Revist a FISIOTERAPIA EM EVIDÊNCIA

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1 issn volume 1, Número 2, julho/agosto 2010 Revist a FISIOTERAPIA EM EVIDÊNCIA Número 2, dezembro 2010 f a c u l d a d e muito além do ensino 1

2 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 2, julho/agosto 2010 Revista Informações básicas A Revista Fisioterapia em Evidência, ISSN , é uma publicação semestral do curso de Fisioterapia da Faculdade Dom Bosco. Publicada desde 2010, adota o processo de revisão por especialistas (peer review), sendo cada artigo publicado após a aceitação dos revisores, mantidos no anonimato. Os conceitos e opiniões emitidos nos artigos são de inteira responsabilidade de seus autores. A submissão de artigos pressupõe que, com exceção dos resumos ampliados, não tenham sido publicados anteriormente nem submetidos a outra publicação. O título abreviado da revista é Fisioter. Evid., forma que deve ser usada em bibliografias, notas de rodapé, referências e legendas bibliográficas. A revista encontra-se gratuitamente disponível no site da Faculdade Dom Bosco. Missão Publicar artigos originais de pesquisa cujo objetivo básico se refere ao campo de atuação profissional da fisioterapia e da reabilitação. Ficha catalográfica Revista Fisioterapia em Evidência/Faculdade Dom Bosco. vol. 1, n. 2 (2010). Curitiba: FDB, 2010 Semestral Sumários em inglês e português ISSN Fisioterapia Periódicos. I. Faculdade Dom Bosco. CDD CDU ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, julho/agosto 2010 Revista Fisioterapia em Evidência

3 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 2, julho/agosto 2010 Revista Editores responsáveis Silvia Regina Valderramas (doutora) Salete do Rocio Cavassin Brandalize (mestre) Conselho editorial Anna Raquel Silveira Gomes Universidade Federal do Paraná Curitiba-PR Brasil Ariani Cavazzani Szkudlarek (doutora) Faculdade Dom Bosco Curitiba-PR Brasil Cassio Preis (mestre) Faculdade Dom Bosco e PUCPR Curitiba-PR Brasil Claudia Chaguri de Oliveira Pellenz (mestre) Faculdade Dom Bosco Curitiba-PR Brasil Cristiane Gonçalves Ribas (mestre) Faculdade Dom Bosco e PUCPR Curitiba-PR Brasil Cristiane Regina Gruber (mestre) Faculdade Dom Bosco Curitiba-PR Brasil Francisco Ernesto H. Zanardini (mestre) Faculdade Dom Bosco, Uniandrade e Faculdade Espírita Curitiba-PR Brasil Gilda Maria Grasse Luck (doutora) Faculdade Dom Bosco e Facel Curitiba-PR Brasil Isabel Cristina Bini (mestre) Faculdade Dom Bosco Curitiba-PR Brasil Marcelo Kryczyk (doutor) Faculdade Dom Bosco Curitiba-PR Brasil Marcia Maria Kulczycki (mestre) Faculdade Dom Bosco Curitiba-PR Brasil Sandra Mara Meireles Adolph (doutora) Universidade Federal de São Paulo São Paulo-SP Brasil Editoração eletrônica Comunicação Dom Bosco - INFORMAÇÕES PARA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS Todo o material a ser publicado deve ser submetido online por meio do site: 3

4 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 4, julho/agosto 2010 Revista Sumário Artigo AInfluência da articulação sacroilíaca na lombalgia gestacional e/ou dor pélvica posterior Sacroiliac joint influence on gestational low back pain and/or posterior pelvic pain Artigo Efeitos profiláticos da hidrocinesioterapia sobre os fatores de risco cardiovasculares modificáveis em mulheres na faixa etária de 46 a 75anos Prophylactic effect of hydrokinesiotherapy on modifiable cardiovascular risk factors in women aged 46 to 75 years old Artigo Utilização da técnica do bag squeezing seguida da cocontração de membros inferiores em crianças de 0 a 1 ano, submetidas à ventilação mecânica invasiva por insuficiência respiratória aguda CUsing the technique of bag squeezing next of co-contraction of lower limb in children from 0 to 1 year, subject to invasive mechanical ventilation for acute respiratory failure Artigo Estudo comparativo da intervenção fisioterapêutica por meio da psicomotricidade com crianças normais de 3 meses a 2 anos de idade que apresentam atraso motor em dois centros municipais de educação infantil (CMEIs) Comparative of physiotherapic intervention through psychomove with regular children from 3 months to 2 years of age that present motor lateness in two municipal centers of child education (CMEIs) Artigo Classificação internacional de funcionalidade, incapacidade e saúde: perspectivas emergentes para a fisioterapia International Classification of Functioning, Disability and Health: emergent perspectives for the physiotherapy Normas para apresentação de artigos ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, julho/agosto 2010 Revista Fisioterapia em Evidência

