REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO TOCANTINS

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1 DJ /12/2009 Diário da Justiça REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO TOCANTINS SEÇÃO I TRIBUNAL DE JUSTIÇA CRIADO PELO ATO 02/89 DE 17/01/1989 ANO XXI DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (DISPONIBILIZAÇÃO) PRESIDÊNCIA... 1 COMISSÃO DE DISTRIBUIÇÃO, COORDENAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO... 2 DIRETORIA GERAL... 3 DIVISÃO DE LICITAÇÃO, CONTRATOS E CONVÊNIOS... 4 TRIBUNAL PLENO ª CÂMARA CÍVEL ª CÂMARA CÍVEL ª CÂMARA CRIMINAL ª CÂMARA CRIMINAL DIVISÃO DE RECURSOS CONSTITUCIONAIS DIVISÃO DE DISTRIBUIÇÃO º GRAU DE JURISDIÇÃO INCRA PUBLICAÇÕES PARTICULARES DECRETO JUDICIÁRIO Nº 711/2009 PRESIDÊNCIA Decreto Judiciário A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de suas atribuições legais e de acordo com o artigo 12, 1º, inciso VI, do Regimento Interno desta Corte, considerando o contido no Ofício nº 1449/2009-GABPR, resolve prorrogar, até 31/12/2010, a disposição dos servidores integrantes do quadro de pessoal efetivo do Poder Judiciário, para o Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, abaixo relacionados: ANA MARIA SANTANA Analista Judiciário; JUSCILENE GUEDES DA SILVA Analista Judiciário; SIDNEY ARAÚJO SOUSA Atendente Judiciário; WILSON MULLER Analista Judiciário. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PRESIDÊNCIA, em Palmas, aos 17 dias do mês de dezembro de 2009, 121º da República e 21º do Estado. PORTARIA N 532/2009 Desembargadora WILLAMARA LEILA Presidente Portarias REPUBLICAÇÃO DO ANEXO ÚNICO COMARCAS/VARA - ARAGUAÍNA I Diretoria do Foro 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos Vara de Precatórias, Falências e Concordatas Varas Criminais Juizado Especial Criminal COMARCA DE WANDERLÂNDIA - ARAGUAÍNA II VARAS CÍVEIS JUIZADO ESPECIAL CÍVEL Varas de Famílias Juizado Especial da Infância e Juventude COMARCA DE FILADÉLFIA COMARCA DE GOIATINS - PALMAS I Diretoria do Foro Conselho da Justiça Militar JUÍZES SÉRGIO APARECIDO PAIO RENATA TEREZA E SILVA SÂNDALO BUENO DO NASCIMENTO Vara Cíveis Vara de Precatórias, Falências e Concordatas Varas da Fazenda Pública NOVO ACORDO - PALMAS II Varas Criminais Juizado Especial Criminal Juizado Especial Cível Juizado Especial da Infância e Juventude Varas de Família e Sucessões Juizados Cíveis e Criminais - GURUPI I Diretoria do Foro Vara da Fazenda e Registros Públicos Vara de Família e Sucessões Juizado Especial Infância e Juventude - GURUPI II Vara de Precatórias, Falências e Concordatas Juizado Especial Criminal Varas Criminais Vara de Execuções Penais COMARCA DE PEIXE COMARCA DE PALMEIRÓPOLIS - GRUPO III Varas Cíveis Juizado Especial Cível COMARCA DE FORMOSO DO ARAGUAIA - Arraias (Sede) - Aurora do Tocantins - Taguatinga - Paranã - Araguatins (Sede) - Augustinópolis - Axixá - Itaguatins - Colinas do Tocantins (Sede) - Arapoema - Colméia - Pedro Afonso (Sede) - Itacajá - Guaraí - Miranorte (Sede) - Tocantinia - Miracema do Tocantins - Paraíso do Tocantins (Sede) - Pium - Araguacema - Cristalândia - Porto Nacional (Sede) - Natividade - Ponte Alta do Tocantins SILVANA MARIA PARFIENIUK NASSIB CLETO MAMUD RONICLAY ALVES DE MORAIS SAULO MARQUES DE MESQUITA MÁRCIO RICARDO FERREIRA MACHADO OCÉLIO NOBRE DA SILVA TIAGO LUIZ DE DEUS COSTA BENTES MILTON LAMENHA DE SIQUEIRA MARIA ADELAIDE DE OLIVEIRA JOSSANER NERY NOGUEIRA LUNA ALESSANDRO HOFMAMM TEIXEIRA MENDES HÉLVIA TÚLIA SANCHES PEDREIRA PEREIRA

2 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO Dianópolis (Sede) - Almas - Tocantinópolis (Sede) - Xambioá - Ananás - Figueirópolis (Sede) - Alvorada - Araguaçú PORTARIA Nº 537/2009 JOCY GOMES ALMEIDA BALDUR ROCHA GIOVANNINI FABIANO MARQUES GONÇALVES A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS, no uso de suas atribuições legais, especialmente o contido no artigo 12, 1º, inciso III, do Regimento Interno da Corte e na Instrução Normativa nº 002/2007, considerando requerimento da Magistrada, resolve alterar a Portaria nº 522/2009, na parte em que concedeu férias a Juíza ADELINA MARIA GURAK, titular da 1ª Vara dos Feitos das Fazendas e Registros Públicos da Comarca de 3ª Entrância de Palmas, de a , para data a ser ulteriormente designada. Publique-se. Cumpra-se. GABINETE DA PRESIDÊNCIA, em Palmas, aos 17 dias do mês de dezembro de 2009, 121º da República e 21º do Estado. Desembargadora WILLAMARA LEILA Presidente Despacho AUTOS ADMINISTRATIVOS ADM Nº (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA REQUERENTE: DEPARTAMENTO DE OBRAS REFERENTE: REFORMA DO PRÉDIO DO TJTO REQUERIDO: DIRETORIA GERAL DESPACHO Nº 475/2009 O presente procedimento foi instaurado visando a contratação de empresa especializada para execução das obras de reforma do prédio do Tribunal de Justiça. Construtora LND Ltda. interpôs o presente recurso, inconformada com decisão da Comissão Permanente de Licitação que considerou habilitadas COCENO Construtora Centro Norte Ltda. e Real Construções Engenharia e Projetos Ltda. Alega a Recorrente, nas razões de fls /1.072, que os atestados de capacitação técnica apresentadas por ambas não atende às exigências do Edital, bem como que a segunda não apresentou documentação que demonstre sua Certificação no PBQP-H. Relatados, decido. Constata-se que a Diretoria de Infraestrutura e Obras, esclarecendo questionamento formulado pela Presidente da CPL, e se valendo de critérios técnicos e dados objetivos, colhidos dos documentos apresentados pela Real Construções, Engenharia e Projeto Ltda. concluiu que a empresa demonstrou possuir capacidade técnica suficiente para participação do referido certame licitatório, não apenas pela área construída das obras citadas, mas pela complexidade dos serviços executados. Em relação à habilitação de COCENO Construtora Centro Norte Ltda., alega a Recorrente que a empresa não comprovou sua certificação, mas sim, que encaminhou sua documentação para futura certificação, bem como que o atestado de capacitação técnica apresentado não tem equivalência técnica alguma com a reforma ou construção de edifício funcional com finalidades administrativas e funcionais (...) e não atende à área mínima equivalente à área da obra. No que diz respeito à COCENO - Construtora Centro Norte Ltda., vê-se que a declaração de fls. 960, firmada pelo Bureau Veritas Certification Brasil, está conforme com o que dispõe o art. 15, da Portaria nº 0417, da Secretaria da Infraestrutura e foi apresentada a protocolo na SEINF em 09 de novembro de 2009, Tendo em conta que o documento foi expedido em 06/11/2009 e que a Sessão em que a CPL verificou a habilitação das licitantes ocorreu em 18 de novembro de 2009, resta respeitado o prazo fixado pelo aludido dispositivo. Deflui daí que resta patente que o documento apresentado por COCENO Construtora Centro Norte Ltda. está em conformidade com o disposto no item 11.4 do Edital da Concorrência nº 02/2009, restando, de conseqüência, atendidos os ditames legais e editalícios. Prosseguindo, verifica-se ter a empresa apresentado três Certidões de Acervo Técnico (fls. 964/968, 969/977 e 978/981) cujo conteúdo atesta a execução de obras que importam em ,63 m2 de área construída, de complexidade compatível com a exigida para presente certame. O fato de um dos Atestados se referir à construção do Estádio Nilton Santos não o torna imprestável para demonstrar a qualificação técnica exigida, posto que o Edital, no item , c, dispõe que serão consideradas obras com características similares a construção ou reforma em obra de edificação, sem firmar exigência acerca de sua destinação. Ante o exposto, e acolhendo o Parecer Jurídico nº 012/2009-GAPRE, de fls /1.096, NEGO PROVIMENTO AO RECURSO, confirmando a decisão de fls /1.091, da Comissão Permanente de Licitação, para onde devem ser remetidos os autos, para o regular prosseguimento do certame. Publique-se. Intime-se. Palmas, 16 de dezembro de Desembargadora WILLAMARA LEILA Presidente COMISSÃO DE DISTRIBUIÇÃO, COORDENAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO SECRETARIA: RITA DE CÁCIA ABREU DE AGUIAR Acórdãos CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA NO MANDADO DE SEGURANÇA Nº 4324/09 IMPETRANTE : MARTINHO GOMES DE SOUZA NETO E OUTRA Advogado : JULIANA BEZERRA DE MELO PEREIRA IMPETRADO : JUIZ DA 2ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PALMAS Suscitado : Desembargador Daniel Negry Suscitada : Desembargadora Willamara Leila Relator : DESEMBARGADOR BERNARDINO LUZ E M E N T A: CÍVEL CONFLITO NEGATIVO DE COMPETENCIA- CONEXÃO- AÇÃO RECISÓRIA- IDENTIDADE DE OBJETO E CAUSA DE PEDIR- POSSIBILIDADE. 1. Não é necessária a igualdade total para que duas ações sejam reunidas, basta a coincidência de um só dos elementos da ação (partes, causa de pedir ou pedido) para que exista conexão entre duas ações (CPC, art. 103 e 105). 2. Verificada a identidade do objeto e da causa de pedir, impõe-se a reunião das ações a fim de evitarem-se decisões conflitantes. A C Ó R D Ã O: Sob a presidência da Excelentíssima Desembargadora WILLAMARA LEILA, acordaram os membros da Comissão de Distribuição e Coordenação, POR UNANIMIDADE, em conhecer do conflito e FIXAR A COMPETÊNCIA do Desembargador Daniel Negry, nos termos do voto do Relator. Votou com o Relator o Desembargador Carlos Souza (Vogal). A Desembargadora Willamara Leila, suscitada, absteve-se de votar. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETENCIA NO AGI N 9193/09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA AGRAVANTE: GERMIRO MORETTI ADVOGADO: GERMIRO MORETTI AGRAVADO: JOSÉ CARLOS CAMARGO ADVOGADO: MARLY DE MORAIS AZEVEDO SUSCITANTE(S) : DESEMBARGADOR DANIEL NEGRY SUSCITADO(S) : DESEMBARGADORA WILLAMARA LEILA RELATOR (A) : DESEMBARGADORA WILLAMARA LEILA RELATOR P/ ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR BERNARDINO LUZ E M E N T A: CÍVEL CONFLITO NEGATIVO DE COMPETENCIA- CONEXÃO- AÇÃO RECISÓRIA- IDENTIDADE DE OBJETO E CAUSA DE PEDIR- POSSIBILIDADE. 1. Não é necessária a igualdade total para que duas ações sejam reunidas, basta a coincidência de um só dos elementos da ação (partes, causa de pedir ou pedido) para que exista conexão entre duas ações (CPC, art. 103 e 105). 2. Verificada a identidade do objeto e da causa de pedir, impõe-se a reunião das ações a fim de evitarem-se decisões conflitantes. A C Ó R D Ã O: Sob a presidência da Excelentíssima Desembargadora WILLAMARA LEILA, acordaram os membros da Comissão de Distribuição e Coordenação, POR UNANIMIDADE, em conhecer do conflito e FIXAR A COMPETÊNCIA do Desembargador Daniel Negry, nos termos do voto do Relator. Votou com o Relator o Desembargador Carlos Souza (Vogal). A Desembargadora Willamara Leila, suscitada, absteve-se de votar. Palmas, 3 de dezembro de CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 7512/08 Apelante : ESTADO DO TOCANTINS Advogado : JOSUÉ PEREIRA DE AMORIM Apelado : ASSOCIAÇÃO FRATERNA DOS OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTINS Advogado : HÉLIO MIRANDA Suscitado : Desembargador Moura Filho Suscitado : Desembargador José Neves Relator : DESEMBARGADOR BERNARDINO LUZ E M E N T A: CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA ALEGAÇÃO DE PREVENÇÃO POR CONEXÃO INCIDÊNCIA DA SÚMULA 235 DO STF. A teor do artigo 103 do CPC,serão consideradas conexas duas ou mais ações, quando lhes for comum o objeto ou a causa de pedir. Tal hipótese não ocorre quando um dos processos envolvidos já foi julgado, conforme dispõe a súmula 235 do STF. Com efeito, os processos em questão tem a mesma causa de pedir, mas o primeiro, MS 698, já foi julgado, o que exclui a alegação de distribuição por conexão. Dessa forma, forçoso concluir que a distribuição deve ser feita por sorteio. A C Ó R D Ã O: Sob a presidência da Excelentíssima Desembargadora WILLAMARA LEILA, acordaram os membros da Comissão de Distribuição e Coordenação, POR UNANIMIDADE, em conhecer do presente conflito negativo de competência e fixar a competência do Desembargador Moura Filho para relatar os presentes autos. Votaram com o Relator a Desembargadora Willamara Leila e o Desembargador Carlos Souza. Palmas, 3 de dezembro de CONFLITO NEGATIVO DE COMPETENCIA NO AGI N 9197/09 AGRAVANTE: : MARTINHO GOMES DE SOUZA NETO E OUTRA ADVOGADOS: FRANCISCO JOSÉ DE SOUSA BORGES AGRAVADO: JOSÉ CARLOS CAMARGO ADVOGADO : MARLY DE MORAIS AZEVEDO SUSCITANTE: DESEMBARGADOR DANIEL NEGRY SUSCITADO : DESEMBARGADORA WILLAMARA LEILA RELATOR : DESEMBARGADOR BERNARDINO LUZ

3 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO E M E N T A: CÍVEL CONFLITO NEGATIVO DE COMPETENCIA- CONEXÃO- AÇÃO RECISÓRIA- IDENTIDADE DE OBJETO E CAUSA DE PEDIR- POSSIBILIDADE. 1. Não é necessária a igualdade total para que duas ações sejam reunidas, basta a coincidência de um só dos elementos da ação (partes, causa de pedir ou pedido) para que exista conexão entre duas ações (CPC, art. 103 e 105). 2. Verificada a identidade do objeto e da causa de pedir, impõe-se a reunião das ações a fim de evitarem-se decisões conflitantes. A C Ó R D Ã O: Sob a presidência da Excelentíssima Desembargadora WILLAMARA LEILA, acordaram os membros da Comissão de Distribuição e Coordenação, em PRELIMINAR, e por POR UNANIMIDADE, tendo em vista que a Desembargadora Willamara Leila, suscitada nos presentes autos, declarou-se impedida de relatá-los, por reconhecer a conexão com os autos do Conflito de Competência no AGI n 9193 e no MS n 4324, ambos da relatoria do Desembargador Bernardino Luz e, por economia processual, o declararam competente para relatar o presente conflito. No MÉRITO, e nos termos do voto oral do então relator Desembargador Bernardino Luz, a Comissão, POR UNANIMIDADE, conheceu o presente conflito e FIXOU A COMPETÊNCIA do Desembargador Daniel Negry, para relatar os autos de AGI n 9197/08. Votou com o Relator o Desembargador Carlos Souza (Vogal). A Desembargadora Willamara Leila, suscitada, absteve-se de votar. Palmas, 03 de dezembro de PORTARIA Nº 1142/2009-DIGER DIRETORIA GERAL Portarias ROSE MARIE DE THUIN, Diretora-Geral do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/09 da Presidência do Tribunal de Justiça, de 28 de maio de 2009, combinado com as disposições constantes do art. 59, XXVI, da Resolução nº. 017/09 do Egrégio Tribunal Pleno. RESOLVE: Art. 1º Suspender, a partir de , em razão da necessidade do serviço, as férias do servidor MARCELO LEAL DE ARAÚJO BARRETO, Analista Técnico Ciência da Computação, Matrícula , podendo ser usufruída o restante de suas férias, compreendido entre o período de 14 a 18 de dezembro, em data posterior e não prejudicial ao serviço. Art. 2º Publique-se. Anote-se em seus assentamentos funcionais. Revoguem-se as disposições em contrário. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 14 de dezembro de PORTARIA Nº 1143/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/09 da Presidência do Tribunal de Justiça, de 28 de maio de 2009, combinado com as disposições constantes do art. 59, incisos I e XXVII, da Resolução nº 017/09/GP, RESOLVE: Art. 1º Designar o servidor MARCELO LEAL DE ARAÚJO BARRETO, Analista Técnico Ciência da Computação, Matrícula nº , para, sem prejuízo de suas funções, substituir o Diretor de Tecnologia da Informação no período de 14 a 19 de dezembro de Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 14 de dezembro de PORTARIA Nº 1154/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando a Autorização de Viagem nº 198/DIADM, bem como Memo nº 219/2009DTI, resolve conceder ao Servidor MOADIR SODRÉ DOS SANTOS, Motorista, Matrícula , 03 (três) diárias e ¹/² (meia), eis que empreendeu viagem à Comarca de Porto Nacional, conduzindo o Servidor Juciário Ribeiro de Freitas, para manutenção, instalação de computadores e rede na referida Comarca, no período de 15 a 18 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 15 de dezembro de PORTARIA Nº 1155/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando as Autorizações de Viagem nºs 042 e 43/DIADM, resolve conceder aos servidores MOREDSON MENDANHA DE ABREU ALMAS, Chefe de Serviço, Matrícula e AURÉCIO BARBOSA FEITOSA, Auxiliar Técnico Manutenção Predial, Matrícula , 01 (uma) diária e ¹/² (meia), eis que empreenderão viagem à Comarca de Araguaína, para entrega de materiais permanentes, nos dias 16 e 17 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 15 de dezembro de PORTARIA Nº 1156/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando as Autorizações de Viagem nºs 044 e 45/DIADM, resolve conceder aos servidores MOREDSON MENDANHA DE ABREU ALMAS, Chefe de Serviço, Matrícula e GILMAR ALVES DOS SANTOS, Auxiliar de Serviços Gerais, Matrícula , 01 (uma) diária e ¹/² (meia), eis que empreenderão viagem à Comarca de Pedro Afonso, para entrega de materiais permanentes, nos dias 18 e 19 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 15 de dezembro de PORTARIA Nº 1157/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando a Autorização de Viagem nºs 046/DIADM, resolve conceder ao servidor GILMAR ALVES DOS SANTOS, Auxiliar de Serviços Gerais, Matrícula , 01 (uma) diária e ¹/² (meia), eis que empreenderá viagem à Comarca de Araguaína, para entrega de materiais permanentes, nos dias 16 e 17 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 15 de dezembro de PORTARIA Nº 1158/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando o Ofício nº 1025/2009, datado de 30 de setembro de 2009, oriundo da Comarca de Paraíso do Tocantins, resolve conceder 04 (quatro) diárias e ¹/² (meia), à Servidora NEUZILIA RODRIGUES SANTOS, Escrivã, Matrícula 439, eis que empreendeu viagem à Comarca de Paraíso do Tocantins, para auxiliar nos trabalhos relativos ao projeto Justiça Efetiva Resolução de Processos 2009, na referida Comarca no período de 14 a 18 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 15 de dezembro de PORTARIA Nº 1159/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando a Autorização de Viagem nº 090/DITIN, resolve conceder, ¹/² (meia) diária, ao Servidor LEONARDO ANDRADE LEAL, Operador de Microcomputador, Matrícula , eis que empreenderá viagem à Comarca de Paraíso do Tocantins, para entrega de equipamentos, instalação e suporte de computadores e periféricos, no dia 16 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 15 de dezembro de PORTARIA Nº 1160/2009-DIGER Rose Marie de Thuin Diretora-Geral A DIRETORA-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto Judiciário nº 302/2009, art. 1º, XVI, de acordo com a Resolução nº 014/2006 c/c a Resolução nº 005/2008 do Tribunal Pleno, considerando Ofício nº 262/2009/SEC, datado de 02/12/2009, oriundo da Comarca de Araguacema, resolve conceder ao servidor ANTÔNIO ABREU DE OLIVEIRA, Oficial de Justiça, Matrícula , 01 (uma) diária e ¹/² (meia), eis que empreendeu viagem em objeto de serviço à Comarca de Paraíso do Tocantins, nos dias 03 e 04 de dezembro do corrente ano. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, Palmas, 16 de dezembro de PORTARIA Nº 1161/2009 Rose Marie de Thuin Diretora-Geral Constitui Comissão Especial de Licitação CEL, destinada a promover a alienação de veículos pertencentes à frota do Tribunal de Justiça. ROSE MARIE DE THUIN, Diretora-Geral do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, no uso das atribuições que lhe confere o inciso VIII do art. 1º do Decreto Judiciário nº 302/09, publicado no Diário da Justiça nº 2199/09,

