CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA Faculdade de Tecnologia da São Sebastião Curso Superior de Tecnologia em Gestão Empresarial

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1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA Faculdade de Tecnologia da São Sebastião Curso Superior de Tecnologia em Gestão Empresarial EVERTON DOUGLAS DE JESUS LUIZ PAULO ALVES DA COSTA A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUES PARA REDUÇÃO DE CUSTOS NA REDE DE MERCADOS E SUPERMERCADOS DA CIDADE DE ILHABELA SP São Sebastião 2014

2 EVERTON DOUGLAS DE JESUS LUIZ PAULO ALVES DA COSTA A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUES PARA REDUÇÃO DE CUSTOS NA REDE DE MERCADOS E SUPERMERCADOS DA CIDADE DE ILHABELA SP Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de São Sebastião, como exigência parcial para obtenção do título de Tecnólogo em Gestão Empresarial. Orientador: Prof. Me. Acyr Freire Junior São Sebastião 2014

3 EVERTON DOUGLAS DE JESUS LUIZ PAULO ALVES DA COSTA A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUES PARA REDUÇÃO DE CUSTOS NA REDE DE MERCADOS E SUPERMERCADOS DA CIDADE DE ILHABELA SP Apresentação de Trabalho de Graduação à Faculdade de Tecnologia de São Sebastião, como condição parcial para a conclusão do curso de Tecnologia em Gestão Empresarial. São Sebastião, (09/12/2014). BANCA EXAMINADORA PROF. ME. ACYR FREIRE JUNIOR PROF. ME. FRANCISCO ORLANDO OLIVEIRA RIBEIRO PROF. ORLANDO JOSÉ DE SOUZA CELESTINO MÉDIA FINAL:

4 Este trabalho é dedicado a nossos pais, pelo esforço, força e incentivo em nossa carreira acadêmica e por acreditar sempre em nosso potencial quando até mesmo nós tenhamos desacreditado.

5 AGRADECIMENTOS Inúmeras são as pessoas a quem devemos agradecer, foram muitas que nos ajudaram, nos prestaram informações, nos incentivaram na elaboração deste trabalho. Entre essas pessoas, as nossas famílias, que de forma singular souberam nos incentivar em toda carreira acadêmica, agradecemos a Barbara (Babi), por pegar no pé e acreditar que este trabalho poderia ser feito, ao André Luiz, pelo incentivo, ajuda e paciência com questões acadêmicas e textuais, também ao José por ajudar com o ponta pé inicial e ajudar na execução do mesmo, a Ingrid, sempre gentil e cheia de paciência. Agradecemos também a todos os professores, que com muita humildade nos passaram seus conhecimentos ao longo desses anos de FATEC, Agradecemos ao Mestre Acyr, nosso orientador pela paciência e por ser sempre objetivo com seus ensinamentos e sugestões mesmo fora de seus horários. Também agradecemos aos gestores das empresas, que nos ajudaram fornecendo informações e dispondo seu tempo para que pudessem contribuir com este trabalho.

6 Para iludir minha desgraça, estudo. Intimamente sei que não me iludo. Augusto dos Anjos

7 RESUMO Os estoques, segundo alguns autores são vistos como um investimento, pois faz parte dos fatores críticos de sucesso de todas as empresas que trabalham com acúmulo de materiais, assim podem ser considerados como um diferencial se bem administrados, e é deles que sai o produto final, porém com uma administração inadequada podem vir a causar custos excessivos, perdas, obsolescência e possíveis prejuízos. Através desta ótica, este trabalho teve como objetivo detectar a percepção dos comerciantes varejistas da cidade de Ilhabela-SP, a fim de constatar que a adequada administração do estoque pode reduzir financeiramente os custos relativos ao mesmo. Por meio de um questionário, foram levantados dados que puderam ajudar a entender como funcionam os mecanismos de gerenciamento de um estoque. A pesquisa de campo procurou mostrar de que forma o comerciante local compreende o estoque e os custos relacionados a esse processo, assim como sua relação na cadeia de suprimento, que vai desde o pedido no comércio, passando pelo fornecedor e voltando para a empresa até o cliente final. Deste modo, com a pesquisa efetuada, pôde ser constatado que as empresas compreendem a importância que estoques possuem e que com algumas modificações em sua estrutura de gestão podem reduzir ainda mais os gastos referentes aos estoques. Palavras-chave: Gestão de estoques. Comércio varejista. Redução de custos. Ilhabela-SP. Sazonalidade.

8 ABSTRACT Stocks, according to some authors are seen as an investment, because its part the critical success factors of all companies working with stored materials. This way, they can be considered as a differential if well administered, and it is coming out the final product, however with a inadequate administration can cause excessive costs, losses, obsolescence and possible financial loss. Through this perspective, this study aimed to detect the perception of managers in the city of Ilhabela-SP, to ascertain that appropriate inventory management can reduce financial costs for the same. Through a questionnaire, data that could help understand the mechanisms of managing a stock work were raised. Field research has sought to show how the local merchant comprises the stock and the costs related to this process as well as their relationship in the supply chain, ranging from the application of trade, through the supplier and returning the company to the end customer. Thus, with the survey conducted, it might be noted that companies understand the importance of inventory and have that with some changes in its management structure can further reduce the costs related to inventories.

9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS LEC Lote Econômico de Compra CTP Custo Total Anual de Pedidos B Custo Anual de Pedidos N Número de Pedidos CT Custo Total dos Pedidos Q Quantidade de peças P Preço unitário I Taxa de Armazenagem D Demanda C p C am TR PP C Custo do pedido Custo de armazenagem Tempo de Reposição Ponto do Pedido Consumo Médio Mensal E. Mn Estoque Mínimo Es Estoque de Segurança em Unidades Dm Demanda Média Diária K Fator de Segurança EM Estoque Médio TI Tecnologia da Informação

10 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Foco da empresa Gráfico 2 Ferramenta para gestão de estoques Gráfico 3 Tempo com ferramenta em uso Gráfico 4 Percepção da redução financeira Gráfico 5 Atualização da ferramenta de gestão estoque Gráfico 6 Verificação do estoque Gráfico 7 Padrão de classificação de produtos em estoque Gráfico 8 Tipo de produto Gráfico 9 Número de fornecedores Gráfico 10 Forma de efetuar pedidos Gráfico 11 Prevenção de demanda Gráfico 12 Maneira de produto ser cadastrado Gráfico 13 Critério de importância de produtos em estoque Gráfico 14 Estoque minímo Gráfico 15 Como saber quanto será pedido Gráfico 16 Calculo para perda de estoque... 50

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Justificativa do Tema Problema Hipótese Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Procedimentos Metodológicos Organização do Trabalho REFERÊNCIAL TEÓRICO O Município de Ilhabela Os Supermercados em Ilhabela Histórico da Logística Evolução da Logistica Armazenagem Conceito de Estoque Gestão de Estoque Retorno de Capital Investido em Estoque Giro de Estoque Custo Relacionado ao Estoque Custo do Pedido Custo de Manutenção do Estoque Custo por Falta de Estoque Custo Total... 29

12 2.7. Análise do Sistema ABC Modelo Analitico de Gestão de Estoque Lote Economico de Compra - LEC Tempo de Reposição - TR Ponto de Pedido - PP Estoque de Segurança Estoque Médio PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS RESULTADOS E DISCUSSÃO As Empresas Selecionadas Avaliação das Questões CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICE A - Questionário... 58

13 13 1 INTRODUÇÃO Os processos de gestão de estoque têm se tornado a maior preocupação de gerentes administradores e de todos os outros stakeholders envolvidos direta ou indiretamente às áreas produtivas. Os estoques podem ser definidos, basicamente como o acúmulo de insumos, materiais e matéria prima em diversas etapas do processo produtivo. Estes acúmulos são necessários devido à demanda e a capacidade de produtiva não serem harmoniosas. De acordo com Moreira (2008) existem dois pontos essenciais na gestão de estoques, as quais exigem um tratamento diferenciado: o ponto de vista operacional e o financeiro. Através do ponto de vista operacional é possível realizar economias no processo produtivo, bem como influenciar ou até mesmo regular as diferenças entre os principais fluxos de uma empresa. Já pelo ponto de vista financeiro, ele pode ser encarado como um investimento e na contabilidade é considerado como parte formadora do capital (MARTINS, 2009). Pode-se então definir o termo gestão de estoques como o conjunto de processos e atividades essenciais para a redução do desnivelamento entre a oferta e a demanda economicamente viável. Diversos autores procuram definir o termo estoques e a sua representação para a organização e todos chegam a um denominador comum de que estoques podem ser considerados investimentos. Os estoques podem representar mais de 15% de todos os ativos de uma empresa de acordo com Christopher (2002), então, a gestão deste ativo, através da gestão de estoques promove a minimização de capital investido em estoques que buscam o aumento na eficiência financeira de uma organização. Em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde carga tributária e as taxas de juros praticadas são exorbitantes, o custo de oportunidade na utilização do capital é alto, o que resulta no aumento da importância na ponderação deste fator pelas empresas que procuram definir seus níveis de estoques para reduzir custos operacionais.

14 14 A competitividade induz empresas a buscar vantagens competitivas em relação a seus concorrentes. A aquisição de estoques representa um investimento significativo de capital e devem ser vistos como um fator potencial de geração de lucro. Sendo assim, é comum encontrar como metas empresariais, a otimização de estoques (PALOMINO E CARLI, 2008). A previsão da demanda e da oferta é imprescindível para estabelecer os níveis desejados de estoques. Dependendo da previsão de vendas de uma empresa para um determinado período de tempo os níveis de estoques serão definidos de forma que atendam esta necessidade. Esta previsão também pode ser considerada um elemento intangível, aproximado e suscetível a erros, mas a eficiência dos modelos estatísticos utilizados podem ser considerados como um bem de grande importância para a empresa. A eficiência na gestão de estoques possibilita à empresa a obtenção de melhorias significativas em seus processos de negócios, uma vez que repercute na melhora da eficiência no atendimento de pedidos e produção. Esta pesquisa procura apresentar um estudo de caso sobre a percepção dos comerciantes varejistas do município de Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo e como a gestão de estoques pode promover a redução na gestão dos custos JUSTIFICATIVA DO TEMA O desenvolvimento de novas tecnologias e novos modelos de gerenciamento de negócios é essencial para amenizar as rápidas mudanças no cenário econômico mundial. Geralmente, estas novas tecnologias estão restritas as grandes organizações devido ao seu alto custo de aquisição. Já as tecnologias financeiramente acessíveis não são devidamente exploradas e muitos desconhecem suas funcionalidades. O mercado de softwares que promove a gestão de estoques é, em grande parte, carente de tecnologias eficazes, baratas e funcionais, principalmente quanto à facilidade de uso. A competitividade dessas empresas está ligada ao desenvolvimento de tecnologias que atendam suas necessidades, sem que elas precisem dispor de

15 15 muitos recursos físicos (hardware) e financeiros. Inúmeras empresas de pequeno e médio porte não conseguem realizar grandes gastos e investimentos, pois seu rendimento possibilita apenas a sua existência. (GONÇALVEZ e PAMPLONA, 2001). Inúmeras vezes, estas empresas passam a ter um patrimônio muito maior em estoques, seja em matéria-prima, produtos acabados ou produtos em produção. Isto se deve em boa parte ao deficiente fluxo de informações, na má administração da empresa e informações imprecisas. O que acaba influenciando a empresa a fazer compras desnecessárias, e ao manter um padrão de vendas divergente de sua capacidade de fornecimento, então, prejudicando fortemente o seu crescimento e desenvolvimento (SILVA; MARTINS; MARTINS, 2007). Quando se trata de gerenciamento de estoques, deve-se focar na relação entre o departamento de compras e financeiro. É comum que o departamento de compras busque adquirir bens de forma econômica, ou seja, no aproveitamento de descontos e promoções, e por diversas vezes, sem observar os custos associados à aquisição e armazenamento, enquanto que o departamento financeiro busca equilibrar e até mesmo reduzir os custos. Portanto, a proposta deste trabalho é fazer uma análise sobre a gestão de estoques e também explanar sobre a percepção dos gestores e reesposáveis pelo estoque dos comércios varejistas de Ilhabela quanto aos benefícios relevantes ao gerenciamento dos estoques para uma empresa, analisando-os sob a ótica do custo/beneficio PROBLEMA A falta e até mesmo a inexistência de uma gestão de estoques em uma empresa pode provocar o estrangulamento das possibilidades de aquisição de vantagem competitiva e redução de custos operacionais. Quando se tem uma determinada quantia de capital relacionada à gestão dos estoques, o gestor deve assegurar que os custos oriundos dos estoques sejam os menores possíveis. E tratando-se de empresas privadas, com um poder aquisitivo

16 16 limitado, deve-se possuir uma administração racional dos recursos colocados à disposição da empresa. Problemas oriundos da falta de planejamento resultam em tomadas de decisões defasadas e ineficazes, trazendo como consequências estoques de materiais elevados, que resultam em um acúmulo de ativo e um maior custo para a sua armazenagem. Problemas como a obsolescência também são prejudiciais para a empresa, uma vez que o mercado tem se tornado extremamente competitivo e globalizado Hipótese No que se refere à hipótese deste estudo é que, através da aplicação de técnicas de gestão de estoques é possível promover um gerenciamento de forma fácil e com um baixo custo. Este modelo de gestão pode diminuir a necessidade de capital de giro relacionada aos níveis de estoques e minimizar os riscos de falta de material e ainda, promover economias quanto à má gestão da empresa Objetivos Objetivo geral Este trabalho procura avaliar a percepção dos comerciantes varejistas de Ilhabela com relação a importância da gestão de estoques em seus estabelecimentos, verificando se o mesmo é viável econômico e operacionalmente.

17 Objetivos específicos Para se alcançar o objetivo geral, foram definidos os seguintes objetivos específicos: Realizar uma pesquisa para levantamento do universo de empresas de comércio varejista, ligados à associação comercial do município de Ilhabela e consultar através de uma pesquisa de campo o assunto gestão de estoques; Analisar quais delas fazem a gestão de seus estoques; Aplicar e analisar um questionário para o levantamento dos dados; Avaliar o nível de percepção de cada empresário quanto à gestão de estoques e os benefícios que esta pode trazer para a empresa na redução de custos PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Quanto aos procedimentos metodológicos, procurou-se conduzir o estudo conforme a metodologia proposta. O questionário foi baseado na temática: Gestão de estoques. Já outras informações foram agregadas através de uma observação direta e de verificação de documentos. Para a condução deste estudo foram adotados os procedimentos: a) Realização de uma visita técnica à Associação Comercial de Ilhabela.. b) Primeiro contato com a direção das empresas em estudo. c) Aplicação da entrevista. d) Agendamento de visitas para coleta de dados. e) Elaboração do roteiro de entrevista. f) Apuração e análise dos dados coletados. g) Verificação inicial dos dados. h) Revisão da pesquisa bibliográfica, dados coletados e identificação de dados pendentes. i) Tratamento e tabulação dos dados. j) Conclusão e explanação dos dados levantados.

18 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Este estudo está organizado em cinco capítulos, que são assim apresentados: No primeiro capítulo é feita uma introdução onde o tema é apresentado em um contexto mais amplo e genérico no qual é abordada a participação da gestão de estoques nas empresas. Os objetivos gerais e específicos são apresentados e justificados de acordo com o cenário encontrado e a literatura existente. Também, neste capítulo é apresentado o método de estudo, a caracterização do tipo de pesquisa e ainda a metodologia utilizada para o alcance do objetivo proposto. No segundo capítulo, a bibliografia partirá de uma visão macro da gestão de estoques, abordando temas com base em obras relevantes para este estudo. O terceiro apresenta a metodologia para se atingir o objetivo proposto e garantir a justificativa do estudo. O quarto capítulo apresentará e discutirá os resultados alcançados, as vantagens e recomendações de ordem prática para o sistema de gestão de estoques nas empresas em questão. O quinto capítulo deste trabalho apresentará as conclusões obtidas através das pesquisas de campo e bibliográficas, na quais foram investigados o tema gestão de estoques e a percepção do comerciante varejista de Ilhabela-SP com relação ao assunto e discorrerá dos resultados obtidos e possíveis sugestões de melhorias.

19 19 2. REFERÊNCIAL TEÓRICO Este trabalho de pesquisa apresenta em seu inicio o referencial teórico, um pequeno histórico sobre a cidade na qual a pesquisa foi aplicada e após são levantadas informações referenciadas por autores que tratam sobre a gestão de estoques e assuntos derivados do tema, suas vantagens, benefícios e desvantagens, assim como fórmulas que podem auxiliar no entendimento do assunto abordado O MUNICÍPIO DE ILHABELA Ilhabela está localizada na microrregião de Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, de acordo com o IBGE o local possui 347,537 km², com uma população em torno de aproximadamente pessoas (estimativa para 2014), a cidade possui grande taxa de preservação de mata atlântica, com aproximadamente 83% de nível de preservação, de acordo com site da prefeitura de Ilhabela, rica em praias, ao todo 42 e também em cachoeiras, é reconhecida também por seus vários eventos náuticos como a semana de vela, que atrai muitos turistas, possuindo renome internacional com estes eventos, fazendo com que o turismo seja sua principal fonte econômica. Beni (2008) caracteriza o turismo como sendo a consequência da junção dos recursos naturais, culturais, sociais e econômicos. Ruschmann (2008) afirma que o turismo é usado para consumo da natureza, onde as pessoas desejam sair de grandes cidades para locais mais isolados ou privilegiados com a natureza, em busca de repouso psicológico e físico como lazer. Ele ainda cita que deve existir um grande planejamento dos espaços, equipamentos e atividades que envolvam o turismo, visto que esses ambientes são suscetíveis à sazonalidade. Para Medeiros (2007) a relação entre demanda e oferta é o que define a base do mercado turístico, pois esses elementos pluralizam as ações que se mantêm abertas no mercado.

20 20 De acordo com Wahab (1991) apud Medeiros (2007) a oferta turística envolve tudo que o local tem para oferecer aos turistas atuais e futuros, dessa forma os bens e serviços, mais as atrações turísticas são os fatores que coagem as visitações no local turístico. Essas ofertas são as que atuam de maneira direta na sazonalidade, podendo acarretar grande fluxos ou não aos locais atingidos pelos períodos sazonais. Medeiros (2007) ainda cita em seu trabalho que Lage, MiIlone (2000) interpretam demanda turística como o número de ofertas que os consumidores queiram adquirir por certo período de tempo, em um determinado local Supermercados em Ilhabela De acordo com a associação comercial de Ilhabela, existem 10 comércios que podem ser caracterizados como mercados varejistas, em Ilhabela. Para Ramalho et. al (2012), o supermercado é algo de grande importância no mundo moderno, pois permite facilidade para consumidores, agiliza o processo de compras, visto a ausência de tempo das pessoas. Ainda afirma que é um local onde as pessoas conseguem encontrar um número elevado de uma multiplicidade de produtos, podendo-se encontrar itens como: carnes, pães, produto de higiene e beleza, verduras e hortaliças, congelados, lacticínios e etc. Os autores classificam este com um autosserviço, visto que muitas vezes não há necessidade de atendimento dos vendedores, ocorrendo está ação na finalização da compra. Segundo Claudio Donato, do site administradores, o varejo é algo que abrange muitas atividades de vendas de produtos e serviços. O varejo, segundo o autor possui uma parte fundamental na cadeia de suprimentos, pois este age como intermediador entre e o fornecedor e o cliente.

21 HISTÓRICO DA LOGISTICA Logística é uma operação integrada para cuidar de suprimentos e distribuição de produtos de forma racionalizada. (VIANA, 2000, p. 45). É possível observar as operações logísticas desde os tempos bíblicos, pois ela era utilizada pelos militares devido ao longo tempo em que permaneciam em guerra, as longas distâncias percorridas e a necessidade de transporte de armamentos, tropas e recursos. (FERNANDES, 2010). Campos apud Braz (2004) afirma que o a palavra Logística é derivada da palavra grega logístikos que teve como significado método de vida ou maneira de viver, na era clássica.. Logística é o processo de planejar, implementar, e controlar de maneira eficiente o fluxo e armazenagem de produtos [...] com o objetivo de atender os requisitos do consumidor. (NOVAES, 2001, p. 36). De acordo com estas definições, pode-se concluir que a logística tem como objetivo disponibilizar produtos e serviços de maneira eficiente, rápida e nos locais e quantidades especificadas, buscando atingir o melhor serviço com o menor preço. A Logística é a essência do comércio. Ela contribui decisivamente para melhorar o padrão econômico de vida geral. (BALLOU, 2006, p. 25). A logística surge como um novo conceito junto às práticas já existentes nas atividades de movimentação e armazenagem de carga Evolução da Logística Segundo Razzolini (2006), mesmo que a logística sempre tenha existido, sua evolução foi demasiadamente lenta até os anos 1940, pois a necessidade de armazenagem e distribuição de produtos era quase nula. Nos primórdios da logística, as mercadorias mais utilizadas eram preparadas nos locais nos quais eram consumidas, e nos tempos de maior procura, essas mesmas mercadorias tornavam-se indisponíveis. Os produtos eram consumidos em seus lugares de origem, onde eram feitos, ou eram, até mesmo, levados para outro

22 22 local para serem armazenados. Contudo, os povos ficavam restritos somente ao que podiam fazer com suas próprias mãos. (BALLOU, 2006). Entende-se então, que inicialmente, a logística buscava suprir somente as necessidades intrínsecas do homem buscando fornecer produto em quantidades necessárias. De acordo com Ballou (2006) a Logística é responsável por: serviço ao cliente; estoque; transporte; localização; distribuição e armazenagem. Sendo assim, é preciso trabalhar a logística de forma holística e ou sistêmica, pois abrange desde a compra do material até a sua pós venda. Ballou (1993) descreve ainda a evolução da Logística em três momentos distintos: até 1950, de , e pós Até 1950 o autor descreve que o período logístico estava inerte, pois todas as atividades que ocorriam não seguiam nenhuma diretriz. O mesmo autor descreve ainda o segundo momento da logística como rígido. Sua evolução entre os anos de 1950 e 1970 favoreceu a criação de novos pensamentos e filosofias administrativas, estes foram favorecidos pelas boas condições da economia e da tecnologia que estimularam as práticas logísticas. Segundo Ballou (1993), a evolução do terceiro momento da logística em 1970 ocorreu por conta da crise do petróleo. Empresas adotaram como áreas de destaque o Controle de custos, controle de qualidade e controle de produção. Bowersox e Closs (2001), afirmam que a logística está integrada às tecnologias da informação, permitindo uma potencialidade na melhoria de suas práticas. Para Christopher (2002), a logística é a ligação entre a empresa e o mercado. O autor ainda afirma que a correta administração das boas práticas logísticas podem gerar vantagens competitivas para a empresa. Nota-se que, quando bem gerida, a logística integra a administração de materiais, passando pela distribuição física até a venda ao consumidor final Armazenagem O papel de armazenar representa parte fundamentalmente importante do sistema logístico, proporcionando níveis adequados de serviço e enfatizando o menor custo total possível. (LAMBERT, STOCK e VANTINE, 1998).

23 23 Armazenagem pode ser definida como parte importante do sistema logístico, pois estoca produtos (matérias-primas, peças, produtos semiacabados e acabados), do seu ponto original até o ponto de consumo ou venda, além de proporcionar informações relativas às condições dos itens estocados. (VIANA, 2002). Ainda segundo o autor, os objetivos da armazenagem são atender eficazmente todas as necessidades dos clientes em localizações geográficas diferentes e garantir que os produtos sejam entregues na quantidade e tempo corretos. Além disso, a estruturação correta do estoque proporcionará a otimização dos recursos necessários à organização, permitindo em estoque, somente o que realmente é necessário para as operações da empresa e permitindo um melhor controle de movimentação de produtos. (VIANA, 2002) Conceito de Estoque Ludícibus apud Oliveira (2005) determina o estoque como itens tangíveis, que são mantidos para comércio nos negócios, estão em fase de produção para a venda ou para serem consumidos no desenvolvimento dos bens e serviços que serão vendidos. Assim, define-se que estoque pode ser considerado como algo material que pertence à empresa, caracterizados como bens que devem ser disponibilizados constantemente e restaurados de maneira sistemática, para serem levados posteriormente à venda ou fabricação de novos produtos, que devem ser o foco da empresa, visando assim o lucro com a comercialização do produto final. Slack et. al. apud Oliveira e Silva (2013), abordam que o estoque pode ser dito como o acumulo de matéria prima em um meio de transformação, algum recurso contido, não implicando o que está retido ou onde como estoque, visto que há uma diferença no fornecimento e na demanda o estoque deve existir de qualquer forma. O estoque é algo necessário para empresa e influi de maneira direta nos setores de produção e vendas, pois o mesmo gera custos e está atrelado aos outros agrupamentos estratégicos da empresa como: compras; almoxarifado; planejamento e controle de produção; transporte e distribuição (DIAS, 2009).

24 Gestão de Estoques De acordo com Ching (2010) o controle de estoque atinge de maneira direta o rendimento da organização, visto que os estoques podem concentrar grande parte do capital da empresa, sendo que o mesmo poderia ser designado para outras atividades de influencia no empreendimento. Ele alega que se houver giro de estoque o ativo é liberado e pode haver economia no custo de manutenção do inventário. Assim ele propõe uma situação na qual uma empresa que investe $ 100 milhões em estoque em um ano anterior e tem apenas dois giros, se caso os estoques obtivessem giro três vezes e as vendas continuassem no mesmo nível, o investimento seria reduzido em $ 33 milhões admitindo que o custo de manutenção de estoque é de 20% ao ano, ocasionando uma economia de $ 6,6 milhões. Para Pozo (2008) o controle de estoque tem como função definir as condições do número de materiais e produtos que a empresa pode manter incluso as especificações econômicas da cultura empresarial. O autor propõe que o estoque é composto por [...] Matéria-prima, material auxiliar, material de manutenção, material de escritório, material e peças em processo e produtos acabados. (POZO, 2008, p. 38). Ele afirma que o motivo de estar em alerta com as quantidades são os custos relacionados aos processos e sua armazenagem. Muitas empresas surgem diariamente no Brasil, porém muitas não conseguem resistir e acabam com menos de cinco anos de existência. Muitos fatores são levantados, porém o que pode se destacar é a ausência de uma boa gestão e falta de estoques, isso é percebido, pois muitas micros ou medias empresas não possuem pessoas instruídas para executar essas funções, podendo uma única pessoa desempenhar múltiplos postos, acarretando excesso de informações fazendo com que o responsável não consiga dinamizar todas essas funções em tempo hábil, isso faz com que a parte financeira seja atingida, agravando uma deficiência de recursos e investimento excessivo em estoques, podendo dificultar a transformação de dinheiro, tornando a ferramenta de grande importância para a empresa (VAZ E GOMES, 2011). Dias (2009) afirma que o responsável pelo estoque deve se encontrar preparado para as variações e cobranças do mercado, as diferenças do preço de comercialização do produto final e de matérias-primas. Assim a maneira correta de se produzir informações mais precisas é a adequada implantação de uma política de

25 25 estoques, visto que esta serve como guia para mensurar o desempenho do setor, ele cita como principais: metas relativas ao tempo de entrega dos produtos; determinar o número de depósito ou almoxarifados e da relação de materiais a serem armazenados neles; até que ponto deverá variar os estoques para um caso de subir ou descer o número de vendas ou uma modificação no nível de consumo; qual o nível que será estipulado a especulação com o estoque, comprando antecipadamente com preços mais em conta ou a compra de um número maior em quantidade para obtenção de reduções no preço da mercadoria; definir a rotatividade dos estoques. Essas definições podem converter a administração de estoques para lados positivos com relação ao funcionamento do mesmo, sendo que a variação e rotatividade do estoque devem requerer maior prudência, pois será nesses itens que serão medidos o capital de investimento em estoque Retorno de capital investido em estoque De acordo com Pozo (2008) O cálculo de retorno de capital que foi investido em estoque tem com base o lucro do que foi alcançado no ano sobre o capital que foi aplicado em estoques. Ele afirma que para uma boa gestão de estoque será a que obtiver um valor acima de 01, assim quanto maior o coeficiente alcançado melhor será o resultado obtido na gestão de estoques. Ele fornece a seguinte formula para se obter o retorno de capital: Onde RC é retorno de capital. Dias (2006) ainda indica que a dificuldade no tamanho dos estoques se relaciona com fatores como: Capital investido; disponibilidade de estoque; gastos incididos; Consumo ou demanda. Assim, sobre o ponto de vista financeiro é possível encontrar o índice de retorno de capital com a formula citada por Pozo (2008).

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