Bradesco Asset Management São Paulo, Brazil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bradesco Asset Management São Paulo, Brazil"

Transcrição

1 27 DE ABRIL 2011 GLOBAL MANAGED INVESTMENTS ANÁLISE Bradesco Asset Management São Paulo, Brazil Conteúdo: FUNDAMENTO DO RATING 1 PERFIL DE GESTÃO DE RECURSOS 2 INDICADORES DE GESTÃO 3 ATIVIDADES DE GESTÃO DE INVESTIMENTOS 6 RESULTADO DE INVESTIMENTOS 10 FINANCIAL ROBUSTNESS 11 APÊNDICE I RATINGS DA MOODY S DE QUALIDADE DE GESTOR DE INVESTIMENTOS 13 APÊNDICE II AVALIAÇÃO DA MOODY S DE DESEMPENHO DOS INVESTIMENTOS 14 APÊNDICE III RESUMO DOS RESULTADOS 16 Contatos dos Analistas: SÃO PAULO Rodolfo Nobrega Vice President-Senior Analyst PARIS Yaron Ernst Managing Director-Managed Investments NEW YORK Daniel Serrao Senior Vice President Martin Duffy Vice President - Senior Credit Officer This Credit Analysis provides an in-depth discussion of credit rating(s) for Bradesco Asset Management and should be read in conjunction with Moody s most recent Credit Opinion and rating information available on Moody's website. Fundamento do Rating A Moody s atribuiu seu rating máximo de Qualidade de Gestão de investimento MQ1 à Bradesco Asset Management (BRAM), uma gestora de recursos, domiciliada no Brasil, com ativos sob gestão na ordem de R$202 bilhões (aproximadamente US$121 bilhões) em 31 de dezembro de A avaliação do rating MQ1 incorpora o julgamento da Moody s de que a excelente capacidade de gestão e as práticas operacionais da empresa sustentam um ambiente de gestão e controle eficaz. O rating MQ1 é baseado em:» Excelente ambiente de gestão e controle, sustentado por uma estrutura organizacional eficiente e altas qualificações de seus profissionais;» Processo de investimento bem planejado e disciplinado, que enfatiza o desempenho consistente para perfis de investimentos semelhantes;» Atenção especial dado ao relacionamento com clientes;» Alto nível de suporte de seu acionista, Bradesco, com forte capacidade financeira e disposição para financiar a estrutura operacional atual e futura» Marca sólida e posição de mercado forte;» Cultura voltada à gestão e controle de riscos» Resultados de investimentos acima da média obtidos tanto em relação a benchmarks globais como também no estudo Moody s Investment Performance Measurement (Apêndice II). Os desafios para a BRAM incluem:» Manter e fortalecer sua posição de mercado, dentro de um ambiente cada vez mais competitivo;» Retomar seu crescimento de ativos sob gestão para acima da média de mercado;» Expandir para novos mercados, incluindo internacionalmente, integrando novas estratégias de negócios às existentes atualmente;» Melhorar o desempenho ajustado ao risco de seus fundos multimercados e de ações, particularmente visando uma tendência de procura por investimentos alternativos e mais sofisticados por parte de investidores, nos médio e longo prazos.

2 Perfil de Gestão de Recursos FIGURE 1 Empresa Controladora Nome Banco Bradesco S.A. Início das Operações 1943 Rating da Moody's Ratings A1 e Prime 1 / Perspectiva Estável de Depósito em Moeda Local de Longo e Curto Prazos; Ratings Aaa.br e BR-1 / Perspectiva Estável de Depósito de Longo e Curto Prazos na Escala Nacional Brasileira Número de Funcionários (Dez/10) Filiais / Pontos de Serviço (Dez/10) filiais, pontos de serviço e terminais 24hs Empresa Gestora de Recursos Nome BRAM - Bradesco Asset Management Início das Operações 2001 Rating da Moody's MQ1 Ativos Sob Gestão (Dec/10) R$202,3 bilhões (US$121 bilhões) Número de Funcionários 130 A BRAM é uma subsidiária integral do Banco Bradesco S.A., o segundo maior banco de varejo privado do Brasil, com ativos de R$637,5 bilhões (US$381,7 bilhões) e lucro líquido de R$10 bilhões (US$6 bilhões) em 31 de dezembro de Em julho de 2001, o Bradesco reorganizou suas operações de gestão de fundos integrando várias unidades diferentes à BRAM, incluindo as parcerias Bradesco Templeton (formada com a Franklin Templeton), BCN Alliance (formada com a Alliance Capital) e a divisão de gestão de recursos do banco. Desde então, a BRAM assumiu o controle das operações de gestão de recursos de várias instituições, com o objetivo de ganhar escala neste setor altamente competitivo, tais como: Deutsche Bank Investimentos DTVM, Banco Mercantil de São Paulo, Banco do Estado do Amazonas (BEA), JP Morgan Fleming Asset Management e Banco Bilbao Vizcaya Argentaria Brasil S.A. (BBVA Banco). A BRAM consolidou essas aquisições estratégicas com eficiência, sendo ao mesmo tempo capaz de identificar, reter e adaptar os atributos considerados mais importantes dessas instituições adquiridas. Em 2006, a BRAM foi incorporada pelo Banco Bradesco BBI S.A., uma subsidiária do Banco Bradesco S.A. (sua empresa controladora). O Banco Bradesco BBI S.A. consolida as atividades de Investment Banking, Gestão de Recursos, Corretora de Valores (São Paulo, Nova York e Londres) e Private Banking. Seu foco principal é o desenvolvimento de novos nichos em atividades relacionadas aos mercados de capitais nacionais e internacionais, assim como a gestão de recursos, fluxos de capital e reservas de capital dos clientes. O diferencial atual da BRAM é a sua capacidade de responder às necessidades de risco e retorno de seus clientes através de seu portfolio de produtos bem balanceado. A evolução da companhia, que incorporou o know-how mundial e local através de uma série de aquisições, beneficiou o grupo em termos de escala e oferta de produtos para sua base de clientes. Recentemente, a BRAM tem expandido suas operações internacionalmente, possibilitando investidores estrangeiros a usar a experiência e expertise da companhia em gerir ativos brasileiros. A BRAM tem parceiros de distribuição no Chile e no Japão, onde atua como consultor de investimentos. A gestora 2 27 DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

3 também faz gestão de fundos offshore, que investem em ativos de companhias brasileiras denominadas em Real ou em moeda estrangeira. Entre outras iniciativas estratégicas, a BRAM também está desenvolvendo novos produtos desenhados especificamente para investidores brasileiros que desejam investir em ativos no exterior, como fundos de investimentos que investirão em ativos de outros países da América Latina. Em 2010 também foi constituída uma área dedicada a gestão de Fundos Estruturados (FIDCs, Fundos Imobiliários e FIPs) que visa atender a um número crescente de novos produtos com a adequada especialização da equipe de gestão nesses ativos. Indicadores de Gestão (Ativos, Clientes, Produtos e Composição de Carteira) FIGURE 2 Ativos Sob Gestão +14,2% +5,2% CAGR +12,5% +18,0% +13,0% 202,3 126,2 144,2 151,7 179, R$ Bilhões Fonte: ANBIMA O volume de ativos sob gestão aumentou para R$202 bilhões em 2010, representando um crescimento anual de 13% em relação ao ano anterior. Apesar do aumento importante e constante do total de seus ativos sob gestão nos últimos cinco ano, com uma taxa composta de crescimento anual de 12,5%, o crescimento da BRAM tem sido abaixo do mercado, que cresceu a uma taxa composta de 15,6% durante esse mesmo período DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

