Política de Risco de Liquidez

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1 Política de Risco de Liquidez

2 Controle do documento Manual da Política de Risco de Liquidez Data Autor Versão Novembro/2010 Compliance 001 Revisões do documento Data Área Versão Alterações/Inclusões Novembro/2010 Risk Management 001 Criação do documento Dezembro/2011 Risco de Mercado 002 Revisão do documento Setembro/2012 Funding & GTB 003 Revisão do documento Março/2013 Risk Management 004 Adequar à política NY Natixis- Treasury Liquidity Policy Maio/2013 Tesouraria & GTB 004 Revisão/tradução para o Português do documento Agosto/2014 Risk Management 005 Revisão técnica Aprovação do documento Data Aprovação Versão Gestor Responsável Novembro/2010 COO 001 João Luiz Macedo Janeiro/2012 Diretor de Riscos 002 François-Xavier Gilliot Setembro/2012 Diretor de Riscos 003 François-Xavier Gilliot Maio/2013 Diretor de Riscos 004 François-Xavier Gilliot Maio/2013 Tesoureiro de NY 004 Sofiene Khadar Maio/2013 US ALM 004 Jeffrey Magnusson Agosto/2014 Diretor Responsável 005 João Luiz Macedo Vigência Este manual tem caráter permanente. O conteúdo deste documento poderá ser modificado a qualquer momento de acordo com as necessidades vigentes. Os profissionais do Banco Natixis e seus prestadores de serviço deverão, sempre que necessário, consultar a última versão disponível. Página 2 de 13

3 Sumário 1. Introdução Gestão da Liquidez : Organização da Estrutura de Captação de Recursos CONTEXTO DIVULGAÇÃO GOVERNANÇA E ORGANIZAÇÃO ESTRUTURA DAS FONTES DE CAPTAÇÃO Mensuração, Limites/Controles, e Testes RESPONSABILIDADE Liquidez e Estresse de Liquidez PERSPECTIVAS DE LIQUIDEZ TESTES DE ESTRESSE SÃO ESSENCIAIS PARA A AVALIAÇÃO DA SAÚDE FINANCEIRA DO BANCO Políticas de Liquidez: Disponibilidades perante cenários de estresse, plano de contingência e de Back-stops PLANO DE CONTINGÊNCIA RESPONSABILIDADES DO TESOUREIRO CORRESPONDENTE PAPEL DE SUPERVISÃO DO ALCO LOCAL ATIVIDADES ADICIONAIS DA MATRIZ Sumário de Anexos Anexo I: Regimento interno do Comitê de Gerenciamento de Ativos e Passivos (ALCO) do Natixis Brasil S/A Banco Múltiplo Página 3 de 13

4 1. Introdução Manual da Política de Risco de Liquidez A direção do Natixis Brasil S/A Banco Múltiplo ('' NB ou Natixis Brasil'') acredita que os objetivos de negócio definidos pela instituição precisam ser apoiados por políticas claramente articuladas. Esse manual foi projetado para apresentar essas políticas esboçadas pela Tesouraria em conjunto com as entidades relacionadas que desenvolvem e mantêm boas práticas de gerenciamento da liquidez no Natixis Brasil, incluindo todas as entidades relacionadas ao NB. A Tesouraria de NY é responsável pela gestão da liquidez e da captação de recursos nas operações da instituição tanto nos Estados Unidos, quanto no Brasil. As atividades de Tesouraria em ambos os países são conduzidas dentro das normas promulgadas pela matriz Paris- e regido por conjuntos específicos de normas operacionais e de gestão de risco. Além disso, todas as políticas internas da Tesouraria de NY e do Natixis Brasil estão alinhadas com as políticas da Tesouraria da matriz e são supervisionadas pelo chefe de Tesouraria do grupo. A política de liquidez do NB e as diretrizes contidas neste documento são inspiradas na Política de Tesouraria do Natixis US. Esse manual está sujeito a constante revisão pela direção do Natixis Brasil e Natixis US e pode ser alterada e modifica a qualquer momento, se necessário. Essa política é analisada e aprovada anualmente pela gestão local e a plataforma das Américas. 2. Gestão da Liquidez : Organização da Estrutura de Captação de Recursos 2.1 CONTEXTO As atividades de Tesouraria são modeladas e coordenadas em conjunto com as atividades da Tesouraria da matriz e da Tesouraria de NY. O Natixis Brasil age como um representante local, reportando-se diretamente ao Tesoureiro de NY. 2.2 DIVULGAÇÃO O Manual deverá ser divulgado aos colaboradores através de meio eletrônico pela equipe de Compliance, no mínimo anualmente. Adicionalmente, o mesmo estará disponível para consultas no diretório público da instituição através do endereço: P:\Services\Division\Audit&Compliance\Public\Market_Risk. 2.3 GOVERNANÇA E ORGANIZAÇÃO A direção de NY e Brasil reconhece a importância de seu papel em zelar pela implementação e condução da política de risco de liquidez. Devido a isso, a estrutura de Governança foi criada, definindo responsabilidades e linhas de reporte Organização da Tesouraria Correspondente A direção definiu um tesoureiro correspondente, que suas responsabilidades são cuidar do gerenciamento de liquidez e das normas e procedimentos da Tesouraria do NB. O Tesoureiro correspondente tem a responsabilidade de implementar todas as políticas pertinentes, sob a supervisão do Tesoureiro de NY. Desta forma, o tesoureiro correspondente tem duas linhas de reporte, uma para NB Senior Country Manager (SCM) e a outra direta para o Tesoureiro de NY. Em relação à política de liquidez e assuntos relacionados à transferência interna de recursos, o tesoureiro correspondente vai trabalhar em consonância com o Departamento de Finanças do NB e a unidade de ALM ( Assets and Liabilities Management) de NY. Adicionalmente, trimestralmente, o tesoureiro correspondente organizará o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO), onde irá reportar sobre as atividades de liquidez e de captação de recursos, bem como sobre a aderência dessas atividades com relevantes políticas, procedimentos, limites e instruções. O organograma da Tesouraria está representado abaixo:

