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1 ISSN oorevista DOS CURSOS DE SAÚDE FACULDADE INTEGRADA DO CEARÁ FISIOTERAPIA EDUCAÇÃO FÍSICA GESTÃO HOSPITALAR v.1 n.8 out./dez. 2008

2 oo REVISTA DOS CURSOS DE SAÚDE FACULDADE INTEGRADA DO CEARÁ CORPVS/Rev. dos Cursos de saúde da Faculdade Integrada do Ceará Fortaleza v.1 n.8 p out./dez. 2008

3 DIREÇÃO GERAL Jessé de Holanda Cordeiro DIREÇÃO ACADÊMICA Ana Flávia Alcântara Rocha Chaves EDITOR-CHEFE CORPVS Ms. Vasco Pinheiro Diógenes Bastos - FIC Ms. Raimunda Hermelinda Maia Macena - FIC EDITORIA CIENTÍFICA Esp. Antônio Carlos da Silva - FIC Ms. Letícia Adriana Pires Ferreira dos Santos FIC/ UECE Dra. Rosiléa Alves de Sousa - FIC CONSELHO EDITORIAL: Ana Cristhina de Oliveira Brasil - FIC Andréa Cristina Silva Benevides - FIC Agela Massayo Ginbo - FMJ Denise Maria de Sá Machado Diniz - FIC Eldair Melo Mesquita Filho - FIC Eniziê Paiva Weyne Rodrigues - FIC Estélio Henrique Martin Dantas - FIC Mirna Gurgel Carlos da Silva - FIC Evandro Martins - FIC José Cauby de Medeiros Freire - FIC Nilson Vieira Pìnto - FIC Sheilimar Regina Barragão de Sá Magalhães FIC EDITORAÇÃO ELETRÔNICA Antonio Carlos da Silva Henrique Dantas Studart Juliana Neves REVISÃO DE TEXTOS Ms. Letícia Adriana Pires Ferreira dos Santos - UECE Ms.Rosana Cátia Barbosa Terceiro - FIC Ms. Raimunda Maria do Socorro Sanches de Brito Esp. Antônio Orion Paiva NORMALIZAÇÃO Luiza Helena de Jesus Barbosa - CRB CORPVS/Revista dos Cursos de saúde da Faculdade Integrada do Ceará. v.1, n.1, (jan./mar.2007). Fortaleza: Faculdade Integrada do Ceará,2007. v.: il, 30 cm Trimestral ISSN v.1, n.8, out./dez Saúde,Periódicos 2.Educação Física 3.Fisioterapia 4.Gestão Hospitalar I. Título II. Faculdade Integrada do Ceará. CDD 612

4 v.1 - n. 8 - out./dez ISSN oo REVISTA DOS CURSOS DE SAÚDE FACULDADE INTEGRADA DO CEARÁ

5 Editorial Caros Leitores A publicação de nossos discentes e docentes chega respirando ares de vitória e compromisso. O universo educacional se reinventa para responder aos novos desafios e à responsabilidade da produção científica de qualidade, dando a conhecer o trabalho profícuo e árduo dos pesquisadores desta instituição. Esta edição da Corpvs compreende o somatório de esforços coletivos de pesquisadores que atuam na área de saúde é resulta da preocupação e do empenho pela qualidade dos trabalhos de pesquisa, dos docentes e discentes do Curso de Fisioterapia em colaboração com profissionais e docentes de universidades pelo Brasil. O primeiro artigo, intitulado Musculação X Sedentarismo: Comparação do equilíbrio do Complexo Articular do Ombro, insere-se no universo da atividade física realizada por indivíduos de atividade física frequente e indivíduos sedentários e o equilíbrio de grupos musculares