Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação

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1 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação Autor: Jaci Corrêa Leite O surgimento da Internet vem provocando uma grande transformação no mundo dos negócios, oferecendo às empresas um novo e poderoso canal de comunicação com o mercado, havendo diversos casos de empreendimentos bem sucedidos. Na área pública, entretanto, as experiências têm sido mais restritas. Este trabalho descreve a implantação de serviços via Internet na Receita Federal Brasileira, relatando um caso pioneiro e muito bem sucedido de uso da nova tecnologia a serviço do cidadão. A abordagem é feita sob dois pontos de vista: por um lado, analisam-se os benefícios que vem trazendo para o Governo; e por outro, enfoca-se a novidade sob a ótica do cidadão. 1 Introdução O advento do comércio eletrônico tem trazido inúmeras oportunidades em termos de novas formas de operar negócios. Trata-se de uma realidade inquestionável, que cresce de maneira consistente e já chega a movimentar cifras da ordem de trilhão de dólares anuais. Este assunto tem sido objeto de análise por parte de diversos autores, entre eles Albertin (1998), que apresenta clara definição de aplicações, benefícios e riscos desta tecnologia para o mundo empresarial. Particularmente no que tange à Internet, inúmeros autores têm relatado as profundas transformações econômicas e sociais por que passa o mundo. Dentre estes, Tapscott [1997] e Martin [1998] oferecem um amplo panorama enfatizando a necessidade de adaptação das empresas, que precisam estar preparadas para sobreviver num ambiente onde os paradigmas são continuamente quebrados e a concorrência surge dos mais insuspeitos recantos, em geral com força inesperada. Ao mesmo tempo que se configura como uma ameaça, a Internet representa uma excepcional oportunidade para os agentes econômicos. Sendo um canal de baixo custo, aberto para o mundo, oferece inúmeras possibilidades de prestar os mais diversos serviços, sem restrições geográficas e sem impor limites de horários. A título de exemplo: uma pesquisa publicada no periódico Information Today [1995] menciona que, nos Estados Unidos, cerca de 38% dos usuários da Internet utilizam a rede para se informar sobre a disponibilidade de serviços médicos. Tal proporção está crescendo: segundo o mesmo texto, outros 43% estariam dispostos a fazê-lo. Um levantamento de seu perfil levou à constatação de que estes usuários são mais sofisticados e organizados do que a população geral da Internet.

2 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 2 2 Experiências com a Internet no setor público No campo da administração pública, o efetivo aproveitamento desta nova tecnologia ainda é modesto. Embora mais e mais órgãos governamentais venham oferecendo serviços via Internet, sua presença na rede ainda não é, nem de longe, proporcional ao peso do setor público como agente econômico. E, na maioria dos casos, os serviços oferecidos pelo governo são restritos a uma home page com possibilidade de envio de para a autoridade pública e links para outros sites de provável interesse. O relato de diversos casos com esta abordagem pode ser encontrado, por exemplo, em: Maxwell [1995], que descreve a experiência de diversos Estados norte-americanos; Internet Today [1996], onde se explana o caso do Arquivo Nacional, cujas extensas bases de dados foram disponibilizadas ao público via Internet; Messmer [1995], que registra o uso de tecnologias de comunicação de dados (Internet e rede própria) no apoio às atividades de compras e suprimentos do governo federal dos EUA; O Leary [1995], que comenta a disseminação de informações do Congresso dos EUA através do serviço America Online; Rural Telecommunications [1996], onde se explora o sistema comunitário de Glendale, na Califórnia; Simpson [1997], que mostra os avanços do governo canadense em termos de serviços prestados através de uma nascente Superhighway; Thompsen [1997], que analisa o desenvolvimento de serviços comunitários educacionais e informativos. Outras experiências na área pública oferecem, além de home pages, a possibilidade de download de