UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA YURI RAFAEL DOS SANTOS FRANCO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA YURI RAFAEL DOS SANTOS FRANCO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA YURI RAFAEL DOS SANTOS FRANCO EFETIVIDADE DA ADIÇÃO DA CORRENTE INTERFERENCIAL AO MÉTODO PILATES NA DOR LOMBAR CRÔNICA NÃO ESPECÍFICA: ESTUDO CONTROLADO ALEATORIZADO SÃO PAULO 2014

2 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA YURI RAFAEL DOS SANTOS FRANCO EFETIVIDADE DA ADIÇÃO DA CORRENTE INTERFERENCIAL AO MÉTODO PILATES NA DOR LOMBAR CRÔNICA NÃO ESPECÍFICA: ESTUDO CONTROLADO ALEATORIZADO Dissertação apresentada ao Programa de Mestrado e Doutorado em Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo, como requisito para obtenção o título de Mestre, sob a orientação do Prof. Dr. Richard Eloin Liebano e Co-orientação da Profa. Dra. Cristina Maria Nunes Cabral. SÃO PAULO 2014

3 YURI RAFAEL DOS SANTOS FRANCO EFETIVIDADE DA ADIÇÃO DA CORRENTE INTERFERENCIAL AO MÉTODO PILATES NA DOR LOMBAR CRÔNICA NÃO ESPECÍFICA: ESTUDO CONTROLADO ALEATORIZADO Banca Examinadora: Data: 24/02/2014 Prof. Dr. Richard Eloin Liebando Universidade Cidade de São Paulo Prof. Dr. Nivaldo Parizotto Universidade Federal de São Carlos Profa. Dra. Sandra Alouche Universidade Cidade de São Paulo

4 Um homem tem sucesso se sai cedo, vai dormir à noite e nesse meio tempo faz aquilo que mais gosta. Bob Dylan

5 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, pelo dom da vida, pela saúde e coragem de sair e enfrentar o mundo todos os dias. Agradeço aos meus pais, Sérgio e Adriana Franco, que sempre me apoiaram nessa jornada, sem medir esforços e sempre tranquilizando nos momentos de angústia. Obrigado e essa vitória é de vocês, também. Ao meu irmão, Sérgio Victor, pelo apoio e espero que sirva de exemplo, pois sei que você tem um futuro brilhante pela frente. Amo vocês! A minha noiva, Katherinne Ferro, por estar comigo nessa jornada. São 7 anos de convivência e três anos lado-a-lado, compartilhando das mesmas correrias e loucuras. Te amos e sei que esse é só mais um passo dos infinitos que vamos caminhar juntos. Aos meu sogros, Moura e Glória, pela confiança e torcida por nós aqui nessa selva de pedras. Amo vocês! A excelente co-orientadora Profa. Dr. Cristina Cabral, que além de nos ajudar metodologicamente tem um papel da mãezona. Obrigado por fazer parte da minha carreira e saiba que aprendi muito com você, chefa, mesma com todo o seu trauma (hahaha...). Ao grande orientador Prof. Dr. Richard Eloin Liebano, com que aprendi muito e fez despertar um interesse muito grande pela área da Eletrotermofototerapial Obrigado pelos momentos de aprendizado e também de muitas risadas no laboratório. Será uma pessoa em que irei me inspirar profissionalmente para chegar ao máximo sem perder a credibilidade e a humildade. Aos amigos que consegui cultivar nesse período de coleta, Naiane Teixeira, Gisela Myiamoto e Matheus Oliveira. Tenho certeza que sem vocês esse trabalho não teria chegado ao fim. Obrigado pela dedicação e alegria, pois os dias passavam mais rápidos com vocês. Aos professores do programa de mestrado, tenho certeza que carrego um pouco de cada ensinamento de vocês. Obrigado pela oportunidade. Aos funcionários da clínica de Fisioterapia da Unicid, pela atenção e acolhimento dos nossos pacientes. Aos pacientes por terem cedido seu tempo e sua confiança em nosso trabalho para que pudéssemos ajuda-los e assim chegar aos resultados desse trabalho. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estados de São Paulo (FAPESP) pelo financiamento desse estudo e ao CNPQ/PROSUP pelo financiamento das mensalidades do meu mestrado.

6 SUMÁRIO RESUMO... i ABSTRACT... iii INTRODUÇÃO... 1 OBJETIVOS... 7 MÉTODOS... 8 Desenho do Estudo... 8 Local e Participantes... 8 Aleatorização e Alocação Secreta... 9 Intervenções... 9 Avaliação dos desfechos clínicos Análise Estatística RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO 1. Aprovação no Comitê de Ética e Pesquisa ANEXO 2. Apostila com os exercícios utilizados... 41

7 i RESUMO A dor lombar crônica não específica é uma afecção musculoesquelética que tem seu tempo de duração um período maior que 12 semanas. Atualmente, existem diretrizes que direcionam a prática clínica e mostra que para esse tipo de doença o tratamento indicado são os exercícios supervisionados. Porém, não mostra qual é o melhor exercício para ser feito. A fisioterapia tem diversas modalidade de exercícios, dentre eles os do método Pilates, que tem respaldo científico para redução da dor nesse grupo de pacientes. Um outro recurso muito utilizado na fisioterapia são as correntes analgésicas, como exemplo temos a Corrente Interferencial, que tem como principal objetivo o alívio da dor, porém, esses resultados não se mantem em um longo período de tempo, similar ao efeito do método Pilates. Atualmente, não existem estudos que façam a associação entre essas duas técnicas, afim de mostrar um maior efeito quando comparados com o uso isolado de cada uma delas. Com isso, o presente estudo teve como objetivo avaliar a efetividade da adição da corrente interferencial aos exercícios do método Pilates no tratamento para pacientes com dor lombar crônica. Trata-se de um ensaio clínico controlado aleatorizado, com 148 pacientes avaliados por um avaliador cedo em três momentos distintos (baseline, 6 semanas após a aleatorização e 6 meses após a aleatorização), para os desfechos intensidade da dor, incapacidade específica, efeito global percebido e limiar de dor por pressão, que foi avaliado apenas, nos dois primeiros momentos. Após a avaliação os pacientes foram submetidos a aleatorização onde existiam dois grupos o Eletropilates Ativo (corrente interferencial ativa + exercícios do método Pilates) e o Eletropilates Placebo (corrente interferencial placebo + exercícios do método Pilates). O protocolo de tratamento teve duração de seis semanas, com três sessões por semana.

8 ii Com isso, os resultados mostram que não houve diferença estatisticamente significante em nenhum dos desfechos avaliado, após seis semanas e seis meses de tratamento. Entretanto, os dois grupos obtiveram uma melhora significante entre os momentos avaliados. Como limitação é possível citar o não cegamentos de todos os terapeutas, pela natureza da intervenção e a falta de um grupo com intervenção feita apenas pelos exercícios do método Pilates, afim de verificar o real efeito do placebo. Com isso, é possível concluir que a corrente interferencial, seja ela ativa ou placebo, quando associada a um tratamento com o método Pilates, para pacientes com dor lombar crônica não específica, não mostra diferença significante para dor, limiar de dor por pressão, incapacidade específica e no efeito global percebido, a curto e médio prazo.

