FACULDADE TECSOMA GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA

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1 FACULDADE TECSOMA GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA MARCELO CRISTIANO BORGES ARAÚJO OS BENEFÌCIOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO NA DOR LOMBAR UTILIZANDO O MÉTODO DE MCKENZIE: ESTUDO DE CASO PARACATU 2011

2 12 MARCELO CRISTIANO BORGES ARAÚJO OS BENEFÍCIOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO NA DOR LOMBAR, UTILIZANDO O MÉTODO DE MCKENZIE: ESTUDO DE CASO Trabalho de conclusão de curso apresentado: à faculdade tecsoma Como requisito parcial para obtenção do titulo de Bacharel em Fisioterapia, orientador temático: MSc Michele Faria Lima e Orientador metodológico: MSc Cecília Maria Dias Nascimento. PARACATU 2011

3 1. Lombalgia 2. Método de Mckenzie 3. Fisioterapia. I.Lima, Michelle Faria. II Faculdade Tecsoma. III Titulo. 13 ARAÚJO, Marcelo Cristiano Borges. Os Benefícios do Tratamento Fisioterapêutico na dor Lombar, utilizando o Método de Mckenzie Estudo de Caso/ Marcelo Cristiano Borges Araújo. Paracatu, Orientadora: Michelle Faria Lima Monografia (Bacharelado) - Faculdade Tecsoma - FATEC, Paracatu Minas Gerais, Bacharelado em Fisioterapia. Bibliografia

4 14 MARCELO CRISTIANO BORGES ARAÚJO OS BENEFÌCIOS DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO UTILIZANDO O MÉTODO DE MCKENZIE NA DOR LOMBAR: ESTUDO DE CASO Trabalho apresentado à disciplina monografia II Como requisito parcial para obtenção do grau em Fisioterapia pela Faculdade Tecsoma, Paracatu, Minas Gerais. BANCA EXAMINADORA Msc. Michelle Faria Lima (Orientadora Geral). Msc. Cecília Maria Dias Nascimento (Orientadora Metodológica). PARACATU

5 DEDICATÓRIA A Deus, que me guiou durante todo este trabalho, com amor e carinho para que eu concluísse mais uma etapa da minha vida.

6 16 AGRADECIMENTOS A minha família que com todo amor, carinho, apoio e confiança me ajudarão em todas as horas que eu precisei. Ao meu filho Cauã, um anjo que Deus me deu para trazer tudo de mais maravilhoso na minha vida. A minha Sobrinha Liz, recém nascida. Ao meu coordenador Jorge Luiz, que com muita paciência não me mandou embora do serviço por tantas vezes que tive que atender o paciente em horário de trabalho, rs. A minha namorada, Ludmila Birro, pelo carinho, respeito e compreensão me dados durante o estudo. Por me ajudar nas horas de desespero, por me dar confiança, por estar ao meu lado durante todo esse tempo, sem duvida, você foi primordial para minha conquista. Ao paciente que participou da pesquisa, meu muito obrigado. Ao Fisioterapeuta Pedro, que me ajudou a concluir este estudo de forma objetiva. A todos os professores, orientadores e colaboradores que tiveram um papel importante na conclusão deste trabalho.

7 17 Ao Instituto Mckenzie do Brasil, pelas orientações dadas, pelas fichas de avaliação disponíveis para este estudo e pelo livro. Enfim, a todos que tiveram uma parcela de ajuda para que eu concluísse este estudo com muita seriedade.

