RUPTURA SUBAGUDA DA PAREDE LIVRE DO VENTRÍCULO ESQUERDO:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RUPTURA SUBAGUDA DA PAREDE LIVRE DO VENTRÍCULO ESQUERDO:"

Transcrição

1 3 RUPTURA SUBAGUDA DA PAREDE LIVRE DO VENTRÍCULO ESQUERDO: RELATO DE CASO 1.0 RESUMO Uma das complicações mecânicas do infarto agudo do miocárdio (IAM) é a ruptura do músculo cardíaco que pode acometer o septo interventricular, os músculos papilares, o ventrículo direito ou, mais frequentemente a parede livre do ventrículo esquerdo. A ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo (RPLVE) é considerada como uma complicação potencialmente fatal e com tratamento essencialmente cirúrgico. Entretanto, o manejo pré-operatório, bem como as técnicas de correção, são determinados de acordo com as condições clínicas do paciente. Este estudo descreve o relato de caso de uma paciente com diagnóstico de ruptura subaguda da parede livre do ventrículo esquerdo após infarto agudo do miocárdio. Atribui-se o sucesso deste caso ao correto diagnóstico através dos exames complementares e manejo clínico e cirúrgico.

2 INTRODUÇÃO A ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo (RLPVE) é uma das complicações mecânicas mais graves e letais associadas ao infarto agudo do miocárdio (IAM) 1,2. Os fatores locais descritos que levam à ruptura do miocárdio são: espessura fina da parede apical na extremidade terminal, fluxo colateral de fornecimento de sangue pobre e contração muscular contra uma área inerte e endurecida ou necrótica. A RLPVE ocorre em cerca de 4% dos pacientes acometidos por IAM, sendo responsável por 23% dos óbitos na fase hospitalar 3. A RPLVE pode ser dividida em três categorias clínico-patológicas distintas: aguda, subaguda e crônica 4. O tratamento da RPLVE é cirúrgico e, apesar da alta letalidade, a abordagem precoce associada às diversas técnicas de reparo pode reduzir a mortalidade. O desenvolvimento e o uso rotineiro dos métodos de diagnóstico por imagem têm aumentado a possibilidade de diagnósticos precoces, possibilitando seu tratamento cirúrgico com sucesso 5. O diagnóstico preciso é obtido por meio da observação criteriosa dos sinais clínicos e da realização de exames complementares. O eletrocardiograma (ECG), o ecocardiograma (ECO), a ressonância nuclear magnética (RNM) e a tomografia computadorizada (TC) são exames úteis no diagnóstico e auxiliam na decisão terapêutica. A cineangiocoronariografia e a ventriculografia esquerda permitem, com grande acurácia, localizar a área acometida pelo IAM e a área da ruptura 6. Entretanto, considera-se que muitos pacientes com ruptura da parede livre morrem subitamente, muitas vezes ainda sem diagnóstico.

3 5 3.0 OBJETIVOS O objetivo deste estudo é fazer o relato de um caso de ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo (RLPVE) pós IAM, descrevendo sua epidemiologia, características clínicas, diagnóstico e tratamento. O caso relatado é de uma paciente de 73 anos, com queixa de dispnéia progressiva nos últimos 3 meses e intensificação na última semana prévia à internação, com piora aos pequenos esforços. Após realização de cineangiocoronariografia foram diagnosticadas lesões coronarianas com indicação de revascularização miocárdica e encaminhada para tratamento cirúrgico. No intraoperatório foi diagnosticado RPLVE, sendo realizada sua correção. Após a intervenção cirúrgica, o caso obteve resultado satisfatório.

4 DESCRIÇÃO DO CASO Paciente do sexo feminino, 73 anos, branca, casada, do lar, natural de São Paulo, procurou Pronto Socorro do Hospital Pedreira (São Paulo, Brasil) em 10 agosto de 2011, com quadro de dispnéia em repouso iniciada há 18 horas. Referiu dispnéia progressiva nos últimos 3 meses e intensificação na última semana. De antecedentes pessoais, referiu hipertensão arterial e diabetes melitus. Após realizar eletrocardiograma, foi diagnosticado Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), com supradesnivelamento do segmento ST de V1 a V6. Não houve tempo hábil para realização de terapia com trombolíticos. Paciente foi internada para investigação do quadro e estabilização clínica. Durante internação hospitalar, foi solicitado Ecocardiograma Transtorácico que evidenciou: Diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo (VE): 70 mm; Diâmetro sistólico VE: 59 mm; Fração de ejeção do VE (FEVE): 31%; Aorta: 31mm; Átrio esquerdo: 31 mm; com hipocinesia difusa do VE, principalmente anteroseptal, alteração do relaxamento de VE, valvas normais, arco aórtico normal, pericárdio normal, aparentemente sem trombos intracavitários. Após 15 dias (25/08/2011) no hospital de origem, paciente foi encaminhada ao Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, para realizar cineangiocoronariografia. Neste exame, foram feitas as seguintes observações: - Tronco de coronária esquerda: bifurcado, longa, isenta de ateromatose significativa; - Artéria Circunflexa: bem desenvolvida, longa, discretas irregularidades parietais; - Primeiro ramo marginal esquerdo: longo, lesão de 70% segmento proximal;

5 7 - Segundo ramo marginal esquerdo: longo, lesão de 50% segmento médio; - Artéria Descendente Anterior: calibrosa, atinge o apex, lesão de 90% segmento proximal; - Grande ramo diagonal: longo, com lesão de 90% segmento médio; - Coronária direita: dominante, longa, 70% segmento proximal. Sendo assim, foi solicitada a avaliação cirúrgica e indicada cirurgia de Revascularização do Miocárdio. Realizado novo Ecocardiograma Transtorácico em 31 agosto de 2011: Diâmetro diastólico VE: 50 mm, diâmetro sistólico VE: 38 mm, FEVE: 56% (Cubo) 48% Teichholz; Septo interventricular (IV): 8 mm; Aorta: 38 mm; Átrio esquerdo: 32 mm; Hipocinesia de VE: médio apical, antero lateral; Acinesia de VE: médio apical anterior. No dia 09 de setembro de 2011, aproximadamente 1 mês após admissão no hospital de origem, a paciente foi submetida à cirurgia cardíaca. Segue-se a descrição cirúrgica: - Toracotomia médio longitudinal; - Pericardiotomia: obeservada pericardite com espessamento pericárdico; - Ventrículo esquerdo com aneurisma localizado na parede anterior com aspecto de "rôto", tamponado no pericárdio; - Abertura do VE com retirada de trombos, infartectomia e plicatura de região infartada; - Revascularização: Ponte venosa safena-aorta para primeiro marginal, ponte venosa safeno-aorta para descendente anterior e ponte venosa safena-aorta para coronária direita. Sem intercorrências durante a cirurgia. Foi encaminhada à UTI, onde evoluiu satisfatoriamente. Recebeu alta da UTI no dia seguinte.

6 8 O Ecocardiograma de controle pós operatório foi realizado em 13/09/2011, que evidenciou: Diâmetro diastólico VE: 46 mm; Diâmetro sistólico VE: 32 mm; FEVE: 66% (Cubo), 58% (Teichhols); Septo IV: 10 mm, Aorta: 37 mm, Átrio esquerdo: 38 mm; Contração segmentar de VE preservada. A paciente permaneceu internada na enfermaria e os exames laboratoriais e eletrocardiograma foram solicitados no quarto dia de pós-operatório não apresentaram alterações. Paciente evoluiu assintomática, recebendo alta hospitalar em 16 de setembro de 2011 que correspondia ao sétimo dia de pós-operatório.

