Fundos & Gestores de Recursos

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1 Relatório Analítico Fundamentos do Rating Gestores de Recursos Tradicionais / Brasil Forte Franquia: O Rating Nacional de Gestores de Recursos da BTG Pactual Asset Management S.A. DTVM (BTG Pactual Asset) reflete os benefícios de fazer parte do Banco BTG Pactual S.A. (BTG Pactual - IDRs de Longo Prazo em Moeda Estrangeira e Local 'BBB '/Perspectiva Estável), que dispõe de forte reputação em suas atividades e bons índices de rentabilidade. O grupo possui estrutura e filosofia de investimento bem definidas, apoiadas por executivos experientes e qualificados, além de robustos controles de risco e de compliance. Critérios de Classificação Estrutura Organizacional Controles de Risco Gestão de Fundos Administração Tecnologia Fonte: Fitch 5 4 M1(bra) : Superior (Definição) O rating 'M1(bra)' é atribuído a gestores de recursos que demonstrem vulnerabilidade muito baixa a falhas operacionais e de gerenciamento de ativos. IDR (Issuer Default Rating - Rating de Probabilidade de Inadimplência do Emissor). Pesquisa Relacionada Relatório Analítico: Banco BTG Pactual S.A. (15/02/2012). Analistas Pedro Gomes Maria Rita Gonçalves Perímetro de Avaliação: O rating da BTG Pactual Asset contempla suas operações locais e não inclui as atividades de gestão no exterior das áreas de administração de fortunas e private banking e/ou relacionadas aos fundos de fundos geridos por terceiros, que têm processos e políticas próprios e são segregadas da administração de fundos próprios. Processo de Investimento Disciplinado: O processo de investimento é um dos pontos fortes da BTG Pactual Asset. É bem formalizado e executado através de comitês por uma equipe bem qualificada. A gestora tem mantido crescimento do volume de fundos acima da indústria local (23% e 13% em 2011, respectivamente), tendência que deve ser mantida em Esta expansão é reflexo do bom desempenho dos fundos administrados e do bom acesso a diferentes canais de distribuição, além do fato de fazer parte de um banco de negócios completo, com forte relacionamento com empresas e investidores. Expansão Internacional: Seguindo a estratégia do grupo, a gestora pretende incrementar a atuação no exterior, aproveitando o maior fluxo de recursos para o Brasil. O grupo tem estabelecido corretoras em importantes centros financeiros internacionais, além de ter recentemente adquirido uma importante corretora chilena. Esta expansão diversificará a base de aplicadores e ampliará o volume sob gestão, mas irá exigir a integração das plataformas em diferentes localidades e maior atenção aos controles de risco. Controles Amplos e Sofisticados: A forte interligação com o grupo e a exploração das sinergias tem se traduzido na otimização da equipe e custos, bem como na utilização de práticas e processos de gestão, controles de risco e compliance consistentes, amplos e bem formalizados, o que não tem agregado riscos de conflito de interesse às operações da gestora. Os limites dos fundos não têm apresentado desenquadramentos relevantes (apenas alguns em termos de concentração), com grande ênfase à liquidez. Porém, embora reconheça a eficiência da área de risco de mercado e liquidez, a Fitch considera esta área enxuta. Processos Integrados e Automatizados: O grupo BTG Pactual conta com uma área de tecnologia robusta e interligada. Os planos de contingência são bem elaborados e formalizados, com redundância nos sistemas críticos e simulações e exercícios de continuidade dos negócios regulares. Apesar dos bons processos e sistemas, o grupo está alterando toda a estrutura tecnológica com a ajuda de uma renomada consultoria, visando maior atuação global e o crescimento dos volumes administrados, para manter a agilidade e segurança no controle de informações e tomadas de decisão. Desafios: A Fitch considera que a base de clientes e de produtos ainda é concentrada e a gestora apresenta equipe de controle de risco enxuta, alguns dos principais desafios para seu desenvolvimento nos próximos anos, bem como o processo de internacionalização do grupo. No entanto, a agência acredita que os investimentos e o contínuo aprimoramento das ferramentas e sistemas possam acomodar o crescimento esperado. 23 de

2 Perfil do Gestor Com origem em 1983 como corretora, o grupo BTG Pactual passou a administrar fundos de investimento em 1984, segregando esta atividade das operações do banco em 2000 e constituindo a BTG Pactual Asset. Em 2006, foi vendido ao UBS AG, o maior banco da Suiça, e readquirido por alguns dos antigos controladores em setembro de Com participação de 4,7% no mercado local em dezembro de 2011, a BTG Pactual Asset era a sexta maior gestora de recursos de terceiros do Brasil (maior sem rede de varejo) e a oitava em termos de administração de recursos, com BRL85bi e BRL91bi, respectivamente. É dedicada exclusivamente à prestação de serviços de gestão de recursos de terceiros através de fundos de investimento ou carteiras administradas, oferecendo grande variedade de produtos de investimento. A BTG Pactual Asset tem se destacado em fundos multimercados, representando 63% do total de fundos administrados. A atividade de administração de recursos de terceiros é uma das principais linhas de negócio do grupo BTG Pactual e os fundos geridos são significativos na composição da grade de produtos oferecida aos clientes do grupo. Historicamente, cerca de 50% das elevadas receitas de serviços são originados das atividades de administração de recursos de terceiros. Apesar do bom desempenho dos fundos, a maior parte do resultado da gestora é gerada por taxas de administração, baseada no alto volume gerido e na estrutura enxuta de custos de um banco de investimento. Assim, há grande potencial de expansão de receitas de taxas de performance. Endereço: Praia de Botofago, 501 6º andar Matriz/coligadas: Banco BTG Pactual S.A. Website: Chairman: Persio Arida Tipo de organização: Grupo Financeiro COO: Mariana Cardoso Ano de fundação: 1983 CEO / CIO: James Oliveira Domicílio, local de constituição: Rio de Janeiro, RJ, Brasil Principais carteiras administradas: Multimercados e Renda Fixa Registro(s)/jurisdição(ões): Brasil Nº de Gestores de carteira: 30 Controlador: Banco BTG Pactual S.A. Nº de Funcionários: 87 Recursos sob Gestão Metodologia Aplicada Reviewing and Rating Asset Managers (13/08/2010); National Scale Asset Manager Ratings Criteria (02/07/2010). 2

