Fisioterapia Brasil. (Suplemento Especial - setembro/outubro 2010) ISSN XX Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fisioterapia Brasil. (Suplemento Especial - setembro/outubro 2010) ISSN 1518-9740. XX Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia"

Transcrição

1 Fisioterapia Brasil (Suplemento Especial - setembro/outubro 2010) ISSN XX Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia II Congresso Nacional da Fisioterapia na Saúde Coletiva XIV Encontro Nacional de Coordenadores de Cursos de Fisioterapia IV Encontro Nacional de Discentes de Fisioterapia II Encontro de Docentes das Áreas de Conhecimento da Fisioterapia I Encontro Nacional de Avaliadores de Cursos de Graduação de Fisioterapia Encontro dos Trabalhadores e Gestores do SUS A POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE FUNCIONAL: UM CAMINHO A SER CONSTRUÍDO NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE E DE FORMAÇÃO 15 a 18 de setembro de 2010 Hotel Othon Palace Belo Horizonte Minas Gerais

2 2 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio Editorial É com grande alegria que lhes apresentamos os Anais do XX Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia e II Congresso Nacional da Fisioterapia na Saúde Coletiva. Os trabalhos aqui apresentados constituem a produção de diversos atores comprometidos com o desenvolvimento da Fisioterapia e da saúde brasileira. Sentimo-nos privilegiados em recebê-los para que possamos todos mobilizar/construir novos saberes e refletir sobre as práticas desenvolvidas atualmente na Fisioterapia. Adicionalmente, refletem o comprometimento de todos os autores, que ao encaminharem seus trabalhos, compartilham sua realidade e contribuem de forma responsável e ética com o crescimento da Fisioterapia nos âmbitos da formação, atenção à saúde, gestão e controle social. Agradecemos aos autores, congressistas e a todos que contribuíram para a realização deste evento. Muito temos a construir, bem vindos ao debate! Bem vindos a Belo Horizonte, Coordenação Nacional da ABENFISIO COMISSÃO ORGANIZADORA Adriane Pires Batiston (MS) Ana Maria Chagas Sette Câmara (MG) Elias Nasrala Neto (MT) Francisca Rêgo Oliveira de Araújo (RN) Geraldo Eduardo Guedes de Brito (PB) Kátia Suely Queiroz Silva Ribeiro (PB) Maria Alice Junqueira Caldas (MG) Vera Maria da Rocha (RS) COMISSÃO CIENTÍFICA Arthur de Almeida Medeiros (RO) Fernando Pierette Ferrati (MS) Lílian Lira Lisboa F. Galvão (RN) Mara Lilian Soares Nasrala (MT) Mara Lisiane de Moraes dos Santos (MS) COMISSÃO FINANCEIRA Mauro Antonio Felix (RS) Maria Alice Junqueira Caldas (MG) Elias Nasrala Neto (MT) COMISSÃO APOIADORA Albert Schiaveto de Souza (MS) Cyntia Pace Schmitz Correa (MG) Danielle Teles da Cruz (MG) Darlei Lazaro Baldi (SP) Dirce Shizuko Fujisawa (PR) Ednéia Aparecida Leme (RJ) Érika Guerrieri Barbosa (MG) Germano Luiz Rocha Machado (MG) Gustavo Henrique Lopes Cançado (MG) Ingridh Farina da Silva (MT) Juliana Veiga Cavalcanti (RJ) Leonardo Henriques Portes (MG) Lincoln Costa Valença (PB) Luciana Carrupt M. Sogame (ES) Lukas Darien Dias (RN) Marcelino Daniel Fioravante (RO) Marcos de Souza Freitas (MG) Marielly de Moraes (RS) Matheus de Sousa Mata (RN) Melquesedeque Duarte (RN) Peterson Marco de O. Andrade (MG) Renata Haidee Hasue (SP) Renato da Costa Teixeira (PA) Robson da Fonseca Neves (PB) Ruth Losada de Menezes (DF) Simone Pereira Botelho (MG) Tania Cristina Malezan Fleig (RS) Thiago Custódio (MG) Vania Priamo (BA) Yanik Carla de Araújo (PB)

3 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio 3 Sumário Editorial... 2 As diretrizes curriculares e as mudanças na formação de profissionais fisioterapeutas (ABENFISIO), Vera Maria da Rocha, Maria Alice Junqueira Caldas, Francisca Rêgo Oliveira de Araújo, Carla Adriane Pires Ragasson, Mara Lisiane de Moraes dos Santos, Adriane Pires Batiston... 4 Referenciais curriculares nacionais do curso de bacharelado em fisioterapia (ABENFISIO), Vera Maria da Rocha, Mara Lisiane de Moraes dos Santos, Fernando Pierette Ferrari, Francisca Rêgo Oliveira de Araújo, Maria Alice Junqueira Caldas, Adriane Pires Batiston, Elias Nasrala Neto, Kátia Suely Queiroz Silva Ribeiro... 9 Estágio curricular para os cursos de graduação em Fisioterapia: recomendações da ABENFISIO, Francisca Rêgo Oliveira de Araújo, Maria Alice Junqueira Caldas, Adriane Pires Batiston, Elias Nasrala Neto, Kátia Suely Queiroz Silva Ribeiro, Vera Maria da Rocha, Mara Lisiane de Moraes dos Santos Pesquisa científica I Atenção integral à saúde II Formação e educação permanente III Gestão e experiências IV Participação e controle social Relatos de experiências I Atenção integral à saúde II Formação e educação permanente III - Gestão e experiências IV Participação e controle social Atlântica Editora e Shalon Representações Praça Ramos de Azevedo, 206/1910 Centro São Paulo SP Atendimento (11) / Assinatura 1 ano (6 edições ao ano): R$ 240,00 Diretor Antonio Carlos Mello Editor executivo Dr. Jean-Louis Peytavin Editor assistente Guillermina Arias Direção de arte Cristiana Ribas Todo o material a ser publicado deve ser enviado para o seguinte endereço de