4 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO CONSIDERANDO o disposto no artigo 17, II, da Lei nº 8.666/93, que regula a alienação dos bens da Administração Pública; CONSIDERANDO a inviabilidade da Administração do Tribunal de Justiça em manter os veículos automotores relacionados nos Autos Administrativos PA 38716/09, ante o alto custo de manutenção. RESOLVE: Art. 1º Constituir uma COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO CEL, composta pelos servidores MANOEL LINDOMAR ARAÚJO LUCENA, Analista Técnico-Ciências Contábeis, matrícula ; OMAR BUCAR NETO, Assistente Técnico em Editoração, matrícula e MAXIMILIANO JOSÉ DE SOUZA MARCUARTU, Chefe de Divisão, matrícula e como suplentes: VALDEIR GOMES DE SANTANA e CARLOS ALBERTO LEAL FONSECA, para, sob a presidência do primeiro, promover a alienação dos veículos relacionados no PA 38716, através da modalidade Leilão. Publique-se. GABINETE DA DIRETORIA-GERAL, em Palmas-TO, aos 16 dias do mês de dezembro de Rose Marie de Thuin Diretora-Geral DIVISÃO DE LICITAÇÃO, CONTRATOS E CONVÊNIOS Extrato de Convênio EXTRATO DE CONVÊNIO Nº. 004/2009. CONVENENTE : Tribunal Regional Eleitoral/TO CONVENENTE : Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins /TO OBJETO DO CONVÊNIO: Cooperação técnica recíproca entre o TER/TO e o TJ/TO para a realização de perícia, avaliação ou inspeção médica e/ou a composição de Junta Medica Oficial. VIGÊNCIA: O presente convênio terá duração de 36 (trinta e seis) meses, a contar da data da assinatura. DATA DA ASSINATURA: em 07/12/2009. SIGNATÁRIOS: Tribunal de Justiça / TO. Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins /TO Palmas TO, 16 de dezembro de TRIBUNAL PLENO SECRETÁRIO: WAGNE ALVES DE LIMA Ato Ordinatório No uso das atribuições que me são conferidas e de acordo ao que dispõe a Resolução nº 15/2007, em seu Art. 27, incisos XV e XXIII, torno público o Calendário de Sessões do Tribunal Pleno ano º (primeiro) semestre. Comunico, ainda, que a sessão ordinária que se realizaria na primeira quinta feira do mês de janeiro ( ), fica cancelada, por ordem da Desembargadora Willamara Leila. SESSÕES ORDINÁRIAS JANEIR0 FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO Cancelada feriado feriado SESSÕES EXTRAORDINÁRIAS feriado JANEIR0 FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO Decisões/ Despachos Intimações às Partes MANDADO DE SEGURANÇA Nº 4331/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS IMPETRANTES: DIRCEU COSTA SOARES E RUI CARLOS DA SILVA AGUIAR Advogado: Auri-Wulange Ribeiro Jorge e Fábio Bezerra de Melo Pereira IMPETRADOS: GOVERNADOR DO ESTADO DO TOCANTINS E SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DO TOCANTINS RELATOR: Desembargador JOSÉ NEVES Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador JOSÉ NEVES - Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS do DESPACHO de f. 351, a seguir transcrito: O texto do comando legal do inciso II, do art. 7º, da Lei , de 7 de agosto de 2009, que disciplina o mandado de segurança, é no sentido de que se dê ciência do feito ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, enviando-lhe cópia da inicial sem documentos, para que querendo, ingresse no feito. Portanto, determino à Secretaria do Pleno as providências para os fins de mister. Após, e imediatamente, abrase nova vista ao Órgão de Cúpula Ministerial, para exarar parecer. Cumpra-se. Palmas, 16 de dezembro de Desembargador JOSÉ NEVES Relator. AÇÃO PENAL Nº 1675/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: (INQUÉRITO POLICIAL Nº 1.437/09 DA VARA CRIMINAL DA COMARCA DE ARAGUACEMA) AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS ACUSADO: JOÃO PAULO RIBEIRO LEITE (Prefeito Municipal de Araguacema) Advogados: Maurício Cordenonzi, Roger de Mello Ottaño, Rogério Gomes Coelho e Renato Duarte Bezerra. RELATOR: Desembargador ANTÔNIO FÉLIX Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador ANTÔNIO FÉLIX Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS do DESPACHO de f. 79, a seguir transcrito: Atenda-se à cota Ministerial de fls. 58 (verso) e expeça-se Ofício ao Cartório Distribuidor da Comarca de Araguacema TO e ao Instituto de Identificação da Secretaria de Segurança Pública Palmas/TO para que forneçam as Folhas de Antecedentes Criminais atualizadas de eventuais procedimentos instaurados contra o acusado. Palmas-TO, 15 de dezembro de Desembargador ANTÔNIO FÉLIX Relator. MANDADO DE SEGURANÇA Nº 4434/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS IMPETRANTE: L. M. DA C., REPRESENTADO POR SEU GENITOR LUIZ PEREIRA DA COSTA Advogado: Vinícius Pinheiro Marques (Escritório Modelo da UFT) IMPETRADO: SECRETÁRIO DA SAÚDE DO ESTADO DO TOCANTINS RELATOR: Desembargador ANTÔNIO FÉLIX Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador ANTÔNIO FÉLIX Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS da DECISÃO de fls. 22/23, a seguir transcrita: L. M. DA C., representado por seu pai LUIZ PEREIRA DA COSTA, impetra o presente mandado de segurança com pedido de liminar contra ato supostamente ilegal da lavra do SECRETÁRIO DA SAÚDE DO ESTADO DO TOCANTINS. Aduz que em agosto de 2006 foi diagnosticado como portador de Lúpus Eritematoso, e em julho de 2007 passou a apresentar Nefrite Lúpica e Insuficiência Renal Crônica. Afirma que o tratamento é normalmente realizado com Azatioprina 50mg, Hidroxicloroquina e Nifedipina, mas o Azatioprina 50mg traz, como principal reação adversa, a disfunção renal, agravando o estado de seus rins já debilitados pela sua enfermidade. Assim, para cessar a sobrecarga nos rins, a Azatioprina 50mg deve ser substituída pelo Micofenolato Mofetil 500mg e pelo Prednisolona 20mg. O impetrante explica que, em vista de sua hipossuficiência financeira, os medicamentos lhe são fornecidos gratuitamente pela Secretaria Estadual da Saúde, e para obter os novos fármacos, laudo para solicitação/autorização de Medicamentos de Dispensação Excepcional - LME foi preenchido para que o hospital Oswaldo Cruz desse entrada no processo para a aquisição do Micofenolato Mofetil 500mg e do Prednisolona 20mg. Entretanto, a Secretaria recusou-se a iniciar o processo sob o argumento de que tais medicamentos não são fornecidos para o tratamento de Lúpus. Assevera que continua, por tal razão, a fazer uso do Azatioprina 50mg, o que pode lhe acarretar, em futuro próximo, a necessidade de um transplante de rim. Além disso, ao se observar a evolução de seu quadro clínico, percebe-se que o medicamento será substituído de qualquer modo, não se devendo aguardar a degradação de seu estado de saúde para que tal troca ocorra. Postula, assim, a ordem liminar para determinar à autoridade coatora que lhe proveja os aludidos medicamentos; ao final requer a concessão definitiva da segurança. Junta os documentos de fls. 11/19. É o necessário a relatar. Decido. De plano, concedo a gratuidade pleiteada. Pois bem, o art. 6º da Lei nº /2009 dispõe que a petição inicial do mandado de segurança deve ser apresentada em 2 (duas) vias, com os documentos que instruírem a primeira reproduzidos na segunda. Em seguida, o art. 7º da mesma Lei determina que a via apresentada com as cópias dos documentos seja encaminhada à autoridade apontada como coatora e, ainda, que se dê ciência do feito ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, enviando-lhe cópia da inicial sem documentos, para que, querendo, ingresse no feito. Como se vê, o novo regramento é expresso ao estabelecer que são necessárias, além da via original da petição inicial, outras duas cópias, sendo que uma delas deve conter exatamente os mesmos documentos apresentados com a inicial. Neste writ, o impetrante forneceu as cópias exigidas pelo novo regramento, atendendo assim ao preceito legal. Ademais, o mandado de segurança, por não admitir dilação probatória, exige prova pré-constituída do ato ilegal praticado pela autoridade coatora. No presente caso, os elementos trazidos ao bojo dos autos me permitem, mesmo nesse momento de cognição sumária, constatar a presença concomitante dos requisitos necessários à concessão da ordem liminar, principalmente em vista do Laudo Médico no qual o médico do impetrante prescreve os medicamentos ora pleiteados e afirma serem estes necessários para evitar a falência de seus rins (fl. 19). Assim, a meu ver, a hipossuficiência econômica do impetrante, bem como a enfermidade em questão e a provável inoperância de outras medicações - fato que pode acarretar o agravamento das condições clínicas do paciente e por isso devem ser substituídas pelo Micofenolato Mofetil 500mg e pelo Prednisolona 20mg - conduzem à plausibilidade dos argumentos tecidos no writ, a par da prescrição médica juntada aos autos. Ademais, se de um lado os efeitos desta decisão podem acarretar ônus à Fazenda Pública, de outro lado, eventual indeferimento poderá causar uma lesão grave a um bem que se sobrepõe a qualquer outro juridicamente tutelado, qual seja, a vida. Posto isso, DEFIRO A LIMINAR REQUESTADA e determino que o ESTADO DO TOCANTINS, por sua Secretaria de Saúde, forneça gratuitamente ao impetrante os medicamentos Micofenolato Mofetil 500mg e Prednisolona 20mg pelo período indicado nas prescrições médicas que lhe forem apresentadas. Notifique-se a autoridade impetrada do conteúdo da petição inicial, enviando-lhe a segunda via apresentada com as cópias dos documentos, a fim de que, no prazo de 10 (dez) dias, preste as informações, nos termos do artigo 7º da Lei /2009. Dê-se ciência do feito ao órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, enviando-lhe cópia da inicial (sem os documentos) para que, querendo, ingresse no feito. A presente decisão servirá de mandado para o seu cumprimento. Caso seja necessário,

5 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO fica o ilustre Secretário do Pleno autorizado a assinar os Ofícios competentes. P. R. I. Palmas, 15 de dezembro de Des. ANTÔNIO FÉLIX Relator. MANDADO DE SEGURANÇA Nº 4436/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS IMPETRANTE: REGINALDO DA SILVA AGUIAR Advogado: Madson Souza Maranhão e Silva IMPETRADO: COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTINS RELATOR: Desembargador JOSÉ NEVES Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador JOSÉ NEVES Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS da DECISÃO de fls. 29/31, a seguir transcrita: REGINALDO DA SILVA AGUIAR, soldado da PM/TO, devidamente qualificado nos autos, via advogado constituído regularmente (fls. 11), impetra a presente ordem contra ato administrativo emanado pelo COMANDANTE GERAL DA POLICIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTINS (fls. 14), o qual determinou a sua transferência, por necessidade do serviço, da cidade de Tocantinópolis para o 6º BPM localizado em Taquaralto, onde deveria se apresentar em 07/11/2009. Argumenta o Impetrante que é policial militar a 18 anos, exercendo suas funções há 17 anos em Tocantinópolis, sendo que a sua transferência para Taquaralto poderá ensejar sérios transtornos na sua vida familiar e até financeira. Aduz que atualmente está passando por transtornos emocionais e comportamentais, conforme laudos apresentados, estando recomendado o seu afastamento do serviço. Alega que o ato administrativo impugnado apesar de discricionário deve ser motivado, não bastando a mera indicação de necessidade do serviço, sem que haja justificativa concreta para a sua transferência. Finalizou requerendo a concessão de medida liminar para obstar sua transferência, por entender presentes os pressupostos do fumus boni iuris e periculum in mora, confirmando-se a medida no julgamento definitivo. Acostados documentos de fls. 12/18. Feito distribuído por sorteio e concluso. É o relatório, passo a DECIDIR. DEFIRO inicialmente o pedido de assistência judiciária gratuita, uma vez que se amolda aos requisitos legais atinentes. A princípio verifico a adequação do writ e a sua tempestividade, uma vez que o ato atacado foi editado em 30/10/2009, portanto, aviada a mandamental dentro do prazo decadencial de 120 dias, ditado pelo artigo 23 da Lei Federal nº /2009. Entretanto, falece de fundamento o pedido de concessão de liminar, eis que o requisito do periculum in mora não se encontra presente. Depreende-se do ato administrativo vergastado que o prazo para o Impetrante se apresentar na sua nova lotação venceu em 07/11/2009, ou seja, há mais de um mês, sendo evidente que não mais persiste o perigo na demora. Anoto, por oportuno, que o feito foi protocolado na instância ordinária em 06/11/2009, já às vésperas do prazo final para a transferência, sendo certo que o causídico do Impetrante deixou de observar a competência originária desta Corte para o julgamento da mandamental (artigo 48, 1º, inciso VIII, da Constituição Estadual c.c. artigo 7º, inciso I, alínea g do RITJ/TO). Por tais razões, emerge evidente que não há culpa do judiciário pelo atraso na apreciação da liminar e, por outro lado, não mais ocorre o perigo na demora, uma vez que o prazo para a transferência de lotação já se esgotou. Noutro plano, com relação à aparência do bom direito, também não restou demonstrado, posto que o ato vergastado aponta a necessidade do serviço, não se exigindo a sua demonstração de maneira circunstanciada e detalhada, pois o efetivo policial deve ser remanejado de acordo com as necessidades da corporação e da população, de modo a preservar a segurança pública. Assim, nesse momento de cognição sumária, não verifico qualquer ilegalidade do ato açoitado. FACE DISSO, por ausentes os pressupostos autorizadores, INDEFIRO a liminar requestada. NOTIFIQUE-SE a autoridade acoimada coatora para apresentar as informações que julgar necessárias no prazo de 10 (dez) dias (cf. artigo 7º, inciso I, da Lei Federal nº /2009). CIENTIFIQUE-SE a Procuradoria-Geral do Estado, em obediência ao comando do inciso II do suso referido dispositivo legal. Em seguida, OUÇA-SE a Procuradoria-Geral de Justiça (cf. artigo 12 do citado diploma legal). Publique-se. Cumprase. Palmas-TO, 15 de dezembro de Desembargador JOSÉ NEVES - Relator. MANDADO DE SEGURANÇA Nº 4294/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS IMPETRANTE: CASA DE CARIDADE DOM ORIONE Advogados: Antônio Teixeira Araújo Júnior, Eliana Lopes da Silva Nascimento e Dário Claro Alves IMPETRADO: SECRETÁRIO DA FAZENDA DO ESTADO DO TOCANTINS RELATOR: Desembargador MARCO VILLAS BOAS Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador MARCO VILLAS BOAS - Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS do DESPACHO de f. 216, a seguir transcrito: Indefiro a juntada dos documentos de fls. 202/214 e determino o desentranhamento destes que ficarão em Secretaria à disposição da impetrante, posto o presente Mandado de Segurança já ter sido julgado, com publicação da decisão, inclusive. Sem embargo, porém, da parte munida de todos os documentos necessários ajuizar novo mandamus. Cumpra-se. Palmas, 15 de dezembro de Desembargador MARCO VILLAS BOAS Relator. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO MANDADO DE SEGURANÇA No 4426/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS EMBARGANTE: LEUZAMAR DAMASCENO SILVA FONTOURA Advogada: Almerinda Maria Skeff EMBARGADOS: GOVERNADOR DO ESTADO DO TOCANTINS E SECRETÁRIO CHEFE DA CASA CIVIL DO ESTADO DO TOCANTINS RELATOR: Desembargador MARCO VILLAS BOAS Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador MARCO VILLAS BOAS Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS da DECISÃO de fls. 35/36, a seguir transcrita: Trata-se de Embargos de Declaração no Mandado de Segurança no 4426/2009, impetrado por LEUZAMAR DAMASCENO SILVA FONTOURA, contra decisão liminar de fls. 22/28 que concedeu parcialmente a tutela in limine por ela pleiteada, alegando obscuridade e omissão, posto a decisão ter garantido o pagamento das verbas remuneratórias relativas ao cargo comissionado ao qual fora nomeada, desde a data da exoneração da impetrante até o final da licença-maternidade, ou até o julgamento do mandamus se ocorrer primeiro, mas resta dúvida se a impetrante terá direito à fruição ao plano de saúde. A decisão embargada tem o seguinte teor: [...] Posto isso, sopesadas as peculiaridades da hipótese em exame e presentes, a meu ver, os pressupostos autorizadores para tanto, diante da argumentação apresentada, cumpre, em juízo de apreciação sumária, conceder parcialmente a tutela in limine visada, para garantir o pagamento das verbas remuneratórias relativas ao cargo comissionado ao qual era nomeada, desde a data da exoneração da impetrante até o final da licençamaternidade ou até o julgamento do presente mandamus se ocorrer primeiro, bem como a manutenção ao plano de saúde PLANSAÚDE, no estado em que se encontrava quando se deu sua exoneração [...]. Grifei. Em síntese, a embargante, no mandado de segurança em sede de liminar, pleiteava sua reintegração ao cargo e incorporação ao plano de saúde PLANSAÚDE. Mas, a liminar concedida, às fls. 22/28, atendeu parcialmente tal pedido, garantindo-lhe o pagamento das verbas remuneratórias relativas ao cargo comissionado ao qual fora nomeada, desde a data da exoneração da impetrante até o final da licençamaternidade ou até o julgamento do presente mandamus se ocorrer primeiro, bem como a manutenção ao plano de saúde PLANSAÚDE, no estado em que se encontrava quando se deu sua exoneração. Analisando a decisão, verifica-se não existir obscuridade ou omissão a se sanar. Ao contrário, é clara em relação ao que alega a embargante, posto afirmar categoricamente que se lhe deve manter o plano de saúde PLANSAÚDE, tal como se encontrava quando se deu sua exoneração. Quanto ao pedido da embargante, o de se conhecer e prover o presente embargo de declaração, de modo a clarificar a decisão em pertinência a relação empregatícia, aclarando se está mantida ou não até final licençamaternidade ou decisão final da segurança, tenho que a decisão foi bastante clara, posto nesta expressamente constar que a impetrante terá direito ao pagamento das verbas remuneratórias relativas ao cargo comissionado ao qual fora nomeada, ou seja, desde a data da sua exoneração até o final da licença-maternidade ou até o julgamento do presente mandamus se ocorrer primeiro. Posto isso, conheço do recurso por próprio e tempestivo, mas nego-lhe provimento por inexistir obscuridade ou omissão a se sanar. Publique-se, registre-se e intime-se. Cumpra-se. Palmas TO, 15 de dezembro de Desembargador MARCO VILLAS BOAS Relator. MANDADO DE SEGURANÇA Nº 3807/08 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS IMPETRANTE: SHEILLA CUNHA DA LUZ Advogada: Sheilla Cunha da Luz IMPETRADOS: SECRETÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DO TOCANTINS E SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DO TOCANTINS LIT. PAS. NEC.: ALEXSANDRO RODRIGUES QUEIROZ, DAYANE PEREIRA DE SOUZA ARAÚJO, JOSÉ SOARES DA SILVA JÚNIOR, LÍVIO JOSÉ ISIDÓRIO LEAL, MARCIONE DE SOUSA VARÃO, RAPHAEL JOSÉ LIMA HASS GONÇALVES E TÚLIO PEREIRA MOTTA RELATOR: Desembargador MARCO VILLAS BOAS Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador MARCO VILLAS BOAS - Relator, ficam as partes nos autos acima epigrafados INTIMADAS do DESPACHO de f. 244, a seguir transcrito: Defiro o requerimento de fl. 242 e determino que se oficie o Secretário de Segurança Pública do Estado do Tocantins para, no prazo de 05 (cinco dias), fornecer o endereço do local de lotação dos litisconsortes passivos necessários ALEXSANDRO RODRIGUES QUEIROZ, RAPHAEL JOSÉ LIMA HASS GONÇALVES, TÚLIO PEREIRA MOTTA e JOSÉ SOARES DA SILVA JÚNIOR. Após, volvam-me conclusos para apreciação. Cumpra-se. Palmas, 15 de dezembro de Desembargador MARCO VILLAS BOAS Relator. Acórdão MANDADO DE SEGURANÇA Nº 4184/09 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS IMPETRANTE: ALINE ALVES BRAGA DE SÁ Advogado: Marcelo Toledo IMPETRADOS: GOVERNADOR DO ESTADO DO TOCANTINS CARLOS HENRIQUE AMORIM LITISC. NEC.(S): ITAMAR MAGALHÃES GONÇALVES, ALEXANDRE CAETANO DE ALMEIDA SCHOEPFER E SAMUEL NASCIMENTO MARQUES RELATORA: Desembargadora JACQUELINE ADORNO EMENTA: MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO ATO ADMINISTRATIVO DE NOMEAÇAO CANDIDATOS APROVADOS DE ACORDO COM AS NORMAS PREVISTAS NO EDITAL DO CONCURSO - INEXISTÊNCIA DO DIREITO LÍQUIDO E CERTO PLEITEADO SEGURANÇA DENEGADA. 1-. O edital do concurso previa para o cargo de médico legista, Regional de Paraíso do Tocantins - TO, 03 (três) vagas, bem como que seriam convocados para o curso de formação os candidatos aprovados na primeira fase, dentro do número de vagas, adotando-se como ordem classificatória a nota obtida na prova objetiva. 2- Os três candidatos constantes do decreto de homologação do certame (nomeados e empossados), bem como, outros dez candidatos que figuram na lista de classificação do Curso de Formação Técnico Profissional Médico Legista, publicada no Diário Oficial de 23 de janeiro de 2009, possuem nota superior à nota alcançada pela impetrante, portanto, através de alegações unilaterais não há como precisar a existência do direito alegado na exordial. 3- O ato administrativo de nomeação dos candidatos classificados obedeceu às normas do edital e às decisões judiciais proferidas em favor destes, o que afasta a ilegalidade ou abuso de poder. ACÓRDÃO: Sob a presidência da Desembargadora Willamara Leila - Presidente, acordaram os componentes do Colendo Tribunal Pleno, na 17ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 05/11/2009, por maioria, acolhendo na íntegra o parecer da douta Procuradoria Geral de Justiça, em conhecer do writ por próprio e tempestivo, mas denegar a ordem pleiteada, nos termos do voto da Desembargadora Jacqueline Adorno Relatora. Votaram acompanhando a Relatora os Desembargadores Liberato Povoa, Daniel Negry e Luiz Gadotti. O Desembargador Amado Cilton proferiu voto divergente no sentido de conceder a segurança para que o nome da impetrante figure na lista de espera, como aprovada. Acompanhou a divergência o Desembargador Antônio Félix. Houve sustentação oral pelo Dr. Kledson Moura Lima Procurador do Estado, OAB/TO 4111-B e pelo representante do Ministério Público, Dr. Marco Antônio Alves Bezerra Procurador de Justiça. Ausência justificadas dos Desembargadores Carlos Souza, José Neves, Moura Filho, Marco Villas Boas e Bernardino Lima Luz. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. Marco Antonio Alves Bezerra Procurador de Justiça. Acórdão do dia 05 de novembro de 2009.

