Câmara Municipal Reunião ordinária de 22 de janeiro de 2014

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1 Câmara Municipal Reunião ordinária de 22 de janeiro de 2014 Presenças Presidente Vereadores Tomé Alexandre Martins Pires Noel Ricardo Estevens Farinho Carlos Alberto Bule Martins Alves Daniel Abraços Veiga Maria Isabel da Palma Estevens Miguel Graça Valadas Paula Jesus Godinho Pais Soares Hora de abertura: 14H30 Faltas justificadas, nos termos do art.º 39.º a) da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro: 1

2 ATA n.º 2/ REUNIÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SERPA REALIZADA NO DIA 22 DE JANEIRO DE 2014 Na Sala de Reuniões do Edifício da Câmara Municipal, reuniu ordinariamente o Órgão Executivo, aos vinte e dois dias do mês de janeiro do ano de dois mil e catorze, pelas catorze horas e trinta minutos, convocados nos termos do n.º 3 do artigo 40.º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro Aprovação da Ata n.º 1/2014 De acordo com o estipulado no n.º 4 do artigo 57º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, colocouse à consideração a ata n.º 1, relativa à reunião realizada no dia 8 de janeiro, a qual foi previamente distribuída por todos os eleitos. A ata foi aprovada, por unanimidade Da Ordem do Dia, documentos distribuídos a todos os membros nos termos do artigo 35.º n.º 1 alínea o) e art.º 53º da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro e n.º 5 do art.º 6 do Regimento, constam os seguintes assuntos: Pedidos de isenção de pagamento de taxas 2. Licenças de recinto improvisado 3. Preço de venda de parcela de terreno a integrar no domínio privado do Município Zona Industrial de Serpa, lote Preço de venda de parcela de terreno a integrar no domínio privado do Município Rua da Revolução, em Vale de Vargo 5. Extinção de protocolo de delegação de competências, respeitante aos transportes escolares 6. Listagem de aquisição de serviços referentes à emissão de parecer genérico 4.º trimestre de Zona de Atividades Económicas de Vila Nova de S.Bento Reversão do lote Pedido de parecer prévio para aquisição de serviços 9. Concurso público internacional n.º 81/2013 Aquisição de gasóleo (Adjudicação) 10. Auxilio económico a aluno do 1.º ciclo do ensino básico 5.ª fase 11. Associação Os Filhos de Lumière Pedido de apoio para o projeto Cinema, Cem Anos de Juventude 12. Operação de loteamento urbano Prédio rústico denominado Ferragiais e Moinho de Vento, em Serpa 13. Resumo Diário da Tesouraria 2

3 ORDEM DO DIA 1. PEDIDOS DE ISENÇÃO DE PAGAMENTO DE TAXAS 1.1.Casa do Povo de Serpa De acordo com o solicitado pela Casa do Povo de Serpa, nos termos do n.º 2 do artigo 8º e art.º 11.º do Regulamento de Taxas e Outras Receitas Municipais, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, isentar aquela entidade do pagamento da taxa de ruido respeitante ao baile a realizar no dia 25 de janeiro Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa De acordo com o solicitado pelo Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa, nos termos do n.º 2 do artigo 8º e art.º 11.º do Regulamento de Taxas e Outras Receitas Municipais, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, isentar aquele Agrupamento da taxa de licença especial de ruido e de recinto improvisado para os dias 1 de fevereiro e 8 de março do corrente ano LICENÇAS DE RECINTO IMPROVISADO 2.1. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa Em cumprimento do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 268/2009, de 29 de setembro, e de acordo com a informação dos respetivos serviços, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, autorizar a emissão de licença de recinto improvisado, solicitada pelo Agrupamento de Escolas n.º 1 de Serpa, para a realização de um baile, na Sociedade Recreativa de Vales Mortos, no dia 1 de fevereiro do corrente ano Clube Atlético Aldenovense O Clube Atlético Aldenovense, através de Pretensão datada de 2 de janeiro do corrente ano, solicita a emissão de licença de recinto improvisado para a instalação de um espaço na sede do clube, para música ao vivo, no dia 4 de janeiro. De acordo com o artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 268/2009, de 29 de setembro, o licenciamento relativo à instalação dos recintos itinerantes e improvisados compete à Câmara Municipal territorialmente competente. Considerando, porém, a exiguidade do prazo para apreciação e decisão do pedido, pelo facto do processo ter dado entrada e o evento se realizar no período que decorre entre as datas para a realização da reunião do Órgão Executivo, o Sr. Vice-presidente proferiu despacho favorável, em 3 do corrente mês de janeiro. Deliberação Face ao exposto, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do artigo 35.º n.º 3 da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, ratificar o despacho do Vice-presidente da Câmara, datado de 3 de janeiro, respeitante ao deferimento da licença de recinto improvisado para a instalação de um espaço na sede do Clube Atlético Aldenovense, para música ao vivo, no dia 4 de janeiro. 3

4 3. PREÇO DE VENDA DE PARCELA DE TERRENO A INTEGRAR NO DOMÍNIO PRIVADO DO MUNICÍPIO ZONA INDUSTRIAL DE SERPA, LOTE 23. De acordo com deliberação proferida em reunião de câmara, realizada em 30/10/2013, e sessão de assembleia municipal realizada em 23/12/2013 vai ser desafetada a parcela de terreno do domínio público, com a área de 900 m2, que confronta a Norte com o lote 23 da Zona Industrial de Serpa, a Nascente com a via pública, a Sul e Poente com terreno municipal, e integrada no domínio privado para posterior venda à requerente, proprietária do lote 23 - Herdeiros de Manuel Fernando Pais Clérigo. Através de informação datada de 8 do corrente mês de janeiro, a Divisão de Atendimento e Suporte Administrativo refere que deverá fixar-se o valor de venda da identificada parcela, pelo que propõe que o preço seja determinado do seguinte modo: -poderá considerar-se o preço dos lotes de terreno que foram colocados à venda na Zona Industrial - 0,30 o m2, o que se traduz em 270,00 ; -poderá ter-se em conta na formação do preço os custos dos seguintes procedimentos respeitantes à integração no domínio privado: a participação para inscrição na matriz no Serviço de Finanças e o registo na Conservatória Predial, têm o custo estimado de 250,00. Assim, poderá considerar-se apenas o primeiro valor ou a soma dos 2 valores mencionados. Deliberação Face ao exposto e de acordo com o disposto no artº 33 nº1 g) da Lei nº75/2013,de 12 de setembro, foi deliberado, por unanimidade, vender pelo valor de 520,00 (quinhentos e vinte euros), a parcela de terreno com a área de 900 met2 da Zona Industrial de Serpa, aos Herdeiros de Manuel Clérigo PREÇO DE VENDA DE PARCELA DE TERRENO A INTEGRAR NO DOMÍNIO PRIVADO DO MUNICÍPIO RUA DA REVOLUÇÃO, EM VALE DE VARGO De acordo com deliberação proferida em reunião de câmara, realizada em 11/12/2013, e sessão de assembleia municipal realizada em 23 do mesmo mês, vai ser desafetada a parcela de terreno do domínio público, com a área de 20 m2, que confronta a Norte e Nascente com o prédio urbano artigo 712, a Sul com a Rua da Revolução e a Poente com o Prédio Urbano, artigo 354, em Vale de Vargo, habitação de Ana Maria Machado Godinho Camilo, e integrada no domínio privado para posterior venda à requerente. Através de informação datada de 8 do corrente mês de janeiro, a Divisão de Atendimento e Suporte Administrativo refere que, deverá fixar-se o valor de venda da identificada parcela, pelo que propõe que o preço seja determinado do seguinte modo: - poderá considerar-se o preço dos lotes de terreno que foram colocados à venda por Edital de 12/08/2013, na freguesia de Vila Nova de S. Bento, cujo preço por metro quadrado se traduz em 38,83 (m2/38,83 ); -poderá ter-se em conta na formação do preço os custos dos seguintes procedimentos respeitantes à integração no domínio privado: a participação para inscrição na matriz no Serviço de Finanças e o registo na Conservatória do Registo Predial, que têm o custo estimado de 250,00. 4

5 Assim, de acordo com o exposto, propõe-se que o valor da venda da parcela seja de 1.026,60 (38,83 x20m2)+250,00 = 1.026,60. Refere ainda que a requerente deve ser informada do preço de venda e manifestar a sua aceitação, dado que o registo só terá utilidade se a interessada adquirir a mencionada parcela de terreno. Deliberação Face ao exposto e de acordo com o artigo 33.º nº 1 g) da Lei nº 75/2013, de 12 de setembro, foi deliberado, por unanimidade, vender pelo valor de 1.026,60 (mil e vinte e seis euros e sessenta cêntimos), a parcela de terreno acima identificada, sita na Rua da Revolução, em Vale de Vargo, com a área de 20 met2, à requerente Ana Maria Machado Godinho Camilo EXTINÇÃO DE PROTOCOLO DE DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS, RESPEITANTE AOS TRANSPORTES ESCOLARES Em cumprimento da deliberação proferida em reunião da Câmara realizada no dia 4 de setembro de 2013 e deliberação da Junta de Freguesia de Santa Maria de 2013/09/18 e Assembleia de Freguesia de 2013/09/24, respeitantes à aprovação e aceitação da alteração do Protocolo de Delegação de Competências para a realização de Transportes Escolares para o ano letivo de 2013/2014 (circuitos VI e IX), foi assinado no dia 8 de outubro, a 2ª Adenda àquele protocolo, o qual tinha sido celebrado em 14 de maio de Através de ofício datado de 6 de novembro de 2013, a União das Freguesias de Serpa (Salvador e Santa Maria), informou que se comprometia a assegurar o transporte escolar até 31 de dezembro de 2013 e manifestava a intenção de, findo aquele prazo, rescindir o referido protocolo. O assunto foi analisado na reunião da Câmara Municipal realizada no dia 11 de dezembro do ano transato, tendo sido deliberado, por unanimidade, aceitar o pedido de rescisão do protocolo relativo aos transportes escolares, apresentado pela União das Freguesias de Serpa (Salvador e Santa Maria). Sobre o assunto, o Gabinete de Assessoria jurídica emitiu, em 8 do corrente mês de janeiro, a seguinte informação, que se transcreve: «Apreciada a questão colocada, cumpre informar: - De harmonia com o artigo 25.º, n.º 1, alínea k), da Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, compete à assembleia municipal, sob proposta da câmara municipal, autorizar a celebração de contratos de delegação de competências entre a câmara municipal e o Estado e entre a câmara municipal e a entidade intermunicipal e autorizar a celebração e denúncia de contratos de delegação de competências e de acordos de execução entre a câmara municipal e as juntas de freguesia. - De acordo com o artigo 9º, n.º 1, alínea g), do mesmo diploma, compete à assembleia de freguesia, sob proposta da junta de freguesia, autorizar a celebração de contratos de delegação de competências e de acordos de execução entre a junta de freguesia e a câmara municipal, bem como a respetiva resolução e, no caso dos contratos de delegação de competências, a sua revogação. 5

6 - Ora, resulta expressamente do exposto que a revogação (forma de extinção do contrato por mutuo consenso) dos contratos de delegação de competências, ao nível da freguesia, compete à respetiva assembleia, sob proposta da junta. - Dos elementos contantes do processo, não é possível aferir se tal procedimento foi adotado, sendo de todo o interesse (conforme se ira expor adiante) proceder à sua verificação. - No que respeita o Município, verifica-se que a legislação não é tão clara. - De fato refere o citado artigo 25º, que é da competência da Assembleia Municipal, sob proposta da Câmara Municipal, autorizar a denúncia de contratos de delegação de competências entre a câmara municipal e as juntas de freguesia. - Como resulta do dispositivo legal citado, apenas é expressamente mencionada a competência para autorizar a denúncia de contratos de delegação de competências, nada referindo quanto à competência para proceder à revogação dos mesmos contratos. - Não obstante, considera-se que, no âmbito do município, tal competência assiste igualmente à assembleia municipal. - Desde logo por força dos princípios de interpretação da lei, constantes do artigo 9º, do Código Civil, que mandam reconstituir a partir dos textos o pensamento legislativo, tendo sobretudo em conta a unidade do sistema jurídico. - Ora, se a nível da freguesia tal competência é expressamente conferida ao órgão deliberativo, faz todo o sentido que se mimetize o procedimento ao nível do município. - Mas também em homenagem ao principio a maiori ad minus (a lei que proíbe o menos também proíbe o mais). De fato, se a denúncia de um contrato de delegação de competências depende de autorização da assembleia municipal, por maioria de razão, também a sua revogação deverá depender. - Na realidade, sendo a revogação uma forma de extinção dos contratos exclusivamente assente e dependente da vontade das partes, consiste num ato de enorme discricionariedade, consistindo a denúncia num ato significativamente mais vinculado. - Em resultado do exposto, proibindo a lei a revogação de um contrato de delegação de competências pela Câmara Municipal (estando dependente de autorização da Assembleia Municipal), também a denúncia de igual contrato estará vedada à Câmara Municipal sem prévia autorização da respetiva Assembleia. Por ultimo, - A falta de adoção do procedimento exposto fere os atos praticados de nulidade, de acordo com o artigo 133º, n.º 2, alínea a), do Código do Procedimento Administrativo, por usurpação de poder. - De harmonia com o artigo 134º, do mesmo diploma, o ato nulo: - Não produz quaisquer efeitos jurídicos, independentemente da declaração de nulidade; - A nulidade é invocável a todo o tempo por qualquer interessado e pode ser declarada, também a todo o tempo, por qualquer órgão administrativo ou por qualquer tribunal. Para os devidos efeitos, Rui Costa (Gabinete de Assessoria Jurídica)» De acordo com informação telefónica prestada pela União das Freguesias de Serpa (Salvador e Santa Maria), o assunto foi objeto de deliberação na reunião da Junta de Freguesia realizada no dia 23 de outubro de 2013 e na sessão da Assembleia de freguesia, realizada no dia 20 de dezembro. 6

7 Deliberação Face ao exposto, de acordo com o artigo 25.º n.º 1 alínea k) da Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, submeter à autorização da Assembleia Municipal a denúncia do contrato de delegação de competências, no âmbito dos transportes escolares, apresentado pela União das Freguesias de Serpa (Salvador e Santa Maria) LISTAGEM DE AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS REFERENTES À EMISSÃO DE PARECER GENÉRICO 4.º TRIMESTRE DE 2013 Na sequência da deliberação proferida pela Câmara Municipal, na reunião realizada no dia 20 de fevereiro de 2013, a Subunidade de Aprovisionamento, remete ao Órgão Executivo, a listagem de aquisição de serviços efetuados no 4.º trimestre de 2013 e informa que todos os procedimentos constantes da referida listagem, estão de acordo com o disposto no art.º 3.º, n.º 2 da Portaria n.º 16/2013, de 17 de janeiro. A Câmara Municipal tomou conhecimento da listagem de aquisição de serviços, respeitante ao 4.º trimestre do corrente ano, relativamente aos quais tinha emitido parecer genérico favorável, a qual consta de pasta anexa à presente ata, dela fazendo parte integrante ZONA DE ATIVIDADES ECONÓMICAS DE VILA NOVA DE S.BENTO REVERSÃO DO LOTE 11 O GADES Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento Económico e Social, em 7 do corrente mês de janeiro, informa que o lote 11 da ZAE - Zona de Atividades Económicas de Vila Nova de S.Bento, foi atribuído, por deliberação de Câmara de 06/10/2010, ao Sr. Reinaldo José Dionísio do Rosário, tendo a escritura sido celebrada a 04/02/2011. O Sr. Reinaldo apresentou um projeto de licenciamento, que foi aprovado e que aguardou, desde 28/06/2011, o pedido de alvará de licença de obra. Como o alvará não foi levantado, declarou-se, em 12/11/2012, a caducidade do processo de licenciamento. Em virtude desta situação se apresentar como um incumprimento face ao disposto no artigo 501.º do Código de Regulamento e Posturas do Município de Serpa, o que pode determinar, de acordo com o artigo 505.º deste Código, a imediata reversão do lote à titularidade da Câmara Municipal, convocou-se o Sr. Reinaldo para uma reunião, para se discutir o futuro a dar ao lote. O Sr. Reinaldo evocou algumas dificuldades financeiras decorrentes da conjuntura atual, das especificidades do próprio lote e do fato de ter adquirido um armazém na ZAE de V.N.S. Bento, o que comporta mais encargos financeiros, como motivos para não avançar, de momento, com a construção do lote 11. O Sr. Reinaldo continua a manifestar interesse neste investimento, mas refere que dificilmente o poderá fazer nos próximos 2 anos, pelo que acordámos, tendo em consideração a ampliação da ZAE de V.N.S.Bento, que iriamos avançar, de imediato, com o processo de reversão e mais tarde, quando 7

8 o empresário tiver condições para voltar a investir, irá contactar-nos no sentido de atribuição de um novo lote, sendo que o lote agora disponibilizado poderá servir outra empresa, com um investimento e retornos para a empresa e município no curto prazo Deliberação A Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, de acordo com os fundamentos atrás expostos, que o lote n.º 11 da Zona de Atividades Económicas de Vila Nova de S.Bento, reverte à titularidade do Município, com perda de todas e quaisquer benfeitorias nele realizadas e de 30% do respetivo valor PEDIDO DE PARECER PRÉVIO PARA AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS Procedeu-se à análise da seguinte informação da Subunidade de Aprovisionamento, datada de 17 de janeiro: «Considerando: Que a celebração de contratos de aquisição de serviços carece de parecer prévio vinculativo do órgão executivo, independentemente da natureza da contraparte, de acordo com os n.ºs 4 e 11 do art.º 73.º da Lei 83-C/2013, de 31 de dezembro, que aprovou o Orçamento de Estado para 2014; Com as devidas adaptações, a Portaria n.º 16/2013, de 17 de janeiro, que veio regulamentar os termos e a tramitação do parecer prévio vinculativo acima referido; Que nos termos do n.º 2 do artigo 3.º da referida portaria, são os seguintes os elementos necessários para a instrução do pedido de parecer prévio vinculativo: 1. a) O presente procedimento - Aquisição de Serviços para Ensino do Cante Alentejano nas Escolas reverte a forma de prestação de serviços. Trata-se de um trabalho não subordinado, o qual é prestado com autonomia e não se encontra sujeito à disciplina e à direção do município, nem impõe o cumprimento de horário de trabalho, sendo inconveniente o recurso à modalidade de relação jurídica de emprego público constituída ou a constituir. Foi feita a verificação de inexistência de pessoal em situação de mobilidade especial apto para o desempenho das funções subjacentes à contratação em causa, pela chefe de divisão, Dr.ª Norine de Brito, conforme atesta o anexo A b) A verba está contemplada no Orçamento Municipal para o ano de 2014, classificada e cabimentada da seguinte forma, conforme anexo B: - Orgânica 02 Câmara Municipal; - Económica Outros Serviços c) De acordo com o anterior exposto, torna-se necessário proceder à contratação do serviço supra identificado, cujo valor base do procedimento está estimado em (dezasseis mil e cem euros), a acrescer o IVA à taxa legal em vigor, podendo assim ser adotado a modalidade de Ajuste Direto ao abrigo do disposto na al. a) do n.º 1 do art.º 16, no art.º 18.º e na al. e) do n.º 1 do art.º 24.º, todos do Código dos Contratos Públicos (adiante designado por CCP), para o qual é convidada, de acordo com o estabelecido no n.º 1 do art.º 113 e n.º 1 do art.º 114 do CCP a seguinte empresa: 8

9 Pedro Mestre Viola Campaniça Produções Culturas Rua Zeca Afonso Aldeia de Sete, n.º Santa Bárbara de Padrões e) Quanto à informação sobre a contraparte não se conhece qualquer grau de parentesco ou pessoa com quem vive em economia comum, com atuais colaboradores ou ex-colaboradores do Município. f) De acordo com o previsto na al. e) do n.º 2 do art.º 3.º da Portaria 16/2013 de 17 de janeiro, e artigo 73.º, n.º 2 da Lei 83-C/2013 de 31 de dezembro, a redução será feita pelo valor total da prestação do serviço: ,45 *12%= a) Aquisição de Serviços para Impressão do Jornal Serpa Informação reverte a forma de prestação de serviços. Trata-se de um trabalho não subordinado, o qual é prestado com autonomia e não se encontra sujeito à disciplina e à direção do município, nem impõe o cumprimento de horário de trabalho, sendo inconveniente o recurso à modalidade de relação jurídica de emprego público constituída ou a constituir. Foi feita a verificação de inexistência de pessoal em situação de mobilidade especial apto para o desempenho das funções subjacentes à contratação em causa, pela chefe de divisão, Dr.ª Norine de Brito, conforme atesta o anexo C b) A verba está contemplada no Orçamento Municipal para o ano de 2014, classificada e cabimentada da seguinte forma, conforme anexo D: - Orgânica 02 Câmara Municipal; - Económica Outros Trabalhos Especializados c) De acordo com o anterior exposto, torna-se necessário proceder à contratação do serviço supra identificado, cujo valor base do procedimento está estimado em ,16 (catorze mil seiscentos e trinta e seis euros e dezasseis cêntimos), a acrescer o IVA à taxa legal em vigor, podendo assim ser adotado a modalidade de Ajuste Direto ao abrigo do disposto na al. a) do n.º 1 do art.º 16, no art.º 18.º e na al. a) do n.º 1 do art.º 20.º, todos do Código dos Contratos Públicos (adiante designado por CCP), para o qual é convidada, de acordo com o estabelecido no n.º 1 do art.º 113 e n.º 1 do art.º 114 do CCP as seguintes empresas: Palma Artes Gráficas Parque Industrial Covão da Carvalha Apartado Mira d Aire Sociedade Editorial Bética, Lda Rua Santana e Costa, n.º 18 R/C Esq.º Moura d) Verificou-se que as empresas não atingiram o valor limite no art.º 113, n.º 2 do CCP. e) Quanto à informação sobre a contraparte não se conhece qualquer grau de parentesco ou pessoa com quem vive em economia comum, com atuais colaboradores ou ex-colaboradores do Município. g) De acordo com o previsto na al. e) do n.º 2 do art.º 3.º da Portaria 16/2013 de 17 de janeiro, e artigo 73.º, n.º 2 da Lei 83-C/2013 de 31 de dezembro, a redução será feita pelo valor total da prestação do serviço: ,00 *12%=1.995,84. 9

10 3. a) Aquisição de Serviços para Apoio Técnico aos Campos Relvados reverte a forma de prestação de serviços. Trata-se de um trabalho não subordinado, o qual é prestado com autonomia e não se encontra sujeito à disciplina e à direção do município, nem impõe o cumprimento de horário de trabalho, sendo inconveniente o recurso à modalidade de relação jurídica de emprego público constituída ou a constituir. Foi feita a verificação de inexistência de pessoal em situação de mobilidade especial apto para o desempenho das funções subjacentes à contratação em causa, pela chefe de divisão, Dr.ª Norine de Brito, conforme atesta o anexo E. b) A verba está contemplada no Orçamento Municipal para o ano de 2014, classificada e cabimentada da seguinte forma, conforme anexo F: - Orgânica 02 Câmara Municipal; - Económica Outros Trabalhos Especializados c) De acordo com o anterior exposto, torna-se necessário proceder à contratação do serviço supra identificado, cujo valor base do procedimento está estimado em 6.600,00 (seis mil e seiscentos euros), a acrescer o IVA à taxa legal em vigor, podendo assim ser adotado a modalidade de Ajuste Direto ao abrigo do disposto na al. a) do n.º 1 do art.º 16, no art.º 18.º e na al. a) do n.º 1 do art.º 20.º, todos do Código dos Contratos Públicos (adiante designado por CCP), para o qual é convidada, de acordo com o estabelecido no n.º 1 do art.º 113 e n.º 1 do art.º 114 do CCP a seguinte empresa: Acer Campestre Agricultura e Consultoria de António Sérgio Machado Loteamento da Cruz Nova Rua de Tarnos, n.º Serpa d) Verificou-se que a empresa não atingiu o valor limite no art.º 113, n.º 2 do CCP. e) Quanto à informação sobre a contraparte não se conhece qualquer grau de parentesco ou pessoa com quem vive em economia comum, com atuais colaboradores ou ex-colaboradores do Município. f) Não é aplicado a redução remuneratória nos termos do n.º 8 do art.º 73.º da Lei do O.E de Face ao exposto propõe-se que a Câmara Municipal delibere emitir parecer prévio vinculativo para que se proceda à abertura do procedimento de ajuste direto para Aquisição de Serviços para Ensino do Cante Alentejano nas Escolas, Impressão do Jornal Serpa Informação e Apoio Técnico aos Campos Relvados, nos termos do n.º 11 do art.º 73.º da Lei 83-C/2013 de 31 de dezembro.» Intervenções O Sr. Vereador Noel Farinho questionou se existiram consultas a várias empresas, antes de se avançar para estes ajustes diretos, tendo o Sr. Presidente respondido que estes três serviços são situações muito específicas. Em relação ao Cante Alentejano nas Escolas, trata-se de um projeto que já foi aprovado pela DREA e que estamos a dar continuidade, mas o valor agora proposto teve uma redução em relação ao do ano passado. Sobre o serviço de impressão do jornal, pretende-se dar continuidade ao que se fez o ano passado, em que se efetuaram consultas e houve uma grande redução de despesas. Em 2012 tínhamos um jornal bimensal e uma agenda mensal, cujos custos rondavam os euros. No ano passado, 10

11 depois de efetuadas consultas, verificou-se que poderíamos reduzir os custos para cerca de euros e o que se propõe para 2014 é a continuidade do serviço prestado em No que diz respeito ao apoio técnico aos campos relvados, a proposta agora apresentada tem uma redução de cerca de 40% relativamente à do ano passado O Sr. Vereador Noel Farinho disse que entendem como boas as explicações do Sr. Presidente e irão votar favoravelmente, mas insistem no princípio do menor preço, sem prejuízo de outros critérios, e de que haja sempre várias propostas, para que exista transparência O Sr. Presidente respondeu que percebe essa posição, mas por vezes existem serviços, que pela sua especificidade, dificultam a comparação com outras propostas O Sr. Vereador Daniel Veiga perguntou se a autarquia não tem condições de efetuar estes serviços e se é mesmo necessário recorrer a estas contratações O Sr. Presidente respondeu que, quando partimos para um processo de aquisição de serviços externos é porque não temos condições para o fazer com os funcionários da autarquia. Trata-se de questões muito específicas e técnicas, como no caso dos campos relvados, embora nesta situação já exista uma redução de preços e tem a vantagem de ser uma empresa de Serpa, pois será mais fácil se precisarmos de recorrer aos seus serviços, por algum imprevisto que ocorra fora das datas previstas para as suas deslocações ao local O Sr. Vereador Daniel Veiga disse ainda que considera conveniente esta reestruturação, para que se consigam reduzir as despesas e ao mesmo tempo valorizar os empresários do concelho Deliberação Face ao exposto, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, nos termos do n.º 11 do art.º 73.º da Lei 83-C/2013 de 31 de dezembro, emitir parecer favorável para que se proceda à abertura do procedimento de ajuste direto para Aquisição de Serviços para Ensino do Cante Alentejano nas Escolas, Impressão do Jornal Serpa Informação e Apoio Técnico aos Campos Relvados CONCURSO PÚBLICO INTERNACIONAL N.º 81/2013 AQUISIÇÃO DE GASÓLEO (ADJUDICAÇÃO) Nos termos do artigo 18º, nº 1, alínea b) do Decreto-Lei 197/99, de 8 de junho e nº 1 do artigo 73º, nº 1 do artigo 76º, e nº 4 do artigo 124º, todos do Código dos Contratos Públicos, aprovado pelo Decreto-Lei 18/2008 de 29 de janeiro, a Câmara Municipal deliberou por unanimidade, aprovar o relatório final, respeitante ao concurso público internacional para aquisição de gasóleo, o qual consta de pasta anexa à presente ata, dela fazendo parte integrante e proceder à adjudicação ao concorrente posicionado em primeiro lugar, Petróleos de Portugal-Petrogal, SA, pelo valor de ,50 (duzentos e noventa e três mil cento e vinte e dois euros e cinquenta cêntimos), acrescido de IVA à taxa legal em vigor

12 10. AUXILIO ECONÓMICO A ALUNO DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO 5.ª FASE De acordo com a informação Dos respetivos serviços, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, atribuir os seguintes auxílios económicos para o ano letivo de 2013/2014, de acordo com o estipulado no Despacho n.º 11861/2013, de 12 de setembro (Diário da República 2ª série, n.º 176): Nome do aluno Escola Tipo de auxílio Escalão Rita Isabel Catalão Garrana EBI/JI de Pias Subsidio refeição e material escolar A A Subunidade de Gestão Financeira procedeu ao respetivo cabimento n.º 6422/ ASSOCIAÇÃO OS FILHOS DE LUMIÈRE PEDIDO DE APOIO PARA O PROJETO CINEMA, CEM ANOS DE JUVENTUDE Na sequência do pedido de apoio apresentado pela Associação Os Filhos de Lumière, a Drª Sara Romão, emitiu a seguinte informação: «O ano de 2003 marcou o início de uma parceria entre a Câmara Municipal de Serpa e a Associação Os Filhos de Lumière. Há uma década, o concelho de Serpa nas freguesias de Vila Nova de S. Bento, Brinches e Pias acolheu as primeiras oficinas de cinema integradas no projeto O Primeiro Olhar. Três anos depois, no ano letivo 2006/2007, foi implementado pela primeira vez em Portugal, na Escola Secundária de Serpa, o projeto Cinema, Cem Anos de Juventude. Em 2010/2011, a iniciativa foi alargada a um universo mais vasto da comunidade escolar através da criação do Clube de Cinema da Biblioteca Municipal de Serpa. 1. No corrente ano, a Associação Cultural Os Filhos de Lumière pretende dar continuidade em Serpa às oficinas de cinema integradas no projeto pedagógico Cinema, Cem Anos de Juventude 2. Propõe-se que em 2014 a oficina: 2.1. Tenha lugar na freguesia de Vila Nova de S. Bento, no Cineteatro Maria Lamas. Nesse sentido, a Junta de Freguesia de Vila Nova de S. Bento e a EB2,3 de Vila Nova de S. Bento podem ser parceiras do projeto; 2.2. Seja dirigida a crianças/jovens dos 10 aos 14 anos de idade; 2.3. Tenha como número limite de participantes o mínimo de 6 e o máximo de 15; 2.4. Tenha periodicidade semanal, à 4.ª feira, das 14h30 às 16h sessões num fim de semana a definir no mês de maio para rodagem do filme final (8 horas cada sessão); 2.5. Tenha início a 29 de janeiro e término a 28 de Maio com a seguinte calendarização: N.º sessões Data 1.ª 29 Janeiro 2.ª 5 Fevereiro 3. ª 12 Fevereiro 4.ª 19 Fevereiro 5.ª 26 Fevereiro 6.ª 5 Março 7.ª 12 Março 8.ª 19 Março 12

13 N.º sessões Data 9.ª 26 Março 10.ª 2 Abril 11.ª 9 Abril 12.ª 16 Abril 13.ª 23 Abril 14.ª 30 Abril 15.ª 7 Maio 16.ª 14 Maio 17.ª 21 Maio 18.ª 28 Maio 19.ª Maio (dia a definir) 20.ª Maio (dia a definir) 3. Propõe-se que o subsídio a atribuir pela Câmara à Associação Filhos de Lumière seja no valor de 3.800,00 (este tem sido o valor do subsídio atribuído pela autarquia desde 2010/2011).» Deliberação De acordo com a proposta do Sr. Presidente, foi deliberado por unanimidade, remeter o processo para os respetivos serviços, para que seja contatada a empresa, com o objetivo de analisar uma nova proposta, que contenha menos sessões, de forma a reduzir os custos deste projeto OPERAÇÃO DE LOTEAMENTO URBANO PRÉDIO RÚSTICO DENOMINADO FERRAGIAIS E MOINHO DE VENTO, EM SERPA Sobre o processo designado em epígrafe, procedeu-se à análise da seguinte informação da Divisão de Urbanismo e Ordenamento do Território, datada de 17 do corrente mês de janeiro: «Informação / Parecer: 1 - Os procedimentos de controlo prévio de operações urbanísticas estão suspensos, por via do disposto no artigo 117.º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, devido a ter tido inicio o período de discussão pública da Proposta de Revisão do PDM (decorreu de 7 agosto a 18 de Setembro). É no entanto admissível em algumas circunstâncias o levantamento da suspensão. O caso em apreciação está abrangido pelo Plano de Urbanização de Serpa (PUS) e o procedimento de licenciamento suspenso por via da discussão pública da Proposta de Revisão do PDM. Assim de modo a ajuizar da admissibilidade do levantamento da suspensão analisa-se o projeto face ao PUS. Posteriormente analisa-se as eventuais situações críticas face à proposta de revisão do PDM. 2 - Identificação do prédio objeto de loteamento Prédio rústico descrito na Conservatória do Registo Predial de Serpa sob o n.º 1301/ , localizado na Freguesia de Salvador (extinta), designado de Ferragiais e Moinho de Vento inscrito na matriz sob o artigo nº 347, Secção K da mesma freguesia. O prédio tem área de 12,325ha. No prédio está registado um ónus real, de caráter permanente, cujo sujeito ativo é EDIA, S.A., resultante da implantação do Adutor de Guadalupe. No entanto esse ónus em nada interfere com o loteamento, atendendo a que o adutor está implantado ao longo da EN260, fora do perímetro urbano, a uma distância aproximada de 425 m do tardoz do lote constituído (fig1). 13

14 Fig Instrução do Processo - Planta de Síntese; - Planta de Cedências; - Planta da Situação Existente; - Memória Descritiva; - Planta de Localização; (websig) - Planta de Zonamento; (websig) - Certidão da Conservatória do Registo Predial referente ao prédio abrangido; - Termos de Responsabilidade de Autor de Projecto; - Prova de inscrição em associação pública de natureza profissional; - Ficha com elementos estatísticos; - Requerimento; 4 - Proposta de loteamento a) Caracterização geral da urbanização proposta A proposta de loteamento consiste na constituição de um lote que confronta com um arruamento existente. A proposta foi antecedida de discussão, e acordada, entre o promotor e respetivo projetista e os técnicos competentes do município. Assim, do ponto de vista da apreciação discricionária (integração urbana e paisagística) o projeto merece parecer favorável. b) Áreas e Parâmetros b.1 - Área do Prédio (de intervenção) 1.885,00m2 b.2 - Área de Lotes 1.640,00 b Área Total de Implantação 380,00 14

15 b Área Total de Construção 380,00 b.3 - Área de Cedência (arruamentos) 245,00 b.4 Área do Prédio = b.2+b.3 = 1.640,00+245,00 = 1.885,00m2 Moradia N.º de fogos 1 N.º max. pisos 1 Altura fachada (m) - I. ocupação s. bruto (%) 23,17% I. utilização s. bruto 0,23 I. ocupação s. liquido máx (%) 23,17% I. utilização s. liquido máx. 0,23 I. Impermeabilização s. liquido (%) 90 c) Obras de urbanização. O lote a constituir encontra-se servido pelas diversas infraestruturas. A única obra de urbanização a realizar corresponde á pavimentação de uma área de 50m2 correspondente ao acesso, estacionamento público e passeios associados ao lote. Assim, considera-se desnecessário formalizar o procedimento de comunicação prévia de obras de urbanização, propondo-se, para efeitos de tramitação do procedimento no âmbito do RJUE, o tratamento do projeto como loteamento sem obras de urbanização 5 - Apreciação face ao Plano de Urbanização de Serpa. a) O Plano de Urbanização de Serpa (PUS), foi publicado pelo aviso n.º 17228/2012 no Diário da República, 2.ª série, n.º 250, de 27 de dezembro e objeto de posterior Declaração de retificação n.º 321/2013 publicada no Diário da República, 2.ª série - N.º de março. De acordo com o PUS o prédio em questão insere-se no perímetro urbano de Serpa, sendo classificado como solo urbano, na categoria de Espaço urbanizável: Espaço residencial proposto tipo 3, para a qual os parâmetros (valores máximos) são: Moradia N.º de fogos 1 N.º max. pisos 2 Altura fachada (m) 7 I. ocupação s. bruto (%) 45% I. utilização s. bruto 0,45 I. ocupação s. liquido (%) 65% I. utilização s. liquido 0,85 I. Impermeabilização s. liquido (%) 80 O projeto de loteamento cumpre com os índices brutos, estando abaixo dos valores permitidos pelo PUS. Cumpre também com os diversos índices líquidos, nunca superando o máximo permitido. Cumpre igualmente com os parâmetros n.º máximo de pisos e altura da fachada. b) Cedências para espaços verdes públicos e equipamentos de utilização coletiva (EVPEUC). Atendendo à localização da pretensão e ao estabelecido no PUS considera-se que não se justifica a cedência de parcelas para EVPEUC. No entanto considera-se importante garantir a possibilidade do futuro alargamento do arruamento na zona que confronta com o prédio e da remodelação do entroncamento com a Estrada de S. Francisco. 15

16 Assim sendo foi proposto ao requerente, tendo merecido o seu acordo, que a cedência fosse efetuada para esse fim. A área de intervenção do loteamento foi ajustada de modo a possibilitar essa cedência ao município. Nos termos do n.º1 do artigo 52.º do PUS as cedências para espaços verdes de utilização coletiva e para equipamentos de utilização coletiva são dimensionados de acordo com o parâmetro 63m2/120m2 de construção para uso residencial, comercial, serviços e ou turístico. Assim para uma área de construção de 308,00m2 deveria ser cedida uma parcela com 199,50m2 para EVPEUC. A proposta contempla a cedência de 245,00 m2 para futuro alargamento do arruamento. c) Estacionamento Nos termos do n.º 1 do artigo 48.º o estacionamento é dimensionado de acordo com a Portaria nº 216-B/2008 e respetiva Declaração de Retificação n.º 24/2008. Atendendo à tipologia que se preconiza, são exigíveis 3 lugares de estacionamento no interior do lote e 1 no exterior. A proposta cumpre estes parâmetros. d) Ruído A área de intervenção do loteamento, para efeitos do Regulamento Geral do Ruido (RGR), está classificada, de acordo com o artigo 10.º do regulamento do PUS como Zona Sensível. Atendendo ao uso previsto, habitação, o projeto de loteamento é compatível com o regulamento do PUS. e) Discussão Pública De acordo com o n.º 2 do artigo 22º do Decreto-Lei 555/99, alterado pela Decreto- Lei 26//2010 de 30 de março, não há lugar a discussão pública. 6 - Conclusão: Conformidade com o Plano de Urbanização. Face ao exposto, verifica-se que o projeto de loteamento está em conformidade com o PUS, reunindo condições para ser aprovado. E merecendo acordo o proposto na alínea 4.c), Obras de Urbanização, reúne condições para ser licenciado. 7 Implicações da Proposta de Revisão do PDM (PR_PDM) sobre PUS. Estabelece o n.º2 do artigo n.º4 da PR_PDM que sem prejuízo de poderem ser alterados, revistos ou revogados nos termos da legislação vigente, mantêm-se em vigor os seguintes planos municipais de ordenamento do território: a) Plano de Urbanização de Serpa; b) Plano de Pormenor de Salvaguarda do Núcleo Histórico de Serpa. Por outro lado estabelece no n.º 2 do artigo 72.º que é alterado por adaptação o Plano de Urbanização de Serpa nos seguintes elementos: a) Regulamento: i. Alterada a alínea a) do número 6 do artigo 13.º, que passa a ter a seguinte redação: se destinem à instalação de equipamentos e infraestruturas, bem como a serviços e instalações da CMS; ii. Introduzida no artigo 41º uma nova alínea, c), ao número 2 do artigo 41.º, com a seguinte redação: c) Infraestruturas e equipamentos; e um novo número 4 com a redação do número 4 do artigo 52º do presente regulamento; iii. Alterados os artigos 22.º, 24º, 26º, 36º, 37º de forma a incluir o uso industrial como atividade compatível nesses categoriais de espaço, nos termos da legislação vigente. iv. Alterado o artigo 45º e o número 1 do artigo 48º por adaptação ao artigo 67º e anexo 5 do presente regulamento; v. Alterado o número 2 do artigo 52º por adaptação à alínea d) do número 3 do artigo 48º e anexo 5 do presente regulamento; 16

17 vi. Revogados os números 1, 2 e 3 do artigo 44º por adaptação ao artigo 67º e anexo 5 do presente regulamento. b) Peças gráficas: i. Atualização da planta de condicionantes de acordo com a planta de condicionantes do PDM; ii. Planta de zonamento: eliminação do IP8 e eliminação dos espaços verdes urbanos e espaços verdes urbanos de enquadramento propostos da UE 9 e qualificação destas áreas como espaço de atividade económica propostos. A PR_PDM, por via das alterações por adaptação produzidas no PUS, não tem implicações sobre os parâmetros de apreciação do loteamento que prejudiquem a análise já efetuada com referência ao PUS. De fato os parâmetros propostos na PR_PDM são menos exigentes que o estabelecido no PUS. Mesmo o alargamento da possibilidade de incluir o uso industrial na categoria de espaço (alínea iii) não tem qualquer implicação sobre o projeto de loteamento porque: a) esse uso não está previsto; b) esse uso estaria sempre vedado por via do facto de a área de intervenção se situar, em termos de zonamento acústico, em zona sensível. 8. Sobre a suspensão do procedimento de licenciamento (artigo 117.º do RJIGT) Em resumo verifica-se que: a) o projeto de loteamento reúne condições para ser licenciado com referência ao PUS; b) A PR_PDM estabelece que o PUS se mantém em vigor e as alterações por adaptação que lhe introduz não têm qualquer efeito sobre o processo em análise; Conclui-se assim que a suspensão do procedimento de licenciamento do loteamento por via do artigo 117.º do RJIGT não previne qualquer decisão no futuro diferente da do deferimento do pedido de licenciamento, ferindo inclusivamente o princípio da proporcionalidade previsto no artigo 5.º do CPA. Como consequência propõe-se o levantamento da suspensão do procedimento de licenciamento do projeto de loteamento Face ao exposto, verifica-se que o projeto de loteamento está em conformidade com o PUS. Assim, caso o ponto 5.b) mereça o acordo, estão reunidas as condições para ser aprovado. E merecendo acordo o proposto relativamente às Obras de Urbanização (alínea 4.c), reúne condições para ser licenciado.» Intervenções O Sr. Vereador Daniel Veiga referiu que estas decisões deveriam ser tomadas em relação a outros processos que validam o investimento privado e que devem ser tomadas de forma célere para não impedir o desenvolvimento, além de que são processos que envolvem encargos bancários muito elevados O Sr. Presidente respondeu que há prazos legais que a Câmara tem que respeitar, pois certos processos carecem de parecer de entidades externas e quando se verifica a falta de elementos para apreciação, os mesmos são solicitados ao requerente e o prazo suspende-se até à entrega dos documentos em falta. Diz ainda que a Câmara Municipal cumpre os prazos e existe todo o interesse em despachar rapidamente estes assuntos. Pelo facto de valorizarmos este tipo de processos, é que entendemos que a sua aprovação deve manter-se na competência da Câmara, embora fosse possível a delegação de competências

18 Deliberação De acordo com o parecer técnico, a Câmara Municipal deliberou, por unanimidade, aprovar a operação de loteamento urbano do prédio rústico descrito na Conservatória do Registo Predial de Serpa sob o n.º 1301/ , localizado na anteriormente designada freguesia de Salvador, atual União das Freguesias de Serpa (Salvador e Santa Maria), designado de Ferragiais e Moinho de Vento inscrito na matriz sob o artigo nº 347, Secção K da mesma freguesia RESUMO DIÁRIO DA TESOURARIA A Câmara Municipal tomou conhecimento do Resumo Diário da Tesouraria n.º 14, referente ao dia 21 de janeiro de 2013, o qual apresenta os seguintes saldos: ,06 (novecentos e setenta e oito mil setecentos e trinta e sete euros e seis cêntimos) e ,20 (cento e trinta e nove mil seiscentos e cinquenta euros e vinte cêntimos), respeitante a operações orçamentais e operações não orçamentais, respetivamente Após terminar a apreciação dos assuntos da ordem de trabalhos, interveio o Sr. Presidente da Câmara para falar sobre o assunto que tem sido abordado na comunicação social, respeitante à ultrapassagem dos limites legais de endividamento. Começa por referir que, no dia em que saiu o despacho respeitante ao município de Serpa, foram publicados outros despachos respeitantes a sete autarquias, contudo, no dia anterior e nos dias seguintes foram publicados mais despachos desta natureza. Sobre a mencionada redução nas transferências, diz ser mais correto falar-se em retenção, e essa retenção será feita em tranches, nunca superiores a 10% sobre as transferências e o valor retido será canalizado para o Fundo de Regularização Municipal, para pagamento das faturas da autarquia vencidas há mais de 90 dias e por ordem cronológica das mesmas. Não haverá uma redução de verbas, mas sim uma retenção e pode-se considerar que existe uma redução na autonomia do município, uma vez que ficará mensalmente com cerca de euros a menos para gerir. Diz ainda que esta situação deveu-se à alteração da forma de cálculo dos limites de endividamento e quando em 2010 foi novamente alterada essa forma de cálculo, reduzindo os limites, já a autarquia tinha efetuado o empréstimo de longo prazo e estávamos numa fase em que decidíamos continuar com todas as obras candidatadas que estavam em curso (o centro escolar, o Musibéria, os salões polivalentes de Serpa e de A-do-Pinto, a Casa do Cante, o centro multimédia de Vila Verde de Ficalho e processo de modernização administrativa em curso na autarquia, entre outras) e corríamos o risco de ultrapassar o limite de endividamento ou parávamos todas as obras para cumprir aquele limite. No caso de se parar com as obras, a autarquia teria de indemnizar os empreiteiros e seria no total um valor mais elevado que o valor que agora será retido em consequência do incumprimento. Decidiu-se colocar à frente o interesse dos munícipes e por isso, optou-se pela conclusão de todas as obras. Recorda ainda que, quando se programaram as obras, a autarquia não poderia saber que ao longo desse mandato, iria receber menos, cerca de euros, devido ao decréscimo nas transferências do Orçamento de Estado, nem que iriam ser alteradas as regras de endividamento. 18

19 Perde-se agora mais um pouco de autonomia e teremos que continuar a fazer uma gestão adequada, mantendo a preocupação na redução de alguns custos Interveio em seguida o Sr. Vereador Noel Farinho para dizer que as explicações apresentadas pelo Sr. Presidente não surpreendem, mas o facto é que a Câmara de Serpa faz parte de um pequeno grupo de 5% de autarquias que foram noticia devido ao incumprimento e a situação é grave e a autarquia nada fez depois de tomar conhecimento do assunto e considera que é uma divida imoral, porque usou dinheiro dos privados, ao não efetuar os pagamentos aos fornecedores e estes é que estão a ser lesados e este Fundo de Equilíbrio Financeiro que foi criado será uma forma dos empresários receberem aquilo a que têm direito. Diz ainda que o PS sempre tentou alertar para a possibilidade de ocorrer esta situação e deveria ter havido uma estratégia clara e a única resposta que se obteve é que a situação se resolvia, gastando menos. Gostaria de saber que respostas efetivas podem ser dadas nestas circunstâncias, pois já há um Plano de Atividades aprovado e propõe como primeira medida para conter despesas, que seja revisto a curto prazo o Plano de Atividades. Na sua opinião, deve-se começar a falar sobre soluções, para voltarmos a ter uma imagem limpa perante os nossos munícipes. Diz que o assunto tem que ser revisto com caráter de urgência, de forma a repor a legalidade e o bom nome da autarquia e manifesta disponibilidade para colaborar na procura de alternativas O Sr. Vereador Daniel Veiga diz que os últimos anos foram de má gestão da Coligação Democrática Unitária, gastando-se milhares de euros sem que se tenham criado postos de trabalho. Refere ainda que a Câmara nada fez para, aquando das eleições autárquicas, transmitir a situação da autarquia a todos os vereadores e só agora o assunto é abordado, porque já não se conseguem esconder das pessoas as dívidas da Câmara. A responsabilidade politica pela má gestão financeira da autarquia é da CDU. Em nome dos eleitos do Partido Socialista solicita que lhes sejam entregues, com brevidade, os documentos necessários para fiscalizar a atuação da Câmara e apresentar propostas no sentido de colmatar este problema que é muito sério: os balancetes dos últimos dez anos, para que se possa fazer uma aproximação da realidade O Sr. Vereador Noel diz que, a seguir à tomada de posse, teria sido útil que houvesse uma informação aos novos vereadores e poderia ter-lhes sido facultado um exemplar da conta de gerência de O Sr. Presidente começou por responder à sugestão de se rever o Plano de Atividades de 2013, lembrando que, aquando da aprovação desse documento na Assembleia Municipal, a bancada do PS apelidou o documento de pouco ambicioso, mas esse documento já tinha sido elaborado tendo em consideração a conjuntura atual, quer por via da redução de transferências do Orçamento de Estado, quer por alteração do calculo do limite de endividamento. Quando disse que o principal objetivo era a conclusão das obras do QREN, deve ser considerado um objetivo ambicioso, pois concluir significa fechar os processos, depois de serem efetuados todos os pagamentos. 19

20 Diz que o Plano de Atividades para 2013 não carece de uma revisão, porque ele foi feito tendo em conta a atual situação, e por isso não existem grandes obras nem grandes investimentos. Quanto ao facto de se classificar a gestão da CDU como má e imoral, se isso é ter decidido como nós decidimos podem chamar-lhe o que quiserem, porque entendemos que era a melhor situação para o concelho, pois seria bem pior termos desistido das obras, perdendo os investimentos já efetuados, ficando com as obras a meio e indemnizando as empresas. A consequência foi o não cumprimento do endividamento líquido, mas foi uma decisão que assumimos. Mas refere mais uma vez que, quando se abriram os concursos, não se sabia que nesse mandato iríamos receber menos, cerca de euros. Consideramos que não foi uma má gestão, mas sim a gestão possível, e uma decisão que consideramos ser a correta. Sobre a referência a que se deveria ter prestado informação aos novos vereadores no início do mandato, diz que o partido pelo qual os senhores vereadores foram eleitos, tem essa informação, pois faz parte do Executivo há muitos anos O Sr. Vereador Noel Farinho diz que, no caso de ser o PS a ter que decidir, teriam feito o seguinte: cumprir a lei! Cumprir a lei! Cumprir a lei, porque o município não é a nossa casa, é uma instituição pública, e merece uma atitude de análise e de rigor, e a retórica apresentada agora pela maioria, é demagógica. Diz ainda que foi a maioria CDU que fez algumas escolhas, eliminando alguns projetos que estavam em plano, como a ciclovia até ao rio, a requalificação do jardim, entre outras e ainda assim, fazendo escolhas, chegámos a esta situação. O que é facto é que mais de 90% das câmaras cumpriram com os limites de endividamento e também tinham candidaturas e a Câmara de Serpa incumpriu, mas as explicações até nem foram más, tendo em conta o grande problema que o Sr. Presidente tem em mãos A Srª Vereadora Paula Pais questionou de onde se irá retirar dinheiro para se efetuar os pagamentos, se continuarmos com o Plano de Atividades que foi aprovado, pois se não se fizer uma revisão ao Plano, a divida irá supostamente aumentar O Sr. Presidente respondeu que o Orçamento aprovado teve uma redução de euros e o Plano de Atividades foi elaborado com base no atual cenário, tal como o de 2012, tinha sido elaborado tendo em conta esta situação, pelo que, as atividades não deixam de estar em Plano, mas em todas iremos tentar reduzir os custos aquando da sua execução e prestaremos os mesmos serviços à população, mas reduzindo custos O Sr. Vereador Daniel Veiga questiona se não é má gestão quando sobrevalorizamos a contratação de serviços, quando não existe qualquer conhecimento público das linhas principais de investimento, quando os partidos são colocados à frente das pessoas, quando se decidem fazer certos investimentos como a ciclovia, em vez de se revitalizar o mercado municipal, ou fazer a 20

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