MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS"

Transcrição

1 MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS João Ricardo Vasconcellos Gama Estudante D.S. Agostinho Lopes de Souza Professor Orientador 1. INTRODUÇÃO PERT - Program Evaluation and Review Technique CPM - Critical Path Method Conceito: técnica de planejamento, seqüenciamento e controle de projetos. PERT/CPM na área florestal: Plantios florestais: VALE (1970), BRUM et al. (1977), BARROS et. al. (1988) e BARROS et. al. (1989); Exploração florestal: MACHADO et. al. (1983) e MACHADO (1984); Inventário florestal: ENCINAS e DEUSDARÁ FILHO (1989); Transporte florestal: MARQUES (1994) 60

2 FIGURA 1 Seqüência de produção de um PMFS. 61

3 Objetivo: Abordagem teórica sobre o método PERT/CPM; Aplicação no planejamento e gerenciamento de PMFS; 2. NOÇÕES DE GERENCIAMENTO DE PROJETO Fonte: adaptado de LAUIRINDO e CARVALHO (2002) FIGURA 2 Fases que compõem um sistema de planejamento. 62

4 3. MÉTODO PERT/CPM Importância: Antevê futuras dificuldades; Identifica efeitos de imprevistos; Proporciona análise de alternativas (Plano B, C, D, etc.); Define as atividades prioritárias; Orienta o planejamento estratégico da empresa. Princípios fundamentais (BELCHIOR, 1974): Previsão: conhecimento das atividades a serem executadas; Programação: relação atividade - tempo; Execução: prazos permitidos; Controle: recebimento e distribuição de informação; Coordenação: replanejamento. Muito eficiente, quando (ENCINAS e DEUSDARÁ-FILHO, 1989): Processos não repetitivos; Tempo de conclusão; Orçamento restrito 63

5 Vantagens (VALE, 1970): Orienta na tomada de decisão; Estabelece responsabilidades; Simulação da execução de projetos; Permitindo ações corretivas em tempo hábil; e Visualização da distribuição dos recursos. Exigências para Aplicação Planejamento; Controle; Atividades inter-relacionadas; Tempo para atingir os objetivos; Limitações (VALE, 1970) Pode exigir mais atenção do planejador; e Não previne atraso automaticamente. 64

6 Pressupostos: Atividades a serem executadas; Ordem de relacionamento dessas atividades; e Duração das referidas atividades. Estrutura do Diagrama FIGURA 3 - Representação gráfica do diagrama pelo método Americano. Etapa Atividade: - Início e conclusão de um plano de manejo são etapas; - Medição das árvores é uma atividade; - Dados coletados é uma etapa; - Lançar parcelas é uma atividade; e - Identificação botânica concluída é uma etapa; 65

7 Regras Entre duas etapas só pode existir uma atividade. FIGURA 4 - Maneiras de executar as atividades. Evitar loop para não ocorrer erro lógico. FIGURA 5 Exemplo de loop (circuito) no diagrama. 66

8 Construção do Diagrama TABELA 1 - Relação das atividades, em ordem cronológica, de um projeto de reflorestamento # Atividade Duração (semanas) Precedente A Levantamento plani-altimétrico 2 - B Caracterização ambiental 3 - C Mapeamento 1 A, B D Construção de benfeitorias 12 C E Construção dos viveiros 2 C F Escolha da(s) espécie(s) 1 C G Atividade fictícia 0 E H Construção de estradas/aceiros 6 E I Semeadura 1 F,G,E J Repicagem 4 I K Preparo dos talhões 12 H L Preparo das mudas 16 J M Atividade fictícia 0 D N Plantio 4 K, L Fonte: BRUM et al. (1977) A partir da Tabela 1, monta-se o diagrama (Figura 6) FIGURA 6 Diagrama PERT/CPM do projeto de reflorestamento (BRUM et al., 1977). 67

9 Cálculo dos Tempos (Figura 7) FIGURA 7 Definição das variáveis do diagrama (PAULA-JUNIOR,1998). Nota-se na Figura 8 que i j. FIGURA 8 Momentos mais cedo e mais tarde de cada etapa e o caminho das atividades criticas (BRUM et al., 1977). 68

10 Condições do Caminho Crítico PAULA-JUNIOR (1998): MC i = MT i MC j = MT j MC j - MC i = MT j - MT i = D ij Cronograma PERT/COM (Figura 11) FIGURA 11 - Gráfico de tempo mostrando o caminho crítico e as atividades que apresentam folga de tempo. 69

11 4. PLANO DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL O conceito de MFS é dado pelo IBAMA (2002) como administração da floresta para obtenção de benefícios econômicos, sociais e ambientais, respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema objeto do manejo e considerando-se, cumulativa ou alternativamente, a utilização de múltiplas espécies de madeiras, de múltiplos produtos e subprodutos não madeireiros, bem como a utilização de outros bens e serviços de natureza florestal. 5. APLICAÇÃO DO MÉTODO PERT/CPM NO PMFS Situação: Demanda de madeira serrada = m 3 /ano; Rendimento de 50 % no desdobro de tora Demanda de madeira em tora: m 3 /ano Volume médio de remoção = 35,00 m 3 /ha UPA = ha Número de parcelas permanentes na UPA: AMF = ,86 ha Ciclo de corte = anos Reserva florestal, APP e Infraestrutura = 30% Área da propriedade = ha 70