8 18 "Ama-se mais o que se conquista com esforço. Benjamin Disraeli

9 19 RESUMO A coluna vertebral é dividida em vértebras, ou seja, é uma pilha de carretéis, sendo elas dividas de acordo com a sua região. É preciso estar tudo em ordem para o bom funcionamento da coluna, quando acontece alguma coisa fora do comum, a coluna se manifesta de alguma maneira, seja ela limitante ou dolorosa. Uma das patologias mais comuns da coluna é a lombalgia ou dor lombar, caracterizada por dores e incapacidade parcial da coluna. Este estudo abordou a eficácia do método de Mckenzie em um paciente com diagnóstico de lombalgia. O tratamento foi realizado nos meses de outubro e novembro de 2011, tendo duração de um mês, cinco vezes na semana, 50 minutos por dia na clinica Vitalle localizada no município de Paracatu MG. O paciente foi avaliado e reavaliado após a ultima sessão utilizando a goniometria e a escala da dor, (EVA) e sempre orientado a continuar com os mesmos em casa. Durante todo o tratamento foi utilizado somente o método de Mckenzie, nenhuma técnica foi usada associada ao método. Os resultados foram os melhores possíveis mostrando à eficácia do método no combate as dores lombares e melhora da amplitude de movimento, bem como a vantagem de se conseguir continuar com os exercícios em casa como forma preventiva. (Palavras Chave: Lombalgia, Método de Mckenzie, Fisioterapia)

10 20 ABSTRACT The spine is divided in vertebras, in other words, it is a pile of spools, being they divide in agreement with your area. It is necessary to be everything in order for the good operation of the column, when some happens thing out of the common, the column shows somehow, be her limitante or painful. One of the pathologies more common of the column it is the lombalgia or lumbar pain, characterized by pains and partial incapacity of the column. This study approached the effectiveness of the method of Mckenzie in a patient with I diagnose of lombalgia. The treatment was accomplished the months of October and November of 2011, tends duration of one month, five times in the week, 50 minutes a day in the located Vitalle practices medicine in the municipal district of Paracatu - MG. The patient was evaluated and revalued after the last session using the goniometria and the scale of the pain, (EVA) and always guided to continue with the same ones home. During the whole treatment only the method of Mckenzie, any technique was used it was used associated to the method. The results were the best ones possible showing to the effectiveness of the method in the combat the lumbar pains and it gets better of the movement width, as well as the advantage of her to get to continue with the exercises home as preventive form. (Keywords: Low back pain, McKenzie Metod, Physiotherapy)

11 21 LISTA DE TABELAS Tabela 01: Dados comparativos entre a avaliação inicial e a avaliação final utilizando a goniometria com os movimentos de flexão, extensão, flexão lateral esquerda e flexão lateral direita, rotação de coluna, no período de 29 de setembro a 29 de outubro de 2011.

12 22 LISTA DE FIGURAS Figura 01: A Divisão da Coluna Vertebral Figura 02: Curvas Fisiológicas da Coluna Vertebral Figura 03: Localização da dor Figura 04: Dados comparativos entre a primeira avaliação e a avaliação final utilizando a escala análogo visual da dor

13 23 LISTA DE SIGLAS ADM (Amplitude de Movimento) MMII (Membros Inferiores) MMSS (Membros Superiores) MECHANICAL DIAGNOSIS AND THERAPY (Diagnóstico e Terapia Mecânica) PA (Pressão Arterial)

14 24 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Obetivo Geral Objetivos Especificos REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL Vertebras Medula espinhal e meninges Os movimentos da coluna vertebral Articulações e ligamentos da coluna vertebral MÚSCULOS Anteriores Posteriores Discos intervertebrais ENVELHECIMENTO DOS DISCOS INTERVERTEBRAIS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL LOMBALGIA Fatores e Elementos Predisponentes da lombalgia Formas Clínicas Lombalgia aguda Lombalgia crônica Etiologia Mecanismo de Ação da Lombalgia AVALIAÇÃO DO PACIENTE COM LOMBALGIA Inspeçao do paciente com dor lombar Exames complementares TRATAMENTO Tratamento Fisioterapêutico O MÉTODO MCKENZIE OBJETIVO DOS EXERCÍCIOS EFEITO SOBRE A INTENSIDADE E A LOCALIZAÇÃO DA DOR... 56

