Fundos & Gestores de Recursos

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1 Gestor de Recursos Tradicional / Brasil Relatório Analítico Rating de Gestor de Recursos O rating da Viter Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) foi afirmado em Mais Alto Padrão, Perspectiva Estável, em 20 de fevereiro de Perspectiva Estável Perfil Recursos sob gestão - AUM BRL304 bi (dezembro de 2014) Data de constituição 1998 Domicílio São Paulo, Brasil Controlador Caixa Econômica Federal Total de funcionários 222 Profissionais de investimento 33 O escopo do rating da gestora considera apenas as atividades no mercado doméstico, incluindo a carteira administrada dos recursos livres do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS BRL124 bilhões) e excluindo a gestão de fundos estruturados (BRL62 bilhões), como fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), fundos de investimentos em participações (FIPs) e fundos de fundos de terceiros. Todas estas atividades têm processos e políticas próprios e são segregadas da gestão de fundos tradicionais. Principais Fundamentos do Rating Franquia Robusta: A Viter participa de um sólido conglomerado financeiro, bastante diversificado e lucrativo (Caixa Econômica Federal - Caixa, IDR BBB /Estável). É a quarta maior gestora de recursos do país, com grande experiência no segmento de gestão de fundos de renda fixa, além de contribuir com parcela considerável das receitas do grupo. Os processos são bem estabelecidos, com comitês formais e disciplinados e profissionais qualificados e experientes. Entre os principais desafios da Viter destacam-se a diversificação para fundos mais sofisticados, o contínuo investimento em ferramentas e controles e a melhora do desempenho dos fundos de renda variável e de multimercados. Cultura Avessa a Risco: A gestora possui cultura de risco bastante conservadora, com vários limites de risco de mercado e liquidez bem estabelecidos e forte supervisão dos principais executivos. A liquidez dos fundos tem sido ampla, beneficiada pelo alto volume de títulos federais. Os desenquadramentos destes limites não têm sido relevantes e vêm sendo rapidamente solucionados. A gestora conta com estruturas de risco e de compliance fortes e independentes da área de gestão, além de auditoria interna corporativa do banco. Processo de Investimento Bem Formalizado: O processo de decisão é efetuado por comitês com abordagem top-down e setorial, bem como visão de longo prazo, suportados por análises da área de risco. A equipe de gestores é adequada e experiente, favorecida pela estabilidade dos profissionais. A performance dos fundos de renda fixa tem sido boa nos últimos dois anos, enquanto os fundos de renda variável e multimercados não têm atingido, em geral, os objetivos de retorno. Processos Sólidos: As atividades de administração fiduciária e custódia são desenvolvidas principalmente por outra unidade de negócio do grupo e contam com boa capacidade e grau de automação, embora haja espaço para melhorias na integração dos processos. Os processos atendem à regulamentação, e a reconciliação e a validação de cotas dos fundos são realizadas diariamente pela equipe de back office. Ampla Equipe de Tecnologia: O gestor conta com uma sólida plataforma tecnológica, embora esteja em processo de implantação de novo sistema de controle de ativos, que auxiliará na obtenção de relatórios gerenciais. Os planos de contingência são bem elaborados, com redundância em todos os sistemas críticos. IDR: Issuer Default Rating Rating de Probabilidade de Inadimplência do Emissor. Anbima: Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais. Pesquisa Relacionada Relatório Analítico: Caixa Econômica Federal (julho de 2014). Score das Categorias Companhia Controles Investimentos Operações Tecnologia Bom Padrão Elevado Padrão Analistas Alexandre Yamashiro, CAIA Lucas Bender Fonte: Fitch Perfil Gestora Tradicional: Com origem em 1998, a Viter é responsável pela gestão de ativos de terceiros da Caixa. É a quarta maior gestora do país e detinha participação de mercado de 7,2% em dezembro de 2014, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Estabelecida em 1861, a Caixa é o terceiro maior banco do Brasil por ativos e o segundo em depósitos, sendo totalmente controlada pelo governo federal. 27 de

2 Recursos sob Gestão (AUM) Gráfico 1: Total de Recursos sob Gestão (BRLmi) *Cálculos não incluem fundos estruturados. Fonte: Viter - Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros. Gráfico 2: Recursos sob Gestão por Tipo de Cliente 60% 50% 46% 44% 40% 41% 37% 30% 21% 20% 14% 16% 20% 16% 18% 17% 14% 10% 12% 12% 8% 15% 0% FGTS Poder Público Corporates e Outros Varejo Previdência *Cálculos não incluem fundos estruturados. Fonte: Viter - Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros. Gráfico 3: Recursos sob Gestão por Tipo de Fundo 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 52% 49% 35% 35% 46% 37% 46% 45% 9% 10% 10% 4% 6% 7% 5% 4% FI-FGTS e Carteiras Administradas Multimercados *Cálculos não incluem fundos estruturados. Fonte: Viter - Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros. Renda Fixa Renda Variável e Outros Gráfico 4: Recursos sob Gestão por Tipo de Ativo 90% 80% 82% 77% 75% 70% 68% 60% 50% 40% 30% 20% 15% 14% 17% 10% 9% 11% 11% 5% 5% 0% Títulos Federais Renda Fixa Privada Renda Variável Outros Fonte: Viter - Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros. Estrutura da Companhia Estrutura Corporativa GOVERNO FEDERAL 100% CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Metodologia Aplicada Análise e Rating de Gestores de Recursos (maio de 2014). VITER Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros Área Segregada da CAIXA Fonte: Viter. 2