9 iii ABSTRACT The chronic non-specific low back pain is a musculoskeletal disorder that lasts longer than 12 weeks. Currently, there are guidelines that direct clinical practice and show that supervised exercises are indicated as a useful tool to treat chronic low back pain. However, so far it is unknown which is the best type of exercise to be done. Physical therapy has various types of exercises, including the Pilates method, which has scientific support for reducing pain in this group of patients. Another feature often used in physical therapy are the analgesic electrical currents, such as the interferential current, which has the main objective of relieving pain, however, these results are not maintained for a long period of time, similar to the effect of the Pilates method. Currently, there are no studies that make the association between these two techniques in order to show if there is a greater effect when compared to the isolated use of each one. Thus, this study aimed to evaluate the effectiveness of the addition of the interferential current to the Pilates method of exercise in the treatment of patients with chronic low back pain. This is a randomized controlled trial with 148 patients evaluated by an blind evaluator at three different times (baseline, 6 weeks after randomization and 6 months after randomization) for the outcomes: pain intensity, disability specific, global effect perceived, and pressure pain threshold, which has been recorded only in the first two time points. After evaluation patients were randomized into two groups: the Eletropilates active (active interferential current + Pilates exercises) and the Eletropilates placebo (placebo interferential current + Pilates exercises). The treatment protocol lasted six weeks with three sessions per week.

10 iv The results showed no statistically significant difference in any of the outcomes assessed after six weeks and six months of treatment. However, the two groups had a significant improvement between periods evaluated. As a study limitation we can cite the lack of blinding of all therapists, due the nature of the interventions and the lack of an intervention group performing only Pilates exercises, in order to verify the actual effect of placebo. Thus, we conclude that the interferential current, either active or placebo, when added to treatment with the Pilates method, for patients with chronic non-specific low back pain, does not show significant differences for pain, pressure pain threshold, disability specific, and global perceived effect in the short and medium term.

11 1 INTRODUÇÃO A dor lombar é caracterizada por uma dor ou desconforto localizado na região entre a margem das últimas costelas e as pregas glúteas inferiores, podendo estar ou não associada a sintomas referidos para os membros inferiores 1. A classificação dessa afecção pode ser feita de acordo com a duração, sendo aguda a que tem duração de até seis semanas, a subaguda, que apresenta seus sintomas entre seis e 12 semanas, ou a crônica, com duração superior a 12 semanas 1. Porém, o uso da classificação temporal tem um aspecto mais acadêmico 2-4 já que a dor lombar é uma doença recorrente na maioria dos casos 4, 5. Outra forma de classificar a dor lombar é de acordo com sua etiologia, em afecções espinhais específicas (neoplasias e infecções, entre outros), dor radicular por compressão de raiz nervosa, ou dor lombar não específica, caracterizada por dor mecânica de origem musculoesquelética, que pode estar relacionada com tensão ou disfunção mecânica, mas também pode se desenvolver espontaneamente, não sendo atribuível a nenhuma doença específica 1, 6. Essa última classificação, corresponde a aproximadamente 95% do total de casos de dor lombar 7. A prevalência da dor lombar não específica é um aspecto sobre o qual ainda não há consenso, porém, a literatura atual mostra que a prevalência global, sem levar em conta o período avaliado, é estimada em 31%, já a prevalência pontual média é de 18,3%, e a prevalência em 1 ano é de 38%, onde mulheres na faixa etária entre 40 e 80 anos são as mais acometidas 8. Esses valores de prevalência parecem altos, porém ao se analisar o prognóstico da dor lombar crônica não específica, podem ser considerados moderadamente favoráveis. Os valores acerca desse tópico são de que, aproximadamente, 35% dos pacientes se recuperam em nove meses, evoluindo para 41% ao final de 12 meses 9. Outro dado relevante é

12 2 relacionado ao tempo de cronicidade, que tem uma característica inversamente proporcional a dor e incapacidade, ou seja, quanto menor for o tempo em quadro crônico, maior será a melhora com relação a dor e incapacidade em pessoas com dor lombar crônica 10. Fatores psicossociais como depressão, medo da dor e de se movimentar, dor em alta intensidade e baixas expectativas de melhora 4 parecem mostrar um papel prognóstico mais importante que fatores físicos para desenvolvimento de uma dor persistente Esses dados são importantes, pelo fato de a dor lombar ser uma doença de grande impacto econômico, gerando um gasto estimado de 84,1 a 624,8 bilhões de dólares com esta condição nos Estados Unidos, entre custos diretos e indiretos 15. Além disso, é a principal afecção responsável por deixar seus portadores com mais anos vividos com incapacidade 16. O tratamento ideal para dor lombar tem trazido diversas referências, dentre elas o uso de mobilizações articulares, que atualmente tem mostrado fortes evidências para sua aplicação 4. O uso de uma educação detalhada acerca do quadro da doença e, também, a indicação de repouso, tem que ser evitados afim de que o risco ligado ao medo da dor aumente. A educação para esse tipo de paciente tem uma evidência moderada para quando se enfatizam as explicações voltadas à percepção de dor e ao prognóstico favorável dessa doença para que o paciente consiga retomar o mais rápido possível as suas atividades de vida diária. Aliado a isso, as evidências recentes mostram que a terapia com exercícios é mais eficaz para reduzir a dor e a incapacidade do que os tratamentos passivos, controle ou placebo a curto prazo, e mais eficaz que tratamento médico, através de medicamentos analgésicos a médio prazo (de três a seis meses) 1. Por esse motivo o tratamento com exercícios supervisionados é considerado o tratamento de primeira linha para esse tipo de paciente 1. Com relação ao tipo de exercício que deve ser

13 3 utilizado, ainda não existe uma recomendação sobre qual é melhor para ser realizado, sendo eles exercícios aeróbicos, de controle motor, força e resistência da musculatura do tronco, entre outros 1, 4. A fisioterapia dispõe de inúmeras técnicas de exercícios e entre esses existem os exercícios do método Pilates. Esse método tem como marco de criação a década de 1920, através do seu criador Joseph Hubertus Pilates 17. Após sua morte, aconteceram algumas pequenas alterações tanto no acréscimo de exercícios como na forma de realização, estruturando-os em níveis de progressão. O método Pilates tem embasamento em seis princípios básicos, que são: Concentração, Controle, Centralização, Movimento fluido, Precisão e Respiração Dentre esses a centralização é o que mais se destaca, pois tem como característica a contração do power house, de forma isométrica. O power house é formado pela musculatura abdominal anterior (transverso abdominal, obliquo externo, obliquo interno e reto abdominal), abdominal posterior (multífido, eretores da espinha e quadrado lombar), flexores do quadril (iliopsoas, reto femoral, sartório, tensor da fáscia lata e os músculos adutores mais anteriores), extensores do quadril (glúteo máximo, isquiotibiais e porção posterior do adutor magno) e a musculatura do assoalho pélvico (elevador do ânus, coccígeo e perineais transversais superficiais e profundos) 18. Atualmente, existem duas vertentes para o método. O método Clássico ou Tradicional que é caracterizado pelos exercícios propostos por Joseph Pilates, em que existem poucas modificações para cada paciente ou problema que ele possa apresentar, além dos exercícios serem realizados com a coluna vertebral retificada 17. O Pilates moderno, também conhecido como método modificado, pode ser realizado com segurança por praticantes lesionados. Usa os princípios do método com uma

14 4 introdução mais gradual ao movimento, ênfase na compreensão do corpo e melhora da consciência corporal, associado à respiração, objetivando trabalhar os músculos corretos e eliminar a tensão nas áreas com sobrecarga. O grande diferencial dessa vertente está na adaptação às necessidades específicas de cada praticante 17. Com isso, o método Pilates modificado é frequentemente indicado para pacientes com dor lombar, exatamente pelo seu enfoque na ativação dos músculos estabilizadores do tronco e da região lombar 19, 20, os quais podem estar com sua ativação inibida 19, Ultimamente, existem várias revisões sistemáticas que avaliam a eficácia do método Pilates no tratamento de pacientes com dor lombar crônica, porém não há um consenso entre elas Porém, uma revisão sistemática 26 mais recente, observou-se que o método Pilates é superior a cuidados habituais e atividades físicas na melhora da dor e incapacidade em curto prazo. No entanto, um resultado que ainda aparece conflitante em sua conclusão é sobre a melhora ser similar a outros tipos de exercícios e massagem terapêutica. No tocante a atividade física sabe-se que existem graus de dificuldade durante a realização dos exercícios. O mesmo é visto para o método Pilates, ainda mais quando se analisam pacientes que tenham alguma afecção dolorosa como por exemplo a dor lombar, que têm suas limitações aumentadas pelo medo de uma nova crise dolorosa 27. Quando o terapeuta se encontra a frente dessa situação o uso de corrente analgésicas pode ser uma solução. Uma das correntes que é utilizada para essa finalidade é a corrente interferencial (CI), que tem como característica ser uma corrente elétrica alternada de média frequência, com amplitude modulada em baixa frequência, produzida pela interferência de duas correntes de média frequência ligeiramente fora de fase 28.

