EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira SA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira SA"

Transcrição

1 RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR : CERFLOR EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira SA ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: Produção de madeira seca em estufa Lyptus, madeira seca ao ar, madeira verde, cavacos de madeira e sub-produtos como: deck, pisos, marcos e batentes para portas, molduras, pontas de tábua e biomassa, contendo no mínimo 95% de matéria-prima originada de áreas de manejo florestal certificadas de acordo com a NBR Data da Auditoria Principal: de 03/02/2014 a 05/02/2014 Juliana Bueno Colpas Auditor Líder Bureau Veritas Certification Av. do Café 277, 5 andar, Torre B São Paulo-SP

2 SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 RESUMO INFORMAÇÕES GERAIS Dados da organização Certificação em Cadeia de Custódia da Organização Dados do OAC Organismo de Avaliação da Conformidade Responsável pelo OAC Planejamento e Realização da 1ª Auditoria de Manutenção Lista de pessoal auditado durante toda a auditoria: Equipe de Auditoria Alterações no Escopo do Certificado Lista de Fornecedores atualizada Lista de Produtos atualizada Uso da Marca Registrada PEFC/CERFLOR Processos Auditados Requisitos Avaliados Não Conformidades Anteriores Eficácia dos Planos de Ação Não Conformidades Registradas Oportunidades de Melhoria e Observações Registradas Conclusão

3 RESUMO O Bureau Veritas Certification (BVC) é um organismo de certificação reconhecido pelo INMETRO, que atua como organismo acreditador e é atualmente responsável por executar os procedimentos de auditorias anuais pelos próximos 03 anos na empresa Bahia Produtos Florestais. Essas auditorias são feitas para avaliar as atividades relacionadas ao à gestão da Cadeia de Custódia de acordo com os Princípios e Critérios do CERFLOR, NBR /2011. A empresa Bahia Produtos Florestais produz chapas de madeira de eucalípto. O escopo da Certificação compreende 01 site, o qual consiste em uma serraria a qual recebe as toras de madeira e as cortam em tábuas, conforme especificações dimensionais solicitadas pelos clientes. As auditorias de manutenção serão realizadas no prazo máximo de um (1) ano entre duas auditorias subseqüentes. As auditorias foram realizadas pelos auditores do BV durante os dias 03 e 05 de fevereiro de 2014, no único site situado em Posto da Mata, distrito do município de Nova Viçosa, estado da Bahia, Brasil. A equipe de auditoria avaliou todos os requisitos do padrão e constatou que a empresa Bahia prodtos Florestais S/A atende às exigências em suas unidades de gestão, estando o sistema de gestão implementado de forma adequada nas áreas cobertas pelo escopo do certificado. 3

4 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 Dados da organização Identificação da Organização Nome da Empresa: Bahia Produtos Florestais S/A Endereço: Rodovia BR418, Km 37 Cidade/País: Nova Viçosa, estado da Bahia, Brasil CNPJ: / Telefone: Fax: Web site: Contato na organização: Responsável pela organização: Pessoa de contato (responsável pela certificação CERFLOR CoC): Nicholas Peter Rogers Telefone: Walter Eduard Rittershaussen Atividade Tipo: Serraria Detalhe: Corte de toras de madeira em tábuas Número de Funcionários: 189 Tipo de certificado: Único site Número de sites incluídos no escopo do certificado: 01 Sites auditados: 01 4

5 1.2. Certificação em Cadeia de Custódia da Organização O Sistema de Gestão da Cadeia de Custódia da BPM - abrange as operações e as atividades de gestão relacionadas a: Recebimento da matéria-prima (toras ou tábuas) Estocagem da madeira no Pátio de Toras Descascamento e corte das toras na Serraria Tratamento químico e secagem da madeira Aplainamento e classificação da madeira Remanufatura Embalagem e expedição da madeira acabada (Lyptus ) e sub-produtos. Processos: Planejamento A produção de tábuas de madeira (Lyptus ) e seus sub-produtos é realizada a partir do Planejamento de Produção, baseado no Planejamento de Vendas e no Contrato de Suprimento de Madeira da Fibria Celulose S.A., atualizado periodicamente pelo Comitê Operacional (Operating Comitee), formado por integrantes do fornecedor Fibria Celulose S.A. e da BPM. O Contrato de Suprimento de Madeira do fornecedor Fibria Celulose S.A estabelece a procedência da matéria-prima fornecida (própria ou terceiros) e o percentual certificado. Responsabilidade: Gerente Geral da BPM Registros da Cadeia de Custódia: Plano Anual de Vendas; Plano Anual de Produção; e Contrato de Suprimento de Madeira Fibria. Carregamento e Transporte As toras de eucalípto são empilhadas pelo fornecedor Fibria Celulose S.A. na margem do talhão onde foram colhidas (1). O carregamento com gruas e o transporte (2), realizado em caminhões até o Pátio de Toras, são de responsabilidade da BPM. Neste ponto são geradas as informações referentes à origem da matéria-prima que comporão o DEM (Documento de Entrega de Madeira), do qual, o original fica com a Fibria Celulose S.A, para a emissão da Nota Fiscal do mês, uma cópia fica com a transportadora e outra cópia fica arquivada na BPM. Descarga no Pátio de Toras e recebimento da documentação - Pesagem e descarga A carga é pesada na entrada da BPM, para fins de quantificação de volume e pagamento, e as toras são estocadas no Pátio de Toras, de forma tal que facilite sua retirada por ordem de chegada, considerando-se que o beneficiamento, desde a colheita até o corte das tábuas na Serraria. 5

