FACULDADE ASSIS GURGACZ FAG KELIS REGINA GOTTARDO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE ASSIS GURGACZ FAG KELIS REGINA GOTTARDO"

Transcrição

1 FACULDADE ASSIS GURGACZ FAG KELIS REGINA GOTTARDO ESTUDO DE CASO: PROTOCOLO PARA FORTALECIMENTO DE MUSCULATURA DE TRONCO COM MÉTODO BAD RAGAZ EM TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR NÍVEL NEUROLÓGICO T3 CASCAVEL 2005

2 KELIS REGINA GOTTARDO ESTUDO DE CASO: PROTOCOLO PARA FORTALECIMENTO DE MUSCULATURA DE TRONCO COM MÉTODO BAD RAGAZ EM TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR NÍVEL NEUROLÓGICO T3 Trabalho de conclusão de curso, apresentado como requisito parcial para obtenção de título de bacharel em Fisioterapia pela Faculdade Assis Gurgacz. Orientador: Profº Alexandre Badke CASCAVEL 2005

3 KELIS REGINA GOTTARDO ESTUDO DE CASO: PROTOCOLO PARA FORTALECIMENTO DE MUSCULATURA DE TRONCO COM MÉTODO BAD RAGAZ EM TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR NÍVEL NEUROLÓGICO T3 Trabalho apresentado à Banca Avaliadora como requisito parcial para a obtenção de título de bacharel em Fisioterapia pela Faculdade Assis Gurgacz. BANCA AVALIADORA Profº. Esp. Alexandre Badke Orientador FAG Profª. Ms. Helenara Salvati Bertolossi Moreira Avaliador - FAG Profº. Esp. Cristina Hamerski Romero Avaliador - FAG

4 Aos meus pais, pelo incentivo, dedicação e confiança que mantiveram durante toda esta jornada.

5 AGRADECIMENTOS A Deus pela companhia nestes anos todos, por suas palavras e generosidades. A meus pais, Mario e Inêz que sempre lutaram muito, pelos momentos que estive ausente quando precisaram de meu apoio e minha colaboração, mas hoje me vêem vencendo mais um obstáculo. E como foram importantes suas palavras de estímulo, frente ao desânimo pelo esforço diário, vocês foram a força que me impulsionou, fazendo acreditar que a realização do sonho era possível. A minha irmã que colaborou com esta vitória mesmo estando longe, pelo apoio e colaboração em momentos difíceis. Ao meu namorado Fernando pelo tempo em que estive ausente obrigado pela compreensão, pelo estímulo nas horas de desânimo e por toda a ajuda nesta reta final. Ao professor orientador Alexandre Badke, pelo incansável apoio, confiança e amizade em todos os momentos desta caminhada. Ao paciente e sua esposa que sempre estiveram dispostos a colaborar com a realização deste trabalho. Ao Dr. Eduardo, fisioterapeuta da Globoaves, pelo empréstimo do dinamômetro analógico que foi utilizado para avaliação inicial e final do tratamento. Aos amigos que por vezes foram deixados de lado por causa dos estudos, estágios e monografias, mas que puderam compreender esta fase, obrigado, pela força, pela confiança e pela paciência. E por todas aquelas pessoas que de uma forma ou outra contribuíram para a realização deste trabalho de conclusão de curso, por toda a história acadêmica, para o crescimento pessoal e profissional.

6 A essência da reabilitação do homem lesado medular é desenvolver seus talentos conhecidos e despertar e fazer crescer aqueles até então adormecidos. Sir Ludwig Guttman

7 RESUMO O propósito deste trabalho de conclusão de curso foi avaliar o fortalecimento muscular de tronco em paciente com traumatismo raquimedular, utilizando-se o método Bad Ragaz. A amostra contou com paciente lesado medular em nível neurológico T3, sexo masculino, com idade de 38 anos, tempo de lesão de 8 anos, com excludente de úlceras de pressão e infecção urinária. Realizou-se avaliação em solo com dinamômetro adaptado em Step e paciente em prancha ortostática, para a verificação de força muscular de tronco. Em seguida, iniciou-se o tratamento com o programa de hidrocinesioterapia, em piscina térmica com temperatura entre 34 e 35ºC e com profundidade em processo xifóide do terapeuta (quadril e pernas semi flexionadas), utilizando-se o método de Bad Ragaz por um período de 15 (quize) atendimentos, onde houve interrupção devido a intercorrências como infecção urinária e período de chuva que impossibilitou o deslocamento até a Clínica FAG. Após o tratamento houve a reavaliação do paciente em solo. Nos resultados obteve-se diferenças estatísticas significativas, podendo-se concluir que o método Bad Ragaz produziu efeito positivo e significativo no fortalecimento muscular de tronco neste paciente. Palavras chave: hidrocinesioterapia, método Bad Ragaz, fortalecimento de tronco.

8 ABSTRACT The purpose of this conclusion course paper is to evaluate the trunk's muscular strength of a patient with raquimedular trauma, using the Bad Ragaz method. The sample had a patient with medular damage in a neurological level T3, male, 38 years old, lesion time of 8 years, without pressure ulcer or urinary tract infection. An evaluation was made on the ground with an adapted dynamometer on a Step and the patient on an ortostatic board, to check the trunk's muscular strength. Next, the treatment with a program of hidrocinesiotherapy, inside a thermal pool with temperature between 34 and 35 degrees Celsius and with a depth in a xifóide process of the therapist (hips and legs half-bent), using the Bad Ragaz method during a period of 15 (fifteen) sessions, there was interruptions due to problems such as urinary tract infection or impossibility to go to the FAG's Clinic because of the weather. After the treatment was done, a new patient evaluation was made on the ground. The obtained results were significant statistic differences, leading to conclude that the Bad Ragaz method produced positive and significant effects on this patient's trunk's muscular strength. Key words: hidrocinesiotherapy, method Bad Ragaz, trunk's muscular strength.

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Ligamentos vertebrais da região lombar vista lateral esquerda Figura 2 Ligamentos vertebrais da região lombosacral vista lateral esquerda Figura 3 Parede anterior do tórax Figura 4 Músculos do dorso camada intermediária Figura 5 Coluna vertebral Figura 6 Medula espinhal in situ Figura 7 Relação das raízes nervosas com as vértebras Gráfico 1 Comparativo avaliação inicial e final, dinamômetro analógico 4 segundos Gráfico 2 Evolução em percentual ente avaliação inicial e final, dinamômetro 4 seg Gráfico 3 Percentual avaliação inicial e final, dinamômetro impulso único tronco Gráfico 4 Comparativo avaliação inicial e final, dinamômetro impulso único tronco... 64

