierra registou Resultado Líquido de 1,3 milhões no primeiro semestre

Sonae Sierra registou Resultado Líquido de 1,3 milhões no primeiro semestre Maia, 31 de Julho de 2008 Desempenho afectado por desvalorização dos activos ditada pelo mercado Sonae Sierra registou Resultado Líquido de 1,3 milhões no primeiro semestre Rendas cresceram 4,5% numa base

Leia mais

ESAF ESPÍRITO SANTO FUNDOS DE PENSÕES SOLUÇÕES DE REFORMA

ESAF ESPÍRITO SANTO FUNDOS DE PENSÕES SOLUÇÕES DE REFORMA ESAF ESPÍRITO SANTO FUNDOS DE PENSÕES SOLUÇÕES DE REFORMA F U N D O S M O B I L I Á R I O S G E S T Ã O D E P A T R I M Ó N I O S F U N D O S I M O B I L I Á R I O S F U N D O S D E P E N S Õ E S ESPECIALISTAS

Leia mais