6 Documentação da matéria prima Cada caminhão de madeira do fornecedor Fibria Celulose S.A. é acompanhado do DEM, contendo informações sobre: área de plantio, talhão, plantio, pilha e quantidade (m³). O conjunto mensal de DEMs dá origem a uma Nota Fiscal emitida pela Fibria Celulose S.A. Responsabilidade: a) Pesagem da madeira: Portaria da BPM b) Recebimento da madeira da Fibria Celulose S.A., no Pátio de Toras: Operador de Carregamento c) Recebimento da madeira de outros fornecedores: Técnico de Classificação da Plaina d) Recebimento e arquivamento dos DEMs: Assistente Contábil, do setor financeiro. e) Recebimento e arquivamento das Notas Fiscais (Fibria Celulose S.A. e Outros): Assistente Contábil, do setor financeiro. f) Recebimento e arquivamento de Declarações de Madeira de Fontes Não-controversas: Assistente Contábil, do setor financeiro. Registros da Cadeia de Custódia: DEMs individuais; Relação mensal de DEMs; Notas Fiscais Fibria; Notas Fiscais outros fornecedores; e Declarações de Madeira de Fontes Nãocontroversas. Serraria A madeira, retirada por ordem de chegada, é descascada e enviada para corte em tábuas (5), e pode ter quatro diferentes destinos: a) A parte nobre da madeira (alburno e cerne) segue o fluxo normal de Secagem ao ar, tratamento químico, secagem e embalagem. b) O miolo da tora ou Madeira Verde - 27 a 30% do total - segue direto para a embalagem e etiquetagem, e é destinado ao mercado nacional. c) As cascas e o pó de serragem juntamente com a serragem do Aplainamento (9) - são enviados para queima na Caldeira, geração de vapor - ou para venda como Biomassa certificada. d) A parte inservível da madeira costaneiras, madeira fora de bitola e outras partes não apropriadas à produção de tábuas proveniente do processo industrial (madeira Certificada ou de fonte não controversa conforme requisitos da norma Cerflor) é enviada para um picador, onde é transformada em cavacos certificados destinados à venda para a Fibria Celulose S.A. para produção de celulose ou geração de energia ou são enviados para queima na Caldeira geração de vapor - ou para venda como Biomassa certificada. No final do processo Serraria, as tábuas sofrem a primeira classificação e recebem uma embalagem inicial - entabicamento e amarração e uma etiqueta contendo: o o o o o Código de Barra Data Volume (m3) Espessura Classe da madeira 6

7 o o Densidade (classe de densidade - segundo tabela) Comprimento das tábuas (podem ter dois diferentes comprimentos) A etiqueta (1ª Etiquetagem), além de constar fisicamente na embalagem, é arquivada eletronicamente por meio do SAP. No caso da Madeira Verde, a 1ª etiqueta é definitiva e serve para caracterizar o produto final. No caso da madeira para tratamento (Lyptus e Pontas de Tábuas), a 1ª etiqueta física é provisória, e se perde durante o processo de tratamento químico e secagem. Responsabilidade: a) Recolhimento das toras no Pátio: Operador de Carregamento b) Classificação da madeira na Serraria: Técnico de Classificação da Serraria b) 1ª etiquetagem: Operador Tabicador c) Embalagem da Madeira Verde: Operador Classificador Manual Registro da Cadeia de Custódia: 1ª Etiquetagem (SAP). Embalagem As tábuas são embaladas com Plástico especial e recebem a etiqueta definitiva (2ª Etiquetagem), com base na classificação visual e em medições efetuadas anteriormente e disponibilizadas no sistema SAP. A etiqueta contem as seguintes informações: o Nº do pacote o Classe da madeira o Espessura x Comprimento o Peso do pacote (kg e lb) o Volume do pacote (m³) o Cor A madeira embalada e etiquetada é estocada, disponibilizada para venda e expedida como madeira certificada, conforme programação de pedidos da Área Comercial. OBS: Em caso de reprocessamento de pacotes já etiquetados, as etiquetas são retiradas dos pacotes encaminhadas para o setor financeiro, onde é dado a baixa dos pacotes no SAP, é conferido a baixa de cada etiqueta, as mesmas são guardadas por um período mínimo de 5 anos e posteriormente destruídas. Responsabilidade: a) 2ª Etiquetagem: Operador de Cubagem e Embalagem b) Colocação do selo da certificação na embalagem: Operador de Cubagem e Embalagem Registros da Cadeia de Custódia: 2ª Etiquetagem (SAP). Expedição Na expedição são gerados documentos de venda e embarque, sob a responsabilidade da Gerência de Vendas: Invoices para o mercado externo (produtos vendidos pela Weyerhaeuser USA) e Notas Fiscais para o mercado nacional. Nas embalagens de Lyptus, Madeira Verde e Pontas de Tábuas são colocados selos contendo informações sobre a madeira certificada. Nos Invoices e Notas Fiscais são colocadas as mesmas informações dos selos. Responsabilidade: 7

