UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA ESTUDO COMPARATIVO DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM HÉRNIA DISCAL LOMBAR ATRAVÉS DE DOIS PROTOCOLOS DE TERAPIA MANUAL CASCAVEL- PR 2004

2 LUIZ HENRIQUE NATALI ESTUDO COMPARATIVO DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM HÉRNIA DISCAL LOMBAR ATRAVÉS DE DOIS PROTOCOLOS DE TERAPIA MANUAL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Estadual do Oeste do Paraná Campus Cascavel como requisito parcial para obtenção do título de Graduação em Fisioterapia. Orientador: Prof. Msc. José Mohamud Vilagra CASCAVEL 2004

3 TERMO DE APROVAÇÃO LUIZ HENRIQUE NATALI ESTUDO COMPARATIVO DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM HÉRNIA DISCAL LOMBAR ATRAVÉS DE DOIS PROTOCOLOS DE TERAPIA MANUAL Trabalho de Conclusão de Curso aprovado como requisito parcial para obtenção do título de Graduado em Fisioterapia, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Profª. Josiane Rodrigues da Silva Coordenadora do Curso BANCA EXAMINADORA... Orientador: Prof. Msc. José Mohamud Vilagra Colegiado de Fisioterapia - UNIOESTE... Prof. Mário José de Rezende Colegiado de Fisioterapia - UNIOESTE... Prof. Rodrigo Genske Colegiado de Fisioterapia - UNIOESTE Cascavel, 10 novembro de 2004.

4 AGRADECIMENTOS A meu papai do céu Por ter me dado paciência, força de vontade, perseverança nos momentos de dificuldades, pela companhia que me fez nestes anos de solidão, por ser uma mão certa que sempre me ajudou nos momentos mais difíceis de minha vida, por ter me proporcionado a passagem por mais um obstáculo e a conquista de mais um sonho. A meus papais Por sempre terem me apoiado independentemente da escolha e dos caminhos que fosse tomar, por sempre terem me dado apoio, carinho, amor, educação e forças para buscar meus sonhos e seguir meus ideais, por serem meu espelho e minha vida. A TaTa e o Nel Por serem um pedaço de mim que infelizmente não puderam estar a meu lado fisicamente mais estavam comigo em todos momentos de minha vida mesmo que apenas em meu coração. Por trazerem a nossa família, o Mauricião e a Claudia, duas pessoas muito especiais que junto com eles me deram meus maiores presentes: O Vi, o Biel, o Pedrão e a Juliana. A minha namorada Por ser minha companhia constante e meu bebezinho, não só como minha namorada mas também como minha amiga, em váááááários dias difíceis de saudade e solidão. Aos meus amigos Obrigado por tudo! Obrigado aos meus irmãos de cascavel: João, Le, Leandro, Rafa, Rodrigo, Simone, Thiago, e todos outros que foram minha família aqui. Ao meu orientador Obrigado pela paciência e por ter me estimulado e gasto seu tempo durante diversas vezes durante a elaboração, realização e conclusão deste trabalho.

5 DEDICATÓRIA A memória de minha vózinha que lá de cima olha e cuida de mim em todos os dias e momentos de minha vida.

6 RESUMO Quando um disco intervertebral se salienta posteriormente ao anel fibroso tem-se uma hérnia discal, causando esta consequentemente um quadro doloroso. Este estudo abordou o efeito analgésico de duas técnicas de terapia manual. Analisou-se os efeitos de técnicas osteopáticas (TO), comparando-as com o efeito da reeducação postural global (RPG), sobre o quadro doloroso de indivíduos com hérnias discais lombares, visto que problemas discais possuem uma alta incidência na população em geral. Teve como seu objetivo principal verificar se a RPG possui efeito analgésico igual, superior ou inferior em relação as TO. Participaram da pesquisa seis (6) pacientes do sexo feminino, com quadro álgico sendo este graduado na avaliação e reavaliação, através da escala analógica visual de dor (V AS). As participantes foram divididas em dois grupos de tratamento, um de RPG e outro de TO. Foram dezesseis sessões, duas vezes semanais. O tratamento de RPG era realizado através da postura de Rã no ar enquanto as TO eram compostas de liberações musculares, mobilização sacroilíaca e tração mecânica. Para a análise descritiva, foram utilizados os resultados individuais e entre os grupos onde constatou-se que, ambos os tratamentos são eficazes para diminuição do quadro doloroso, porém ocorre uma vantagem das TO em relação à RPG não estatisticamente comprovado. As pacientes que passaram pelo tratamento por TO obtiveram uma melhora de 95,83% sobre o quadro doloroso sendo esta superior e melhor enquanto a RPG promoveu uma melhora de 58,33%, consequentemente ambas técnicas promoveram uma melhor qualidade de vida as pacientes tratadas. Palavras-chave: Hérnia Discal, Terapia manual e Fisioterapia.

7 ABSTRACT This study it approached the effect analgesic of Osteopáticas Techniques (TO), comparing them with the effect of Reeducação Postural Global (RPG) in individuals with hernias to discal lumbar, since problems you dial in general possess one high incidence in the population. It had as its main objective to verify if the RPG possess equal, superior or inferior effect analgesic in relation to in patients with lumbar discal hernia. The collection of data was carried through in the clinical school of phisioterapy of the State University of the West of the Paraná-UNIOESTE, where they had been selected patient with diagnosis of lumbar discal hernia, all of the list of wait of atendimentos of the clinical related one. They had participated of the research properly said, individuals that presented diagnosis of lumbar discal hernia, with pain, later graduated through the visual analogous scale of pain (VAS), in the evaluation and reevaluation of the patient, to the end of the treatment. The sample was composed for six (6) patients, divided in two groups of treatment, one of RPG and another one TO. All six (6) patients had participated of the research until the end. To sessions, two weekly times had all been sixteen. For the descriptive analysis, the individual results and between the groups had been used where it evidenced that, both the treatments are efficient for diminuiçao of the painful picture, however an advantage of You in relation to the RPG occurs. The patients who had passed for the treatment for to had gotten a 94,83% improvement on the painful picture while the RPG promoted a 58,33% improvement. Key-words: discal hernia, Osteopáticas Techniques e physioterapy.