15 5 Para explicar como a CI influencia na modulação da dor, existem algumas teorias propostas pela literatura, porém sem nenhum consenso 29, 30. Dente essas, a mais aceita é a teoria das comportas da dor 31, que propõe que a estimulação das fibras aferentes de grande diâmetro (Aβ) promove a ativação de circuitos locais inibitórios do corno dorsal da medula espinal e, consequentemente, previne que os impulsos de dor transportados por fibras de pequeno diâmetro (C e Aδ) alcancem os centros superiores 32. Os estimuladores clínicos de CI atuais, permitem o ajuste de diversos parâmetros de estimulação, como a frequência da corrente portadora, que tem como característica a frequência tomada como base para o tratamento, e é escolhida de acordo com o objetivo que se quer alcançar com o paciente. Para casos em que se queira alcançar a analgesia, a mais utilizada é de 4 KHz. A frequência de modulação da amplitude (amplitude-modulated frequency, AMF) é a modulação de baixa frequência que é utilizada na aplicação da corrente e está ligada ao efeito que se deseja obter, dependendo do quadro clínico do paciente 33. O delta de frequência (ΔF) ou frequência de varredura (sweep) é a variação de frequência acrescida a AMF para minimizar o efeito de habituação sensorial 29, o slope ou sweep mode e tempo de aplicação também são modificados de acordo com o quadro do paciente 31. Além desses parâmetros, pode-se ajustar também a técnica de aplicação dos eletrodos, em tetrapolar ou bipolar 33. Estudos mostram que correntes elétricas analgésicas atuam diminuindo a dor de pacientes com dor lombar crônica independente de ser de baixa ou de média frequência Uma revisão sistemática 38 incluiu estudos que avaliaram a corrente interferencial em pacientes com dores crônicas, incluindo a dor lombar, e concluiu que o uso da CI associado à massagem, tração e terapia horizontal é mais eficaz do

16 6 que o uso de placebo. No entanto, não há nenhum estudo na literatura que compare o efeito da CI associada com uma terapia de exercícios. Todavia, ao se pensar em eletro analgesia, tem-se a estimulação elétrica neuromuscular transcutânea (TENS) como referência para alívio de dor 39. Porém, quando se compara o uso da CI com a TENS, ambas se mostram eficientes imediatamente após a aplicação da técnica, assim como no acompanhamento após o tratamento em modelos de dor induzida experimentalmente em participantes saudáveis e em pacientes com dor lombar crônica não específica Porém, sugere-se que os efeitos analgésicos da CI sejam mais duradouros 40. Sendo assim, a ideia da utilização prévia da CI, afim de gerar analgesia, poderia otimizar a execução dos exercícios do método Pilates e consequentemente colaborar para melhora superior do quadro clínico em pacientes com dor lombar crônica. Esse dado é de extrema importância pois o uso de correntes analgésicas é feito amplamente na prática clínica do fisioterapeuta, porém ainda não há consenso sobre seu efeito em pacientes com dores crônicas, por falta de estudos de alta qualidade metodológica. Além disso, não foi investigado em nenhum estudo publicado até o momento o efeito dessa corrente associada a uma terapia por exercícios, no qual o método Pilates está inserido.

17 7 OBJETIVOS Sendo assim, o objetivo desta dissertação de mestrado é avaliar a efetividade da adição da corrente elétrica alternada de média frequência ao método Pilates em pacientes com dor lombar crônica não específica em curto e médio prazo.

18 8 MÉTODOS Desenho do Estudo Trata-se de um estudo controlado aleatorizado de dois braços com avaliador cego, realizado no Brasil. Teve aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Cidade de São Paulo (CAAE ), visto no Anexo 1. Obteve financiamento através Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP 2013/ ) e com registro prospectivo no ClinicalTrials (NCT ). O protocolo desse estudo foi previamente publicado 43. Local e Participantes O tratamento aconteceu na clínica escola de fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID), São Paulo, Brasil, em um período de nove meses, entre outubro de 2013 e junho de Para o estudo foram selecionados pacientes sedentários de ambos os gêneros, que apresentavam dor lombar crônica não específica, com no mínimo três meses de duração dos sintomas, que possuíam idade entre 18 e 80 anos e intensidade da dor igual ou maior que 3 avaliada pela Escala Numérica de Dor (0-10 pontos) 44. Os pacientes excluídos apresentaram alguma contraindicação ao exercício físico, avaliado pelo Physical Activity Readiness Questionnaire (PAR-Q) 45, gravidez, doenças graves da coluna vertebral (como fraturas, tumores e doenças inflamatórias), dor lombar por compressão de raiz nervosa, infecção e/ou lesões de pele no local de aplicação da corrente, câncer, marca-passo cardíaco, alterações de sensibilidade ou alergia na região de posicionamento dos eletrodos, que tivessem se submetido previamente a cirurgias

19 9 da coluna, realizado tratamento fisioterápico para dor lombar crônica nos últimos seis meses e que estivessem regularmente envolvidos com o método Pilates. Aleatorização e Alocação Secreta A aleatorização foi realizada utilizando o software Microsoft Excel for Windows, que gerou números aleatórios, sendo o responsável por esse procedimento um pesquisador que não teve envolvimento no recrutamento e tratamento dos pacientes. A alocação foi secreta e selada em envelopes opacos com sequências consecutivamente numeradas. Todos os pacientes passaram, primeiramente, por uma avaliação, sendo os elegíveis encaminhados para o fisioterapeuta responsável pela aplicação da CI, onde era feita a distribuição entre os dois grupos de tratamento. Intervenções Os pacientes desse estudo foram divididos em dois grupos, distintos, sendo eles: Grupo Eletropilates Ativo, que foi o grupo que realizou a aplicação da corrente interferencial ativa, associado a um programa de exercícios do método Pilates modificado; e Grupo Eletropilates Placebo, que realizou a aplicação da corrente interferencial placebo, associado a um programa de exercícios do método Pilates modificado. O tratamento oferecido aos pacientes foi de três vezes por semana, durante seis semanas, totalizando 18 sessões. O protocolo constava de dois momentos, nas primeiras duas semanas, os pacientes eram submetidos apenas à aplicação da corrente interferencial por 30 minutos, fosse ela ativa ou placebo, com a intenção de promover uma redução do quadro doloroso que poderia facilitar a

20 10 execução dos exercícios. O protocolo tinha sequência com mais quatro semanas, onde acontecia a associação dos exercícios do método Pilates, com duração de 40 minutos, após a aplicação da corrente interferencial. O uso da corrente interferencial foi intermediado através de um gerador de correntes alternadas de média frequência (Neurovector) da Indústria Brasileira de Equipamentos Médicos (IBRAMED, São Paulo SP, Brasil). Para os dois grupos foram empregados os mesmos padrões, sendo o modo de aplicação bipolar, com dois canais na região da dor 46, com os seguintes parâmetros: frequência da corrente portadora de 4 khz; AMF = 100 Hz; Delta F = 50 Hz; slope de 1:1, durante 30 minutos 47. O terapeuta designado para a aplicação da eletroterapia foi diferente do responsável pelo tratamento com método Pilates. No grupo Eletropilates Ativo, o fisioterapeuta responsável pelo tratamento aumentou a amplitude da corrente até que o paciente relatasse sentir um formigamento forte, porém confortável. A cada cinco minutos, o fisioterapeuta questionava o paciente se a sensação de formigamento forte, porém confortável era mantida. No caso de diminuição da sensação da corrente, sua amplitude foi aumentada até que o paciente alcançasse a sensação anterior 48. Já no grupo Eletropilates Placebo, o aparelho foi ligado e todos os parâmetros foram ajustados como no grupo Eletropilates Ativo, porém a amplitude da corrente não foi aumentada (o que fazia com que a corrente não passasse na área tratada), e após os 30 minutos previamente programados, o aparelho emitia o mesmo sinal sonoro que a corrente ativa, indicando o término da aplicação da corrente. O fisioterapeuta responsável pela eletroterapia perguntou como o paciente estava se sentindo a cada cinco minutos, assim como no grupo Eletropilates Ativo, porém sem aumentar a amplitude da corrente.

