ESPONDILITE ANQUILOSANTE EM PACIENTE DO SEXO FEMININO: RELATO DE CASO

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1 ESPONDILITE ANQUILOSANTE EM PACIENTE DO SEXO FEMININO: RELATO DE CASO Carlos Vinícius Lessa 1, Pollyanna da Costa Araújo 1, Renato Alves Sandoval 2 1. Fisioterapeutas 2. Fisioterapeuta, Mestre em Fisioterapia UNITRI, Prof. do Curso de Fisioterapia da Universidade Católica de Goiás. Contato: Resumo (MAIÚSCULA): o objetivo deste estudo foi relatar o caso de uma paciente do sexo feminino portadora de espondilite anquilosante baseado em experiências relatadas pela mesma, levando em consideração as manifestações clinicas, evolução da doença no decorrer dos anos e situação atual da paciente e da doença. Palavras Chave: espondilite anquilosante, coluna em bambu, espondiloartropatia, sexo feminino COLOCAR EM ORDEM ALFABÉTICA. Abstract: the objective this study was to give an account of the case of an patient of sex feminine bearer of ankylosing spondylitis to be based on experience an account for same, to take into account to display clinical, devolopment of diseases to passe the years and situation present of patient and of diseases. Key words: Ankylosing Spondylitis, Column bamboo, Espondiloarthropathy, Sex feminine. INTRODUÇÃO OS AUTORES DEVEM VIR EM LETRA MINÚSCULA, APENAS AS PRIMEIRAS LETRAS DEVEM SER MAIÚSCULA. EX. Santos et al., Entre as principais doenças inflamatórias da coluna vertebral destacam-se as espondiloartropatias que incluem um grupo de doenças relacionadas entre si, que apresentam peculiaridades epidemiológicas, imunogenéticas, clínicas, radiológicas e anátomo patológica que possibilitam sua caracterização em entidades clínicas bem definidas (SANTOS et al., 2005). Dentro desses grupos estão: artrite reativa, artrite psorítica, artrite de doenças inflamatórias intestinais, as formas indiferenciadas e as espondiloartropatias juvenis, daremos maior ênfase neste trabalho ao protótipo do grupo das espondiloartropatias ou espondilite anquilosante (EA) (Santos et al., 2005). A EA é uma doença inflamatória crônica sistêmica que acomete preferencialmente a coluna vertebral, podendo afetar também as articulações periféricas (ombros e coxofemorais), apresentando envolvimento simétrico das articulações sacroíliacas, podendo irradiar para