8 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS e FOTOS... 9 LISTA DE QUADROS LISTA DEGRÁFICOS LISTA DEABREVIATURAS INTRODUÇÃO ustificativa Objetivos FUNDAMENTAÇÃO 18 TEÓRICA Anatomia Características Regionais das Vértebras AsVértebras Curvaturas da Coluna Vertebral Disco intervertebral Ligamentos Músculos Principais Músculos com Influência na Região Lombar Biomecânica Hérnia Discal Dor e Hérnia Avaliação do Paciente com dor Medida da Intensidade da dor Diagnóstico Tratamento Tratamento Clínico Tração Reeducação Postural Global TécnicasOsteopáticas METODOLOGIA População e Amostra Critérios de Inclusão e Exclusão Coleta de Dados Grupo de Técnicas Osteopáticas Grupo de Reeducação Postural Global Análise dos Dados RESULTADOS DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIA 83 BIBLIOGRÁFICA... 8 APÊNDICES... 86

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Seção longitudinal da coluna/disco Intervertebral Figura 2 Corte transversal do disco intervertebral Figura 3 Demonstra de forma ilustrativa a escala análoga visual da dor, utilizada na avaliação e reavaliação... 50

10 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Grupos e idades Quadro 2 Escala de VAS antes e depois do tratamento Quadro 3 ADM antes e depois do tratamento ARTIGO 10

11 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Pacientes com 40 anos ou mais Gráfico 2 Escala de VAS -TO Gráfico 3 Melhora dos pacientes Grupo deto Gráfico 4 Melhora dos pacientes Grupo deto Gráfico 5 Escala de VAS - RPG Gráfico 6 Melhora da flexão de tronco - Ambos grupos Gráfico 7 Melhora da extensão de tronco - Ambos grupos Gráfico 8 Ganho de ADM em extensão - grupo RPG Gráfico 9 Ganho de ADM em extensão - grupo TO Gráfico 10 Ganho de ADM em flexão - grupo TO Gráfico 11 Ganho de ADM em flexão - grupo RPG... 77

12 1 INTRODUÇÃO Dor lombar, ou lombalgia é uma das grandes aflições humanas. A coluna lombar fornece suporte para a parte superior do corpo e transmite o peso dessa área para a pelve e os membros inferiores. Em virtude da localização estratégica da coluna lombar, esta estrutura deve ser incluída em qualquer exame da coluna como um todo, ou em qualquer exame das articulações do quadril e/ou sacroilíaca (MAGEE, 2002). A dor lombar pode ser causada por várias entidades nosológicas e modificadas por transtornos psicossociais. Estudos epidemiológicos demonstram que cerca de 50 a 90% dos indivíduos adultos apresentam lombalgia em algum momento de sua vida. A ocorrência parece ser igual nos homens e mulheres (TEIXEIRA & FIGUEIRÓ, 2001). Para Kapandji (2000), a articulação entre dois corpos vertebrais adjacentes é uma anfiartrose. Ela está constituída pelos dois platôs das vértebras adjacentes unidas entre si pelo disco intervertebral. A estrutura deste disco é muito característica, sendo formada por uma parte central, o núcleo pulposo, que se trata de uma gelatina transparente composta por 88% de água, não encontrando vasos e nervos em seu interior; e a outra parte, a periférica, que é o anel fibroso, conformado por uma sucessão de camadas fibrosas concêntricas. Os discos intervertebrais constituem aproximadamente 20 a 25% do comprimento total da coluna vertebral. A função do disco é atuar como um amortecedor, distribuindo e absorvendo parte da carga aplicada à coluna, manter as vértebras unidas e permitir movimento entre os ossos, separar as vértebras como parte de uma unidade funcional atuando em conserto com as articulações facetarias e, ao separar as vértebras, permitir a livre passagem das raízes nervosas para fora da medula espinhal através dos forames

13 intervertebrais. Com a idade, a porcentagem do comprimento espinhal atribuível aos discos diminui como resultado da degeneração discal e perda da ação hidrófila no disco (MAGEE, 2002). De acordo com Kapandji (2000), sem nenhuma dúvida, a hérnia discal se produz em três tempos. Todavia, a sua aparição só é possível se previamente o disco foi deteriorado por microtraumatismos repetidos e se, por outra parte, as fibras do anel fibroso começaram a se degenerar. Primeiro tempo, a flexão do tronco para frente diminui a altura dos discos na sua parte anterior e entreabre o espaço intervertebral para trás. A substância nuclear se projeta para trás. No segundo tempo, no início do esforço de levantamento, o aumento da pressão axial achata todo o disco intervertebral e desloca a substância do núcleo violentamente para trás. No terceiro tempo, a retificação do tronco está praticamente finalizada, a trajetória em ziguezague pela qual o pedículo da hérnia discal passou, se fecha novamente sob a pressão dos platôs vertebrais e a massa constituída pela hérnia fica bloqueada debaixo do ligamento vertebral comum posterior. O núcleo pulposo não tem nervos, portanto é insensível. Porém, quando começa a se herniar pela parte posterior, ele estira as fibras sensitivas do anel fibroso e causa dor. Já que o ligamento longitudinal posterior cobre o anel da linha média, a herniação tende a ser póstero-lateral. Assim, a herniação de L4/L5 afeta a quinta raiz lombar, enquanto a herniação de L5/S1 afeta a primeira raiz sacral. A manifestação clínica da irritação de raiz nervosa é a ciática, dor que se irradia para baixo no membro inferior ao nível da área inervada pelo nervo ciático. Uma grande herniação da linha média comprime a cauda eqüina (SALTER, 2001). O diagnóstico de herniação discal com compressão de uma raiz nervosa depende

14 da demonstração clínica de uma irritação da raiz nervosa e, em menor grau, de uma alteração da condução da raiz nervosa. (SALTER, 2001). Para isso, é necessário realizar o teste para cada nível neurológico, observando a sensibilidade, reflexo e motricidade de cada músculo relacionado ou nível neurológico testado. As evidências de alteração na condução de uma raiz nervosas são proporcionadas pela diminuição da sensibilidade cutânea e pela fraqueza muscular na área inervada pela raiz comprometida (HOPPENFIELD, 1985).O diagnóstico é clinico em 90% dos casos e pode ser confirmada com a tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM), e ou eletroneuromiografia (TEIXEIRA & FIGUEIRÓ, 2001). A dor lombar constitui a principal causa de absenteísmo ao trabalho; ultrapassa o câncer, o acidente vascular encefálico, e a síndrome da imunodeficiência adquirida como causa de incapacidade nos indivíduos da faixa etária produtiva (TEIXEIRA & FIGUEIRÓ, 2001). As principais formas de tratamento indicadas são repouso, bloqueio anestésico, uso de antiinflamatórios, uso de coletes, osteopatia, tração, exercícios terapêuticos, estimulação elétrica transcutânea, uso de calor, ultra-som, reeducação postural global, entre outros. Em geral, estes tratamentos visam reduzir a dor, fortalecer a musculatura, melhorar a amplitude de movimento, promover alongamento e relaxamento e restabelecer as condições físicas e fisiológicas do paciente. Vale-se aqui, uma breve introdução sobre as técnicas de reeducação postural global (RPG) e técnicas osteopáticas (TO), que serão posteriormente desenvolvidas no projeto de pesquisa que visará uma comparação do quadro doloroso através das técnicas de terapia manuais, agora citadas.