21 11 Passadas as duas primeiras semanas, os pacientes dos dois grupos foram submetidos a um programa de exercícios específicos do método Pilates modificado, que foram executados utilizando o solo e os aparelhos Cadillac, Reformer, Ladder Barrel e Step Chair (Metalife, São José SC, Brasil). Na primeira sessão do método Pilates, os pacientes receberam orientações quanto aos princípios do método e foram treinados para contração isométrica dos músculos que compõem o power house, como o transverso do abdome, multífidos e assoalho pélvico, associada à expiração. Essa contração foi solicitada durante a realização de todos os exercícios com a finalidade de estabilizar a coluna lombar 18, 49. Os exercícios tiveram três níveis de dificuldade, que podiam variar entre básico, intermediário e avançado, como pode ser visto no Anexo 2.. A avaliação do nível de dificuldade foi feita de forma individual e a evolução dos exercícios dependia da facilidade em executar os exercícios por 10 repetições sem que houvessem compensações posturais 50, 51. Os exercícios foram realizados respeitando a individualidade de cada paciente. A intervenção pelo método Pilates foi oferecida por dois fisioterapeutas com quatro anos de experiência no método, que foram cegos em relação ao tipo de eletroterapia que o paciente recebeu antes dos exercícios, se ativa ou placebo. Avaliação dos desfechos clínicos Os pacientes foram avaliados por um avaliador cego, com treinamento prévio e experiência na área, para confirmação dos critérios de elegibilidade, obtenção de dados demográficos e antropométricos e outras informações, como uso de medicamentos para a dor ou realização de outros tratamentos para dor lombar. Durante o período do estudo, os pacientes puderam usar os medicamentos

22 12 habitualmente utilizados, pois esse dado foi monitorado na reavaliação de seis semanas e de seis meses. As avaliações dos desfechos primários e secundários foram realizadas em três momentos: baseline, follow-up de seis semanas e follow-up de seis meses após a aleatorização, exceto o limiar de dor por pressão que foi avaliado apenas no follow-up de seis semanas. Nas duas últimas avaliações os pacientes foram orientados a não fornecer informações sobre o tratamento para o avaliador. A intensidade da dor também foi avaliada antes e após a aplicação da corrente interferencial e após a realização dos exercícios do método Pilates, a cada sessão, pelos terapeutas responsáveis pelos exercícios do método Pilates, com o objetivo de investigar a ação analgésica imediata da corrente e dos exercícios. Dentre os desfechos primários, um deles foi a intensidade da dor que foi avaliada pela Escala Numérica da Dor, uma escala numérica de 11 pontos (0 a 10), onde 0 corresponde a nenhuma dor e 10 equivale a pior dor possível. Na avaliação e reavaliações, o paciente indicou uma média de dor na última semana 52. Já na avaliação antes e após cada sessão, o paciente foi questionado sobre a dor que estava sentindo no momento. Dando sequência nos desfechos primários, para mensurar o limiar de dor por pressão, foi utilizado o algômetro digital de pressão Somedic (Somedic Inc., Hörby, Sweden), que é um aparelho que mensura a pressão e/ou força para se obter o valor do limiar de dor por pressão (pressure pain threshold, PPT). Antes do início das coletas o avaliador passou por um estudo de confiabilidade intra-examinador para mensurar os dados do PPT nos pontos que foram utilizados no estudo. A confiabilidade intra-examinador foi calculada para o músculo tibial anterior e para os músculos na região lombar através dos coeficientes de correlação intraclasse (ICC),

23 13 chegando a um valor de 0,85 e 0,99, respectivamente. Esse dado tem sua importância por demonstrar que o avaliador tem uma reprodutibilidade muito boa em seus momentos de avaliação A área avaliada passou por uma higienização com álcool. Depois desse procedimento, foram feitas demarcações para realização da algometria. O participante foi posicionado sentado em uma cadeira sem encosto. Os primeiros pontos foram a 5 cm do processo espinhoso de L3, bilateralmente 56, e os demais pontos a 5 cm do processo espinhoso de L5, bilateralmente 57. O local para aferição do limiar foi feito no músculo tibial anterior do membro inferior direito, a fim de ter um controle 58, 59. Para mensuração da PPT, a sonda circular do algômetro, que tem 1 cm² de área, foi posicionada com um ângulo de 90 na pele e foi colocado uma pressão de 50 kpa/s de velocidade, aproximadamente. A orientação dada ao paciente foi de apertar o botão quando a sensação de pressão ou desconforto for nítida de dor. Para o estudo foram feitas três repetições das medidas em cada ponto com um intervalo de 30 segundos entre elas 60. A média das três medidas foi utilizada para análise dos dados. Para compreensão dos testes foram realizadas duas demonstrações do procedimento na musculatura extensora do antebraço do membro dominante. Quando surgiu alguma dúvida foi feita uma terceira demonstração. Em casos em que o paciente não relatou dor a uma pressão de 1000 kpa, foi feita uma interrupção no teste e esse valor foi adotado como o PPT. Dentro os desfechos secundários, o efeito global percebido foi avaliado através da Escala de Percepção do Efeito Global onde o paciente compara o início dos sintomas com os últimos dias. Essa escala é composta de 11 pontos, que varia de -5 a 5, em que -5 significa extremamente pior, 0 indica que não houve modificação dos sintomas e 5 significa que o indivíduo sente se completamente recuperado. Quanto maior a pontuação, maior a recuperação da condição 52. Para

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG

MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 MODIFICAÇÕES NA FLEXIBILIDADE E NA FORÇA MUSCULAR EM PACIENTES COM DOR LOMBAR TRATADOS COM ISOSTRETCHING E RPG Fábio Alexandre Moreschi Guastala 1, Mayara

Leia mais

TÍTULO: PREVALÊNCIA DE DORES PARA OS MEMBROS INFERIORES EM UMA POPULAÇÃO DE PACIENTES COM DOR LOMBAR AGUDA.

TÍTULO: PREVALÊNCIA DE DORES PARA OS MEMBROS INFERIORES EM UMA POPULAÇÃO DE PACIENTES COM DOR LOMBAR AGUDA. TÍTULO: PREVALÊNCIA DE DORES PARA OS MEMBROS INFERIORES EM UMA POPULAÇÃO DE PACIENTES COM DOR LOMBAR AGUDA. CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE

Leia mais

RELAÇÃO DA POSTURA ADOTADA PARA DORMIR E A QUEIXA DE LOMBALGIA

RELAÇÃO DA POSTURA ADOTADA PARA DORMIR E A QUEIXA DE LOMBALGIA ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 RELAÇÃO DA POSTURA ADOTADA PARA DORMIR E A QUEIXA DE LOMBALGIA Fernanda Cristina Pereira 1

Leia mais

TÍTULO: EFICÁCIA DO KINESIO-TAPING NO TRATAMENTO DA LOMBALGIA EM GESTANTES: ESTUDO DE CASOS

TÍTULO: EFICÁCIA DO KINESIO-TAPING NO TRATAMENTO DA LOMBALGIA EM GESTANTES: ESTUDO DE CASOS TÍTULO: EFICÁCIA DO KINESIO-TAPING NO TRATAMENTO DA LOMBALGIA EM GESTANTES: ESTUDO DE CASOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

Foram estabelecidos critérios de inclusão, exclusão e eliminação. Critérios de inclusão: todos os dançarinos com síndrome da dor femoropatelar.