4 4 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio As diretrizes curriculares e as mudanças na formação de profissionais fisioterapeutas (ABENFISIO) Vera Maria da Rocha*, Maria Alice Junqueira Caldas**, Francisca Rêgo Oliveira de Araújo***, Carla Adriane Pires Ragasson****, Mara Lisiane de Moraes dos Santos*****, Adriane Pires Batiston****** *Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre/RS, **Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Juiz de Fora/MG, ***Universidade Potiguar (UNP) e Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do RN (FARN), Natal/RN, ****Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR), Curitiba/PR, *****Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande/ MS, ******Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande/MS Introdução Inicialmente, ao tratamos de mudanças na formação dos profissionais de Fisioterapia, temos que compreender que transitamos nos campos da Educação e da Saúde. No que se refere à saúde, é importante destacar algumas mudanças ocorridas desde a Reforma Sanitária iniciadas em meados dos anos 70, que legalizou e normatizou a saúde como direito constitucional, tendo a universalização, a equidade e a integralidade como princípios para o Sistema Único de Saúde. Aos poucos essas mudanças vão se refletindo no contexto das políticas públicas e, de forma mais tímida, no cenário educacional, requerendo atualizações nos projetos pedagógicos e no ensinar Fisioterapia. Se por um lado as mudanças foram adquirindo garantias legais, por outro, não repercutiram de forma impactante na prática cotidiana dos serviços prestados e na graduação dos profissionais de saúde. Alguns fatores podem ser indicados como determinantes de uma postura conservadora diante das mudanças que se impõem no contexto atual dos cursos de graduação na saúde: forças das políticas corporativas; mercado de trabalho com valorização tecnicista; ausência de responsabilidade social por muitas Instituições de Ensino Superior IES; precárias condições de alguns serviços, entre outros aspectos [1]. Além dos fatores citados, acrescentaríamos uma desarticulação dos docentes com vínculos frágeis junto aos cursos; o predomínio da medicalização de problemas de ordem social; abordagem clínica compartimentalizada e a ótica da doença prevalecendo sobre uma abordagem sistêmica. A orientação prevalente na academia, com características do início do século passado, tem mantido bases curriculares que atribuem maior destaque para o estudo, análise e resolução de quadros centrados na patologia. Assim, o Fisioterapeuta, historicamente, tem atuado prioritariamente na reabilitação de determinadas enfermidades e/ou de seqüelas e complicações, com o objeto de intervenção centrado no sujeito individualizado, ou ainda, em parte ou órgão isolado desse sujeito [2]. O novo perfil epidemiológico, no entanto, caracterizado por enfermidades relacionadas ao fazer e viver das pessoas, requer uma intervenção complexa e integral, mais voltada para uma saúde promotora do auto-cuidado e de ações que incorporem no cotidiano da assistência outros princípios de caráter social, formativo e educativo. Não se trata, absolutamente, em negar os avanços que a tecnologia provocou no campo diagnóstico e terapêutico, nem abandonar esses conhecimentos, porém, restringir a formação de profissionais ao modelo hegemônico médico e técnico-centrado, pode resultar em uma distância cada vez maior entre os profissionais e as reais necessidades de saúde da sociedade na qual ele se insere [3]. Outro aspecto a ser considerado refere-se à ausência de questões relativas à gestão e organização do setor saúde, mantendo a formação distante do controle social, eixo estruturante do modelo de saúde nacional. Controle Social, neste contexto, significa um direito e um dever da sociedade de participar de todas as instâncias envolvidas nas políticas de saúde, desde os debates e decisões sobre suas formulações, até aspectos de execução e avaliação [1,4,5]. No campo da Educação, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional [6] estabeleceu como orientador para o ensino superior, as Diretrizes Curriculares dos cursos de graduação. Documentos como o Parecer CNE/CES 776/1997 e o Edital SESu/MEC 4/97; Parecer CNE/CES 583/2001; Parecer CNE/CES 1210/2001; Parecer CNE/CES 108/2003; Parecer CNE/CES 067/2003; e, Parecer CNE/CES 329/2004 nortearam a construção das Diretrizes Curriculares Nacionais, assim como orientaram as entidades associativas e representativas das profissões e instituições de ensino à organização curricular, à determinação de competências e habilidades, bem como à determinação do tempo de duração dos cursos. Observa-se, no entanto, que no decorrer dessa construção Documento elaborado no XVI Forum Nacional De Ensino Mm Fisioterapia Da ABENFISIO ocorrido em Canela/RS, 07 a 09 de maio de 2007, e complementado em Para citação: Rocha et al. As diretrizes curriculares e as mudanças na formação de profissionais fisioterapeutas. Documento. Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia (ABENFISIO). Canela/RS. 07 a 09 de junho; 2007.