15 PREVENÇÃO METODOLOGIA MÉTODO ADOTADO POPULAÇÃO PESQUISADA RESULTADOS E DISCUSSÃO CONCLUSÃO APÊNDICE A TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO ANEXOS... 69

16 26 1 INTRODUÇÃO A coluna vertebral estabelece e mantém o eixo longitudinal do corpo, como esta estrutura é uma haste completamente articulada, seus movimentos ocorrem como resultado de movimentos combinado de cada vértebra. Essa mesma coluna vertebral tem uma articulação que faz com que a cabeça tenha um movimento com certos graus de liberdade, além de promover a sustentação na parte da cervical, além disso, essa articulação fornece também absorção de impacto do dia-dia. As vértebras estão arranjadas de maneira a formar curvaturas na coluna vertebral que podem ser vistas lateralmente, devido essas curvaturas presentes ela possui resistência dez vezes maior do que se fosse uma haste ereta. Devido essa complexidade toda, a coluna vertebral também esta apta a sofrer inúmeros tipos de lesões durantes as mais diversas atividades, uma das mais comuns é a dor na região lombar, ou lombalgia. (LIPPERT, 2003, P.154). A dor lombar ou lombalgia tem se mostrado cada vez mais freqüente nos dias de hoje, sendo uma das patologias mais comuns da coluna. Na maioria das vezes essas dores acontecem quando um músculo nas costas é estirado ou submetido à tração. Isso pode ocorrer quando o individuo não tem uma boa postura para desenvolver o seu trabalho, quando dorme de forma inadequada, pega objetos de forma brusca e até mesmo fazendo exercícios sem orientação de um profissional adequado. A dor nas costas é um distúrbio bastante comum, costuma ser difícil determinar se esta dor se relaciona com problemas mecânicos diretos ou com a protusão de disco comprimindo um nervo. (MALONE; MCPOIL; NITZ, 2000 pg. 221).

17 27 De acordo com Novaes e outros (2006), a lombalgia é dita como um sintoma que afeta a área entre a parte mínima do dorso e a prega glútea, podendo irradiar-se para os membros inferiores, podendo apresentar-se de três formas: dor na coluna lombar, dor no quadril e dor combinada. Dependendo da gravidade de dor, causa graus variados de incapacidade motora. O autor cita ainda que a dor lombar possa causar o afastamento do trabalho, inabilidade motora, insônia, desconforto e até mesmo a depressão. São inúmeras as causas da lombalgia, dentre elas podemos classifica - las de acordo com: distúrbios psicogênéticos, distúrbios intra-abdominais, doença vascular abdominal periférica, fontes neurogênicas como lesões no cérebro, medula espinhal e nervos periféricos e fontes espondilogênicas, que estão relacionadas a coluna vertebral. Outra questão a respeito dos distúrbios acompanhados de lombalgia é porque a região lombar parece predisposta a lesões, dois fatores fundamentais são a fraquezas inerentes das estruturas e as forças ou cargas que elas são predispostas durante o dia (RASCH, 2008, p.122). Segundo Caraviello et al (2005), citado por Balestrin (2008), essas dores acometem 80% da população mundial em alguma fase da vida, sendo maior de idade prevalência em indivíduos na terceira idade, tendo um grande impacto financeiro no sistema único de saúde por se tratar na maioria das vezes de afastamento e incapacidade no ambiente de trabalho. Ponte (2005), citado por Sato (2007), diz ainda que a lombalgia é um grande motivo de consultas médica, isso faz com que ela se torne um problema de saúde pública muito sério devido a mobilidade e o alto custo econômico e social que ela pode acarretar nos pacientes. Devido o alto crescimento dessas dores lombares, diversas técnicas fisioterapêuticas foram desenvolvidas a fim de melhorar a qualidade de vida dos pacientes fazendo com que o mesmo possa voltar a desenvolver o seu trabalho com mais segurança. Dentre elas podemos citar a cinesioterapia, eletroterapia, hidroterapia e até mesmo orientações feitas pelo profissional com o intuito de melhorar as atividades de vida diárias, tendo assim uma visão mais preventiva.