2 virilha e face posterior da coxa simulando uma dor ciática que pode intensificar após algum esforço físico, a tosse ou espirro (DELFINO et al., 2005). A etiologia ainda é desconhecida tendo uma prevalência de sete homens para uma mulher, com incidência na população geral de seis para dez mil habitantes, apresentando caráter autossômico, com cartilagens fibrosadas e ossificadas. Apesar da etiologia desconhecida a EA possui um padrão genético com a existência de um marcador denominado HLA-B27, que está presente na maioria dos indivíduos afetados, tornando essas pessoas predispostas a doença (RAMALHO et al., 1989). Em alguns casos, a doença ocorre em indivíduos após serem acometidos de uma infecção intestinal ou urinária. A lombalgia é a queixa mais comum e a mais precoce, descrita como dor em peso, de difícil localização, o começo é insidioso e piora depois do repouso. Meses depois se torna persistente com sensação dolorosa difusa na região lombar baixa (CARVALHO et al., 1988). Na EA o processo inflamatório acomete as articulações interapofisarias posteriores, cartilagíneas, a inserção dos tendões e ligamentos no periósteo, ossificação subligamentar em qualquer região da coluna, em especial na transição dorso lombar, dando origem a sindesmófitos (MELO & CHARELO, 2005). Existem vários aspectos a ser analisados para o seu diagnóstico, que constituem os critérios de New York, modificados: 1) Dor lombar, por um mínimo de três meses, que piora com o repouso e melhora com exercícios; 2) Limitação dos movimentos da coluna lombar nos planos frontal e sagital; 3) Redução da expansibilidade torácica; 4) Sacroileíte bilateral, com ou sem anquilose; 5) Sacroileíte unilateral (MELO & CHARELO, 2005). O quadro clínico pode apresentar ainda, espondilosediscite encontrada em 5 a 6% dos casos e mais raramente a mielopatia, a fratura vertebral na região cervical e lesão crônica de cauda equina. Entre as manifestações extra articulares citamos: acometimento ocular, com uveíte anterior aguda que ocorre em 25 a 30% dos pacientes, podendo inclusive preceder o quadro articular ou manifestar-se em períodos de inatividade clinica. O envolvimento cardíaco é observado em 1% dos casos, sob forma de distúrbios da condução átrio ventricular e acometimento da aorta, junto a válvula aórtica, quanto aos pulmões, raramente ocorre fibrose apical e cavitação pulmonar por aspergilose. Lesões da mucosa intestinal podem ocorrer, sendo evidenciadas pela coloscopia. Amiloidose nos casos de longa evolução, particularmente a nefropatia (lesão dos rins) por Iga. No aparelho urogenital constata-se prostatite e insuficiência renal progressiva geralmente em conseqüência de medicamentos usuais. As manifestações neurológicas

3 decorrem das lesões vertebrais destrutivas provocando compressões com inflamação ocasionando dor localizada e a síndrome da cauda equina, processo inflamatório com dores nas faces internas da coxas e pernas e incontinência fecal e urinária. As inflamações atingem o disco intervetebral e a periferia do anel fibroso que se estende a outras vértebras e a cicatrização por fibrose e calcificação une os corpos vertebrais formando sindesmófitos. A calcificação dos ligamentos longitudinais anteriores e posteriores, qualquer região da coluna vertebral, determina total soldadura formando a Coluna em Bambu. A inflamação da borda anterior da vértebra torna a superfície plana ficando a vértebra quadrada (VEIGA, 2005). A severidade do envolvimento articular e o grau de sintomas sistêmicos pode variar enormemente de um indivíduo para outro. Um diagnóstico precoce e preciso, levando ao tratamento correto pode minimizar anos de dor e inaptidão. Este consiste em antiinflamatório não hormonais, dos quais a indometacina é um dos mais eficazes, ás vezes, corticosteroides e principalmente de medicamentos de base como a Sulfazalasina e o Metrothexate, que ajudarão no controle da evolução da doença. Exercícios são essenciais, especialmente se iniciados precocemente e de modo constante, e vão manter a flexibilidade e tonicidade muscular. Exercícios aeróbicos auxiliam na qualidade cardio-pulmonar, sendo a natação o mais indicado, especialmente se associado a alongamentos (REZENDE, 2005). A osteotomia cervical para correção da cifose nos portadores de EA, apesar de ser um procedimento de risco, é perfeitamente realizável, desde que, o cirurgião esteja atento aos detalhes, as complicações podem ser evitadas e o uso de anestesia local garante a segurança (VIALLE et al., 1993). Preconiza-se o tratamento pela imunoestimulação com a vacina Antibrucélica para eliminar as inflamações e os sintomas decorrentes, principalmente as dores. É muito importante o diagnóstico precoce para começar o tratamento antes das calcificações, soldaduras e lesões irreversíveis (VEIGA, 2005). O paciente deve colaborar seguindo as indicações e os esquemas de doses apropriadas, quando houver angustia, depressão, irritabilidade e outros sintomas causados pelo sofrimento e pela incerteza demonstrar a eficiência do tratamento com a possível regressão dos sintomas. É conveniente corrigir obesidade, evitar o uso do álcool e do fumo, deitar em colchão duro na posição reta, sem travesseiro para não flexionar a cabeça. É necessário associar a fisioterapia com calor profundo para diminuir as contrações e espasmos musculares provocando relaxamento, redução da rigidez, e aumento da elasticidade com exercícios terapêuticos orientados para fortalecer os músculos que se opõem a direção das deformidades. É necessário desenvolver a musculatura paravertebral e cervical, como também aumentar os