3 Rating Fundamentos do Rating M1(bra) Pontos Fortes Faz parte do grupo BTG Pactual, com forte franquia como banco de negócios no Brasil e histórico de sucesso no desenvolvimento das atividades, apoiado em profissionais experientes e qualificados. A atividade de administração de recursos de terceiros é uma das principais linhas de negócio do grupo, respondendo historicamente por 50% das elevadas receitas de serviços, que geralmente cobrem suas despesas administrativas. Adota fortes políticas de controle de risco e compliance, com grande ênfase à liquidez das posições dos fundos. Processo de gestão de investimento bem formalizado e elaborado, baseado em comitês com grande suporte em pesquisa macroeconômica e fundamentalista, além de uma área de pesquisa local renomada e fortes controles de risco. Desafios Enfrentar o acirramento da concorrência com outros gestores e produtos de captação. Reduzir a alta concentração da captação por clientes, especialmente corporativos e institucionais. Integração operacional e de controles em função das recentes aquisições e da expansão do grupo, principalmente do processo de internacionalização. Score Estrutura Organizacional e Equipes 1,75 A gestora possui forte experiência e franquia na indústria de fundos brasileira, com bons resultados e geração de receitas. Estrutura bastante capacitada para atender às demandas dos investidores e mitigar riscos inerentes aos altos e crescentes volumes de suas atividades. No entanto, a Fitch considera a equipe de controles de risco enxuta. Apesar de algumas atividades de controle e de suporte serem compartilhadas com outras empresas do grupo, há pessoas dedicadas exclusivamente à gestora de recursos, para otimizar custos e manter o mesmo grau de entendimento dos negócios do grupo. Controles e Gerenciamento de Risco 1,75 As áreas de risco e compliance contam com metodologias e sistemas bem formalizados para garantir a sustentabilidade da estratégia e os negócios do grupo, bem como para cumprir todas as exigências regulatórias e fiduciárias. A estrutura de controle de riscos é bastante abrangente, com fortes e sofisticados controles e grande ênfase à liquidez das posições, além de grande suporte tecnológico e interligação com os processos do grupo e de terceiros, como corretoras e custodiantes. Gestão de Carteiras 1,50 O processo de investimento é bem disciplinado e robusto, baseado em comitês e abordagem macroeconômica top-down e bottom-up de empresas. Os gestores contam com o suporte de uma equipe renomada de analistas, apoiados ainda pela pesquisa quantitativa e simulações de testes de estresse e Valor em Risco (VaR) produzidas pela área de risco de mercado. Administração de Investimentos 2,00 As áreas comerciais da BTG Pactual Asset prestam serviço diferenciado em comparação a outros gestores de recursos do país, visto sua clientela mais qualificada, com treinamentos constantes e bom grau de transparência dos produtos oferecidos. A administração fiduciária apresenta boa automação dos processos, com grande foco em ganho de escala e aprimoramento dos sistemas, apresentando grau avançado de controle de riscos operacionais e formalização dos procedimentos. Tecnologia 2,00 O grupo conta com área de tecnologia robusta, com planos de contingência bem elaborados e formalizados, além de redundância em todos os sistemas críticos e simulações e exercícios de continuidade dos negócios regulares. Apesar dos bons sistemas, basicamente internos, o grupo BTG Pactual está passando por uma ampla alteração de sua plataforma tecnológica, visando maior integração das funções e grau de automação para o elevado crescimento de suas atividades. 3

4 Estrutura Organizacional e Equipes Controle Acionário e Posição Financeira A BTG Pactual Asset é subsidiária integral do BTG Pactual. Com ativos de BRL101bi e lucro de BRL602mi em setembro de 2011, o BTG Pactual é um dos maiores bancos de negócios do país, com forte reputação nos segmentos de atuação. Atua em três áreas distintas: banco de investimento (fusões e aquisições, assessoria financeira, mercado de capitais, corretagem etc), wealth management (gestão de fortunas) e gestão de fundos de investimento. Os ratings do BTG Pactual refletem a forte franquia como banco de investimento no Brasil, o sucesso no desenvolvimento de suas atividades e o bom histórico de resultados. Consideram ainda a alta capacidade e a experiência dos executivos, os fortes controles de risco e o fluxo de receitas recorrentes, que cobre consistentemente os custos fixos. Os ratings, porém, são restringidos pela limitada, porém crescente, diversificação de seu balanço e fluxo de receitas. A boa franquia possibilitou atrair acionistas internacionais, que injetaram USD1,55 bilhão no BTG Pactual em 2010 (16,04% das ações). Este aporte tem possibilitado ao banco elevar a competitividade e manter o ritmo de desenvolvimento, aproveitando oportunidades oferecidas pela economia. Como exemplos do aproveitamento de oportunidades, destacam-se as aquisições do Banco Panamericano S.A. (BP), atuante no financiamento ao consumo, especialmente veículos; da Celfin Capital S.A. (Celfin), a maior corretora do Chile; e da Brazilian Finance & Real Estate (BFRE), importante provedora de serviços financeiros no setor imobiliário brasileiro. As duas últimas aquisições ainda estão pendentes de aprovação das autoridades e servirão para ampliar