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ALTERAÇÕES ASSOCIADAS À LESÃO MEDULAR Hipotensão ortostática Bexiga neurogênica Disreflexia autonômica Ossificação heterotópica Trombose venosa profunda Osteoporose Tônus muscular aumentado Úlceras de pressão LIGAMENTOS ACOMETIDOS Ligamento longitudinal anterior e posterior Ligamento amarelo e interespinhais Ligamento supra-espinal MÚSCULOS QUE SÃO AFETADOS E PRODUZEM OS MOVIMENTOS DO TRONCO E DO TÓRAX Reto do abdome, psoas menor e eretor da espinha Oblíquo externo, interno do abdome e interespinhais Quadrado lombar e intertransversário ESTRUTURA ÓSSEA Articulações entre os corpos vertebrais NEUROANATOMIA Considerações anatomoclínicas sobre a medula...35

11 1.5.2 Sinapse Neurônio motor DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO EM FUNÇÕES SENSORIAIS E MOTORAS Divisão sensorial Divisão motora os efetores TRANSMISSÃO DOS CINESTÉSICOS NOS NERVOS PERIFÉRICOS (TRANSMISSÃO DA SENSIBILIDADE) Transmissão dos nervos autônomos Nervos simpáticos Nervos parassimpáticos HIDROCINESIOTERAPIA Densidade e densidade relativa Flutuação e pressão hidrostática Tensão superficial Refração Viscosidade Fluxo laminar e turbulento Temperatura Calor específico Coeficiente de arrasto MÉTODO BAD RAGAZ METODOLOGIA MATERIAIS MÉTODOS PROCEDIMENTO Alongamento passivo de tronco Flexão lateral isométrica de tronco com o tronco neutro Flexão isométrica...59

12 2.3.4 Extensão isométrica de tronco Rotação isométrica de tronco Flexão lateral isométrica de tronco com tronco em posição neutra Rotação isométrica de tronco com flexão de tronco Rotação isométrica de tronco com extensão de tronco Flexão lateral isocinética de tronco RESULTADOS E DISCUSSÃO...62 CONSIDERAÇÕES FINAIS...66 REFERÊNCIAS...67 APÊNDICE A - Termo de consentimento livre e esclarecido...70 APENDICE B - Termo de consentimento para divulgação de imagem...72 APÊNDICE C - Ficha de avaliação...74 APÊNDICE D - Raio - x paciente...76 APÊNDICE E - Fotos avaliação com dinamômetro APÊNDICE F - Fotos posicionamento durante tratamento em piscina terapêutica ANEXO...82

13 13 INTRODUÇÃO As lesões medulares trazem como conseqüência a paralisia dos segmentos e alterações sensitivas superficiais e profundas abaixo do nível lesionado, disfunções vasomotoras, alterações esfincterianas com deficiência para esvaziamento vesical e intestinal e disfunção sexual. No processo de reabilitação aquática os efeitos fisiológicos da água quente, os princípios da turbulência como forma de resistência e o uso da flutuabilidade auxiliando os músculos fracos, ajudam o paciente com lesão medular a alcançar um reajuste físico e psicológico, readquirindo seu controle de tronco, sua capacidade de viver e trabalhar independente, melhorando desta forma as atividades de vida diárias. A lesão medular traumática ocorre quando um evento traumático, como o associado a acidentes automobilísticos ou motociclísticos, mergulho, agressão com arma de fogo ou queda, sendo que a maioria das lesões na medula resultam de forças indiretas geradas pelo movimento da cabeça e do tronco, raramente serão resultados de forças diretas sobre a vértebra. Deve-se considerar, o mecanismo de lesão, pois este permitirá que se discuta quanto à estabilidade ou instabilidade potencial da lesão espinhal. Este trabalho propôs o tratamento em piscina terapêutica, para paciente portador de lesão raquimedular, acreditando no método Bad Ragaz e nos princípios físicos da água, não encontrando-se muitos estudos sobre o assunto. O uso do método Bad Ragaz tem por objetivo o fortalecimento de musculatura de tronco e objetivos específicos tais como: o aumento da amplitude de movimento das articulações, aumento do condicionamento cardiovascular, prevenção de contraturas e deformidades, reeducação dos padrões de movimento, restabelecimento e estímulo do equilíbrio, da coordenação e reações de endireitamento, onde

14 14 o terapeuta fornecerá estabilidade para o paciente realizando-se exercícios isométricos, isotônicos e isocinéticos.

15 15 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A lesão medular é uma das formas mais graves entre as síndromes incapacitantes, constituindo-se em um verdadeiro desafio para a reabilitação. Tal dificuldade decorre da importância da medula espinhal, que não é apenas uma via de impulsos aferentes e eferentes entre as diversas partes do corpo e o cérebro, como também um centro regulador que controla importantes funções como a respiração, a circulação, a bexiga, o intestino, o controle térmico e a atividade sexual. (LIANZA, 1993) A lesão medular é definida pela American Spinal Injury Association (ASIA), como sendo uma diminuição ou perda da função motora e / ou sensorial e / ou anatômica, podendo ser total ou parcial, por trauma dos elementos neuronais dentro do canal vertebral. (CITADINI et al., 2003) A lesão de medula espinhal danifica uma rede neural complexa implicada na transmissão, modificação e coordenação motora e sensorial, e no controle autônomo dos sistemas de órgãos. Na verdade, a disfunção pós-traumática da medula espinhal provoca a perda de mecanismos homeostáticos de adaptação que mantêm as pessoas naturalmente saudáveis. As avaliações motoras e sensoriais da American Spinal Injury Association (ASIA) são utilizadas para estabelecer o nível da lesão. (STOKES, 2000) A preocupação inicial do paciente com lesão medular é a independência e a locomoção, porém as complicações ocasionadas pelas alterações da fisiologia nervosa são controladas pelo médico com o intuito da reintegração familiar dentro das possibilidades físicas e funcionais. (CASALIS et al., 2001) Umphred (1994), relata que nos Estado Unidos ocorrem aproximadamente novos casos de lesão medular, onde 7000 a 8000 são resultados de trauma na medula espinhal e o restante são comprometimentos medulares resultantes de doenças e anomalias congênitas. Já para Rowland (2002), a incidência anual de lesões da medula espinhal é de 30 a 40 casos a cada de pessoas, com cerca de novos casos por ano. O índice de óbito é

16 16 estimado em 48% e aproximadamente 80% das mortes ocorre no local do acidente e após a admissão hospitalar entre 4 e 17%. A incapacidade resultante de agressão à medula espinhal ocorre mais freqüentemente em jovens e tem como resultado traumatismo forçado. Portanto, o trauma é resultado de forças de impacto em alta velocidade, sendo a maioria das lesões ocorridas de forma indireta geradas por movimento de cabeça e tronco, excetuando-se pelos ferimentos com arma de fogo e armas penetrantes. Umphred (1994), esclarece que o traumatismo geralmente envolve a flexão forçada ou extensão em combinação com rotação, compressão, cisalhamento ou separação das vértebras. Já o mecanismo não traumático tem-se comprometimento circulatório em forma de embolia, trombose ou hemorragia; compressões da medula por subluxação vertebral devido artrite degenerativa e reumatóide; neoplasmas primários ou secundários; prolapso de disco intervertebral; infecções; doença de Paget. As disfunções medulares ainda podem ser causadas por doenças desmielinizantes, processos inflamatórios e malformações congênitas. Entre os traumas à medula espinhal, 65% dos pacientes acometidos tem menos de 35 anos, sendo que a maior incidência ocorre entre 20 e 24 anos e de 55 a 59 anos de idade, onde a proporção entre homens e mulheres é de pelo menos 3:1 ocorrendo com maior freqüência durante os meses de verão e finais de semana. (MAROTTA, 2002) Acidentes causados por veículos motorizados respondem por 40% dos casos. Uma porcentagem de 25% é resultado de violência, 21% vem de quedas, 10% devido mergulho, 4% acidente de trabalho ou relacionados ao esporte. Em relação a faixa etária, 60% acontecem entre as idades de 16 a 30 anos, sendo mais freqüentes na idade de 19 anos e 60% são do sexo masculino. (CARDOSO, VILLA, CALINI, 2001) Outras causas freqüentes de fratura são as quedas de altura, mergulho em águas rasas e ferimentos por projéteis de arma de fogo. O sexo masculino é o mais acometido na