15 As abordagens da fisioterapia através da técnica da RPG promovem a recuperação da mobilidade e o posicionamento das articulações da coluna vertebral, reduzindo desta forma as inflamações e iniciando o processo de recuperação dos tecidos, e alívio das dores. Através da técnica da RPG, é realizado o reequilíbrio da coluna ocorrendo o posicionamento correto das articulações, fortalecimento dos músculos corrigindo disfunções não só da coluna vertebral como também de outras articulações. Os resultados englobam a melhora da função respiratória, da flexibilidade e alinhamento corporal com o equilíbrio do todo (em todas as funções, físicas e psicoemocionais) (SOUCHARD, 1996). Na pesquisa, serão utilizadas algumas posturas da técnica de RPG, que trabalhem as cadeias inspiratória, mestra anterior e posterior, favorecendo a reabsorção da hérnia, minimizando assim, a sintomatologia. O uso da mão humana com método para reduzir o sofrimento humano é o mais antigo remédio conhecido pelo homem. A terapia manual alonga permanentemente os tecidos moles que possam estar restringindo a mobilidade através da aplicação de forças externas específicas, aplicadas desta forma através das mãos. A terapia manual é freqüentemente usada para produzir uma quantidade desejada de deformação plástica do tecido conjuntivo e para produzir o movimento de uma superfície da junta com respeito à outra (COX, 2002). Quase sempre o motivo da consulta osteopática é uma dor localizada no aparelho locomotor. Em 80% dos casos trata-se de uma dor na coluna. O primeiro trabalho do osteopata consiste em eliminar as afecções que necessitam de um tratamento especifico ou urgente. O diagnóstico osteopático consiste em determinar qual é a articulação responsável pelos transtornos, e no seio desta articulação qual é o tecido responsável pela dor

16 (RICARD & SALLÉ, 2002). O tratamento osteopático proposto consistirá basicamente em liberar todos tecidos possivelmente responsáveis pela afecção, dentre eles o músculo psoas, quadrado lombar e espinhais lombares, além de mobilização sacrilíaca e tração lombar. Estes músculos são os que mais são adaptados em casos de hérnias discais lombares. O tratamento cirúrgico deve ser reservado às formas hiperálgicas de duração prolongada, às formas com recorrências freqüentes e as formas com presença de sinais neurológicos objetivos (déficits motores, arreflexia profunda, amiotrofia) (SANVITO,1997).

17 1.1 JUSTIFICATIVA A pesquisa justifica-se pela alta taxa de incidência da patologia, sendo de grande interesse dos profissionais fisioterapeutas, a aquisição de resultados comparativos, da eficácia de duas técnicas de terapia manual, para o tratamento de hérnias discais lombares. 1.2 OBJETIVOS DO ESTUDO A presente pesquisa tem como objetivo geral a comparação de dois protocolos de terapia manual para diminuição do quadro doloroso. Outros objetivos, sendo estes, mais específicos são: Reduzir o quadro álgico; Melhorar a qualidade de vida dos pacientes; Reestabelecer a funcionalidade geral dos pacientes.

18 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 Anatomia A coluna vertebral se compõe de 33 ossos curtos denominados vértebras e 23 discos intervertebrais intercalados entre elas. A coluna está dividida nas cinco regiões seguintes: cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea. As vértebras seguem um design estrutural comum básico, mas exibem variações regionais em termos de dimensões e configuração. As vértebras aumentam em suas dimensões desde a região cervical até a região lombar, diminuindo de dimensões da região sacral até a coccígea. Vinte e quatro das vértebras no adulto são entidades distintas. Sete vértebras estão localizadas na região cervical, outras doze na torácica e cinco na região lombar. Cinco das nove vértebras que restam estão fundidas, formando o sacro, enquanto as quatro restantes estão formando as vértebras coccígeas (NORKIN & LEVANGIE, 2001). A coluna vertebral é flexível porque está composta de muitas partes ligeiramente móveis, as vértebras. Sua estabilidade depende principalmente dos ligamentos e músculos. Alguma estabilidade, todavia, é fornecida pela forma da coluna e das suas partes constituintes. Desde a cabeça até a pelve, a coluna suporta progressivamente mais peso. Cada vértebra acima da última lombar é mais alta do que aquela que está imediatamente acima dela. O comprimento da coluna vertebral mede aproximadamente 20% da altura total do corpo (GARDNER, GRAY & O RAHILY, 1978).

19 O tronco que é o maior segmento do corpo, tem um papel essencial na função dos membros superior e inferior, já que seu posicionamento pode alterar significativamente a função dos membros. O movimento ou posição do tronco pode ser examinado como um todo, pode ser estudado pelos movimentos ou pela posição de diferentes regiões da coluna vertebral, ou descrevendo o movimento de um nível vertebral individual (HAMILL & KNUTZEN, 1999). A coluna vertebral é uma coluna segmentada que forma o esqueleto axial. Devido a uma série de articulações especializadas, a coluna é capaz de atender às exigências contraditórias, de rigidez e flexibilidade. Essas articulações intervertebrais são principalmente as articulações apofisárias e os discos intervertebrais. A coluna serve como eixo central do corpo humano; ela contém e protege a medula espinhal e os tecidos nervosos afins; constitui uma fundação estável, a partir da qual os membros podem funcionar e serve de inserção para as estruturas cervicais, torácicas, abdominais e para as vísceras da pelve (MALONE & McPOIL & NITZ, 2002) Características Regionais das Vértebras As vértebras possuem características regionais na região cervical, torácica e lombar, excluindo as atipias da região sacral e coccigiana (KNOPLICH, 2003). O termo vértebra típica é freqüentemente usado, porém existem numerosas diferenças entre as vértebras, não apenas entre as diversas regiões da coluna como também dentro de uma

20 mesma região. Além disso, assimetria entre os dois lados de uma mesma vértebra constitui a regra e não a exceção (MALONE & McPOIL & NITZ, 2002). As vértebras cervicais, que são em número de sete, têm as duas primeiras, Atlas e Áxis, bem diferenciadas, mas as restantes são uniformes. O corpo vertebral das vértebras cervicais é uniforme e pequeno em relação ao arco posterior e ao orifício vertebral. As duas primeiras vértebras formam um complexo atlantoaxóideo, sendo que as duas vértebras se completam anatomicamente como suporte e eixo do movimento da cabeça. O Atlas, que não tem corpo, é formado por um anel ósseo, que é o arco vertebral, anterior e posterior. As facetas articulares superiores são côncavas, para receber os côndilos do occipital, e as inferiores encaixam-se no áxis. O áxis tem um corpo vertebral atípico, que é a apófise odontóide, que também se torna o corpo vertebral do atlas (KNOPLICH, 2003). As vértebras torácicas possuem características peculiares, sendo uma delas a superfície de articulação para as costelas. Na porção média da coluna torácica, cada costela se articula com duas vértebras adjacentes e com o disco intervertebral correspondente. Os processos articulares superiores têm origem na junção entre a lâmina e os pedículos. Eles estão voltados para trás e um pouco para fora. Os processos articulares inferiores estão voltados para diante e um pouco para fora. Este plano articular permite discreta rotação e inclinação lateral da coluna torácica, mas trata-se de movimentos muito limitados, em virtude da resistência aplicada pela caixa torácica aos movimentos (MALONE, McPOIL & NITZ, 2002). As cinco vértebras lombares são caracterizadas pela espessura e firmeza de seus elementos ósseos. O corpo dessas vértebras é maciço e sua largura supera o diâmetro ântero-posterior. As duas últimas vértebras lombares apresentam configuração ligeiramente