4 FIGURE 3 Composição por Tipos de Fundo R$ Milhões Valor % do Total Renda Fixa 68, % Previdência Privada 55, % Referenciado DI 35, % Multimercado 28, % Ações 7, % FIDCs 5, % Curto Prazo % Cambial % Total 202, % Fonte: Investidor Institucional (Dez/10) A composição de ativos é diversificada em comparação com outras grandes empresas. Os fundos de Renda Fixa, Previdência Aberta (basicamente VGBL e PGBL) e Referenciado DI 1 continuam como os principais produtos da BRAM. Observamos uma redução na representatividade dos FIDCs (Fundos de Direitos Creditórios) atualmente em 2,7% to total de ativos sob gestão, comparado com 6,1% dois anos antes. FIGURE 4 Composição por Tipos de Clientes R$ Milhões Valor % do Total Previdência Privada 75, % Varejo 36, % Corporate 33, % Gov/Fundos Públicos 11, % Fundos de Pensão 9, % Seguradoras 9, % Estados & Municípios 7, % Fundos de Investimentos 4, % Private Banking 4, % Middle Market 3, % Companhias de Capitalização 3, % Outros 1, % Total 202, % 1 Os Fundos Referenciados DI são fundos mútuos de taxas pós-fixadas indexadas à taxa DI, a taxa de referência diária do Brasil, que é baseada nas taxas de juros praticadas pelos bancos locais e calculadas e publicadas pelo Banco Central do Brasil DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

5 Os planos de previdência aberta (37,1%), e os fundos de Varejo (18,3%) são os maiores segmentos de cliente e os principais geradores de receita. Algumas alterações importantes no mix de clientes durante os últimos dois anos, incluíram: aumento do segmento de clientes Corporate, atualmente 16,7% do total de ativos sob gestão, em comparação a 7,2%, e de Estados & Municípios, em 3,8%, comparado a 0,4%; assim como reduções nos segmentos de clientes de Private Banking, 2,1% atualmente comparado a 9,5% em 2009, e Fundos de Pensão, atualmente em 4,9%, em comparação a 9,3% anteriormente. FIGURE 5 Composição por Veículos de Investimentos R$ Milhões Valor % do Total Fundos Exclusivos 144, % Fundos Abertos 67, % Carteiras Administradas 18, % Fundos Estruturados 5, % Fundos Offshore 3, % Outros % Total 239, % Fonte: Investidor Institucional (Dez/10) O Fundo Exclusivo 2 é o veículo de investimento mais representativo da BRAM (60,5%) seguido pelos Fundos Abertos (28,0%) e Carteiras Administradas (7,8%), indicando uma participação significativa de previdência aberta e fundos exclusivos de investidores institucionais na composição. Fundos Offshore vem, consistentemente, crescendo em importância relativa, chegando, atualmente, 1,3% do total de ativos da BRAM, claramente demonstrando a estratégia da gestora em expandir internacionalmente. FIGURE 6 Perfil dos Investimentos R$ Milhões Valor % do Total Títulos Públicos 148, % Títulos Privados 43, % Ações 20, % Fundos de Terceiros 17, % Fundos de Securitização 5, % Eurobonds / Bradies 3, % Total 158, % Fonte: Investidor Institucional (Dez/10) 2 Os fundos exclusivos são veículos de investimento com vantagens fiscais e apenas um cotista (geralmente um indivíduo de grande fortuna, uma corporação ou um investidor institucional) DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

6 Assim como o mercado de fundos, em geral, a carteira de ativos da BRAM é predominantemente alocada em títulos do governo brasileiro. A alocação de ativos da BRAM em fundos de investimentos de terceiros representa 7,4% do total de ativos, comparado a 4% dois anos antes. Ainda, observamos um aumento significativo na alocação de ativos em Eurobonds e Bradies, também indicando o avanço na estratégia de crescimento no exterior da companhia, como mencionado anteriormente. Atividades de Gestão de Investimentos Estrutura Organizacional FIGURE 7 Estrutura Organizacional Gestão e Estratégia Renda Fixa e Multimercado Renda Variável Fundos Estruturados Fundo de Fundos Macroeconomia Análise de Investimento Análise de Crédito Análise Quantitativa Trading Diretoria Superintendente Distribuiçã Comercial BRAM Internacional Institucional Comercial Local Corporate Parcerias Risco Suporte Produtos Controles Gerenciais Jurídico Compliance Operacional Information Technology Middle Office e Formalização Qualidade Fonte: BRAM A estrutura organizacional da BRAM é bem estabelecida, eficiente e disciplinada, composta por 130 funcionários altamente profissionais e bem qualificados, que formam uma equipe dinâmica e motivada. Algumas mudanças recentes na estrutura organizacional da companhia permitiu uma segregação de funções mais evidente, bem como uma definição de responsabilidades e linhas de alçada adequadas. Os valores organizacionais da BRAM apoiam a forte cultura fiduciária, voltada à criação e estabilização de valores para seus clientes, funcionários e acionistas. Para dar suporte à sua estratégia de expansão internacional, foi constituída uma área de distribuição com enfoque total em mercados estrangeiros. A expansão da empresa através de aquisições tem permitido que a organização desenvolva e retenha uma equipe altamente qualificada e motivada. Fica também evidente o alto nível de profissionalismo e qualificação nas principais unidades organizacionais, incluindo a alta administração, gestão de 6 27 DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

7 investimento, operações, pesquisa, gestão de risco e compliance. Além disso, a empresa dá uma forte ênfase ao treinamento, desenvolvimento, crescimento e retenção de seus funcionários. O Bradesco cuida das atividades de back-office da BRAM de forma terceirizada, incluindo a custódia dos ativos de clientes, movimentação de ativos, contabilidade, precificação de carteiras, informe aos clientes e envio de documentos para órgãos reguladores. Processo de Decisão de Investimentos As decisões de investimentos seguem um processo disciplinado, tendo como base as políticas e diretrizes definidas pelo Comitê de Investimento em reuniões semanais. O processo prioriza o desempenho consistente com perfis de investimento semelhantes, contando com uma abordagem de criação de Model Portfolios e uma estrutura de decisão por comitês. Entre as muitas responsabilidades do Comitê de Investimento estão: a) estabelecimento e o monitoramento das políticas de investimentos e de alocação de ativos, avaliação dos cenários macroeconômico e político locais e globais; b) avaliação do comportamento e das tendências dos mercados nos quais a empresa opera e, com base nessa avaliação, definir diretrizes gerais para escolha dos ativos para cada categoria de fundo; c) análise e aprovação das operações propostas pelos gestores de portfolios; d) avaliação do desempenho histórico das carteiras administradas e fundos em relação ao risco, retornos absolutos e retornos relativos a benchmarks relevantes; e d) análise comparativa de desempenho dos fundos administrados pela BRAM em relação a seus pares. Além do Comitê de Investimentos, há outros comitês importantes, que direcionam e dão suporte às atividades de gestão de recursos da BRAM, tais como: Comitê de Asset Allocation, Comitê de Crédito Privado, Comitê de Fundos e Carteiras Administradas, Comitê de Produtos, Comitê de Riscos, entre outros. A utilização constante e disciplinada de um processo decisório de investimentos colegiado, ou seja, baseado em comitês, reduziu significativamente o risco key-man, como confirmado com a transição bem ordenada de liderança da companhia em A elaboração de portfolios de Renda Fixa primariamente voltada à preservação do capital e à performance de médio e longo prazos conta com um modelo macroeconômico top-down, considerando taxas de juros, taxas de câmbio, inflação, e tendências do PIB como os fatores principais. A análise é complementada por uma perspectiva de crédito bottom-up, baseada na análise fundamental de cada emissor. A estratégia também é implementada utilizando-se portfólios modelos dentro dos objetivos e limitações de investimento. O portfólio modelo é ajustado ativamente, em resposta às mudanças dos limites de crédito e das premissas econômicas. No processo de elaboração de portfolios de Renda Variável, a BRAM adota uma abordagem fundamentalista, utilizando uma combinação de abordagens bottom-up e top-down, considerando cenários macroeconômicos local e internacional e identificando companhias que estejam sendo negociadas a preços abaixo de seus valores intrínsecos. A estratégia também é implementada utilizando Model Portfolios dentro dos objetivos e limitações de investimento Os Model Portfolios de Renda Variável são ajustados ativamente para considerar as mudanças nas políticas de investimento e as limitações definidas pelo Comitê de Investimentos. A abordagem aplicada aos fundos Multimercados é uma combinação daquelas aplicadas aos fundos de Renda Fixa e de Ações. A abordagem dos fundos Multimercados é complementada pelas técnicas de 7 27 DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