4 movimentos de distensão da coluna lombar, coxo femorais, flexão lateral, expansão torácica e exercícios aeróbicos (VEIGA, 2005). Deve ser evitado o repouso prolongado, preferindo atividades de lazer e profissionais que façam movimentos usando amplitude máxima permitida pelas articulações, precedidas de calor. É aconselhável a natação com alongamento, em piscina aquecida para relaxamento muscular, aproveitando-se para intensificar os movimentos respiratórios, sendo o nado de peito o mais indicado (REZENDE, 2005). Um estudo feito em 30 pacientes, 23 eram naturais de Pernambuco, seis haviam nascido em outros estados brasileiros e um era natural de Angola. A média de idade foi de 29,6 anos, variando entre 10 e 59 anos. Dos trinta doentes, 25 eram do sexo masculino (83,3%) e cinco do sexo feminino (16,6%). O antígeno HLA-B27 foi encontrado em 66,6% dos casos. A positividade para o HLA-B27 foi de 68% entre os homens e de 60% entre as mulheres. Sessenta por cento dos pacientes eram da raça branca, sendo os 40% restantes pardos ou negros (RAMALHO et al., 1989). Em outro estudo feito com uma amostra de 14 pacientes portadores de (EA) atendidos no hospital das clinicas da FMRP-USP e 30 familiares de 1 grau foi constatado que 47% dos familiares apresentavam dor lombar e 20%, evidências radiológicas de sacroileíte bilateral. O diagnóstico de espondilite anquilosante foi confirmado em 13% dos familiares. O HLA-B27 estava presente em 60% dos familiares estudados. Portanto, a avaliação de familiares de primeiro grau de pacientes portadores de (EA) pode revelar formas paucissintomáticas ou subclínicas da doença (VIEIRA, ELIAS JUNIOR & VOLTARELLI, 2002). Este trabalho justifica-se por apresentar um relato de caso de uma paciente do sexo feminino com espondilite anquilosante, sendo que esta doença em mulheres apresenta um caráter de raridade. O objetivo principal do estudo foi de relatar um caso de espondilite anquilosante em uma paciente do sexo feminino. MATERIAL E MÉTODOS Este trabalho consiste em um relato de caso da paciente A.C.B.A, 42 anos, sexo feminino, brasileira, casada, branca com diagnóstico de espondilite anquilosante a cerca de 20 anos com tratamento apenas medicamentoso. O relato consistiu da história da doença, suas complicações articulares e extra articulares, seus déficits motores e funcionais, como a doença prejudicou a vida da paciente

