Relatório e Contas. Exercício de 2007

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1 Relatório e Contas Exercício de

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3 ÍNDICE EDIA MENSAGEM DO PRESIDENTE 5 APRESENTAÇÃO DA EDIA, S.A. 7 Cronologia do Empreendimento 9 Caracterização das Principais Infra-estruturas 10 Organograma Empresarial 13 Órgãos Sociais 14 ENQUADRAMENTO 15 Enquadramento Regional 15 Enquadramento Macroeconómico Nacional 15 Enquadramento Macroeconómico Internacional 16 ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS 18 Contrato de Concessão 18 Infra-estruturas em Exploração 20 Infra-estruturas em Construção 24 Projecto em Curso 28 Ambiente, Património e Ordenamento do Território 30 Projectos Especiais 34 GOVERNO DA SOCIEDADE 37 ESTRUTURA DE SUPORTE 51 Recursos Humanos 51 Documentação, Desenvolvimento e Marketing 51 Divulgação e Promoção 52 Gestão do Património 53 Actividades Complementares 53 INVESTIMENTO E FINANCIAMENTO 54 PERSPECTIVAS PARA O ANO DE INFORMAÇÕES EXIGIDAS POR DIPLOMAS LEGAIS 59 ANÁLISE FINANCEIRA 63 PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS 68 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 69 Balanço em 31 de Dezembro de Demonstração de Resultados em 31 de Dezembro de Demonstração de Resultados por Funções Demonstração de Fluxos de Caixa Notas anexas às Demonstrações Financeiras 74 CERTIFICAÇÃO LEGAL DE CONTAS 97 RELATÓRIO E PARECER DO FISCAL ÚNICO 101 CERTIFICAÇÃO DE CONTAS DA AUDITORIA EXTERNA 105 3

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5 Mensagem do Presidente 2007 foi um ano determinante para o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva. Foi em 2007 que foi reprogramada a implementação do Empreendimento de forma a que todas as obras de construção da rede primária e da rede de rega estejam concluídas até ao fim de Trata-se de fazer em seis anos o que estava inicialmente previsto fazer em 18. Foi em 2007 que a EDIA assinou, com o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, o Contrato de Concessão relativo à utilização dos recursos hídricos para captação de água destinada à rega e à produção de energia eléctrica. Foi em 2007 que a EDIA celebrou com a EDP um contrato para exploração das Centrais de Alqueva e Pedrógão pondo fim a um impasse de 12 anos com óbvios prejuízos para a empresa e para o país. Para alem do importante encaixe financeiro proporcionado por este contrato, realce-se o compromisso, nele assumido pela EDP, de reforço de potência instalada, duplicando esta em Alqueva que passará a ser a segunda maior hídrica do país. Destaca-se ainda, no ano de 2007, a assinatura do Memorando de Entendimento com o Instituto de Conservação da Natureza Biodiversidade (ICNB), no âmbito da iniciativa Business and Biodiversity, um projecto que visa contribuir para o objectivo europeu de travar a perda de biodiversidade até No último trimestre de 2007 foi celebrado um protocolo entre a EDIA e o IGESPAR com o objectivo de acelerar os processos de salvaguarda dos vestígios arqueológicos que sejam encontrados durante as obras na área de influência da barragem de Alqueva. Na área da energia, merece ainda destaque em 2007, a entrada em exploração da Central Fotovoltaica de Alqueva, dotada de um sistema inovador em Portugal, e que teve o seu comissionamento no Verão de Com a forte aposta por parte da EDIA em Projectos de Energias Renováveis, está a empresa a contribuir para o cumprimento do objectivo de redução de emissões de CO 2. Também nesta área de actuação foi concluída a Central Mini - Hídrica do Pisão e procedeu-se ao lançamento dos Concursos para os equipamentos das Mini - Hídricas de Alvito, Odivelas e Serpa. Ao nível da construção de infra-estruturas destaca-se a conclusão, no ano de 2007, das seguintes empreitadas: Construção da Barragem do Pisão - Rede Secundária de Rega; Construção da Ligação Loureiro Monte Novo e do Túnel Loureiro - Alvito - Rede Primária de Rega; Construção dos Blocos de Rega 2 e 3 do Aproveitamento Hidroagrícola do Monte Novo - Rede Secundária de Rega., e sua entrada em exploração. Ainda neste contexto, durante o ano de 2007, destaca-se o início das seguintes empreitadas: Construção das Barragens de Serpa, Amoreira e Brinches - Rede Primária de Rega; Construção de Blocos de Rega pertencentes ao Aproveitamento Hidroagrícola Alvito - Pisão - Rede Secundária. 5