8 market timing focadas na previsão de movimentos futuros de preço nos diferentes mercados dos quais o fundo participa. Os gestores de fundos de fundos da BRAM utilizam uma variedade de instrumentos de avaliação de performance, incluindo modelos quantitativos de alocação de ativos, considerando as estratégias adotadas e o estilo de gestão dos fundos, assim como os processos de análise e de controle de risco dos fundos de terceiros. Pesquisa e Análise As áreas de análise de crédito e equity research da BRAM são eficientes utilizando práticas descritas integralmente em manuais e sujeitas a rigorosos processos de aprovação sendo conduzidas por profissionais experientes e bem qualificados. Ao desenvolver os Model Portfolios de Renda Fixa, a BRAM adota uma combinação de uma abordagem top-down voltada para o risco de mercado e uma abordagem bottom-up que lida com risco de crédito. Ao desenvolver os Model Portfolios de Renda Variável, a BRAM adota uma abordagem bottom-up, visando identificar ações negociadas com desconto em comparação a seus respectivos valores intrínsecos, combinados com uma abordagem topdown, avaliando o ambiente macroeconômico e de setores econômicos específicos. Gestão de Risco Na BRAM, a gestão de risco ocupa uma posição especial no processo de investimento envolvendo um conjunto integrado de controles e processos que compreendem risco de crédito, risco de mercado, risco de liquidez e risco operacional. A BRAM utiliza metodologias e modelos modernos, em linha com as melhores práticas internacionais. O risco de mercado é medido e administrado por meio de análises quantitativas, com ênfase nos modelos de value-at-risk para suas exposições. O risco de crédito é definido e medido através de análises fundamentalistas e análises de spreads, para identificar o valor justo em relação ao risco incorrido; as exposições a risco futuro são avaliadas através de vários modelos de teste de estresse e o histórico de desempenho é medido e avaliado utilizando-se de índices de risco-eretorno, como o Índice de Sharpe. A área de Risco é responsável pela implementação e monitoramento de modelos de controle de risco que guiam e restringem as operações de investimento, assim como fornecem parâmetros diários requeridos pelos modelos de risco de mercado. A área tem total autonomia para recomendar ou, em alguns casos extremos, determinar ajustes aos portfolios. A BRAM utiliza uma combinação de instrumentos de gestão de risco incluindo Value at Risk para monitorar o risco de mercado diário, análise fundamentalista para controlar risco de crédito, teste de estresse para monitorar a exposição dos portfolios a cenários extremamente adversos e análise do desempenho histórico. Para implantar a análise do desempenho passado, a área de gestão de risco calcula índices de risco e retorno e os compara aos de carteiras similares ou benchmarks. Ao final de cada dia, a divisão de risco envia um relatório detalhado sobre a exposição de risco de todas as carteiras administradas e fundos à divisão de controle de risco da empresa controladora. As práticas e políticas de gestão de risco da BRAM têm um papel fundamental na organização. Os programas de compliance e os sistemas de reporte financeiro são bem planejados e abrangentes. As áreas de risco e de compliance são supervisionadas rigorosamente pela empresa controladora. O compromisso em participar do programa ISO 9001 reforçou a ênfase sobre o ambiente de controle e compliance DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

9 Compliance and Auditing O Compliance tem um papel importante no processo de investimento, pois é responsável por certificar que a alocação dos investimentos está de acordo com as exigências legais e fiduciárias, com os regulamentos internos e externos e com as diretrizes dos clientes. A BRAM adota um grupo de boas práticas com a intenção de reforçar a consistência da responsabilidade fiduciária em relação aos clientes:» Segregação ( Chinese Wall ): segregação total e absoluta entre o capital e os interesses de gestores e investidores;» Avaliação dos Ativos (Mark to Market): avaliação diária dos ativos pelo valor de mercado justo, garantindo que as ações de participação em um fundo reflitam o valor de mercado justo dos ativos do fundo.» Block Trading: os ativos negociados devem ser distribuídos de maneira justa entre os fundos e carteiras administradas.» Conformidade com as Políticas de Investimento: a política de investimento define o perfil de um fundo no qual os investidores irão basear suas decisões de investimento, portanto a BRAM procura oferecer transparência em suas diretrizes e enfatizar a necessidade de procedimentos de compliance rigorosos. A área de Compliance da BRAM é responsável por identificar, avaliar e definir os riscos associados aos processos e às atividades de gestão de ativos. A área também verifica a aderência de cada área, certificando-se que as mesmas estão em conformidade com as regras e processos definidos. A gestora de ativos passa por uma série de auditorias, tanto internas quanto independentes. Além de visitas extraordinárias conduzidas pelo Banco Central e a CVM, a BRAM também é auditada pela auditoria interna do Bradesco conduzida pela Inspetoria Geral do Banco Bradesco. Também, por sua certificação ISO 9001, a BRAM também recebe visitas anuais das entidades certificadoras, que avaliam se a companhia continua de acordo com as políticas de qualidade para manter a certificação. Processamento Administrativo Os procedimentos de middle-office são totalmente automatizados por sistemas que conectam a BRAM com os mercados, outros prestadores de serviço (incluindo os bancos custodiantes/controladores) e os clientes. A BRAM está em fase de homologação do Order Management System (OMS), desenvolvido em parceria com a Nexxus. O programa desempenha uma série de funções, tais como: simular negociações, automatizar o registro e contabilização de ativos e processar o compliance antes da negociação. A companhia também está em fase de implementação um sistema de workflow, também desenvolvido pela Nexxus, para aumentar a eficiência e controle do desenvolvimento de novos produtos. Além disso, foram feitos investimentos substanciais em áreas como base de dados, fluxo de novos produtos, CRM, relatório gerencial, registro de carteiras, ferramentas para tomada de decisão, soluções de mobilidade para clientes, acesso VPN, entre outros. Também foi desenvolvido um sistema para registrar as perdas financeiras resultantes de erros operacionais. O sistema ajuda a BRAM a identificar 9 27 DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

10 as causas principais das perdas operacionais e a melhorar os controles e ferramentas internas para mitigar os riscos operacionais. Serviço ao Cliente A BRAM dedica uma atenção especial à gestão de relacionamento com os clientes. Os profissionais da área comercial da BRAM atendem diretamente aos clientes dos segmentos institucionais (fundos de pensão, seguradoras etc.), corporate e parcerias (brokers de fundos externos). Esses serviços incluem a identificação das necessidades individuais e a elaboração de estratégias customizadas aos clientes. Antes de iniciar qualquer atividade relacionada à gestão de recursos, a BRAM disponibiliza consultoria para a identificação do perfil de investimento do cliente. Juntamente com o cliente, os profissionais da área comercial identificam o grau de tolerância a risco, os benchmarks mais adequados aos objetivos de investimento do cliente, diretrizes e restrições. Esses parâmetros são documentados, registrados e formalmente comunicados ao Diretor Superintendente, ao Superintendente Executivo de Renda Fixa e Multimercado, Superintendente Executivo de Renda Variável, à área de Compliance, aos Gestores e ao Risco. Em seguida, a gestão e o monitoramento dos portfolios são implantados de acordo com esses parâmetros e especificações pré-estabelecidos. Os profissionais da área comercial reúnem-se com os clientes trimestralmente para avaliar o desempenho das carteiras administradas e dos fundos exclusivos, discutir o ambiente econômico e decidir sobre possíveis ajustes nas alocações de ativos e estratégias de duration da carteira. Além disso, sempre que necessário, a equipe está disponível para teleconferências, com participação de outros profissionais que possam esclarecer questões relativas aos investimentos feitos, processamento de operações e cenários do mercado. Além dos clientes diretos da BRAM, a equipe apoia os segmentos de Varejo, Private Banking, Corporate e Prime do Bradesco. Semestralmente, a área de Marketing da BRAM conduz uma pesquisa de satisfação do cliente. Todas as respostas e os comentários são arquivados e os resultados são sistematicamente analisados para servir de base para implantação de mudanças operacionais voltadas à melhoria do atendimento ao cliente. Resultado de Investimentos Um objetivo principal para uma empresa de gestão de investimento é alcançar um desempenho de investimento competitivo, enquanto oferece uma ampla variedade de produtos para clientes de diversos perfis de risco e retorno. Essa diversidade, combinada com a imprevisibilidade dos mercados, resulta em uma grande variedade de resultados de desempenho ao longo do tempo. Para completar a sua análise em relação aos resultados de investimento consideradas na análise de MQ, a Moody's aplicou testes de desempenho para uma amostra de fundos e os agrupou em categorias, de acordo com os indicadores específicos de retorno (consulte o Apêndice II). As amostras gerais incluem as seguintes categorias de fundo: Renda Fixa, Referenciado DI, Multimercado, Ações e Curto Prazo. Os retornos ajustados ao risco da BRAM foram comparados com os de outras empresas de gestão de ativos, aplicando-se benchmarks gerais do mercado. Os julgamentos do analista são aplicados como uma avaliação qualitativa dos dados, no esforço de discernir a capacidade de gestão para cada classe de ativos. Devido à sua forte presença de mercado, a BRAM tem uma participação significativa em todas as cinco categorias de fundos do estudo. Dos 36 gestores de ativos que passaram pelos critérios de triagem da DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