a diversificação das receitas e negócios do grupo, bem como expandir as atividades de gestão internacional e no segmento imobilário. Embora volátil, o BTG Pactual tem apresentado bom desempenho, com rentabilidade de 14% nos 9M11, 25% em 2010 (excluindo o aporte) e 18% em A administração de recursos de terceiros é uma das principais linhas de negócio do grupo. Historicamente, cerca de 50% das elevadas receitas de serviços (BRL796mi nos 9M11 e BRL803mi em 2010) têm sido provenientes da administração de recursos de terceiros. O saldo é diversificado em outros segmentos, que podem, em diferentes períodos, contribuir significativamente para o resultado, como ocorreu com as atividades de abertura de capital e assessoria financeira de 2006 a Apesar da boa performance dos fundos, a maior parte do resultado da gestora é gerada por taxas de administração, baseada no alto volume gerido. O controle acionário do BTG Pactual é detido por André Esteves, que detém a maioria do capital votante. Com a compra, o BTG Pactual voltou a ter a cultura de partnership, adotada no antigo Pactual, que possibilita aos funcionários mais qualificados se tornarem sócios do banco, fortalecendo o interesse em proteger o capital e a reputação da instituição. Todas as áreas são chefiadas por um ou mais sócios, que possuem grande experiência no grupo e no mercado financeiro. A remuneração dos executivos é muito importante nesse tipo de instituição, sendo uma variável chave na base de despesas do grupo. Experiência na Indústria de Gestão de Recursos O volume de fundos administrados pela BTG Pactual Asset apresentou substancial aumento de recursos até 2007 (59% naquele ano), principalmente após a venda do banco ao UBS, que fortaleceu bastante os negócios e a placa da instituição na época. O aumento também foi beneficiado pelo bom ambiente econômico local no período, com a gestora recebendo recursos de muitas operações de banco de investimento lideradas pelo BTG Pactual, demonstrando os benefícios de fazer parte de um grupo que conta com um banco de investimento completo. No entanto, com a crise global e as notícias de venda do banco, o volume de fundos administrados decresceu 17% em 2008 e permaneceu estável em No entanto, desde então, o volume tem crescido acima da indústria de fundos local (23% em 2011 e 24% em 2010, ante 13% e 17% da indústria, respectivamente), passando para BRL91 4

5 bilhões em dezembro de 2011 (sendo que apenas BRL2,6bi correspondiam a recursos do grupo), principalmente em investidores corporates, private e distribuidores, baseado no crescimento econômico local, na boa performance de seus fundos, na placa do grupo e no bom relacionamento com empresas e investidores. O planejamento para 2012 continua agressivo, mas é viável, embora dependa muito do crescimento econômico local, além da capacidade da gestora em atrair investidores internacionais e vender seus fundos mais sofisticados. Não são esperadas grandes alterações em termos de taxas de administração pelo fato dessas já estarem em baixo patamar, visto sua clientela. Outro aspecto importante será a concorrência com outros produtos de captação, especialmente depósitos a prazo, uma vez que o banco tem incrementado fortemente a atividade de crédito, embora com alavancagem ainda moderada no final do processo. Além da estratégia de ampliar a participação no mercado local e de consolidar a presença no segmento de renda variável com a complementação da grade com novos produtos a médio prazo, a gestora pretende incrementar sua atuação no exterior, aproveitando o maior fluxo de recursos para o país e o relacionamento com os acionistas externos (fundos soberanos e tradicionais famílias internacionais), que entraram em seu capital em O BTG Pactual tem sido bem-sucedido em implementar essa estratégia. Em 2009 e 2010, o grupo estabeleceu corretoras de valores em importante centros financeiros internacionais, como Hong Kong, Londres e Nova York, para operar trading e oferecer produtos aos investidores, como gestão de fundos e corretagem de ações brasileiras, beneficando-se do maior conhecimento dos mercados externos no período que estava sob controle do UBS. Além disso, também adquiriu a Celfin (recursos sob gestão de BRL8,6 bilhões), com operações no Chile, Peru e Colômbia, e a BFRE (BRL2,3 bilhões), atuante em fundos imobiliários, com grandes sinergias com a BTG Pactual Asset, que, apesar de serem empresas com boas equipes e plataformas já existentes, devem demandar esforços na integração de processos e controles. Como a gestora atende a clientes mais qualificados e busca maior rentabilidade/taxas de performance através de fundos mais sofisticados, o lastro de ativos que compõem a maior parte dos fundos é menor em títulos do governo, embora ainda seja alto, devido à preocupação com liquidez (39% do total de recursos administrados ante 57% na indústria de fundos). A gestora mantém maior participação em títulos privados (47% ante 28% na indústria de fundos em dezembro de 2011; 36% e 23% em 2010, respectivamente). Esse aumento da participação ocorreu basicamente em detrimento dos investimentos em ações, devido oas efeitos das turbulências na Europa, que decresceram para 14% e 15% em dezembro de 2011, ante 21% e 18% em Com a melhora do ambiente econômico global e a redução das taxas de juros locais, os investimentos em renda variável devem voltar a crescer. As atividades de administração e gestão de fundos de investimento estão divididas entre algumas empresas do grupo, com receitas e despesas rateadas conforme contrato de prestação de serviços efetuado em 2006 e atualizado em Assim, o resultado contábil da BTG Pactual Asset não é apropriado para uma visão da lucratividade da área. A gestora apresentou lucro de BRL112mi em 2011 e lucro antes dos impostos e distribuições de lucro de BRL181mi, sendo grande parte do resultado da atividade de administração de fundos de investimento contabilizada no banco. A BTG Pactual Asset presta serviços de gestão dos fundos, enquanto a distribuição é efetuada pelo banco e a BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM responde pela controladoria e administração dos fundos. A BTG Pactual WM Gestão de Recursos Ltda. e a BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda., ambas subsidiárias da BTG Pactual Asset, prestam serviços de gestão para a unidade de wealth management e de private equity, respectivamente. Além disso, há também algumas companhias no exterior, desvinculadas das empresas do país, 5