5 S. About CEO US WB J.P. Adam SCM Gerência Front (**)O Tesoureiro Correspondente também atua como Gerente de Relacionamento GTB. S. Khadhar Tesoureiro de NY F. Nascimento Tesoureiro Correspondente (**) Linhas de Reporte Comitê: NB ALCO a. Composição: O NB ALCO possui como chairman o NB Senior Country Manager e inclui os seguintes membros: Tesoureiro de NY; Correspondente de Tesouraria, também atua como secretário para o NB ALCO; NB CFO; NB Diretor Comercial; Membro da unidade de ALM de NY Membro do departamento de Risco de NY (Gerente de Risco ou membro da área de risco). Participantes adicionais podem ser convidados a apresentar e discutir assuntos relevantes, conforme sua posição: Membro da Divisão de Finanças da matriz. b. Responsabilidades: Ao Comitê cabe a responsabilidade pela supervisão da implantação da política de liquidez, monitoramento da exposição ao risco de mercado, lucratividade e a aderência com as normas, diretriz e limites estabelecidos. O Comitê NB ALCO verifica regularmente os seguintes aspectos: Análise do Balanço Patrimonial: posicionamento de ativos e passivos; Política de Captação: recursos, exigências, contingência e concentração; Análise de Liquidez: projeções, análise de descasamento entre ativos e passivos (gap analysis), plano de contingência, custos de liquidez/ transferência interna de recursos; Aderência aos limites de crédito, limites legais de empréstimo para cada grupo econômico. Análises das Demonstrações do Resultado do Exercício (DRE); Utilização de Limites e excessos; Outros estudos ou tópicos relevantes que possam impactar no Gerenciamento de Ativos e Passivos. Os documentos para o Comitê NB ALCO serão preparados pelo tesoureiro correspondente, com o apoio do NB CFO, do Tesoureiro de NY e da equipe de ALM de NY. c. Frequencia : O Comitê NB ALCO será realizado trimestralmente. d. Regimento: O regimento interno do ALCO pode ser modificado mediante a aprovação do SCM. A equipe de Compliance ficará responsável por gerenciar as versões e manter a última versão disponível para consulta. Página 5 de 13