5 tanto no contexto psicológico como social, quais as lembranças emocionais do transcorrer da doença e como essas lembranças dificultam no tratamento. As informações foram colhidas através de entrevista pessoal, com perguntas e respostas diretas e anotação das respostas pelos terapeutas. RELATO DE CASO Paciente A.C.B.A. sexo feminino, 42 anos de idade, branca, natural de Ipameri GO, casada, mãe de duas filhas, exerce a profissão de técnica de laboratório. Na época da entrevista o exame físico da paciente apresentava: 48 kg, 1,52 m, pressão arterial 100/80mm/hg, freqüência cardíaca repouso 50 bpm e freqüência respiratória 15 ipm. Paciente longilínea, pele elástica, hiperextensível, tanto em extremidades, quanto em tronco; presença de cicatriz cirúrgica em membro inferior esquerdo, escoliose lombar discreta, cifose torácica, retroversão pélvica, joelho valgo e pés planos. Teve início do quadro aos 22 anos de idade com sintomas de dor cansada na perna direita que depois se alternava entre direita e esquerda (SIC). A paciente não procurou tratamento e a dor perdurou por mais 2 meses até que resolveu procurar auxilio médico. Neste primeiro momento procurou um clinico geral e ortopedistas iniciando tratamento medicamentoso contínuo mas sem alívio dos sintomas. A dor aumentava gradativamente irradiando para a região plantar do pé esquerdo que apresentava edema com cacifo e severa restrição de movimento. A paciente deu continuidade ao tratamento medicamentoso sem sucesso, passado um ano a dor era generalizada pelo corpo todo principalmente na região sacroiliaca, membros inferiores e esterno. Com as dores cada vez mais intensas passou a apresentar marcha antálgica e com o passar do tempo necessitou de auxilio de terceiros para locomoção e atividades de vida diária. Ainda sem diagnóstico, começou apresentar dificuldade respiratória principalmente por falta de expansibilidade da caixa torácica. Todos os exames solicitados como RX e hemograma foram considerados pelos médicos como normais e que era melhor ela permanecer em casa para esperar um milagre (SIC). Após 8 meses do quadro inicial, a paciente encontrava-se acamada e com um péssimo prognóstico, foi então indicada por um parente, a procurar um reumatologista, que

6 diagnosticou a doença como espondilite anquilosante (EA) e na época era o segundo caso no sexo feminino no estado de Goiás. Após o diagnóstico iniciou um novo tratamento medicamentoso. Mesmo assim a doença evoluiu provocando um crescimento ósseo anormal na região inferior do arco longitudinal medial do pé, com isso, ocasionando o aplainamento do pé (pé plano), e uma musculatura anormal na região do calcaneo. Para a retirada desse osso e músculo foi realizada uma cirurgia e tratamento com Indocid 50mg, ocorrendo um período de estabilização da doença. Com o decorrer dos anos, a paciente relata ter aprendido a conviver com a doença e a dor. Após dez anos de uso de Indocid, este já não fazia tanto efeito, então procurou novamente o reumatologista que prescreveu a sulfassalazina 500mg e fisioterapia continua para o melhor desenvolvimento de suas atividades cotidianas. A função hepática e renal são monitoradas constantemente pois a medicação pode afeta-las (SIC). A doença a principio foi prejudicial na vida da paciente que se sentia inútil, incapaz e passando muita dificuldade financeira, não conseguia trabalhar e até para pagar a consulta não tinha dinheiro. Sentia um peso enorme nas costas de se sentir totalmente dependente e os médicos sempre com diagnóstico de doença incurável e que não tinha jeito algum para o problema (SIC). Eu era um ser vivo que dependia para tudo um corpo em cima da cama assistindo as pessoas ir e vir. A terra fugiu dos meus pés quando escutei minha mãe discutir com meu pai que era alcoólatra. Nessa discussão escutei minha mãe pedir para ele parar de se embriagar, pois sua filha estava para morrer a qualquer momento e ele não iria mais vê-la. Um certo dia pedi para meu marido comprar um remédio e ele respondeu: não casei com uma mulher mas com uma farmácia, assim não faço nada na vida a não ser cuidar de você. Minhas filhas eram o único incentivo de viver com saúde. Hoje já me sinto melhor mas a carga de toda a minha historia ainda cai sobre meus ombros, e tenho dificuldades em esquecer todo esse ciclo da doença que me abalou bastante. CONSIDERAÇÕES FINAIS Esse trabalho objetivou relatar as características clinicas e imunogênicas causadas pela EA em uma paciente com o diagnóstico preestabelecido, mostrando suas limitações no inicio da doença, avaliação, baseadas nas informações dadas pela mesma onde permitiu o diagnóstico baseado critérios modificados de Nova York.