17 17 proporção de 4:1, na faixa etária entre 15 a 40 anos. A localização anatômica da lesão está diretamente relacionada ao mecanismo de trauma, cerca de 2/3 das lesões medulares estão localizadas no segmento cervical, 10% na coluna torácica e 4% na coluna tóraco lombar. (PEIXOTO et al., 2003) A região cervical e tóraco - lombar nas fraturas de coluna vertebral são os segmentos mais acometidos, onde o segmento torácico superior e médio (T1 T10) tem incidência de aproximadamente 17% e dentro deste percentual destacam-se 53% com quadro de lesão medular completa. (FALAVIGNA et al., 2004) Nas lesões acima do segmento medular de T1 tem-se tetraplegia ou quadriplegia, o termo paraplegia, portanto, será para identificar o acometimento de segmentos medulares abaixo do nível de T1. Quanto mais alta a lesão, maior é a perda das funções motora, sensitiva e autônoma, ocorrendo também as maiores alterações metabólicas do organismo. (CASALIS et al., 2001) Stokes (2000), refere que a paraplegia acomete função motora e/ou sensorial nos segmentos torácicos, lombar ou sacral da medula espinhal. A função dos membros superiores é preservada, mas o tronco, os membros inferiores e os órgãos pélvicos podem ficar comprometidos. A tetraplegia apresenta, perda motora e/ou sensorial nos segmentos cervicais da medula espinhal, afetando assim, os membros inferiores, tronco e órgãos pélvicos. O meio mais comum e internacional recomendado para descrever a lesão medular é dizer se ela é completa ou incompleta e em um determinado nível da coluna vertebral. O nível determinado é definido como nível vertebral lesado seguido do segmento medular não comprometido mais distal. Após a lesão pode ocorrer um distúrbio transitório da função da medula espinhal demonstrando sinais iniciais se interrupção completa ou parcial da função da medula espinhal ou da cauda eqüina, mas resulta em completa recuperação poucas horas após o trauma, esse estado é descrito como concussão medular por compressão muito rápida

18 18 devido aumento do líquido dentro do canal espinhal, leve pressão de tecidos moles ou óssea. Já o choque espinhal tem-se como sintoma as leves parestesias, formigamentos ou perda generalizada da função neurológica abaixo do nível da lesão, podendo ocorrer hiperreflexia sem espasticidade, podendo haver recuperação sem tratamento ou podendo ser necessário descompressão cirúrgica rápida, evitando destruição neurológica secundária. (UMPHRED, 1994) Para Stokes (2000), as lesões incompletas preservam uma mistura de função motora e sensitiva, a maioria não apresenta padrões definidos de recuperação, podem apresentar combinações de síndromes em vez de danos isolados, normalmente os sintomas associam-se às regiões anatômicas afetadas na medula espinhal. Umphred (1994), explica que na lesão completa não existe função motora ou sensorial abaixo do nível da lesão, havendo arreflexia e sendo esta constatada em 24 horas considera-se lesão completa. Esta lesão pode ser completamente transeccionada, gravemente comprimida por invasão de osso ou tecido mole e/ou edema hemorrágico, ou ainda por deficiência na circulação da medula. 1.1 ALTERAÇÕES ASSOCIADAS À LESÃO MEDULAR Hipotensão ortostática Em lesões acima do nível médio torácico, a perda do controle simpático da atividade vasoconstritora periférica leva a hipotensão, pode-se também ser observado a perda de tônus

19 19 muscular associado ao acúmulo de sangue nos leitos venosos periféricos e viscerais. Há também redução extrema na pressão arterial quando assume posição ereta, decorrente de vasoconstrição simpática, combinada à perda da ação de bombeamento dos músculos para o retorno do sangue. (UMPHRED, 1994) Bexiga neurogênica Casalis (2001), explica que esta fase manifestará o comportamento futuro, dependendo do nível da lesão, em moto neurônio superior será não inibida e reflexa e em moto neurônio inferior autônoma, paralítico sensitiva e paralítico motora Disreflexia autonômica Síndrome aguda de homeostase autonômica desordenada encontrada em lesões completas e incompletas acima de T6, manifestando-se primariamente por reflexos autonômicos em massa sem inibição. Desencadeados por estímulos nociceptivos aferentes da pele e vísceras abaixo do nível da lesão medular, resultando em ampla variedade de respostas simpáticas e parassimpáticas. As principais causas são a distensão da bexiga e espasmos e irrigação do cateter, têm-se também as impactações intestinais e estimulação retal. (UMPHRED, 1994)

20 Ossificação heterotópica É a calcificação dos músculos desnervados ou com perturbações no neurônio motor superior. Inicialmente apresenta edema, alterações da cor da pele e maior temperatura, relacionados com a articulação. Sua progressão será o osso maduro no interior do tecido, visível em radiografia. (STOKES, 2000) Castro & Greve (2003), explicam que o diagnóstico pode ser precoce já nas primeiras semanas após o trauma, porém geralmente ocorre do primeiro ao quarto mês pós lesão e as articulações mais acometidas são os quadris, seguidos pelos joelhos e ombros e raramente os cotovelos. A incidência varia de 13 a 81% nos pacientes com lesão medular e somente 10 a 20% apresentam manifestações clínicas, podendo ter evolução assintomática Trombose venosa profunda O lesado medular resultante de trauma tem predisposição ao desenvolvimento de trombose venosa profunda nos membros inferiores com possível desenvolvimento secundário de embolia pulmonar ou em lesões cervicais altas. Normalmente ocorre logo após a lesão ou até 3 meses depois, com incidência de até 40% dos casos em lesão medular aguda. (UMPHRED, 1994)