5 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio 5 histórica foram subtraídas dessas Diretrizes a definição da duração, carga horária e o tempo de integralização dos diversos cursos superiores. Sabe-se que essas questões e o crescimento desenfreado de Cursos de Fisioterapia, juntamente com a indefinição de carga horária presente até um passado recente , atenderam interesses que não os apresentados pela sociedade civil organizada participante da construção dessas diretrizes. A Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia - ABENFISIO, entidade que congrega docentes, discentes, profissionais de serviço e demais entidades e pessoas interessadas na construção de políticas e diretrizes para o ensino de Fisioterapia no Brasil, após discussões e uma análise criteriosa dos referidos documentos, apresenta algumas reflexões que devem ser consideradas antes que as IES, suas mantenedoras e coordenações de cursos adotem projetos e modelos pedagógicos sem caráter legal e sem a legitimidade da categoria. A ABENFISIO, desde 2001, tem sistematicamente buscado a construção de um padrão de ensino de qualidade para a Fisioterapia por meio dos fóruns e construções coletivas. Algumas questões motivam o debate acadêmico, dentre elas, a política de abertura de cursos de graduação, a implantação e implementação das diretrizes curriculares, o tempo de integralização dos cursos, estágios e atividades complementares. Particularmente, esse documento centra seu foco sob os três primeiros tópicos, já que os temas estágio e atividades complementares serão tratados em documentos específicos que em breve estará em circulação entre a categoria e gestores. Crescimento desordenado de cursos A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1996, trouxe em seu bojo uma política de incentivos ao crescimento do setor educação e disparou um processo acelerado de expansão do ensino universitário, notadamente no âmbito da iniciativa privada, com a abertura de novos cursos autorizados pelo MEC/CNE. Este processo se deu de forma desordenada, com argumentos de regulação pelo mercado, resultando muitas vezes em instituições com baixa qualidade de ensino, concentradas nas capitais e centros urbanos social e economicamente mais desenvolvidos, enquanto as regiões carentes de instituições de nível superior continuaram sem cobertura. Destaca-se, neste cenário, a situação da Fisioterapia que em 1991 possuía 48 cursos e, em 2010, conta com 461 cursos de graduação em Fisioterapia registrados [7], o que representou um crescimento de aproximadamente 1.000%. Tal situação deu-se contrariamente às manifestações dos movimentos organizados da área da saúde, da categoria, do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CO- FFITO), do Conselho Nacional Saúde (CNS) como controle social e, do Ministério da Saúde que constitucionalmente deve ordenar (regular, dispor, organizar) a formação de recursos humanos nessa área. Essa ordenação abrange aspectos relativos à necessidade social de cursos de graduação e a formação intelectual, técnica e científica do profissional, ou seja, a análise da qualidade do curso, conforme documento do próprio CNS. Entende-se, no entanto, que necessidade social, para ser determinada, deve levar em consideração a intersetorialidade, para além dos setores educação e saúde. Nesse aspecto, a contribuição de diversas áreas do campo da saúde, notadamente da epidemiologia e da saúde coletiva, das ciências sociais e políticas, dos estudos econômicos e demográficos, devem somar-se ao conhecimento científico, tecnológico e ético da formação e a aspectos administrativos e didático-pedagógicos que permitam atender um perfil profissional competente para atuar no SUS, em toda sua complexidade, garantindo o direito constitucional à saúde. Torna-se, portanto, de fundamental importância a ampliação do debate sobre critérios para abertura de cursos e, principalmente, sobre a avaliação da qualidade dos cursos ofertados em todo o território nacional, para o qual se sugere maior atuação do controle social, particularmente do Conselho Nacional de Saúde, com envolvimento dos órgãos e instâncias governamentais e da sociedade em geral, neste caso, com responsabilidade para os atores envolvidos no processo, docentes, discentes, gestores e usuários. Outros espaços profissionais também se tornam importantes no desenvolvimento de estudos que apontem para a necessidade de abertura de cursos e, especialmente, para o processo de avaliação, tais como os Conselhos Profissionais e Associações de Ensino. Não se trata de intervir na autonomia universitária, mas sim de procurar, via controle social, garantir a qualidade dos cursos oferecidos e chamar a atenção das instituições formadoras para sua responsabilidade com a realidade de saúde brasileira e com o egresso nela formado. Diretrizes curriculares e projetos políticos pedagógicos Paralelo à abertura de cursos, outro fator preocupante a ser considerado neste cenário, é a disparidade dos projetos pedagógicos, currículos e carga horária dos cursos das diferentes instituições formadoras. As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Fisioterapia, assim como as da grande maioria dos cursos da saúde, foram construídas coletivamente, com a participação de coordenadores de curso, docentes e estudantes. Discutida nas bases e com a participação destacada da Rede Unida, movimento social que atua como interlocutor qualificado no campo do desenvolvimento de Recursos Humanos em Saúde e gestores de IES. As Diretrizes propõem uma formação generalista, humanística, critica e reflexiva, capacitando o egresso para atuar no sistema de saúde vigente no país, o Sistema Único de Saúde SUS, em todos os níveis de atenção, com base no rigor cientifico e intelectual, capaz de ter como objeto de estudo o movimento humano em todas as suas formas de expressão e potencialidades.