21 cuneiforme: sua face anterior é mais alta que a posterior. Os processos articulares da coluna lombar se orientam principalmente no plano sagital, se bem que apresentam disposição nitidamente côncavo-convexa. O processo articular inferior é convexo e voltado para diante e para fora. Ele se localiza para dentro do processo superior da vértebra subjacente; este é côncavo voltado para trás e para dentro. Esta disposição dos processos articulares limita consideravelmente a rotação da coluna lombar. Os processos articulares superiores das vértebras lombares apresentam, além disso, processos mamilares, nos quais se inserem os poderosos músculos transversos espinhais da coluna lombar (MALONE, McPOIL & NITZ, 2002). Tratando-se das vértebras lombares, a altura do corpo vertebral contribuí para formação do orifício de conjugação, impedindo que o disco tenha contato com a raiz nervosa. As facetas articulares são perpendiculares e as lâminas são bem amplas (KNOPLICH, 2003) As Vértebras A unidade funcional da coluna vertebral, o segmento móvel, tem estrutura similar em toda a coluna espinhal exceto na primeira e segunda vértebras cervicais que têm estruturas únicas. O segmento móvel consiste em duas vértebras adjacentes e um disco que as separa. O segmento pode ser subdividido em porção anterior e posterior, cada uma com papel diferente na função vertebral. A porção anterior do segmento móvel contém os corpos

22 de duas vértebras, um disco intervertebral e ligamentos longitudinais posterior e anterior (HAMILL & KNUTZEN, 1999). A vértebra compõe-se de duas partes distintas: o corpo vertebral e o arco vertebral, situado atrás do corpo. O corpo vertebral tem a forma de um cilindro cujo centro esponjoso é formado por trabéculas ósseas; a camada superficial é formada por osso cortical compacto. Ao corpo vertebral prendem-se placas finais de tecido cartilaginoso, o anel fibroso e, no caso da coluna torácica as costelas (MALONE, McPOIL & NITZ, 2002). As vértebras lombares apresentam as seguintes características comuns: os corpos são reniformes; as concavidades estão voltadas para o forame vertebral triangular; os pedículos são curtos e espessos; as lâminas também são curtas, espessas, relativamente desiguais, e estendem-se para abaixo além do nível dos pedículos. O processo espinhoso quadrilátero, em forma de machado, estende-se horizontalmente em direção posterior, e suas bordas inferiores estão próximas ao nível da superfície inferior do corpo (GARDNER, GRAY & O RAHILY, 1978). As vértebras lombares estão localizadas na região mais estreita do dorso e seus processos espinhosos são visíveis quando a coluna vertebral é fletida. São distinguidas por seus corpos maciços, lâminas rígidas e pela ausência de fóveas costais. Representam grande parte da espessura da parte inferior do tronco no plano mediano. Seus corpos, vistos de cima, possuem formas de rim e seus forames vertebrais variam de ovais a triangulares. A maior, L5, é caracterizada por seus processos transversos robustos. É amplamente responsável pelo ângulo lombossacral entre a região lombar e o sacro. O peso do corpo é transmitido da vértebra L5 para a base do sacro (MOORE, 1994). Para Kapandji (2000), a característica cuneiforme da quinta vértebra lombar, que

23 realiza a transição entre o sacro de maneira quase horizontal, e uma coluna vertebral vertical, é conhecida e de extrema importância. Porém o papel da terceira vértebra lombar começa a assumir um papel não antes declarado a ela. Esta vértebra possui um arco posterior mais desenvolvido, visto que serve de substituto muscular, por um lado entre os fascículos lombares do grande dorsal procedentes do osso ilíaco que se insere nas apófises transversas de L3, e por outro lado, ascendendo em direção à coluna dorsal, os fascículos do epiespinhoso cuja inserção mais baixa localiza-se exatamente na apófise espinhosa de L3. Assim, os músculos com inserção sacral e ilíaca deslocam a terceira lombar para trás, de modo que ela representa um ponto fixo para ação dos músculos dorsais, desempenhando um papel primordial na estática vertebral devido à sua situação no vértice lombar também por possuir platôs paralelos e horizontais entre si Curvaturas da Coluna Vertebral Quando a coluna vertebral é observada a partir do aspecto posterior, todas as regiões em conjunto apresentam uma linha vertical única que bissecta o tronco. Quando a coluna é observada lateralmente, várias curvas, que variam com a idade ficam evidentes. A coluna vertebral de um bebê por ocasião do seu nascimento exibe uma curva longa, que é posteriormente convexa. Entretanto, quando a coluna de um adulto é observada lateralmente, ficam evidentes quatro curvas ântero-posteriores distintas (NORKIN & LEVANGIE, 2001). As curvaturas torácicas e sacral são denominadas curvaturas primárias

24 porque se desenvolvem durante o período fetal. As curvaturas cervical e lombar começam a aparecer antes do nascimento, mas só são evidentes após o nascimento, sendo denominadas curvaturas secundárias (MOORE, 1994). As curvas possuidoras de uma convexidade posterior são conhecidas como curvas cifóticas, enquanto que as curvas que apresentam uma concavidade anterior são denominadas curvas lordóticas. As curvas secundárias ou lordóticas ocorrem como resultado da acomodação do esqueleto à postura vertical, no caso, quando a criança começa a andar e manter seu corpo vertical. Já a curva superior na região cervical se forma a medida que o bebê começa sustentar a cabeça contra a gravidade (NORKIN & LEVANGIE, 2001). Em apoio simétrico sobre os dois membros inferiores, a coluna lombar, vista de perfil, apresenta, como citado anteriormente, uma curvatura denominada lordose lombar. Quando vista de costas é retilínea; ao contrário, na posição em apoio assimétrico sobre um membro inferior, a coluna lombar apresenta uma concavidade para o lado do apoio, o que é devida a báscula da pelve, o quadril do lado de apoio está mais elevado que o quadril que não suporta carga. Para compensar esta inflexão lombar, a coluna dorsal adota uma uma curvatura de concavidade oposta, portanto, para o lado sem carga (KAPANDJI, 2000). A junção na qual termina uma curvatura e começa a próxima é geralmente um local de maior mobilidade, também mais vulnerável à lesão. Essas junções são as regiões cervicotorácica, toracolombar e lombossacral da coluna. Se as curvaturas da coluna são exageradas, torna-se mais móvel e se as curvaturas são retificadas, a coluna torna-se mais rígida. As regiões cervical e lombar da coluna espinhal são as mais móveis e as regiões torácica e pélvica são as mais rígidas (HAMILL & KNUTZEN, 1999).

