College of Agricultural & Environmental Sciences

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "College of Agricultural & Environmental Sciences"

Transcrição

1 Stephen C. Nickerson - Professor Department of Animal & Dairy Science University of Georgia College of Agricultural & Environmental Sciences C:\slides\VT2001

2 Desenvolvimentos no uso de pré e pós-dipping

3 Plano da palestra Perdas econômicas pela mastite Importância da extremidade do teto Papel do pré-dipping e como ele funciona Aplicações do pré-dip Como os pré-dips são testados Pós-dipping e como ele funciona Importância do estado dos tetos Como os pós-dips são testados Mecanismos de ação sobre as bactérias

4 Custo da Mastite* Origem da Perda Redução na produção de leite Descarte do leite infectado Custo da reposição precoce de vacas Redução no valor de venda de vacas Medicamentos Serviços veterinários Trabalho extra *Incidência de Mastite de 33%; Leite: U$D 0,27/litro U$D Perda/ Vaca $ $24.44 $13.60 $9.94 $9.68 $4.84 $2.42 % do Total $ %

5 Prejuízos por Mastite (Estimado a U$D180.00/vaca/ano) Tamanho do rebanho Total de perdas $9,000 $13,500 $18,000 $36,000 $72,408 $144,000 $180,000 $900,000

6 O uso de produtos germicidas efetivos para o mergulho de tetos reduz novas contaminações 40% - Reduzindo mastites - Baixando a CCS no tanque - Melhorando a qualidade do leite a 80%

7 Extremidade do Teto: A parte mais importante no patrimônio de toda uma operação leiteira

8 Caracteristicas do teto Colonização Bacteriana Estafilococos: CNS, S. aureus Pele do Teto Oclusão do canal Antimicrobiano - Proteinas - Ácidos Graxos Ambientais: Coliformes, Streps Fechamento estrito entre lactações

9 Mastite causada por infecção bacteriana >100 micróbios podem causar infecção - Ambiental - Contagiosa

10 Quando ocorre infecção? Exposição a agentes ambientais ocorre entre as lactações

11 Agentes que contaminam os tetos entre uma ordenha e outra Coliformes Streptococcus uberis, Escherichia coli, Streptococcus dysgalactiae, Strep. parauberis, equinus Klebsiella, Enterobacter, Citrobacter, Serratia spp. Estreptos ambientais

12 Fontes de infecções ambientais: Free stall: cama de palha Pastagem Sujeira

13 Free stall: cama de areia Banhados/ atoleiros/ lagoas Cama de maravalha:

14 Quando vacas entram para a ordenha, a matéria orgânica deve ser removida. Se recomenda muito mais o uso de pré-dipping que água. Matéria orgânica: Barro Esterco Cama [Bactérias]

15 Bactérias colonizam o canal do teto E posteriormente indo para o interior da glândula mamária: Coagulase-neg. staphylococci Staphylococcus aureus

16 Predipping: Mata as bactérias da superfície do teto 40-50% eficácia

17 Mergulhar 30 seg. Secar Eliminar 1os. jatos NMC98 Especial atenção ao orifício do teto

18 O orifício do teto deverá ser bem limpo para reduzir o potencial de novas infecções assim como a elevação da contagem bacteriana Aumento da contagem bacteriana diminuição da qualidade do leite

19 Contaminantes da pele: Aumento da contagem bacteriana e de infecções carreadas por equipamentos A carga bacteriana se reduz usando germicidas para os tetos Pre-dipping: Mais importante em producao intensiva

20 Eliminação dos 1os. jatos Pré-dip Pré-ordenha preparação do úbere : Tempo de contato 30 segundos Secar tetos Checar orifício Acoplar teteiras

21 Pré-dip Elimina 1os. jatos Pré-ordenha preparação do úbere: Tempo de contato - 30 segundos Secagem dos tetos Checar orifício Acoplar teteiras

22 Eliminação dos 1ºs jatos antes da desinfecção pode reduzir transferência de bactérias das mãos para o teto Se feita antes do pré-dipping, bactérias presentes na pele do teto serão eliminadas.

23 Emininação dos 1ºs jatos com desinfetante no teto Se feita com o desinfetante ainda nos tetos, este vai eliminar as bactérias nas mãos do ordenhador

24 Elminação dos 1ºs jatos depois da secagem Se feita depois da secagem, o teto pode ser recontaminado pela mão do ordenhador

25 Streptococci Staphylococci 30-sec Coliformes

26 Remoção das bactérias da pele do teto luvas

27 Secar do teto e da extremidade do teto Remove a maior parte das bactérias da superfície Promove um estímulo adicional ao teto

28 Pré-dipping: Eficaz contra: E. coli Klebsiella Enterobacter Citrobacter Serratia Strep. uberis Strep. dysgalactae Staph. aureus

29 Métodos de Pré-dipping: Spray manual Outros In-line spray Copo Aplicador

30 % Vacas Efeito da preparação do úbere sobre novas infecções com Strep. uberis Nenhuma preparação 54 Lavar e secar com papel toalha 25 Pré-dipping e secar com papel

31 Excesso de vácuo pode ocasionar reversão de orifício de teto (Prolapso de esfíncter) High vacuum Textura áspera ou com aspecto de flor aumentando a área superficial (hiperqueratose) ocasionando ferimentos propícios para o crescimento bacteriano. Esteja seguro de haver escolhido o germicida correto!

32 Como testear los pre-dips? 40-50% efectivo Producto Experimental (Fenóis)

33 Rebanho 1: Pré-dipping Tetos esquerdos (Tratados) Tetos direitos (Controle) 41% Novas infecções Casos clínicos Pós-dipping Coliformes Strep. uberis CNS Oliver et al., 2000

34 Rebanho 2: Pré-dipping Tetos esquerdos (Tratados) Tetos direitos (Controle) 38% Novas infecções Casos clínicos Pós-dipping CNS Strep. uberis Staph. aureus Oliver et al., 2000

35 Falhas na Higiene da Ordenha Não remoção de sujeiras grosseiras: Não desinfetar todos os tetos: Não cobrir toda a superfície do teto: Não permitir tempo apropriado de contato do desinfetante com a superfície do teto: (30 sec)

36 Pré-dipping: Mergulhar toda a superfície do teto que estará em contato com a teteira durante a ordenha

37 Envolver todo o teto com um papel toalha após o dipping para observar quanto da sua superfície foi coberta com o germicida.

38 Cobertura completa Cobertura incompleta

39 Checar o filtro de leite após a ordenha Se o filtro estiver sujo com areia ou cama: Tetos não foram limpados apropriadamente (pré-dip) Se o filtro contém muitos grumos: Animais com mastite clínica foram ordenhados

40 Desprezar os primeiros jatos Elimina bacterias Estimula a descida do leite Permite observar o leite Melhora o fluxo de ordenha A ordenha será mais rápida Rebanhos que desprezam os primeiros jatos: Ordenha mais rápida, menor CCS, maior produção de leite Mãos do ordenhador podem transmitir bactérias

41 Usar luvas (e limpá-las quando necessário) Quando o ordenhador toca um teto contaminado com bactérias, as bactérias são transferidas para as mãos do ordenhador. Quando o ordenhador toca no teto de outra vaca, estas bactérias serão transferidas para o teto, o que poderá causar uma nova infecção se estas bactérias penetrarem no orifício do teto.

42 Pós-dipping Após a preparação dos tetos, as teteiras são acopladas É neste momento que as bactérias contagiosas são transmitidas

43 Organismos transmitidos durante a ordenha Streptococcus agalactiae Staphylococcus aureus Mycoplasma sp.

44 Após a ordenha se faz o pós-dipping Quarto infectado por S. aureus Como funciona o germicida?

45 S. aureus As borrachas se contaminam com o leite dos quartos infectados

46 S. aureus As borrachas contaminadas carregam bactérias para a superfície dos tetos C:\slides\pdpw

47 Após sua remoção, a teteira contaminada deixa uma película com bactérias na superfície do teto S. aureus

48 Após a ordenha a teteira é removida Multiplicação A película de leite permite a multiplicação das bactérias

49 Post dipping: O pós-dipping substitui a película de leite com produto germicida.

50 Pós-dipping

51 Vácuo Vácuo Vácuo Bacteria ( ) Pós-dip matar bactérias! Bactérias podem passar através do canal do teto como resultado da reversão do gradiente de pressão.

52 Métodos de aplicação de pós-dipping Spray manual Outros Spray máquina Copo aplicador

53 Função teórica da eficácia do germicida Mata as bactérias que se encontram tanto na superfície quanto no canal do teto

54 Área de colonização bacteriana

55 2 tipos básicos de pós-dipping: Convencional Espesso Líquido, menos viscoso Mínima atividade residual Mais viscoso Atividade prolongada

56 Pós-dipping Espesso: Utilização durante períodos de alta umidade e estações chuvosas e barrentas do ano Tetos expostos a altos desafios a bactérias ambientais

57 Aplicação de germicidas: Copo aplicador o Spray?

58 Spray: normalmente mais rápido e mais conveniente, porém: Existe potencial exposição à inalação Cobertura incompleta e gasta-se 2 X mais que o necessário

59 Tetos podem ser afetados de forma adversa por Teteiras Químicos para dipping Tempo (frio excessivo) Ambiente: -Cama -Estabulação -Pastos sujos Mãos do ordenhador (bactérias)

60 Condições dos tetos Tetos pobremente condicionados são ásperos, rugosos, com rachaduras e pele irritada um local ideal para as bactérias se esconderem e se multiplicarem. Tetos bem condicionados tem sua superfície mais lisa e carregam muito menos agentes causadores de mastite para o interior das teteiras. Alta contagem bacteriana no tanque de leite. Baixa contagem bacteriana no tanque de leite.

61 Irritação na pele do teto Esfíncter danificado Pode ser devido a alto ou baixo ph da formulação do germicida Bacteria Muito danificado

62 Rugoso, não-saudável Liso, saudável

63 Keratin Bacteria: orifício do teto

64 Irritações e Descamação do Teto Agentes cosméticos - ph baixo - Alta acidez ou alcalinidade Glycerina, lanolina, propileno-glicol, ácido lático, aloe vera

65

66 Germicida Ácido α-hydroxy ácido + Pós-dipping Lático Descamação Germicida cosmético (remoção de células mortas)

67 Como testear los post-dips? Experimental Challenge Trial Bacteria

68 50 M S. aureus 50 M Strep. ag 100 M total/ml

69 2x daily, 5 d/wk, 8 wk Challenge Suspension Staph. aureus Strep. agalactiae

70 Two diagonal quarters exposed to the teat dip. 2x daily, 5 d/wk, 8 wk Teat Dip Less mastitis in dipped vs control?

71 After milking each teat is immersed in a bacterial suspension (1). A film of bacteria is deposited on teats (2), 2 of which are dipped in germicide (3). Milk suspension Teat germicide 1 2 3

72 Sample quarters & culture to determine new infections

73 No. new infections Example Teat Dip Trial Dipped 20 Control Week 1 Week 2 Week 3 Week 4 Week 5 Week 6 Week 7 Week 8 Dipped Control

74 Efficacy Based on New IMI in Dipped & Control Quarters Dipped Control 75% Effective

75 Desafio Experimental com Controle Positivo (NMC) Comprovado (Cosmético) vs. Produto em teste (não-cosmético) Avalia taxa de novas infecções e condição de pele de teto após desafio com bactérias e imersão de tetos entre produtos comprovados e produtos em teste.

76 Teste com produto com cosmético X sem 2 quartos em diagonal imersos no produto com cosmético 2 quartos em diagonal em produtos sem cosmético COM SEM

77 Resultados após 10 semanas Staph. aureus Total no. infecções % Quartos infectados Com Cosmético Sem Cosmético Strep. agalactiae Com Cosmético é superior Com Cosmético Sem Cosmético

78 Resultados após 10 semanas Quanto menor o escore, melhor a condição! Condição de esfíncter Espessura Com Cosmético Sem Cosmético Condição da ponta do teto Escore 1-5 Escore Com cosmético é superior Espessura da ponta do teto

79 Escore da pele do teto 1=Normal 5=Danificado 1 Com Cosmético = Baixa taxa de infecção = Escore de pele de teto superior

80 Germicidas para dipping Iodados Clorexidina Amônia Quart. Hipoclorito DDBSA Fenóls Ácido láctico Clorados Nisina Peróxido Hidrogênio Monolaurato Ácidos Graxos Amido de milho Lauricidina

81 Lactic acid Pos-dipping espesso Componentes bactericidas Elimina as celulas mortas do teto Melhora a condicao da pele Reduz colonizacao bacteriana

82 Acido lactico germicida + Outros cosmeticos Cosmetico condicionador Suavizante Descamacao (Renovacao pele morta) Celulas queratina

83 Cloreto de sódio acidificado: Cloreto de sódio + Ácido lático Ácido cloroso + dióxido de cloro

84 Dióxido de cloro Tem recebido muita atenção recentemente ClO 2 é um gás sintético, amarelosverdeado Desinfeta através da oxidação Novas formulações químicas Ativador (cloreto de sódio + Base (ácido) Misturados em quantidades iguais

85 Dióxido de cloro captura um elétron e é reduzido a cloreto: Bactéria Sequestra elétrons da oxidação ClO 2 + e- ClO 2 - DNA Bactéria é morta rapidamente

86 Peróxido de hidrogênio Combinado com ácido lático Ácidos alfa-hidroxi Remove pele morta do teto Melhora a condição da pele Reduz colonização

87 Peróxido de Catalase Água + Gás hidrogênio oxigênio Catalase 2H O 2H O + O H 2 O 2

88 Como o peróxido de Hidrogênio mata a bactéria Peróxido de hidrogênio Radical hidroxila + Íon hidróxido H 2 O 2 HO + + OH Bactericida

89

90 H 2 O 2 OH HO + Sequestra elétrons de oxidação DNA Bactéria Morte da bactéria em ~15 segundos

91 Propriedades de um desinfetante com peróxido de hidrogênio Morte rápida ~15s Amplo espectro (G+,G-) H 2 O 2 Não irritante; ph 3-4 Biodegradável Viscosidade adequada Pronto para usar Odor fraco

92 Propriedades de um desinfetante com peróxido de hidrogênio H 2 O 2 ( %) Emolientes Ácido lático Glicerina Vitamina C Fácil de usar Poderoso oxidante H 2 O 2 GRAS: Generally Recognized As Safe

93 Recent Developments Nisin: Natural antimicrobial peptide active against a wide variety of pathogenic bacteria. Produced by food grade dairy starter bacterium Lactococcus lactis. Cannot be synthesized chemically. Pre/post dips; barrier dips. Propolis: Natural antiseptic glue bees use to seal honeycombs and prevent microbial contamination. Potential use on organic dairies.

94 RESUMO I 2 ClO 2 LA Desinfecção de tetos: a melhor ferramenta de gestão para a prevenção de novos casos de mastite

95 Desinfecção de tetos: Reduz novas infecções da glândula mamária Pré-dipping: 40-50% Pós-dipping: 50-80%

96 Além disso, Dipping: Melhora a qualidade do leite por: Diminuição da CCS do tanque Diminuição da Contagem Bacteriana Aumentando Lucros! Meta CCS: < 200,000/ml Meta CBT: < 10,000/ml

97 Perguntas?

Aula 05 Manejo de Ordenha. Universidade Federal do Paraná Bovinocultura de Leite Prof. Dr. Rodrigo de Almeida

Aula 05 Manejo de Ordenha. Universidade Federal do Paraná Bovinocultura de Leite Prof. Dr. Rodrigo de Almeida Aula 05 Manejo de Ordenha Universidade Federal do Paraná Bovinocultura de Leite Prof. Dr. Rodrigo de Almeida Introdução Em geral, a ordenha determina a quantidade e a qualidade do leite. Retorno do investimento

Leia mais

MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO

MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO Como fazer a ordenha correta Para fazer a ordenha mecânica, você deve seguir os mesmos passos da ordenha manual. Siga as etapas abaixo indicadas: 1 Providencie um ambiente para a

Leia mais

para controle da mastite e melhora da qualidade do leite

para controle da mastite e melhora da qualidade do leite Björn Qvarfordt Técnico habilitado realizando manutenção preventiva no equipamento de ordenha Medidas práticas para controle da mastite e melhora da qualidade do leite Por: Renata Travaglini Gonçalves

Leia mais

O QUE UM TÉCNICO DEVE CONHECER SOBRE A PREVENÇÃO DE MASTITE.

O QUE UM TÉCNICO DEVE CONHECER SOBRE A PREVENÇÃO DE MASTITE. 1 O QUE UM TÉCNICO DEVE CONHECER SOBRE A PREVENÇÃO DE MASTITE. Fernanda Gomes H. Hoe, Unid. Neg. Bovinos Leite Pfizer. Sérgio Soriano, Méd. Vet. e Gerente da Pecuária - Fazenda Colorado. Introdução: Para

Leia mais

MANUAL MASTITE BOVINA INFORMATIVO BPA 34 3818-1300 34 9684-3150. bpa@cemil.com.br REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

MANUAL MASTITE BOVINA INFORMATIVO BPA 34 3818-1300 34 9684-3150. bpa@cemil.com.br REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ilustra BPA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Normativa nº 51 18/09/2002. Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do

Leia mais

Comunicado Técnico 02

Comunicado Técnico 02 Comunicado Técnico 02 Controle da Qualidade do Leite Instruções Técnicas para redução da Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CBT). Responsável: Juliana Jorge Paschoal Zootecnista;

Leia mais

Qualidade do leite e manejo de ordenha Composição do Leite

Qualidade do leite e manejo de ordenha Composição do Leite Qualidade do leite e manejo de ordenha Composição do Leite 1 O QUE PODE AFETAR A COMPOSIÇÃO DO LEITE? RAÇA MANEJO MASTITE ESTRESSE ALIMENTAÇÃO Mastite Doença que mais causa prejuízos econômicos na cadeia

Leia mais

Como controlar a mastite por Prototheca spp.?

Como controlar a mastite por Prototheca spp.? novembro 2013 QUALIDADE DO LEITE marcos veiga dos santos Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP www.marcosveiga.net O diagnóstico da mastite causada por Prototheca spp.

Leia mais

Programa de Controle da Mastite Caprina - PCMC

Programa de Controle da Mastite Caprina - PCMC Comunicado Técnico Outubro, 80 ISSN 1676-7675 Sobral, CE 2007 Programa de Controle da Mastite Caprina - PCMC Lea Chapaval 1 Introdução Um dos aspectos mais importantes dentro de um Programa de Controle

Leia mais

Eficiência de desinfetantes em manejo de ordenha em vacas leiteiras na prevenção de mastites

Eficiência de desinfetantes em manejo de ordenha em vacas leiteiras na prevenção de mastites Eficiência de desinfetantes em manejo de ordenha em vacas leiteiras na prevenção de mastites Efficiency of Disinfectants in the management of milking dairy cows for the prevention of mastitis Luis Oliveira

Leia mais

MASTITE: CONTROLE E PROFILAXIA NO REBANHO BOVINO

MASTITE: CONTROLE E PROFILAXIA NO REBANHO BOVINO MASTITE: CONTROLE E PROFILAXIA NO REBANHO BOVINO SILVA, Marcos Vinícius Mendes 1 ; NOGUEIRA, José Luiz 1 ; 1 Mestrandos do Departamento de Cirurgia Setor de Anatomia dos Animais Domésticos e Silvestres

Leia mais

O DESINFECTANTE LIDER PARA A PREVENÇÃO DE MAMITES RENOVA-SE E INVENTA O PLATINUM

O DESINFECTANTE LIDER PARA A PREVENÇÃO DE MAMITES RENOVA-SE E INVENTA O PLATINUM A EVOLUÇÃO DO OURO O DESINFECTANTE LIDER PARA A PREVENÇÃO DE MAMITES RENOVA-SE E INVENTA O PLATINUM IMPLACÁVEL CONTRA OS GERMES O Novo Platinum 4XLA melhorou ainda mais suas características bactericidas,

Leia mais

A nova regra do mercado: produzir leite com qualidade e Instrução Normativa 62/2011. Guilherme Nunes de Souza gnsouza@cnpgl.embrapa.

A nova regra do mercado: produzir leite com qualidade e Instrução Normativa 62/2011. Guilherme Nunes de Souza gnsouza@cnpgl.embrapa. A nova regra do mercado: produzir leite com qualidade e Instrução Normativa 62/2011 Guilherme Nunes de Souza gnsouza@cnpgl.embrapa.br 32 3311-7537 Conteúdo 1. Breve histórico sobre o tema Qualidade do

Leia mais

Marcos Veiga dos Santos Médico Veterinário, Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ-USP Campus de Pirassununga, SP.

Marcos Veiga dos Santos Médico Veterinário, Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ-USP Campus de Pirassununga, SP. Boas práticas de produção associadas à higiene de ordenha e qualidade do leite Marcos Veiga dos Santos Médico Veterinário, Professor Associado Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ-USP Campus

Leia mais

MANUAL INFORMATIVO PARA ORDENHA MECÂNICA BPA 34 3818-1300 34 9684-3150. bpa@cemil.com.br REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

MANUAL INFORMATIVO PARA ORDENHA MECÂNICA BPA 34 3818-1300 34 9684-3150. bpa@cemil.com.br REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ilustra BPA REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Normativa nº 51 18/09/2002. Regulamentos Técnicos de Produção, Identidade e Qualidade do Leite tipo A, do Leite tipo B, do Leite tipo C, do Leite Pasteurizado e do

Leia mais

Manual Controle de Mastite

Manual Controle de Mastite Manual Controle de Mastite Prezados clientes, A Zoetis está disponibilizando esse material como parte de sua política de prover aos seus clientes as mais recentes informações relacionadas à sanidade animal

Leia mais

Obtenção de Leite 1. INTRODUÇÃO

Obtenção de Leite 1. INTRODUÇÃO Obtenção de Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO A produção

Leia mais

10. Assinale a alternativa que está ausente da fração proteica do leite: a) Caseína

10. Assinale a alternativa que está ausente da fração proteica do leite: a) Caseína FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Curso de Medicina Veterinaria Disciplina: Tecnologia e Inspeção de Leite e Derivados Profª Andrea O B Botelho 8 e 9º períodos ROTEIRO DE ESTUDOS - Estes

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 17 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Cepravin DC 250 mg, Suspensão intramamária para bovinos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada seringa

Leia mais

Que oferece Proquimia

Que oferece Proquimia Catálogo pecuária Que oferece Proquimia Na Proquimia fabricamos e comercializamos especialidades químicas, aportando soluções integrais para contribuir para o progresso do setor Industrial e Institucional

Leia mais

04/06/2009. 1. Introdução. Esterilização: É a destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo endosporos.

04/06/2009. 1. Introdução. Esterilização: É a destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo endosporos. CONTROLE DO CRESCIMENTO MICROBIANO Verônica Ortiz Alvarenga 1. Introdução Esterilização: É a destruição de todas as formas de vida microbiana, incluindo endosporos. Esterilização comercial: É o tratamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DA ORDENHA NO CONTROLE DE MASTITE BOVINA Autor: Felipe Zeni Porto Alegre 2012/1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PONTOS CRÍTICOS EM PROPRIEDADE LEITEIRA E IMPORTÂNCIA DAS BOAS PRÁTICAS PARA PRODUÇÃO DE LEITE E QUEIJO QUALHO

AVALIAÇÃO DOS PONTOS CRÍTICOS EM PROPRIEDADE LEITEIRA E IMPORTÂNCIA DAS BOAS PRÁTICAS PARA PRODUÇÃO DE LEITE E QUEIJO QUALHO AVALIAÇÃO DOS PONTOS CRÍTICOS EM PROPRIEDADE LEITEIRA E IMPORTÂNCIA DAS BOAS PRÁTICAS PARA PRODUÇÃO DE LEITE E QUEIJO QUALHO Marcus Vinicios da Costa de Souza 1 ; Ariely Conrrado de lima 2 ; Jussara Maria

Leia mais

Boas Práticas Agropecuárias na Ordenha de Cabras Leiteiras

Boas Práticas Agropecuárias na Ordenha de Cabras Leiteiras ISSN 1676-7667 Boas Práticas Agropecuárias na Ordenha de Cabras Leiteiras 39 Introdução A caprinocultura leiteira tem aumentado sua participação no cenário agropecuário brasileiro de forma bastante significativa

Leia mais

A MASTITE INTERFERINDO NO PADRÃO DE QUALIDADE DO LEITE: UMA PREOCUPAÇÃO NECESSÁRIA

A MASTITE INTERFERINDO NO PADRÃO DE QUALIDADE DO LEITE: UMA PREOCUPAÇÃO NECESSÁRIA A MASTITE INTERFERINDO NO PADRÃO DE QUALIDADE DO LEITE: UMA PREOCUPAÇÃO NECESSÁRIA SILVA, Marcos Vinícius Mendes 1 ; NOGUEIRA, José Luiz 1 ; PASSOS, Cristiane Carlin 1 ; FERREIRA, Amanda Olivotti 1 ; AMBRÓSIO,

Leia mais

Dicas de manejo de ordenha para obtenção de um leite de qualidade. Introdução. A higiene na ordenha CAPÍTULO 7

Dicas de manejo de ordenha para obtenção de um leite de qualidade. Introdução. A higiene na ordenha CAPÍTULO 7 CAPÍTULO 7 Dicas de manejo de ordenha para obtenção de um leite de qualidade Rodolpho de Almeida Torres Vânia Maria Oliveira Guilherme Nunes de Souza Introdução A qualidade do leite para o consumidor está

Leia mais

Utilizando a CCS e a CBT como ferramenta em tempos de pagamento por qualidade do leite

Utilizando a CCS e a CBT como ferramenta em tempos de pagamento por qualidade do leite Utilizando a CCS e a CBT como ferramenta em tempos de pagamento por qualidade do leite Marcos Veiga dos Santos Professor Doutor Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP Campus de Pirassununga,

Leia mais

Procedimento da Higiene das Mãos

Procedimento da Higiene das Mãos HIGIENE DAS MÃOS Pág. 1/7 Objetivo Melhorar as práticas de higiene das mãos dos profissionais de saúde. Reduzir a transmissão cruzada de microrganismos patogénicos. Âmbito Todos os serviços clínicos e

Leia mais

Ações de higienização geral

Ações de higienização geral Ações de higienização geral Limpeza e consciência ampla de higiene são as regras mais importantes na limpeza e desinfecção de granjas suinícolas e conseqüentemente o requisito essencial para uma desinfecção

Leia mais

QUALIDADE DO LEITE, CÉLULAS SOMÁTICAS E PREVENÇÃO DA MASTITE

QUALIDADE DO LEITE, CÉLULAS SOMÁTICAS E PREVENÇÃO DA MASTITE Anais do II Sul- Leite: Simpósio sobre Sustentabilidade da Pecuária Leiteira na Região Sul do Brasil / editores Geraldo Tadeu dos Santos et al. Maringá : UEM/CCA/DZO NUPEL, 2002. 212P. Toledo PR, 29 e

Leia mais

Boletim IDEAGRI outubro - 2010

Boletim IDEAGRI outubro - 2010 Boletim IDEAGRI outubro - 2010 A vigésima sétima edição do Boletim apresenta dicas sobre rotinas exclusivas no IDEAGRI: alocação para dietas e consulta SQL. Confira também os truques para aumentar a vida

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 8 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO LABORATÓRIOS ECOLYZER LTDA QUÍMICOS COSMÉTICOS, VETERINÁRIOS,

Leia mais

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre

Leia mais

TECNOLOGIA DE Sabões e detergentes. Conteúdos a serem abordados: --Tensão superficial -- Polaridade -- Forças intermoleculares

TECNOLOGIA DE Sabões e detergentes. Conteúdos a serem abordados: --Tensão superficial -- Polaridade -- Forças intermoleculares TECNOLOGIA DE Sabões e detergentes Conteúdos a serem abordados: --Tensão superficial -- Polaridade -- Forças intermoleculares Tensão superficial Força existente na superfície de líquidos em repouso. Fortes

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DE UM PROGRAMA DE CONTROLE DE MASTITE BOVINA EM FAZENDAS PRODUTORAS DE LEITE B DO ESTADO DE SÃO PAULO

AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DE UM PROGRAMA DE CONTROLE DE MASTITE BOVINA EM FAZENDAS PRODUTORAS DE LEITE B DO ESTADO DE SÃO PAULO AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DE UM PROGRAMA DE CONTROLE DE MASTITE BOVINA EM FAZENDAS PRODUTORAS DE LEITE B DO ESTADO DE SÃO PAULO L.F. LARANJA Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia/USP, C.P. 23, CEP:

Leia mais

PROGRAMA ALIMENTO SEGURO VOLTADO PARA A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE

PROGRAMA ALIMENTO SEGURO VOLTADO PARA A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE PROGRAMA ALIMENTO SEGURO VOLTADO PARA A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE Nívea Maria Vicentini Pesquisadora Embrapa Gado de Leite 15 o Encontro Técnico do Leite Campo Grande, 15 de maio de 2012 O QUE É O PAS?

Leia mais

LÁCTEOS SEGUROS CRITÉRIO DE SELEÇÃO DO LEITE PARA A PRODUÇÃO DE DERIVADOS LÁCTEOS

LÁCTEOS SEGUROS CRITÉRIO DE SELEÇÃO DO LEITE PARA A PRODUÇÃO DE DERIVADOS LÁCTEOS Artigo nº 5 LÁCTEOS SEGUROS CRITÉRIO DE SELEÇÃO DO LEITE PARA A PRODUÇÃO DE DERIVADOS LÁCTEOS Em 1º de janeiro de 1995 entrou em vigor a união aduaneira do MERCOSUL. Desde então, o Brasil deu um salto

Leia mais

CURSO DE PROCESSAMENTO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES EDUCAÇÃO CONTINUADA MÓDULO II E ODONTOLÓGICOS

CURSO DE PROCESSAMENTO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES EDUCAÇÃO CONTINUADA MÓDULO II E ODONTOLÓGICOS CURSO DE PROCESSAMENTO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES E ODONTOLÓGICOS EDUCAÇÃO CONTINUADA MÓDULO II Métodos de esterilização a baixa temperatura Denise Demarzo Curitiba, 17 de novembro de 2010-2010 Primeiros

Leia mais

NÍVEIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO

NÍVEIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO Universidade Federal do Espírito Santo Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental NÍVEIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO Ricardo Franci Gonçalves Giovana Martinelli da Silva Tratamento de Esgoto Procedimentos

Leia mais

Atividade antimicrobiana de extratos de Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) frente a bactérias relacionadas à mastite bovina.

Atividade antimicrobiana de extratos de Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) frente a bactérias relacionadas à mastite bovina. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA Atividade antimicrobiana de extratos de Aroeira (Schinus terebinthifolius Raddi) frente a bactérias relacionadas à mastite bovina.

Leia mais

CONHEÇA A LINHA MED PROTECTION E SURPREENDA-SE COM O MELHOR CUSTO/BENEFÍCIO DO MERCADO.

CONHEÇA A LINHA MED PROTECTION E SURPREENDA-SE COM O MELHOR CUSTO/BENEFÍCIO DO MERCADO. Produtos MED PROTECTION CONHEÇA A LINHA MED PROTECTION E SURPREENDA-SE COM O MELHOR CUSTO/BENEFÍCIO DO MERCADO. Profissionais que lidam diariamente com substâncias nocivas à pele estão sujeitos a doenças

Leia mais

"A vantagem do alumínio"

A vantagem do alumínio "A vantagem do alumínio" Comparativo entre os Evaporadores para Amônia fabricados com tubos de alumínio e os Evaporadores fabricados com tubos de aço galvanizado Os evaporadores usados em sistemas de amônia

Leia mais

Christiano Rehbein HAGEMEYER. christhiano@gmail.com Universidade Estadual do Centro Oeste- UNICENTRO

Christiano Rehbein HAGEMEYER. christhiano@gmail.com Universidade Estadual do Centro Oeste- UNICENTRO QUALIDADE DO LEITE: FATORES QUE INTERFEREM E A IMPORT ツ NCIA DA A ヌテ O DOS PRODUTORES Autor: Izamara de oliveira FERREIRA. izarf.oli@hotmail.com Co-autores: Luiz Fernando Rizzardi SILVESTRI. luizsilvestri@globo.com

Leia mais

Estratégias para redução de células somáticas no leite

Estratégias para redução de células somáticas no leite Estratégias para redução de células somáticas no leite Marcos Veiga dos Santos Carolina Barbosa Malek dos Reis Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, FMVZ USP Campus de Pirassununga, SP. mveiga@usp.br

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES EM CONTATO COM ALIMENTOS

HIGIENIZAÇÃO DAS SUPERFÍCIES EM CONTATO COM ALIMENTOS A palavra "higienização" vem do grego hygieiné que significa "saúde". A higienização é um processo que consiste na remoção de materiais indesejados nas superfícies em contato direto ou indireto com os

Leia mais

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde A Portaria MS nº 2616/98 define a Infecção Hospitalar (IH) como sendo aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifesta durante

Leia mais

Oportunidade para o setor do leite: Melhoria da qualidade do leite. Marcos Veiga dos Santos QualiLeite Lab. Pesquisa em Qualidade do Leite FMVZ-USP

Oportunidade para o setor do leite: Melhoria da qualidade do leite. Marcos Veiga dos Santos QualiLeite Lab. Pesquisa em Qualidade do Leite FMVZ-USP Oportunidade para o setor do leite: Melhoria da qualidade do leite Marcos Veiga dos Santos QualiLeite Lab. Pesquisa em Qualidade do Leite FMVZ-USP Agenda 1. Situação atual da qualidade do leite 2. Conceitos

Leia mais

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio

TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são

Leia mais

Produção e qualidade do leite na região Oeste da Bahia

Produção e qualidade do leite na região Oeste da Bahia PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . UNEB Produção e qualidade do leite na região Oeste da Bahia - Pesquisa da UNEB analisará

Leia mais

Desinfecção de alto nível ou esterilização de endoscópios: o necessário, o bom e o suficiente.

Desinfecção de alto nível ou esterilização de endoscópios: o necessário, o bom e o suficiente. Desinfecção de alto nível ou esterilização de endoscópios: o necessário, o bom e o suficiente. Dr Dirceu Carrara Enfermeiro Chefe CCIH InCor HCFMUSP Rutala, W. In: Mayhall, 1999 Desinfetante É um agente

Leia mais

AO PROPRIETÁRIO...2 INSTAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO...3 NORMAS DE SEGURANÇA...7 RECOMENDAÇÕES DE HIGIÊNE E SEGURANÇA...8 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS...

AO PROPRIETÁRIO...2 INSTAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO...3 NORMAS DE SEGURANÇA...7 RECOMENDAÇÕES DE HIGIÊNE E SEGURANÇA...8 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS... AO PROPRIETÁRIO...2 INSTAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO...3 NORMAS DE SEGURANÇA...7 RECOMENDAÇÕES DE HIGIÊNE E SEGURANÇA...8 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS...9 CHECK LIST APÓS INSTALAÇÃO...10 TÉCNICA DE ORDENHA E PREPARAÇÃO

Leia mais

Universidade Castelo Branco

Universidade Castelo Branco Universidade Castelo Branco PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EM MEDICINA VETERINÁRIA HIPOA (Higiene e Inspeção de Produtos de origem animal) Turma/2005 A importância da Mastite na Saúde Pública Autora:

Leia mais

Kit Embrapa de Ordenha Manual para Caprinos Leiteiros. Instruções de montagem e utilização

Kit Embrapa de Ordenha Manual para Caprinos Leiteiros. Instruções de montagem e utilização Kit Embrapa de Ordenha Manual para Caprinos Leiteiros Instruções de montagem e utilização Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Caprinos e Ovinos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL GERAL DE BONSUCESSO COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA A 24 - Revisada em 29/10/2010

MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL GERAL DE BONSUCESSO COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA A 24 - Revisada em 29/10/2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL GERAL DE BONSUCESSO COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA A 24 - Revisada em 29/10/2010 Recomendações para prevenção e controle das enterobactérias produtoras

Leia mais

MANUAL TÉCNICO, 37 ISSN 1983-5671 QUALIDADE DO LEITE. E DERIVADOS Processos, processamento tecnológico e índices RIO RURAL

MANUAL TÉCNICO, 37 ISSN 1983-5671 QUALIDADE DO LEITE. E DERIVADOS Processos, processamento tecnológico e índices RIO RURAL MANUAL TÉCNICO, 37 ISSN 1983-5671 37 QUALIDADE DO LEITE E DERIVADOS Processos, processamento tecnológico e índices RIO RURAL MANUAL TÉCNICO, 37 ISSN 1983-5671 37 QUALIDADE DO LEITE E DERIVADOS Processos,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E CONTAGEM BACTERIANA TOTAL PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DO LEITE NO BRASIL 1

A IMPORTÂNCIA DA CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E CONTAGEM BACTERIANA TOTAL PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DO LEITE NO BRASIL 1 A IMPORTÂNCIA DA CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS E CONTAGEM BACTERIANA TOTAL PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DO LEITE NO BRASIL 1 THE IMPORTANCE OF THE COUNTING OF SOMATIC CELLS AND TOTAL BACTERIAL COUNTING

Leia mais

Coleção SENAR. Leite. Produção de leite conforme Instrução Normativa nº 62 COMO PRODUZIR LEITE DE QUALIDADE - 133

Coleção SENAR. Leite. Produção de leite conforme Instrução Normativa nº 62 COMO PRODUZIR LEITE DE QUALIDADE - 133 Coleção SENAR 133 Leite Produção de leite conforme Instrução Normativa nº 62 TRABALHADOR NA bovinocultura de leite COMO PRODUZIR LEITE DE QUALIDADE - 133 2005, SENAR Serviço Nacional de Aprendizagem Rural

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Bem Vindos! HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Quem sou? Farmacêutica Bioquímica e Homeopata. Especialista em Análises Clínicas, Micologia, Microbiologia e Homeopatia. 14 anos no varejo farmacêutico

Leia mais

AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRÚ EM UM LATICÍNIO NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 1

AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRÚ EM UM LATICÍNIO NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 1 CIÊNCIAS AGRÁRIAS 67 TRABALHO ORIGINAL AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRÚ EM UM LATICÍNIO NA REGIÃO NOROESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO 1 EVALUATION OF CHEMICAL COMPOSITION

Leia mais

Palavra chave: controle

Palavra chave: controle Em produtos de carne crua as bactérias crescem muito e rapidamente! Palavra chave: controle É necessário controlar o crescimento de bactérias nativas para previnir problemas de segurança alimentar, processamento

Leia mais

Staphylococcus 15/10/2009. Staphylococcus aureus UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INTRODUÇÃO. Família Staphylococcaceae; 41 espécies e 25 subespécies.

Staphylococcus 15/10/2009. Staphylococcus aureus UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INTRODUÇÃO. Família Staphylococcaceae; 41 espécies e 25 subespécies. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Staphylococcus INTRODUÇÃO Família Staphylococcaceae; 41 espécies e 25 subespécies. Ambiente. Microbiota de mamíferos e aves: BACTERIOLOGIA VETERINÁRIA 2º SEMESTRE/2009 PROFA.

Leia mais

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas:

Tratamento de Água. Numa estação de tratamento de água, o processo ocorre em etapas: Tratamento de Água Definição Tratamento de Água é um conjunto de procedimentos físicos e químicos que são aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FIS 00001 1/6 1) IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Empresa: Endereço: Água sanitária Super Cândida Indústrias Anhembi S/A Matriz: Rua André Rovai, 481 Centro Osasco SP Telefone: Matriz:

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Mastite na bovinocultura leiteira: uma revisão

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Mastite na bovinocultura leiteira: uma revisão PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Mastite na bovinocultura leiteira: uma revisão Fagton de Mattos Negrão 1, Carlos Clayton Oliveira Dantas 1 1 Graduado em Zootecnia pela Universidade

Leia mais

E 200. linha floor care. limpeza e manutenção de pisos. Limpador Alcalino de Uso Geral. cleanup

E 200. linha floor care. limpeza e manutenção de pisos. Limpador Alcalino de Uso Geral. cleanup cleanup linha floor care limpeza e manutenção de pisos E 200 Limpador Alcalino de Uso Geral Desenvolvido para limpeza leve e pesada em todos os tipos de superfícies laváveis (bancadas, paredes, máquinas

Leia mais

CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES

CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES CONHEÇA O AÇO INOX E SUAS PARTICULARIDADES Os produtos SODRAMAR em Aço Inox são fabricados utilizando matéria prima com alto padrão de qualidade, e como tal merecem cuidados. Preocupados em manter a beleza

Leia mais

PRODUTOS DA LINHA PROFISSIONAL

PRODUTOS DA LINHA PROFISSIONAL PRODUTOS DA LINHA PROFISSIONAL 1 Produtos da Linha Profissional Recomendações p/ se trabalhar com artigos Profissionais 3 Limpeza de Uniformes Profissionais 100% Algodão c/ Sujidade Leve 4 Limpeza de Uniformes

Leia mais

Como o cuidado coma água pode contribuir para atender o padrão de qualidade exigido no leite pela Instrução Normativa 62?

Como o cuidado coma água pode contribuir para atender o padrão de qualidade exigido no leite pela Instrução Normativa 62? A QUALIDADE DA ÁGUA E OS IMPACTOS NA QUALIDADE DO LEITE Como o cuidado coma água pode contribuir para atender o padrão de qualidade exigido no leite pela Instrução Normativa 62? Clique para editar o estilo

Leia mais

Série GESTÃO E QUALIDADE EDIÇÃO SEBRAE-RJ / SENAR-RIO / FAERJ 2008. Guia Prático da Produção Intensiva de Leite Gestão e Qualidade 1

Série GESTÃO E QUALIDADE EDIÇÃO SEBRAE-RJ / SENAR-RIO / FAERJ 2008. Guia Prático da Produção Intensiva de Leite Gestão e Qualidade 1 Série GESTÃO E QUALIDADE EDIÇÃO SEBRAE-RJ / SENAR-RIO / FAERJ 2008 Guia Prático da Produção Intensiva de Leite Gestão e Qualidade 1 SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

Medidas de Precaução

Medidas de Precaução Medidas de Precaução INFLUENZA A (H1N1) Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde GGTES/Anvisa Medidas de Precaução Precaução Padrão Precauções Baseadas na Transmissão: contato gotículas aerossóis

Leia mais

Prática 1 MATERIAL E TÉCNICAS BÁSICAS UTILIZADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA

Prática 1 MATERIAL E TÉCNICAS BÁSICAS UTILIZADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA Prática 1 MATERIAL E TÉCNICAS BÁSICAS UTILIZADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA Prática 1 Microrganismos Localização em todos os ambientes naturais; Populações mistas; Necessidade de isolamento. Cultura

Leia mais

AEMS- FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS MS

AEMS- FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS MS AEMS- FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS MS ASSEPSIA E CONTROLE DE INFECÇÃO Prof. MARCELO ALESSANDRO RIGOTTI LICENCIADO EM ENFERMAGEM e ESPECIALISTA EM CONTROLE DE INFEÇÃO Mestrando pela Escola de Enfermagem

Leia mais

- Manual Prático e Fundamentos. SNatural Meio Ambiente

- Manual Prático e Fundamentos. SNatural Meio Ambiente Tratamento de Água - Manual Prático e Fundamentos SNatural Meio Ambiente Rua das Orquídeas, 94 Vila Mariana SP São Paulo 04050 000 Fone: 11 5072 5452 www.snatural.com.br snatural@sti.com.br 1 Tratamento

Leia mais

ESTERILIZAÇÃO. Eliminação de todas as formas de vida

ESTERILIZAÇÃO. Eliminação de todas as formas de vida ESTERILIZAÇÃO Eliminação de todas as formas de vida SISTEMA BEDA BARREIRAS - avental, máscara, gorro, luvas, óculos de proteção. ESTERILIZAÇÃO DESINFECÇÃO ANTI-SEPSIA ESTERILIZAÇÃO Materiais ( instrumental

Leia mais

FISPQ LIMPA PORCELANATO. FICHA DE SEGURANÇA de produtos químicos

FISPQ LIMPA PORCELANATO. FICHA DE SEGURANÇA de produtos químicos LIMPA PORCELANATO CARACTERÍSTICA DO PRODUTO: É um limpador alcalino especialmente formulado para limpeza leve e pesada em pisos tratados com acabamentos acrílicos, pisos não tratados como porcelanato.

Leia mais

Grill. Detergente desincrustante alcalino para remoção de gordura carbonizada.

Grill. Detergente desincrustante alcalino para remoção de gordura carbonizada. Grill Detergente desincrustante alcalino para remoção de gordura carbonizada. Alto poder de limpeza A composição de Suma Grill confere-lhe a propriedade de remover com eficiência sujidades provenientes

Leia mais

ISSN 1980-6841 Março, 2008

ISSN 1980-6841 Março, 2008 ISSN 1980-6841 Março, 2008 78 Boas práticas de ordenha ISSN 1980-6841 Março, 2008 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Pecuária Sudeste Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS

EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS Ebola Perguntas e Respostas 13 O que fazer se um viajante proveniente desses países africanos apresentar sintomas já no nosso

Leia mais

Processamento do Iogurte Gordo Sólido

Processamento do Iogurte Gordo Sólido Escola Superior Agrária De Coimbra Processamento Geral dos Alimentos Processamento do Iogurte Gordo Sólido Trabalho realizado por: Pedro Sá nº20603025 Ana Oliveira nº 20603030 Lénia Belas nº 20603031 Elisabete

Leia mais

PRODUTO: PEROX BECKER Limpador concentrado

PRODUTO: PEROX BECKER Limpador concentrado FICHA TÉCNICA DE PRODUTO PRODUTO: PEROX BECKER Limpador concentrado FT-0316 Folha: 01 Revisão: 00 Emissão: 13/01/2014 1. CARACTERÍSTICAS É um eficiente limpador concentrado com peróxido de hidrogênio e

Leia mais

CUIDADO! PERIGOSO SE INGERIDO,

CUIDADO! PERIGOSO SE INGERIDO, JohnsonDiversey SAFE BIO C 520 Remediador para Estação de Tratamento de Efluentes em geral e com a Presença de Contaminantes Tóxicos. Indicado para indústrias em geral. Descrição: Benefícios: Este produto

Leia mais

QUESTÕES DE QUÍMICA DA UNICAMP PROVA DE 2014.