3 Companhia Controle Acionário e Situação Financeira Unidade de negócio de um grande banco estatal Gestora grande e lucrativa A Caixa foi fundada em 1861 e é subordinada ao Ministério da Fazenda. O banco está presente em cerca de municípios, onde mantém atividades de banco comercial e de agente governamental, sendo o principal agente financeiro no segmento imobiliário do país e na implantação de programas especialmente ligados à habitação e à infraestrutura. Como é totalmente controlado pelo governo federal, seus ratings refletem a alta probabilidade de suporte deste, caso necessário. A Caixa é o terceiro maior banco do Brasil. Em setembro de 2014, detinha BRL1,06 trilhão de ativos, BRL62,1 bilhões de patrimônio e BRL7,1 bilhões de lucro (BRL6,7 bilhões de lucro em 2013). O forte suporte do governo ajuda a mitigar um possível enfraquecimento da qualidade de ativos. Após as eleições de 2014, houve mudanças na presidência da Caixa, que ficou a cargo de Miriam Belchior. A Viter, unidade de negócios da Caixa, é a quarta maior gestora nacional, sob a perspectiva de AUM, e detinha participação de mercado de 7,2% desconsiderando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e os fundos estruturados em dezembro de 2014, segundo a Anbima. A gestora não apresenta demonstrativos contábeis individuais; os seus resultados e os do banco estão consolidados. A Viter representa uma importante linha de negócios para o grupo, tendo em vista sua elevada contribuição para os resultados aproximadamente 18,33% do lucro líquido, com receitas de BRL1.383 milhões e contribuição para o resultado gerencial de BRL1.300 milhões em 2014, frente às receitas de BRL1.306 milhões e contribuição para o resultado gerencial de BRL1.231 milhões em Os resultados se beneficiam da capacidade da gestora em ganhar escala de operações e do volume de AUM. Recentemente, foi criada a área de fundos de fundos (não contemplada no rating) para ampliar a capacidade de gestão da Viter. A Viter tem forte integração com o grupo e aproveita áreas comuns, o que possibilita a utilização de serviços especializados, com alta expertise, a baixos custos. A gestora tem alavancado os negócios pelas redes e pelos canais de distribuição da Caixa, sendo positiva e sinérgica a relação entre ambas. Experiência A atividade de gestão de recursos é realizada na Caixa desde 1991 e ocorria, inicialmente, na Tesouraria do banco. Em 1998, estes profissionais foram transferidos para a Diretoria de Ativos de Terceiros, que, posteriormente, foi transformada na Viter. Os altos executivos possuem vasta experiência em fundos tradicionais de renda fixa (geralmente mais de 15 anos no mercado local). Longo histórico e portfólios de baixo risco Os ativos sob gestão apresentaram crescimento compatível com a indústria local entre dezembro de 2008 e 2014 (16% de Taxa de Crescimento Anual Composto (Compound Annual Growth Rate CAGR)). Este aumento ocorreu devido à diversificação de aportes feitos por vários tipos de investidores. Em 2014, o AUM total estava distribuído entre: FGTS (41%), fundos governamentais (20%), varejo (15%), fundos de pensão (12%), corporate (8%) e outros (4% ). A Viter se beneficia do forte relacionamento com clientes institucionais ligados ao governo e da implantação de áreas específicas para estes segmentos. O varejo, considerado forte em virtude da ampla rede de agências do banco, ainda possui participação relevante, embora esta tenha sido reduzido na carteira, de 23% para 15%, no mesmo período. O segmento de fundos de pensão também é significativo para a gestora respondeu por 12% em O FGTS, que registra importante participação na composição da carteira, teve crescimento relevante no AUM, de BRL115,5 bilhões para BRL124 bilhões, entre dezembro de 2009 e 2014, embora tenha reduzido sua participação de 55% para 41%. Apesar de não ter sido contemplado no rating da Viter, o volume de fundos estruturados é relevante (BRL64,6 bilhões em março de 2014), sendo composto por 11 Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs - 7%), 22 Fundos de Investimentos em Participações (FIPs - 83%) e 12 fundos de investimento imobiliários (10%). O perfil do AUM seguiu a tendência do mercado, avesso a risco, e a expertise da gestora. Em 2014, os ativos sob gestão estavam alocados em fundos renda fixa (90%), somando-se aos referenciados DI, fundos multimercado (6%), renda variável e outras classes menos representativas (4%). 3