25 2.1.4 Disco Intervertebral Separando os dois corpos vertebrais que estão adjacentes encontra-se o disco intervertebral, uma estrutura que une uma vértebra à outra e, ao mesmo tempo, permite que ocorra movimento entre elas (FIGURA 1). O disco é capaz de suportar forças compressivas assim como forças de tensão e de curvaturas aplicadas sobre a coluna. O disco intervertebral suporta e distribui as cargas na coluna vertebral assim como restringe o excesso de movimento que ocorre nos segmentos vertebrais. Cada disco é formado por um núcleo pulposo e anéis fibrosos ao seu redor (HAMILL & KNUTZEN, 1999). Os discos intervertebrais constituem aproximadamente 20 a 25% do comprimento total da coluna vertebral. A função do disco é atuar como amortecedor distribuindo e absorvendo cargas aplicadas à coluna, manter as vértebras unidas e permitir movimento entre os ossos, separar a vértebra como parte de uma unidade segmentar funcional atuando em concerto com as articulações facetarias, e, ao separar as vértebras, permitir livre passagem das raízes nervosas para fora da medula espinhal através dos forames intervertebrais. Com a idade a porcentagem do comprimento espinhal atribuível aos discos diminui como resultado da degeneração discal e perda da ação hidrófila no disco (MAGEE, 2002).

26 Figura 1: Seção longitudinal da coluna/disco Intervertebral Fonte: Magnaspine (10/04/04) De acordo com Norkin & Levangie (2001), o disco é formado por uma parte periférica chamada de anel fibroso e por outra central chamada de núcleo pulposo. As composições do núcleo e do anel são similares, visto que ambas são compostas de água, colágeno e proteoglicanos (PGs). Porém, as proporções relativas dessas substâncias e os tipos de colágeno presentes diferem nas duas partes do disco. As concentrações de fluido e Pgs são mais elevadas no núcleo e menores no anel externo. Por outro lado, as concentrações de colágeno são mais elevadas no anel fibroso e menores no núcleo pulposo. O disco intervertebral está disposto em quatro camadas concêntricas. A mais externa é composta por uma densa lâmina de colágeno, a intermediária é uma camada fibrocartilaginosa; uma zona de transição e o núcleo pulposo (FIGURA 2). As lâminas são mais finas e menos numerosas atrás do que na frente ou lateralmente (HUMPHREYS, 1999).

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO I COLUNA VERTEBRAL 1 Os constituintes da coluna vertebral: 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras

Leia mais

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral A Coluna Verterbral É o maior segmento corporal (40% Altura) É como uma haste elástica modificada Proporciona suporte, proteção e flexibilidade Formado por 33 vértebras, 24 móveis. 4 curvas, que dão equilíbrio

Leia mais

3.2 A coluna vertebral

3.2 A coluna vertebral 73 3.2 A coluna vertebral De acordo com COUTO (1995), o corpo é dividido em cabeça, tronco e membros; unindo porção superior e a porção inferior do corpo temos o tronco, e no tronco, a única estrutura

Leia mais

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH - COMPOSIÇÃO: 24 Corpos Vertebrais 5 Fusionadas Sacro 4 Cóccix 23 Discos Intervertebrais - FUNÇÕES 1. Postura 2. Movimento e Locomoção

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas

Leia mais

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2).

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2). 1. INTRODUÇÃO A hérnia discal lombar afeta episodicamente cerca de 75% da população na maioria dos países industrializados (TOSCANO, 2001). As doenças que afetam o sistema músculo esquelético, nos Estados

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Ossos da coluna vertebral A coluna vertebral é formada por um número de 33 ossos chamados vértebras. Estas se diferenciam pela sua forma e função. Vértebras semelhantes se agrupam em regiões

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura

Cuidando da Coluna e da Postura. Texto elaborado por Luciene Maria Bueno. Coluna e Postura Cuidando da Coluna e da Postura Texto elaborado por Luciene Maria Bueno Coluna e Postura A coluna vertebral possui algumas curvaturas que são normais, o aumento, acentuação ou diminuição destas curvaturas

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada A coluna cervical consiste em diversas

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA COLUNA VERTEBRAL E TÓRAX 1 TERMOS DIRECCIONAIS ORIENTAÇÃO DO TIPOS DE OSSOS MOVIMENTOS ARTICULARES

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA COLUNA VERTEBRAL E TÓRAX 1 TERMOS DIRECCIONAIS ORIENTAÇÃO DO TIPOS DE OSSOS MOVIMENTOS ARTICULARES TERMOS DIRECCIONAIS EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO TÓRAX POSIÇÃO DESCRITIVA ANATÓMICA PLANOS DESCRITIVOS PLANO SAGITAL PLANO HORIZONTAL INFERIOR ANTERIOR

Leia mais

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO 1. Quais as funções do esqueleto? 2. Explique que tipo de tecido forma os ossos e como eles são ao mesmo tempo rígidos e flexíveis. 3. Quais são as células ósseas e como

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural AVALIAÇÃO POSTURAL 1. Desenvolvimento Postural Vantagens e desvantagens da postura ereta; Curvas primárias da coluna vertebral; Curvas Secundárias da coluna vertebral; Alterações posturais com a idade.

Leia mais

ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE

ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE ERGONOMIA CENTRO DE EDUCAÇÃO MÚLTIPLA PROFESSOR: RODRIGO ARAÚJO 3 MÓDULO NOITE A ERGONOMIA ESTUDA A SITUAÇÃO DE TRABALHO: Atividade Ambiente (iluminação, ruído e calor) Posto de trabalho Dimensões, formas

Leia mais

INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO

INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO POSTURA INVOLUÇÃO X CONCLUSÃO *Antigamente : quadrúpede. *Atualmente: bípede *Principal marco da evolução das posturas em 350.000 anos. *Vantagens: cobrir grandes distâncias com o olhar, alargando seu

Leia mais

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça

Proteger a medula espinal e os nervos espinais. Fornece um eixo parcialmente rígido e flexível para o corpo e um pivô para a cabeça Cinthya Natel Baer Cristiane Schwarz Gelain Isabella Mauad Patruni Laila Djensa S. Santos Laiza Tabisz Mariana Escani Guerra Paula Moreira Yegros Veronica Dalmas Padilha Ana Paula Trotta Aline Sudoski

Leia mais

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO Alessandra Vascelai #, Ft, Titulacão: Especialista em Fisioterapia em Traumatologia do Adulto Reeducação Postural Global (RPG) Acupuntura. Resumo: Lombalgia

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA MANUTENÇÃO DA MOBILIDADE ARTICULAR NA CINTURA PÉLVICA NA REDUÇÃO DA SINTOMATOLOGIA DOLOROSA DA HÉRNIA DE DISCO LOMBAR RESUMO

A CONTRIBUIÇÃO DA MANUTENÇÃO DA MOBILIDADE ARTICULAR NA CINTURA PÉLVICA NA REDUÇÃO DA SINTOMATOLOGIA DOLOROSA DA HÉRNIA DE DISCO LOMBAR RESUMO A CONTRIBUIÇÃO DA MANUTENÇÃO DA MOBILIDADE ARTICULAR NA CINTURA PÉLVICA NA REDUÇÃO DA SINTOMATOLOGIA DOLOROSA DA HÉRNIA DE DISCO LOMBAR AUTORA: SIDNÉIA AP. PEREIRA DA SILVA SÃO PAULO 2004 RESUMO Esta pesquisa