arquivos, como por exemplo os dados do censo norte-americano, conforme descrito por Notess [1995]. Há também casos como o da Dinamarca, relatado por Andersen & Danziger [1995], onde o instrumento de comunicação não é a Internet, mas o videotexto. Ademais, a adoção de novas tecnologias nem sempre é um processo tranqüilo: Okot-Uma [1997], analisando a realidade dos países da Commonwealth, defende que o ingresso do setor público na Internet (vista como o primeiro passo rumo à Superhighway) envolve altos riscos e elevado custo e, não obstante seu elevado potencial de benefícios, deve ser feito de forma cautelosa e gradativa, mais evolucionária do que revolucionária. Cumpre lembrar que há muitos casos de tentativas mal sucedidas. Marstall [1998] descreve a experiência do condado de Kent (estado de Michigan). O autor constata que muitos dos órgãos governamentais passam a oferecer uma home page na Internet, sem ter antes definido pelo menos algumas políticas relativas ao assunto, levando a falhas nos resultados. Da mesma forma, Hahm, Szczypula & Plein [1995] alertam para as dificuldades inerentes a sistemas que utilizam tecnologias antigas (por exemplo, mainframes), inibindo a disseminação das informações. De uma forma geral, a linha mestra que une todos os casos bem sucedidos descritos é que sempre se trata de um serviço de mão única, ou seja, o cidadão somente recebe informações do órgão público responsável pelo site acessado.

3 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 3 3 O caso brasileiro do Imposto de Renda 3.1 Contextualização A Secretaria da Receita Federal - SRF é, no governo brasileiro, o órgão encarregado de executar a política tributária em âmbito federal. É responsável pela arrecadação de diversos tributos internos: Imposto de Renda (pessoas físicas e jurídicas), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ITR (Imposto Territorial Rural) e outros, inclusive tarifas aduaneiras de importação e exportação. Atua em todo território brasileiro, com mais de 500 Unidades (Delegacias e Agências) e 10 Superintendências Regionais, contando com cerca de pessoas (entre funcionários e terceirizados). Apenas a título de referência, sua arrecadação anual é da ordem de US$ 120 bilhões. A SRF vem trabalhando com vistas a modernizar sua relação com o contribuinte já há muitos anos. Uma das principais diretrizes consiste em estimular o cumprimento voluntário das obrigações tributárias, ou seja, criar todas as facilidades para aqueles que querem agir de acordo com a legislação. Os programas geradores de declaração de Imposto de Renda em disquete (que substituem as trabalhosas declarações em formulários), implantados em 1991, representam uma inovação pautada por esta diretriz, na medida que oferecem comodidade, facilidade e segurança aos seus usuários. Com esta mesma finalidade de aprimorar a relação fisco-contribuinte, a SRF iniciou, em 1995, a prestação de serviços via Internet. Naquele momento, a exemplo das experiências internacionais já relatadas, eram oferecidas apenas algumas facilidades, principalmente e download de programas para declarações em disquetes. Seguia-se o padrão do mercado, ou seja, serviços de mão única. 3.2 A decisão de inovar A SRF decidiu inovar e quebrar este paradigma de serviços via Internet serem sempre de mão única. Quando os programas para declaração em disquetes já haviam atingido um bom grau de amadurecimento, iniciou-se uma nova e revolucionária empreitada: decidiu-se viabilizar a entrega de Imposto de Renda via Internet, uma experiência até então inédita no mundo. Inicialmente chamado de Projeto Receita Net e depois rebatizado como Receitanet, a idéia de se implantar a recepção de Imposto de Renda via Internet começou a delinear-se em A partir de então tomou corpo, transformou-se num projeto e, em 17 de março de 1997, já estava implantada e totalmente à disposição do contribuinte. 3.3 Premissas e diretrizes do projeto O primeiro passo para viabilizar o Projeto Receita Net foi o estabelecimento das premissas e diretrizes que deveriam orientar o seu desenvolvimento: simplicidade: o contribuinte deveria ser capaz de, por si só e sem qualquer suporte técnico, instalar e operar o programa, sem necessidade de gastos adicionais ou de alterações em seu computador; interatividade: a tecnologia deveria ser desenvolvida de tal forma que, numa única conexão, permitisse a entrega da declaração e a devolução do recibo autenticado;