11 Moody s para fundos de Renda Fixa, a BRAM ficou classificada em 8º, tendo desempenho acima da média em relação a seus pares de porte e posicionamento de mercado similares, mas ficando atrás de competidores menores sem o mesmo poder de barganha nas negociações de títulos. Dos 26 gestores na amostra de fundos Referenciados DI, a BRAM ficou em 7 º lugar, tendo obtido um resultado em linha com seus pares. Na amostra de fundos Multimercados, a BRAM apresentou um desempenho fraco, sendo classificada como a 71 ª de 87 empresas. Na amostra de fundos de Ações, correspondendo a uma classe de ativos com pequena participação no universo dos fundos, a BRAM também obteve um resultado abaixo da média e de seus pares, ficando em 51 º lugar, em um universo de 53 empresas. Por fim, na amostra de fundos de Curto Prazo, também correspondentes a uma pequena classe de ativos, a BRAM ficou classificada em 13º de 15 empresas, tendo obtido um fraco desempenho no período de cinco anos, findos em dezembro de Considerando-se que os fundos de Renda Fixa e Referenciado DI são as categorias mais representativas para a BRAM, entendemos que a gestora obteve resultados acima da média e em linha com o seu rating MQ1. Financial Robustness FIGURE 8 Grupo Bradesco (valores consolidados) R$ Milhões Total de Ativos , , ,7 Patrimônio Líquido , , ,4 Resultado Operacional 7.788, , ,2 Lucro Líquido 7.620, , ,7 FIGURE 9 BRAM Investment Management Arm R$ Milhões Junho de 2010 Total de Ativos 192,8 208,6 218,1 Patrimônio Líquido 167,0 184,1 197,2 Receita Operacional Líquida 82,6 81,4 48,4 Resultado Operacional 29,5 31,9 21,3 Lucro Líquido 18,1 17,3 13,2 O investimento contínuo na expansão da companhia demonstrou o compromisso da empresa controladora com o segmento de gestão de ativos um compromisso que permitiu que a BRAM ganhasse escala nos últimos anos. Considerando o apoio recebido do Bradesco, a BRAM demonstra excelente saúde financeira e forte capacidade de financiar suas operações correntes, assim como sustentar suas atividades de negócios e necessidades de investimento futuros. Desde o seu começo, a BRAM tem realizado investimentos substanciais nas áreas de infraestrutura, tecnologia e distribuição DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

12 A BRAM possui dois fluxos de receitas: receitas diretas, originadas de seus próprios canais de distribuição e receitas indiretas, aquelas originadas através dos canais de distribuição do Bradesco. Em caso de receitas advindas dos fundos distribuídos pelo Bradesco, a BRAM recebe 8% de todas as taxas cobradas pelo banco comercial. A importância da gestora de ativos no contexto do grupo Bradesco, juntamente com o fato de fazer parte de uma instituição financeira bastante sólida, com grande força financeira, assegura à BRAM os recursos necessários para financiar as operações correntes e para cumprir com as exigências de capital, bem como sustentar as atividades e necessidades de investimento futuras DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

13 Apêndice I Ratings da Moody s de Qualidade de Gestor de Investimentos Os ratings de Qualidade de Gestor de Investimentos da Moody s representam uma avaliação da forma como um gestor de investimentos, empresa ou unidade da empresa, cria, gerencia e monitora os seus produtos de investimento e atende a sua clientela. Gestores de Investimentos são definidos como instituições cuja atividade principal envolva a gestão de recursos de varejo, grandes fortunas e/ou institucionais. Os ratings incorporam a avaliação da Moody s sobre as atividades de investimento da entidade, incluindo, quando aplicável, o desempenho dos produtos oferecidos, o perfil financeiro da entidade e o desempenho no atendimento a clientes. O escopo analítico empregado pela Moody s enfoca as práticas operacionais de cada entidade e pode variar de uma entidade para outra. Os ratings de Qualidade de Gestão de Investimento da Moody s não indicam a capacidade de uma empresa pagar uma dívida financeira ou satisfazer a outras obrigações financeiras contratuais, em seu próprio favor ou em favor de terceiros, em decorrência de transações realizadas na gestão ativa de carteiras de investimento. Além disso, os ratings não têm a intenção de considerar a perspectiva de desempenho prospectivo de uma carteira, fundo mútuo ou outro veículo de investimento, com relação à valorização, volatilidade ou rendimento. As definições do rating de Qualidade de Gestão de Investimento são como a seguir: Símbolo do Rating MQ1 MQ2 MQ3 MQ4 MQ5 Definição do Rating Entidades classificadas como MQ1 são julgadas como tendo excelente ambiente de administração e controle. Entidades classificadas como MQ2 são julgadas como tendo um ambiente de administração e controle muito bom. Entidades classificadas como MQ3 são julgadas como tendo um bom ambiente de administração e controle. Entidades classificadas como MQ4 são julgadas como tendo um ambiente de administração e controle adequado. Entidades classificadas como MQ5 são julgadas como tendo um fraco ambiente de administração e controle. : O modificador "+" pode ser adicionado à categoria de rating MQ1 para indicar o ambiente de gestão e controle mais forte DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

14 Apêndice II Avaliação da Moody s de Desempenho dos Investimentos I. Amostra de Fundos O banco de dados do SI-ANBID inclui um grande número de fundos mútuos ativos (cerca de ). Nós selecionamos uma amostra de fundos que seguisse alguns critérios pré-determinados para analisar o desempenho histórico: 1. Categorias de Fundo: restringindo a amostra às categorias de fundos mais populares entre os investidores, selecionamos as seguintes categorias, tal qual definidas pela CVM: Ações Renda Fixa Multimercado Curto Prazo Referenciado DI 2. Tempo de Negociação: só consideramos os fundos mútuos negociados por pelo menos cinco anos. 3. Porte: somente fundos com patrimônio acima de R$25 milhões em 31 de dezembro de 2010 foram incluídos na amostra. Após o processo de filtragem, ficamos com uma amostra de fundos. II. Medida de Desempenho A Moody s analisou os resultados de investimento alcançados em uma amostra de mais de fundos das classes de ativos mais representativas no Brasil, durante um período de cinco anos findos em dezembro de Para poder comparar de forma justa o desempenho histórico dos fundos incluídos na amostra, foram feitas estimativas de retornos brutos (retornos antes da dedução de taxas de administração), evitando o impacto sobre o desempenho de taxas administrativas, que variam em função do segmento de mercado do fundo. Cada fundo foi avaliado em três conceitos, dois índices de desempenho ajustado ao risco Índice de Sharpe e Information Ratio, e uma medida de habilidade de gestão Skill. Os resultados dos fundos foram agregados calculando-se a média ponderada de cada medida de desempenho por classe de ativo e gestor. Em seguida, estes resultados receberam pontuações conforme a faixa a qual pertenciam dentre cinco escalas de igual tamanho. As pontuações alcançadas para cada medida de desempenho foram, então, agrupadas por classe de ativo e gestor, com base em médias ponderadas DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

