QG 2. Rating CLARITAS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS LTDA. Gestão de Recursos FUNDAMENTOS DO RATING

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1 Relatório Analítico Rating QG 2 Gestores de recursos que apresentam qualidade de gestão de ativos e ambiente de controles muito bons. Data: 28/mar/2011 Validade: 31/dez/2011 Sobre o Rating Perspectiva: Estável Observação: - Histórico: Mar/10: atribuição: QG 2 (estável) Monitore as ações de rating: Código: dw21za23tg Analistas: Bruno Hofheinz Giacomoni Tel.: Luis Miguel Santacreu Tel.: Austin Rating Serviços Financeiros Rua Leopoldo Couto Magalhães, 110 conj. 73 São Paulo SP CEP Tel.: Fax: FUNDAMENTOS DO RATING O Comitê de Classificação de Risco da Austin Rating, em reunião realizada no dia 28 de março de 2011, atribuiu a classificação QG 2 ( Qualidade de Gestão Dois ) para a Claritas Administração de Recursos Ltda. (Claritas). A perspectiva do rating é estável. Esta classificação não define de nenhuma forma o perfil de risco dos ativos geridos pela empresa e não configura recomendação de investimento para todos os efeitos. A Claritas foi fundada em 1999, como uma gestora de recursos de terceiros independente, especializada na gestão de fundos de investimento no Brasil e no exterior. Sua proposta é oferecer produtos financeiros diferenciados e de alto valor agregado. Atualmente, a equipe da Claritas conta com 49 profissionais nos escritórios de São Paulo e Londres, sendo 28 na equipe de investimentos, e possui R$ 2.443,4 milhões sob gestão, divididos em 55 portfólios. A classificação atribuída encontra-se em linha com a metodologia da Austin Rating de Qualidade de Gestão de empresas gestoras de recursos e levou em conta aspectos relacionados à administração geral, à gestão de investimentos propriamente dita, de riscos, controles e compliance, presentes na empresa. A Austin considerou como elemento relevante para a atribuição do rating o tempo de atuação e maturidade profissional da Gestora, marcado pelo crescimento no volume de recursos sob gestão, aliado à busca constante de boas práticas empresariais e adequação aos requerimentos regulatórios aplicados na sua atividade. O rating considera, por outro lado, a performance dos fundos geridos, o entorno regulatório no qual se insere a empresa, a competição no setor, seu porte e posicionamento estratégico. Levou em conta a solidez financeira intrínseca da empresa, manifestada na evolução das taxas de administração e performance auferidas, no controle das despesas operacionais, na ausência de endividamento e nos bons indicadores de liquidez e rentabilidade. A classificação reflete a opinião da Austin sobre a qualidade de gestão e a segurança dos controles envolvidos na operação da gestora, e avalia como muito bom os quesitos analisados. A Austin ressalta o histórico, a seriedade e a diligência da gestora, refletidos nas captações líquidas e nos desempenhos dos fundos. A performance ao longo de sua existência, a qualificação dos gestores, as políticas de investimento, de compliance e de controle de risco asseguram o desempenho favorável da Claritas. As notas atribuídas pela agência obedecem a uma escala de classificação nacional e servem como parâmetro de comparação entre as gestoras atuando no Brasil e, eventualmente, com atividades no exterior. O processo analítico da Austin Rating, além de considerar fatores políticos, macroeconômicos, setoriais e regulatórios, aplicados às gestoras, avalia fatores internos qualitativos (controle acionário, tempo de atividade, experiência profissional, política e processos adotados na gestão de investimentos, estratégia, penetração comercial, gestão de riscos, controles e compliance) e fatores quantitativos (evolução das receitas, indicadores de desempenho, eficiência e rentabilidade, dentre outros) intrínsecos à empresa em análise.