4 Companhia (continuação) Governança e Independência A Viter é supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regulamenta os fundos de investimento e fiscaliza os mercados de bolsa e de balcão no país. Os reguladores não têm feito apontamentos relevantes em relação à gestora. A exemplo de outros gestores do país, a Viter adere às práticas de autorregulamentação da Anbima, responsável pela supervisão do cumprimento de códigos de regulação e comunicação e transparência para investidores. Como está inserida na estrutura da Caixa Econômica Federal, a gestora é supervisionada também pelo Banco Central do Brasil, que regulamenta e fiscaliza a atividade bancária no país. Organização clara e amplamente supervisionada Estrutura sólida e independente Os fundos da gestora são auditados externamente pela Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes. Como parte da estrutura da Caixa, seus números são auditados externamente pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, bem como pela auditoria interna do grupo, que também realiza avaliações periódicas dos processos e procedimentos. Ela é supervisionada por terceiros, como renomados administradores fiduciários e custodiantes. Há vários comitês e conselhos, inclusive com membros do grupo, todos bem documentados. A Viter conta com uma estrutura de departamentos e processos próprios, totalmente segregados do grupo. Estes incluem as atividades de gestão de recursos, pesquisa e produtos, o que assegura a independência operacional em relação à estrutura local do grupo e minimiza potenciais conflitos de interesse. Como outras gestoras de recursos pertencentes a grupos bancários, a Viter compartilha com o grupo algumas estruturas de apoio, como as áreas de tecnologia, recursos humanos e jurídica, mas com profissionais dedicados à gestora para otimizar custos e centralizar o conhecimento específico das áreas. Dentro da estrutura de governança, bem segregada, há vários comitês e linhas de reporte direcionadas ao CEO, Marcos Vasconcelos que representa a gestora no conselho de gestão de ativos de terceiros, conforme o estatuto da Caixa e a outros executivos do grupo. Os fundos geridos pela Viter possuem estruturas adequadas e independentes, de acordo com a legislação local. As políticas e os veículos de investimento locais têm estruturas de governança bem claras e definidas, registradas na CVM, além de balanços patrimoniais periódicos e auditados, no caso, pela Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes. A Viter utiliza, principalmente, a administradora e o custodiante do grupo, que são segregados e independentes. Os trabalhos executados por ambos são de boa qualidade, já que possuem robusta estrutura e alto nível de formalização, sendo os custos alocados dentro do grupo. Equipe A equipe é adequada, bem segregada e segmentada (CEO, CIO e CRO), com responsabilidades e processos de controle claramente definidos. A Viter conta com 222 profissionais, sendo 33 no processo de investimento, liderados por Marcos Vasconcelos e por um diretor-executivo, Flávio Arakaki. Equipe grande e bem estruturada As atividades de riscos operacionais, auditoria interna e operações são executadas por outras unidades de negócios do grupo, enquanto as de gestão e controles de risco de mercado, crédito e compliance, pela gestora. Os departamentos responsáveis são independentes e contam com uma estrutura bastante segmentada, além de possuírem colaboradores específicos e dedicados. As atividades de RH, marketing, contabilidade, TI e jurídicas são realizadas pelo grupo, para reduzir custos e agregar expertise e experiência. As atividades de trading e a gestão de carteiras são realizadas pela mesma equipe. 4

5 Companhia (continuação) A gestora possui executivos com mais de 15 anos de atividade em posições-chave, em sua maioria, além de colaboradores experientes nas áreas administrativas e analíticas. As decisões são tomadas em comitês com os principais executivos, com sólida governança. Executivos experientes e capacitados Remunerações adequadas, porém sem incentivos à performance A estrutura de investimentos é liderada pelo CIO, Marcelo de Jesus, e por dois gestores seniores, um para renda fixa e outro para renda variável. Os profissionais de análise possuem, em média, seis anos de experiência. Além disso, há oito profissionais voltados à análise macroeconômica e setorial na área de risco e compliance. Ao todo, esta área mantinha 19 profissionais, sendo seis na área de risco e seis na área de compliance. A área de administração possuía 63 funcionários para atividades de produtos e distribuição; a equipe de fundos estruturados, outros 86. A rotatividade da equipe é irrelevante, comum a empresas públicas. As únicas alterações significativas nos últimos anos foram a saída da diretoraexecutiva, Alexandra Camelo, substituída por Flávio Arakaki em 2013, e a entrada de Camilo de Léllis Cavalcanti Junior, responsável pela mesa de renda variável, considerando a previsão de aposentadoria de Paulo Francisco. A cada quatro anos, após as eleições presidenciais no Brasil, são realizadas mudanças na vice-presidência da instituição. Trata-se de um aspecto particular da Viter, já que, constitucionalmente, este posto é indicado pelo presidente da República. Após as eleições de 2014, Miriam Belchior (ministra do Planejamento do governo Dilma Rousseff entre 2011 e 2014) assumiu a presidência do banco. Esta alteração não provocou impacto nas atividades da gestora. A remuneração dos profissionais de investimento segue o padrão usual das empresas estatais, e é pautada, principalmente, por rendimentos fixos, que são incrementados à medida que os executivos assumem mais responsabilidades ou posições, sem bônus por desempenho. Os incentivos são direcionados às funções exercidas, e não à performance das carteiras. 5

6 Companhia (continuação) Estrutura Organizacional Vice-Presidência de Gestão de Ativos de Terceiros GN Risco de Ativos de Terceiros Diretoria de Ativos de Terceiros GE Melhoria de Processos e TI GN Investidores Corporativos SN Desenvolvimento de Produtos de Ativos de Terceiros SN Fundos de Investimento Especiais SN Gestão de Ativos de Terceiros GN Desenvolvimento de Produtos para Ativos de Terceiros GN Desenvolvimento de Fundos Estruturados GN Fundos de Renda Fixa GN Estratégia e Inteligência de Mercado GN Gestão de Fundos Estruturados GN Fundos de Renda Variável GN Fundos para o Setor Imobiliário Em junho de 2013, foi criada a Gerência Executiva - GE de Melhoria de Processos de TI, vinculada à Diretoria Executiva de Ativos de Terceiros DETER, que atua junto com os gestores da respectiva VP, visando ao mapeamento de todos os processos críticos dos produtos e serviços da Unidade. Em julho 2014, a VITER foi reestruturada, conforme abaixo: A Gerência Nacional de Risco de Ativos de Terceiros passou a ser vinculada diretamente à VITER; A Gerência Nacional de Investidores Corporativos foi transferida da Superintendência Nacional de Desenvolvimento de Produtos de Ativos de Terceiros para vinculação direta à DETER; A Gerência Nacional de Estratégia e Inteligência de Mercado foi criada, vinculada à Superintendência Nacional de Desenvolvimento de Produtos de Ativos de Terceiros. Fonte: Viter. 6