15 O Information Ratio (IR) é a medida mais importante na tabela de pontuação ponderada, com 70% do peso. O IR mede o desempenho do retorno ajustado ao risco do portfólio em relação ao retorno ajustado ao risco de seu respectivo benchmark, que pode ser entendido como uma carteira com gestão passiva e risco de investimento similar. O estudo utilizou retornos compostos de classes de ativos, definidos como retornos ponderados para cada classe de ativo, como benchmarks. O Information Ratio indica um retorno diferencial médio histórico (a diferença entre o retorno do fundo em cada período e o retorno de seu benchmark no mesmo período) por unidade de volatilidade histórica (o desvio padrão) do retorno diferencial. A medida de habilidade de é a segunda em importância, com um peso relativo de 20% na tabela de pontuação ponderada. Ela mede o timing de mercado por meio da estimativa de dois betas, um para movimentos de alta e outro para movimentos de baixa. Os gestores com habilidade de timing terão betas elevados em relação a movimentos de alta e betas insignificantes ou negativos em relação a movimentos de baixa. Por fim, a significância dos betas é utilizada como medida de habilidade de investimento do gestor. O Índice de Sharpe tem um peso relativo de 10% na tabela de pontuação ponderada. É similar ao Information Ratio, mas enquanto o Information Ratio compara o excesso de retorno do portfólio em relação ao benchmark mais relevante, o Índice de Sharpe compara o excesso de retorno do portfólio em relação a um ativo sem risco. A Moody s utilizou a taxa DI, que reflete a taxa de juros média diária praticada entre os bancos brasileiros, como o referencial de taxa de retorno sem risco DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

16 Apêndice III Resumo dos Resultados Renda Fixa Gestora de Recursos Tamanho (R$ Milhões) Sharpe Sharpe - IR IR - Skill Skill - Final Ranking 1 PARANA BANCO DAYCOVAL HSBC 17, BB DTVM 168, CONCORDIA CESP 1, FATOR BRAM 141, BRASILPREV 21, VOTORANTIM 3, UNIMED SUL AMERICA 4, MAPFRE 2, MERCANTIL DO BRASIL BTG PACTUAL 3, BNP PARIBAS 3, WESTERN ASSET 3, ALFA SANTANDER 52, ICATU VANGUARDA 2, MERCATTO BANESTES SISTEL ITAU 113, TOKYO MITSUBUISHI CAIXA 75, SAFRA 5, SICREDI BNY MELLON BANRISUL VALIA 2, BRZ PORTO SEGURO 4, BANCOOB BRB BNB DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

17 ` Referenciado DI Gestora de Recursos Tamanho (R$ Milhões) Sharpe Sharpe - IR IR - Skill Skill - Final Ranking 1 BNB BTG PACTUAL 3, SUMITOMO VOTORANTIM 1, HSBC 24, BCSUL VERAX BRAM 38, BANIF MERCANTIL DO BRASIL TOKYO MITSUBUISHI BB DTVM 68, ALFA CREDIT AGRICOLE BANRISUL 1, BANESTES OPPORTUNITY ITAU 80, CREDIT SUISSE 1, SANTANDER 47, BNP PARIBAS 1, WESTERN ASSET 7, CAIXA 2, BNY MELLON SAFRA 5, BRB ICATU VANGUARDA DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

18 Curto Prazo Gestora de Recursos Tamanho (R$ Milhões) Sharpe Sharpe - IR IR - Skill Skill - Final Ranking 1 CREDIT SUISSE BNB BNY MELLON 1, BANESTES TOKYO MITSUBUISHI BNP PARIBAS SANTANDER 6, BB DTVM 55, ITAU 11, CAIXA 6, OPPORTUNITY HSBC BRAM SICREDI BANRISUL Multimercados Gestora de Recursos Tamanho (R$ Milhões) Sharpe Sharpe - IR IR - Skill Skill - Final Ranking 1 PARANA BANCO FAPES 3, AAA CESP 2, MACROINVEST MODAL MAPFRE 1, JGP KINEA 1, QUELUZ ATICO BRESSER CAPITANIA SEXTANTE NEO BROOKFIELD CREDIT SUISSE 9, TELOS 1, DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

19 Multimercados Gestora de Recursos Tamanho (R$ Milhões) Sharpe Sharpe - IR IR - Skill Skill - Final Ranking 19 POLO GAVEA TABOACO, NIECKELE SANTA FE NOBEL FIDES CLARITAS CELOS 1, RELIANCE LACAN MAXIMA GAP 1, CONCORDIA QUEST MERCATTO BBM 2, MAUA GOLDMAN SACHS BB DTVM 5, BNY MELLON 1, FRAM LLA OPPORTUNITY 2, TURIM CREDIT AGRICOLE SERPROS 4, DAS BRL FIDUCIA PATRIA CBS 3, DAYCOVAL PORTO SEGURO CERES VITORIA HSBC 7, OREY FIBRA DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

20 Multimercados Gestora de Recursos Tamanho (R$ Milhões) Sharpe Sharpe - IR IR - Skill Skill - Final Ranking 57 SAFDIE FATOR 1, BRASILPREV 2, WESTERN ASSET 3, ITAU 40, SANTANDER 13, BTG PACTUAL 20, SAFRA 2, PRAGMA 1, SUL AMERICA 1, SCHRODER CAIXA 3, ICATU VANGUARDA 1, SAGA BRAM 46, OPUS BESAF BNP PARIBAS 1, TITULO VALIA JP MORGAN 4, ALFA VOLT PARTNERS PRINCIPIA CITIBANK GPS MAGLIANO CONSENSO VOTORANTIM 4, BANCOOB EVEREST DE ABRIL 2011 ANÁLISE: BRADESCO ASSET MANAGEMENT

Managed Investments. Bradesco Asset Management São Paulo, Brasil. Análise. Moody s Global MQ1. Fundamento do Rating. Fevereiro de 2009.

Managed Investments. Bradesco Asset Management São Paulo, Brasil. Análise. Moody s Global MQ1. Fundamento do Rating. Fevereiro de 2009. www.moodys.com Análise Moody s Global Managed Investments Fevereiro de 2009 Sumário: Fundamento do Rating 1 Perfil de Gestão de Recursos 2 Indicadores de Gestão 3 Atividades de Gestão de Investimentos

Leia mais

Franklin Templeton Investimentos São Paulo, Brasil

Franklin Templeton Investimentos São Paulo, Brasil 26 DE JULHO DE 2013 MANAGED INVESTMENTS ANÁLISE Franklin Templeton Investimentos São Paulo, Brasil Conteúdo: RACIONAL DA AVALIAÇÃO 1 VISÃO GERAL DA GESTORA DE RECURSOS 2 FATOR 1 PERFIL FINANCEIRO MQ2 4

Leia mais

Duna Asset Management São Paulo, Brasil

Duna Asset Management São Paulo, Brasil 12 DE JULHO DE 2013 MANAGED INVESTMENTS ANÁLISE Duna Asset Management São Paulo, Brasil Table of Contents: RACIONAL DA AVALIAÇÃO 1 VISÃO GERAL DA GESTORA DE RECURSOS 2 FATOR 1 PERFIL FINANCEIRO - MQ3 3

Leia mais

JMalucelli Investimentos Curitiba, Brasil

JMalucelli Investimentos Curitiba, Brasil 24 DE NOVEMBRO, 2015 MANAGED INVESTMENTS ANÁLISE JMalucelli Investimentos Curitiba, Brasil Table of Contents: FUNDAMENTOS DA AVALIAÇÃO 1 DESENVOLVIMENTOS RECENTES 1 VISÃO GERAL DA GESTORA DE RECURSOS 2

Leia mais

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO A política de Risco de Mercado do Scotiabank Brasil ( Scotiabank ) é baseada na política do grupo de Risk Management Global do Scotiabank

Leia mais

Supervisão de Mercados

Supervisão de Mercados OFERTAS PÚBLICAS Atraso no protocolo do Anúncio de Encerramento: Banco BTG Pactual S/A, 01 multa, R$ 4.500,00. Recomendação de Formador de Mercado: Link S/A CCTVM, 01 multa, R$ 750,00; Prosper S/A Corretora

Leia mais

BTG Pactual. Administração de Fundos Agosto 2012. Para informações adicionais, favor observar a página ao final desta apresentação.