6 2.4 ESTRUTURA DAS FONTES DE CAPTAÇÃO Para atender suas necessidades de liquidez, o NB pode utilizar diversos instrumentos, prazos e contrapartes em suas operações. A composição do mix de captação é responsabilidade do tesoureiro correspondente. Na necessidade de captações em dólar, o Tesoureiro de NY deve ser consultado. Na determinação do mix de captação, o tesoureiro correspondente leva em consideração diversos fatores, incluindo as características de liquidez dos ativos financiados bem como as condições gerais de mercado. Para gerenciar as exigências de liquidez, a Tesouraria possui alternativas de linhas financeiras compromissadas e linhas financeiras sem compromisso Linha Financeira Compromissada: linha de crédito garantida pelo US Natixis WB ( Secured Financing ) Para atender às necessidades locais de captação de recursos para o portfolio de clientes de Energia e Commodities Global ( GEC ) no Brasil, uma linha de crédito de US$ 150 milhões foi concedida ao Natixis Brazil pelo Comitê de Financiamentos e Garantias Natixis ( Natixis Financing and Guarantee Committe ) realizado na cidade de Paris em Dezembro de A Tesouraria de NY fornecerá recursos para o "GEC". Esses recursos constaram nos livros do NB, de acordo com o princípio Back-to-Back. Esta linha de crédito será revisada periodicamente, a fim de estar em consonância com as necessidades de negócio. O tesoureiro correspondente pode utilizar, em caso de necessidade, garantias para aperfeiçoar suas atividades de captação. O NB pode acessar instituições financeiras locais ou subsidiarias de bancos estrangeiros para captação de reais, de curto e longo prazo. Junto a isso, o NB pode estabelecer acordos com bancos locais para linhas compromissadas, a serem utilizadas em caso de contingências Linha Financeira sem Compromisso ( Unsecured Financing ): a. O Banco dispõe de diferentes instrumentos financeiros disponíveis no mercado para a captação de recursos no curto e médio prazo, visando obter um nível razoável de diversificação entre esses instrumentos. Entre esses instrumentos estão incluídos operações de curto prazo, como a emissão de certificados de depósitos, Carta Fiança, DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial). A emissão desses instrumentos deverá ser previamente aprovados pelo Comitê NB ALCO. b. Além disso, quando possível, a instituição irá buscar alternativas de captação através de linhas de crédito compromissadas ou não com diferentes credores. Atualmente, não há acordos firmados com outra instituição. c. Em suas atividades de captação, a Tesouraria correspondente buscará um nível de diversificação suficiente, em relação aos tipos de instituições financeiras que compram certificados de depósitos (por exemplo: bancos e outras instituições financeiras) Princípios e Práticas de Cross- Selling Uma importante iniciativa de negócio desenvolvida pela gestão do Natixis global que é utilizada internamente e articulada publicamente foi o Cross-Selling. Visto como ema base para a área de vendas, esse princípio é utilizado como foco para atender com mais eficiência as necessidades de nossos clientes, ao mesmo tempo em que alavanca os diversos produtos e habilidades do Natixis. Uma parte fundamental do mandato do Cross-Selling é que cada contato com o cliente, em última instância, serve como trampolim e introdução a outros produtos Página 6 de 13