7 Controles Estrutura Geral de Controle de Riscos As áreas de controle de riscos (exceto a de risco operacional) e de compliance da Viter estão alocadas dentro da gestora e são independentes e segmentadas, além de subordinadas ao diretor-executivo e ao vice-presidente. A estrutura é especializada e conta com profissionais experientes, inclusive de nível gerencial, além de um sólido conjunto de políticas e controles. A gestora é conservadora quanto ao controle de risco, com exposições que raramente se aproximam dos limites estabelecidos. As áreas de risco operacional e auditoria interna são corporativas. Operações rigorosamente controladas, com envolvimento da equipe A Viter realiza comitês formais e regulares (mensais), com a participação dos executivos. Estes comitês abordam as principais exposições e reveem a adequação dos fundos aos mandatos e políticas. A área de risco participa de comitês semanais para discussões e avaliações sobre riscos de mercado e liquidez, que são complementados por relatórios diários de riscos de mercado. As atividades são monitoradas por diferentes áreas e há checagem pelos administradores fiduciários. Os desenquadramentos não têm sido relevantes, e os que ocorreram estavam relacionados às políticas de concentração e de risco de mercado e foram prontamente resolvidos. Processos com supervisão contínua Processo sólido de monitoramento dos prestadores de serviços Seguindo os procedimentos da Caixa, a gestora possui práticas adequadas para identificação, mapeamento, controle e ações corretivas de riscos operacionais, com todo o processo mapeado desde O controle de risco operacional é efetuado pela estrutura corporativa do grupo e tem reporte direto ao Conselho de Administração da Caixa. As perdas relatadas, em 2014 (BRL12.000,00) e 2013 (BRL3.642,64), foram irrelevantes frente ao volume de recursos gerenciados, mas há espaço para aprimorar o processo de identificação de perdas. As relações estabelecidas com fornecedores e provedores de serviços é sólida, com níveis mínimos de qualidade definidos em Service Level Agreements (SLAs), e os contratos são analisados pelo departamento jurídico e pela área de compliance. O monitoramento dos serviços contratados não conta com relatórios formais, com exceção de atividades críticas e centrais, como as que envolvem conciliação. A área de risco monitora diariamente a alocação dos volumes operados nas corretoras. A seleção dos serviços prestados pelas corretoras é realizada semestralmente para operações em bolsa de valores e de mercadorias e futuros e trimestralmente para operações em mercados Bovespa, por representantes de diversas áreas, analistas e gestores, com processos definidos. Há monitoramento constante, em decorrência dos volumes envolvidos, com decisões diárias sobre as alocações e supervisão. Compliance e Controles Processos e políticas amplamente documentados Processos sólidos, com boas práticas A Viter conta com um completo e rigoroso conjunto de políticas e controles, como alocação justa das ordens, código de conduta, política de conflito de interesse, know your customer, sigilo de informações etc. O departamento de compliance é responsável pela implementação e pelo monitoramento destas políticas, bem como pelo controle e pelo monitoramento das trocas de informação internas e com terceiros. Há políticas para a escolha de corretoras, com decisões tomadas em comitês anuais. Os serviços ofertados e os preços das corretoras são determinados e formalizados por meio de contratos previamente definidos, e os termos estabelecidos seguem um padrão entre as corretoras. As operações são distribuídas entre todos os corretores e executadas principalmente por telefone. Não há avaliação dos processos de best execution. As negociações de ativos são feitas pelos próprios gestores e checadas por outro gestor da equipe, e a conciliação do processo é feita pelo middle office. As posições, chamadas de margem e garantias são monitoradas diariamente pelo compliance e pelo administrador fiduciário. As negociações, ao final do dia, são distribuídas eletronicamente. A casa opera, hoje, com aproximadamente 16 corretoras, sendo que, todo ano, as cinco que prestaram os serviços de pior qualidade são excluídas. A alocação máxima é de 15% por instituição. 7