18 28 Por volta de 1956, o fisioterapeuta Robin Mckenzie desenvolveu uma nova técnica de tratamento para a coluna vertebral, uma nova teoria que o levou à criação de um método exclusivo de avaliação e tratamento dos distúrbios mecânicos da coluna vertebral, conhecido no mundo inteiro como Mechanical Diagnosis and Therapy que significa diagnóstico de terapia mecânica (INSTITUTO MCKENZIE DO BRASIL, 2007). Esta técnica de terapia manual utiliza os movimentos do próprio paciente no alívio da dor e na recuperação da função. Ela é uma técnica de avaliação e um método terapêutico baseado na avaliação da resposta sintomática na avaliação da dor ou redução da deformidade tecidual (KODISK, 2001, citado por SATO, 2007). Passado alguns anos, Mckenzie desenvolveu sua própria técnica para examinar o paciente e tratar de forma mais objetiva, por causa da sua descoberta, Mckenzie é conhecido no mundo inteiro com respeito sobre o tratamento das dores lombares. Mckenzie acreditava que as dores lombares ocorriam por três mecanismos diferentes, a síndrome da postura, a síndrome de disfunção e a síndrome do desarranjo que é uma deformação mecânica causada por ruptura do disco intervertebral ou algum deslocamento dentro do segmento do movimento, sendo assim resultando em dor e incapacidade funcional nos pacientes (THOMÉ; LEMOS 2003; citado por BALESTRIN, 2008). 1.1 JUSTIFICATIVA

19 29 A coluna vertebral é responsável pela sustentação do tronco e permite vários tipos de movimentos dentro do seu eixo, quando ela é lesionada de alguma forma e fica sem exercer uma de suas funções as conseqüências podem ser muito graves podendo até mesmo gerar um quadro de invalidez para o paciente. A lombalgia ou vulgarmente falando, dor lombar é uma patologia que é desencadeada por inúmeros fatores relacionados à forma incorreta da biomecânica humana, acometendo ambos os sexos e podendo variar de uma dor súbita a uma dor intensa e prolongada. Pensando nisso, Robin Mckenzie, graduou se em Fisioterapia em 1952 e se especializou no tratamento dos distúrbios da coluna vertebral. Por volta de 1956, começou a desenvolver uma nova teoria que o levou à criação de um método exclusivo de avaliação e tratamento dos distúrbios mecânicos da coluna vertebral, conhecido no mundo inteiro como: Mechanical Diagnosis and Therapy, que significa, (Diagnóstico e terapia mecânica). O método de Mckenzie será utilizado neste estudo a fim de demonstrar os efeitos que ele exerce sobre a dor, amplitude de movimento e resistência muscular do paciente, além de uma melhora nas atividades funcionais e no bem estar físico e mental. 1.2 OBJETIVOS Objetivo Geral

20 30 Identificar os principais benefícios gerados através do método Mckenzie em um paciente com lombalgia Objetivos Específicos Avaliar o quadro clínico de dor do paciente no início e fim do tratamento Verificar os ganhos de amplitude de movimento Relatar a evolução do paciente. Orientar o paciente ao fim de cada sessão

21 31 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2.1 ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL A coluna vertebral ou espinha é formada por um conjunto de ossos chamados de vértebras. As trinta e três vértebras são agrupadas sob os nomes cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea, de acordo com as regiões que a ocupam. Há sete na região cervical, doze na torácica, cinco na lombar, cinco na sacral, e quatro na coccígea. Uma vértebra constitui-se de duas partes fundamentais: um segmento ventral, o corpo, e uma parte dorsal, o arco vertebral que envolve o forame vertebral. O comprimento médio da coluna vertebral no sexo masculino é de cerca de 71 cm, deste comprimento, a parte cervical mede 12,5cm, a torácica cerca de 28cm, lombar 18cm, o sacro e o cóccix 12,5cm. A coluna do sexo feminino tem cerca de 61 cm de comprimento (GRAY, 1988, P. 83).