6 6 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio Orientadas por habilidades e competências, essas diretrizes colocam para as IES, o desafio de compor currículos nos quais dialogam, com igual força, enfoques das Ciências da Vida e da Saúde; aspectos políticos-filosóficos e humanísticos; aspectos técnicos-profissionais e pedagógicos. Destacam-se como diferencial neste perfil, as competências gerais a serem inseridas no contexto da área da saúde e que não devem ocupar espaço secundário nos projetos pedagógicos de curso. A demanda imposta pelas diretrizes curriculares, que chamam a atenção para o contexto social brasileiro, tem requerido o domínio de novas habilidades nos quais os conteúdos relacionados com o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado a realidade epidemiológica e profissional, conduzem para práticas integrais no fazer fisioterapêutico [8]. Essa concepção, somada aos princípios doutrinários e organizativos do SUS, na forma da universalização do acesso, do atendimento integral com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais e da participação da comunidade, dentre outros, produzem significativa mudança para o campo das práticas (assistenciais e relacionais). Observa-se, portanto, que o perfil profissional atual deve ser diferente daqueles de 10, 20 ou 30 anos atrás, que se caracterizava pelo forte foco na doença e centrado, quase com exclusividade, sobre os conteúdos técnicos-profissionais, pouco abrangentes no desenvolvimento de responsabilidades sociais e sanitárias. A demanda que a integralidade na formação e na atenção lança para o contexto ensino requer uma reformulação nas matrizes curriculares para muito além da retirada ou aglutinação de disciplinas, como ocorre em muitas IES. Esse talvez seja o maior desafio a ser enfrentado. A dimensão do trabalho que as mudanças nos currículos impõem pode ser observada pelas ações que desde 2004 têm permeado a área da saúde e educação. Ensina-SuS, Política de Educação Permanente, VER-SUS, Curso de Ativadores de Processos de Mudança na Graduação de Profissionais de Saúde, Fórum Nacional de Educação das Profissões na Área da Saúde são exemplos de mobilizações que têm envolvido múltiplos atores com protagonismo de entidades, organizações e o próprio Governo Federal, preocupados com esse processo. Na área da Fisioterapia não podemos desconsiderar o impacto provocado por essas ações. No âmbito profissional, por um chamamento do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional COFFITO, desde 2005 ocorreram dois grandes Fóruns Nacionais de Políticas Profissionais, nos quais as questões de ensino foram pautas com enfoque para o cumprimento das Diretrizes Curriculares e a realidade de saúde brasileira. No decorrer do ano de 2006 mais de 20 oficinas regionais para a implementação das Diretrizes Curriculares foram realizadas em todo território nacional, resultado de uma parceria entre a ABENFISIO, Organização Pan-americana de Saúde e o Ministério da Saúde, buscando sensibilizar docentes, discentes, gestores e serviços para a apropriação das questões que envolvem as mudanças na graduação: apropriação dos conteúdos das ciências humanas e sociais; atividades integradas entre as diversas áreas do conhecimento; articulação entre a instância formadora, os serviços de saúde, as questões de gestão e a participação do controle social; práticas vivenciais no Sistema Único de Saúde envolvendo os diversos níveis de atenção e complexidade do sistema, considerando a assistência com suas práticas profissionais, seus mecanismos de funcionamento e a gestão, entre outros aspectos [9]. Em agosto de 2007 aconteceu o I Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde Coletiva CONAFISC, organizado e executado pela ABENFISIO, pela Comissão de Políticas Públicas e Saúde do COFFITO e, pela Rede Fisio na Saúde, com apoio do Sistema COFFITO/CREFITOS, pelos estudantes de Fisioterapia, como palco para a discussão e reflexão crítica sobre o processo de formação e saúde, sob o tema Fisioterapia, Saúde Coletiva e Integralidade na atenção, que é objeto de discussão no espaço da Fisioterapia há um longo tempo. Persistentemente, embora em ritmo lento, avanços aconteceram na ampliação de atividades fisioterapêuticas no campo da saúde pública e da saúde coletiva, apontando estratégias para o cuidado em Fisioterapia, para o ajuste do processo de formação em consonância com os princípios do SUS e auxiliando na ampliação do contingente de profissionais envolvidos com o Sistema de Saúde Brasileiro. O evento, no eixo formação, revelou a importância da formação e da educação permanente em saúde, e, a necessidade da busca de inovação das práticas pedagógicas, sobretudo da articulação entre o sistema de saúde (em suas várias esferas de gestão) e as instituições formadoras [10]. Observa-se, na área da Fisioterapia, o que chamaríamos de desconhecimento de todo esse processo, quando verificamos que muitas IES, mantenedores e coordenadores de cursos propõem mudanças para ajustar seus currículos, sem considerar o histórico e a importância dos avanços já obtidos na estruturação curricular por módulos integrados e articulados ao SUS. As práticas de educação e promoção à saúde, as atividades preventivas relacionadas à saúde cinético-funcional, as intervenções terapêuticas contextualizadas, a prática de referência e contra-referência do sistema, a identificação de outros setores capazes de atuarem para melhor qualificar as ações em saúde são fundamentais, ou melhor, estruturantes de uma nova prática profissional. Algumas IES, antes de apostar na qualificação de seus docentes para atuar diante de um novo paradigma, assumem a atitude mais econômica e, isoladamente, modificam seus currículos às portas fechadas, sem o respeito à acumulação que esse histórico representa para a profissão, sem a consulta às bases organizadas associação de ensino e executiva de estudantes mantendo-se na contramão dessa construção coletiva que extrapola o campo da Fisioterapia. Chamamos a atenção daqueles que, em nome de um mercado que pode estar preocupado com qualquer coisa, menos