7 DISCUSSÃO E REVISÃO DE LITERATURA O infarto agudo do miocárdio (IAM) é a manifestação mais grave da cardiopatia isquêmica. Uma das complicações mecânicas mais graves do IAM é a ruptura do músculo cardíaco que pode acometer o septo interventricular, os músculos papilares, o ventrículo direito ou, mais frequentemente, a parede livre do ventrículo esquerdo 7. Considera-se que muitos pacientes com ruptura da parede livre morrem subitamente, muitas vezes ainda sem diagnóstico. A ruptura cardíaca foi inicialmente descrita por William Harvey, em De acordo com relatos na literatura 5, em 1850 foi estabelecida uma relação entre a ruptura cardíaca e a coronariopatia obstrutiva. Com alta mortalidade, a história natural dessa doença começou mudar nos anos 70 com o sucesso obtido nos primeiros relatos de correções cirúrgicas, realizados por Hatcher e colaboradores 9 e por FitzGibbon e colaboradores 10. A ruptura cardíaca envolve mais frequentemente o ventrículo esquerdo (VE) do que o ventrículo direito e raramente envolve o átrio. A ruptura da parede livre do ventrículo direito pós-infarto do miocárdio é uma entidade rara, sendo relatada como ruptura septal associada à dissecção da parede ventricular direita 6. É mais comum ocorrer após oclusão de tronco da artéria coronária esquerda ou oclusão proximal da artéria coronária direita, com infarto extenso 11. Trata-se de uma ocorrência sem explicação única, e sua ocorrência associa-se aos infartos transmurais. Alguns fatores locais como a espessura fina da parede apical na extremidade terminal, o baixo fluxo colateral e contração muscular contra uma área inerte e endurecida ou necrótica podem ser atribuídos como causas da ruptura do miocárdio.

8 10 O curso clínico e patogênese da ruptura miocárdica têm descrições variáveis na literatura. De acordo com Delborg e colaboradores 7 a ruptura cardíaca foi observada em 1500 casos de infarto do miocárdio e pode abranger os músculos papilares (8%), o septo interventricular (10-20%) ou a parede livre (50%). O local da ruptura geralmente fica na zona isquêmica entre o miocárdio saudável e a zona necrótica, o que indica o efeito de cisalhamento da contração muscular contra uma área inerte e enrijecida. As estruturas afetadas são as paredes anterior e lateral do ventrículo, numa posição mediana entre o ápice e a base, ou junto à artéria coronária descendente anterior, resultando em hemopericárdio agudo com parada cardíaca com dissociação eletromecânica. De acordo com estudos biomecânicos em modelos animais, uma porcentagem de 25 a 50% dos pacientes pode apresentar a ruptura nos primeiros cinco dias após o infarto. Entretanto, após duas semanas a incidência aumenta para 75 a 90% dos pacientes 7. Abreu Filho e colaboradores 12 avaliaram pacientes atendidos no InCor com diagnóstico de IAM, entre Janeiro de 1983 e Maio de Destes, 127 (1,02%) apresentaram rotura de parede livre do ventrículo esquerdo como complicação do IAM. A rotura miocárdica aguda ocorreu em 98 (77,1%) pacientes e a subaguda em 29 (22,9%). Após o procedimento cirúrgico, a forma aguda apresentou 80% de mortalidade e a forma subaguda 15,8% de mortalidade. A sobrevida pós-operatória abrangendo os dois grupos foi de 70,8% 12. Estes dados são semelhantes à casuística na Europa, com uma taxa de 76% de sobrevida hospitalar e 48,5% de sobrevida após seguimento médio de 30 meses 13. Na casuística americana a ruptura de parede livre ocorre em cerca de 2% a 3% dos pacientes, e é responsável por cerca de 10% da mortalidade intra-hospitalar nos casos de IAM sendo superada apenas pelo choque cardiogênico e pelas arritmias ventriculares 6.

9 11 Figueras e colaboradores 14 sugerem uma classificação de tipos de ruptura da parede livre de acordo com o tempo de ocorrência ou forma de apresentação. Podem ser classificadas em: - Inicial (< 48 horas) apresenta-se com internação hospitalar com atraso, dor persistente (> 4-6 horas), hipertensão arterial aguda, elevação persistente e franca do segmento ST (exceto em infartos laterais); -Tardia (> 48 horas) com dores no peito recorrentes, elevação persistente do segmento ST, extensão e expansão de infarto. Há ainda uma classificação quanto aos tipos morfológicos de ruptura, descrevem-se quatro: - Tipo I exibe uma trajetória direta com pouca dissecção ou infiltração do miocárdio: - Tipo II tem uma trajetória multicanalicular com extensa dissecção miocárdica e infiltração do miocárdio; - Tipo III o orifício é protegido quer por um trombo no lado ventricular ou por adesão pericárdica; - Tipo IV a ruptura é incompleta, como a trajetória não atravessa todas as camadas não é transparietal 7. Além disso, a ruptura cardíaca pode ser aguda, subaguda e crônica. A ruptura aguda é caracterizada pela recorrência súbita de precordialgia, dissociação eletromecânica, choque profundo e morte devido hemorragia maciça para o saco pericárdico, com quase 100% de mortalidade 7,15. A ruptura crônica, com formação de pseudoaneurisma, ocorre devido a mecanismos de expansão da área infartada, com extravasamento de sangue lentamente para o espaço pericárdico. A ruptura subaguda, alteração apresentada neste relato de caso, pode ocorrer em até 30% dos casos de ruptura cardíaca é caracterizada por lesão de menor proporção, que pode ser inicialmente tamponada e, posteriormente, sofrer lise. Normalmente se apresenta com manifestações de tamponamento cardíaco e choque cardiogênico, mimetizando outras complicações do IAM 3,6.

10 12 A hemorragia para o pericárdio pode ser lenta e repetitiva, com formação de trombos entre o epicárdio e a cavidade pericárdica, que contém a hemorragia. Por ter instalação mais lenta o paciente pode sobreviver por horas ou dias, o que abre a possibilidade para eventual correção cirúrgica, com sucesso. O derrame é geralmente identificado em um ecocardiograma de rotina pós-infarto e, posteriormente, confirmado na necropsia. Em cerca de 30% ocorrem dor pleurítica, angina, síncope, hipotensão, arritmia, náusea, confusão, tamponamento cardíaco, morte. Ao exame físico observa-se distensão jugular (29%), pulso paradoxal (47%) e choque 12, 16. Algumas rupturas de parede livre são bastante pequenas e, provavelmente, podem se abrir temporariamente durante episódios de hipertensão arterial ou aumento de esforço do miocárdio. Algumas podem até mesmo apresentar-se como um gotejamento através de uma estreita fissura. A organização posterior do hematoma levaria a uma cura inicial causada pelo depósito de fibrina que evoluiria, progressivamente, para cura definitiva pelas aderências pericárdicas 14. É de se mencionar também a existência de ruptura ventricular dupla, termo aplicado quando há ruptura de duas das seguintes estruturas: septo ventricular, parede livre do ventrículo, músculo papilar 1. A ruptura da parede livre do ventículo esquerdo (RPLVE) representa emergência cirúrgica de alta gravidade, especialmente quando é aguda. Nessa situação, com frequência, o diagnóstico não é estabelecido em tempo hábil para realizar procedimento cirúrgico de salvamento. O Multicenter Investigation of Limitation of Infarct Size Study (MILIS), nos EUA, em 1999, considerou que outros fatores descritos como preditores de ruptura seriam a presença de elevação do segmento ST e presença de onda Q no eletrocardiograma admissional, localização na parede anterior, pico de CKMB acima de 150UI/L. Além disso, pacientes do sexo feminino, com idade acima de 70 anos e