21 Osteoporose É a perda de massa óssea, sem alteração da proporção entre a matriz mineral e orgânica, pode ser ocasionada pela imobilização por longos períodos e vida sedentária, aumentando assim a reabsorção óssea. Desenvolve-se rapidamente, estudos mostram que há redução de densidade óssea significativa em membros inferiores até dois anos após a lesão e a coluna vertebral pode ainda ser preservada. (STOKES, 2000) Postula-se comprometimento do mecanismo normal o qual vai constantemente formando novo osso pelos osteoblastos, sendo absorvidos pelos osteoclastos. O sinal inicial de osteoporose é o aumento de cálcio na urina, pode ser detectada por radiografia de 2 a 6 meses após a lesão. As complicações da osteoporose são as formações de cálculos em bexiga e rins, hipercalciúria e fraturas, aumento dos níveis séricos de cálcio ou hipercalcemia, erosão marginal em costelas mais comum em quadriplégicos. (UMPHRED, 1994) Tônus muscular aumentado Mas lesões completas de medula espinhal, torna-se aparente após algumas semanas depois do final do choque da coluna vertebral ou até 3 meses, tendendo a atingir pico máximo entre 6 a 12 meses, passando a diminuir após. Já nas lesões medulares incompletas, depende do padrão, onde a espasticidade ocorre mais cedo, estando presente praticamente desde o início da lesão. A espasticidade é o aumento do tônus muscular podendo em algumas vezes,

22 22 quando em grau moderado, auxiliar nas transferências em posição ortostática e prevenir a osteoporose. (STOKES, 2000) Úlceras de pressão A perda sensitiva afeta a percepção geral, essa diminuição da função sensorial envolve os estímulos proprioceptivos pela pressão prolongada sobre a pele, esses estímulos são normalmente envolvidos nas transferências de peso, que impedirão a isquemia e anoxia tissular que leva ao desenvolvimento de escaras de pressão. As úlceras são ameaça à estabilidade funcional das pessoas com lesão medular. As causas da formação de úlceras podem ser extrínsecas ou intrínsecas. As intrínsecas incluem a perda do controle vasomotor, má nutrição, infecção sistêmica, idade avançada, más condições de pele e distúrbios da capacidade metabólica. Os fatores extrínsecos são a quantidade e duração de pressão prolongada na pele, essa pressão pode ter forma de compressão direta, forças de atrito e estiramento do tecido subcutâneo. (UMPHRED, 1994)

23 LIGAMENTOS ACOMETIDOS Ligamento longitudinal anterior e posterior O ligamento longitudinal anterior estende-se da região cervical (no tubérculo anterior do atlas) até a superfície do sacro. É uma faixa bastante ampla de tecido espesso, com fibras longitudinais distribuídas em várias camadas, as mais profundas unem vértebras adjacentes e as superficiais se estendem por duas à quatro vértebras. As funções deste ligamento são conter a separação anterior dos corpos vertebrais durante a extensão. Já o ligamento longitudinal posterior estreita-se no sentido de sua inserção no sacro. Figura 1: Ligamentos vertebrais da região lombar vista lateral esquerda Fonte: NETTER, Tem aparência denteada, estreitando-se atrás de cada corpo vertebral e dilatando-se ao redor dos discos onde se funde com o ânulo fibroso. É inserido frouxamente nas margens dos corpos vertebrais, separados de sua parte mediana pelas veias basivertebrais. A separação

24 24 das extremidades posteriores dos corpos vertebrais é impedida por este ligamento. (GARDNER, 1988) Ligamento amarelo e interespinhais O ligamento amarelo conecta as bordas das lâminas das vértebras adjacentes. Algumas fibras dispõem-se na face anterior da lâmina. Lateralmente cada ligamento flavo se estende à cápsula da juntura entre as facetas e por esta razão contribui para formar o limite posterior do forame intervertebral. Estes ligamentos têm alta proporção de fibras elásticas, permitindo a separação das lâminas durante a flexão e resistindo a uma grande separação. Outra função é auxiliar o retorno à posição de repouso da coluna quando fletida, devido a sua elasticidade. Os ligamentos interespinhais conectam processos espinhosos adjacentes desde suas bases até seus ápices, eles são contínuos com os ligamentos amarelos anteriormente e com os supra-espinais posteriormente, sendo mais desenvolvidos na região lombar. (GARDNER, 1988) Ligamento supra-espinal Conecta as pontas dos processos espinhosos, terminando entre L4 e L5, abaixo do processo espinhoso de L5, onde as fibras da fáscia toracolombar se intercruzam. Ele é pouco desenvolvido na região lombar inferior. Tanto os ligamentos interespinhais quanto os supra-

25 25 espinhais se opõem à separação dos processos espinhosos durante a flexão da coluna vertebral, porém eles não atuam até que seja atingida metade da amplitude total de flexão. A menor resistência desses ligamentos ocorre durante os movimentos de torção. (GARDNER, 1988) Figura 2: Ligamentos vertebrais da região lombosacral vista lateral esquerda Fonte: NETTER, MÚSCULOS QUE SÃO AFETADOS E PRODUZEM OS MOVIMENTOS DO TRONCO E DO TÓRAX A musculatura da coluna vertebral desempenha importante função na manutenção de sua estabilidade, equilíbrio e ainda auxilia na movimentação dos membros. Ela também

26 26 participa nos mecanismos de absorção dos impactos, aliviando a coluna de grandes sobrecargas, além de proteger contra traumatismos. A musculatura espinhal atua como um todo na coluna vertebral, sendo necessária a compreensão da função de cada grupo muscular e a sua sincronia durante a realização de diversos movimentos. (GARDNER, 1988) Para Palastagna et al. (2000), o tronco incluí as partes torácica e lombar da coluna vertebral, sendo os movimentos destas duas regiões considerados em conjunto, pois um pequeno grau de movimento possível entre as vértebras adjacentes quando combinados através dos segmentos são capazes de produzir uma amplitude considerável de flexão, extensão, flexão lateral ou rotação de tronco. Figura 3: Parede anterior do tórax Fonte: NETTER, A flexão do tronco ocorre quando as partes lombar e torácica da coluna vertebral se curvam para frente, sendo que o movimento de direção oposta será a extensão, participando da flexão e extensão do quadril. A flexão lateral do tronco ocorre quando o nível dos ombros torna-se inclinado em relação ao da pelve ocorrendo dos lados direito e esquerdo. A rotação de tronco é realizada pela soma de movimentos vertebrais individuais que capacitam o tronco

27 27 a ser torcido para a direita ou para a esquerda, enquanto os ombros são mantidos horizontais, a rotação do ombro pode ser aumentada devido a rotação da pelve em torno da articulação do quadril. (GARDNER, 1988) Reto do abdome, psoas menor e eretor da espinha Ocorre verticalmente na frente do abdome, encerrado dentro da bainha do reto. Origina-se na frente da sínfise púbica e da crista púbica, por meio de dois tendões, fixando-se nas superfícies anteriores do processo xifóide e das cartilagens costais da quinta, sexta e sétima costelas. (GARDNER, 1988) Palastagna et al. (2000), relata que o reto do abdome é suprido pelos ramos primários anteriores dos seis ou sete nervos torácicos inferiores (T6, T7 a T12) e a pele sobre o músculo é suprida por nervos com valores de raízes de T4 a L1. Na palpação os dois músculos retos do abdome podem ser facilmente palpados. O psoas menor é um músculo fraco, nem sempre presente, porém quando presente, ele se origina dos lados da décima segunda vértebra torácica e a primeira lombar e do disco intervertebral interveniente, é suprido pelo ramo primário anterior de L1 e atua como um flexor fraco da coluna lombar. (GARDNER, 1988) O eretor da espinha é uma grande massa complexa e poderosa de músculo que consiste em várias partes correndo ao longo do comprimento nos lados da coluna vertebral. Palastagna et al. (2000), refere que na região lombar o músculo possui um ventre largo, com um bordo lateral bem definido, quando se estende para cima divide-se em três colunas paralelas. Origina-se inferiormente de um forte tendão grosso achatado e fixado ao longo de