7 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio 7 com a saúde de nossa população, modificam seus currículos a revelia dessas considerações. Não poderíamos deixar de chamar a atenção para outra realidade na Fisioterapia: 98% das escolas estão no setor privado. O projeto neoliberal da educação superior presente na segunda metade da década de 90, sob o pretexto da ampliação da oferta, incentivou e promoveu a liberalização do ensino à iniciativa privada, sem, no entanto, incentivar a ampliação na rede pública. Foi somente nos últimos anos, com o REUNI (Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais), e ainda de forma incipiente, que cursos de Fisioterapia em universidades públicas estão sendo implantados. A mercantilização da educação superior no País é preocupante, principalmente quando o controle sobre a qualidade dos cursos, que deveria ser feito pela sociedade juntamente com o poder público, não ocorre satisfatoriamente. Temos cursos e cursinhos e nesses, docentes despreparados para enfrentar a empresa que, pelo seu caráter estão mais compromissados com o lucro do que com o processo formador. Dessa forma, as mudanças curriculares que algumas escolas propõem são realizadas para atender o interesse econômico da mantenedora, colocando em segundo lugar a qualificação do futuro profissional. A ABENFISIO, diante desses fatos, convoca todos e todas que estão, de forma direta e indireta, envolvidos com o fazer fisioterapêutico, seja no campo da formação, da assistência e de representação: mantenedores, docentes, discentes, profissionais de serviço, gestores, educadores, conselhos, associações científicas e culturais, entre outros, para que tenhamos cuidado com nosso processo formador, esteja ele situado na instância pública ou privada, para que sejam observadas as diretrizes curriculares, o padrão de qualidade e os resultados e encaminhamentos dos fóruns legítimos, construídos na coletividade e com a responsabilidade daqueles que sabem que o futuro da Fisioterapia depende de nossas atitudes no presente. Os docentes não podem ser coagidos em suas IES a tomarem atitudes que ferem os pactos coletivamente acordados. Duração dos cursos de graduação em fisioterapia Afirmávamos, anteriormente, que o edital para as Diretrizes Curriculares previa o estabelecimento da carga horária dos cursos de graduação e que, durante o processo histórico de sua construção, essa questão foi retirada da pauta. No interior da categoria criava-se um consenso sobre qual o quantitativo de horas seria requerido para uma formação generalista envolvendo além dos conhecimentos técnicos e aplicados, um conhecimento humanístico e social, convivendo com as ciências da saúde. Após amplo debate que acompanhou a proposta das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Fisioterapia, foi sugerido como tempo total de curso, 4.500h, dentre as quais se deve contabilizar 20% como estágio supervisionado, ocorrendo após o estudante vivenciar práticas e fundamentos teóricos capazes de o habilitar ao pleno exercício profissional. No Fórum da ABENFISIO, em João Pessoa, foi ratificada a posição defendida pelas entidades representativas e associativas de uma carga horária de 4.500h, que possibilite a qualidade do processo formador, ampliando a visão do novo profissional e habilitando-o para uma vida profissional que não se separa do pleno exercício de cidadania e da responsabilidade que nossos saberes impõem para o cuidado e para a saúde das pessoas. A carga horária de 4.500h para os Cursos de Graduação em Fisioterapia não foi concensuada sem que se tomasse conhecimento e se apresentasse um arrazoado frente ao parecer 329/2004 do CNE//CES, que propôs a redução da carga horária mínima para os cursos de graduação, ignorando as considerações, solicitações e audiências públicas realizadas com a categoria, incluindo a realizada em 16 de dezembro de 2003, com a presença do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional COFFITO, Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia ABENFISIO e Comissão de Especialistas do MEC para a área de Fisioterapia. Após insistentes argumentações por parte de nossas representações, retirou-se a Fisioterapia do elenco dos cursos com carga horária mínima de horas. Em 07 de abril de 2009 foi publicada a Resolução CNE/CES nº 4/2009 instituindo a carga horária mínima de horas para o curso de Fisioterapia, integralizado no mínimo em 5 anos. Na estruturação das matrizes curriculares deve estar assegurado o estágio supervisionado a ser realizado no final do curso e a inserção dos estudantes no campo da saúde e profissional durante todo o processo formador, com práticas assistidas, decorrentes dos conteúdos e etapas do processo, sob responsabilidade da instituição formadora, que deverá, de forma pactuada, respeitar as dinâmicas e características próprias de cada serviço ou setor saúde onde desejar inserir seus estudantes. Práticas e outras experiências e vivências devem ser previstas desde o início do curso para que o estudante possa ser formado de modo contextualizado, porém tais práticas não devem ser confundidas com as práticas do estágio supervisionado [11-13]. Os convênios e os acordos firmados não podem ferir os princípios pedagógicos de um aprender orientado, sob a responsabilidade da academia e articulado com o serviço. Outro aspecto a ser considerado no limite das 4.000h é o tempo para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso TCC, que deverá evidenciar a preocupação da IES com o espírito científico a ser desenvolvido em nossos profissionais responsáveis pelos avanços da Fisioterapia enquanto ciência e arte. Além da carga horária do acadêmico destinada a esta etapa do TCC, também é preciso adequar o corpo docente para esta orientação, uma vez que devem ser capacitados e terem uma relação de orientador-orientandos compatível com o tempo de dedicação com qualidade. Assim, consideramos uma importante conquista resultante de mobilização da ABENFISIO e de diversos segmentos da

8 8 Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio Fisioterapia e da Saúde, a carga horária mínima de horas. Entendemos que a situação anterior, em que não estava estabelecida a duração mínima para um curso de graduação, é indissociável das competências, habilidades desejadas e conteúdos curriculares essenciais para a formação, constituindo-se num profundo desvirtuamento dos princípios das diretrizes curriculares, além de desconsiderar o perfil desejado para essa profissão tão importante na composição de equipes responsáveis pela saúde dos cidadãos. Conclusão A Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia ABENFISIO, entidade reconhecida nacionalmente como fórum legítimo para as discussões que envolvem o ensino de Fisioterapia no Brasil, considera as Diretrizes Curriculares um instrumento que favorece as mudanças no interior dos cursos e reconhece, no perfil profissional proposto, um desafio que requer uma nova construção epistemológica para os saberes da saúde. Numa organização curricular orientada por competências vimos a urgente necessidade de fundamentação política-humanística e social; mudanças na matriz de conteúdos integrando-os; re-distribuição equilibrada, de fato, entre teoria e prática; metodologias ativas e novos cenários de aprendizagem, entre outros fatores. A integração entre ensino, pesquisa e extensão, a organização dos conteúdos levando em consideração dados epidemiológicos, a terminalidade da graduação de forma a garantir uma formação geral e que incentive profissional a aprender por toda a vida e a grande contribuição que o usuário é capaz de trazer para o interior dos serviços e escolas formadoras não podem ser desconsiderados. Essas diretrizes, orientadas pelo eixo da integralidade e para a lógica da saúde fortalecem o compromisso com a vida. Os cursos de graduação na área de saúde, mais do que relacionados às necessidades de mercado, estão relacionados ao cumprimento de uma dada função social. Todos esses aspectos devem ser discutidos compreendidos e respeitados nos diversos espaços acadêmicos, principalmente por aqueles comprometidos com uma Fisioterapia de qualidade e capaz de contribuir com a saúde de nossos cidadãos. Referências 1. Feuerwerker LCM. Além do discurso de mudança na educação médica: processos e resultados. São Paulo: Hucitec; Bispo Junior JP. Formação em fisioterapia no Brasil: reflexões sobre a expansão do ensino e os modelos de formação. Hist Cienc Saude-Manguinhos 2009;16(3): Rocha VM. Do corpo a corporeidade: repensando os saberes na formação dos profissionais fisioterapeutas. Tese (Doutorado) Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Programa de Pós Graduação em Educação; Feuerwerker LCM, Llanos CM, Almeida M. Educação dos profissionais de saúde na América Latina: teoria e prática de um movimento de mudança. São Paulo: Hucitec; Ceccim RB, Feuerwerker LCM. O quadrilátero da formação para a área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis 2004;14(1): Brasil. Ministério da Educação e Cultura. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 20 de dezembro de DOU, 23/12/ Brasil. Ministério da Educação. Sistema de cadastro da educação superior. [citado 2010 ago 23]. Disponível em URL: emec.mec.gov.br. 8. Rocha VM. Articulação Ensino-Pesquisa-Extensão na implantação e implementação das Diretrizes Curricularesdo Curso de Fisioterapia. Palestra no XIV Fórum de Docentes da ABEN- FISIO. Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia. João Pessoa/PB. 30 de maio - 03 de junho; ABENFISIO. Valle PH et al. (Orgs). Oficinas de implementação das Diretrizes CurricularesNacionais dos Cursos de Fisioterapia. Relatório técnico. Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia. Brasília/DF; ABENFISIO. I Congresso Nacional de Fisioterapia na Saúde Coletiva - CONAFISC. Relatório Técnico. Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia. Brasília/DF; Araújo FRO. Estágios: realidade versus legalidade. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional COFFITO. Palestra proferida na Oficina Regional de Implementação das Diretrizes Curriculares de Fisioterapia de Campo Grande; ABENFISIO. Recomendações da ABENFISIO sobre operacionalização dos estágios em Fisioterapia produzidas no Fórum dos Coordenadores. Relatório do VIII Fórum de Coordenadores de Curso de Fisioterapia. Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia. João Pessoa/PB 30 de maio - 03 de junho; ABENFISIO. Resultados apresentados das oficinas dos temas: ensino, pesquisa e extensão do XIV Fórum de Docentes da ABENFISIO. Relatório. Associação Brasileira de Ensino de Fisioterapia. Paraíba/JP. 30 de maio - 03 de junho; 2006b. Outras referências consultadas 1. Brasil. Lei nº 6.494, de 7 de dezembro de Dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e ensino profissionalizante do 2 grau e supletivo e da outras providências. DOU, 09/12/ Brasil. Decreto-lei n Regulamenta a lei 6.494/77, que dispõe sobre o estágio de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de 2 grau regular e supletivo nos limites que especifica e dá outras providências. DOU, 19/08/ Brasil. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 198/2004, de 13 de fevereiro de Institui a política nacional de educação permanente em saúde como estratégia do Sistema Único de Saúde para a formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor e dá outras providências. [citado 2004 ago 13]. Disponível em URL: 4. Ceccim RB, Feuerwerker LCM. Mudança na graduação das profissões de saúde sob o eixo da integralidade. Cad. Saúde Pública 2004;20(5): Feuerwerker LCM. Refl exões sobre as experiências de mudança na formação dos profissionais de saúde. Olho Mágico 2003;10:21-6.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (*) CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 5, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Nutrição. O Presidente