QUESTÕES DE QUÍMICA DA UNICAMP PROVA DE 2014. QUESTÕES DE QUÍMICA DA UNICAMP PROVA DE 2014. 1- Prazeres, benefícios, malefícios, lucros cercam o mundo dos refrigerantes. Recentemente, um grande fabricante nacional anunciou que havia reduzido em 13

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO ELETROPOLIMENTO NA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS DAS INDÚSTRIAS DE PROCESSO

A INFLUÊNCIA DO ELETROPOLIMENTO NA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS DAS INDÚSTRIAS DE PROCESSO A INFLUÊNCIA DO ELETROPOLIMENTO NA LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE EQUIPAMENTOS DAS INDÚSTRIAS DE PROCESSO GRUPO HUMMA Eng Fawler Morellato Av. Fagundes Filho, 191 - Cj. 103D Depto. Engenharia e Desenvolvimento

Leia mais

Coleção SENAR 133. Leite. Produção de leite conforme Instrução Normativa nº 51

Coleção SENAR 133. Leite. Produção de leite conforme Instrução Normativa nº 51 Coleção SENAR 133 Leite Produção de leite conforme Instrução Normativa nº 51 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL Presidente do Conselho Deliberativo Senadora Kátia Abreu Entidades Integrantes do Conselho

Leia mais

NO RINSE. Atualmente são vendidos 3 milhões de unidades nos E.U.A. A No Rinse esta presente em 14 Paises.

NO RINSE. Atualmente são vendidos 3 milhões de unidades nos E.U.A. A No Rinse esta presente em 14 Paises. NO RINSE Foi desenvolvido em 1989 pela No Rinse Lab. em Ohio, USA. A partir de uma solicitação da agência espacial americana (NASA), que precisa de um produto para higiene dos astronautas. Atualmente são

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Produto: EK - REMOFF-IM Empresa: EUROTECHNIKER LTDA. Endereço: Av. Dep. Emilio Carlos, 362 São Paulo SP Telefone: (011) 2935-4180 Fax: (11) 3931-5325 Telefone de

Leia mais

Princípios e métodos de esterilização

Princípios e métodos de esterilização Princípios e métodos de esterilização FUNDAMENTOS DE ESTERILIZAÇÃO Bactérias (forma vegetativa ou esporulada) São os menores organismos vivos; Existem em maior número; São as maiores responsáveis pelos

Leia mais

Qualidade da água para consumo humano

Qualidade da água para consumo humano Qualidade da água para consumo humano Segurança microbiológica O tratamento da água deve garantir a inativação dos organismos causadores de doenças. Para verificar a eficiência do tratamento, são utilizados:

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR Enf.ª Fabiane da Silva SCIH HCAN/MT ccih@hcancer.com.br Histórico da Higienização Hospitalar... Florence Nigthingale em 1854, revolucionou a forma de se pensar e planejar os hospitais.

Leia mais

MANUAL DO PROPRIETÁRIO ORDENHADEIRA

MANUAL DO PROPRIETÁRIO ORDENHADEIRA MANUAL DO PROPRIETÁRIO ORDENHADEIRA FANTINATI, CAMPOS & PUPIN LTDA RUA : CEL. JOAQUIM MARQUES Nº 1415 - D. I. - BATATAIS - SP TEL. (16) 3662-6055 FAX(16) 3761-7399 CEP 14300-000 PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR. Higienização das Mãos

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR. Higienização das Mãos COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR *Definição: Higienização das Mãos Lavagem das mãos é a fricção manual vigorosa de toda superfície das mãos e punhos,

Leia mais

Características do Leite

Características do Leite Características do Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: katiani_sv@hotmail.com) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: miryelle@hotmail.com) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO

MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO MANUAL BÁSICO DE TRATAMENTO QUÍMICO O Tratamento Químico e fundamental para deixar a água da piscina saudável, limpa e cristalina. Você necessita medir, inicialmente, três parâmetros: Alcalinidade Total,

Leia mais

LEXOL ph - Limpeza Segura e Fácil para Artigos em Couro, Banco de Carro, Selaria, Botas, Malas, Sapatos e Móveis Estofados - Contém 500 ml.

LEXOL ph - Limpeza Segura e Fácil para Artigos em Couro, Banco de Carro, Selaria, Botas, Malas, Sapatos e Móveis Estofados - Contém 500 ml. LEXOL ph - Limpeza Segura e Fácil para Artigos em Couro, Banco de Carro, Selaria, Botas, Malas, Sapatos e Móveis Estofados - Contém 500 ml. O Limpador Lexol-pH é ideal para todos os cuidados necessários

Leia mais

HIPECLOR Limpador de Uso Geral Cloro Ativo 1%

HIPECLOR Limpador de Uso Geral Cloro Ativo 1% Página 1 de 6 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS HIPECLOR Limpador de Uso Geral Cloro Ativo 1% 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Produto: Limpador de Uso Geral Cloro Ativo 1%

Leia mais

BACTER PLUS LAVANDA DESINFETANTE BACTERICIDA - CONCENTRADO USO PROFISSIONAL

BACTER PLUS LAVANDA DESINFETANTE BACTERICIDA - CONCENTRADO USO PROFISSIONAL BACTER PLUS LAVANDA DESINFETANTE BACTERICIDA - CONCENTRADO USO PROFISSIONAL BACTER PLUS LAVANDA é um desinfetante bactericida concentrado de uso geral com formulação balanceada de ph Neutro, proporcionando

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PAULA VIEIRA DE SOUZA

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PAULA VIEIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ PAULA VIEIRA DE SOUZA LEVANTAMENTO MICROBIOLÓGICO E CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS DO REBANHO LEITEIRO DA REGIÃO DE GARUVA Monografia apresentada ao Curso de Medicina Veterinária

Leia mais

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO

OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO OXY-PRIMER CONVERSOR DE FERRUGEM E PRIMER BOLETIM TÉCNICO O produto OXY-PRIMER é um tipo de tinta de cobertura cimentosa que não é composto de resinas normais, mas que adere como cimento. O cimento adere

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança para Produto Químico (FISPQ) Kaliumcryl TPG7525 Página 1 de 5

Ficha de Informação de Segurança para Produto Químico (FISPQ) Kaliumcryl TPG7525 Página 1 de 5 Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Empresa: Kalium Chemical Com. Import. E Export. Ltda Matriz: Av. das Nações Unidas, 10.989 Conj. 141-14º andar Parte - Vl. Olimpia São Paulo

Leia mais