agonista e antagonista. O estudo avalia comparativamente o equilíbrio dos rotadores interno e externo do ombro em praticantes de musculação e sedentários. Em seguida o artigo Avaliação da microcorrente galvânica em pacientes com rugas profundas de grau 2, apresenta um estudo de cunho observacional que descreve o perfil das mulheres que buscam tratamentos para rejuvenescimento facial e avaliar a satisfação dessas mulheres após a utilização da microcorrente galvânica, como forma de tratamento para as rugas. O artigo seguinte, Estabilidade da coluna lombar - uma revisão crítica da teoria proposta por Manohar Panjabi, apresenta e discute as limitações dessa teoria, considerando que a estratégia proposta poderia gerar demandas fisiológicas e cargas compressivas para o sistema vertebral. O ultimo artigo, Sistema de Informações sobre nascidos vivos: qualidade e cobertura é uma revisão narrativa da literatura com o objetivo de descrever os elementos constituintes do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), bem como conhecer o perfil epidemiológico dos nascimentos no país de maneira confiável, permitindo o cálculo de vários indicadores de saúde, como coeficiente de mortalidade infantil, materna e perinatal. Aí está a nossa contribuição a todos os que acreditam num futuro de qualidade na saúde de nosso país, para que nos empenhemos no cumprimento do compromisso social de assistir com eficácia e eficiência a todos que confiam nessa utopia possível, se realizada com conhecimento e vontade de servir. Ao apresentar esta edição do periódico à comunidade acadêmica, expressamos nossos agradecimentos a todos aqueles os que contribuíram para a sua concretização. Os Editores

6 Sumário ARTIGOS DE REVISAO Sistema De Informações Sobre Nascidos Vivos: Qualidade E Cobertura... 8 Ana Carolina Montenegro CavalcantE, Andreza de Matos PenaforT. Estabilidade Da Coluna Lombar - Uma Revisão Crítica Da Teoria Proposta Por Manohar Panjabi Fabianna Resende de Jesus-Moraleida, Mariana Angélica Peixoto de Souza, Sérgio Teixeira da Fonseca. ARTIGOS ORIGINAIS Avaliação Da Microcorrente Galvânica Em Pacientes Com Rugas Profundas De Grau T ici ane Pereir a da Silva, Thi ago Br asileiro de Vasconcelos, R aimunda Her melinda Mai a Macena, Anna Chr istina de Mir anda Henriques, Vasco Pinheiro Diógenes Bastos. Características Sócio-Demográficas e Comportamento Sexual Entre as Travestis em Três Municipios do Ceará Telma Alves Martins, Rogério Costa Gondim, Lígia Regina Franco Sansigolo Kerr, Carl Kendall, Rosa Salani. Musculação X Sedentarismo: Comparação Do Equilíbrio Do Complexo Articular Do Ombro George Costa Soares, Gessi ane Hirome Gonçalves Matsuok a, Teresa Mar i a da Silva Câmar a, Cr isti ano Teles de Sousa, Vasco Pinheiro Diógenes Bastos.