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING

CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING CURSO DE FORMAÇÃO ISO-STRETCHING O Curso de Formação em Iso Stretching é ministrado pelo fundador da técnica, o osteopata e fisioterapeuta francês Bernard Redondo. O método Iso Stretching foi desenvolvido

Leia mais

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

Alterações da Estrutura Corporal

Alterações da Estrutura Corporal Alterações da Estrutura Corporal Exercícios e Postura milenadutra@bol.com.br Os Exercícios Realmente Mudam a Postura? Vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora Desvio

Leia mais

UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA

UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA EMERSON LUIS DA MATA COSTA¹ DIEMERSON ANTUNES DE OLIVEIRA¹ CAMILA ALVES REZENDE LOPRETO² ¹Acadêmico do Curso Tecnólogo em Radiologia da Faculdades

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Ossos

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Ossos Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Ossos Resumo da aula Classificação Estrutura óssea Funções Remodelagem Cargas Torque/ Momento Stress em função da Geometria Óssea Resumo da aula Esqueleto axial

Leia mais

ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS NO STOOL

ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS NO STOOL 1 ANÁLISE BIOMECÂNICA DOS MOVIMENTOS NO STOOL Aurélio Alfieri Neto Juliana Navarro Lins de Souza A bioenergética procura entender o caráter do indivíduo pelo corpo e seus processos energéticos, sendo estes,

Leia mais

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 AVALIAÇÃO POSTURAL ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 POSTURA CONCEITOS: Postura é uma composição de todas

Leia mais

4. Posturas 4.1. Anatomia e biomecânica da coluna vertebral

4. Posturas 4.1. Anatomia e biomecânica da coluna vertebral 51 4. Posturas A Academia Americana de Ortopedia define a postura como o estado de equilíbrio entre músculos e ossos com capacidade para proteger as demais estruturas do corpo humano de traumatismos, seja

Leia mais

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A?

3/26/2009 EX E E X R E C R ÍCI C OS S E E PO P ST S U T RA R OS EX ER EX CÍ C CI C OS REAL EA MEN M T EN E MO M DIFI F CAM A M A A PO P STUR U A? EXERCÍCIOS E POSTURA OS EXERCÍCIOS REALMENTE MODIFICAM A POSTURA? 1 Um vício postural pode ser corrigido voluntariamente com reeducação psicomotora, um desvio postural pode ser corrigido com exercícios

Leia mais

MARCIA JASCOV MASCARENHAS MACHADO

MARCIA JASCOV MASCARENHAS MACHADO MARCIA JASCOV MASCARENHAS MACHADO POSTURA CORPORAL Produção Didática apresentada para o 2º Período do Programa de Desenvolvimento Educacional - 2008 da Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Orientador

Leia mais

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular:

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular: Corpo Humano Tipos de Tecidos Tipos de tecido muscular: Esquelético Liso Cardíaco Principais funções dos músculos: 1.Movimento corporal 2.Manutenção da postura 3.Respiração 4.Produção de calor corporal

Leia mais

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO Éder Cristiano Cambraia 1 Eduardo de Oliveira Melo 2 1 Aluno do Curso de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. edercambraiac@hotmail.com 2 Professor

Leia mais

Lombociatalgia. www.fisiokinesiterapia.biz

Lombociatalgia. www.fisiokinesiterapia.biz Lombociatalgia www.fisiokinesiterapia.biz Conceitos Lombalgia; Lombociatalgia; Ciatalgia/Ci /Ciática; Característica região lombar Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana Vértebra lombar Fonte:

Leia mais

Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200

Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200 Mesa de TRAÇÃO CERVICAL E LOMBAR 1200 Manual do Usuário Índice: 03...Informações Gerais 03...Símbolos 04...Instalação e Conexão à Rede Elétrica 05...Controles 06-07...Operação da Mesa 07...Precauções 07-08...Indicações

Leia mais

LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES.

LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Lesões da coluna vertebral de causas diversas são observadas

Leia mais

COLUNA. A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade.

COLUNA. A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade. COLUNA A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade. Na coluna convivem 3 tipos de estruturas: uma parte óssea,

Leia mais

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga JOELHO Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga Introdução Articulação muito frágil do ponto de vista mecânico e está propensa

Leia mais

EXAME DO QUADRIL E DA PELVE

EXAME DO QUADRIL E DA PELVE EXAME DO QUADRIL E DA PELVE Jefferson Soares Leal O quadril é composto pela articulação coxofemural e a pelve pelas articulações sacroilíacas e pela sínfise púbica. O exame do quadril e da pelve devem

Leia mais

Estrutura e Função da Medula Espinhal

Estrutura e Função da Medula Espinhal FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função da Medula Espinhal Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos de

Leia mais

3.4 Deformações da coluna vertebral

3.4 Deformações da coluna vertebral 87 3.4 Deformações da coluna vertebral A coluna é um dos pontos mais fracos do organismo. Sendo uma peça muito delicada, está sujeita a diversas deformações. Estas podem ser congênitas (desde o nascimento

Leia mais

PILATES E BIOMECÂNICA. Thaís Lima

PILATES E BIOMECÂNICA. Thaís Lima PILATES E BIOMECÂNICA Thaís Lima RÍTMO LOMBOPÉLVICO Estabilidade lombopélvica pode ser definida como a habilidade de atingir e manter o alinhamento ótimo dos segmentos da coluna (lombar e torácica), da

Leia mais

ESCOLIOSE. Prof. Ms. Marcelo Lima

ESCOLIOSE. Prof. Ms. Marcelo Lima ESCOLIOSE Prof. Ms. Marcelo Lima DEFINIÇÃO A escoliose é um desvio da coluna vertebral para a esquerda ou direita, resultando em um formato de "S" ou "C". É um desvio da coluna no plano frontal acompanhado

Leia mais

www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 A hérnia de disco se apresenta como sendo uma extrusão, isto é, um deslocamento da massa discal para fora do contorno vertebral, geralmente em direção a medula. Isso ocorre pela ruptura do anel

Leia mais

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande

Leia mais

Anatomia da Medula Vertebral

Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Vértebra Disco Intervertebral Anatomia da Coluna Vertebral Características Gerais: Corpo Vertebral Foramens Vertebrais: Forame Medular: Medula Vertebral Forames

Leia mais

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER ANATOMIA E RADIOLOGIA SIMPLES RAIOS-X RAIOS-X RAIOS-X Coluna Cervical Indicações: trauma, cervicalgia, incapacidade funcional, tumores... Solicitação: - Raios-X

Leia mais

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição novembro/2006-1 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO SUMÁRIO

Leia mais

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas

GUIA DO PACIENTE. Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica. O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas GUIA DO PACIENTE Dynesys Sistema de Estabilização Dinâmica O Sistema Dynesys é o próximo passo na evolução do tratamento da dor lombar e nas pernas Sistema de Estabilização Dinâmica Dynesys O Sistema Dynesys

Leia mais

ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS À POSTURA

ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS À POSTURA ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS RELACIONADAS À POSTURA Karina de Sousa Assad * Layana de Souza Guimarães ** RESUMO A proposta desse artigo é demonstrar que algumas alterações posturais podem levar a distúrbios