6 Evidencia-se também, em 2007, a preparação dos concursos para as Empreitadas de Construção das infra-estruturas necessárias para a distribuição de água até às Albufeiras do Enxoé e Roxo, Segregação de Águas do Alvito, e dos Aproveitamentos Hidroagrícolas da Orada - Amoreira, Brinches, Brinches - Enxoé e Pisão - Roxo. Relativamente ao funcionamento interno da empresa destaca-se, no ano de 2007, a aprovação do modelo de Sistema de Gestão de Desempenho da EDIA e o lançamento do Concurso Publico Internacional para o upgrade do SAP R/3 e implementação do Sistema de Gestão Documental. Finalmente, 2007 foi o ano da entrega à EDIA do Premio Internacional Puente de Alcântara, em cerimónia presidida pelo Presidente da República e pelos Príncipes das Astúrias. Este prémio destina-se a premiar as melhores obras públicas espanholas, portuguesas e ibero-americanas. Henrique Troncho 6

7 Apresentação da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva Criada através do Decreto-Lei n.º 32/95, de 11 de Fevereiro, a EDIA Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S.A., é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, que tem como objecto social a concepção, execução e exploração do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) e a promoção do desenvolvimento económico e social na sua área de intervenção, a que correspondem 19 concelhos do Alentejo. O Decreto-Lei n.º 335/01, de 24 de Dezembro, veio introduzir alterações que redefinem o âmbito de intervenção da EDIA, S.A., estipulando que a empresa é responsável pela concepção, execução, construção e exploração das infraestruturas que asseguram o desenvolvimento da actividade de captação, adução e distribuição, em alta, definidas como infra-estruturas primárias do EFMA. Neste sentido o Decreto-Lei n.º 42/2007, de 22 de Fevereiro, representou a consolidação da EDIA, S.A., enquanto entidade responsável pelo exercício da gestão, exploração, manutenção e conservação das infra-estruturas que integram o sistema primário do EFMA, facto ao qual ficou associado um novo ciclo na vida da empresa, com a entrada em exploração de algumas infra-estruturas. Esta legislação procedeu, em simultâneo, à adequação do enquadramento legal do EFMA ao quadro regulador decorrente da Lei da Água - Lei N.º 58/2005, de 29 de Dezembro. O Decreto-Lei n.º 313/2007, de 17 de Setembro, veio aprovar as bases do contrato de concessão entre a EDIA, S.A. e o Estado, clarificando quais os direitos, obrigações e atribuições conferidos à concessionária com vista à efectiva gestão e exploração do Empreendimento. A EDIA, S.A. surge, em simultâneo, como a titular única dos direitos de utilização privativa do domínio público hídrico afecto ao EFMA, para fins de rega e exploração hidroeléctrica. A presente legislação veio assim enquadrar a concessão dos direitos de exploração das centrais hidroeléctricas de Alqueva e de Pedrógão, no respeito pelos direitos adquiridos por terceiros ao abrigo da legislação anterior. É neste contexto que se enquadra a assinatura do contrato de Exploração das Centrais Hidroeléctricas de Alqueva e Pedrógão e de subconcessão do Domínio Público Hídrico, em Outubro de Ao abrigo do disposto no Decreto-Lei n.º 313/2007, de 17 de Setembro, que aprovou as bases da concessão outorgada por contrato entre o Estado e a EDIA, S.A. em 17 de Outubro de 2007, foram ainda atribuídos à EDIA, S.A., enquanto concessionária da gestão, exploração e utilização privativa do domínio público hídrico afecto ao EFMA, os poderes de administração do referido domínio público hídrico no âmbito da sua actividade, as competências para atribuição dos títulos respeitantes à captação de água para rega e para produção de energia eléctrica e ainda os poderes de fiscalização da sua utilização por terceiros, bem como a competência para a instauração, a instrução e o sancionamento dos processos de contra-ordenação nesse âmbito. Visão Missão - Consolidar a empresa no contexto regional e nacional - Conceber e potenciar o EFMA. Objectivos - Construir, gerir e explorar o conjunto infra-estrutural integrante do sistema primário do EFMA; - Potenciar o desenvolvimento económico e social sustentável na área de intervenção da empresa; 7