7 (Linhas de Negócios) do nosso portfolio de Wholesale Banking. Em termos de política de liquidez, esta estratégia tem servido extremamente bem para introduzir para a Tesouraria novas fontes de captação em curto prazo entre os diversos segmentos de nossos clientes, incluindo os setores de aviação, óleo, energia e commodities. Clientes são identificados por um gerente de relacionamento, e em seguida, apresentados para a equipe de vendas da mesa de operação de NY Plano estratégico: Originar para distribuir Uma parte fundamental do nosso Plano Estratégico Global é o princípio: "Originar-para-Distribuir" ( O2D ). Este conceito serve como um sólido reforço para a política de liquidez. Isso significa que à medida que ativos são originados ou adquiridos, os mesmos são avaliados através de diversos testes para determinar se ou o quanto do ativo deve ser mantido pela instituição, e quanto deve ser oferecido aos clientes. O resultado líquido é que o Balanço Patrimonial se mantém mais adaptável e, em média, menor, apresentando um giro mais rápido. Desta forma, torna-se mais líquido Taxa de Liquidez baseado na transferência interna de recursos: Metodologias Da Taxa de Liquidez TCI (Taxa de Transferência Interna): Cada empréstimo a prazo, com exceção das atividades de linhas de crédito rotativo, é incluído na taxa de transferência interna de recursos baseado no L-T Treasury de Paris. Esta taxa é projetada para representar o custo, expressa como a média do spread em curso em relação ao Libor ou um índice com características similares, para o refinanciamento do empréstimo ao longo de sua vida útil esperada. Dependendo das atuais exigências do índice de liquidez a longo prazo, o spread da TCI será igual ao custo interno para cobrir o ativo, distribuídos por vários escalões com diferentes prazos de vencimento, incluindo também prazos de um ano. O processo da TCI é supervisionado pela GF-ALM de Paris. Taxas de TCI, que são revisadas e arquivadas semanalmente pelo LT-Treasury de Paris, estão disponíveis on-line, na US WB Intranet. Linha de Crédito Rotativo, Drawings ou saldos cobertos: A partir do dia 1 º de janeiro de 2013, a metodologia para drawings ou saldos cobertos para linhas de crédito rotativo foi alterada. De acordo com as diretrizes do GF-ALM, as TCIs para Financiamentos rotativos serão taxadas em base na linha de crédito TCI da matriz ou na taxa disponível na finalização do ciclo rotativo. Para todos os saldos rotativos financiados que começaram antes de 31 de Dezembro de 2010, a TCI será baseada no custo de Liquidez calculado pelo sistema Matriz do dia 31 de Dezembro de A metodologia atualizada vai refletir a taxa de liquidez real para cada linha, e também vai permitir a análise detalhada da rentabilidade do cliente. Linha de crédito rotativo, saldos descobertos: Para montantes não utilizados, uma metodologia similar com a de Look-Back é utilizada. Os montantes totais de crédito não utilizados em cada uma das Linhas de negócio do ano anterior são calculados, e então uma taxa é aplicada mensalmente contra esse saldo. O resultado iguala-se ao custo direto estimado incorrido pelo Banco (Tesouraria) para cobrir o índice de liquidez regulamentado no acordo. A formulação é igual a 15% do montante não utilizado multiplicado pela diferença de spread postado entre um mês e quatro meses para o custo do fundo do banco sede. Política de pagamentos antecipados: Como uma maneira de reforçar as metodologias de custo de fundo e TCIs, penalidades podem ser aplicadas em caso de falta de liquidez sobre as linhas de negócio pela Tesouraria, se um ativo é vendido ou pago antecipado à sua data de expiração original ou vencimento. Para pagamentos antecipados sob empréstimos regidos pela convenção de TCI, a linha de negócio será penalizada em um valor igual ao do TCI multiplicado pelo principal já quitado (nominal) para o restante do período vigente da obrigação. Página 7 de 13

8 3. Mensuração, Limites/Controles, e Testes Manual da Política de Risco de Liquidez Eventos recentes mostram que o risco de liquidez teve um importante papel no histórico das crises bancárias mundiais. É importante administrar pró-ativamente o risco de liquidez, estando alerta para qualquer indício de escassez de liquidez. Essa pró-atividade é administrada a partir da definição de limites de liquidez, condução testes de liquidez e estabelecimento de instrumentos de mensuração que indiquem o nível de exposição ao risco e às perdas, assegurando que o Banco mantenha níveis adequados e suficientes de liquidez. Esses testes e controles devem ser aperfeiçoados com indicadores de liquidez tanto internos, como externos. 3.1 RESPONSABILIDADE O tesoureiro correspondente tem como responsabilidade principal preparar diversos relatórios, como os mencionados a seguir. Ele/a será auxiliado nessa função pela equipe de ALM de NY, que além de prover modelos de relatórios a serem utilizados localmente, dará suporte técnico quando necessário. Relatório de Liquidez Documentos para o comitê NB ALCO, incluindo Balanço patrimonial consolidado, Relatório analítico de descasamentos de ativos, captação de recursos a prazo, Custo de Liquidez, Condições de mercado. Os documentos referentes ao ALCO podem incluir também informações vindouras da equipe de ALM de NY (alterações das regras de liquidez). 3.2 LIMITE DE LIQUIDEZ Os limites de Risco de Liquidez são definidos pela Diretoria do Natixis Brasil em conjunto com o Representante de Tesouraria, responsável por realizar o acompanhamento mensal das informações de liquidez para avaliação e monitoramento frente a possibilidade de insuficiência de recursos (ativos) para cobrir suas obrigações (passivos). Esse acompanhamento deve ser realizado através das informações das operações do Banco, confrontadas com o montante de Capital mantido pelo Banco. Conforme diretriz da Diretoria da Instituição, quando a liquidez representar 15% do Capital mantido pela Instituição, o representante de tesouraria responsável deverá iniciar seus procedimento de contingência. Caso a liquidez represente um valor de 30%, o representante de tesouraria deverá informar a Diretoria da Instituição para avaliação de tomada de decisão. 3.3 TRIGGERS (GATILHOS) DE RISCOS DE LIQUIDEZ CONTINGÊNCIA A diretriz de limite de liquidez é definida também como trigger de contingência da Instituição, no qual o Tesoureiro Correspondente é responsável por iniciar os procedimentos de contingência assim que detectada a necessidade de capital para estabelecer sua reserva de liquidez. O procedimento de contingência pode ser verificar no item 5 deste documento. 4. Liquidez e Estresse de Liquidez O QUE É LIQUIDEZ? Liquidez é a medida que indica a atual saúde financeira da instituição e de sua capacidade de captação de recursos, assim como indicações específicas e amplas sobre as disponibilidades futuras perante situações imprevisíveis e inesperadas. 4.1 PERSPECTIVAS DE LIQUIDEZ O relatório de descasamento de ativos ( GAP Report ), que é essencialmente uma estatística estática, mensura entradas e saídas de recursos já conhecidos ao longo de dias e/ou sobre um período de tempo. Se o relatório é Página 8 de 13