8 a) Emissão de documentos de venda e expedição: Assistente Comercial b) Informações sobre a certificação nos documentos de venda: Assistente Comercial Registros da Cadeia de Custódia: Invoices (mercado externo); e Notas Fiscais (mercado nacional). 1.3 Dados do OAC Organismo de Avaliação da Conformidade Dados para Contato Escritório São Paulo: BUREAU VERITAS CERTIFICATION (BVC) Sra. Lucia Nunes: Certification Technical Manager Av. do Café 277 Torre B 5 o andar SÃO PAULO/SP Fone: (0**11) Fax: (0**11)

9 1.4.. Responsável pelo OAC BUREAU VERITAS CERTIFICATION (BVC) Sr Luiz Carlos Martins (Diretor de Certificação) Av. do Café 277 Torre B 5 o andar SÃO PAULO/SP Fone: (0**11) Fax: (0**11) Planejamento e Realização da Auditoria de Recertificação Programa da Auditoria Auditor Período Site Processos 03/02/2014 JBC Manhã Viagem Posto da Mata JBC Tarde Reunião de abertura 04/02/2014 JBC Manhã Sistema de Gestão da Cadeia de Custódia JBC Tarde Fábrica 05/02/2014 JBC Manhã Análise de registros da rastreabilidade JBC Tarde Análises de Pendências e Reunião de Encerramento 9

10 3. Lista de pessoal auditado durante toda a auditoria: Charles Gonçalves Costa Supervisor de Serraria Edvaldo Nascimento Rocha Supervisor de Secagem Cledson Ferreira Assistente Comercial Luciana Santoro - Assistente Comercial Walter Eduard Rittershaussen RD Flávio Xavier de Gouvea Técnico de Segurança do Trabalho Grayci Novaes Assistente Contábil Leidiane da Costa Santos Assistente Administrativo 4. Equipe de Auditoria Auditor Líder: - Juliana Bueno Colpas, JBC. Bióloga e Química. 10

11 5. Alterações no Escopo do Certificado. Não houve alteração de escopo. 6. Lista de Fornecedores atualizada Site Produto Comprado Único Eucalípto Madeira PEFC certifiado Natureza Declaração Origem Quantidade (m3) 2013 Fibria Quantidade (m3) Janeiro/ Lista de Produtos atualizada Site Produto vendido Natureza Declaração Destino Quantidade Total Eucalípto Madeira 100% Clientes diversos (m3) Quantidade (m3) Janeiro/ Uso da Marca Registrada PEFC/CERFLOR A Bahia Produtos Florestais não utiliza a logomarca até o momento. No entanto, já houve a solicitação do uso ao Inmetro. 9. Processos Auditados Em suas operações a BPM conta com 189 colaboradores, sendo 131 próprios e 58 terceirizados. As atividades da BPM são realizadas a partir do planejamento anual de produção, e passam por processos de recebimento, operacionais e de controle, até a expedição dos produtos e subprodutos gerados. As toras de eucalipto são empilhadas pelo fornecedor Fibria Celulose S.A. na margem do talhão onde foram colhidas. O carregamento com gruas e o transporte, realizado em caminhões até o Pátio de Toras, são de responsabilidade da BPM. 11

12 A carga é pesada na entrada da BPM, para fins de quantificação de volume e pagamento, e as toras são estocadas no Pátio de Toras, de forma tal que facilite sua retirada por ordem de chegada, considerando-se que o beneficiamento, desde a colheita até o corte das tábuas na Serraria, não deve ultrapassar 15 dias. O passo seguinte é o LPC (centro de processamento de toras), onde a madeira segue através de transportadores para o destopador onde é padronizada em seu comprimento, a seguir para o descascador onde é retirada a casca o que possibilita uma avaliação mais detalhada da qualidade da tora e a decisão de processar ou rejeitá-la. Todo o resíduo gerado no LPC segue para o picador onde é processado para permitir a alimentação da caldeira e o excedente é comercializado no mercado de biomassa. A tora descascada segue para a serraria onde passa pela serra de desdobro, onde são realizados cortes tangenciais em cada uma das quatro faces, originando um bloco que segue para a reserra onde cortes tangencias subseqüentes são realizados até que fique um bloco em média de 15x15cm que segue para a serra múltipla. Neste processo são geradas todas as classes de produtos que são identificados na mesa de classificação e separados automaticamente e direcionados para um dos 50 boxes de separação de madeira. A madeira contida nestes boxes segue para empilhamento e disponibilização para venda no caso de madeira verde ou para secagem ao ar, secagem em estufa, aplainamento, classificação, embalagem e disponibilização para venda no caso de madeira seca em estufa. A venda do Lyptus é realizada tanto no mercado domestico quanto no mercado internacional, para diferentes aplicações que vão desde móveis, esquadrias, construção civil, pisos, decks, estofados, até utensílios domésticos. Auditado também as áreas de apoio, tais como: Recursos Humanos: Evidenciado a sistemática de realização de treinamentos. Os treinamentos sobre o Cerflor ocorrem em dois momentos: Na integração, anted do novo funcionário inciar as suas atividades e anualmente durante a SIPAT. Segurança do Trabalho: Evidenciado a seguinte documentação vigente e adequada à legislação pertinente: - PPRA (Programa de Prevenção de Riscos) e PCMSO (Programa de controle Médico de Saúde Ocupacional); - Laudo do SPDA (Sistema de Proteção de Descarga Atmosférica). Sistema de Gestão: Evidenciado a sistemática de controle de documentos e registros que asseguram a rastreabilidade desde a entrada da madeira até a saída dos produtos madeireiros. Visto também a sistemática de recebimento de reclamações de clientes. Até o momento não houve nenhuma reclamação a cerca da certificação dos produtos da empresa. 12