Leia mais

Competências e Habilidades Específicas:

Competências e Habilidades Específicas: DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Enfermeiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

1963 Técnico em fisioterapia, formado em 2 anos, auxiliar médico

1963 Técnico em fisioterapia, formado em 2 anos, auxiliar médico 1963 Técnico em fisioterapia, formado em 2 anos, auxiliar médico 1964 Currículo mínimo para fisioterapia, formação em 3 anos, manutenção ao longo da Ditadura Fundamentos da Fisioterapia, Ética e História

Leia mais

III Princípios Gerais da Formação Médica

III Princípios Gerais da Formação Médica I Motivação Aprovação da Lei 12.871 de 22/10/2013; Necessidade de ter diretrizes curriculares em sintonia com o programa Mais Médicos; A oportunidade de atualizar e aprimorar as diretrizes de 2001; Acompanhar

Leia mais

PROCESSO N.º 686/04 PROTOCOLO N.º 8.198.443-3/04 PARECER N.º 510/05 APROVADO EM 31/08/05

PROCESSO N.º 686/04 PROTOCOLO N.º 8.198.443-3/04 PARECER N.º 510/05 APROVADO EM 31/08/05 PROTOCOLO N.º 8.198.443-3/04 PARECER N.º 510/05 APROVADO EM 31/08/05 CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR INTERESSADA: FACULDADE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA E FISIOTERAPIA DE JACAREZINHO - FAEFIJA MUNICÍPIO: JACAREZINHO

Leia mais

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO

FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO FISIOTERAPIA - GRADUAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: Curso De Graduação Em Fisioterapia. DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 225 VAGAS ANUAIS TURNOS DE OFERTA: NOTURNO REGIME LETIVO:

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE FISIOTERAPIA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE FISIOTERAPIA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE FISIOTERAPIA Este manual tem por finalidade orientar os alunos do curso de fisioterapia, sobre a sistemática e os procedimentos para a execução do Estagio Supervisionado

Leia mais

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012)

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) O Ensino de Direitos Humanos da Universidade Federal do

Leia mais

Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio

Suplemento Fisioterapia Brasil - Abenfisio 5 Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia: Fujisawa, Dirce Shizuko*, Araujo, Francisca Rêgo Oliveira**, Rocha, Vera Maria***, Santos, Mara Lisiane Moraes**** *Universidade Estadual de Londrina,

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina Veterinária.

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA http:///br/resenhas.asp?ed=8&cod_artigo=136 Copyright, 2006. Todos os direitos são reservados.será permitida a reprodução integral ou parcial dos artigos, ocasião em que deverá ser observada a obrigatoriedade

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/6/2014, Seção 1, pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/6/2014, Seção 1, pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 30/6/2014, Seção 1, pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação Universidade Federal de Mato Grosso

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

A Educação Física no campo da saúde

A Educação Física no campo da saúde A Educação Física no campo da saúde V Encontro de Coordenadores de Cursos De Educação Física do Estado do Paraná A atuação do profissional de Educação Física no Sistema Único de Saúde - SUS Prof.Ms. Alexandre

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE IBAITI FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS COORDENADORA

Leia mais

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos

Coordenação: João Henrique Lara do Amaral Cynthya Almeida Coradi Relatoria: Stela Maris Aguiar Lemos RELATÓRIO OFICINA FNEPAS ESTADUAL MINAS GERAIS INTEGRALIDADE E QUALIDADE NA FORMAÇÃO E NAS PRÁTICAS EM SAÚDE: Integrando Formação, Serviços, Gestores e Usuários Local: COBEM Uberlândia Data: 22 de outubro

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio:

Resolução nº. 01/09. Título I Estágio Supervisionado. Capítulo I. Caracterização do Estágio: 1 Resolução nº. 01/09 Aprovar o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Pedagogia - considerando o art.70, VII do Regimento desta Instituição; - considerando necessidade de normatizar