9 considerado saudável, isso significa que é um bom e completo prognóstico sobre a futura saúde de liquidez da instituição? Mesmo se o período de tempo mensurado é considerado longo, o relatório de descasamento de ativos oferece pouca informação sobre as disponibilidades futuras do banco ao se deparar e lidar com adversidades. Isso se deve ao fato do GAP não ressaltar os pontos fortes da Liquidez (Linhas de crédito ou outros acordos de Standby, garantias), nem os pontos fracos e vulneráveis (compromissos de empréstimo, passivos do balanço com potencial de rebaixamento de rating, garantias de liquidez e desempenho, limites de margem, necessidade de moeda, etc.) 4.2 TESTES DE ESTRESSE A área de Gerenciamento de riscos é responsável pela realização do documento denominado Plano de Capital, no qual visa proporcionar o monitoramento e controle das exposições aos diferentes riscos: risco de mercado, risco de crédito, risco de liquidez e risco operacional. O documento atualizado anualmente contempla além das informações de gerenciamento de riscos, bem como projeções de cenários stress a curto, médio e longo prazo, através de avaliações referentes às projeções financeiras, DRE e Total de ativos. Adicionalmente, de acordo com a circular 3.393/08, o Banco Central do Brasil solicita a todas as instituições financeiras que enviem mensalmente o Demonstrativo do Risco de Liquidez (DRL), o qual descreve a exposição da instituição em relação ao risco de Liquidez de responsabilidade também da área de Gerenciamento de Riscos. 5. Políticas de Liquidez: Disponibilidades perante cenários de estresse, plano de contingência e de Back-stops A reserva de Liquidez é extremamente importante em cenários de estresse, ou seja, quando a instituição tem uma urgente necessidade de elevar a liquidez dentro de um curto prazo e as fontes comuns de captação de recursos não estão disponíveis ou não podem prover liquidez suficiente para a necessidade. Essas reservas, compostas de dinheiro em espécie e de outros ativos com liquidez elevada, devem ser suficientes para que a instituição possa enfrentar esses períodos de estresse de liquidez, definidos como períodos de sobrevivência, sem que seu modelo de negócio seja comprometido ou sofra mudanças inesperadas. 5.1 PLANO DE CONTINGÊNCIA Em suas atividades diárias, o Banco Natixis Brasil mantém um detalhado plano de contingência. O plano apresenta as fontes de linhas de Financiamentos disponíveis à Tesouraria. O plano é revisado e testado periodicamente. a. Fontes de Captação em períodos de Contingência O plano de contingência identifica diferentes fontes de captação e o montante em reais que o NB estima poder acessar para contingências, mas não utilizadas em condições normais de mercado. Financiamentos via Natixis (Linha Reserva). O suporte oferecido pela matriz deve atender a resgates inesperados ou redução significativa as linhas de captação usuais. Os recursos seriam disponibilizados pelo Natixis US e suporte de capital sob condições de emergência. Linhas não Compromissadas ( Uncommitted Facilities ) de instituições financeiras e subsidiárias de bancos estrangeiros em São Paulo. O plano de contingência estima o montante que pode ser obtido com diversos bancos no caso de contingência. As principais fontes disponíveis são: Banco Itaú Unibanco Banco Bradesco Banco do Brasil Asset Managers Página 9 de 13