5 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 5, julho/agosto 2010 Revista Editorial FISIOTERAPIA EM EVIDÊNCIA A fisioterapia como ciência que estuda o movimento humano está em evidência. Neste ano, o reconhecimento da profissão no Brasil completou 41 anos. O cenário vislumbra uma diversidade de práticas e saberes, desde abordagens individuais e coletivas da atenção básica até utilização de recursos tecnológicos sofisticados em atendimentos de alta complexidade. Nesta edição, o leitor pode aproximar-se de artigos sobre diferentes temas e áreas de atuação: ginecologia e obstetrícia, cardiovascular, neonatologia e neuropediatria, tanto de modo preventivo como curativo. O último artigo refere-se às perspectivas da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), documento publicado em 2001 pela Organização Mundial de Saúde, que tem como objetivo geral unificar a linguagem e padronizar a descrição de saúde e os componentes do bem-estar relacionados à saúde. Este documento vem sendo amplamente divulgado, com vistas à sua aplicação por todos os profissionais da saúde. Boa leitura! Salete do Rocio Cavassin Brandalize Editora responsável Coordenadora do Curso de Fisioterapia da Faculdade Dom Bosco 5

6 Artigo 1 Influência da articulação sacroilíaca na lombalgia gestacional e/ou dor pélvica posterior Sacroiliac joint influence on gestational low back pain and/or posterior pelvic pain Marília Almeida Prado Gava Torácio* Raciele Ivandra Guarda Korelo** * Fisioterapeuta formada pela Faculdade Dom Bosco. ** Mestre em tecnologia em saúde pela PUC-PR. Docente do curso de fisioterapia da Faculdade Dom Bosco. Resumo O objetivo deste estudo foi verificar a influência da articulação sacroilíaca na lombalgia gestacional e/ou dor pélvica posterior, bem como constatar se ela impõe componentes que possam agravar o quadro álgico. Foram avaliadas 33 gestantes com mais de 12 semanas de gestação, cadastradas no programa de pré-natal da Unidade de Saúde Mãe Curitibana, na cidade de Curitiba, Paraná. Foi realizada avaliação fisioterapêutica, que incluiu observar alterações na articulação sacroilíaca e coluna lombar, localização e grau de dor mediante escala visual analógica (EVA), restrições provocadas pela dor lombar conforme questionário de Roland-Morris (RM) e qualidade de vida através do Short Form Health Survey (SF-36). Os resultados foram apresentados através de frequências simples, médias e desvio-padrão, tendo sido possível aplicar o teste estatístico Anova para algumas variáveis, porém sem significância estatística. Resultados encontrados com o estudo: parece haver relação entre a dor lombar e pélvica posterior e a disfunção sacroilíaca; a maioria das gestantes relatou sintomas de quadril posterior; a dor lombar foi a queixa álgica mais frequente, com maior índice de queixa no terceiro trimestre de gestação; há relação entre dor antes da gestação e piora durante o período gestacional a presença de dor na gestação influencia de maneira negativa na qualidade de vida das gestantes e nas restrições da AVDs. Pode-se concluir que o fisioterapeuta deve incluir avaliação da articulação sacroilíaca em gestantes com queixas álgicas em coluna, para determinação de um protocolo de tratamento ideal. Palavras-chave: dor lombar, dor pélvica posterior, gestação, fisioterapia Abstract The objective of this study was to verify the sacroiliac joint influence on gestational low back pain and/or posterior pelvic pain, as well to evidence if it imposed components that affect the pain situation. Were evaluated 33 pregnant with more than 12 weeks of gestation and which realized the prenatal in the Mãe Curitibana Health Care Unit in the City of Curitiba, Paraná. It was realized a physiotherapeutic evaluation that includes the evaluation of alterations on the sacroiliac joint and the low back, the localization and the pain level through the visual analog scale (VAS), the evaluation of restrictions provoked by the low back pain through the Roland-Morris questionnaire (RM), and the evaluation of life s quality through the Short Form Health Survey (SF-36). The results were obtained by simple frequencies, means and standard deviation, as well to some variables was possible to apply the Anova test, however without any statistics significance. The results founded in the study were that: It seamed to exist a relation between the low back pain and the posterior pelvic pain with the sacroiliac dysfunction. The majority of the pregnants related symptoms of posterior hip. The low back pain was the most frequent pain complains, being its bigger frequency with the third quarter pregnants. There is relation between the pain before gestation and the pain aggravation during the gestational period, and the presence of gestational pain, influences in a negative manner 6 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, julho/agosto 2010 Revista Fisioterapia em Evidência