4 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 4 abrangência: a solução deveria atender ao maior número possível de contribuintes, inclusive para diluir os custos de desenvolvimento, implantação e operação; segurança: pela própria natureza do projeto, a segurança seria um dos itens mais sensíveis e qualquer falha nesta área poderia pôr tudo a perder; custo aceitável: ainda que não se esperasse uma imediata redução de dispêndios em relação à situação vigente, seria imprescindível que a nova tecnologia não elevasse o patamar de gastos. Havia ainda uma questão com certa conotação ideológica: o sistema deveria pautar-se por tecnologia de ponta ou deveria oferecer acesso a todo e qualquer equipamento? Este é um tema controverso. Perez [1995] diz que o investimento em tecnologias mais simples amplia o universo potencial de atendimento. Tal autor explica a decisão da Oregon State Library no sentido de não aderir ao padrão gráfico WWW, mantendo-se fiel ao Gopher (consultas em modo texto) e ao recebimento de em modo texto, sem possibilidade de sequer anexar documentos. A SRF tomou decisão diversa: resolveu apostar no padrão WWW e programas em Windows, mesmo sabendo que isto poderia excluir os contribuintes usuários dos padrões Macintosh e MS-DOS. Tal decisão levou em conta as características do parque computacional brasileiro, que tem forte concentração na chamada plataforma WinTel (software Windows e microprocessadores Intel), a qual domina mais de 90% da base instalada. Uma vez estabelecidas as definições iniciais, o Projeto Receita Net enfrentou vários desafios, que podem ser classificados sob duas grandes dimensões: de um lado, a dificuldade técnica de atender a todas as premissas; e de outro, a incerteza quanto à resistência ou aceitação por parte do público. 3.4 Dificuldades técnicas e soluções adotadas Do lado técnico, a simplicidade, a interatividade, a abrangência e o baixo custo levaram à escolha da tecnologia cliente-servidor, com protocolo de comunicação TCP/IP e uso do WinSocket. Outras alternativas foram cogitadas, mas todas apresentaram problemas: o HTML apresenta fragilidades quanto à segurança e não assegura sincronismo de recepção/recibo; a linguagem Java atende a estes requisitos, mas não permite leitura e gravação em disco; e o FTP não garante o sincronismo exigido. A tecnologia cliente-servidor adotada restringe a comunicação de dados, viabilizando o uso da rede pública. A Internet costuma ser lenta; mas o volume reduzido permite que o tráfego se faça com velocidade aceitável. Durante uma sessão, ocorrem duas transmissões: primeiro, o contribuinte envia sua declaração para os servidores da SRF; e estes, por sua vez, depois de atestarem a validade dessa declaração, enviam de volta um recibo com um código de autenticação. Encerra-se a sessão e, quando o contribuinte for imprimir seu recibo, já não estará mais conectado ao servidor. Um dos maiores problemas ficou por conta da segurança. Este seria um dos aspectos mais críticos: não bastava que o sistema fosse seguro: ele deveria também parecer seguro pois, do contrário, não teria a adesão do contribuinte. Esta questão precisou ser tratada sob três diferentes aspectos: inviolabilidade: após o estudo de várias tecnologias, adotou-se a criptografia com chave pública e privada, que praticamente impede que estranhos tenham acesso aos dados. E, para evitar a quebra da criptografia, contratou-se um software israelense totalmente novo, que trabalha com chaves de 512 bits ao invés dos tradicionais 40, elevando o nível de segurança em vezes;