28 28 uma linha em forma de U, em torno do multifídio. O ramo medial vem dos processos espinhosos de T11 a L5 e se espalham pelos ligamentos supra-espinhosos e a crista sacra mediana, já o ramo lateral irá fixar-se na crista sacra lateral, nos ligamentos sacrotuberosos, sacrococcígeo, sacroilíaco posterior e na parte posterior da crista ilíaca medial ao oblíquo interno. Estende as colunas lombar, torácica e cervical, bem como a cabeça sobre o pescoço. É o principal extensor do tronco, e também controla a flexão de tronco. Quando as colunas musculares de um dos lados atuam juntas, produzem flexão lateral e rotação combinadas para o mesmo lado. Quando em pé numa perna, a parte inferior do eretor da espinha sobre o lado não apoiado trabalha fortemente para impedir a pelve de cair e finalmente durante a marcha contrai-se alternadamente para firmar a coluna vertebral sobre a pelve. Ele é responsável também em manter a curvatura lombar secundária quando sentado e em pé. (GARDNER, 1988) Figura 4: Músculos do dorso camada intermediária Fonte: NETTER, 2003.

29 29 Os eretores da espinha pode ser palpado e visto como colunas de músculo em cada lado da coluna lombar, durante a extensão. Pode ser sentido contraindo-se quando se fica em pé alternadamente sobre uma perna e depois sobre a outra. (PALASTAGNA et al., 2000) Oblíquo externo, interno do abdome e interespinhais O oblíquo externo do abdome está situado na face ântero-lateral da parede abdominal e tem suas fibras correndo para baixo e para o meio a partir das costelas para a linha mediana, é o mais superficial, sua fixação superior ocorre nos bordos externos das oito costelas inferiores e cartilagens costais. Interdigita com o serrátil anterior acima e o grande dorsal abaixo. Algumas fibras dão origem a uma grande aponeurose, sendo mais larga embaixo do que em cima. Estas varrem cruzando o reto do abdome, participando na formação da bainha do reto em direção à linha mediana. O bordo inferior que está livre da aponeurose estira-se entre o tubérculo púbico e a espinha ilíaca ântero superior e forma o ligamento inguinal. Ele é suprido pelos ramos primários dos seis nervos torácicos inferiores, T7 a T12. A pele sobre o músculo é suprida pelas mesmas raízes nervosas. (GARDNER, 1988) O músculo oblíquo interno situa-se profundo ao oblíquo externo é a do meio das três lâminas de músculos abdominais. As fibras musculares originam-se dos dois terços laterais do ligamento inguinal, dos dois terços anteriores da linha intermediária da crista ilíaca e da fáscia toracolombar. A partir desta fixação, as fibras abrem-se em leque para fora, com as fibras mais posteriores passando quase verticalmente para fixar-se nos bordos inferiores das quatro costelas inferiores. As fibras mais anteriores e inferiores passam para cima e medialmente, cedendo cada vez a uma aponeurose ao longo de uma linha da décima cartilagem costal até o corpo do púbis. (PALASTAGNA et al., 2000). O suprimento do oblíquo interno se dá pelos ramos primários anteriores e dos seis nervos torácicos inferiores T7 a T12 e também o primeiro nervo lombar L1. Palastagna et al.

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente.

Sistema Nervoso. Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e identificar as condições ambientais externas e as condições internas do organismo 1 LOCALIZAÇÃO: SISTEMA NERVOSO - CORPOS CELULARES:

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo

SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo SISTEMA NERVOSO 2 Profº Moisés Araújo www.bioloja.com EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN O SISTEMA NERVOSO O SNC recebe, analisa e integra informações. É o local onde ocorre a tomada de decisões e o envio

Leia mais

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO

FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO Controle do funcionamento do ser humano através de impulsos elétricos Prof. César Lima 1 Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e

Leia mais

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso

Sistema Nervoso. Aula Programada Biologia. Tema: Sistema Nervoso Aula Programada Biologia Tema: Sistema Nervoso 1) Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas,

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

Sistema Nervoso Organização Geral

Sistema Nervoso Organização Geral Sistema Nervoso Organização Geral O encéfalo é o centro da razão e da inteligência: cognição, percepção, atenção, memória e emoção, Também é responsável pelo controle da postura e movimentos, Permite o

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a:

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: SISTEMA NERVOSO Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: perceber as variações do meio (interno e externo), a difundir as modificações que essas variações produzem executar as respostas

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais

Sistema Nervoso. Divisão Anatômica e Funcional 10/08/2010. Sistema Nervoso. Divisão. Funções gerais. Sistema nervoso central (SNC)

Sistema Nervoso. Divisão Anatômica e Funcional 10/08/2010. Sistema Nervoso. Divisão. Funções gerais. Sistema nervoso central (SNC) Sistema Nervoso Divisão Anatômica e Funcional Sistema Nervoso Divisão Sistema nervoso central (SNC) Sistema nervoso periférico (SNP) Partes Encéfalo Medula espinhal Nervos Gânglios Funções gerais Processamento

Leia mais

O sistema nervoso esta dividido em duas partes:

O sistema nervoso esta dividido em duas partes: 1 FISIOLOGIA HUMANA I Neuromuscular Prof. MsC. Fernando Policarpo 2 Conteúdo: Estrutura do Sistema Nervoso Central (SNC) e Periférico (SNP). Elementos do Tecido Nervoso. Mecanismos de Controle Muscular.

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos TRAUMA RAQUIMEDULAR Dr Antonio Eulalio TRAUMA RAQUIMEDULAR Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m Nº casos/ano : 8.000 Sexo : preferencialmente masculino Faixa etária : entre 15 e 40 anos Custo

Leia mais

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição novembro/2006-1 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO SUMÁRIO

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Condução do impulso nervoso 11/06/2012. Tipos celulares:

SISTEMA NERVOSO. Condução do impulso nervoso 11/06/2012. Tipos celulares: SISTEMA NERVOSO Percepção e interpretação de estímulos internos e externos; Tipos celulares: - Neurônios condução de impulsos nervosos - Células da Glia manutenção dos neurônios Elaboração de respostas

Leia mais

Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo

Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo Introdução ao Sistema Nervoso - O Encéfalo Profa Juliana Normando Pinheiro Morfofuncional V juliana.pinheiro@kroton.com.br O sistema nervoso é um sistema complexo de comunicação e controle no corpo animal.