8 Controles (continuação) Bons controles de processos Os controles de post-trade dos limites legais estabelecidos aos fundos são acompanhados, conforme regulamentações locais, pelo compliance e pelas administradoras. A Viter está realizando a migração de sua base de fundos para um novo sistema, SICQL, desenvolvido junto à Maps. A implementação deste sistema, entretanto, está demorando mais tempo do que o esperado, devido a alterações no escopo e nas funcionalidades que agilizam a obtenção de relatórios gerenciais. O novo sistema controlará os limites dos mandatos dos fundos e as exposições. A gestora prevê a contratação de um sistema de pretrading para auxiliar os traders nas operações. A Viter utiliza relatórios de atribuição de desempenho para a tomada de decisão. Estes relatórios são feitos manualmente, por meio de planilhas de Excel e do sistema GARFIN (renda variável). A gestora realiza, ainda, o acompanhamento da carteira e das posições, do cálculo de cotas e dos preços utilizados para marcar os ativos a mercado, pelos gestores, para detectar irregularidades na carteira. Os desenquadramentos apontados não foram relevantes ocorreram passivamente e foram prontamente solucionados em 2014 e em Políticas de precificação ajustadas às necessidades A Viter conta com sólida política de precificação e cálculo de cotas, com os ativos marcados a mercado diariamente, seguindo as regras locais, pelos administradores fiduciários. No quarto trimestre de 2013, a gestora implementou metodologia própria e alterou o formato dos comitês de precificação de ativos (semanais), que serão realizados por um novo departamento. Os ativos são de alta liquidez. As atividades de precificação e cálculo de cotas são efetuadas por administradores fiduciários (97% do AUM por uma empresa do grupo). A área de risco e o middle office realizam a validação das atividades. Gerenciamento de Riscos de Investimento Gestão e controle de riscos muito bons A Viter se beneficia de amplos controles de risco de mercado, suportados por sistemas robustos, que utilizam controles de Valor em Risco (VaR), Benchmark VaR (BvaR), testes de estresse e tracking error, entre outros. Os controles e processos são diários, com relatórios de métricas de risco ex-ante (simulações) e ex-post. A análise é realizada pelo sistema Luna, fornecido pela Maps. Os limites de risco assumidos pela gestora são formais, estipulados pelas políticas internas da casa e pelos mandatos. As metodologias, os parâmetros de risco e os inputs dos modelos são definidos em comitês. Os controles de liquidez da gestora são fortes e têm suas premissas revistas mensalmente. Os riscos de liquidez seguem o padrão do risco de mercado quanto aos procedimentos, controles e reportes. Carteira com alta liquidez Riscos de contraparte de crédito robustos, ajustados à carteira A Viter utiliza práticas muito boas para a avaliação de risco de liquidez e de mercado, com comitês mensais e acompanhamento diário, no que se refere à relação entre os ativos e os passivos das carteiras. As carteiras têm sido, historicamente, bastante líquidas, tendo em vista o perfil conservador da gestora. O cálculo de liquidez mínima é baseado no histórico de resgates, nos valores negociados de ativos dos últimos 21 dias úteis (63 dias úteis para ações) e nos mandatos e cenários de estresse. A liquidez e o caixa dos fundos são ajustados duas vezes ao dia. Os riscos de contrapartes de crédito são pequenos, já que as atividades específicas de mercado estão em câmaras de compensação centralizadas, e estas instituições estão sob legislação estrita e forte supervisão dos órgãos reguladores. O bom processo de escolha das corretoras, com critérios qualitativos, quantitativos e métricas de crédito, é revisto em comitês anuais. O monitoramento constante da qualidade dos serviços prestados e da qualidade de crédito das corretoras ajuda a manter os riscos em padrões adequados. O middle office monitora constantemente as contas com as corretoras, além de reconciliar o caixa dos fundos duas vezes ao dia. Os limites de crédito dos fundos são aprovados em comitês mensais, dos quais participam executivos do grupo. A Viter utiliza análises de crédito realizados pela Caixa, e suas exposições estão concentradas em grandes instituições locais. Há um pequeno montante de créditos provisionados. 8

9 Controles (continuação) Parâmetros de Risco Métricas de Controle de Risco de Mercado Controle do Risco de Liquidez - VaR (absoluto e relativo) - Mensuração e avaliação da liquidez dos ativos - VaR de Benchmark - Projeção de resgates e análise de concentração - Análise de Stress - Análise de concentração de vencimentos - Avaliação ativo x passivo no prazo de cotização Fonte: Viter 9

10 Investimentos Recursos de Investimento Equipes muito bem estruturadas A robusta estrutura de investimentos da Viter abrange 33 profissionais de investimento. O CIO, Marcelo de Jesus, é auxiliado por dois gestores seniores, com mais de 11 anos de atividade. A equipe, com seis anos de experiência, em média, está dividida em duas mesas: renda fixa, com 17 colaboradores, e renda variável, com outros 14. A mesa de renda fixa está encarregada de gerir as estratégias de inflação, juros, crédito e moedas; a mesa de renda variável é responsável por ações e multimercados. Os gestores contam, ainda, com o suporte de oito profissionais para análise macroeconômica, setorial e de empresas para renda variável, alocados na área de risco. Os fundos estruturados, que não fazem parte do escopo desta análise, são comandados por outro CIO, Cássio de Jesus. Recentemente, foi criada uma estrutura segregada para a gestão de fundos de fundos, com reporte ao CIO Marcelo de Jesus, que não está contemplada no rating atribuído pela Fitch. Bom acesso às informações de mercado Todas as carteiras seguem as estratégias ajustadas pelas políticas de risco e investimentos, garantindo, assim, qualidade ao processo de alocação e seleção de ativos, bem como de formação de carteira. Os gestores têm pouca liberdade na montagem de posições, dadas as diretrizes estipuladas nos comitês e em regras predefinidas. A análise proprietária de renda variável cobre apenas 19 empresas listadas no mercado local, com modelos de fluxo de caixa descontado e indicadores básicos. A Viter possui amplo acesso a relatórios de alta qualidade de corretoras locais e internacionais, bem como a executivos de empresas e consultorias, devido à franquia do grupo e ao volume de AUM. Disciplina de Investimento Políticas excelentes e mandatos claros Processo de investimento muito bem estruturado e documentado Processo robusto e formal, com indicadores para detecção de erros As decisões são tomadas em comitês regulares, com processos bem disciplinados. Todos os fundos têm mandatos preestabelecidos, com a definição do orçamento, dos ativos elegíveis e limites de risco. A área também tem acesso a relatórios de risco diários e de atribuição de performance sob demanda, para auxiliar a gestão. Os fatores de performance são mapeados adequadamente, e há funcionários especializados para atender às particularidades de cada portfólio. O processo de investimento da gestora possui abordagem top-down, sendo que, no caso de ativos de renda variável, é acrescida à tomada de decisão a análise setorial e fundamentalista de empresas. As posições costumam ser de longo prazo (estruturais), com poucas alterações ao longo do tempo, o que é condizente com o perfil conservador da gestora. Há ampla gama de mandatos, e os fundos de renda fixa são predominantes. A gestora tem um processo de investimento muito estável e bem definido. Todo mês é realizado um comitê de investimento, que ajusta os parâmetros sensíveis e críticos à tomada de decisão, com a elaboração de ata ao final. As alterações da carteira podem ser ditadas diariamente, durante o comitê operacional diário, também com minuta. Esta discussão cobre tópicos relevantes, como cenário econômico, alocações e trades, risco, performance, entre outros, e o processo é bem disciplinado. Os gestores possuem autonomia restrita e devem seguir as estratégias e diretrizes adotadas pelos comitês, com decisões tomadas por consenso. As exposições e o desempenho dos fundos são monitorados constantemente, nos comitês diários e mensais, com a presença da equipe de gestão. Caso necessário, ajustes podem ser feitos, com a constatação de novos fatos econômicos. As diretrizes e os limites de investimento são bem definidos e complementados por relatórios de atribuição de performance (sem abertura por estratégia) e de risco. O primeiro tipo de relatório é realizado mensalmente para um grupo de fundos e sob demanda para o restante; o segundo tipo, diariamente. Estes possuem VaR, testes de estresse e brechas de liquidez, entre outros. A gestora tem utilizado as análises para monitorar e avaliar as decisões tomadas ao longo do tempo. 10

11 Investimentos (continuação) Processo de Investimento Geração de Ideias de Investimento Captura de Informações Análise Qualitativa Análise Quantitativa Identificação de Oportunidades Comitês diários, quinzenais e mensais Pesquisas internas e busca de dados Utilização de fontes de Informação Avaliação da companhia e do setor Avaliação Top Down, SWOT, drivers Capacidade de Gestão Vantagem competitiva Análise de demonstrações financeiras Análise do cenário de stress Modelo de fluxo de caixa descontado Monitoramento Risco de Mercado Risco e Liquidez Desempenho Atribuição de Desempenho Concorrência Fundamentos da Companhia Fatores técnicos de mercado Fatores Macroeconômicos Comitês Análise de liquidez Reuniões Diárias Reuniões Quinzenais Decisão de Investimento Baseada em Comitês Reuniões Quinzenais Execução Implementação das ordens Alocações proporcionais com preço médio Reuniões Mensais Fonte: Viter 11

12 Operações Elevado Padrão Comunicação e Serviços a Clientes Os relatórios para investidores de fundos geridos seguem o padrão do mercado e estão em conformidade com a legislação e as práticas vigentes, estipuladas pela Anbima e pela CVM. As informações são abrangentes, e o desempenho dos fundos, os riscos, as exposições e estratégias de investimento estão disponíveis também na página da internet e nos canais de atendimento da Caixa. Canais de acesso às informações bem padronizados Os relatórios aos clientes, principalmente os mensais, possuem adequado grau de transparência e são direcionados aos clientes institucionais e de varejo. Os clientes podem ter acesso às suas contas por meio da estrutura robusta e segura da plataforma de internet banking do banco. A Viter possui uma equipe com oito gerentes, auxiliada por nove colaboradores, que atendem aos clientes institucionais, cotistas de fundos exclusivos, regimes próprios de previdência social e distribuidores. Há também uma equipe que fornece suporte técnico e treinamento à rede de agências. Em 2014, o banco formou uma equipe específica para atender a clientes com perfil sofisticado. A Viter passou a contar, nesse mesmo ano, com uma área de inteligência de mercado. A gestora utiliza a rede do banco (agências, plataformas corporate e call center) para distribuir seus produtos, como ocorre em outras gestoras de recursos vinculadas a grupos financeiros. Procedimentos Operacionais As atividades operacionais, como precificação de ativos, cálculo de cotas, reconciliação, processamento, liquidação financeira e controladoria, estão, em sua maioria, sob a responsabilidade de outra vicepresidência do grupo, segregada da gestora. Equipe altamente qualificada A Viter conta com conciliações de caixa duas vezes ao dia, realizadas pela administradora. Os gestores efetuam a conferência das atividades de gestão para verificar se há desvios, com a conciliação da conta caixa. A conciliação das carteiras é realizada ao final do dia, com a conferência dos preços e a validação de cotas. Quando constatam-se desvios, o middle offce realiza uma reconciliação e o departamento de risco é informado. Processos e fluxos sólidos, semiautomáticos A estrutura de middle office é robusta e está adequada ao volume de transações da empresa. A equipe totalmente segregada da estrutura da gestora é experiente, e há baixa rotatividade de profissionais. As atividades de administração e custódia apresentam adequado grau de automação e integração de processos bem padronizados, por meio de sistemas bons e seguros, adequados às necessidades do grupo. As áreas de middle office e de riscos proveem diariamente bom acompanhamento de todo o processo operacional. A Viter, que segue os padrões do mercado quanto a processos e políticas, apresentou poucos reprocessamentos em 2014, devido à alta liquidez dos ativos, de fácil precificação. O SICQL, sistema em implementação, auxilia na precificação da carteira ao incorporar ativos e metodologias ao processo de análise de preços. Estrutura parcialmente flexível A estrutura conta com sólida capacidade de customização de produtos e serviços, com muitos fundos exclusivos e carteiras administradas, de acordo com as necessidades dos investidores. A elaboração de produtos conta com um processo estruturado, pautado em comitê (mensal), com a presença de executivos do banco e da Viter. As demandas são avaliadas segundo regras locais e do banco. 12