BTG Pactual. Administração de Fundos Agosto 2012. Para informações adicionais, favor observar a página ao final desta apresentação. BTG Pactual Administração de Fundos Agosto 2012 Para informações adicionais, favor observar a página ao final desta apresentação. Histórico do BTG Pactual 2012 Aquisição da Celfin Capital no Chile 1983-86

Leia mais

Política de Suitability

Política de Suitability Política de Suitability Outubro 2015 1. OBJETIVO O objetivo da Política de Suitability ( Política ) é estabelecer procedimentos formais que possibilitem verificar a adequação do investimento realizado

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO O Scotiabank Brasil (SBB), em atendimento à Resolução CMN 3.464 e alinhado a política global do grupo, implementou estrutura de Gerenciamento

Leia mais

RBC BRASIL DTVM LTDA. Confiança que faz a diferença

RBC BRASIL DTVM LTDA. Confiança que faz a diferença RBC BRASIL DTVM LTDA Confiança que faz a diferença Sobre o RBC Brasil O RBC Brasil (RBC Brasil DTVM Ltda) é uma subsidiária integral do Royal Bank of Canada, cuja história de atuação em nosso país remonta

Leia mais

Política de Retirada de Classificação de Risco de Crédito ( Rating )

Política de Retirada de Classificação de Risco de Crédito ( Rating ) Política de Retirada de Classificação de Risco de Crédito ( Rating ) POLÍTICA I. O que é uma Classificação de Risco Retirada? Emitida pelo: Departamento de Compliance da MIS Aplicável a: Todos os Funcionários

Leia mais

O Brasil Plural é um Grupo Financeiro fundado em 2009 que possui escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Nova York. Nossos sócios possuem um amplo

O Brasil Plural é um Grupo Financeiro fundado em 2009 que possui escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Nova York. Nossos sócios possuem um amplo O Brasil Plural é um Grupo Financeiro fundado em 2009 que possui escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Nova York. Nossos sócios possuem um amplo histórico de sucesso no mercado de capitais brasileiro

Leia mais

Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015

Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015 Divulgação de Resultados Segundo Trimestre de 2015 Apresentação da Teleconferência 06 de agosto de 2015 Para informações adicionais, favor ler cuidadosamente o aviso ao final desta apresentação. Divulgação

Leia mais

INSTITUIÇÕES INTEGRADAS*

INSTITUIÇÕES INTEGRADAS* INSTITUIÇÕES INTEGRADAS* *Importante: o conceito utilizado para considerar uma instituição integrada ao sistema é o da comprovação da adequação de sua infraestrutura, com o envio das telas de acesso ao

Leia mais

Supervisão de Mercados

Supervisão de Mercados CERTIFICAÇÃO Atualizações Via Curso Informadas Fora do Prazo: Bradesco S.A., 01 carta; Itaú Corretora de Valores S.A., 01 carta. FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTAS POR DESCUMPRIMENTO OBJETIVO DISPOSITIVOS DO

Leia mais

Diretrizes para Seleção e Avaliação de Gestores e/ou Administradores, Custodiantes e Corretoras

Diretrizes para Seleção e Avaliação de Gestores e/ou Administradores, Custodiantes e Corretoras Anexo à Política de Investimento Diretrizes para Seleção e Avaliação de Gestores e/ou Administradores, Custodiantes e Corretoras 2014 a 2018 Novembro de 2013 1 ÍNDICE 1. PROCESSO DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO

Leia mais

12º FÓRUM PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTOS 2016. The asset manager for a changing world

12º FÓRUM PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTOS 2016. The asset manager for a changing world 12º FÓRUM PERSPECTIVAS DE INVESTIMENTOS 2016 The asset manager for a changing world INVESTIMENTOS ALTERNATIVOS LUIZ FIGUEIREDO HEAD - INVESTIMENTOS ALTERNATIVOS The asset manager for a changing world 1.

Leia mais

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014

ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 ESTATUTO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO CONSELHO DIRETOR 23 DE OUTUBRO DE 2014 I. FINALIDADE A finalidade do Comitê de Auditoria da AGCO Corporation (a Empresa ) é auxiliar o Conselho Diretor (o Conselho )

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Pilar 3

Gerenciamento de Riscos Pilar 3 Gerenciamento de Riscos Pilar 3 2º Trimestre de 2014 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO DE LIQUIDEZ

Leia mais

Integração ESG. Raquel Costa. 27/maio/2015 PUBLIC

Integração ESG. Raquel Costa. 27/maio/2015 PUBLIC Integração ESG Raquel Costa 27/maio/2015 Integração em todas as atividades Política de Sustentabilidade Avaliação de Sustentabilidade na Gestão de Renda Variável e Renda Fixa Avaliação de Sustentabilidade

Leia mais

Risk & Permanent Control

Risk & Permanent Control Estrutura Organizacional Risco de Crédito Introdução Este documento apresenta a estrutura organizacional da área de Risco de Crédito do conglomerado CRÉDIT AGRICOLE Brasil e estabelece as suas principais

Leia mais

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco

UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco UBS Brasil: Controle de riscos e capital Categoria: Controles de Risco Responsável: Controle de Riscos Aprovação: BRCC Propósito deste documento Promover transparência quanto à estrutura de gestão de riscos

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS

RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS RELATÓRIO DESCRITIVO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DA PORTO SEGURO INVESTIMENTOS 1. CONTEXTO A Porto Seguro Investimentos é uma Instituição Financeira privada, constituída em 8 de abril de 1991,

Leia mais

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul

Relatório. Gestão de Riscos. Conglomerado Cruzeiro do Sul Relatório de Gestão de Riscos Conglomerado Cruzeiro do Sul Data-Base 31/12/2010 Superintendência de Riscos Índice 1. Introdução 3 2. Perímetro 3 3. Estrutura de Gestão de Riscos 3 3.1 Risco de Crédito

Leia mais

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO

EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO L2 0 0 6 R E L AT Ó R I O A N U A EMPRESAS BRADESCO SEGUROS, PREVIDÊNCIA E CAPITALIZAÇÃO Prêmio de Seguros Participação no Mercado (em %) Mercado 74,2% Fonte: Susep e ANS Base: Nov/2006 Bradesco 25,8%

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia

GERENCIAMENTO DE RISCOS. Pilar III Basiléia GERENCIAMENTO DE RISCOS Pilar III Basiléia 3º Trimestre 2015 ÍNDICE I - INTRODUÇÃO 3 II OBJETIVO 3 III PERFIL CORPORATIVO 3 IV GOVERNANÇA CORPORATIVA 4 V RISCO DE CRÉDITO 4 VI RISCO DE MERCADO 5 VII RISCO

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Segurança nos investimentos Gestão dos recursos financeiros Equilíbrio dos planos a escolha ÍNDICE INTRODUÇÃO...3 A POLÍTICA DE INVESTIMENTOS...4 SEGMENTOS DE APLICAÇÃO...7 CONTROLE

Leia mais

Política Institucional Gerenciamento de Capital

Política Institucional Gerenciamento de Capital P a g e 1 1 P a g e 2 Índice: 1. Objetivos... 2 2. Estrutura... 3 Diretoria BNY Mellon Serviços Financeiros Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A e BNY Mellon Banco S.A... 4 Diretor Responsável

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis www.pwc.com.br Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis Novembro de 2013 Agenda 2013 Normas novas e revisadas IAS 1 Apresentação das demonstrações financeiras

Leia mais

As entidades locais no apoio às empresas regionais na retomada dos investimentos e experiência do Instituto Mineiro de Mercado de Capitais

As entidades locais no apoio às empresas regionais na retomada dos investimentos e experiência do Instituto Mineiro de Mercado de Capitais A retomada dos investimentos e o Mercado de Capitais Agosto de 2015 As entidades locais no apoio às empresas regionais na retomada dos investimentos e experiência do Instituto Mineiro de Mercado de Capitais

Leia mais

Como funcionam os fundos de investimentos

Como funcionam os fundos de investimentos Como funcionam os fundos de investimentos Fundos de Investimentos: são como condomínios, que reúnem recursos financeiros de um grupo de investidores, chamados de cotistas, e realizam operações no mercado

Leia mais

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS]

[POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] [POLÍTICA DE INVESTIMENTOS] Este documento aborda o processo de seleção e alocação de valores mobiliários da Interinvest Data de Publicação: Abril de 2012 Política de Investimentos 1. Conteúdo do Documento

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Sumário: 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. ABRANGÊNCIA / ÁREAS ENVOLVIDAS:... 2 04. RESPONSABILIDADES:... 2 04.01. Responsáveis pela execução das atribuições desta política... 2

Leia mais

Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa

Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa Análise XP Fundamentos Senior Solution (SNSL3) Conhecendo a empresa A Empresa A Senior Solution está presente, há mais de 17 anos, no segmento de Tecnologia da Informação no mercado brasileiro, sendo uma

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANPARA RENDA FIXA PLUS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO LONGO PRAZO

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANPARA RENDA FIXA PLUS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO LONGO PRAZO FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANPARA RENDA FIXA PLUS FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO LONGO PRAZO CNPJ: 00.857.368/0001-70 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES

Leia mais

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO SERVIÇO DE PREVIDÊNCIA MUNICIPAL Rua Monsenhor Soares nº. 65 Centro Itapetininga SP Fones (015)3271-0728 e 3271-7389(telefax) E-mail: seprem@uol.com.br POLITICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO 2.011 SUMÁRIO

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DO PERUIBEPREV PARA O EXERCICIO DE 2008

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DO PERUIBEPREV PARA O EXERCICIO DE 2008 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DO PERUIBEPREV PARA O EXERCICIO DE 2008 INTRODUÇÃO Este documento formaliza os objetivos e restrições de investimento da gestão dos recursos do PERUIBEPREV, através da designação

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

Supervisão de Mercados

Supervisão de Mercados OFERTAS PÚBLICAS MULTAS POR DESCUMPRIMENTO OBJETIVO ATRASOS Atraso no protocolo de pedido de registro de oferta pública: Banco BTG Pactual S.A., 01 multa, R$ 4.500,00. FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTAS POR

Leia mais

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão Kinea Rendimentos Imobiliários - FII Relatório de Gestão Janeiro de 2013 Palavra do Gestor Prezado investidor, O Kinea Rendimentos Imobiliário FII ( Fundo ) é dedicado ao investimento em Ativos de renda

Leia mais

Rating Action: Moody's América Latina rebaixa ratings do BDMG; perspectiva é alterada para estável

Rating Action: Moody's América Latina rebaixa ratings do BDMG; perspectiva é alterada para estável Rating Action: Moody's América Latina rebaixa ratings do BDMG; perspectiva é alterada para estável Global Credit Research - 12 Aug 2015 Sao Paulo, August 12, 2015 -- A Moody's América Latina Ltda rebaixou

Leia mais

Monitoramento: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios CEEE

Monitoramento: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios CEEE Data de Publicação: 14 de outubro de 2009 Relatório de Monitoramento Monitoramento: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios CEEE Ratings em Outubro de 2009 Instrumento Rating Atual Rating Inicial

Leia mais

A Indústria de Fundos de Investimento no Brasil. Luiz Calado Gerente de Certificação da ANBID

A Indústria de Fundos de Investimento no Brasil. Luiz Calado Gerente de Certificação da ANBID A Indústria de Fundos de Investimento no Brasil Luiz Calado Gerente de Certificação da ANBID A ANBID A ANBID Associação Nacional dos Bancos de Investimentos Criada em 1967, é a maior representante das

Leia mais

R isk O ffice PGBL E VGBL RANKING DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO

R isk O ffice PGBL E VGBL RANKING DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO PGBL E VGBL RANKING DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO ELABORADO PELO RISK OFFICE EM JULHO DE 2005 Este relatório apresenta os resultados do trabalho realizado pelo Risk Office ("Relatório Risk Office"), em consonância

Leia mais

Por que abrir o capital?

Por que abrir o capital? Por que abrir capital? Por que abrir o capital? Vantagens e desafios de abrir o capital Roberto Faldini Fortaleza - Agosto de 2015 - PERFIL ABRASCA Associação Brasileira de Companhias Abertas associação

Leia mais

La supervisión de las actividades comercializadoras de los intermediarios financieros en Brasil

La supervisión de las actividades comercializadoras de los intermediarios financieros en Brasil La supervisión de las actividades comercializadoras de los intermediarios financieros en Brasil Roberto Mendonça Pereira CVM - Comissão de Valores Mobiliários Brasil Alerta As opiniões aqui expostas são

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Capital

Estrutura de Gerenciamento de Capital Estrutura de Gerenciamento de Capital Estrutura de Gerenciamento de Capital Controle do documento Data Autor Versão Junho/2012 Compliance 001 Agosto/2013 Risk Management 002 Agosto/2014 Risk Management

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS CAGEPREV - FUNDAÇÃO CAGECE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA Vigência: 01/01/2013 a 31/12/2017 1. OBJETIVOS A Politica de Investimentos tem como objetivo

Leia mais

Risco de Crédito. Estrutura Organizacional

Risco de Crédito. Estrutura Organizacional Risco de Crédito Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO COM FOCO EM TÍTULOS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ESTRUTURADO REIT RIVIERA FII Crédito lastreado em imóveis, alta rentabilidade e fluxo de caixa constante, com a solidez do concreto.

Leia mais

Divulgação de Resultados 1T14

Divulgação de Resultados 1T14 Divulgação de Resultados 1T14 A Tarpon Investimentos S.A. ( Tarpon ou Companhia ), por meio de suas subsidiárias, realiza a gestão de fundos e carteiras de investimentos em bolsa e private-equity ( Fundos

Leia mais

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão

Kinea Rendimentos Imobiliários - FII. Relatório de Gestão Kinea Rendimentos Imobiliários - FII Relatório de Gestão Maio de 2013 Palavra do Gestor Prezado investidor, O Kinea Rendimentos Imobiliários FII ( Fundo ) é dedicado ao investimento em Ativos de renda

Leia mais

Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014

Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014 Banco Mercedes-Benz RISCO DE MERCADO E LIQUIDEZ Base: Janeiro 2014 INTRODUÇÃO O Banco Mercedes-Benz do Brasil considera a gestão de riscos como um dos pilares de sustentação de seus objetivos estratégicos.

Leia mais

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes 1 Introdução O Grupo de Instituições Financeiras Wolfsberg 1 ¹ considera que estes princípios constituem uma orientação

Leia mais

a) Prova da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; b) Certidão negativa de débitos junto à Seguridade social; 1

a) Prova da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; b) Certidão negativa de débitos junto à Seguridade social; 1 Regulamento para Cadastramento de Instituições Financeiras e similares, sociedade corretoras e Distribuidoras, Gestoras e Administradoras de Títulos e Valores Mobiliários junto à ORGANIZAÇÃO MUNICIPAL

Leia mais

POLÍTICA INSTITUCIONAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ

POLÍTICA INSTITUCIONAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ POLÍTICA INSTITUCIONAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE LIQUIDEZ Setembro/2013 ÍNDICE 1. Definições, Base Legal e Objetivo... 3 2. Estrutura Organizacional de Gerenciamento do Risco de Liquidez... 4 3. Principais

Leia mais

CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA PARA DIVULGAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO BRB FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM RENDA FIXA DI LONGO PRAZO 500 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Competência: 19/01/2016 CNPJ 05.086.234/0001-17 PERIODICIDADE MÍNIMA

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FATOR AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES Data da Competência: Abr/16

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FATOR AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES Data da Competência: Abr/16 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FATOR AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES Data da Competência: Abr/16 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS

Leia mais

Rating Action: Moody's atribui rating Aa3.br para R$ 750 milhões em debêntures seniores não conversíveis sem garantia da EDB; perspectiva negativa

Rating Action: Moody's atribui rating Aa3.br para R$ 750 milhões em debêntures seniores não conversíveis sem garantia da EDB; perspectiva negativa Rating Action: Moody's atribui rating Aa3.br para R$ 750 milhões em debêntures seniores não conversíveis sem garantia da EDB; perspectiva negativa Global Credit Research - 31 Jul 2015 Sao Paulo, July 31,

Leia mais

Prever Empresarial. Associação da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. Agosto de 2007. Previdência Complementar PJ 2007