11 13 ausência de síndrome anginosa pregressa também apresentam maior susceptibilidade à instalação desta ocorrência. O MILIS detectou também que a ruptura miocárdica era 9,2 vezes mais freqüente nos pacientes que também apresentavam ausência de história prévia de angina ou IAM. Estes achados sugerem que a ausência de circulação colateral e o tamanho do infarto sejam determinantes importantes da ruptura embora a ruptura da parede ocorra frequentemente em associação com áreas pequenas de necrose lateral. A esses achados se associa a dor torácica inespecífica e hipotensão arterial sistêmica. O sinal clínico mais fidedigno de RPLVE é a dissociação eletromecânica, que segundo alguns autores apresenta 97,6% de acurácia diagnóstica 17. No Quadro 1 estão resumidos os achados mais recentes: Quadro 1: Características clínicas dos pacientes com ruptura de parede livre de ventrículo esquerdo (Adaptado de Figueras e colaboradores 14 ) Idade: maiores de 55 anos (média de 67) Sexo: indiferente Atraso na admissão hospitalar: maior que horas Dor torácica persistente (4-6 horas) ou recorrente (30-60 minutos antes) Primeiro infarto do miocárdio transmural Sem falha cardíaca franca Tensão arterial elevada comum (> 150 mm Hg nas primeiras horas do IAM em repouso no hospital) Agitação, vômito repetitivo ou tosse incomum Extensão de infarto do miocárdio Hipotensão súbita ou progressiva ou súbita dissociação eletromecânica Killip I ou II Elevação persistente do segmento ST O tratamento da ruptura de parede livre ventricular é essencialmente cirúrgico. A experiência cirúrgica com essa entidade é, entretanto, baseada em relatos esporádicos, e

12 14 diferentes estratégias cirúrgicas têm sido utilizadas. Nos casos de rotura aguda, que invariavelmente evoluem rapidamente para o choque cardiogênico e parada cardiorespiratória, o melhor recurso é se tentar obter suporte hemodinâmico através da instalação da circulação extracorpórea (CEC) pela via fêmoro-femoral. 15 A correção da RPLVE com retalho epicárdico de pericárdio e utilização de cola biológica sem CEC tem apresentado melhores resultados quando comparado às técnicas cirúrgicas como a infarterectomia e a reconstrução ventricular com auxílio da CEC. 18,19,20 Esse método tem-se mostrado eficiente para controlar o sangramento e prevenir a recorrência da ruptura 12. Padró e colaboradores em 1993 relataram o tratamento de 13 pacientes portadores de ruptura subaguda de ventrículo esquerdo utilizando essa técnica, com 100% de sobrevida em longo prazo. Entretanto, a técnica não está indicada em rupturas extensas, em áreas do miocárdio infartado que não podem ser ressecadas e que podem voltar a romper ou formar um pseudoaneurisma.

13 CONCLUSÃO O diagnóstico precoce da ruptura do miocárdio e a instituição de tratamento imediato são fundamentais para a redução mortalidade. A maior parte do conhecimento relatado na literatura sobre a incidência dos casos RPLVE advém de necropsias. Entretanto, a utilização de métodos de diagnósticos não invasivos associados ao maior conhecimento a respeito desta enfermidade tem contribuído para o melhor manejo desta enfermidade.

14 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BECKER, R. C.; GORE, J. M.; LAMBREW, C.; WEAVER, W. D.; RUBISON R. M.; FRENCH, W. J.; et al. A composite view of cardiac rupture in the United States National Registry of Myocardial Infarction. J Am Coll Cardiol. v.27, n. 6, p , REDDY, S. G.; ROBERTS, W. C. Frequency of rupture of the left ventricular free wall or ventricular septum among necropsy cases of fatal acute myocardial infarction since introduction of coronary care units. Am J Cardiol, v. 63, n. 1, p , ZOFFOLI, G.; MANGINO, D.; VENTURINI, A.; TERRINI, A.; ASTA, A.; ZANCHETTIN, C.; et al. Diagnosing left ventricular aneurysm from pseudo-aneurysm: a case report and a review in literature. J Cardiothorac Surg., v. 24, n. 3, p. 4-11, AMANO, H.; OHARA, K.; NIE, M.; MIYOSKI, Y.; YOSHIMURA, H. New surgical technique of left ventricular free wall rupture: double patch sealing method. Ann Thorac Cardiovasc Surg, v. 8, n.6, p , REARDON, M. J.; CARR, C. L.; DIAMOND, A. et al. Ischaemic left ventricular free wall rupture: prediction, diagnosis and treatment. Ann Thorac Surg, v. 64, n. 3, p , SOARES, R. C.; PENA, F. M.; PATROCÍNIO, N. P. Diagnóstico Angiográfico da Ruptura de Parede Livre do Ventrículo Esquerdo no Infarto Agudo do Miocárdio. Rev Bras Cardiol, v. 24, n. 5, p , 2011.

15 17 7. DELLBORG, M.; HELD, P.; SWEDBERG, K.; et al. Rupture of the myocardium: occurrence and risk factors. Br Heart J., v. 54, p , HARVEY, W. De Circulation Sanguinis. Exercit 3. Citado por MORGAGNI, G. B. In: The seats and causes of diseases. London: Letter, v. 27; p.830; HATCHER, C. R.; MANSOUR, K.; LOGAN, W. D.; SYMBAS, P. N.; ABBOTT, O. A. Surgical complications of myocardial infarction. Am Surg., v. 36, n. 3, p , FITZGIBBON, G. M.; HOOPER, G. D.; HEGGTVEIT, H. A. Successful surgical treatment of postinfarction external cardiac rupture. J Thorac Cardiovasc Surg., v. 63, n. 4, p , TRINDADE, M. L.; TSUTSUI, J. M.; RODRIGUES, A. C. T.; CALDAS, M. A.; RAMIRES, J. A. F.; MATHIAS JUNIOR, W. Left ventricular free wall impeding rupture in post-myocardial infarction period diagnosed by myocardial contrast echocardiography: case report. Cardiovascular ultrasound., v. 4, n. 1, p.7, ABREU-FILHO, C. A. C; DALLAN, L. A. O; LISBOA, L. A. F; et al Tratamento cirúrgico da rotura de parede livre do ventrículo esquerdo após infarto agudo do miocárdio. Rev Bras Cir Cardiovasc., v. 17, n. 1, p. 6-12, LÓPEZ-SENDÓN, J.; GONÇALVEZ, A.; LOPEZ-DE-SÁ, E.; et al. Diagnosis of subacute ventricular wall rupture after acute myocardial infarction sensitivity and

16 18 specificity of clinical, hemodynamic and echocardiographic criteria. J Am Coll Cardiol., v. 19, p , FIGUERAS, J.; CUROS, A.; CORTADELLAS, J.; SANS, M.; SOLER-SOLER, J. Relevance of electrocardiographic findings, heart failure and infarct site in assessing risk and timing of left ventricular free wall rupture during acute myocardial infarction. Am J Cardiol., v. 76, p , COLAFRANCESCHI, A. S.; CÔRTES, D. C. S.; MONTEIRO, A. J. O.; CANALE, L. Ruptura subaguda da parede livre do ventrículo esquerdo pós-infarto agudo do miocárdio: relato de caso e revisão da literatura. Rev Bras Cir Cardiovasc. V. 21, n. 1, p. 92-4, BONINI, R.C.A.; VERAZAIN, V. Q.; MUSTAFA, R.M.; NEUMMAN, Y.; et al. Ruptura da parede livre do ventrículo direito após infarto do miocárdio. Rev Bras Cir Cardiovasc., v. 27, n. 1, p , BATTS, K. P.; ACKERMANN, D. M.; EDWARDS, W. D. Postinfarction rupture of the left ventricular free wall: clinicopathologic correlates in 100 consecutive autopsy cases. Hum Pathol.v. 21, n. 5, p , SUTHERLAND, F. W.; GUELL, F. J.; PATHI, V. L.; NAIK, S. K. Postinfarction ventricular free wall rupture: strategies for diagnosis and treatment. Ann Thorac Surg., v. 61, n. 4, p , 1996.

17 IEMURA, J.; OKU, H.; OTAKI, M.; KITAYAMA, H.; INOUE, T.; KANEDA, T. Surgical strategy for left ventricular free wall rupture after acute myocardial infarction. Ann Thorac Surg., v. 71, n. 1, p , PRÊTRE, R.; BENEDIKT, P.; TURINA, M. I. Experience with postinfarction left ventricular free wall rupture. Ann Thorac Surg., v. 69, n. 5, p , PADRÓ, J. M.; MESA, J. M.; SILVESTRE, J.; LARREA, J. L; CARALPS, J. M.; CERRÓN, F.; et al. Subacute cardiac rupture: repair with a sutureless technique. Ann Thorac Surg., v. 55, n. 1, p. 20-3,

Cirurgia das Complicações Mecânicas do Infarto do Miocárdio

Cirurgia das Complicações Mecânicas do Infarto do Miocárdio Cirurgia das Complicações Mecânicas do Infarto do Miocárdio Pós-Graduação em Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas SALOMÓN SORIANO ORDINOLA ROJAS Orientador: Prof.

Leia mais

Cardiologia Hemodinâmica

Cardiologia Hemodinâmica 1 Concurso Público 2011 Cardiologia Hemodinâmica Questão 1: Homem de 40 anos de idade, brasileiro (RJ), solteiro e comerciante, apresentou dor precordial intensa, acompanhada de palpitações e desencadeada

Leia mais

SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA

SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA www.gerenciamentoetreinamento.com Treinamentos Corporativos Contato: XX 12 9190 0182 E mail: gomesdacosta@gerenciamentoetreinamento.com SIMPÓSIO DE ELETROCARDIOGRAMA Márcio

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Tamponamento Cardíacodefinição. Pericárdio. Pericárdio. Pericárdio. Pericárdio 6/1/2014 TAMPONAMENTO CARDÍACO- COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR

Tamponamento Cardíacodefinição. Pericárdio. Pericárdio. Pericárdio. Pericárdio 6/1/2014 TAMPONAMENTO CARDÍACO- COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR TAMPONAMENTO CARDÍACO- COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR Lilian Caram Petrus, MV, Msc Equipe Pet Cor de Cardiologia Doutoranda FMVZ-USP Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia Veterinária Tamponamento

Leia mais

DISSECÇÃO AÓRTICA. Eurival Soares Borges Revisão - Ronaldo Ducceschi Fontes DEFINIÇÃO HISTÓRICO ETIOLOGIA CLASSIFICAÇÃO PATOGÊNESE E HISTÓRIA NATURAL

DISSECÇÃO AÓRTICA. Eurival Soares Borges Revisão - Ronaldo Ducceschi Fontes DEFINIÇÃO HISTÓRICO ETIOLOGIA CLASSIFICAÇÃO PATOGÊNESE E HISTÓRIA NATURAL Eurival Soares Borges Revisão - Ronaldo Ducceschi Fontes DISSECÇÃO AÓRTICA DEFINIÇÃO HISTÓRICO ETIOLOGIA CLASSIFICAÇÃO PATOGÊNESE E HISTÓRIA NATURAL QUADRO CLÍNICO DIAGNÓSTICO TRATAMENTO CLÍNICO INDICAÇÃO

Leia mais

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS

INSTITUTO DE DOENÇAS CARDIOLÓGICAS Página: 1/7 1- CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1- As doenças cardiovasculares são, ainda hoje, as principais responsáveis pela mortalidade na população geral, no mundo ocidental. Dentre as inúmeras patologias que

Leia mais

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC)

Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) Protocolo de Dor Torácica / Doença Arterial Coronariana (DAC) 1 - Epidemiologia No Brasil, as doenças cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de mortalidade. Calcula-se que existam 900.000

Leia mais

Vascularização cardíaca

Vascularização cardíaca Universidade de Rio Verde UniRV Faculdade de Medicina de Rio Verde Famerv Liga de Acadêmica de Anatomia Humana - LiAAna Vascularização cardíaca Alunos: João Pedro Soares Nunes Janayna Matumoto Mota Orientador:

Leia mais

Curso de Revisão para Enfermagem em Intervenção Cardiovascular 2012

Curso de Revisão para Enfermagem em Intervenção Cardiovascular 2012 Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista Hospital São Paulo Hospital do Rim e Hipertensão UNIFESP - EPM Curso de Revisão para Enfermagem em Intervenção Cardiovascular 2012 Eduardo Rodrigues

Leia mais

PÔSTERES DIA 13/11/2015-08:00 ÀS 12:00 TÍTULO

PÔSTERES DIA 13/11/2015-08:00 ÀS 12:00 TÍTULO 1 PÔSTERES DIA 13/11/2015-08:00 ÀS 12:00 A CIRCULAÇÃO EXTRACORPOREA NA CIRURGIA CARDÍACA BRASILEIRA: HISTÓRICO, AVANÇOS E DESAFIOS. 2 A DISSECÇÃO AÓRTICA E O TRATAMENTO ENDOVASCULAR 3 A IMPORTÂNCIA DA

Leia mais

Cardiologia - Síndromes Coronarianas Agudas 1 / 17

Cardiologia - Síndromes Coronarianas Agudas 1 / 17 Cardiologia - Síndromes Coronarianas Agudas 1 / 17 Tabela 01 - Pacientes com Síndromes Coronarianas Agudas à Internação na Unidade - Principais Características Clinicas - Todos os Pacientes Egressos da

Leia mais

Cardiologia - Síndromes Coronarianas Agudas 1 / 17

Cardiologia - Síndromes Coronarianas Agudas 1 / 17 Cardiologia - Síndromes Coronarianas Agudas 1 / 17 Tabela 01 - Pacientes com Síndromes Coronarianas Agudas à Internação na Unidade - Principais Características Clinicas - Todos os Pacientes Egressos da

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: CIRURGIÃO CARDÍACO C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão de

Leia mais

Síndrome Coronariana Aguda

Síndrome Coronariana Aguda Síndrome Coronariana Aguda CLASSIFICAÇÃO DA DOR TORÁCICA AGUDA. - Dor anginosa típica (tipo A) - Dor provavelmente anginosa (tipo B) - Dor provavelmente não anginosa (tipo C) - Dor não anginosa (tipo D):

Leia mais

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia

PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA 2014 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Início 28 de Fevereiro

Leia mais

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ 5ª Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ Caso 1 Paciente J.M., 81 anos, sexo masculino. TC sem contraste TC com contraste Diagnóstico Aneurisma roto da aorta abdominal, parcialmente trombosado,

Leia mais

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,

Leia mais

Isquemia Lesão e Necrose Miocárdica

Isquemia Lesão e Necrose Miocárdica Isquemia Lesão e Necrose Miocárdica Curso de Eletrocardiografia Rogério Braga Andalaft Seção Médica de Eletrofisiologia Clínica e Arritmias Cardíacas Isquemia Lesão e Necrose Miocárdica Aula disponível