6 responsáveis pela gestão dos fundos do exterior. Independência e Governança Corporativa As estruturas de segregação e mitigação de risco de conflito de interesse têm sido progressivamente reforçadas, com políticas de compliance e controle de risco operacional. Essas políticas incluem a segregação física e a proibição de compartilhamento de informações assegurada pelo código de ética e verificada pela área de compliance, e seguem os padrões da indústria e as regulamentações vigentes no país. A gestora adere às melhores práticas e regras estabelecidas no Brasil. A boa estrutura de práticas de governança corporativa não prejudica a forte atuação do grupo BTG Pactual, assim como de outros pares, em atividades de fusões e aquisições, bem como de mercado de capitais. As atividades de controle (compliance, risco operacional e auditoria interna, entre outras) e algumas de suporte são compartilhadas com outras empresas do grupo, e há profissionais dedicados exclusivamente às atividades de administração de recursos de terceiros, para otimizar custos, devido à centralização da inteligência destas áreas no grupo. A Fitch observa que esta configuração difere um pouco da estrutura observada em grandes gestoras, mas considera que o compartilhamento de algumas atividades de controle pelas empresas do grupo não tem agregado maiores riscos de conflito de interesse às operações da gestora. Além disso, o processo de investimento e as atividades de pesquisa e deferimento/acompanhamento de risco de crédito são segregadas das operações do grupo. Equipe A Fitch considera que a BTG Pactual Asset tem uma equipe adequada ao volume de recursos adminitrados e que os principais sócios e executivos são bastante experientes. Além do Chairman e do CIO, a estrutura de gestão da BTG Pactual Asset conta com 15 gestores, incluindo seis analistas de renda variável. Também conta com dois estrategistas, dois analistas de crédito, uma equipe de suporte e controle com sete pessoas, e dois traders para renda variável. Mesmo com a reorganização do grupo BTG Pactual em 2009, observa-se que a rotatividade dos profissionais é baixa, devido à filosofia de negócios baseada na cultura meritocrática e na política de alta remuneração variável, principalmente para os funcionários de destaque que, inclusive, podem se tornar sócios da instituição. Com a venda aos antigos executivos, em 2009, alguns profissionais mais experientes do grupo foram transferidos para a gestora, demonstrando a importância da atividade para o grupo. As principais políticas e processos não sofreram alterações relevantes na época. Além disso, foram contratados sócios/executivos para atuar nas dependências abertas no exterior, principalmente para a distribuição de fundos e outros produtos do grupo. As atividades de administração, controladoria, cálculo de cotas, precificação dos ativos, contabilidade, liquidação financeira e envio de material regulatório/marketing, entre outras atividades de suporte, contam com 57 funcionários e são efetuadas pela área de Fund Administration. Além disso, as áreas de controle de risco, como compliance, risco de mercado e auditoria interna, bem como do departamento legal, de atividades compartilhadas com o grupo contam adicionalmente com sete funcionários dedicados à gestora. Controles e Gerenciamento de Risco Estruturas de Controle Conforme mencionado, a BTG Pactual Asset utiliza as estruturas de controle e compliance do grupo, embora com profissionais dedicados exclusivamente à gestora. Essas estruturas foram fortalecidas no período que o grupo pertencia ao UBS, como seria esperado para uma subsidiária de um grande banco estrangeiro. Após a venda para os ex-controladores e executivos, a maior parte dos controles foi mantida, com poucas diferenças relevantes. Os relatórios das áreas de controle são abrangentes e enviados a diversos executivos, inclusive alguns do banco, com grande suporte tecnológico. Além disso, o departamento jurídico do 6

7 grupo mantém três advogados totalmente dedicados à unidade de gestão de recursos, que se reportam diretamente ao comitê-executivo do grupo. Em 2011, o grupo criou a função de Chief Risk Officer (CRO). Este é responsável pela centralização das atividades de gerenciamento de risco operacional, risco de mercado e risco de crédito. Anteriormente, os profissionais dedicados à gestora para as atividades de risco operacional se reportavam ao COO do grupo e os dedicados ao risco de mercado e liquidez ao CFO do grupo. Apesar dos relatórios, processos e controles continuarem sendo realizados da mesma forma, a Fitch considera positiva esta mudança na organização, uma vez que deverá se traduzir em melhor governança e transparência das atribuições. A gestora e a maior parte de seus fundos locais são auditados externamente pela Ernst & Young Auditores Independentes. Além disso, a BTG Pactual Asset, assim como a indústria, é supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regulamenta os fundos de investimento e fiscaliza os mercados de bolsa e de balcão no país, e pelo Banco Central do Brasil (Bacen), que regulamenta e fiscaliza a atividade bancária. Assim como os outros gestores do país, a BTG Pactual Asset adere às práticas de autorregulamentação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), responsável pela supervisão do cumprimento