10 Outras instituições financeiras Banco Central do Brasil ( Redesconto ). Captações de curto prazo podem ser obtidas junto ao Banco Central do Brasil para suportar a realização dos passivos do Banco em um cenário comercial de restrição de liquidez. Essas captações constituem uma linha de crédito que possibilita à instituição financiar ativos com problemas de liquidez, desta forma assegurando uma maior estabilidade no sistema financeiro. Nesses casos, o banco emite uma nota promissória em favor do Banco Central do Brasil e, em troca, recebe uma linha de crédito em sua conta de depósito no Banco do Brasil. b. Teste de Contingência O teste de contingência será realizado pelo tesoureiro correspondente semestralmente. O tesoureiro correspondente revisará e selecionará possíveis fontes de liquidez disponíveis ao NB no curto prazo. Feito isso, coordenará as instruções de execução com o suporte de Operações, para seguir com um número limitado de contrapartes selecionado de linhas de financiamento compromissada e sem compromisso. Os testes podem incluir eventuais captações junto ao Banco Central do Brasil. Os testes são revisados pelo tesoureiro correspondente em seguida e as pendências são identificadas e ações são tomadas para mitigá-las. (Exemplo: comunicação, crédito ou pendências operacionais). 5.2 RESPONSABILIDADES DO TESOUREIRO CORRESPONDENTE Follow up com contrapartes na área de Trade Finance e obtenção de linhas de financiamento em reais; Desenvolvimento comercial do portfolio e responsabilidade por estabelecer contatos com os prospectivos clientes; Maximização das oportunidades de Cross- selling nas diferentes linhas de negócio: GEC e GTB; Coordenação alinhada com a equipe de GTB Paris; Responsável por identificar e apresentar oportunidades de negócio disponíveis no mercado com os diversos bancos, respeitando os limites de crédito pré-aprovados e as metas de lucratividade estabelecidas. Com o intuito de diversificar o portfolio e melhorar as margens; Responsável por fornecer informações dos clientes aos comitês de crédito, área de Back-Office e Compliance; e Follow up da lista de referência, fornecendo atualizações. 5.3 PAPEL DE SUPERVISÃO DO ALCO LOCAL Principal coordenador, em conjunto com o tesoureiro correspondente como Agente com o: US ALM, Banco Central do Brasil e o órgão regulatório francês (ACP Authority of Prudential Control ); Importância como gerenciador das transferências internas de recursos: Pro-atividade no gerenciamento de spreads e metodologias; Promover restrições ao Balanço patrimonial ( Envelope ), retração dos negócios, quando aplicável: Página 10 de 13

11 Venda de ativos, Eliminação total ou parcial dos negócios. Manual da Política de Risco de Liquidez 5.4 ATIVIDADES ADICIONAIS DA MATRIZ Em Maio de 2011, a matriz formou a plataforma de refinanciamento para o grupo BPCE & Natixis, efetivamente trabalhando em conjunto com as Tesourarias de ambas instituições. O objetivo dessa junção era: (1) ter uma projeção melhor de financiamento coberto mostrando para o mercado uma referência familiar, (2) otimizar internamente a liquidez do grupo por facilitar a movimentação/transferência de recursos, (3) eliminar o potencial risco de conflitos de interesse e (4) adquirir uma maior visibilidade ou rastreabilidade das operações para garantir controle sobre o risco de liquidez e de uma distribuição justa de valores. O papel dessa plataforma é dirigir a Tesouraria dentro dos parâmetros definidos pelo comitê do Group GAP. Os princípios essenciais dessa plataforma são: Estrutura: Equipes de especialistas por segmento de Mercado, por exemplo, curto prazo, longo prazo, Repo. Organização: idealizado para ser transversal através das diferentes especializações dos segmentos de mercado. Adicionalmente, instituições pilotas foram criadas para gerenciar o fluxo e a distribuição. Mandatos são concedidos para os operadores da plataforma para possibilitá-los a trabalhar nos respectivos balanços financeiros, BPCE e Natixis. A missão da plataforma é: Estar alinhado com os limites de refinanciamento estabelecidos pelas instituições do grupo, assim como respeitar aos prazos de vencimentos e limites mínimos de caixa; Implementar a política de avaliação e custeio de liquidez interna como determinado pelo comitê GAP, quando julgado aplicável; Gerenciar oscilações de liquidez e risco das taxas de juros; Aperfeiçoar o gerenciamento de garantias; Assumir responsabilidade conjunta com a equipe de finanças para o gerenciamento dos índices de liquidez; Implantação de refinanciamento a longo prazo do Natixis, como determinado pelo comitê GAP; Identificar concentração de riscos entre as fontes de captação, especialmente em instituições financeiras; Monitorar indicadores de liquidez, com a supervisão de ALM Paris; Liderar os encontros do Comitê Mensal de Tesouraria do Natixis; Alertar à coordenação sobre formas potenciais de desencadeamento de crises de liquidez para informar ao Chairman do grupo; e Em caso de crise de liquidez, implementar medidas estabelecidas pela equipe de direção responsável pelo plano de contingência. Página 11 de 13