13 Operações Elevado Padrão Modelo Operacional Gestão de Investimentos Decisões de Investimento Execução das Operações (Trading ) Administrador Fiduciário Controle de Enquadramento (Post-Trade ) Cadastro, Movimentação e Informe de Clientes Documentação Legal dos Fundos Controladoria Precificação de Ativos Cálculo e Divulgação de Cotas Liquidação Custódia, Liquidação Financeira e Registro Suporte ao Negócio Planejamento Estratégico e Governança Controles Gerenciais Fonte: Viter 13

14 Tecnologia Elevado Padrão Recursos de TI Sólida equipe de tecnologia corporativa A plataforma tecnológica da Viter se apoia em recursos sólidos de suporte, segurança e contingência, a exemplo do que ocorre em outros gestores locais pertencentes a grupos financeiros. A instituição se beneficia do departamento de TI do grupo, composto por grande número de funcionários, alguns dos quais dedicados às necessidades da gestora. A Caixa possui fortes políticas, práticas e expertise no desenvolvimento de projetos. Os sistemas são, em sua maioria, produzidos internamente ou comprados com licença sobre o código fonte, já que isto permite à equipe customizá-los de acordo com as necessidades e diminui a dependência do grupo de terceiros. A gestora está desenvolvendo junto à Maps um sistema de controle de ativos, o SICQL. A implantação deste sistema, no entanto, está demorando mais tempo do que o esperado, devido a alterações no escopo e nas funcionalidades. Sistemas A Viter possui sólida infraestrutura, disponibilizada pelo grupo, que inclui o mainframe do banco. Os procedimentos bem definidos, as rotinas, as permissões e as políticas internas garantem um ambiente seguro e funcional. Sistemas muito bons, porém antigos A Viter utiliza um banco de dados robusto, infraestrutura e interfaces integrados às plataformas da Caixa, que são bem elaboradas. Os sistemas são integrados, inclusive com os provedores externos, como as corretoras e os administradores fiduciários, em ambiente seguro. A equipe de gestão conta com sólidos sistemas de acompanhamento dos mercados, como Bloomberg, Broadcast e Economática, e recebe informações em tempo real, tendo ampla base de dados à disposição. O SICQL é um sistema de controle de ativos que permite a incorporação de ativos mais sofisticados, como opções, alertas e bloqueios pretrading das operações, além de maior integração e automação entre os departamentos. Em dezembro de 2014, o novo sistema já contava com 60% dos 312 fundos da Viter, mas não há previsão de implementação do restante. Segurança de TI Plano de continuidade dos negócios e backup robustos, comum a bancos de grande porte A Viter tem um forte plano de contingência, com alto grau de formalização e duas estruturas (data centers) na cidade de São Paulo, além de dois sites alternativos um no Rio de Janeiro e outro em Brasília, com todos os recursos necessários em caso de impossibilidade de acesso às instalações atuais e redundância em todos os sistemas críticos. O processo de contingência é conduzido pelo departamento de compliance. O acesso remoto está restrito a poucos profissionais, com duas simulações por ano. Estrutura de TI Estrutura Interna Estutura do Administrador Cálculo de Risco Informações de Mercado Extranet (Custodiantes) Análise de Empresas Gravação Telefonica Operações Análise de Fundos Controles Gerenciais Operações Controles Gerenciais Controles Gerenciais Sistemas e Base de Dados Críticos Risco e Análises Front Office Middle Office Back Office Solução Externa Sistema Próprio Fonte: Viter 14