Leia mais

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Avaliação Fisioterapêutica do Quadril Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação

Leia mais

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi

Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Fisiologia Animal Sistema Nervoso Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue. Mantido vivo pela eletricidade,

Leia mais

Centro de Reeducação Respiratória e Postural S/C Ltda Josleide Baldim Hlatchuk Fisioterapeuta CREFITTO 12.408F

Centro de Reeducação Respiratória e Postural S/C Ltda Josleide Baldim Hlatchuk Fisioterapeuta CREFITTO 12.408F RPG 1. DEFINIÇÃO A Reeducação Postural Global é um método fisioterápico de correção e tratamento da dor, que trabalha sobre as cadeias de tensão muscular utilizando posturas de alongamento excêntrico ativo

Leia mais

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para :

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : JOELHO JOELHO RM do Joelho Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : ligamentos, meniscos e tendões músculos, vasos e tecido adiposo osso cortical ( hipointenso

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 A coluna vertebral, assim como qualquer articulação, apresenta movimentos que possuem tanto grande como pequena amplitude articular. Estes recebem o nome de Macromovimentos e Micromovimentos,

Leia mais

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna 12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna Enunciado Paciente do sexo feminino, 34 anos, G1P1A0, hígida, está no terceiro mês pós-parto vaginal sob analgesia peridural, que transcorreu sem intercorrências.

Leia mais

Guia do Paciente Fusão Espinhal

Guia do Paciente Fusão Espinhal Guia do Paciente Fusão Soluções para Medicina Ltda. 01 Guia do Paciente - O objetivo da cirurgia de fusão espinhal é de proporcionar alívio da dor que você vem sentindo e tornar a sua coluna mais estável.

Leia mais

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia

Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Ergonomia Corpo com Saúde e Harmonia Dr. Leandro Gomes Pistori Fisioterapeuta CREFITO-3 / 47741-F Fone: (16) 3371-4121 Dr. Paulo Fernando C. Rossi Fisioterapeuta CREFITO-3 / 65294 F Fone: (16) 3307-6555

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

Maria da Conceição M. Ribeiro

Maria da Conceição M. Ribeiro Maria da Conceição M. Ribeiro Segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam

Leia mais

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira NOÇÕES BÁSICAS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA Identificação das Limitações do Organismo Humano Sabendo-se que a Ergonomia tem por objetivo adequar o trabalho às características

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO

Leia mais

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA

PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 PREVALÊNCIA DE LOMBALGIA EM ALUNOS DE FISIOTERAPIA E SUA RELAÇÃO COM A POSTURA SENTADA Juliana Camilla

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. MORFOLOGIA

1. INTRODUÇÃO 2. MORFOLOGIA 1. INTRODUÇÃO O diafragma é o principal músculo da respiração. Muito já foi estudado sobre sua forma e ação na mecânica respiratória. O objetivo deste trabalho é realizar uma breve revisão destes aspectos,

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Movimentos da coluna vertebral A coluna vertebral como um todo se apresenta como uma articulação que possui macromovimentação em seis graus de liberdade: flexão, extensão, láteroflexão esquerda,

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANATOMIA HUMANA E BIOMECÂNICA

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANATOMIA HUMANA E BIOMECÂNICA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANATOMIA HUMANA E BIOMECÂNICA A IMPORTÂNCIA DO TRANSVERSO DO ABDOME NAS ALGIAS LOMBARES Célia Garrido Rodriguez

Leia mais

A coluna vertebral é formada por vários ossos empilhados, uns sobre os outros, denominados vértebras (figura 1).

A coluna vertebral é formada por vários ossos empilhados, uns sobre os outros, denominados vértebras (figura 1). HÉRNIA DE DISCO A hérnia de disco é uma das doenças que mais afligem o homem moderno. Falta de exercício, excesso de peso, má postura, todas podem causar ou agravar uma hérnia de disco. Mas afinal, o que

Leia mais

Incidência de Disfunção Sacroilíaca

Incidência de Disfunção Sacroilíaca Incidência de Disfunção Sacroilíaca ::: Fonte Do Saber - Mania de Conhecimento ::: adsense1 Introdução A pelve e em especial as articulações sacroilíacas sempre foram consideradas como tendo valor clínico

Leia mais

- As Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna Vertebral (ADEC);

- As Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna Vertebral (ADEC); PROGRAMA DO CURSO * ESPONDILOTERAPIA Trata-se de um protocolo para avaliação, interpretação e orientação aplicado a coluna vertebral e/ou seus comprometimentos, desenvolvida e registrada pela ESCOLA SOS

Leia mais

O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS

O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS O que é ERGONOMIA? TERMOS GREGOS: ERGO = TRABALHO NOMIA (NOMOS)= REGRAS, LEIS NATURAIS...é um conjunto de conhecimentos relativos ao homem e necessários à concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos

Leia mais

AVALIAÇÃO DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO ANATOMIA DO OMBRO Articulação Sinovial Forma de sela Três graus de liberdade Posição de Repouso Posição de aproximação

Leia mais

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES Utilizando os Princípios do Pilates Contemporâneo para atingir um nível ótimo de condição física. Por Moira Merrithew, STOTT PILATES Executive Director, Education

Leia mais

Uma Definição: "Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente".

Uma Definição: Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente. ERGONOMIA: palavra de origem grega. ERGO = que significa trabalho NOMOS = que significa regras Uma Definição: "Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente". Tríade básica da Ergonomia:

Leia mais

Patologias da coluna vertebral

Patologias da coluna vertebral Disciplina de Traumato-Ortopedia e Reumatologia Patologias da coluna vertebral Prof. Marcelo Bragança dos Reis Introdução Escoliose idiopática Dorso curvo Cervicobraquialgia Lombalgia e lombociatalgia

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Os seres mais basais possuem capacidade de reação a estímulos ambientais; Células procariontes, metazoários contraem

Leia mais

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL A coluna cervical é o elo flexível entre a plataforma sensorial do crânio

Leia mais

DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS. www.doresnascostas.com.br. Página 1 / 10

DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS. www.doresnascostas.com.br. Página 1 / 10 DOR NAS COSTAS EXERCÍCIOS ESPECIALIZADOS PARA O TRATAMENTO DA DOR NAS COSTAS www.doresnascostas.com.br Página 1 / 10 CONHEÇA OS PRINCÍPIOS DO COLETE MUSCULAR ABDOMINAL Nos últimos anos os especialistas

Leia mais

Categorias de Músculos

Categorias de Músculos URI Curso de Psicologia Prof. Claudio Alfredo Konrat Aparelho Locomotor: ossos, junturas e músculos Os músculos constituem os elementos ativos do movimento Os ossos constituem os elementos passivos do

Leia mais

Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias da coluna são realizadas para diagnosticar

Leia mais

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza

Quick Massage. Venha ser um membro filiado e compartilhar. seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com. Denis Fernando de Souza Quick Massage Venha ser um membro filiado e compartilhar seu conhecimento conosco! sbtcatendimento@outlook.com Denis Fernando de Souza HISTÓRICO QUICK MASSAGE (MASSAGEM RÁPIDA) Algumas literaturas trazem

Leia mais

COLUNA LOMBAR TODOS OS PERIÓDICOS ESTÃO NO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE.