Leia mais

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda

a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO Objetivos do tratamento pré-hospitalar da síndrome coronariana aguda Parte II P R O T O C O L O S D E D O E N Ç A S C A R D I O V A S C U L A R E S [111] 47. SÍNDROME CORONARIANA AGUDA a. CONSIDERAÇÕES ESPECIAIS DE AVALIAÇÃO A isquemia do miocárdio resulta do desequilíbrio

Leia mais

Definição IAM. Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)

Definição IAM. Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) Definição Acometimento cardíaco aco causado pela limitação ou obstrução do fluxo sanguíneo neo coronariano (alimentação para o coração) de tal magnitude e duração que resulta

Leia mais

HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016

HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016 HOSPITAL SÃO FRANCISCO RIBEIRÃO PRETO ESTADO DE SÃO PAULO PROGRAMA TEÓRICO E PRÁTICO PARA ESTÁGIO EM CARDIOLOGIA EM 2016 Credenciado e reconhecido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Início 2 de Fevereiro

Leia mais

Lesão coronária tardia após cirurgia de switch arterial na transposição de grandes artérias

Lesão coronária tardia após cirurgia de switch arterial na transposição de grandes artérias Lesão coronária tardia após cirurgia de switch arterial na transposição de grandes artérias F.X.Valente 1, C. Trigo 2, J.D.F. Martins 2, I. Freitas 2, F. Paramés 2, M. António 2, L. Bakero 3, J. Fragata

Leia mais

Intervenções percutâneas. Tratamento das obstruções da via de saída do Ventrículo Esquerdo

Intervenções percutâneas. Tratamento das obstruções da via de saída do Ventrículo Esquerdo Intervenções percutâneas Tratamento das obstruções da via de saída do Ventrículo Esquerdo Célia Maria C. Silva Declaro que não existe conflito de interesse nesta minha apresentação Estenose Valvar Aórtica

Leia mais

DICIONÁRIO DE TERMOS DA HEMODINÂMICA

DICIONÁRIO DE TERMOS DA HEMODINÂMICA DICIONÁRIO DE TERMOS DA HEMODINÂMICA Aneurisma: dilatação e protusão localizada da parede de um vaso (principalmente artéria) ou do coração, decorrente de uma fragilidade estrutural local. Angina: também

Leia mais

Sessão Cardiovascular

Sessão Cardiovascular Sessão Cardiovascular Dr Carlos Jader Feldman Priscila Schenkel R3 26/10/2012 Sexo feminino, 46 anos Hemiplegia à esquerda Dissecção arterial 3 camadas: -intima, média, adventícia Dissecção = ruptura na

Leia mais

Semiologia Cardiovascular. B3, B4, Cliques, Estalidos e Atrito Pericárdico. Por Gustavo Amarante

Semiologia Cardiovascular. B3, B4, Cliques, Estalidos e Atrito Pericárdico. Por Gustavo Amarante Semiologia Cardiovascular B3, B4, Cliques, Estalidos e Atrito Pericárdico Por Gustavo Amarante 1 Bulhas Acessórias (B3 e B4) A) Revisão do Ciclo Cardíaco e Posição das Bulhas Para entender as bulhas acessórias,

Leia mais

Pós-trombólise. O que fazer? Dr. Salomón Soriano Ordinola Rojas Hospital Beneficência Portuguesa São Paulo Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Fibrinolíticos menor tempo isquemia mioc aguda menor

Leia mais

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç )

TES TE T S E ER GOMÉTRIC GOMÉTRIC (Te ( ste de esforço ç ) TESTE ERGOMÉTRICO (Teste de esforço) Definição - um dos exames mais importantes de diagnóstico, avaliação clínica e prognóstico dos pacientes com doença arterial coronariana (DAC). - método rápido, barato,

Leia mais

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio

Índice. Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio 2 Índice Como evitar um AVC e um Infarte do miocardio... 3 Quantas mortes são causadas por AVC?... 3 Como dimininuir o risco de AVC?... 3 Quais as pessoas com

Leia mais

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9

Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Cardiologia - Global Consolidado 1 / 9 Tabela 01 - Principais Antecedentes e Fatores de Risco para Doença Cardiovascular à Internação na Unidade Todos os Pacientes Egressos da Unidade Hipertensão Arterial

Leia mais

Ivan da Costa Barros Pedro Gemal

Ivan da Costa Barros Pedro Gemal Semiologia Abordagem ao paciente cardiopata Ivan da Costa Barros Pedro Gemal DESAFIO!! 2011 Universidade Federal Fluminense 1. Paciente idoso procura PS à noite queixando- se de falta de ar, taquicárdico

Leia mais

Indicações e Resultados do Tratamento Percutâneo de Obstruções à Via de Saída do VD

Indicações e Resultados do Tratamento Percutâneo de Obstruções à Via de Saída do VD Indicações e Resultados do Tratamento Percutâneo de Obstruções à Via de Saída do VD Carlo B Pilla e Cardiologia Intervencionista SBHCI 2012 Obstruções à VSVD Estenose subvalvar pulmonar* Estenose valvar

Leia mais

Histórico Diagnóstico Indicações Tratamento cirúrgico Resultados e Complicações

Histórico Diagnóstico Indicações Tratamento cirúrgico Resultados e Complicações Valvulopatias Cardíacas II - Visão Cirúrgica Insuficiência Mitral Histórico Diagnóstico Indicações Tratamento cirúrgico Resultados e Complicações Prof. Dr. Jehorvan L. Carvalho História Existem relatos

Leia mais

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE

CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE CARDIOLOGIA ORIENTAÇÃO P/ ENCAMINHAMENTO À ESPECIALIDADE DOR TORÁCICA CARDÍACA LOCAL: Precordio c/ ou s/ irradiação Pescoço (face anterior) MSE (interno) FORMA: Opressão Queimação Mal Estar FATORES DESENCADEANTES:

Leia mais

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc Insuficiência Cardíaca Conceito É a incapacidade do coração em adequar sua ejeção às necessidades metabólicas do organismo, ou fazê-la

Leia mais

Tratamento cirúrgico do choque cardiogênico e complicações mecânicas do infarto agudo do miocárdio

Tratamento cirúrgico do choque cardiogênico e complicações mecânicas do infarto agudo do miocárdio ARTIGO DE REVISÃO 9 Tratamento cirúrgico do choque cardiogênico e complicações mecânicas do infarto agudo do miocárdio PLÍNIO REZENDE Hospital Barra D Or I INTRODUÇÃO Após o surgimento das unidades coronarianas

Leia mais

Cardiologia - Cirurgia Cardíaca 1 / 5

Cardiologia - Cirurgia Cardíaca 1 / 5 Cardiologia - Cirurgia Cardíaca 1 / 5 Tabela 01 - Pacientes de Cirurgia Cardíaca - Principais Características Clinicas - Gênero (n, %) Masculino 473 68,55 Feminino 217 31,45 Idade (anos) (média ± DP) 60,78

Leia mais

Detecção precoce de cardiotoxicidade em Oncologia

Detecção precoce de cardiotoxicidade em Oncologia Congresso Novas Fronteiras em Cardiologia Detecção precoce de cardiotoxicidade em Oncologia Andreia Magalhães Fevereiro/2013 Cardiotoxicidade Lesão cardíaca induzida por fármacos utilizados no tratamento

Leia mais

Intervenção Coronária Percutânea de Salvamento, Facilitada e Tardia (> 12 horas), no Infarto Agudo do Miocárdio.

Intervenção Coronária Percutânea de Salvamento, Facilitada e Tardia (> 12 horas), no Infarto Agudo do Miocárdio. Intervenção Coronária Percutânea de Salvamento, Facilitada e Tardia (> 12 horas), no Infarto Agudo do Miocárdio. Dr. Maurício de Rezende Barbosa Cordenador do Departamento de Hemodinâmica no Hospital Biocor

Leia mais

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA

INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PÓS-OPERATÓRIO DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO: UMA PERSPECTIVA BIBLIOGRÁFICA INTRODUÇÃO Antonio Quaresma de Melo Neto NOVAFAPI Marcos Maciel Soares e Silva NOVAFAPI Marcelo

Leia mais

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida

Colesterol O que é Isso? Trabalhamos pela vida Colesterol O que é Isso? X O que é o Colesterol? Colesterol é uma gordura encontrada apenas nos animais Importante para a vida: Estrutura do corpo humano (células) Crescimento Reprodução Produção de vit

Leia mais

Dr. Rafael Souto de O. Giuberti 18.10.2012

Dr. Rafael Souto de O. Giuberti 18.10.2012 Curso SBHCI Curso de Revisão em Intervenção Cardiovascular Dr. Rafael Souto de O. Giuberti 18.10.2012 Doença da Artéria Coronária e Métodos Diagnósticos I. Fisiopatologia da Placa e Formação do trombo

Leia mais

Protocolo para Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Coronariana sem Supradesnível do Segmento ST (SCA sem Supra)

Protocolo para Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Coronariana sem Supradesnível do Segmento ST (SCA sem Supra) Protocolo para Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Coronariana sem Supradesnível do Segmento ST (SCA sem Supra) INTRODUÇÃO A SBC estima que ocorram cerca de 350.000 infartos por ano no Brasil, levando

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM RESSONÂNCIA E TOMOGRAFIA CARDIOVASCULAR Coordenadores: Drs. Clerio Azevedo e Marcelo Hadlich 1. Objetivos do Programa Proporcionar, aos pós-graduandos, formação especializada

Leia mais

Doenças do Sistema Circulatório

Doenças do Sistema Circulatório Doenças do Sistema Circulatório Dados Mundiais: Mortes por grupos de causas - 2000 Total de Mortes: 55.694.000 Causas Externas ( 9.1%) Doenças Não Transmissíveis (59.0%) Doenças transmissíveis, mortalidade

Leia mais

Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas. Dr. Antonio Alceu dos Santos

Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas. Dr. Antonio Alceu dos Santos Protocolo de Gerenciamento e Conservação do Sangue em Cirurgias Cardíacas Graves e Complexas Dr. Antonio Alceu dos Santos Dr. Antonio Alceu dos Santos Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo Não

Leia mais

Insuficiência Cardíaca Aguda e Síndrome Coronária Aguda. Dois Espectros da Mesma Doença

Insuficiência Cardíaca Aguda e Síndrome Coronária Aguda. Dois Espectros da Mesma Doença Insuficiência Cardíaca Aguda e Síndrome Coronária Aguda Dois Espectros da Mesma Doença Carlos Aguiar Reunião Conjunta dos Grupos de Estudo de Insuficiência Cardíaca e Cuidados Intensivos Cardíacos Lisboa,

Leia mais

Miocardiopatia Hipertrófica: Casuística da ULS da Guarda. Anexo 1: Tabela 1- Distribuição da população de doentes identificada com o

Miocardiopatia Hipertrófica: Casuística da ULS da Guarda. Anexo 1: Tabela 1- Distribuição da população de doentes identificada com o ANEXOS INDÍCE DE ANEXOS ANEXOS Anexo 1: Tabela 1- Distribuição da população de doentes identificada com o código diagnóstico do ICD-9...pág.3 Anexo 2: Questionário aplicado aos doentes com MCH..pág.3 Anexo

Leia mais

A. Cardiopatia Isquêmica B. Cardiopatia Hipertensiva C. Cardiopatia Valvular. 2 Letícia C. L. Moura

A. Cardiopatia Isquêmica B. Cardiopatia Hipertensiva C. Cardiopatia Valvular. 2 Letícia C. L. Moura Cardiopatias Profa. Letícia Coutinho Lopes Moura Tópicos da aula A. Cardiopatia Isquêmica B. Cardiopatia Hipertensiva C. Cardiopatia Valvular 2 A. Cardiopatia Isquêmica Manifestações Clínicas Patogenia

Leia mais

Boletim Científico SBCCV 11-2012

Boletim Científico SBCCV 11-2012 1 2 Boletim Científico SBCCV 11-2012 Nova Diretriz da American Heart Association para Doença Coronariana Estável confirma papel da terapia clínica e da cirurgia de revascularização miocárdica, como estratégias

Leia mais

Sugestões para o rol. Núcleo Amil de Avaliação de Tecnologias em Saúde. Suzana Alves da Silva Maria Elisa Cabanelas Pazos

Sugestões para o rol. Núcleo Amil de Avaliação de Tecnologias em Saúde. Suzana Alves da Silva Maria Elisa Cabanelas Pazos Sugestões para o rol Núcleo Amil de Avaliação de Tecnologias em Saúde Suzana Alves da Silva Maria Elisa Cabanelas Pazos S Procedimentos selecionados Cardiologia AngioTC de coronárias Escore de cálcio Cintilografia

Leia mais

CATETERISMO CARDÍACO E ANGIOPLASTIA CORONARIANA ERIKA GURGEL

CATETERISMO CARDÍACO E ANGIOPLASTIA CORONARIANA ERIKA GURGEL CATETERISMO CARDÍACO E ANGIOPLASTIA CORONARIANA ERIKA GURGEL ANATOMIA CORONARIANA Sistema Cardiovascular Também denominado Sistema Circulatório. Circuito contínuo que transporta oxigênio e nutrientes a

Leia mais

Anatomopathological Session

Anatomopathological Session Anatomopathological Session Correlação Anatomoclínica Homem de 88 Anos de Idade com Edema Agudo dos Pulmões, Choque Cardiogêncio e Novo Sopro Holossistólico de Aparecimento Recente A 88 Year-old Man with

Leia mais

cateter de Swan-Ganz

cateter de Swan-Ganz cateter de Swan-Ganz Dr. William Ganz Dr. Jeremy Swan A introdução, por Swan e Ganz, de um cateter que permitia o registro de parâmetros hemodinâmicos na artéria pulmonar a partir de 1970 revolucionou

Leia mais

Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso

Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso Indicações e Cuidados Transfusionais com o Paciente Idoso Dra. Maria Odila Jacob de Assis Moura Centro de Hematologia de São Paulo Setembro/2006 Guidelines 1980 National Institutes of Health 1984 American

Leia mais

TEMAS LIVRES PÔSTERS APROVADOS DO XII CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA. Observação:

TEMAS LIVRES PÔSTERS APROVADOS DO XII CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA. Observação: TEMAS LIVRES PÔSTERS APROVADOS DO XII CONGRESSO SERGIPANO DE CARDIOLOGIA Observação: Exposição dos temas livres TL 01 a TL 21 sexta de 08h as 12h, com apresentação 09:45h Exposição dos temas livres TL

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

ANEURISMA DE AORTA. ESTADO DA ARTE

ANEURISMA DE AORTA. ESTADO DA ARTE ANEURISMA DE AORTA. CORREÇÃO POR VIA ENDO-VASCULAR ESTADO DA ARTE Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia Seção Médica de Radiologia 2010 ACCF/AHA/AATS/ACR/ASA/SCA/SCAI/SIR/STS SVM Guidelines for the