7 Artigo 1 on life s quality of the pregnants and on the day life s activity restrictions. Therefore, it can be concluded that the physiotherapist must include the evaluation of the sacroiliac joint in pregnants with back pains, to determinate an ideal treatment protocol. Key words: back pain, posterior pelvic pain, gestation, physiotherapy Introdução A gestação impõe na mulher mudanças corporais em curto espaço de tempo, muitas vezes implicando quadros álgicos. Durante a gestação, o aparecimento de algias posturais, como a lombalgia, é muito comum, principalmente se a mulher já apresentava essa queixa antes de engravidar [1]. Dentre as algias decorrentes da gestação, destacam-se a coluna lombar, a articulação sacroilíaca e a região cervicotorácica, como as regiões mais acometidas respectivamente [6-11]. Em consultas de pré-natal, a lombalgia costuma ser a queixa mais comum entre as grávidas, chegando a acometer cerca de 50% delas [1]. A lombalgia é relatada como dor tipo pontada com intensidade variada, sendo mais comum a do tipo moderada, em que a paciente tem dificuldade para realizar suas atividades de vida diária [5]. Essa dor costuma iniciar entre o terceiro e o sexto mês gestacional e apresenta-se principalmente nos períodos da tarde e/ou noite. Sua frequência aumenta com a idade gestacional e estudos mostram que gestantes mais velhas sentem menos dor que as mais novas [3]. A dor pode ser agravada quando a gestante realiza movimentos de flexão e extensão do tronco, por esforços físicos, trabalhos domésticos, caminhadas e outras atividades que coloquem a coluna vertebral em tensão ou esforço. De acordo com frequência, intensidade e gravidade da dor que a lombalgia gestacional impõe nesse período da vida da mulher, a queixa pode muitas vezes, influenciar negativamente na qualidade de vida da gestante [4]. As diversas alterações fisiológicas decorrentes da gestação, como modificações biomecânicas, hormonais e vasculares, são consideradas, muitas vezes, as únicas causas da lombalgia gestacional, pois a gravidez limita as possibilidades diagnósticas e terapêuticas para esse quadro. Segundo Stephenson e O Connor [12], a articulação sacroilíaca (SI) é grande fonte de dor na maioria das gestantes, que pode ocorrer nos três primeiros meses de gestação, possivelmente associada à circulação de relaxina (hormônio produzido durante a gravidez) e às principais alterações fisiológicas e musculoesqueléticas no corpo da mulher. Os possíveis efeitos da gravidez na articulação SI são variados. Mudanças na orientação ou graus de movimento em numa articulação SI podem afetar a sínfise pubiana e a coluna, não havendo dúvida de que os distúrbios da coluna lombar e da articulação SI podem coexistir [9]. Durante a gestação, os ligamentos na articulação SI tornam-se mais flexíveis e podem resultar em superfícies desiguais na articulação. Isso ocorre em função dos movimentos repetitivos e constantes, que produz atritos entre as superfícies da articulação e pode deixá-la mais rígida, produzindo uma articulação travada em vez de móvel, causando dor. Pode, também, por esforços compensatórios, causar dor do lado oposto. A rotação anterior e posterior do osso do quadril, assim como as rotações do ílio sobre o sacro também são capazes de produzir dor [12]. Apesar dessas afirmativas, existem poucos estudos a respeito da influência da articulação SI na lombalgia gestacional. Assim, objetiva-se neste estudo verificar qual seria a influência da articulação sacroilíaca na lombalgia em gestantes e/ou dor pélvica posterior, para constatar se ela impõe componentes determinantes que agravam o quadro álgico. Sendo a disfunção sacroilíaca uma das causas da lombalgia gestacional, a avaliação fisioterapêutica em gestantes 7