Foram estabelecidos critérios de inclusão, exclusão e eliminação. Critérios de inclusão: todos os dançarinos com síndrome da dor femoropatelar. Figura 11a - Posição inicial: 1ª posição paralela. Figura 11b - demi-plié: 1ª posição paralela. Figura 12a - Posição inicial: 2ª posição paralela. Figura 12b- Demi-plié: 2ª posição paralela. 35 Figura

Leia mais

Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva

Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva Estudo clínico randomizado para avaliar o impacto de um programa de exercício em doentes com perturbação depressiva Autores Lara Carneiro 1 António Fonseca 2 Maria Vieira Coelho 3 Maria Paula Mota 4 José

Leia mais

A EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES FÍSICO-FUNCIONAIS DE MEMBRO SUPERIOR NA MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL: ESTUDO DE CASO

A EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES FÍSICO-FUNCIONAIS DE MEMBRO SUPERIOR NA MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL: ESTUDO DE CASO A EFICÁCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES FÍSICO-FUNCIONAIS DE MEMBRO SUPERIOR NA MASTECTOMIA UNILATERAL TOTAL: ESTUDO DE CASO GUIZELINI, L.H.; PEREIRA, N.T.C. RESUMO A mastectomia pode

Leia mais

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas VARIÁVEIS MANIPULÁVEIS

Leia mais

COMPARAÇÃO DA TENS E CORRENTE INTERFERENCIAL EM LOMBALGIA RESUMO

COMPARAÇÃO DA TENS E CORRENTE INTERFERENCIAL EM LOMBALGIA RESUMO COMPARAÇÃO DA TENS E CORRENTE INTERFERENCIAL EM LOMBALGIA RESUMO Caroline Ramos Bulzing 1 Ralph Fernando Rosas 2 Foi realizado uma pesquisa experimental segundo Gil (1999, p.53) através de um estudo comparativo

Leia mais

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) INTRODUÇÃO O ligamento cruzado posterior (LCP) é um dos ligamentos menos lesados do joelho. A compreensão dessa lesão e o desenvolvimento de novos tratamentos

Leia mais

Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar. Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS

Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar. Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS Reabilitação em Dores Crônicas da Coluna Lombar Michel Caron Instituto Dr. Ayrton Caron Porto Alegre - RS Introdução - Estima-se que a dor lombar afete até 84% da população adulta. - Episódio de dor autolimitado

Leia mais

FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO. Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM

FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO. Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM A FIBROMIALGIA consiste numa síndrome - conjunto de sinais e sintomas - com manifestações de

Leia mais

EFEITOS IMEDIATOS DA ESCOLA DE POSTURAS DA UFPB NA DIMINUIÇAO DA DOR DE COLUNA, ESTRESSE E FADIGA

EFEITOS IMEDIATOS DA ESCOLA DE POSTURAS DA UFPB NA DIMINUIÇAO DA DOR DE COLUNA, ESTRESSE E FADIGA EFEITOS IMEDIATOS DA ESCOLA DE POSTURAS DA UFPB NA DIMINUIÇAO DA DOR DE COLUNA, ESTRESSE E FADIGA CARDIA, Maria Cláudia Gatto 1 ; LIMA, Junio Alves 2 ; NÓBREGA JR, José Carlos Nogueira 3 ; OLIVEIRA, Rayssa

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas

Leia mais

Alterações da Estrutura Corporal

Alterações da Estrutura Corporal Alterações da Estrutura Corporal Exercícios e Postura milenadutra@bol.com.br Os Exercícios Realmente Mudam a Postura? Vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora Desvio

Leia mais

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA

EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA EFETIVIDADE DA ESCOLA DE COLUNA EM IDOSOS COM LOMBALGIA Maria Lucia Ziroldo 1 ; Mateus Dias Antunes 2 ; Daniela Saldanha Wittig 3 ; Sonia Maria Marques Gomes Bertolini 4 RESUMO: A dor lombar é uma das

Leia mais

KINETIC CONTROL: OTIMIZANDO A SAÚDE DO MOVIMENTO

KINETIC CONTROL: OTIMIZANDO A SAÚDE DO MOVIMENTO KC seguindo adiante KINETIC CONTROL: OTIMIZANDO A SAÚDE DO MOVIMENTO Otimizar a saúde do está no coração da Fisioterapia e da Terapia do Movimento. As pesquisas de neurociência nos tem proporcionado um

Leia mais

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE

O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE O IMPACTO DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL NO AUMENTO DA FLEXIBILIDADE UM ESTUDO QUANTO À APLICABILLIDADE DO PROGRAMA PARA COLETORES DE LIXO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI ALESSANDRA ABREU LOUBACK, RAFAEL GRIFFO

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: FISIOTERAPIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO TÍTULO: A ADIÇÃO DO MÉTODO KINESIO TAPING AO TRATAMENTO DE FISIOTERAPIA BASEADA NAS DIRETRIZES DE PRÁTICA CLÍNICA AUMENTA A SATISFAÇÃO EM RELAÇÃO AOS CUIDADOS FISIOTERAPÊUTICOS RECEBIDOS EM PACIENTES COM

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING O Curso de Formação em Iso Stretching é ministrado pelo fundador da técnica, o osteopata e fisioterapeuta francês Bernard Redondo. O método Iso Stretching foi desenvolvido

Leia mais

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A?

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A? EXERCÍCIOS E POSTURA OS EXERCÍCIOS REALMENTE MODIFICAM A POSTURA? 1 Um vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora, um desvio postural pode ser corrigido com exercícios

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto

Leia mais

PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR

PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR 1- Considerações gerais As cirurgias de coluna têm indicação médica conforme exames de imagem e apresentação clínica. As cirurgias

Leia mais

Título: Modelo Bioergonomia na Unidade de Correção Postural (Total Care - AMIL)

Título: Modelo Bioergonomia na Unidade de Correção Postural (Total Care - AMIL) Projeto: Unidade de Correção Postural AMIL Título: Modelo Bioergonomia na Unidade de Correção Postural (Total Care - AMIL) Autores: LACOMBE,Patricia, FURLAN, Valter, SONSIN, Katia. Instituição: Instituto

Leia mais

LER/DORT. www.cpsol.com.br

LER/DORT. www.cpsol.com.br LER/DORT Prevenção através s da ergonomia DEFINIÇÃO LER: Lesões por Esforços Repetitivos; DORT: Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho; São doenças provocadas pelo uso inadequado e excessivo

Leia mais

HIDROCINESIOTERAPIA COMPARADA AOS EXERCÍCIOS NO SOLO EM PACIENTES COM DOR LOMBAR CRÔNICA

HIDROCINESIOTERAPIA COMPARADA AOS EXERCÍCIOS NO SOLO EM PACIENTES COM DOR LOMBAR CRÔNICA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 HIDROCINESIOTERAPIA COMPARADA AOS EXERCÍCIOS NO SOLO EM PACIENTES COM DOR LOMBAR CRÔNICA Priscila

Leia mais

Palavras chaves: Core; Treinamento Funcional; Musculação; Homens.