Leia mais

Stents farmacológicos e diabetes

Stents farmacológicos e diabetes Stents farmacológicos e diabetes Constantino González Salgado Hospital Pró Cardíaco Realcath-RealCordis HUPE-UERJ DM analisando o problema O Diabetes Mellitus é doença sistêmica de elevada prevalência

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

SERVIÇO DE CARDIOLOGIA - IRMANDADE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP

SERVIÇO DE CARDIOLOGIA - IRMANDADE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP SERVIÇO DE CARDIOLOGIA - IRMANDADE SANTA CASA DE MISERICÓRDIA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP EDITAL/ REGULAMENTO INTERNO ESTÁGIO MÉDICO EM CARDIOLOGIA CLÍNICA 1. CORPO CLÍNICO. A disciplina de Cardiologia

Leia mais

TRATAMENTO PERCUTÂNEO DA AORTA TORÁCICA

TRATAMENTO PERCUTÂNEO DA AORTA TORÁCICA TRATAMENTO PERCUTÂNEO DA AORTA TORÁCICA Álvaro Laranjeira Santos Serviço de Cirurgia Cardiotorácica CHLC- Hospital Santa Marta Sistematização Grupo 1 Aorta descendente c TEVAR isolado Grupo 2 Arco aórtico

Leia mais

AÇÕES EDUCATIVAS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE APRESENTANDO QUADRO DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO

AÇÕES EDUCATIVAS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE APRESENTANDO QUADRO DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO AÇÕES EDUCATIVAS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE APRESENTANDO QUADRO DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO AMORIM, Alessandra Aparecida Dias FERREIRA, Mônica Raquel de Carvalho SOUZA, Carmelita de Almeida RESUMO O interesse

Leia mais

Sistema Circulatório. Prof. Dr.Thiago Cabral

Sistema Circulatório. Prof. Dr.Thiago Cabral Funções: Transportar Nutrientes e oxigênio as células; Retirar resíduos do metabolismo; Defender o organismo contra substâncias estranhas e microorganismos. Características Sistema fechado; Constituído

Leia mais

Perfil clínico-cirúrgico de pacientes operados por ruptura do septo interventricular pós-infarto do miocárdio

Perfil clínico-cirúrgico de pacientes operados por ruptura do septo interventricular pós-infarto do miocárdio ARTIGO ORIGIAL Rev Bras Cir Cardiovasc 1; 5(3): 341-349 Perfil clínico-cirúrgico de pacientes operados por ruptura do septo interventricular pós-infarto do miocárdio Clinical and surgical profile of patients

Leia mais

Dissecção Aguda da Aorta

Dissecção Aguda da Aorta Dissecção Aguda da Aorta SD de Dissecção Aguda da Aorta PAM não invasiva, monitorização cardíaca, débito urinário, acesso IV com Gelco 14(02). Se choque / ICC ou hipotensão instalar Swan-Ganz para PCP,

Leia mais

Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Sul. Cardiomiopatia Hipertrófica e Restritiva. Dr. Jamil Mattar Valente

Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Sul. Cardiomiopatia Hipertrófica e Restritiva. Dr. Jamil Mattar Valente 2006 Curso Nacional de Reciclagem em Cardiologia da Região Sul Cardiomiopatia Hipertrófica e Restritiva Dr. Jamil Mattar Valente 1 Cardiomiopatia Hipertrófica Primária Secundária 2 Introdução Doença hereditária

Leia mais

Avaliação da dor torácica no serviço de urgência. Carina Arantes Interna de formação específica de cardiologia

Avaliação da dor torácica no serviço de urgência. Carina Arantes Interna de formação específica de cardiologia Avaliação da dor torácica no serviço de urgência Carina Arantes Interna de formação específica de cardiologia Introdução Dor torácica constitui a 2ª causa mais comum de admissão no serviço de urgência

Leia mais

I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS

I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS Emergência CT de Medicina I CURSO DE CONDUTAS MÉDICAS NAS INTERCORRÊNCIAS EM PACIENTES INTERNADOS CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CREMEC/Conselho Regional de Medicina do Ceará Câmara Técnica de Medicina Intensiva

Leia mais

Fatores preditores de infarto do miocárdio no período perioperatório de cirurgia de revascularização miocárdica

Fatores preditores de infarto do miocárdio no período perioperatório de cirurgia de revascularização miocárdica ARTIGO ORIGINAL Fatores preditores de infarto do miocárdio no período perioperatório de cirurgia de revascularização miocárdica Predictors of perioperative myocardial infarction in surgical myocardial

Leia mais

Síndrome Coronária. Introdução Etiologia Fisiopatologia Quadro Clínico Avaliação Complementar

Síndrome Coronária. Introdução Etiologia Fisiopatologia Quadro Clínico Avaliação Complementar Introdução Etiologia Fisiopatologia Quadro Clínico Avaliação Complementar Relevância epidemiológica A despeito dos importantes avanços conquistados a doença arterial coronária mantém-se ainda no século

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA - ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA - ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA - ETEC PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO (IAM) DIEGO DIONISIO ALVES LEONARDO MONTEIRO PLANTIER MURIEL

Leia mais

Abordagem da reestenosee. Renato Sanchez Antonio

Abordagem da reestenosee. Renato Sanchez Antonio Abordagem da reestenosee oclusões crônicas coronárias Renato Sanchez Antonio Estudos iniciais de seguimento clínico de pacientes com angina estável demonstraram que o percentual de mortalidade aumentou

Leia mais

Complicações relacionadas ao cateterismo cardíaco e intervenção percutânea

Complicações relacionadas ao cateterismo cardíaco e intervenção percutânea Hospital Dr. Hélio Angotti Complicações relacionadas ao cateterismo cardíaco e intervenção percutânea Dr. Achilles Gustavo da Silva Introdução Procedimento relativamente seguro Riscos bem definidos de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE FISIOLOGIA DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA EXERCÍCIO FÍSICO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS Prof. Mestrando: Marcelo Mota São Cristóvão 2008 POPULAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

CASOS CLÍNICOS DIGIMAX. Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Raphael Salgado Pedroso

CASOS CLÍNICOS DIGIMAX. Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Raphael Salgado Pedroso CASOS CLÍNICOS DIGIMAX Radiologia e Diagnóstico por Imagem Raphael Salgado Pedroso Nome: L. B.; Idade: 65 anos; Sexo: Masculino; CASO 1 Queixa: Dor aguda, que se inicia no tórax e se irradia na direção

Leia mais

Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos Capítulo14 - Biologia do Coração e dos Vasos Sangüíneos (Manual Merck)

Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos Capítulo14 - Biologia do Coração e dos Vasos Sangüíneos (Manual Merck) Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Distúrbios do Coração e dos Vasos Sangüíneos Capítulo14 - Biologia do Coração e dos Vasos Sangüíneos

Leia mais

Semiologia Cardiovascular. Estenose Aórtica. Por Gustavo Amarante

Semiologia Cardiovascular. Estenose Aórtica. Por Gustavo Amarante Semiologia Cardiovascular Estenose Aórtica Por Gustavo Amarante 1- Etiologia A obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo na maioria das vezes localizase na valva aórtica. Mas pode haver obstrução

Leia mais

08h30-08h45 Analise das novas diretrizes de CRM da ESC 2014. Indicaçao e procedimento na CRM em pacientes com FE diminuída

08h30-08h45 Analise das novas diretrizes de CRM da ESC 2014. Indicaçao e procedimento na CRM em pacientes com FE diminuída PROGRAMA CIENTÍFICO Quinta-feira 13 de agosto de 2015 SALA A MESA REDONDA - DAC CRÔNICA Analise das novas diretrizes de CRM da ESC 2014 Indicaçao e procedimento na CRM em pacientes com FE diminuída Quando

Leia mais

DOR TORÁCICA: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO Marques, C.P.¹, Rubio, L.F.², Oliveira, M.S.³, Leit e, F.M.N. 4, Machado, R.C.

DOR TORÁCICA: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO Marques, C.P.¹, Rubio, L.F.², Oliveira, M.S.³, Leit e, F.M.N. 4, Machado, R.C. DOR TORÁCICA: ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO Marques, C.P.¹, Rubio, L.F.², Oliveira, M.S.³, Leit e, F.M.N. 4, Machado, R.C. 5 1,2,3,4,5 Universidade do Vale Paraíba/Faculdade de

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

http://www.theheart.org/article/1466345.do.

http://www.theheart.org/article/1466345.do. Resultados finais do estudo SYNTAX reafirmam a cirurgia de revascularização miocárdica como intervenção de escolha, em pacientes com doença coronária complexa. http://www.theheart.org/article/1466345.do.

Leia mais

Uma proposta para nomenclatura dos defeitos congênitos do sistema cardiovascular

Uma proposta para nomenclatura dos defeitos congênitos do sistema cardiovascular Rev Bras Cir Cardiovasc 2002; 17(1): 1-5. Abreu Filho C A C, Dallan L A O, Lisboa L A F, Platania F, Iglézias J C R, Cabral R H, Bordallo R, Dallan L A P, Oliveira S Artigo Especial Uma proposta para nomenclatura

Leia mais

Marco Aurélio Nerosky Hospital Cardiológico. Costantini

Marco Aurélio Nerosky Hospital Cardiológico. Costantini Caso Clínico 1 Módulo: DAC Métodos Diagnósticos Marco Aurélio Nerosky Hospital Cardiológico Costantini Caso 01 IFV, 59 anos, feminino Assintomática Fatores de Risco: história familiar Pressão arterial

Leia mais

Índice Remissivo do Volume 89-2007

Índice Remissivo do Volume 89-2007 Por Assunto A Ablação por cateter Ácidos pteroilpoliglutâmicos Adiposidade - Associação entre Perfil lipídico e Adjuvantes imunológicos Adolescente Escolares...73 Teste Ergométrico em Crianças e Adulto

Leia mais

Implante Implante Transcateter Valvar Valvar Aórtico: Curso de Pós Graduação Lato Sensu Hospital Beneficência Portuguesa SP Maio/2010

Implante Implante Transcateter Valvar Valvar Aórtico: Curso de Pós Graduação Lato Sensu Hospital Beneficência Portuguesa SP Maio/2010 Implante Implante Transcateter Valvar Valvar Aórtico: Indicações, Aórtico: Indicações, Critério de Critério Seleção de e Seleção Resultados e Resultados Curso de Pós Graduação Lato Sensu Hospital Beneficência

Leia mais

Semiologia Cardiovascular. Insuficiência Mitral. Por Matheus Vieira Gonçalves

Semiologia Cardiovascular. Insuficiência Mitral. Por Matheus Vieira Gonçalves Semiologia Cardiovascular Insuficiência Mitral Por Matheus Vieira Gonçalves 1- Etiologia O aparelho da valva mitral consiste dos folhetos valvares, da cordoalha tendínea, dos músculos papilares e do anel

Leia mais

REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO:COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO

REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO:COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO:COMPLICAÇÕES E CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO Sara Priscila Constantino de Castro. UNIFACEX. E-mail: sarapryscyla@hotmail.com Ana Elza Oliveira de Mendonça.

Leia mais

Sumário. Data: 17/12/2012

Sumário. Data: 17/12/2012 Nota Técnica: 53 /2012 Solicitante: Des. Vanessa Verdolim Hudson Andrade 1ª Câmara Cível TJMG Numeração: 1.0439.12.014415-9/001 Data: 17/12/2012 Medicamento Material X Procedimento Cobertura TEMA: Uso

Leia mais

Cardiologia NOÇÕES DE ELETROCARDIOGRAFIA

Cardiologia NOÇÕES DE ELETROCARDIOGRAFIA NOÇÕES DE ELETROCARDIOGRAFIA O ELETROCARDIOGRAMA É O REGISTRO DA ATIVIDADE ELÉTRICA DO CORAÇÃO Aplicações do Cardiologia Eletrocardiograma Isquemia miocárdica e infarto Sobrecargas (hipertrofia) atriais

Leia mais

Resumo da Tese CARACTERIZAÇÃO DOS COMPARTIMENTOS DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS, MESENQUIMAIS E ENDOTELIAIS EM PACIENTES

Resumo da Tese CARACTERIZAÇÃO DOS COMPARTIMENTOS DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS, MESENQUIMAIS E ENDOTELIAIS EM PACIENTES Resumo da Tese CARACTERIZAÇÃO DOS COMPARTIMENTOS DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS, MESENQUIMAIS E ENDOTELIAIS EM PACIENTES COM CARDIOPATIA ISQUÊMICA OU VALVULAR. Autora: Carine Ghem Orientadora: Dra. Melissa

Leia mais

Sistema circulatório

Sistema circulatório Sistema circulatório O que é: também conhecido como sistema cardiovascular é formado pelo coração e vasos sanguíneos. Tal sistema é responsável pelo transporte de nutrientes, gases, hormônios, excreções

Leia mais

COORDENADOR: PROF. LUIZ F. SALAZAR DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR

COORDENADOR: PROF. LUIZ F. SALAZAR DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR PROCAPE / - CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM CARDIOLOGIA ANO: 0 HORÁRIO: 07:30 HS. ( em ponto) COORNADOR: PROF. LUIZ F. SALAZAR DISCIPLINA: SEMIOLOGIA CARDIOVASCULAR 07.0 ª A ANAMNESE EM CARDIOLOGIA SINTOMAS Dr.Luiz

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE/ FM/ UFF/ HU

FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE/ FM/ UFF/ HU DADOS DO PROJETO DE PESQUISA Pesquisador: PARECER CONSUBSTANCIADO DO CEP Título da Pesquisa: O efeito da suplementação com L-carnitina na redução da agressão miocárdica provocada pela injúria de isquemia

Leia mais

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso

TEP - Evolução. Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre. trombólise espontânea ou farmacológica e recanalização do vaso Fabio B. Jatene Prof. Titular do Departamento de Cardiopneumologia -HC HC-FMUSP TEP Agudo 1cm TEP - Evolução Após episódio de TEP agudo, em 85 a 90% dos casos ocorre trombólise espontânea ou farmacológica

Leia mais

Boletim Científico. Preditores de disfunção ventricular esquerda, após plastia mitral: efeitos da fibrilação atrial e hipertensão pulmonar.

Boletim Científico. Preditores de disfunção ventricular esquerda, após plastia mitral: efeitos da fibrilação atrial e hipertensão pulmonar. Boletim Científico SBCCV 01/09/2014 Número 04 Preditores de disfunção ventricular esquerda, após plastia mitral: efeitos da fibrilação atrial e hipertensão pulmonar. Predicting early left ventricular dysfunction

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE MARCOS ANTONIO MARINO COORDENADOR DEPARTAMENTO DE HEMODINÂMICA, CARDIOLOGIA E RADIOLOGIA VASCULAR INTERVENCIONISTA CONFLITO DE INTERESSES

Leia mais

ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO

ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO Cristina Gavina* Teresa Pinho** IV. TRATAMENTO DO ENFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO Como já foi referido, o enfarte miocárdico ocorre quando uma artéria coronária fica ocluída, geralmente

Leia mais