Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 74/2014 De: SRE Data:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 74/2014 De: SRE Data: 19.11.2014"

Transcrição

1 Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 74/2014 De: SRE Data: Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/ Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da Instrução CVM nº 400/03 Senhor Superintendente-Geral, 1. Apresentação A SPCIA 03 EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA. ( Requerente ), conform e expediente protocolado junto à CVM em , requer, nos term os do artigo 4º da Instrução CVM nº 400/03, dispensa de registro de oferta pública de distribuição de contratos de investim ento coletivo ( Oferta e CIC, respectivam ente). A Requerente é um a sociedade de propósito específico, constituída pela Odebrecht Realizações Im obiliárias e Participações S.A. e será a responsável pela incorporação do Em preendim ento, conform e definido abaixo. Funcionará futuram ente no Em preendim ento o Hotel Royal Palm Tower, cuja operadora hoteleira será a Royal Palm Plaza Participações e Em preendim entos Ltda. ( Sócia Ostensiva ), que, com o locatária[1], alugará o Em preendim ento por 9 anos e 11 m eses. A Requerente pretende distribuir publicam ente até 226 (duzentas e vinte e seis) unidades autônom as im obiliárias hoteleiras objeto de contratos de investim ento coletivo no Em preendim ento Hotel Royal Palm Tower ( Em preendim ento ), localizado na cidade de Cam pinas, SP. O preço das unidades autônom as im obiliárias hoteleiras varia entre R$ ,00 e R$ ,00, estando esses valores sujeitos a eventuais descontos. A rem uneração dos investidores consistirá em dividendos apurados e pagos anualm ente, após a aprovação das contas do exercício financeiro findo pela assem bleia geral de sócios. Os dividendos anualm ente obtidos terão a aplicação que lhe for determ inada pela Sócia Ostensiva, em conjunto com o conselho fiscal da SCP, a Jones Lang Lassale Hotel S.A. ( Asset Manager ) e os Proprietários, reunidos em assem bleia geral de sócios, realizada no m ês de dezem bro, garantida a todos os sócios a sua respectiva participação proporcional. Remuneração da Sócia Ostensiva 4,5% Taxa Básica de adm inistração, sobre a receita operacional líquida. + 2% Rem uneração pela divulgação da m arca, sobre a receita operacional líquida. + 3% Das reservas realizadas a partir da Central de Reservas da Sócia Ostensiva, sobre a receita líquida de hospedagem. + 10% Prêm io de perform ance, sobre o resultado operacional. Remuneração dos Proprietários 100% do resultado líquido final será distribuído, em sua integralidade, aos Proprietários a título de dividendos. A rem uneração dos investidores será com plem entada ainda por um pagam ento sim bólico referente ao aluguel anual das Unidades Im obiliárias de acordo com sua fração ideal do terreno em relação ao im óvel, conform e cláusulas 2.1 e 2.5 do Contrato de Locação. Os referidos CIC são com postos por 4 contratos a serem ofertados publicam ente e em conjunto, enquadrando-se, assim, no conceito de valor m obiliário previsto no inciso IX do art. 2º da Lei nº 6.385/76, são eles: (i) Contrato de Com prom isso de Venda e Com pra de Unidade Autônom a e Outros Pactos - Royal Cam pinas Sul [2] ( Prom essa de Com pra e Venda ), (ii) Contrato de Constituição de Sociedade em Conta de Participação - Hotel Royal Palm Tower ( Contrato de Constituição de SCP ), (iii) Contrato de Locação ( Contrato de Locação ) e (iv) Term o de Adesão ao Contrato de Constituição de SCP ( Term o de Adesão ). Os docum entos que instruem o pedido são os seguintes: (i) (ii) (iii) (iv) (v) (vi) (vii) (viii) (ix) (x) (xi) Procuração da Requerente a seus advogados; Prospecto Resum ido da Distribuição de Unidades Im obiliárias do Em preendim ento Im obiliário Hotel Royal Palm Tower ( Prospecto Resum ido ); Mem orial de Incorporação registrado sob R.04, AV. 05 na m atrícula nº , em 11 de agosto de 2014, do 3º Registro de Im óveis da Cidade de Cam pinas, SP ( Mem orial de Incorporação ); Prom essa de Com pra e Venda; Convenção de Condom ínio do Em preendim ento; Contrato de Constituição de SCP; Contrato de Locação a ser assinado pela Sócia Ostensiva[3], com o locatário, e pela Odebrecht Realizações Im obiliárias e Participações S.A.[4], com o locadora; Term o de Adesão; Estudo de Viabilidade Econôm ico-financeira; Declaração de Veracidade das Inform ações Prestadas pelos Ofertantes; Contrato Social da Requerente; e

2 (xii) Declaração do Investidor. A Requerente baseia seu pedido de dispensa principalm ente nos três pontos a seguir: Oferta de unidades autônom as do em preendim ento; Atendim ento aos requisitos necessários à concessão de dispensa de registro de oferta exigidos por essa autarquia, quais sejam : (i) interesse público; (ii) adequada inform ação; e (iii) proteção ao investidor; Destinação da oferta a investidores que subscrevam o valor m ínim o de aquisição de um a unidade hoteleira. 2. Oferta de unidades autônomas do empreendimento: Em relação a este tópico, a Requerente, após citar com o precedentes as ofertas de CIC referentes aos em preendim entos Rio Business Soft Inn e Condom ínio Hotel Praia Form osa, am bos dispensadas de registro pelo Colegiado da CVM, afirm a, em resum o, o seguinte: Da m esm a form a pela qual a ORRJ 04 estruturou o Praia Form osa (Empreendimento cuja oferta foi dispensada de registro em reunião do Colegiado da CVM realizada em ), a SPCIA 03 planejou o investim ento a ser feito no Em preendim ento da seguinte form a: aquisição de 226 (duzentas e vinte e seis) unidades im obiliárias autônom as do Em preendim ento e adesão em sociedade em conta de participação. A form alização do negócio se dará nos term os descritos no Prospecto Resum ido, ofertado pela Incorporadora SPCIA 03 Em preendim ento Im obiliário Ltda. ( Oferta ). Desse m odo, o investidor do Em preendim ento irá adquirir quartos do hotel, cuja propriedade será regida pelo direito im obiliário. Ou seja, trata-se da aquisição de unidades im obiliárias hoteleiras autônom as com m atrículas específicas, separadas e diversas da m atrícula do terreno no qual o Em preendim ento está localizado. Mediante a aquisição da propriedade real da unidade autônom a de m atrícula(s) individualizada(s), o investidor deverá, necessariam ente, adquirir um a quantidade de cotas partes na sociedade em conta de participação que corresponder à respectiva fração ideal de terreno de cada unidade autônom a que vier a ser adquirida por ele, m ultiplicada por m il, conform e estabelecido na Cláusula 4.2. do Contrato de Constituição de SCP. Em síntese, o objetivo da com ercialização da cota parte é de servir com o veículo para a obtenção das receitas do Em preendim ento, decorrentes da exploração do em preendim ento hoteleiro pelo operador. Note-se que não haverá com ercialização da cota parte da sociedade em conta de participação segregada da unidade im obiliária autônom a. Tam pouco haverá com ercialização desta sem aquela. Am bas, são interdependentes e, em últim a análise, fundam entadas em um direito de propriedade im obiliária individual e não divisível. Nesses term os, observa-se que a Oferta tem características idênticas às do Praia Form osa. Tal qual no Praia Form osa, no caso em tela, o investidor terá que pagar um valor fixo à SPCIA 03 para que receba, em contrapartida, a propriedade de um a unidade im obiliária hoteleira autônom a do Em preendim ento dotada de m atrícula individualizada. Há, portanto, um direito real de natureza im obiliária autônom o no Em preendim ento. 3. Atendimento aos requisitos necessários à concessão de dispensa de registro de oferta exigidos pela CVM: Em relação a este tópico, a Requerente afirm a, em resum o, o seguinte: O artigo 4º da Instrução CVM nº 400/03 aduz que considerando as características da oferta pública de distribuição de valores m obiliários, a CVM poderá, a seu critério e sem pre observados o interesse público, a adequada inform ação e a proteção ao investidor, dispensar o registro ou alguns dos requisitos, inclusive publicações, prazos e procedim entos previstos nesta Instrução. Restará dem onstrado abaixo que a Oferta atende aos requisitos necessários à concessão de dispensa de registro de oferta exigidos por essa autarquia, quais sejam : (i) interesse público; (ii) adequada inform ação; e (iii) proteção ao investidor Interesse Público: Todas as etapas necessárias à viabilização do Em preendim ento, desde a construção até a operação, dem andarão um num eroso contingente de m ão de obra. Sendo assim, os esforços para a construção e operação do Em preendim ento gerarão um núm ero relevante de em pregos. A oferta de novos em pregos, que já é um ganho social por si só, beneficiará de m odo direto a vida da população local e regional. Além disso, a viabilização do Em preendim ento atrairá grande quantidade de turistas e executivos à região na qual o Em preendim ento está localizado. A chegada desses turistas e executivos criará, por sua vez, um im portante m ercado consum idor que trará ganhos à econom ia local e regional. Portanto, pelos m otivos expostos neste item 3.1., resta com provado que a possibilidade de realização de investim entos no Em preendim ento em tem po hábil atende não som ente a interesses privados das pessoas físicas e jurídicas envolvidas na construção e operação do Em preendim ento com o, tam bém, a interesses públicos. Desse m odo, encontra-se atendido o requisito de observância do interesse público para a dispensa de registro de oferta pública de valores m obiliários prevista no artigo 4º da Instrução CVM nº 400/ Adequada Informação: O presente pedido de dispensa tem com o anexo o Prospecto Resum ido, que já inclui um estudo de viabilidade econôm ico-financeira. Tendo em vista o conteúdo dos docum entos m encionados neste item 3.2., que seguem anexos ao presente Pedido