15 O rating acima foi solicitado pelo, ou em nome do, emissor e, portanto, a Fitch foi compensada pela avaliação do rating. TODOS OS RATINGS DE CRÉDITO DA FITCH ESTÃO SUJEITOS A ALGUMAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE. POR FAVOR, VEJA NO LINK A SEGUIR ESSAS LIMITAÇÕES E TERMOS DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE: AS DEFINIÇÕES E TERMOS DE USO DOS RATINGS ESTÃO DISPONÍVEIS NO SITE PÚBLICO DA AGÊNCIA, EM OS RATINGS PÙBLICOS, CRITÉRIOS E METODOLOGIAS PUBLICADOS ESTÃO PERMANENTEMENTE DISPONÍVEIS NESTE SITE. O CÓDIGO DE CONDUTA DA FITCH E POLÍTICAS DE CONFIDENCIALIDADE, CONFLITOS DE INTERESSE; SEGURANÇA DE INFORMAÇÃO (FIREWALL) DE AFILIADAS, COMPLIANCE E OUTRAS POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS RELEVANTES TAMBÉM ESTÃO DISPONÍVEIS NESTE SITE, NA SEÇÃO "CÓDIGO DE CONDUTA". Copyright 2015 da Fitch, Inc., Fitch Ratings Ltd. e suas subsidiárias. 33 Whitehall St, NY, NY Telefone: (para chamadas efetuadas nos Estados Unidos), ou (001212) (chamadas fora dos Estados Unidos). Fax: (212) Proibida a reprodução ou retransmissão, integral ou parcial, exceto quando autorizada. Todos os direitos reservados. Ao atribuir e manter seus ratings, a Fitch conta com informações factuais que recebe de emissores e underwriters e de outras fontes que a agência considera confiáveis. A Fitch executa uma pesquisa razoável das informações factuais de que dispõe, de acordo com suas metodologias de rating, e obtém razoável verificação destas informações de fontes independentes, na medida em que estas fontes estejam disponíveis com determinado patamar de segurança, ou em determinada jurisdição. A forma como é conduzida a investigação factual da Fitch e o escopo da verificação de terceiros que a agência obtém poderão variar, dependendo da natureza do título analisado e do seu emissor, das exigências e práticas na jurisdição em que o título analisado é oferecido e vendido e/ou em que o emitente esteja localizado, da disponibilidade e natureza da informação pública envolvida, do acesso à administração do emissor e seus consultores, da disponibilidade de verificações pré-existentes de terceiros, como relatórios de auditoria, cartas de procedimentos acordadas, avaliações, relatórios atuariais, relatórios de engenharia, pareceres legais e outros relatórios fornecidos por terceiros, disponibilidade de fontes independentes e competentes de verificação, com respeito ao título em particular, ou na jurisdição do emissor, em especial, e a diversos outros fatores. Os usuários dos ratings da Fitch devem estar cientes de que nem uma investigação factual aprofundada, nem qualquer verificação de terceiros poderá assegurar que todas as informações de que a Fitch dispõe com respeito a um rating serão precisas e completas. Em última instância, o emissor e seus consultores são responsáveis pela precisão das informações fornecidas à Fitch e ao mercado ao disponibilizar documentos e outros relatórios. Ao emitir seus ratings, a Fitch é obrigada a confiar no trabalho de especialistas, incluindo auditores independentes, com respeito às demonstrações financeiras, e advogados, com referência a assuntos legais e tributários. Além disso, os ratings são naturalmente prospectivos e incorporam hipóteses e predições sobre eventos futuros que, por sua natureza, não podem ser confirmados como fatos. Como resultado, apesar de qualquer verificação sobre fatos atuais, os ratings podem ser afetados por condições ou eventos futuros não previstos na ocasião em que um rating foi emitido ou afirmado. As informações neste relatório são fornecidas "tal como se apresentam", sem que ofereçam qualquer tipo de garantia. Um rating da Fitch constitui opinião sobre o perfil de crédito de um título. Esta opinião se apoia em critérios e metodologias existentes, que são constantemente avaliados e atualizados pela Fitch. Os ratings são, portanto, resultado de um trabalho de equipe na Fitch, e nenhuma classificação é de responsabilidade exclusiva de um indivíduo, ou de um grupo de indivíduos. O rating não cobre o risco de perdas em função de outros riscos que não sejam o de crédito, a menos que tal risco esteja especificamente mencionado. A Fitch não participa da oferta ou venda de qualquer título. Todos os relatórios da Fitch são de autoria compartilhada. Os profissionais identificados em um relatório da Fitch participaram de sua elaboração, mas não são isoladamente responsáveis pelas opiniões expressas no texto. Os nomes são divulgados apenas para fins de contato. Um relatório que contenha um rating atribuído pela Fitch não constitui um prospecto, nem substitui as informações reunidas, verificadas e apresentadas aos investidores pelo emissor e seus agentes com respeito à venda dos títulos. Os ratings podem ser modificados ou retirados a qualquer tempo, por qualquer razão, a critério exclusivo da Fitch. A agência não oferece aconselhamento de investimentos de qualquer espécie. Os ratings não constituem recomendação de compra, venda ou retenção de qualquer título. Os ratings não comentam a correção dos preços de mercado, a adequação de qualquer título a determinado investidor ou a natureza de isenção de impostos ou taxação sobre pagamentos efetuados com respeito a qualquer título. A Fitch recebe pagamentos de emissores, seguradores, garantidores, outros coobrigados e underwriters para avaliar os títulos. Estes p r e ç o s geralmente variam entre USD1.000 e USD (ou o equivalente em moeda local aplicável) por emissão. Em certos casos, a Fitch analisará todas ou determinado número de emissões efetuadas por um emissor em particular ou seguradas ou garantidas por determinada seguradora ou garantidor, mediante um único pagamento anual. Tais valores podem variar de USD a USD (ou o equivalente em moeda local aplicável). A atribuição, publicação ou disseminação de um rating pela Fitch não implicará consentimento da Fitch para a utilização de seu nome como especialista, com respeito a qualquer declaração de registro submetida mediante a legislação referente a títulos em vigor nos Estados Unidos da América, a Lei de Serviços Financeiros e Mercados, de 2000, da Grã-Bretanha ou a legislação referente a títulos de qualquer outra jurisdição, em particular. Devido à relativa eficiência da publicação e distribuição por meios eletrônicos, a pesquisa da Fitch poderá ser disponibilizada para os assinantes eletrônicos até três dias antes do acesso para os assinantes dos impressos. 15

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