13 Verificada o controle da conta de crédito. De acordo com a amostragem visando os últimos 12 mêses, somente entrou na serraria madeira certificada. Não há subcontratação que impacte no processo produtivo e em nenhum processo de apoio. Para elucidar a rastreabilidade foi evidenciada a documentação: - DEM: Demostrativo de Entrega de Madeira, Números e 19297; - Nota Fiscal: ; - Etiquetas de identificação e rastreabilidade: Números dos lotes: e Requisitos Avaliados Requisitos CERFLOR/Auditor JBC 4 Requisitos separação física Requisitos Gerais p/ 4.1 separação física X 4.2 Identificação da origem Separação de 4.3 Materiais/produtos certificados X 4.4 Venda e comunicação sobre produtos certificados. X 5. Requisitos para o Processo de Cadeia de Custódia 5.1. Requis. Gerais p/ porcentagem X 5.2 Identificação da origem Cálculo da porcentagem de certificação 5.3 Transf da % calculada nas 5.4 saídas 5.5 Venda de produtos 5.6 Fontes controversas Requisitos mínimos do Sist. 6 Gestão 6.1 Requisitos Gerais X 6.2 Respons. E autoridades X 6.3 Procedimentos documentados X 6.4 Manutenção de Registros X 6.5 Gestão de recursos X 6.6 Inspeção e controle X 6.7 Reclamações X 6.8 Subcontratação X Especificação da declaração Anexo A sobre o material de origem X 13

14 Anexo B Anexo C Anexo D GP 01 Sistema de Due Dilligence para evitar a utilização de matériaprima de fontes controversas Implementação da norma da cadeia de custódia em organizações multisite Requisitos Sociais, de saúde e de segurança na cadeia de custódia USO DO LOGO X X 11. Não Conformidades Anteriores Eficácia dos Planos de Ação Não houve não conformidade anterior. 12. Não Conformidades Registradas Não houve não conformidade anterior. 13. Oportunidades de Melhoria e Observações Registradas Não houve Oportunidade de Melhoria e Observação. 14. Conclusão BUREAU VERITAS CERTIFICATION, seguindo os procedimentos de auditoria do CERFLOR, é favorável recertificação da Bahia Produtos Florestais, de acordo com o padrão normativo NBR 14790:

RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - CADEIA DE CUSTÓDIA REQUISITOS PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - CADEIA DE CUSTÓDIA REQUISITOS PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL - CADEIA DE CUSTÓDIA REQUISITOS PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: BIGNARDI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS E ARTEFATOS LTDA.

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: SAMAB CIA. IND. COM. DE PAPEL ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: Importação

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira S/A ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: Produção

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES - PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES - PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES - PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 EMPRESA AUDITADA: BSC - Bahia Specialty Cellulose AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO:

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: INDÚSTRIA GRAFICA FORONI LTDA ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: PRODUÇÃO

Leia mais

Chapas de compensado de Pinus sp com variações de 06 a 44 mm onde as mais utilizadas são as de 18 e 20 mm.

Chapas de compensado de Pinus sp com variações de 06 a 44 mm onde as mais utilizadas são as de 18 e 20 mm. 1 - OBJETIVO O Tecpar está disponibilizando este Relatório Sumário da Madeireira Rio Claro Ltda à sociedade para que emitam seus comentários e questionamentos. A divulgação tem o objetivo de proporcionar

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: Suzano Papel e Celulose SA Unidade Imperatriz ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO:

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR :2014- CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR :2014- CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014- CERFLOR EMPRESA AUDITADA: CENIBRA S.A AUDITORIA DE RECERTIFICAÇÃO ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO:

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: BIGNARDI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS E ARTEFATOS LTDA ESCOPO

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: BIGNARDI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS E ARTEFATOS LTDA ESCOPO

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: Log&Print Gráfica e Logística SA ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: Produtos

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA 1235387 Bureau Veritas Certification Brasil Auditoria Principal / 14790:2011 12/18/2012 ÍNDICE 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 INFORMAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO 1.2 INFORMAÇÕES DO CONTRATO 2.

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA:

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: RIGESA CELULOSE PAPEL E EMBALAGENS LTDA FÁBRICA DE PAPEL TRÊS

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção...

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... Página 1 de 8 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 3 7. Condições gerais... 3 7.1 Selo

Leia mais

CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR :2014- CERFLOR

CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR :2014- CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014- CERFLOR EMPRESA AUDITADA: GRÁFICA ROMITI LTDA. TERCEIRA AUDITORIA DE MANUTENÇÃO ESCOPO DE

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR : CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR : CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: PLURAL Indústria Gráfica Ltda ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: Impressão

Leia mais

CADEIA DE CUSTÓDIA GLOSSÁRIO DE TERMOS E DEFINIÇÕES

CADEIA DE CUSTÓDIA GLOSSÁRIO DE TERMOS E DEFINIÇÕES CADEIA DE CUSTÓDIA GLOSSÁRIO DE TERMOS E DEFINIÇÕES Março de 2014 Rede de Agricultura Sustentável e Rainforest Alliance, 2012-2014. Este documento está disponível nos seguintes sites: www.sanstandards.org

Leia mais

RELATÓRIO SUMÁRIO DO PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DA CADEIA DE CUSTÓDIA

RELATÓRIO SUMÁRIO DO PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DA CADEIA DE CUSTÓDIA 1 - OBJETIVO O Tecpar está disponibilizando este Relatório Sumário da Gráfica e Editora Posigraf S/A. à sociedade para que emitam seus comentários e questionamentos. A divulgação tem o objetivo de proporcionar

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA VALIDAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NBR ISO 14064

PROCEDIMENTO PARA VALIDAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NBR ISO 14064 1 de 10 GP01 INVENTÁRIO DE EMISSÕES Descrição do Processo de Validação e Verificação Bureau Veritas Certification Avenida do Café, 277, 5 andar, Torre B Tel.: +55 (11) 2655-9000 São Paulo/SP - CEP: 04311-000

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 Página 1 de 21 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 7. CONDIÇÕES GERAIS...4 8.

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA 1248146 Bureau Veritas Certification Brasil Auditoria Principal / 14790:2011 ÍNDICE 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1 INFORMAÇÕES DA ORGANIZAÇÃO 1.2 INFORMAÇÕES DO CONTRATO 2. 2.1 INFORMAÇÕES

Leia mais

Relatório de Atividade Técnica

Relatório de Atividade Técnica RUA DESEMBARGADOR JÚLIO GUIMARÃES, 275 SAÚDE -SÃO PAULO -BR-SP CEP: 04158-060 CNPJ: 46.995.494/0001-92 Telefone: (11) 5058-6066 Pessoa de Contato: ALMO BRACCESI (almo@betta.com.br) Tipo: Auditoria de Manutenção

Leia mais

NORMA FSC. Norma para a certificação de operações da cadeia de custódia Multi-site. FSC-STD-40-003 (Versão 1-0) PT

NORMA FSC. Norma para a certificação de operações da cadeia de custódia Multi-site. FSC-STD-40-003 (Versão 1-0) PT FOREST STEWARDSHIP COUNCIL INTERNATIONAL CENTER NORMA FSC Norma para a certificação de operações da cadeia de custódia Multi-site FSC-STD-40-003 (Versão 1-0) PT 2007 Forest Stewardship Council A.C. Todos

Leia mais

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Palavra chave: certificacao, auditoria, organizacao, extensao, manutenção

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Palavra chave: certificacao, auditoria, organizacao, extensao, manutenção 1 de 16 1. OBJETIVO: Estabelecer a metodologia para a solicitação, extensão, manutenção e revalidação de certificados de conformidade. 2. APLICAÇÃO: Aplicável a todo processo de certificação, extensão

Leia mais

Impresso em 26/08/2015 10:52:49 (Sem título)

Impresso em 26/08/2015 10:52:49 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS em 08/01/2015 Verificado por Neidiane Silva em 09/01/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 12/01/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

EMPRESA AUDITADA: Autopel Automação Comercial e Informática Ltda.

EMPRESA AUDITADA: Autopel Automação Comercial e Informática Ltda. RELATÓRIO DE AUDITORIA CERFLOR - CADEIA DE CUSTÓDIA PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL CADEIA DE CUSTÓDIA - REQUISITOS EMPRESA AUDITADA: Autopel Automação Comercial e Informática

Leia mais

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Qualificação de Fornecedores e Controle de Matérias - primas e Embalagens POP - PRIMATO 002 / REV. 01 QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES Este método tem por

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão 1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer o processo para concessão, manutenção, extensão, suspensão e cancelamento de certificações de Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001 e Sistema de Gestão

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 9 1. OBJETIVO: Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, extensão e exclusão da certificação de Sistema de Gestão de Segurança da Informação, em conformidade com norma ABNT

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

REFERENCIAL TÉCNICO. Insumos Uso Apropriado na Produção Orgânica

REFERENCIAL TÉCNICO. Insumos Uso Apropriado na Produção Orgânica na produção orgânica Aprovação: C. Página: 1/10 REFERENCIAL TÉCNICO Insumos Uso Apropriado na Produção Orgânica Este documento é de propriedade da ECOCERT. Toda reprodução integral ou parcial feita sem

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA 1 OBJETIVO Este procedimento estabelece as condições necessárias para a concessão da Autorização para Uso do Selo de Identificação

Leia mais

Identificação: R.01 Revisão: 04 Folha: 1 / 11

Identificação: R.01 Revisão: 04 Folha: 1 / 11 Identificação: R.01 Revisão: 04 Folha: 1 / 11 Artigo 1 - Objetivo do documento 1.1. Este documento tem como objetivo regulamentar as atividades para credenciamento de uma empresa no Selo Excelência ABCEM.

Leia mais

I. INFORMAÇÕES GERAIS DA EMPRESA. 1. Razão Social (como deve aparecer no certificado)

I. INFORMAÇÕES GERAIS DA EMPRESA. 1. Razão Social (como deve aparecer no certificado) 2200 Powell St. Suite 725 Emeryville CA 94608 USA Phone: +1.510.452.8000 Fax: +1.510.452.6882 Programa de Conservação Florestal da SCS Formulário para Certificação de Cadeia de Custódia do FSC. Favor digitar

Leia mais

Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL

Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL É proibida a reprodução total ou parcial deste documento por quaisquer meios

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS

ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS ASSESSORIA DE IMPRENSA: Função GERENTE. Assessorar a Diretoria da Ceasa; Promover e divulgar notícias relacionadas a Ceasa; Estreitar o relacionamento da mídia com

Leia mais

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada

00 05/11/2009 Elaboração Emissão Aprovada Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 05/11/29 Elaboração Emissão Aprovada OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE ELABORAÇÃO ANÁLISE

Leia mais

Simulação dos pátios de madeira no Paraná Obtendo o melhor modelo logístico

Simulação dos pátios de madeira no Paraná Obtendo o melhor modelo logístico Simulação dos pátios de madeira no Paraná Obtendo o melhor modelo logístico 1 A Klabin A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil*. Líder nos mercados de papéis e cartões para embalagens,

Leia mais

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014.

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL

PROCEDIMENTO GERENCIAL PÁGINA: 1/10 1. OBJETIVO Descrever o procedimento para a execução de auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o sistema de gestão da qualidade é eficaz e está em conformidade com:

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Manual de Fornecedores Fornecedores (Responsável pela Qualidade) Carimbo, Assinatura e data. 00 2 de 10 Índice 1. MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 INTRODUÇÃO... 3 1.2 OBJETIVO... 3 2. RELAÇÃO DE FORNECEDORES...

Leia mais

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por Pedido nº.: Destinatário/ Addressee: PREFEITURA MUNICIPAL DE COLOMBO ((41) 3656-8161) Data/Date: 16 / 12 / 2011 Nome/Name: ISMAILIN SCHROTTER Fax N : Remetente/Sender: TECPAR CERTIFICAÇÃO Páginas/Pages:

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

PCP 001 Tanques de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis.

PCP 001 Tanques de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis. rev 06 06/01/2016 Aprovado por PAG 1 / 10 1 OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo estabelecer as condições para a avaliação da conformidade do produto tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis,

Leia mais

RAMAL FERROVIÁRIO DE RONDONÓPOLIS SEGMENTO III PROCEDIMENTO DOCUMENTADO AUDITORIAS INTERNAS PLANO DE AUDITORIA

RAMAL FERROVIÁRIO DE RONDONÓPOLIS SEGMENTO III PROCEDIMENTO DOCUMENTADO AUDITORIAS INTERNAS PLANO DE AUDITORIA 1/6 PLANO DE AUDITORIA Objetivo: evitar impactos ambientais adversos nos ambientes e na execução das atividades desempenhadas nas movimentações de Composições Férreas no trecho do Segmento III do Ramal

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR : CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR : CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2014 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: BIGNARDI INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS E ARTEFATOS LTDA. ESCOPO

Leia mais

Resumo Público de Avaliação de Cadeia de Custódia CERFLOR para: Fibria International Trade GmbH em Lustenau, Áustria

Resumo Público de Avaliação de Cadeia de Custódia CERFLOR para: Fibria International Trade GmbH em Lustenau, Áustria Auditoria Realizada por: IMAFLORA Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola Estrada Chico Mendes, 185. Piracicaba SP Brasil Tel: +55 19 3429-0800 Fax: +55 19 3429-0800 www.imaflora.org Pessoa

Leia mais

NORMA DE CADEIA DE CUSTÓDIA

NORMA DE CADEIA DE CUSTÓDIA NORMA DE CADEIA DE CUSTÓDIA Março de 2014 Rede de Agricultura Sustentável e Rainforest Alliance, 2012-2014. www.san.ag Este documento está disponível nos seguintes sites: www.san.ag www.rainforest-alliance.org

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE HISTÓRICO DE MUDANÇAS. Introdução Retirada a cláusula do ISO Guia 62.

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE HISTÓRICO DE MUDANÇAS. Introdução Retirada a cláusula do ISO Guia 62. Página: 1 de 14 HISTÓRICO DE MUDANÇAS PÁGINA SUMÁRIO DE MUDANÇA DATA ELABORADO APROVADO Emissão 09/07/96 Várias Revisão Geral 06/10/99 ACO 3 Introdução Retirada a cláusula do ISO Guia 62. 24/11/99 ACO

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DA MEDIÇÃO SUMÁRIO

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DA MEDIÇÃO SUMÁRIO Página: 1 de 17 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1. ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO 2. GERAL 3. SOLICITAÇÃO DE CERTIFICAÇÃO 4. DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA DA QUALIDADE DA ORGANIZAÇÃO REQUERIDA PARA ANÁLISE CRÍTICA 5. AUDITORIA

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 03/07/2014 1 SUMÁRIO 1. Objetivo 1.1 Abrangência 2. Definições, terminologia e siglas 3. Norma Operacional Padrão Entrada de Produção de Grãos 3.1. Estimativas de Produção dos Talhões 3.2. Liberação de

Leia mais

INSTRUÇÃO ESPECÍFICA PARA REALIZAÇÃO DE INSPEÇÃO DE ETIQUETAS

INSTRUÇÃO ESPECÍFICA PARA REALIZAÇÃO DE INSPEÇÃO DE ETIQUETAS Página 1 de 10 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. MODIFICAÇÕES...3 5. REFERÊNCIAS...3 6. DEFINIÇÕES...3 7. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 8. PROCEDIMENTO...4

Leia mais

Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 658, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRITICOS QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRÍTICOS

PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRITICOS QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRÍTICOS INTERNATIONAL PAPER DO BRASIL LTDA. Unidade Florestal PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRITICOS QUALIFICAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO E FORNECEDORES CRÍTICOS 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Páginas: 1 de 13 APROVAÇÃO Este Manual de Gestão está aprovado e representa o Sistema de Gestão Integrada implementado na FOX Comércio de Aparas Ltda. Ricardo Militelli Diretor FOX Páginas: 2 de 13 1.

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança?

P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança? INTERPRETAÇÃO NBR ISO 14001 (1996), JULHO 2001 CB-38/SC-01/GRUPO DE INTERPRETAÇÃO INTRODUÇÃO O CB-38, Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental, da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, decidiu criar

Leia mais

SUMÁRIO. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... 3. 4. Referências... 3. 5. Definições... 3

SUMÁRIO. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... 3. 4. Referências... 3. 5. Definições... 3 Página 1 de 28 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 5 7. Condições gerais... 5 7.1 Autorização

Leia mais

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA Entende-se por biomassa florestal primaria (BFP) a fração biodegradável dos produtos gerados e que são processados com fins energéticos. Nos casos dos reflorestamentos, a

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS...3 5. SIGLAS E DEFINIÇÕES...4

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS...3 5. SIGLAS E DEFINIÇÕES...4 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA DISPOSITIVO INTEGRADO A BASE Página 1 de 20 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS...3 5. SIGLAS E DEFINIÇÕES...4 6. QUALIFICAÇÃO

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística de recebimento, armazenagem e expedição do fornecedor DANA SCB e DANA NAKATA

Leia mais

PLANEJAMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE - SIAC - NÍVEL C - EDIFICAÇÕES Empresa:

PLANEJAMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE - SIAC - NÍVEL C - EDIFICAÇÕES Empresa: 4. (b) Foi definido claramente o(s) subsetore(s) e tipo(s) de obra abrangido(s) pelo Sistema de Gestão da Qualidade. Não foi definido o subsetor e o tipo de obra abrangido pelo Sistema de Gestão pela Qualidade.

Leia mais

Reunião de Análise Crítica do Sistema de Gestão ISO 9001

Reunião de Análise Crítica do Sistema de Gestão ISO 9001 Página 1 de 6 Participantes: Jacqueline Barasoli, Rejane Portanova, Vivian Almeida, Sebastião Ronaldo Ferreira, Luciane Lora, Fabio Rezina, Fabrício De Nadai. Data: 05/08/2015 Local: Sala de Reuniões Sede.

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística dos de recebimento, armazenagem e expedição. 2. REGRAS/CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO EM SISTEMAS EVOLUTIVOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL PBQP-H SUMÁRIO 5. ESCOPO E DEFINIÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS CRÍTICOS

PROCEDIMENTO PARA CERTIFICAÇÃO EM SISTEMAS EVOLUTIVOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL PBQP-H SUMÁRIO 5. ESCOPO E DEFINIÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS CRÍTICOS Página: 1 de 15 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1. ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO 2. GERAL 3. SOLICITAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO 4. DOCUMENTAÇÃO DA QUALIDADE DA ORGANIZAÇÃO 5. ESCOPO E DEFINIÇÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS CRÍTICOS

Leia mais

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS 1. Identificação do Estabelecimento Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Município: CEP: Fone: Fax: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável Técnico: CPF: CR : 2. Inspeção Data: Objetivo:

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

PERDAS DE CANA E IMPUREZAS VEGETAIS E MINERAIS NA COLHEITA MECANIZADA

PERDAS DE CANA E IMPUREZAS VEGETAIS E MINERAIS NA COLHEITA MECANIZADA PERDAS DE CANA E IMPUREZAS VEGETAIS E MINERAIS NA COLHEITA MECANIZADA Mauro Sampaio Benedini Gerente Regional de Produto CTC Fernando Pedro Reis Brod Pesquisador Engª Agrícola CTC José Guilherme Perticarrari

Leia mais

RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PARA PLANTAÇÕES FLORESTAIS. PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790: 2011 CERFLOR EMPRESA AUDITADA: SAMAB CIA. IND. COM. DE

Leia mais

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Competências a serem trabalhadas ENTENDER O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Hoje

Leia mais

Concessionárias Adaptação de Dispositivo de Fixação de Contêiner (DIF)

Concessionárias Adaptação de Dispositivo de Fixação de Contêiner (DIF) PROCEDIMENTO SL - 002 Página 1 de 6 EDIÇÃO 11/12 Título: Concessionárias Adaptação de Dispositivo de Fixação de Contêiner (DIF) Rev.: 00 Data: 11/12 Emitido Por Verificado Verificado Aprovado Nome Marcos

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS Os produtos vegetais, seus subprodutos

Leia mais

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE DEDETIZADORAS, LIMPA FOSSA E EMPRESAS QUE PRESTA SERVIÇO DE LIMPEZA. Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO AMBIENTAL

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 245, de 22 de maio de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 1 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 2 Apresentação Menos de dez meses depois de ter sido criada pela Associação Médica Brasileira, a Câmara

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência.

CONSULTA PÚBLICA. Art. 5º - Publicar esta Portaria de Consulta Pública no Diário Oficial da União, quando iniciará a sua vigência. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n º 105, de 02 de junho de 2005 CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO. São Paulo/2013 Fernando Sandri

CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO. São Paulo/2013 Fernando Sandri CURSO EMBALAGENS DE PAPELCARTÃO, PAPEL E MICRO-ONDULADO São Paulo/2013 Fernando Sandri Fernando Sandri Graduado em Engenharia Química pela EM- Universidade Estadual de Maringá. Pós graduado em MBA Marketing

Leia mais

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Produto : Logix, WMS, 12 Chamado : PCREQ-1926 Data da criação : 03/07/2015 Data da revisão : 24/07/15 País(es) : Todos Banco(s) de

Leia mais

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento.

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento. Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras Tipo do documento: Procedimento Número: 01 Versão: 01 Classificação do documento: Público Vigência:

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001.

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL ASPECTOS GERAIS Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. Histórico: Normas e Gestão SSO BS 8800 Instituto Britânico

Leia mais

Serviços de Comércio Exterior. Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior GECEX São Paulo III

Serviços de Comércio Exterior. Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior GECEX São Paulo III BANCO DO BRASIL Serviços de Comércio Exterior Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior GECEX São Paulo III Programação 1) Acesso ao Gerenciador Financeiro 2) Criação de Chave de Acesso 3) Autorização

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização

Leia mais

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO 1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um Sistema de Gestão da Qualidade e de Energia, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. Outrossim, a responsabilidade

Leia mais

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 130, de 31 de julho de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

Regimento Interno do Sistema

Regimento Interno do Sistema Identificação: R.01 Revisão: 05 Folha: 1 / 14 Artigo 1 - Objetivo do documento 1.1. Este documento tem como objetivo regulamentar as atividades para credenciamento de uma planta de produção com o SELO

Leia mais

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf.

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf. PORTARIA Nº 7, DE 13 DE JANEIRO DE 2012 Institui o selo de identificação da participação da agricultura familiar e dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos à permissão, manutenção, cancelamento

Leia mais

Resumo Público de Avaliação de Cadeia de Custódia para: Grafica Packaging International do Brasil Embalagens Ltda em Jundiaí, SP

Resumo Público de Avaliação de Cadeia de Custódia para: Grafica Packaging International do Brasil Embalagens Ltda em Jundiaí, SP Certificação Concedida e Gerenciada por: IMAFLORA Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola Estrada Chico Mendes, 185. Piracicaba SP Brasil Tel: +55 19 3429-0800 Fax: +55 19 3429-0800 www.imaflora.org

Leia mais

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL 1 ICQ BRASIL OCA Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Ambiental, acreditado pelo INME- TRO para certificação de terceira parte, em conformidade com a norma da Série NBR ISO 14000, a ser usada

Leia mais

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS SELO ABRAIDI Programa de BPADPS Reuniões: Julho a Agosto de 2010 Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes PAUTA * OBJETIVOS * ASPECTOS FUNDAMENTAIS * HISTÓRICO * SITUAÇÃO ATUAL

Leia mais

NR 35 Trabalho em Altura

NR 35 Trabalho em Altura Professor Flávio Nunes NR 35 Trabalho em Altura CLT: Art.200 www.econcursando.com.br 1 35.1. Objetivo e Campo de Aplicação 35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para

Leia mais