6 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO PAUTA Nº. 01/2010 1ª CÂMARA CÍVEL SECRETÁRIO: ADALBERTO AVELINO DE OLIVEIRA Pauta Serão julgados pela 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, em Palmas, em sua 1ª (primeira) Sessão Ordinária de Julgamento, aos 13 (treze) dias do mês de janeiro do ano de 2010, quarta-feira a partir das 14:00 horas, ou nas Sessões posteriores, os seguintes Processos: 1)=AGRAVO DE INSTRUMENTO - AGI-8107/08 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. AGRAVANTE: DALESSANDRO DE OLIVEIRA. ADVOGADO: WALTER OHOFUGI JÚNIOR E OUTROS. AGRAVADO: CENTRO UNIVERSITÁRIO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE PALMAS. ADVOGADO: JOSUÉ PEREIRA DE AMORIM E OUTRO. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA 2)=AGRAVO DE INSTRUMENTO - AGI-8444/08 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. AGRAVANTE: COMPANHIA DE SANEAMENTO DO TOCANTINS - SANEATINS. ADVOGADOS: LUCIANA CORDEIRO CAVALCANTE CERQUEIRA E OUTROS AGRAVADO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS. PROC JUSTIÇA: RICARDO VICENTE DA SILVA. 3ª TURMA JULGADORA Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno RELATOR 3)=AGRAVO DE INSTRUMENTO - AGI-7806/08 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. AGRAVANTE: GRÉCIO SILVESTRE DE CASTRO. ADVOGADO: GRECIO SILVESTRE DE CASTRO. AGRAVADO: MÁRIO BONIFÁCIO LIMA. ADVOGADO: JUVANDI SOBRAL RIBEIRO E OUTRO 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA 4)=AGRAVO DE INSTRUMENTO - AGI-8347/08 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. AGRAVANTE: MARCO AURÉLIO GALDINO IUNES. ADVOGADOS: ARISTÓTELES MELO BRAGA E OUTROS. AGRAVADO: WALMES D ALESSANDRO SOBRINHO E VERA LÚCIA VIDA D ALESSANDRO. ADVOGADO: MARCELO MÁRCIO DA SILVA E ZENO VIDAL SANTIN. 2ª TURMA JULGADORA Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR 5)=AGRAVO DE INSTRUMENTO - AGI-8236/08 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. AGRAVANTE: FRANCISCO REIS FILHO. ADVOGADOS: FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES E OUTRO AGRAVADO: INVESTCO S/A. ADVOGADA: LUDIMYLLA MELO CARVALHO. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA 6)=APELAÇÃO Nº. 9872/09 - SEGREDO DE JUSTIÇA. (09/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: D. G. S. DEFEN. PÚBL: RONALDO CAROLINO RUELA. APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS. PROC. JUSTIÇA: JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU. 4ª TURMA JULGADORA Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza RELATOR REVISORA 7)=APELAÇÃO - AP-9922/09 (09/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: BANCO DA AMAZÔNIA S/A - BASA. ADVOGADO: ALESSANDRO DE PAULA CANEDO. APELADO: REGINO JÁCOME DE SOUZA NETO E SUA MULHER IRAÍ PARRIÃO JÁCOME. ADVOGADA: HÉLIA NARA PARENTE SANTOS. 2ª TURMA JULGADORA Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR 8)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-8247/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE PALMAS. APELANTE: ESTADO DO TOCANTINS. PROC. EST: ADELMO AIRES JÚNIOR. APELADO: MAX SUEL PUGAS NOGUEIRA. ADVOGADOS: FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES E OUTRO. PROC JUSTIÇA: ALCIR RAINERI FILHO. 2ª TURMA JULGADORA Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR 9)=APELAÇÃO Nº. 9599/09 - SEGREDO DE JUSTIÇA (09/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: T.J.S.S. DEFEN. PÚBL: RONALDO CAROLINO RUELA. APELADO: MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS. PROC JUSTIÇA: ANGÉLICA BARBOSA DA SILVA. 4ª TURMA JULGADORA Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza RELATOR REVISORA 10)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7656/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. 1º APELANTE: NELSON LUIZ DE SOUZA E JÚLIA RENATA RINALD E SOUZA. ADVOGADO: GEORGE SANDRO DI FERREIRA. 2º APELANTE: ARPA - AGROINDUSTRIA PARAÍSO LTDA. ADVOGADO: JONAS TAVARES DOS SANTOS. 1º APELADO: BANCO DO BRASIL S/A. ADVOGADOS: RUDOLF SCHAITL E OUTRO 3º APELANTE: BANCO DO BRASIL S/A. ADVOGADOS: RUDOLF SCHAITL E OUTRO 4º APELADO: ARPA AGROINDÚSTRIA PARAÍSO LTDA. ADVOGADO: JONAS TAVARES DOS SANTOS. 3ª TURMA JULGADORA Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno RELATOR REVISOR 11)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7949/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE PALMAS. APELANTE: JOSÉ EDMAR BRITO MIRANDA. ADVOGADOS: JAIR ALVES PEREIRA E OUTRO. APELADOS: JORNAL PRIMEIRA PÁGINA (TOCANTINS GRÁFICA E EDITORA LTDA) E SANDRA APARECIDA MIRANDA DE OLIVEIRA SILVA. ADVOGADO: VASCO PINHEIRO DE LEMOS NETO. 1ª TURMA JULGADORA Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton RELATOR REVISOR 12)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-6071/06 (06/ ) ORIGEM: COMARCA DE ALVORADA. APELANTE: FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL. PROC EST: NÍCIA VIEIRA ARAÚJO. APELADO: SÉRGIO RIBEIRO CORREIA. ADVOGADO: MIGUEL CHAVES RAMOS E OUTRO PROC JUSTIÇA: MARCO ANTONIO ALVES BEZERRA. 2ª TURMA JULGADORA Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR 13)=APELAÇÃO Nº. 9159/09 - SEGREDO DE JUSTIÇA (09/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: L.F. DE S. DEFEN. PÚBL: RONALDO CAROLINO RUELA. APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS. PROC DE JUSTIÇA SUBST: JOÃO RODRIGUES FILHO. 1ª TURMA JULGADORA Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton RELATOR REVISOR 14)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-8395/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE ARAGUAÍNA. APELANTE: BANCO DA AMAZÔNIA S.A. ADVOGADOS: SILAS ARAÚJO LIMA E OUTROS. APELADO: ALEXANDRE DA FONSECA PAIVA.

7 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO ADVOGADOS: CRISTIANE DELFINO RODRIGUES LINS E OUTRO. 3ª TURMA JULGADORA Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno RELATOR REVISOR 15)=APELAÇÃO Nº. 9650/09 - SEGREDO DE JUSTIÇA (09/ ) ORIGEM: COMARCA DE PALMAS. APELANTE: J.T.F. ADVOGADO: VIRGÍLIO RICARDO COELHO MEIRELLES E OUTROS. APELADO: E.F. DE A.P.T. ADVOGADOS: RONALDO EURIPEDES DE SOUZA E OUTRO. PROC. JUSTIÇA: JOSÉ OMAR DE ALMEIDA JÚNIOR. 1ª TURMA JULGADORA Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton RELATOR REVISOR 16)=APELAÇÃO Nº. 9603/09 - SEGREDO DE JUSTIÇA (09/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: F.P.F. DE S.N. DEFEN. PÚBL: RONALDO CAROLINO RUELA. APELADO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS. PROC JUSTIÇA: JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU. 4ª TURMA JULGADORA Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza RELATOR REVISORA 17)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-8246/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE PALMAS. APELANTE: ESTADO DO TOCANTINS. PROC EST: ADELMO AIRES JÚNIOR. APELADO: UAQUICEL RODRIGUES CARVALHO. ADVOGADA: ILKA BORGES DA SILVA E OUTRO PROC JUSTIÇA: ALCIR RAINERI FILHO. 2ª TURMA JULGADORA Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR 18)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-8340/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE GOIATINS. APELANTE: IPEROIG - COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS S/C LTDA E COLINA PAULISTA S/A. ADVOGADOS: LIDIO CARVALHO DE ARAÚJO E OUTRO. APELADO: APARECIDO LUCIANETTE E ROSIVANE PEREIRA DOS SANTOS. ADVOGADO: IVAIR MARTINS DOS SANTOS DINIZ. 3ª TURMA JULGADORA Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry Desembargadora Jacqueline Adorno RELATOR REVISOR 19)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-6769/07 (07/ ) ORIGEM: COMARCA DE PALMAS. APELANTE: ROBERTA QUEIROZ VIEIRA. ADVOGADO: RONALDO EURIPEDES DE SOUZA E OUTRO APELANTE: RICARDO TANIGUTE E EDSON TSERGUTO TANIGUTE E JULBEL SADÃO TANIGUTE. ADVOGADO: ROMEU ELI VIEIRA CAVALCANTE. APELADO: PRESIDENTE DO INSTITUTO DE TERRAS DO ESTADO DO TOCANTINS ITERTINS. PROC EST: HENRIQUE JOSÉ AUERSWALD JUNIOR E PROCURADOR GERAL DO ESTADO. LIST. PAS NEC: DIONE JOSÉ DE ARAÚJO, CAIRO GARCIA PEREIRA E SUELY ARANTES ARAÚJO PEREIRA. ADVOGADO: ANTÔNIO VIANA BEZERRA. PROC DE JUSTIÇA: RICARDO VICENTE DA SILVA. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA REVISOR 20)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7289/07 (07/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: PAULO OLDONI SLONGO. ADVOGADO: MÁRIO ANTÔNIO SILVA CAMARGOS. APELADO: BANCO DO BRASIL S/A. ADVOGADOS: ALBERY CESAR DE OLIVEIRA E ADRIANA MAURA DE T. L. PALLAORO. 1ª TURMA JULGADORA Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR SUSPEIÇÃO REVISOR 21)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7290/07 (07/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: NATALÍCIO SLONGO E SUA MULHER IONE MAYER SLONGO. ADVOGADO: MÁRIO ANTÔNIO SILVA CAMARGOS. APELADO: BANCO DO BRASIL S/A. ADVOGADOS: ADRIANA MAURA DE T. L. PALLAORO E OUTROS. 1ª TURMA JULGADORA Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa Desembargador Amado Cilton Desembargador Daniel Negry RELATOR SUSPEIÇÃO REVISOR 22)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7875/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: ESTADO DO TOCANTINS. PROC. (ª) EST: IRANA DE SOUSA COELHO AGUIAR. APELADO: MARILENE NASCIMENTO COSTA RIBEIRO. ADVOGADO: PAULA PIGNATARI ROSAS MENIN. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA REVISOR 23)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7874/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: ESTADO DO TOCANTINS. PROC. (ª) EST: IRANA DE SOUSA COELHO AGUIAR. APELADO: EUVALDO PIMENTEL DE OLIVEIRA. ADVOGADO: PAULA PIGNATARI ROSAS MENIN. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA REVISOR 24)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7873/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: ESTADO DO TOCANTINS. PROC. (ª) EST: IRANA DE SOUSA COELHO AGUIAR. APELADO: MAX SHELTON MELO. ADVOGADO: PAULA PIGNATARI ROSAS MENIN. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA REVISOR 25)=APELAÇÃO CÍVEL - AC-7871/08 (08/ ) ORIGEM: COMARCA DE GURUPI. APELANTE: ESTADO DO TOCANTINS. PROC. (ª) EST: IRANA DE SOUSA COELHO AGUIAR. APELADO: JULIENE SANTOS FERREIRA PIMENTEL. ADVOGADO: PAULA PIGNATARI ROSAS MENIN. 5ª TURMA JULGADORA Desembargadora Jacqueline Adorno Desembargador Carlos Souza Desembargador Liberato Póvoa RELATORA REVISOR Decisões/ Despachos Intimações às Partes AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : (AÇÃO DE EXECUÇÃO DE SENTENÇA Nº /09 DA 3ª VARA CÍVEL DE GURUPI/TO) AGRAVANTE : BANCO DO BRASIL S/A ADVOGADO(S): ARLENE FERREIRA DA CUNHA MAIA E OUTROS AGRAVADO (A)(S): ADÃO GREGÓRIO RUSSI DE OLIVEIRA E MARCO AURÉLIO PAIVA OLIVEIRA ADVOGADO: MARCO AURÉLIO PAIVA OLIVEIRA RELATOR : Desembargador AMADO CILTON Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador AMADO CILTON Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS da seguinte DECISÃO: O BANCO DO BRASIL S/A maneja o presente Recurso buscando a reforma da decisão exarada nos autos do Cumprimento de Sentença que lhe promove ADÃO GREGÓRIO RUSSI DE OLIVEIRA e outro, onde o magistrado julgou improcedente a impugnação apresentada pelo ora agravante. Aduz o recorrente que a conta apresentada pelos agravados não atendeu os comandos da sentença que determinou que os honorários fossem corrigidos por juros de 6 % ao ano e correção pelo INPC a contar do protocolo dos Embargos do Devedor. Argumenta que não se discute se o direito é ou não cabível, a questão é que após o transito em julgado da decisão, foi aplicado juros de 12 % ao ano, juros não previstos na sentença. Após o transito em julgado da decisão, esta não pode mais ser modificada, mas tão somente executada. Firma o entendimento de que com a aplicação dos juros de 12%, os cálculos apresentaram um excesso de R$ 1.427,613, 17 (um milhão quatrocentos e vinte e sete mil seiscentos e treze reais e dezessete centavos). Ao final requerer o efeito suspensivo e, no mérito, a reforma da decisão agravada para afastar o excesso de execução acima apontado. Em síntese é o relatório. Passo a Decidir. Recebo o presente recurso na forma de agravo de instrumento ante ao fato da decisão combatida ser exarada em sede de cumprimento de sentença. Senão vejamos: Não

8 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO prospera o pedido de conversão de agravo de instrumento em retido, quando a decisão hostilizada foi proferida em processo em fase de cumprimento de sentença, pois, na hipótese, não se avizinha a possibilidade de nova decisão meritória a ser apreciada na Segunda Instância. (Processo nº (366558), 4ª Turma Cível do TJDFT, Rel. Sandoval Oliveira. unânime, DJe ). Ultrapassada essa questão, hei de verificar se presentes os elementos autorizadores da pretensão liminar. Pois bem, em que pese o argumento externado pelo agravante não há que se falar em erro material quanto aos cálculos apresentados na medida em que no caso os juros de mora obedeceram ao patamar de 6 % (seis por cento) até 11/01/2003 e, a partir dessa data, de 1% (um por cento) ao mês, em estrita consonância com o entendimento de todos os tribunais pátrios, inclusive, o da Corte Superior: Não há violação à coisa julgada e à norma do art. 406 do novo Código Civil, quando o título judicial exeqüendo, exarado em momento anterior ao CC/2002, fixa os juros de mora em 0,5% ao mês e, na execução do julgado, determina-se a incidência de juros de 1% ao mês a partir da lei nova. Segundo a jurisprudência das duas Turmas de Direito Público desta Corte, devem ser examinadas quatro situações, levando-se em conta a data da prolação da sentença exeqüenda: (a) se esta foi proferida antes do CC/02 e determinou juros legais, deve ser observado que, até a entrada em vigor do Novo CC, os juros eram de 6% ao ano (art do CC/1916), elevando-se, a partir de então, para 12% ao ano; (b) se a sentença exeqüenda foi proferida antes da vigência do CC/02 e fixava juros de 6% ao ano, também se deve adequar os juros após a entrada em vigor dessa legislação, tendo em vista que a determinação de 6% ao ano apenas obedecia aos parâmetros legais da época da prolação; (c) se a sentença é posterior à entrada em vigor do novo CC e determinar juros legais, também se considera de 6% ao ano até 11 de janeiro de 2003 e, após, de 12% ao ano; e (d) se a sentença é posterior ao Novo CC e determina juros de 6% ao ano e não houver recurso, deve ser aplicado esse percentual, eis que a modificação depende de iniciativa da parte. 3. No caso, tendo sido a sentença exeqüenda, prolatada anteriormente à entrada em vigor do Novo Código Civil, fixado juros de 6% ao ano, correto o entendimento do Tribunal de origem ao determinar a incidência de juros de 6% ao ano até 11 de janeiro de 2003 e, a partir de então, da taxa a que alude o art. 406 do Novo CC, conclusão que não caracteriza qualquer violação à coisa julgada. (Recurso Especial nº /BA (2009/ ), 1ª Seção do STJ, Rel. Castro Meira. j , unânime, DJe ). Grifei. Por todo o exposto, devido à ausência da demonstração de relevante fundamentação jurídica, nego o efeito suspensivo almejado. Intime-se Cumpra-se. Palmas TO, 09 de dezembro de (A) Desembargador AMADO CILTON Relator. APELAÇÃO Nº. 8981/09 ORIGEM : COMARCA DE PALMEIRÓPOLIS REFERENTE : (AÇÃO DE ANULAÇÃO DE COMPRA E VENDA C/C ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA Nº. 622/05 DA VARA CÍVEL) APELANTE : ENOQUE DE SOUZA ALVES ADVOGADO : FRANCIELITON RIBEIRO DOS S. DE ALBERNAZ APELADO : ALEXANDRE DE SOUZA MELO ADVOGADO : ADALCINDO ELIAS DE OLIVEIRA LITISC. NEC. : LYLLIAN DE SOUZA MELO ADVOGADO: AIRTON DE OLIVEIRA SANTOS PROC.(ª) JUST. : JOÃO RODRIGUES FILHO RELATOR : Desembargador AMADO CILTON Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador AMADO CILTON Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS do seguinte DESPACHO: Regularize o apelante sua representação processual no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de não conhecimento do recurso. Intime-se. Palmas, 07 de dezembro de (A) Desembargador AMADO CILTON Relator. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 10123/09 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: AÇÃO DE EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL Nº /09 ÚNICA VARA DA COMARCA DE MIRANORTE - TO AGRAVANTE: JANAÍNA CONSTRUÇÕES E INCORPORAÇÃO LTDA ADVOGADOS: ALESSANDRO DE PAULA CANEDO E OUTROS AGRAVADA : MARIA LIMA ARBUÉS NETA ADVOGADA :JOSIANE KRAUS MATTEI RELATOR : Desembargador DANIEL NEGRY Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador DANIEL NEGRY Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS do(a) seguinte DECISÃO: JANAÍNA CONSTRUÇÕES e INCORPORAÇÃO LTDA, através de seus procuradores judiciais, interpõem Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo contra decisão de folhas 79/83, proferida nos autos da Ação de Execução de Título Extrajudicial com pedido de liminar de Arresto, em tramitação no juízo da Comarca de Miranorte TO., tendo como agravada Maria Lima Arbués Neta. Argumenta que a decisão singular que determinou a indisponibilidade de todos os seus bens, móveis, imóveis, veículos e quaisquer valores que estivessem depositados em seu nome, junto às instituições financeiras e estendeu essas determinações ao sócio representante da empresa, distanciou-se completamente da Lei, além do que não fez a devida observância ao princípio da proporcionalidade. Alega que o procedimento do arresto é disciplinado em rito próprio estabelecido pelo Código de Processo Civil, artigo 813, sendo incabível a sua concessão liminar em processo de execução. Logo, na hipótese de presentes os requisitos autorizadores do pleito cautelar, deveria a agravada ingressar com o procedimento acima citado. Sustenta a inépcia da inicial, ressaltando, além da incompatibilidade de seus pedidos, que o tipo de procedimento adotado pela recorrida é incompatível com as suas pretensões. Assevera que o motivo da reforma da decisão hostilizada está no fato de que ela bloqueou todo seu patrimônio e a de seu sócio, impossibilitando-a do próprio desenvolvimento normal de suas atividades, inclusive causando prejuízos a terceiros, no que oferta 03 (três) imóveis situados na Avenida Teotônio Segurado, como forma de garantir a execução. Escorada no perigo de dano inverso, sustenta que a não suspensão dos efeitos da decisão liminar lhe trará danos irreversíveis. Assim discorrendo, pede pelo recebimento do recurso na modalidade de instrumento, com concessão de efeito suspensivo, determinando a suspensão da decisão agravada, oficiando-se ao Cartório de Registro de Imóveis para que baixe os gravames ou os deixe de fazer se ainda não atendida a ordem judicial. Requer, também, a expedição de ofício ao DETRAN-TO no intuito de obstar a restrições determinadas no decisum agravado, porventura realizadas, bem como deixe de efetivar as que ainda não foram concretizadas. Pede, ainda, que seja informado imediatamente ao juiz singular o teor da decisão suspensiva, para que se dê baixa aos bloqueios porventura efetuados via BACEN-JUD. No mérito, pelo provimento do agravo, no sentido de reformar a liminar concedida. Juntou documentos de fls. 27/101. É o que importa relatar. Decido. Primeiramente, e atento aos preceitos legais norteadores do recurso de agravo de instrumento, especificamente no artigo 525, I, do Código de Processo Civil, analisados os pressupostos da pretensão deduzida, conheço do recurso, e passo a verificar a possibilidade de atribuir-lhe o efeito suspensivo. Tenho que razão assiste ao agravante, quando exterioriza de forma veemente a sua indignação com a decisão do juízo a quo que, liminarmente, tornou indisponível todos os seus bens. É de fácil observação que o agravante é parte, como executado, na Ação de Execução cumulada com pedido de liminar de Arresto, em trâmite na Comarca de Miranorte TO. Segundo, vê-se, também, como salienta o recorrente, que a decisão singular excedeu os limites da proporcionalidade, pois a garantia buscada para o adimplemento da execução deve incidir sobre tantos bens quantos bastem para o pagamento do principal, atualizado, juros, custas e honorários advocatícios. Isso é bastante a configurar a presença do fumus boni iuris. Quanto ao periculum in mora, a perdurar a decisão atacada, é evidente a lesão que poderá sofrer a agravante ante a situação em que se encontram os seus bens, capaz de interferir inclusive na estabilidade de seus negócios, tendo em vista que não poderá, a princípio, fazer qualquer transação. Relata o recorrente a existência de móveis e imóveis nesta capital, o que faz prudente determinar a tão só indisponibilidade de bens, tantos quantos forem necessários à satisfação do que se busca na execução, sem que para isso coloque o recorrente em situação que dificulte a sua liquidez empresarial e impossibilite-o de dispor, caso necessário, dos bens excedentes à garantia do pagamento do valor de R$ ,89, ausentes, ainda, a devida correção Aliás, o fato de não tirar do agravante a posse e a administração dos bens, a só indisponibilidade o inibe de tirar deles qualquer proveito, mesmo que para sustento próprio ou de sua família. Essas ponderações revelam-se suficientes a mostrar que se a decisão singular for mantida naqueles moldes, à agravante restará o perigo de uma lesão grave e de difícil reparação. Vale ressaltar que a medida cautelar de arresto e o processo executório têm ritos próprios, diversos e incompatíveis, com isso a unificação de procedimentos poderá acarretar prejuízo à defesa do executado. A meu sentir, nesta fase, a liminar de arresto é dispensável, pois ordenada a citação para pagar a dívida ou - garantida pela penhora - opor embargos, e, em não sendo encontrado pessoalmente a parte devedora, procede-se o arresto de tantos bens quanto bastem para garantir a dívida e seus acréscimos (artigo 653, CPC). (fls. 82). Com isso, inócuo o provimento cautelar no bojo da execução, na mesma decisão, na medida em que o processo executório tem instrumentalidade suficiente para garantir o resultado final perseguido. Insta esclarecer que o arresto é medida cautelar preparatória da execução, sendo que, para sua concessão devem-se fazer presentes, além da prova literal da dívida líquida e certa, a prova documental ou justificação de alguns dos casos de perigo de dano jurídico, mencionados no art. 813 do CPC, conforme dispõe o art Compulsando os autos com acuidade, verifico que tais requisitos não estão presentes no caso em análise. Assim, antes de se confirmar se o executado está se opondo injustificadamente à execução ou se está ocultando, resta desnecessária a pretensão de arresto, nos moldes em que foi deferido. Deste modo, atribuo ao presente recurso, nos termos do artigo 527, III e 558 do Código de Processo Civil, o efeito suspensivo perseguido até julgamento final do agravo, determinando a suspensão da decisão que determinou o arresto de todos os bens móveis e imóveis do agravante e o bloqueio no valor já referido. Sobre esta decisão, informe à Juíza da Comarca de Miranorte via fax, imediatamente, que deve prestar suas informações, no prazo de 10 (dez) dias, artigo 527, IV e V, do CPC, inclusive, quanto ao estágio da ação principal. Intime-se a agravada para, querendo, apresentar as contra-razões. Para tanto autorizo o Sr. Secretário a assinar o expediente necessário. No que diz respeito a indicação de imóveis para garantia da execução, deve-se a exeqüente e ser ouvida, consoante dispõe o artigo 657 do CPC. Publique-se. Cumpra-se. Palmas, 16 de dezembro de (A) Desembargador DANIEL NEGRY Relator. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº. 9780/09 ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: AÇÃO DE IMISSÃO DE POSSE Nº /08 DA ÚNICA VARA DA COMARCA DE TOCANTÍNIA/TO AGRAVANTE: DEUSIANO GLÓRIA OLIVEIRA ADVOGADO: NELSON ROBERTO MOREIRA AGRAVADO(A)(S): VICENTE DE PAULO OSMARINI E LURDES OSMARINI ADVOGADO(S): ADRIANA A. BEVILACQUA MILHOMEM E OUTRA RELATOR: Desembargador DANIEL NEGRY Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador DANIEL NEGRY Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS do(a) seguinte DECISÃO: Cuida-se de Agravo de Instrumento, com pedido liminar de antecipação de tutela, interposto por DEUSIANO GLÓRIA OLIVEIRA, contra decisão proferida nos autos da Ação de Imissão de Posse nº /08, em trâmite na Comarca de Tocantínia-TO, que recebeu o recurso de apelação apenas no efeito devolutivo, com fulcro no art. 520, VII, do CPC. Após tecer considerações sobre o próprio mérito da ação principal, bem como sobre o indeferimento da tutela antecipada também pleiteada inicialmente nos Embargos de Terceiro por ele interposto, o agravante alega que a regra contida no art. 520, VII, do CPC não é absoluta, caso fique demonstrado que o cumprimento antecipado da sentença causará dano irreparável à parte, como no presente caso, em que será despojado de uma área que ocupa há mais de 15 (quinze) anos, mansa e pacificamente, sem, no entanto, estar definitivamente obrigado a fazê-lo. Ressalta, ainda, que a sentença foi proferida sem ter ocorrido o desfecho e/ou quaisquer decisão nos Embargos de Terceiros, caracterizando grave erro procedimental, nulo de pleno direito, ex vi do art do CPC. Sustenta o agravante que referida norma tem aplicação obrigatória, com relação à suspensão automática do processo principal, pelo mero recebimento dos Embargos de Terceiro, quando este se refere ao mesmo bem, como ocorre no presente caso, sendo distorcida a interpretação dada pela Magistrada de que tal situação só ocorreria em caso de ter sido deferida a liminar então pleiteada. Nessa senda, entendendo demonstrados os requisitos necessários fumus boni iuris e periculum in mora, requer liminarmente a antecipação de tutela recursal do presente agravo, para que seja recebido o recurso de apelação no seu duplo efeito, com fulcro no art. 558 do CPC. Acosta os documentos de fls. 16/89. É, em síntese, o relatório. DECIDO. O recurso é próprio, tempestivo, impondo-se o exame do pleito de antecipação dos efeitos da tutela. Em análise perfunctória e juízo de cognição sumária das razões expostas, em cotejo com o teor da decisão agravada, não