Leia mais

Estrutura e Função da Medula Espinhal

Estrutura e Função da Medula Espinhal FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função da Medula Espinhal Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos de

Leia mais

Divisão anatômica 15/09/2014. Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Função. Sistema Nervoso Estrutura. Cérebro Cerebelo Tronco encefálico ENCÉFALO

Divisão anatômica 15/09/2014. Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Função. Sistema Nervoso Estrutura. Cérebro Cerebelo Tronco encefálico ENCÉFALO Função o sistema nervoso é responsável pelo controle do ambiente interno e seu relacionamento com o ambiente externo (função sensorial), pela programação dos reflexos na medula espinhal, pela assimilação

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto

Leia mais

Organização do sistema nervoso

Organização do sistema nervoso Sistema nervoso Organização do sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) O encéfalo: O encéfalo dos mamíferos é dividido em: telencéfalo (cérebro), diencéfalo (tálamo, epitálamo e hipotálamo), mesencéfalo

Leia mais

Sistema Nervoso Autônomo

Sistema Nervoso Autônomo FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Sistema Nervoso Autônomo Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos de Aprendizagem

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Sistema Nervoso

SISTEMA NERVOSO. Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Sistema Nervoso Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Sistema Nervoso SISTEMA NERVOSO Nos organismos menos complexos as funções de comunicação entre as várias

Leia mais

SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES

SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES Deteta informação sensorial Processa e responde à informação sensorial (integração) Mantém a homeostasia Centro das atividades mentais Controla os movimentos do corpo através dos

Leia mais

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia 1 O sistema nervoso é o mais complexo e diferenciado do organismo, sendo o primeiro a se

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso Fisiologia do Sistema Nervoso 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4. Ritmos Biológicos Visão Geral do Sistema Nervoso Central O Sistema Nervoso Central - SNC

Leia mais

Regulação nervosa e hormonal Sistema nervoso Sistema hormonal Natureza das mensagens nervosas e hormonais Desequilíbrios e doenças

Regulação nervosa e hormonal Sistema nervoso Sistema hormonal Natureza das mensagens nervosas e hormonais Desequilíbrios e doenças Funcionamento e coordenação nervosa Regulação nervosa e hormonal Sistema nervoso Sistema hormonal Natureza das mensagens nervosas e hormonais Desequilíbrios e doenças No Sistema Nervoso as mensagens são

Leia mais

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR NEUROFISIOLOGIA Prof. Hélder Mauad DOR - Mecanismo de proteção do organismo Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo lesivo

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Tecido Nervoso Compreende basicamente dois tipos celulares Neurônios unidade estrutural e funcional

Leia mais

BIO E EXTENSIVO AULA 30

BIO E EXTENSIVO AULA 30 BIO E EXTENSIVO AULA 30 30.01 - Uma célula nervosa (neurônio) é constituída basicamente por: corpo celular, onde se encontram as organelas e o núcleo; dendritos, que são ramificações que recebem o estímulo

Leia mais

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL SISTEMA NERVOSO O Sistema Nervoso se divide em a) Sistema Nervoso Central e b) Sistema Nervoso Periférico. No sistema nervoso central existem dois tipos de células: a) os neurônios e b) as células da glia

Leia mais

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015

ANATOMIA HUMANA II. Roteiro SISTEMA NERVOSO. Enfermagem. Sistema Nervoso. Prof. Me. Fabio Milioni 17/09/2015 ANATOMIA HUMANA II Enfermagem Sistema Nervoso Prof. Me. Fabio Milioni Roteiro SISTEMA NERVOSO Conceito Função Divisão Sistema Nervoso Central Tecido Nervoso Cerebelo Diencéfalo Telencéfalo Meninges Líquor

Leia mais

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula Introdução O corpo humano é coordenado por dois sistemas: o nervoso e o endócrino. O sistema nervoso é o que coordena, por meio da ação dos neurônios, as respostas fisiológicas, como a ação dos músculos

Leia mais

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Projeto Medicina Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Neurociência DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO Sistema Nervoso Central Sistema

Leia mais

Considerações Anatomoclínicas - Neuroanatomia Aplicada -

Considerações Anatomoclínicas - Neuroanatomia Aplicada - FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Considerações Anatomoclínicas - Neuroanatomia Aplicada - Apresentações Discentes Prof. Gerardo Cristino www.gerardocristino.com.br

Leia mais

Estrutura e Função dos Nervos Periféricos

Estrutura e Função dos Nervos Periféricos FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função dos Nervos Periféricos Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna

SISTEMA NERVOSO. Professora: Daniela Carrogi Vianna SISTEMA NERVOSO Professora: Daniela Carrogi Vianna SISTEMA NERVOSO O sistema Nervoso é um todo. Sua divisão em partes tem um significado exclusivamente didático, pois as várias partes estão intimamente

Leia mais

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO Éder Cristiano Cambraia 1 Eduardo de Oliveira Melo 2 1 Aluno do Curso de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. edercambraiac@hotmail.com 2 Professor

Leia mais

Centro Estadual de Educação Profissional Dr. Brasílio Machado. Sistema Nervoso

Centro Estadual de Educação Profissional Dr. Brasílio Machado. Sistema Nervoso Curso: carolinanico@hotmail.com Centro Estadual de Educação Profissional Dr. Brasílio Machado X Função: Sistema Nervoso Coordenar e integrar as diversas funções do organismo, contribuindo para seu equilíbrio

Leia mais

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH - COMPOSIÇÃO: 24 Corpos Vertebrais 5 Fusionadas Sacro 4 Cóccix 23 Discos Intervertebrais - FUNÇÕES 1. Postura 2. Movimento e Locomoção

Leia mais

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO I COLUNA VERTEBRAL 1 Os constituintes da coluna vertebral: 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras

Leia mais

Doença do Neurônio Motor

Doença do Neurônio Motor FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Doença do Neurônio Motor Acd. Mauro Rios w w w. s c n s. c o m. b r Relato de Caso Paciente M.V., sexo masculino, 62 anos,

Leia mais

"Após a lesão medular, é preciso compreender a nova linguagem do corpo, para descobrir que é a mesma pessoa, com desejos, manias e grande potencial.