Leia mais

O Movimento Associativo e Educativo da Fisioterapia - Abenfisio e o Fórum Nacional de Educação das Profissões da Área da Saúde - Fnepas

O Movimento Associativo e Educativo da Fisioterapia - Abenfisio e o Fórum Nacional de Educação das Profissões da Área da Saúde - Fnepas O Movimento Associativo e Educativo da Fisioterapia - Abenfisio e o Fórum Nacional de Educação das Profissões da Área da Saúde - Fnepas The Associative and Educative Movement of Physiotherapy - Brazilian

Leia mais

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014

SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 SEMINÁRIO DA ABMES : Diretrizes Curriculares de Medicina : Uma Nova Agenda para os Cursos Brasília DF, 4 de agosto de 2014 DCNs 2001 Motivações e Contexto Resolução CNE/CES n.º 4, de 9 de novembro de 2001

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE FISIOTERAPIA, BACHARELADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

Avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas;

Avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; CURSO: FISIOTERAPIA Missão O curso de Fisioterapia da Universidade Estácio de Sá, através de uma estrutura embasada em princípios contemporâneos, tem por missão a formação de um fisioterapeuta generalista,

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde. Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES).

Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde. Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES). Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde Contratos Organizativos de Ação Pública Ensino-Saúde (COAPES). Eixo Formação PMM Mudanças na formação médica: Autorização de abertura baseada nas necessidades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN

DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN DOCÊNCIA ASSISTIDA NO ENSINO SUPERIOR: EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA DA UFRN Autor: Anne Charlyenne Saraiva Campos; Co-autor: Emerson Carpegiane de Souza Martins

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n. 66/ 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Computação, Licenciatura

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 6, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 6, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 6, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional. O

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA Resolução Nº 01/2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Regulamenta o Estágio Curricular - Internato obrigatório do Curso de Medicina do CCBS/UFCG. O Colegiado do Curso de Graduação em Medicina, no

Leia mais

Novas diretrizes para a licenciatura em Educação Física

Novas diretrizes para a licenciatura em Educação Física Novas diretrizes para a licenciatura em Educação Física Prof. Dr. João Batista Tojal, 1º Vice-Presidente do CONFEF O Ministério da Educação, através do Conselho Nacional de Educação / Conselho Pleno, designou

Leia mais

Planejamento Estratégico - Setor de Ciências Biológicas UFPR Gestão 2014/2016. Diretrizes específicas por unidade setorial. Curso de Graduação

Planejamento Estratégico - Setor de Ciências Biológicas UFPR Gestão 2014/2016. Diretrizes específicas por unidade setorial. Curso de Graduação Planejamento Estratégico - Setor de Ciências Biológicas UFPR Gestão 2014/2016 Diretrizes específicas por unidade setorial Curso de Graduação Fisioterapia Estudo Preliminar Apresentação Este planejamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO ELABORAÇÃO DO PPC INTRODUÇÃO O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) deve orientar a ação educativa, filosófica e epistemológica do mesmo, explicitando fundamentos políticos,

Leia mais

Enfermagem. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC

Enfermagem. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC Enfermagem Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: Enfermagem Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora residente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009.

UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN. Natal/RN, 05/2009. 1 UMA ANÁLISE DO FORMATO DO ESTÁGIO NAS LICENCIATURAS A DISTÂNCIA DA UFRN Natal/RN, 05/2009. Auta Stella de Medeiros Germano - SEDIS-UFRN - autastella@yahoo.com.br Categoria (Gerenciamento e Logística)

Leia mais

Estágio Curricular Supervisionado

Estágio Curricular Supervisionado Estágio Curricular Supervisionado CURSO DE ENFERMAGEM O curso de bacharelado em Enfermagem do IPTAN apresenta duas disciplinas em seu plano curricular pleno relativas ao estágio: Estágio Supervisionado

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE NUTRIÇÃO, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA DA UTFPR Resolução

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO CNE/CES 4, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia. O Presidente

Leia mais

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016

DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 DIRETRIZES A SEREM DEBATIDAS NAS CONFERÊNCIAS NO ANO DE 2015 E 2016 A Constituição de 1988 criou a possibilidade de que os cidadãos possam intervir na gestão pública. Pela via do controle social, influenciam

Leia mais

FACULDADE PASCHOAL DANTAS

FACULDADE PASCHOAL DANTAS FACULDADE PASCHOAL DANTAS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO ÊNFASE GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SÃO PAULO - SP NOVEMBRO DE 2008 ÍNDICE 1. Visão e Missão da FPD...3 2. ORGANIZAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA DO IMMES. Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1 - O presente Manual tem por finalidade orientar os alunos concluintes do Curso

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente

Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí. Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Itaberaí Projeto de Estágio Supervisionado Obrigatório: Práxis pedagógica e formação docente Itaberaí 2012 Sebastião Alonso Júnior Diretor da Unidade

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA ACERCA DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1

PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA ACERCA DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 PERCEPÇÃO DOS ACADÊMICOS DE FISIOTERAPIA ACERCA DAS ATIVIDADES DE PROMOÇÃO DA SAÚDE NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 1 VOIGT, Bruna Francisco 2 ; PREIGSCHADT, Gláucia Pinheiro 2 ; MACHADO, Rafaela Oliveira 2

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CENTRO DE APOIO POPULAR ESTUDANTIL DO TOCANTINS PARA A SOCIEDADE PORTUENSE

AS CONTRIBUIÇÕES DO CENTRO DE APOIO POPULAR ESTUDANTIL DO TOCANTINS PARA A SOCIEDADE PORTUENSE AS CONTRIBUIÇÕES DO CENTRO DE APOIO POPULAR ESTUDANTIL DO TOCANTINS PARA A SOCIEDADE PORTUENSE Cleudimar Pereira Dias Benvinda Barros Dourado (Orientadora) O Centro de Apoio Popular Estudantil do Tocantins

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA ASCES NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º. O estágio curricular do Curso de Fisioterapia da Faculdade ASCES constitui uma etapa curricular com

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNESP CAMPUS DE MARÍLIA Objetivos do Curso Curso da área da saúde, centrado nos aspectos ergonômicos e sociais da atividade humana. Visa à formação