de códigos de regulação e comunicação e transparência para investidores. Gestão de Risco Operacional A Fitch considera que a gestora mantém boas práticas de controle e identificação de riscos operacionais em linha com os seus principais concorrentes no mercado brasileiro. Essas práticas incluem o mapeamento de processos e fluxos das áreas, o registro de erros operacionais, o acompanhamento de incidentes, a avaliação trimestral de riscos e os relatórios de auditorias internas e externas, cobrindo também a avaliação de novos produtos e serviços. Além disso, os principais controles de risco operacional são certificados anualmente por uma consultoria renomada, com todo o processo e as ações mitigatórias mapeados desde As perdas operacionais não têm sido relevantes, apenas BRL139 mil em 2011, embora o processo de risco operacional necessite de maior automação. A auditoria interna que, entre outras funções, verifica se os erros operacionais estão computados corretamente e se reporta ao CFO do grupo, também monitora constantemente as atividades e processos do grupo. Isso ocorre por meio de reuniões periódicas e, se necessário, extraordinárias, além de comitês de governança e relatórios internos. A gestora passou por uma ampla auditoria interna no final de 2010, sem apontamentos relevantes. Compliance e Controles A área de compliance tem apresentado êxito em assegurar o cumprimento das normas internas e legais e dos demais procedimentos utilizados para mitigar os vários tipos de riscos legais, éticos e de imagem. Também monitora diariamente potenciais áreas de conflito de interesse e a segregação do fluxo de informações das empresas do grupo, inclusive entre as áreas de front-office (responsável pela formulação e execução das operações dos fundos) e back-office (responsável pelo acompanhamento e controle das operacões), inclusive a segregação física das áreas (com controle de acesso quando necessário). Há dois profissionais dedicados à gestora na área de compliance, que se reportam ao principal comitê da gestora, que inclui todos os executivos graduados. A política de investimentos dos funcionários adota práticas comuns às principais gestoras de recursos do país. A área de compliance tem que autorizar os funcionários a investirem em ações, e estes devem permanecer com o papel por, no mínimo, noventa dias. Além disso, o funcionário deve operar apenas com as duas corretoras autorizadas pelo compliance, entre outras proibições. O manual de compliance e o código de princípios e ética estão formalizados e inseridos na intranet do grupo. Há também um plano de continuidade de negócios escrito e 7

8 formalizado para problemas, como escândalos, desastres naturais e relacionados à tecnologia. Gestão de Risco de Mercado A BTG Pactual Asset apresenta fortes e sofisticados controles de risco de mercado e liquidez dos fundos e carteiras administrados, desenvolvidos internamente. A área de Gestão de Risco de Mercado utiliza os mesmos sistemas e metodologia do banco, que estão entre os melhores do país, na opinião da Fitch, e são necessários para sua tesouraria bastante ativa. Os controles, efetuados diariamente, são bem abrangentes e incluem relatórios de Valor em Risco (VaR), estresse (histórico e com simulações de cenários hipotéticos), concentrações e risco de liquidez. Os relatórios de risco são emitidos em D+1 e os testes de estresse e liquidez são semanais, embora a área possa disponibilizar relatórios on-line das posições, caso necessário. A área também valida a precificação dos ativos e a análise de performance dos fundos, com a comparação com os pares e os benchmarks de mercado. Além disso, ainda faz o controle de risco operacional, verificando a qualidade e o grau de confiança das informações produzidas, bem como a pesquisa quantitativa, fornecendo ferramentas de análise para todas as áreas do grupo. A área responde ao CRO do grupo, mas seus relatórios de controle dos limites dos fundos são emitidos para os principais executivos da gestora. Desde 2008, houve apenas dois desenquadramentos nos limites de risco de mercado (nenhum nos de liquidez), sendo reenquadrados logo em seguida. Em 2008, a gestora fez a venda de papéis para reenquadrar alguns fundos devido aos resgates em função da crise global. No máximo, os fundos foram reenquadrados em até dez dias (dentro do limite regulatório da CVM, de 15 dias). Há grande preocupação com a liquidez das posições, tanto dos gestores como das áreas de controle, com penalizações para papéis ilíquidos. A gestora procura concentrar as aplicações em títulos privados, que tenham ratings elevados, e em CDBs com liquidez diária ou de curto prazo. A liquidez é gerenciada no cálculo diário do risco de mercado dos fundos, método através do qual os ativos são ponderados pelo tempo que o gestor levaria para se desfazer da posição, utilizando séries históricas de volume negociado, além de contemplar a concentração do passivo com a atribuição de condições mínimas de liquidez para a carteira dos fundos suportar eventuais resgates em situações de estresse. O controle tem como principal premissa a possibilidade de movimentar até 30% do volume médio negociado nos últimos 63 dias úteis. No entanto, a Fitch considera a área enxuta, com apenas quatro pessoas dedicadas à gestora. Isso é minimizado pelos bons sistemas tecnológicos e pela experiência dos profissionais, embora a agência consideraria adequada uma área maior. Gestão de Carteiras O processo de investimento é um dos pontos fortes da BTG Pactual Asset, por ser bem disciplicado e robusto. É totalmente baseado em comitês, com uma equipe de analistas bem experientes, forte análise macroeconômica e fundamentalista das empresas e robustos controles de risco. O Comitê de Asset Management, o principal da instituição, se reúne semanalmente e inclui os executivos mais graduados da gestora, além de outros do grupo. Tem como função definir as