5 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 5 integridade: para garantir o conteúdo e a origem do arquivo a ser transmitido, além da validação tradicional (embutida no programa do disquete-declaração) desenvolveu-se um algoritmo do tipo hash code. Assim, ao receber a declaração, o servidor poderia confirmar sua integridade; backup: os servidores trabalhariam espelhados: assim que fosse recebida, toda e qualquer declaração seria copiada em uma segunda base de dados, evitando a perda total ou parcial dos dados. Este era um dos pontos mais sensíveis pois, caso ocorresse qualquer perda de dados, a SRF não teria mais como localizar os contribuintes correspondentes. A incerteza quanto ao volume e ao fluxo de declarações recebidas também foi um obstáculo: uma infra-estrutura superdimensionada teria um custo proibitivo; por outro lado, se fosse dimensionada a menor, levaria o sistema ao colapso. Estimou-se que, no primeiro ano, haveria uma demanda em torno de declarações via Internet e que a maior parte deste volume seria transmitida nos dois últimos dias de abril. Com base nisto, foram dimensionados os servidores Pentium duais com ambiente Windows NT, bem como a topologia de rede prevendo o balanceamento de tráfego nos circuitos de comunicação. Como Brasília já contava com a REMAV (rede municipal de alta velocidade), seria natural que tais servidores ficassem lá, para aproveitar a infra-estrutura existente. A EMBRATEL forneceu links de alta velocidade, conectando os servidores à REMAV. Houve também outro recurso para melhorar o desempenho na transmissão das declarações: foi usado um software de compactação de dados brasileiro, o Densus, muito eficiente: na média, cada declaração gera a transmissão de apenas 1,1 Kbyte. A velocidade foi tamanha que muitos usuários, incrédulos, retransmitiam suas declarações (isto não causa nenhum problema, pois o sistema reconhece e controla o eventual reenvio). Na média, o tempo de transmissão ficou abaixo de 3,5 segundos. 3.5 Incertezas quanto à reação do público No que se refere à aceitação por parte do público, havia dois grandes riscos: o primeiro seria o temor do contribuinte com relação à quebra do sigilo em sua declaração; e o segundo seria a insegurança quanto à confiabilidade do sistema como um todo, principalmente a validade de seu recibo. Observa-se, aqui, uma quebra de paradigma: não haveria mais carimbo, nem assinatura, nem nada tangível: apenas um código certificando a validade do recibo. Para superar a resistência, houve um cuidadoso trabalho de divulgação. Primeiramente, tratou-se de deixar claro que a nova tecnologia era absolutamente segura e indevassável, conforme atestaram empresas independentes contratadas com esta finalidade específica: nenhuma delas conseguiu burlar a segurança do Receita Net. Quanto à autenticidade do recibo, houve diversos pronunciamentos esclarecendo a questão, que foi também objeto de adequação legal: até prova em contrário, ninguém pode recusar a validade de um recibo impresso pelo Receita Net. 3.6 Características técnicas do Sistema O Receita Net, desenvolvido em Visual C++, é compatível com o ambiente Windows, nas versões 3.1, 3.11, 95 e NT. O módulo cliente (a ser instalado no computador do contribuinte) foi distribuído através da própria Internet, via download da home page da Receita Federal, Paralelamente, este programa foi oferecido aos provedores de acesso, que por sua vez distribuíam-no à sua clientela. Uma vez feito o download, a

6 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 6 instalação é automática e muito simples. O programa utiliza interfaces gráficas e é autoexplicativo, além de contar com help online. Para transmitir sua declaração, a única exigência é que o usuário possua um provedor de acesso. Estando conectado à Internet, o contribuinte precisa apenas ativar o módulo cliente (anteriormente instalado em seu computador) para iniciar a transmissão e ter seu recibo gravado no disquete para posterior impressão. O processo é muito rápido e raramente demanda mais que 10 ou 15 segundos. 3.7 Inovações Desde sua concepção, o Receita Net foi um projeto pautado pela inovação: afinal, o Brasil foi o primeiro país do mundo a contar com este serviço. Do ponto de vista técnico, a maioria das inovações já foi citada anteriormente: a criptografia revolucionária (sistema inédito no Brasil), a compressão de dados, a arquitetura clienteservidor com WinSocket, tudo isto foi integrado numa única aplicação. Foram empregadas até mesmo tecnologias pouco usuais, como por exemplo a auto-verificação de autenticidade (auto checksum): antes de iniciar o processamento, o programa verifica se ele mesmo não estaria corrompido, provavelmente por um vírus. Mas a inovação maior está na idéia propriamente dita, uma vez que, depois desta experiência pioneira, sua operacionalização mostrou não ser tão complicada. 3.8 Gerenciamento, implantação e entrada em funcionamento Talvez um dos maiores desafios deste projeto fosse a impossibilidade de um piloto ou de qualquer processamento paralelo. A implantação requeria que tudo estivesse pronto e em ordem: os módulos cliente e servidor, os servidores e a infra-estrutura de rede, bem como todo o sistema de segurança. O cronograma era rígido: ou o sistema entrava em funcionamento em meados de março, ou poderia ser adiado para 1998, visto que o prazo de entrega das declarações de Pessoa Física termina no último dia útil de abril. Por isto, estabeleceu-se como alvo para o início das operações o dia 17 de março de E naquela data, como previsto, o sistema entrou em operação, a plena carga. Deve-se destacar que, ao contrário do que normalmente se observa em experiências que envolvam boa dose de inovação, o Receita Net não teve aquela fase que se poderia classificar como piloto: desde sua implantação, o sistema sempre esteve totalmente disponível ao público, podendo ser acessado por todo e qualquer interessado. Há que se destacar algo que deveria ser regra, mas é exceção: apesar de estar no seu primeiro ano de funcionamento, o Projeto Receita Net foi objeto de todos os tipos de elogios por parte da imprensa, mas não teve praticamente nenhuma crítica. Houve um e outro comentário negativo isolado, mas a reação do público foi um atestado incontestável da qualidade e da confiabilidade do serviço, inclusive com atribuição de diversos prêmios.

7 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação (até 30/04) Figura 1 Recepção de declarações via Internet (em milhares) IRPJ IRPF O gráfico anterior mostra a incontestável aceitação do público: mais de meio milhão de declarações recebidas na inauguração do sistema e, num universo de pouco mais de 10 milhões de declarações, cerca de 30% aderiram à Internet já no segundo ano do projeto. 3.9 Resultados O impacto do Projeto Receita Net junto ao público foi substancial. Apenas a título de exemplo: muitos contribuintes enviaram s parabenizando a iniciativa, alguns deles até mesmo manifestando o orgulho de ser brasileiro; o projeto recebeu o prêmio Top de Marketing da ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil) e diversos outros concedidos pela mídia e em congressos técnicos; o interesse no exterior foi significativo. Grande número de países quiseram obter maiores informações e vários deles chegaram a fazer visitas oficiais ao Brasil especificamente com esse propósito. Ainda que o resultado tenha sido excelente em termos de imagem institucional, não foi isto que motivou sua implantação. Outros benefícios concretos puderam materializar-se através do Receita Net: ganho de tempo: como as declarações entregues via Internet entram imediatamente numa base de dados, isto possibilitou reduzir os prazos envolvidos no processamento. E, como prometido pela SRF, todos os contribuintes que fizeram a entrega via Internet tiveram sua restituição liberada já no primeiro lote, em junho, 45 dias após encerrado o prazo de entrega. Isto representa um grande avanço em relação ao histórico: antes, era comum o primeiro lote ser liberado apenas em setembro; relação fisco-contribuinte: o cidadão usuário do Receita Net passou a ter uma percepção mais favorável com relação à Receita Federal. É difícil atribuir tal mudança de comportamento a um único fator, mas é provável que isto tenha ocorrido principalmente porque o contribuinte passou a sentir-se mais respeitado, não só por receber sua restituição mais cedo, como também por contar com informações sobre a situação de sua declaração e da restituição, quando for o caso; melhoria do serviço prestado: já fazia parte da tradição o corre-corre do último dia de abril: filas intermináveis nos bancos, postos de recebimento, Delegacias e Agências da Receita Federal. Para quem optou pela Internet, nada disso aconteceu: além de entregar sua declaração com toda comodidade, sem sair de casa ou do escritório, o tempo médio de transmissão foi inferior a 3,5 segundos;

8 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 8 redução de custos: a entrega de declarações via Internet possibilitou a eliminação de uma série de rotinas e procedimentos manuais que, além de tomarem tempo, exigiam a dedicação de grande contingente de pessoas. Pela sistemática anterior, mesmo quando entregues em disquetes, as declarações requeriam tratamento manual até chegarem às bases de dados nos mainframes. O próprio processo de recepção e validação é trabalhoso e demanda tempo, tornando-se crítico nos momentos de pico. Numa estimativa conservadora, pode-se tomar como base um custo superior a US$ 1,00 por disquete recebido. O processamento via Internet é bem mais em conta: em 1997 foi da ordem de US$ 0,50 por declaração, valor que tende a cair à medida que cresce o volume. Mas os tópicos anteriores não fazem justiça aos reais benefícios trazidos pelo Receita Net: há outros ganhos intangíveis, principalmente no contexto de longo prazo, na medida que se consolida, na percepção do contribuinte, a imagem de um Fisco moderno e sintonizado com suas necessidades Desdobramentos Os resultados do Projeto Receita Net foram tão positivos que, mal se concretizou sua implantação, já se iniciaram novos trabalhos visando ampliar os serviços prestados ao cidadão. Decorrido apenas um ano da inauguração, várias outras facilidades já estão sendo oferecidas por este meio Outros tributos via Internet Ainda em 1997 foi disponibilizada a entrega de ITR (Imposto Territorial Rural) via Internet, com grande sucesso. Logo a seguir vieram as declarações de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para bebidas, a DIRF (Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte) e as declarações de Pessoas Jurídicas optantes pelo SIMPLES (o novo tributo que unifica encargos da União, Estados e Municípios), inativas, imunes ou isentas. Em todos estes casos, observa-se praticamente uma extensão do serviço originalmente implantado, com grande similaridade nos procedimentos Certidão Negativa via Internet Em janeiro de 1998 foi dado um novo e significativo passo. Foi implantada, naquele mês, a consulta e a emissão eletrônica, via Internet, de Certidões Negativas de Tributos Federais. A aceitação foi tal que, no primeiro mês de funcionamento, foram emitidas via Internet nada menos que Certidões Negativas. Esta facilidade veio consolidar um novo patamar na prestação de serviços via Internet, na medida que o cidadão passou a contar com algo totalmente inédito. A consulta e emissão de Certidões Negativas via Internet representa diversos benefícios, destacando-se: melhor qualidade do serviço prestado, inclusive eliminando-se os erros que normalmente ocorrem em rotinas manuais; rapidez e fim da burocracia, pois o próprio interessado pode ter acesso imediato às informações. Vale destacar que, pelo processo manual, por vezes eram necessários vários dias para se obter uma Certidão Negativa, principalmente em momentos de pico, quando se observava grande acúmulo de serviço;

9 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 9 redução de filas (e conseqüente redução de custos), uma vez que o contribuinte não precisa mais ir à Delegacia para ser atendido pessoalmente. Além da vantagem para o contribuinte, a redução de filas tem importantes impactos motivacionais sobre o funcionário público Serviços de caráter informativo e institucional Há ainda diversos outros serviços, de caráter informativo, prestados via Internet; entre eles: legislação e orientações quanto a tributos e procedimentos em geral; informações sobre leilões; dados estatísticos e históricos sobre tributos; informações institucionais sobre a Receita Federal; links para outros sites do Governo Federal. As possibilidades são virtualmente ilimitadas e, na medida do possível, a Receita Federal vem ampliando os serviços prestados ao cidadão, com duplo objetivo de facilitar o cumprimento voluntário das obrigações tributárias e melhorar ainda mais a relação fisco-contribuinte Próximos passos Os próximos passos no Projeto Receita Net estão sendo dados em duas linhas: ampliação do leque de serviços prestados e melhoria da qualidade do produto. No que se refere ao primeiro, estão sendo progressivamente incorporados novos serviços. Quanto aos aspectos de qualidade, vários progressos vêm sendo obtidos. Por exemplo, no quesito segurança, a versão de 1998 já está usando novas tecnologias de criptografia e compactação, para aumentar ainda mais a inviolabilidade do sistema. 4 Conclusão Mais do que qualquer outro projeto recente da SRF, o Receita Net destaca-se pelo espírito empreendedor, aliado ao foco na prestação de serviços ao cidadão. Seu sucesso, reconhecido internacionalmente, foi uma prova de que, com simplicidade e criatividade, é possível propor soluções eficazes e economicamente viáveis para a Administração Pública. 4.1 Facilidade de reprodução Talvez a característica mais marcante deste projeto seja a facilidade com que o mesmo pode ser reproduzido e implantado em diversas outras circunstâncias, tanto na área pública como em empresas privadas. As tecnologias empregadas encontram-se disponíveis a qualquer interessado e não existe nenhuma barreira significativa de natureza orçamentária, uma vez que a maior parte da infra-estrutura é pública e de livre acesso. A título de exemplo, citam-se a seguir algumas possibilidades de projetos similares na área pública, que podem ser implantados com o mesmo pacote tecnológico: declarações de outros tributos e contribuições, em âmbito federal, estadual ou municipal; solicitação de passaportes; matrículas de alunos em escolas da rede pública; obtenção de certidões negativas de multas e furtos em DETRANS;

10 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 10 marcação de consultas médicas no sistema de saúde pública. Naturalmente, a lista de possibilidades é enorme e, talvez mais importante, crescente: à medida que se implantam novos serviços, vislumbram-se possibilidades de expansões adicionais. Além disto, como o uso da Internet na população brasileira cresce a taxas aceleradas, é certo que uma parcela cada vez maior da população demandará este tipo de serviço. 4.2 Comentários finais Fletcher [1997] comenta que o setor público tem um importante papel a desempenhar na pesquisa e desenvolvimento da tecnologia de informação, ao criar a demanda inicial por serviços avançados de informação. Neste caso, criou-se não só a demanda, como também a própria tecnologia para atendê-la. A experiência do Projeto Receita Net confirmou ainda que, como ressalta Martin [1998], o público em geral é um grande consumidor de novidades nesta área, atuando como um impulso a mais no processo de disseminação desta tecnologia como instrumento de prestação de serviços ao cidadão. Ao contrário do que se pode imaginar à primeira vista, a rejeição à novidade é rapidamente superada pela percepção das vantagens trazidas. Finalizando, não deixa de ser curioso que, até certo ponto, as decisões ligadas a este projeto foram tomadas mais com base no feeling do que em estudos de viabilidade econômica. A este respeito, vale lembrar que o serviço público costuma ser inerentemente conservador. Por exemplo: analisando a experiência do Estado de Vermont, Cats-Baril & Thompson [1995] discorrem sobre a dificuldade em administrar projetos de tecnologia de informação no setor público e sugerem uma cuidadosa e detalhada análise de risco; relatando o caso australiano, Kakabadse & Kouzmin [1996] propõem análise quantitativa prévia de custo-benefício e defendem que qualquer projeto mais audacioso deve ser implantado pouco a pouco. Se tais prescrições tivessem sido levadas à risca pela SRF, provavelmente teriam conduzido ao aborto do Projeto Receita Net. Mas pelo contrário, um dos fatores de sucesso desta empreitada foi a habilidade de ousar sair do lugar-comum. Numa combinação de bom senso e percepção quanto à oportunidade do momento, houve a coragem empreendedora de aceitar riscos não quantificáveis e a competência técnica e gerencial de buscar soluções não convencionais. Finalizando, citam-se as palavras de Stupak [1996]: os administradores públicos não têm opção a não ser responder aos eventos nacionais e globais... com coragem, inovações e perspectivas estratégicas.

11 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação 11 5 Referências 1. ALBERTIN, Alberto L. Comércio Eletrônico: Benefícios e Aspectos de sua Aplicação. RAE (Revista de Administração de Empresas da EAESP/FGV), São Paulo, Brasil, vol. 38 nº 1, janeiro a março de 1998, pg ANDERSEN, Kim Viborg & James N. DANZIGER Information Technology and the Political World: The Impacts of it on Capabilities, Interactions, Orientations, and Values. International Journal of Public Administration, Vol. 18, Nr. 11, Nov 1995, pg CATS-BARIL, William & Ronald Thompson Managing Information Technology Projects in Public Sector. Public Administration Review, Vol. 19, Nr. 6, Nov-Dec 95, pg FLETCHER, Amy Lynn. PhD Dissertation (abstract), The University of Georgia, HAHM, Sung Deuk, Janusz SZCZYPULA & L. Christopher PLEIN Barriers to Information Sharing in State Agencies: The Case of the Texas General Land Office. International Journal of Public Administration, Vol. 18, Nr. 8, Aug 1995, pg INFORMATION TODAY Online Health and Medical Information Seekers Identified. Oct 1995, pg INTERNET TODAY National Archives Launches New Web Site and Public Access Services. Mar 1996, pg KAKABADSE, Nada Korac & Alexander KOUZMIN Innovation Strategies for the Adoption of New Information Technology in Government: An Australian Experience. Public Administration and Development, Vol. 16, Issue 1, Oct 1996, pg MARSTALL, Dennis Local Government Internet Policies: Kent County s Experience. Public Management, Vol. 80, Nr. 1, Jan 1998, pg MARTIN, Chuck O Patrimônio Digital: Estratégias para Competir, Sobreviver e Prosperar em um Mundo Interligado pela Internet. Makron Books, São Paulo, Brasil, MAXWELL, Bruce Gateways to State and Local Government Information on the Internet. Database, Dec 1995, pg MESSMER, Ellen Feds Buy On-Line. Network World, Apr 15, 1995, pg NOTESS, Greg R. Making Sense of the Census. Database, Feb-Mar 1995, pg O LEARY, Mick Inside the Beltway with America Online. Online, Sep-Oct 1995, pg OKOT-UMA, Rogers W o The Information Superhighway: Some Public Issues for the Commonwealth. Public Administration and Development, Vol. 17, Issue 1, Feb 1997, pg

12 Imposto de Renda via Internet: Inovando em Serviços Públicos Através da Tecnologia de Informação PEREZ, Ernest Oregon Online: Automated Document Management of an Infobase. Database, Dec 1995, pg RURAL TELECOMMUNICATIONS LNX System: Glendale s Community Information Utility. Mar-Apr 1996, pg SIMPSON, Richard Making a Model User of the Information Highway: Canada s Progress to Date. Public Administration and Development, Vol. 17, Issue 1, Feb 1997, pg STUPAK, Ronald J. Change Dynamics and Public Management: Challenges and Opportunities. International Journal of Public Administration, Vol. 19, Nr. 10, Oct 1996, pg TAPSCOTT, Don A Economia Digital: Promessas e Perigos na Era da Inteligência em Rede - Makron Books, São Paulo, Brasil, THOMPSEN, Philip Anthony Toward a Public Lane on the Information Superhighway: A Media Performance Analysis of the Community-Wide Education and Information Service Initiative (Corporation for Public Broadcasting, Freenets). PhD Dissertation (abstract), The University of Utah, 1997.

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