Leia mais

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE)

MEDICINA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA (SÍNTESE) PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE (SÍNTESE) Ao longo de mais de cinco décadas, a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) estruturou um ambiente acadêmico intelectualmente rico

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP Proposta: Que as carteiras de identidade Profissional (CIP) passem a reconhecer o nome social de psicólogos e psicólogas transexuais. Proposta: Elaborar material educativo e pedagógico sobre Psicologia

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA, LICENCIATURA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN

PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN DOCUMENTO CONSOLIDADO ABEF/COMENSINO/CAEF PREMISSAS DE ORIENTAÇÃO DAS DCN As Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Farmácia (DCNs) constituem orientações para a elaboração dos currículos

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

Regulamento Interno da Farmácia Escola de Manipulação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces

Regulamento Interno da Farmácia Escola de Manipulação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces Regulamento Interno da Farmácia Escola de Manipulação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces Caruaru-PE 2014 REGULAMENTO INTERNO DA FARMÁCIA ESCOLA DE MANIPULAÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica.

Nossa inserção na Graduação se dá por meio da Unidade Curricular Educação e Comunicação na Prática Médica. Ao longo desses 15 anos o CEDESS congrega atividades de ensino, pesquisa e extensão, nos níveis de graduação e pós-graduação lato e stricto sensu e tem por objeto de estudo o binômio Educação e Saúde.

Leia mais

O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO

O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO O CURSO DE PEDAGOGIA NO BRASIL E A SUA NORMATIZAÇÃO Elisa Machado Matheussi elisa@rla01.pucpr.br Sirley Terezinha Filipak sirley@rla01.pucpr.br Pontifícia Universidade Católica do Paraná RESUMO Este estudo

Leia mais

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Fica instituída a Política Municipal de Educação Ambiental, seus objetivos, princípios

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS ANEXO A SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ARTES VISUAIS REGULAMENTO ESPECÍFICO DOS COMPONENTES CURRICULARES PRÁTICAS DE ENSINO DO CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

PRODUTO FINAL: RETORIO TÉCNICO A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO: CONCEPÇÕES DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO

PRODUTO FINAL: RETORIO TÉCNICO A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DO ENFERMEIRO: CONCEPÇÕES DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA Programa de Pós Graduação Ensino em Ciências da Saúde TATIANE FERNANDES ALVES PRODUTO FINAL: RETORIO TÉCNICO A RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO

Leia mais

ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação

ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação ANFOPE - Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação DOCUMENTO PARA SUBSIDIAR DISCUSSÃO NA AUDIÊNCIA PÚBLICA REGIONAL RECIFE 21/03/01. ANÁLISE DA VERSÃO PRELIMINAR DA PROPOSTA DE DIRETRIZES

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional CAPÍTULO I PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º Os procedimentos em saúde mental a serem adotados

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

Lei 17505-11 de Janeiro de 2013. Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013

Lei 17505-11 de Janeiro de 2013. Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013 Lei 17505-11 de Janeiro de 2013 Publicado no Diário Oficial nº. 8875 de 11 de Janeiro de 2013 Súmula: Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema de Educação Ambiental e adota outras

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO. Profª Omara Machado Araujo de Oliveira

FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO. Profª Omara Machado Araujo de Oliveira FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO Profª Omara Machado Araujo de Oliveira Nutricionista (UFF) Mestre em Saúde Coletiva (UFF) Pós-Graduada em Nutrição Clínica ( UFF) Surgimento da Nutrição O campo da Nutrição

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira e Educação, do 1º Encontro Regional do Programa Nacional de Salvaguarda

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 5, DE 15 DE MARÇO DE 2011( 1 )

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 5, DE 15 DE MARÇO DE 2011( 1 ) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 5, DE 15 DE MARÇO DE 2011( 1 ) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA Capítulo I Caracterização Artigo 1 º O Serviço-Escola de Psicologia (SEP) da UNIFESP é uma instância do campus Baixada

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIPLOMA CONFERIDO: BACHAREL NÚMERO DE VAGAS: 100 VAGAS ANUAIS NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA: 50 ALUNOS TURNOS

Leia mais

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 MEDICINA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: MEDICINA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO I FÓRUM DE GRADUAÇÃO DA UEG CENÁRIOS DA GRADUAÇÃO: DESAFIOS PARA A UEG CARTA DA GRADUAÇÃO Diretores de Unidades Universitárias, coordenadores pedagógicos

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL

ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL ESCOLA TÉCNICA SANTA CASA BH CONHECIMENTO NA DOSE CERTA PARA O SEU SUCESSO PROFISSIONAL A SANTA CASA BH TEM TODOS OS CUIDADOS PARA VOCÊ CONQUISTAR UMA CARREIRA SAUDÁVEL. Missão Humanizar a assistência

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre.

RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Currículo, ora alterado, será implantado no 2º semestre letivo de 2001 para os alunos matriculados no 4º semestre. RESOLUÇÃO CONSEPE 38/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ENFERMAGEM, REGIME SERIADO SEMESTRAL, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso

Leia mais

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS REGULAMENTO Guarapuava 2013 1 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES INICIAIS Art. 1º As atividades de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de

Leia mais

CENÁRIO DA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

CENÁRIO DA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM CENÁRIO DA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM Nível Superior Profª Drª Márcia Barbieri Docente Depto Enfermagem/UNIFESP Membro da Comissão Assessora de Avaliação da área de Enfermagem INEP/MEC Quem

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portaria/MEC nº 16, publicada no Diário Oficial da União de 5/1/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portaria/MEC nº 16, publicada no Diário Oficial da União de 5/1/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portaria/MEC nº 16, publicada no Diário Oficial da União de 5/1/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Sociedade Educacional Cidade de São Paulo

Leia mais

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil

Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Estruturas curriculares dos Cursos de Cinema e Audiovisual no Brasil Encontro Estruturas Curriculares do Curso de Rádio, TV e Internet no Brasil SOCICOM São Paulo, fevereiro 2014 Luciana Rodrigues Presidente

Leia mais