8 - Operar no sector do domínio público hídrico de captação, adução e distribuição de água em alta para rega e exploração hidroeléctrica; - Desenvolver uma estratégia empresarial que assegure a sustentabilidade da actividade da empresa. Participações - GestAlqueva 51% - LUSOFUEL 10% - COTR 8,59% - Águas do Centro Alentejo 5% - ADRAL 4,11% - EDAB 1,25% 8

9 Cronologia do Empreendimento Contrato de Exploração das Centrais Hidroeléctricas de Alqueva e Pedrógão 2007 Contrato de Concessão do Domínio Público Hídrico Prémio Internacional Puente de Alcântara Inauguração do Aproveitamento Hidroeléctrico de Pedrógão 2006 Entrada em funcionamento do Sistema Adutor Álamos Loureiro Abertura ao público do Parque de Natureza de Noudar 2005 Entrada em funcionamento do perímetro de rega da Luz 2004 Início do fornecimento de água para rega, pela Infra-estrutura Início da produção de energia eléctrica na Central de Alqueva, em período de ensaios 2002 Encerramento das comportas de Alqueva 2001 Alterações no âmbito de intervenção da EDIA 1998 Início das betonagens na Barragem de Alqueva 1995 Criação da EDIA, S.A 1993 Decidida a retoma dos trabalhos 1978 Interrupção das obras 1976 Início das obras preliminares 1957 Plano de Rega do Alentejo 9

10 Caracterização das Principais Infra-estruturas 10

11 Barragem de Alqueva Tipo abóbada de dupla curvatura em betão 96 metros de altura máxima 458 metros de coroamento Albufeira de Alqueva hm 3 de capacidade máxima hm 3 de capacidade útil km de margens 83 km de comprimento 250 km 2 de superfície Central Hidroeléctrica de Alqueva Tipo de Pé-de-Barragem 260 MW de potência instalada Barragem de Pedrógão Tipo gravidade, parte em betão convencional e parte em BCC (Betão Compactado por Cilindro) 43 metros de altura máxima 473 metros de coroamento Albufeira de Pedrógão 106 hm 3 de capacidade máxima 54 hm 3 de capacidade útil 118 km de margens 23 km de comprimento da albufeira 11 km 2 de superfície Central Hidroeléctrica de Pedrógão Tipo Pé-de-Barragem 10 MW de potência instalada 11

12 Estação Elevatória dos Álamos 6 grupos de bombagem 6,88 m 3 /s de caudal nominal de cada grupo 850 m de comprimento de conduta forçada 3,2 m de diâmetro 90 m de altura de bombagem Sistema Global de Rega 3 Subsistemas Alqueva, Ardila e Pedrógão 110 mil hectares 314 kkm de Redes Primárias 15 Barragens de Regularização km de Redes Secundárias 9 Estações Elevatórias Principais 56 Estações Elevatórias Secundárias Acessibilidades 43 km de estradas 2 km de pontes Outras Infra-estruturas 6 Centrais Mini - Hídricas 1 Central Fotovoltaica 12

13 Organograma Empresarial 13

14 Órgãos Sociais Mesa da Assembleia - Geral Presidente Professor Doutor Carlos Alberto Martins Portas Secretários Dr.ª Cristina Maria Torres Matela Dr.ª Ana Isabel Caeiro Paulino Conselho de Administração Presidente Dr. Henrique António de Oliveira Troncho Vogais Eng.º José Vicente Gonçalves dos Reis Dr. António Albino Pires de Andrade Eng.º Hemetério José Antunes Monteiro Fiscal Único Salgueiro, Castanheira & Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas Representada pelo Dr. Fernando da Silva Salgueiro 14

15 Enquadramento Enquadramento Regional A região Alentejo representa cerca de 34,3% do território nacional e inclui cinco sub regiões tipificadas: Alentejo Central, Alto Alentejo, Baixo Alentejo, Alentejo Litoral e Lezíria do Tejo. Dispõe de uma população residente de cerca de habitantes (de acordo com estimativas do INE para o ano de 2004) e ocupa uma área de ,9 km 2. Possui a densidade populacional mais baixa do país, com 24,35 habitantes por km 2. Das cinco sub regiões elencadas, o Baixo Alentejo constitui a área mais vasta, com cerca de km 2 de área, aproximadamente. Em termos regionais tem-se registado uma evolução da actividade económica, com o sector terciário a assumir uma importância crescente nesta zona, tendo atingido, em 2003, um Valor Acrescentado Bruto (VAB) regional na ordem dos 57%. Seguiu-se o sector secundário, com 27%, e o sector primário, com 16%. Assim e apesar de se ter assistido a um progressivo fortalecimento da indústria, no Baixo Alentejo cerca de 60% da população dedica-se ao sector terciário. O sector primário continua, no entanto, a constituir uma actividade de referência na região, detendo uma importância relativa superior à média nacional. Segundo dados de 2004 do INE, o VAB de actividades como a agricultura, silvicultura e pescas era apenas 3,7% do VAB nacional, em oposição aos 16,3% do Alentejo. Nos últimos anos a actividade agrícola tem vindo a registar mudanças visíveis nesta região como a diminuição do número de explorações agrícolas (decorrente de processos de concentração da propriedade) e a materialização de projectos com grande visibilidade e dimensão, caso do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva. A avaliação de alguns indicadores de competitividade da região revela, contudo, o seu posicionamento vulnerável face à média nacional: o PIB per capita em 2003 encontrava-se 11% abaixo da média nacional (situada nos 89 pontos). A nível nacional a região representava, em 2003, 6,5% do PIB português. No tecido empresarial, existe uma diferença notória face à realidade nacional, dado que o peso do sector primário corresponde a aproximadamente 21% do quantitativo de empresas, enquanto que a percentagem nacional se situa nos 6,4%. Primam as empresas de pequena dimensão, sendo que cerca de 87,7% dos estabelecimentos localizados na região tem menos de 10 trabalhadores, contra os 84,5% a nível nacional. A estrutura empresarial distribui-se, sensivelmente, nos seguintes termos: 31,0% no sector do comércio por grosso e retalho; 20,8% para a agricultura e pescas; 15,0% na construção civil e 11,2% no alojamento e restauração. É neste contexto que o EFMA como projecto estruturante em fase de implementação, com diversas infra-estruturas do sistema global já construídas e muitas outras em fase avançada de projecto, para além de decisivo em termos de reserva estratégica de água, possui uma importância incontornável na sua região de influência dado o impacto económico e social que encerra. Enquadramento Macroeconómico Nacional Num contexto internacional marcado por um maior nível de incerteza em termos de enquadramento económico e financeiro, com a alteração da percepção de risco dos investidores a nível internacional, em 2007 o Produto Interno Bruto (PIB) nacional terá crescido cerca de 1,9 por cento, em oposição aos 1,2 por cento registados em Este facto 15

16 traduz a consolidação da tendência de recuperação da actividade económica verificada desde No que respeita ao défice orçamental em percentagem do PIB e tendo em consideração a estratégia de consolidação das contas públicas, aponta-se em 2007 para um valor abaixo de 3% do PIB. A taxa de inflação diminuiu para os 2,4 por cento, revelando um decréscimo em relação ao valor de 3,0 por cento verificado em Esta situação, associada à evolução da componente energética, reflectiu a evolução do preço do petróleo em euros, em termos médios anuais. Em 2007 o aumento do preço do petróleo foi de alguma forma compensado pela manutenção do valor unitário do Imposto sobre Produtos Petrolíferos e pelo crescimento moderado no preço da electricidade. Estima-se que o emprego tenha crescido 0,2 por cento, o que reflecte a recuperação da actividade económica num contexto de baixo crescimento do emprego. Por outro lado, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) reviu em alta a previsão da taxa de desemprego, apontando para um valor próximo dos 7,9 por cento em Em termos de procura, o ritmo de crescimento verificado ao longo do ano não denotou uma variação sensível, tendo o consumo privado registado uma taxa de crescimento idêntica à de 2006, ou seja, 1,2 por cento. Esta desaceleração terá contribuído para a inversão da tendência descendente da taxa de poupança das famílias observada nos últimos anos. Por outro lado, o crescimento moderado verificado ficará a dever-se a factores como o aumento das taxas de juro, ao agravamento da carga fiscal (nomeadamente através de impostos indirectos) e à debilitada condição do mercado de trabalho (aumento da taxa de desemprego e insuficiente criação líquida de trabalho). Ao longo do ano continuou a tendência de recuperação gradual da actividade económica portuguesa e a consubstanciação do processo de consolidação orçamental. Esta conjuntura foi sustentada pela evolução favorável do investimento empresarial e pelo crescimento expressivo das exportações de bens e serviços, o que se contribuiu para o ajustamento dos desequilíbrios das contas externas. Portugal: Previsões de Outono/2007 da Comissão Europeia PIB (%) 0,5 1,3 1,8 2,0 2,1 Taxa de inflação (%) 2,1 3,0 2,4 2,4 2,3 Taxa de desemprego (%) 7,6 7,7 8,0 8,0 7,7 Défice Orçamental (% do PIB) Enquadramento Macroeconómico Internacional 6,1 3,9 3,0 2,6 2,4 O ano de 2007 registou um crescimento económico favorável mas com uma maior partição da expansão verificada pelas principais economias mundiais. Apesar do enquadramento macroeconómico internacional ser globalmente positi- 16

17 vo verificou-se ao longo do ano uma tendência de desaceleração económica, consequência de uma situação internacional caracterizada pelo aumento dos preços dos bens energéticos e alimentares e pela escalada do grau de aversão ao risco, decorrente da instabilidade verificada nos mercados financeiros foi um ano em que os mercados internacionais se traduziram em incertezas acrescidas sobre a sua evolução. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), em 2007 a manutenção de um ritmo de crescimento elevado nas economias emergentes teve um contributo significativo para o crescimento económico global. Por outro lado, o ritmo de crescimento nas economias desenvolvidas abrandou, tendo-se situado nos 2,5%, ao passo que nas restantes se situou próximo dos 8%. Quanto aos Estados Unidos, o crescimento global estimado rondou os 2,2%, facto que contribuiu para a desaceleração da economia mundial. A expectativa de crescimento para o 4.º Trimestre de 2007 nos EUA não ultrapassou os 1%, numa dinâmica de abrandamento assinalável comparativamente com o 3.º Trimestre desse período, que verificou um crescimento de 4,9%. O preço spot médio do barril de petróleo Brent continuou a subir tendo atingido, no final de 2007 os 100 doláres dos EUA. Os indicadores económicos disponíveis para a Zona Euro indicam, contudo, um abrandamento da actividade económica no 4.º Trimestre de 2007, com uma deterioração dos indicadores de confiança dos agentes económicos devida, em parte, às perturbações observadas nos mercados financeiros. Ainda assim a actividade económica continuou forte, nomeadamente ao nível da produção industrial e exportações. 17

18 Actividades Desenvolvidas Contrato de Concessão No seguimento do quadro regulador existente desde 1995, o Decreto-Lei n.º 42/2007, de 22 de Fevereiro, relativo à utilização dos recursos hídricos para captação de água destinada à rega e à produção de energia eléctrica no sistema primário do EFMA, veio consolidar a EDIA, enquanto entidade à qual está legalmente atribuído o exercício da gestão, exploração, manutenção e conservação das infraestruturas que integram o sistema primário do EFMA. Por outro lado, à exploração do EFMA sempre esteve associado o reconhecimento da EDIA como concessionária da utilização do domínio público hídrico afecto ao Empreendimento, para fins de rega e exploração hidroeléctrica. Nesse sentido, o Decreto-Lei n.º 313/2007, de 17 de Setembro, veio aprovar as bases do contrato de concessão a celebrar entre a EDIA e o Estado concedente. Assim, e na sequência da assinatura do contrato de concessão com o Ministério do Ambiente, do Ordenamento, do Território e do Desenvolvimento Regional, a 17 de Outubro de 2007, relativo à utilização dos recursos hídricos para captação de água destinada à rega e à produção de energia eléctrica no sistema primário do EFMA, foi conferida à EDIA a gestão e exploração do EFMA, bem como a utilização do domínio público hídrico afecto ao Empreendimento. 18

19 O quadro da concessão estabelecido, enformado pela regulamentação constante da Lei da Água, Lei n.º 58/2005, de 29 de Dezembro, e demais legislação complementar, veio clarificar o elenco de direitos e obrigações que dão corpo ao estatuto da entidade concessionária, conferindo ainda as prerrogativas de autoridade consideradas indispensáveis à gestão efectiva de um empreendimento de fins múltiplos. Com efeito, com base na regulamentação constante do recente pacote legislativo dos recursos hídricos, a EDIA surge simultaneamente como entidade concessionária da gestão e exploração do Empreendimento e como titular, em regime de exclusivo, dos direitos de utilização privativa do domínio público hídrico afecto ao EFMA para fins de rega e exploração hidroeléctrica. O contrato de concessão concretizou assim as condições a que obedecerá a relação concedente - concessionária, precisando o conteúdo da missão associada à exploração do Empreendimento e definindo as regras para o exercício dos referidos direitos de utilização privativa do domínio púbico hídrico. Este instrumento, enformado pelos princípios de gestão da Água consagrados na Lei n.º 58/2005, criou condições para o estabelecimento de uma parceria de responsabilidade com as demais entidades da administração pública do sector, abriu espaço à articulação com a Administração da Região Hidrográfica competente, visando uma gestão eficiente dos recursos hídricos abrangidos, de acordo com os mais exigentes parâmetros de sustentabilidade. 19

20 Infra-estruturas em Exploração Barragens de Alqueva e Pedrógão e Estação Elevatória dos Álamos Nos primeiros meses de 2007 o nível da albufeira de Alqueva atingiu a cota máxima desde o início do seu enchimento (150,17 m), a que corresponde um volume armazenado de cerca de 90 % da sua capacidade total. Os consumos verificados ao longo do ano, essencialmente devidos à exploração da Central de Alqueva, mas também à adução de caudais, através da Estação Elevatória dos Álamos e barragens e reservatórios integrantes da Ligação Álamos Monte Novo, conduziram a uma descida progressiva do nível da albufeira que, em finais de Dezembro, registava uma cota de 147,42 m. A exploração das Centrais de Alqueva e Pedrógão conduziu e conduzirá permanentemente a uma variação frequente do nível da albufeira de Pedrógão entre o seu nível de pleno armazenamento, à cota (84,80), e o seu nível mínimo de exploração, situado à cota (79,00), em torno de uma cota média de 83 m. Ao longo de todo o ano de 2007 prosseguiram as campanhas de leitura da aparelhagem de observação instaladas nas barragens, concluindo-se, da sua interpretação, a comprovação do bom comportamento evidenciado pelas estruturas. Decorrente do Plano de Emergência Interno da Barragem de Alqueva foram adjudicados e desenvolveu-se uma boa parte dos trabalhos relativos ao Fornecimento e Montagem do Sistema Telemático de Aviso e Alerta da Barragem de Alqueva. Refira-se ainda a conclusão dos estudos de integração paisagística e beneficiação da área envolvente Alqueva e da aldeia da Luz. Centrais de Alqueva e Pedrógão Na Central de Alqueva e até final do 1.º Semestre de 2007, a exploração foi efectuada ao abrigo do Contrato Bilateral Físico (CBF) celebrado entre a EDIA e a REN tendo sido realizada, durante esse período, uma produção total de cerca de 90,5 GWh. Referencie-se ainda a adjudicação e acompanhamento, no início do ano, da prestação de serviços para a elaboração do estudo de viabilidade técnico económica do Reforço de Potência de Alqueva. Teve ainda lugar a realização de consultorias financeiras no âmbito do procedimento para a selecção do Parceiro Estratégico para Exploração das Centrais de Alqueva e Pedrógão. Procedeu-se, por outro lado, à inscrição da EDIA, como agente externo, no Operador do Mercado Ibérico de Energia (OMEL). Assim e com a extinção dos Contratos de Aquisição de Energia (CAE) e a entrada em funcionamento do Mercado Ibérico de Energia Eléctrica (MIBEL), a EDIA constitui-se como agente do mercado, o que se efectivou em 5 de Agosto. Desde então e até à data de assinatura do contrato de concessão da exploração das Centrais de Alqueva e Pedrógão, a Central de Alqueva registou uma produção média mensal da ordem dos 20 GWh. O regime de exploração da Central de Pedrógão, com funcionamento quase contínuo a potências próximas da nominal, 20

21 visou a maximização da sua remuneração, tendo-se registado uma produção média mensal de cerca de 4,6 GWh. Com a abertura do MIBEL e face às novas orientações estratégicas definidas para o sector da energia, estabeleceram-se perspectivas diferenciadas com vista à exploração da componente de produção de energia do EFMA. A liberalização dos mercados promove, por outro lado, a optimização das potencialidades de um sistema como é o sistema electroprodutor de Alqueva Pedrógão, facto que implica, naturalmente, o envolvimento da EDIA na exploração da componente de produção de energia como elemento activo. Neste contexto, o Decreto-Lei n.º 313/2007, de 17 de Setembro, enquadrou a concessão dos direitos de exploração das centrais hidroeléctricas de Alqueva e de Pedrógão, no respeito pelos direitos adquiridos por terceiros ao abrigo de legislação anterior. Neste sentido, a 24 de Outubro, foi celebrado um contrato entre a EDIA e a EDP Gestão da Produção de Energia, S.A. que atribui à EDP Produção a exploração, durante 35 anos, das Centrais Hidroeléctricas de Alqueva (260 MW), em regime de mercado, e de Pedrógão (10MW), em regime especial, bem como os direitos de utilização privativa do respectivo domínio hídrico. Este contrato veio potenciar a valia eléctrica do sistema Alqueva Pedrógão. Redes Primária e Secundária O nível de armazenamento na Albufeira dos Álamos manteve-se estabilizado a uma cota próxima do nível de pleno armazenamento, situado à cota 227,50 m, tendo-se registado, entretanto, uma ligeira descida como resultado da adução de água à albufeira do Loureiro. A albufeira da Barragem do Loureiro permaneceu em situação de primeiro enchimento, uma vez que foi decidido prosseguir o seu enchimento apenas com recurso às afluências próprias tendo sido alimentada, durante o Verão, a partir da albufeira dos Álamos, com os caudais requeridos pelos Reservatórios R2 e R3 do Perímetro de Rega do Monte - Novo. No Reservatório R4, após ter sido atingido o seu nível de pleno armazenamento, registou-se uma ligeira descida desse nível em resultado dos consumos verificados com a realização dos ensaios de funcionamento da Estação Elevatória e da Conduta de Adução à Albufeira de Monte Novo. 21

22 Foram concluídas as obras de construção do Canal Loureiro Monte Novo e Adução à Albufeira de Monte Novo, tendo ficado asseguradas as condições de operacionalidade que permitem efectuar a transferência de água para Monte - Novo, em caso de necessidade expressa pela entidade exploradora daquela albufeira. Na última campanha de rega de Março de 2007 entraram ainda em funcionamento, em período experimental, os Blocos 2 e 3 do Aproveitamento Hidroagrícola do Monte Novo. Central Fotovoltaica de Alqueva No início de 2007 deu-se início à exploração da Central Fotovoltaica de Alqueva, tendo-se registado desde então uma produção média mensal de cerca de 6,7 MWh. Ao longo do ano foram tomadas algumas medidas correctivas no sentido de optimizar o seu funcionamento e rendimento, com a finalidade de proceder à recepção provisória da sua instalação. Após a realização das actividades de comissionamento e os ensaios finais de entrada em serviço foi registada formalmente a entrada em serviço experimental tendo sido assinado o auto de recepção provisória da central, com data de 9 de Outubro de Albufeiras de Alqueva e Pedrógão - Gestão e Exploração dos Recursos Naturais Neste âmbito e em relação à Gestão da Água Estado das Massas de Água e Gestão de Albufeiras, foi efectuado o acompanhamento do cumprimento das conclusões operacionais definidas no Estudo das Condições Ambientais no Estuário do Rio Guadiana e Zonas Adjacentes - Conclusões Operacionais (Fevereiro de 2005), designadamente no que 22

23 respeita aos caudais ambientais. Realizou-se ainda uma obra de contenção de água na ribeira das Valadas, com o objectivo de reduzir a carga poluente que chega à albufeira do Enxoé. Quanto à sinalização da albufeira de Alqueva foram realizados trabalhos de adaptação da sinalização já existente, promoveu-se a reparação dos placares de sinalização existentes na margem e concluiu-se a sinalização dos eixos de navegação, prolongada até Juromenha, bem como a produção de cartografia de apoio à navegação. Finalizou-se, em simultâneo, a sinalização da albufeira de Pedrógão, de acordo com as definições estabelecidas pelo Plano de Ordenamento da Albufeira de Alqueva e Pedrógão (POAAP). Esta sinalização é composta por bóias de sinalização e placares informativos na margem e nos principais acessos e placares de indicação de margens instáveis. Em termos de gestão da faixa interníveis das albufeiras integradas no EFMA, foi apresentado no início do ano o relatório final do Plano de Gestão e Manutenção da envolvente da albufeira de Alqueva. Realizaram-se, no final do ano, trabalhos de remoção de árvores secas junto à margem da albufeira de Alqueva. Visa-se assim obviar a degradação da qualidade da água, melhorar as condições de segurança para os utilizadores e minimizar a existência de pragas e doenças no restante coberto vegetal vivo existente. Realizou-se, por outro lado, a terceira etapa de beneficiação do coberto vegetal na envolvente da albufeira de Pedrógão, numa área de cerca de 95 ha, junto à confluência do rio Ardila com o rio Guadiana e numa zona de aluvião na margem direita do rio Ardila. Decorreram ainda trabalhos de manutenção primaveril e rega. 23

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