9 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO vislumbro a presença dos pressupostos ensejadores da liminar pleiteada, na medida em que a fundamentação expendida não se afigura suficientemente relevante a autorizá-la. Sabe-se, que o efeito suspensivo do agravo de instrumento só é concedido quando o cumprimento do decisum ensejar lesão grave e de difícil reparação, sendo ainda relevante o fundamento do direito invocado (art. 527, III, c/c o art. 558, ambos do CPC). Assim, hão de emergir simultaneamente os requisitos do fumus boni juris e do periculum in mora, sob pena de indeferimento da suspensividade almejada. In casu, não constatei, de plano, o fumus boni iuris alegado pela agravante. De fato, o recurso de apelação interposto de sentença que concede ou confirma tutela antecipada só será recebido no efeito devolutivo, conforme expressamente estabelece o art. 520, VII, do CPC. Na ação de Imissão de Posse, na qual o agravado se habilitou como terceiro prejudicado, a sentença de mérito confirmou os efeitos da tutela antecipada concedida e confirmada por esta Corte através do recurso de Agravo de Instrumento nº 8670/08. Além do mais, nos Embargos de Terceiro ajuizados pelo agravante, não foi concedida a antecipação da tutela e, tampouco, foi concedida a liminar pleiteada no Agravo de Instrumento nº 8694/09, que combate aquele indeferimento. Registre-se, que até poderia haver flexibilização da norma caso houvesse prova de dano irreparável ou de difícil reparação à parte, no entanto, em sede de cognição sumária, como no presente caso, impossível aferir a irreparabilidade desse alegado dano, visto que haveria necessidade de examinar a situação de ser o agravante possuidor ou detentor da coisa reivindicada. Sem contar que este fato já é objeto de análise do AGI 8694/09, que no momento aguarda pauta para julgamento de mérito, o que também impede qualquer manifestação nestes autos sobre a matéria. Desse modo, com relação aos efeitos da sentença, também entendo que a proibição contida no art. 520, VII, do CPC é suficiente para afastar a concessão da liminar pleiteada, razão pela qual, deixo de conceder o efeito suspensivo ao presente agravo de instrumento. Notifique-se o magistrado a quo para que preste as informações que julgar necessárias, no prazo de 05 (cinco) dias. Intime-se o agravado para, querendo, apresentar resposta no prazo legal. Publique-se. Cumpra-se. Palmas, 29 de setembro de (A) Desembargador DANIEL NEGRY Relator. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº. 9355/09 ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: (AÇÃO DECLARATÓRIA Nº /09 DA VARA CIVEL DA COMARCA DE MIRACEMA-TO) EMBARGANTE/AGRAVANTE: ANA LETICIA TESKE ADVOGADO(S): GLÁUCIO HENRIQUE LUSTOSA MACIEL E OUTRO EMBARGADO/AGRAVADO (A)(S): JÂNIO DE ARAÚJO NERY E MARIA CLÉZIA SANTOS NERY ADVOGADO: AGÉRBON FERNANDES DE MEDEIROS RELATOR: DES. LIBERATO PÓVOA. Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS da seguinte DECISÃO: É o caso de Embargos de Declaração com efeito modificativo ou infringente. Assim, intime-se o Embargado para, querendo, contrarrazoar, no prazo de 05 (cinco) dias, em homenagem aos princípios do contraditório e da ampla defesa. Decorrido o prazo legal, com ou sem as contrarrazões, voltem-me conclusos. Cumpra-se. Palmas (TO), 1º de dezembro de (A) Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº /09 ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: (AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE Nº /09 DA 1ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PORTO NACIONAL TO) AGRAVANTE(S): JOÃO ANTÔNIO DA SILVA E HELENA DE FÁTIMA ALMEIDA. ADVOGADO(S): AMARANTO TEODORO MAIA E OUTRO. AGRAVADO (A) (S): ANTÔNIO BRAUNER E CÉSAR MURILO SERPA. ADVOGADO(S): ALESSANDRA DANTAS SAMPAIO E ADRIANA PRADO THOMAZ DE SOUZA. RELATOR: DES. LIBERATO PÓVOA. Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS da seguinte DECISÃO: Conforme se depreende do contexto processual, JOÃO ANTÔNIO DA SILVA E HELENA DE FÁTIMA ALMEIDA interpuseram Agravo de Instrumento contra decisão proferida pelo magistrado da 1ª Vara Cível da Comarca de Porto Nacional, envolvendo a concessão de liminar com reintegração de posse, determinando a desocupação do imóvel, sob pena de incorrer em multa no importe de R$ 465,00 (quatrocentos e sessenta e cinco reais), conforme se vê da decisão recorrida às fls. 13/16-TJ. E mais: quanto ao cumprimento da respectiva decisão, em caso de resistência dos ora Agravantes, determinou a intervenção da Policia Militar, se fosse necessário. A desocupação foi realizada de forma harmônica e sem qualquer tipo de resistência. É, em síntese, o relatório. DECIDO. Com a alteração promovida pela Lei /05, vigente a partir de 19/01/06, a nova redação do art. 522 do CPC tornou cogente a recorribilidade pelo agravo retido, tornando exceção o agravo sob a forma do instrumento, somente cabível contra qualquer interlocutória quando atender a cláusula da lesão grave e de difícil reparação. Segundo a ilustre colega Desª ELAINE HARZHEIM MACEDO essa cláusula, para atuar tão somente no juízo de admissibilidade, deve conter uma lesão grave e de difícil reparação a ser avaliada em tese. Deve ser uma lesão grave e de difícil reparação independente do simples decaimento e não estar envolvida com o atributo característico de todos recursos: o reexame da questão, a devolutividade. A manutenção da decisão, por si só, não é capaz de caracterizar o grave dano irreparável para justificar o recebimento do instrumento. In casu, todavia, o agravante não comprova qual seja o dano irreparável cometido, diverso da mera manutenção da decisão. Apenas sustenta residir no imóvel com sua família, e que ficará impossibilitado de retirar seu sustento, mas não faz qualquer referência quanto à necessidade e à adequação do recebimento do agravo na forma de instrumento, não trazendo qual seja o dano qualificado de que trata a novel redação do art. 522 do CPC. Vejamos: AGRAVO DE INSTRUMENTO. REINTEGRAÇÃO DE POSSE. PEDIDO LIMINAR. CONVERSÃO PARA FORMA RETIDA. LEI / A Lei /05, vigente a partir de 19/01/06, a nova redação do art. 522 do CPC tornou cogente a recorribilidade pelo agravo retido, tornando exceção o agravo sob a forma do instrumento, somente cabível contra qualquer interlocutória quando atender a cláusula da lesão grave e de difícil reparação. 2. In casu, a parte agravante não faz qualquer referência quanto à necessidade e à adequação do recebimento do agravo na forma de instrumento, não comprovando qual seja o dano grave e irreparável de que trata a novel redação do art. 522 do CPC. Assim, outra solução não há senão o seu recebimento na forma retida. Decisão Monocrática. Agravo de instrumento convertido em retido. (Agravo de Instrumento Nº , Décima Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Mario Rocha Lopes Filho, Julgado em 19/07/2006). Desta forma, de ofício, merece ser convertido o agravo na forma retida, deixando que o juiz da instância singela analise de forma percuciente a questão posta em debate. É ele que, após a oitiva da parte Ré e apresentação de documentos, caso entenda necessário, reveja sua decisão, mantendo-a ou a reconsiderando, se assim entender. Diante do exposto e pelas razões apontadas, de ofício, CONVERTO o presente Agravo de Instrumento para a forma RETIDA. Palmas (TO), 03 de dezembro de (A) Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator. 1 MACEDO, Elaine Harzheim. Cláusula de Lesão Grave e de Difícil Reparação no Agravo de Instrumento. AJURIS, 2006, nº 101, p AGRAVO INSTRUMENTO Nº. 9797/09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: (AÇÃO DE MANUTENÇÃO DE POSSE Nº /09 DA ÚNICA VARA CÍVEL DA COMARCA DE NATIVIDADE/TO) AGRAVANTE: LUZIA MOREIRA DE ALMEIDA ADVOGADO: JOAQUIM LUIZ DA SILVEIRA AGRAVADO(A): FLORENTINO ALVES DE SOUZA ADVOGADO: DERCI NERES SAMPAIO RELATOR: DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS do seguinte DESPACHO: Cuida-se de AGRAVO DE INSTRUMENTO interposto por LUZIA MOREIRA DE ALMEIDA na Ação de Manutenção de Posse nº /09 da Única Vara Cível da Comarca de Natividade/TO, proposta por Florentino Alves de Souza. Às fls. 58/61 atribui efeito suspensivo ao presente recurso, para fazer cessar, de imediato, os efeitos da decisão agravada até o julgamento final. O Juiz de piso informou que o Recorrente deixou de cumprir parte do disposto no caput do art. 526 do CPC. Neste particular, já decidiu o colendo STJ, verbis: AGRAVO REGIMENTAL. REEXAME DE PROVAS. SÚMULA 7/STJ. ART. 526 DO CPC. DESCUMPRIMENTO. RECURSO NÃO CONHECIDO. (...) 2. Com o parágrafo único do Art. 526 do CPC (acrescentado pela Lei /2001), a juntada da relação dos documentos que instruíram o recurso de agravo deixou de ser faculdade e passou a ser ônus do agravante. (STJ. AgRg no AgRg no Ag /SP, Rel. Ministro HUMBERTO GOMES DE BARROS, TERCEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 366). (Grifo). Pelo exposto, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO, quer por descumprimento de norma processual expressa, com apoio no art. 526 c/c art. 557 do Código de Processo Civil. Comunique-se o Juízo a quo desta decisão. Publique-se. Cumpra-se. Palmas (TO), 07 de dezembro de (A) Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator. AGRAVO INSTRUMENTO Nº /09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: (AÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA Nº /09 DA 1ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PORTO NACIONAL-TO) AGRAVANTE: PORTO ENGENHARIA LTDA ADVOGADO(S): EDER MENDONÇA DE ABREU E OUTRA AGRAVADO (A)(S): PREFEITA MUNICIPAL DE BREJINHO DE NAZARÉ TO E PRESIDENTE DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO RELATOR: DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS da seguinte DECISÃO: A empresa PORTO ENGENHARIA LTDA, pessoa jurídica de direito privado, por seu advogado, maneja o pre sente Agravo de Instrumento contra decisão interlocutória proferida pelo MM. Juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de PORTO NACIONAL/TO, nos autos da Ação de Mandado de Segurança nº /09, que indeferiu o pedido de liminar feito pela ora Agravante. Narra a Agravante que o Município de Brejinho de Nazaré/TO deflagrou processo licitatório tipo Tomada de Preços sob o nº 02/2009, onde a coleta e a abertura se deu em 16/09/2009, às 09h, na sede do Município. Afirma que, iniciados os trabalhos de coleta e abertura de envelopes, restaram classificadas a empresa Agravante bem como a empresa AGIL METÁLICAS LTDA, as quais, respectivamente, apresentaram propostas, com preço global, no valor de R$ ,45 (duzentos e cinqüenta e oito mil, setecentos e trinta e oito reais e quarenta e cinco centavos) e R$ ,54 (duzentos e noventa e cinco mil, cento e oitenta e oito reais e cinqüenta e quatro centavos). Ainda na narrativa dos fatos, diz o Agravante que, após enviadas as propostas para Parecer Técnico, a Comissão de Licitação exigiu a apresentação da composição unitária de custos para cada item e, não obstante o atendimento de referida solicitação, o Engenheiro Civil, por meio do Parecer Técnico nº 001/2009, proveniente do Município de Brejinho de Nazaré, entendeu por bem desclassificar a proposta da empresa Agravante e dar como vencedora a proposta da empresa AGIL METÁLICAS LTDA. Alega a Agravante que os Agravados infringiram a Lei nº 8.666/93, pois deixou de observar seus preceitos. Aduz, ainda, que a manutenção da decisão agravada causará lesão grave e difícil reparação à Agravante. Ao final, a Agravante requer o deferimento da antecipação de tutela para suspender a decisão agravada e, via de consequência, o processo licitatório objeto da demanda. RELATADOS DECIDO Preenchidos os pressupostos de admissibili dade, passo à análise do pedido de atribuição do efeito suspensivo ao presente Agravo de Instrumento. A atribuição de efeito suspensivo ativo a Agravo de Instrumento, que a orientação jurispruden cial pátria tem entendido admissível, por força de interpretação que empresta ao artigo 558 do Código de Processo Civil, pressupõe a pre sença concomitante de dois requisitos: a relevância do funda mento, con substanciada na plausibilidade do direito deduzido, e a possibilidade de ocorrência de lesão grave e de difícil reparação. Diz o mencionado dispositivo, in verbis: Art. 558: O relator poderá, a requeri mento do agra vante, nos casos de prisão civil, adjudica ção, remição de bens, le vantamento de dinheiro sem caução idônea e em outros ca sos dos quais possa resultar lesão grave e de difícil repa ra ção, sendo relevante a fundamentação, sus pen der o cum pri mento da decisão até o pro nuncia mento defi nitivo da turma ou câ mara. Nesta esteira iterativa, somente se justi fica a atribuição de efeito suspensivo ao Agravo de Ins trumento quando cabalmente demonstrada a pre sença do fumus boni iuris e do periculum in mora, como pres supostos necessários à con cessão da medida. Assim, tem sido o entendimento dos

10 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO Tribunais pátrios. Veja-se: PROCESSUAL CIVIL. EFEITO SUSPENSIVO A AGRAVO DE INSTRUMENTO. MEDIDA EXCEPCIO NAL. REQUISITOS. 1. Emprestar-se efeito suspensivo a agravo de ins trumento é me dida excepcional, que exige a pre sença de dois requisitos: fumus boni iuris e pe ri culum in mora. Não existindo um deles, inde ferese o pedido. 2. Agravo regimen tal despro vido. Decisão. Por unanimidade, negar provimento ao agravo regimental. (TRF 1ª R. - AGA Proc PA - TERCEIRA TURMA - Rel. JUIZ EUSTÁQUIO SILVEIRA - DJ DATA: PAGINA: 109) No mesmo sentido: PROCESSUAL CIVIL. PEDIDO DE ATRIBUIÇÃO DE EFEITO SUSPENSIVO A AGRAVO DE INSTRU MENTO. ART-527, INC-2, DO CPC-73. AUSÊN CIA DOS PRESSUPOSTOS LEGAIS. INDEFERI MENTO. Indefere-se pedido de atribuição de efeito suspensivo a Agravo de Ins tru mento, na hipótese de restarem não-de monstra das a existência de risco de dano irreparável ou de difícil reparação e a desarrazoabilidade do entendimento ado tado da decisão agravada. Deci são. UNÂ NIME ( TRF 4ª R. - AGA - Proc PR - TERCEIRA TURMA - Rel. JUIZ MANOEL MUNHOZ - DJ DATA: PÁGINA: 53147) No caso dos autos, não logrou a Agravante de monstrar a existência dos requisitos mencionados, sendo insuficiente o fundamento apresentado para alicerçar o provimento postulado, ao contrário, evidencia-se que os requisitos navegam em sentido inverso ao alegado pelo Agravante. Ademais, é de se considerar que a decisão ata cada encontra-se bem fundamentada, tendo o Ma gis trado singular apontado com clareza os elementos formadores de sua convicção. Assim, por entender ausentes as condições ne cessárias à con cessão da medida pleiteada, INDEFIRO O EFEITO SUSPENSIVO reque rido, para manter incólume a decisão atacada até o pro nunciamento definitivo desta Corte de Justiça. Comunique-se ao ilustre Magistrado que preside o feito para prestar as informações que julgar ne cessárias. In timem-se os Agravados para, querendo, responder ao recurso no prazo da lei. Cumprido integralmente o determinado, volvam-me conclusos. Intimem-se. Publique-se. Cumpra-se. Palmas (TO), 02 de dezembro de (A) Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 10125/09. REFERENTE: AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº /09, 3ª VARA CÍVEL. ORIGEM : COMARCA DE PALMAS. AGRAVANTE: COMPANHIA DE ENERGIA ELÉTRICA DO ESTADO DO TOCANTINS - CELTINS ADVOGADO: WALTER OHOFUGI JÚNIOR E OUTRO. AGRAVADO: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS. RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA. Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS da seguinte DECISÃO: Trata-se de recurso de Agravo de Instrumento em face da decisão exarada nos autos da AÇÃO CIVIL PÚBLICA interposta pela COMPANHIA DE ENERGIA ELÉTRICA DO ESTADO DO TOCANTINS CELTINS, onde o magistrado, em sede liminar, determinou a imediata suspensão, até a data de , o repasse dos valores correspondentes ao PIS e a COFINS na fatura contas de energia elétrica de todos os consumidores do Estado do Tocantins, sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ ,00 (cem mil reais), até o limite de R$ ,00 (seis milhões de reais), em caso de descumprimento. Determinou, ainda, que tal valor seja revertido em favor dos contribuintes e será executável, pelo próprio Ministério Público, uma vez descumprida a liminar, após o julgamento definitivo da presente ação e desde que a mesma seja julgada procedente. Inconformada, a concessionária CELTINS, ora Recorrente, utiliza-se deste Agravo de Instrumento na tentativa de suspender os efeitos da decisão de 1º grau, e, para tanto, aduz:...a incompetência absoluta do juízo estadual que profere a decisão fustigada, já que vê a necessidade de intervenção da Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL pela sua qualidade de concedente do serviço de produção e distribuição de energia elétrica, sustentando ser a Justiça Federal o juízo competente; põe em discussão se a matéria em debate tratando-se de PIS e COFINS - tem natureza de tributo ou de tarifa; se a ANEEL tem competência e autorização legal para determinar inclusão, repasse e transferência do ônus financeiro relativo ao PIS e COFINS na tarifa de energia elétrica; e, por fim, se tem, ou não, a Agravante direito à cobrar de tais tributos/tarifas (valores). Feitas as explanações acima, a Agravante pugna pela suspensão provisória da decisão recorrida ou, alternativamente, requer a dilação do prazo pelo período de 45 dias para cumprir a ordem liminar de 1º grau, a fim de adequar seu sistema de informática. Ao final da peça, a Recorrente suplica pelo provimento de seu recurso, requerendo a cassação definitiva da ordem judicial de base. Na essência, é o relatório. Passo a DECIDIR. Das decisões interlocutórias caberá agravo no prazo de 10 dias, na forma retida, salvo quando se tratar de decisão suscetível de causar lesão grave ou de difícil reparação, bem como nos casos de inadmissão da apelação e nos relativos aos efeitos em que a apelação é recebida essa é a nova redação atribuída pela Lei /05 ao artigo 522 do CPC. Pois bem. No presente caso, a meu ver, o não recebimento do presente na forma de agravo de instrumento causará à parte recorrente lesão grave ou de difícil reparação, mesmo porque por tratar-se de ação de cunho constitucional, sua própria natureza impõe que o Tribunal dirima a questão da forma mais célere possível. De mais a mais, tratandose de demanda que se discute a ilegalidade, ou não, relativa à cobrança do PIS e da COFINS sobre os serviços públicos de fornecimento de energia elétrica prestados pela parte demandada, em simples análise perfunctória, a ANEEL, autarquia especial federal, não detém legitimidade para figurar no pólo passivo da demanda, porquanto não integra a relação jurídica contratual havida entre as partes litigantes. Assim sendo, conseqüência lógica da não-inclusão da ANEEL é a inexistência de situação que atraia a competência da Justiça Federal. Destarte, reza o inciso I do art. 109 da Constituição Federal: Art Aos juízes federais compete processar e julgar: I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência, as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho; Nessa perspectiva, após superficial análise, vejo que a competência para o julgamento da presente demanda é da Justiça Estadual, na forma como feita. Apenas para enriquecer esta decisão, em que pese não ser momento oportuno para aprofundar na matéria posta em debate, mas vejo a necessidade de informar que o Egrégio Superior Tribunal de Justiça já teve oportunidade de se manifestar acerca da matéria, conforme se colhe do seguinte precedente em relação aos serviços de telefonia que, por analogia, aplica-se ao presente caso: TRIBUTÁRIO - ADMINISTRATIVO - PROCESSUAL CIVIL - TARIFA DE ENERGIA - INCLUSÃO DE TRIBUTOS INDIRETOS - VIOLAÇÃO DO ART. 535 DO CPC - INEXISTÊNCIA - CONTRARIEDADE AO ART. 557, 1º-A DO CPC - RAZÕES DEFICIENTES - SÚMULA 284/STF - ANATEL - LITISCONSÓRCIO - INVIABILIDADE - NECESSIDADE DE PROVA DO ERRO PARA A REPETIÇÃO DE INDÉBITO - AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. 1. In casu, inexiste violação do art. 535 do CPC, uma vez que as razões dos embargos de declaração opostos no Tribunal de origem não evidenciaram nitidamente as hipóteses de cabimento de tal recurso, que se encontram previstas no referido dispositivo. 2. Com efeito, as razões dos aludidos embargos de declaração somente fizeram referência lacônica a existência de omissão no acórdão embargado quanto às questões de fato e de direito constantes da defesa e da apelação, apresentadas pela ora recorrente, sem nada mais explicitar. 3. Alega, ainda, a recorrente que o Tribunal de origem, ao negar provimento ao agravo interno interposto contra a decisão que negou seguimento aos embargos de declaração, teria deixado de apreciar as omissões alegadas nestes aclaratórios. 4. Esta alegação de violação do art. 557, 1º-A do CPC tem a finalidade de rever o mérito do acórdão que julgou o agravo interno, rediscutindo as razões do convencimento do Julgador da instância ordinária. Por conseguinte, somente haveria violação do art. 557, 1º-A do CPC se fosse descumprido o procedimento por ele estabelecido, propiciando à sucumbente levar sua irresignação ao colegiado. Incidência da Súmula 284/STF. 5. A Anatel não integra relação jurídica estabelecida entre a concessionária e o usuário, apenas edita normas que devem ser observadas pela concessionária. As normas editadas por ela não fazem dela parte do contrato questionado, pois a repercussão da declaração de ilegalidade do repasse financeiro de tributos não fere sua esfera jurídica. Assim, não deve ela integrar a lide. 6. A questão federal relativa à violação dos arts. 965, do Código Civil de 1916; 128 do CTN; e 13, 1º da Lei Complementar n. 37/96, no sentido de que deveria haver prova do erro do solvens para possibilitar a repetição de indébito, não foi objeto de prequestionamento na origem. Incidência das Súmulas 282 e 356 do STF. Recurso especial conhecido em parte e improvido. (REsp /RJ, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 27/05/2008, DJe 05/06/2008). Em igual sentido, a Corte de Justiça do Rio Grande do Sul assim manifestou: AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO TRIBUTÁRIO. ANEEL. ILEGITIMIDADE. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. ILEGALIDADE DO REPASSE DO PIS E DA COFINS SOBRE SERVIÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA. REALIZAÇÃO DE PROVA PERICIAL. CABIMENTO. I. A ANEEL não detém legitimidade para figurar no pólo passivo da demanda, porquanto não integra a relação jurídica contratual havida entre as partes litigantes. II. Conseqüência lógica da não-inclusão da ANEEL na demanda é a inexistência de situação que atraia a competência da Justiça Federal. Competência da Justiça Estadual. III. A prova pericial requerida é necessária para o deslinde do feito. Cabe o deferimento, a fim de se evitar a alegação de cerceamento de defesa. AGRAVO PARCIALMENTE PROVIDO. (Agravo de Instrumento nº , 1ª Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: LUIZ FELIPE SILVEIRA DIFINI, Julgado em 26/08/2009). Feita a explanação ligada à preliminar de incompetência do Juízo sustentada pela parte Agravada, passo à análise do pedido de liminar almejado. Pois bem. Vejo que a matéria posta em debate é controvertida e merece maior discussão. Assim, tenho que há necessidade de se comprovar se a Agravante realiza os alegados repasses ilegais ao usuário de seus serviços. Desta forma, a dilação probatória, objetivando a modicidade das tarifas, engloba a realização de laudos, pareceres técnicos, perícia contábil e outros instrumentos hábeis e aptos a definir sobre a legalidade, ou não, da cobrança do PIS a da COFINS, ressalvando que todo o processado deve atender aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, razão pela qual fica caracterizada a presença da fumaça do bom direito a favor da Agravante. E mais: no presente caso, dados os efeitos da medida, qual seja, a expurgação da cobrança do PIS e do COFINS da conta de energia de todos os consumidores do Estado do Tocantins, poder-se-á causar certo desequilíbrio econômico-financeiro no contrato de concessão, além da possibilidade desse custo ser repassado a esses mesmo consumidores posteriormente. Dada a essas explanações encimadas, tenho como presente o fumus boni iuris. Quanto ao periculum in mora, a manutenção da medida alcançará vultoso valor em desfavor da Agravante. Atingirá, sobremaneira, a receita do Recorrente, refletindo diretamente no regular andamento da prestação do serviço. Portanto, não vejo como prudente a manutenção da multa enquanto não se discute, de uma vez por todas, a matéria atinente à cobrança do PIS e do COFINS. Por fim, em sintonia com o princípio da fungibilidade, deixo de considerar a nomenclatura ANTECIPAÇÃO DE TUTELA, recebendo o pleito urgente como pedido de LIMINAR. Ante o exposto, presentes os elementos que autorizam a concessão liminar, DEFIRO O EFEITO SUSPENSIVO almejado, e determino a NÃO incidência da multa descrita na decisão judicial recorrida, até ordem contrária. No mais, proceda a Secretaria conforme a regra insculpida no artigo 527, IV, V e VI do CPC, com URGÊNCIA. Salvo engano, a incidência da multa imposta pelo Juiz de base começaria a fluir a partir da data de hoje ( ), desta forma, dado a este fato, comunique-se, VIA FAX, o juiz de instância singela, sobre todo o teor desta decisão. Publique-se, Intime-se e Cumpra-se. Palmas (TO), 16 de novembro de (A) Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator. EMBARGOS DECLARATÓRIOS NA APELAÇÃO CÍVEL Nº /04 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : (ACÓRDÃO DE FLS. 191/192 - AÇÃO OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS Nº. 5556/02 2ª VARA CÍVEL) EMBARGANTE/APELANTE: INVESTCO S.A. ADVOGADO : WALTER OHFUGI JÚNIOR E OUTROS EMBARGADO/APELADO : JOSÉ VALBER DE OLIVEIRA ADVOGADA : MARCELO CÉSAR CORDEIRO E OUTRA RELATOR : Desembargador LIBERATO PÓVOA Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados, INTIMADAS da seguinte DECISÃO: Trata-se de EMBARGOS DECLARATÓRIOS, tempestivamente interpostos por INVESTCO S.A., a fim de sanar contradição no Acórdão de fls. 191/192, quando do julgamento da Apelação Cível nº Em suas razões, sustenta o Embargante, em síntese, que a contradição do decisum embargado estaria assente na circunstância de que embora a Apelação tenha sido provida por unanimidade, a ementa contrariou o resultado obtido na sessão quando informou que o recurso não foi provido. Finaliza, requerendo sejam acolhidos dos presentes Embargos de Declaração ou que seja recebido como questão de ordem, determinando-se a imediata retificação da ementa, para que nela conste que o recurso foi provido. Relatados, decido. Com efeito, a leitura do acórdão impugnado revela a contradição arquída na petição de fls. 195/198, vez que houve um equívoco consistente na referência presente na ementa de que o recurso não foi provido, quando, na verdade, foi provido, como está claro no Acórdão, em harmonia com o que efetivamente restou deliberado quando do julgamento do recurso pela 2ª Turma Julgadora