COLUNA LOMBAR TODOS OS PERIÓDICOS ESTÃO NO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FACULDADE. OBJETIVOS: O aluno deverá ser capaz de identificar as principais doenças da coluna lombar assim como avaliação e prescrição de conduta fisioterápica pertinente. LER: O que é Hérnia de disco? A coluna vertebral

Leia mais

Centro de Educação Integrado Curso Técnico em Radiologia CRN-90 Cleide Labor. 5º Módulo Noturno

Centro de Educação Integrado Curso Técnico em Radiologia CRN-90 Cleide Labor. 5º Módulo Noturno Centro de Educação Integrado Curso Técnico em Radiologia CRN-90 Cleide Labor 5º Módulo Noturno Elton Carvalho Lima Gislene Matioli Macedo Roseli Antunes S. Miranda Patologias identificadas por raios-x

Leia mais

Prp. Palmilhas para Reprogramação Postural. Pés. A Base da Boa Postura. João Elias Saad

Prp. Palmilhas para Reprogramação Postural. Pés. A Base da Boa Postura. João Elias Saad Prp. Palmilhas para Reprogramação Postural Pés A Base da Boa Postura João Elias Saad A influência dos pés na estruturação da postura corporal e utilização da palmilha proprioceptiva na prevenção e reprogramação

Leia mais

Treino de Alongamento

Treino de Alongamento Treino de Alongamento Ft. Priscila Zanon Candido Avaliação Antes de iniciar qualquer tipo de exercício, considera-se importante que o indivíduo seja submetido a uma avaliação física e médica (Matsudo &

Leia mais

Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004

Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004 Fraturas C1 / C2 Lucienne Dobgenski 2004 Anatomia Atlas Axis Anatomia AP Perfil Mecanismo de Trauma Trauma axial em flexão Trauma axial - neutro Fraturas do Côndilo Occipital Os côndilos occipitais são

Leia mais

C. Guia de Treino ------------------------------------------------

C. Guia de Treino ------------------------------------------------ C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio

Leia mais

Identificação das Limitações do Organismo Humano

Identificação das Limitações do Organismo Humano Disciplina: Ergonomia Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO 03 Noções Básicas de Anatomia e Fisiologia Identificação das Limitações do Organismo Humano SISTEMA MÚSCULO - LIGAMENTAR É o responsável pela movimentação

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Definição A escoliose é uma disfunção da coluna vertebral que provoca uma angulação lateral desta. A coluna é torcida, de modo que cada vértebra gira em torno de seu próprio eixo, causando

Leia mais

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli 3 Março/2013 TENDINITE DE OMBRO Dra. Nathália C. F. Guazeli GALERIA CREFITO 3 / 78.186 F O COMPLEXO DO OMBRO Para entender o que é Tendinite de Ombro, vale a pena conhecer um pouquinho como ele é composto,

Leia mais

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) Lesão do Ligamento Cruzado Posterior (LCP) INTRODUÇÃO O ligamento cruzado posterior (LCP) é um dos ligamentos menos lesados do joelho. A compreensão dessa lesão e o desenvolvimento de novos tratamentos

Leia mais

A palavra postura tem dois grandes significados físico e figurativo (FERREI-

A palavra postura tem dois grandes significados físico e figurativo (FERREI- 11 2 BIOMECÂNICA DA POSTURA 1 2.1 Conceituação de postura A palavra postura tem dois grandes significados físico e figurativo (FERREI- RA, 1986, p. 1373): no sentido físico, corporal, significa "o modo

Leia mais

ANÁLISE DOS EFEITOS DA CINESIOTERAPIA NA HERNIA DE DISCO LOMBAR. Machado, J. R. Naira; Andolfato, R. K

ANÁLISE DOS EFEITOS DA CINESIOTERAPIA NA HERNIA DE DISCO LOMBAR. Machado, J. R. Naira; Andolfato, R. K ANÁLISE DOS EFEITOS DA CINESIOTERAPIA NA HERNIA DE DISCO LOMBAR Machado, J. R. Naira; Andolfato, R. K Resumo: A palavra hérnia significa projeção ou saída através de uma fissura ou orifício, de uma estrutura

Leia mais

BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR

BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR BIOMECÂNICA -MEMBRO SUPERIOR OMBRO Membro Superior CINTURA ESCAPULAR COTOVELO Joel Moraes Santos Junior COLUNA - APLICAÇÃO PRÁTICA Condicionamento APTIDÃO FÍSICA Treinamento desportivo CARGA/IMPACTO Reabilitação

Leia mais

Bases Diagnósticas e Terapêuticas de Cyriax

Bases Diagnósticas e Terapêuticas de Cyriax Bases Diagnósticas e Terapêuticas de Cyriax A Medicina Ortopédica de Cyriax Preocupa-se com o diagnóstico e tratamento de lesões de partes moles teciduais Tais afecções afetam grande parte dos pacientes

Leia mais

1) PANTURRILHAS. b) Músculos envolvidos Gastrocnêmios medial e lateral, sóleo, tibial posterior, fibular longo e curto, plantar (débil),

1) PANTURRILHAS. b) Músculos envolvidos Gastrocnêmios medial e lateral, sóleo, tibial posterior, fibular longo e curto, plantar (débil), 1 1) PANTURRILHAS 1.1 GERAL De pé, tronco ereto, abdômen contraído, de frente para o espaldar, a uma distância de um passo. Pés na largura dos quadris, levar uma das pernas à frente inclinando o tronco

Leia mais

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza Protocolos coluna Profº. Claudio Souza Coluna vertebral A coluna vertebral é composta por 33 vértebras, e eventualmente por 32 ou 34, estas são classificadas como ossos irregulares. A coluna vertebral

Leia mais

Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR

Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR Conteúdo Revisão Anatômica Técnicas de Posicionamento Radiológico Critérios de Avaliação Radiográfica Patologias mais comuns Indicações e contra indicações Principais

Leia mais

Versão Online ISBN 978-85-8015-053-7 Cadernos PDE VOLUME I I. O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE Produção Didático-Pedagógica

Versão Online ISBN 978-85-8015-053-7 Cadernos PDE VOLUME I I. O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE Produção Didático-Pedagógica Versão Online ISBN 978-85-8015-053-7 Cadernos PDE VOLUME I I O PROFESSOR PDE E OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE Produção Didático-Pedagógica 2009 1 Universidade Estadual de Maringá PRODUÇÃO DIDÁTICA

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM)

TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) Protocolo: Nº 63 Elaborado por: Manoel Emiliano Última revisão: 30/08/2011 Revisores: Samantha Vieira Maria Clara Mayrink TRAUMA RAQUIMEDULAR (TRM) DEFINIÇÃO: O Trauma Raquimedular (TRM) constitui o conjunto

Leia mais