2 ESTRATÉGIA E ADMINISTRAÇÃO No encerramento de dezembro de 2010, a Claritas gerenciava 55 portfólios, sendo 53 fundos de investimento, 1 clube e 1 carteira, onde 25 destes portfólios são considerados exclusivos. O volume total de recursos sob gestão ao final de fevereiro de 2011 chegou a R$ 2.443,4 milhões, ocupando a 48ª posição no ranking das gestoras de recursos, detendo 0,142% do total dos ativos sob gestão do setor. Embora aproximadamente 75% do volume total de recursos da indústria de fundos se encontre nas mãos das 10 maiores gestoras (referência fev/2011), estas pertencentes a grandes instituições financeiras, a Austin considera que há espaço para a presença de gestores independentes para capturar parte da poupança financeira doméstica e estrangeira alocada em fundos de investimento. As barreiras de entrada para o surgimento de gestoras independentes é reduzida, o que se observa pelo aumento ano a ano no número de gestoras registradas na CVM, apesar de, em contrapartida, se observar cancelamentos de registros de gestores independentes. Consideramos que o amadurecimento do público investidor brasileiro e o interesse pela economia e ativos domésticos por estrangeiros abrem a oportunidade para investimentos em fundos geridos por assets managers especializados em determinados produtos e estratégias de alocação de recursos. Favorece a manutenção e o aumento de seu market share, do ponto de vista macroeconômico e setorial, o aumento da poupança interna, a busca de produtos voltados à aposentadoria, à estabilidade econômica no longo prazo, à queda nas taxas de juros e à busca de investidores pessoas físicas, jurídicas e investidores institucionais, por fundos que exibam performance sustentável, superior a benchmarks e aplicações mais conservadoras e menos rentáveis. Como fatores a serem observados, notam-se as já citadas reduzidas barreiras de entrada para gestores independentes, a entrada de grandes gestores globais como sócios ou controladores de asset managers locais, capturando os recursos de investidores com alocação em vários países; a conveniência e sinergia comercial em concentrar investimentos com outros serviços bancários e financeiros, dentre os grandes conglomerados atuando no Brasil, e fatores macroeconômicos e de investimento que motivem a migração da poupança financeira doméstica para alocações financeiras mais conservadoras ou de proteção, como caderneta de poupança, moeda estrangeira, ouro, fundos DI e de renda fixa, etc., ou, a aplicação direta no mercado de renda fixa ou acionário, por meio de plataformas de home broker, tesouro direto, mini contratos de derivativos, etc. Por outro lado, cabe mencionar que alterações na economia doméstica e internacional podem afetar o desempenho, aumentar a volatilidade e o risco de exposição das estratégias nestes mercados, reduzir o crescimento ou diminuir o volume de recursos administrados pela gestora, na medida em que a poupança financeira venha a migrar para investimentos mais conservadores, como certificados de depósito bancário e outros instrumentos de renda fixa públicos. Dentro deste cenário, a Claritas tem como meta dobrar o total de recursos sob gestão dentro dos próximos dois ou três anos. Julgam necessários, para isto, canais de distribuição eficientes, fundos com bons desempenhos e cenário macroeconômico favorável. O mercado externo sempre foi considerado um importante foco, chegando a representar 50% do total de ativos sob gestão da gestora antes da crise de Os resgates realizados pelos clientes offshore em 2008 reduziram substancialmente o volume de recursos externos sob gestão, levando a uma ação de diminuição das atividades do escritório londrino e intensificação dos esforços focados no mercado local. A Claritas diversificou a distribuição, bem como o pool de produtos oferecidos ao mercado onshore, com o oferecimento de fundos de arbitragem e low vol, além de produtos estruturados e serviços de wealth management. Ainda assim, o mercado offshore representava cerca de 25% do seu AUM em fevereiro de Atualmente, a Claritas oferece três principais tipos de produtos e serviços: fundos de investimento, produtos estruturados e wealth management (figura 1). Seus fundos contemplam as seguintes estratégias: Fundos de Ações (Long Only e Long Short), Arbitragem, Low Vol, Macro (apenas para o mercado local) e Fundo de Fundos (foco em 2

3 fundos Macro brasileiros para o mercado local e foco na América Latina para o mercado offshore). Seus produtos estruturados contemplam FIPs especializados em investimentos florestais e fundos de crédito (FIDCs). Seus principais fundos abertos, suas rentabilidades e histórico podem ser conferidos na tabela no anexo deste relatório. O início do serviço de wealth management se deu ao final de 2007, iniciando com significativa captação. O serviço se tornou uma boa alternativa de receita a partir da crise de 2008 com a diminuição dos recursos sob gestão aplicados em fundos. Em 2010, a demanda por wealth management dobrou e, segundo análise interna, tende a crescer ainda mais a partir de A Claritas apresenta boa pulverização dos ativos sob gestão nos diferentes produtos oferecidos, como se pode verificar na figura 2 em anexo. Além disso, o maior fundo representa cerca de 20% do AUM total dos fundos (referência: fevereiro de 2011). A Claritas possui uma empresa de distribuição, a Claritas Agente Autônomo, sediada em Barueri com quatro funcionários aptos a distribuir cotas de fundos. Além disso, a distribuição é coordenada por um sócio-diretor e conta ainda com mais dois funcionários, cuja principal atribuição é estabelecer acordos de distribuição com outras instituições. Em âmbito local, mantém relacionamento essencialmente com bancos, family offices e fund of funds. Já no âmbito offshore, há menor influência de distribuidores e o contato se dá mais diretamente com pessoas físicas e clientes institucionais (pension funds). Em novembro de 2010, possuía 58 contratos ou acordos de distribuição, sendo que o percentual do volume total em fundos detido pelos cinco maiores distribuidores era de 37,06%. Em seus fundos abertos, a média de concentração dos recursos sob gestão nos 10 maiores clientes não passa de 52%, estando em concordância com a média do mercado. A Austin considera como outro elemento importante para medir a qualidade da gestão das gestoras, a perenidade do seu quadro de sócios. Da mesma forma, a Austin leva em conta a descrição do resumo profissional dos principais sócios / executivos da empresa, a fim de retratar a sólida formação acadêmica e experiência profissional, A Claritas possuía originalmente 4 sócios-diretores, cuja participação pode ser encontrada em tabela 1 anexa com valores referentes a novembro de Em janeiro de 2011, Renato Abucham, sócio-fundador e responsável pelos fundos Macro, saiu da sociedade em comum acordo com os sócios restantes. Matheus Cavallari, sócio minoritário e economista da área macro desde 2004, assumiu seu posto como head da área de fundos Macro. Os sócios-diretores remanescentes possuem ampla formação acadêmica e background profissional, com passagens por outras instituições financeiras e órgãos de controle, em cargos de gerência e direção, como pode ser verificado nos resumos profissionais em anexo. Além disso, é política da Claritas aceitar apenas sócios presentes no dia-a-dia da empresa, com atividades diretivas e estratégicas na gestora. RECURSOS HUMANOS Apesar de essenciais, aspectos de infraestrutura são considerados commodities e não representam fontes de vantagem competitiva para as gestoras, cujo capital é essencialmente humano. A qualificação acadêmica e profissional dos principais gestores e executivos é um fator bastante relevante na análise realizada pela Austin e podem ser conferidos nos curricula vitae em anexo. Além disso, a retenção deste capital é fator indispensável para o sucesso da gestora. O alto turnover representa perda de memória organizacional, de qualidade de gestão e consequentemente de clientes. A Austin leva em consideração em sua análise as políticas de motivação e retenção de colaboradores, principalmente políticas de remuneração variável e bônus e critérios de partnership (critérios de entrada e saída da sociedade). A utilização destas políticas, bem como o nível de formalização das mesmas, mitiga os riscos inerentes ao alto turnover. O número de sócios minoritários no quadro societário da Claritas revela a adoção efetiva de políticas de partnership. Além disso, a gestora apresenta critérios bem definidos de precificação para a entrada e saída da sociedade, 3