12 TABELA 4 - Relação das atividades básicas de um Plano de Manejo Florestal Sustentável com suas precedências e durações estimadas # Atividade Ano Precedente Duração (dias) Itens Gerais: A Contratação de Engenheiro Florestal (ART) B Aquisição ou arrendamento de terras C Objetivos do PMFS -2 A 2 D Prova de propriedade e certidão atualizada -2 B 11 E Requerimento do interessado ao Ibama -2 B 2 E1 Atividade fictícia -2 E 0 F Contrato de arrendamento ou comodato -2 B 15 G Comprovante de pagamento do Imposto Territorial Rural -2 F 2 H Mapa georeferenciado com o uso da terra -2 B 25 I Termo de responsabilidade de averbação da Reserva Legal -2 E1 H 4 J Termo de responsabilidade de manutenção da floresta manejada -2 D 4 K Plano de segurança no trabalho -2 C 11 L Planejamento para coleta de dados -2 C 4 L1 Atividade fictícia -2 L 0 M Infra-estrutura de acampamento -2 B 5 Elaboração do PMFS: N UPA1: inventário da RN, inventário a 100% e Microzoneamento -1,5 L1 M 75 N1 Atividade fictícia -1,5 N 0 O UPA1: mapa de exploração e de microzoneamento -1,5 N 13 P Diagnóstico sócio-econômico e Caracterização da fauna -1,5 L 14 Q Processamento dos dados -1,5 N1 P 15 R Elaboração do plano de manejo -1,5 O Q 21 S Termo de compromisso para averbação do PMFS -1,5 G 2 T Pagamento de taxas processuais ao IBAMA e Protocolo do PMFS -1,5 I J K R S 2 U Análise e aprovação do plano de manejo pelo IBAMA -1,5 T 15 Fase de Pré-Exploração: V Construção das estradas, delimitação da AMF e de duas UPA s -1 U 35 Continua... 71

13 Tabela 4, Cont. # Atividade Ano Precedente Duração (dias) W Aquisição de fatores de produção (trator, motosserra, EPI, entre outros) -1 U 21 X Contratação de mão-de-obra I -1 W 10 Y Primeiro Tratamento Silvicultural (TS - 1), corte de cipó -1 X 90 Z Liberação das ATPF s -1 U 10 Z1 Atividade fictícia -1 Z 0 AA Pagamento do valor de vistoria técnica -1 Z 2 AB Instalação e primeira medição das parcelas permanentes (IFC - 1) -1 X 8 AC Intra-estrutura para exploração -1 X 35 AD Contratação de mão-de-obra II -1 AC 10 AE Normatização das operações e treinamento de pessoal -1 AD 9 AF Marcação das árvores para abate -1 U 85 Fase de Exploração: AG Localização da árvore, limpeza do tronco e abate direcional 0 Y AE AF 34 AH Traçamento e medição do fuste 0 AG 45 AI Arraste de toras até pátios 0 AH 20 AJ Vistoria do projeto pelo IBAMA 0 V AA 2 AK Operações de pátio 0 AI AJ 24 AL Carregamento da madeira 0 AK 17 AM Transporte florestal 0 Z AL 30 A M 14 AN Descarregamento da madeira no pátio da indústria 0 Fase de Pós-Exploração: AO Proteção florestal 1 AK 30 AP IFC AB AO 7 AQ Identificação dos impactos ambientais 1 AK 12 AR Processamento, análise de dados e elaboração de relatório 1 AP AQ 14 AS Mitigar impactos negativos e potencializar impactos positivos (TS - 2) 1 AR AN 75 72

14 73

15 74

16 75

17 6. CONSIDERAÇÃO FINAL O método PERT/CPM é mais um instrumento para o manejador florestal, na tentativa de diminuir os tempos e os custos de execução das atividades, como também permite planejar, executar e monitorar de maneira mais eficiente as diferentes fases do projeto. Havendo disponibilidade de recursos (financeiro, mão-de-obra e ambiental) é necessário pelo menos um ano para que se possa dar início a produção de madeira ou de produtos florestais não madeireiros em um Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS). 76

18 7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARROS, A. A. A. de; ANTUNES, M. R. R.; COUTO, L. Planejamento de projetos florestais com PERT/CPM. In: ENCONTRO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO FLORESTAL, 1., 1989, Curitiba, Anais... Curitiba: Embrapa CNPF, p BARROS, A. A. A. de; VALE, A. B. do; SMITH, E. B. S. O método PERT no planejamento florestal. Viçosa: Imprensa Universitária, p. BELCHIOR, P. G. do O. Método de caminho crítico (PERT/CPM) na administração de projetos. Rio de Janeiro: Americana, p. BOITEUX, C. D. PERT/CPM/ROY e outras técnicas de programação e controle. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, p. BRUM, E. T.; ABREU, P. S. C.; OLIVEIRA, Y. M. M. de. Utilidade da rede PERT/CPM no setor florestal. Floresta, Curitiba, v.8, n.2, p.33-46, dez ENCINAS, J. I.; DEUSDARÁ FILHO, R. Modelo PERT/CPM aplicado ex post no planejamento de um inventário florestal. In: ENCONTRO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO FLORESTAL, 1., 1989, Curitiba, Anais... Curitiba: Embrapa CNPF, p HIRSCHFELD, H. Planejamento com PERT/CPM e análise do desempenho. São Paulo: Atlas, p. IBAMA - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RONOVÁVEIS. Instrução Normativa Nº 04 de 04/03/02. Brasília: IBAMA, 2002, 44p. LAUIRINDO, F. J. B.; CARVALHO, M. M. de. Administração de projetos. Rio de Janeiro: PRO304- PROJETOS, p. MACHADO, C. C. Planejamento e controle de custos na exploração florestal. Viçosa: Imprensa Universitária, p. MACHADO, C.C.; BARROS, A. A. A. de; VALE, A. B. do. PERT/CPM: instrumento do planejador da exploração florestal. Viçosa: Imprensa Universitária, p. MARQUES, R. T. Otimização de um sistema de transporte florestal rodoviário pelo método PERT/CPM. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, p. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) Universidade Federal de Viçosa, MOTTA, J. E. M. PERT tempo e custo. Rio de Janeiro: Spencer, p. PAULA-JUNIOR, G. G. de. Introdução à pesquisa operacional. Macaé: UENF-CCT, p. STONNER, R. Ferramentas de planejamento: utilizando o MS Project para gerenciar empreendimentos. Rio de Janeiro: E-papers, p. VALE, A. B. do. Análise de rede PERT/CPM. In: SIMPÓSIO FLORESTAL DE MINAS GERAIS, 4., 1970, Viçosa. Anais... Viçosa: Escola Superior de Florestas, p

Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado

Método do Caminho Crítico PERT /CPM. Prof. Marcio Cardoso Machado Método do Caminho Crítico PERT /CPM Prof. Marcio Cardoso Machado - Conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos - Fatores: prazo, custo e qualidade - Aplicado

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007

NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS DIRETORIA DE FLORESTAS NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007 Institui, no âmbito desta Autarquia, o Manual Simplificado

Leia mais

Projetos - definição. Projetos - exemplos. Projetos - características

Projetos - definição. Projetos - exemplos. Projetos - características Projetos - definição Pesquisa Operacional II Projeto é uma série de atividades que objetivam gerar um produto (saída, output) Geralmente consiste em um empreendimento temporário Michel J. Anzanello, PhD

Leia mais

Roteiro para apresentação de documentos administrativos de Planos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS

Roteiro para apresentação de documentos administrativos de Planos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS Roteiro para apresentação de documentos administrativos de Planos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS I t e m Nº. D o c u m e n t o s E x i g i d o s O b s e r v a ç õ e s OK 01 Requerimento padrão

Leia mais

MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM)

MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM) UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA CIVIL MÉTODO DO CAMINHO CRÍTICO (CPM) DOCENTE: 2006 1 1. INTRODUÇÃO O planeamento e controlo da produção orientado

Leia mais

GESTÃO DE PESSOAS E PROJETOS

GESTÃO DE PESSOAS E PROJETOS GESTÃO DE PESSOAS E PROJETOS 7º semestre Eng. Produção Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br Gestão do TEMPO em Projetos Redes e Cronogramas Prof. Luciel Henrique de Oliveira Como Gerenciar o

Leia mais

Prof. Celia Corigliano. Unidade II GERENCIAMENTO DE PROJETOS

Prof. Celia Corigliano. Unidade II GERENCIAMENTO DE PROJETOS Prof. Celia Corigliano Unidade II GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Agenda da disciplina Unidade I Gestão de Projetos Unidade II Ferramentas para Gestão de Projetos Unidade III Gestão de Riscos em TI Unidade

Leia mais

Instrução Normativa nº 5 de 11/12/2006 / MMA - Ministério do Meio Ambiente (D.O.U. 13/12/2006)

Instrução Normativa nº 5 de 11/12/2006 / MMA - Ministério do Meio Ambiente (D.O.U. 13/12/2006) Instrução Normativa nº 5 de 11/12/2006 / MMA - Ministério do Meio Ambiente (D.O.U. 13/12/2006) Procedimentos técnicos para elaboração, apresentação, execução e avaliação técnica de Planos de Manejo Florestal

Leia mais

Manejo Florestal Sustentável: Dificuldade Computacional e Otimização de Processos

Manejo Florestal Sustentável: Dificuldade Computacional e Otimização de Processos Manejo Florestal Sustentável: Dificuldade Computacional e Otimização de Processos Daniella Rodrigues Bezerra 1, Rosiane de Freitas Rodrigues 12, Ulisses Silva da Cunha 3, Raimundo da Silva Barreto 12 Universidade

Leia mais

QUESTÕES ACERCA DAS ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS REFERENTES A MADEIREIRAS

QUESTÕES ACERCA DAS ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS REFERENTES A MADEIREIRAS MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO ABAIXO NA SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO FLORESTAL/SEMA. TEL.: (065) 3613-7200. QUESTÕES ACERCA DAS ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS REFERENTES A MADEIREIRAS Explicação quanto

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Parcela permanente (quando houver), tamanho e localização.

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Parcela permanente (quando houver), tamanho e localização. TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO OPERACIONAL DE EXPLORAÇÃO - POE CATEGORIA: MENOR E MAIOR IMPACTO DE EXPLORAÇÃO 1. Informações Gerais 1.1 Identificação Processo Administrativo; Número do Processo;

Leia mais

Cronograma - Um Instrumento do Planejamento, Execução e Controle em Construção e Montagem

Cronograma - Um Instrumento do Planejamento, Execução e Controle em Construção e Montagem 1 INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA IETEC PÓS-GRADUAÇÃO-ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS EM CONSTRUÇÃO E MONTAGEM Cronograma - Um Instrumento do Planejamento, Execução e Controle em Construção e Montagem

Leia mais

PERT/CPM. POP II UDESC Prof. Adelmo A. Martins

PERT/CPM. POP II UDESC Prof. Adelmo A. Martins PERT/CPM POP II UDESC Prof. Adelmo A. Martins PERT/CPM Conjunto de técnicas utilizado para o planejamento e o controle de empreendimentos ou projetos. Utilizado para gerenciar tempo e custos dos empreendimentos

Leia mais

TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE. UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle

TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE. UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle 2.5. Diagramas de redes de precedência O CPM Critical Path Method, consiste em uma rede com setas representativas

Leia mais

A Questão Florestal e o Desenvolvimento

A Questão Florestal e o Desenvolvimento Alcir Ribeiro Carneiro de Almeida, Eng. Ftal., MSc.,Dr. Gerente Florestal A Questão Florestal e o Desenvolvimento BNDES, Rio de Janeiro, 09 de julho de 2003 Grupo CIKEL CIKEL BRASIL VERDE S.A. - atua na

Leia mais

C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VII_SIST. COLHEITA.doc 109 SISTEMA DE COLHEITA

C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VII_SIST. COLHEITA.doc 109 SISTEMA DE COLHEITA C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VII_SIST. COLHEITA.doc 109 SISTEMA DE COLHEITA Um plano de manejo florestal envolve, entre outras, atividades relacionadas com os

Leia mais

Redução no custo e prazo de desenvolvimento de novos produtos; Aumento no tempo de vida dos novos produtos; Aumento de vendas e receita; Aumento do