8 Artigo 1 com queixa de lombalgia deve sempre incluir avaliação da articulação sacroilíaca, para que ese sintoma seja tratado adequadamente, buscando-se retirar a causa da dor e não apenas amenizá-la, o que faria manter a sintomatologia. O presente tema justificase pela relevância social, profissional e científica, visto esclarecer as causas da lombalgia gestacional, trazendo ao meio acadêmico, social e profissional, o direcionamento para o correto diagnóstico cinesiológico funcional, bem como, a utilização das técnicas de tratamento e aperfeiçoamento, proporcionando prognóstico de melhora de forma mais acelerada e eficaz. Materiais e métodos O experimento foi realizado nas dependências da Unidade de Saúde Mãe Curitibana, localizada na cidade de Curitiba, Paraná. Para definição da população de estudo, foi realizada uma amostragem do tipo probabilística aleatória extratificada. Foram avaliadas 33 gestantes abordadas por contato telefônico e que estavam dentro dos critérios de inclusão para a pesquisa: idade gestacional maior ou igual a 12 semanas; queixa de dor lombar e/ou pélvica posterior; acompanhamento pré-natal na Unidade de Saúde Mãe Curitibana. Após aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Dom Bosco e pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria Municipal de Saúde, respeitando a resolução 196/96, do Conselho Nacional de Saúde, os indivíduos foram selecionados e esclarecidos em relação a este estudo, assim como, sobre seus riscos e benefícios. Após seleção e agendamento das voluntárias que concordaram em assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, a avaliação físicofuncional com ênfase nas queixas de lombalgia e/ou dor pélvica posterior durante a gestação foi aplicada, bem como análise da qualidade de vida mediante aplicação dos questionários SF36 e Roland- Morris para dor lombar. Os procedimentos para o estudo não causaram nenhum risco previsível, embora durante a avaliação a gestante pudesse sentir algum desconforto/dor em razão dos movimentos dos testes que servem para avaliar a presença de algia. A avaliação físico-funcional consistiu na realização de mensurações e testes enfatizando a coluna lombar e a articulação sacroilíaca. Goniometria da coluna lombar foram verificados os graus de amplitude de movimento (ADM) de flexão, extensão, flexão lateral e rotação da coluna lombar. Verificação da dor lombar foram realizados testes de provocação da dor lombar, teste de Lasègue, teste do alongamento do piriforme e teste da palpação direta do piriforme. Verificação da dor em sínfise pubiana realizou-se o teste da abertura ou teste de provocação da sínfise pubiana. Verificação de dor pélvica posterior foram realizados testes específicos para a articulação sacroilíaca, como o de verificação da dor pélvica posterior, o da bisnaga, de Gaenslen, de Piedallu, e teste para verificação de movimento restrito da articulação sacroilíaca. Considerou-se positivo o fato de a voluntária assinalar a região glútea no esquema corporal para apresentar sua dor, relatar história de presença de peso na pelve posterior (região glútea profunda) ou algia ao se virar na cama à noite. Também foi utilizada a escala visual analógica (EVA) para medir a intensidade da dor da gestante. Após avaliação, as gestantes foram orientadas quanto a alguns métodos e exercícios para alívio da dor, através de fôlder ilustrativo. Foram analisados os dados obtidos nas avaliações mediante frequências simples, médias e desvio-padrão. Não foi possível aplicar testes estatísticos para todas as variáveis de estudo, pois os dados foram muito variados e a amostra não era estatisticamente significante. 8 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, julho/agosto 2010 Revista Fisioterapia em Evidência