Após a lesão medular, é preciso compreender a nova linguagem do corpo, para descobrir que é a mesma pessoa, com desejos, manias e grande potencial. Lesão Medular Dra. Beatriz G. Castiglia Especialista em Medicina Física e Reabilitação "Após a lesão medular, é preciso compreender a nova linguagem do corpo, para descobrir que é a mesma pessoa, com desejos,

Leia mais

NEUROLOGIA. Profa Vanessa C Costa da Silva

NEUROLOGIA. Profa Vanessa C Costa da Silva NEUROLOGIA Profa Vanessa C Costa da Silva CONTEÚDO: SNC Sistema piramidal Sistema extrapiramidal SNP Paralisia facial Esclerose lateral amiotrófica Distrofia muscular Síndrome de Brown-Sequard Lesão medular

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

Sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico

Sistema nervoso Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico SISTEMA NERVOSO Sistema nervoso Funções: Coordena o funcionamento dos outros sistemas. Controla os movimentos (voluntários e involuntários). É responsável pela recepção de estímulos externos e pela resposta

Leia mais

Tecido Nervoso. 1) Introdução

Tecido Nervoso. 1) Introdução 1) Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas, bem como as condições reinantes dentro do

Leia mais

Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais. (Transcrição da aula vídeo)

Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais. (Transcrição da aula vídeo) Aula III Classificação do Sistema Nervoso segundo Critérios Funcionais (Transcrição da aula vídeo) Hoje vamos estudar uma nova forma de classificação do Sistema Nervoso. Seguiremos os princípios que nortearam

Leia mais

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral A Coluna Verterbral É o maior segmento corporal (40% Altura) É como uma haste elástica modificada Proporciona suporte, proteção e flexibilidade Formado por 33 vértebras, 24 móveis. 4 curvas, que dão equilíbrio

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

SÍNDROMES MEDULARES. Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira

SÍNDROMES MEDULARES. Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira SÍNDROMES MEDULARES Profa Dra Cláudia Ferreira da Rosa Sobreira Divisão de Neurologia Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São

Leia mais

Sistema nervoso I- Introdução à Neuroanatomia

Sistema nervoso I- Introdução à Neuroanatomia ANATOMIA 2012.1 Sistema nervoso I- Introdução à Neuroanatomia Prof. Musse Jereissati, M.D. Aviso: O material disponível no site NÃO substitui o livro e o Atlas. Recomendamos a leitura da bibliografia indicada!

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso FORMAÇÃO DO TUBO NEURAL Fisiologia do Sistema Nervoso Curso: Biologia Profa. EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN 1 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Diversidade celular SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO NERVOS SOMÁTICO

Leia mais

NOÇÕES DE NEUROANATOMIA

NOÇÕES DE NEUROANATOMIA Divisões do Sistema Nervoso Sistema Nervoso Sistema Nervoso Central Encéfalo Medula Espinhal Sistema Nervoso Periférico Nervos Espinhais Nervos Cranianos Gânglios Periféricos 1 Os órgãos do SNC são protegidos

Leia mais

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2).

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2). 1. INTRODUÇÃO A hérnia discal lombar afeta episodicamente cerca de 75% da população na maioria dos países industrializados (TOSCANO, 2001). As doenças que afetam o sistema músculo esquelético, nos Estados

Leia mais

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular.

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular. Neurônio Sistema Nervoso Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular. Dendritos prolongamentos ramificados que captam os estímulos nervosos. Axônio prolongamento único e responsável

Leia mais

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular

Leia mais

Categorias de Músculos

Categorias de Músculos URI Curso de Psicologia Prof. Claudio Alfredo Konrat Aparelho Locomotor: ossos, junturas e músculos Os músculos constituem os elementos ativos do movimento Os ossos constituem os elementos passivos do

Leia mais

Classes de Dor DOR. Estímulos Algogênicas

Classes de Dor DOR. Estímulos Algogênicas Classes de Dor DOR Experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos. Cada indivíduo aprende a utilizar esse termo através das suas experiências

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas

Leia mais

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande

Leia mais

AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL. Tronco celíaco (ímpar e visceral) (2) Artérias frênicas inferiores (1)

AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL. Tronco celíaco (ímpar e visceral) (2) Artérias frênicas inferiores (1) AORTA ABDOMINAL IRRIGAÇÃO E DRENAGEM DA REGIÃO ABDOMINAL Prof. Erivan Façanha Tem início no hiato aórtico do diafragma (T12). Trajeto descendente, anterior aos corpos vertebrais e à esquerda da veia cava

Leia mais

Universidade Católica de Pernambuco Centro de Ciências Biológicas e Saúde Curso de Fisioterapia Disciplina de Fisioterapia Aplicada à Neurologia

Universidade Católica de Pernambuco Centro de Ciências Biológicas e Saúde Curso de Fisioterapia Disciplina de Fisioterapia Aplicada à Neurologia Universidade Católica de Pernambuco Centro de Ciências Biológicas e Saúde Curso de Fisioterapia Disciplina de Fisioterapia Aplicada à Neurologia Distúrbios do tônus Prof a. Ana Karolina Pontes de Lima

Leia mais

Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR

Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Versão eletrônica atualizada em fev/2012 Março - 2009 1. Conceito, Etiologia e Epidemiologia 1. Trauma raquimedular é a lesão da medula espinhal que provoca

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

Maria da Conceição M. Ribeiro

Maria da Conceição M. Ribeiro Maria da Conceição M. Ribeiro Segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam

Leia mais

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO Introdução O organismo vivo é um sistema semi-aberto, capaz de autopoiese (auto = própria; poiesis = criação) e de auto-organização, e que recicla matéria e energia continuamente.

Leia mais

PSICOLOGIA. Sistema Nervoso. Prof. Helder Mauad/UFES 13/9/2011. Élio Waichert Júnior

PSICOLOGIA. Sistema Nervoso. Prof. Helder Mauad/UFES 13/9/2011. Élio Waichert Júnior Sistema Nervoso Autônomo PSICOLOGIA Élio Waichert Júnior Sistema Nervoso Central: Encéfalo (cérebro, bulbo, ponte, cerebelo) Medula Sistema Nervoso Sistema Nervoso Periférico: Nervos Periféricos 12 craniais

Leia mais

PERCEBEMOS O MUNDO PARA AGIR SOBRE ELE

PERCEBEMOS O MUNDO PARA AGIR SOBRE ELE Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Ciências Fisiológicas FISIOLOGIA PSICOLOGIA NEROFISIOLOGIA Introdução ao sistema sensorial Receptores sensoriais Prof. Leonardo dos Santos PERCEBEMOS

Leia mais

O CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR PRIMÁRIO

O CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR PRIMÁRIO O CÓRTEX MOTOR - Movimentos VOLUNTÁRIOS executados pela ativação cortical de padrões de função armazenados em áreas medulares e encefálicas inferiores na MEDULA ESPINHAL, TRONCO CEREBRAL, GÂNGLIOS DA BASE

Leia mais

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas GUIA DO PACIENTE Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas Sistema de Estabilização Dinâmica Dynesys O Sistema Dynesys

Leia mais

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO Alessandra Vascelai #, Ft, Titulacão: Especialista em Fisioterapia em Traumatologia do Adulto Reeducação Postural Global (RPG) Acupuntura. Resumo: Lombalgia

Leia mais

LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES.

LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Lesões da coluna vertebral de causas diversas são observadas

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular:

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular: Corpo Humano Tipos de Tecidos Tipos de tecido muscular: Esquelético Liso Cardíaco Principais funções dos músculos: 1.Movimento corporal 2.Manutenção da postura 3.Respiração 4.Produção de calor corporal

Leia mais

A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html

A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html A Atividade Elétrica do Coração http://www.geocities.ws/equipecv/fisiologia/ativeletrica.html 1. A contração das células musculares cardíacas é acionada por um potencial de ação elétrico Conforme o músculo

Leia mais

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 AVALIAÇÃO POSTURAL ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 POSTURA CONCEITOS: Postura é uma composição de todas

Leia mais

Guia do Paciente Fusão Espinhal

Guia do Paciente Fusão Espinhal Guia do Paciente Fusão Soluções para Medicina Ltda. 01 Guia do Paciente - O objetivo da cirurgia de fusão espinhal é de proporcionar alívio da dor que você vem sentindo e tornar a sua coluna mais estável.

Leia mais

19/10/2010. Breve revisão anatômica. Síndromes medulares. Breve revisão anatômica. Breve revisão anatômica. Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho

19/10/2010. Breve revisão anatômica. Síndromes medulares. Breve revisão anatômica. Breve revisão anatômica. Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho Síndromes medulares Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho UFMA 4º período Medula espinhal cervical Medula espinhal torácica Medula espinhal lombar 1 Substância cinzenta anteriores posteriores parte intermedia

Leia mais

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL A coluna cervical é o elo flexível entre a plataforma sensorial do crânio

Leia mais

29/03/2012. Sistema Nervoso

29/03/2012. Sistema Nervoso Tema: Sistema Nervoso Marcos Vinícius 1)Introdução O sistema nervoso é responsável pelo ajustamento do organismo ao ambiente. Sua função é perceber e identificar as condições ambientais externas, bem como

Leia mais

AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação

Leia mais

Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO

Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO INTRODUÇÃO divisões do sistema nervoso DIVISÕES DO SISTEMA NEVOSO Sistema Nervoso Central (SNC): DERIVADO DO TUBO NEURAL consiste em encéfalo e medula espinhal Sistema

Leia mais

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO) Roberto Sergio Martins A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de origem compressiva mais frequente, incidindo em cerca de 1%

Leia mais

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL:

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL: NEUROFISIOLOGIA O Sistema Nervoso (SN) e o Sistema Endócrino (hormonal) desempenham a maioria das funções de controle do organismo - O SN controla atividades RÁPIDAS: contração muscular, eventos viscerais

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os seres mais basais possuem capacidade de reação a estímulos ambientais; Células procariontes, metazoários contraem

Leia mais

Lombociatalgia. www.fisiokinesiterapia.biz

Lombociatalgia. www.fisiokinesiterapia.biz Lombociatalgia www.fisiokinesiterapia.biz Conceitos Lombalgia; Lombociatalgia; Ciatalgia/Ci /Ciática; Característica região lombar Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana Vértebra lombar Fonte:

Leia mais

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA URINÁRIO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição janeiro/2007 SISTEMA URINÁRIO SUMÁRIO Sobre a Bio Aulas... 03 Rins... 04 Localização... 04 Anatomia macroscópica...

Leia mais

Matéria: biologia Assunto: fisiologia humana Sistema NERVOSO Prof. Enrico blota

Matéria: biologia Assunto: fisiologia humana Sistema NERVOSO Prof. Enrico blota Matéria: biologia Assunto: fisiologia humana Sistema NERVOSO Prof. Enrico blota Biologia FISIOLOGIA HUMANA SISTEMA NERVOSO Tem por função receber, associar, armazenar ou emitir informações garantindo assim

Leia mais

PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009

PROVAS NEUROMUSCULARES 1 2009 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE UNIDADE DE TRAUMA ORTOPÉDICO Hospital Universitário Miguel Riet Corrêa - Rua Visconde de Paranaguá, 102 Rio Grande, RS CEP 96200/190 Telefone:

Leia mais

Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências

Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências Prof. Laila Bekai 7ª série - Ciências SISTEMA NERVOSO Sistema nervoso central (SNC) Sistema nervoso periférico (SNP) Encéfalo Medula espinhal SNP autônomo SNP somático Parassimpático Simpático Nervos motores

Leia mais

Professora: Patrícia Ceolin

Professora: Patrícia Ceolin Professora: Patrícia Ceolin DIVISÃO FUNCIONAL DO SN: Sistema nervoso visceral: PORQUE AS INERVAÇÕES DAS ESTRUTURAS VISCERAIS É IMPORTANTE??? Para que aconteça uma integração da atividade das vísceras na

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso. 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4.

Fisiologia do Sistema Nervoso. 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4. Fisiologia do Sistema Nervoso 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4. Ritmos Biológicos Sistema Nervoso Motor a) Organização Hierárquica do Movimento Movimentos

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING O Curso de Formação em Iso Stretching é ministrado pelo fundador da técnica, o osteopata e fisioterapeuta francês Bernard Redondo. O método Iso Stretching foi desenvolvido

Leia mais

3.2 A coluna vertebral

3.2 A coluna vertebral 73 3.2 A coluna vertebral De acordo com COUTO (1995), o corpo é dividido em cabeça, tronco e membros; unindo porção superior e a porção inferior do corpo temos o tronco, e no tronco, a única estrutura

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Ossos da coluna vertebral A coluna vertebral é formada por um número de 33 ossos chamados vértebras. Estas se diferenciam pela sua forma e função. Vértebras semelhantes se agrupam em regiões

Leia mais

XVIII Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XVIII Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XVIII Encontro de Iniciação à Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 212 INCIDÊNCIA DE TRAUMATISMOS RAQUIMEDULARES EM UNIDADES NEUROLÓGICAS DE UM HOSPITAL DA REDE PÚBLICA DE FORTALEZA

Leia mais

CÉLULAS MUSCULAR Fibra Muscular. Membrana celular- SARCOLEMA Citoplasma- SARCOPLASMA REL RETÍCULO SARCOPLASMÁTICO Mitocôndrias- SARCOSSOMAS

CÉLULAS MUSCULAR Fibra Muscular. Membrana celular- SARCOLEMA Citoplasma- SARCOPLASMA REL RETÍCULO SARCOPLASMÁTICO Mitocôndrias- SARCOSSOMAS CÉLULAS MUSCULAR Fibra Muscular Membrana celular- SARCOLEMA Citoplasma- SARCOPLASMA REL RETÍCULO SARCOPLASMÁTICO Mitocôndrias- SARCOSSOMAS Diâmetro fibra muscular: músculo considerado; idade; sexo; estado

Leia mais

EXAME DO QUADRIL E DA PELVE

EXAME DO QUADRIL E DA PELVE EXAME DO QUADRIL E DA PELVE Jefferson Soares Leal O quadril é composto pela articulação coxofemural e a pelve pelas articulações sacroilíacas e pela sínfise púbica. O exame do quadril e da pelve devem

Leia mais

- As Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna Vertebral (ADEC);

- As Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna Vertebral (ADEC); PROGRAMA DO CURSO * ESPONDILOTERAPIA Trata-se de um protocolo para avaliação, interpretação e orientação aplicado a coluna vertebral e/ou seus comprometimentos, desenvolvida e registrada pela ESCOLA SOS

Leia mais

Ligamento Cruzado Posterior

Ligamento Cruzado Posterior Ligamento Cruzado Posterior Introdução O Ligamento Cruzado Posterior (LCP) é classificado como estabilizador estático do joelho e sua função principal é restringir o deslocamento posterior da tíbia em

Leia mais