diretrizes e estratégias de gestão, distribuição, serviços e produtos, além da determinação dos parâmetros de alocação de recursos nos perfis de risco conservador, moderado e agressivo, entre outras atribuições. Ao invés das carteiras dos fundos serem delegadas aos gestores individuais como ocorre em muitas gestoras, os fundos ficam sob a responsabilidade de uma equipe de gestão, sendo que cada membro da equipe atua em seu mercado de especialização. A área de gestão é dividida nos grupos de renda fixa e renda variável, sob a coordenação do CIO, James Oliveira, e do chairman, Pérsio Arida. A gestão dos produtos tradicionais de juros e câmbio é de responsabilidade do grupo de renda fixa, bem como os fundos multimercados, que aplicam em diversos mercados, respeitando os limites de risco previamente estabelecidos nos mandatos dos fundos. O grupo de renda variável é responsável pela gestão dos produtos de ações, bem 8

9 como pela parcela de renda variável dos fundos multimercados. Com base em cenários macroeconômicos e políticos definidos, a equipe de gestão realiza uma análise detalhada dos preços dos ativos, comparando as estimativas das principais casas de pesquisa com os preços de mercado. Em seguida, é efetuada a alocação teórica dos recursos e a escolha dos ativos de acordo com os cenários traçados e objetivos dos fundos. São utilizadas análises quantitativa e técnica para precificação dos ativos, que ajusta o retorno potencial dos ativos à sua liquidez, duration, horizonte de investimento e tamanho de posição, entre outros fatores. Nessa etapa, os gestores são suportados por uma renomada equipe de analistas de renda fixa e variável, apoiados ainda pela pesquisa quantitativa produzida pela área de risco de mercado. Os gestores contam com simulação de testes de estresse e VaR, que permitem verificar o impacto das posições antes da aquisição dos ativos. As atividades de trading e boletagem são efetuadas pelos próprios gestores e a divisão das operações por corretoras (opera com cerca de quarenta) é decisão dos gestores/traders. Além disso, a alocação das ordens executadas são rateadas dentre os diversos fundos pelo preço médio, de acordo com a quantidade pré-definida para cada fundo, conforme seu perfil de risco e retorno. Há várias travas no processo de boletagem, como mandato para comprar determinados ativos e opção para recalcular tudo no caso de inconsistências, o que ocorreu poucas vezes desde o estabelecimento dos sistemas, em O processo de avaliação e monitoramento dos serviços prestados pelas corretoras é bem efetuado, embora careça de maior formalidade. É conduzido pelo compliance, sendo que a aprovação de novas corretoras é efetuada por um comitê, composto pela área de risco de crédito, mesa de operações e a COO, além do compliance, através de visitas e questionários. O comitê de crédito se reúne sob demanda, com poder de veto do analista de crédito. Apesar de utilizar a análise de crédito do BTG Pactual no processo de decisão, que é normal por fazer parte de um grupo, não há qualquer profissional do banco envolvido no processo decisório, o que a Fitch considera positivo em termos de independência. As políticas e os sistemas são os mesmos do banco, que monitora a exposição consolidada do grupo. Desde 2004, houve apenas quatro problemas de crédito, todos em fundos exclusivos, o mais recente em Administração de Investimentos Relatórios e Comunicação A comunicação dos riscos dos fundos de investimento e carteiras administradas (propectos e regulamentos) é de responsabilidade da área de distribuição. O envio dos relatórios de desempenho, por sua vez, é de responsabilidade da área de administração da BTG Pactual Asset. A área de distribuição continua a seguir as diretrizes do grupo, com foco em diferentes canais de serviço e atuação pró-ativa junto à clientela. As áreas comerciais da BTG Pactual Asset prestam um serviço diferenciado em comparação a outros gestores de recursos do país, visto a clientela mais qualificada. Apesar dos objetivos de crescimento da base de clientes e da maior escala, a equipe procura manter agilidade na troca de informações, tendo ampliado a padronização dos relatórios nos últimos anos. Na opinião da Fitch, a BTG Pactual Asset apresenta boa transparência em comparação aos padrões do mercado local. Pode-se obter facilmente o regulamento e os prospectos dos fundos abertos, que estão de acordo com as exigências da CVM e da Anbima. As lâminas dos fundos, enviadas mensalmente, são claras e objetivas, demonstrando o histórico da rentabilidade dos fundos nos últimos quatro anos frente ao seu benchmark e a outros indicadores de mercado. Também apresenta análise gráfica interativa da evolução dos fundos, concentrações e exposições setoriais, propiciando, boa visualização do desempenho histórico dos fundos e maior suporte ao desenvolvimento de estratégias de alocação para os cotistas. Administração A área de Fund Administration é responsável pelas atividades de processamento, 9

10 controladoria, cálculo de cotas, contabilidade, precificação dos ativos (validados também pela área de risco de mercado), custódia, liquidação financeira e envio de material regulatório/marketing, entre outras atividades de suporte, sob a responsabilidade da COO, Mariana Cardoso. A área também monitora os desenquadramentos dos fundos em relação aos regulamentos e à legislação local, geralmente concentrações e limites tributários, reportando-se ao gestor, COO e ao CIO. Os fundos geridos são administrados basicamente pela BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM (83% do total gerido em dezembro de 2011), com o saldo distribuído em outros seis administradores, a pedido do investidor, que procura uma controladoria fiduciária/custódia centralizada. Os serviços de custódia, por sua vez, são efetuados basicamente pelo BTG Pactual (82%) e pelo Banco Bradesco S.A. (10%), além de outros (8%). Nesses