9 Artigo 1 Resultados e discussão Das gestantes avaliadas, 90,9% apresentavam dor lombar. A lombalgia gestacional é relatada como dor do tipo pontada, de intensidade variada, sendo mais comum a do tipo moderada [4]. Nessa pesquisa, a maior incidência também foi de intensidade moderada, porém do tipo queimação ou pontada. Tabela 1 Relação da localização da dor com idade gestacional Idade gestacional Lombar SI Cervical Glúteo 2º trimestre 12 (85,7%) 9 (64,2%) 0 5 (35,7%) N = 14 3º trimestre 18 (94,7%) 12 (63,1%) 1 (5,2%) 5 (26,3%) N = 19 FONTE: Dados da pesquisa (2007) Obs.: a porcentagem ultrapassou 100%, pois a maioria das gestantes apresentava mais de uma queixa. Observou-se neste estudo que as gestantes no terceiro trimestre gestacional possuíam dor mais intensa que as gestantes no segundo trimestre de gestação, assemelhando-se ao encontrado na literatura o aumento da idade gestacional faz aumentar a intensidade e frequência da dor. Maior porcentagem de gestantes entre anos apresentaram dor de intensidade mais forte, comparadas a gestantes com menos de 19 anos ou mais de 30 anos. Alguns autores como Luz [3] e Polden e Mantle [9] afirmam que gestantes mais velhas sentem menos dor que gestantes mais novas e, numa segunda gravidez, a tendência de a dor ser mais forte é menor. Estudos realizados por Martins, Pinto e Silva [6], confirmam essa relação. Também não foi possível observar neste estudo a relação entre ganho de peso e intensidade da dor, concordando com pesquisas como as de Sperandio, Santos e Pereira [11] e Imamura, Kaziyama e Imamura [2], que afirmam não haver correlação entre ganho de peso e dor lombar na gestação. A intensidade da dor variou de maneira semelhante em gestantes que praticavam ou não atividade física. A prática de atividade física pré-gestacional, portanto, não garantiu às gestantes menor intensidade de dor durante a gestação. Esses resultados foram semelhantes a estudo realizado por Martins, Pinto e Silva [5]sobre a efetividade do tratamento de lombalgia e dor pélvica posterior na gestação. Segundo Östgaard et al [8], mulheres que praticam atividades físicas antes da gestação têm menor risco de apresentar dor lombar durante a gravidez. Ao observar os locais de acometimento da dor nesse estudo, a maioria das gestantes possuía mais de duas regiões álgicas, sendo mais acometida a lombar, seguida da articulação sacroilíaca, irradiação para glúteo, irradiação para membros inferiores e região cervical, respectivamente. Estudos como os escritos por Martins, Pinto e Silva [6] e por Sperandio, Santos e Pereira [11] revelam os mesmos achados em relação às regiões álgicas mais acometidas durante a gravidez. Foi observado que a maioria das gestantes não sabia apontar o local da dor em figura esquemática do corpo humano, bem como, tinha dificuldades para correlacionar a EVA numérica com a EVA gráfica, influenciando negativamente na interpretação dos dados deste estudo,cujo resultado evidenciou aumento da dor lombar gestacional (piora dos sintomas) em 81% das mulheres que já possuíam essa dor antes da gestação, 55% relataram intensificação da dor; as 29% restantes tiveram manti a intensidade de dor. Segundo Ostgaard et al (1991), Orvieto et al (1994),; Ostgaard, (1996), Sihvoven et al (1998), citados por Martins, Pinto e Silva [4], as mulheres que apresentam dor lombar pré-gestacional possuem risco duas vezes maior de apresentar algias durante a gestação do que as mulheres 9