12 COMITÊ DE GERENCIAMENTO DE ATIVOS E PASSIVOS Anexo I: Regimento interno do Comitê de Gerenciamento de Ativos e Passivos (ALCO) do Natixis Brasil S/A Banco Múltiplo I. Objetivo geral O ALCO (Asset and Liability Management Committee) tem por objetivo deliberar sobre as estratégias e diretrizes para o gerenciamento de liquidez da instituição a médio e longo prazo e garantir um efetivo monitoramento das posições de ativos e passivos do Banco. II. Organização Membros do Comitê 2.1. O NB ALCO é composto por: Senior Country Manager: Jean-Philippe Adam; Tesoureiro de NY; Correspondente de Tesouraria, também atua como secretário para o NB ALCO; NB CFO; NB Diretor Comercial; Membro da unidade de ALM (Asset and Liability Management) de NY; Membro do departamento de Risco de NY (Gerente de Risco ou membro da área de risco) O Comitê poderá convidar a participar das reuniões outros colaboradores internos e/ou externos, que detenham informações relevantes ou cujos assuntos constantes da pauta de discussão sejam pertinentes a sua área de atuação, como: Membros da Divisão de Finanças da Matriz. Reuniões 2.3. O Comitê reunir-se-á no mínimo trimestralmente As convocações ocorrerão com simultâneo encaminhamento da pauta de discussão para todos os O quorum exigido para realização de qualquer reunião, será de 50% (cinquenta por cento) mais um participante sendo obrigatória a presença do Senior Country III. Manager e dos 2 (dois) Diretores Estatutários do Brasil Os assuntos e deliberações serão registrados em atas pelo Secretário do Comitê e encaminhado posteriormente a todos os membros do ALCO. Agenda básica 2.7. O Comitê verifica regularmente os seguintes aspectos: Análise do Balanço Patrimonial: posicionamento ativo e passivo; Política de Captação: recursos, exigências, contingência e concentração; Análise de Liquidez: projeções, análise de descasamento entre ativos e passivos (gap analysis), plano de contingência, custos de liquidez/ transferência interna de recursos; Aderência aos limites de crédito, limites legais de empréstimo para cada grupo econômico. Análises das Demonstrações do Resultado do Exercício (DRE); Utilização de Limites e excessos; Outros estudos ou tópicos relevantes que possam impactar no Gerenciamento de Ativos e Passivos. Reuniões extraordinárias 2.8. As reuniões extraordinárias ocorrerão por solicitação de um dos membros quando da necessidade de definição estratégica, decorrente de mudanças nas condições mercadológicas ou econômico-financeiras e que possam causar impacto relevante na gestão de ativos e passivos, liquidez ou exceder os limites estabelecidos. Funções e responsabilidades O ALCO terá as seguintes funções e responsabilidades: Página 12 de 13

13 IV Supervisionar a implantação da política de liquidez do Banco Assegurar o efetivo gerenciamento de riscos por meio do processo de ALM Garantir a aderência dos negócios às normas, diretrizes e limites estabelecidos Avaliar estratégias de médio e longo prazo sobre ativos e passivos e alternativas para adequação do perfil de risco com as condições de mercado. Considerações Gerais COMITÊ DE GERENCIAMENTO DE ATIVOS E PASSIVOS 4.2. Necessidade de reagendamento deve ser organizada antecipadamente com a concordância de todos; 4.3. Ausências totais ou parciais devem ser anotadas na Ata, bem como atrasos; 4.4. Seqüência da Pauta deve ser lida e respeitada; 4.5. O próprio Comitê deverá rever e propor a Diretoria Executiva ou ao Senior Country Manager da instituição a atualização deste Regimento, quando necessário. Versão 2 Atualizada em Abril de Convidados devem ser convocados às reuniões com antecedência mínima de 10 dias pelo secretário NB ALCO ; * * * Página 13 de 13

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