casos, a gestora possui contratos firmados com as principais administradoras/custodiantes do país, sendo que estes serviços são controlados pela área de Fund Administration. Além dos fundos geridos pela BTG Pactual Asset, a área de Fund Administration também presta serviços de administração e custódia de fundos a outras gestoras, mas os valores não são representativos. Na opinião da Fitch, esta área apresenta bom grau de automação dos processos, com grande preocupação em relação ao ganho de escala e aprimoramento dos sistemas, apresentando grau avançado de controle de riscos operacionais e formalização dos procedimentos. A área tem focado na continuidade das melhorias, principalmente na maior automação dos processos, essenciais para os altos e crescentes volumes administrados/custodiados. A Fitch ressalta que todos os ativos das carteiras dos fundos da BTG Pactual Asset são marcados a mercado, mesmo quando apresentam mercado secundário ilíquido. No caso dos mercados organizados, são utilizados os preços de fechamento do último dia em que os ativos foram negociados. Em outros casos, a área de risco de mercado utiliza os preços divulgados pelas bolsas e outros orgãos oficiais de mercado, seguindo a legislação local. Tecnologia Front Office A equipe de gestão tem bons sistemas de acompanhamento dos principais mercados, contando com uma ampla base de dados. Os processos são automatizados e interligados, e os gestores de fundos de renda fixa, variável e multimercados contam, ainda, com sistemas de simulação de risco através de diversos indicadores, como VaR e estresse. Middle e Back Office Controladas pela área de Fund Administration, as atividades do Middle & Back Office também são bem automatizadas, com a integração de diversos processos, incluindo boletagem, precificação de ativos/cálculo das cotas (em 'D+1') e a liquidação financeira, o que é importante em termos de agilidade e segurança no controle e geração de informações, mitigando os riscos operacionais, entre outros. Gerenciamento de Dados e Segurança de TI A BTG Pactual Asset tem um bom plano de contingência, com adequado grau de formalização, contando com dois centros de processamento de dados (CPDs), o principal na cidade do Rio de Janeiro e o de contingência em São Paulo, com todos os recursos necessários à continuidade das rotinas, em caso de impossibilidade de acesso às instalações normais de trabalho. Há também um programa de continuidade dos negócios, que envolve todas as áreas da gestora, de forma a garantir a manutenção das atividades críticas. A área de risco operacional é responsável por compilar essas informações e atualizar o programa. Simulações e exercícios de continuidade dos negócios acontencem, pelo menos, duas vezes por ano envolvendo toda a empresa, sem problemas relevantes, uma vez que as atividades críticas 10

11 podem ser efetuadas por São Paulo ou por acessos remotos de parte dos funcionários. O grupo possui uma área robusta de tecnologia (TI), contando com 201 profissionais, sendo 11 dedicados aos sistemas da unidade de gestão de recursos. O grupo BTG Pactual está passando por uma ampla alteração de sua plataforma tecnológica com a ajuda de uma renomada empresa de consultoria. Esse processo está em fase inicial e tem como objetivo permitir maior integração das funções, grau de automação, velocidade nas transações e incorporação de ativos internacionais. Apesar de bons, os atuais sistemas são basicamente internos e têm requerido melhorias contínuas com o forte crescimento do grupo. O novo sistema, a ser implementado até 2013, também deverá melhorar a agilidade e a segurança na geração de informações, além de reduzir os riscos operacionais. Apêndice Currículo dos Executivos-chave Nome Experiência Persio Arida Chairman. Antes de fundar a BTG Pactual Asset, em 2008, foi presidente do Bacen e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). PhD em Economia pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), dos Estados Unidos. Steve Jacobs CEO. Antes de ingressar na BTG Pactual Asset, em 2009, foi o executivo-chefe global de infraestrutura e private equity e membro do comitê executivo do UBS Asset Management. Também foi o executivo-chefe da área de serviços financeiros de Londres da Ernst & Young Auditores Independentes. Formado em Finanças e Contabilidade pela Brighton University, da Inglaterra. James Oliveira CIO. No grupo BTG Pactual desde 1992, tornou-se sócio em 1998 e diretor-executivo do UBS Pactual em Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EASP). Mariana Cardoso COO. Iniciou sua carreira no Banco Pactual em 1996, sendo sócia desde Formada em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fonte: Maiores Fundos Sob Gestão Fundos (dezembro de 2011) Data de Início AUM* (BRLmi) Perfil BTG Pactual High Yield 31/07/ Juros e Moeda BTG Pactual Yield DI 02/10/ Referenciado DI BTG Pactual Multistrategies 01/10/ Juros e Moeda BTG Pactual Capital Markets 02/07/ Renda Fixa BTG Pactual Hedge 31/10/ Multimercado BTG Pactual Global 11/03/ Multimercado UBS (JP) Brazil Bond Fund 17/07/ Renda Fixa BTG Pactual Multi Gold 01/07/ Juros e Moeda UBS (Lux) Brazil Bond Fund 19/10/ Renda Fixa BTG Pactual Local 14/04/ Multimercado (*) AUM - Assets under management - Recursos sob gestão/ Fonte: 11