10 Artigo 1 que não possuíam algias antes da gestação. E a dor tende a ser mais intensa do que nas gestantes que não possuíam histórico de dor. Na literatura, autores afirmam que a dor lombar pode intensificar-se quando a mulher realiza movimentos de flexão, extensão e lateralização do tronco, por esforços físicos, trabalhos domésticos e qualquer atividade que coloque a coluna vertebral em tensão ou esforço [4]. Ao observarmos os fatores agravantes da dor, constatamos que agachar e ajoelhar-se, andar muito e levantar peso foram os fatores agravantes mais citados entre as gestantes, assemelhando-se à literatura. Também foi constatado que a maioria das gestantes tem como fator principal de redução da dor o ato de deitar (66,6%), seguido de calor local e massagem. A intensidade da dor demonstrou influenciar nas restrições das AVDs e na qualidade de vida das gestantes. Quanto mais forte a intensidade da dor, maior a chance de a gestante ter restrições nas atividades de vida diária, influenciando negativamente em qualidade de vida, e do sono, disposição física, desempenho no trabalho, na vida social e no lazer. Com aplicação do SF-36, os domínios dor e vitalidade apresentaram os piores resultados, demonstrando que estes podem interferir de maneira negativa na qualidade de vida das Tabela 2 Pontuações do questionário SF-36 nas gestantes Domínios do SF-36 Média DP Capacidade funcional Aspecto físico Dor Estado geral de saúde Vitalidade Aspectos sociais Aspectos emocionais Saúde mental N = 33; DP: desvio-padrão FONTE: Dados da pesquisa (2007) gestantes, seguidos de capacidade funcional, aspectos físico e emocional. Tais resultados sugerem que a dor pode prejudicar os resultados obtidos com esse questionário, concordando com Martins, Pinto e Silva (2005) quando afirmam que a dor pode interferir negativamente na qualidade de vida das gestantes. Segundo Östgaard et al [8], para confirmação de dor na região pélvica posterior, decorrente de alterações de quadril e coluna lombar, a paciente tem que ter história prolongada de dor profunda na área glútea; apontar a região onde sente pontadas como sendo glútea, distal e lateralmente à área de L5-S1, com ou sem irradiação para a região posterior da coxa e o joelho, mas não para o pé; o teste de provocação pélvica posterior tem que ser positivo; tem que haver movimentação livre do quadril e da coluna, sem pinçamentos; e ter dor no momento em que a gestante realiza mudança de decúbito no leito. Tabela 3 Distribuição dos testes positivos de comprovação de dor pélvica posterior na amostra Testes Índice Confirmação do local da dor 28 (84,8%) Teste de provocação da articulação SI 24 (72,7%) Teste de inclinação lateral ou para trás 18 (54,5%) Em pé, EIPS mais alta no lado do envolvimento 9 (27,2%) Quadril posterior Dor quando vira na cama à noite 24 (72,2%) Sensação de peso na pelve posterior com irradiação 21 (63,3%) para MMII Quadril anterior Sensação de peso na pelve posterior sem irradiação 5 (15,1%) Dor cervical associada 6 (18,1%) FONTE: Dados da pesquisa (2007) 10 ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, julho/agosto 2010 Revista Fisioterapia em Evidência

11 Artigo 1 A articulação sacroilíaca é fonte de dor em grande parte das gestantes. Em relação aos quadris anterior e posterior, houve maior incidência de sintomas no quadril posterior, apesar de não ter sido realizado o teste de confirmação diagnóstica. Assim, pode-se concluir que parece haver relação entre a dor lombar e pélvica posterior e a disfunção da articulação sacroilíaca.; Segundo Sperandio, Santos e Pereira [11], as modificações musculo-esqueléticas, na articulação sacroílíaca decorrentes da gestação, podem ser a causa de desconforto e dor na região lombar. A disfunção sacroilíaca tende a ser biomecânica dessa articulação e pode ser a causa de dor crônica [10]. Existem vários possíveis efeitos da gravidez na articulação SI. A coluna e a sínfise pubiana podem ser afetadas por estsa articulação. E os distúrbios provenientes da articulação SI e da coluna lombar podem coexistir [9]. Metade das gestantes que relatavam dor lombar referiuseram à dor durante aos movimentos de flexão anterior, flexão lateral e rotação de coluna; pequena porcentagem apresentou dor à palpação da musculatura espinhal, o que pode indicar tratamento dinâmico, não somente estático, para esse. Durante a gestação, o aumento de peso sobrecarrega as estruturas do sistema musculo-esquelético, causando fadiga e dor [11]. Isso ocorre porque as novas adaptações da coluna mudam o centro de gravidade da mulher que, tentando refazer seus equilíbrios, expõem maiores exigências a essas musculaturas [4]. Na análise da qualidade de vida, foi possível concluir que a dor na gestação representa influência negativa. Os domínios dor e vitalidade, avaliados pelo questionário SF-36, apresentaram os piores resultados, concordando com Martins, Pinto e Silva [5], que afirmam que a dor pode interferir negativamente na qualidade de vida das gestantes. Conclusão pesquisa com o objetivo era avaliar a influência da articulação sacroilíaca na lombalgia gestacional e/ou dor pélvica posterior, apresentou contribuições que podem ser sintetizadas. 1 A articulação sacroilíaca é fonte de dor em grande parte das gestantes. Em relação aos quadris anterior e posterior, houve maior incidência de sintomas no quadril posterior entre as gestantes, apesar de o teste de confirmação diagnóstica não ter sido realizado. Assim, pode-se concluir que parece haver relação entre a dor lombar e pélvica posterior e a disfunção da articulação sacroilíaca. 2 Metade das gestantes que relatavam dor lombar referiuse à dor durante os movimentos de flexão anterior, flexão lateral e rotação de coluna; pequena porcentagem apresentou dor à palpação da musculatura espinhal, o que pode indicar tratamento dinâmico, não somente estático, para esse sintoma. 3 A dor lombar foi a queixa álgica mais referida entre as gestantes, do tipo queimação de intensidade moderada, havendo aumento da incidência dessa queixa à medida que aumenta a idade gestacional. 4 Parece haver relação entre a dor antes da gestação e a piora no período gestacional. Apesar de não termos encontrado resultados significantes, a existência da dor era maior nas gestantes que não praticavam atividade física pré-gestacional. Também não foi possível determinar se a intensidade da dor varia em relação à prática ou não da atividade física durante a gestação. 5 Na análise da qualidade de vida, foi possível concluir que a dor na gestação representa uma influência negativa. Os domínios dor e vitalidade, avaliados pelo questionário SF-36, foram os que apresentaram piores resultados; 6 a intensidade da dor demonstrou influenciar nas restrições da AVDs e na qualidade de vida das gestantes. Quanto mais forte a intensidade da dor, maior a chance de a gestante ter restrições 11