Palavras chaves: Core; Treinamento Funcional; Musculação; Homens. 1 Estudo comparativo do nível de força isométrica e estabilidade da musculatura do core entre indivíduos praticantes de treinamento funcional e de musculação. Resumo: O presente estudo teve como objetivo

Leia mais

TECNOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA O TRATAMENTO DA DOR MUSCULOESQUELÉTICA TECNOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA O TRATAMENTO DA DOR MUSCULOESQUELÉTICA

TECNOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA O TRATAMENTO DA DOR MUSCULOESQUELÉTICA TECNOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA O TRATAMENTO DA DOR MUSCULOESQUELÉTICA TECNOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA O TRATAMENTO DA DOR MUSCULOESQUELÉTICA TECNOLOGIA E BIOMECÂNICA PARA O TRATAMENTO DA DOR MUSCULOESQUELÉTICA As dores musculoesqueléticas atingem 40% da população e representam

Leia mais

A MANIPULAÇÃO OSTEOPÁTICA CERVICAL GERA EFEITOS IMEDIATOS NAS VARIÁVEIS CARDIOVASCULARES EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS?

A MANIPULAÇÃO OSTEOPÁTICA CERVICAL GERA EFEITOS IMEDIATOS NAS VARIÁVEIS CARDIOVASCULARES EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS? 1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE CEILÂNDIA CURSO DE FISIOTERAPIA AMANDA CASTELO BRANCO DUARTE HANNA LISSA RIBEIRO MIRANDA QUINTANILHA A MANIPULAÇÃO OSTEOPÁTICA CERVICAL GERA EFEITOS IMEDIATOS NAS

Leia mais

ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO COM CONTRAÇÕES RECÍPROCAS

ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO COM CONTRAÇÕES RECÍPROCAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA-UnB FACULDADE DE CEILÂNDIA-FCE CURSO DE FISIOTERAPIA PÂMELLA RIBEIRO RODRIGUES ANÁLISE DAS RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DOS EXTENSORES DO JOELHO APÓS PROGRAMA DE EXERCÍCIO RESISTIDO

Leia mais

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA Juliana Camilla

Leia mais

Efeito agudo do treino de Pilates sobre as dores de costas em Idosos

Efeito agudo do treino de Pilates sobre as dores de costas em Idosos Efeito agudo do treino de Pilates sobre as dores de costas em Idosos Clarissa Biehl Printes (Ph.D.) cbprintes.isce@gmail.com Porto Alegre, 2015 Introdução A literatura descreve que 70 a 85% da população

Leia mais

E BEM-ESTAR TAMBÉM. exercícios para fazer com SEM ESTRESSE MELHOR IDADE DE VERDADE GESTANTE FELIZ

E BEM-ESTAR TAMBÉM. exercícios para fazer com SEM ESTRESSE MELHOR IDADE DE VERDADE GESTANTE FELIZ O GRANDE guia de PILATES E BEM-ESTAR 40 exercícios para fazer com bola, no solo e nos aparelhos MELHOR IDADE DE VERDADE Conheça o segredo para ganhar mais vitalidade e ainda evitar quedas GESTANTE FELIZ

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA LOMBALGIA

OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA LOMBALGIA OS BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA LOMBALGIA WELLINTON GONÇALVES DO SANTOS ¹ RICARDO BASÍLIO DE OLIVEIRA CALAND² LUCIANA ALVES BRANDÃO³ SONNALE DA SILVA ARAÚJO4 RESUMO A dor lombar é um mal recorrente

Leia mais

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS

MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS 1 MUSCULAÇÃO PRINCÍPIOS BÁSICOS Prof. Dr. Valdir J. Barbanti Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo A musculação refere-se à forma de exercícios que envolvem

Leia mais

TRABALHO SUBMETIDO AO 4º ENDORIO PRÊMIO INGEBORG LAUN (MÉRITO CIENTÍFICO) CONTROLE GLICÊMICO DE MULHERES COM DIABETES GESTACIONAL

TRABALHO SUBMETIDO AO 4º ENDORIO PRÊMIO INGEBORG LAUN (MÉRITO CIENTÍFICO) CONTROLE GLICÊMICO DE MULHERES COM DIABETES GESTACIONAL TRABALHO SUBMETIDO AO 4º ENDORIO PRÊMIO INGEBORG LAUN (MÉRITO CIENTÍFICO) Titulo: EFEITO DO EXERCÍCIO FÍSICO MODERADO DE CURTA DURAÇÃO NO CONTROLE GLICÊMICO DE MULHERES COM DIABETES GESTACIONAL AVALIADO

Leia mais

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM LOMBALGIA EPIDEMIOLOGIA 65-80% da população, em alguma fase da vida, terá dor nas costas. 30-50% das queixas reumáticas

Leia mais

Síndrome radicular lombossacral Resumo de diretriz NHG M55 (primeira revisão, abril 2005)

Síndrome radicular lombossacral Resumo de diretriz NHG M55 (primeira revisão, abril 2005) Síndrome radicular lombossacral Resumo de diretriz NHG M55 (primeira revisão, abril 2005) Mens JMA, Chavannes AW, Koes BW, Lubbers WJ, Ostelo RWJG, Spinnewijn WEM, Kolnaar BGM traduzido do original em

Leia mais

Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail.

Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail. Condutas fisioterapêuticas em câncer de mama: quais os prós e contras? Ms. FABIANA DA SILVEIRA BIANCHI PEREZ fabianasbp@hotmail.com DOR NO CÂNCER EXPERIÊNCIA SENSITIVA EMOCIONAL DESAGRADÁVEL DANO TECIDUAL

Leia mais

Treino de Alongamento

Treino de Alongamento Treino de Alongamento Ft. Priscila Zanon Candido Avaliação Antes de iniciar qualquer tipo de exercício, considera-se importante que o indivíduo seja submetido a uma avaliação física e médica (Matsudo &

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA

A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA A IMPORTÂNCIA DAS TÉCNICAS MINISTRADAS NA DISCIPLINA DE RTM II PARA A ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO DISCENTE DE FISIOTERAPIA RESUMO SILVA 1, Thays Gonçalves ALMEIDA 2, Rogério Moreira de Centro de Ciências da

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Leia mais

Sintomas da LER- DORT

Sintomas da LER- DORT LER-DORT A LER e DORT são as siglas para Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho. Os termos LER/DORT são usados para determinar as afecções que podem lesar

Leia mais

AGENDA. Considerações sobre a Dor do Parto Técnicas para alívio da dor

AGENDA. Considerações sobre a Dor do Parto Técnicas para alívio da dor MÉTODOS NÃO FARMACOLÓGICOS PARA ALÍVIO DA DOR NO TRABALHO DE PARTO Thayssa Rocha Humanização do Parto e Nascimento ENAM 2008 20/05/2008 AGENDA Considerações sobre a Dor do Parto Técnicas para alívio da

Leia mais

A MULHER E A ATIVIDADE FÍSICA

A MULHER E A ATIVIDADE FÍSICA A MULHER E A ATIVIDADE FÍSICA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DEFICIENTE DIFICULDADES METODOLÓGICAS SEXO FRÁGIL (????) PARTICIPAÇÃO REDUZIDA EQUIPARAÇÃO DE RENDIMENTO CARACTERÍSTICAS GERAIS DO SEXO FEMININO

Leia mais

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Bioestatística. Organização Pesquisa Médica. Variabilidade. Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação: Bioestatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2010 Organização Pesquisa Médica Variabilidade Porque existe variabilidades nos fenômenos naturais? Fontes de variação:

Leia mais

A EFETIVIDADE DA REABILITAÇÃO VESTIBULAR NA SÍNDROME LABIRÍNTICA PERIFÉRICA IRRITATIVA

A EFETIVIDADE DA REABILITAÇÃO VESTIBULAR NA SÍNDROME LABIRÍNTICA PERIFÉRICA IRRITATIVA A EFETIVIDADE DA REABILITAÇÃO VESTIBULAR NA SÍNDROME LABIRÍNTICA PERIFÉRICA IRRITATIVA ZANDOMENIGHI, P. M. C.; LOPES, J. Resumo: A reabilitação vestibular com o uso do protocolo de Cawthorne-Cooksey (PCC)

Leia mais

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL: avaliação postural em adolescentes da faixa etária entre 11 a 16 anos

DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL: avaliação postural em adolescentes da faixa etária entre 11 a 16 anos DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL: avaliação postural em adolescentes da faixa etária entre 11 a 16 anos CAROLINE GONSALEZ FLAVIO PILOTO CIRILLO JULIANA THIEMI IMANO KAMILLA FERNANDES LINS SP 2009 DEFORMIDADES

Leia mais

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano.