11 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO da 1ª Câmara Cível deste Sodalício. O art. 463 do Código de Processo Civil é menciona que: Art Publicada a sentença, o juiz só poderá alterá-la: I - para lhe corrigir, de ofício ou a requerimento da parte, inexatidões materiais, ou lhe retificar erros de cálculo. Assim, em casos definidos no inc. I do art. 463 do Código de Processo Civil, é lícito alterar para corrigir eventuais defeitos de expressão. Desta forma, é de se determinar a necessária compatibilização, em prol da exata compreensão ou inteireza do acórdão. Ex positis, em razão do reconhecimento de erro material na confecção do Acórdão de fls. 195/196 dos autos, determino para os fins de proceder as necessárias correções materiais, passando a constar no corpo da ementa, no item de número dois, o termo Recurso provido no lugar de Recurso não provido, a fim de que as conclusões decisivas sejam adequadas à essência daquele julgado. O referido Acórdão, devidamente corrigido, deverá ser novamente publicado, passando a constar no acórdão à expressão correta, abrindo novo prazo para que as partes, caso queiram, apresentem recurso. P. R. I. Palmas/TO, 17 de novembro de (A) Desembargador LIBERATO PÓVOA Relator. Acórdãos APELAÇÃO CÍVEL N 4.172/04.- REPUBLICAÇÃO ORIGEM : COMARCA DE PORTO NACIONAL. REFERÊNCIA : OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS N 5.556/02 2 VARA CÍVEL. APELANTE : INVESTCO S/A. ADVOGADOS : WALTER OHOFUGI JÚNIOR E OUTROS. APELADO : JOSÉ VALBER DE OLIVEIRA. ADVOGADO : MARCELO CÉSAR CORDEIRO E OUTRA. RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA. E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. TEMPESTIVIDADE. CITAÇÃO. PESSOA JURÍDICA. VIA POSTAL. ENDEREÇO DO AR QUE NÃO CORRESPONDE AO DA SEDE DA EMPRESA REQUERIDA. ADVOGADO SEM PODERES PARA RECEBER CITAÇÃO. COMPARECIMENTO ESPONTÂNEO DO RÉU NÃO CONFIGURADO. AUSÊNCIA DE PODERES. VÍCIO INAFASTADO. 1 O advogado não estava habilitado a praticar o ato em nome do mandante, pois a procuração não lhe conferia poderes para receber citação. 2 Recurso provido, pois a juntada da procuração da requerida não caracteriza o seu comparecimento espontâneo. A C Ó R D Ã O : Vistos e discutidos os presentes autos de APELAÇÃO CÍVEL Nº 4.172/04, onde figuram, como Apelante, INVESTCO S/A, e, como Apelado, JOSÉ VALBER DE OLIVEIRA. Sob a Presidência do Exmo. Sr. Des. LIBERATO PÓVOA, a 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, POR UNANIMIDADE de votos, conheceu do recurso interposto e DEU-LHE PROVIMENTO, e por vício de citação, cassou a sentença e anulou o processo desde a citação, devendo a mesma ser renovada. Votaram, acompanhando o Relator, o Exmo. Sr. Des. AMADO CILTON e o Exmo Sr. Juiz RAFAEL GONÇALVES DE PAULA. O Dr. WALTER OHOFUGI JÚNIO absteve-se de fazer sustentação oral. A douta Procuradoria- Geral de Justiça esteve representada pela Exma. Sr. Dr. MARCO ANTONIO ALVS BEZERRA, Procurador de Justiça. Foi julgado na 31ª sessão, realizada no dia 02/09/2009 Palmas-TO, 20 de outubro de EMBARGOS E DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 8.542/09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. REFERENTE : ACÓRDÃO DE FLS. 258/259. EMBARGANTE : HSBC BANK BRASIL S/A BANCO MÚLTIPLO. ADVOGADA : MÁRCIA CAETANO DE ARAÚJO. EMBARGADO : ODON PEREIRA DE OLIVEIRA. ADVOGADO : ANTÔNIO JOSÉ DE TOLEDO LEME. RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA. E M E N T A : EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. IMPROCEDENTE ALEGAÇÃO DO RECORRENTE. INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO. IMPOSSIBILIDADE DE REEXAME DE MATÉRIA. UNÂNIME. REJEIÇÃO. 1 - Alega o Embargante existir omissão no acórdão recorrido, vez que a atitude bancária não foi equivocada, sendo baixado após a regularização do débito do Apelante. 2 - Das provas colhidas nos autos depreende-se que não procede a alegação do Recorrente, tal como mencionado no julgamento (fls. 256). 3 - O Recorrente visa reapreciar matéria decidida, a fim de prevalecer sua opinião, o que é incabível em sede de Embargos Declaratórios. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO nº 8.542/09, onde figuram, como Embargante, HSBC BANK BRASIL S/A BANCO MÚLTIPLO e como Embargado ODON PEREIRA DE OLIVEIRA. Sob a Presidência do Exmo. Sr. Des. LIBERATO PÓVOA, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por UNANIMIDADE de votos, entendeu que inexistiu a reclamada omissão e REJEITOU os presentes Embargos Declaratórios. Votaram acompanhando o Relator, o Exmo. Sr. Desembargador AMADO CILTON e o Exmo. Sr. Juiz RAFAEL GONÇALVES DE PAULA. Ausência momentânea dos Senhores Desembargadores AMADO CILTON e DANIEL NEGRY. A douta Procuradoria-Geral de Justiça esteve representada pela Exmo. Sr. Dr. MARCO ANTÔNIO ALVES BEZERRA, Procurador de Justiça. Foi julgado na 30ª sessão, realizada no dia 26/08/2009. Palmas-TO, 25 de novembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº. 6215/07 ORIGEM :COMARCA DE PEDRO AFONSO-TO APELANTE :BANCO FIAT S/A ADVOGADOS:ALUÍZIO NEY DE MAGALHÃES AYRES, MARINÓLIA DIAS DOS REIS E OUTROS APELADOS :GLÓRIA REGINA NUNES BARBOSA DE OLIVEIRA, JOSÉ CORREIA DE OLIVEIRA, MARISA NUNES BARBOSA BARROS, GENIVALDO FERREIRA BARROS E ISAIRA BARBOSA CHAVES ADVOGADO :CARLOS ALBERTO DIAS NOLETO RELATORA :DESEMBARGADORA JACQUELINE ADORNO E M E N T A : APELAÇÃO BUSCA E APREENSÃO PURGAÇÃO DA MORA - DANOS MORAIS PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALIDADE - REDUÇÃO DO QUANTUM INDENIZATÓRIO ÔNUS SUCUMBÊNCIAS - RECURSO PARCIALMENTE PROVIDO. Os documentos acostados ás fls. 18/32, demonstram que o cônjuge da apelada realmente pagou as parcelas em atraso, entretanto, mesmo com a quitação de tais prestações o apelante ajuizou ação de busca e apreensão; O dano moral não afeta o patrimônio econômico do ofendido. Afeta, porém, o patrimônio ideal, devendo o ressarcimento ser feito em forma pecuniária, dentro do princípio da razoabilidade ante a falta de paradigma legislativo no que se refere à quantificação do valor da indenização; O quantum indenizatório deve observar alguns requisitos obrigatórios, dentre eles o da proporcionalidade e da razoabilidade, razão na qual foi reduzido o valor arbitrado em 1ª instância para o importe de R$ ,00 (doze mil quinhentos reais); Ônus sucumbênciais mantidos; A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da APELAÇÃO Nº. 6215/07, originários da Comarca de Pedro Afonso -TO, figurando como apelante BANCO FIAT S/A e como apelados GLÓRIA REGINA NUNES BARBOSA DE OLIVEIRA, JOSÉ CORREIA DE OLIVEIRA, MARISA NUNES BARBOSA BARROS, GENIVALDO FERREIRA BARROS E ISAIRA BARBOSA CHAVES.Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY, na 43ª sessão ordinária judicial, do dia 25 de novembro de 2009, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso, por próprio e tempestivo, deu-lhe provimento, tão somente para reduzir a verba indenizatória, devida a título de danos morais, para R$ ,00 (doze mil e quinhentos reais), devendo ser mantidos os demais termos da decisão atacada, inclusive os referentes aos ônus sucumbênciais. Ausência justificada do Sr. Des. LIBERATO PÓVOA. Ausência justificada do Sr. Des. AMADO CILTON. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº. Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas/TO, 08 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº. 7081/07 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS AGRAVANTE : LEANDRO MONTEIRO DA SILVA NETO ADVOGADO : CLEOMENES SILVA SOUSA AGRAVADO : ESTADO DO TOCANTINS E FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS ADVOGADO : PROCURADOR GERAL DO ESTADO PROC. DE JUSTIÇA : ALCIR RAINERI FILHO RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : Agravo de Instrumento. Indeferimento do pedido de tutela antecipada. Decisão mantida. Recurso improvido. 1 A prova inequívoca apta a demonstrar a verossimilhança das alegações do recorrente não resta evidenciada nos autos eis que, não observado qualquer motivo plausível à suspensão do concurso em questão ou ingresso do insurgente no curso de formação. 2 O recorrente sequer conseguiu apresentar prova inequívoca de verossimilhança, ou seja, probabilidade de que suas alegações são autênticas e essa era a exigência mínima para o deferimento da medida, sendo que, sem a presença de tais pressupostos, a concessão da tutela antecipada teria sido um ato totalmente avesso aos preceitos processuais. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos do Agravo de Instrumento nº. 7081/07 em que Leandro Monteiro da Silva Neto é agravante e Estado do Tocantins e Fundação Universidade do Tocantins figuram como partes recorridas. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Amado Cilton, aos , na 43ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, negou provimento ao recurso, para manter incólume a decisão agravada. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº Desº. AMADO CILTON Ausência justificada do Srº. Desº. Liberato Póvoa. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 07 de dezembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 7636/08 ORIGEM : COMARCA DE PARAÍSO DO TOCANTINS TO REFERENTE : Acórdão de fls. 755/757 1º EMBARGANTE : COSTEIRA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA ADVOGADO : LUIZ CARLOS LACERDA CABRAL 1º EMBARGADO : T.N.M. REPREPRESENTADA POR SUA GENITORA JÉSSICA BATISTA NOVAES MARTINS ADVOGADO : JOSÉ PEDRO DA SILVA 2º EMBARGADO : BRADESCO SEGUROS S/A ADVOGADOS : RENATO TADEU RONDINA MANDALITI E OUTRO 2º EMBARGANTE : BRADESCO SEGUROS S/A ADVOGADOS : RENATO TADEU RONDINA MANDALITI E OUTRO 3º EMBARGADO : T.N.M. REPREPRESENTADA POR SUA GENITORA JÉSSICA BATISTA NOVAES MARTINS ADVOGADO : JOSÉ PEDRO DA SILVA 4º EMBARGADO : COSTEIRA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA ADVOGADO : LUIZ CARLOS LACERDA CABRAL RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO CIVIL ALEGAÇÃO DE OMISSÃO QUANTO A APRECIAÇÃO DOS AGRAVOS RETIDOS OMISSÃO RECONHECIDA E DEVIDAMENTE SANADA QUANTO AS DEMAIS ALEGAÇÕES DE OMISSÕES ALEGADAS IMPROCEDÊNCIA - CABÍVEL A OPOSIÇÃO DOS EMBARGOS PELA BRADESCO SEGUROS S/A, QUANTO A ALEGAÇÃO DE ERRO MATERIAL - AMBOS OS EMBARGOS ACOLHIDOS PARA, EXCLUSIVAMENTE, SANAR A OMISSÃO E INCLUIR A REFERIDA MANIFESTAÇÃO NO VOTO PROFERIDO NA AC Nº.7636/ Os embargos declaratórios são cabíveis quando houver na decisão embargada qualquer contradição, omissão ou obscuridade a ser sanada, podendo, ainda ser admitidos para a correção de eventual erro material, consoante entendimento preconizado pela doutrina e jurisprudência. 2- Não há necessidade do julgador reportar-se expressamente a todas as alegações deduzidas nos autos. Deve o Magistrado firmar o seu posicionamento e decidir de maneira suficientemente fundamentada, não havendo a necessidade, como dito, de rebater todos os argumentos das partes. 3- Resta cabível a oposição dos embargos pela Bradesco Seguros S/A, quanto a alegação de erro material no acórdão de fls. 755/757, visto que na parte dispositiva do acórdão constou

12 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO equivocadamente a reforma da sentença monocrática no que se refere a indenização por danos morais, quando o correto seria danos materiais. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos dos EMBARGOS de DECLARAÇÃO na AC 7636/2008, figurando como embargantes COSTEIRA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA E BRADESCO SEGUROS S/A, e como embargados T.N.M. REPREPRESENTADA POR SUA GENITORA JÉSSICA BATISTA NOVAES MARTINS, BRADESCO SEGUROS S/A e COSTEIRA TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. AMADO CILTON, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 43ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 25/11/2009, por unanimidade de votos, acolheu os embargos para sanar a omissão e o erro material existente, e incluir a referida manifestação no voto proferido na AC 7637/2008. Ausência justificada do Sr. Des. LIBERATO PÓVOA. Votaram: Exmª. Srª. Des. JACQUELINE ADORNO Exmº.. Srº. Des CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Des. AMADO CILTON. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exm. Sr. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 07 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº. 6459/07 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO APELANTE : NEUSILVENE FLORENTINO DE SOUZA DEF. PÚBL. : DYDIMO MAYA LEITE FILHO APELADO : DORIVAL JÚNIOR MILHOMEM FONSECA RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : Apelação Cível. Busca e apreensão. Carência da ação. Extinção do feito sem análise do mérito. Sentença mantida. Recurso improvido. Não houve cerceamento de defesa ou inobservância do devido processo legal, pois a propositura da ação desafia o preenchimento de requisitos básicos, necessários ao prosseguimento do feito e, in casu, referidos pressupostos não foram preenchidos. Ainda que no processo cautelar se faça apenas cognição superficial, não há como reconhecer a plausibilidade do direito daquele que, pleiteia busca e apreensão de um veículo que, não provou ser proprietário. Em se tratando de busca e apreensão de uma moto, resta imprescindível que, no ato da propositura, a autora demonstre seu direito de propriedade que, segundo afirma, foi violado, contudo, os documentos acostados nos autos, não são hábeis à demonstrar mencionada propriedade. Mesmo que tenha ocorrido revelia, a ação não foi instruída com documento essencial à demonstração do direito invocado, portanto, resta legítima a sentença que extinguiu o feito sem análise do mérito com base na ausência de interesse de agir eis que, somente teria interesse de agir se houvesse prova de que a moto pertence à autora. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da Apelação Cível nº. 6459/07 em que Neusilvene Florentino de Souza é apelante e Dorival Júnior Milhomem Fonseca. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Daniel Negry, aos , na 44ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso, por próprio e tempestivo, mas negou-lhe provimento para manter incólume a sentença monocrática. Ausência justificada dos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº. Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 14 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO nº. 7131/07 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO TOCANTINS AGRAVANTE : SÉRGIO LUIZ ROCHA ADVOGADOS : MAGDAL BARBOSA DE ARAÚJO E OUTRO AGRAVADO : JOSÉ NÉLSON DOMASZK ADVOGADO : MIGUEL CHAVES RAMOS E OUTRO RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : Agravo de Instrumento. Reintegração de Posse. Deferimento liminar. Adquirente de boa-fé. Decisão mantida. Recurso improvido. Há previsão de multa e juros para a hipótese de atraso ou não pagamento, portanto, o agravante/vendedor deve buscar os procedimentos firmados contratualmente para o recebimento do crédito, posto que, ao agravado socorre o direito de ser adquirente de boa-fé. À época da interposição do agravo ainda não havia descumprimento do contrato, pois o recorrente não acionou as cláusulas contratuais em seu favor no caso de não pagamento e sequer haviam esgotado os prazos estipulados no contrato. O requerente/agravado comprou o imóvel e pagou pelo negócio firmado, não havendo que responder pelo contrato supostamente resolvido entre o agravante e um terceiro, posto que, para isso, o recorrente deve socorrer-se das medidas judiciais cabíveis em face do antigo proprietário. Os defeitos observados no negócio firmado entre os dois, não podem atingir o agravado que procedeu de forma legal. Se o negócio firmado entre o agravante e o primeiro comprador não foi cumprido, o vendedor deve buscar seus direitos junto ao inadimplente e não em face daquele que comprou do antigo proprietário e agiu com lisura. Ainda que o contrato firmado entre recorrente e outrem tivesse se resolvido, fato que ainda não ocorreu, somente produziria efeitos no plano pessoal, sem atingir a relação de direito constituída em favor de terceiro de boa-fé, por isso, ao invés de pretender reintegração de posse em desfavor do ora recorrido, resta ao agravante o direito de ser indenizado pelo primeiro comprador que, vendeu o bem para o agravado e recebeu o pagamento pela venda efetuada. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos do Agravo de Instrumento nº. 7131/07 em que Sérgio Luiz Rocha é agravante e José Nélson Domaszk figura como parte agravada. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Daniel Negry, aos , na 44ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso, por próprio e tempestivo, mas negou-lhe provimento para manter incólume a decisão monocrática recorrida. Ausência justificada dos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº. Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO,14 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº. 7515/08 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO TOCANTINS APELANTE : MUNICÍPIO DE PALMAS TO Proc. G. Mun. : ANTÔNIO LUIZ COELHO E OUTROS APELADO : JASMINA LUSTOSA BUCAR ADVOGADO : MARCELO SOARES OLIVEIRA RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : Apelação Cível. Nunciação de Obra Nova. Regularização da obra. Pedido de arquivamento. Extinção do feito sem análise do mérito. Impropriedade da condenação ao pagamento de custas e honorários advocatícios. Inversão do ônus da sucumbência. Recurso provido. Apesar de ter pleiteado a extinção do feito, o Município o fez por ter alcançado seu intento, qual seja, a regularização da obra por parte da requerida, por isso, o ônus da sucumbência deve ser aplicado à recorrida que, gerou a necessidade de o Município ingressar em Juízo, ou seja, deu causa à ação. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da Apelação Cível nº. 7515/08 em que o Município de Palmas TO é apelante e Jasmina Lustosa Bucar figura como parte recorrida. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Daniel Negry, aos , na 44ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso, por próprio e tempestivo e, deu-lhe provimento para reformar a sentença e inverter o ônus da sucumbência. Ausência justificada dos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº. Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 14 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 7574/2007 (07/ ). ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : (AÇÃO DE EMBARGOS DE TERCEIROS N.º /07 DA VARA CÍVEL DA COMARCA DE TOCANTINÓPOLIS TO). AGRAVANTE : MARCELO BORGES RODRIGUES DA CUNHA ADVOGADO : GERALDO MAGELA DE ALMEIDA AGRAVADO : PEREIRINHA JOSÉ DE SOUZA ADVOGADO : GIOVANI MOURA RODRIGUES ÓRGÃO DO TJ : 1ª CÂMARA CÍVEL RELATORA : DESEMBARGADORA JACQUELINE ADORNO E M E N T A : Agravo de Instrumento. Ação de Embargos de Terceiros Pretensão de nova vistoria do gado apreendido Prejudicado julgamento AGI 7240/07 Suspensão da ação de execução Recurso conhecido e provido para reformar a decisão monocrática e determinar a suspensão da ação principal - Rescisão de Contrato de Compra e Venda c/c Perdas e Danos, até julgamento final dos Embargos de Terceiros. A pretensão de nova vistoria no gado, não há ponderar haja vista que tal pedido exauriu o seu objeto pelo recente julgamento do Agravo de Instrumento nº 7240/2007, interposto por Almecides Alves Wanderley, com o intuito de obter a decretação de perda de eficácia da liminar concedida na Ação Cautelar de Busca e Apreensão em favor de Pereirinha José de Souza, sob a alegação de incompetência e suspeição do juízo, bem como a caducidade da medida, face à ausência de propositura da ação principal no prazo legal estabelecido no art. 806 do CPC. 2- A medida imposta pelo art , CPC, é de ordem cogente, no sentido de que os embargos de Declaração de Terceiro têm por efeito a suspensão da ação de execução, quando versarem sobre todos os bens penhorados, e, no tocante aos bens litigiosos, quando disserem respeito a alguns deles. 3-Enquanto em trâmite os embargos de terceiro, existindo debate, portanto, acerca da propriedade do bem, resultando no questionamento da própria validade da penhora, o feito executivo não deve prosseguir com a arrematação do bem. A suspensão do processo de execução vem como efeito necessário da oposição dos Embargos, não no sentido de impedir a realização de qualquer espécie de ato processual, mas sim de atos destinados à alienação da coisa litigiosa. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos do Agravo de Instrumento nº. 7574/07 em que Marcelo Borges Rodrigues da Cunha é agravante e Pereirinha José de Souza figura como agravado. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Liberato Póvoa, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do recurso, por presentes os requisitos de admissibilidade, e DEU-LHE PROVIMENTO para reformar a decisão monocrática e determinar a suspensão da ação principal - Rescisão de Contrato de Compra e Venda c/c Perdas e Danos, até julgamento final dos Embargos de Terceiros Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. LIBERATO PÓVOA. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 07 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº 7948/08 ORIGEM : COMARCA DE TAGUATINGA TO REFERENTE : (Ação de Divórcio Judicial Litigioso) APELANTE : E. F. DE A. ADVOGADO : PABLO LOPES RÊGO APELADO : D. F. M. ADVOGADO : SAULO DE ALMEIDA FREIRE PROC. JUST. : VERA NILVA ALVARES ROCHA RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE DIVÓRCIO JUDICIAL LITIGIOSO OBRIGAÇÃO ALIMENTAR ENTRE EX-CÔNJUGES NECESSIDADE DA ESPOSA COMPROVADA - APELO IMPROVIDO. 1- Os alimentos são prestações baseadas na necessidade das pessoas que não conseguem prover o próprio sustento, e o dever de mútua assistência é, certamente, um dos mais nobres efeitos do casamento, estando previsto no art , inc. III, do Código Civil. 2- A mulher sempre se dedicou aos afazeres domésticos, cuidando da casa e dos filhos, e tendo o varão sido sempre o provedor da família, a ruptura do casamento não pode conduzi-la a uma condição de miserabilidade, pois persiste entre o casal o dever de mútua assistência. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da APELAÇÃO Nº 7948/2008, originários da Comarca de Taguatinga-TO, figurando como apelante E. F de A, e como apelada D. f. M. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. AMADO CILTON, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 43ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 25/11/2009, por unanimidade