12 Artigo 1 nas atividades de vida diária, influenciando negativamente em qualidade de vida e do sono, disposição física, desempenho no trabalho, na vida social e no lazer. Dentre os fatores agravantes da dor, agachar e ajoelhar-se, foram os mais citados entre a maioria das gestantes, seguidos de fatores como andar muito e levantar peso. Sendo a disfunção sacroilíaca uma das causas da lombalgia gestacional, a avaliação fisioterapêutica em gestantes com queixa de lombalgia deve sempre incluir avaliação da articulação sacroilíaca, para determinação de um protocolo de tratamento ideal. Não adiantaria tratar a lombar de gestantes, se a queixa da dor proviesse de disfunções da articulação sacroilíaca. Referências 1. FERREIRA, C. H. J.; NA- KANO, A. M. S. Reflexões sobre as bases conceituais que fundamentam a construção do conhecimento acerca da lombalgia na gestação. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2001, maio; 9 (3): IMAMURA, S. T.; KAZIY- AMA, H. H. S.; IMAMURA, M. Lombalgia. Revista Médica, São Paulo, 2001; 80 (pt. 2): Especial. 3. LUZ, F. G. R. Lombalgia em mulheres grávidas. Uma revisão de literatura. Revista Bras. de Fisioterapia Ortopédica, Traumatológica e Desportiva, 2003/nov jan. 1 (1): MARTINS, R. F.; PINTO E SILVA, J. L. Prevalência de dores nas costas na gestação. Revista Ass. Méd. Brasileira, 2005; 51(3): Tratamento da lombalgia e dor pélvica posterior na gestação por um método de exercícios. Revista Bras.i de Ginec. e Obstetrícia, 2005; 27(5): Algias posturais na gestação: prevalência, aspectos biomecânicos e tratamento. Dissertação Mestrado em Tocoginecologia Setor de Ciências Biomédicas. Universidade Estadual de Campinas. São Paulo, NOVAES, F. S..; SHIMO, A. K. K..,; LOPES, M. H. B. M. Lombalgia na gestação. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2006 jul-ago., 14(4): ÖSTGAARD, H. C.; ZETHERSTRÖM, G.,; ROOS- HANSSON, E.; SVANBERG, B. Reduction of back and posterior pelvic pain in pregnancy. Spine, 1994, 19(8): POLDEN, M.; MANTLE, J. Fisioterapia em ginecologia e obstetrícia. 2. ed. São Paulo: Santos, p RIBEIRO, S.; SCHMIDT, A. P.; WURFF, P. V. D. Sacroiliac dysfunction. Acta Ortopédica Brasileira, 2003, abr.- jun., 11 (2): ( ). 11. SPERANDIO, F. F.; SAN- TOS, G. M.,; PEREIRA, F. Características e diferenças da dor sacroilíaca e lombar durante a gestação em mulheres primigestas e multigestas. Revista Fisioterapia Brasil, 2004 jul.ago., 5 (4): STEPHENSON, R. G.; O CONNOR, L. J. Fisioterapia aplicada à ginecologia e obstetrícia. 2. ed. São Paulo: Manole, p ISSN Fisioter. Evid., Curitiba, v. 1, n. 2, julho/agosto 2010 Revista Fisioterapia em Evidência

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