12 O rating acima foi solicitado pelo, ou em nome do, emissor, e, portanto, a Fitch foi compensada pela avaliação do rating. TODOS OS RATINGS DE CRÉDITO DA FITCH ESTÃO SUJEITOS A ALGUMAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE. POR FAVOR, VEJA NO LINK A SEGUIR ESSAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE: AS DEFINIÇÕES E TERMOS DE USO DOS RATINGS ESTÃO DISPONÍVEIS NO SITE PÚBLICO DA AGÊNCIA, EM OS RATINGS PÙBLICOS, CRITÉRIOS E METODOLOGIAS PUBLICADOS ESTÃO PERMANENTEMENTE DISPONÍVEIS NESTE SITE. O CÓDIGO DE CONDUTA DA FITCH E POLÍTICAS DE CONFIDENCIALIDADE, CONFLITOS DE INTERESSE; SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO (FIREWALL) DE AFILIADAS, COMPLIANCE E OUTRAS POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS RELEVANTES TAMBÉM ESTÃO DISPONÍVEIS NESTE SITE, NA SEÇÃO "CÓDIGO DE CONDUTA". Copyright 2012 da Fitch, Inc., Fitch Ratings Ltd. e suas subsidiárias. One State Street Plaza, NY, NY Telefone: (para chamadas efetuadas nos Estados Unidos), ou (001212) (chamadas fora dos Estados Unidos). Fax: (212) Proibida a reprodução ou retransmissão, integral ou parcial, exceto quando autorizada. Todos os direitos reservados. Ao atribuir e manter seus ratings, a Fitch conta com informações factuais que recebe de emissores e underwriters e de outras fontes que a agência considera confiáveis. A Fitch executa uma pesquisa razoável das informações factuais de que dispõe, de acordo com suas metodologias de rating, e obtém razoável verificação destas informações de fontes independentes, na medida em que estas fontes estejam disponíveis com determinado patamar de segurança, ou em determinada jurisdição. A forma como é conduzida a investigação factual da Fitch e o escopo da verificação de terceiros que a agência obtém poderão variar, dependendo da natureza do título analisado e do seu emissor, das exigências e práticas na jurisdição em que o título analisado é oferecido e vendido e/ou em que o emitente esteja localizado, da disponibilidade e natureza da informação pública envolvida, do acesso à administração do emissor e seus consultores, da disponibilidade de verificações pré-existentes de terceiros, como relatórios de auditoria, cartas de procedimentos acordadas, avaliações, relatórios atuariais, relatórios de engenharia, pareceres legais e outros relatórios fornecidos por terceiros, disponibilidade de fontes independentes e competentes de verificação, com respeito ao título em particular, ou na jurisdição do emissor, em especial, e a diversos outros fatores. Os usuários dos ratings da Fitch devem estar cientes de que nem uma investigação factual aprofundada, nem qualquer verificação de terceiros poderá assegurar que todas as informações de que a Fitch dispõe com respeito a um rating serão precisas e completas. Em última instância, o emissor e seus consultores são responsáveis pela precisão das informações fornecidas à Fitch e ao mercado ao disponibilizar documentos e outros relatórios. Ao emitir seus ratings, a Fitch é obrigada a confiar no trabalho de especialistas, incluindo auditores independentes, com respeito às demonstrações financeiras, e advogados, com referência a assuntos legais e tributários. Além disso, os ratings são naturalmente prospectivos e incorporam hipóteses e predições sobre eventos futuros que, por sua natureza, não podem ser confirmados como fatos. Como resultado, apesar de qualquer verificação sobre fatos atuais, os ratings podem ser afetados por condições ou eventos futuros não previstos na ocasião em que um rating foi emitido ou afirmado. As informações neste relatório são fornecidas "tal como se apresentam", sem que ofereçam qualquer tipo de garantia. Um rating da Fitch constitui opinião sobre o perfil de crédito de um título. Esta opinião se apoia em critérios e metodologias existentes, que são constantemente avaliados e atualizados pela Fitch. Os ratings são, portanto, resultado de um trabalho de equipe na Fitch, e nenhuma classificação é de responsabilidade exclusiva de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos. O rating não cobre o risco de perdas em função de outros riscos que não sejam o de crédito, a menos que tal risco esteja especificamente mencionado. A Fitch não participa da oferta ou venda de qualquer título. Todos os relatórios da Fitch são de autoria compartilhada. Os profissionais identificados em um relatório da Fitch participaram de sua elaboração, mas não são isoladamente responsáveis pelas opiniões expressas no texto. Os nomes são divulgados apenas para fins de contato. Um relatório que contenha um rating atribuído pela Fitch não constitui um prospecto, nem substitui as informações reunidas, verificadas e apresentadas aos investidores pelo emissor e seus agentes com respeito à venda dos títulos. Os ratings podem ser modificados ou retirados a qualquer tempo, por qualquer razão, a critério exclusivo da Fitch. A agência não oferece aconselhamento de investimentos de qualquer espécie. Os ratings não constituem recomendação de compra, venda ou retenção de qualquer título. Os ratings não comentam a correção dos preços de mercado, a adequação de qualquer título a determinado investidor ou a natureza de isenção de impostos ou taxação sobre pagamentos efetuados com respeito a qualquer título. A Fitch recebe honorários de emissores, seguradores, garantidores, outros coobrigados e underwriters para avaliar os títulos. Estes honorários geralmente variam entre USD1.000 e USD (ou o equivalente em moeda local aplicável) por emissão. Em certos casos, a Fitch analisará todas ou determinado número de emissões efetuadas por um emissor em particular ou seguradas ou garantidas por determinada seguradora ou garantidor, mediante o pagamento de uma única taxa anual. Tais honorários podem variar de USD a USD (ou o equivalente em moeda local aplicável). A atribuição, publicação ou disseminação de um rating pela Fitch não implicará consentimento da Fitch para a utilização de seu nome como especialista, com respeito a qualquer declaração de registro submetida mediante a legislação referente a títulos em vigor nos Estados Unidos da América, a Lei de Serviços Financeiros e Mercados, de 2000, da Grã-Bretanha ou a legislação referente a títulos de qualquer outra jurisdição, em particular. Devido à relativa eficiência da publicação e distribuição por meios eletrônicos, a pesquisa da Fitch poderá ser disponibilizada para os assinantes eletrônicos até três dias antes do acesso para os assinantes dos impressos. 12

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