7 Artigos de Revisão Artigos de

8 Sistema De Informações Sobre Nascidos Vivos: Qualidade E Cobertura Ana Carolina Montenegro Cavalcante I Andreza de Matos Penafort II RESUMO Trata-se de uma revisão narrativa da literatura com o objetivo de descrever os elementos constituintes do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), bem como conhecer o perfil epidemiológico dos nascimentos no país de maneira confiável, permitindo o cálculo de vários indicadores de saúde, como coeficiente de mortalidade infantil, materna e perinatal; além das taxas de fecundidade e natalidade. Realizou-se avaliação do grau de cobertura e a avaliação da qualidade. Os achados revelam que nem todas as variáveis do SINASC que, quando confrontadas com outras fontes de pesquisa, mostraram-se concordantes. Conclui-se que o grau de cobertura apresentado revelou-se, de forma geral, muito positiva e, apesar de algumas regiões não terem atingido níveis de excelência, pode significar a implantação do sistema que já se mostra integrada nos distintos estados brasileiros. Palavras-chaves: Epidemiologia. Sistema de informação. Nascido vivo. ABSTRACT We performed a review of the literature in order to describe the constituents SINASC of the (system information on live births) and the epidemiological profile of births in the country more reliably, allowing the calculation of various indicators health, such as infant mortality, maternal and perinatal; beyond fertility and birth rates. Were performed to assess the degree of coverage and quality assessment. The findings reveal that not all variables SINASC when confronted with other research sources proved consistent. We conclude that the degree of coverage presented proved in general very positive, which means that although some regions have not achieved levels of excellence, the deployment of the shows already integrated in different states. Key words: Epidemiology. Information system. Born alive. INTRODUÇÃO O registro de nascimentos de um país é um dado essencial, se não for talvez o registro mais importante para se entender como estão funcionando os serviços de saúde, além da produção de indicadores fundamentais para o estabelecimento de políticas públicas que possam solucionar possíveis problemas detectados, sendo fundamental que esse registro seja feito logo após o nascimento1. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (1995) o Brasil está enquadrado no grupo de países classificado como médio, na análise do registro de suas estatísticas vitais2 Até o início da década de 1990, os dados oriundos de registro de nascidos vivos, eram obtidos exclusivamente do Sistema de Registro Civil, entretanto esses dados I Nutricionista da Creche Escola Espaço Inteligente. II Nutricionista, professora da Universidade de Fortaleza. apresentavam como principal distorção, o sub-registro dos nascimentos uma vez que muitos só são registrados com muitos anos de atraso e uma pequena parcela nunca chega a ser registrada por Mello Jorge et al.3 No período de 1980 a 1986 segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (1994) o percentual de sub-registro era de 26,0; em 1995 de acordo com os dados de Registro Civil esse percentual foi de 31,8 4. Em virtude das reais dificuldades, em 1990 o Ministério da Saúde implantou o SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos), visando conhecer o perfil epidemiológico dos nascimentos no país de maneira mais confiável, permitindo o cálculo de vários indicadores de saúde, tais como o coeficiente de mortalidade infantil, materna e perinatal; além das taxas de fecundidade e natalidade5. O SINASC tem como instrumento de coleta a Declaração de Nascido Vivo (DN), um documento individualizado e padronizado em nível nacional que possibilita 8

9 Sistema De Informações Sobre Nascidos Vivos Cavalcante e Penafort a análise dos nascimentos vivos, segundo novas e importantes variáveis (condições gerais do recém-nascido, da mãe e do parto) preenchidas nos hospitais e nas instituições de saúde onde se realizassem os nascimentos, e nos cartórios, em casos de partos domiciliares6. Com o SINASC amplia-se a possibilidade de realizar estudos de bases populacionais, o que torna importante a avaliação de seus dados tanto do ponto de vista quantitativo (cobertura do sistema) como do qualitativo (fidedignidade das informações) de forma que os indicadores calculados reflitam realmente o perfil da população5. Assim, é muito comum a realização de estudos que confrontam os dados oficiais do SINASC com inquéritos domiciliares ou em prontuários para comparar a confiabilidade de seus dados. Este trabalho de pesquisa objetivou coletar estudos que avaliassem o grau de cobertura do SI- NASC e a qualidade das informações registradas na DN. AVALIAÇÃO DO GRAU DE COBERTURA Segundo Barbosa7 a implantação do SINASC pelos estados brasileiros não ocorreu de forma homogênea, o que justifica as diferenças ocorridas no grau de cobertura entre eles, não somente pelo momento em que se iniciou a implantação, mas também, pela velocidade com que, cada um, implanta assim como pelo cuidado com a obtenç ão da informação. Em estudo realizado no município do Rio de Janeiro no período de verificou-se uma cobertura do SINASC bastante elevada, sendo identificado apenas 3,5 de sub-registro de todos os nascimentos ocorridos na cidade5. No Maranhão, em estudo realizado, comparando- -se os resultados de uma pesquisa perinatal e os dados do SINASC para as informações de nascidos vivos em dez maternidades do município de São Luiz, no período de , obteve-se uma baixa cobertura do SINASC de 75,8 8 Os níveis de cobertura estimados por Souza9 em mesoregiões de Minas Gerais, revelou-se um elevado grau de discrepância entre as diversas regiões do estado, indicando que em algumas regiões a cobertura se dá na totalidade dos nascimentos ocorridos (Região Metropolitana de Belo Horizonte), enquanto, em outras o sistema cobriu pouco mais de 50 dos eventos ocorridos (Vale do Jequitinhonha). A cobertura estimada por Mello Jorge6, para municípios do estado de São Paulo, registrou uma excelente cobertura do SINASC com emissão acima de 99,5 de DN na região. As diferenças nos graus de cobertura entre os estudos observados podem refletir o grau de adesão ao Sistema, por parte dos estados brasileiros, ou ainda, como citado por Souza9, uma associação entre resultados deficientes e baixo índice de desenvolvimento, ou seja, nas regiões onde mais se necessitam de estimativas precisas de indicadores que possam subsidiar a elaboração de políticas públicas seriam as que menos informação confiável se possui para tal planejamento. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE Em relação às variáveis associadas ao recém-nascido, segundo Theme Filha et al.5 as variáveis relativas ao recém-nascido apresentam alta taxa de pareamento com a pesquisa perinatal e excelente confiabilidade. As variáveis sexo, peso ao nascer e índice de Apgar no 10 e 50 minuto, mostraram excelentes níveis de concordância. Entretanto, a variável idade gestacional apresentou elevada proporção de ausência de informações (30,2). Silva et al.8,considerou ótimo, o percentual de informações ignoradas (menor que 10) e alto o nível de concordância para sexo do recém-nascido e peso ao nascer. No entanto, para a idade gestacional o percentual de informações ignoradas foi considerado apenas bom (entre 10 e 29,9) e o nível de concordância e confiabilidade para essa variável foi indicado como fraco. Nos resultados obtidos por Souza9, os dados sobre idade gestacional, peso ao nascer e sexo foram consideradas de excelente qualidade com baixo percentual de informações ignoradas (menor que 10). O mesmo autor verificou para o Apgar ao 5º minuto uma maior porcentagem de informação classificada como ignorada do que para o Apgar ao 1º minuto, variando entre 29,3 e 9,4, respectivamente, em uma das mesoregiões mineiras. De uma forma geral as variáveis relativas ao recém- -nascido se mostraram bastante confiáveis entres os diferentes autores, apenas a variável idade gestacional não se mostrou confiável. Segundo Silva et al.8,as discordâncias registradas na idade gestacional podem ser oriundas a problemas descritos de erros na data referida da última menstruação e de uma tendência, ao se preencher o campo da idade gestacional na DN de se atribuir a categoria 37 a 41 semanas a crianças aparentemente a termo levando uma subestimação dos prematuros limítrofes (entre 35 e 36 semanas), além de um elevado percentual de ausência dessa informação nos prontuários médicos. Em relação às variáveis associadas à mãe, as informações relativas à idade materna foram consideradas de excelente qualidade para Mello Jorge et al.6, Mishima et al.10, Souza9, Silva et al.8, Theme Filha et al.5, tanto em relação ao percentual de informações ignoradas quanto ao grau de concordância dos dados. Quanto a escolaridade materna, os resultados obtidos por Silva et al.8 apontam para um percentual bom (19,5) 9

10 Sistema De Informações Sobre Nascidos Vivos Cavalcante e Penafort de informações ignoradas e para um nível de concordância com a pesquisa perinatal considerada sofrível. Classificação. A informação também é compartilhada por Mishima et al.10, que obteve um percentual de informações em branco de 29,3 para esta variável. Para Theme Filha et al.5 e Souza9, o grau de instrução da mãe apresentou concordância excelente e baixo percentual de informações ignoradas (em torno de 3), respectivamente. Essa discordâncias entre os estudos pode ser explicada por um maior interesse na obtenção de informações junto à mãe no ato do preenchimento da DN. Além disso, essa variável torna-se de difícil preenchimento, pois obriga quem está preenchendo a DN a calcular o número de anos de estudos e escolher a opção correta. Ainda para Theme Filha et al.5, das variáveis maternas analisadas a que apresentou menor grau de concordância foi a situação conjugal, o autor alega que um dos principais problemas detectados foi em relação ao tipo de informação verificada, pois a DN solicita o estado civil da mãe, que tem uma conotação legal distinta da pergunta situação conjugal que aborda mais especificamente a questão do suporte familiar (se a mãe possui um companheiro ou não e se vive junto ou não). Souza9 também cita, em sua pesquisa, uma diversidade de percentuais de informações ignoradas para esta variável, variando de 14,4 a 0,8 entre as regiões por ele analisadas. Em relação às variáveis associadas a gestação: Dentre as variáveis da DN analisadas, a informação filhos tidos nascidos mortos e filhos tidos nascidos vivos foi a que apresentou maiores problemas. Silva et al.8 relata que em seus achados o números de filhos nascidos vivos, mortos e abortos obtiveram um percentual de informações ignoradas considerado ruim (acima de 30) e que seu nível de concordância e confiabilidade foi considerado regular. Mishima et al.10 cita um alto percentual de ignorados (32,6) para número de filhos tidos, sem, contudo precisar se a referência era em relação ao total de filhos tidos ou filhos tidos nascidos vivos. Theme Filha et al.5 e Souza9 também apresentaram altas taxas de ausência de informações para essas variáveis, sendo de 57,5 e 40 para filhos tidos nascidos mortos e 34,6 e abaixo de 30 para filhos tidos nascidos vivos, respectivamente. Mello Jorge et al.6 verifica uma concordância de informações de apenas 74,6 para filhos tidos nascidos mortos e aventa a hipótese de estar ocorrendo uma confusão no momento do preenchimento da DN entre os conceitos aborto e nascido morto ou apenas displicência no preenchimento dessa variável. Souza9 justifica ainda que o alto percentual de informações ignoradas para essa variável pode ter ocorrido por se tratar de uma informação retrospectiva, não disponível nos prontuários e que por vezes pode ter ocorrido que as mulheres que não tiveram filhos nascidos mortos tenham sido classificadas como ignoradas ou simplesmente tenha sido deixada a resposta em branco. Contudo a omissão e a baixa confiabilidade desse dado deve ser considerada, pois se trata de uma informação importante no aspecto demográfico para acompanhamento e predição de taxas de fecundidade. A informação número de consultas pré-natais também apresentou problemas de preenchimento. Segundo Theme Filha et al.5 essa variável apresentou falhas tanto do ponto de vista quantitativo, com 47 de ignorados, quanto qualitativo, sendo a confiabilidade considerada apenas boa. Para Silva et al.8 o número de consultas pré-natais apresentou um percentual de informações ignoradas classificado como bom (27,5) e um grau de concordância considerado fraco. Entretanto, Souza9 boa a qualidade dessa informação, sendo que o maior percentual de ignorados, encontrado em sua pesquisa, foi de 6,2. Mais uma vez a discrepância entre os autores indica a pouca importância dispensada a informação. Segundo Mishima et al.10 a omissão dessa variável demonstra ainda a subutilização do cartão da gestante e a falta de integração entre os sistemas de informação da rede ambulatorial e hospitalar. As variáveis tipo de parto, hospital de nascimento e tipo de gravidez apresentaram boa cobertura e ótima concordância de informações entre os diversos autores (Mello Jorge et al., 1993; Mishima et al.10; Souza9; Silva et al.8; Theme Filha et al.5). CONSIDERAÇÕES FINAIS O SINASC é uma importante fonte de dados, anual e em nível municipal, fundamental para o acompanhamento e monitoramento das condições de saúde da população, sendo imprescindível universalizar e melhorar a sistematização da coleta da informações, assim como a disponibilidade dessas informações7. O grau de cobertura apresentado revelou-se, de forma geral bastante positivo, o que significa que, apesar de algumas regiões não terem atingido níveis de excelência, a implantação do sistema já se mostra integrada nos distintos estados brasileiros. Percebe-se que nem todas as variáveis do SINASC quando confrontadas com outras fontes de pesquisa mostraram-se concordantes, e ainda outras, como idade gestacional, escolaridade materna, filhos tidos nascidos mortos e número de consultas pré-natais apresentaram altas taxas de ausência de informações, o que remete a importância de maior conscientização e treinamento e/ ou sensibilização por parte dos profissionais responsáveis por esses registros quanto à relevância desse instrumento, para o planejamento de futuras políticas públicas acertadas. Sendo imprescindível assegurarem a qualidade e 10

11 Sistema De Informações Sobre Nascidos Vivos Cavalcante e Penafort fidedignidade das informações, pois se os dados não expressarem a realidade, num país em que a verba para a saúde já é escassa, fica muito difícil beneficiar os setores que realmente necessitam. REFERÊNCIAS 1. Cardoso AL et al. Sub-registro de nascimentos no município de Centro Novo do Maranhão Rev. Bras. Epidemiologia. 2003; 6(3): Laurentti R et al. Estatísticas vitais: contando os nascimentos e as mortes. Rev. Bras. Epidemiologia. 2005; 8(2): Mello Jorge MHP. et al. Análise dos registros de nascimentos vivos em localidade urbana no Sul do Brasil. Rev. Saúde Pública. 1997; 31(supl. 1): Simões CC. Estimativas da mortalidade infantil por microrregiões e municípios. Brasília: Ministério da Saúde; Theme Filha, MM et al. Confiabilidade do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos Hospitalares no Município do Rio de Janeiro Cad. Saúde Pública. 2004; 20(1): Mello Jorge, MHP et al. Avaliação do Sistema de informação sobre nascidos vivos e o uso de seus dados em epidemiologia e estatísticas de saúde. Rev. Saúde Pública. 1993; 27(supl. 6): Barbosa LM. Avaliação da qualidade de informações do SINASC: níveis e padrões de fecundidade no Nordeste [dissertação]. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais; Silva AAM. et al. Avaliação da qualidade dos dados do sistema de informações sobre nascidos vivos em Rev. Saúde Pública. 2001; 35( supl. 6): Souza LM. Avaliação do sistema de informação sobre nascidos vivos (SINASC) Mesoregiões de Minas Gerais 2000 [dissertação]. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas; Mishima FC. et al. Declaração de nascido vivo: análise do seu preenchimento no município de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.. Cad. Saúde Pública Jan; 15(2): Brasil. Lei da Gratuidade do Registro de Nascimento e Óbito. Lei no. 9534, de 10 de dezembro de Disponível em: Submissão: 10/10/2008 Aceite: 30/12/

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13 Estabilidade Da Coluna Lombar - Uma Revisão Crítica Da Teoria Proposta Por Manohar Panjabi Fabianna R esende de Jesus-Mor aleida I Mariana Angélica Peixoto de Souza II Sérgio Teixeir a da Fonseca III RESUMO A dor lombar é uma condição prevalente na população, podendo implicar em prejuízos na funcionalidade dos indivíduos. A instabilidade da coluna vertebral tem sido reportada como uma das causas mais importantes de episódios de dor lombar e, diante disso, diversas teorias têm sido propostas para explicar o funcionamento do sistema de estabilização do segmento lombo-pélvico. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão crítica da literatura relacionada à hipótese de Manohar Panjabi sobre a integração dos subsistemas de estabilização da coluna lombar e a implicação no controle deste segmento e no desenvolvimento da dor e da incapacidade. De acordo com o autor, o sistema de estabilização da coluna seria composto pela integração de três subsistemas: a estrutura da coluna em si, os músculos espinhais e o controle neural; e a harmonia entre estes sistemas seria responsável por gerar a estabilidade desejada da coluna vertebral em uma zona considerada neutra da articulação. Neste artigo são apresentadas e discutidas limitações dessa teoria, considerando que a estratégia proposta poderia gerar altas demandas fisiológicas e cargas compressivas para o sistema vertebral. Palavras-chave: Dor lombar. Coluna vertebral. Instabilidade articular. ABSTRACT Low back pain is one of the most prevalent conditions in population, being associated with significant disability. The instability of the spine has been reported as a major cause of episodes of back pain, and several theories have been proposed to explain the stabilization of the lumbar spine segment. The objective of this study was to critically review the literature related to the hypothesis of Manohar Panjabi on the integration of subsystems for lumbar spine stability and the implication in control of this segment and the development of pain and disability. According to the author, the spinal stabilization system would be composed by the integration of three subsystems: the structure of the column itself, the spinal muscles and the neural control of them, and harmony between these systems would be responsible for generating the desired stability of the spine around a neutral zone of the joint. This article presents and discusses the limitations of this theory, considering that the proposed strategy could generate high demands and physiological compressive loads to the vertebral system. Key words: Low back pain. Spine. Joint instability INTRODUÇÃO A dor lombar é uma das condições mais prevalentes na população mundial, atingindo pessoas de diferentes idades e ambos os sexos, também pode promover a incapacidade de locomoção dos individuos dela acometidos, implicando em prejuízos nas atividades e participação social, além dos prejuizos relacionados ao afastamento do trabalho e às medidas de tratamento dessa condição. 1 A instabilidade da coluna vertebral tem sido reportada como uma das causas mais importantes de episódios de dor lombar. 2-4 Uma das definições de instabilidade da coluna vertebral é a perda da habilidade da coluna em manter seus padrões de deslocamento sob cargas fisiológicas para não haver déficits neurológicos, deformidades ou dor incapacitante. 2 Os achados clínicos e científicos relacionados à Dor Lombar Crônica (DLC) I Fisioterapeuta. Doutoranda em Ciências da Reabilitação pela Universidade Federal de Minas Gerais. II Fisioterapeuta. Doutoranda em Ciências da Reabilitação pela Universidade Federal de Minas Gerais. III Fisioterapeuta. Professor Associado do Departamento de Fisioterapia, da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais 13

14 Estabilidade Da Coluna Lombar Moraleida, Souza e Fonseca de natureza não específica ou mecânica associados a essa perda são caracterizados por disfunções no recrutamento neuromuscular, déficit de resistência muscular e alterações relacionadas a tecidos inertes dos segmentos vertebrais. 5-7 Por se tratar de uma alteração de natureza multifatorial, causas exatas para a ocorrência da disfunção lombar, ainda não foram provadas. Nesse sentido, diversas teorias têm sido desenvolvidas ao longo dos anos, no intuito de formular hipóteses que definam o funcionamento do sistema de estabilização do segmento lombo-pélvico e o papel de cada um de seus elementos, no controle de movimento desta região. Além disso, a alteração do papel estabilizador desses elementos tem sido investigada como fator desencadeador da origem de dor, disfunção lombar e na perpetuação dessas alterações Como resultado dessa busca, um modelo de estabilização da coluna vertebral foi proposto em 1992 por Panjabi, 8 constituindo-se de três subsistemas: a coluna vertebral, os músculos espinhais e a unidade de controle neural. A integração desses subsistemas seria responsável pela manutenção da estabilidade da coluna vertebral, e muitas pesquisas clínicas em fisioterapia com pacientes com DLC tem sido elaboradas baseando-se neste modelo. Considerando a importância da compreensão dos fatores envolvidos na estabilidade da coluna vertebral e sua relevância no contexto da prática clínica em fisioterapia, o objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão crítica da literatura relacionada à hipótese de Panjabi sobre a integração dos subsistemas de estabilização da coluna lombar e a implicação da integridade nestes sistemas no controle deste segmento e no desenvolvimento de dor e incapacidade. TEORIA DE ESTABILIDADE DA COLUNA VERTEBRAL PROPOSTA POR MANOHAR PANJABI Para este intento investigativo, buscou-se artigos científicos na base de dados PubMed mediante os descritores spinal stabilility, lumbar stability e low back pain e suas variações, tendo como autor ou co-autor Manohar Panjabi, sendo selecionados 10 estudos, publicados entre os anos 1992 e Os principais achados são comentados a seguir, discutindo-se a hipótese de estabilidade da coluna lombar, os mecanismos desencadeadores de instabilidade e dor e sua implicância para a fisioterapia. A estabilidade da coluna vertebral é provida pela coluna espinhal e pela coordenação precisa dos músculos ao redor deste segmento. O sistema de estabilização da coluna seria, então, a integração de três subsistemas: a estrutura da coluna em si, provendo estabilidade intrínseca; os músculos espinhais, provendo a estabilidade dinâmica e o controle neural, responsável pela avaliação e determinação dos requerimentos para resposta coordenada dos músculos. 2,8 A harmonia perfeita entre esses sistemas, seria responsável em estabelecer a estabilidade desejada da coluna vertebral. Sob essa perspectiva, a coluna vertebral possui duas funções principais. A primeira, estrutural, é o fornecimento de rigidez à coluna. Outra função é a de transdutora, prover informação necessária para a coordenação de movimentos e regulação de cargas neste segmento por parte da unidade neuromuscular, auxiliando na geração de estabilidade por meio desse sistema. 2 Manohar Panjabi publicou diversos estudos, nos quais foi retirada a pesquisa sobre a contribuição das estruturas passivas da coluna vertebral na estabilidade segmentar, preconizando-se a hipótese de que a coluna seja flexível em cargas baixas e tenha sua rigidez aumentada com o aumento da carga sobre ela. Para verificar o comportamento da coluna, foram sugeridos dois parâmetros: a zona neutra e a amplitude de movimento. A zona neutra é definida como a parte da amplitude de movimento em que há resistência mínima à movimentação intersegmentar nas estruturas passivas em torno da articulação, sendo o aumento desta zona uma indicação de uma coluna espinhal menos estável, segundo a hipótese proposta. Utilizando a analogia ball-in-a-bowl (bola em uma vasilha) para a curva de deslocamento/carga, a coluna vertebral apresenta amplitude de movimento e zona neutra dentro de limites normais a bola se move livremente na zona livre de dor. 2,15 Estruturas passivas teriam papel fundamental na determinação desta zona 13 e, de acordo com Panjabi, 5 estruturas passivas lesionadas, como discos ou facetas, levariam a um aumento desta zona, o que poderia acarretar perda de estabilidade segmentar. Para redução ativa da zona, entraria o papel estabilizador das estruturas dinâmicas (músculos). Panjabi 16 demonstra no estudo, em modelo animal, que na coluna cervical, na ausência de músculos, as estruturas passivas tem a capacidade de estabilizar o sistema em apenas 20. Assim, de acordo com o autor, o subsistema neuromuscular se tornaria responsável por grande parte da estabilização mecânica da coluna vertebral em relação à referida zona neutra. 13,14 Os músculos produziriam uma diminuição desta zona, o que implicaria, segundo esta hipótese, em maior rigidez da coluna e, por consequência, maior estabilidade da mesma. Para sustentar essa hipótese, Panjabi et al. (2003) 2 argumentam que não apenas a área de secção transversa dos músculos ao redor das articulações espinhais é maior, quando comparada com a área óssea e ligamentar, assim como os músculos locais têm braços de alavanca mais significativos do que as estruturas passivas ao redor da coluna, o que os torna mais habilitados para controlar de 14

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