4 fomentando a entrada de novos sócios e tornando mais segura sua saída, quando necessário. A gestora adota também políticas agressivas de remuneração aos seus colaboradores, com salários fixos baixos e salários variáveis significativos. A Austin reconhece a ótima qualificação acadêmica e background profissional dos colaboradores da empresa, principalmente naqueles envolvidos em cargos-chave. Os critérios de remuneração variável e políticas de partnership apresentam ótimo nível de formalização, atendendo os objetivos predefinidos. GESTÃO DE INVESTIMENTOS A decisão de alocação dos recursos é responsabilidade de cada um dos 4 gestores assessorados por suas equipes, dentro de seus mandatos e estratégias. Há a realização semanal de comitê de investimento, com definição de diretrizes macro sobre as estratégias adotadas pela Claritas e pelas áreas de investimento. Comitês extraordinários são realizados sempre que há a necessidade baseada em demandas específicas. O processo decisório da área macro se inicia com análise top down do cenário baseado em fundamentos macroeconômicos, análises políticas e fluxos. Os responsáveis pela análise verificam a posição atual do portfólio e como ela interage com o tema de investimento proposto em relação ao perfil de risco e a possíveis conflitos entre a posição adotada e pleiteada. A área dos fundos de ações utiliza o direcionamento macroeconômico da equipe macro da Claritas para embasar suas análises. A equipe restringe o universo de análise ao mercado brasileiro, englobando todas as empresas listadas no IBOVESPA mais 40 empresas mid e small caps. Estuda-se os setores para identificar quais são o que possuem potencial de crescimento, ambiente competitivo etc., para sopor último realizar a análise por empresa. Nesta última etapa são identificadas habilidades de gestão, vantagens competitivas, governança corporativa e feito o valuation. Os fundos de arbitragem da Claritas são focados em arbitragem de ações. Para isto recebem contribuições dos economistas/estrategistas da gestora, bem como da equipe macro sobre o cenário macroeconômico. A análise engloba o monitoramento do mercado brasileiro (ishares MSCI Brazil Index, papéis de contratos futuros, ações e opções negociados na Bovespa(, do mercado global (ADRs Latino Americanas e Bluechips de setores ligados ao Brasil). A partir daí são definidas as posições levando-se em conta as operações com melhores risco versus retorno e a necessidade de alocação em caixa. A equipe responsável pelos fundos volatilidade, assim como as outras, inicia sua análise através da definição de diretrizes macroeconômicas, discutidas em comitê com a equipe econômica da Claritas e com os gestores das outras áreas. Os responsáveis monitoram os papéis mais líquidos do mercado a procura de distorções que possam ser aproveitadas. A partir daí ocorre a construção do portfólio com a análise de risco versus retorno e definição dos tamanhos das posições assumidas. O trabalho de pesquisa é majoritariamente interno, sendo que os relatórios de terceiros são utilizados apenas como apoio e referência. Em dezembro de 2010, a Claritas possuía 28 colaboradores na equipe de investimentos, incluindo um economista e um analista econômico / estrategista como parte integrante do time de gestão das estratégias macro e 4 analistas de empresas/ações que dividem a cobertura por setores e são responsáveis pela gestão dos fundos de ações. As equipes mencionadas trabalham exclusivamente para o buy side e as análises são majoritariamente fundamentalistas, fazendo uso dos instrumentos cabíveis. A Claritas possui acesso aos melhores e mais tradicionais serviços de apoio à análise e decisão, como Bloomberg, Reuters, Broadcast, Economática, Monitor da inflação/fgv e Arko Advice. A Austin avalia a gestão de investimentos da Claritas como muito boa. As políticas e processos adotados, bem como o perfil dos responsáveis pela gestão estabelecem parâmetros sólidos e refletem a boa performance e o patamar de market share apresentados pela gestora. 4

5 GESTÃO DE RISCOS A área de gerenciamento de risco é independente e se reporta diretamente ao Comitê de Risco e Compliance. Ela é de responsabilidade de Antônio Costa desde fevereiro de 2011, sócio com 2% das cotas e ex-responsável pela área de Middle Office, vindo a substituir Marcelo Faria, que saiu da gestora em fevereiro de A Claritas está em fase de implementação de sistema específico de controle de risco, em substituição às planilhas em Excel antes utilizadas para o controle. Para o acompanhamento do risco de mercado, a Claritas possui um extenso Banco de Dados que é atualizado mensalmente ou semanalmente em momentos de estresse, por meio da plataforma Bloomberg, onde se acompanha o comportamento de diversos ativos nos últimos 10 anos e durante as principais crises recentes. A partir desse banco de dados, realiza-se diariamente um backtest da carteira avaliando seu comportamento em cenários de crise. Além disso, para cada fundo é desenvolvido um relatório semanal de liquidez onde são apresentados a exposição e seus respectivos prazos de liquidez. O risco de crédito é monitorado pelo Comitê de Risco e Compliance da Claritas, que é responsável pela análise e aprovação dos títulos de crédito privado que compõem os demais fundos da Claritas, além dos limites de alocação total dos fundos e por emissor. Especificamente para o fundo de crédito privado, a Claritas utiliza consultoria da Risk Office. O Comitê de Risco e compliance é composto por dois sócios diretores não ligados diretamente ao processo de gestão, o responsável do middle-office, o analista sênior da equipe de ações, o responsável da equipe de crédito privado, o economista, o CEO de wealth management e o analista de risco. Os relatórios são enviados aos gestores e aos membros do comitê de risco e compliance diariamente. Desta forma, os gestores conseguem analisar o risco de suas posições caso aconteça um fato de extrema relevância capaz de alterar todo comportamento dos mercados. Para os fundos de ações, adotam-se critérios mínimos de diversificação, parâmetros rígidos de liquidez para as posições e stop loss por operação e por estratégia para o fundo long short. Além dos relatórios diários, os gestores recebem semanalmente relatórios contendo a volatilidade histórica dos fundos, VaR, Stress e Exposição por classe de ativo. Todos os envolvidos com a operação dos fundos recebem estes relatórios. Em conjunto com análise de liquidez, gera-se um relatório de gaps que mostra os 10 maiores gaps de abertura do preço de determinados ativos. Este relatório é enviado aos gestores como relatório de apoio e discutido no comitê de risco e compliance. A Claritas possui políticas, processos, controles e relatórios de risco eficientes e condizentes com as diretrizes e regulações de mercado. Este ferramental torna o processo de investimentos seguro e comprova a diligencia com que a Claritas administra os recursos sob sua tutela. COMPLIANCE E RISCO OPERACIONAL As políticas de compliance visam à aderência dos objetivos e procedimentos da gestora aos padrões exigidos pela regulação, pelas leis e pela sociedade. O objetivo é, entre outros, eliminar erros operacionais e problemas de agência resultantes de potenciais conflitos de interesse. Além do controle de risco operacional efetuado pelo administrador, a área de compliance e risco da Claritas efetua um monitoramento paralelo ao administrador para assegurar que os riscos operacionais sejam minimizados. Há um sistema eletrônico de boletagem e carteiras para a conferência das operações da mesa com os arquivos das corretoras e para o cálculo automático de cotas. Um importante output deste sistema são os relatórios com layouts específicos para as administradoras, com as informações sobre as operações diárias, agilizando o processo e minimizando erros. Possuem equipe de seis pessoas para a conferência diária das cotas calculadas pelos administradores e as cotas calculadas pelo sistema da Claritas. 5

6 O sistema também possui um módulo de compliance, no qual todos os parâmetros legais e da política de investimentos serão monitorados diariamente. Há rodízio de atividades no middle office, com a finalidade de evitar que o conhecimento das atividades fique restrito a um único funcionário. Além disso, todos os funcionários devem ser certificados pela Ancor ou Anbid. A Claritas possui um escritório de contingencia em Barueri com 10 posições para uso emergencial. Este escritório tem uso permanente, por meio de um sistema de rodízio onde um grupo de colaboradores deve, de tempos em tempos, trabalhar no mesmo. Todos os dados possuem back-up em 3 diferentes servidores localizados em São Paulo, Alphaville e Londres e são gerados duas vezes ao dia. O primeiro é incremental e roda no horário do almoço e é armazenado no cofre do escritório. O segundo é gerado no encerramento do dia e é encaminhado para armazenamento externo na empresa Iron Mountain na manhã seguinte. Os backups são diários, mensais e anuais e são armazenados por 7 anos. Além disso, todas as ligações são gravadas e guardadas por cinco anos, apesar da não obrigatoriedade. A fim de evitar conflitos de interesse, a área de wealth management se encontra fisicamente segregada da mesa de operações e área de gestão da Claritas. Além disso, o responsável pela área de weath management não acumula outras funções passíveis de conflitos de interesse. Isso já não acontece com o head de produtos estruturados, cuja atuação é próxima do comercial e da área de gestão de recursos. O comitê de compliance ocorre quinzenalmente, juntamente com o comitê de risco, e é composto por dois sóciosdiretores, o CEO de wealth management, o responsável pela equipe de crédito, o analista de risco, 1 analista sênior, 1 estrategista e o responsável pelo middle office. Apesar de estar em responsabilidade de Antônio Costa no dia-adia, o compliance é encabeçado em comitê por dois sócios, cujas atuações (distribuição e produtos estruturados) podem vir de encontro com os objetivos regulatórios e de controle do compliance. A Claritas possui manual de compliance abrangendo código de conduta formalizado. São definidas principalmente políticas relacionadas à ética corporativa, tais quais critérios de aceite de brindes e presentes, o acesso a informações confidenciais, investimento pessoal, prevenção à lavagem de dinheiro e mitigação de conflitos de interesse. DESEMPENHO Ao longo de seus 12 anos de existência, a Claritas tem apresentado retornos excedentes consistentes em seus fundos. Estes resultados refletem a solidez e segurança de suas políticas e processos de investimento no longo prazo e da capacidade analítica e de processamento de informação de sua equipe de investimentos. Já nos anos 2007, 2008 e 2010, referentes aos fundos macro, verificam-se retornos menos expressivos (tabela 4). Estes foram três anos em que a Claritas não obteve sucesso em superar seus benchmarks. Vale a pena apontar a performance da área de volatilidade, cujos fundos vêm apresentando desempenhos bastante bons ao longo dos últimos 4 anos, sempre apresentando retornos excedentes à taxa livre de risco (CDI). Apenas a titulo de ilustração (tabela 3 e Figura 3), se for considerado o desempenho total da Claritas, com a ponderação dos retornos de todos os seus fundos, a gestora atingiu a marca de 120% do CDI em performance desde sua inauguração (setembro de 1999). Apesar de, em termos absolutos, apresentar performance abaixo do mercado acionário (127% do CDI), vale lembrar que para boa parte dos fundos é usual a comparação justamente ao CDI. Além disso, levando-se em conta o risco assumido, a Claritas apresenta resultados muito mais expressivos do que o Ibovespa (como mostra o Índice de Sharpe), cujo risco, representado pelo desvio padrão dos retornos excedentes, é bastante mais alto. O Austin avalia as habilidades em investimentos da Claritas como boas. A performance da gestora apresenta contrastes entre os ótimos desempenhos ao longo prazo desde sua inauguração e as dificuldades para agregar valor ao investimento nos últimos 3 anos. 6

7 Em relação ao desempenho econômico-financeiro, a Claritas apresentou queda significativa de sua receita líquida em 2009, em decorrência dos regates sofridos na crise de Esta queda apresentou impacto em seu lucro líquido, que era historicamente o dobro do apresentado em De qualquer forma, a gestora ainda se apresenta financeiramente confortável, com lucro líquido de R$ 6 milhões de reais no ano de 2009, apontando perspectivas bastante favoráveis ao crescimento da receita do já findo ano de As taxas de administração são suficientemente significativas para cobrir todos os custos operacionais, garantindo a continuidade da gestora, mesmo em casos de estresse macroeconômico e de mercado. As receitas provenientes da taxas de performance representaram mais de 20% de suas receitas totais no consolidado de 2009, garantindo ganhos de escala para a Claritas, bem como recursos suficientes para a remuneração agressiva de seus sócios, gestores e colaboradores. PERSPECTIVA A perspectiva do rating é estável. Sua mudança, do ponto de vista positivo, encontra-se atrelada à continuidade da estratégia em curso, que contempla, dentre outros aspectos, o crescimento dos volumes de recursos sob gestão, manutenção do desempenho dos fundos, estabilidade do quadro de colaboradores e preservação dos controles de risco e do ambiente de compliance. Em contrapartida, a queda na captação líquida da empresa e das receitas com taxas de administração e performance, motivada por mudanças de foco estratégico, piora na qualidade de gestão, queda na rentabilidade dos fundos, redução dos lucros anuais reportados, piores indicadores de desempenho, poderiam alterar a perspectiva do rating de forma negativa. INFORMAÇÕES UTILIZADAS Para atribuição desta classificação, a Austin Rating recebeu da Claritas Administração de Recursos Ltda., entre outras, as seguintes informações: i) Questionário de análise de Gestoras de Recursos da Austin Rating; ii) Manuais de políticas internas; iii) Quadros com a evolução do volume de ativos sob gestão, captação líquida e rentabilidade acumulada dos fundos abertos; iv) evolução das receitas com taxas de administração e performance; v) demonstrações financeiras para os exercícios findos de , bem como dados e informações gerenciais complementares, detalhadas em due diligence, realizada com sócio da gestora. Em contrapartida, a ausência das demonstrações contábeis referentes ao ano de 2010 acabou por limitar a análise. Os dados apresentados para a Austin Rating foram considerados ótimos, com a presença de informações necessárias para a avaliação do histórico da gestora, da administração, estratégia, gestão dos portfólios, gestão de riscos, compliance, desempenho dos fundos e desempenho econômico-financeiro da gestora, em particular. Em atendimento aos itens 1.4 e 1.7 de seu Código de Conduta, a Austin Rating informa que as informações recebidas foram julgadas como sendo suficientes para a atribuição do rating de qualidade de gestão. A presente análise teve por base, informações consideradas fidedignas, encaminhadas pelas partes responsáveis. Desse modo, a Austin Rating não utiliza mecanismos para verificação das informações recebidas pelas partes citadas. 7

8 Figura 1 Produtos e Modelo de Negócio Gestão de Recursos Fonte: Figura 2 Produtos e Clientes Fonte: 8

9 Figura 3 Performance Consolidada Fonte: Austin Rating Tabela 1 Referência: 16/11/2010 Sócios Capital Total (% nas cotas) Carlos Eduardo Andreoni Ambrósio 20,75% Helder Rodrigues da Cunha Soares 20,75% Marcelo Karvelis Franco 20,75% Renato Ribeiro Fortes Abucham 20,75% Eduardo Cysneiros de Morais 5,00% Mario Issa 2,50% Antonio Carlos Almeida Costa 2,00% Matheus de Carvalho Leme Cavallari 2,00% Fabiano Cunha Guido Rios 1,00% Ernesto de Moraes Leme Neto 1,00% Fernando Ribeiro Fortes Abucham 1,00% Marcelo Maris Sales 1,00% Claudio Mifano 0,75% Maria Paula de Oliveira Lima Duailibi 0,50% Paulo Nóbrega Frade 0,25% Fonte: Claritas Administração de Recursos Ltda. 9

10 Tabela 2 MÊS Captação Líquida (R$ mil) jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ dez/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ dez/ jan/ fev/ mar/ * Fonte: Claritas Administração de Recursos Ltda. *Fonte: Anbima Tabela 3 Performance Consolidada Índice CDI Claritas Ibov Retorno Acumulado 424% 508% 537% Retorno Anualizado 15% 17% 17,5% %CDI - 120% 127% Desvio Padrão - 1,6% 8,0% Índice de Sharpe - 52,5 14,0 Fonte: Austin Rating 10

11 Tabela 4 FUNDO CATEGORI A RENTABILIDADE ANUAL Benchmar k Início CLARITAS HEDGE FIM LP (***) Macro CDI 17/08/ ,46% 8,10% 8,09% 18,92% 2,21% CLARITAS VOLATILIDADE FIM Volatilidade CDI 20/02/ ,44% 12,75% 11,55% 9,97% 10,07% CLARITAS LONG SHORT FIC FIM (**) CLARITAS HEDGE 30 FIC FIM LP(**) Ações CDI 04/09/ ,57% 8,96% -4,57% 32,92% 16,93% Macro CDI 11/03/ ,54% 8,09% 8,04% 18,79% 2,19% CLARITAS AÇÕES FIA Ações IBOV 02/01/ ,74% 90,21% 13,75% CLARITAS VOLATILIDADE 10 PLUS FIM CLARITAS ABSOLUTE FIC FIM (*)(***) Volatilidade CDI 18/10/ ,70% 10,46% 10,99% Arbitragem CDI 03/07/ ,76% 12,42% CLARITAS INSTITUCIONAL FIM Macro CDI 22/06/ ,92% CLARITAS ABSOLUTE 18 FIC FIM (***) Arbitragem CDI 25/06/ ,48% CLARITAS HEDGE 30 FIC FIM Macro CDI 11/11/2009 2,14% CDI Ibovespa Fonte: Claritas Administração de Recursos Ltda. 15,04% 11,88% 12,37% 9,90% 9,74% 32,93% 43,65% -41,22% 82,66% 1,04% Tabela 5 Rentabilidades Acumuladas Fundo CATEGORIA Benchmark fev-11 3 Meses 6 Meses 12 Meses CLARITAS VOLATILIDADE 10 PLUS FIM 24 Meses 36 Meses Volatilidade CDI 0,76% 2,66% 5,35% 11,87% 23,01% 36,21% CLARITAS ABSOLUTE FIC FIM (*)(***) Arbitragem CDI 0,84% 2,53% 5,04% 13,40% 36,41% CLARITAS ABSOLUTE 18 FIC FIM (***) Arbitragem CDI 0,80% 2,44% 4,84% 12,81% CLARITAS ABSOLUTE GLOBAL 30 FIC Arbitragem FIM CDI 0,31% 2,56% 4,21% CLARITAS HEDGE FIM LP (***) Macro CDI 0,76% 2,19% 3,56% 1,94% 19,60% 25,68% CLARITAS HEDGE 30 FIC FIM LP (**) Macro CDI 0,78% 2,23% 3,69% 2,16% 19,51% 25,61% CLARITAS HEDGE 30 FIC FIM Macro CDI 0,76% 2,16% 3,56% 2,07% CLARITAS INSTITUCIONAL FIM Macro CDI 0,95% 2,43% 5,33% 12,73% CLARITAS LONG SHORT FIC FIM (**) Ações CDI 0,46% 2,55% 6,72% 16,51% 56,05% 51,06% CLARITAS AÇÕES FIA Ações IBOV 1,48% 1,44% 8,61% 14,99% 99,83% 36,50% CLARITAS VALOR FIA CLARITAS VALOR FIC FIA Ações Ações IBOV IBOV 0,81% 2,13% 14,45% 37,34% 0,51% 0,78% 11,09% CDI 0,84% 2,65% 5,19% 10,24% 20,36% 35,50% Ibovespa 1,21% -0,48% 4,86% 1,32% 76,47% 6,13% Fonte: Claritas Administração de Recursos Ltda. 11

12 Tabela 6 PL Principais Fundos Abertos (mil R$) Fundo dez-06 dez-07 dez-08 dez-09 dez-10 PL Médio dos últimos 12 meses (Mar/2010 à Fev/2011) CLARITAS VOLATILIDADE 10 PLUS FIM , , , , ,27 CLARITAS ABSOLUTE FIC FIM (*)(***) , , , ,93 CLARITAS ABSOLUTE 18 FIC FIM (***) , , ,48 CLARITAS ABSOLUTE GLOBAL 30 FIC FIM , ,58 CLARITAS HEDGE FIM LP (***) , , , , , ,99 CLARITAS HEDGE 30 FIC FIM LP (**) , , , , , ,62 CLARITAS HEDGE 30 FIC FIM , , ,34 CLARITAS INSTITUCIONAL FIM , , ,14 CLARITAS LONG SHORT FIC FIM (**) , , , , , ,61 CLARITAS AÇÕES FIA , , , , ,99 CLARITAS VALOR FIA , ,73 CLARITAS VALOR FIC FIA , ,32 Fonte: Claritas Administração de Recursos Ltda. Tabela 7 Demonstrativos auditados pela PriceWaterHouseCoopers. Claritas Administração de Recursos Ltda. (R$ mil) Dados Financeiros Receita de Serviços Receitas Taxas de Administração Receitas Taxa de Performance Deduções -989 Despesas Administrativas Outras Despesas Resultado Operacional Bruto Outras Receitas Imposto de Renda e Contribuição Social Lucro Líquido Dividendos Patrimônio Líquido Ativo Total Número de colaboradores ( em unidades) AUM * Receita de Serviços/Total de Recursos sob Gestão(%) 4,3% 3,4% 4,1% 0,8% 0,0% Total de Recursos sob Gestão/ Número de colaboradores 66769, , , , ,96 Despesas Operacionais/ Receita de Serviços(%) 34,4% 41,8% 55,0% 69,5% Fonte: Claritas Administração de Recursos Ltda. * 29/10/

13 Resumos Profissionais Carlos Ambrósio: Formado em administração de empresas pela PUC SP. Iniciou sua carreira como trainee no Citibank em 1988, onde trabalhou na área de mercados locais e derivativos. Em outubro de 1993, transferiu-se para o Banco Matrix. Em outubro de 1995, tornou-se sócio-diretor e membro do Comitê Executivo do Banco Matrix, responsável pelas áreas de distribuição local e internacional e gerenciamento de risco. Em 2001, deixou o Banco Matrix para ser sócio-diretor da Claritas Investimentos. Atualmente, Carlos é o sócio responsável por estruturação de novos negócios e operações. Marcelo Karvelis: Formado em economia pela USP-SP. Iniciou sua carreira profissional no Citibank em Em 1993, transferiu-se para o recém criado Banco Matrix, onde se tornou responsável pela estruturação da área de fundos internacionais. Em 1997, foi para o JP Morgan onde permaneceu até o final de 1998, quando se desligou para fundar a Claritas Investimentos. Atualmente, Marcelo é o sócio responsável pelo controle de risco e relacionamento com investidores. EQUIPE MACRO Matheus Cavallari: Formado em Economia na Unicamp - SP, onde foi pesquisador assistente de Otaviano Canuto. Defendeu mestrado em Economia com ênfase em política monetária na PUC-RJ, sob orientação de Ilan Goldfajn e de Eduardo Loyo. Foi professor de macroeconomia no curso de Administração de Empresas da PUC-RJ. Ingressou na Claritas em 2004, como economista da equipe macro. Tornou-se sócio da Claritas em janeiro de André Cezanne: Formado em administração de empresas pela USP-SP. Iniciou sua carreira em 2005 na Quantix Investimentos (atual Kinea investimentos), atuando no Back Office da empresa. Em 2007, transferiu-se para a Black River Asset Management, responsável pelo controle de risco. Em 2008, a Fidúcia Asset Management adquiriu as operações da Black River no Brasil, e André se tornou responsável pelaa rotinas da mesa de operação de fundos multimercado, análise de dados de mercado e cash management dos fundos. Ingressou na Claritas em 2009, como analista de risco e, em 2010, transferiu-se para a equipe macro como trader júnior. EQUIPE AÇÕES Helder Soares: Formado em administração de empresas pela FGV-SP e Economia pela USP. Iniciou sua carreira como analista de investimentos no Banco Patrimônio em Em 1994, transferiu-se para o Matrix, onde se tornou sócio responsável pelas operações proprietárias de renda variável. Em 2001, deixou o Matrix para ser sócio-diretor da Claritas Investimentos. Atualmente é CIO responsável pela gestão dos fundos de ações da Claritas. Eduardo Morais: Formado em economia pela UFRJ-RJ. CFA. Iniciou sua carreira em 1998 como analista de ações e portfolio manager no Banco Matrix. Em 2002 ingressou na Claritas como membro da equipe de gestão dos fundos de ações. Tornou-se sócio da Claritas em janeiro de Paulo Frade: Formado em administração de empresas pela FGV SP em Ingressou na Claritas em 2002 atuando na área de trading de renda variável, e após 3 anos foi para a área de análise fundamentalista da equipe de gestão dos fundos de ações. Tornou-se sócio da Claritas em janeiro de Daniel Almeida: Formado em engenharia mecânica-aeronáutica pelo ITA. Iniciou sua carreira em 2002 no Banco Santander como estagiário, atuando na mesa de operações de renda fixa internacional, e foi efetivado para o cargo de operador. Ingressou em 2004 na Claritas, como operador e analista da equipe de gestão dos fundos de ações. Roberto Sergio Dib: Graduando em administração de empresas pela FGV SP. Realizou curso de Business and Economics na Universiteit van Amsterdam (UvA) em Iniciou sua carreira na Advisia Investimentos como estagiário, atuando em projetos de assessoria financeira. Ingressou na Claritas em 2010 como trader de ações júnior. EQUIPE ARBITRAGEM Fabiano Guido Rios: Formado em Administração de empresas pela FGV-SP. Iniciou sua carreira em 1996 no Banco CCF. Em 1997 transferiu-se para o Banco Santander, sendo Head da mesa de Renda Variável e Câmbio. Em

14 transferiu-se para a Merrill Lynch onde era o diretor responsável pela área proprietária na América Latina (ML Strategic Investment Group). Em 2008 iniciou a gestão do Angá Portfólio e em 2009 transferiu-se para a Claritas como CIO responsável pela gestão dos fundos de Arbitragem. Gabriel Eduardo Gersztein: Formado em Economia e Estatística pela PUC-UB University de Buenos Aires e MBA em finanças analíticas, Econometria e Economia pela Universidade de Chicago (Graduate School of Business). Iniciou sua carreira em 1995 no Banco Itaú em Buenos Aires. Em 2002, transferiu-se para a Merrill Lynch em New York como estrategista de moedas para Mercados Emergentes. Entre 2003 e 2008 foi head da área de estratégias quantitativas da tesouraria do Banco Itaú BBA. Entre 2008 e 2009 trabalhou no BTG-Pactual onde era responsável pela área de arbitragem estatística da tesouraria. Em 2010 transferiu-se para a Claritas Investimentos como parte da equipe de arbitragem. Denis Fillipini Vitti: Formado em Engenharia da Computação pelo ITA/SP. Iniciou sua carreira e 2008 como estagiário no fundo multimercado MiraCapital atuando na área de Risco de Mercado. Em 2009 atuou como consultor SAP compondo o time de consultores da BBKO Consulting. Em fevereiro de 2010, se juntou à equipe da Claritas para atuar nos fundos de Arbitragem. DDQ PADRÃO ANBIMA - CLARITAS 62 Alan Garcia Alan Garcia: Graduado em Engenharia Aeronáutica pelo ITA. Iniciou sua carreira na área de risco da Link. Em Janeiro de 2009, estagiou na Polo Capital onde desenvolveu algoritmo de otimização não linear. Em julho de 2009, transferiu-se para a área de arbitragem da Claritas com ênfase em derivativos. EQUIPE VOLATILIDADE Emerson De Stefano Sanchez: Formado em Economia pela Universidade Mackenzie com MBA em Finanças pelo Ibmec SP. Começou sua carreira no mercado financeiro na SLW Corretora em Em 2001, montou a Volatilidade Investimentos e criou o fundo SLW Volatilidade FIM. Ingressou na Claritas em 2009, migrando a gestão dos fundos da Volatilidade Investimentos para a Claritas e atualmente é CIO responsável pela gestão dos fundos de volatilidade. André de Carvalho Silva: Graduando em Engenharia Mecânica pela Escola Politécnica da USP. Em Janeiro de 2010 estagiou no Back Office do Itaú BBA, na área de Compliance. Em maio de 2010, transferiu-se para a área de volatilidade da Claritas. 14

15 Classificação da Austin Rating Gestores de Recursos QG 1 Gestores de recursos que apresentam qualidade de gestão de ativos e ambiente de controle EXCELENTES. QG 2 Gestores de recursos que apresentam qualidade de gestão de ativos e ambiente de controle MUITO BONS. QG 3 Gestores de recursos que apresentam qualidade de gestão de ativos e ambiente de controle BONS. QG 4 Gestores de recursos que apresentam qualidade de gestão de ativos e ambiente de controle REGULARES. QG 5 Gestores de recursos que apresentam qualidade de gestão de ativos e ambiente de controle FRACOS. Sinais (+) mais e (-) menos são utilizados para identificar uma melhor ou pior posição dentro de um mesmo rating, e são aplicáveis apenas para os níveis QG 2, QG 3 e QG 4. O rating de classificação dos gestores de recursos se encontra em linha com a metodologia de análise da Austin Rating e expressa a qualidade da gestão dos ativos, bem como a adoção das melhores práticas de controle. As informações obtidas pela Austin Rating foram consideradas como adequadas e confiáveis. As opiniões e simulações realizadas neste relatório constituem-se no julgamento da Austin Rating acerca da qualidade de gestão e do ambiente de controles das gestoras de recursos avaliadas, não se configurando, portanto, em recomendação de investimento para todos os efeitos. O rating não define de nenhuma forma o perfil de risco dos ativos geridos pela empresa. Para conhecer nossas escalas de rating e metodologias, acesse: Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por outro meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de sistema de armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização, por escrito, da Austin Rating Serviços Financeiros Ltda. 15

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