22 32 Figura 01: Divisão da Coluna Vertebral Fonte: Google Imagens A coluna vertebral é uma coluna segmentada que forma o esqueleto axial, serve de eixo central do corpo humano e através de articulações especializadas é capaz de atender as diversas exigências contraditórias de rigidez e flexibilidade (MALONE; MCPOIL; NITZ, 2000, pg. 222). A coluna vertebral do adulto apresenta quatro curvaturas que são: duas primárias ou posteriores, assim denominadas por estarem presentes no recém nascido e a convexidade ser posterior, e duas curvaturas compensatórias ou anteriores, assim denominadas por se desenvolverem à medida que o bebê aprende a levantar a cabeça e depois ficar em pé. As curvaturas anteriores ficam na região cervical e lombar, enquanto que as curvas posteriores ficam na região torácica e sacral. Essas duas curvaturas são chamadas de lordose e

23 33 cifose, o desvio de uma dessas regiões da coluna vertebral resulta em desvio de outra região para compensar e manter o equilíbrio, ou seja, significa mais facilidade de lesão. (KISNER E COLBY, 2005, P.592). Figura 02: Curvaturas Fisiológicas da Coluna Vertebral Fonte: Google Imagens De acordo com Hoppenfeld, (2004, P. 250) a coluna lombar abriga a cauda eqüina, conduzindo aos membros inferiores, ela também tem a função de dar mobilidade as costas. Outras funções encontradas na região lombar são: exercer sustentação a parte superior do corpo e transmitir o peso a pelve e aos membros inferiores. Hebert e outros (2009, P.97) relatam que as deformidades da coluna estão situadas principalmente nas regiões torácica e lombar. Por serem de difícil compreensão, apresentam grandes complexidades terapêuticas. Essas podem ser divididas em escoliose, hipercifose e hiperlordose, sendo a escoliose a mais comum. A coluna lombar é formada por 5 vértebras e é uma de suas principais características é a ausência de faceas costais nos corpos e processos transversos, corpo volumoso, forame

24 34 vertebral triangular, processos espinhosos longos, largos e horizontais e a quinta vértebra lombar apresenta um corpo vertebral mais alto na sua parte anterior (MIRANDA,2000, P.93) Vértebras Gray, (1988, p.88-95) classifica as vértebras da coluna como: As vértebras cervicais São as menores das vértebras verdadeiras e podem ser imediatamente distinguidas daquelas das regiões torácica ou lombar pela presença de um forame em cada processo transverso, a primeira, a segunda e a sétima apresentam configuração especial e devem ser descritas separadamente. As vértebras torácicas As vértebras torácicas têm um tamanho intermediário entre as cervicais e lombares, proporcionando uma transmissão gradual das pequenas vértebras cervicais para as lombares, elas se diferenciam pela presença de facetas nos lados do corpo, para articulação com as cabeças das costelas e nos processos transversos. As vértebras lombares São os maiores da parte móvel da coluna vertebral e podem ser identificadas pela ausência de um forame no processo transverso e de facetas nos lados do corpo, forame vascular para a veia basivertebral é maior do que nas outras vértebras, o corpo é grande, mais largo no sentido transversal, e um pouco mais espesso ventralmente. As vértebras sacrais e coccigeas