Prever Empresarial. Associação da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho. Agosto de 2007. Previdência Complementar PJ 2007 Prever Empresarial Associação da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho Agosto de 2007 Institucional A Unibanco AIG é o grande destaque no mercado brasileiro em planos corporativos de previdência complementar,

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Curso Preparatório CPA20

Curso Preparatório CPA20 Página 1 de 9 Você acessou como Flávio Pereira Lemos - (Sair) Curso Preparatório CPA20 Início Ambiente ) CPA20_130111_1_1 ) Questionários ) Passo 2: Simulado Módulo II ) Revisão da tentativa 1 Iniciado

Leia mais

31 de março de 2015 e 2014 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras

31 de março de 2015 e 2014 com Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras Demonstrações Financeiras Banrisul Multi Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

Risk & Permanent Control

Risk & Permanent Control Estrutura Organizacional Risco de Mercado Introdução Este documento apresenta a estrutura organizacional da área de Risco de Mercado do CRÉDIT AGRICOLE BRASIL e descreve as suas principais responsabilidades

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais

Relatório AWM Investimentos no atual cenário de juros

Relatório AWM Investimentos no atual cenário de juros Mudança nas características dos investimentos no Brasil A mudança estrutural que o Brasil está vivenciando diante da forte queda de juros, afetou diretamente os investimentos da população. Conforme abordado

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll)

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Índice Introdução... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 Informações Qualitativas... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 5 Risco de Liquidez...

Leia mais

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO Setembro 2013 2 1 INTRODUÇÃO Este documento resume as informações relativas à estrutura de gerenciamento do risco de crédito do BR Partners Banco de Investimentos

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

FEBRABAN Auditoria Contínua em Tesouraria. Indicadores Chaves de Risco na Função de Tesouraria: Abordagem World-Class

FEBRABAN Auditoria Contínua em Tesouraria. Indicadores Chaves de Risco na Função de Tesouraria: Abordagem World-Class RISK MANAGEMENT & REGULATORY SERVICES FEBRABAN Auditoria Contínua em Tesouraria Indicadores Chaves de Risco na Função de Tesouraria: Abordagem World-Class Novembro 2003 Risk Management & Regulatory Services

Leia mais

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados;

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados; Guia de Fundos de Investimento A CMA desenvolveu o Guia de Fundos de Investimento para você que quer se familiarizar com os princípios básicos do mercado financeiro, ou que tem interesse em aprofundar

Leia mais

FATOR PORTFOLIO VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO

FATOR PORTFOLIO VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FATOR PORTFOLIO VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO Data da Competência: Mai/16 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352.

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352. FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CRÉDITO PRIVADO TRAVESSIA INVESTIMENTO NO EXTERIOR 23.352.186/0001-43 Mês de Referência: Novembro de 2015 CLASSIFICAÇÃO ANBIMA:

Leia mais

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar.

Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. FUNDO REFERENCIADO DI Os fundos referenciados identificam em seu nome o indicador de desempenho que sua carteira tem por objetivo acompanhar. Para tal, investem no mínimo 80% em títulos públicos federais

Leia mais

FATOR MAX CORPORATIVO FUNDO DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA LONGO PRAZO CRÉDITO PRIVADO

FATOR MAX CORPORATIVO FUNDO DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA LONGO PRAZO CRÉDITO PRIVADO FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FATOR MAX CORPORATIVO FUNDO DE INVESTIMENTO DE RENDA FIXA LONGO PRAZO CRÉDITO PRIVADO Data da Competência: Mar/16 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS AO ATENDIMENTO

Leia mais

BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) STANDARD BANK INTERNATIONAL HOLDINGS S.A. ( SIH ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO ÚLTIMA VERSÃO Abril 2013 APROVAÇÃO Conselho de Administração

Leia mais

Política Institucional

Política Institucional ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA... 2 3. DIRETRIZES E PRINCIPIOS... 2 4. PROCEDIMENTOS RELATIVOS A POTENCIAIS CONFLITOS DE INTERESSE... 3 5. PROCESSO DECISÓRIO DE VOTO... 3 6. MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS...

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Fundo de Investimento é uma comunhão de recursos, constituída sob a forma de condomínio que reúne recursos de vários investidores para aplicar em uma carteira diversificada de ativos financeiros. Ao aplicarem

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

Supervisão de Mercados Penalidades e Termos de Compromisso

Supervisão de Mercados Penalidades e Termos de Compromisso Supervisão de Mercados Penalidades e Termos de Compromisso FUNDOS DE INVESTIMENTO MULTAS POR DESCUMPRIMENTO OBJETIVO DISPOSITIVOS DO CÓDIGO Registro de Fundos Atraso no Registro de Documentação de Fundo

Leia mais

www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP

www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP Como desenvolver uma abordagem eficaz de gerenciamento de capital e um processo interno de avaliação da adequação de capital (ICAAP) A crise financeira de

Leia mais

FUNCEF DIRETORIA DE INVESTIMENTOS

FUNCEF DIRETORIA DE INVESTIMENTOS FUNCEF DIRETORIA DE INVESTIMENTOS Brasília 26/03/2015 2 Recebimento de contribuições: R$ 1.746 milhões; Pagamento de benefícios e pensões: R$ 2.086 milhões; Participantes: 137,0 mil ativos e assistidos;

Leia mais

MANUAL DE MARCAÇÃO A MERCADO DA CRUZEIRO DO SUL S.A. DTVM

MANUAL DE MARCAÇÃO A MERCADO DA CRUZEIRO DO SUL S.A. DTVM MANUAL DE MARCAÇÃO A MERCADO DA CRUZEIRO DO SUL S.A. DTVM FEVEREIRO/2012 V6 Propriedade da Cruzeiro do Sul S.A. DTVM. Proibida a reprodução total ou parcial deste manual sem a devida autorização prévia.

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Data: 20 de fevereiro de 2016 Versão: 6 Autor: Grupo de Compliance Global 1. Introdução Este documento

Leia mais

E-book de Fundos de Investimento

E-book de Fundos de Investimento E-book de Fundos de Investimento O QUE SÃO FUNDOS DE INVESTIMENTO? Fundo de investimento é uma aplicação financeira que funciona como se fosse um condomínio, onde as pessoas somam recursos para investir

Leia mais

Teleconferência 3T13. 13 de novembro de 2013

Teleconferência 3T13. 13 de novembro de 2013 Teleconferência 13 de novembro de 2013 Fato Relevante* Em 31 de outubro de 2013 foi celebrado o contrato de compra e venda de 72,0% das ações do BICBANCO entre as partes: Vendedora - Grupo Bezerra de Menezes

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Banco do Nordeste Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento DI Institucional Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A. - CNPJ: 07.237.373/0001-20)

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi Controles Internos e Governança de TI Para Executivos e Auditores Charles Holland e Gianni Ricciardi Alguns Desafios da Gestão da TI Viabilizar a inovação em produtos e serviços do negócio, que contem

Leia mais

Novas Instruções da CVM sobre Fundos de Investimento

Novas Instruções da CVM sobre Fundos de Investimento LUCIANA BARBOSA SILVEIRA Superintendente de Jurídico e Compliance Novas Instruções da CVM sobre Fundos de Investimento Sumário A partir de out/2015, novas normas passarão a reger a indústria de fundos

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS CAGEPREV - FUNDAÇÃO CAGECE DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO DE BENEFÍCIO DE CONTRIBUIÇÃO VARIÁVEL Vigência: 01/01/2013 a 31/12/2017 1. OBJETIVOS A Política de Investimentos tem

Leia mais

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO

GESTOR DA CARTEIRA DE INVESTIMENTO O QUE É? No Brasil um fundo de investimento possui a sua organização jurídica na forma de um condomínio de investidores, portanto o fundo de investimento possui um registro na Receita Federal (CNPJ) pois

Leia mais

Teleconferência de Resultados 4T09

Teleconferência de Resultados 4T09 Teleconferência de Resultados 4T09 Índice Comentários de Mercado Pág. 3 Qualidade da Carteira de Crédito Pág. 10 Liquidez Pág. 4 Índice de Eficiência Pág. 14 Funding e Carteira de Crédito Pág. 5 Rentabilidade

Leia mais