3 de Dispensa, conclui-se com o inequívoca a observância, pela Oferta, do requisito de adequada inform ação previsto no artigo 4º da Instrução CVM nº 400/ Prospecto Resumido: O Prospecto Resum ido foi preparado com o intuito de cum prir os preceitos do art. 4º da Instrução CVM nº 400/03 e traz, em seu conteúdo, um sum ário dos term os e condições da Oferta no qual são descritos, dentre outros: (a) quem são os ofertantes; (b) a espécie de valor m obiliário ofertado; (c) os regim es jurídicos e contratuais que disciplinam a Oferta; (d) a quantidade de unidades im obiliárias ofertadas; (e) os pontos principais do Contrato de Constituição de SCP e do Contrato de Locação; (f) com o se dá a representação dos Proprietários perante a Sócia Ostensiva na SCP; (g) a rem uneração dos proprietários dos valores m obiliários; (h) os custos, aportes, despesas, taxas ou retenções de lucros que sejam ou possam vir a ser arcados pelos proprietários; (i) o preço e form a de pagam ento das unidades im obiliárias ofertadas; (j) o prazo da Oferta; (k) o público alvo da Oferta; (l) a destinação dos recursos obtidos pelos ofertantes; (m ) resum idam ente, o papel desem penhado pelo Asset Manager e pela Sócia Ostensiva; (n) a rem uneração da Sócia Ostensiva da sociedade em conta de participação criada pelo Contrato de Constituição de SCP; (o) rem uneração da operadora do Em preendim ento; (p) os investidores que não atendem ao perfil da Oferta; e (q) a data estim ada de lançam ento do Em preendim ento. Além disso, o Prospecto Resum ido traz com o anexos, dentre outros docum entos: (i) os contratos que regem as relações jurídicas do Em preendim ento; (ii) estudo de viabilidade econôm ico financeira; e a (iii) declaração de veracidade das inform ações prestadas pelos ofertantes elaborada com base no artigo 56 da Instrução CVM nº 400/03 ( Declaração de Veracidade ). Adicionalm ente, os fatores de risco aplicáveis à Oferta, à SPCIA 03 e seu controlador, ao m ercado im obiliário, ao setor hoteleiro e ao Em preendim ento são detalhados no Prospecto Resum ido. Um dos fatores de risco contidos no Prospecto Resum ido diz respeito, inclusive, à possibilidade de o investidor ter que realizar, em casos específicos, aportes financeiros na sociedade em conta de participação criada nos term os do Contrato de Constituição de SCP ( SCP ). Em obediência ao artigo 5º, parágrafo 7º, da Instrução CVM nº 400/03, as inform ações constantes do Prospecto Resum ido são verdadeiras, com pletas, consistentes e não induzem o investidor a erro sendo a elaboração do seu texto realizada de form a sim ples, clara, objetiva, serena e m oderada, advertindo os eventuais leitores dos riscos do investim ento na Oferta Declaração do Investidor: A Declaração do Investidor foi elaborada nos term os do inciso I, do parágrafo 4º, do artigo 4º da Instrução CVM nº 400/03. Todos os adquirentes das Unidades Im obiliárias deverão assinar a Declaração do Investidor atestando que: (i) têm conhecim ento e experiência em finanças e negócios suficientes para avaliar os riscos e o conteúdo da Oferta, inclusive, m as não se lim itando, aos fatores de risco indicados na própria Declaração do Investidor, que constituem reprodução integral dos fatores de risco descritos no Prospecto Resum ido, e que são capazes de assum ir tais riscos; (ii) tiveram am plo acesso às inform ações que julgam necessárias e suficientes para a decisão de investim ento, notadam ente aquelas norm alm ente fornecidas no Prospecto Resum ido, no Estudo de Viabilidade Econôm ico Financeira do Em preendim ento e nos contratos que regem as relações jurídicas do Em preendim ento ; e (iii) têm conhecim ento de que a situação da Oferta se trata de hipótese de dispensa de registro ou de requisitos, conform e o caso Proteção ao Investidor: A atividade de incorporação im obiliária no Brasil é praticada há décadas e o setor conta com inúm eras em presas. Assim com o ocorre nos m ercados im obiliários dos países m ais desenvolvidos, a figura do incorporador im obiliário é fundam ental no m ercado im obiliário. Recai sobre a incorporadora toda a tarefa de estruturação do em preendim ento e de coordenação do processo de estruturação do produto im obiliário, ainda que, após a entrega do Em preendim ento, a Incorporadora som ente se responsabilize pela obra nos term os da legislação vigente e não m ais por qualquer outra receita relacionada ao Em preendim ento. A lei que regulam entou a incorporação im obiliária foi a Lei de Condom ínio e Incorporações. No parágrafo único do seu artigo 28, a referida lei define a incorporação im obiliária da seguinte form a: Art. 28. As incorporações imobiliárias, em todo o território nacional, reger-se-ão pela presente Lei. Parágrafo único. Para efeito desta Lei, considera-se incorporação imobiliária a atividade exercida com o intuito de promover e realizar a construção, para alienação total ou parcial, de edificações ou conjunto de edificações compostas de unidades autônomas.(destacamos) Conform e já m encionado, no caso em tela, a SPCIA 03 é a incorporadora responsável pelo desenvolvim ento da incorporação e construção do Em preendim ento. Consequentem ente, a Oferta já se encontra regulam entada pela Lei de Condom ínio e Incorporações e, da m esm a form a, os subscritores da Oferta se encontram tutelados por tal lei. Diferentem ente de outros em preendim entos lançados no m ercado, o Em preendim ento em questão, enfatize-se, envolve a venda de unidades im obiliárias, com registro e m atrículas individualizadas, e não da venda de quotas em sociedades ou frações ideais de um único im óvel. Portanto, o investidor é protegido, dentre outras: (i) pela Lei de Condom ínio e Incorporações e suas decorrências, incluindo as garantias atreladas ao patrim ônio de afetação[5], instituído no Em preendim ento, conform e item 6.3.[6] da Prom essa de Com pra e Venda; (ii) pela Lei nº 6.530, de 12 de m aio de 1978, conform e alterada, ( Lei dos Corretores de Im óveis ) que estabelece um a série de obrigações e responsabilidades ao interm ediário da venda de unidades im obiliárias; e (iii) pela retenção da propriedade im obiliária, que concentra o risco principalm ente na rentabilidade (expectativa de ganho), preservando o valor investido (observadas eventuais oscilações do m ercado im obiliário, com um à aquisição de qualquer ativo im obiliário, seja ou não valor m obiliário). Finalm ente, a Oferta é regida, tam bém, pelos seguintes instrum entos contratuais: (a) Mem orial de Incorporação;

4 (b) Prom essa de Com pra e Venda; (c) Convenção de Condom ínio ; (d) Contrato de Constituição de SCP ; (e) Contrato de Locação ; e (f) Term o de Adesão. Vê-se, portanto, que não se está à frente de um a relação jurídica carente de tutela; ao contrário, há um feixe com plexo e com pleto de norm as que incide sobre a Oferta. Sendo assim, conclui-se que a Oferta observa o requisito de proteção ao investidor previsto no artigo 4º da Instrução CVM nº 400/ Destinação da oferta a investidores que subscrevam o valor mínimo de aquisição de uma unidade hoteleira: Em relação a este tópico, a Requerente afirm a, em resum o, o seguinte: A Oferta será destinada tão som ente aos investidores que subscrevam o valor m ínim o de aquisição de, ao m enos, um a unidade im obiliária do Em preendim ento. O investim ento na Oferta ocorre m ediante o pagam ento de um valor fixo m ínim o correspondente a um a unidade hoteleira autônom a. A partir do pagam ento inicial, o investidor receberá, em contrapartida, a propriedade da unidade hoteleira autônom a desejada. Realizada a subscrição, o investidor assinará os dem ais contratos que regem o Em preendim ento e estará apto a auferir os rendim entos descritos no Prospecto Resum ido. Sendo assim, infere-se que, ao investir na Oferta, o adquirente não estará subscrevendo apenas um a parcela ou um a fração de um terreno ou um a sociedade. Tal investidor estará, na realidade, adquirindo a totalidade da propriedade de um a unidade autônom a hoteleira do Em preendim ento com m atrícula individualizada. Um a unidade autônom a do Em preendim ento som ente poderá ser adquirida pelo preço m ínim o de R$ ,00 (quinhentos e oitenta e sete m il e quarenta e cinco reais) sujeito a eventuais descontos, o que já é um valor suficiente para a caracterização de um investidor com o sendo um investidor sofisticado. 5. Outras Dispensas 5.1. Dispensa de contratação de intermediário: Ao m esm o tem po em que estabelece que a distribuição pública de valores m obiliários som ente pode ser efetuada com a interm ediação das instituições integrantes do sistem a de distribuição de valores m obiliários, o artigo 3º, parágrafo 2º, da Instrução CVM nº 400/03 dispõe que tal requisito pode ser dispensado nos term os do artigo 4º da Instrução CVM nº 400/03. Por ser a Oferta destinada a um perfil diferenciado de investidores torna-se desnecessária a atuação de um a instituição financeira interm ediária. Para o caso específico da Oferta é suficiente a interm ediação de corretores de im óveis e sociedades de corretores de im óveis. Ainda que a Oferta já seja estruturada sob o regim e jurídico da Lei dos Corretores de Im óveis, a SPCIA 03 perm anece responsável, nos term os do artigo 56 da Instrução CVM nº 400/03, pela veracidade, consistência, qualidade e suficiência das inform ações prestadas por ocasião da Oferta, conform e inform ado na Declaração de Veracidade. Im portante ressaltar que, desde a prom ulgação da Jobs Act, em abril de 2012, que alterou a Securities Act de 1933, a jurisprudência dos tribunais norte am ericanos vêm concedendo a dispensa da atuação de instituição interm ediária para ofertas nas quais as vendas dos valores m obiliários sejam realizadas apenas para os Accredited Investors. Finalm ente, o tem po indeterm inado da Oferta torna inviável a m anutenção da contratação da instituição interm ediária. Tal obrigatoriedade acarretaria grandes custos e ônus às ofertantes. Desse m odo, a interm ediação da Oferta será realizada exclusivam ente por corretores de im óveis e sociedades corretoras de im óveis Dispensa de observância dos prazos previstos nos artigos 17 e 18 da instrução CVM nº 400/03: O artigo 17 da Instrução CVM nº 400/03 aduz que o registro de distribuição de valores m obiliários caducará se o Anúncio de Início de Distribuição e o Prospecto ou o Suplem ento de que trata o artigo 13 não forem divulgados até 90 (noventa) dias após a sua obtenção. Já o artigo 18 estabelece que a subscrição ou aquisição dos valores m obiliários objeto da oferta de distribuição deverá ser realizada no prazo m áxim o de 6 (seis) m eses, contado da data de publicação do Anúncio de Início da Distribuição. Não obstante as disposições regulam entares acim a transcritas, conclui-se que tais prazos se aplicam tão som ente às ofertas que tenham sido registradas e tem por objetivo a preservação da atualização das inform ações apresentadas em virtude da análise do pedido de registro de oferta. De qualquer form a, a SPCIA 03 se dispõe, de m odo a m anter a atualidade das inform ações fornecidas aos investidores a: (i) revisar o estudo de viabilidade econôm ico financeira anualm ente durante todo o prazo de duração da Oferta e atualizar o docum ento, caso necessário; (ii) a atualizar o Prospecto Resum ido sem pre que sobrevier qualquer alteração relevante na Oferta que dem ande a alteração do docum ento; e (iii) elaborar e divulgar as dem onstrações financeiras anuais e as inform ações financeiras trim estrais da SCP, auditadas por auditores independentes registrados na CVM, durante toda a vida útil do Em preendim ento Dispensa de registro de emissor de valores mobiliários O registro de com panhia aberta devidam ente atualizado da ofertante é requisito para o registro de oferta pública, de acordo com o item 11 do Anexo 2 da Instrução CVM nº 400/03. Porém, tendo em vista que o caso em tela trata de um a oferta cujo registro deverá ser dispensado, decorre que o registro de em issor tam bém deverá ser dispensado. 6. Mercado Secundário A alienação das unidades im obiliárias autônom as no m ercado secundário deverá obedecer aos procedim entos

5 aplicáveis a qualquer outra transm issão de im óvel, inclusive a averbação de tal transferência no com petente cartório de registro de im óveis. Por esse m otivo, não há necessidade de serem estabelecidas norm as específicas para a negociação das unidades im obiliárias no m ercado secundário. 7. Pedidos Com base no exposto, a Requerente conclui o pleito em exam e com os seguintes pedidos: Que seja recebido o presente Pedido de Dispensa; Que seja concedida à Oferta a dispensa de registro de oferta pública de valores m obiliários, nos term os do artigo 4º, parágrafo prim eiro, incisos II, VI e VII da Instrução CVM nº 400/03; Que seja concedida a dispensa da necessidade de elaboração de form ulário de referência; Que seja concedida a dispensa da necessidade de contratação de instituição financeira integrante do sistem a de distribuição de valores m obiliários, na form a do artigo 3º, parágrafo 2º e do artigo 4º da Instrução CVM nº 400/03, podendo a venda das unidades im obiliárias ser feita por m eio de corretores e sociedades corretoras de im óveis; Que seja concedida a dispensa do cum prim ento dos prazos de duração da oferta estabelecidos nos artigos 17 e 18 da Instrução CVM nº 400/03, nos term os do artigo 8º, inciso II e artigo 19, parágrafo 5º, da Lei de 1976, de 7 de dezem bro de 1976, conform e alterada; e Que seja concedida a dispensa do registro de em issor de valores m obiliários, nos term os de precedentes julgados de form a favorável nesta Autarquia; 8. Análise da área técnica 8.1. Dispensa de Registro de Oferta A Instrução CVM nº 400/03, no seu art. 4º, prevê a possibilidade de dispensa de registro de oferta pública de distribuição de valores m obiliários, conform e segue: DISPENSA DE REGISTRO OU DE REQUISITOS Art. 4º Considerando as características da oferta pública de distribuição de valores mobiliários, a CVM poderá, a seu critério e sempre observados o interesse público, a adequada informação e a proteção ao investidor, dispensar o registro ou alguns dos requisitos, inclusive publicações, prazos e procedimentos previstos nesta Instrução. 1º Na dispensa mencionada no caput, a CVM considerará, cumulativa ou isoladamente, as seguintes condições especiais da operação pretendida: I - REVOGADO II - o valor unitário dos valores mobiliários ofertados ou o valor total da oferta; III - o plano de distribuição dos valores mobiliários (art. 33, 3º); IV - a distribuição se realizar em mais de uma jurisdição, de forma a compatibilizar os diferentes procedimentos envolvidos, desde que assegurada, no mínimo, a igualdade de condições com os investidores locais; V - características da oferta de permuta; VI - o público destinatário da oferta, inclusive quanto à sua localidade geográfica ou quantidade; ou VII - ser dirigida exclusivamente a investidores qualificados. 2º O pedido de dispensa de registro ou de requisitos do registro será formulado pelo ofertante, e pela instituição intermediária, se for o caso, em documento fundamentado, nos termos do Anexo I, que conterá as justificativas identificadas pelos requerentes para a concessão da dispensa, aplicandose na análise os prazos previstos nos arts. 8º e 9º. 3º Fica facultada a apresentação do pedido de registro de distribuição conjunta e simultaneamente ao pedido de dispensa de requisitos de registro. 4º Na hipótese de dispensa de requisitos de registro com base no inciso VII do 1º, deverá ser, adicionalmente, observado o seguinte: I - o ofertante apresentará à CVM, juntamente com o pedido fundamentado mencionado no 2º deste artigo, modelo de declaração a ser firmado pelos subscritores ou adquirentes, conforme o caso, da qual deverá constar, obrigatoriamente, que: a) têm conhecimento e experiência em finanças e negócios suficientes para avaliar os riscos e o conteúdo da oferta e que são capazes de assumir tais riscos; b) tiveram amplo acesso às informações que julgaram necessárias e suficientes para a decisão de investimento, notadamente aquelas normalmente fornecidas no Prospecto; e

6 c) têm conhecimento de que se trata de hipótese de dispensa de registro ou de requisitos, conforme o caso; II - todos os subscritores ou adquirentes dos valores mobiliários ofertados firmarão as declarações indicadas no inciso I deste parágrafo, as quais deverão ser inseridas nos boletins de subscrição ou recibos de aquisição, ou no termo de adesão e ciência de risco, no caso de oferta de cotas de emissão de fundos de investimento; e III - REVOGADO IV - os prazos de análise previstos no 3º do art º Nas hipóteses de dispensa de registro ou de requisitos previstas neste artigo, a CVM pode impor restrições à negociação dos valores mobiliários em mercados regulamentados. Tal dispositivo aponta expressam ente as prem issas a serem observadas na consecução da referida dispensa, a saber: o interesse público, a adequada inform ação e a proteção ao investidor. No caso em exam e, parece-nos que tais prem issas são observadas: (i) o interesse público, haja vista os esforços governam entais que vêm ocorrendo visando à expansão da rede hoteleira do País; (ii) a adequada inform ação e proteção ao investidor, na m edida em que a estruturação da Oferta prevê providências com o a entrega de prospecto resum ido com a descrição da oportunidade de investim ento, as prem issas do negócio e os fatores de risco associados, bem com o do Estudo de Viabilidade do Em preendim ento, além da assinatura de um a declaração nos m oldes do Inciso I do 4º do art. 4º da Instrução CVM 400 transcrito acim a. Indo além na análise do pedido à luz do preceito regulam entar, observa-se que o 1º do art. 4º da Instrução CVM nº 400/03 im põe que a Autarquia deverá considerar, na análise do pedido, cum ulativa ou isoladam ente, algum as condições especiais da operação pretendida, entre as quais o valor unitário dos valores m obiliários ofertados (inciso II), o público destinatário da oferta (inciso VI), e a circunstância de ser dirigida exclusivam ente a investidores qualificados (inciso VII). Nesse sentido, a SRE entende que a estrutura da Oferta em exam e, ao ter com o investim ento valor unitário m ínim o de R$ ,00, estando esse valor sujeito a eventuais descontos, atende razoavelm ente aos requisitos dos incisos II, VI e VII. Parece-nos tam bém estarem atendidos satisfatoriam ente os incisos citados acim a, tendo em vista a obrigatoriedade dos investidores, ao aceitarem a Oferta, de (i) assinar declaração atestando que têm conhecim ento e experiência em finanças e negócios suficientes para avaliar os riscos e o conteúdo da oferta, que são capazes de assum ir tais riscos; tiveram am plo acesso às inform ações que julgam necessárias e suficientes para a decisão de investim ento, notadam ente aquelas norm alm ente fornecidas no Prospecto Resum ido, no Estudo de Viabilidade Econôm ico Financeira do Em preendim ento e nos contratos que regem as relações jurídicas do Em preendim ento; e têm conhecim ento de que a situação da Oferta se trata de hipótese de dispensa de registro ou de requisitos, conform e o caso, além de (ii) rubricar um docum ento descrevendo os principais fatores de risco que envolvem o investim ento. Por oportuno, a SRE inform a ao Colegiado a aprovação, por esta área técnica, do conteúdo dos docum entos que suportam o pedido, relacionados no item 1 acim a, aprovação esta fundada nos princípios consagrados pela Instrução CVM nº 400/03 que norteiam o exam e de docum entos de ofertas públicas de distribuição de valores m obiliários subm etidas a registro. Ao fim, para garantir a adequada prestação de inform ações aos investidores, a SRE propõe ao Colegiado que o deferim ento do pleito da Requerente tam bém seja condicionado à prévia aprovação, por esta área técnica, dos m ateriais de divulgação da Oferta ainda não subm etidos à SRE, que deverão ser elaborados nos term os do art. 50 da Instrução CVM nº 400/03, e conter, em todas as páginas, o disclaimer previsto no art. 5º, 8º, II, da Instrução CVM nº 400/03[7] Dispensa da necessidade de elaboração de formulário de referência: Esta área técnica ratifica os argum entos da Requerente, concordando com a dispensa pleiteada, conform e já ocorrido nos julgam ento dos pedidos de dispensa encam inhados através dos processos: RJ , RJ , RJ , RJ e RJ , todos deferidos em reuniões do Colegiado da CVM Dispensa de Contratação de Intermediário Quanto ao pedido de dispensa de contratação de interm ediação por instituição integrante do sistem a de distribuição de valores m obiliários, verificam os prelim inarm ente que tal pedido é adm itido pelo art. 3º, 2º, da Instrução CVM nº 400/03, que estabelece: Art. 3º (...) 2º A distribuição pública de valores m obiliários som ente pode ser efetuada com interm ediação das instituições integrantes do sistem a de distribuição de valores m obiliários ( Instituições Interm ediárias ), ressalvadas as hipóteses de dispensa específica deste requisito, concedidas nos termos do art. 4º (grifam os). No m érito, entendem os que as particularidades do público alvo da Oferta devem pautar o exam e desse pleito. Nesse sentido, alega a Requerente que a presença de instituição financeira interm ediária seria dispensável, sendo suficiente a interm ediação de corretores de im óveis e sociedades de corretores de im óveis. Além disso, o tem po indeterm inado da Oferta tornaria inviável a m anutenção de contratação de instituição interm ediária. Adem ais, é de se notar que a Requerente continuará responsável, nos term os do art. 56 da Instrução CVM nº 400/03, pela veracidade, consistência, qualidade e suficiência das inform ações prestadas por ocasião da Oferta, conform e declaração assinada.

7 Esta área técnica ratifica os argum entos da Requerente, concordando com a dispensa pleiteada, conform e já ocorrido nos julgam ento dos pedidos de dispensa encam inhados através dos processos: RJ , RJ , RJ , RJ e RJ , todos deferidos em reuniões do Colegiado da CVM Dispensa de Registro de Emissor de Valores Mobiliários O registro de em issor de valores m obiliários é um requisito do registro da oferta, em conform idade com o item 11 do Anexo 2 da Instrução CVM nº 400/03. Analogam ente, para um a oferta dispensada de registro, entendem os que o registro de em issor tam bém pode ser dispensado. Fenôm eno sem elhante é verificado na Instrução CVM nº 476/09, que dispensa de registro as ofertas públicas de valores m obiliários distribuídas com esforços restritos. Lá, a dispensa do registro da oferta de valores m obiliários im plica na dispensa do registro de em issor, nos term os de seu art. 14, segundo o qual os valores m obiliários ofertados de acordo com esta Instrução poderão ser negociados nos m ercados de balcão organizado e nãoorganizado, m as não em bolsa, sem que o em issor possua o registro de que trata o art. 21 da Lei nº 6.385, de 1976, isto é, o registro de em issor. Por outro lado, o art. 17 da Instrução CVM nº 476/09 im põe, ao em issor de valores m obiliários ofertados na form a dessa Instrução, as obrigações de subm eter suas dem onstrações financeiras a auditoria, por auditor registrado na CVM (inciso II) e divulgar suas dem onstrações financeiras... em sua página na rede m undial de com putadores (inciso III). Tratam ento sem elhante é dado, no presente caso, às inform ações financeiras do em preendim ento investido, na form a do capítulo XI, Dem onstrações Financeiras, do Contrato de Constituição de SCP, no qual a Sócia Ostensiva obriga-se a: A RPPPE[8] será responsável pela elaboração e divulgação das demonstrações financeiras anuais e das informações financeiras trimestrais da SCP HOTEL B[9] As demonstrações financeiras anuais deverão ser auditadas por auditor independente registrado na CVM, assim como deverão ser divulgadas, acompanhadas de notas explicativas e parecer dos auditores independentes, na página da rede mundial de computadores bem como no jornal Correio Popular, no prazo de três meses contados do encerramento do exercício social da SCP As informações financeiras trimestrais deverão ser revisadas por auditor independente registrado na CVM, assim como divulgadas, acompanhadas de notas explicativas e relatórios dos auditores independentes na página da rede mundial de computadores bem como no jornal Correio Popular, no prazo de quarenta e cinco dias contados do encerramento de cada trimestre do exercício social da SCP A elaboração das demonstrações financeiras anuais e das informações financeiras trimestrais mencionadas neste item 11 deverá seguir, conforme aplicável, a forma prevista na Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada As demonstrações financeiras anuais e das informações financeiras trimestrais mencionadas neste item 11 deverão permanecer disponíveis na página da rede mundial de computadores por 3 (três) anos a contar da data das suas respectivas divulgações. Esta área técnica ratifica os argum entos da Requerente, concordando com a dispensa pleiteada, conform e já ocorrido nos julgam ento dos pedidos de dispensa encam inhados através dos processos: RJ , RJ , RJ , RJ e RJ , todos deferidos em reuniões do Colegiado da CVM Dispensa de observância aos prazos estabelecidos nos art. 17 e 18 da Instrução CVM nº 400/03: Quanto ao pedido de dispensa de observância aos prazos estabelecidos nos art. 17 e 18 da Instrução CVM nº 400/03[10], entendem os que tal prazo é aplicável a ofertas registradas, visando à preservação da atualização das inform ações apresentadas por ocasião da análise do pedido de registro da oferta. Entendem os prudente que os inform ativos relacionados ao Em preendim ento sejam revisados durante todo o período em que a Oferta estiver se realizando, de m odo a m anter a atualidade das inform ações fornecidas aos investidores. Esta área técnica ratifica os argum entos da Requerente, concordando com a dispensa pleiteada, conform e já ocorrido nos julgam ento dos pedidos de dispensa encam inhados através dos processos: RJ , RJ , RJ , RJ e RJ , todos deferidos em reuniões do Colegiado da CVM. 9. Conclusão Entendem os que o presente caso não dem anda a adoção dos condicionantes aplicados à dispensa deferida na Reunião Extraordinária do Colegiado da CVM de , quais sejam, destinação exclusiva a investidores que se enquadrem no conceito de investidor qualificado previsto no art. 109 da Instrução CVM nº 409/04, e ainda possuam ao m enos R$ 1,5 m ilhão de patrim ônio; ou, alternativam ente, invistam ao m enos R$ 1 m ilhão na Oferta em questão. Isto porque estão sendo ofertadas unidades autônom as individualizadas, cujo preço - valor unitário m ínim o de R$ ,00, sujeito a eventuais descontos - já estabelece previam ente um a seleção de investidores. Além disso, o condom ínio de unidades autônom as goza da proteção da Lei de Incorporações[11], o que não ocorre no m odelo de frações, em bora am bos necessitem seguir os ditam es da Lei nº 6.385/76 para suprir os investidores das inform ações relativas ao em preendim ento hoteleiro, que não são contem pladas pela Lei de Incorporações[12]. Por todo o exposto, esta SRE propõe ao Colegiado o deferim ento do pleito em exam e, condicionado à prévia

8 aprovação, pela área técnica, dos m ateriais de divulgação a serem utilizados na Oferta. Deste m odo, enviam os a presente solicitação ao Superintendente Geral, para que seja subm etida ao Colegiado desta CVM, atuando a SRE com o relatora. Atenciosam ente Reginaldo Pereira de Oliveira Superintendente de Registro de Valores Mobiliários [1] Representando a Royal Palm Plaza Participações e Em preendim entos Ltda. Condom ínio B SCP, constituída pela assinatura do Contrato de Constituição de SCP, tendo com o sócia ostensiva a Royal Palm Plaza Participações e Em preendim entos Ltda. e com o sócios participantes os proprietários e titulares de direitos aquisitivos sobre as unidades autônom as. [2] Tratam ento dado ao Hotel Royal Palm Tower no Contrato de Com pra e Venda. [3] Representando a Royal Palm Plaza Participações e Em preendim entos Ltda. Condom ínio B SCP. [4] Representando, em um prim eiro m om ento, os proprietários e titulares dos direitos aquisitivos sobre as unidades autônom as. [5] Lei 4.591, Art. 31-A. A critério do incorporador, a incorporação poderá ser subm etida ao regim e da afetação, pelo qual o terreno e as acessões objeto de incorporação im obiliária, bem com o os dem ais bens e direitos a ela vinculados, m anter-se-ão apartados do patrim ônio do incorporador e constituirão patrim ônio de afetação, destinado à consecução da incorporação correspondente e à entrega das unidades im obiliárias aos respectivos adquirentes. (Incluído pela Lei nº , de 2004) 1 o O patrim ônio de afetação não se com unica com os dem ais bens, direitos e obrigações do patrim ônio geral do incorporador ou de outros patrim ônios de afetação por ele constituídos e só responde por dívidas e obrigações vinculadas à incorporação respectiva. [6] 6.3. A Vendedora subm eteu totalm ente a presente incorporação im obiliária ao regim e do Patrim ônio de Afetação, regrado pela Lei Federal n.º /04, cujo terreno e acessões (construções) objeto da incorporação, bem com o os dem ais direitos, m anter-se-ão apartados do patrim ônio do incorporador, não respondendo por suas dívidas, m as apenas se vinculadas ao Em preendim ento, sendo certo que o próprio incorporador responde por danos que causar ao patrim ônio de afetação, requerendo a com petente averbação ao pé da m atrícula. [ 7 ] A PRESENTE OFERTA FOI DISPENSADA DE REGISTRO PELA CVM. A CVM NÃO GARANTE A VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS PELO OFERTANTE NEM JULGA A SUA QUALIDADE OU A DOS VALORES MOBILIÁRIOS OFERTADOS. [8] Royal Palm Plaza Participações e Em preendim entos Ltda. [9] SCP constituída pela assinatura do Contrato de Constituição de SCP, tendo com o sócia ostensiva a Royal Palm Plaza Participações e Em preendim entos Ltda. e com o sócios participantes os proprietários e titulares de direitos aquisitivos sobre as unidades autônom as. [10] Art. 17. O registro de distribuição de valores m obiliários caducará se o Anúncio de Início de Distribuição e o Prospecto ou o Suplem ento de que trata o art. 13 não forem divulgados até 90 (noventa) dias após a sua obtenção. Art. 18. A subscrição ou aquisição dos valores m obiliários objeto da oferta de distribuição deverá ser realizada no prazo m áxim o de 6 (seis) m eses, contado da data de publicação do Anúncio de Início de Distribuição. [11] Conform e artigo 1º da Lei nº 4.591/64: Art. 1º As edificações ou conjunto de edificações, de um ou m ais pavim entos, construídos sob a form a de unidades isoladas entre si, destinadas a fins residenciais ou nãoresidenciais, poderão ser alienados, no todo ou em parte, objetivam ente considerados, e constituirá, cada unidade, propriedade autônom a sujeita às lim itações desta Lei. [12] O artigo 32 da Lei nº 4.591/64 traz a relação de docum entos a serem arquivados no Registro de Im óveis, nenhum deles relacionado à atividade econôm ica a ser desenvolvida no im óvel.

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 73/2014 De: SRE Data: 19.11.2014

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 73/2014 De: SRE Data: 19.11.2014 Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 73/2014 De: SRE Data: 19.11.2014 Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/10139. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da

Leia mais

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 65/2014 De: SRE Data: 08.10.2014

Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 65/2014 De: SRE Data: 08.10.2014 Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 65/2014 De: SRE Data: 08.10.2014 Assunto: Processo CVM Nº RJ 2014/6202. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da Instrução

Leia mais

Contrato Particular de Cessão de Prom essa de Com pra e Venda de Unidade Autônom a Condom inial com Cláusula Suspensiva e Outras Avenças;

Contrato Particular de Cessão de Prom essa de Com pra e Venda de Unidade Autônom a Condom inial com Cláusula Suspensiva e Outras Avenças; Para: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 49/2014 De: SRE Data: 06.08.2014 Assunto: Processo CVM RJ2014/6342. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores Mobiliários. Artigo 4º da Instrução

Leia mais

Memorando nº 8/2015-CVM/SRE. Rio de Janeiro, 04 de fevereiro de 2015. Para: SGE De: SRE

Memorando nº 8/2015-CVM/SRE. Rio de Janeiro, 04 de fevereiro de 2015. Para: SGE De: SRE Memorando nº 8/2015-CVM/SRE Para: SGE De: SRE Rio de Janeiro, 04 de fevereiro de 2015. Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/10045. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores

Leia mais

Memorando nº 4/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2015. Para: SGE De: SRE

Memorando nº 4/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2015. Para: SGE De: SRE 1 de 9 05/03/2015 10:55 Memorando nº 4/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2015. Para: SGE De: SRE Assunto: Processo CVM Nº RJ 2014/10089. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de

Leia mais

Memorando nº 12/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 24 de fevereiro de 2015.

Memorando nº 12/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 24 de fevereiro de 2015. Memorando nº 12/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 24 de fevereiro de 2015. Para: SGE De: SRE Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/12022. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de Distribuição de Valores

Leia mais

Memorando nº 14/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 12 de março de 2015.

Memorando nº 14/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 12 de março de 2015. 1 de 14 11/05/2015 11:36 Memorando nº 14/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 12 de março de 2015. Para: SGE De: SRE Assunto: Processo nº CVM RJ 2014/10389. Pedido de Dispensa de Registro de Oferta Pública de

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 734, DE 17 DE MARÇO DE 2015

DELIBERAÇÃO CVM Nº 734, DE 17 DE MARÇO DE 2015 DELIBERAÇÃO CVM Nº 734, DE 17 DE MARÇO DE 2015 Delega competência à Superintendência de Registro de Valores Mobiliários para conceder dispensas em ofertas públicas de distribuição de contratos de investimento

Leia mais

PARA: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 60/2014 DE: SRE DATA: 03/09/2014

PARA: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 60/2014 DE: SRE DATA: 03/09/2014 PARA: SGE MEMO/CVM/SRE/Nº 60/2014 DE: SRE DATA: 03/09/2014 Assunto: Oferta Irregular de Valores Mobiliários Processos CVM nº RJ 2013-12207 Senhor Superintendente Geral, 1. Trata-se de oferta irregular

Leia mais

Investimento em Condo-Hotéis

Investimento em Condo-Hotéis Investimento em Condo-Hotéis Investimento em Condo-Hotéis Paulo Ferreira Dias da Silva Graduado em Economia e em Direito pela USP. Especialista em Regulação do Mercado de Capitais pelo Instituto de Economia

Leia mais

SPCIA 03 EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA

SPCIA 03 EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA DECLARAÇÃO SPCIA 03 EMPREENDIMENTO IMOBILIÁRIO LTDA, sociedade limitada com sede Cidade de Campinas, Estado de São Paulo, na Rua Doutor José Inocêncio de Campos, 153, 7º andar, Cambuí, inscrita no Cadastro

Leia mais

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2013/10172 RELATÓRIO

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2013/10172 RELATÓRIO PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2013/10172 RELATÓRIO 1. Trata-se de proposta de Termo de Compromisso apresentada por KPMG Auditores Independentes

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15.

INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15. INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15. Inclui, revoga e altera dispositivos na Instrução CVM nº 155, de 7 de agosto de 1991, na Instrução

Leia mais

Consultas e Serviços Especiais, com 0 (zero) dispositivos de segurança (Token) Agência: 3943 Conta Corrente: 13 001897-8 Titularidade: Cliente

Consultas e Serviços Especiais, com 0 (zero) dispositivos de segurança (Token) Agência: 3943 Conta Corrente: 13 001897-8 Titularidade: Cliente Termo de Adesão aos Serviços do Internet Banking Empresarial São partes neste Instrum ento: BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., instituição financeira com sede no Município de São Paulo, Estado de São Paulo,

Leia mais

Processo CVM nº RJ2013/11017

Processo CVM nº RJ2013/11017 Processo CVM nº RJ2013/11017 Interessados: Assunto: Diretora Relatora: Citibank DTVM S.A. Pedidos de dispensa de requisitos da Instrução CVM nº 356, de 2001, com alterações introduzidas pela Instrução

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 Apresentamos a seguir um resumo dos principais pontos da Instrução da Comissão de

Leia mais

PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14

PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14 PARA: GEA-3 RA/CVM/SEP/GEA-3/Nº 40/14 DE: RAPHAEL SOUZA DATA: 07.05.14 ASSUNTO: GPC Participações S.A. Recurso adm inistrativo Processo CVM RJ-2014-4201 Senhor Gerente, I. Síntese 1. Trata-se de recurso

Leia mais

o Cláusulas e Condições Gerais previstas na forma de Anexo I ao Contrato de Promessa de Compra e Venda;

o Cláusulas e Condições Gerais previstas na forma de Anexo I ao Contrato de Promessa de Compra e Venda; Eu, [nome completo do cliente/declarante], [qualificação completa, incluindo nacionalidade, profissão e número de documento de identidade oficial e endereço], na qualidade de investidor interessado na

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES PROGRESSO. no montante total de até

FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES PROGRESSO. no montante total de até UBS PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM comunica o início da distribuição, de até 240 (duzentas e quarenta) cotas, escriturais, com valor inicial de R$1.000.000,00 (um milhão de reais), de emissão do

Leia mais

DA EMISSÃO DAS DEBÊNTURES. Artigo com redação dada pela Instrução CVM nº 307, de 7 de maio de 1999

DA EMISSÃO DAS DEBÊNTURES. Artigo com redação dada pela Instrução CVM nº 307, de 7 de maio de 1999 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 281, DE 4 DE JUNHO DE 1998, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM N os 307/99 E 480/09. Dispõe sobre o registro de distribuição pública de debêntures por

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010 Fundos de Investimento Imobiliário 09 de abril de 2010 Introdução Histórico No Brasil, os fundos imobiliários foram inspirados nos Real Estate Investment Trusts americanos, tendo sido constituídos na forma

Leia mais

RELATÓRIO. a) quando o Manual de Auditoria fosse revisado/alterado, então seria incluído o novo program a form alizado para os exames do ambiente PED;

RELATÓRIO. a) quando o Manual de Auditoria fosse revisado/alterado, então seria incluído o novo program a form alizado para os exames do ambiente PED; PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM N.º RJ 2013/13355 PROCESSO DE TERMO DE COMPROMISSO CVM N.º RJ 2014/6913 RELATÓRIO 1. Trata-se de proposta de Termo de Compromisso

Leia mais

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2012/3110 RELATÓRIO

PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2012/3110 RELATÓRIO PARECER DO COMITÊ DE TERMO DE COMPROMISSO PROCESSO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR CVM Nº RJ 2012/3110 RELATÓRIO 1. Trata-se de nova proposta de Termo de Compromisso apresentada em conjunto por Paulo Sérgio

Leia mais

DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO INVESTIDOR ADQUIRENTE: ENDEREÇO: Nº INSCRIÇÃO NO CPF/CNPJ:

DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO INVESTIDOR ADQUIRENTE: ENDEREÇO: Nº INSCRIÇÃO NO CPF/CNPJ: OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO WISE HOTEL ( OFERTA ) DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO INVESTIDOR ADQUIRENTE:

Leia mais

AMAZONAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. - AMAZONAS ENERGIA ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I. Da Denominação, Organização, Sede e Objeto

AMAZONAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. - AMAZONAS ENERGIA ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I. Da Denominação, Organização, Sede e Objeto AMAZONAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A. - AMAZONAS ENERGIA ESTATUTO SOCIAL Capítulo I Da Denominação, Organização, Sede e Objeto Art. 1º. A Am azonas Distribuidora de Energia S.A., que usará a abreviatura

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

Radar Stocche Forbes Março 2015

Radar Stocche Forbes Março 2015 Março 2015 RADAR STOCCHE FORBES - SOCIETÁRIO Ofício-Circular CVM-SEP 2015 Principais Novidades No dia 26 de fevereiro de 2015, a Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) emitiu o Ofício-Circular nº 02/2015

Leia mais

Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição de cotas do ÁQUILLA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII

Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição de cotas do ÁQUILLA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII Anúncio de Início da Oferta Pública de Distribuição de cotas do ÁQUILLA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 13.555.918/0001-49 Foco Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.,

Leia mais

CONDIÇÕES DO AUMENTO. I - se o aumento será mediante subscrição pública ou particular;

CONDIÇÕES DO AUMENTO. I - se o aumento será mediante subscrição pública ou particular; TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 13, DE 30 DE SETEMBRO DE 1980, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM N o 370/2002. Dispõe acerca de aumento de capital por subscrição de ações e registro

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities IV CNPJ/MF Nº 20.265.

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities IV CNPJ/MF Nº 20.265. ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities IV CNPJ/MF Nº 20.265.434/0001-20 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT D.T.V.M. LTDA. ( Administrador

Leia mais

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO CONDOMÍNIO HOTEL TATUAPÉ ( OFERTA ) DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME DO

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 226, DE 2010. Dispõe sobre os critérios para a realização de investimentos pelas sociedades seguradoras, resseguradores locais,

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 14 Rendimentos a distribuir 3.599 2.190 Aplicações financeiras de renda fixa

Leia mais

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE

OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE OFERTA PÚBLICA DE UNIDADES AUTÔNOMAS IMOBILIÁRIAS HOTELEIRAS OBJETO DE CONTRATOS DE INVESTIMENTO COLETIVO ( CIC ) NO EMPREENDIMENTO CONDOMÍNIO EDIFÍCIO IBIRAPUERA ( OFERTA ) DECLARAÇÃO DO ADQUIRENTE NOME

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities II CNPJ/MF: 10.348.

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities II CNPJ/MF: 10.348. ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 2ª EMISSÃO DE COTAS DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities II CNPJ/MF: 10.348.185/0001-83 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DTVM LTDA. ( Administrador

Leia mais

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR Eu, [nome completo do adquirente], [qualificação completa, incluindo nacionalidade, profissão e número de documento de identidade oficial e endereço], na qualidade de investidor

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.668, DE 25 DE JUNHO DE 1993. Dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dá

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O ALFAPREV RF PRIVATE - Fundo de Investimento

Leia mais

REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS

REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS Artigo 1º O Diretor Presidente poderá conceder o registro

Leia mais

Período de 01 de janeiro a 06 de outubro de 2011 (data de extinção do Fundo) com Relatório dos Auditores Independentes

Período de 01 de janeiro a 06 de outubro de 2011 (data de extinção do Fundo) com Relatório dos Auditores Independentes Demonstração da Evolução do Patrimônio Líquido CSHG Realty BC Fundo de Investimento em Participações (Administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S/A) Período de 01 de janeiro a

Leia mais

Aincrível facilidade de transmissão

Aincrível facilidade de transmissão Intermediação de Operações e Oferta de Valores Mobiliários no Exterior via Internet Conclusões dos Pareceres de Orientação CVM nºs 32/05 e 33/05 Walter Douglas Stuber Advogado especializado em direito

Leia mais

REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Doutrina

REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Doutrina REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Doutrina Walter Douglas Stuber WALTER DOUGLAS STUBER é sócio fundador do Escritório Stuber Advogados Associados, com especialização em Direito Empresarial, Bancário e Mercado

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE

SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO - FGTS CARTEIRA LIVRE REGULAMENTO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O SUL AMÉRICA FUNDO MÚTUO DE PRIVATIZAÇÃO -- FGTS CARTEIRA LIVRE, doravante designado abreviadamente

Leia mais

Administrado por BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO DE COTAS DA 2ª EMISSÃO

Administrado por BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO DE COTAS DA 2ª EMISSÃO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO THE ONE Administrado por RIO BRAVO INVESTIMENTOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. CNPJ n.º 72.600.026/0001-81 Avenida Chedid Jafet, n.º 222, bloco

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 414, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 443/06, 446/06 E 480/09.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 414, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 443/06, 446/06 E 480/09. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 414, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 443/06, 446/06 E 480/09. Dispõe sobre o registro de companhia aberta para companhias

Leia mais

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005) LUCRO IMOBILIÁRIO PESSOA FÍSICA ISENÇÃO E TRIBUTAÇÃO PELO IMPOSTO DE VENDA NOVA GARANTIA DA LOCAÇÃO: FUNDO DE INVESTIMENTO INCORPORAÇÃO POSSE EM ÁREAS PÚBLICAS Lei nº 11.196, de 21.11.2005 (DOU-1 22.11.2005)

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80 ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF: 10.347.505/0001-80 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT DTVM LTDA. ( Administrador ), comunica o início da distribuição

Leia mais

COMUNICADO AO MERCADO DE ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA LIQUIDAÇÃO DAS COTAS REMANESCENTES DA 4ª (QUARTA) EMISSÃO DO

COMUNICADO AO MERCADO DE ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA LIQUIDAÇÃO DAS COTAS REMANESCENTES DA 4ª (QUARTA) EMISSÃO DO COMUNICADO AO MERCADO DE ENCERRAMENTO DA PRIMEIRA LIQUIDAÇÃO DAS COTAS REMANESCENTES DA 4ª (QUARTA) EMISSÃO DO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RIO BRAVO RENDA CORPORATIVA CNPJ/MF n.º 03.683.056/0001-86

Leia mais

Processo Administrativo CVM n RJ2013/2422. Relatório

Processo Administrativo CVM n RJ2013/2422. Relatório Processo Administrativo CVM n RJ2013/2422 Reg. Col. nº 8980/2014 Interessados: Marcos Cordeiro Fernandes XP Investim entos CCTVM S/A Assunto: Recurso em Processo de Mecanism os de Ressarcim ento de Prejuízos

Leia mais

RIO BRAVO CRÉDITO IMOBILIÁRIO II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 15.769.670/0001-44. Administrador e Coordenador Líder

RIO BRAVO CRÉDITO IMOBILIÁRIO II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 15.769.670/0001-44. Administrador e Coordenador Líder RIO BRAVO CRÉDITO IMOBILIÁRIO II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 15.769.670/0001-44 Administrador e Coordenador Líder Rio Bravo Investimentos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários

Leia mais

:: SEI / CVM - 0031884 - Memorando :: https://sei.cvm.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_imprimir...

:: SEI / CVM - 0031884 - Memorando :: https://sei.cvm.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_imprimir... :: SEI / CVM - 0031884 - Memorando :: https://sei.cvm.gov.br/sei/controlador.php?acao=documento_imprimir... 1 de 6 24/07/2015 12:28 Memorando nº 30/2015-CVM/SRE Rio de Janeiro, 25 de junho de 2015. Ao

Leia mais

n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo

n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo n d ice : n d i c e :Í Apresentação Capítulo I - Introdução Capítulo II - O que são os Genéricos Capítulo III - Genéricos no Mundo Capítulo IV - Genéricos no Brasil Capítulo V - Bioequivalência e Equivalência

Leia mais

Anúncio de Início da Distribuição Pública de Cotas da Primeira Emissão do

Anúncio de Início da Distribuição Pública de Cotas da Primeira Emissão do Anúncio de Início da Distribuição Pública de Cotas da Primeira Emissão do COGITU FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF n.º 18.653.262/0001-10 Código ISIN das Cotas: BRCGTUCTF009 ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

XP CORPORATE MACAÉ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 16.802.320/0001-03 BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO DE COTAS. ISIN nº BRXPCMCTF009

XP CORPORATE MACAÉ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 16.802.320/0001-03 BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO DE COTAS. ISIN nº BRXPCMCTF009 XP CORPORATE MACAÉ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII CNPJ/MF nº 16.802.320/0001-03 BOLETIM DE SUBSCRIÇÃO DE COTAS ISIN nº BRXPCMCTF009 Nº [ ] 1. C A R A C T E R Í S T I C A S D A O F E R T A Oferta

Leia mais

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR Eu, [Nome Completo], [Qualificação completa: nacionalidade, profissão endereço, número de documento de identificação e respectivo emissor] ( ADQUIRENTE ), na qualidade de adquirente

Leia mais

REGULAMENTO DE LISTAGEM DO

REGULAMENTO DE LISTAGEM DO REGULAMENTO DE LISTAGEM DO NívEL 2 ÍNDICE REGULAMENTO DE LISTAGEM DO NÍVEL 2 DE GOVERNANÇA CORPORATIVA... 5 OBJETO...5 DEFINIÇÕES...5 AUTORIZAÇÃO PARA NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS NO NÍVEL 2 DE GOVERNANÇA

Leia mais

Código ISIN nº BRCMGDDBS017. Rating: Fitch A+ (bra)

Código ISIN nº BRCMGDDBS017. Rating: Fitch A+ (bra) AVISO AO MERCADO Companhia Aberta CNPJ/MF n 06.981.180/0001-16 Avenida Barbacena, 1200 17º andar, Ala A1 Belo Horizonte MG 30190-131 Código ISIN nº BRCMGDDBS017 Rating: Fitch A+ (bra) O BB Banco de Investimento

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06 TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 40, DE 07 DE NOVEMBRO DE 1984, COM ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N os 45/85, 54/86, 224/94 E 441/06. Dispõe sobre a Constituição de funcionamento de Clubes

Leia mais

Prezado(a) Associado(a),

Prezado(a) Associado(a), Prezado(a) Associado(a), Abaixo, os itens do Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para Fundos de Investimento para considerações e comentários V.Sas. A minuta trata de três mudanças, grifadas

Leia mais

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 8ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF Nº 10.347.

ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 8ª EMISSÃO DE COTAS DO. Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF Nº 10.347. ANÚNCIO DE INÍCIO DE DISTRIBUIÇÃO DA 8ª EMISSÃO DE COTAS DO Fundo de Investimento Imobiliário Votorantim Securities CNPJ/MF Nº 10.347.505/0001-80 VOTORANTIM ASSET MANAGEMENT D.T.V.M. LTDA. ( Administrador

Leia mais

Manual para Registro de Fundos de Investimento Imobiliários na ANBIMA

Manual para Registro de Fundos de Investimento Imobiliários na ANBIMA Manual para Registro de Fundos de Investimento Imobiliários na ANBIMA ANBIMA Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais 30/09/2015 INTRODUÇÃO O presente Manual de Registro

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2007

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2007 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2007 PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO EM SOCIEDADES DE PROPÓSITO ESPECÍFICO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO NA VENDA DE IMÓVEIS RESIDENCIAIS

Leia mais

Prospecto Resumido de Oferta Pública de Distribuição de Contratos e Investimento Coletivo do Empreendimento Hoteleiro Denominado

Prospecto Resumido de Oferta Pública de Distribuição de Contratos e Investimento Coletivo do Empreendimento Hoteleiro Denominado Este documento é uma minuta inicial sujeita a alterações e complementações e não constitui uma oferta de venda ou uma solicitação para oferta de compra de títulos e valores mobiliários. Os potenciais investidores

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG S IMOBILIÁRIOS Luis Fellipe Maia Advogado Formado pela UFMG Sócio da Vivá Capital Membro do Conselho Diretor da Júnior Achievement/MG

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM I Denominação e Objetivo Artigo 1º O Clube de Investimento PLATINUM é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO SIA CORPORATE CNPJ: 17.311.079/0001-74 RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO SIA CORPORATE CNPJ: 17.311.079/0001-74 RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO SIA CORPORATE CNPJ: 17.311.079/0001-74 Ref.: 1º semestre 2014 RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR Em conformidade com o Art. 39 da Instrução CVM 472, de 31 de maio de 2008, apresentamos

Leia mais

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I

RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I RESOLUÇÃO N 177, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 DOU 24/08/2000 SEÇÃO I Alterada pela Resolução CNAS nº 3, de 13 de fevereiro de 2001 Regras e critérios para a concessão ou renovação do Certificado de Entidade

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Informações gerais da avaliação: Protocolo: 200910861 Código MEC: 361064 Código da Avaliação: 84943 Ato Regulatório: Reconhecim ento de Curso Categoria Módulo: Curso Status: Finalizada Intrumento: RELATÓRIO

Leia mais

ANEXO À DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR FATORES DE RISCO

ANEXO À DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR FATORES DE RISCO ANEXO À DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR FATORES DE RISCO Antes de tomar a decisão de adquirir as frações imobiliárias hoteleiras do Pestana, potenciais investidores devem considerar cuidadosamente todas as informações

Leia mais

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR

DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR DECLARAÇÃO DO INVESTIDOR Eu, [nome completo do adquirente], [qualificação completa, incluindo nacionalidade, profissão e número de documento de identidade oficial e endereço], na qualidade de investidor

Leia mais

Incorporação Imobiliária

Incorporação Imobiliária Incorporação Imobiliária Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964 Incorporação Imobiliária Incorporação imobiliária é a atividade exercida pela pessoa física ou jurídica, empresário ou não que se compromete

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 571, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015

INSTRUÇÃO CVM Nº 571, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015 INSTRUÇÃO CVM Nº 571, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 472, de 31 de outubro de 2008, e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE

Leia mais

Regulamento do Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento - Golden Profit - Conservador Capítulo I - Do Fundo

Regulamento do Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento - Golden Profit - Conservador Capítulo I - Do Fundo Regulamento do Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento - Golden Profit - Conservador Capítulo I - Do Fundo Artigo 1º) O Bradesco - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO

INSTRUÇÃO CVM Nº 243, DE 1º DE MARÇO DE 1996. DAS ENTIDADES RESPONSÁVEIS PELO MERCADODE BALCÃO ORGANIZADO TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 243, DE 1 o DE MARÇO DE 1996, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM N o 250/96, 343/00, 440/06 E 461/07.. Disciplina o funcionamento do mercado de balcão

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário. Flavia Mouta. Agosto/2013

Fundo de Investimento Imobiliário. Flavia Mouta. Agosto/2013 Fundo de Investimento Imobiliário Flavia Mouta Agosto/2013 Declarações 1. As opiniões aqui emitidas são de inteira responsabilidade da palestrante. 2. O material utilizado nas aulas é baseado exclusivamente

Leia mais

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL

IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL IC CLUBE DE INVESTIMENTO CNPJ n. 07.847.689/0001-33 ESTATUTO SOCIAL I - DENOMINAÇÃO E OBJETIVO Artigo 1 - O IC Clube de Investimento é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2009 2008 Passivo e patrimônio

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 173,DE 2007.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 173,DE 2007. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 173,DE 2007. Dispõe sobre a atividade de corretagem de resseguros, e dá outras providências. A SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 244 - Data 12 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: NORMAS DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA INCORPORAÇÃO IMOBILIÁRIA. REGIME

Leia mais

CNPJ nº 02.724.994/ 0001-14

CNPJ nº 02.724.994/ 0001-14 6 23$8/2-$1(,52'( 68/$0e5,&$,1'(; )81'2'(,19(67,0(172(0$d (6 CNPJ nº 02.724.994/ 0001-14 $YLVRVLPSRUWDQWHVDR,QYHVWLGRU ESTE PROSPECTO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES NECESSÁRI AS AO ATENDIMENTO DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7

BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7 BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP Companhia Aberta CNPJ/MF nº 08.723.106/0001-25 NIRE 35.300.340.540 CVM 02090-7 MATERIAL PARA A ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA BHG S.A. BRAZIL HOSPITALITY GROUP, A

Leia mais

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUCAO 3.308 --------------- Altera as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas, das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização e das entidades

Leia mais

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços NOTA TÉCNICA 48 2013 Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços Brasília, 29 de outubro de 2013 INTRODUÇÃO A Lei 12.873 de 24/10/13 trata de vários assuntos, altera algumas leis e entre os

Leia mais

Kinea Renda Imobiliária

Kinea Renda Imobiliária Introdução O é um fundo que busca aplicar recursos em empreendimentos corporativos e centros de distribuição de excelente padrão construtivo, de forma diversificada e preferencialmente prontos. Uma oportunidade

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII HOTEL BELO HORIZONTE BELVEDERE BELVEDERE FUNDO DE INVESTIMENTO REFERENCIADO DI

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII HOTEL BELO HORIZONTE BELVEDERE BELVEDERE FUNDO DE INVESTIMENTO REFERENCIADO DI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII HOTEL BELO HORIZONTE BELVEDERE COMUNICADO AO MERCADO, instituição devidamente autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários ( CVM ) a administrar fundos de investimento,

Leia mais

R$67.000.000,00. (sessenta e sete milhões de reais)

R$67.000.000,00. (sessenta e sete milhões de reais) ANÚNCIO DE INÍCIO DA OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO DE COTAS DO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO KENNEDY SQUARE CNPJ/MF nº 24.111.181/0001-91 Código ISIN nº BRFKENCTF001 A BRB DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS

Leia mais

BRASILAGRO COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRÍCOLAS CNPJ/MF n.º 07.628.528/0001-59

BRASILAGRO COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRÍCOLAS CNPJ/MF n.º 07.628.528/0001-59 BRASILAGRO COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRÍCOLAS CNPJ/MF n.º 07.628.528/0001-59 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES APROVADO PELA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA BRASILAGRO COMPANHIA BRASILEIRA DE

Leia mais

Processo Administrativo CVM n RJ2013/7943 Reg. Col. 8970/2014

Processo Administrativo CVM n RJ2013/7943 Reg. Col. 8970/2014 Processo Administrativo CVM n RJ2013/7943 Reg. Col. 8970/2014 Interessada: Sul Am érica S.A. Assunto: Trata-se de recurso interposto pela Sul Am érica S.A. contra decisão da SEP/SNC que decidiu pela inaplicabilidade

Leia mais

MATERIAL PUBLICITÁRIO TAKE ONE

MATERIAL PUBLICITÁRIO TAKE ONE MATERIAL PUBLICITÁRIO TAKE ONE ARPOADOR FASHION HOTEL EMPREENDIMENTO SPE S.A., companhia constituída de acordo com as leis da República Federativa do Brasil, inscrita no CNPJ/MF sob o n o 17.678.378/0001-41,

Leia mais

R$ 514.662.012,25 (quinhentos e quatorze milhões, seiscentos e sessenta e dois mil, doze reais e vinte e cinco centavos)

R$ 514.662.012,25 (quinhentos e quatorze milhões, seiscentos e sessenta e dois mil, doze reais e vinte e cinco centavos) PROSPECTO DEFINITIVO DE DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DAS QUOTAS DA SEGUNDA EMISSÃO DO P2 BRASIL INFRAESTRUTURA III FUNDO DE INVESTIMENTO EM QUOTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES CNPJ/MF nº 17.870.798/0001-25

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE AÇÕES À VISTA PARA INVESTIDORES INSTITUCIONAIS

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE AÇÕES À VISTA PARA INVESTIDORES INSTITUCIONAIS CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE AÇÕES À VISTA PARA INVESTIDORES INSTITUCIONAIS Redecard S.A. Companhia Aberta de Capital Autorizado CNPJ/MF n.º 01.425.787/0001-04 Av. Andrômeda, 2.000, Bloco 10, Níveis 4

Leia mais

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos.

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. Resolução CNAS n.º 32, de 24 de fevereiro de 1999 Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. O Plenário do Conselho Nacional de Assistência Social

Leia mais

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. Uma análise sob a ótica contratual

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS. Uma análise sob a ótica contratual INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS Uma análise sob a ótica contratual LEI ESPECIAL LEI Nº. 4.591, de 16 de dezembro de 1964 (com alterações da Lei nº. 10.931/04) Dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações

Leia mais

Câmara Municipal de Porto Alegre

Câmara Municipal de Porto Alegre Câmara Municipal de Porto Alegre ATA DA SESSÃO DO PREGÃO ELETRÔNICO - para Registro de Preço EDITAL: 09/2014-SRP PROCESSO: 2615/13 Em, às 10:01 horas, na CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE - CMPA, sito à

Leia mais

MAXI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII

MAXI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS DO MAXI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII MAXI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FII MANUAL DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA BM&FBOVESPA OFERTA ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO SCHAHIN BRAZIL REALTY FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES 1ª ALTERAÇÃO 19/9/2008

INSTRUMENTO PARTICULAR DE ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO SCHAHIN BRAZIL REALTY FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES 1ª ALTERAÇÃO 19/9/2008 INSTRUMENTO PARTICULAR DE ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DO SCHAHIN BRAZIL REALTY FUNDO DE INVESTIMENTO EM PARTICIPAÇÕES 1ª ALTERAÇÃO 19/9/2008 Pelo presente instrumento particular, BEM DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DAYCOVAL RENDA ITAPLAN CNPJ/MF N.º 10.456.810/0001-00

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DAYCOVAL RENDA ITAPLAN CNPJ/MF N.º 10.456.810/0001-00 FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DAYCOVAL RENDA ITAPLAN CNPJ/MF N.º 10.456.810/0001-00 ATA DE ASSEMBLEIA GERAL DE COTISTAS REALIZADA EM 04 DE MAIO DE 2012 I. Data, Hora e Local da Reunião: Aos 03 de maio,

Leia mais