25 35 São constituídas de nove segmentos separados que, no adulto, unem se para formar dois ossos, cinco entrando na formação do sacro e quatro no cóccix. O sacro é um osso grande e triangular situado na parte dorsal da pelve, sua base articula se com a ultima vértebra lombar e seu ápice com o cóccix Medula espinhal e meninges A medula espinhal, mede cerca de 45 cm de comprimento, estende-se desde o forame magno até a parte superior da região lombar. Ela termina mais frequentemente ao nível do disco entre a primeira e a segunda vértebra lombar, porém varia desde o disco da 12 vértebra torácica e primeira vértebra lombar. Abaixo desde nível, o canal vertebral é formado pelas meninges e pelas raízes nervosas espinhais. Um cordão fibroso, fino e brilhante, que leva o nome de filamento terminal, continua em direção inferior a partir da medula espinal como uma continuação da pia-máter ( O RAHILLY,1988, p.530) Os movimentos da coluna vertebral De acordo com Kisner e Colby (2005), o movimento da coluna vertebral é descrito tanto globalmente quanto em suas unidades funcionais ou segmentos móveis. Segundo ele a unidade funcional é composta por duas vértebras e as articulações entre elas. Em geral, o eixo de movimento de cada unidade fica no núcleo pulposo do disco intervertebral. Como a coluna pode se mover de baixo pra cima e de cima para baixo o movimento da unidade funcional é definido com o que ocorre com a porção anterior do corpo da vértebra superior. O autor chama a atenção para a classificação dos movimentos da coluna vertebral da seguinte maneira:

26 36 Movimento no plano sagital: Flexão e Extensão Movimento no plano frontal: Flexão lateral para a esquerda ou para a direita. Movimento no plano transverso: A rotação para a direita resulta no movimento relativo do corpo das vértebras superiores para a direita e seu processo espinhoso para esquerda, ocorre o oposto com a rotação para a esquerda. Separação/compressão: ocorre separação ou aproximação por meio de uma força longitudinal, seja afastando - se dos corpos vertebrais seja indo em direção a eles. Atrito lateral: ocorre quando o corpo da vértebra superior faz translação para os lados sobre o corpo da vértebra de baixo. Atrito antero- posterior: : ocorre quando o corpo da vértebra superior faz translação para frente ou para trás sobre o corpo da vértebra de baixo. De acordo com Marques (2003) Os Ângulos Articulares da Coluna Vertebral lombar são divididos da seguinte forma: Movimento Coluna vertebral lombar (graus) Flexão 0 95 Extensão 0 35 Flexão lateral 0 40 Rotação 0 35

27 Articulações e ligamentos da coluna vertebral As articulações da coluna vertebral contam de uma série de sínfises entre os corpos vertebrais, que são as articulações dos corpos vertebrais ou ligamentos intercentrais, essas articulações entre o corpo das vértebras, são sínfises, e entre cada duas vértebras observam apenas pequenos movimentos A articulação da coluna vertebral consta também de uma série de junturas entre os arcos vertebrais, que são as junturas entre os processos articulares das vértebras que pertencem a variedade das articulações por deslizamento e são envolvidas por cápsulas revestidas por membrana sinovial. Os ligamentos dessa articulação são os seguintes: ligamento longitudinal anterior, ligamento longitudinal posterior e discos intervertebrais. (GRAY, 1988, p ). Ligamento interespinhoso: entre cada apófise espinhosa anteriormente. Ligamento supra espinhoso: entre cada apófise espinhosa posteriormente. Ligamento intertransversário: entre os tubérculos acessórios das apófises transversas, de ambos os lados. Ligamento amarelo: unindo as lâminas. Ligamento ântero interno: unindo também as lâminas, porém recoberto pelo ligamento amarelo ( MOORE E DALLEY, 2007, P.464

28 MÚSCULOS De acordo com Smith e colaboradores (1997), os músculos da coluna vertebral são divididos em anteriores, posteriores e laterais: Anteriores Reto do abdômen É um músculo superficial e consiste em duas partes, uma de cada lado da linha alva, são elas as fixações proximais que consistem em processo xifóide do esterno e cartilagens costais adjacentes e as fixações distais que são os ossos púbicos. A sua função é a flexão do tronco. Oblíquo Interno Pertence à segunda camada da parede abdominal, o músculo estende se essencialmente sobre a mesma área que o externo, mais as suas fibras cruzam as do externo. A sua função é a contração unilateral causando encurvamento lateral e rotação do tronco com o ombro oposto para frente. Oblíquo Externo Constitui a camada superficial da parede abdominal. Ele esta localizado lateralmente ao reto do abdome e cobre a região anterior e lateral do abdome. A sua função é causar contração