13 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO de votos, conheceu do presente recurso por próprio e tempestivo, mas NEGOU-LHE provimento, para manter incólume a sentença de primeira instância. Votaram: Exmª. Srª. Des. JACQUELINE ADORNO Exmº.. Srº. Des CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Des. AMADO CILTON Ausência justificada do Desembargador LIBERATO PÓVOA. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exm. Sr. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 07 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº. 7951/2008 (08/ ) ORIGEM : COMARCA DE ITAGUATINS-TO REFERENTE : (AÇÃO DE EMBARGOS À EXECUÇÃO Nº. 919/05 VARA CÍVEL) APELANTE : EGESA ENGENHARIA S/A ADVOGADO : RONAN PINHO NUNES GARCIA APELADO : RAIMUNDO NONATO VIEIRA SILVA ADVOGADO : MIGUEL ARCANJO DOS SANTOS ÓRGÃO DO TJ : 1ª CÂMARA CÍVEL RELATORA : Desembargadora Jacqueline Adorno E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL EMBARGOS A EXECUÇÃO FALTA DE DEMONSTRATIVO DE DÉBITOS ATUALIZADOS VÍCIO SANÁVEL ARTIGO 616 DO CPC RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO DECISÃO UNÂNIME. I A preliminar suscitada nas razões recursais, enseja o provimento parcial do presente apelo. Com efeito, a falta de apresentação da planilha do débito, no caso em questão, não é causa de extinção da execução. II - Vale dizer, que o Superior Tribunal de Justiça, em situações semelhantes, tem entendido que encontrando-se a execução instruída com título executivo, a ausência do simples cálculo aritmético não acarreta a extinção do processo, mas sim a oportunidade para que o exeqüente regularize o vício, oferecendo cálculo detalhado do débito, nos termos do artigo 616 do CPC. III - Ademais, como anota a doutrina, a concepção processual da atualidade é fundada na idéia de que os atos processuais são privados de uma autonomia e devem ser valorados segundo a meta a que se proponham. IV - Sendo assim, em obediência ao princípio da instrumentalidade inserido no artigo 616 do CPC, sendo insuficiente ou inexistente o demonstrativo de débito, necessário à instrução da ação executiva, deve-se oportunizar a emenda da inicial. V - Portanto, com base no entendimento do STJ, acato parcialmente a preliminar do embargante/apelante, pois tratando-se de deficiência perfeitamente sanável, não faz sentido, que se determine a extinção do processo de execução sem julgamento do mérito como postulou o recorrente, devendo portanto, a nulidade ser sanada, sendo o exeqüente intimado para no prazo de 10 dias apresentar o demonstrativo de débito. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO CÍVEL N.º 7951/08, em que figuram como apelante; Egesa Engenharia S/A e como apelado o Raimundo Nonato Vieira Silva. Sob a presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador AMADO CILTON aos 25 de Novembro de 2009, na 43ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por UNANIMIDADE de votos, conheceu do recurso, por presentes os requisitos de admissibilidade, deu-lhe parcial provimento, para cassar a decisão recorrida, implicando na nulidade da própria execução desde a citação, inclusive, a fim de que o exeqüente promova a juntada dos cálculos detalhados e somente então prossiga o feito com a nova citação, penhora e embargos. Ausência justificada do Sr. Des. LIBERATO PÓVOA. VOTARAM: Exma. Sra. Desa. JACQUELINE ADORNO Exmo. Sr. Des. CARLOS SOUZA Exmo. Sr. Des. AMADO CILTON. Compareceu, representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça, o Exmo. Sr. Dr. JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU, Procurador de Justiça. Palmas/TO, 02 de Dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO nº. 8113/08 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : Mandado de Segurança nº AGRAVANTE : MUNICÍPIO DE PALMAS PROC. GERAL MUNICÍPIO : ANTÔNIO LUIZ COELHO AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO DO TOCANTINS PROC. DE JUSTIÇA : JOSÉ OMAR DE OLIVEIRA JÚNIOR RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A: Agravo de Instrumento. Mandado de Segurança. Cidadãs acometidas de diabetes mellitus. Necessidade de Bombas de Infusão de Insulina. Fornecimento pelo Município. Legalidade da imposição. Decisão mantida. Recurso improvido. 1 Conforme 1º do artigo 198 da Constituição Federal qualquer dos entes pode ser acionado à prestação do serviço de saúde. A saúde é direito indisponível e assegurado constitucionalmente ao cidadão, sendo que, in casu, a negativa de tratamento médico é ato ilegal que, desafia tutela jurisdicional em favor das agravadas, cabendo ao Poder Judiciário o controle da legalidade do ato. 2 É dever do Poder Público disponibilizar um sistema de saúde adequado e eficaz ao cidadão, fornecendo os medicamentos necessários ao tratamento, cura e/ou controle das moléstias físicas, psíquicas e mentais do indivíduo. 3 O organismo de cada indivíduo possui suas particularidades, reagindo de formas diversas, por isso, não há respaldo para que o Poder Público imponha ou restrinja a utilização de medicamento ou método de tratamento. Se a Bomba de Infusão de Insulinas mostrou-se eficaz e houve prescrição médica, o Poder Público não pode negarse ao tratamento da moléstia, sob alegado questionamento de sua utilização no controle da diabetes, vez que, ao assegurar ao cidadão o direito à saúde, a Constituição Federal não faz ressalvas, tampouco estabelece quais os medicamentos e/ou métodos cada indivíduo deve ou pode fazer uso. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos do Agravo de Instrumento nº. 9544/09 em que Município de Palmas é agravante e Ministério Público Estadual como substituto processual de J. M. S. P. G. e R. V. S. P. G. figura como parte recorrida. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Daniel Negry, aos , na 44ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso, por próprio e tempestivo, mas negou-lhe provimento para manter incólume a decisão fustigada. Ausência justificada dos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº. Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 14 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO AI N.º 9474/09. ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS AGRAVANTE : I. M.C.A.S ADVOGADA (S): ISTELA MARIA CARREIRO AZEVEDO E OUTRA AGRAVADO (A): R.C.DA S. ADVOGADO : GERMIRO MORETTI PROCURADOR DE JUSTIÇA : JOÃO RODRIGUES FILHO RELATORA : DESEMBARGADORA JACQUELINE ADORNO E M E N T A : AGRAVO DE INSTRUMENTO DECISÃO CONCESSIVA DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA REGULAMENTAÇÃO DE VISITAS DO PAI GUARDA PROVISÓRIA CONCEDIDA A MÃE DA MENOR PRETENSÃO DE ATRIBUIÇÃO DE EFEITO SUSPENSIVO E REFORMA DA DECISÃO DO JUIZ DE PRIMEIRO GRAU QUE DEFERIU O DIREITO DE VISITAS DO PAI NOS FINAIS DE SEMANA ALTERNADOS RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. I No caso, cabe destaca-se que em análise sumária foi deferido o pleito de atribuição de efeito suspensivo a decisão atacada, tendo em vista os indícios de risco a segurança e/ou bem estar da menor, porquanto, juntado aos autos Boletins de Ocorrência Policial de suposta ameaças praticadas pelo Agravado a mãe da criança. II Todavia, após, melhor exame do caso em discussão, verificando que os Boletins de Ocorrências, por si sós, não impedem o Agravado de ter o seu pedido de regulamentação de visita de sua filha deferido. Mormente, quando a busca e devolução da criança, nos dias de visita, será realizada sob a intermediação do Conselho Tutelar. III Assim, afastados os citados Boletins de Ocorrência Policial, não há nos autos nenhum outro elemento que demonstre ser perniciosa a convivência entre pai e filha. IV Por fim, ressalta-se que, prejuízo muito maior haverá para a criança, se os seus genitores não tiverem serenidade e maturidade no trato dessa questão, trazendo a ela, a segurança que precisa para se desenvolver, alicerçada na certeza do amor de ambos os pais, o que precisa ser maior do que qualquer desavença. V Agravo de Instrumento conhecido e improvido. Decisão unânime. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 9474/09, originários do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, figurando como Agravante I. M. C. A. S. e Agravada R. C. DA S. Sob a presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador LIBERATO PÓVOA, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 43ª Sessão Ordinária Judicial, realizada em 25/11/2009, por unanimidade de votos, conheceu e negou provimento ao presente agravo de instrumento, para manter incólume a decisão de primeiro grau que deferiu o direito de visitas do Agravado a sua filha, durante os fins de semana alternados, sob a intermediação do Conselho Tutelar, por conseguinte, tornou sem efeito a liminar de atribuição de efeito suspensivo concedida às fls. 104/107. Votaram: Exma. Sra. Desa. JACQUELINE ADORNO Exmo. Sr. Des. CARLOS SOUZA Exmo. Sr. Des. AMADO CILTON. Ausência justificada do Sr. Des. LIBERATO PÓVOA. Compareceu, representando a douta Procuradoria Geral de Justiça, a Exmº. Sr. Dr. JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU, Procurador de Justiça. Palmas-TO, 08 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº. 9544/09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO TOCANTINS REFERENTE : Ação Cautelar de Separação de Corpos, Guarda e Alimentos nº /08 AGRAVANTE : A. R. S. S. ADVOGADO : CARLOS ANTÔNIO DO NASCIMENTO AGRAVADO : M. S. ADVOGADO : JULIANA BEZERRA DE MELO PEREIRA PROCURADOR DE JUSTIÇA : RICARDO VICENTE DA SILVA RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : Agravo de Instrumento. Guarda convertida para o genitor. Decisão mantida. Recurso improvido. A alteração da guarda é medida extrema que, como visto nos autos, após a visitação perpetrada pelos membros do Juízo a quo à casa dos infantes, fora providenciada em desfavor da mãe. Referido cenário faz com que se conclua que, ao visitar o ambiente de convivência das crianças com a mãe, observou-se uma realidade que, a priori, mostrou-se desfavorável ao desenvolvimento dos filhos dos litigantes. A conversão da guarda para o pai deu-se há mais de três meses, sem que haja notícia de qualquer fato desabonador acerca dos cuidados com os filhos. Visando o bem estar e o equilíbrio emocional e psicológico dos menores, bem como, para resguardá-los de constantes alterações de lar e realidade cotidiana, há que se mantê-los com o genitor até o julgamento da ação no Juízo Monocrático. Considerando que ambos os genitores tem o direito à guarda e que, atualmente, o pai exerce referida tarefa de modo consentâneo com os interesses dos menores que, há mais de três meses estão habituados com referida convivência, há que se manter a guarda do modo decidido pelo Magistrado a quo até o julgamento de mérito da questão na instância singela. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos do Agravo de Instrumento nº. 9544/09 em que A. R. S. S. é agravante e M. S. figura como parte recorrida. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. Daniel Negry, aos , na 44ª Sessão Ordinária Judicial, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso, por próprio e tempestivo, mas negou-lhe provimento para manter incólume a decisão monocrática recorrida. Ausência justificada dos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Votaram: Exmª. Srª. Desª. JACQUELINE ADORNO Exmº. Srº. Desº. CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exmº. Srº. Drº. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 14 de dezembro de APELAÇÃO Nº 9712/09 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REFERENTE : (AÇÃO DE ALIMENTOS) APELANTE : P.G.B.M. MENOR IMPÚBERE REPRESENTADO POR SUA GENITORA V.B. N. DEF. PUBL. : SUELI MOLEIRO APELADO : L.A.M ADVOGADO : MARCUS VINICÍUS CORREA LOURENÇO APELANTE : L.A.M ADVOGADO : MARCUS VINICÍUS CORREA LOURENÇO APELADO : P.G.B.M. MENOR IMPÚBERE REPRESENTADO POR SUA GENITORA V.B. N. DEF. PUBL. : SUELI MOLEIRO

14 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO PROC. JUST. : JOÃO RODRIGUES FILHO RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE ALIMENTOS VERBA ALIMENTAR PEDIDO DE MAJORAÇÃO AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO AUMENTO DA FORTUNA DO ALIMENTANTE APELO NEGADO - ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA COMPROVAÇÃO HIPOSSUFICIÊNCIA- DESNECESSIDADE LEI 1060/50, ART. 4º E 7º - APELO PARCIALMENTE PROVIDO PARA REFORMAR A SENTENÇA E CONCEDER OS BENEFÍCIOS DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA AO GENITOR. 1- O pedido de pensão alimentícia deve ser analisado à luz do binômio necessidade/possibilidade, previsto no 1º, do art. 1694, do novo Código Civil. 2- o quantum de 16% (dezesseis) por cento dos rendimentos mensais do 2º apelante está condizente com as necessidades da criança e a possibilidade do alimentante. 3- Nas ações de alimentos a mera alegação da possibilidade do genitor de arcar com um valor maior, sem que se produza prova irrefutável de tal condição não se delineia, por si só, como elemento hábil a autorizar a majoração do valor estabelecido em momento precedente, é necessário que haja demonstração cabal da fortuna do alimentante para a alteração da obrigação alimentar. 4- o entendimento significativo da jurisprudência se coloca pela desnecessidade de comprovação do estado de carência financeira, bastando a declaração pertinente, segundo a norma contida no art. 4º da Lei 1.060/50, que prevê o benefício da assistência judiciária mediante simples afirmação. 5- Negado provimento ao primeiro recurso, e dado parcial provimento ao segundo recurso para que seja reformada a sentença prolatada na instância singela para conceder os benefícios da assistência judiciária gratuita ao genitor, mantendo intocados os demais termos da sentença. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da APELAÇÃO Nº 9712, originários da Comarca de Palmas-TO, figurando como apelante e apelado reciprocamente P.G.B.M. MENOR IMPÚBERE REPRESENTADO POR SUA GENITORA V.B. N e L.A.M. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 44ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 02/12/2009, por unanimidade de votos, conheceu do presente recurso por próprio e tempestivo, negou provimento ao primeiro recurso, e deu parcial provimento ao segundo recurso para que seja reformada a sentença prolatada na instância singela para conceder os benefícios da assistência judiciária gratuita, mantendo intocados os demais termos da sentença. Votaram: Exmª. Srª. Des. JACQUELINE ADORNO Exmº.. Srº. Des CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Des. DANIEL NEGRY Ausência justificada dos Desembargadores LIBERATO PÓVOA e AMADO CILTON. Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exm. Sr. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 15 de dezembro de APELAÇÃO Nº 9787/09 ORIGEM : COMARCA DE GURUPI TO REFERENTE : (Ação Ordinária Declaratória de Nulidade de Ato Jurídico cumulado com Cobrança de Honorários Advocatícios) APELANTE : JAVIER ALVES JAPIASSU ADVOCADO : JAVIER ALVES JAPIASSU APELADO : SZCEZEPAN DUMASZAK ADVOGADO : MÍRIAN FERNANDES OLIVEIRA RELATORA : Desembargadora JACQUELINE ADORNO E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO ORDINÁRIA DECLARATÓRIA DE NULIDADE DE ATO JURÍDICO CUMULADO COM COBRANÇA DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS ACORDO ASSINADO ENTRE AS PARTES DISPONÍVEL DE RESTRIÇÃO OU IMPEDIMENTO ATO JURÍDICO VÍCIOS DE CONSENTIMENTO CERCEAMENTO DE DEFESA INOCORRÊNCIA ARTIGO 333, I, DO CPC ÔNUS DA PROVA SENTENÇA INEXISTÊNCIA DE NULIDADE APELO IMPROVIDO. 1- O ato jurídico só pode ser desfeito se comprovada a incapacidade relativa do agente ou se houver vício resultante de erro, dolo, coação, simulação, ou fraude. Não restou demonstrado nos autos, a existência de erro, dolo, coação, simulação ou fraude quando da sua assinatura do acordo de fls. 24/25, não podendo, portanto, ser anulado pelas razões constantes da inicial. 2- A coação para viciar a declaração de vontade, nos negócios jurídicos bilaterais, deve estar sobejamente comprovada para que possa ter o condão de anular o ato reputado inválido. Se nenhuma prova, sequer indiciária, há neste sentido, perfeita e válida se mostra a manifestação de vontade, devendo surtir todos os seus efeitos legais. 3- Ao autor cabe o ônus de provar o fato constitutivo de seu direito, conforme a inteligência do artigo 333, I, do CPC, de forma que inexistindo nos autos comprovação suficiente quanto à presença de vício de consentimento, não há falar-se em nulidade do negócio jurídico realizado. 4- O Juiz não está obrigado a responder todas as alegações das partes quando já possui elementos suficientes a embasar e formatar sua decisão. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos da APELAÇÃO Nº 9787/2008, originários da Comarca de Gurupi-TO, figurando como apelante JAVIER ALVES JAPIASSU, e como apelada SZCEZEPAN DUMASZAK. Sob a presidência do Exmº. Srº. Desº. DANIEL NEGRY, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 43ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 25/11/2009, por unanimidade de votos, conheceu do recurso por presentes os requisitos de admissibilidade, e negou-lhe provimento, para manter incólume a r. sentença de primeiro grau pelos seus próprios e jurídicos fundamentos. Ausência justificada do Sr. Des. LIBERATO PÓVOA. Ausência momentânea do Sr. Des. AMADO CILTON. Votaram: Exmª. Srª. Des. JACQUELINE ADORNO Exmº.. Srº. Des CARLOS SOUZA Exmº. Srº. Des. DANIEL NEGRY Compareceu representando a Douta Procuradoria Geral de Justiça o Exm. Sr. José Demóstenes de Abreu Procurador de Justiça. Palmas/TO, 07 de dezembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 8383/08 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : Acórdão de fls EMBARGANTE : JOAREZ PASTÓRIO ADVOGADO : EDUARDO LUIZ BORTOLUZZI EMBARGADOS : IAKOV KALUGIN e ANASTÁCIA KALUGIN ADVOGADOS : ALESSANDRO ROGES PEREIRA e OUTRA RELATOR : Desembargador DANIEL NEGRY E M E N T A : EMBARGOS DE DECLARAÇÃO AGRAVO REGIMENTAL MATÉRIA QUE NÃO FOI OBJETO DE ANÁLISE RECURSAL OMISSÃO INEXISTENTE ALCANCE DA VIA ELEITA PREJUDICADO - RECURSO IMPROVIDO.- Não sendo a matéria objeto destes embargos a efetivamente examinada pelo decisum embargado, não vejo omissão a ser suprida. Assim, no que tange ao objetivo de prequestionamento dos embargos manejados, entende-se que a via não possui o fim colimado pelo recorrente, haja vista que para esse fim necessário a existência de obscuridade, omissão e contradição. - Embargos rejeitados. A C Ó R D Ã O : Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Daniel Negry, na sessão ordinária do dia 02/12/2009, acordaram os componentes da 4ª Turma da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na conformidade da ata do julgamento, por unanimidade, em não acolher os embargos manejados, anotando que os autos do agravo de instrumento nº 8.443/08, devem ser desapensados e concluídos imediatamente ao gabinete do Desembargador Relator para análise de mérito Votaram acompanhando o Relator os Desembargadores Jacqueline Adorno e Carlos Souza. Representou a Procuradoria de Justiça, o douto Procurador de Justiça, Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 09 de dezembro de APELAÇÃO Nº 9043 (09/ ) ORIGEM : COMARCA DE GURUPI REFERENTE :ATO INFRACIONAL Nº /08 DO JUIZADO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE DA COMARCA DE GURUPI APELANTE : W.B.C.E.S.C. DEFEN. PÚBL. : RONALDO CAROLINO RUELA APELADO :MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS PROC. DE JUST.:JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU RELATOR P/ ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR DANIEL NEGRY E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL ATO INFRACIONAL REMISSÃO CUMULATIVA COM MEDIDAS DE PROTEÇÃO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A COMUNIDADE CONCEDIDA NA FASE PRÉ-PROCESSUAL PREVISÃO LEGAL COMPATIBILIDADE COM A SÚMULA 108 STJ ALEGAÇÃO DE NULIDADE DA SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA AUSÊNCIA DE DEFESA TÉCNICA VIOLAÇÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS - TESE AFASTADA AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL APELO IMPROVIDO. O Estatuto da Criança e do Adolescente, nos termos do caput, do art. 126, autoriza que, antes de iniciado o procedimento judicial para apuração do ato infracional, o representante do Ministério Público conceda ao menor infrator a remissão, evitando que se inicie o processo judicial. Da exegese do artigo 127, do mesmo Estatuto, conclui-se que a lei permite a cumulação de medida sócio-educativa com a remissão pré-processual, uma vez que o dispositivo não traz qualquer restrição a tal concessão, o que não significa, porém, afronta à Súmula 108 do STJ, uma vez que, nos termos do artigo 181, sua eficácia está condicionada à homologação pela autoridade judiciária, o que nos revela ser do juiz a competência para efetivamente aplicar e determinar o cumprimento da medida. Tratandose de remissão pré-processual, inexistindo, portanto, litígio, e, considerando a ausência de previsão legal quanto à necessidade de defensor no momento da oitiva informal do menor infrator perante o Ministério Público, não há que se falar em violação de princípios constitucionais por ausência de defesa técnica. Apelo conhecido e improvido. A C Ó R D Ã O : Vistos e discutidos os presentes autos de Apelação nº 9043, na sessão realizada em 09/12/2009, sob a Presidência da Exmo. Sr. Desembargador LIBERATO PÓVOA, a 3ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por maioria, nos termos do voto divergente, que fica como parte integrante deste, conheceu do recurso e lhe negou provimento, para manter incólume a sentença impugnada. Acompanhou o Relator do voto vencedor a Exma. Desembargadora Jacqueline Adorno. Representou a Procuradoria-Geral da Justiça, o douto Procurador de Justiça Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 14 de dezembro de APELAÇÃO Nº 9215/09 ORIGEM : Comarca de Palmas APELANTES : MARTINHO GOMES DE SOUZA NETO e MAYSA FRANCO GOMES ADVOGADO : FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES APELADO : JOSÉ CARLOS CAMARGO ADVOGADO : MARLY DE MORAES AZEVÊDO RELATOR : Desembargador DANIEL NEGRY E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL TERCEIROS EMBARGOS OPOSIÇÃO PRAZO - CONHECIMENTO DA AÇÃO PRINCIPAL ARTIGO 1048 DO CPC RECURSO IMPROVIDO.. Se os embargantes não ignoravam a existência de ação judicial apta a afetar a sua posse, como in casu, e, em tempo, não se defenderam por meios de embargos, fazendo-o somente após o trânsito em julgado da sentença proferida da Ação de Rescisão Contratual c/c Perdas e Danos, correta a decisão singular que os rejeitou ante a sua extemporaneidade. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos a Apelação supra identificada, na sessão realizada no dia 09 de dezembro de 2009, acordam os componentes da 4ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na conformidade da ata dos julgamentos, por maioria de votos, em conhecer do presente recurso, mas lhe negar provimento, tudo nos termos do relatório e voto do relator que deste fica como parte integrante. Participou do julgamento, acompanhando o Relator, a Exma. Senhora Desembargadora JACQUELINE ADORNO. O Exmo. Senhor Desembargador CARLOS SOUZA, votou divergetemente, no sentido de conhecer do recurso e dar provimento à apelação para, cassando a decisão recorrida, determinar que o Juízo a quo dê prosseguimento à ação em todos os seus termos. Representou a Procuradoria-Geral da Justiça, o douto Procurador de Justiça Dr. JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU. Palmas, 15 de dezenbro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 9368/09 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS AGRAVANTE : BONA FIDE CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA ADVOGADO : CÍCERO RODRIGUES MARINHO FILHO, JOSÉ ÁTILA DE SOUZA PÓVOA E OUTRO AGRAVADO : BRADESCO LEASING S/A - ARRENDAMENTO MERCANTIL ADVOGADO : FABIANO FERRARI LENCI E OUTROS RELATOR : Desembargador DANIEL NEGRY