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano. Introdução O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e constituem necessidades básicas do ser humano. Movimentação do paciente Para que o paciente se sinta confortável

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Fisioterapia 2010-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Fisioterapia 2010-1 O USO DA OXIGENIOTERAPIA DOMICILIAR NO PACIENTE DPOC Autora: ROSA, Ana Carolina

Leia mais

INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI)

INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI) INCIDÊNCIA DE LER/DORT EM FISIOTERAPEUTAS DOCENTES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR EM TERESINA (PI) Nayana Pinheiro Machado 1,2,3, Relândia Cristina Machado Reinaldo Ratts 4, Veruska Cronemberger

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada A coluna cervical consiste em diversas

Leia mais

CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA

CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA CARTILHA DE AUTOCUIDADO DE COLUNA APRENDA A CUIDAR DA SUA COLUNA Elaboração: Júlia Catarina Sebba Rios Pesquisa: Efeitos de um programa educacional de autocuidado de coluna em idosos ati vos e sedentários

Leia mais

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza Quick Massage Venha ser um membro filiado e compartilhar seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com Denis Fernando de Souza HISTÓRICO QUICK MASSAGE (MASSAGEM RÁPIDA) Algumas literaturas trazem

Leia mais

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL

TÉCNICAS EM AVALIAÇÃO E REEDUCAÇÃO POSTURAL 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA TÉCNICAS

Leia mais

BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA REABILITAÇÃO

BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA REABILITAÇÃO BENEFÍCIOS DO MÉTODO PILATES NA REABILITAÇÃO O método pilates é um trabalho que se baseia em exercícios de força e mobilidade utilizando para tal técnicas e exercícios específicos. Este método permite

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

Eletroestimulação. ELETROESTIMULAÇÃO (Histórico) O que é??? FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR E CONDUÇÃO NERVOSA

Eletroestimulação. ELETROESTIMULAÇÃO (Histórico) O que é??? FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR E CONDUÇÃO NERVOSA Eletroestimulação Profa. Andreza Caramori de Moraes Profa. Narion Coelho Prof. Paulo Angelo Martins O que é??? A eletroestimulação é um mecanismo que simula a passagem do impulso nervoso, levando o músculo

Leia mais

TRATAMENTO PARA AS DORES. DA GESTAÇão e MUSCULOESQUELÉTICAS

TRATAMENTO PARA AS DORES. DA GESTAÇão e MUSCULOESQUELÉTICAS TRATAMENTO PARA AS DORES MUSCULOESQUELÉTICAS DA GESTAÇão e do PUERPério BIOMECÂNICA GESTACIONAL TRATAMENTO PARA AS DORES MUSCULOESQUELÉTICAS DA GESTAÇÃO E DO PUERPÉRIO Estima-se que 45% das gestantes e

Leia mais

FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO

FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO FUTURO DO GOLFE = NÃO SE BASEIA SOMENTE NA CÓPIA DO SWING PERFEITO - MECÂNICA APROPRIADA - EFICIÊNCIA DE MOVIMENTO CARACTERÍSTICAS INDIVIDUAIS - Flexibilidade - Estabilidade - Equilíbrio - Propiocepção

Leia mais

LOMBALGIA. Faculdade de Medicina Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG Departamento do Aparelho Locomotor. Prof. Jefferson Soares Leal

LOMBALGIA. Faculdade de Medicina Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG Departamento do Aparelho Locomotor. Prof. Jefferson Soares Leal LOMBALGIA Faculdade de Medicina Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG Departamento do Aparelho Locomotor Prof. Jefferson Soares Leal Aula e bibliografia atualizadas estarão disponíveis para os alunos

Leia mais

CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM

CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM 1 ARTIGO ORIGINAL CRITÉRIOS DE PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS ATRAVÉS DE 1 RM Carlos Henrique Silva Leonardo Silva de Rezende Maria Amélia Paes Villas-Bôas da Fonseca Nádia Maria de Sales Pires Pós Graduação

Leia mais

Material Ortopédico. O Centro. Especialidades. Formação. Consultas. Fisioterapia. Fisioterapia Pediátrica. Apresentação

Material Ortopédico. O Centro. Especialidades. Formação. Consultas. Fisioterapia. Fisioterapia Pediátrica. Apresentação O Centro Especialidades Formação Material Ortopédico Consultas Fisioterapia Apresentação A Equipa O Espaço Fisioterapia Pediátrica Osteopatia Terapia da Fala Terapia Ocupacional Objectivos Acordo Instema

Leia mais

Fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/pdfs/tudoemcima_194.pdf

Fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/pdfs/tudoemcima_194.pdf Fonte: http://revistacontrarelogio.com.br/pdfs/tudoemcima_194.pdf ELÁSTICO OU BORRACHA Sugestão: 1 kit com 3 elásticos ou borrachas (com tensões diferentes: intensidade fraca, média e forte) Preço: de

Leia mais

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO Alessandra Vascelai #, Ft, Titulacão: Especialista em Fisioterapia em Traumatologia do Adulto Reeducação Postural Global (RPG) Acupuntura. Resumo: Lombalgia

Leia mais

X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN

X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN 65 Centro Universitário da Grande Dourados X JORNADA DE FISIOTERAPIA DE DOURADOS I ENCONTRO DE EGRESSOS DO CURSO DE FISIOTERAPIA DA UNIGRAN 66 ANÁLISE POSTURAL EM ADOLESCENTES DO SEXO FEMININO NA FASE

Leia mais

AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DE MICROFISIOTERAPIA EM 300 PACIENTES SOFREDORES DE LOMBALGIA. Daniel GROSJEAN and Didier POQUIN September 1999 April 2000

AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DE MICROFISIOTERAPIA EM 300 PACIENTES SOFREDORES DE LOMBALGIA. Daniel GROSJEAN and Didier POQUIN September 1999 April 2000 AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO DE MICROFISIOTERAPIA EM 300 PACIENTES SOFREDORES DE LOMBALGIA INTRODUÇÃO Daniel GROSJEAN and Didier POQUIN September 1999 April 2000 No consenso sobre fisioterapeutas tratando dor

Leia mais

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO) Roberto Sergio Martins A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de origem compressiva mais frequente, incidindo em cerca de 1%

Leia mais

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Avaliação Fisioterapêutica do Quadril Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação

Leia mais

Formação no método Pilates com opcional em treinamento na plataforma vibratória originalpower Plate. Power Plate

Formação no método Pilates com opcional em treinamento na plataforma vibratória originalpower Plate. Power Plate plataforma vibratória originalpower Plate Power Plate Data: * Primeira Etapa: Formacao no Método Pilates Plataforma Vibratoria Power Plate Desenvolvido para profissionais e estudantes* de fisioterapia

Leia mais

Abdução do quadril Posição inicial Ação Extensão do quadril em rotação neutra Posição inicial Ação

Abdução do quadril Posição inicial Ação Extensão do quadril em rotação neutra Posição inicial Ação 12) Abdução do quadril - músculos comprometidos da articulação do quadril: glúteo médio, glúteo mínimo, tensor da fascia lata e os seis rotadores externos; da articulação do joelho: quadríceps (contração