29 39 unilateral produzindo rotação do tronco para o lado oposto e encurvamento lateral para o mesmo lado. Transverso do abdômen Compõe a camada mais interna da parede abdominal, esse músculo foi chamado de músculo espartilho porque envolve a cavidade abdominal como um espartilho, a direção das suas fibras é transversal. Sua função é a compressão abdominal. Posteriores Eretores da espinha Um grande número de músculos espinhais leva este nome, estes músculos são constituídos do sacro ao occipício. Sua função é a extensão vertebral ou prevenção da flexão, eles recebem o nome de mediais a laterais mais não estão todos representados em cada região. Multifido São compostos de fascículos a partir de um tendão comum nos processos espinhosos, que cruzam dois a quatro segmentos para fixar se distalmente nos processos transversos na região torácica, nos processos mamilares das vértebras na região lombar, na crista ilíaca e no sacro. Transversos espinhais

30 40 Os músculos transversos espinhais são múltiplos pequenos músculos entre os processos transversos ou espinhosos, ou ambos, com fascículo, cruzando um a cinco segmentos vertebrais. Os músculos intertransversais fixam-se entre processos transversos adjacentes, e os músculos interespinhais fixam-se entre os processos espinhosos em cada lado dos ligamentos, a função desses músculos é teorizada a partir das suas linhas mecânicas de tração como flexão lateral e extensão do tronco. Laterais Quadrado Lombar O quadrado lombar é um músculo grande na parede abdominal posterior entre o psoas maior e o eretor da espinha. O músculo fixa-se na crista do ílio lateral as fixações do eretor da espinha e envia fixações a 12 costela e aos processos transversos. Sua função é a depressão da 12 costela e flexão lateral do tronco. Na posição ereta, flexão lateral do tronco para o lado oposto ocorre com uma contração excêntrica do quadrado lombar ipsilateral. Iliopsoas Embora esse músculo esteja situado quase que totalmente na cavidade abdominal é considerado com um músculo motor do quadril. Sua função é de executar a inclinação lateral da coluna, para o mesmo lado, rotação da coluna para o lado oposto da contração, flexão da coluna toracolombar sobre a pelve e flexão e adução do quadril.

31 Discos intervertebrais Para Gray (1988, p.253), os discos intervertebrais são chamados de amortecedores da coluna vertebral por absorverem os impactos, esses discos possuem uma substância macia e gelatinosa, muito rica em água dentro de uma estrutura mais rígida, com o passar do tempo podem acontecer desgastes nessa região tornando ela mais susceptível a lesões, dores e até mesmo incapacidades. O autor complementa dizendo que o funcionamento normal da coluna vertebral depende em grande parte das estruturas dos discos. Propriedades mecânicas dos discos intervertebrais. Essas estruturas são constituídas de tecido conjuntivo e unem corpos vertebrais adjacentes desde a segunda e terceira vértebras cervicais até a quinta vértebra lombar e sacro. As regiões da coluna cervical e da coluna lombar são as que possuem maior mobilidade, por isso são mais susceptíveis a problemas. 2.3 ENVELHECIMENTO DOS DISCOS INTERVERTEBRAIS Com a idade, os núcleos pulposos desidratam e perdem uma substância chamada de elastina e proteoglicanas, enquanto ganham colágeno. Consequentemente os discos perdem seu turgor, tornando - se mais rígidos e mais resistentes a deformação, a medida que o núcleo desidrata e ganha colágeno, as duas partes do disco parecem fundir - se, pois a distinção entre elas torna - se cada vez menor. Com o avanço da idade, o núcleo torna se seco e granular e

32 42 pode desaparecer completamente com uma formação distinta, sendo assim, o anel fibroso assume uma parte cada vez maior da carga vertical e das tensões e sobre cargas que vem com ela. As lamelas do anel se espessam com a idade e frequentemente desenvolvem fissuras e cavidades ( MOORE E DALLEY, 2007, P.461).

33 PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL Com o passar do tempo e com a vida que levamos hoje em dia é muito comum o aparecimento de patologias nessa região, essas, podem ocorrer por problemas nos ossos ou em qualquer uma das partes da coluna que são responsáveis por alguma função. Dentre elas podemos citar a hérnia de disco, degenerações de vértebras, discos intervertebrais, ligamentos, desvios nas curvaturas normais, escoliose, lordose, dorso plano, cifose, espondilose, estenose espinal, discos herniados, espondilite anquilosante, espondilolise, espondilolistese, osteoporose e a síndrome do desfiladeiro torácico (LIPPERT, 2008, p.171).

34 LOMBALGIA A lombalgia consiste em uma dor no trato lombar inferior ou na passagem lombossacral, às vezes associada a alguma irradiação da face posterior da coxa ou nádegas. As regiões da lombar sofrem pressão constantemente, por causa da má postura fazendo com que a região lombar seja o centro de gravidade do corpo. Essas alterações ficaram mais acentuadas nos últimos séculos em que o homem passou a trabalhar utilizando o corpo como uma alavanca e adotando a posição sentada para a maioria das atividades de vida diária. Durante esses anos foram desenvolvidos distúrbios musculoesqueléticos através da utilização incorreta da posição humana, nos quais se destacam as lombalgias (TRIBASTONE, 2001, p.318). De acordo com More e Dalley (2007, p.439) pelo menos 10% da população procura um médico ou um fisioterapeuta anualmente por causa da lombalgia ou dor nas costas. Segundo o autor, dor nas costas é um termo inespecífico usado para descrever a dor na região do dorso, mais de 80% das pessoas se queixam de dor nas costas ao longo da vida, a queixa mais comum acontece entre os 30 a 70 anos de idade. Essas dores lombares podem ser agudas, ou seja, ter um início súbito e duração inferior a seis semanas, pode ser também subagudo tendo duração entre seis a doze semanas ou crônicas ultrapassando as 12 semanas. Quanto à evolução, podem ser persistentes, episódicas ou recorrentes, podem ser inespecíficas ou específicas. A lombalgia de causa inespecíficas é a mais comum, correspondente a dor mecânica de origem músculo esquelética, podendo ser aguda ou insidiosa e estar relacionada a sobrecargas mecânicas ou não ter causa especifica. Localiza - se na região lombar e pode irradiar - se para a região glútea e coxa, a dor pode variar de acordo com a atividade física,

35 45 estresse emocional ou com o passar do tempo períodos de acalmaria e agravamento. Já a lombalgia de causa mecânica ocorre devido a esforços físicos ou da adoção de postura inadequada e pode ser aliviada com um simples repouso, geralmente é causada por anormalidades dos músculos lombares, glúteos ou abdominais (TEIXEIRA, 2006, P.483).

36 Fatores e Elementos Predisponentes da lombalgia Cossermelli (2000, p ) descreve vários fatores que foram assinalados para a eclosão da sintomatologia. 1. Congênitos Forma e tamanho do canal espinal; Encurtamento de membro inferior; Hipermobilidade da coluna; Segmentos ósseos anormais com instabilidade funcional 2. Adquiridos Sobrecarga mecânica normal em estruturas degeneradas ou menos aptas para o trabalho; Sobre carga mecânica excessiva sobre estruturas normais; Fatores ocupacionais (trabalho pesado, posturas prolongadas, lixeiros, etc); Obesidade Outras enfermidades da coluna. 3. Outros É controverso o papel da analgesia peridural e a ocorrência da lombalgia pós puerperal; Menstruação; Osteoporose, atuando pelos fatores hormonais;

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