7 Segundo a literatura, a EA ocorre principalmente em indivíduos caucasianos, possivelmente pela maior incidência de HLA-B27. E a relação entre homens e mulheres e de 7:1 sendo considerado como raridade o acometimento dessa doença em mulheres, um dado que foi levado em consideração para a escolha do caso a ser relatado. No início de sua enfermidade a paciente, A.C.B.A, passou por muitas dificuldades tanto na sua vida pessoal como social devido a fortes dores que sentia e que a limitavam muito e sem um diagnóstico preciso do que realmente estava lhe acontecendo ficou sofrendo por dois anos até iniciar um tratamento medicamentoso após consulta com um clinico geral onde foram solicitados exames tais como Rx e exame sangüíneo que foram considerados normais, dificultando ainda mais a se ter um diagnóstico real da doença. A paciente utilizou por um ano os medicamentos receitados pelo médico e não obteve resultado satisfatório. Com isso a evolução de doença tomou maiores proporções que levou a paciente a ter dor por todo o corpo e com maior incidência na região sacrilíaca e membros inferiores. Com um quadro bastante debilitado sem nenhuma esperança resolveu procurar um reumatologista que solicitou uma nova bateria de exames e com o resultado dos exames pode se confirmar o diagnóstico de EA, iniciando um novo tratamento medicamentoso e indicação de fisioterapia. Para que se tenha melhor resposta com tratamento medicamentoso e fisioterápico é necessário que se tenha um diagnóstico rápido e preciso sobre a doença onde possamos ter um melhor acompanhamento da evolução da doença, tentando minimizar a dor e os transtornos provenientes dela, seja de cunho psicológico ou mesmo das limitações que a paciente teve ao longo dos anos. Acreditamos que se a prática fisioterápica tivesse sido adotado pela paciente desde o inicio dos sintomas teria sido minimizado as dores causadas pela doença e retardo do comprometimento articular. A fisioterapia e essencial para o tratamento de pacientes com EA e tem como objetivo o alívio a dor, mobilização das articulações afetadas, minimizar a deformidade e reassumir a forma física. O alivio da dor e do espasmo muscular pode ser obtido com a aplicação de calor e a restauração da mobilidade vem sido obtidos com eficiência satisfatória pela hidroterapia. REFERÊNCIAS

8 CARVALHO, M. A. P. et al. Espondilite Anquilosante Juvenil: apresentação de 12 pacientes. Rev. Bras. Reumatol. v 28, n 4, jul/ago, 1988.FOLHA TOTAL DELFINO, H. L. A.; RODRIGUEZ-FUENTES, A. E.; PIOLA, F. P.; Tratamento Cirúrgico da Cifose Patológica FOLHA TOTAL MELO, M. C. B. F.; CHARELLO, R. R. Intubação Traqueal em Pacientes Acometido de Espondilite Anquilosante. Instituto de Neurologia de Curitiba, Hospital Ecoville, Curitiba, Paraná, FOLHA TOTAL RAMALHO, E. S. et al. Espondilite Anquilosante: estudo epidemiológico em trinta casos. Rev. Bras. Reumatol. v 28, n 1, jan/fev, FOLHAS REZENDE, M. C. O Papel do Reumatologista Tratando EA. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Disponível em: Acesso em SANTOS, C. J.; FORTUNA, A. O.; FORTUNA, A. Espondilite Anquilosante: um caso difícil uma solução fácil FOLHA TOTAL VEIGA, G. Espondilite Anquilosante: novo tratamento imunoestimulante. Associação Brasileira de Medicina Complementar. Disponível em Acesso em VIALLE, L. R. et al. A Osteotomia Cervical na Espondilite Anquilosante sob Anestesia Local. Rev. Bras. Ortop - Vol. 28, Nº 3 Março, PÁGINAS VIEIRA, R. M. R. A.; ELIAS JUNIOR, J.; VOLTARELLI, J. C. Espondilite Anquilosante: investigação familiar de aspectos clínicos, imunogenéticas e radiológicas. (Dissertação). Ribeirão Preto, PÁGINA TOTAL.

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