Leia mais

Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200

Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200 Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200 Manual do Usuário Índice: 03...Informações Gerais 03...Símbolos 04...Instalação e Conexão à Rede Elétrica 05...Controles 06-07...Operação da Mesa 07...Precauções 07-08...Indicações

Leia mais

PILATES E BIOMECÂNICA. Thaís Lima

PILATES E BIOMECÂNICA. Thaís Lima PILATES E BIOMECÂNICA Thaís Lima RÍTMO LOMBOPÉLVICO Estabilidade lombopélvica pode ser definida como a habilidade de atingir e manter o alinhamento ótimo dos segmentos da coluna (lombar e torácica), da

Leia mais

CURSO DE PILATES APLICADO ÀS LESÕES OSTEOMUSCULARES

CURSO DE PILATES APLICADO ÀS LESÕES OSTEOMUSCULARES CURSO DE PILATES APLICADO ÀS LESÕES OSTEOMUSCULARES INTRODUÇÃO Um número cada vez maior de pessoas apresenta, em seu cotidiano, atividades repetitivas e restritivas, que conduzem a uma perda do sinergismo

Leia mais

Programa de Condicionamento Cardiovascular

Programa de Condicionamento Cardiovascular Programa de Condicionamento Cardiovascular Versão eletrônica atualizada em Fevereiro 2010 Responsáveis pela Elaboração Dra. Luciana Diniz Nagem Janot de Matos Dr. Romeu Sérgio Meneghelo Fta. Andrea Kaarina

Leia mais

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos

A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos A importância da Ergonomia Voltada aos servidores Públicos Fisioterapeuta: Adriana Lopes de Oliveira CREFITO 3281-LTT-F GO Ergonomia ERGONOMIA - palavra de origem grega, onde: ERGO = trabalho e NOMOS

Leia mais

Guia do Paciente Fusão Espinhal

Guia do Paciente Fusão Espinhal Guia do Paciente Fusão Soluções para Medicina Ltda. 01 Guia do Paciente - O objetivo da cirurgia de fusão espinhal é de proporcionar alívio da dor que você vem sentindo e tornar a sua coluna mais estável.

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DA NOVA CRÂNEO ACUPUNTURA DE YAMAMOTO NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA: RELATO DE CASO

OS BENEFÍCIOS DA NOVA CRÂNEO ACUPUNTURA DE YAMAMOTO NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA: RELATO DE CASO ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 OS BENEFÍCIOS DA NOVA CRÂNEO ACUPUNTURA DE YAMAMOTO NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA: RELATO

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça Cinthya Natel Baer Cristiane Schwarz Gelain Isabella Mauad Patruni Laila Djensa S. Santos Laiza Tabisz Mariana Escani Guerra Paula Moreira Yegros Veronica Dalmas Padilha Ana Paula Trotta Aline Sudoski

Leia mais

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE

GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE GINÁSTICA FUNCIONAL: IMPACTOS NA AUTOESTIMA E AUTOIMAGEM DE IDOSOS DA UNIVERSIDADE ABERTA À MATURIDADE RESUMO Esterfania Silva Lucena; Manoel Freire de Oliveira Neto Universidade Estadual da Paraíba, Email:

Leia mais

ABRCOLUNA Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna

ABRCOLUNA Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna ABRCOLUNA Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna Guia de Exercícios preventivos para a Coluna Vertebral Dr. Coluna 01 Helder Montenegro Fisioterapeuta Guia de Exercícios Dr Coluna 2012.indd 1

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos TRAUMA RAQUIMEDULAR Dr Antonio Eulalio TRAUMA RAQUIMEDULAR Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m Nº casos/ano : 8.000 Sexo : preferencialmente masculino Faixa etária : entre 15 e 40 anos Custo

Leia mais

PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO!

PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! Dr. Euclides José Martins Amaral PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! : A importância da detecção precoce das deformidades da coluna na infância e adolescência, deve-se principalmente

Leia mais

INFLUÊNCIA DA HIPOCONVERGÊNCIA OCULAR NA POSTURA CRANIOCERVICAL E NO RECRUTAMENTO DOS FLEXORES PROFUNDOS CERVICAIS EM INDIVÍDUOS ASSINTOMÁTICOS

INFLUÊNCIA DA HIPOCONVERGÊNCIA OCULAR NA POSTURA CRANIOCERVICAL E NO RECRUTAMENTO DOS FLEXORES PROFUNDOS CERVICAIS EM INDIVÍDUOS ASSINTOMÁTICOS INFLUÊNCIA DA HIPOCONVERGÊNCIA OCULAR NA POSTURA CRANIOCERVICAL E NO RECRUTAMENTO DOS FLEXORES PROFUNDOS CERVICAIS EM INDIVÍDUOS ASSINTOMÁTICOS Bruno Meloni de Moraes, Fisioterapeuta, Graduado pelo Centro

Leia mais

Construção da tabela referencial para o banco de flexibilidade KR. Introdução

Construção da tabela referencial para o banco de flexibilidade KR. Introdução Construção da tabela referencial para o banco de flexibilidade KR Silvano Kruchelski Especialista em Didática do ensino Superior PUCPR Secretaria Municipal do Esporte e Lazer/ Programa Curitibativa Curitiba

Leia mais

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA KATHERINNE FERRO MOURA

UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA KATHERINNE FERRO MOURA UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO PROGRAMA DE MESTRADO E DOUTORADO EM FISIOTERAPIA KATHERINNE FERRO MOURA EFETIVIDADE DA ADIÇÃO DA CORRENTE INTERFERENCIAL AO MÉTODO PILATES NO TRATAMENTO DE PACIENTES COM

Leia mais

A postura saudável para o digitador

A postura saudável para o digitador A postura saudável para o digitador A postura saudável para o digitador 2 Muitas vezes nos perguntamos: Qual é a postura mais adequada para se trabalhar durante horas em frente a um computador? Após anos

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

TESTEMUNHOS DE TERAPEUTAS

TESTEMUNHOS DE TERAPEUTAS TESTEMUNHOS DE TERAPEUTAS Anualmente são formados em Portugal Terapeutas Bowen ISBT que vão exercendo a sua prática de norte a sul do país! Recolhemos alguns testemunhos, querendo saber o que representa

Leia mais

Radioterapia para Metástases em Coluna Eduardo Weltman Hospital Israelita Albert Einstein Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Radioterapia para Metástases em Coluna Aspectos Clínicos Indicações

Leia mais

Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico

Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Visão Global de uma Avaliação Musculoesquelética

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

Fábio da Silva Abrate

Fábio da Silva Abrate Fábio da Silva Abrate Elaboração de um Questionário para Avaliar as Variáveis Determinantes do Endividamento de Estudantes Universitários no Cartão de Crédito: Um Estudo Piloto Adaptado para o Mercado

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

Método Mckenzie Aplicado a Dor Lombar em Indivíduos com Idade entre 20 50 Anos

Método Mckenzie Aplicado a Dor Lombar em Indivíduos com Idade entre 20 50 Anos Método Mckenzie Aplicado a Dor Lombar em Indivíduos com Idade entre 20 50 Anos Palavras-chaves: Dor Lombar, Método McKenzie e Fisioterapia. SANTOS, Nurian Jaslanne 1 SOUSA, Kemil Rocha 2 DINIZ, Danielle

Leia mais

www.fisiconcept.com QuickTime and a None decompressor are needed to see this picture.

www.fisiconcept.com QuickTime and a None decompressor are needed to see this picture. QuickTime and a None decompressor are needed to see this picture. O seu conceito de Fisioterapia está prestes a mudar... Problemas? Perturbações músculo-esqueléticas são as doenças mais comuns relacionadas

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais