TRIBUTAÇÃO DO TERCEIRO SETOR. 23 de junho de 2016 Por: Inaiá Nogueira Queiroz Botelho OAB/PR

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TRIBUTAÇÃO DO TERCEIRO SETOR. 23 de junho de 2016 Por: Inaiá Nogueira Queiroz Botelho OAB/PR"

Transcrição

1 TRIBUTAÇÃO DO TERCEIRO SETOR 23 de junho de 2016 Por: Inaiá Nogueira Queiroz Botelho OAB/PR

2 O QUE SÃO TRIBUTOS?

3 Art. 3º do Código Tributário Nacional Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.

4 TRIBUTO É... Uma obrigação de pagamento Para um ente estatal (União Estados Municípios) Prevista em lei

5 TIPOS DE TRIBUTOS Impostos Taxas Contribuições

6 TIPOS DE TRIBUTOS IMPOSTOS Não estão vinculadas a um orçamento específico ou a uma contraprestação. Ex.: IR, IPI, IPVA, ISS, IPTU e ICMS TAXAS Estão vinculadas a uma contraprestação um serviço Ex.: Taxa Judiciária, Taxa de Coleta de Lixo e Taxa de Iluminação pública. CONTRIBUIÇÕES Estão vinculadas a um orçamento específico Ex.: Contribuições Sociais (INSS) e Contribuição de Melhoria.

7 DESONERAÇÕES FISCAIS Tratamento Tributário Diferenciado Forma de incentivar setores da economia com redução da carga fiscal

8 O TERCEIRO SETOR TEM UM TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO? SIM!!!

9 IMUNIDADES E ISENÇÕES

10 DIFERENÇAS BÁSICAS ENTRE IMUNIDADE E ISENÇÃO IMUNIDADE ISENÇÃO Prevista na Constituição Federal Incide apenas sobre impostos e algumas contribuições Impede a instituição e cobrança Protege valores relevantes da sociedade brasileira Estável Só perde a imunidade se houver reforma constitucional Prevista em lei específica Pode atingir qualquer tipo de tributo Impostos, taxas e contribuições Pode cobrar, mas, por questões de conveniência e oportunidade, não cobra Pode proteger valores, mas em geral varia de acordo com interesses políticos e estratégicos Instável Pode ser alterada a qualquer momento de acordo com conveniência e oportunidade

11 QUAIS ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR TÊM DIREITO À IMUNIDADE? (Art. 150, VI, c da CF e Art. 195, 7º da CF) Entidades sem fins lucrativos de EDUCAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL SAÚDE Imunidade de impostos sobre a renda, o patrimônio e serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades

12 QUEM SÃO AS ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL? Artigo 203 da CF/88 Art. 1º da Lei 8.742/93 As entidades que se dedicam a: Proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice Amparo às crianças e adolescentes carentes Promoção da integração ao mercado de trabalho Habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária

13 IMUNIDADES PARA ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL IR (Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza) IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) ISS (Imposto Sobre Serviços) II (Imposto de Importação) IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) ITR (Imposto Territorial Rural) ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis ou Doação de Bens e Direitos) ITBI (Imposto sobre transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis) IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores)

14 IMUNIDADES DE CONTRIBUIÇÕES APENAS PARA ENTIDADES DE EDUCAÇÃO, SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL (CEBAS) QUOTA PATRONAL PIS COFINS CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) TERCEIROS (ISENÇÃO) INCRA, SESI, etc.

15 EXISTE IMUNIDADE OU ISENÇÃO PARA CONTRIBUIÇÕES RETIDAS DO EMPREGADO OU PRESTADOR DE SERVIÇOS? NÃO!!!

16 QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS PARA O NÃO RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA DO EMPREGADO? É CRIME!!!

17 QUAIS OS REQUISITOS PARA O APROVEITAMENTO DA IMUNIDADE? Artigo 14 do Código Tributário Nacional Não distribuir qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título Aplicar os seus recursos integralmente no país e na manutenção dos seus objetivos institucionais Manter escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidades capazes de assegurar sua exatidão (ECD Escrituração Contábil Digital SPED para o 3º Setor)

18 E NO MEU CASO? Sou organização da sociedade civil Não tenho fins lucrativos Filantrópica Recreativa cultural Científica

19 TENHO DIREITO A UM TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO? SIM!!!

20 ISENÇÕES NO TERCEIRO SETOR. QUEM TEM DIREITO? As instituições sem fins lucrativos, de caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico e as associações civis que prestem os serviços para os quais houverem sido instituídas e os coloquem à disposição do grupo de pessoas a que se destinam.

21 ISENÇÕES TOTAIS APLICÁVEIS Legislação Federal Lei 9.532/97 Imposto de Renda CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) COFINS

22 REGIME DIFERENCIADO PIS (FOLHA DE PAGAMENTO) 1%

23 REQUISITOS PARA ISENÇÃO Artigo 15 da Lei 9.532/97 Não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados, exceto no caso de associações, fundações ou organizações da sociedade civil, sem fins lucrativos, cujos dirigentes poderão ser r e m u n e r a d o s, d e s d e q u e a t u e m efetivamente na gestão executiva e desde que cumpridos os requisitos da lei Aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais

24 REQUISITOS PARA ISENÇÃO Artigo 15 da Lei 9.532/97 Manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão Conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial

25 REQUISITOS PARA ISENÇÃO Artigo 15 da Lei 9.532/97 Apresentar, anualmente, Declaração de Rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal Não apresente superávit em suas contas ou, caso o apresente em determinado exercício, destine referido resultado, integralmente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais

26 PERDE O DIREITO À ISENÇÃO/ IMUNIDADE QUEM... Não cumpre as exigências legais Pratica ato que constitua infração a dispositivo da legislação tributária, especialmente no caso de informar ou declarar falsamente, omitir ou simular o recebimento de doações em bens ou em dinheiro, ou de qualquer forma cooperar para que terceiro sonegue tributos ou pratique ilícitos fiscais A perda de imunidade/isenção se dá através do Processo Administrativo Fiscal

27 IOF EXCEÇÕES: IMUNIDADES E ISENÇÕES Taxas em geral Imóvel vazio e não utilizado Incidência de IPTU Rendimentos e ganhos de capital auferidos em aplicações financeiras de renda fixa ou de renda variável Incidência de IR Jurisprudência

28 IMUNIDADE E ISENÇÃO X OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Imunidades e isenções NÃO afastam o cumprimento de obrigações acessórias.

29 O QUE SÃO OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS? Providências a serem tomadas pelo contribuinte em interesse da arrecadação ou da fiscalização dos tributos Decorrem de lei

30 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS: ENTIDADES IMUNES OU ISENTAS Emissão da nota fiscal Emissão das guias de recolhimento dos tributos Confecção e envio das declarações fiscais pertinentes - (SPED Fiscal/EFD/ECD/ECF)

31 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS: ENTIDADES IMUNES OU ISENTAS Folha de pagamento, contracheques Livro de Inspeção do Trabalho GPS/GFIP/GRFC/CAGED/RAIS

32 RETENÇÃO NA FONTE IMPORTANTE!!! Entidades imunes ou isentas estão OBRIGADAS a realizar retenção de impostos na fonte

33 ALGUNS EXEMPLOS DE RETENÇÃO NA FONTE ISS Imposto Sobre Serviços IRRF Imposto de Renda Retido na Fonte Contribuições previdenciárias do empregado Contribuições ao PIS/COFINS/CSLL (Atenção: Serviços de empresas do SIMPLES)

34 ISENÇÕES MUNICÍPIO CURITIBA IPTU LC 40/2001 Art. 87. As entidades civis sem fins lucrativos, inclusive os clubes sociais, poderão ter redução até 100% (cem por cento) do Imposto Predial Territorial Urbano, relativamente aos imóveis de sua propriedade, cuja utilização seja vinculada às suas atividades essenciais, a título de incentivo, desde que comprovado o investimento em esporte e no social, conforme disposto neste artigo e em regulamento. (Vide Decreto nº 426 de 30/07/02)

35 ISENÇÕES MUNICÍPIO CURITIBA ISS LC 40/2001 Art. 85. São isentos do Imposto Sobre Serviços: (...) III - as pessoas jurídicas de direito privado que prestem serviços diretamente à Prefeitura Municipal de Curitiba, suas Autarquias, Fundações e Sociedades de Economia Mista, em virtude de contrato de gestão, relativamente a estes serviços IV - os serviços sociais autônomos do Município de Curitiba

36 ISENÇÕES MUNICÍPIO CURITIBA Alvará LC 40/2001 Art. 91-A. São isentas as entidades sem fins lucrativos das taxas pelo Poder de Polícia incidentes para a obtenção do primeiro alvará de localização e funcionamento. Parágrafo único. A isenção prevista no caput é extensiva à renovação ou expedição de outro alvará, desde que a entidade comprove a declaração de utilidade pública.

37 INCENTIVOS FISCAS PARA DOADORES Autorização para dedutibilidade

38 INCENTIVOS FISCAIS - DOAÇÕES Feitas por Pessoas Físicas As pessoas físicas interessadas em fazer doações e obter vantagens fiscais podem promover: (a) doações aos fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente Até 6% do imposto apurado (b) doações destinadas a projetos culturais e artísticos; (c) doações destinadas à atividade audiovisual

39 INCENTIVOS FISCAIS - DOAÇÕES Feitas por Pessoas Jurídicas Tributadas pelo lucro real: (a) doações para entidades, sem fins lucrativos (b) doações para instituições de ensino e pesquisa (c) doações destinadas a projetos culturais e artísticos (d) doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente (e) doações destinadas à atividade audiovisual

40 CADASTRO NOTA PARANÁ Quem pode se beneficiar? As entidades paranaenses sem fins lucrativos, que atuam nas áreas de assistência social, cultural, esportiva, saúde, defesa e proteção animal, devidamente cadastradas e ativas, cuja natureza jurídica registrada no CNPJ, seja uma das seguintes: a) 306-9: Fundação Privada b) 330-1: Organização Social OS c) 399-9: Associação Privada

41 CADASTRO NOTA PARANÁ

42 PAIC CURITIBA PAIC Programa de Apoio e Incentivo à Cultura Apoio e incentivo às manifestações culturais e artísticas locais Lei Complementar 57/2005 e Lei Complementar 3/91, com alterações introduzidas pelas Leis complementares 08/93 e 09/93 Renúncia fiscal - Os incentivadores, portadores do certificado do projeto cultural, poderão deduzir a título de ISS e IPTU, até 20% do valor de incidência dos tributos, respeitando o valor do projeto aprovado

43 OUTRAS POSSIBILIDADES DE DOAÇÕES LEI ROUANET Lei 8313/91, Decreto 5.761/06 e IN/ MINC 1/2013 DOAÇÃO PARA O FIA - Lei /2012 (3% do imposto devido) PROJETOS DE ATENÇÃO ONCOLÓGICA (PRONON) E DE SAÚDE DE PESSOA COM DEFICIÊNCIA (PRONAS/ PCD) Lei /2012, Decreto 7.988/2013 e Portaria MS 1875/2013 PROJETOS APROVADOS PELA LEI DO ESPORTE Lei /2006, Decreto 6.180/2007 e Portaria ME 120/2009) DOAÇÃO PARA FUNDOS DO IDOSO Lei /2010

44 DÚVIDAS?

45 OBRIGADA!

46 Inaiá Nogueira Queiroz Botelho OAB/PR

Unidade I Teoria Geral dos Tributos. Capítulo 1 Conceito de Tributo e suas Espécies...3. Capítulo 2 Os Impostos Capítulo 3 As Taxas...

Unidade I Teoria Geral dos Tributos. Capítulo 1 Conceito de Tributo e suas Espécies...3. Capítulo 2 Os Impostos Capítulo 3 As Taxas... S u m á r i o Unidade I Teoria Geral dos Tributos Capítulo 1 Conceito de Tributo e suas Espécies...3 1.1. Conceito de Tributo... 3 1.2. As Espécies Tributárias... 8 Capítulo 2 Os Impostos... 18 2.1. Teoria

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação, xiii

SUMÁRIO. Apresentação, xiii SUMÁRIO Apresentação, xiii 1 A Contabilidade e a Gestão Tributária, 1 1.1 Introdução, 1 1.2 Os objetivos da atividade de gestão tributária, 1 1.3 Características profissionais exigidas para o cargo de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO ANEXO VII. CONSULTA "O que é Associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?" PARECER: I- CONCEITOS E OBJETIVOS

ASSOCIAÇÃO ANEXO VII. CONSULTA O que é Associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? PARECER: I- CONCEITOS E OBJETIVOS ANEXO VII ASSOCIAÇÃO CONSULTA "O que é Associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?" PARECER: I- CONCEITOS E OBJETIVOS 1- ASSOCIAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS Associação é uma entidade

Leia mais

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Prof. Cássio Marques da Silva 2016 TRIBUTOS Modalidades 1 Anteriormente vimos que... Estado bem-comum recursos financeiros (dinheiro); Dinheiro tributos, empréstimos, repasses, leilões; Tributo 2 tipos:

Leia mais

Planejamento Tributário Empresarial

Planejamento Tributário Empresarial Planejamento Tributário Empresarial 21/02/2016 Profa. Silvia Bertani M O M E N T O D E R E F L E X Ã O 21/02/2016 Profa. Silvia Bertani 21/02/2016 Profa. Silvia Bertani Planejamento Tributário atividade

Leia mais

PROCEDIMENTOS FISCAIS E CONTÁBEIS PARA INSTITUIÇÕES ESPÍRITAS

PROCEDIMENTOS FISCAIS E CONTÁBEIS PARA INSTITUIÇÕES ESPÍRITAS PROCEDIMENTOS FISCAIS E CONTÁBEIS PARA INSTITUIÇÕES ESPÍRITAS As instituições espíritas para se tornarem personalidades jurídicas, tem que ter os seguintes documentos e registros: DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

Leia mais

ITCMD Aspectos Relacionados ao Terceiro Setor

ITCMD Aspectos Relacionados ao Terceiro Setor ITCMD Aspectos Relacionados ao Terceiro Setor Comissão de Direito do Terceiro Setor Danilo Brandani Tiisel Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos ITCMD Conceito

Leia mais

Certificações, remuneração de dirigentes e aspectos tributários do Terceiro Setor" Leandro Marins de Souza

Certificações, remuneração de dirigentes e aspectos tributários do Terceiro Setor Leandro Marins de Souza Certificações, remuneração de dirigentes e aspectos tributários do Terceiro Setor" Leandro Marins de Souza leandro@marinsdesouza.adv.br Advogado Doutor em Direito do Estado pela USP Mestre em Direito Econômico

Leia mais

CURSO JURÍDICO FMB CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS MÓDULOS

CURSO JURÍDICO FMB CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS MÓDULOS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS MÓDULOS Sumário DIREITO TRIBUTÁRIO... DIREITO TRIBUTÁRIO PROFS. GUILHERME ADOLFO DOS SANTOS MENDES E DIMAS MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I Direito Tributário - Conceito; Tributo -

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 FISCAL DE TRIBUTOS PROVA OBJETIVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 FISCAL DE TRIBUTOS PROVA OBJETIVA 1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o Código Tributário do Município de Miracema (lei nº 1.453, de 26 de setembro de 2013), responda às questões de números 1 a 6. 1) É de competência do município

Leia mais

Escrituração Contábil Digital X Escrituração Contábil Fiscal DIPJ E LALUR

Escrituração Contábil Digital X Escrituração Contábil Fiscal DIPJ E LALUR Escrituração Contábil Digital X Escrituração Contábil Fiscal DIPJ E LALUR O ano corrente promete muitas novidades na área de atuação da contabilidade, umas que vêm incrementar o trabalho dos profissionais,

Leia mais

SUMÁRIO Direito Tributário...2 O Direito Tributário e as demais ciências jurídicas...5 O Direito Tributário e os Limites ao Poder de Tributar...

SUMÁRIO Direito Tributário...2 O Direito Tributário e as demais ciências jurídicas...5 O Direito Tributário e os Limites ao Poder de Tributar... SUMÁRIO Direito Tributário...2 Conceito...2 Polos...2 Receitas públicas...2 Natureza...3 Exemplos de receitas derivadas...3 Exemplos de receitas originárias...4 O Direito Tributário e o Direito Público...4

Leia mais

Direito Tributário. Aula 09. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Direito Tributário. Aula 09. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Direito Tributário Aula 09 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

Planejamento Tributário Empresarial 1

Planejamento Tributário Empresarial 1 Planejamento Tributário Empresarial 1 Imposto de Renda e proventos de qualquer natureza Do Lucro Arbitrado Pessoa Jurídica Tributada com base no lucro arbitrado Na ocorrência de qualquer das hipóteses

Leia mais

A importância da contabilidade e a tributação do futebol. Piraci Oliveira Julho/2012

A importância da contabilidade e a tributação do futebol. Piraci Oliveira Julho/2012 A importância da contabilidade e a tributação do futebol Piraci Oliveira Julho/2012 IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE E A TRIBUTAÇÃO DO FUTEBOL Primeiras Regras Tributárias 1939/1970 Aula I Segundo Momento

Leia mais

-Aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais;

-Aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; Entidades sem fins lucrativos As organizações sociais são pessoas jurídicas que recebem do poder publico uma especial qualificação, a fim de desempenharem serviços sociais não privativos do estado.nao

Leia mais

CAPÍTULO. Competência Tributária. Competência Tributária Comum

CAPÍTULO. Competência Tributária. Competência Tributária Comum CAPÍTULO Competência Tributária Competência Tributária Comum C.F. art. 145 A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: II - taxas, em razão do exercício

Leia mais

AULAS DE 20 e 22/10/15

AULAS DE 20 e 22/10/15 AULAS DE 20 e 22/10/15 8. IMPOSTOS EM ESPÉCIE 8.1. Impostos da União d) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) Art. 153, da CF; art. 46 e seguintes do TN. - Também utilizado com finalidade extrafiscal.

Leia mais

UNIÃO ESPÍRITA MINEIRA Consultoria Jurídica Contribuição Sindical

UNIÃO ESPÍRITA MINEIRA Consultoria Jurídica Contribuição Sindical UNIÃO ESPÍRITA MINEIRA 2017 Contribuição Sindical O que é a Contribuição Sindical: É a contribuição devida por aqueles que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional em favor do

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 6ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 6ª RF Fl. 4 Fls. 21 20 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 6ª RF Solução de Consulta nº 111 - Data 3 de novembro de 2010 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE

Leia mais

Associação dos Apoiadores do Comitê de Aquisições e Fusões - ACAF Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e relatório dos auditores

Associação dos Apoiadores do Comitê de Aquisições e Fusões - ACAF Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e relatório dos auditores Associação dos Apoiadores do Comitê de Aquisições e Fusões - ACAF Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2014 e relatório dos auditores independentes Relatório dos auditores independentes sobre

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Direito Tributário

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Direito Tributário PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis Direito Tributário Petterson Rodrigues Cordeiro Andrade TRABALHO DE DIREITO TRIBUTÁRIO

Leia mais

23/07/2014. ICMS Noções Básicas. Apresentação: Fábio Martins Lopes Samyr Qbar

23/07/2014. ICMS Noções Básicas. Apresentação: Fábio Martins Lopes Samyr Qbar 23/07/2014 ICMS Noções Básicas Apresentação: Fábio Martins Lopes Samyr Qbar O que é Tributo? - Art. 3º do CTN Toda prestação pecuniária compulsória em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir que não

Leia mais

Planejamento Tributário Empresarial

Planejamento Tributário Empresarial Planejamento Tributário Empresarial Aula 02 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina, oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades,

Leia mais

VII CONGRESSO MINEIRO DE VEREADORES

VII CONGRESSO MINEIRO DE VEREADORES VII CONGRESSO MINEIRO DE VEREADORES SITUAÇÃO FINANCEIRA DOS MUNICÍPIOS EM FACE DO REEQUILÍBRIO FEDERATIVO Março/2017 Palestrante: Antônio José Calhau de Resende FORMAS DE ESTADO: Estado Federal ou Federação:

Leia mais

Planejamento Tributário Empresarial

Planejamento Tributário Empresarial Planejamento Tributário Empresarial A Constituição Federal do Brasil Constituição Federal do Brasil de 05 de outubro de 1988: importante carta que trouxe o regime democrático e, com ele, direito e garantias

Leia mais

Fato Gerador. fato que gera a obrigação tributária. Refere-se à concretização da hipótese de incidência Deve ser definido em lei Exemplos:

Fato Gerador. fato que gera a obrigação tributária. Refere-se à concretização da hipótese de incidência Deve ser definido em lei Exemplos: Fato Gerador fato que gera a obrigação tributária. Refere-se à concretização da hipótese de incidência Deve ser definido em lei Exemplos: Prestar serviços (ISS) Fazer circular mercadorias (ICMS) Receber

Leia mais

Prefeitura do Município de Foz do Iguaçu

Prefeitura do Município de Foz do Iguaçu LEI N o 3.941, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2011. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, para o exercício financeiro de 2012. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado

Leia mais

PF1=AJUDA PF2=DETALHA PF3=SAI PF7=RECUA PF8=AVANCA PF12=RETORNA

PF1=AJUDA PF2=DETALHA PF3=SAI PF7=RECUA PF8=AVANCA PF12=RETORNA 06/10/08 21:49 M M17163PO USUARIO : ALEXANDRE PAGINA : 1 PREFIXO DA CONTA : 33390.47 CONTA TITULO SISTEMA 33390.47.00 OBRIGACOES TRIBUTARIAS E CONTRIBUTIVAS 33390.47.01 IMPOSTO S/ PROPRIEDADE TERRITORIAL

Leia mais

Slide 1 O CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ATRAVÉS DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS. Slide 2. Slide 3 DADOS DISPONÍVEIS AO FISCO

Slide 1 O CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ATRAVÉS DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS. Slide 2. Slide 3 DADOS DISPONÍVEIS AO FISCO Slide 1 O CRUZAMENTO DE INFORMAÇÕES FISCAIS ATRAVÉS DAS OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Nilson José Goedert Contador 2016 Slide 2 Obrigações Federais para Pessoas Jurídicas em Geral: 1. SPED Sistema Público de Escrituração

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DIREITO DO TRABALHO, TRIBUTÁRIO E EMPRESARIAL PROFESSOR DIEGO ALVES DE OLIVEIRA IFMG CAMPUS OURO PRETO MARÇO DE 2017

INTRODUÇÃO AO DIREITO DO TRABALHO, TRIBUTÁRIO E EMPRESARIAL PROFESSOR DIEGO ALVES DE OLIVEIRA IFMG CAMPUS OURO PRETO MARÇO DE 2017 INTRODUÇÃO AO DIREITO DO TRABALHO, TRIBUTÁRIO E EMPRESARIAL PROFESSOR DIEGO ALVES DE OLIVEIRA IFMG CAMPUS OURO PRETO MARÇO DE 2017 Direito Tributário Conjunto de normas que regulamentam a arrecadação de

Leia mais

Recife, 19 de julho de Armando Moutinho Perin Advogado

Recife, 19 de julho de Armando Moutinho Perin Advogado Recife, 19 de julho de 2016 Armando Moutinho Perin Advogado Constituição Federal de 1988 Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I direito tributário,

Leia mais

TAXAS Art. 145, II e 2º, CF e arts. 77 a 80, CTN

TAXAS Art. 145, II e 2º, CF e arts. 77 a 80, CTN CONCEITO DE INGRESSO PÚBLICO ORIGINÁRIO PRÓPRIO REPARAÇÕES DE GUERRA DEFINIÇÃO DE TRIBUTOS Art. 3, CTN TRIBUTO É TODA PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA PENALIDADES COMPULSÓRIA INGRESSO PÚBLICO DERIVADO EM MOEDA OU

Leia mais

Tribunais Exercícios Direito Tributário Exercício Rafael Saldanha Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Tribunais Exercícios Direito Tributário Exercício Rafael Saldanha Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Exercícios Direito Tributário Exercício Rafael Saldanha 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. QUESTÃO 01 Um município brasileiro, desconsiderando as regras

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. Professor Victor Alves Aula dia 14/03/2017

DIREITO TRIBUTÁRIO. Professor Victor Alves Aula dia 14/03/2017 DIREITO TRIBUTÁRIO Professor Victor Alves Aula dia 14/03/2017 Conceito de Tributo: Art. 3º do CTN - Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Secção de São Paulo Terceiro Setor ASPECTOS TRIBUTÁRIOS RIOS Ricardo Monello ricardoadv@sergiomonello.com.br 1 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PREÂMBULO Nós,

Leia mais

GESTÃO ADMINISTRATIVA DAS OSCS: Contratualização Sustentabilidade Certificação. Paula Raccanello Storto

GESTÃO ADMINISTRATIVA DAS OSCS: Contratualização Sustentabilidade Certificação. Paula Raccanello Storto GESTÃO ADMINISTRATIVA DAS OSCS: Paula Raccanello Storto Gestão Administrativa das OSCs Breve panorama jurídico Premissa: liberdade de associação Constituição Federal: Vedação da interferência estatal.

Leia mais

ANEXO 2 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 Exercício de 2017 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA POR CATEGORIA ECONÔMICA

ANEXO 2 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 Exercício de 2017 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA POR CATEGORIA ECONÔMICA 100000000000 RECEITAS CORRENTES 16.060.924,10 110000000000 RECEITA TRIBUTARIA 295.460,62 111000000000 IMPOSTOS 111200000000 IMPOSTOS SOBRE O PATRIMONIO E A RENDA 111202000000 IPTU - DO EXERCICIO 111202010000

Leia mais

Sistema Tributário Nacional

Sistema Tributário Nacional Sistema Tributário Nacional Considerações Iniciais Direito Direito e Contabilidade como Ciências Ciência das Normas obrigatórias que disciplinam as relações dos homens em sociedade. É o conjunto das normas

Leia mais

Sumário Capítulo 1 Direito tributário Capítulo 2 Espécies de tributo Capítulo 3 Empréstimos compulsórios e contribuições especiais

Sumário Capítulo 1 Direito tributário Capítulo 2 Espécies de tributo Capítulo 3 Empréstimos compulsórios e contribuições especiais Sumário Capítulo 1 Direito tributário... 1 1.1. Direito... 1 1.2. Direito público e direito privado... 1 1.3. Direito tributário... 2 1.4. Direito tributário e os demais ramos do Direito... 4 1.5. Estado...

Leia mais

CAPÍTULO 1 TRIBUTO. CONCEITO E ESPÉCIES...19 CAPÍTULO 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...21 CAPÍTULO 3 PRINCÍPIOS DO DIREITO TRIBUTÁRIO...

CAPÍTULO 1 TRIBUTO. CONCEITO E ESPÉCIES...19 CAPÍTULO 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...21 CAPÍTULO 3 PRINCÍPIOS DO DIREITO TRIBUTÁRIO... SUMÁRIO PARTE 1 TEORIA DIREITO MATERIAL CAPÍTULO 1 TRIBUTO. CONCEITO E ESPÉCIES...19 CAPÍTULO 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...21 2.1 Repartição das receitas tributárias... 23 2.2 Exercício da competência tributária...

Leia mais

Curso: Data e Local: Objetivo: Público Alvo: Programa: Regras e Conceitos Fundamentais

Curso: Data e Local: Objetivo: Público Alvo: Programa: Regras e Conceitos Fundamentais Curso: RETENÇÃO NA FONTE DE TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS (IRRF/PIS/COFINS/CSLL/INSS/ISS), com destaque para a nova EFD-REINF Data e Local: 16, 17 e 18 de agosto de 2017 Rio de Janeiro RJ Copacabana

Leia mais

Tributos. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Tributos. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Tributos Objetivos O presente curso tem por objetivo apresentar a definição de Tributo e a diferença entre Imposto, Taxa e Contribuição de Melhoria, seguindo-se as conclusões. Metodologia A metodologia

Leia mais

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS NAS COOPERATIVAS. Nádia Emer Grasselli

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS NAS COOPERATIVAS. Nádia Emer Grasselli OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS NAS COOPERATIVAS Nádia Emer Grasselli Conteúdo CRUZAMENTOS/OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA Denomina-se "obrigação tributária" o dever de fazer de um contribuinte, responsável

Leia mais

PARECER. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP.

PARECER. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP. PARECER EMENTA: Contribuição PASEP. Regimes Próprios de Previdência. Trata-se de consulta formulada acerca da obrigatoriedade ou não dos Regimes Próprios de Previdência de contribuírem com o PASEP. As

Leia mais

Fundo da Infância e do Adolescente - FIA

Fundo da Infância e do Adolescente - FIA Fundo da Infância e do Adolescente - FIA O que são incentivos fiscais? Os tributos são instituídos para serem arrecadados. Entretanto, para atingir outros fins de interesse da sociedade através do legislativo,

Leia mais

MANUAL DO PATROCINADOR Conselho Regional de Contabilidade - SC 31/08/2016

MANUAL DO PATROCINADOR  Conselho Regional de Contabilidade - SC 31/08/2016 MANUAL DO PATROCINADOR www.manualdopatrocinador.com.br Conselho Regional de Contabilidade - SC 31/08/2016 Panorama Panorama Incentivo Fiscal Estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para viabilização

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. Espécies Tributárias Impostos dos Estados, Municípios e do Distrito Federal. Prof.ª Luciana Batista

DIREITO TRIBUTÁRIO. Espécies Tributárias Impostos dos Estados, Municípios e do Distrito Federal. Prof.ª Luciana Batista DIREITO TRIBUTÁRIO Espécies Tributárias Impostos dos Estados, Municípios e do Distrito Federal Prof.ª Luciana Batista IMPOSTOS DOS ESTADOS/ DISTRITO FEDERAL (art. 155, CF/88). ITCD : transmissão causa

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009.

LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009. LEI MUNICIPAL Nº 1106/09, de 29 de dezembro de 2009. Altera a Lei Complementar nº 001/06 de 13 de fevereiro de 2006, Código Tributário Municipal de Camocim e determina outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Daniel Salgueiro Profº de Planejamento Tributário Universidade Federal de Alagoas

Daniel Salgueiro Profº de Planejamento Tributário Universidade Federal de Alagoas Daniel Salgueiro Profº de Planejamento Tributário Universidade Federal de Alagoas 1 Doações a Entidades Sem Fins Lucrativos Caracteriza-se como investimento social a doação voluntária da Pessoa Jurídica

Leia mais

BASE DE CÁLCULO E APLICAÇÃO MÍNIMA PELOS ENTES FEDERADOS EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

BASE DE CÁLCULO E APLICAÇÃO MÍNIMA PELOS ENTES FEDERADOS EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE PELOS ENTES FEDERADOS EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE A Constituição Federal de 1988 determina em seu art. 198 que: 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos

Leia mais

I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 Responsabilidade tributária II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS

I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 Responsabilidade tributária II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS SUMÁRIO I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 Responsabilidade tributária... 25 II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS II.1 IRRF Serviços prestados por pessoas jurídicas... 31 II.1.1 Hipóteses de incidência...

Leia mais

CURSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO PARA RFB. Prof. Vilson Cortez - Tudão

CURSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO PARA RFB. Prof. Vilson Cortez - Tudão CURSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO PARA RFB Prof. Vilson Cortez - Tudão Prof. Vilson Cortez Especialista em Direito Tributário e Legislação Tributária pela Escola Superior da Procuradoria Geral do Estado de São

Leia mais

Direito e Legislação. Prof.ª Rosélia Souza

Direito e Legislação. Prof.ª Rosélia Souza Direito e Legislação Prof.ª Rosélia Souza roseliaoliveira@ifsul.edu.br 2 DIREITO TRIBUTÁRIO: CONCEITOS Este ramo do Direito trata do estabelecimento de um conjunto sistematizado de normas para controlar

Leia mais

ANEXO 2 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 Exercício de 2015 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA POR CATEGORIA ECONÔMICA

ANEXO 2 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 Exercício de 2015 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA POR CATEGORIA ECONÔMICA 100000000000 RECEITAS CORRENTES 14.567.731,50 110000000000 RECEITA TRIBUTARIA 267.991,50 111000000000 IMPOSTOS 111200000000 IMPOSTOS SOBRE O PATRIMONIO E A RENDA 111202000000 IPTU - DO EXERCICIO 111202010000

Leia mais

Direito Tributário para o Exame de Ordem

Direito Tributário para o Exame de Ordem Direito Tributário para o Exame de Ordem 3 Conceito de Tributo. 4 Legislação Tributária. 5 Obrigação Tributária. 6 Crédito Tributário. (1a. Parte: Conceito, Constituição) Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com

Leia mais

Novo Sistema Tributário. Síntese da Proposta

Novo Sistema Tributário. Síntese da Proposta 1 SENADO FEDERAL COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS (CAE) SUBCOMISSÃO TEMPORÁRIA DA REFORMA TRIBUTÁRIA (CAERT) Relatório Preliminar - Março de 2008 PRESIDENTE: Senador Tasso Jereissati - PSDB - CE VICE-PRESIDENTE:

Leia mais

JOSIANE MINARDI TRIBUTÁRIO TEORIA E PRÁTICA. revista e atualizada. edição. 1ª e 2ª FASES

JOSIANE MINARDI TRIBUTÁRIO TEORIA E PRÁTICA. revista e atualizada. edição. 1ª e 2ª FASES JOSIANE MINARDI TRIBUTÁRIO TEORIA E PRÁTICA 7 edição revista e atualizada 1ª e 2ª FASES 2017 CAPÍTULO 2 Competência Tributária Os tributos serão inseridos no ordenamento jurídico por meio da competência

Leia mais

PIS e COFINS. Aspectos conceituais. Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto

PIS e COFINS. Aspectos conceituais. Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto PIS e COFINS Aspectos conceituais Núcleo de Estudos em Controladoria e Contabilidade Tributária Prof. Amaury

Leia mais

O CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL 6º ENCONTRO GAÚCHO DO TERCEIRO SETOR

O CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL 6º ENCONTRO GAÚCHO DO TERCEIRO SETOR IMUNIDADES E ISENÇÕES DE TRIBUTOS PARA O TERCEIRO SETOR O CENÁRIO DO TERCEIRO SETOR NO BRASIL 6º ENCONTRO GAÚCHO DO TERCEIRO SETOR TRIBUTOS (art. 145 CF). IMUNIDADES E ISENÇÕES IMUNIDADE VEDAÇÃO - PROIBIÇÃO

Leia mais

* Data de publicação no Diário Oficial da União (D.O.U.).

* Data de publicação no Diário Oficial da União (D.O.U.). COMUM PARA TODAS AS ÁREAS Utilidade Pública Federal e Estadual ou do Distrito Federal ou Municipal. Certificado (CEBAS) e Registro de Entidade de Fins Filantrópicos (CNAS), renovado a cada três anos. Promova

Leia mais

IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS

IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA Incide sobre produtos industrializados, nacionais ou estrangeiros. Entende-se por industrializado o produto que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza

Leia mais

Código de Situação Tributária

Código de Situação Tributária Código de Situação O código da situação tributária será composto de três dígitos, onde o 1 dígito indicará a origem da mercadoria, com base na Tabela A e os dois últimos dígitos a tributação pelo ICMS,

Leia mais

Julho/2017 Versão 1.0

Julho/2017 Versão 1.0 Manual prático Nota Eletrônica Julho/2017 Versão 1.0 Emissão de NFS-e 1- Para realizar a emissão de nota eletrônica, o contribuinte deverá acessar o sistema ISS.net através do menu Nota Eletrônica-> Nova

Leia mais

Direito Tributário para o Exame de Ordem

Direito Tributário para o Exame de Ordem Direito Tributário para o Exame de Ordem Introdução, Normas Gerais, Competência Tributária e Imunidade Tributária Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Competência tributária

Leia mais

NFTS Nota Fiscal do Tomador de Serviço

NFTS Nota Fiscal do Tomador de Serviço Nota Fiscal do Tomador de Serviço O QUE É A é uma declaração dos serviços tomados ou intermediados por PESSOAS JURÍDICAS estabelecidas no município de São Paulo, por ocasião da contratação de serviços

Leia mais

Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais -

Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais - Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais - Apresentação Histórico Desafios Dados Distribuição renda Exemplo mundo Situação Brasil Histórico Declaração americana (1776): Declaração dos Direitos,

Leia mais

ASPECTOS JURÍDICOS E TRIBUTÁRIOS ABERTURA DA EMPRESA 12/10/ VIABILIDADE LEGAL (E LOCAL)

ASPECTOS JURÍDICOS E TRIBUTÁRIOS ABERTURA DA EMPRESA 12/10/ VIABILIDADE LEGAL (E LOCAL) ASPECTOS JURÍDICOS E TRIBUTÁRIOS Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc ABERTURA DA EMPRESA 1. VIABILIDADE LEGAL (E LOCAL) Levantamento de fatores que influenciam na atuação da empresa Estudo da legislação

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. Princípio da Capacidade Contributiva. Prof.ª Luciana Batista

DIREITO TRIBUTÁRIO. Princípio da Capacidade Contributiva. Prof.ª Luciana Batista DIREITO TRIBUTÁRIO Princípio da Capacidade Contributiva Prof.ª Luciana Batista 145, parágrafo 1º, CF/88: Sempre que possível os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica

Leia mais

REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA

REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA A forma de Estado adotada pela Constituição Federal é a Federação, e esta só estará legitimada se cada ente da Federação gozar de autonomia administrativa e fiscal. Objetiva corrigir os desequilíbrios

Leia mais

DIÁRIO OFICIAL DO MUNICIPIO DE BAIA DA TRAIÇÃO

DIÁRIO OFICIAL DO MUNICIPIO DE BAIA DA TRAIÇÃO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (caput do art. 212 da CF) RECEITAS DO ENSINO Continua (1/5) 1 - RECEITAS DE IMPOSTOS 360.720,00 360.720,00 202.602,88 56,17 1.1 - Receita Resultante do Imposto sobre a Propriedade

Leia mais

DECRETO N.º DE 11 DE MAIO DE 2010.

DECRETO N.º DE 11 DE MAIO DE 2010. DECRETO N.º 32.250 DE 11 DE MAIO DE 2010. Dispõe sobre a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica- NFS-e - NOTA CARIOCA - e dá outras providências. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições

Leia mais

PROCEDIMENTO CRÉDITOS A RECEBER DE TRIBUTOS A RECUPERAR OU COMPENSAR RESPONSABILIDADE Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União.

PROCEDIMENTO CRÉDITOS A RECEBER DE TRIBUTOS A RECUPERAR OU COMPENSAR RESPONSABILIDADE Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União. PROCEDIMENTO CRÉDITOS A RECEBER DE TRIBUTOS A RECUPERAR OU COMPENSAR 1 REFERÊNCIAS 1.1 - RESPONSABILIDADE Coordenação-Geral de Contabilidade e Custos da União. 1.2 - COMPETÊNCIA - Portaria/STN N. 833,

Leia mais

CURSO ANALISTA FISCAL FORTALEZA/CE - TURMA 18

CURSO ANALISTA FISCAL FORTALEZA/CE - TURMA 18 CURSO ANALISTA FISCAL FORTALEZA/CE - TURMA 18 A função de Analista Fiscal é uma das mais nobres na área fiscal de um estabelecimento, tendo em vista sua importância na verificação do processamento de todo

Leia mais

SIMPLES NACIONAL PROF. DR. AMAURY JOSE REZENDE

SIMPLES NACIONAL PROF. DR. AMAURY JOSE REZENDE SIMPLES NACIONAL PROF. DR. AMAURY JOSE REZENDE SIMPLES NACIONAL Tributo federal Lei Complementar 123/2006 e 128/2008 Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.199, de 14 de outubro de 2011

Instrução Normativa RFB nº 1.199, de 14 de outubro de 2011 Instrução Normativa RFB nº 1.199, de 14 de outubro de 2011 DOU de 17.10.2011 Dispõe sobre procedimentos fiscais dispensados aos consórcios constituídos nos termos dos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de

Leia mais

Detalhamento da Receita

Detalhamento da Receita Detalha da Receita 1.0.0.0.00.00 RECEITAS CORRENTES 4.922.905.00 1.1.0.0.00.00 RECEITA TRIBUTÁRIA 1.1.1.0.00.00 IMPOSTOS 132.200.00 1.1.1.2.00.00 Impostos sobre o Patrimônio e a Renda 1.1.1.2.02.00 Imposto

Leia mais

Lista Date,

Lista Date, Lista Date, 03.03.2017 Rubrica Classificacao ValorOrcado ValorRealizado RECEITAS CORRENTES 1000000000 110463200 18633143,71 RECEITA TRIBUTÁRIA 1100000000 13714550 1162071,27 IMPOSTOS SOBRE O PATRIMÔNIO

Leia mais

Estrutura da Obra Sobre os Autores Apresentação à 7.ª edição Vladimir Passos de Freitas... 17

Estrutura da Obra Sobre os Autores Apresentação à 7.ª edição Vladimir Passos de Freitas... 17 SUMÁRIO Estrutura da Obra... 9 Sobre os Autores... 11 Prefácio à 1. a edição Antônio de Pádua Ribeiro... 15 Apresentação à 7.ª edição Vladimir Passos de Freitas... 17 Apresentação à 6. a edição Vladimir

Leia mais

Quem está obrigado a transmitir a EFD-Reinf? A transmissão da EFD-Reinf é obrigatória para as seguintes organizações:

Quem está obrigado a transmitir a EFD-Reinf? A transmissão da EFD-Reinf é obrigatória para as seguintes organizações: EFD-REINF A Escrituração Fiscal Digital das Retenções e Informações da Contribuição Previdenciária Substituída (EFD-Reinf) é o mais recente módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) e está

Leia mais

DECRETO Nº , DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015.

DECRETO Nº , DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015. DECRETO Nº 19.269, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece o Calendário Fiscal de Arrecadação dos Tributos Municipais, o valor da Unidade Financeira Municipal (UFM) e os preços do metro quadrado de terrenos

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO CLAUDIO CARNEIRO. Blog: claudiocarneiroadv.blogspot.com.br. Site: Facebook: CLAUDIO CARNEIRO II

DIREITO TRIBUTÁRIO CLAUDIO CARNEIRO. Blog: claudiocarneiroadv.blogspot.com.br. Site:  Facebook: CLAUDIO CARNEIRO II 2012 DIREITO TRIBUTÁRIO CLAUDIO CARNEIRO Blog: claudiocarneiroadv.blogspot.com.br Site: www.claudiocarneiro.com.br Facebook: CLAUDIO CARNEIRO II IMPOSTOS: FEDERAIS: II, IE, IR, IPI, IOF, ITR, IGF, Extraordinário

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM COMUNICADO FDE / DRA Nº 001/2016 OBRIGAÇÕES FISCAIS E SOCIAIS DA APM 2 0 1 6 Página 1 de 9 O objetivo deste texto é informar aos dirigentes das Associações de Pais e Mestres APMs de Escolas Estaduais conveniadas

Leia mais

Tributação nas Principais Operações Fiscais

Tributação nas Principais Operações Fiscais Tributação nas Principais Operações Fiscais (Regiões Sul e Sudeste) Adriana Manni Peres Advogada especialista em tributos indiretos. Pós-graduada em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO

ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO ATIVIDADE FINANCEIRA DO ESTADO A Atividade Financeira do Estado (AFE), é a procura de meios (obter, despender, gerir e criar dinheiro suficiente) para satisfazer as necessidades públicas (que é a falta

Leia mais

Danilo Tiisel CAPTAÇÃO (MOBILIZAÇÃO) DE RECURSOS E SUSTENTABILIDADE

Danilo Tiisel CAPTAÇÃO (MOBILIZAÇÃO) DE RECURSOS E SUSTENTABILIDADE Danilo Tiisel CAPTAÇÃO (MOBILIZAÇÃO) DE RECURSOS E SUSTENTABILIDADE CONTEXTO: O TERCEIRO SETOR Terceiro Setor O Terceiro Setor é um tipo de Frankenstein : grande, heterogêneo, construído de pedaços, desajeitado,

Leia mais

Exercícios: Princípios e Imunidades Coordenação do material: Emersom Fernandes TV EXAME DE ORDEM

Exercícios: Princípios e Imunidades Coordenação do material: Emersom Fernandes TV EXAME DE ORDEM Exercícios: Princípios e Imunidades Coordenação do material: Emersom Fernandes TV EXAME DE ORDEM 1-Lei catarinense, publicada em 01.12.2008, alterou, de 3% para 4%, a alíquota do IPVA relativo à propriedade

Leia mais

6ª REGIÃO FISCAL - DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO

6ª REGIÃO FISCAL - DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO 6ª REGIÃO FISCAL - DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 169, DE 1º DE OUTUBRO DE 2008: ASSUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: PIS/PASEP. GASTOS NÃO VINCULADOS DIRETAMENTE À FABRICAÇÃO DE

Leia mais

OBRIGAÇÕES ÁREA FEDERAL MÊS JUNHO 2014

OBRIGAÇÕES ÁREA FEDERAL MÊS JUNHO 2014 OBRIGAÇÕES ÁREA FEDERAL MÊS JUNHO 2014 04/06-4 Feira Último dia para recolhimento do Imposto de Renda na Fonte referente a juros sobre o capital próprio, aplicações financeiras, títulos de capitalização;

Leia mais

Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999

Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999 Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999 Dou de 20/01/99, pág. 1/3 Altera a legislação do Imposto sobre a Renda, relativamente à tributação dos Fundos de Investimento Imobiliário e dos rendimentos auferidos

Leia mais

Orientações Consultoria de Segmentos Retenção em baixas parciais de PIS, COFINS e CSLL

Orientações Consultoria de Segmentos Retenção em baixas parciais de PIS, COFINS e CSLL 28/04/2010 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1. Contribuição PIS e COFINS pela Sistemática Não Cumulativa... 4 3.2. Da

Leia mais

CRIMINALIZAÇÃO DO TERCEIRO SETOR. 23 de junho de 2016 Por: Mariana Nogueira Michelotto - OAB/PR

CRIMINALIZAÇÃO DO TERCEIRO SETOR. 23 de junho de 2016 Por: Mariana Nogueira Michelotto - OAB/PR CRIMINALIZAÇÃO DO TERCEIRO SETOR 23 de junho de 2016 Por: Mariana Nogueira Michelotto - OAB/PR 65.829 APROPRIAÇÃO INDÉBITA PREVIDENCIÁRIA Art. 168-A. Deixar de repassar à previdência social as contribuições

Leia mais

1) TRIBUTOS FEDERAIS (aplicados ao Comércio ) 2) PERFIL DO CONTADOR MODERNO

1) TRIBUTOS FEDERAIS (aplicados ao Comércio ) 2) PERFIL DO CONTADOR MODERNO 1) TRIBUTOS FEDERAIS (aplicados ao Comércio ) 2) PERFIL DO CONTADOR MODERNO Maria Alzirene Mota de Brito Empresária da Contabilidade (92) 99981-9878 / 99116-6622 TÓPICOS PARA ABORDAGEM 1) QUAIS TRIBUTOS

Leia mais

Contabilidade e Legislação Tributária Aula 2

Contabilidade e Legislação Tributária Aula 2 Contabilidade e Legislação Tributária Aula 2 Prof. Gustavo Gonçalves Vettori Receitas Originárias e Derivadas Preços Públicos Originárias Ingressos Comerciais Receitas Compensações Financeiras (Royalties)

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM COMUNICADO FDE / DRA Nº 001/2017 OBRIGAÇÕES FISCAIS E SOCIAIS DA APM 2 0 1 7 Página 1 de 9 O objetivo deste texto é informar aos dirigentes das Associações de Pais e Mestres APMs de Escolas Estaduais conveniadas

Leia mais

Quarta do Conhecimento ECF Alterações para 2017 e Pontos de Atenção no Preenchimento Marcia Ramos

Quarta do Conhecimento ECF Alterações para 2017 e Pontos de Atenção no Preenchimento Marcia Ramos Quarta do Conhecimento ECF Alterações para 2017 e Pontos de Atenção no Preenchimento Marcia Ramos Obrigatoriedade Todas as pessoas jurídicas, exceto optantes pelo SIMPLES NACIONAL, orgãos públicos e pessoas

Leia mais

SEMINÁRIO REGIONAL MACEIÓ/AL

SEMINÁRIO REGIONAL MACEIÓ/AL SEMINÁRIO REGIONAL MACEIÓ/AL ISS - OS FATORES QUE ALTERAM A BASE DE CÁLCULO PALESTRANTE: Ricardo Cavalcante Antas Auditor Fiscal SMF Maceió/AL. 07 e 08 de agosto 2012. FATORES QUE ALTERAM A B.C. Imunidade

Leia mais

COMO ABRIR UMA IGREJA

COMO ABRIR UMA IGREJA COMO ABRIR UMA IGREJA Este ebook tem por finalidade proporcionar um esclarecimento sobre como as igrejas são vistas pelo governo, quais tributos ela deve pagar e como deve ser constituída. As igrejas,

Leia mais

ANALISTA FISCAL E TRIBUTÁRIO. Conhecimentos e Práticas Tributárias e Fiscais

ANALISTA FISCAL E TRIBUTÁRIO. Conhecimentos e Práticas Tributárias e Fiscais ANALISTA FISCAL E TRIBUTÁRIO Conhecimentos e Práticas Tributárias e Fiscais Objetivos do Workshop 1 Conhecer e Atualizar os Conhecimentos acerca da Legislação Tributária e Fiscal Vigente 2 Adotar Procedimentos

Leia mais

LEI Nº 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995

LEI Nº 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 LEI Nº 9.249, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1995 Altera a Legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas, bem como da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, e dá outras providências. Art. 13. Para efeito

Leia mais