15 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO E M E N T A : AGRAVO INSTRUMENTO CONCESSÃO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA REVOGAÇÃO TÁCITA IMPOSSIBILIDADE AFRONTA AO ARTIGO 93 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL - AGRAVO PROVIDO. A teor do 4º do inciso II do artigo 273, do Código de Processo Civil, o poder revisional que detém o magistrado na concessão das medidas antecipatórias não admite, como na hipótese, a revogação tácita da medida deferida, com a simples negativa de um pedido sem que se cumpra a anteriormente concedida, pois, além de violar o princípio do duplo grau de jurisdição, viola, também, a norma do art. 93, inciso IX, da Constituição Federal. - Agravo provido. A C Ó R D Ã O : Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, acordam os componentes da 4ª Turma da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na sessão ordinária do dia 18/11/2009, por unanimidade, em conhecer e dar provimento ao agravo de instrumento, por vislumbrar na negativa do juiz singular perigo real e imediato capaz de causar ao agravante lesão grave ou de difícil reparação, tudo em conformidade com o relatório e voto do relator que deste fica como parte integrante.votaram acompanhando o Relator os Desembargadores Jacqueline Adorno e Carlos Souza. Representou a Procuradoria de Justiça, a douta Procuradora de Justiça Dra. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 18 de novembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NOS EMBARGOS INFRINGENTES Nº 1602/08 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : (ACÓRDÃO DE FLS. 369) EMBARGANTE : ONOFRE DE PAULA REIS ADVOGADOS : JOÃO GASPAR PINHEIRO DE SOUZA E OUTROS EMBARGADO : PAMPAS AGROPECUÁRIA INCORPORADORA LTDA ADVOGADO : ALBERY CESAR DE OLIVEIRA RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NOS EMBARGOS INFRINGENTES. RECURSO MANIFESTAMENTE PROTELATÓRIO. Declarando que o recurso é manifestamente protelatório, condenou o embargante a pagar à embargada a multa de um por cento (1%) sobre o valor da causa devidamente corrigida, nos termos do parágrafo único do artigo 538 do Código de Processo Civil. Provimento negado. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Embargos de Declaração nos Embargos Infringentes nº 1602/08 em que é Embargante ONOFRE DE PAULA REIS e Embargada PAMPAS AGROPECUÁRIA INCORPORADORA LTDA. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, negou provimento aos Embargos de Declaração. Declarou que o presente recurso é manifestamente protelatório, assim condenou o embargante a pagar a embargada multa de um por cento (1%) sobre o valor da causa devidamente corrigido, nos termos do parágrafo único do artigo 538 do Código de Processo Civil na 45ª Sessão Ordinária Judicial realizada no dia 09/12/2009. Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa, Amado Cilton, Daniel Negry e Jacqueline Adorno. Compareceu representando o Ministério Público o Excelentíssimo Senhor Doutor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 15 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL N.º 4374/04 ORIGEM : COMARCA DE GURUPI TO REFERENTE :(AÇÃO CAUTELAR INOMINADA N.º 1683/01) APELANTE S : JOÃO LISBOA DA CRUZ E GOIACIARA TAVARES CRUZ. ADVOGADOS : HAGTON HONORATO DIAS APELADO : BANCO DO BRASIL S/A ADVOGADO : ADRIANA MAURA DE TOLEDO LEME PALLAORO E OUTROS RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO CAUTELAR INOMINADA. SUBSTITUIÇÃO DE GARANTIAS HIPOTECÁRIAS POR PEDRAS PRECIOSAS. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. A medida cautelar não pode substituir recurso próprio, devendo ser lembrado que a garantia da execução se faz pela penhora, e penhora dos bens que as partes elegeram como garantia dos contratos por elas firmados, sendo ineficaz e imprestável qualquer tentativa de oferecer esmeraldas para garantir ou substituir garantias em ações de execuções, principalmente quando as partes já elegeram os bens, via hipoteca, que garantirão as operações realizadas. Mantida a sentença recorrida. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Apelação Cível n.º 4374/04 em que são Apelantes João Lisboa da Cruz e Goiaciara Tavares Cruz e Apelado o Banco do Brasil S/A. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1.ª Turma Julgadora da 1.ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, negou provimento ao presente recurso de apelação, para manter, na íntegra a sentença de 1.ª instância, de fls. 214/220, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30/11/2009. Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça, o Excelentíssimo Senhor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 14 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL N.º 6449/07 ORIGEM : COMARCA DE ARAGUAÍNA - TO APELANTE : MUNICÍPIO DE ARAGUAÍNA T0 ADVOGADO : CRISTIANE RODRIGUES DELFINO LINS E OUTROS APELADA : INÁCIA RIBEIRO NASCIMENTO ADVOGADO : ANTÔNIO PIMENTEL NETO PROCURADOR DE JUSTIÇA : CLENAN RENAUT DE MELO PEREIRA RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA. PROCESSO ADMINISTRATIVO. DEMISSÃO. CERCEAMENTO DE DEFESA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. O procedimento administrativo, ao concluir pela demissão da impetrante deixou de atender formalidades legais exigidas, obstando o exercício da amplitude de defesa, tornando o ato abusivo e arbitrário. Mantida a sentença recorrida. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Apelação Cível n.º 6449/07 em que é Apelante o Município de Araguaína e Apelada Inácia Ribeiro Nascimento. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1.ª Turma Julgadora da 1.ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, desacolheu o parecer da Procuradoria Geral de Justiça e negou provimento ao presente recurso de apelação, para manter, na íntegra a sentença de 1.ª instância, na 42ª Sessão de julgamento realizada no dia 25/11/2009. Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Amado Cilton e Daniel Negry. Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça, o Excelentíssimo Senhor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 03 de novembro de APELAÇÃO CÍVEL N.º 6500/07 ORIGEM : COMARCA DE GURUPI TO APELANTE (S) : ARIAIDES FARIAS RAMALHO DE ARAÚJO E ROBÉRICO ANTÔNIO RAMALHO DE ARAÚJO ADVOGADO (S): GUSTAVO GOMES GARCIA E OUTROS APELADO : BANCO DO BRASIL S/A ADVOGADO (S): ADRIANA MAURA DE TOLEDO LEME PALLAORO E OUTROS RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE EMBARGOS DE TERCEIROS. EXECUÇÃO FISCAL - FRAUDE À EXECUÇÃO - ALIENAÇÃO POSTERIOR À CITAÇÃO DO EXECUTADO, MAS ANTERIOR AO REGISTRO DE PENHORA OU ARRESTO - NECESSIDADE DE COMPROVAÇÃO DO CONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DE EXECUÇÃO. RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. A fraude não pode ser presumida. Deve ser provada, demonstrando-se inequivocadamente, o elemento subjetivo do comprador, qual seja, a má-fé, em casos onde a penhora do imóvel não estiver registrada. Em relação ao terceiro, somente se presume fraudulenta a alienação de bem imóvel realizada posteriormente ao registro de penhora ou arresto. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Apelação Cível n.º 6500/07 em que são Apelantes Ariaides Farias Ramalho de Araújo e Robérico Antônio Ramalho de Araújo e Apelado o Banco do Brasil S/A. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1.ª Turma Julgadora da 1.ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, deu provimento ao presente recurso de apelação, julgando procedentes os Embargos de Terceiros, mantendo os apelantes na posse do imóvel, com o registro incólume, na 45ª Sessão Ordinária Judicial realizada no dia 09/12/2009. Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça, o Excelentíssimo Senhor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 15 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 7836/08 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DOTOCANTINS REFERENTE : (AÇÃO CAUTELAR DE ARROLAMENTO DE BENS Nº /0 - DA 1ª VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE ARAGUAÍNA -TO) AGRAVANTE : JURANILDES SOUSA OLIVEIRA ADVOGADOS : CARLENE LOPES CIRQUEIRA MARINHO E OUTROS AGRAVADO : EVANDRO FONSECA MACHADO ADVOGADO : WANDER NUNES DE RESENDE RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CAUTELAR DE ARROLAMENTO DE BENS. Imperioso se torna a manutenção da decisão agravada, pois corretamente aplicada ao caso em questão, eis que resguarda a meação do bem para o momento da dissolução da sociedade de fato e partilha dos bens. Provimento negado ao agravo de instrumento. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Agravo de Instrumento nº 7836/08 em que é Agravante Juranildes Sousa Oliveira e Agravado Evandro Fonseca Machado. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Amado Cilton, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, NEGOU provimento ao presente Agravo de Instrumento, na 42ª Sessão Ordinária Judicial de Julgamento realizada no dia 25/11/2009. Votaram acompanhando o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Amado Cilton e Daniel Negry. Ausência justificada do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa. Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça o Excelentíssimo Senhor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 02 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 7974/2008 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : (AÇÃO DECLARATÓRIA Nº /07, DA 5ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PALMAS TO) AGRAVANTE : MOISÉS ALVES DO NASCIMENTO ADVOGADOS : MEIRE A. CASTRO LOPES E OUTROS AGRAVADO : IRINEU DERLI LANGARO ADVOGADO : IRINEU DERLI LANGARO RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA. NULIDADE DE SENTENÇA ARBITRAL. VALOR DA CAUSA. CORREÇÃO. Constata-se que o valor atribuído pelo autor, ora agravante, de R$ 1.000,00 (um mil reais), não corresponde ao aproveitamento econômico por ele pretendido e, por isso, deve ser corrigido. Provimento negado. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Agravo de Instrumento nº 7974/08 em que é Agravante Moisés Alves do Nascimento e Agravado Irineu Derli Langaro. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, negou provimento ao presente recurso, mantendo-se inalterada a decisão proferida pelo Juízo originário na 45ª Sessão Ordinária Judicial realizada no dia 09/12/2009. Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Liberato Povoa e Amado Cilton. Compareceu representando o Ministério Público o Excelentíssimo Senhor Doutor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 15 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 8202/2008 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS AGRAVANTE : BRADESCO LEASING S/A ARRENDAMENTO MERCANTIL ADVOGADO : OSMARINO JOSÉ DE MELO E OUTROS AGRAVADO : V.G. CÉZAR E FILHO LTDA

16 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO ADVOGADO : JÚLIO SOLIMAR ROSA CAVALCANTI E OUTRO RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS. LIMINAR. EXECUÇÃO PROVISÓRIA DE SENTENÇA. NOMEAÇÃO DE BENS À PENHORA. INEFICAZ. A nomeação de bens deve obedecer à gradação legal. Direitos figuram no último inciso, vale dizer, no de n. X do art E desde que haja discordância do exeqüente, a nomeação é ineficaz, na forma prescrita pelo art. 656 do mesmo diploma legal. Provimento negado. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Agravo de Instrumento nº 8202/08 em que é Agravante Bradesco Leasing S/A Arrendamento Mercantil e Agravado V.G. Cézar e Filho LTDA. Sob a presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador DANIEL NEGRY, a 1ª Turma Julgadora, da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, negou provimento ao recurso de Agravo de Instrumento e, consequentemente manteve a decisão agravada em todos os seus termos, na 44ª Sessão de Julgamento Ordinária Judicial realizada no dia 02/12/2009. Ausência justificada do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa. O Excelentíssimo Senhor Desembargador Amado Cilton deixou de votar por motivo de suspeição. Votaram com Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores DANIEL NEGRY e JACQUELINE ADORNO. Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça, o Excelentíssimo Senhor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas TO, 10 de dezembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO CÍVEL N.º 8628/2009 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REFERENTE : ACÓRDÃO DE FLS. 197/198 EMBARGANTES: CELSO BORGES DE CARVALHO E CLARICE BARBOSA DE CARVALHO ADVOGADO : MARCELO CLÁUDIO GOMES EMBARGADO : MILTON PEREIRA DA SILVA ADVOGADOS : DIVINO JOSÉ RIBEIRO E OUTRO RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL. OMISSÃO E CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. PRETENSÃO DE REDISCUSSÃO DA MATÉRIA. IMPOSSIBILIDADE. Inexistindo no acórdão embargado omissão a ser suprida, nem obscuridade ou contradição a serem aclaradas, rejeitam-se os embargos de declaração interpostos com o intuito de rediscutir a matéria já julgada ou obter explanações doutrinárias a respeito do assunto. Embargos rejeitados. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Embargos de declaração na Apelação Cível n.º 8628/09 em que é Embargante Celso Borges de Carvalho e Clarice Barbosa de Carvalho e Apelado Milton Pereira da Silva. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1.ª Turma Julgadora da 1.ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, rejeitou os embargos de declaração opostos, para manter intacto o acórdão embargado, na 45ª Sessão Ordinária Judicial ocorrida em Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Compareceu representando a Procuradoria Geral de Justiça, o Excelentíssimo Senhor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 15 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL N.º 8748/09 ORIGEM : COMARCA DE PONTE ALTA DO TOCANTINS REFERENTE : AÇÃO DE REGISTRO DE NASCIMENTO TARDIO N.º /08 ÚNICA VARA APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS APELADO : RAIMUNDO GUIMARÃES CARVALHO DEFEN. PÚBL. : NAZÁRIO SABINO CARVALHO PROC. DE JUSTIÇA : JOSÉ DEMÓSTENES DE ABREU RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE REGISTRO DE NASCIMENTO TARDIO. PAIS JÁ FALECIDOS. RECONHECIMENTO EXPRESO DE FILIAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. Estando os pais mortos e inexistindo o reconhecimento expresso de sua filiação, ou provas elucidativas nos autos, resta a impossibilidade de constar inclusão do nome de pais falecidos. Apelação provida. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Apelação Cível nº. 8748/09 em que é Apelante MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO TOCANTINS e Apelado RAIMUNDO GUIMARÃES CARVALHO. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por maioria de votos, conheceu do recurso, e, DEU PROVIMENTO para que se proceda o registro de nascimento de RAIMUNDO GUIMARÃES CARVALHO, sem a inclusão de sua filiação, na 45ª. Sessão ordinária judicial realizada na data de Votou com o Relator o Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Povoa. Voto vencido do Excelentíssimo Senhor Desembargador AMADO CILTON, no sentido de improver in totum o recurso do Ministério Público, acolhendo-se o pleito como formulado na exordial. Compareceu representando o Ministério Público o Excelentíssimo Senhor Doutor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 15 de dezembro de APELAÇÃO Nº 9947 ORIGEM : COMARCA DE CRISTALANDIA - TO APELANTE : RAIMUNDO LOPES DE ALENCAR E OUTROS ADVOGADO : FERNANDO BORGES E SILVA APELADOS : JOSÉ PEREIRA LOPES E SUA MULHER MARIA DE JESUS LACERDA LOPES ADVOGADO : ZENO VIDAL SANTIN RELATORA : Desembargador JACQUELINE ADORNO RELATOR P ACÓRDÃO : CARLOS SOUZA E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA. ANULAÇÃO DE TESTAMENTO. Sendo a Ação de Rito Ordinário, necessitando comprovar a capacidade de discernimento do testador, deve o processo tramitar no rito ordinário em todas as suas fases. Processo anulado. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Apelação n.º 9947/09, em que são Apelantes Raimundo Lopes de Alencar e outros e Apelados José Pereira Lopes e sua mulher Maria de Jesus Lacerda Lopes. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Daniel Negry, a 5ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 44ª Sessão Ordinária Judicial ocorrida em 02 de dezembro de 2009, por maioria de votos, deu provimento ao recurso, anulou o processo no sentido de que seja feita a devida instrução com toda suas fases pelo rito ordinário. Ausência justificada dos Senhores Desembargadores Liberato Póvoa e Amado Cilton. Votaram acompanhando o Relator o Excelentíssimo Senhor Desembargador Daniel Negry. Voto vencido da Excelentíssima Senhora Desembargadora Jaqueline Adorno, no sentido de conhecer do presente recurso, por próprio e tempestivo, mas negar-lhe provimento, para manter incólume a sentença vergastada. Sustentação oral por parte dos Apelantes, através do Advogado Carlos Victor Almeida Cardoso Júnior. Compareceu representando o Ministério Público o Excelentíssimo Senhor Procurador de Justiça José Demóstenes de Abreu. Palmas - TO, 10 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL N.º 9019 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS REFERENTE : AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS DA 3.ª VARA CÍVEL 1º APELANTE : RIO BRANCO ALIMENTOS S/A ADVOGADO : LUIZ EDUARDO ANDRADE DE MESTIERI 2.ºAPELANTE : SUPERMERCADO CANAÃ LTDA. ADVOGADO : WALMER ALENCAR COSTA AYRES APELADA : ZULEIDE HENRIQUE BARBOSA ADVOGADO : GERMIRO MORETTI RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. NEXO CAUSAL. INEXISTENCIA. Não havendo o nexo de causalidade entre a conduta ilícita e o dano, não há que se falar em indenização. Recurso provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Apelação Cível nº. 9019/09 em que são Apelantes: RIO BANCO ALIMENTOS S/A e SUPERMERCADO CANAÃ LTDA. e Apelada ZULEIDE HENRIQUE BARBOSA. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por maioria de votos, conheceu dos recursos e deu provimento para julgar totalmente improcedente o pedido de dano material pleiteado em face da inexistência de nexo entre o dano e a culpa dos requeridos. Condenou a requerente ao ônus da sucumbência, em custas processuais e honorários advocatícios na base de 15% (quinze) por cento (art º CPC). Assegurando-lhe a suspensão do pagamento pelo prazo de cinco anos, se persistir a situação de pobreza, quando, então, a obrigação estará prescrita, se não houver, nesse período, a reversão (art. 12 da lei 1060/50), na 1ª. Sessão Extraordinária judicial realizada na data de Votou com o Relator o Excelentíssimo Senhor Desembargador e Amado Cilton. Votou divergentemente o Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Povoa, no sentido de negar provimento aos recursos. Compareceu representando o Ministério Público o Excelentíssimo Senhor Doutor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 09 de dezembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 9594/2009 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE : (AÇÃO DE EXECUÇÃO DE SENTENÇA Nº /05, DA 1ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE PALMAS - TO) AGRAVANTE : ABELARDO GOMES FERREIRA CARNEIRO E ELIZA GOMES FERREIRA CARNEIRO ADVOGADO : FABIANO ANTÔNIO NUNES DE BARROS AGRAVADOS : WALTER EDGAR HAGESTEDT E LÍDIA IVONE HAGESTEDT ADVOGADO : SÉRGIO RODRIGO DO VALE RELATOR : Desembargador CARLOS SOUZA E M E N T A : AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE EXECUÇÃO DE SENTENÇA. USUCAPIÃO. AVALIAÇÕES. DISCORDÂNCIA DAS PARTES. NOVA AVALIÇÃO NOS TERMOS DO ART. 420 DO CPC. Em face da discordância das partes com as avaliações dos autos dá-se provimento ao Agravo de Instrumento, para determinar uma nova avaliação nos termos do artigo 420 do Código de Processo Civil. Recurso Provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os presentes autos de Agravo de Instrumento nº 9594/09 em que é Agravante Abelardo Gomes Ferreira Carneiro e Eliza Gomes Ferreira Carneiro. Sob a Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Liberato Póvoa, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, deu provimento ao presente Agravo de Instrumento, para determinar uma nova avaliação nos termos do artigo 420 e seguintes do Código de Processo Civil na 45ª Sessão Ordinária Judicial realizada no dia 09/12/2009. Votaram com o Relator os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Liberato Povoa e Amado Cilton. Compareceu representando o Ministério Público o Excelentíssimo Senhor Doutor José Demóstenes de Abreu, Procurador de Justiça. Palmas - TO, 15 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2696/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : CARLOS ALBERTO TELES VIEIRA II ADVOGADO : DRª. JAQUELINE KÁSSIA RIBEIRO DE PAIVA IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS

17 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2696/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Carlos Alberto Teles Vieira II e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2697/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : DOMINGOS PINTO DE QUEIROZ ADVOGADO : DRª. MARIA PEREIRA DOS SANTOS LEONES IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2697/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Domingos Pinto de Queiroz e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2698/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : JANDER ALFREDO DE CASTRO ADVOGADO : DR. FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEUS TESTES REAVALIADOS POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seus testes reavaliados por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2698/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Jander Alfredo de Castro e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2699/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : ANDRÉ COSTA SANTANA ADVOGADO : DRº. FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO: DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2699/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante André Costa Santana e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2700/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : JOÃO CARLOS RIBEIRO DA CRUZ ADVOGADO : DRº. FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2700/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante João Carlos Ribeiro da Cruz e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador

18 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2701/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : EVANE GENTIL DOS SANTOS BARRETO DEF. PÚBLICO : DRª. MARY DE FÁTIMA FERREIRA DE PAULA IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2701/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Evane Gentil dos Santos Barreto e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2702/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : ARESTIDES DINIZ SOBRINHO ADVOGADO : DRº. MARCELO PEREIRA LOPES IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA LAUDO PSICOLÓGICO, ADEMAIS, NÃO ACOSTADO PELO IMPETRANTE RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Ademais, não cuidou o impetrante de acostar aos autos o Laudo Psicológico elaborado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2702/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Arestides Diniz Sobrinho e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2704/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : REANE FIGUEIREDO MOTTA ADVOGADO : DRº. SÁVIO BARBALHO IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2704/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Reane Figueiredo Motta e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2705/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTES : DANIEL ANTÔNIO CARVALHO DOS SANTOS, DOUGLAS MENDES DOS SANTOS E JÚLIO NUNES DA MATA ADVOGADOS : DRs. ALBERY CÉSAR DE OLIVEIRA E OUTROS IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2705/08, da Comarca de Palmas, onde figuram como impetrantes Daniel Antônio Carvalho dos Santos, Douglas Mendes dos Santos e Júlio Nunes da Mata e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negarlhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2706/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTES : ERDERSON GOMES DE OLIVEIRA E ALCIDES RUFO SOUSA ADVOGADO : DR. AURI WULANGE RIBEIRO JORGE IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON

19 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA LAUDO PSICOLÓGICO, ADEMAIS, NÃO ACOSTADO PELOS IMPETRANTES RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigurase legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Ademais, não cuidaram os impetrantes de acostar aos autos o Laudo Psicológico elaborado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2706/08, da Comarca de Palmas, onde figuram como impetrantes Erderson Gomes de Oliveira e Alcides Rufo Sousa e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2708/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : ILSIVAN ALENCAR CORREIA ADVOGADOS : DRs. HERLICH LEMES ZAFRED E OUTROS IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ O ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA LAUDO PSICOLÓGICO, ADEMAIS, NÃO ACOSTADO PELO IMPETRANTE RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Ademais, não cuidou o impetrante de acostar aos autos o Laudo Psicológico elaborado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2708/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante Ilsivan Alencar Correia e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO Nº. 2709/08 ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO REMETENTE : JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DOS FEITOS DAS FAZENDAS E REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE PALMAS IMPETRANTE : JOSÉ WELBSON AGUIAR MIRANDA ADVOGADO : DR. CARLOS ANTÔNIO DO NASCIMENTO IMPETRADO : PRESIDENTE DA COMISSÃO DO CONCURSO P/ PROVIMENTO DE VAGAS AO CURSO DE FORMAÇÃO DE SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR E CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO PROC. DO ESTADO : DR. LUIZ GONZAGA ASSUNÇÃO PROC. DE JUSTIÇA : DR. CÉSAR AUGUSTO MARGARIDO ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA E M E N T A : DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO MANDADO DE SEGURANÇA CONCURSO PÚBLICO EXAME PSICOLÓGICO CARÁTER SIGILOSO CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA CANDIDATO, ADEMAIS, QUE TEVE SEU TESTE AVALIADO POR PROFISSIONAL DA ÁREA RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Além do mais, ressalta dos autos que o candidato teve seu teste avaliado por profissional da Corporação, tendo este chegado à conclusão de sua inaptidão para o cargo almejado. Reexame conhecido e provido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Duplo Grau de Jurisdição nº. 2709/08, da Comarca de Palmas, onde figura como impetrante José Welbson Aguiar Miranda e impetrado o Presidente da Comissão do Concurso para Provimento de Vagas ao Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. Sob a presidência do Desembargador Liberato Póvoa, acordaram os integrantes da 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, na 1ª Sessão Extraordinária Judicial realizada no dia 30 de novembro de 2009, por maioria de votos, em conhecer e prover o presente duplo grau de jurisdição, tudo nos termos do voto divergente prolatado pelo Desembargador Amado Cilton, que fica fazendo parte integrante deste. Votou acompanhando a divergência o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa, relator, votou no sentido de conhecer do reexame necessário e, no mérito, negar-lhe provimento, mantendo na íntegra a decisão recorrida pelos seus próprios fundamentos, sendo vencido. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas, 11 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº 6758/07 07/ ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO APELANTE : ESTADO DO TOCANTINS PROC. ESTADO: DR. ADELMO AIRES JÚNIOR APELADO : GERCIONE GUIMARÃES PEREIRA ADVOGADO : DR. FRANCISCO JOSÉ SOUSA BORGES PROC DE JUSTIÇA: DR. CÉSAR AUGUSTO M. ZARATIN RELATOR : DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA RELATOR P/ ACÓRDÃO: DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : APELAÇÃO CÍVEL MANDADO DE SEGURANÇA - EXAME PSICOLÓGICO - CARÁTER SIGILOSO - CRITÉRIOS SUBJETIVOS INEXISTÊNCIA - AGRESSÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA - RECURSO CONHECIDO E PROVIDO. O exame psicotécnico afigura-se legítimo, desde que previsto em lei e no edital de regência do concurso público, sendo vedado, no entanto, o caráter sigiloso e irrecorrível do teste, bem assim a adoção de critérios meramente subjetivos, possibilitando ao avaliador um juízo arbitrário e discricionário do candidato, por afrontar a garantia constitucional da ampla defesa e do contraditório, nos termos do art. 5º, incisos XXXIV, "b" e LV, da Constituição Federal. Apelação conhecida e provida. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos da Apelação Cível nº 6758/07, em que figuram como apelante Estado do Tocantins e como apelados Gercione Guimarães Pereira. Sob a Presidência do Desembargador Liberato Póvoa, na 42ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 18/11/2009 a 2ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por unanimidade de votos, conheceu do recurso manejado e deu-lhe provimento, razão pela qual, reformou a sentença fustigada no sentido de denegar a segurança perseguida, tudo de acordo com a Declaração de Voto do relator do acórdão, que ficam fazendo parte integrante deste. Votou com o Relator do Acórdão o Desembargador Daniel Negry. O Desembargador Liberato Póvoa conheceu do recurso interposto, mas lhe negou provimento, mantendo a bem elaborada decisão do MM. Juiz monocrático ante os fundamentos adrede alinhavados. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas TO, 08 de dezembro de APELAÇÃO CÍVEL Nº 7305/07 07/ QUESTÃO DE ORDEM ORIGEM : COMARCA DE PALMAS TO 1º APELANTE : LUCIA HELENA OLIVEIRA MACHADO ADVOGADA : DRª. MARLY COUTINHO AGUIAR 1ª APELADA : INVESTCO S/A ADVOGADOS : DRª. CLÁUDIA CRISTINA CRUZ PONCE E OUTROS 2º APELANTE : INVESTCO S/A ADVOGADOS : DRª. CLÁUDIA CRISTINA CRUZ PONCE E OUTROS 2ª APELADA : LÚCIA HELENA OLIVEIRA MACHADO ADVOGADA : DRª. PATRICIA NEGREIROS DE ABREU E OUTRA RELATOR : DESEMBARGADOR CARLOS SOUZA RELATOR DO ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : PROCESSUAL CIVIL PEDIDO DE INGRESSO DA UNIÃO COMO ASSISTENTE SIMPLES AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE VINCULAÇÃO JURÍDICA COM O ASSISTIDO PRESCINDIBILIDADE DE REMESSA À JUSTIÇA FEDERAL PARA AFERIÇÃO DO INTERESSE PROCESSUAL. A assistência simples pressupõe a existência de vinculação jurídica entre o assistente e o assistido. Trata-se de requisito objetivo que autoriza o ingresso de terceiro na contenda auxiliando uma das partes, a qual pretende ver vencedora. A não demonstração deste liame dispensa, quando o peticionário for a União, a remessa dos autos à Justiça Federal, a quem cabe aferir o interesse processual para a admissão da assistência. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos de Apelação Cível nº 7305/07, em que figuram como 1ª apelante Lúcia Helena Oliveira Machado e 1º apelada Investco S/A e como 2ª apelante Investco S/A e 2ª apelada Lúcia Helena Oliveira Machado. Sob a Presidência do Desembargador Liberato Póvoa, na 41ª Sessão Ordinária judicial do dia 11/11/2009, a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por maioria, votou no sentido de determinar o desentranhamento da petição da União, promovendo-se a respectiva certidão nos autos, por faltar previsão legal para a intervenção nos moldes de seu efetivo conteúdo, tudo de conformidade com o voto divergente do Relator do acórdão, que ficam fazendo parte integrante deste. O Desembargador Liberato Póvoa refluiu do seu voto para acompanhar o voto divergente do Desembargador Amado Cilton. Votou com o Relator o Desembargador Liberato Póvoa. O Desembargador Carlos Souza manteve seu voto no sentido de acolher o parecer ministerial nº 549/2009, determinando a remessa dos presentes autos ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com as devidas anotações e baixa. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas TO, 13 de novembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº. 8280/08 ORIGEM : TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS AGRAVANTE : ADALCINO FERNANDES REIS ADVOGADO : DR. ARIOVALDO FERNANDES AVELAR AGRAVADO : ARCOL ELETRIFICAÇÕES LTDA

20 ANO XXI-DIÁRIO DA JUSTIÇA Nº 2334 PALMAS-TO, QUINTA-FEIRA, 17 DE DEZEMBRO ADVOGADOS : DR MAURO JOSÉ RIBAS E OUTRO RELATOR : DESEMBARGADOR CARLOS SOUZA RELATOR P/ ACÓRDÃO : DESEMBARGADOR AMADO CILTON E M E N T A : AGRAVO DE INSTRUMENTO DOCUMENTO ESSENCIAL AUSÊNCIA - RECURSO QUE NÃO SE CONHECE. Caso não seja possível ao tribunal, através de outro documento que não seja a certidão da intimação, eis que ausente, aferir com exatidão a tempestividade da irresignação, o recurso de agravo de instrumento não deverá ser conhecido por irregularidade formal. Recurso não conhecido. A C Ó R D Ã O : Vistos, relatados e discutidos os autos do Agravo de Instrumento nº 8280/08, em que figuram como agravante Adalcino Fernandes Reis e como agravado Arcol Eletrificações Ltda. Sob a Presidência do Desembargador Amado Cilton, na 43ª Sessão Ordinária Judicial, realizada no dia 25/11/2009 a 1ª Turma Julgadora da 1ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, por maioria de votos, não conheceu o agravo de instrumento, tudo de acordo com o voto oral do relator do acórdão, que ficam fazendo parte integrante deste. Votou com o Relator do Acórdão o Desembargador Daniel Negry. Ausência justificada do Desembargador Liberato Póvoa. Sustentação oral por parte do advogado do agravado, Dr. Mauro José Ribas. Representou a Procuradoria Geral de Justiça o Dr. José Demóstenes de Abreu. Palmas TO, 08 de dezembro de ª CÂMARA CÍVEL SECRETÁRIO: ADEMIR ANTÔNIO DE OLIVEIRA Decisões/ Despachos Intimações às Partes AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 8813 (08/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: Ação de Manutenção de Posse nº /08, da 2ª Vara Cível da Comarca de Porto Nacional - TO. AGRAVANTE: ANA RÍZIA AGRA DE CASTRO ADVOGADOS: Waldiney Gomes de Morais e Outro AGRAVADO: EURIVAL COELHO DE OLIVEIRA E OUTRO ADVOGADO: Oswaldo Penna Júnior RELATOR: Desembargador MOURA FILHO Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador MOURA FILHO Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados INTIMADAS da seguinte DECISÃO: Adoto o relatório da decisão de fls. 582/583, verbis: Trata-se de AGRAVO DE INSTRUMENTO, com pedido de antecipação da tutela recursal, interposto por ANA RIZIA AGRA DE CASTRO, contra decisão proferida nos autos da AÇÃO DE MANUTENÇÃO DE POSSE Nº /08, ajuizada pela agravante em desfavor de EURIVAL COELHO DE OLIVEIRA e VALDENY ALVES DA SILVA, ora agravados, em trâmite perante a 2ª Vara Cível da Comarca de Porto Nacional-TO. Na decisão agravada (fls. 372/381), o magistrado a quo indeferiu o pedido de liminar, sob o fundamento de que não demonstrada a ocorrência de turbação ou esbulho por parte dos requeridos, em relação à posse do imóvel e, ato contínuo, deferiu o pedido de reintegração de posse dos requeridos (pedido contraposto), com fundamento no art. 922 do CPC. À fl. 573, os agravados atravessam petição requerendo a juntada da sentença exarada na instância singela da qual se extrai que a agravante obteve contra si julgamento improcedente, confirmando o magistrado a quo a reintegração definitiva dos agravados no imóvel objeto do litígio, bem como a condenação da autora, ora agravante, por litigância de má-fé. Pugnam, ao final, pela prejudicialidade do presente recurso. É o relatório do que interessa. Acrescento que com fundamento no artigo 557 caput do Código de Processo Civil, DECLAREI PREJUDICADO o presente agravo de instrumento, ante a perda do objeto, determinando seu arquivamento, virtude da prolação da sentença acostada às fls. 574/580, autos nº /0 - Ação de Manutenção de Posse, que deu origem a este recurso. O julgador de primeiro grau julgou improcedentes os pedidos da parte autora, ora agravante, e procedente os pedidos dos requeridos-agravados, declarando rescindida a compra e venda do imóvel objeto do litígio, determinando, outrossim, a reintegração dos agravados de forma definitiva na posse do aludido imóvel, condenando, ao final, a parte autora por litigância de má-fé. O agravado atravessa petição juntada ás fls. 586/587, alegando que houve omissão no tocante a condenação de litigância de má-fé e aplicação de multa. É o relatório, no essencial. DECIDO. Recebo a petição de fls. 586/587 como embargos de declaração, uma vez que o agravado alega omissão na decisão unipessoal (fls. 582/583). Pois bem. O Regimento Interno desta Corte (art. 261), do mesmo modo que o da Suprema Corte (art. 337), não admite embargos de declaração contra decisão unipessoal do Relator, mas somente contra acórdão as decisões monocráticas dos relatores devem ser atacadas por Agravo Regimental, quando cabível (arts. 251 e 252 do RITJTO). Diz o nosso Regimento Interno: Art Os embargos de declaração serão opostos por petição dirigida ao Relator do acór dão, nos prazos e na forma previstos na legislação processual. Desta feita, incabível embargos de declaração de decisão unipessoal, eis que o artigo supracitado estabelece que serão opostos embargos de acórdão, que pressupõe decisão colegiada. Diante do exposto não conheço dos embargos de declaração. Após, as formalidades legais, arquivem-se. P.R.I. Palmas-TO, 11 de dezembro de Desembargador MOURA FILHO Relator. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 9696 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: Ação de Desapropriação por Utilidade Pública nº 745/99, da 2ª Vara dos Feitos das Fazendas e Registros Públicos da Comarca de Palmas - TO. AGRAVANTE: ESPÓLIO DE RAIMUNDO DA SILVA ALENCAR, REPRESENTADO PELO INVENTARIANTE SELMAN ARRUDA ALENCAR ADVOGADO: Eder Barbosa de Sousa AGRAVADO: ESTADO DO TOCANTINS PROCURADOR-GERAL DO ESTADO: Haroldo Rastoldo Carneiro RELATOR: Desembargador MOURA FILHO Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador MOURA FILHO Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados INTIMADAS da seguinte DECISÃO: Adoto como próprio o relatório lançado no parecer de lavra da ilustre presentante da Procuradoria Geral de Justiça, o qual passo a transcrever: Trata-se de Agravo de Instrumento interposto pelo Espólio de Raimundo da Silva Alencar, em face da decisão prolatada pelo MM. Juiz da 2ª Vara dos Feitos da Fazenda e Registros Públicos da Comarca de Palmas (TO), que indeferiu o pedido de extinção do feito sem julgamento do mérito. No decisório guerreado, o Magistrado entendeu ser impossível extinguir o feito, tão somente em face de o autor ter protelado o depósito dos honorários periciais. Em síntese, o agravante alega que a inércia do Estado em impulsionar o feito por quase sete anos, faz presumir sua desistência. Colaciona julgados e citações doutrinarias. Requer, ao final, a modificação do decisório de primeira instância, com o arquivamento do processo expropriatório nº 0745/09 (...), bem como a concessão dos benefícios da Justiça Gratuita. Não houve requerimento de atribuição de efeito suspensivo ao agravo. Muito embora ausente o requerimento expresso, a decisão de fl. 118/119 analisou a possibilidade de suspender a decisão discutida, terminando por negar o efeito suspensivo ao recurso. Não houve impugnação por parte do Estado do Tocantins. Informações prestadas em fl O membro da Procuradoria Geral de Justiça, Dr. JOÃO RODRIGUES FILHO, lançou parecer às fls. 130/134, manifestando-se, inicialmente, pelo não conhecimento do recurso e, subsidiariamente, pelo improvimento. Em síntese, é o relatório. Decido. Inicialmente, com fulcro no art. 4º, 1º, da Lei 1.060/50 c/c art. 5º, LXXIV, da Constituição Federal, CONCEDO ao recorrente o beneplácito da Gratuidade da Justiça. Compulsando atentamente os autos, verifica-se a inexistência de certidão de intimação, ou documento equivalente, que comprove, de forma segura, a data em que o agravante, representado pela inventariante, tomou ciência da decisão agravada, o que impede a confirmação da tempestividade do recurso. A decisão agravada, fls. 111/112, foi exarada no dia 04 de maio de 2009 e o recurso foi interposto somente em 20 de agosto do mesmo ano. É certo que o advogado subscritor do recurso fez carga dos autos principais em 18 de agosto de 2009, conforme fl Contudo, em situações como a presente, é imperioso, no ato da interposição do agravo, a apresentação da certidão de intimação da decisão agravada, expedida pela Serventia atestando a data da ciência, sob pena de negativa de seguimento, por desobediência a determinação legal contida no art. 525, I do Código de Processo Civil. Nesse sentido: RESP PROCESSUAL CIVIL AGRAVO INSTRUMENTO A formação do instrumento deve ser focalizada pela parte. Toleram-se pequenas falhas. Não é o caso de falta de decisão agravada, certidão da respectiva intimação e das procurações outorgadas aos advogados das partes. Se a tempestividade do recurso não é patente, não cabe a esta Corte tentar adivinhá-la, sendo vedada ainda a complementação dos documentos obrigatórios pelo recorrente em função da ocorrência de preclusão consumativa. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA - PROCESSUAL CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - PEÇAS OBRIGATÓRIAS E NECESSÁRIAS PARA A FORMAÇÃO DO INSTRUMENTO - ART. 525 DO CPC. 1. O Código de Processo Civil indica, no inciso I do art. 525, os documentos indispensáveis à formação do agravo de instrumento, sendo coercitiva sua juntada, sob pena de não-conhecimento do recurso. São as peças obrigatórias. 2. Relativamente às peças necessárias, mencionadas no inciso II do mesmo artigo, a Corte Especial, no EREsp /PR, firmou entendimento de que não é possível que o relator converta o julgamento em diligência para facultar à parte a complementação do instrumento, pois cabe a ela o dever de fazê-lo no momento a interposição do recurso. 3. Embargos de divergência conhecido, mas desprovido. Agravo de instrumento. Traslado de peça essencial ou relevante para a compreensão da controvérsia. 1. A ausência de peça essencial ou relevante para a compreensão da controvérsia afeta a compreensão do agravo, impondo o seu não-conhecimento. 2. Embargos conhecidos e rejeitados. O artigo 525, I, do Código de Processo Civil é claro quando menciona que o instrumento será instruído com cópias da decisão agravada, da certidão da respectiva intimação e das procurações outorgadas aos advogados do agravante e do agravado. Desta forma, o agravo está deficientemente instruído pela falta da juntada da certidão de intimação da decisão agravada. A par de todo o exposto, com fundamento nos artigos 525, I, e 557, do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO ao presente recurso por inadmissível. P.R.I.C. Palmas-TO, 07 de dezembro de Desembargador MOURA FILHO - Relator. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 9802 (09/ ) ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS REFERENTE: Ação Cautelar de Antecipação de Provas nº /09, da Única Vara da Comarca de Filadélfia - TO. AGRAVANTE: JOÃO VIEIRA DE BRITO ADVOGADOS: Paulo Roberto de Oliveira e Outros AGRAVADO: CONSÓRCIO ESTREITO ENERGIA S/A - CESTE ADVOGADOS: André Ribas de Almeida e Outros RELATOR: Desembargador MARCO VILLAS BOAS Por ordem do Excelentíssimo Senhor Desembargador MARCO VILLAS BOAS Relator, ficam as partes interessadas nos autos epigrafados INTIMADAS da seguinte DECISÃO: Trata-se de Agravo de Instrumento, interposto por JOÃO VIEIRA DE BRITO, contra a decisão de lis. 18/20, a qual revogou o provimento acautclatório "initio litis", deferido anteriormente na ação cautelar de produção antecipada de provas em epígrafe e objeto do agravo de instrumento n~ 9736/09. Desta vez, indeferiu-se a liminar para reconhecer a ausência do "periculum in mora", tornando sem efeito a decisão que impediu a supressão da vegetação ambiental, para autorizar ao CONSÓRCIO ESTREITO ENERGIA S.A. -CESTE que continue as atividades de desmatamento na área para a preparação do lago que dará origem ao complexo hidrelétrico do Estreito. O agravante informa ter movido a aludida ação cautelar, cujo objeto consiste na produção antecipada de provas, no sentido de: a) averiguar se a área na qual desempenha suas atividades se insere naquela necessária à formação do Lago UHE Estreito: b) reconhecer as atividades exercidas de vazanleiro agregado, e c) prevenir futura ação de indenização, por não ter sido cadastrado no Programa de Apoio à Comunidade Lindeira e à Produção Familiar de Subsistência. Aduz que o consórcio-agravado não vem cumprindo com as obrigações previstas nos Projetos Básicos Ambientais- PBA, deixando de disponibilizar às populações afetadas pelo Lago da UHE Estreito as informações necessárias para a busca do enquadramento dos seus direitos, bem como não fornece os mapas com as coordenadas geográficas de cada área a ser inundada e possam demonstrar com precisão os limites do lago a se formar. Informa haver no Programa Básico Ambiental - PBA um específico que protege a agricultura tle vazante e prevê a forma como se reabilitará a produção familiar nas áreas afetadas. Relata ter a Associação de Atingidos pela Barragem do Estreito - AABE proposto uma ação civil pública com o intuito de obrigar o CONSÓRCIO ESTREITO ENERGIA S.Á. - CESTE a fornecer tais documentos^ Argumenta ser produtor rural, pessoa simples e de baixa escolaridade e desenvolver a agricultura de várzea, há aproximadamente quatorze anos, entretanto, tal agricultura é de subsistência e em regime

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