Redução no custo e prazo de desenvolvimento de novos produtos; Aumento no tempo de vida dos novos produtos; Aumento de vendas e receita; Aumento do Revisão 1 Redução no custo e prazo de desenvolvimento de novos produtos; Aumento no tempo de vida dos novos produtos; Aumento de vendas e receita; Aumento do número de clientes e de sua satisfação; Aumento

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2011 Regula, no âmbito do Instituto Chico Mendes, as diretrizes,

Leia mais

Gerenciamento de Projetos (parte 1)

Gerenciamento de Projetos (parte 1) Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus de Juazeiro Colegiado de Engenharia de Produção Gerenciamento de Projetos (parte 1) Disciplina: Gestão de serviços Professor: Marcel de Gois Pinto Considere

Leia mais

PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA APLICADA AO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA APLICADA AO GERENCIAMENTO DE PROJETOS PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA APLICADA AO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Marcio Briesemeister (UNISOCIESC ) marcio_bri@ig.com.br Milton Procopio de Borba (UNISOCIESC ) milton_borba@terra.com.br Este trabalho tem como

Leia mais

6 Exploração florestal ATENÇÃO!

6 Exploração florestal ATENÇÃO! 6 Exploração florestal 6.1 O que depende de autorização ambiental? Uso alternativo do solo Toda intervenção na cobertura vegetal nativa (ou seja, desmatamento com ou sem destoca, raleamento ou brocamento

Leia mais

A N E X O LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

A N E X O LEGISLAÇÃO AMBIENTAL A N E X O V LEGISLAÇÃO AMBIENTAL ASPECTOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL REFERENTE AO MANEJO FLORESTAL 1. DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL BRASILEIRA A legislação ambiental traduz um sistema de princípios e normas jurídicas

Leia mais

PREPARANDO A IMPLANTAÇÃO

PREPARANDO A IMPLANTAÇÃO Início Revisão Crítica A P POLÍTICA AMBIENTAL Melhoria Contínua Verificação e Ação Corretiva C D Planejamento IMPLEMENTAÇÃO Início Revisão Crítica Planejamento A C Melhoria Contínua P D POLÍTICA AMBIENTAL.

Leia mais

PLANO DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL. Resumo Público

PLANO DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL. Resumo Público PLANO DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL Resumo Público RIO CAPIM PA / 2011 2 EMPRESA CIKEL BRASIL VERDE MADEIRAS LTDA - COMPLEXO RIO CAPIM Fazenda Rio Capim, Rod. BR 010, Km 1564, Zona Rural Paragominas-PA

Leia mais

Estabelecer o tempo necessário para preparar e servir um café!

Estabelecer o tempo necessário para preparar e servir um café! Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção - Aula 6 Gestão de projetos / Diagrama de precedência Diagrama de redes Cronograma Agosto/9 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 6 Gerenciamento

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

Planejamento e Controle de Projetos

Planejamento e Controle de Projetos Planejamento e Controle de Projetos Transformação de uma idéia em um conceito Forma A forma global do produto Idéia Propósito A necessidade que o produto deve satisfazer Função A maneira como o produto

Leia mais

Palavras-chave: PERT/CPM, Tubos de Concreto Armado, Pré-moldados

Palavras-chave: PERT/CPM, Tubos de Concreto Armado, Pré-moldados APLICAC A O DAS TE CNICAS DE PERT/CPM PARA DETERMINAC A O DO CAMINHO CRÍTICO E TEMPO TOTAL DE PRODUÇÃO DE TUBOS CONCRETO ARMADO EM UMA EMPRESA DE PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO NO MUNICÍPIO DE MARITUBA- PA LUCAS

Leia mais

GPE GESTÃO DE PROJETOS E EMPREENDIMENTOS PERT / CPM. Prof. Luciel Henrique de Oliveira

GPE GESTÃO DE PROJETOS E EMPREENDIMENTOS PERT / CPM. Prof. Luciel Henrique de Oliveira GPE Prof. Luciel Henrique de Oliveira GESTÃO DE PROJETOS E EMPREENDIMENTOS PERT / CPM luciel@uol.com.br Controle de Projetos Programação do Caminho Crítico Técnicas Orientadas ao Tempo Modelos de Compromisso

Leia mais

Fase 2: Planeamento. Pós Graduação em Gestão de Recursos Humanos e Benefícios Sociais

Fase 2: Planeamento. Pós Graduação em Gestão de Recursos Humanos e Benefícios Sociais Fase 2: Planeamento Neste ponto do ciclo da gestão do projecto estão identificadas as actividades do projecto A tarefa seguinte da equipa de planeamento é determinar a ordem em que essas actividades devem

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV. Gestão de Obras em Construção Civil. Aula 3 PLANEJAMENTO DE OBRAS

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV. Gestão de Obras em Construção Civil. Aula 3 PLANEJAMENTO DE OBRAS Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas DECIV CIV 43 Aula 3 PLANEJAMENTO DE OBRAS SISTEMA DE PLANEJAMENTO DE OBRAS DEFINIÇÃO DE PLANEJAMENTO a palavra: Visão a sentença: Planejamento é uma ferramenta

Leia mais

TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS FLORESTAIS

TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS FLORESTAIS TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS FLORESTAIS ESPECIFICAÇAO DOS SERVIÇOS HONORÁRIOS 1-Projeto Básico de Licenciamento Ambiental- Lau Até 150 há. De 151 a 500 há De 501 a 1.000 há De 1.001 a 3.000 há De 3.001

Leia mais

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO 1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO Mobilização inicial até 30 de janeiro 2009 CAÇU E SÃO SIMÃO JANEIRO DE 2009 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO... 3 2.1. EMPREENDEDOR...

Leia mais

ÍNDICE. Fotos: Greenpeace Designer Gráfico: Carol Patitucci

ÍNDICE. Fotos: Greenpeace Designer Gráfico: Carol Patitucci FSC - SECR - 0030 ÍNDICE 3 4 6 8 9 10 11 12 13 14 15 Sua empresa vai ficar fora do mercado O que é manejo florestal Resumo das Etapas do Manejo Florestal O que é Certificação Florestal Como funciona O

Leia mais

SISTEMAS SILVICULTURAIS APLICADOS ÀS FLORESTAS TROPICAIS

SISTEMAS SILVICULTURAIS APLICADOS ÀS FLORESTAS TROPICAIS C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VIII_SIST-SILV-QUADROS.doc 127 SISTEMAS SILVICULTURAIS APLICADOS ÀS FLORESTAS TROPICAIS O conceito de manejo fundamenta-se no fato

Leia mais

Capítulo 7. Sequenciamento das Tarefas

Capítulo 7. Sequenciamento das Tarefas Capítulo 7 Sequenciamento das Tarefas 125 5.1 RELACIONAMENTO ENTRE TAREFAS Para que o cronograma do projeto seja executado corretamente e as mudanças inseridas seja calculadas de forma correta é importante

Leia mais

Sandro Yamauti Freire Coordenador de Monitoramento e Controle Florestal

Sandro Yamauti Freire Coordenador de Monitoramento e Controle Florestal Sandro Yamauti Freire Coordenador de Monitoramento e Controle Florestal Cuiabá - MT, 20 de agosto de 2012 SUMÁRIO 1. CAR 2. LAF 3. DOF a) Avanços b) Perspectivas de curto, médio e longo prazo c) Desafios

Leia mais

Manejo Florestal Resumo Público

Manejo Florestal Resumo Público Itacoatiara/AM- Brasil. Edição 2013. Manejo Florestal Resumo Público Mil Madeiras Preciosas Ltda. TERMOS E DEFINIÇÕES PWA: Precious Woods Amazon. Ramificação do grupo PW (Precious Woods), onde os empreendimentos

Leia mais

1) Objetivos. 3) Estabelecer o Escopo do Software. 2) Principais Atividades

1) Objetivos. 3) Estabelecer o Escopo do Software. 2) Principais Atividades 1) Objetivos Tem como objetivo oferecer estimativas razoáveis de custo, recursos e cronogramas. Gera o plano do projeto de software. UNIDADE 4 100 2) Principais Atividades 1. Estabelecer o escopo do software.

Leia mais

Gestão de Projetos Ferramentas e Softwares para Gerenciamento de Projetos

Gestão de Projetos Ferramentas e Softwares para Gerenciamento de Projetos Gestão de Projetos Ferramentas e Softwares para Gerenciamento de Projetos Aula 1 Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com http://www.bolinhabolinha.com Apresentação Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com

Leia mais

03 de Dezembro de 2015

03 de Dezembro de 2015 Página 1 de 9 Marco Legal pertinente à área florestal no Brasil (1965 ao presente) Data de publicação Ato ou Lei Função 1 1965 Código Florestal Brasileiro Define diretrizes gerais para o uso e conservação

Leia mais

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS MINERAIS - DIPM

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS MINERAIS - DIPM Licenciamento Ambiental da Atividade de Exploração Abertura de acessos Acampamento provisório Praça de sondagem Malha de sondagem Cenário recente Aplicação mais rigorosa pelos Órgãos Ambientais de legislação

Leia mais

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S

PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S PLANEJAMENTO E CONTROLE DE OBRAS Cronograma e Curva S Professora: Eng. Civil Mayara Custódio, Msc. PERT/CPM PERT Program Evaluation and Review Technique CPM Critical Path Method Métodos desenvolvidos em

Leia mais

Legislação ambiental aplicada à cultura do eucalipto

Legislação ambiental aplicada à cultura do eucalipto Legislação ambiental aplicada à cultura do eucalipto Palestrante: M.Sc. Leandro de Almeida Salles Analista de Atividades do Meio Ambiente Especialidade: Engenharia Florestal Constituição Federal Art.

Leia mais

Portaria n.º 172, de 24 de abril de 2014.

Portaria n.º 172, de 24 de abril de 2014. Portaria n.º 172, de 24 de abril de 2014. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições constitucionais previstas no Art. 71, inciso IV, da Constituição do Estado de Mato Grosso,

Leia mais

DECRETO Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE

DECRETO Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE DECRETO Nº 6.660, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008: Regulamenta dispositivos da Lei no 11.428, de 22 de dezembro de 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Definição Gerenciamento de Projetos SWEBOK Aplicação de atividades de gerenciamento (planejamento, coordenação, medição, controle e relatório) para assegurar que o desenvolvimento de software é sistemático,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009. Dispõe sobre procedimentos técnicos para a utilização da vegetação da Reserva Legal sob regime de manejo florestal sustentável, e dá outras providências.

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO PERT NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PERSONALIZADO

IMPLEMENTAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO PERT NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PERSONALIZADO Resumo IMPLEMENTAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO PERT NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE PERSONALIZADO Ana Carolina Costa de Oliveira carolyneoliveira@gmail.com Sheyla Rodrigues de Resende sheylarr@gmail.com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS Atualizado em 31/12/2015 GESTÃO DE PROJETOS PROJETO Para o PMBOK, projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.

Leia mais

I - Uma vez fechada a declaração de escopo, não é possível alterá-la. II - Uma parte interessada tem o poder de vetar a implantação do projeto.

I - Uma vez fechada a declaração de escopo, não é possível alterá-la. II - Uma parte interessada tem o poder de vetar a implantação do projeto. Bateria PMBoK Prof. Walter Cunha http://www.waltercunha.com/blog http://twitter.com/timasters http://br.groups.yahoo.com/group/timasters/ 1. (CESGRANRIO/Petrobras 2008) A Estrutura Analítica do Projeto

Leia mais

Gestão de Projetos Logísticos

Gestão de Projetos Logísticos Gestão de Projetos Logísticos Professor: Fábio Estevam Machado CONTEÚDO DA AULA ANTERIOR ESCOPO Teoria EAP etapas de desenvolvimento TEMPO Introdução Ferramentas Exercício: Documentação de Projetos Declaração

Leia mais

Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia e Gerenciamento de Sistemas Espaciais

Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia e Gerenciamento de Sistemas Espaciais Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia e Gerenciamento de Sistemas Espaciais CSE-208-4 Introdução à Gestão de Projetos L.F. Perondi 18.07.2010 PARTE 2 SUMÁRIO 1. Processos de Gerenciamento de

Leia mais

Gerência e Planejamento de Projeto. SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002

Gerência e Planejamento de Projeto. SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002 Gerência e Planejamento de Projeto SCE 186 - Engenharia de Software Profs. José Carlos Maldonado e Elisa Yumi Nakagawa 2 o semestre de 2002 Conteúdo: Parte 1: Gerenciamento & Qualidade Plano de Projeto

Leia mais

CPM (Critical Path Method) Método do caminho crítico

CPM (Critical Path Method) Método do caminho crítico U UL L CPM (Critical Path Method) Método do caminho crítico O serviço de manutenção de máquinas é indispensável e deve ser constante. Por outro lado, é necessário manter a produção, conforme o cronograma

Leia mais

Planejamento e controle da produção em construtoras de edificações verticais na grande João Pessoa

Planejamento e controle da produção em construtoras de edificações verticais na grande João Pessoa Planejamento e controle da produção em construtoras de edificações verticais na grande João Pessoa Cícero Marciano da S. Santos (UFPB) Cicero_Marciano@yahoo.com.br Nelma Mirian Chagas de Araújo (CEFET

Leia mais

GESTAO DE PROJETOS. Núcleo de Engenharia e TI Prof. Esdras E-mail: esdraseler@terra.com.br

GESTAO DE PROJETOS. Núcleo de Engenharia e TI Prof. Esdras E-mail: esdraseler@terra.com.br Planejamento de Tempo e Escopo do Projeto Faculdade Pitágoras Faculdade Pitágoras Núcleo de Engenharia e TI Prof. Esdras E-mail: esdraseler@terra.com.br 1 Templates de Documentos http://www.projectmanagementdocs.com

Leia mais

Minicurso : Elaboração de Projetos Dr. Manoel Veras 27.08.2014 8 as12

Minicurso : Elaboração de Projetos Dr. Manoel Veras 27.08.2014 8 as12 Minicurso : Elaboração de Projetos Dr. Manoel Veras 27.08.2014 8 as12 Dr. Manoel Veras Eng. de Telecomunicações, UFRN Mestre em Eng. de Telecomunicações, UNICAMP Doutor em Administração, USP EX-Cientista

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos Motivação Por que estudar Gerenciamento de Projetos? As habilidades mais valorizadas pelas organizações são Liderança (89%) Comunicação (78%) Conhecimento em Gerenciamento de

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL -OTIMIZAÇÃO COMBINATÓRIA PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO EM REDES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

PESQUISA OPERACIONAL -OTIMIZAÇÃO COMBINATÓRIA PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO EM REDES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. PESQUISA OPERACIONAL -OTIMIZAÇÃO COMBINATÓRIA PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO EM REDES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Esta aula tem por base o Capítulo 6 do livro de Taha (2008): Otimização em Redes

Leia mais

Art. 1º O Cadastro de Exploradores e Consumidores de Produtos Florestais do Estado de Rondônia CEPROF- RO fica subordinado à Gerência Ambiental.

Art. 1º O Cadastro de Exploradores e Consumidores de Produtos Florestais do Estado de Rondônia CEPROF- RO fica subordinado à Gerência Ambiental. PORTARIA N. 0172/2006/GAB/SEDAM Porto Velho 16 de outubro de 2.006 Cria as normas e procedimentos para o Cadastro de Exploradores e Consumidores de Produtos Florestais do Estado de Rondônia CEPROF-RO O

Leia mais

Detalhamento da Fase de Planejamento e Programação de Projeto. Gerenciamento de Tempo

Detalhamento da Fase de Planejamento e Programação de Projeto. Gerenciamento de Tempo Detalhamento da Fase de Planejamento e Programação de Projeto Gerenciamento de Tempo Principal objetivo garantir que o projeto seja concluído dentro do prazo determinado; O cronograma do projeto é sempre

Leia mais

Plano de Gerenciamento de Tempo

Plano de Gerenciamento de Tempo Documento: Nome do Projeto: Gerente do Projeto: Sponsor: Equipe do Projeto: Plano de Gerenciamento de Tempo RESTAURANTE Renato Kaufmann João Cunha Angela Guglielmi Elizabet Sanae João Cunha Renata Santos

Leia mais

Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Engenharia Civil. Planejamento Operacional de Obras. Gerenciamento de Prazo

Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Engenharia Civil. Planejamento Operacional de Obras. Gerenciamento de Prazo Universidade de Pernambuco Escola Politécnica de Pernambuco Engenharia Civil Planejamento Operacional de Obras Gerenciamento de Prazo 1 GERENCIAMENTO DE PROJETOS INTRODUÇÃO PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE

Leia mais

Gestão de Projetos. Tudo isso seria possível:

Gestão de Projetos. Tudo isso seria possível: Gestão de Projetos Prof. Msc. Cláudio Márcio cmarcio@gmail.com 1 - Torre Burj Dubai, considerada o novo prédio mais alto do mundo. - A estrutura tem mais de 800 metros de altura e 160 andares - Aproximadamente

Leia mais

Aula Nº 05 Determinação do Cronograma

Aula Nº 05 Determinação do Cronograma Aula Nº 05 Determinação do Cronograma Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula são, basicamente, apresentar as atividades necessárias para se produzir o cronograma do projeto. Ao final desta aula, você

Leia mais

Microsoft Project 2003

Microsoft Project 2003 Microsoft Project 2003 1 [Módulo 4] Microsoft Project 2003 2 Definindo durações Inter-relacionamentorelacionamento Caminho crítico Microsoft Project 2003 3 1 Duração das Atividades Microsoft Project 2003

Leia mais

Prof. Pedro Brancalion

Prof. Pedro Brancalion Prof. Pedro Brancalion Reserva Legal: área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, delimitada nos termos do art. 12, com a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos

Leia mais

Planeamento e Controlo de Projectos

Planeamento e Controlo de Projectos Planeamento e Controlo de Projectos Transparências de apoio à leccionação de aulas teóricas Versão 2.1 c 2010, 2006, 1998 Maria Antónia Carravilla José Fernando Oliveira FEUP Planeamento e Controlo de

Leia mais

Centro de Programas de Uso Sustentável DDS / CBRN ABRIL / 09

Centro de Programas de Uso Sustentável DDS / CBRN ABRIL / 09 Centro de Programas de Uso Sustentável DDS / CBRN ABRIL / 09 Atribuições DDS I - desenvolver, aplicar e avaliar práticas e tecnologias que garantam a utilização sustentável dos recursos naturais e a minimização

Leia mais

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal Richard Respondovesk ESALQ - 20/08/2014 Tópicos A Empresa Áreas de atuação Cadeia produtiva florestal Planejamento e mercado Uso de tecnologias

Leia mais

PMI (PROJECT MANAGEMENT INSTITUT) A PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO DE PROJETOS

PMI (PROJECT MANAGEMENT INSTITUT) A PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO DE PROJETOS PMI (PROJECT MANAGEMENT INSTITUT) A PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO DE PROJETOS Resumo Thomas Henrique Gris(G UEM) Flávia Urgnani (G-UEM) Hevilla Juliane Alto É(G-UEM) José Braz Hercos Jr(UEM) O estudo de

Leia mais

Proposta e Objetivos do Treinamento de Profissionalização na Ferramenta MSproject

Proposta e Objetivos do Treinamento de Profissionalização na Ferramenta MSproject Proposta e Objetivos do Treinamento de Profissionalização na Ferramenta MSproject Índice CAPÍTULO 1 INICIAÇÃO DE PROJETOS... 4 CAPÍTULO 2 PLANEJAMENTO DE PROJETOS... 5 CAPÍTULO 3 CONTROLE DE PROJETOS...

Leia mais

Procedimento IFC. Antonio José de Sousa

Procedimento IFC. Antonio José de Sousa Procedimento IFC PROJETO FLORESTAL BRASIL Antonio José de Sousa Junho 2010 LOCALIZAÇÃO PLANO DE NEGOCIO A Florestal foi constituída em julho de 2007, tendo como acionistas a J&F Participações S.A e a MCL

Leia mais

corte seletivo, com a exploração limitada a setenta por cento dos indivíduos da espécie. 1º A autorização de manejo florestal sustentável em até

corte seletivo, com a exploração limitada a setenta por cento dos indivíduos da espécie. 1º A autorização de manejo florestal sustentável em até Resoluções RESOLUÇÃO Nº 310, DE 5 DE JULHO DE 2002 O manejo florestal sustentável da bracatinga (Mimosa scabrella) no Estado de Santa Catarina. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, de conformidade

Leia mais

IMÓVEIS FLORESTAIS: AVALIAÇÃO PELA ABNT NBR 14.653 X APPRAISAL PELA USPAP

IMÓVEIS FLORESTAIS: AVALIAÇÃO PELA ABNT NBR 14.653 X APPRAISAL PELA USPAP IMÓVEIS FLORESTAIS: AVALIAÇÃO PELA ABNT NBR 14.653 X APPRAISAL PELA USPAP Tania Matsuno Ramos tania@confal.com.br Outubro / 2013 Avaliação de imóveis: finalidade Estimar o valor de mercado de imóveis como

Leia mais

ATA DA REUNIÃO DE AUDIÊNCIA PRÉVIA SOLICITAÇÃO DE PROPOSTAS N.º 9420/2010

ATA DA REUNIÃO DE AUDIÊNCIA PRÉVIA SOLICITAÇÃO DE PROPOSTAS N.º 9420/2010 Às nove horas e quarenta minutos do dia dezenove de abril de dois mil e dez reuniram-se, na sede do PNUD Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento em Brasília (DF), representantes do PNUD, do Ministério

Leia mais

Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel

Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel Julio Eduardo Arce Professor Adjunto do Departamento de Ciências Florestais Universidade Federal do Paraná Av. Pref. Lothário

Leia mais

Aplicativos Computacionais de Gestão Florestal. José Francisco Pereira Embrapa Amazônia oriental

Aplicativos Computacionais de Gestão Florestal. José Francisco Pereira Embrapa Amazônia oriental Aplicativos Computacionais de Gestão Florestal José Francisco Pereira Embrapa Amazônia oriental 1 Por que utilizar aplicativos computacionais? Grande volume de dados Complexidade de algumas análises Acesso

Leia mais

ÍNDICE. 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10. 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10

ÍNDICE. 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10. 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE 12.2 - Plano de Conservação da Flora... 1/10 12.2.1 - Programa de Supressão da Vegetação... 1/10 Índice 1/1 2619-00-EIA-RL-0001-00

Leia mais

Preçário BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 01-set-2015

Preçário BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 01-set-2015 Preçário BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 01-set-2015 O Preçário completo do Banif Mais, contém o Folheto de Comissões e Despesas

Leia mais

MÓDULOS: 1. CADASTRO TÉCNICO FEDERAL CTF 2. CADASTRO INICIAL DELPHI 3. DOF WEB. Para uso das empresas madeireiras. Versão Setembro/2006.

MÓDULOS: 1. CADASTRO TÉCNICO FEDERAL CTF 2. CADASTRO INICIAL DELPHI 3. DOF WEB. Para uso das empresas madeireiras. Versão Setembro/2006. INSTRUÇÕES PARA USO DO DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL - DOF MÓDULOS: 1. CADASTRO TÉCNICO FEDERAL CTF 2. CADASTRO INICIAL DELPHI 3. DOF WEB Para uso das empresas madeireiras. Versão Setembro/2006. SUMÁRIO

Leia mais

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS MIISTERIO DO MEIO AMBIETE ISTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIETE E DOS RECURSOS ATURAIS REOÁEIS ISTRUÇÃO ORMATIA º 07 DE 22 DE AOSTO DE 2003. Disciplina as atividades de plano de manejo florestal sustentável

Leia mais

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 ANÁLISE COMPARATIVA NA AVALIAÇÃO DE FLORESTA PLANTADA DE PINUS PELO MÉTODO DO VALOR ECONÔMICO, UTILIZANDO COMO PARÂMETROS

Leia mais

Resumo público do Plano de Manejo Florestal Sustentável Comunitário

Resumo público do Plano de Manejo Florestal Sustentável Comunitário Resumo público do Plano de Manejo Florestal Sustentável Comunitário Nome do empreendimento: Associação Seringueira Porto Dias CNPJ: 01.444.236/0001-80 Presidente: Raimundo Ferreira da Silva Código FSC:

Leia mais

FUNDAÇÃO FLORESTA TROPICAL

FUNDAÇÃO FLORESTA TROPICAL FUNDAÇÃO FLORESTA TROPICAL MANUAL DE PROCEDIMENTOS TÉCNICOS PARA CONDUÇÃO DE MANEJO FLORESTAL E EXPLORAÇÃO DE IMPACTO REDUZIDO Versão preliminar 4.0 Belém, outubro de 2002 MANUAL DE PROCEDIMENTOS TÉCNICOS

Leia mais

www.florestalsantamaria.com.br Resumo Público do Plano de Manejo Florestal

www.florestalsantamaria.com.br Resumo Público do Plano de Manejo Florestal www.florestalsantamaria.com.br Resumo Público do Plano de Manejo Florestal Agosto 2012 Sumário 1. DADOS TÉCNICOS... 4 1.1 DADOS TÉCNICOS DA PROPRIEDADE... 4 1.2 DADOS TÉCNICOS DO PMFS... 4 2. HISTÓRICO...

Leia mais

Introdução. Toda organização executa basicamente dois tipos de atividade: Projeto; e. Operação (execução).

Introdução. Toda organização executa basicamente dois tipos de atividade: Projeto; e. Operação (execução). Gestão de Projetos Introdução Toda organização executa basicamente dois tipos de atividade: Projeto; e Operação (execução). O projeto é uma atividade muito particular, cuja finalidade principal é dar origem

Leia mais

O SOFTWARE SPP Eucalyptus

O SOFTWARE SPP Eucalyptus Rua Raul Soares, 133/201 - Centro - Lavras MG CEP 37200-000 Fone/Fax: 35 3821 6590 O SOFTWARE SPP Eucalyptus 1/7/2008 Inventar GMB Consultoria Ltda Ivonise Silva Andrade INTRODUÇÃO Um dos grandes problemas

Leia mais

Porto Velho RO 2008. PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com FRANCISCO CHAGAS DA SILVA 1

Porto Velho RO 2008. PDF created with pdffactory trial version www.pdffactory.com FRANCISCO CHAGAS DA SILVA 1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇAO II FRANCISCO CHAGAS DA SILVA 1 PERT/CPM UMA FERRAMENTA

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS BÁSICOS PARA A ATIVIDADE DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL DO PROJETO

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS BÁSICOS PARA A ATIVIDADE DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL DO PROJETO RELAÇÃO DE DOCUMENTOS BÁSICOS PARA A ATIVIDADE DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL DO PROJETO Requerimento Padrão de Atividade Florestal - RPAF; Cópia de CPF e RG do requerente; Cópia do Certificado da Área

Leia mais

Normatização estadual do manejo florestal madeireiro no Amazonas

Normatização estadual do manejo florestal madeireiro no Amazonas Normatização estadual do manejo florestal madeireiro no Amazonas Plano de manejo florestal sustentável em pequena escala Plano de manejo florestal sustentável acima de 500ha Prestação de serviço Produtos

Leia mais

NOVO CÓDIGO FLORESTAL: ASPECTOS LEGAIS AMBIENTAIS RELEVANTES

NOVO CÓDIGO FLORESTAL: ASPECTOS LEGAIS AMBIENTAIS RELEVANTES NOVO CÓDIGO FLORESTAL: ASPECTOS LEGAIS AMBIENTAIS RELEVANTES 25 de Setembro de 2012 ESPAÇOS TERRITORIAIS ESPECIALMENTE PROTEGIDOS Cabe ao Poder Público definir, em todas as unidades da Federação, espaços

Leia mais

PERT CPM. Ferramentas de Desenvolvimento. Referencial Bibliográfico. Isnard Martins

PERT CPM. Ferramentas de Desenvolvimento. Referencial Bibliográfico. Isnard Martins Ferramentas de Desenvolvimento Isnard Martins Referencial Bibliográfico Administração da Produção e Operações - L.Ritzman & Krajewsky I. Martins Notas de Aula PERT CPM Método PERT - CPM ou Método do Caminho

Leia mais

Gerenciamento de Projeto de Software

Gerenciamento de Projeto de Software Gerenciamento de Projeto de Software Gerência de Projetos de TI é a capacidade de equilibrar dedicação e implementação de tecnologia, ao mesmo tempo liderando e inspirando os membros da equipe. DINSMORE

Leia mais

PRÁTICAS SILVICULTURAIS

PRÁTICAS SILVICULTURAIS CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo

Leia mais

ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO FLORESTAL NA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Paulo Rogério Soares de OLIVEIRA Universidade Federal de Viçosa

ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO FLORESTAL NA AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Paulo Rogério Soares de OLIVEIRA Universidade Federal de Viçosa REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA FLORESTAL - ISSN 1678-3867 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE A GRONOMIA E E NGENHARIA F LORESTAL DE G ARÇA/FAEF A NO IV, NÚMERO, 07, FEVEREIRO DE 2006.

Leia mais